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A IMPLANTAÇÃO DO COLONIALISMO NO BRASIL (AMÉRICA PORTUGUESA) RESUMO E QUESTÕES DE VESTIBULARES A implantação do colonialismo na América portuguesa 1. Introdução: É só a partir de 1550 que a estrutura colonial se impõe de fato na América portuguesa. Trata-se de uma sociedade nova, diferente da européia. Uma sociedade baseada no trabalho escravo, tanto o indígena como o africano, e com a produção eminentemente voltada para fora. Era a sociedade escravista colonial. 2. A estrutura colonial: . A exploração da cana-de-açúcar: O objetivo da metrópole portuguesa e dos comerciantes portugueses ao colonizar o Brasil era conseguir aqui produtos de alto valor no mercado europeu, de preferência metais, de acordo com os princípios mercantilistas. Apesar da procura, não foi achado inicialmente nenhum metal precioso no Brasil. Diante dessa ausência, a Coroa e os colonizadores tentaram outros produtos valorizados no mercado europeu, o de maior sucesso certamente foi a cana-de-açúcar. O açúcar da cana tinha um grande valor na Europa e adaptou-se bem ao clima brasileiro, em especial ao nordestino, onde passou a ser cultivado largamente, tornando-se o litoral nordestino a região central de colonização nos séculos XVI e XVII. Outros produtos agrícolas eram também produzidos para a exportação, como o tabaco e o anil. . O modelo da plantagem:A plantagem – ou plantation – era a unidade produtora da cana e de outros produtos para exportação. Eram em geral, grandes propriedades com a maior parte das terras com produção de cana, mas havendo também outras produções dentro da fazenda voltadas para a subsistência. Prevalecia o trabalho escravo. Havia uma casa de máquinas, o engenho, que funcionava com força animal ou hidráulica. O dono da fazenda era o senhor de engenho. . Exclusivo colonial e monopólios: Os senhores de engenho brasileiros vendiam sua produção para comerciantes aqui instalados que só podiam vendê-la para Portugal, era o exclusivo comercial. Além disso, os grandes comerciantes portugueses monopolizavam o comércio de certas cidades, baixando o preço dos produtos coloniais por eles comprados e aumentando os produtos portugueses vendidos para a colônia. . O tráfico de escravos: Nas áreas centrais, onde foram implantadas as estruturas coloniais, começa a faltar braço indígena com o tempo, devido à morte em massa desses e também à fuga para o interior do território. Diante disso, decide-se usar o braço africano escravo, que passou a ser usado em massa. Ao total, trouxeram-se 3,6 milhões de africanos para trabalhar como escravos no Brasil e 12 milhões como um todo para a América. Para cada um que chegava no Brasil, pode-se contar outro morto na terrível viagem. A partir de 1600, esse tipo de mão-de-obra vai ser a mais usada na colônia. Os portugueses não capturavam os cativos na África, mas compravam escravos de comerciantes africanos. As sociedades africanas continham escravos antes dos europeus chegarem e com a grande demanda gerada pelo tráfico atlântico de escravos, essas sociedades passam a multiplicar em várias vezes as capturas feitas, transformando-as em sociedades plenamente escravistas, as vezes com 70% da população escrava e exportando escravos para todo o mundo. No Brasil também, o escravo africano ou afro-descendente vira uma figura freqüente na colônia, constituindo 50% da população colonial no XVIII. O tráfico de escravos gerava ainda grande riqueza para os traficantes, tráfico esse dominado inicialmente por Portugal e, depois, por cidades coloniais como Rio e Salvador. . O sistema de sesmarias: A princípio todas as terras portuguesas no Novo Mundo eram do Rei e com as capitanias hereditárias, algumas terras se tornam particulares. A Coroa e os capitães – donatários das capitanias – doavam terras a particulares por meio de sesmarias. As sesmarias eram terras compradas a um preço relativamente baixo, onde o comprador deveria povoar e colonizar a terra. O problema é que para ser sesmeiro, era preciso ter influência junto ao Rei ou capitão, por isso poucos tinham acesso à terra. . A presença holandesa no comércio: Os Países Baixos tem relações comercias com Portugal desde a Idade Média e serão importantíssimos na agromanufatura do açúcar, participando do transporte da cana para a Europa e do refino do açúcar. Assim, Holanda e Portugal são sócios no comércio europeu do açúcar, havendo certa desvantagem para Portugal. . Os jesuítas: Desde o princípio da década de 1550, a ordem dos jesuítas estará presente no Brasil. Essa ordem foi criada na Contra-Reforma exatamente para fazer a expansão da fé católica no mundo. Eles serão os religiosos mais presentes no Brasil até a sua expulsão, em 1759. Possuem várias propriedades e utilizam largamente o trabalho compulsório indígena, inclusive estabelecendo as missões indígenas, onde catequizam e usam da força de trabalho dos ameríndios. Vão ser importantes também na educação na colônia, são eles que educam os filhos de senhores de engenho, comerciantes e outras pessoas poderosas na colônia. A educação, no período colonial, é restrita aos filhos desses grupos dominantes.

QUESTÕES DE VESTIBULAR UFAM) Questão 1: A respeito da época pombalina, analise as afirmativas a seguir: I. A competição entre as potências hegemônicas europeias, durante o século XVII, aumentou a subordinação das que “se atrasaram”, como Portugal, o que ameaçava o seu domínio sobre as colônias e a sua própria independência. II. O absolutismo ilustrado buscava evitar que o privilégio da ordem jesuíta e a emergência de novas forças sociais, desejosas de maior representação política, viessem a ameaçar o regime. III. Com a expulsão dos jesuítas, Pombal buscava promover o desenvolvimento econômico, assegurar o poder político e controlar a população indígena da Região Amazônica. Assinale: A - se somente a afirmativa I estiver correta. B - se somente as afirmativas I e II estiverem corretas. C - se somente a afirmativa II estiver correta. D - se somente as afirmativas I e III estiverem corretas. E - se todas as afirmativas estiverem corretas. (URCA/CE) Questão 2: O poder local era exercido na Colônia pelos chamados homens-bons, que na verdade eram os grandes proprietários rurais, comerciantes, de Religião Católica, sem ascendência judaica ou
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africana. Era feita uma escolha a partir de uma lista local dos homensbons que exerciam seu poder político na forma institucional: A - no Governo-Geral. B - nas Capitanias Hereditárias. C - nos Tribunais Eclesiásticos. D - nas Câmaras Municipais. E - nas Prefeituras. (UNIFOR/CE) Questão 3: Leia o texto É no regime do comércio entre metrópoles e colônias que se situa o elemento essencial desse mecanismo (do Antigo Sistema colonial mercantilista). Reservando-se a exclusividade do comércio com o Ultramar, as metrópoles europeias na realidade realizavam um quadro institucional de relações tendentes a promover necessariamente um estímulo à acumulação primitiva de capital na economia metropolitana a expensas das economias periféricas coloniais. (Fernando A Novais. Portugal e Brasil na crise do Antigo Sistema Colonial. São Paulo: Hucitec, 1983. p. 72) O texto comprova a ideia de que, no processo de colonização do Brasil, A - a “circulação de mercadorias” tinha certa autonomia, principalmente a realizada com produtos manufaturados produzidos na própria colônia. B - B) os fazendeiros podiam instalar nas suas propriedades “produção manufatureira”, que gerava lucro para a classe dominante da colônia.

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C - o “exclusivo comercial” garantia à burguesia mercantil metropolitana a apropriação da maior parte da renda gerada na colônia. D - a metrópole admitia o “comércio colonial” de produtos agrícolas com outras colônias, já que proporcionava fonte de renda para os colonos. E - a colônia poderia produzir livremente produtos que os colonos considerassem lucrativos, o que contribuiu para a formação de capital no Brasil. (UFC) Questão 4: Sobre o Brasil colonial, é correto afirmar que: A - a integração social, política, econômica e cultural era plena. B - o nacionalismo era o que motivava os rebelados, colocando-se acima dos interesses locais e regionais. C - a fidelidade dos colonos aos prepostos da metrópole era inconteste, não obstante alguns mal-entendidos. D - as chamadas rebeliões nativistas comprovavam o sólido sentimento de brasilidade então prevalecente. E - a consciência regional é tão ou mais forte que a nacional, a construção desta se devendo especialmente aos anseios de centralização do 2° reinado. (UEMG) Questão 5: Leia, a seguir, dois trechos selecionados sobre o período colonial brasileiro: Trecho 1 “Feita a escolha da melhor terra para a cana, roça-se, queima-se e alimpa-se, tirando-lhe tudo o que pode servir de embaraço, e logo abrese em regos, altos palmo e meio e largos dois, com seu camalhão no meio, para que nascendo, a cana não se abafe; e nestes regos ou se plantam os olhos em pé, ou se deitam as canas em pedaços, três ou quatro palmos compridos; e se for cana pequena, deita-se também inteira, uma junto à outra, ponta com pé: cobre-se com a terra moderadamente.” (ANTONIL, André João. Cultura e Opulência do Brasil. Belo Horizonte/São Paulo: Itatiaia. Editora da Universidade de São Paulo, 1982, p.12) Trecho 2 “Os escravos são os pés e as mãos do senhor e esta figura redutora lhes tira a integridade de atores. São construções verbais passivas e impessoais para descrever o plantio da cana: a terra roça-se (quem a roça?), queima-se (quem o faz?), alimpa-se (quem?). (...) Dirá a gramática tradicional que em todos estes casos o sujeito é a terra ou a cana; e aqui a razão formal do gramático coincide com o economista da era mercantil.” (BOSI, Alfredo. Dialética da colonização. São Paulo: Cia das Letras, 1992, p. 165-6) Os trechos selecionados apresentam um paradoxo entre capital e trabalho que é constitutivo das relações econômicas capitalistas do tipo mercantilistas. Assinale a alternativa que expressa CORRETAMENTE a contradição percebida no século XVII por Alfredo Bosi em sua crítica ao trecho de Antonil. A - A cana-de-açúcar ganha estatuto de sujeito, enquanto que o escravo é mercantilizado, transformando-se em objeto-engrenagem do processo produtivo. B - O escravo é considerado sujeito ativo e, portanto, determinante na economia, enquanto a cana-de-açúcar ganha tratamento técnico e especializado, com base na cultura da época. C - Os economistas da era mercantil contabilizavam os escravos como um plantel associado à produção, racionalizados juntamente com a canade-açúcar em sua relação de custos. D - O desenvolvimento de superávits na balança comercial dependia essencialmente do lucro obtido na negociação do açúcar nos mercados europeus, descontando-se os custos com a mão-de-obra africana. (UFV/MG) Questão 6: A respeito da vida social e das atividades econômicas do Brasil Colonial, é correto afirmar: A - a produção de algodão vivenciou um significativo incremento durante a União Ibérica, pois atendeu à crescente demanda das indústrias inglesas devido à Guerra de Secessão norte-americana.
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B - as naus da Carreira das Índias, a partir do século XVII, respeitavam a proibição de não comercializar em terras brasileiras, inclusive em Salvador, então capital do Estado do Brasil. C - a cana-de-açúcar produzida no Rio de Janeiro durante o século XVIII originava, em parte, a produção de cachaça, um dos produtos utilizados no escambo africano pelos comerciantes fluminenses. D - a atividade mineradora originou a constituição de uma sociedade rural com uma hierarquia social idêntica à portuguesa e uma vida urbana pouco significativa para a região. (FUVEST/SP) Questão 7: A atividade extrativista desenvolvida na Amazônia, durante o período colonial, foi importante, porque: A - garantiu a ocupação da região e aproveitou a mão-de-obra indígena local. B - reproduziu, na região, a estrutura da grande propriedade monocultora. C - gerou riquezas e permitiu a abertura de estradas na região. D - permitiu a integração do norte do Brasil ao contexto andino. E - inviabilizou as aspirações holandesas de ocupação da floresta. (UNIOESTE/PR) Questão 8: O pacto colonial constituiu-se como um dos elementos fundamentais do Antigo Sistema colonial. A respeito dos seus fundamentos, assinale a alternativa incorreta: A - Segundo alguns historiadores, a plantation foi à forma básica da colonização portuguesa no Brasil. B - A preferência pela utilização do negro africano na produção do açúcar decorreu da importância do tráfico negreiro, que alimentou um dos mais rentáveis setores do comércio colonial. C - Com o fim do governo pombalino, que propiciou significativas mudanças entre colônia e a Metrópole, conflitos com a inconfidência Mineira, movimento separatista ocorrido em 1789, ganharam outra dimensão, expressando a crise do Antigo Sistema Colonial. D - Com o estabelecimento da sede da monarquia portuguesa no Brasil, no período de 1808-1821, o exclusivo metropolitano intensificou-se não só com o controle direto da Metrópole sobre diversas atividades comerciais, como também com a criação de companhias privilegiadas de comércio colonial. E - Uma parcela da renda destinada à metrópole obtida da exploração do trabalho escravo permaneceu na colônia se concentrando na pequena camada senhorial, possibilitando a viabilidade do sistema colonial. (UEA/AM) Questão 9: “A reforma [pombalina] constituiu uma peculiar mistura do velho e do novo, explicável pelas características de Portugal.” (B. Fausto) Assinale a alternativa errada a respeito da administração pombalina. A - Pombal combinava o absolutismo com a busca de uma aplicação frutífera das medidas mercantilistas. B - De acordo com as concepções mercantilistas, Pombal criou a Companhia Geral do Comércio do Maranhão e Grão-Pará, com o objetivo de desenvolver a região Norte. C - A mão-de-obra escrava negra introduzida na região foi na maior parte reexportada para a mineração do Mato Grosso, de economia imediatamente mais rentável. D - Além dos jesuítas, acusados de formar um sistema de poder próprio dentro do Estado, Pombal expulsou da Amazônia também os padres mercedários e confiscou seus bens. E - A oposição de Portugal à presença de jesuítas na Amazônia deveu-se ao combate dos padres à escravidão do índios e negros, com o propósito de arruinar seus concorrente leigos. (UPE) Questão 10: O sistema de capitanias hereditárias facilitou a ocupação do Brasil por parte dos portugueses. A experiência da capitania de Pernambuco foi bem sucedida. Nela, a produção do açúcar: A - favoreceu economicamente e possibilitou a ocupação de todo o seu território de forma eficiente. B - contribuiu para organizar a economia e instituir uma sociedade com uma destacada dinâmica urbana. C - tornou Pernambuco a capitania mais rica e mais populosa do Brasil durante todo o período da dominação portuguesa.

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D - destacou-se dentre as atividades econômicas da capitania, voltada para o mercado exterior, com apoio fundamental da mão-de-obra escrava. E - destacou-se junto com a pecuária e o algodão no século XVI, devido à presença do capital holandês e às exportações para Europa. GABARITO: questão 1: E - questão 2: D - questão 3: C - questão 4: E - questão 5: A questão 6: C - questão 7: A - questão 8: D - questão 9: E - questão 10: D (UFRRJ/RJ) Questão 1: “A produção se destinava fundamentalmente ao consumo da família, mas, ao mesmo tempo, essa família, estava obrigada a entregar ao mocambo, como comunidade, um excedente depositado em paiol situado no centro da cidadela. O excedente se destinava ao sustento dos produtores não diretos e aos improdutivos em geral: chefes guerreiros, prestadores de serviço, crianças, velhos, doentes. Produzia-se, ainda, um excedente dedicado a acudir emergências, como secas, pragas, ataques externos.” FREITAS, Décio. Palmares, a guerra dos escravos. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1984, p. 37. A leitura do fragmento acima permite-nos compreender a gênese da organização produtiva de alimentos no Quilombo dos Palmares, que ainda caracteriza diversas comunidades remanescentes de quilombos e que pode ser resumida em produção: A - comunitária, com arrecadação e administração do uso de excedentes. B - comunitária, sem preocupação com a administração de excedentes. C - comunitária de baixo rendimento, o que não permitia a produção de excedentes. D - em larga escala, de poucos produtos para o comércio em localidades próximas. E - de produtos variados por todos os integrantes do quilombo, não havendo preocupação em controlar excedentes. (EMESCAM/ES) Questão 2: Foram respectivamente, razões e características de ocupação holandesa no Nordeste açucareiro: A - envolvimento da Holanda no Comércio de escravos e a proibição do catolicismo. B - expulsão dos holandeses das Antilhas e monopólio do comércio de escravos. C - exclusão dos holandeses do comércio do açúcar e o financiamento aos senhores de engenho. D - interesse da Holanda no pau-brasil e a proibição do trabalho escravo. E - participação da Holanda no refino do açúcar e o abandono de Recife. (UFPR) Questão 3: “O ser senhor de engenho é título a que muitos aspiram, porque traz consigo o ser servido, obedecido e respeitado por muitos”. Essa frase de João Antônio Andreoni (conhecido como Antonil), escrita no seu livro Cultura e Opulência do Brasil por suas drogas e minas, refere-se aos: A - ricos comerciantes que lidavam com os negócios de exportação e importação; B - proprietários das terras que formavam a aristocracia agrária, de grande poder econômico e político; C - lavradores assalariados que plantavam a cana-de-açúcar; D - trabalhadores livres dos engenhos: artesãos, barqueiros, capatazes; E - grandes proprietários das fábricas de manufaturas têxteis. (UNIFEI/MG) Questão 4:

indispensáveis aos homens destinados não só aos empregos públicos de administração do Estado, mas também ao progresso da agricultura, mineralogia, indústria e commercio, de que resulta a subsistência, commodidade e civilização dos povos (...). Marquez de Aguiar, etc. Palácio do Rio de Janeiro em 12 de Agosto de 1816. Com a rubrica de El-rei Nosso Senhor / Marquez e Aguiar.” SESQUICENTENÁRIO da Independência do Brasil. Rio de Janeiro: UEG. 1974. p. 131. A - A arte na vida brasileira, durante o período colonial, ocupou um lugar secundário e praticamente ficou confinada aos templos religiosos, apesar do aparecimento de Antônio Francisco Lisboa – o Aleijadinho – e Manuel da Costa Ataíde. B - A fundação da primeira escola de artes e ofícios da colônia e a atuação da própria missão francesa foram os primeiros passos no sentido de laicização das artes no Brasil. D. João VI abriu espaço para padrões neoclássicos, importando modelos culturais europeus. C - A gravura representa uma obra de Vítor Meireles, que veio para o Brasil com a missão francesa em 1816 e compõe um grande acervo que retrata cenas do cotidiano na cidade do Rio de Janeiro. D - A missão francesa que se dirigiu para o Brasil era composta de intelectuais que apoiavam Napoleão Bonaparte e, após sua queda, vieram buscar refúgio na colônia. (UPE) Questão 5: A dominação portuguesa, no Brasil, não trouxe os lucros esperados, entretanto alguns investimentos apresentaram maior rendimento econômico. A Guerra dos Mascates em Pernambuco, no Brasil colonial: A - representou uma disputa entre Olinda e Recife pelo monopólio da exportação do açúcar e do pau-brasil; B - foi uma revolta contra Portugal, em busca de maior liberdade política e religiosa; C - definiu a supremacia política de Olinda, quebrando os avanços comerciais do Recife; D - resultou da rivalidade entre Olinda e Recife, beneficiando, em alguns aspectos, o Recife; E - transformou o Recife em grande centro comercial do Nordeste e capital da Província de Pernambuco. (UFPE) Questão 6: Através dos engenhos de produção de açúcar, Portugal conseguiu acumular riquezas e ampliar os investimentos no Brasil. Contou ainda com o financiamento dos holandeses. As condições de vida, nos engenhos de cana-de-açúcar: A - não privilegiavam nem mesmo os senhores, devido à sua falta de estrutura; B - eram de luxo apenas para os representantes oficiais da Igreja Católica; C - eram de muito luxo e ostentação para aqueles que trabalhavam como assalariados; D - eram muito precárias nas senzalas, onde habitava a maior parcela dos escravos; E - dependiam apenas dos senhores, que algumas vezes construíam pequenas moradias para seus escravos. GABARITO: questão 1: A - questão 2: C - questão 3: B - questão 4: C questão 5: D - questão 6: D

Após ler o texto abaixo e relacioná-lo à gravura, marque a alternativa incorreta: “Attendendo ao bem commum que provém aos meus fieis vassallos de se estabelecer no Brasil uma Escola Real de Sciencias, Artes e Offícios, em que se promova e diffunda a instrucção e conhecimentos
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