meIroIogia

VocabuIário
inIernacionaI
de Iermos
fundamenIais
e gerais de
CONFFDFßAÇÃO NACIONAL DA INDÚ51ßIA - CNI
F CON5FLHO NACIONAL DO 5FNAI
CarIos Fduardo Moreira Ferreira
PresidehIe
COMI55ÃO DF APOIO 1FCNICO F
ADMINI51ßA1IVO AO PßF5IDFN1F DO CON5FLHO
NACIONAL DO 5FNAI
DagoberIo Lima Godoy
Vice-PresidehIe da CNl
Fernando Cirino GurgeI
DireIor - 1 1esoureiro da CNl
Max 5chrappe
Vice-PresidehIe da Federaçao das lhdúsIrias
do FsIado de Sao Paulo
5FNAI - DFPAß1AMFN1O NACIONAL
José ManueI de Aguiar MarIins
DireIor-Geral
HumberIo ßrandão de Araújo
DireIor de DesehvolvimehIo
Fduardo OIiveira 5anIos
DireIor de Operações
INMF1ßO - IN51I1U1O NACIONAL
DF MF1ßOLOGIA, NOßMALIZAÇÃO
F ÇUALIDADF INDU51ßIAL
MinisIro AIcides 1ápias
MihisIério do DesehvolvimehIo,
lhdúsIria e Comércio FxIerior - MDlC
Armando MarianIe CarvaIho
PresidehIe do lNMF1RO
WaIdemar Pires ßibeiro
DireIor de AssuhIos lhsIiIuciohais
João AIziro Herz da Jornada
DireIor de MeIrologia CiehIiIica e lhdusIrial
ßoberIo Luiz de Lima Guimarães
DireIor de MeIrologia Legal
AIfredo CarIos Orphão Lobo
DireIor de CredehciamehIo e Qualidade
Joseph ßrais
DireIor de AdmihisIraçao e Fihahças
CohIederaçao Naciohal da lhdúsIria
5erviço NacionaI de Aprendizagem IndusIriaI
DeparIamenIo NacionaI
2 22 22ª ediçao ediçao ediçao ediçao ediçao
8rasilia 8rasilia 8rasilia 8rasilia 8rasilia
2000 2000 2000 2000 2000
meIroIogia
VocabuIário
inIernacionaI
de Iermos
fundamenIais
e gerais de
©2000. INMF1ßO - InsIiIuIo NacionaI de MeIroIogia, NormaIização e ÇuaIidade IndusIriaI
5FNAI - DeparIamenIo NacionaI
Qualquer parIe desIa obra podera ser reproduzida, desde que ciIada a IohIe.
5FNAI
5erviço NacionaI de
Aprendizagem IndusIriaI
DeparIamenIo NacionaI
INMF1ßO
InsIiIuIo NacionaI de
MeIroIogia,
NormaIização
e ÇuaIidade IndusIriaI
Sede
SeIor 8ahcario NorIe
Quadra 1 - 8loco C
FdiIicio RoberIo Simohseh
70040-903
8rasilia - DF
1el.: (61) 317-9001
Fax: (61) 317-9190
Av. N. S. das Graças, 50 -
Vila Operaria
25250-020
Duque de Caxias - RJ
1el.: (21) 679-1311
Fax: (21) 679-1409
Ficha CaIalograIica
lNMF1RO. VocabuIário inIernacionaI de Iermos
fundamenIais e gerais de meIroIogia. 2. ed.
8rasilia, SFNAl/DN, 2000. 75p.
Cohvèhio SFNAl/DN/lNMF1RO.
lS8N 85-87090-90-9
MF1ROLOGlA
CDU: 006.911.51(038)
5UMÁßIO
APRFSFN1AÇÃO
PorIaria hº 29 de 10/03/1995 ............................................................... 9
Preámbulo da versao brasileira ........................................................ 11
1 - Grahdezas e Uhidades.................................................................. 13
2 - Medições ..................................................................................... 23
3 - ResulIados de Mediçao ................................................................ 27
4 - lhsIrumehIos de Mediçao ............................................................ 35
5 - CaracIerisIicas dos lhsIrumehIos de Mediçao ............................. 47
6 - Padrões ....................................................................................... 59
lhdice PorIuguès ................................................................................ 67
lhdice lhglès ...................................................................................... 70
lhdice Frahcès .................................................................................... 73
APßF5FN1AÇÃO
O desenvolvimento e a consolidação da cultura metrológica vem-se
constituindo uma estratégia permanente das organizações, uma vez que
resulta em ganhos de produtividade, qualidade dos produtos e serviços,
redução de custos e eliminação de desperdícios. A construção de um senso
de cultura metrológica não é tarefa simples, requer ações duradouras de
longo prazo e depende não apenas de treinamentos especializados, mas de
uma ampla difusão dos valores da qualidade em toda a sociedade.
Cientes dessa responsabilidade, o INMETRO e o SENAI celebram um
convênio de cooperação, que prevê o desenvolvimento de ações conjuntas
nos campos da metrologia, da normalização e da avaliação da
conformidade, abrangendo, inclusive, a produção e a disseminação de
literatura especializada.
A presente publicação se inscreve, certamente, nesse contexto.
Ao disponibilizá-la, o INMETRO e o SENAI têm presente a expectativa de
difundir conhecimento, tornando mais acessíveis conceitos e informações
básicas para um público especializado, bem como para toda a sociedade.
ARMANDO MARIANTE CARVALHO JOSÉ MANUEL DE AGUIAR MARTINS
Presidente do INMETRO Diretor-Geral do SENAI/DN
9
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
PorIaria nº 29
de 10 de março de 1995
O Presidente do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e
Qualidade Industrial - INMETRO, no uso de suas atribuições;
Resolve:
Art. Jº Alterar os termos do Art 1º da Portaria nº 102, de 10 de junho de
1988, que passa a ter a seguinte redação:
“Adotar, no Brasil, a nova versão do Vocabulário Internacional de Termos
Fundamentais e Gerais de Metrologia, em anexo, baseada na 211ª edição
(1993) do documento elaborado pelo Bureau Internacional de Pesos e
Medidas (BIPM), pela Comissão Internacional de Eletrotécnica (IEC), pela
Federação Internacional de Química Clínica (IFCC), pela Organização
Internacional de Normalização (ISO), pela União Internacional de Química
Pura e Aplicada (IUPAC) e pela União Internacional de Física Pura e
Aplicada (IUPAP), com a devida adaptação ao nosso idioma, às reais
condições existentes no país e às já consagradas pelo uso.”
Art. 2º - Permanecem inalterados os demais artigos estabelecidos na
Portaria nº 102, de 10 de junho de 1988.
Art. 3º - Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação.
JÚLIO CESAR CARMO BUENO
Presidente do INMETRO
11
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
PrêambuIo
da versao brasileira
No presente trabalho, elaborado e consensado com significativa parcela da
comunidade técnica e acadêmica, atuante no campo da metrologia, buscou-
se não apenas enfocar os aspectos da adequada correspondência dos
termos entre as línguas estrangeiras envolvidas, mas também da própria
filosofia de concepção do Vocabulário. Os esforços foram aqui direcionados
no sentido de se atender ao máximo as diferentes correntes de opinião,
decorrentes de processos culturais já consagrados em várias regiões de
nosso país. Buscou-se, desta maneira, a desejável e necessária
padronização, respeitando-se o atual “estado da arte” da linguagem
metrológica brasileira.
Pelas premissas expostas, alguns verbetes são expressos de duas formas
diferentes para uma mesma definição, ora para atender às necessidades
brasileiras, ora simplesmente para acompanhar as versões inglesa e
francesa. Porém, de um modo geral, nestes casos, manteve-se no corpo do
texto os verbetes listados em primeiro lugar, devendo, no futuro, cair em
desuso as respectivas segundas opções.
O uso de parênteses “(...)” separando palavras e alguns termos significa,
como na edição original, que estas palavras podem ser omitidas, sem
prejuízo de conteúdo ou risco de confusão.
Foi introduzida, nesta versão brasileira, a colocação dos termos originais
(em inglês e francês) ao lado de cada termo correspondente em português,
o que, juntamente com o índice trilíngüe, deverá facilitar sobremaneira a
pesquisa de um determinado termo.
12
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
Obviamente, não poderíamos ter a pretensão de produzir um trabalho
unânime, até mesmo porque se admitem imperfeições na publicação
original. No entanto, esperamos que seja atingido seu estrito objetivo de
contribuir para a harmonização interdisciplinar de terminologia metrológica.
GRUPO DE TRABALHO DE
TERMINOLOGIA DA REDE
BRASILEIRA DE CALIBRAÇÃO
13
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
1 Grandezas e
Unidades
1.1 GßANDFZA Atributo de um fenômeno, corpo ou substância
(MFN5UßÁVFL), f que pode ser qualitativamente distinguido e
(measurable) quanIiIy quantitativamente determinado.
grandeur (mesurable)
Observacões:
1) O termo “grandeza” pode referir-se a uma
grandeza em um sentido geral (veja exemplo a)
ou a uma grandeza específica (veja exemplo b).
Exemplos:
a) Grandezas em um sentido geral:
comprimento, tempo, massa, temperatura,
resistência elétrica, concentração de quantidade
de matéria;
b) Grandezas específicas:
- comprimento de uma barra
- resistência elétrica de um fio
- concentração de etanol em uma amostra
de vinho.
2) Grandezas que podem ser classificadas, uma
em relação a outra, em ordem crescente ou
decrescente, são denominadas grandezas de
mesma natureza.
14
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
3) Grandezas de mesma natureza podem ser
agrupadas em conjuntos de categorias de
grandezas, por exemplo:
- Trabalho, calor, energia.
- Espessura, circunferência, comprimento de
onda.
4) Os símbolos das grandezas são dados na
norma ISO 31.
1.2 5I51FMA DF Conjunto de grandezas, em um sentido geral,
GßANDFZA5, m entre as quais há uma relação definida.
sysIem oí quanIiIies
sysIeme de grandeurs
1.3 GßANDFZA DF Grandeza que, em um sistema de grandezas, é
ßA5F, f por convenção aceita como funcionalmente
base quanIiIy independente de uma outra grandeza.
grandeur de base
Exemplo:
As grandezas comprimento, massa e tempo são
geralmente tidas como grandezas de base no
campo da mecânica.
Observação:
As grandezas de base correspondentes às
unidades de base do Sistema Internacional de
Unidades (SI) são dadas na observação do
item 1.12.
15
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
1.4 GßANDFZA Grandeza definida, em um sistema de grandezas,
DFßIVADA, f como função de grandezas de base deste sistema.
derived quanIiIy
grandeur derivee Exemplo:
Em um sistema que tem como grandezas de base
o comprimento, a massa e o tempo, a velocidade
é uma grandeza derivada, definida como:
comprimento dividido por tempo.
1.5 DIMFN5ÃO DF Expressão que representa uma grandeza de um
UMA GßANDFZA, f sistema de grandezas, como produto das
dimension oí potências dos fatores que representam as
a quanIiIy grandezas de base deste sistema.
dimension d'une
grandeur Exemplo:
a) Em um sistema que tem como grandezas de
base comprimento, massa e tempo, cujas
dimensões são representadas por L, M e T
respectivamente, LMT
-2
é a dimensão de força;
b) No mesmo sistema de grandezas, ML
-3
é a
dimensão de concentração de massa, bem como
de massa específica.
Observações:
1) Os fatores que representam as grandezas de
base são chamados “dimensões” dessas grandezas
de base.
2) Para detalhes da álgebra pertinente ver ISO 31-0.
16
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
1.6 GßANDFZA DF Grandeza em cuja expressão dimensional todos
DIMFN5ÃO UM, f os expoentes das dimensões das grandezas de base
quanIiIy oí são reduzidos a zero.
dimension one
grandeur de Exemplos:
dimension un Deformação linear relativa, coeficiente de atrito,
GßANDFZA número de Mach, índice de refração, fração molar
ADIMFN5IONAL, f (fração de quantidade de matéria), fração de massa.
dimensionless
quanIiIy
grandeur sans
dimension
1.7 UNIDADF Grandeza específica, definida e adotada por
(DF MFDIDA), f convenção, com a qual outras grandezas de
uniI (oí measuremenI) mesma natureza são comparadas para expressar
uniIe (de mesure) suas magnitudes em relação àquela grandeza.
Observações:
1) Unidades de medida têm nomes e símbolos
aceitos por convenção.
2) Unidades de grandezas de mesma dimensão
podem ter os mesmos nomes e símbolos, mesmo
quando as grandezas não são de mesma natureza.
1.8 5ÍMßOLO DF Sinal convencional que designa uma unidade
UMA UNIDADF de medida.
(DF MFDIDA), m
symbol oí a uniI (oí Exemplos:
measuremenI) a) m é o símbolo do metro;
symbole d'une uniIe b) A é o símbolo do ampère.
(de mesure)
17
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
1.9 5I51FMA DF Conjunto das unidades de base e unidades
UNIDADF5 (DF derivadas, definido de acordo com regras
MFDIDA), m específicas, para um dado sistema de grandezas.
sysIem oí uniIs (oí
measuremenI) Exemplos:
sysIeme d'uniIes a) Sistema Internacioanl de Unidades SI;
(de mesure) b) Sistema de Unidades CGS.
1.10 UNIDADF (DF Unidade de medida derivada que pode ser expressa
MFDIDA) (DFßIVADA) como um produto de potências de unidades
COFßFN1F, f de base com fator de proporcionalidade um.
coherenI (derived)
uniI (oí measuremenI) Observação:
uniIe (de mesure) A coerência pode ser determinada somente em
(derivee) relação às unidades de base de um dado sistema.
coherenIe Uma unidade pode ser coerente em relação a um
Sistema, mas não a outro.
1.11 5I51FMA Sistema de unidades de medida no qual todas as
COFßFN1F DF unidades derivadas são coerentes.
UNIDADF5
(DF MFDIDA), m Exemplo:
coherenI sysIem oí As seguintes unidades (expressas por seus
uniIs (oí measuremenI) símbolos) fazem parte do sistema de unidades
sysIeme coherenI coerentes em mecânica, dentro do
d'uniIes (de mesure) Sistema Internacional de Unidades, SI:
m; kg; s;
m
2
; m
3
; Hz=s-
l
; m.s
-l
; m.s
-2
;
kg.m
-3
; N=kg.m.s
-2
;
Pa=kg.m-
1
.s
-2
;
J=kg.m
2
.s
-2
;
W=kg.m
2.
s
-3
.
18
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
1.12 5I51FMA Sistema coerente de unidades adotado e
IN1FßNACIONAL DF recomendado pela Conferência Geral de Pesos e
UNIDADF5 - 5I, m Medidas (CGPM).
lnIernaIional SysIem
oí UniIs, Sl Observação:
SysIeme lnIernaIional O SI é baseado, atualmente, nas sete unidades
d'UniIes, Sl de base seguintes:
GRANDFZA UNlDADF Sl
NOMF SlM8OLO
ComprimehIo meIro m
Massa quilograma kg
1empo seguhdo s
CorrehIe FléIrica ampère A
1emperaIura 1ermodihámica kelvih K
QuahIidade de MaIéria mol mol
lhIehsidade Lumihosa cahdela cd
1.13 UNIDADF (DF Unidade de medida de uma grandeza de base em
MFDIDA) DF ßA5F, f um sistema de grandezas.
base uniI (oí
measuremenI) Observação:
uniIe (de mesure) de base Em um sistema de unidades coerentes há uma
única unidade de base para cada grandeza
fundamental.
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VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
1.14 UNIDADF (DF Unidade de medida de uma grandeza derivada
MFDIDA) DFßIVADA, f em um sistema de grandezas.
derived uniI (oí
measuremenI) Observação:
uniIe (de mesure) derivee Algumas unidades derivadas possuem nomes e
símbolos especiais; por exemplo, no SI:
GRANDFZA UNlDADF Sl
NOMF SlM8OLO
Força hewIoh N
Fhergia joule J
Pressao pascal Pa
1.15 UNIDADF (DF Unidade de medida que não pertence a um dado
MFDIDA) FOßA DO sistema de unidades.
5I51FMA, f
oíísysIem uniI (oí Exemplos:
measuremenI) a) O elétron-volt (aproximadamente
uniIe (de mesure) hors 1,602 18 x l0
-l9
J) é uma unidade de energia fora
sysIeme do sistema em relação ao SI;
b) O dia, a hora, o minuto são unidades de
tempo fora do sistema em relação ao SI.
1.16 MÚL1IPLO DF Unidade de medida maior que é formada a partir
UMA UNIDADF de uma dada unidade, de acordo com
(DF MFDIDA), m convenções de escalonamento.
mulIiple oí a uniI (oí
measuremenI) Exemplos:
mulIiple d'une uniIe a) Um dos múltiplos decimais do metro é o
(de mesure) quilômetro;
b) Um dos múltiplos não-decimais do segundo
é a hora.
20
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
1.17 5UßMÚL1IPLO DF Unidade de medida menor que é formada
UMA UNIDADF (DF a partir de uma unidade, de acordo com
MFDIDA), m convenções de escalonamento.
submulIiple oí a uniI (oí
measuremenI) Exemplo:
sousmulIiple d'une uniIe Um dos submúltiplos decimais do metro é o
(de mesure) milímetro.
1.18 VALOß (DF UMA Expressão quantitativa de uma grandeza
GßANDFZA), m específica, geralmente sob a forma de uma
value (oí a quanIiIy) unidade de medida multiplicada por um número.
valeur (d'une grandeur)
Exemplos:
a) Comprimento de uma barra: 5,34m ou 534cm;
b) Massa de um corpo: 0,152kg ou 152g;
c) Quantidade de matéria de uma amostra de
água (H
2
O): 0,012 mol ou 12 mmol.
Observações:
l ) O valor de uma grandeza pode ser positivo,
negativo ou nulo.
2) O valor de uma grandeza pode ser expresso
por mais de uma maneira.
3) Os valores de grandezas adimensionais são
geralmente expressos apenas por números.
4)Uma grandeza que não puder ser expressa por
uma unidade de medida multiplicada por um
número, pode ser expressa por meio de uma
escala de referência convencional, ou por um
procedimento de medição, ou por ambos.
21
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
1.19 VALOß Valor consistente com a definição de uma dada
VFßDADFIßO (DF UMA grandeza específica.
GßANDFZA), m
Irue value (oí a quanIiIy) Observações:
valeur vraie (d'une 1) É um valor que seria obtido por uma
grandeur) medição perfeita.
2) Valores verdadeiros são, por natureza,
indeterminados.
3) O artigo indefinido “um” é usado,
preferivelmente ao artigo definido “o” em
conjunto com “valor verdadeiro”, porque pode
haver muitos valores consistentes com a
definição de uma dada grandeza específica.
1.20 VALOß Valor atribuído a uma grandeza específica e
VFßDADFIßO aceito, às vezes por convenção, como tendo
CONVFNCIONAL (DF uma incerteza apropriada para uma dada
UMA GßANDFZA), m finalidade.
convenIional Irue value
(oí a quanIiIy) Exemplos:
valeur a) Em um determinado local, o valor atribuído a
convenIionnellemenI uma grandeza, por meio de um padrão de
vraie (d'une grandeur) referência, pode ser tomado como um valor
verdadeiro convencional;
b) O CODATA (1986) recomendou o valor para a
constante de Avogadro como sendo
A= 6,022 136 7 x 10
23
mol
-1
.
Observações:
1) “Valor verdadeiro convencional” é às vezes
denominado valor designado, melhor estimativa
22
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
do valor, valor convencional ou valor de
referência. “Valor de referência”, neste sentido,
não deve ser confundido com “valor de
referência” no sentido usado na observação do
item 5.7.
2) Freqüentemente, um grande número de
resultados de medições de uma grandeza é
utilizado para estabelecer um valor verdadeiro
convencional.
1.21 VALOß NUMFßICO Número que multiplica a unidade na expressão
(DF UMA GßANDFZA), m do valor de uma grandeza.
numerical value
(oí a quanIiIy) Exemplos:
valeur numerique Nos exemplos em 1.18 os números:
(d'une grandeur) a) 5,34 e 534;
b) 0,152 e 152;
c) 0,012 e 12.
1.22 F5CALA DF Para grandezas específicas de uma dada natureza,
ßFFFßÈNCIA é um conjunto de valores ordenados, contínuos ou
CONVFNCIONAL, f discretos, definidos por convenção e como uma
convenIional reíerence referência para classificar em ordem crescente ou
scale decrescente grandezas de mesma natureza.
echelle de reperage
F5CALA DF VALOß DF Exemplos:
ßFFFßÈNCIA, f a) Escala de dureza Mohs;
reíerencevalue scale b) Escala de pH em química;
echelle de reperage c) Escala de índice de octano para combustíveis
derivados de petróleo.
23
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
2 Medições
2.1 MFDIÇÃO, f Conjunto de operações que tem por objetivo
measuremenI determinar um valor de uma grandeza.
mesurage
Observação:
As operações podem ser feitas automaticamente.
2.2 MF1ßOLOGIA, f Ciência da medição
meIrology
meIrologie Observação:
A metrologia abrange todos os aspectos teóricos e
práticos relativos às medições, qualquer que seja
a incerteza, em quaisquer campos da ciência ou da
tecnologia.
2.3 PßINCÍPIO DF Base científica de uma medição.
MFDIÇÃO, m
principle oí measuremenI Exemplos:
principe de mesure a) O efeito termoelétrico utilizado para a medição
da temperatura;
b) O efeito Josephson utilizado para a medição da
diferença de potencial elétrico;
24
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
c) O efeito Doppler utilizado para a medição da
velocidade;
d) O efeito Raman utilizado para medição do
número de ondas das vibrações moleculares.
2.4 MF1ODO DF Seqüência lógica de operações, descritas
MFDIÇÃO, m genericamente, usadas na execução das medições.
meIhod oí measuremenI
meIhode de mesure Observação:
Os métodos de medição podem ser qualificados
de várias maneiras; entre as quais:
- método por substituição;
- método diferencial;
- método “de zero”.
2.5 PßOCFDIMFN1O Conjunto de operações, descritas
DF MFDIÇÃO, m especificamente, usadas na execução de medições
measuremenI procedure particulares, de acordo com um dado método.
mode de operaIoire (de
mesure) Observação:
Um procedimento de medição é usualmente
registrado em um documento, que algumas vezes
é denominado procedimento de medição (ou
método de medição) e normalmente tem detalhes
suficientes para permitir que um operador
execute a medição sem informações adicionais.
2.6 MFN5UßANDO, m Objeto da medição.
mensurand Grandeza específica submetida à medição.
mesurand
25
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
Exemplo:
Pressão de vapor de uma dada amostra de água
a 20
o
C.
Observação:
A especificação de um mensurando pode requerer
informações de outras grandezas como tempo,
temperatura ou pressão.
2.7 GßANDFZA DF Grandeza que não é o mensurando, mas que
INFLUÈNCIA, f afeta o resultado da medição deste.
iníluence quanIiIy
grandeur d'iníluence Exemplos:
a) A temperatura de um micrômetro usado na
medição de um comprimento;
b) A freqüência na medição da amplitude de uma
diferença de potencial em corrente alternada;
c) A concentração de bilirrubina na medição da
concentração de hemoglobina em uma amostra de
plasma sangüíneo humano.
2.8 5INAL Grandeza que representa o mensurando ao qual
DF MFDIÇÃO, m está funcionalmente relacionada.
measuremenI signal
signal de mesure Exemplos:
a) Sinal de saída elétrico de um transdutor de
pressão;
b) Freqüência de um conversor tensão-freqüência;
c) Força eletromotriz de uma célula de
concentração eletroquímica utilizada para medir a
diferença em concentração.
26
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
Observação:
O sinal de entrada de um sistema de medição
pode ser denominado estímulo; o sinal de saída
pode ser denominado resposta.
2.9 VALOß Valor do sinal de uma medição representando
1ßAN5FOßMADO (DF um dado mensurando.
UM MFN5UßANDO), m
Iransíormed value
(oí a measurand)
valeur Iransíormee
(d'un mesurand)
27
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
3 ßesuIIados
de Medição
3.1 ßF5UL1ADO DF Valor atribuído a um mensurando obtido por
UMA MFDIÇÃO, m medição.
resulI oí a measuremenI
resulIaI d'un mesurage Observações:
1) Quando um resultado é dado, deve-se indicar,
claramente, se ele se refere:
- à indicação;
- ao resultado não corrigido;
- ao resultado corrigido;
e se corresponde ao valor médio de várias medições.
2) Uma expressão completa do resultado de uma
medição inclui informações sobre a incerteza de
medição.
3.2 INDICAÇÃO (DF Valor de uma grandeza fornecido por um
UM IN51ßUMFN1O DF instrumento de medição;
MFDIÇÃO), f
indicaIion (oí a Observações:
measuring insIrumenI) 1) O valor lido no dispositivo mostrador pode
indicaIion (d'un ser denominado de indicação direta. Ele é
insIrumenI de mesure) multiplicado pela constante do instrumento para
fornecer a indicação.
28
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
2) A grandeza pode ser um mensurando, um sinal
de medição ou uma outra grandeza a ser usada
no cálculo do valor do mensurando.
3) Para uma medida materializada, a indicação é o
valor a ela atribuído.
3.3 ßF5UL1ADO NÃO Resultado de uma medição, antes da correção,
COßßIGIDO, m devida aos erros sistemáticos.
uncorrecIed resulI
resulIaI bruI
3.4 ßF5UL1ADO Resultado de uma medição, após a correção,
COßßIGIDO, m devida aos erros sistemáticos.
correcIed resulI
resulIaI corrige
3.5 FXA1IDÃO DF Grau de concordância entre o resultado de uma
MFDIÇÃO, f medição e um valor verdadeiro do mensurando.
accuracy oí measuremenI
exacIiIude de mesure Observações:
1) Exatidão é um conceito qualitativo.
2) O termo precisão não deve ser utilizado como
exatidão.
29
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
3.6 ßFPF1I1IVIDADF Grau de concordância entre os resultados de
(DF ßF5UL1ADO5 DF medições sucessivas de um mesmo mensurando
MFDIÇÕF5), f efetuadas sob as mesmas condições de medição.
repeaIibiliIy (oí resulIs oí
measuremenI) Observações:
repeIabiliIe (des resulIaIs 1) Estas condições são denominadas condições de
de mesurage) repetitividade.
2) Condições de repetitividade incluem:
- mesmo procedimento de medição;
- mesmo observador;
- mesmo instrumento de medição, utilizado nas
mesmas condições;
- mesmo local;
- repetição em curto período de tempo.
3) Repetitividade pode ser expressa,
quantitativamente, em função das características da
dispersão dos resultados.
3.7 ßFPßODU1IßILIDADF Grau de concordância entre os resultados das
(DO5 ßF5UL1ADO5 DF medições de um mesmo mensurando efetuadas
MFDIÇÃO), f sob condições variadas de medição.
reproducibiliIy (oí resulIs
oí measuremenIs) Observações:
reproducIibiliIe (des 1) Para que uma expressão da
resulIaIs de mesurage) reprodutibilidade seja válida, é necessário que
sejam especificadas as condições alteradas.
2) As condições alteradas podem incluir:
- princípio de medição;
- método de medição;
- observador;
30
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA

i
x x ( )
2
n
n 1
i = 1
s=
_
_
- instrumento de medição;
- padrão de referência;
- local;
- condições de utilização;
- tempo.
3) Reprodutibilidade pode ser expressa,
quantitativamente, em função das características
da dispersão dos resultados.
4) Os resultados aqui mencionados referem-se,
usualmente, a resultados corrigidos.
3.8 DF5VIO PADßÃO Para uma série de “n” medições de um mesmo
FXPFßIMFN1AL, m mensurando, a grandeza “s”, que caracteriza a
experimenIal sIandard dispersão dos resultados, é dada pela fórmula:
deviaIion
ecarIIype experimenIal
onde x
i

representa o resultado da “iésima”
medição e x representa a média aritmética dos “n”
resultados considerados.
Observações:
1) Considerando uma série de “n” valores como
uma amostra de uma distribuição, x é uma estimativa
não tendenciosa da média µ e s
2
é uma estimativa
não tendenciosa da variância

desta distribuição.
2) A expressão s / √n é uma estimativa do desvio
padrão da distribuição de x e é denominada
desvio padrão experimental da média.
_
31
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
3) “Desvio padrão experimental da média” é,
algumas vezes, denominado incorretamente erro
padrão da média.
3.9 INCFß1FZA DF Parâmetro, associado ao resultado de uma
MFDIÇÃO, f medição, que caracteriza a dispersão dos valores
uncerIainIy oí que podem ser fundamentadamente atribuídos a
measuremenI um mensurando.
incerIiIude de mesure
Observações:
1) O parâmetro pode ser, por exemplo, um desvio
padrão (ou um múltiplo dele), ou a metade de
um intervalo correspondente a um nível de
confiança estabelecido.
2) A incerteza de medição compreende, em geral,
muitos componentes. Alguns destes componentes
podem ser estimados com base na distribuição
estatística dos resultados das séries de medições
e podem ser caracterizados por desvios padrão
experimentais. Os outros componentes, que
também podem ser caracterizados por desvios
padrão, são avaliados por meio de distribuição
de probabilidades assumidas, baseadas na
experiência ou em outras informações.
3) Entende-se que o resultado da medição é a
melhor estimativa do valor do mensurando, e
que todos os componentes da incerteza, incluindo
aqueles resultantes dos efeitos sistemáticos, como
os componentes associados com correções e
padrões de referência, contribuem para a
dispersão.
32
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
Nota:
Esta definição foi extraída do “Guia para
Expressão de Incerteza de Medição”, no qual sua
fundamentação é detalhada (ver, em particular, o
item 2.2.4 e o anexo D(10)).
3.10 FßßO Resultado de uma medição menos o valor
(DF MFDIÇÃO), m verdadeiro do mensurando.
error (oí measuremenI)
erreur (de mesure) Observações:
1) Uma vez que o valor verdadeiro não pode ser
determinado, utiliza-se, na prática, um valor
verdadeiro convencional (ver os itens 1.19 e 1.20).
2) Quando for necessário distinguir “erro” de
“erro relativo”, o primeiro é, algumas vezes,
denominado erro absoluto da medição. Este
termo não deve ser confundido com valor
absoluto do erro, que é o módulo do erro.
3.11 DF5VIO, m Valor menos seu valor de referência.
deviaIion
ecarI
3.12 FßßO ßFLA1IVO, m Erro da medição dividido por um valor verdadeiro
relaIive error do objeto da medição.
erreur relaIive
Observação:
Uma vez que o valor verdadeiro não pode ser
determinado, utiliza-se, na prática, um valor
verdadeiro convencional (ver os itens 1.19 e 1.20).
33
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
3.13 FßßO Resultado de uma medição menos a média que
ALFA1ÓßIO, m resultaria de um infinito número de medições do
random error mesmo mensurando efetuadas sob condições de
erreur aleaIoire repetitividade.
Observações:
1) Erro aleatório é igual ao erro menos o erro
sistemático.
2) Em razão de que apenas um finito número de
medições pode ser feito, é possível apenas
determinar uma estimativa do erro aleatório.
3.14 FßßO Média que resultaria de um infinito número de
5I51FMÁ1ICO, m medições do mesmo mensurando, efetuadas sob
sysIemaIic error condições de repetitividade, menos o valor
erreur sysIemaIique verdadeiro do mensurando.
Observações:
1) Erro sistemático é igual ao erro menos o erro
aleatório.
2) Analogamente ao valor verdadeiro, o erro
sistemático e suas causas não podem ser
completamente conhecidos.
3) Para um instrumento de medição, ver
tendência (5.25).
3.15 COßßFÇÃO, f Valor adicionado algebricamente ao resultado não
correcIion corrigido de uma medição para compensar um
correcIion erro sistemático.
34
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
Observações:
1) A correção é igual ao erro sistemático estimado
com sinal trocado.
2) Uma vez que o erro sistemático não pode ser
perfeitamente conhecido, a compensação não
pode ser completa.
3.16 FA1Oß DF Fator numérico pelo qual o resultado não
COßßFÇÃO, m corrigido de uma medição é multiplicado para
correcIion íacIor compensar um erro sistemático.
íacIeur de correcIion
Observação:
Uma vez que o erro sistemático não pode ser
perfeitamente conhecido, a compensação não
pode ser completa.
35
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
4 InsIrumenIos
de Medição
Muitos termos diferentes são empregados para
descrever os artefatos utilizados nas medições.
Este vocabulário define somente uma seleção de
termos preferenciais; a lista a seguir, mais
completa, está organizada em ordem
aproximadamente crescente de complexidade.
Esses termos não são mutuamente excludentes.
a - elemento
b - componente
c - parte
d - transdutor de medição
e - dispositivo de medição
f - material de referência
g - medida materializada
h - instrumento de medição
i - aparelhagem
j - equipamento
k - cadeia de medição
l - sistema de medição
m - instalação de medição
36
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
4.1 IN51ßUMFN1O DF Dispositivo utilizado para uma medição, sozinho
MFDIÇÃO, m ou em conjunto com dispositivo(s)
measuring insIrumenI complementar(es).
insIrumenI de mesure,
appareil de mesure
4.2 MFDIDA Dispositivo destinado a reproduzir ou fornecer, de
MA1FßIALIZADA, f maneira permanente durante seu uso, um ou mais
maIerial measure valores conhecidos de uma dada grandeza.
mesure maIerialisee
Exemplos:
a) Uma massa;
b) Uma medida de volume (de um ou vários
valores, com ou sem escala);
c) Um resistor elétrico padrão;
d) Um bloco padrão;
e) Um gerador de sinal padrão;
f) Um material de referência.
Observação:
A grandeza em questão pode ser denominada
grandeza fornecida.
37
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4.3 1ßAN5DU1Oß DF Dispositivo que fornece uma grandeza de saída
MFDIÇÃO, m que tem uma correlação determinada com a
measuring Iransducer grandeza de entrada.
IransducIeur de mesure
Exemplos:
a) termopar;
b) transformador de corrente;
c) extensômetro elétrico de resistência
(strain gauge);
d) eletrodo de pH.
4.4 CADFIA DF Seqüência de elementos de um instrumento ou
MFDIÇÃO, f sistema de medição que constitui o trajeto do
measuring chain sinal de medição desde o estímulo até a resposta.
chaine de mesure
Exemplo:
Uma cadeia de medição eletroacústica
compreende um microfone, atenuador, filtro,
amplificador e voltímetro.
4.5 5I51FMA DF Conjunto completo de instrumentos de medição e
MFDIÇÃO, m outros equipamentos acoplados para executar
measuring sysIem uma medição específica.
sysIeme de mesure, m
Exemplos:
a) Aparelhagem para medição de condutividade
de materiais semicondutores;
b) Aparelhagem para calibração de termômetros
clínicos.
38
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
Observações:
1) O sistema pode incluir medidas materializadas
e reagentes químicos.
2) Um sistema de medição que é instalado de forma
permanente é denominado instalação de medição.
4.6 IN51ßUMFN1O Instrumento de medição que apresenta uma
(DF MFDIÇÃO) indicação.
MO51ßADOß, m
displaying (measuring) Exemplos:
insIrumenI a) voltímetro analógico;
appareil (de mesure) b) freqüencímetro digital;
aííicheur c) micrômetro.
IN51ßUMFN1O
(DF MFDIÇÃO) Observações:
INDICADOß, m 1) A indicação pode ser analógica (contínua/
indicaIing (measuring) descontínua) ou digital.
insIrumenI
appareil (de mesure) 2) Valores de mais de uma grandeza podem ser
indicaIeur apresentados simultaneamente.
3) Um instrumento de medição indicador pode,
também, fornecer um registro.
4.7 IN51ßUMFN1O Instrumento de medição que fornece um registro
(DF MFDIÇÃO) da indicação.
ßFGI51ßADOß, m
recording (measuring) Exemplos:
insIrumenI a) barógrafo;
appareil (de mesure) b) dosímetro termoluminescente;
enregisIreur c) espectrômetro registrador.
39
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Observações:
1) O registro (indicação) pode ser analógico
(linha contínua ou descontínua) ou digital.
2) Valores de mais de uma grandeza podem ser
registrados (apresentados) simultaneamente.
3) Um instrumento registrador pode, também,
apresentar uma indicação.
4.8 IN51ßUMFN1O Instrumento de medição que determina o valor de
(DF MFDIÇÃO) um mensurando, por meio da soma dos valores
1O1ALIZADOß, m parciais desta grandeza, obtidos, simultânea ou
IoIalizing (measuring) consecutivamente, de uma ou mais fontes.
insIrumenI
appareil (de mesure) Exemplos:
IoIalisaIeur a) Plataforma ferroviária de pesagem totalizadora;
b) Medidor totalizador de potência elétrica.
4.9 IN51ßUMFN1O Instrumento de medição que determina o valor de
(DF MFDIÇÃO) um mensurando por integração de uma grandeza
IN1FGßADOß, m em função de uma outra.
inIegraIing (measuring)
insIrumenI Exemplo:
appareil (de mesure) Medidor de energia elétrica.
inIegraIeur
40
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
4.10 IN51ßUMFN1O Instrumento de medição no qual o sinal de saída
(DF MFDIÇÃO) ou a indicação é uma função contínua do
ANALÓGICO, m mensurando ou do sinal de entrada.
analogue measuring
insIrumenI Observação:
appareil de mesure Este termo é relativo à forma de apresentação
(a aííichage) analogique do sinal de saída ou da indicação e não ao
IN51ßUMFN1O DF princípio de funcionamento do instrumento.
INDICAÇÃO ANALÓGICA
analogue indicanIing
insIrumenI
4.11 IN51ßUMFN1O (DF Instrumento de medição que fornece um sinal de
MFDIÇÃO) DIGI1AL, m saída ou uma indicação em forma digital.
digiIal measuring
insIrumenI Observação:
appareil de mesure (a Este termo é relativo à forma de apresentação do
aííichage) numerique sinal de saída ou da indicação e não ao princípio
IN51ßUMFN1O DF de funcionamento do instrumento.
INDICAÇÃO DIGI1AL, m
digiIal indicaIing insIrumenI
4.12 DI5PO5I1IVO Parte de um instrumento de medição que
MO51ßADOß, m apresenta uma indicação.
displaying device
disposiIií d'aííichage Observações:
DI5PO5I1IVO 1) Este termo pode incluir o dispositivo no qual é
INDICADOß, m apresentado ou alocado o valor de uma
indicaIing device medida materializada.
disposiIií indicaIeur
2) Um dispositivo mostrador analógico fornece
uma “indicação analógica”; um dispositivo
indicador digital fornece uma “indicação digital”.
41
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
3) É denominada indicação semidigital a forma de
apresentação, tanto por meio de um indicador
digital no qual o dígito menos significativo move-
se continuamente, permitindo a interpolação,
quanto por meio de um indicador digital,
complementado por uma escala e índice.
4.13 DI5PO5I1IVO Parte de um instrumento de medição que fornece
ßFGI51ßADOß, m o registro de uma indicação.
recording device
disposiIií enregisIreur
4.14 5FN5Oß, m Elemento de um instrumento de medição ou de
sensor uma cadeia de medição que é diretamente
capIeur afetado pelo mensurando.
Exemplos:
a) Junta de medição de um termômetro
termoelétrico;
b) Rotor de uma turbina para medir vazão;
c) Tubo de Bourdon de um manômetro;
d) Bóia de um instrumento de medição de nível;
e) Fotocélula de um espectrofotômetro.
Observação:
Em alguns campos de aplicação é usado o termo
“detector” para este conceito.
4.15 DF1FC1Oß, m Dispositivo ou substância que indica a presença de
deIecIor um fenômeno, sem necessariamente fornecer um
deIecIeur valor de uma grandeza associada.
42
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
Exemplos:
a) Detector de vazamento de halogênio;
b) Papel tornassol.
Observações:
1) Uma indicação pode ser obtida somente quando
o valor da grandeza atinge um dado limite,
denominado às vezes limite de deteção
do detector.
2) Em alguns campos de aplicação o termo
“detector” é usado como conceito de “sensor”.
4.16 ÍNDICF, m Parte fixa ou móvel de um dispositivo mostrador,
index cuja posição em relação às marcas de escala
index permite determinar um valor indicado.
Exemplos:
a) Ponteiro;
b) Ponto luminoso;
c) Superfície de um líquido;
d) Pena de registrador.
4.17 F5CALA (DF UM Conjunto ordenado de marcas, associado a qualquer
IN51ßUMFN1O DF numeração, que faz parte de um dispositivo
MFDIÇÃO), f mostrador de um instrumento de medição.
scale (oí a measuring
insIrumenI) Observação:
echelle (d'un appareil Cada marca é denominada de marca de escala.
de mesure)
43
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4.18 COMPßIMFN1O Para uma dada escala, é o comprimento da linha
DF F5CALA, m compreendida entre a primeira e a última marca,
scale lengIh passando pelo centro de todas as marcas
longueur d'echelle menores.
Observações:
1) A linha pode ser real ou imaginária, curva
ou reta.
2) O comprimento da escala é expresso em
unidades de comprimento, qualquer que seja a
unidade do mensurando ou a unidade marcada
sobre a escala.
4.19 FAIXA DF Conjunto de valores limitados pelas indicações
INDICAÇÃO, f extremas.
range oí indicaIion
eIendue des indicaIions Observações:
1) Para um mostrador analógico, pode ser
chamado de faixa de escala;
2) A faixa de indicação é expressa nas unidades
marcadas no mostrador, independentemente da
unidade do mensurando e é normalmente
estabelecida em termos dos seus limites inferior e
superior, por exemplo: 100
o
C

a 200
o
C;
3) Ver observação do item 5.2.
4.20 DIVI5ÃO DF Parte de uma escala compreendida entre duas
F5CALA, f marcas sucessivas quaisquer.
scale division
division
44
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
4.21 COMPßIMFN1O Distância entre duas marcas sucessivas quaisquer,
DF UMA DIVI5ÃO, m medida ao longo da linha do comprimento de
scale spacing escala.
longueur d'une division
(d'echelle) Observação:
O comprimento de uma divisão é expresso em
unidades de comprimento, qualquer que seja a
unidade do mensurando ou a unidade marcada
sobre a escala.
4.22 VALOß DF UMA Diferença entre os valores da escala
DIVI5ÃO, m correspondentes a duas marcas sucessivas.
scale inIerval
echelon valeur d'une Observação:
division (d'echelle) O valor de uma divisão é expresso na unidade
marcada sobre a escala, qualquer que seja a
unidade do mensurando.
4.23 F5CALA LINFAß, f Escala na qual o comprimento de uma divisão
linear scale está relacionado com o valor de uma divisão
echelle lineaire correspondente por um coeficiente de
proporcionalidade constante ao longo da escala.
Observação:
Uma escala linear, cujos valores de uma divisão
são constantes, é denominada “escala regular”.
4.24 F5CALA NÃO- Escala na qual cada comprimento de uma divisão
LINFAß, f está relacionado com o valor de uma divisão
nonlinear scale correspondente por um coeficiente de
echelle nonlineaire proporcionalidade, que não é constante ao longo
da escala.
45
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
Observação:
Algumas escalas não-lineares possuem nomes
especiais como “escala logarítmica”, “escala
quadrática”.
4.25 F5CALA COM Escala cuja faixa de indicação não inclui o
ZFßO 5UPßIMIDO, f valor zero.
supressedzero scale
echelle a zero decale Exemplo:
Escala de um termômetro clínico.
4.26 F5CALA Escala na qual parte da faixa de indicação ocupa
FXPANDIDA, f um comprimento da escala que é
expanded scale desproporcionalmente maior do que outras
echelle dileIee partes.
4.27 MO51ßADOß, m Parte fixa ou móvel de um dispositivo mostrador
dial no qual estão a ou as escalas.
cadran
Observação:
Em alguns dispositivos mostradores o mostrador
tem a forma de cilindros ou de discos numerados
que se deslocam em relação a um índice fixo ou a
uma janela.
4.28 NUMFßAÇÃO DA Conjunto ordenado de números associados às
F5CALA, f marcas da escala.
scale numbering
chiííraison d'une echelle
46
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
4.29 MAßCAÇÃO DA Operação de fixar as posições das marcas da
F5CALA (DF UM escala de um instrumento de medição (em alguns
IN51ßUMFN1O DF casos apenas certas marcas principais) em relação
MFDIÇÃO), f aos valores correspondentes do mensurando.
gauging (oí a measuring
insIrumenI)
calibrage (d'un insIrumenI
de mesure)
4.30 AJU51F (DF UM Operação destinada a fazer com que um
IN51ßUMFN1O DF instrumento de medição tenha desempenho
MFDIÇÃO), m compatível com o seu uso.
adjusImenI (oí a
measuring insIrumenI) Observação:
ajusIage (d'un insIrumenI O ajuste pode ser automático, semi-automático
de mesure) ou manual.
4.31 ßFGULAGFM (DF Ajuste, empregando somente os recursos
UM IN51ßUMFN1O DF disponíveis no instrumento para o usuário.
MFDIÇÃO), f
user adjusImenI (oí a
measuring insIrumenI)
reglage (d'un insIrumenI
de mesure)
47
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
5 CaracIerísIicas
dos InsIrumenIos
de Medição
Alguns dos termos utilizados para descrever as
características de um instrumento de medição são
igualmente aplicáveis a dispositivos de medição,
transdutores de medição ou a um sistema de
medição e por analogia podem, também, ser
aplicados a uma medida materializada ou a um
material de referência. O sinal de entrada de um
sistema de medição pode ser chamado de
estímulo: o sinal de saída pode ser chamado de
resposta. Neste capítulo o termo “mensurando”
significa a grandeza aplicada a um instrumento de
medição.
5.1 FAIXA NOMINAL, f Faixa de indicação que se pode obter em uma
nominal range posição específica dos controles de um
calibre instrumento de medição.
Observações:
1) Faixa nominal é normalmente definida em
termos de seus limites inferior e superior, por
exemplo: “100
o
C a 200
o
C”. Quando o limite
inferior é zero, a faixa nominal é definida
48
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
unicamente em termos do limite superior, por
exemplo: a faixa nominal de 0V a 100V é
expressa como “100V”.
2) Ver observação do item 5.2.
5.2 AMPLI1UDF DA Diferença, em módulo, entre os dois limites de
FAIXA NOMINAL, f uma faixa nominal.
span
inIervalle de mesure Exemplo:
Para uma faixa nominal de -10V a +10V a
amplitude da faixa nominal é 20V.
Observação:
Em algumas áreas, a diferença entre o maior e o
menor valor é denominada faixa.
5.3 VALOß NOMINAL, m Valor arredondado ou aproximado de uma
nominal value característica de um instrumento de medição que
valeur nominale auxilia na sua utilização.
Exemplos:
a) 100Ω como valor marcado em um resistor
padrão;
b) 1L como valor marcado em um recipiente
volumétrico com uma só indicação;
c) 0,1 mol/L como a concentração da
quantidade de matéria de uma solução de ácido
clorídrico, HCl.
d) 25
o
C como ponto pré-selecionado de um
banho controlado termostaticamente.
49
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
5.4 FAIXA DF MFDIÇÃO, f Conjunto de valores de um mensurando para o qual
measuring range se admite que o erro de um instrumento de
eIendue de mesure medição mantém-se dentro dos limites especificados.
FAIXA DF 1ßAßALHO, f
working range Observações:
1) “Erro” é determinado em relação a um valor
verdadeiro convencional.
2) Ver observação do item 5.2.
5.5 CONDIÇÕF5 DF Condições de uso para as quais as características
U1ILIZAÇÃO, f metrológicas especificadas de um instrumento de
raIed operaIing condiIions medição mantêm-se dentro de limites especificados.
condiIions assignees de
íoncIionnemenI Observação:
As condições de utilização geralmente especificam
faixas ou valores aceitáveis para o mensurando e
para as grandezas de influência.
5.6 CONDIÇÕF5 Condições extremas nas quais um instrumento de
LIMI1F5, f medição resiste sem danos e sem degradação das
limiIing condiIions características metrológicas especificadas, as quais
condiIions limiIes são mantidas nas condições de funcionamento
em utilizações subseqüentes.
Observações:
1) As condições limites para armazenagem,
transporte e operação podem ser diferentes;
2) As condições limites podem incluir valores
limites para o mensurando e para as grandezas de
influência.
50
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
5.7 CONDIÇÕF5 DF Condições de uso prescritas para ensaio de
ßFFFßÈNCIA, f desempenho de um instrumento de medição ou
reíerence condiIions para intercomparação de resultados de medições.
condiIions de reíerence
Observação:
As condições de referência geralmente incluem os
valores de referência ou as faixas de referência
para as grandezas de influência que afetam o
instrumento de medição.
5.8 CON51AN1F DF UM Fator pelo qual a indicação direta de um
IN51ßUMFN1O, f instrumento de medição deve ser multiplicada
insIrumenI consIanI para obter-se o valor indicado do mensurando ou
consIanIe (d'un de uma grandeza utilizada no cálculo do valor
insIrumenI) do mensurando.
Observações:
1) Instrumentos de medição com diversas faixas
com um único mostrador têm várias constantes
que correspondem, por exemplo, a diferentes
posições de um mecanismo seletor.
2) Quando a constante for igual a um, ela
geralmente não é indicada no instrumento.
5.9 CAßAC1FßÍ51ICA Relação entre um estímulo e a resposta
DF ßF5PO51A, f correspondente, sob condições definidas.
response characIerisIic
caracIerisIique de Exemplo:
IransíerI A força eletromotriz (fem) de um termopar como
função da temperatura.
51
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
Observações:
1) A relação pode ser expressa na forma de uma
equação matemática, uma tabela numérica ou um
gráfico.
2) Quando o estímulo varia como uma função do
tempo, uma forma de característica de resposta é
a função de transferência (“transformada de
Laplace” da resposta dividida pela do estímulo).
5.10 5FN5IßILIDADF, f Variação da resposta de um instrumento de
sensiIiviIy medição dividida pela correspondente variação
sensibiliIe do estímulo.
Observação:
A sensibilidade pode depender do valor do
estímulo.
5.11 (LIMIAß DF) Maior variação no estímulo que não produz
MOßILIDADF, m variação detectável na resposta de um
discriminaIion (Ihreshold) instrumento de medição, sendo a variação no
(seuil de) mobiliIe sinal de entrada lenta e uniforme.
Observação:
O limiar de mobilidade pode depender, por de
exemplo, de ruído (interno ou externo) ou de
atrito. Pode depender, também, do valor do
estímulo.
52
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
5.12 ßF5OLUÇÃO (DF Menor diferença entre indicações de um
UM DI5PO5I1IVO dispositivo mostrador que pode ser
MO51ßADOß), f significativamente percebida.
resoluIion
(oí a displaying device) Observações:
resoluIion 1) Para dispositivo mostrador digital, é a variação
(d'un disposiIií aííicheur) na indicação quando o dígito menos significativo
varia de uma unidade.
2) Este conceito também se aplica a um
dispositivo registrador.
5.13 ZONA MOß1A, f Intervalo máximo no qual um estímulo pode
dead band variar em ambos os sentidos, sem produzir
zone morIe variação na resposta de um instrumento de
medição.
Observações:
1) A zona morta pode depender da taxa de
variação.
2) A zona morta, algumas vezes, pode ser
deliberadamente ampliada, de modo a prevenir
variações na resposta para pequenas variações no
estímulo.
5.14 F51AßILIDADF, f Aptidão de um instrumento de medição em
sIabiliIy conservar constantes suas características
consIance metrológicas ao longo do tempo.
Observações:
1) Quando a estabilidade for estabelecida em
53
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
relação a uma outra grandeza que não o tempo,
isto deve ser explicitamente mencionado.
2) A estabilidade pode ser quantificada de várias
maneiras, por exemplo:
- pelo tempo no qual a característica metrológica
varia de um valor determinado; ou
- em termos da variação de uma característica em
um determinado período de tempo.
5.15 DI5CßIÇÃO, f Aptidão de um instrumento de medição em não
Iransparency alterar o valor do mensurando.
discreIion
Exemplos:
1) Uma balança é um instrumento discreto para
medição de massas.
2) Um termômetro de resistência que aquece o
meio no qual a temperatura está sob medição não
é discreto.
5.16 DFßIVA, f Variação lenta de uma característica metrológica
driíI de um instrumento de medição.
derive
5.17 1FMPO DF Intervalo de tempo entre o instante em que um
ßF5PO51A, m estímulo é submetido a uma variação brusca e o
response Iime instante em que a resposta atinge e permanece
Iemps de reponse dentro de limites especificados em torno do seu
valor final estável.
54
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
5.18 FXA1IDÃO DF UM Aptidão de um instrumento de medição para dar
IN51ßUMFN1O DF respostas próximas a um valor verdadeiro.
MFDIÇÃO, f
accuracy oí a measuring Observação:
insIrumenI Exatidão é um conceito qualitativo.
exacIiIude d'un
insIrumenI de mesure
5.19 CLA55F DF Classe de instrumentos de medição que satisfazem
FXA1IDÃO, f a certas exigências metrológicas destinadas a
accuracy class conservar os erros dentro de limites especificados.
classe d'exacIiIude
Observação:
Uma classe de exatidão é usualmente indicada
por um número ou símbolo adotado por
convenção e denominado índice de classe.
5.20 FßßO (DF Indicação de um instrumento de medição menos
INDICAÇÃO) DF UM um valor verdadeiro da grandeza de entrada
IN51ßUMFN1O DF correspondente.
MFDIÇÃO, m
error (oí indicaIion) oí a Observações:
measuring insIrumenI 1) Uma vez que um valor verdadeiro não pode
erreur (d'indicaIion) d'un ser determinado, na prática é utilizado um
insIrumenI de mesure verdadeiro convencional (ver itens 1.19 e 1.20).
2) Este conceito aplica-se principalmente quando
o instrumento é comparado a um padrão de
referência.
3) Para uma medida materializada, a indicação é o
valor atribuído a ela.
55
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
5.21 FßßO5 MÁXIMO5 Valores extremos de um erro admissível por
ADMI55ÍVFI5 (DF UM especificações, regulamentos, etc., para um dado
IN51ßUMFN1O DF instrumento de medição.
MFDIÇÃO), m
maximum permissible
errors (oí a measuring
insIrumenI)
erreurs maximales
Iolerees (d'un insIrumenI
de mesure)
LIMI1F5 DF FßßO5
ADMI55ÍVFI5 (DF UM
IN51ßUMFN1O DF
MFDIÇÃO), m
limiIs oí permissible error
(oí a measuring
insIrumenI)
limiIes d'erreur Iolerees
(d'un insIrumenI de
mesure)
5.22 FßßO NO PON1O Erro de um instrumento de medição em uma
DF CON1ßOLF (DF UM indicação especificada ou em um valor
IN51ßUMFN1O DF especificado do mensurando, escolhido para
MFDIÇÃO), m controle do instrumento.
daIum error (oí a
measuring insIrumenI)
erreur au poinI de conIrôle
(d'un insIrumenI de
mesure)
56
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
5.23 FßßO NO ZFßO Erro no ponto de controle de um instrumento de
(DF UM IN51ßUMFN1O medição para o valor zero do mensurando.
DF MFDIÇÃO), m
zero error (oí a measuring
insIrumenI)
erreur a zero (d'un
insIrumenI de mesure)
5.24 FßßO IN1ßÍN5FCO Erro de um instrumento de medição,
(DF UM IN51ßUMFN1O determinado sob condições de referência.
DF MFDIÇÃO), m
inIrinsic error (oí a
measuring insIrumenI)
erreur inIrinseque (d'un
insIrumenI de mesure)
5.25 1FNDÈNCIA (DF Erro sistemático da indicação de um instrumento
UM IN51ßUMFN1O DF de medição.
MFDIÇÃO), f
bias (oí a measuring Observação:
insIrumenI) Tendência de um instrumento de medição é
erreur de jusIesse (d'un normalmente estimada pela média dos erros
insIrumenI de mesure) de indicação de um número apropriado de
medições repetidas.
57
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
5.26 I5FNÇÃO DF Aptidão de um instrumento de medição em dar
1FNDÈNCIA (DF UM indicações isentas de erro sistemático.
IN51ßUMFN1O DF
MFDIÇÃO), f
íreedom írom bias (oí a
measuring insIrumenI)
jusIesse (d'un insIrumenI
de mesure)
5.27 ßFPF1I1IVIDADF Aptidão de um instrumento de medição em
(DF UM IN51ßUMFN1O fornecer indicações muito próximas, em repetidas
DF MFDIÇÃO), f aplicações do mesmo mensurando, sob as
repeaIabiliIy (oí a mesmas condições de medição.
measuring insIrumenI)
íideliIe (d'un insIrumenI Observações:
de mesure) 1) Estas condições incluem:
- redução ao mínimo das variações devidas ao
observador;
- mesmo procedimento de medição;
- mesmo observador;
- mesmo equipamento de medição, utilizado nas
mesmas condições;
- mesmo local;
- repetições em um curto período de tempo.
2) Repetitividade pode ser expressa
quantitativamente em termos das características da
dispersão das indicações.
58
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
5.28 FßßO FIDUCIAL Erro de um instrumento de medição dividido por
(DF UM IN51ßUMFN1O um valor especificado para o instrumento.
DF MFDIÇÃO), m
íiducial error (oí a Observação:
measuring insIrumenI) O valor especificado é geralmente denominado
erreur reduiIe de valor fiducial, e pode ser, por exemplo,
convenIionnelle (d'un a amplitude da faixa nominal ou o limite
insIrumenI de mesure) superior da faixa nominal do instrumento de
medição.
59
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
6 Padrões
6.1 PADßÃO, m Medida materializada, instrumento de medição,
(measuremenI) sIandard material de referência ou sistema de medição
eIalon destinado a definir, realizar, conservar ou
reproduzir uma unidade ou um ou mais valores
de uma grandeza para servir como referência.
Exemplos:
a) Massa padrão de 1 kg;
b) Resistor padrão de 100 Ω;
c) Amperímetro padrão;
d) Padrão de freqüência de césio;
e) Eletrodo padrão de hidrogênio;
f) Solução de referência de cortisol no soro
humano, tendo uma concentração certificada.
Observações:
1) Um conjunto de medidas materializadas
similares ou instrumentos de medição que,
utilizados em conjunto, constituem um padrão
coletivo.
60
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
2) Um conjunto de padrões de valores escolhidos
que, individualmente ou combinados, formam
uma série de valores de grandezas de uma mesma
natureza é denominado coleção padrão.
6.2 PADßÃO Padrão reconhecido por um acordo internacional
IN1FßNACIONAL, m para servir, internacionalmente, como base para
inIemaIional estabelecer valores de outros padrões da grandeza
(measuremenI) sIandard a que se refere.
eIalon inIernaIional
6.3 PADßÃO Padrão reconhecido por uma decisão nacional
NACIONAL, m para servir, em um país, como base para atribuir
naIional (measuremenI) valores a outros padrões da grandeza a que se
sIandard refere.
eIalon naIional
6.4 PADßÃO Padrão que é designado ou amplamente
PßIMÁßIO, m reconhecido como tendo as mais altas qualidades
primary sIandard metrológicas e cujo valor é aceito sem referência
eIalon primaire a outros padrões de mesma grandeza.
Observação:
O conceito de padrão primário é igualmente
válido para grandezas de base e para grandezas
derivadas.
6.5 PADßÃO Padrão cujo valor é estabelecido por comparação
5FCUNDÁßIO, m a um padrão primário da mesma grandeza.
secondary sIandard
eIalon secondaire
61
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
6.6 PADßÃO DF Padrão, geralmente tendo a mais alta qualidade
ßFFFßÈNCIA, m metrológica disponível em um dado local ou em
reíerence sIandard uma dada organização, a partir do qual as
eIalon de reíerence medições lá executadas são derivadas.
6.7 PADßÃO DF Padrão utilizado rotineiramente para calibrar ou
1ßAßALHO, m controlar medidas materializadas, instrumentos de
working sIandard medição ou materiais de referência.
eIalon de Iravail
Observações:
1) Um padrão de trabalho é geralmente calibrado
por comparação a um padrão de referência.
2) Um padrão de trabalho utilizado rotineiramente
para assegurar que as medições estão sendo
executadas corretamente é chamado padrão de
controle.
6.8 PADßÃO DF Padrão utilizado como intermediário para
1ßAN5FFßÈNCIA, m comparar padrões.
Iransíer sIandard
eIalon de IransíerI Observação:
A expressão “dispositivo de transferência” deve ser
utilizada quando o intermediário não é um padrão.
6.9 PADßÃO Padrão, algumas vezes de construção especial,
I1INFßAN1F, m para ser transportado entre locais diferentes.
Iraveling sIandard
eIalon voyageur Exemplo:
Padrão de freqüência de césio, portátil, operado
por bateria.
62
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
6.10 Propriedade do resultado de uma medição ou do
ßA51ßFAßILIDADF, f valor de um padrão estar relacionado a referências
IraceabiliIy estabelecidas, geralmente a padrões nacionais ou
IraçabiliIe internacionais, através de uma cadeia contínua de
omparações, todas tendo incertezas estabelecidas.
Observações:
1) O conceito é geralmente expresso pelo adjetivo
rastreável;
2) Uma cadeia contínua de comparações é
denominada de cadeia de rastreabilidade.
6.11 CALIßßAÇÃO, f Conjunto de operações que estabelece, sob
calibraIion condições especificadas, a relação entre os
eIalonnage valores indicados por um instrumento de medição
AFFßIÇÃO ou sistema de medição ou valores representados
por uma medida materializada ou um material de
referência, e os valores correspondentes das
grandezas estabelecidos por padrões.
Observações:
1) O resultado de uma calibração permite tanto o
estabelecimento dos valores do mensurando para
as indicações como a determinação das correções
a serem aplicadas.
2) Uma calibração pode, também, determinar
outras propriedades metrológicas como o efeito
das grandezas de influência.
63
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
3) O resultado de uma calibração pode ser
registrado em um documento, algumas vezes
denominado certificado de calibração ou relatório
de calibração.
6.12 CON5FßVAÇÃO Conjunto de operações necessárias para preservar
DF UM PADßÃO, f as características metrológicas de um padrão,
conservaIion oí dentro de limites apropriados.
a (measuremenI) sIandard
conservaIion d'un eIalon Observação:
As operações, normalmente, incluem calibração
periódica, armazenamento em condições
adequadas e utilização cuidadosa.
6.13 MA1FßIAL DF Material ou substância que tem um ou mais
ßFFFßÈNCIA (Mß), m valores de propriedades que são suficientemente
Peíerence MaIerial (PM) homogêneos e bem estabelecidos para ser usado
MaIeriau de Peíerence na calibração de um aparelho, na avaliação de
(MP) um método de medição ou atribuição de valores
a materiais.
Observação:
Um material de referência pode ser uma
substância pura ou uma mistura, na forma de gás,
líquido ou sólido. Exemplos são a água utilizada
na calibração de viscosímetros, safira como um
calibrador da capacidade calorífica em
calorimetria, e soluções utilizadas para calibração
em análises químicas.
Definição e observação extraídas do ISO Guide
30:1992.
64
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
6.14 MA1FßIAL DF Material de referência, acompanhado por um
ßFFFßÈNCIA certificado, com um ou mais valores de
CFß1IFICADO (MßC), m propriedades, e certificados por um procedimento
CerIiíied Peíerence que estabelece sua rastreabilidade à obtenção
MaIerial (CPM) exata da unidade na qual os valores da propriedade
MaIeriau de Peíerence são expressos, e cada valor certificado é
CerIiíie (MPC) acompanhado por uma incerteza para um nível
de confiança estabelecido.
Observações:
1) A definição de “certificado de material de
referência” é dada no item 4.2.*
2) Os MRC são geralmente preparados em lotes,
para os quais o valor de cada propriedade
considerada é determinado dentro de limites de
incerteza estabelecidos por medições em amostras
representativas de todo o lote.
3) As propriedades certificadas de materiais de
referência certificados são, algumas vezes, obtidas
convenientemente e deforma confiável, quando o
material é incorporado em um dispositivo
fabricado especialmente, como, por exemplo:
uma substância de ponto triplo conhecido em
uma célula de ponto triplo, um vidro com
densidade óptica conhecida dentro de um filtro
de transmissão, esferas de granulometria uniforme
montadas na lâmina em um microscópio. Esses
dispositivos também podem ser considerados
como MRC.
_____________________
* Esta definição e as observações foram extraídas da ISO
Guide 30: 1993.
65
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
4) Todos os MRC atendem à definição de
“padrões” dada no “Vocabulário Internacional
de Termos Fundamentais e Gerais de
Metrologia (VIM)”.
5) Alguns MR e MRC têm propriedades as quais,
em razão deles não serem correlacionados com
uma estrutura química estabelecida ou por outras
razões, não podem ser determinadas por métodos
de medição físicos e químicos exatamente
definidos. Tais materiais incluem certos materiais
biológicos como as vacinas para as quais uma
unidade internacional foi determinada pela
Organização Mundial de Saúde.
67
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
A
Aíeriçao ............................................... 6.!!
AjusIe (de um insIrumenIo de
mediçao) .............................................. 4.J0
AmpliIude da íaixa nominal ................. 5.2
C
Cadeia de mediçao ............................... 4.4
Calibraçao ............................................ 6.!!
CaracIerisIica de resposIa ..................... 5.9
Classe de exaIidao ................................ 5.!9
ComprimenIo de escala ........................ 4.!8
ComprimenIo de uma divisao............... 4.2!
Condições de reíerencia ....................... 5.7
Condições de uIilizaçao ........................ 5.5
Condições limiIes ................................. 5.6
Conservaçao de um padrao .................. 6.!2
ConsIanIe de um insIrumenIo .............. 5.8
Correçao .............................................. J.!5
D
Deriva ................................................... 5.!6
Desvio .................................................. J.!!
Desvio padrao experimenIal ................. J.8
DeIecIor ............................................... 4.!5
Dimensao de uma grandeza ................. !.5
Discriçao .............................................. 5.!5
DisposiIivo indicador ............................ 4.!2
DisposiIivo mosIrador ........................... 4.!2
Disposiíivo regisIrador .......................... 4.!J
Divisao de escala .................................. 4.20
F
Lrro (de mediçao) ................................. J.!0
Lrro (de indicaçao) de um
insIrumenIo de mediçao ...................... 5.20
Lrro aleaIódo ....................................... J.!J
Lrro íiducial (de um
insIrumenIo de mediçao) ..................... 5.28
Lrro inIrinseco (de um
insIrumenIo de mediçao) ..................... 5.24
Lrro no ponIo de conIrole
(de um insIrumenIo de mediçao) ......... 5.22
Lrro no zero (de um
insIrumenIo de mediçao) ..................... 5.2J
Lrro relaIivo .......................................... J.!2
Lrro sisIemaíico .................................... J.!4
Lrros maximos admissiveis (de um
insIrumenIo de mediçao) ..................... 5.2!
Lscala (de um insIrumenIo de
mediçao) .............................................. 4.!7
Lscala com zero suprimido ................... 4.25
Lscala de reíerencia convencional ......... !.22
Lscala de valor de reíerencia ................. !.22
Lscala expandida .................................. 4.26
Lscala linear ......................................... 4.2J
Lscala naolinear .................................. 4.24
LsIabilidade.......................................... 5.!4
LxaIidao de mediçao ............................ J.5
LxaIidao de um insIrumenIo
de mediçao .......................................... 5.!8
F
laixa de indicaçao ................................ 4.!9
laixa de mediçao.................................. 5.4
laixa de Irabalho .................................. 5.4
Índice PorIuguês
68
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
laixa nominal ....................................... 5.!
laIor de correçao ................................. J.!6
G
Grandeza adimensional ........................ !.6
Grandeza (mensuravel) ......................... !.!
Grandeza de base ................................ !.J
Grandeza de dimensao um................... !.6
Grandeza de iníluencia ......................... 2.7
Grandeza derivada ............................... !.4
I
lncerIeza de mediçao ........................... J.9
!ndicaçao (de um insIrumenIo
de mediçao) ......................................... J.2
lndice ................................................... 4.!6
lnsIrumenIo (de mediçao) regisIrador ... 4.7
lnsIrumenIo (de mediçao)
indicador .............................................. 4.6
lnsIrumenIo (de mediçao) mosIrador ... 4.6
lnsIrumenIo (de mediçao) analógico .... 4.!0
lnsIrumenIo (de mediçao) digiIal .......... 4.!!
lnsIrumenIo (de mediçao) inIegrador ... 4.9
lnsIrumenIo (de mediçao)
IoIalizador ............................................ 4.8
lnsIrumenIo de indicaçao analógica ..... 4.!0
lnsIrumenIo de indicaçao digiIal .......... 4.!!
lnsIrumenIo de mediçao ...................... 4.!
lsençao de Iendencia
(de um insIrumenIo de mediçao) ......... 5.26
L
LimiIes de erros admissiveis
(de um insIrumenIo de mediçao) ......... 5.2!
M
Marcaçao da escala (de um
insIrumenIo de mediçao) ..................... 4.29
MaIerial de Peíerencia (MP) ................. 6.!J
MaIerial de Peíerencia
CerIiíicado (MPC) ................................. 6.!4
Mediçao ............................................... 2.!
Medida maIerializada ........................... 4.2
Mensurando......................................... 2.6
MeIodo de mediçao ............................. 2.4
MeIrologia ........................................... 2.2
(limiar de) Mobilidade .......................... 5.!!
MosIrador ............................................ 4.27
MulIiplo de uma unidade
(de medida) ......................................... !.!6
N
Numeraçao da escala ........................... 4.28
O
ObjeIo da mediçao............................... 2.6
P
Padrao ................................................. 6.!
Padrao de reíerencia ............................. 6.6
Padrao de Irabalho ............................... 6.7
Padrao de Iransíerencia ........................ 6.8
Padrao inIernacional ............................. 6.2
Padrao iIineranIe .................................. 6.9
Padrao nacional .................................... 6.J
Padrao primario ................................... 6.4
Padrao secundario ................................ 6.5
Principio de mediçao ............................ 2.J
ProcedimenIo de mediçao .................... 2.5
69
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
ß
PasIreabilidade ..................................... 6.!0
Pegulagem (de um insIrumenIo
de mediçao) ......................................... 4.J!
PepeIiIividade (de resulIados de
medições) ............................................ J.6
PepeIiIividade (de um
insIrumenIo de mediçao) ..................... 5.27
PeproduIibilidade (dos
resulIados de mediçao) ........................ J.7
Pesoluçao (de um disposiIivo
mosIrador) ........................................... 5.!2
PesulIado corrigido .............................. J.4
PesulIado de uma mediçao .................. J.!
PesulIado nao corrigido ....................... J.J
5
Sensibilidade ........................................ 5.!0
Sensor .................................................. 4.!4
Simbolo de uma unidade (de medida) .. !.8
Sinal de mediçao .................................. 2.8
SisIema coerenIe de unidades
(de medida) ......................................... !.!!
SisIema de grandezas ........................... !.2
SisIema de mediçao ............................. 4.5
SisIema de Unidades (de medida) ........ !.9
SisIema lnIernacional de
Unidades Sl ........................................ !.!2
SubmulIiplo de uma unidade
(de medida) ......................................... !.!7
1
Tempo de resposIa ............................... 5.!7
Tendencia (de insIrumenIo de
mediçao) .............................................. 5.25
TransduIor de mediçao ......................... 4.J
U
Unidade (de medida) ........................... !.7
Unidade (de medida)(derivada)
coerenIe ............................................... !.!0
Unidade (de medida) de base ............... !.!J
Unidade (de medida) derivada ............. !.!4
Unidade (de medida) íora
do sisIema ........................................... !.!5
V
Valor (de uma grandeza) ...................... !.!8
Valor de uma divisao ............................ 4.22
Valor nominal ....................................... 5.J
Valor numerico
(de uma grandeza) ............................... !.2!
Valor Iransíormado
(de um mensurando) ............................ 2.9
Valor verdadeiro (de uma
grandeza) ............................................. !.!9
Valor verdadeiro convencional
(de uma grandeza) ............................... !.20
Z
Zona morIa .......................................... 5.!J
70
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
A
Accuracy class ..................................... 5.!9
Accuracy oí a measuring
insIrurmenI ......................................... 5.!8
Accuracy oí measuremenI ................... J.5
AdjusImenI (oí a measuring
insIrumenI) ......................................... 4.J0
Analogue indicaIing insIrumenI ........... 4.!0
Analogue measuring insIrumenI .......... 4.!0
ß
8ase quanIiIy ...................................... !.J
8ase uniI (oí measuremenI) ................. !.!J
8ias (oí a measuring insIrumenI) ......... 5.25
C
CalibraIion .......................................... 6.!!
CerIiíied Peíerence MaIerial
(CPM) .................................................. 6.!4
CoherenI (derived)
uniI (oí measuremenI) ......................... !.!0
CoherenI sysIem oí uniIs
(oí measuremenI) ................................ !.!!
ConservaIion oí
a (measuremenI) sIandard .................. 6.!2
ConvenIional reíerence scale................ !.22
ConvenIional Irue value
(oí a quanIiIy) .................................... !.20
CorrecIed resulI ................................... J.4
CorrecIion ........................................... J.!5
CorrecIion íacIor ................................. J.!6
Índice IngIês
D
DaIum error
(oí a measuring insIrumenI) ................ 5.22
Dead band .......................................... 5.!J
Derived quanIiIy .................................. !.4
Derived uniI (oí measuremenI) ............ !.!4
DeIecIor .............................................. 4.!5
DeviaIion ............................................. J.!!
Dial ..................................................... 4.27
DigiIal indicaIing insIrumenI ............... 4.!!
DigiIal measuring insIrumenI ............... 4.!!
Dimension oí a quanIiIy ...................... !.5
Dimensionless quanIiIy ........................ !.6
DiscriminaIion (Ihreshold) ................... 5.!!
Displaying (measuring) insIrumenI ...... 4.6
Displaying device ................................. 4.!2
DriíI .................................................... 5.!6
F
Lrror (oí measuremenI) ....................... J.!0
Lrror (oí indicaIion) oí a measuring
insIrumenI ......................................... 5.20
Lxpanded scale ................................... 4.26
LxperimenIal sIandard deviaIion.......... J.8
F
liducial error
(oí a measuring insIrumenI) ................ 5.28
lreedom írom bias
(oí a measuring insIrumenI) ................ 5.26
71
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
Mensurand.......................................... 2.6
MeIhod oí measuremenI .................... 2.4
MeIrology ........................................... 2.2
MulIiple oí a uniI (oí measuremenI) .... !.!6
N
NaIional (measuremenI) sIandard ....... 6.J
Nominal range .................................... 5.!
Nominal value ..................................... 5.J
Nonlinear scale .................................... 4.24
Numerical value (oí a quanIiIy) ............ !.2!
O
OíísysIem uniI (oí measuremenI) ....... !.!5
P
Primary sIandard ................................. 6.4
Principle oí measuremenI .................... 2.J
Ç
OuanIiIy oí dimension one .................. !.6
(measurable) OuanIiIy ......................... !.!
ß
Pandom error ...................................... J.!J
Pange oí indicaIion ............................. 4.!9
PaIed operaIing condiIions ................. 5.5
Pecording (measuring) insIrumenI ....... 4.7
Pecording device ................................. 4.!J
Peíerence condiIions ........................... 5.7
Peíerence MaIerial (PM) ...................... 6.!J
Peíerence sIandard.............................. 6.6
Peíerencevalue scale........................... !.22
G
Gauging (oí a measuring
insIrumenI) ......................................... 4.29
I
lndex ................................................... 4.!6
lndicaIing (measuring) insIrumenI ...... 4.6
lndicaIing device ................................. 4.!2
lndicaIion
(oí a measuring insIrumenI) ............... J.2
lníluence quanIiIy ............................... 2.7
lnsIrumenI consIanI ............................ 5.8
lnIegraIing (measuring) insIrumenI ..... 4.9
lnIernaIional
(measuremenI) sIandard ..................... 6.2
lnIernaIional SysIem oí UniIs, Sl .......... !.!2
lnIrinsic error
(oí a measuring insIrumenI) ................ 5.24
L
LimiIing condiIions .............................. 5.6
LimiIs oí permissible error
(oí a measuring insIrumenI) ................ 5.2!
Linear scale ......................................... 4.2J
M
MaIerial measure ................................ 4.2
Maximum permissible errors
oí a measuring insIrumenI) ................ 5.2!
MeasuremenI ...................................... 2.!
MeasuremenI procedure ..................... 2.5
MeasurernenI signal ............................ 2.8
Measuring chain.................................. 4.4
Measuring insIrumenI ......................... 4.!
Measuring range ................................. 5.4
Measuring sysIem ............................... 4.5
Measuring Iransducer .......................... 4.J
72
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
PelaIive error ....................................... J.!2
PepeaIibiliIy
(oí a measuring insIrumenI) ................ 5.27
PepeaIibiliIy
(oí resulIs oímeasuremenI) .................. J.6
PeproducibiliIy
(oí resulIs oí measuremenI) ................. J.7
PesoluIion (oí a displaying device) ....... 5.!2
Pesponse characIerisIic ........................ 5.9
Pesponse Iime ..................................... 5.!7
PesulI oí a measuremenI ..................... J.!
5
Scale division ....................................... 4.20
Scale inIerval ....................................... 4.22
Scale lengIh......................................... 4.!8
Scale numbering ................................. 4.28
Scale spacing ...................................... 4.2!
Scale (oí a measuring insIrumenI) ....... 4.!7
Secondary sIandard............................. 6.5
SensiIiviIy ............................................ 5.!0
Sensor ................................................. 4.!4
Span ................................................... 5.2
SIabiliIy ............................................... 5.!4
(measuremenI) SIandard ..................... 6.!
SubmulIiple oí a uniI
(oí measuremenI) ................................ !.!7
Suppressedzero scale ......................... 4.25
Symbol oí a uniI (oí measuremenI) ..... !.5
SysIem oí quanIiIies ............................ !.2
SysIem oí uniIs (oí measuremenI) ....... !.9
SysIemaIic error ................................... J.!4
1
ToIalizing (measuring) insIrumenI ........ 6.8
TraceabiliIy .......................................... 6.!0
Transíer sIandard................................. 6.8
Transíormed value (oí a
measurand) ......................................... 2.9
Transparency ....................................... 5.!5
Travelling sIandard .............................. 6.9
True value (oí a quanIiIy) ..................... !.!9
U
UncerIainIy oí measuremenI ............... J.9
UncorrecIed resulI ............................... J.J
UniI (oí measuremenI) ........................ !.7
User adjusImenI (oí a measuring
insIrumenI) ......................................... 4.J!
V
Value (oí a quanIiIy) ............................ !.!8
W
Working range .................................... 5.4
Working sIandard ............................... 6.7
Z
Zero error
(oí a measuring insIrumenI) ................ 5.2J
73
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
A
AjusIage (d'un insIrumenI de mesure) ... 4.J0
Appareil (de mesure) aííicheur .............. 4.6
Appareil (de mesure) indicaIeur ............. 4.6
Appareil (de mesure) inIegraIeur ........... 4.9
Appareil (de mesure) IoIalisaIeur ........... 4.8
Appareil (de mesure) enregisIreur .......... 4.7
Appareil de mesure
(a aííichage) analogique ........................ 4.!0
Appareil de mesure
(a aííichage) numerique ........................ 4.!!
C
Cadran .................................................. 4.27
Calibrage
(d'un insIrumenI de mesure) ................. 4.29
Calibre................................................... 5.!
CapIeur ................................................. 4.!4
CaracIerisIique de IransíerI .................... 5.9
Chaine de mesure .................................. 4.4
Chiííraison d'une echelle ....................... 4.28
Classe d'exacIiIude ................................ 5.!9
CondiIions limiIes .................................. 5.6
CondiIions assignees
de íoncIionnemenI ................................ 5.5
CondiIions de reíerence ......................... 5.7
ConservaIion d'un eIalon....................... 6.!2
ConsIance ............................................. 5.!4
ConsIanIe (d'un insIrumenI) .................. 5.8
CorrecIion ............................................. J.!5
D
Derive .................................................... 5.!6
DeIecIeur .............................................. 4.!5
Dimension d'une grandeur .................... !.5
DiscreIion .............................................. 5.!5
DisposiIií d'aííichage ............................. 4.!2
DisposiIií enregisIreur ............................ 4.!J
DisposiIií indicaIeur ............................... 4.!2
Division ................................................. 4.20
F
LcarI ..................................................... J.!!
LcarIIype experimenIal ......................... J.8
Lchelle a zero decale ............................. 4.25
Lchelle de reperage ............................... !.22
Lchelle dileIee ....................................... 4.26
Lchelle lineaire ....................................... 4.2J
Lchelle nonlineaire ............................... 4.24
Lchelle (d'un appareil de mesure) .......... 4.!7
Lchelon valeur d'une division
(d'echelle) ............................................. 4.22
Lrreur (de mesure) ................................. J.!0
Lrreur (d'indicaIion)
d'un insIrumenI de mesure ................... 5.20
Lrreur a zero
(d'un insIrumenIde mesure) .................. 5.2J
Lrreur aleaIoire ...................................... J.!J
Lrreur au poinI de conIrôle
d'un insIrumenI de mesure) .................. 5.22
Lrreur de jusIesse
(d'un insIrumenI de mesure) ................. 5.25
Lrreur inIrinseque
(d'un insIrumenI de mesure) ................. 5.24
Índice Francês
74
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
Lrreur reduiIe convenIionnelle
(d'un insIrumenI de mesure) ................. 5.28
Lrreur relaIive ........................................ J.!2
Lrreur sysIemaIique ............................... J.!4
Lrreurs maximales Iolerees
(d'un insIrumenI de mesure) ................. 5.2!
LIalon de reíerence................................ 6.6
LIalon de IransíerI ................................. 6.8
LIalon de Iravail .................................... 6.7
LIalon inIernaIional ............................... 6.2
LIalon naIional ...................................... 6.J
LIalon primaire ...................................... 6.4
LIalon secondaire .................................. 6.5
LIalon voyageur ..................................... 6.9
LIalon ................................................... 6.!
LIalonnage ............................................ 6.!!
LIendue de mesure ................................ 5.4
LIendue des indicaIions ......................... 4.!9
LxacIiIude d'un insIrumenI
de mesure ............................................. 5.!8
LxacIiIude de mesure ............................ J.5
F
lacIeur de correcIion ............................. J.!6
lideliIe (d'un insIrumenI de mesure) ..... 5.27
G
Grandeur (mesurable) ............................ !.!
Grandeur d'iníluence ............................. 2.7
Grandeur de base .................................. !.J
Grandeur de dimension un .................... !.6
Grandeur derivee ................................... !.4
Grandeur sans dimension ...................... !.6
I
lncerIiIude de mesure ............................ J.9
lndex ..................................................... 4.!6
lndicaIion
(d'un insIrumenI de mesure) ................. J.2
lnsIrumenI de mesure, appareil
de mesure .............................................. 4.!
lnIervalle de mesure .............................. 5.2
J
!usIesse (d'un insIrumenI de mesure) .... 5.26
L
LimiIes d'erreur Iolerees (d'uninsIrumenI de
mesure) ................................................. 5.2!
Longueur d'echelle ................................ 4.!8
Longueur d'une division(d'echelle) ........ 4.2!
M
MaIeriau de Peíerence
(MP) ...................................................... 6.!J
MaIeriau de Peíerence CerIiíie
(MPC) .................................................... 6.!4
Mesurage .............................................. 2.!
Mesurand.............................................. 2.6
Mesure maIerialisee............................... 4.2
MeIhode de mesure .............................. 2.4
MeIrologie ............................................ 2.2
(seuil de) MobiliIe ................................. 5.!!
Mode de operaIoire (de mesure) ........... 2.5
MulIiple d'une uniIe (de mesure) ........... !.!6
75
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
P
Principe de mesure ................................ 2.J
ß
Peglage
(d'un insIrumenI de mesure) ................. 4.J!
PepeIabiliIe
(des resulIaIs de mesurage) ................... J.6
PeproducIibiliIe
(des resulIaIs de mesurage) ................... J.7
PesoluIion
(d'un disposiIií aííicheur ....................... 5.!2
PesulIaI bruI ......................................... J.J
PesulIaI corrige ..................................... J.4
PesulIaI d'un mesurage ......................... J.!
5
SensibiliIe .............................................. 5.!0
Signal de mesure ................................... 2.8
SousmulIiple d'une uniIe
(de mesure) ........................................... !.!7
Symbole d'une uniIe (de mesure) .......... !.!8
SysIeme coherenI d'uniIes
(de mesure) ........................................... !.!!
SysIeme d'uniIes (de mesure) ................ !.9
SysIeme de grandeurs ........................... !.2
SysIeme de mesure ................................ 4.5
SysIeme lnIernaIional d'UniIes, Sl .......... !.!2
1
Temps de reponse ................................. 5.!7
TraçabiliIe .............................................. 6.!0
TransducIeur de mesure ........................ 4.J
U
UniIe (de mesure)(derivee) coherenIe..... !.!0
UniIe (de mesure) de base ..................... !.!J
UniIe (de mesure) derivee ...................... !.!4
UniIe (de mesure) hors sysIeme ............. !.!5
UniIe (de mesure) .................................. !.7
V
Valeur (d'une grandeur) ........................ !.!8
Valeur convenIionnellemenI vraie
(d'une grandeur) ................................... !.20
Valeur nominale .................................... 5.J
Valeur numerique (d'une grandeur) ....... !.2!
Valeur Iransíormee (d'un mesurand) ..... 2.9
Valeur vraie (d'une grandeur) ................ !.!9
Z
Zone morIe ........................................... 5.!J
76
VOCA8ULAPlO lNTLPNAClONAL DL TLPMOS lUNDAMLNTAlS L GLPAlS DL MLTPOLOGlA
INMETRO
Paulo Roberto Braga e Mello
Divisão de Informação Tecnológica/
Diretoria de Assuntos Institucionais
Luiz Duarte de Arraes Alencar
Serviço de Produtos de Informação/Divisão de Informação
Tecnológica/Diretoria de Assuntos Institucionais
SENAI/DN
COTIN – UNIDADE DE CONHECIMENTO TECNOLOGIA
INDUSTRIAL
Marcus Carvalho Fonseca
Coordenador
COINF – UNIDADE DE CONHECIMENTO INFORMAÇÃO
TECNOLÓGICA
Wladimir Bezerra Luz
Coordenador
Larissa Rodrigues Silva
Normalização bibliográfica
________________________________________________
Roberto Azul
Revisão Gramatical
Traço Design
Projeto Gráfico

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