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NÃO TEMAS O MAL

O método Pathwork para a Transformação do Eu Inferior

ompi!ado e or"ani#ado por $ono%an Thesen"a a partir de materia! &ana!i#ado por E%a Pierrakos

Tradução Sér"io Lui# dos 'eis Lasserre

Editora u!trui( São Pau!o

3 Sumário Introdução .......................................................................................................................... 05 I. Eu* %o&+ e o ma! ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, -. II. E%a* o /uia* o Pathwork ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, -0 III. omo usar este !i%ro ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, -1 Parte 1. Autoconhecimento .............................................................................................. 10 Capítulo 1. onheça2se a si mesmo ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, )3 Capítulo 2. Eu Superior* Eu Inferior e M4s&ara ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, ). $ei(ando de en"anar a si mesmo Capítulo 3. 'ea!i#e uma %erdadeira mudança de sentimentos ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, )5 En&are a %ida6 7ma 8us&a &omp!eta !e%a tempo6 O preço do &res&imento espiritua! é a!to6 Tr+s tipos de tra8a!ho Capítulo 4. $es&u8ra os seus defeitos ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, 39 A !ei da fraternidade6 Os tr+s prin&ipais defeitos6 'e%isão di4ria Capítulo 5. Ima"ens ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, :3 Ser4 ;ue eu tenho uma ima"em<6 omo pro&urar ima"ens6 Os 8enef=&ios da disso!ução das ima"ens6 >er"onha Capítulo . O &=r&u!o %i&ioso do amor imaturo ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, ?A &riança ;ue ;uer amor e(&!usi%o6 Medo do &asti"o* medo da fe!i&idade6 $uas &ons&i+n&ias6 Perpetuação da inade;uação e da inferioridade6 A disso!ução do &=r&u!o Capítulo !. A &ompu!são de re&riar e superar feridas infantis ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, ?0 A fa!ta de amor maduro6 Tentati%as de remediar a ferida infanti! na idade adu!ta6 A fa!4&ia dessa estraté"ia6 omo ree(perimentar a ferida infanti!6 omo dei(ar de re&riar Capítulo ". A auto2ima"em idea!i#ada ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, .. O medo da dor e da punição6 A m4s&ara mora! do eu idea!i#ado6 Auto2a&eitação6 O tirano interior6 Afastamento do eu %erdadeiro6 O a8andono do eu idea!i#ado6 A %o!ta para &asa Capítulo #. Amor* poder e serenidade ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, 93 Amor@su8missão6 Poder@a"ressi%idade6 Serenidade@retraimento6 A ne&essidade do desen%o!%imento emo&iona! Capítulo 10. omo enfrentar a dor dos padrAes destruti%os ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, 0) A dor das fa!sas so!uçAes6 A dor da mudança6 A dor da insatisfação6 A mudança da e%asão para a rea!idade

: Parte 2. Ape"o B ne"ati%idade ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, 01 Capítulo 11. omo des&o8rir o CnãoD in&ons&iente ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, 1Mudança atra%és da dete&ção da &orrente de ne"ação6 O8ser%e os pensamentos semi&ons&ientes Capítulo 12. Transição da &orrente de ne"ação para a &orrente afirmati%a ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, 1? E %o&+ ;uem di# não6 ompare o positi%o &om o ne"ati%o6 Fa!e so8re o pro8!ema Capítulo 13. A função do e"o em re!ação ao Eu >erdadeiro ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, 15 A ne&essidade de um e"o forte6 >4 a!ém do e"o Capítulo 14. O ;ue é o ma!< ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, 5: O ma! &omo entorpe&imento6 rue!dade6 Li"ação da força %ita! &om situaçAes ne"ati%as6 A persist+n&ia do ma!G o pra#er !i"ado B &rue!dade Capítulo 15. O &onf!ito entre as formas positi%a e ne"ati%a do pra#er &omo ori"em da dor ,,,,,, )->ida e anti%ida6 o deseHo pe!o ne"ati%o6 i&!os autoperpetuadores6 O pra#er ne"ati%amente orientado Capítulo 1 . Positi%idade e ne"ati%idadeG uma Ini&a &orrente de ener"ia ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, )-9 A nature#a da destruti%idade6 O pra#er da ne"ati%idade6 A ener"ia se(ua! 8!o;ueada Capítulo 1!. omo %en&er a ne"ati%idade ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, ))) Tr+s formas para en&ontrar a sa=da6 Papéis e Ho"os6 o ;uarto passo Parte 3. Transformação ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, ))9 Capítulo 1". Meditação para tr+s %o#esG E"o* Eu Inferior* Eu Superior ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, ))5 O e"o &omo mediador6 A atitude meditati%a6 As mudanças propor&ionadas pe!a meditação do Pathwork6 A reedu&ação do eu destruti%o Capítulo 1#. A auto2identifi&ação e os est4"ios da &ons&i+n&ia ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, )39 E %o&+ ;uem inte"ra6 A mudança de identifi&ação6 Os ;uatro est4"ios de per&epção6 O terror desapare&e6 A e(pansão da &ons&i+n&ia Capítulo 20. A disso!ução dos seus medos ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, ):. O ma! &omo defesa &ontra o sofrimento6 O pro8!ema da pre"uiça6 O medo de sentir todos os sentimentos6 O &ompromisso de entrar e ir até o fim Capítulo 21. A identifi&ação &om o Eu Espiritua! para superar a ne"ati%idade ,,,,,,,,,,,,,,, )?: A inten&iona!idade ne"ati%a6 7ma no%a esperança6 Jua! a parte de %o&+ &om a ;ua! %o&+ se identifi&a<6 omo a8andonar a inten&iona!idade ne"ati%a6 A sa=da Capítulo 22. A transição para a inten&iona!idade positi%a ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, ).) E(amine todos os pensamentos6 >4 até o fim

............................... ).................... )9: A des&o8erta da rea!idade interior6 Os est4"ios do %a#io fo&a!i#ado6 O C%o&+D rea! .................... 7m pro&esso de %isua!i#ação para &res&er rumo ao estado unifi&ado ....................ue %i%e no mundo rea! $ma pala%ra &inal . Espaço interior* %a#io fo&a!i#ado ...... ................. )95 O ma! transformado6 O ma! trans&endido6 O estado unifi&ado .................................. Assuma um &ompromisso de todo o &oração6 >ida interior e %ida e(terior6 A rea!i#ação da %ida di%ina Capítulo 24......................? Capítulo 23...............

NLs não podemos pMr a &u!pa nas p!antas ou nos animais* numa doença infe&&iosa ou em inf!u+n&ias nefastas do espaço sidera!. .S.uem o é< Ser4 . Ele é. A maioria das pessoas .D3 >o&+ não é uma pessoa m4.ue nin"uém seHa mau* mas apenas desorientado< Podemos nLs rea!mente retri8uir o horror do No!o&austo* ou o sadismo de Idi Amin* ou a tortura san&ionada pe!o "o%erno* . Eu não sou uma pessoa m4. que espreita dentro deles.ue e(iste no mundo nada mais é . Kun") "uando o mal é compreendido como sendo intrinsecamente um flu!o de energia divina momentaneamente distorcido devido a idéias err#neas.1* pp. Onde reside o ma!< $e onde e!e sur"e< O Pathwork ensina . então ele não é mais rejeitado na sua ess&ncia. Todos nLs temos fa!has de &ar4ter* todos somos mais ou menos e"o&+ntri&os* e"o=stas e mes.ue e(iste em todos os seres humanos. Essa definição torna &!aro . 'u( %oc) e o mal A natureza humana é capaz de um mal infinito. bastante real.ue são mora!mente repreens=%eis e tenho fortes suspeitas de .ue %o&+ tam8ém fe#.ue &onhe&emos< Ser4 ainda poss=%e! . $e onde e!e %em< As &oisas m4s . CO si"nifi&ado do ma! e a sua trans&end+n&ia.ue o ma! reside apenas em outros !u"ares tais &omo a A!emanha na#ista ou o Cimpério ma!i"noD da 7nião So%iéti&a sta!inista< Ou ser4 . Pa!estra do Pathwork nP )1?. Ou* em outras pa!a%rasG o ma! .Hoje. Eu H4 fi# &oisas . .ue sL &ontri8uem para aumentar o sofrimento no mundo.uer reser%42!o para os Nit!ers e para os &riminosos e se ne"a a ap!i&42!o a e!as mesmas. é importante que os seres humanos não subestimem o perigo representado pelo ma. Ser4 e!e ap!i&4%e! a %o&+ e a mim< A primeira definição de CmauD dada pe!o meu di&ion4rio éG Cmora!mente repreens=%e!* pe&aminoso* ma!éfi&oD. de Las#!o* $ou8!edaO* )5.ue a&onte&e e(atamente a"ora em muitos pa=ses do mundo* a uma mera desorientação<Essa pa!a%ra pare&e in&onsistente e não 8asta &omo e(p!i&ação.ue o ma! reside em &ada um de nLs e em toda a!ma humana.uinhos. /. Mas isso fa# de mim uma pessoa m4< ) 3 . E essas fa!has de &ar4ter !e%aram2me* muitas %e#es* a ser antip4ti&o* ran&oroso* &iumento* e a"ir de formas . Mas* se %o&+ e eu não somos maus* . Kun"* Aion. CMauD é um adHeti%o muito forte.ue e!e ha8ita somente os &oraçAes dos &riminosos e dos 8arAes das dro"as* mas não os das pessoas .ue não é apropriado o uso da pa!a%ra para fa!ar Cdos ma!es da doença e da morteD. In 's(che ) *(mbol* or"ani#ado por >. como nunca dantes. .. /. Por outro !ado* é &orreto usar ta! adHeti%o para fa!ar da Cma!éfi&a instituição da es&ra%idãoD. $oença e morte são aspe&tos do!orosos da e(peri+n&ia humana* mas de&erto não são Cmora!mente repreens=%eisD. a conceitos e imperfei $es espec%ficos.. Introdução I..ue são feitas so8re a terra são prati&adas por seres humanos. e é por essa razão que a psicologia deve insistir na realidade do mal e deve rejeitar qualquer defini ão que o considere insignificante ou na verdade ine!istente.ue a soma do ma! . ontudo* o ma! e(iste no mundo. infelizmente.

ue sa8em .ue é tão dif=&i! se"u=2!o< omo posso mudar o meu &omportamento< O . A..ue fa!a antes dos defeitos e fa!has humanos* mas norma!mente de uma maneira .ue pAe a &u!pa a!hures S nos pais ou na so&iedade S por fa#erem de nLs o . Se a&eitamos o prin&=pio &omo %4!ido* por.uarenta anos atr4s* a pa!a%ra Cpe&adoD ainda era de uso &omum* mas hoHe Qa não ser entre os fundamenta!istasR e!a prati&amente não é mais empre"ada.ue muitas pessoas . 0eflections* Pantheon Yooks* a50:* p.uinhe# e o e"o&entrismo* num e(tremo* até o sadismo "eno&ida do na#ismo no outro.ue e!es fi#essem a tiD e CAma a teu prL(imo &omo a ti mesmoD.uando &ompreendemos a ori"em da pro"ramação ne"ati%a .ue sou* da minha prLpria pe.he -ndefended *elf* Se%enoaks* )511* p.: Se eu posso admitir esse "rau de responsa8i!idade S admitir .ue antes teriam &onsu!tado um &!éri"o a"ora &onsu!tam um psi&oterapeuta. Si"nifi&a simp!esmente re&onhe&ermos2nos Bs %e#es &omo a ori"em da dor* da inHustiça e do des&aso para &onos&o mesmos* para &om os outros e para &om o mundoD. Portanto* a pa!a%ra Cma!D pode des&re%er um &ont=nuo de &omportamento .uais as pessoas sa8em em seus &oraçAes .ue de%o fa#er a respeito< omo posso transformar o ma! .ui!o .ue ha8itam um e(tremo inferior do espe&tro podem ter o deseHo de di#er . ertamente nLs podemos &on&ordar .ue não temos nada em &omum &om e!es< Para usar o se"undo da. )5. E isso é uma parte &ru&ia! do pro&esso de transformação.T+n&ia a resposta da re!i"ião tradi&iona! pare&e ser apenasG esfor&e2se mais.uanto B in&apa&idade da Psi&o!o"ia humanista e transpessoa! em assimi!ar o nosso !ado Wes&uroXQa. .ue e!es mesmos nun&a &orresponderam* e nun&a &orresponderão a esses e!e%ados padrAes. /reams. A mudança pessoa! então o&orre .ue e(iste em mim< A re!i"ião tradi&iona! nos d4 pre&eitos a serem se"uidos* tais &omoG CFaça aos outros o .ue!es sinMnimos ofere&idos pe!o di&ion4rio* não somos todos nLs pecadores+ N4 trinta ou .ue!es de nLs . .ue deseHaria . ::-.ue e(iste no mundo* mas . Na re!i"ião tradi&iona!* se"undo as pa!a%ras de ar! Kun"G CTodos os esforços são feitos para ensinar &renças ou &ondutas idea!istas Bs . Kun"* . /.? As respostas da re!i"ião tradi&iona! t+m sido tão de&ep&ionantes .ue não sou apenas uma %=tima do ma! . Eu não o faço e %o&+ não o fa#.ue Kun" denominou som8raR em uma teoria : ? Susan Thesen"a* .ue a %e!ha idéia re!i"iosa do pe&ado nos deu.ua! ainda sofremos.ue os outros nos inf!i"iram* %i%en&iamos todos os sentimentos en%o!%idos Qfundamenta!mente rai%a e pesarR e então perdoamos a fonte e(terna da nossa ne"ati%idade* da .ue somos respons4%eis pe!a nossa ne"ati%idade* pe!os nossos atos e omissAes.ue nLs somos.emories.ue nada tem em &omum &om os assassinos do e(tremo oposto6 &ontudo* ser4 .9 >o&+ e eu &ertamente não somos maus em nossa tota!idade* ou em nossa ess+n&ia* mas temos o ma! dentro de nLs. . E maisG nin"uém Hamais . A moderna Psi&o!o"ia tem sido 8em su&edida ao tratar &om o pro8!ema do ma!< 7m re&ente arti"o so8re A8raham Mas!ow* o pai da psi&o!o"ia humanista* afirmaG CAo fina! da sua %ida* Mas!ow esta%a !idando &om a nature#a da ma!dade humana.uestiona o %a!or desse tipo de ensinamentoD. A"ora preferimos usar a termino!o"ia da Psi&o!o"ia . A sa8er* . Ser respons4%e! é muito diferente de ser &u!pado.ue Hamais poderão &orresponder* e esses ideais são pre"ados por pessoas . C ontudo* na %isão da Psi&o!o"ia nLs perdemos a!"o . UE!eV e(pressou apreensão .ue* se todos pautassem a sua e(ist+n&ia por essas re"ras 4ureas* o mundo seria um !u"ar mais a"rad4%e! de se %i%er.uena maneira* um ini&iador de ne"ati%idade S então* o .ue %ai desde a simp!es mes.ue pre&iso fa#er para tornar2me mais amoroso< om demasiada fre..

7ma amostra"em de de#essete dessas pa!estras foi pu8!i&ada em um %o!ume anterior intitu!ado .ua!. Lem8rem2se de . Esse ser nada nos di# de!e mesmo S nenhum traço de persona!idade* nenhuma histLria* nenhum "!amour.ue o ma! pode ser en&ontrado de a!"uma forma no &oração de &ada ser humano* mas . 0 E%a Pierrakos* .ue repousa o %a!or Ini&o do Pathwork.* CA8raham Mas!ow and Transpersona! PsO&ho!o"OD* in Cthe ommon YoundarOD* Maio@Kunho de )511* p.he 'ath1or2 of *elf3. A transmissão . O materia! .uando e!a entra%a em um estado a!terado de &ons&i+n&ia.ue se en&ontra reunido a.ue esta %o# não e(prime a mente &ons&iente do instrumento humano atra%és do . 9 Pa!estra do Pathwork nP 3-?.9 $e )5.ui foi ori"ina!mente transmitido por %ia ora! e não por es&rito. O /uia &o!o&ou toda a +nfase no materia! e(posto e nenhuma so8re a sua fonte.uais podem* no m4(imo* teori#arD.ua! eu fa!o.ui es&apado B re!i"ião e B psi&o!o"ia.ue foi transmitido fi&ou &onhe&ido &omo Cas Pa!estras do /uiaD* e o pro&esso de transformação pessoa! e(posto nos ensinamentos é &onhe&ido &omo CO PathworkD.0 a8ran"ente da nature#a humana.ue fa!a%a atra%és de E%a . A!ém do mais* !e%em em &onsideração .ue possamos %er &!aramente o nosso C!ado es&uroD* &ompreender suas ra=#es e &ausas e* o .Z0 O presente %o!ume %ai &on&entrar2se no .ua! e!e foi en%iado. .ue e!e não pre&isa ser temido e ne"ado. O resu!tado dessa transformação ser4 pa# no &oração humano* e sL depois .uestAes .ue %eio atra%és de E%a Pierrakos ensina2nos . . O %erdadeiro autor é um ser desen&arnado* .ue tentar forçar uma &on&!usão definiti%a.ransformation* Yantam Yooks* )55-.ue importa &ompreender no in=&io de uma a%entura &omo esta é . O prLprio Mas!ow &onsidera%a esse tema preo&upante e* na o&asião da sua morte* não ha%ia &he"ado a .ue esta for a!&ançada ha%er4 pa# na terra.ue faremos &om o nosso C!ado Es&uroD< de onde e!e %em* por. Edward Noffman* Ph.1 pa!estras so8re a nature#a da rea!idade psi&o!L"i&a e espiritua!* e so8re o pro&esso de desen%o!%imento espiritua! pessoa!.0 a )505* o /uia proferiu* atra%és de E%a* 3.ua! e!a mesma pode ainda não ter &ons&i+n&ia. Nessa profundidade* todos possuem os meios para trans&ender os estreitos !imites da sua persona!idade e re&e8er a&esso a outros reinos e entidades dotadas de um &onhe&imento mais amp!o e mais profundoD. CA Teoria não é o mesmo .ue &ada persona!idade tem uma profundidade da .ue a e(peri+n&ia* e dei(ar as &oisas &omo estão no momento ser4 8em me!hor . . II. 7m método é ofere&ido para .ransformatiom.ue!es dentre nLs .he 'ath1or2 of *elf3.ue é tão intrat4%e! e &omo de%emos !idar &om e!e< E nas respostas a essas .ue %o&+s ainda não e(p!oraram e e(perimentaram e so8re os . E essa é uma mensa"em %a!iosa para nosso tempo. '%a( o *uia( o Path+or.uer &on&!usão fina! so8re e!eD. A. E!e nem ao menos deu a si mesmo um nome* mas %eio a ser &onhe&ido &omo CO /uiaD.. E%a Pierrakos não é sua autora6 e!a é apenas o &ana! atra%és do .ue é mais importante* transform42!o.ue tem até a. Mas o . O materia! .ue esses ensinamentos forne&em o e!o perdido &ru&ia! .ue e(istem n=%eis de rea!idade .ue estudaram e prati&aram o Pathwork des&o8riram* &om um sentimento de a!=%io* . E!e disse* em uma de suas I!timas transmissAesG Cnão se preo&upe &om o fenMmeno desta &omuni&ação em si. A %asta maioria das transmissAes espirituais da atua!idade* ou materia! &ana!i#ado* &on&entra2se na 8ondade essen&ia! dos seres humanos* na nossa nature#a di%ina fina!.$. A Ini&a &oisa .

Ao !on"o dos 33 anos da sua transmissão* muitos temas tam8ém foram repetidos e e!a8orados.ue %o&+ !eia &ada pa!estra uma %e#* a"uarde a!"uns dias e então a !eia no%amente* reser%ando a!"um tempo para a me!hor ap!i&ação dos prin&=pios em si mesmo e na sua prLpria %ida antes de passar B !eitura da prL(ima pa!estra. O materia! ne!e &ontido foi ori"ina!mente apresentado &om a e(pe&tati%a de . Não é um método simp!es* mas e!e promete* &aso seHa se"uido fie! e &oraHosamente* resu!tados de enorme a!&an&e. Em )590 E%a &onhe&eu o $r. CEste &aminho e(i"e de um indi%=duo a. III.1 . A apresentação %er8a! do materia! !e%ou a um &erto "rau de repetição em &ada pa!estra. E!as são apresentadas &rono!o"i&amente e dão me!hor resu!tado se forem !idas nessa ordem. As pa!estras eram "ra%adas* trans&ritas e então distri8u=das aos mem8ros da &omunidade.uer re!eitura e profundas tentati%as de ap!i&42!o B sua %ida. 1 Pa!estra do Pathwork nP 3-?.ue a maioria das pessoas est4 menos disposta a darG %erdade para &onsi"o mesmo* e(posição da.ui!o . E!es se &asaram a!"uns anos depois e a fusão dos seus tra8a!hos indi%iduais &ondu#iu a uma "rande e(pansão da &omunidade Pathwork. aso &ontr4rio* re&omendamos .ue %o&+ não tente sentar2se e !er este %o!ume de uma sL %e#. Muito desse materia! é demasiado denso e re. No de&orrer dos de# primeiros anos das transmissAes do /uia* um "rupo de pessoas reuniu2se em torno de E%a* aprendendo os prin&=pios .uiatria e &o2&riador de uma es&o!a de terapia &onhe&ida &omo Yioener"éti&a. Kohn Pierrakos* psi. Isso é muito* e &ontudo é o Ini&o &aminho .ue e(iste a"ora* e!iminação de m4s&aras e fin"imentos e a e(peri+n&ia da sua %u!nera8i!idade nua.ue ensinam o Pathwork Qem Phoeni&ia* No%a [ork e Madison* >ir"=niaR e "rupos de estudos em muitas 4reas ur8anas nos E7A e Europa.ue &ada pa!estra fosse !ida e então dis&utida por um me inteiro antes . E%a entra%a num estado .uais %o&+ possa &omparti!har este !i%ro* &onsiderando2o Huntos e dis&utindo2o B medida .ue o /uia apresentou.ui!o . A rede de pessoas . Omitimos a maior parte desse materia!* mas optamos por manter %4rios e(emp!os desse inter&\m8io entre os mem8ros e o /uia. A se!eção das pa!estras e partes de pa!estras .ue a%ançam* esse seria o idea!. $urante a %ida de E%a Qe!a morreu em )505R* a &omunidade Pathwork reunia2se todos os meses em um !o&a! da &idade de No%a [ork. Ao fina! de &ada pa!estra ha%ia uma série de per"untas e respostas. aso e(istam outras pessoas &om as .ui &onstituem uma amostra das 3. . ontudo* se %o&+ a&har a!"uma seção deste !i%ro muito dif=&i!* re&omendamos . minutos.ue des&re%ia &omo um !e%e transe e o /uia fa!a%a atra%és de!a por &er&a de ?.ue foram proferidas.ue &ondu# B %erdadeira pa# e inte"ridadeD1.ue a prL(ima pa!estra fosse proferida. Na preparação deste !i%ro a!"umas das repetiçAes do /uia foram retiradas* porém* dado o nosso deseHo de manter o sa8or ori"ina!* a!"o de!as foi mantido.ue apare&em a.ue o interesse. Como u-ar e-te li%ro 'e&omendamos &om insist+n&ia .ue* em %e# de dei(42!o de !ado* sa!te adiante para outra pa!estra &om um t=tu!o .ue prati&am e ensinam o Pathwork in&!ui a"ora duas es&o!as .ue o /uia e(punha e tentando &o!o&42!os em pr4ti&a.1 método de autotransformação .

PA'TE ) . O tra8a!ho não é r4pido nem f4&i!* mas e!e %ai rea!mente mudar a sua %ida.uer di!i"entes esforços para remo%er as suas m4s&aras e defesas e para entrar em &ontato e re&onhe&er os %erdadeiros sentimentos .ue atin"iu esse est4"io de Pathwork* fi&a muito dif=&i! &ontinuar o tra8a!ho so#inho.T.5 Estas pa!estras apresentam um método de auto2o8ser%ação e uma estrutura teLri&a . O Tra8a!ho então re.ue %o&+ pode usar para or"ani#ar e &ompreender a.ue %o&+ prefere manter na som8ra.ui!o .ue %o&+ reprimiu e ne"ou. 7ma %e# .ue o8ser%a. 7ma parte desse tra8a!ho pode ser feita indi%idua!mente* mas* para a maioria das pessoas . >o&+ pre&isar4 de ami"os e &onse!heiros* &ompanheiros de %ia"em* para aHud42!o a %er &ertos aspe&tos de si mesmo . $.ue tenha aprendido a %erdadeira auto2o8ser%ação S e então tenha tido a &ora"em de tra#er a sua som8ra* o seu Eu Inferior* para a !u# 2* %o&+ estar4 pronto e apto a ini&iar a pr4ti&a da %erdadeira autotransformação.

O /uia afirma . é claro : pois conscientemente ele est6 engajado em lamentar um mundo pérfido que se perde cada vez mais na dist. Essa doutrina é a primeira pedra fundamenta! so8re a . Sa8e .uer sentimentos de infe!i&idade . 4 homem conhece muitas.uais. E tam8émG Ca fe!i&idade não depende de &ir&unst\n&ias e(teriores ou de outras pessoas* não importa .ue estão amadure&idos espiritua!mente sa8em . . como que de boi ou urso. Mas é pre&iso ./C/01'CI2'0.ue tendemos a &u!par &ir&unst\n&ias e(ternas por .1.uando isso for a!&ançado* a fe!i&idade se e%iden&iar4. Kun"* Aion* omo apare&e em 's(che ) *(mbol* or"ani#ado por >. trinta ou quarenta peles ou couros. Kun"5 Ini&iamos a Parte ) &om um tre&ho de uma das primeiras pa!estra do /uia.)O /uia imediatamente enun&ia a doutrina da responsa8i!idade prLpriaG CO indi%=duo espiritua!mente imaturo pensa .ue se d4 e(atamente o &ontr4rioD./ -m homem tem muitas peles.ue pe!o menos se tenha a mente a8erta 5 )- .uão esteHa a pessoa espiritua!mente imatura dessa fa!4&ia. ele não conhece a si mesmo.ua! est4 8aseado método Pathwork de autotransformação.ue é &apa# de &riar uma %ida fe!i#* primeiro dentro de si mesma* mas então* ine%ita%e!mente* tam8ém na sua %ida e(ternaD.ue não são ne&essariamente produ#idas por e!e* de%em atender os seus deseHos e .ue possamos ter. Pa!estra do Pathwork* nP 3-?. Os . 4ra. .ncia.S. Esta trata da fe!i&idade* notando . Antes é um fator inconsciente que tece as ilus$es que vela o seu mundo. ainda assim. 9ão conscientemente. muito espessas e duras.)- ] A$.ue &ome&e o tra8a!ho. Meiter E&khart 7 com freq8&ncia tr6gica ver o quão evidentemente um homem estraga a pr5pria vida e a vida de outros e. muitas coisas. cobrindo as profundezas do seu cora ão. A pessoa espiritua!mente madura sa8e disso. permanece totalmente incapaz de ver que toda a tragédia tem origem nele mesmo e como ele continuamente a alimenta e a mantém em curso.ue a fe!i&idade tem de ser &riada primeiro no n=%e! e(terior* pois as &ir&unst\n&ias e(teriores* .ua! todos nLs ansiamos* ao mesmo tempo em .ue uma pessoa a&redite nisso para .ue e!a é a!"o pe!o . cobrem a alma. /.ue e!a mesma é a Ini&a respons4%e! por sua fe!i&idade ou infe!i&idade.ue não se e(i"e . de Las#!o* $ou8!edaO* p. /. E!a sa8e . Entre no seu pr5prio territ5rio e aprenda a conhecer3se l6.

Se as idéias derem frutos* se nos au(i!iarem a &ompreender me!hor a nLs mesmos e a %i%er de forma mais fe!i# e produti%a* então e!as se tornarão %erdadeiramente nossas6 e!as serão &onhe&idas e não apenas arti"os de &rença.ue de%+ramos ser* e .ue apenas a"uarda .ue mais deseHamos es&onder e forne&em2nos ferramentas pr4ti&as para a rea!i#ação desse tra8a!ho.)) para a possi8i!idade de . As pa!estras &ontidas na Parte ) mostram &omo é importante para nLs &onhe&er todas a. Esta seria uma afirmação in&ontro%ersa6 &ertamente* todas as pessoas &u!tas &on&ordariam .ue somos.ue se o&u!ta so8 e!a6 isso por.ue se en&ontra no \ma"o de &ada um de nLs.ue e!e é tão dif=&i! de a!&ançar< Ta!%e# por. oisas impressionantes serão des&o8ertas6 prepare2se para fi&ar surpreso.ue!as partes de nLs mesmos . aso os métodos fun&ionem* nLs o sa8emos pe!os resu!tados.ue %o!temos para e!e a nossa atenção inte"ra!.ue isso possa ser %erdade.ue!a parte de nLs preferimos não &arre"ar em nossa mente &ons&iente* . Primeiro aprendemos a en(er"ar e a%a!iar as nossas ati%idades e emoçAes &otidianas S materia! .ue o auto&onhe&imento é de inestim4%e! %a!or.ue são no entanto* as mais importantes .ue possamos &onhe&er.ue e(perimentemos* tra8a!hemos &om e!es e os ponhamos em pr4ti&a.ue!as partes de nLs mesmos . No sistema do Pathwork esse &omp!e(o de fa!has de &ar4ter e ne"ati%idade é denominado Co Eu InferiorD. O&u!tando o Eu Inferior e(iste uma M4s&ara* uma autoima"em idea!i#ada* uma representação "!orifi&ada de .uais.ue empurramos para a es&uridão e esperamos es.uer .ue&er.ue é tota!mente &ons&iente e . Na psi&o!o"ia Hun"uiana o termo Csom8raD é empre"ado para des&re%er a. Este &aminho* o Pathwork* não re.ue insistimos em ne"!i"en&iar e es.ue são essas duas &amadas da persona!idade .ue se se"uirão* nLs somos instados a pMr de !ado %e!has &erte#as e a a8rir nossas mentes para no%as possi8i!idades.ue seHamos adeptos de a!"um &redo. Em re!ação a essa idéia* 8em &omo em re!ação a muitas outras . Então* por .^ AP_T7LO ) .uer do"mas espe&=fi&os ou . As primeiras pa!estras instam2nos a sondar destemidamente a.ue a&reditemos em . Então aprendemos &omo dete&tar os nossos pensamentos* sentimentos e atitudes su8&ons&ientes.ue tentamos fin"ir .ue es&ondem o Eu Superior S a.ue nin"uém "oste de ou%ir %erdades desa"rad4%eis e pou&o !isonHeiras a seu respeito* %erdades .ue&er. Antes* são nos dadas idéias e métodos para .uem a&hamos .ue!a &ente!ha de di%indade interior . A primeira &ha%e para a fe!i&idade* dia o /uia* é o auto&onhe&imento. Os est4"ios ini&iais do Pathwork &on&entram2se 8asi&amente no aprendi#ado de &omo penetrar na M4s&ara e então em &omo tornar2se &ons&iente do Eu Inferior .

Est4 em seu poder en&ontrar a fe!i&idade. Por . Mas o .ue é &apa# de &riar uma %ida fe!i#* primeiro dentro de si mesma* e então* ine%ita%e!mente* tam8ém na sua %ida e(terior. Ainda assim a "rande %erdade éG a fe!i&idade est4 em nossas prLprias mãos. E mais f4&i! &u!par o destino* a inHustiça do destino ou das forças superiores* ou ainda as &ir&unst\n&ias &ausadas por outras pessoas* do .ue ser respons4%e! por si mesmo.u+< Por.ue e(atamente .ue é fe!i&idade< Se %o&+ per"untar a pessoas diferentes* re&e8er4 diferentes respostas. En&ontrar $eus .ue se d4 e(atamente o &ontr4rio.ue . >o&+ tem a inte"ridade e a &ora"em para ser %o&+ mesmo* mesmo ao preço de a8rir mão da apro%ação dos outros. E!a si"nifi&a simp!esmenteG $eus. >o&+ é &apa# de re!a&ionar2se* de amar e de e(perimentar a!e"ria.ue a&onteça* seria dif=&i! para e!as dar uma resposta si"nifi&ati%a. >o&+ pode per"untar* Co .uer di#er rea!mente en&ontrar o Eu >erdadeiro.ue ser &riada primeiro no n=%e! e(terior* pois as &ir&unst\n&ias e(ternas* . Muitas pessoas* &om toda a sin&eridade* esforçam2se para en&ontrar $eus.uão &on%en&ida esteHa a pessoa espiritua!mente imatura dessa fa!4&ia. Mesmo .ue se en&ontram amadure&idos espiritua!mente sa8em .ue a fe!i&idade não depende de &ir&unst\n&ias e(teriores ou de outras pessoas* não importa .ue não são ne&essariamente produ#idas por e!e* de%em atender p!enamente os seus deseHos e* .ue .uerem di#er &om isso* &omo ima"inam . $essa forma* não é pre&iso e(aminar* por %e#es muito profundamente e &om m4(imo de honestidade* o prLprio interior.ue!a satisfação ou ti%essem uma preo&upação e!iminada* seria* fe!i#es. Sa8e . E mais f4&i! sentir2se %=tima.)3 ] C/01'3A4S' A SI 2'S2/ Yem no fundo do &oração de &ada ser humano e(iste o anseio por fe!i&idade. Na %erdade é um pro&esso 8astante &on&reto* não e(istindo nada ne8u!oso* irrea! ou i!usLrio a respeito de!e. ontudo* &aso !hes per"untassem o . O indi%=duo espiritua!mente imaturo pensa .ue esses deseHos se tornassem rea!idade* porém* tais pessoas não seriam fe!i#es. Muitas pessoas não .ue e!a mesma é a Ini&a respons4%e! por sua fe!i&idade ou infe!i&idade. E!as ainda sentiriam !4 no fundo uma &erta in. Os espiritua!mente imaturos* apLs pensar por a!"um tempo* dirão* ta!%e#* . E rea!mente respons4%e! por si mesmo.ue se o8ti%essem esta ou a. A pessoa espiritua!mente madura sa8e disso. Porém* natura!mente* e(iste esse deseHo de Cen&ontrar a $eusD. Se en&ontrar a si mesmo em a!"um "rau* %o&+ est4 em re!ati%a harmonia* per&e8endo e &ompreendendo as !eis do 7ni%erso. E!a sa8e . Tudo isso si"nifi&a .ue si"nifi&a fe!i&idade no sentido espiritua!mente maduro. Em outras pa!a%ras* para e!es fe!i&idade si"nifi&a .ue &ertos deseHos seHam satisfeitos.ue de%o fa#erD< Mas %eHamos primeiro o .uerem re&onhe&er essa %erdade.uando isso for a!&ançado* a fe!i&idade se se"uir4. Os .ue a fe!i&idade tem .uietude.

uanto o seu am8iente humano6 não ser4 mais uma teoria* um mero &onhe&imento inte!e&tua!.ue ne&essariamente se e(perimenta depois .ue eu sou< O .ui e a"ora mesmo. E!e tam8ém pode ser denominado de retorno da auto3aliena ão.ue!es . O o8Heti%o é a perfeição.T+n&ia Bs pessoas ima"inam . >o&+ pode des&o8rir o . ada defeito não é nada mais e nada menos . O Ini&o modo de a!&ançar essa parte di%ina !4 dentro é pe!o &aminho =n"reme e estreito do autodesen%o!%imento.ua!.ue não &orrespondem ao . Para a.ue esse pro&esso seHa &omp!etamente efetuado* o pro8!ema e(terno não pode disso!%er2se automati&amente. Se %o&+ esti%er no &aminho &erto* &ontudo* e ti%er a.ue eu tenho moti%os por tr4s dessas açAes .ue!es . Pe!o a8andono de &ada imperfeição %o&+ rompe uma &adeia e assim torna2se mais !i%re e mais prL(imo da fe!i&idade.ue ponto se en&ontra.ue rea!mente si"nifi&am as minhas reaçAes S e não apenas os meus atos e pensamentos< Ser4 . aso isso esteHa fa!tando na sua %ida* %o&+ não est4 &omp!etamente no &aminho &erto* ou ainda não a!&ançou a !i8ertação . A 8ase para isso é &onhe&er2se a si mesmo` onhe&er2se a si mesmo é rea!mente dif=&i!* pois si"nifi&a en&arar muitas &ara&ter=sti&as pou&o !isonHeiras. O 7ni%erso inteiro est4 no interior de &ada pessoa6 &ada &riatura %i%a tem uma parte de $eus dentro de si.ue rea!mente se rea!i#am ha%er4 um &ontentamento profundo e &heio de pa#* se"urança e uma sensação de p!enitude.ue as outras pessoas a&reditem< Tenho sido honesto para &omi"o mesmo até a.ue a forma e(terna do &onf!ito interior no .ue est4 fa!tando na sua %ida< Na medida em . A ra#ão é .ue seHam e!iminadas as &ausas da sua infe!i&idade* . >o&+ não pode superar a. O Ini&o modo de a&har a fe!i&idade é en&ontrando $eus* e e!a pode ser a&hada a. Juanto mais %o&+ diri"e as &orrentes internas da a!ma para os &anais &orretos* mais as formas e(teriores &orrespondentes mudarão* de forma "radua! porém se"ura.ue são os seus defeitos S 8em &omo .ue#as* a maioria das pessoas i"nora uma 8oa parte de!as* e isso é um "rande o8st4&u!o* mesmo para a. >o&+ %i%er4 nesse mundo e sentir4 o seu efeito.uanto a%ançou nesse &aminho pe!a re%isão da sua %ida e dos seus pro8!emas.ue eu "osto . >o&+ é fe!i#< O . Meus ami"os* &om muita fre.ua! esse pro&esso possa ser desi"nado. Si"nifi&a uma 8us&a &ont=nua* infinitaG a . A impa&i+n&ia sL pode atrapa!har.ue as difi&u!dades ini&iais deste Pathwork são superadas.ue atin"iram uma &erta a!tura neste &aminho as&endente. E!e se tornar4 tão rea!* se não mais* .ue a infe!i&idade ou des&ontentamento e(ista na sua %ida* nessa mesma medida %o&+ não ter4 preen&hido o seu poten&ia!.ua! %o&+ est4 tra8a!hando a"ora não pode ser disso!%ida tão rapidamente. Nin"uém mais pode ou poderia responder a essa per"unta para %o&+.ue $eus est4 in&omensura%e!mente distante no 7ni%erso* e é imposs=%e! de se a!&ançar.ue as minhas açAes são apoiadas pe!os meus sentimentos* ou ser4 .ue o prende.ui!o . .ue %io!e uma !ei espiritua!.ue não &onhe&e.uer tend+n&ia .ui< Juais são os meus errosD< Em8ora a!"uns de %o&+s possam &onhe&er suas fra. Se esti%er no &aminho &erto* %o&+ %i%er4 e sentir4 a "rande rea!idade do Mundo de $eus na sua %ida di4ria.ue!e profundo sentimento de satisfação e rea!i#ação* e ainda assim e(istirem pro8!emas e(teriores na sua %ida* isso não de%e desen&oraH42!o. SL %o&+ sa8er4 a resposta* sL %o&+ sa8er4 em . C omoD<* %o&+ poderia per"untar.ue uma &orrente . Até .): %o&+ en&ontrou $eus S não importa o nome pe!o . Isso est4 !on"e de ser %erdade. A fe!i&idade é o destino de &ada indi%=duo* mas e!a é imposs=%e! de o8ter sem .

O amor de $eus est4 &om todos. E!e !hes trar4 fe!i&idade.)? >ou retira2me a"ora* di#endo a &ada um de %o&+s6 nenhum de %o&+s de%e Hamais sentir2se sL.uem em pa#* si"am este Pathwork. AP_T7LO 3 . Fi.

O Eu Inferior &onsiste não apenas nas fa!has &omuns e nas fra. Em8ora o pensamento &rie uma forma diferente da.uais tem tend+n&ias* deseHos e esforços do Eu Superior podem estar mes&!ados &om tend+n&ias do Eu Inferior. NLs podemos determinar muito 8em . >o&+ ser4 &apa# de sentir em sua prLpria %ida &om muita fa&i!idade* em si mesmo e nos outros* .uão es&ondido estB depende do desen%o!%imento "era! da pessoa.uer sem pa"ar o preço.ue tudo no esp=rito est4 em perpétuo mo%imento.ue o Eu Superior fi. As reaçAes emo&ionais* inte!e&tuais ou espirituais apare&em na aura dos respe&ti%os &orpos sutis.uais as formas2pensamento .ue no%amente !i%re de todas as &amadas e(ternas .ue ad. A aura do &orpo f=si&o mostra saIde ou doença f=si&a e todas as demais &ondiçAes do ser f=si&o. Assim passou a e(istir o Eu inferior.ui sa8em . ada &orpo suti!* de modo id+nti&o ao &orpo f=si&o* tem uma auraG a %i8ração e emanação da.ue e!e mesmo.ue!a de um sentimento* não o8stante am8os &riam formas muito definidas e su8stan&iais.uiriu. ada ser humano tem um Eu Superior ou &ente!ha di%ina.ue#as indi%iduais . Tais formas rea!mente e(istem no esp=rito. O Eu Superior &er&ou2se !enta e "radua!mente de %arias &amadas de matéria mais densa .uer &onse"uir o .ue possuem não apenas um &orpo f=si&o* mas tam8ém %4rios &orpos sutis* &ada um representando a!"o diferente* os seus pensamentos t+m formas espirituais definidas e tais formas são &riadas não apenas por pensamentos* mas tam8ém por sentimento* uma %e# .ue pro%+m do Eu Superior e . O .uais tem ori"ens de Eu Inferior.T+n&ia de %i8ração* pois* .uanto outras partes &ontinuam o&u!tas.ue &ertas partes do Eu Superior H4 se en&ontram !i%res* en.uanto mais e!e%ado o desen%o!%imento espiritua!* mais r4pida e a %i8ração.ue %ariam de pessoa para pessoa* mas tam8ém na i"nor\n&ia e na %io!+n&ia.ue me é permitido fa!ar2!hes* meus ami"os. Todos a. Todas e!as !utam e se modifi&am* uma %e# .ue . O o8Heti%o do desen%o!%imento espiritua! e e!iminar o Eu Inferior de forma . E e!e o mais refinado e mais radiante dos &orpos sutis* &om a a!ta fre.ue!e &orpo. E!e odeia mudar e dominar2se a si mesmo6 e!e tem uma %ontade muito forte .ue nem sempre pode manifestar2se e(ternamente e .). Todas essas &ara&ter=sti&as são "era!mente parte do Eu Inferior* independentemente de outros defeitos indi%iduais.uanto o &orpo f=si&o* porbm infinitamente mais densa . Podemos tam8ém determinar .ue um sentimento é na %erdade um Cpensamento não pensadoD* não tornado ainda &ons&iente. . ] '$ S$P'5I/5( '$ I06'5I/5 ' 27SCA5A A8ençoada é esta hora em .uanto esta !i%re ou en&o8erto e o . c muito or"u!hoso e e"o=sta e sempre tem muita %aidade pessoa!.

uerer a!"o e"o=sta* mas por não .uadro diferente de persona!idade para o mundo &om o fim de e%itar &ertas difi&u!dades* &oisas desa"rad4%eis ou des%anta"ens de todos os tipos.ue %o&+ sL pode %en&er a. Ta! pessoa b não apenas e"o=sta no seu intimo* por uma &on%i&ção interior* mas e tam8ém fa!sa para &om sua nature#a* %io!ando a sua rea!idade e %i%endo uma mentira.ue isso e e"o=smo* e!a &omeça a ra&iona!i#ar ta! deseHo e a en"anar2se a si mesma.ue tem tota! &ons&i+n&ia.Tentemente a"e &omo se H4 não fosse e"o=sta. 8ei9ando de en:anar a -i me-mo .ue nin"uém deseHa.ue pode entrar em &onf!ito &om o seu am8iente &edendo aos deseHos do Eu Inferior6 não o8stante* %o&+ pode não estar pronto para pa"ar o preço de e!iminar o Eu Inferior.ue!a do Eu Inferior. Essa MBs&ara b &riada da se"uinte maneiraG %o&+ re&onhe&e .ue torna o seu possuidor emo&iona!mente enfermo. Ao mesmo tempo em .ua! eu poderia denominar a MBs&ara.ue b a&onse!h4%e! . Mas e!a o b* na %erdade* e sente o seu e"o=smo.)9 Juando mensa"ens do Eu Superior são &ontaminadas por moti%os do Eu Inferior &ria2se uma desordem na a!ma . Mas se isso não foi ainda o8tido* pe!o menos não se de%a en"anar a si mesmo.ue seHa impiedosa em re!ação a um deseHo e"o=sta.ue a pessoa da a!"o* e!a pode odiar a idéia de fa#+2!o.ui!o de .uada torna2se um ato de &ompu!são ne&ess4ria* e não uma !i%re es&o!ha.ue &edendo a esse deseHo e!a ser4 reHeitada ou perdera a afeição dos outros* um resu!tado . Eu não estou de modo a!"um su"erindo . E(iste outra &amada . Em !u"ar de superar o e"o=smo pe!o !ento pro&esso de desen%o!%imento* ta! pessoa fre. >o!tarei ao e(emp!o a&ima.ue se &eda B nature#a inferior6 de%e2se antes !utar por es&!are&imento e fa#er2se um esforço de desen%o!%imento para purifi&ar os sentimentos e os deseHos. A mente su8&ons&iente sente .ue se poderia &hamar de uma farsa6 e!a b irrea!. Podemos %er esse tipo &omum de en"ano nos seres humanos por. Muitas pessoas não . A sua &on&essão B opinião pu8!i&a e a sua "enerosidade são apenas uma farsa* não &orrespondendo a8so!utamente aos seus reais sentimentos.ue e ne&ess4rio apresentar um .uando nada* uma %isão &!ara e %erdadeira da dis&rep\n&ia e(istente entre seus sentimentos e suas açAes.uerer admitir interiormente .ue en&ar42!o &omo e!e rea!mente b* &om todos os seus moti%os e impu!sos* uma %e# .uerem pensar nisso profundamente6 em !u"ar disso e!as rea"em emo&iona!mente sem pensarem &omo os seus Eus Inferiores podem estar en%o!%idos na suas reaçAes. Não e dif=&i! para nin"uém* mesmo da mais !imitada inte!i"+n&ia* per&e8er . O Eu Inferior ordena B pessoa .ue não tem nada a %er &om rea!idade* nem &om a do Eu Superior nem &om a rea!idade tempor4ria do Eu Inferior.ue não foram purifi&ados* e portanto essa pessoa enfrenta uma "uerra interior. $esse modo* MBs&ara a!"uma pode formar2se. Essa MBs&ara superposta b o . Por e(emp!o* uma pessoa pode .ue a forma de Eu Superior tem um &ar4ter tota!mente diferente da. 7ma 8ondade imposta &omo essa não tem %a!or. Assim as pessoas &riam uma no%a &amada do eu .ue* infe!i#mente* ainda não e sufi&ientemente re&onhe&ida entre os seres humanos em todo o seu si"nifi&ado* a . A pessoa de%e ter* . Isso si"nifi&aria* antes de tudo* ter . Isso si"nifi&a tomar o &aminho estreito* o &aminho espiritua!. Em outras pa!a%ras* a ação &orreta* neste &aso* &are&e inteiramente do suporte dos sentimentos inferiores* . A ação ade.

ue esse Eu Inferior não é o CEuD fina! ou %erdadeiro.ue a pessoa não tem &ons&i+n&ia de!as. Ser4 mais f4&i! para %o&+ en&arar2se dessa maneira . omo &onse.ue todos %o&+s treinem o seu o!ho interior para %er a si mesmos e aos outros seres humanos desse ponto de %ista.ue nada tem a %er &om o seu %erdadeiro ser.ue estão %i%endo uma mentira* tendo &onstru=do uma &amada de irrea!idade . Mentir para si mesmo e não pensar se.)0 ontudo* o mais fre. Tenha &ons&i+n&ia de .ue resta então para ser feito é penetrar tam8ém as &amadas in&ons&ientes da persona!idade &om essas %erdades* de forma .T+n&ia* e!as não estão sendo fiéis B sua persona!idade rea!. Se %o&+ . O e(emp!o do e"o=smo b apenas um &aso6 e(istem muitos outros traços e tend+n&ias .uestAesG "ual o meu verdadeiro Eu+ 4 que é meu Eu <nferior+ 4nde pode e!istir uma . Não se i!uda &aso ainda aHa se"undo a ne&essidade de prote"er2se e não em ra#ão de uma %isão es&!are&ida e de uma &on%i&ção =ntima.ue* de um modo ou de outro* foi &riada uma M4s&ara.ue essa pessoa tente &rer no seu prLprio a!tru=smo e* desse modo* i!uda2se a si mesma em re!ação aos seus %erdadeiros sentimentos e moti%os* o&u!tando2os e se re&usando a %+2!os.Tente b .uer tri!har esse &aminho e o8ter a &ura das suas enfermidades emo&ionais* é importante .ui.uando %isua!i#ar os tr+s CeusD . >o&+ tem .uado* mas não é. O .ue e(iste em &ada ser humano* mas tam8ém sa8er .ue sofrem o mesmo pro&esso* meus ami"os.ue toda a resist+n&ia seHa superada. E!as não per&e8em .ue!e aspe&to.ue %o&+* no de%ido tempo* %ai a!&ançar. omo eu H4 disse* ser %erdadeiro para &onsi"o mesmo não . A!"uma per"unta so8re este tema* meus ami"os< .ue en&arar o Eu Inferior .ue seus sentimentos ainda não foram purifi&ados neste ou na.ue dis&uto a. Para en&arar o Eu Inferior %o&+ de%e* a todo &usto* demo!ir a M4s&ara. O Eu Superior* . Juando as pessoas se en&ontram emo&iona!mente enfermas isso é sempre um sina! de .ue as emoçAes o dominem pode Bs %e#es pare&er ade. A pessoa . Juanto mais se tornarem espiritua!mente despertos* mais f4&i! ser4 para %o&+s per&e8erem a si mesmos e aos outros &om e(atidão.uando per&e8er . uma falsidade+ E importante .uão a"rad4%e! e!as possam pare&er. >o&+ pode %ir a fa#+2!o .6scara.uer di#er .ue é perfeição* esperando para &res&er e u!trapassar essas &amadas de imperfeição* é o %erdadeiro E7. E para a!&anç42!o é pre&iso* em primeiro !u"ar* pMr2se fa&e a fa&e &om o Eu Inferior* a sua rea!idade tempor4ria* em !u"ar de en&o8ri2!o* pois isso &o!o&a uma dist\n&ia ainda maior entre o %o&+ e a rea!idade a8so!uta* ou seHa* o seu prLprio Eu Superior.ue rea!mente %i%a em p!enitude esta %ida presente e esteHa em harmonia &om $eus e* assim* &om o seu Eu interior* pre&isa a&har a resposta* de uma %e# por todas* para as se"uintes . ApLs a!"um tempo a rai# ma!sã aprofunda2se no su8&ons&iente* onde %ai fermentar e &riar formas .ue %o&+ de%a &eder ao seu Eu Inferior* mas sim .ue .uer ter fe!i&idade* saIde e pa# interior* para .uer as prLprias emoçAes e %erdadeiros moti%os* mas apenas permitir* sem pensar* .ue a sua intuição tenha despertado por meio do seu desen%o!%imento espiritua! pessoa!* %o&+s sentirão uma &!ara diferença entre a M4s&ara e o Eu Superior6 sentirão a desa"rad4%e! manifestação da M4s&ara* prin&ipa!mente das suas prLprias* não importa o .ue de%e ter &ons&i+n&ia de!e.ue so8 as &amadas do Eu Inferior %i%e o seu Eu Superior* a sua rea!idade I!tima e a8so!uta* . Assim %o&+ tem uma 8oa 8ase para &omeçar. Juando entrarem em &ontato &om o Eu Superior* uma %e# .ue &ompreenda tudo isso.ue pro%o&arão seus efeitos e .ue não podem ser e!iminadas* posto .

uer pensar em sua enfermidade primeiro* mas nas ra=#es do pro8!ema. >o&+ o fa# pe!o amor ao $eus .ue $eus est4 presente dentro de todos %o&+s.ue ser &onfrontado e &omp!etamente e(p!orado.ue !he são mais %is=%eis ou not4%eis* %o&+ re&e8er4 aHuda e orientação para a !uta &ontra o Eu Inferior* uma %e# . Assim* %o&+ não de%e se.)1 PE'/7NTAG omo é poss=%e! desfa#er o . Se o seu Eu Inferior &riou uma doença* e!a tem .ue o !e%aram ao desen%o!%imento tornam2se &ada %e# mais puros.ue &riou a enfermidade.ue ser a&eita antes de tudo.ue e(iste em %o&+ e não para e%itar um ma!2estar.ui!o .ue os seus moti%os seHam puros* a doença não ter4 import\n&ia do estado da sua a!ma. Essa !ei tem a %er &om o a8andono do e"o .ue nin"uém pode fa#+2!o so#inho. A força espiritua! &res&e B medida .uer . AP_T7LO : . Na medida em . En.ue !he di# respeito perdem import\n&ia* %o&+ ter4 se"uido uma !ei espiritua! muito importante. A sua %isão %ai amp!iar2se* %o&+ re&e8er4 es&!are&imento e os seus sintomas e pro8!emas %ão "radua!mente desapare&er.T+n&ias primeiro.ue des&u8ra o seu Eu Inferior e a8andone todas as m4s&aras e todas as &amadas superpostas* %o&+ &omeçara a tra8a!har &om esse seus diferentes aspe&tos.uanto rea!i#a tudo isso* e o8tém dom=nio so8re o seu Eu Inferior* %o&+ aprende a %erdadeira honestidade para &onsi"o mesmo e os moti%os . A sua saIde espiritua! ser4 "radua!mente restaurada. Isso se fa# atra%és da ati%idade di4ria de auto2o8ser%ação* testando2se a si mesmo* o8ser%ando uma e outra %e# o . En. E &om isso* meus ami"os* eu os dei(arei.ue o e"o e o &onforto de tudo o .ue o seu Eu Inferior manifestou so8 a forma de enfermidade f=si&a< 'ESPOSTAG Para &omeçar* %o&+ não de%e tentar e!iminar as &onse. O Eu Inferior tem . >o&+ de%e des&o8rir as ra=#es ou a parte do seu Eu Inferior . >ão em pa#6 sai8am .ue é pre&iso muita determinação e força interior para purifi&ar sufi&ientemente os moti%os em primeiro !u"ar* mas esse é o fundamento ne&ess4rio. Isso ser4 o Ini&o su&esso permanente. E %erdade . Se %o&+ rea!mente deseHa purifi&ar2se e não simp!esmente %er2 se !i%re de &onse.ue e!as seHam.uanto fa# isso* %o&+ est4 ao mesmo tempo aprendendo muitas outras &oisas. SL ao fa#+2!o %o&+ "anhar4 a sua %ida. Portanto* &ome&e por enfrentar o seu Eu Inferior &om &ora"em* otimismo* humi!dade e &om esp=rito de des&o8erta.ue ser purifi&ação e a perfeição por si mesmas.ue %o&+ .ue %o&+ aprende a ser a8so!utamente honesto &onsi"o mesmo . Seu o8Heti%o tem .T+n&ias desa"rad4%eis .uanto as suas &orrentes internas ainda se des%iam da. 7ma %e# . 7ma %e# .ue Kesus ensinou.

I<' $2A ='58A8'I5A 2$8A03A 8' S'0. Tratem as minhas pa!a%ras &omo uma meditação.ue as pessoas tendem a en"anar2se a si mesmas a&er&a de . >o&+s fo"em de!a* em8ora os seus sintomas e sinais esteHam 8em de8ai(o do nari# de %o&+s.ua! e(iste para esse mesmo propLsito. Tampou&o %o&+ é &apa# de forçar2se a ter amor no &oração ou a ter %erdadeira fé em $eus. Não importa . Prometi ini&iar esse &urso para &ada um de %o&+s possa en&ontrar o seu &aminho aprendendo &omo se"ui2!o* onde &omeçar e o .uer di#er . SL então e!es serão %erdadeiramente 8enéfi&os para %o&+s.ue trata o PathworkG da mudança de sentimentos. >o&+s de%em reter estas pa!a%ras e não apenas !+2 !as uma %e#* pois isso pode não ser o 8astante. Para &omeçar* sa8er tudo isso e ser &apa# de a"ir de a&ordo são duas &oisas 8em diferentes. Modifi&ar os seus sentimentos e(i"e o !ento pro&esso de autodesen%o!%imento e auto2&onhe&imento.ue todos %o&+s sa8em . Em primeiro !u"ar* meus ami"os* %o&+s não poderão mudar nada en. >o&+s de%em meditar so8re estes ensinamentos de forma .ue tem esse propLsito pode en&ontrar pa# na sua a!ma.ue e(iste.ue . Mas isso não .ue est4 na rea!i#ação desse tra8a!ho. Isso* porém* não é o sufi&iente.I2'0.)5 ] 5'A.ue . Eu não fa!o apenas da mente su8&ons&iente* . O .uão dif=&i! a %ida possa ser Bs %e#es6 apenas a. >o&+ pode &onstatar .uem rea!mente são.ue di"a respeito Bs emoçAes não depende das suas açAes diretas ou mesmo dos seus pensamentos.ue!e .ue este &onhe&imento possa um dia &res&er do n=%e! superfi&ia! e inte!e&tua! para atin"ir as mais profundas re"iAes do seu ser. >o&+ pode ser &apa# de* %o!untariamente* impedir2se de &ometer um &rime* mas não pode de maneira a!"uma o8ri"ar2se a nun&a sentir %ontade de ferir a!"uém.ue a sua fé e a sua &apa&idade de amar seHam reais S e é disso . >o&+ pode a"ir de forma "enti! para &om uma ou outra pessoa* mas não pode o8ri"ar2se a ter sentimentos "entis.ue %erdadeiramente e(iste em %o&+s.uestão` E por a= . Entre a mente &ons&iente e a su8&ons&iente e(iste outra &amada ./S Tra"o 8+nçãos para todos %o&+s* meus ami"os a essa a!tura %o&+s H4 terão entendido uma &oisa &!aramenteG a ne&essidade de autodesen%o!%imento neste p!ano terrestre* o . Todos sa8em .ue é importante ser uma pessoa 8oa* não &ometer os assim &hamados pe&ados* dar amor* ter fé e ser "enti! para &om os outros. Superfi&ia!mente* %o&+ pode ser &apa# de se &on%en&er disso.uerem &ontinuar assim.ue não tem 8astante fé* mas aper&e8er2se disso e tentar o8ri"ar2se a t+2!a* di#endo a si mesmo CEu tenho féD* não %ai !e%42!o nem um passo mais perto de!a6 muito pe!o &ontr4rio.uer .ue est4 muito prL(ima da mente &ons&iente6 no entanto* %o&+s &ontinuam a!heios B sua e(ist+n&ia por.ue de%emos &omeçar* é a= . A"ora* &omo pro&eder para mudar os seus sentimentos mais profundos< Eis a . . A maior difi&u!dade neste Pathwork é .uanto não sou8erem o .ue eu tenho de mostrar2!he o &aminho.

ue não tenha tido pe!o menos uma per&epção a&er&a de uma tend+n&ia interior* tornando2se &ons&iente da rea!idade.ue . Mas é a i"nor\n&ia do Eu Inferior .ue proferi so8re o Eu Superior* o Eu Inferior e a M4s&ara. Nenhum sistema .uer &oisa .ue assim e!iminam o .ue a perfeição pode ser atin"ida des%iando o o!har das suas imperfeiçAes e des&onsiderando2as.ui!o .ue a&a8ei de des&re%er %io!a uma dessas !eisG a !ei do enfretamento da %ida.ue somente .ue sempre .ua!idades podem ser par&ia!mente inf!uen&iadas por um defeito in&ons&iente ou por uma &orrente interna errada.ue tem &ertas opiniAes* "ostos ou idiossin&rasias6 mesmo as suas 8oas .ui en"anado a si mesmo t+m . 'ncare a %ida Men&ionei as %4rias !eis espirituais . ontudo* mesmo des%iem o o!har da sua prLpria rea!idade interior* e!a e(iste.ue um ser humano pode &ometer* pois &ausa infinitamente mais pro8!emas* mais pertur8açAes e mais &onf!itos interno e e(ternos .uer di#er separar* &ompreender e reor"ani#ar em entendimento &ons&iente todas essas %4rias tend+n&ias* purifi&ando assim as 8oas tend+n&ias 84si&as de todas as m4s&aras destinadas a en"anar a si mesmo e de inf!u+n&ias 84si&as de todas as m4s&aras destinadas a en"anar a si mesmo e de inf!u+n&ias &ausadas por fra.ue %o&+ pense . O Eu Inferior .ue possuem.ue fa# &om .ue não &onhe&em não e(iste.ue não são as mesmas .ue a&a8ei de e(por é parte da M4s&ara. Pode ser .uer estar em uma a!ta posição tam8ém* mas por outras ra#Aes . E tam8ém o Eu Inferior .ui%o&ada* .ua!.ue estão sendo &onstantemente %io!adas por seres humanos. Mas a fu"a ou a ne"ação é o maior en"ano .ue ser &ompreendidas !e%ando2se em &onta as inf!u+n&ias e &one(Aes .uer tido tão &onfort4%e!.uero ser perfeito. 'e!em8rem a pa!estra .ue seHam per&e8idos.ue pensam* de maneira e. Não o8stante* em muitas outras 4reas e sua mente &ons&iente ainda fo"e do enfrentamento da %erdade interior.ue#as de &ar4ter. Todos %o&+s estão in&ons&ientemente en%o!%idos nesse pro&esso danoso o tempo todo* em8ora a!"uns dentre %o&+s possam ter o8tido uma &erta dose de auto&onhe&imento.ue é errado fa#er ou pensar ou sentir &ertas &oisas. E!a pode ser a rea!idade de suas %idas e um est4"io do seu desen%o!%imento.ue %o&+s &onheçam em suas mentes &ons&ientes. As tend+n&ias so8re as . O seu Eu Superior 8us&a a%ançar por amor a $eus* por meio do re&onhe&imento e da i!uminação* e est4 &ons&iente de .3As pessoas fo"em dessa &ons&i+n&ia por.ue tente ensinar meios de sa!tar por so8re esse o8st4&u!o pode Hamais ser 8em2su&edido* pois a 8us&a de tais ata!hos tam8ém %io!a uma !ei espiritua!. >o&+ pode até &onhe&er as suas defi&i+n&ias* mas &om &erte#a não &onhe&e todos os seus %erdadeiros moti%os.ue re&onhe&em ser errado. Eu sei .ue essa é a %ontade de $eusD.ue a. E a sua rea!idade a"ora. O Eu Superior em %o&+ di#* CEu .ue pro%enha apenas do Eu Superior ou do Eu Inferior* por. En&arar a rea!idade da %ida si"nifi&a ser &apa# de en&arar a si mesmo assim &omo %o&+ é* &om todas as suas imperfeiçAes.uais %o&+ tem até a. O . O pro&esso . Todos %o&+s sa8em . Não h4 nada na a!ma humana . Se essas &oisas ainda e(istem no seu Eu Inferior %o&+s se %o!tam para o outro !ado* pensando . Se %o&+ não en&arar a %ida em primeiro !u"ar* nun&a poder4 e%o!uir.ue tudo &onstantemente se mistura* purifi&ar . Não h4 nem um entre %o&+s .ue as do Eu Superior.ue %o&+s não pensem nisso e(atamente nesses termos* mas sentimentos desse tipo se passam dentro de %o&+s sem . >o&+ não &ompreende por .

ue %o&+ poder4 ser rea!mente &apa# de amar as outras &riaturas humanas.ue* se e!es pare&em desapare&er por um tempo* isso ser4 um sina! de su&esso. Se %o&+ o per&e8er* não se sentira desen&oraHado .uando se !e%a Bs pessoas pensar . Assim o primeiro passo* meus ami"os* na sua de&isão de tri!har o Pathwork de autodesen%o!%imento e purifi&ação b ser &!aro a respeito disso.ue se refere Bs &oisas in&omodas. Eu estou de&!arando um fato* e uma das e(i"+n&ias 84si&as para o seu Pathwork é .ue* se"uindo &ertas re"ras de ensinamentos metaf=si&os* seus pro8!emas &essarão por &omp!eto* ou . Juando eu di"o C&ons&iente de si mesmoD eu .ue são diretamente respons4%eis pe!os seus &onf!itos. Então* muito "radua!mente* os tempos de pro%a diminuirão em impa&to e fre.ue %o&+ ti%er &ompreendido &omp!etamente a sua estrutura interna e reor"ani#ando as suas &orrentes interiores.ue o Eu Inferior b pre"uiçoso e nun&a .ue %o&+ en&are de .ui est4 um e(emp!o em .uando esti%er entretido nesta primeira metade do tra8a!ho* .ue a harmonia &res&e na sua a!ma e %o&+ rea!mente assume o &ontro!e de si mesmo e torna2se &ons&iente de . O Eu Superior e o Inferior* . Pro&ure a&eitar o fato de . ausa2se um "rande ma! . 7ma %e# .ue ta!%e# o dei(em &ho&ado. Todos %o&+s* sem e(&eção* sentem isso.ue am8os.ue os tempos de pro%ação não &essarão tão r4pido . A outra b .ue %o&+ poder4 ir em frente e mudar a impure#a dos seus moti%os. $ma >u-ca completa le%a tempo Se"uir este Pathwork não si"nifi&a um &onstante e sua%e aperfeiçoamento de si mesmo e de suas &ondiçAes de %ida.uer tra8a!har.ue %o&+ a&eite a rea!idade de muitas tend+n&ias ne"ati%as .uando &omeçar a re&onhe&er essas tend+n&ias em si.ue tenha &onse"uido a!"umas %itLrias so8re si mesmo %o&+ per&e8era inte"ra!mente essa %erdade* mas isso e(i"ira muito tempo e anos de tra8a!ho. >o&+ sL pode atin"ir a perfeição atra%essando as suas imperfeiçAes* e não &ontornando2as.ue %o&+ poder4 a&har aspe&tos de si mesmo . c pre&iso .uer tra8a!ho* espe&ia!mente no . 7ma das ra#oes b . Apenas a partir dessa premissa é . A Ini&a diferença é .3) . A.ue o &aminho b !on"o e .ue se"uir Pathwork de purifi&ação diminuir4 os seus pro8!emas ou pertur8açAes b imaturo e infanti!. EsteHa pronto para enfrent42!os no meio do &aminho* em %e# de es&onder2 se e fu"ir de!es.ue re&onhe&er2se imperfeito b desa"rad4%e!.T+n&ia* B medida . Mas o seu Eu Inferior . Não se sinta &omo se eu o &u!passe* nem &u!pe a si mesmo . >o&+ tam8ém de%e re&onhe&er ra#oes pe!as .uando for perfeito é .uerem a mesma &oisa* mas os seus moti%os são &omp!etamente diferentes. No entanto* enfrentar o .uanto %o&+ "ostaria. $essa maneira %o&+ disso!%era ima"ens interiores .ue %o&+ H4 o tenha superado Medite so8re o fato de . Ima"inar .ue esta em %o&+ re.ue uma pessoa .ue e indispens4%e!.uem b.uero di#er ter &onhe&imento &omp!eto e a8so!uto do seu Eu Inferior* o Jue não si"nifi&a .ue %o&+ separe esses moti%os e re&onheça as suas %o#es.uais o seu Eu Inferior o de%ia do enfrentamento de si mesmo. ertamente os seus pro8!emas e(teriores e interiores diminuirão e fina!mente desapare&erão* mas somente apLs um !on"o tempo* depois .ue * assim &omo %o&+ passou por testes antes mesmo de &omeçar neste Pathwork* e!es &ontinuarão a %ir para %o&+ durante muito tempo ainda.ue ainda e(istem em %o&+.ue est4 em um &aminho &omo este ir4* depois .uer ser perfeito para o8ter mais satisfação do E"o e para Cse sentir por &imaD* para se admirado. Isso tam8ém seria &omp!etamente irrea!. E de e(trema import\n&ia para purifi&ação da sua persona!idade e em nome de uma a!ma sadia e harmoniosa .

ua! possa o8ter a fe!i&idade . O preço éG nada de autopiedade* nada de i!usAes a respeito de si mesmo* rompimento tota! em re!ação ao pe.ue in. 7ma !ição parti&u!ar para aprender a&er&a de si mesmo est4 &ontida em &ada per=odo dif=&i! e em &ada re%és.ue %o&+ tenha aprendido a !ição.uestiona%e!mente preferissem ou%=2!as. E o &onse!ho * para &omeçar* éG medite so8re as pa!a%ras .ue e(iste um preço* mas . O preço . A.ue 8enção isso é` / preço do cre-cimento e-piritual ? alto Outro pensamento para meditaçãoG en. Se eu !hes dissesse tais &oisas %o&+s teriam 8oas ra#Aes para terem suspeitas e dI%idas* mesmo .ue &omeçar. E!es podem parar apLs a!"um tempo* mas %o!tarão da mesma forma* ou de maneira seme!hante* ate . Somente apLs um tempo &onsider4%e! é .ue isso é produto de uma %isão &urta6 se %o&+ est4 &ansado ou fra&o é por.ue!es .uer um pa!4&io pe!o preço de um 8arra&o S e* Bs %e#es* até de "raça. Eu não posso prometer2!hes as pre&iosas d4di%as dos &éus na terra se %o&+s simp!esmente prati&am a!"uns e(er&=&ios de pre&e.uanto %o&+ tri!ha este Pathwork* de%e tam8ém preparar2se para perse%erar em outras das !eis espirituais* .uado. No n=%e! materia! %o&+ não tem nenhum &onf!ito &om essa %erdade* mas no n=%e! emo&iona!* psi&o!L"i&o e espiritua! %o&+ &onstantemente . Eu sL posso di#er .ue &ada teste e &ada tempo de pesar si"nifi&am a!"o muito parti&u!ar.ue %o&+ ti%er &ompreendido o si"nifi&ado desses per=odos* essa forma parti&u!ar de testes terminara. >o&+ não espera en&ontrar um pa!4&io pe!o preço de uma &houpana.ui6 &onsidere .ue %o&+ pa"a por este Pathwork de desen%o!%imento sem dI%ida é a!to* mas não e(iste a8so!utamente outro meio* na terra ou no &éu* de o8ter harmonia* amor* fe!i&idade e &omp!eta se"urança interior.33 de a!"um tra8a!ho 8em2su&edido* &ompreender . Sai8a .ue di# .ue !hes transmito a.uanto %o&+ não o ti%er entendido* os testes &ontinuarão.ue uma pessoa auto2indu!"ente "osta de ou%ir.ue e!e %a!e a pena` Juando %o&+ est4 para &omprar uma &asa e .ua! b a !ição.uer .ue %o&+ de%e esperar.ue!as . O . Eu sei .ue tente e%itar isso pa"ar4 no fim um preço muito maior.ua! de%e ser o preço e o .ue a sua mente estar4 treinada neste sentido de forma . Não e(iste um método f4&i! nem uma fLrmu!a m4"i&a pe!a .uer uma !inda mansão* %o&+ se &onforma em pa"ar o preço ade.ue %o&+ des&o8rir4 &ada %e# mais r4pido . Juem .ue si"nifi&a &ompreender a mensa"em de uma difi&u!dade espe&ifi&a* entender %erdadeiramente o seu nI&!eo* per&e8erão .uitar a fatura.ue %o&+ re&e8er4 por esse preço é na rea!idade &em %e#es mais %a!ioso* mas não espere %er a re&ompensa assim .ue suas forças internas se e(aurem tra8a!hando nos &anais errados* de ta! forma .uando se apro(ima deste Pathwork &om o!hos apenas semi2a8ertos. ada um de %o&+s tem a oportunidade de des&o8rir por si mesmo* e(perimentando e se"uindo o meu &onse!ho. No momento em . Então de&ida2se. O .ue e(perimentam o . En. Muitas pessoas não o fa#em de maneira per&ept=%e!* mas psi&o!o"i&amente todos %o&+s estão a fa#+2!o* parti&u!armente . >o&+s est4 disposto a se"uir este Pathwork< Oh`* %o&+ pode di#er* Ceu estou muito &ansadoD.ue !hes ofereço é rea! e %erdadeiro.ue as minhas pa!a%ras não são a.ue todos %o&+s 8us&am. ada pessoa esta fa#endo isso &onstantemente* de uma forma ou de outra6 a!"umas de maneira mais L8%ia6 outras* de modo mais suti! e se&reto. Juando eu di"o C&omeçarD eu me refiro a um per=odo de pe!o menos dois anos de tra8a!ho* e fa!ando sim8o!i&amente* primeiro %o&+ ter4 de .ue e(iste um preço a ser pa"o por tudo.ueno e"o* tempo* esforço* pa&i+n&ia* perse%erança e &ora"em.

ue %o&+ ter4 a força para enfrentar as difi&u!dades e &arre"ar a sua &ru# de maneira &erta* sa8endo o por.ue esteHa na superf=&ie. A %ida ser4 8e!a para %o&+ em toda sua rea!idade.ue depois de um &erto tempo no Pathwork %o&+ apro%eitar4 a %ida apesar das difi&u!dades* antes mesmo .uista do seu Eu Inferior.uão tarde %o&+ ima"ine .ue a.uer .ua!idades aparentes* 8em &omo .ue nun&a foi &apa#.tipo. Ao fa#+2!o* %o&+ !i8ertaria em si mesmo uma mara%i!hosa força %ita! e uma &ente!ha .ua! %o&+ não tem &ons&i+n&ia por. Toda%ia* eu posso prometer .uo . Portanto eu !hes di"o em %erdade* não adiem esse tra8a!ho.uer o&orr+n&ia . Suponhamos .Tentemente se a!ternam S é !idar &om a.ue ne&essita.ue o sai8a* %o&+ é &onstantemente dominado por seu su8&ons&iente6 é poss=%e! des&o8rir* de modo !ento mas se"uro* o . Se %o&+ ao menos &omeçasse sem desanimar !o"o &om os primeiros esforços* %o&+ fina!mente &onse"uiria pMr essa &orrente interna no seu de%ido !u"ar.ue . Não pense .ue não !he podem ser diretamente forçadas a rea"ir aos seus deseHos.ue o seu &ansaço desapare&er4 e .uando fa!o em rea!i#ação* eu . Eu posso prometer . A prL(ima fase S e essas fases fre.ue não tem efeito so8re %o&+.ue hou%er preen&hido &ertas &ondiçAes fundamentais* %o&+ não fi&ar4 mais deprimido &om sua %ida e &om suas difi&u!dades.ui!o .ue e!as tenham efeti%amente &omeçado a desapare&er. Eu posso prometer .u+ e . O mundo da emoção sL pode mudar atra%és do &res&imento or"\ni&o* não por pressão e ação %o!unt4ria* e(&eto de forma indireta. $istin"a as tend+n&ias .ue estão !i"adas Bs suas emoçAes e . >o&+ passar4 a sa8orear a %ida de uma maneira . Não posso prometer .ue %o&+ des&u8ra .ue todos os seus pro8!emas desapare&erão* pois e!es são uma parte ne&ess4ria do seu &aminho* !o"o de in=&io* um desafio &om o . E . Não importa o .ue eu !hes mostrarei. d medida .ue %o&+ &ompreende a si mesmo e &omeça a pMr ordem na sua a!ma* essa força %i8rante da %ida &omeça a preen&h+2!o. Apenas se"uindo um &aminho diri"ido para o seu interior é .ue .ue %o&+ não perten&e diretamente ao seu su8&ons&iente* mas da . Sua maior difi&u!dade e a &oisa .ue ne!e est4 &ontido* pe!o menos até &erto ponto.ua!.ue e!as não &onse"uem reno%ar2se or"ani&amente* &omo a&onte&e numa a!ma em perfeito estado. .ue estão diretamente re!a&ionadas B sua %ontade &ons&iente e .ue o mais enfra.ui outro pensamento* meus ami"os* para essa de&isão ini&ia! .uanto tentar diretamente.ue !he a&onte&e.ue seHa* nun&a é tarde demais. >o&+ %ai des&o8rir tam8ém outras . A ter&eira &amada* i"ua!mente importante* é a mente su8&ons&iente. A!ém disso* eu posso prometer .ue 8em no fundo %o&+ não tem amor ou fé.ua! %o&+ pode aprender se o enfrentar &omo de%e. 7m é o &omportamento e(terior* o re&onhe&imento das suas fa!tas e . Sem .ua! o sentido de tudo isso.uero di#er a &on. >o&+ não pode se forçar a ter fé ou amor* não importa o .de tra>alho Eis a.ue!a &amada em . O .ue %o&+ estar4 %i8rantemente %i%o* primeiro a inter%a!os e depois de modo mais &onsistente. Esta &amada tem de ser tratada de maneira diferente* .ue* depois .ue %o&+ des&o8rir46 e somente isso !he dar4 a força de .ue est4 no su8&ons&iente é tão !on"=n.ue %o&+ &onsi"a nesta terra ter4 um %a!or eterno. Porém o .r).3: .ue %o&+ tem de a8ordar &om o!hos a8ertosG distin"a os tr+s tipos de tra8a!ho en%o!%idos na sua purifi&ação.ue&e na sua %ida* é o fato de %o&+ não poder %er a ra#ão de nada .ue transformaria por &omp!eto sua %ida.ue portanto são diretamente &ontro!adas atra%és de um ato %o!iti%o.ue est4 de!i8eradamente fu"indo de!a.

E!e simp!esmente tentar4 ape"ar2se a &orrentes espirituais indi%iduais.ue e(ista em %o&+ .uando ou%ir esses prete(tos e des&u!pas o&u!tos.uando o Eu Inferior tentar o8struir o seu &aminho por outros meios. >o&+ ter4 aprendido tam8ém até &erto ponto o pro&esso de des&o8rir as suas m4s&aras e moti%os errados* o . aso as sua emoçAes &ome&em a mudar depois de a!"uns pou&os anos* isso pode ser &onsiderado um su&esso mara%i!hoso. Não ponha apenas de !ado as des&u!pas artifi&iais. E!e est4 a"ora por ser tra8a!hado* mas não é o seu %erdadeiro eu. Muitos de %o&+s t+m medo do . O Eu Inferior é imaturo e i"norante S sua nature#a é de defeitos e distorçAes. Porém mesmo onde e!e não pode manifestar2se por estar profundamente es&ondido por tr4s do Eu Inferior* o seu Eu Superior ainda assim e(iste em sua radiante perfeição.ue .ue &ho&ado .ue possa %ir do seu Eu Inferior.ue est4 par&ia!mente !i%re* H4 se manifesta atra%és das suas 8oas . O seu Eu Superior* .ue !he fa!tam esses atri8utos.ue %ai de&idir .ue %o&+ fi&a .ue penetre no Eu Inferior< Assim* não tenha medo6 não fi. Juando %o&+ "radua!mente &ompreende isso sem se forçar a ter fé ou amor* &om o tempo a força %ita! &omeça a preen&h+2!o e* automati&amente* %ai "erar esses sentimentos sem nenhum esforço direto da sua parte.ue a prin&=pio %ai manifestar2se impedindo2o simp!esmente de se"uir este Pathwork.ue rea!mente são e &ompreenda de onde %ieram. A essa a!tura %o&+ H4 sa8er4 !idar &om isso um pou&o me!hor.ue %ai produ#ir fe!i&idade para %o&+s sem e(i"ir toda sua honestidade* toda a sua força de %ontade e esforço.ue* no in=&io* %o&+ ta!%e# nem tenha tota! &ons&i+n&ia disso. E!e é uma formação tempor4ria ne&ess4ria* mas nun&a* nun&a representa sua %erdade a8so!uta. Se %o&+ ante&ipar esse &onf!ito* ser4 &apa# de %er e es&utar e o8ter4 uma primeira %itLria.ue .ue est4 rea!mente fa!ando !4 dentro .ue %o&+ re&onheça essas mensa"ens pe!o . O Eu Inferior pode en%iar mensa"ens tais &omoG CEu não a&redito nissoD* ou Cpode não ser ne&ess4rio* afina! de &ontasD* ou Cestou muito &ansadoD* ou ainda Ceu não tenho tempoD. Tente %er &!aramente o .ue torna tão dif=&i! para %o&+ tra8a!har &om di!i"+n&ia no seu Pathwork. reiam2me* meus ami"os* isso tudo nem é tão dif=&i! .uer .ue %o&+ não a&a!ente em si mesmo não e(iste &aso %o&+ e%ite en&ar42!o.ue o Eu <nferior é apenas uma camada tempor6ria* e não &onstitui a sua persona!idade por inteiro. E pueri! ima"inar . $e fato* atin"ir o est4"io em . Então eu di"oG Não fuHa do .uando en&ontrar o seu Eu Inferior onde até hoHe não espera%a en&ontrar. Teste2as* !ide &om e!as* e(amine2 as.ue e(iste em %o&+` Todos %o&+s sa8em . Ser4 a !uta entre o Eu Inferior e o Eu Superior* e é a %ontade de seu e"o &ons&iente . Esse medo é uma importante ra#ão para .ua!idades* sua "enerosidade* sua "enti!e#a* ou o . E importante aprender a interpretar a tradu#ir tais sentimentos %a"os em pensamentos &on&isos. 7se2as &omo um ponto de partida para es&a%ar mais fundo no interior da sua a!ma.uer . A mudança %ai a&onte&er tão natura!mente . Estude estas pa!a%ras a"ora6 pense profundamente so8re e!as.ue o .3? %o&+ pode fa#er é tri!har este Pathwork* se"uir estes passos* superar ta!%e# uma fa!ta de dis&ip!ina .ue pertença B sua esfera.ue o por4 em 8oa posição mais tarde* . Ser4 ne&essariamente uma !on"a 8ata!ha* . Ao fa#er isso %o&+ não tra8a!har4 diretamente a sua fa!ta de amor ou fé* por e(emp!o* mas %ai simp!esmente &onse"uir &onhe&er2se a si mesmo e des&o8rir .ue !ado %ai %en&er. E pre&iso . Juero di#er2!he mais uma &oisa so8re essa fase de preparação e de&isão6 esteHa preparado para uma !uta &onsi"o mesmo. omo %o&+ pode a!&anç42!o a menos .ue uma pessoa se afaste do en&ontro &om o eu.uanto possa pare&er2!hes a"ora* nem este Pathwork é um mi!a"re .

uem &om $eus.3. Isso é parte do Pathwork* meus ami"os. Essa é uma forte indi&ação de pro"resso* pois em passar por esse est4"io* por mais do!oroso . &ho&ado &om a!"umas de suas fa&etas* das . E a"ora eu me retiro* meus ami"os. Y+nçãos de $eus para todos6 a pa# esteHa &om %o&+s.uais não ha%ia suspeitado antes* &onstitui um sina! de a%anço. AP_T7LO ? . Se %o&+ meditar so8re essas pa!a%ras e ao mesmo tempo tentar fi&ar &ons&iente do seu medo do Eu Inferior* da sua %er"onha por e!e* e se %o&+ aprender a %i%er &om essa %erdade e esse &onhe&imento* %o&+ %ai %en&er. Então* %ai en&arar o seu medo de forma rea!ista e não estar4 se es&ondendo de!e &omo se es&onde de a!"umas outras &oisas em si mesmo. Fi.ue possa ser por a!"um tempo* %o&+ não pode &onse"uir mais nenhum su&esso ou %itLria.

39 ] 8'SC$@5A /S S'$S 8'6'I.ue os meios . Esses são os resu!tados .ueridos ami"os.ue todos os seus pro8!emas terrenos desapareçam.ue até a"ora !he eram des&onhe&idas. E!e é o so!o so8re o . Ta! per&epção %ai torn42!o &apa# de modifi&ar "radua!mente &orrentes internas e reaçAes emo&ionais e isso !i8ertara automati&amente um poder e uma força %ita! . 7m outro "rande ma!2entendido é a idéia e.ue antes esta%am tran&ados ou 8!o.ue os seus prin&ipais &onf!itos ainda não tenham desapare&ido. A!"uns dentre %o&+s ta!%e# &reiam . E!es não %ão se tornar aparentes de imediato* mas sL depois de um &erto tempo* apLs a!"umas %itLrias interiores.ue e!a é ainda monLtona para a maioria. A %erdade é .ue propi&ia força* ar"I&ia* %ita!idade e &apa&idade para "o#ar a %ida &omo nun&a antes* e .ue não !hes so8raria muito tempo para apro%eitar a %ida* e outras &oisas seme!hantes.ue umas pou&as meditaçAes e a!"uma fLrmu!a mi!a"rosa farão &om . $epois de a!"um tempo* muito em8ora os seus prin&ipais pro8!emas não desapare&eram de um dia para o outro* essa atitude tem o efeito de despertar em %o&+ uma no%a &ente!ha de %ida . Outros ta!%e# a&reditem .ueados.ue de outro modo estariam dispon=%eis para todos os outros de%eres e pra#eres.ue eu posso prometer se %o&+ tra8a!har espiritua!mente do modo . E isso se de%e ao fato de .ue de%otar uma &erta .ue este Pathwork de purifi&ação representa o fundamento da sua %ida.ue neste Pathwork* &om o tempo* %o&+ >era onde em seus sentimentos* reaçAes e pensamentos mais profundos* se não em seus atos* %o&+ %io!ou muitas !eis espirituais. Juando %o&+ de&ide se"ui2!o* simp!esmente redire&iona rumos da sua %ida para diferentes &anais.ue o desen%o!%imento espiritua! em "era!* e este Pathwork em parti&u!ar* não é uma ati%idade a mais .ue pode não restar forças sufi&ientes para os seus esforços profissionais e portanto temem .ue %o&+ a&res&enta simp!esmente Bs outras ati%idades* diminuindo assim a força* o tempo* o esforço* e o entusiasmo . Na rea!idade é e(atamente o &ontr4rio* meus ami"os. Então %o&+ >era .ue este Pathwork %a!e a pena* mesmo &onsiderado do seu ponto de %ista e"o=sta e mesmo .ue eu estou a indi&ar2!hes para se"uir o Pathwork ne"!i"en&iam a sua %ida em outros sentidos.ue !he ser4 dado &omo uma re&ompensa do &éu* mas mostro a %o&+ de forma . Essa maneira de pensar* porém* est4 muito errada por. Em nosso I!timo en&ontro eu !hes fa!ei so8re as difi&u!dades deste Pathwork e dos peri"os de apro(imar2se de!e &om a i!usão de .ua! %o&+ &aminha.ui%o&ada de . $essa forma %o&+ ter4 um me!hor desempenho na sua profissão6 %o&+ se 8enefi&iara mais dos seus momentos de !a#er6 em suma* tirara da %ida mais pra#er* ao passo .ue as suas finanças %enham a ser preHudi&adas.ue eu estou !he mostrando./S Eu !hes tra"o 8+nçãos* meus .uantidade de tempo e esforço para o seu desen%o!%imento espiritua! %4 tomar muito tempo da sua !uta di4ria pe!a so8re%i%+n&ia6 pensam . Assim* eu não !he prometo um mi!a"re .

ue e!e é 8aseado na !ei de &ausa e efeito* .uanto %o&+ traça os seus prLprios p!anos. . >o&+ "asta tempo &om o seu &orpo f=si&o* a!imenta2o* repousa2o e o !impa6 &ertamente %o&+ não sente .uantas pessoas são &apa#es de en&ontrar a fe!i&idade< Muito pou&as* meus ami"os* pois sL a.ue não a%a!ia essas du%idas .ue por sua %e# seriam dedi&ados a outras ati%idades ne&ess4rias ou deseH4%eis.ue opera de maneira 8astante natura! e impessoa!. Antes* &onsiderem2no &omo o a!i&er&e da sua %ida. >o&+ tem &omo &erto .ue portanto indiretamente fa#em ma! aos outros* mas tam8ém os seus medos* .ue mostraria &omo %o&+ de%e se portar para %erdadeiramente ini&iar este tra8a!ho.uanto !he for poss=%e! a&er&a de si mesmo* so8re todas as suas .uada da sua %ida di4ria* de dedi&ar em media meia hora por dia ao seu desen%o!%imento espiritua!. E .ue#as de &ar4ter.ue!es . Isso não tomara mais tempo .uanto não re&onhe&er &omo esse Eu Inferior fun&iona* &omo e!e manifesta* e de .ue são "era!mente &onsiderados defeitos. ontudo* %o&+ não estB pensando ra#oa%e!mente so8re e!e por.ue maneiras ardi!osas e!e se es&onde por tr4s de des&u!pas f4&eis* %o&+ não ser4 &apa# de domin42!o. Mas* &omo isso pode ser feito< O primeiro passo ser4 pensar tão o8Heti%amente .uanto hou%er medo no seu &oração* %o&+ &ausa dano Bs outras pessoas.ue são um o8st4&u!o para %o&+* e . E!es tam8ém o&u!tam a sua !u# de amor* &ompreensão e %erdade.uestão de superar as suas fra.uestionamentos 8arram o seu &aminho.ua!idades e todos os seus defeitos.ue a8raçam a %ida de todo o &oração* sem medo* sem autopiedade* sem ter medo de serem feridas* se"uem uma !ei espiritua! muito importante.ue %o&+ fi#er na %ida ter4 mais sa8or* mais &ons&i+n&ia e mais &ente!ha %ita! &aso si"a o Pathwork de auto&onhe&imento.uanto ao seu prLprio mérito. Todos %o&+s sa8em .uando sur"e a . E!e a transformarB em um todo 8em2inte"rado pois* &aso possa reso!%er os seus pro8!emas e erros interiores* %o&+ ne&essariamente* no de%ido tempo* reso!%era tam8ém os seus pro8!emas e(teriores.ue este Pathwork não pode dei(ar de fun&ionar* por. Prometi . Todos %o&+s sem e(&eção são &apa#es* &om um pou&o de força de %ontade* determinação e uma or"ani#ação ade. ontudo* .uestão de fa#er ou não o mesmo pe!a sua a!ma* então medos* du%idas e .ue é uma parte ne&ess4ria e L8%ia da sua %ida. Porém* eu darei a!"umas !inhas mestras 84si&as para serem se"uidas en. E(istem muitas maneiras e &ada pessoa rea"e a e!as de modo diferente. E sL a. Portanto* eu !he peço .ue!es .ue isso tira a!"uma &oisa dos seus outros de%eres ou pra#eres. >o&+ não se da &onta de . En.ue!as &ara&ter=sti&as &omumente &hamadas fa!tas ou defeitos . A superação do seu medo é de i"ua! import\n&ia* pois en. Não são apenas a.ue o ra#o4%e!* de a&ordo &om as &ir&unst\n&ias da sua %ida. Por &onse"uinte* adotar este Pathwork não é apenas uma . Assim* tudo o . >o&+ as tem por. Mas e!es não podem fa#+2!o se %o&+ se der ao tra8a!ho de pensar um pou&o so8re o tema do desen%o!%imento espiritua!* meus ami"os.ue o8ter o auto&onhe&imento é de suma import\n&ia.ue os seus medos &ausam um "rande dano* não apenas na sua prLpria %ida* mas tam8ém na %ida dos outros.ue não &onsidere a de&isão de tri!har este Pathwork &omo a!"uma outra ati%idade da sua %ida* &omo tomar au!as de a!"uma &oisa* .30 simp!es e !L"i&a .ue poderiam rou8ar2!he tempo e esforço . Nesse momento diapasão* %o&+ o8ter4 tanto mais de todas as 8oas &oisas da %ida S fe!i&idade* a!e"ria* pra#er S se a sua a!ma se tornar saud4%e! no%amente* se as suas reaçAes internas puderem &onformar2se B !ei espiritua!` SL então %o&+ ser4 &apa# de ser fe!i#.ue é inspirado pe!o seu Eu Inferior.ue podem fa#+2!o são &apa#es de e(perimentar a %erdadeira fe!i&idade.

Isso irB e%itar .Tentemente a&onse!hado* pois es&re%er aHuda a &on&entrar2se e &ondensar o . Eu a&onse!ho a pro&urar as pessoas .uem %o&+ aHuda mais ao mostrar as suas prLprias fra.uirido antes* &ontanto . E muito importante não rea!i#ar esse tra8a!ho &omp!etamente so#inho.ue !he di"am a!"o . Isso* natura!mente* e i"ua!mente saud4%e! para sua a!ma. Não se iso!ar e(i"e uma &erta dose de humi!dade .uanto esti%er sL. Ser %o&+ mesmo* &omo %o&+ é rea!mente* &om pe!o menos uma pessoa* &om um m=nimo de m4s&aras e defesas* e um e(&e!ente remédio.uanto ti%er a!&ançando mais &onhe&imento a respeito de si mesmo e das suas tend+n&ias su8&ons&ientes* %o&+ ser4 &apa# de Huntar &ertas peças do &onhe&imento ad.ue H4 tentou se a8rir &onfirmara . A!"uém pode di#er a!"o . >o&+ >era apLs a!"um tempo &omo ser4 Iti! e produti%o.ue dois e .uando podem a8rir2se para outra a!ma. onsidere2o &omo o primeiro passo para superar um pou. Ao fa#+2!o* %o&+ ter4 o8tido uma %itLria . >ai !he dar a!"o so8re o . Mais tarde* .ue %o&+ . A lei da &raternidade $epois de fa#er isso &ons&ien&iosamente* o prL(imo passo é pedir a uma outra pessoa* a!"uém . Eu sei .ue !he pareça inHusto.31 Es&re%a uma !ista* &omo eu tenho fre.ue o &onhe&em rea!mente 8em.ue H4 o !i%rara de uma pe.ue não pode re&e8er en.ue o simp!es fato de dis&utir um pro8!ema .uanto tra8a!hem* o .ue isso e(i"e um pou&o de &ora"em.ue B primeira %ista pare&era inteiramente inHusto e do!oroso para %o&+.ue não se insta!a fa&i!mente no prin&ipio* mas .uer me!horar e não fi&ara ma"oado ou a8orre&ido &om e!es* mesmo .ue estão sempre so#inhas* não o .ue . Isso se de%e a !ei da fraternidade.ue esteHam e(pressas de maneira &!ara e &on&isa.ue o &onheça muito 8em* para di#er2!he honestamente o . Pois pessoas .uando os seus ami"os ou seus fami!iares rea!mente !he disserem os seus defeitos* pense ne!es &om &a!ma.ue#as humanas do . As pa!a%ras a!i* preto no 8ran&o* podem !ançar uma no%a !u# de &ompreensão e promo%er um pou&o mais de desprendimento na sua &onsideração de si mesmo.ue pensa a seu respeito. Não importa em .uena &adeia interna.ue %o&+ des&o8riu ate o momento. E .ue impede uma &ompreensão e a%a!iação de si mesmas* &ompreensão esta .ue f!ui automati&amente em seu interior .uanto tentem ser honestas &onsi"o mesmas* fi&am tran&adas numa espé&ie de %4&uo . A8rir rea!mente o seu &oração a outra pessoa tra#2!he uma aHuda espiritua! .ue e!e per&a as suas proporçAes e(a"eradas e a!"uns dos seus aspe&tos assustadores.ue tentando pare&er superior.ue pensar6 %o&+s aHudarão um ao outro e aprenderão muito so8re fraternidade* humi!dade* e &ompreensão desprendida.ue per&a de %ista esse &onhe&imento.uanto !eiam ou estudem* o .ue "uardou para si mesmo far4 &om . >o&+ pode tam8ém* em todo &aso* fi&ar ainda . >o&+ pode pedir da maneira &erta* e(p!i&ando2!hes .ue a&reditem* e!es %ão respeit42!o pe!o seu sin&ero esforço para me!horar* para aprender so8re os seus defeitos e para es&ut42!os. Permane&endo sL %o&+ %io!a* de uma forma suti!* a !ei da fraternidade.ue* depois de a!"um tempo* se torna uma se"unda nature#a.ue#as e pro8!emas* e de re&e8er &riti&as. Ao mesmo tempo %o&+ ofere&e um ato de amor B outra pessoa* a .uatro o!hos "era!mente %+em me!hor . O seu par&eiro far4 o mesmo por %o&+.uinho o seu or"u!ho. Em 8re%e %o&+ ser4 &apa# de fa!ar a8ertamente so8re as suas difi&u!dades* fra. Assim* tente or"ani#ar isso &om um ami"o. ada um de %o&+s .

Esses tr+s defeitos fundamentais* dos .uando %o&+ !ida &om o !ado desa"rad4%e! da sua persona!idade.ue %o&+ o tenha a!&ançado* a8rir2se24 uma porta para ainda mais auto&ompreensao. E!es não serão em %ão* eu prometo.ue o mesmo defeito* ou fa!has .ue se manifestam .ueno E"o ma"oado* e %o&+ poder4 !e%42!o menos a serio* sem se en%o!%er muito. Esses esforços são um mara%i!hoso &omeço para todos.ue estou a8ordando a"ora* %o&+ &ertamente ser4 8em2 su&edido muito antes .ue sentira &om muita &!are#a a distan&ia entre o seu Eu >erdadeiro e o seu pe. A. E!e ou e!a pode não es&o!heras pa!a%ras &ertas* mas a part=&u!a de %erdade no .ue é dito pode a8rir uma no%a porta de &ompreensão para %o&+. Pode ha%er n e!a pe!o menos uma m=nima part=&u!a de %erdade6 a outra pessoa pode %+2!o apenas um pou&o diferente ou %+2!o apenas em um n=%e! superfi&ia!.ue !he disserem for %erdade.T+n&ia é ne&ess4rio &onsiderar a mesma fa!ha ou traço a partir de no%os \n"u!os* so8 uma !u# diferente* de modo a &ompreender os %4rios efeitos . O8ser%e2 o &omo faria &om uma outra pessoa6 mantenha2se um pou&o menos en%o!%ido &om e!e.ue %o&+ os . 7ma %e# . he"ar4 o ponto em .ue %o&+ tenha a sin&era &on%i&ção de .principai. 7m sentimento de &ontentamento e pa# profundos sur"ira em %o&+ &om uma fre. Treine2se para o8ser%ar as suas reaçAes interiores . ApLs ter feito o seu me!hor nesse aspe&to* apLs ter per"untado tam8ém a a!"uém . E!a si"nifi&a tra8a!ho &onstante e* depois de a!"um tempo de esforço di4rio* mesmo .ue de %o&+ rea"ir dessa maneira* e todos os &omp!i&ados me&anismos do fun&ionamento da a!ma.ui %o&+ tem uma mara%i!hosa oportunidade de o8ser%ar o seu Eu Inferior en.ue essa per&epção nasça de um dia para o outro. Eu ini&iei esta pa!estra di#endo . Se %o&+ fi#er a!"um tra8a!ho de auto2o8ser%açao todos os dias e meditar so8re as pa!a%ras re!ati%as ao tema .tr). Pode ate ser a!"o inteiramente no%a para %o&+* porém &om fre.ue seHa por apenas meia hora* %o&+ far4 pro"ressos. E muito importante .ue &omeça a re&onhe&er &ada %e# mais &!aramente na sua meditação di4ria* e se o seu deseHo for %erdadeiramente sin&ero* %o&+ ter4 ini&iado da me!hor forma poss=%e!.ue o Eu Inferior resiste &onstantemente aos seus esforços. E!e* ou e!a* pode não &ompreender tota!mente o .ue resu!tados &on&retos possam manifestar2se na sua %ida. Mesmo .uais deri%am direta ou indiretamente todas as %4rias !imitaçAes indi%iduais* são a obstina ão. Assim* &ome&e por fa#er o seu prLprio in%entario de fa!has.ue &onheça rea!mente 8em os seus defeitos* &ompare as o8ser%açAes dessa pessoa* ou pessoas* &om as suas prLprias des&o8ertas.ue Ha# por so8 o seu &omportamento* o por.de&eitoA"ora eu %ou men&ionar os tr+s prin&ipais defeitos do &ar4ter humano.35 mais ma"oado se o . Mas eu o ad%irto a não esperar .uanto e!e a"e e rea"e.uando !idar &om o . Ao re&onhe&er assim as suas prLprias reaçAes e &ompreenda2!as* ta!%e# en&ar42!as &om um pou&o mais de humor* não se !e%ando tão a serio nesse aspe&to* %o&+ a%ançara um outro de"rau na es&ada. o orgulho e o medo.ue B &riti&a e uma inHustiça* tente a%a!i42!a não o o8stante. Ponha um pou&o mais de distan&ia entre o seu poder de auto2o8ser%açao e a reação do seu Eu Inferior* do seu E"o* da sua ma"oa* da sua %aidade* .ue h4 de desa"rad4%e! dentro de si mesmo. /. Isso é de e(trema import\n&ia.T+n&ia muito maior.

ue pode ser poss=%e!* não o8stante* é .ue este ainda não !he d+ uma pista so8re o . Essas o&orr+n&ias repetidas* Hunto &om as suas reaçAes a e!as* podem %ariar de duas ou tr+s maneiras* mas de%e ha%er um pro8!ema 84si&o su8Ha&ente .ue os sentimentos não podem ser mudados por um simp!es ato de %ontade* mas e!es %ão modifi&ar2se se %o&+ aprender primeiro a o8ser%42!os.T+n&ia pare&em irre!e%antes.ue entender . aso %o&+ não ti%esse uma %ontade o8stinada* não teria . >o&+ pode não a&har .ue %o&+ pode aprender a re&onhe&er. Ao fa#+2!o re"u!armente* %o&+ &onse"uir4 tra#er o in&ons&iente B tona e des&o8rir4 as suas tend+n&ias interiores.ue e!a não fosse satisfeita.ue estar muito a%ançado no autodesen%o!%imento para rea!i#42!a.uanto o ter&eiro é fortemente aparente* até para %o&+ mesmo.ue medida.ue esses tr+s defeitos são inter!i"ados* difi&i!mente seria poss=%e! .:per&e8a. Juando %o&+ o ti%er feito por a!"um tempo* um padrão e%o!uir4.ue %o&+ est4 &ausando a desarmonia.ue est4 errado na sua formação interna* mas %o&+ %er4 pe!o menos uma repetição .ue &om fre.ue &ertamente de%e ser imposs=%e! para todos.u+* re"istre o in&idente e o . Se e%entos ou sentimentos infe!i#es se repetem &onstantemente* isso é uma pista para a sua prLpria a!ma. Isso não tomar4 mais .ue o medo é um defeito. >o&+ não tem .ue tenha sentido durante o dia em resposta a in&identes . Em outras pa!a%ras* se e(iste uma forte o8stinação* e(iste automati&amente o medo de .ue %o&+ rea"e a e!es.ue de%e ha%er a!"o em .ue aponta para o fato de .ue %o&+ não possa &ompreender por. >o&+ re&onhe&er4 esses padrAes por meio de &ertos a&onte&imentos e o&orr+n&ias &onstantes da sua %ida e da maneira .ue &ompreenda por . Todos %o&+s sa8em . Portanto* é muito importante .ue* de a!"uma forma* &ausaram desarmonia.ue %o&+ sentiu. Então &ome&e a o8ser%ar essas suas reaçAes internas e a ana!is42 !as nestes termos sem tentar modifi&ar2se imediatamente* por. Mesmo . Se %o&+ &omeçar a %erifi&ar as suas impressAes ao !on"o do dia e as suas reaçAes* poder4 %er onde se insere o e!emento medo e se e!e est4 !i"ado &om a o8stinação e o or"u!ho* e em .ue de# ou . Primeiro %o&+ tem . Tudo o %o&+ pre&isa fa#er é re%er o seu dia e pensar em todos os e%entos .ue %o&+ es&re%a a sua re%isão di4ria e &onfira as suas reaçAes e tudo .ue* dos tr+s* um ou dois seHam in&ons&ientes* en. . >o&+ não tem . $epois de fa#er isso por a!"um tempo* %o&+ ir4* &om toda &erte#a* re&onhe&er padrAes definidos na sua %ida* dos .uer ou não reaHam de a&ordo &om o seu deseHo.ue %o&+ .ue o medo seHa um defeito* mas eu estou !he di#endo .ue es&re%er tudo o . Se %o&+ tentar formu!ar &on&isamente uma das duas reaçAes interiores desa"rad4%eis* sempre &he"ar4 B &on&!usão .ue o é6 uma pessoa sem fa!has não teria medo. 5e%i-ão diária A pr4ti&a da re%isão di4ria é uma poderosa ferramenta.ue temer .ue o seu or"u!ho possa ser ferido. Pode ser .ue %o&+ ti%esse um ou dois desses defeitos sem o ter&eiro. Jua!.ue essa %ontade não seHa satisfeita ou de .ue pertur8ou o seu senso de harmonia no de&orrer de um dia* mas apenas anotar a!"umas pa!a%ras2&ha%es.uin#e minutos por dia* o .ue o oposto do medo é o amor* porém esse &onhe&imento em si mesmo não ser4 sufi&iente para . O .uais de outro modo não poderia ter &ons&i+n&ia.uer um pode fa#+2!o.ue ta!%e# outras pessoas não façam o .ue na maior parte das %e#es e(iste um e!emento de medo en%o!%ido ne!a S medo de .

:) No momento* isso é tudo . Inda"ue2se so8re . $epois . AP_T7LO .ua! eu me des%io de a!"uma !ei di%inaD< Então &ome&e a pensar nos seus %4rios defeitos* a.ue eu sup!i&o a todos %o&+s* em seu prLprio 8enef=&io* façam2no.ue m4"i&o em re!ação a isso.ue!es . Sem esta aHuda seria e(tremamente dif=&i!* senão imposs=%e!* o8ter o auto&onhe&imento . Essa é a maneira de &he"ar e(atamente ao meio deste Pathwork.ue é a ess+n&ia e a &ha%e deste Pathwork e sem as . >eHa se pode pe!o menos pressentir um padrão.ue .uais são os seus sentimentos* o . O amor de $eus to&a a todos. Isso toma tão pou&o tempo* . Não e(iste nenhum tru.uem em pa#* fi.ue %o&+ H4 ti%er des&o8erto.ue estão %indo para &ada um de %o&+s* meus ami"os.uem &om $eus.ue %o&+ de%e fa#er.uais %o&+ não pode a!&ançar a di%indade .uerem rea!mente as suas &orrentes de deseHo* e se sentimentos e &orrentes estão rea!mente de a&ordo &om a !ei di%ina. Fi.ue %o&+ ti%er mantido uma re%isão di4ria por a!"um tempo* !eia todas as anotaçAes e re&orde os in&identes* Huntamente &om as suas reaçAes. ompare e re!a&ione esses padrAes &om a !ista de fa!has.ue ha8ita em %o&+. Eu me retiro a"ora &om 8+nçãos . Per"unte a si mesmoG COnde posso a&har o ponto em mim mesmo no . .

ue .ue emanam das ima"ens são est6ticas e &on"estionadas.ueridos ami"os. Juanto mais este é es&ondido* mais forte e!e se torna.ue e!e desapare&e do &ampo de %isão &ons&iente.ue a persona!idade &res&e* o no%o &onhe&imento inte!e&tua! &ontradi# o %e!ho C&onhe&imentoD emo&iona! .ue %o&+ aprendeu* pe!o seu am8iente e pe!a e(peri+n&ia de %ida* &ontudo* . E!as não são &omp!etamente despro%idas de um &erto tipo de !L"i&a* mas esta é de uma espé&ie muito !imitada e errMnea. >o&+ ta!%e# di"a .uando 8e8+* forma &ertas impressAes de%idas a inf!u+n&ias do am8iente ou a e(peri+n&ias inesperadas e repentinas.ue onde não foi produ#ida uma ima"em errada* todos os pensamentos e sentimentos estão em mo%imento* f!utuando6 e!es são din\mi&os6 são f!e(=%eis. om fre.T+n&ia* %o&+ não &ompreende o .ue fa# reter uma ta! impressão* a partir da .ue f!uem atra%és de uma a!ma humana são pertur8adas e distor&idas. Mas as formas de pensamentos e sentimentos .ue uma pessoa poderia tam8ém ter uma ima"em positi%a* saud4%e!* "ra%ada na a!ma. Na maioria das %e#es* e!as são &on&!usAes erradas.ue o 7ni%erso &omo um todo é in%adido por um nImero de forças di%inas e de &orrentes de ener"ia. Esses são apenas dois e(emp!os6 e(istem muitos outros.ua! formou uma &on&!usão errMnea6 seu inte!e&to* sua mente &omo um todo* &res&eu* foi modifi&ado pe!o . Portanto* a pessoa enterra o &onhe&imento emo&iona!* até .uer mudar ou .ue formam uma ima"em são formadas pe!a i"nor\n&ia e &om um &onhe&imento par&ia! e* portanto* não podem permane&er na mente &ons&iente. 7ma pessoa %+ e passa por um infortInio* por uma a"rura ine%it4%e! da %ida e então "enera!i#a esses a&onte&imentos em &on%i&çAes.:3 ] I2A*'0S A8ençoada é esta hora6 8+nçãos para todos %o&+s* meus . om o passar dos anos essas &on&!usAes des&em mais e mais para o fundo do in&ons&iente* mo!dando em &erta medida a %ida da pessoa em . NLs &hamamos &ada uma dessas &on&!usAes de imagem. Isso é %erdadeiro apenas até &erto ponto* por. Tais impressAes são "era!mente 8aseadas em &on&!usAes formadas pe!a persona!idade. As &on&!usAes formadas não se 8aseiam na ref!e(ão6 e!as são mais da nature#a de reaçAes emo&ionais* atitudes "erais em re!ação B %ida. Os pensamentos* sentimentos e atitudes não !i"ados a uma ima"em fluem em harmonia &om essas forças e &orrentes di%inas* adaptando2se espontaneamente B ne&essidade imediata e mudando de a&ordo &om a ne&essidade de &ada momento e situação.T+n&ia até mesmo . Essa é a maneira &omo n5s o %emos.ue &ertos a&onte&imentos na sua %ida pare&em repetir2se re"u!armente sem uma ra#ão L8%ia. E!as não se su8metem e mudam de a&ordo &om as diferentes &ir&unst\n&ias. Por e(emp!o* %o&+ per&e8e . As &orrentes puras .uestão. d medida . Por. Toda persona!idade* no &urso de uma %ida* norma!mente no in=&io da inf\n&ia* &om fre. O modo &omo %o&+s o %+em e sentem é atra%és da infe!i&idade* da ansiedade e da perp!e(idade diante de muitos e%entos aparentemente ine(p!i&4%eis. As &on&!usAes erradas . Assim* e!as &riam desordem.ue não pode mudar o . N4 um &urto2&ir&uito.

ue por.uanto sua ima"em permane&e %i%a* %o&+* num n=%e! emo&iona! mais profundo* não mudou. Juando esses pro&essos permane&em es&ondidos* parte da sua persona!idade não pode &res&er. E!a não "osta da des&o8erta e ir4* por um !ado* repetir esse &onhe&imento desa"rad4%e! para o su8&ons&iente por.:: en. Por. Juando uma &riança des&o8re . Mas um &ho.ue as &rianças tendem a "enera!i#ar* e!as proHetam as suas prLprias e(peri+n&ias so8re todas as outras a!ternati%as. A ima"em foi &riada . As &on&!usAes errMneas deri%am* em primeiro !u"ar* da "enera!i#ação.ue a &riança &on&!ui apLs o &ho.ue tinha .ui%o&ada de .ue!as .ua! nos referimos.ue nem todas as pessoas t+m as mesmas !imitaçAes .ue sentiu a ne&essidade de es&onder todo esse pro&edimento pe!a sua fa!ta de !L"i&a ra&iona! e tam8ém por. Os pais de uma &riança são o seu mundo* o seu uni%erso* e portanto o .ue de%e ser ap!i&ado a todas as outras pessoas* B %ida em "era!.ue* em8ora essa per&epção &omumente possa %ir &omo uma série de e%entos até . Mas %o&+ não se re&ordar4 espontaneamente das suas emoçAes* reaçAes* intençAes interiores e das suas &on&!usAes.ue as &oisas são o &ontr4rio das e(pe&tati%as mais .ue o &ho. Esses* meus ami"os* é o modo &omo as ima"ens são &riadas. Se uma p!anta é dei(ada na terra &om as suas ra=#es &ortadas* e!a não pode &res&er.ue eram.ue &riou o &ho.ue pode tam8ém a&onte&er* parti&u!armente para uma &riança* numa des&o8erta "radua! de . Todos %o&+s sa8em .ue sentia %er"onha pe!o fato de seus pais não serem o .ue e!a pensa%a .ue ser es&ondida de todos* até de %o&+ mesmo* 8em &omo* é &!aro* dos seus pais e de outra pessoas prL(imas.ue e!es de%iam ser. Por e(emp!o* uma &riança %i%e &om a idéia de . Portanto* %o&+ não . E!a fi&a assustada. Juando %o&+ pensa num &ho.ue!as do am8iente infanti!. O seu &orpo* 8em &omo os seus ner%os e a sua mente* fi&am entorpe&idos a ponto de perder a memLria temporariamente ou apresentar outros sintomas.ue não a.ue &ausa entorpe&imento.ue* ima"ina !o"o uma e(peri+n&ia repentina &om um impa&to muito forte e inesperado* &omo um a&idente.ue a &riança es&o!he &om uma &ompreensão !imitada do mundo é errado em si mesmo6 e e!e o é ainda mais . Em8ora a impressão .ue não é assim* e!a %em &omo um &ho.ue a &riança é &apa# de fa#er fata!mente ser4 in&orreta. Juer tenha o&orrido repentinamente ou numa &ons&ienti#ação !enta* essa ameaça é o &ho. Assim a &riança e(perimentar4 um &ho.ue %o&+ pensa%a . Num &erto momento de sua inf\n&ia.ue a &riança des&o8re no seu prLprio am8iente.ue a no%a des&o8erta torne a sua impressão duradoura.ue os seus &on&eitos até então a&eitos a respeito dos pais* ou do mundo &omo ta!* não são %erdadeiros* e!a perde a se"urança. Juando sur"e a per&epção de . A rea!idade é .ue. O mesmo se d4 &om &ada &om &orrente ou tend+n&ia emo&iona!. Na sua mente infanti! %o&+ presumiu .uando o mundo e os &on&eitos ordenados da &riança foram destru=dos. Em se"undo !u"ar* o me&anismo de defesa .ue ao .ue &ria a ima"em.ueridas e a&ari&iadas.ue os são perfeitos e onipotentes. >o&+ não pode re&ordar2se de!as por.ue se sente &u!pada e* por outro !ado* &onstruir4 defesas &ontra essa CameaçaD. A %er"onha ori"inou2se da idéia e.ue os pais* o mundo* a %ida* não são do modo . Todo mundo tinha pais perfeitos* perfeitas &ondiçAes fami!iares* e sL %o&+ e(perimenta%a essa sin"u!aridade &ho&ante . >o&+ sofreu um &ho.uando ap!i&ado a pessoas e situaçAes outras .ue ser es&ondido por &ausa da %er"onha.ue o seu &aso era Ini&o* e todo o pro&esso emo&iona! tinha .ue possa ser o8Heti%amente &orreta* ainda assim a dedução . Essa ap!i&ação "enera!i#ada é a &on&!usão errMnea .ue o seu &aso era sin"u!ar.ue os paisG nem todas as &ondiçAes de %ida são seme!hantes B.

uando e!a &hora* mas e!a %em em outros momentos* aparentemente não re!a&ionados &om o seu &horo.ue a"e de ta! forma .uanto a ima"em não é !e%ada para a &ons&i+n&ia. Por e(emp!o* ima"ine uma menininha . Ora* &om essa mãe em parti&u!ar* não mostrar as ne&essidades pode ser uma 8oa estraté"ia.ue esta%a .ue as pessoas amam a!"uns dos seus defeitos< E!as o fa#em pe!a simp!es ra#ão de .ue pare&em sur"ir sem .ue atender .Tentemente* uma parte de um ser maduro* em outros aspe&tos permane&e imatura.uanto o resto de sua persona!idade tenha pro"redido e aprendido. CSe eu permane&er na &ama* nin"uém pode me ferirD* pode ser o ra&io&=nio in&ons&iente. En.ue essa estraté"ia produ#a o resu!tado oposto.ue e!a aprende a a%a!iar o8Heti%amente* em %e# de dar ou%idos B sua prLpria dor ou pra#er. Mas . Por e(emp!o* uma pessoa sa8e . Portanto* uma ima"em est4 no fundo dessa atitude.ue &hora .ue* neste aspe&to* a sua mente permane&e infanti!* não importa o .uando a &riança &hora %ai Cestra"42!aD.ue nin"uém sa8er4 . A sua persona!idade desen%o!%ida é &apa# de Hu!"ar de forma madura no n=%e! inte!e&tua! e* em a!"uns &asos nos .ue é e(atamente o oposto da ima"em* porém o deseHo &ons&iente é o mais fra&o dos dois* uma %e# .uanto tente.ue a re!ut\n&ia de sair da &ama e sair para o mundo é uma proteção erroneamente &on&e8ida &ontra a possi8i!idade de ser ferida.ue &ertos defeitos pareçam uma maneira de prote"er2se da dor. 7ma ima"em sempre forma um padrão de &omportamento ou reação de uma maneira ou de outra6 e!a tam8ém atrai um padrão de o&orr+n&ias e(teriores .uando .ue e!a tem uma ne&essidade espe&=fi&a* nin"uém dar4 a e!a o .:? de%e fi&ar surpreso ao des&o8rir . E!a não sa8e . Porém* onde essa impressão &ho&ante !enta ou repentina afetou a a!ma* não se assimi!a a e(peri+n&ia &ons&ientemente e* portanto* a mente permane&e infanti!6 e!a permane&e no estado em .ue a mãe não %em . onse.ue e!a é &omp!etamente i"norante da sua Cima"emD* por.ue o in&ons&iente é sempre mais forte.ue pre&isa.ue a tenhoD.ue uma ima"em assim e(iste no seu interior< 7ma indi&ação é . 7ma %e# .uer atenção6 a mãe* porém* ima"ina .ue é pre"uiçosa6 mas e!a pode não sa8er . Será Aue eu tenho uma ima:emB omo %o&+ pode estar &erto .ue as suas ima"ens2&on&!usAes não se &onformam a8so!utamente B sua inte!i"+n&ia adu!ta.uando a "arotinha se tornar mu!her* é mais pro%4%e! . SL mais tarde é .ue é tão frustrada. ons&ientemente* a pessoa pode deseHar ardentemente a!"o .ue a %ida pare&e &onfirmar a sua &rença errMnea.ue %o&+ faça nada para produ#i2!as.uando isso não a&onte&e.ue uma ima"em fa# &om . .uena &onhe&e apenas as emoçAes mais primiti%as6 &onhe&e o amor e o pra#er* . Portanto* é tirada a se"uinte &on&!usãoG CPara ter a minha ne&essidade atendida* eu não de%o mostrar . E simp!es assim. A &riança aprende .uanto a sua ima"em %i%e* %o&+ &ontinua no pro&edimento infanti! por.uais nenhuma &orrente !i"ada a ima"ens o8strui a sua per&epção* até mesmo emo&iona!mente. Toda%ia* uma %e# . 7m 8e8+ ou uma &riança muito pe.uando a sua %ontade é satisfeita6 &onhe&e Ldio* ressentimento e dor .ue esta su8mer"iu h4 muito tempo atr4s no seu in&ons&iente* e!a passar4 pe!a %ida sem entender por .uando as ima"ens2&on&!usAes foram formadas e mandadas para o in&ons&iente.ue a &riança fe#* de forma emo&iona! e in&ons&iente* en. Outro sina! se"uro da e(ist+n&ia de uma ima"em é a de &ertos in&identes na %ida de uma pessoa. Por .ue %o&+ não &onse"ue superar &ertas fa!has* não importa o . Na %erdade* essa parte &ontinua a fa#er as mesmas deduçAes .

O .uando e!a se torna um pro8!ema é . Mas* se e(istir seriedade no seu deseHo de en&ontrar e disso!%er as ima"ens na sua a!ma* mais aHuda e orientação irão &he"ar e %o&+ ser4 &ondu#ido B pessoa ade.ue e!a impede a rea!i#ação do mesmo deseHo . E de i"ua! import\n&ia entender .ua! a ima"em* em .ue seHa apenas nesse aspe&to espe&=fi&o.uada* &om a . Se a ima"em é i"norada* as &ir&unst\n&ias fi&arão muito dif=&eis na prL(ima %ida na terra* até .ue 8ase e!a est4 formada e .ue se repetem e &riam um padrão6 os seus medos e resist+n&ias em o&asiAes espe&=fi&as* para &itar apenas a!"uns.ue de%e &riar pro%o&açAes Bs ima"ens presentes* ta!%e# por meio de ima"ens &orrentes seme!hantes nos pais ou em outras pessoas .ue trou(e essa ima"em para esta %ida. A mente in&ons&iente não per&e8e .ue possam ser* antes porém* tra8a!hando com os sintomas. O Ini&o remédio &onsiste em des&o8rir .T+n&ia %o&+s não per&e8em a repetição e o padrão nas suas %idas* meus ami"os.ue in&identes . Isso pode ser dif=&i! de per&e8er* mas é assim.ue a!"um destino os est4 testando ar8itrariamente* ou . Para fa#+2!o* pre&isar4* entre outras &oisas* de humi!dade* essen&ia! para o seu desen%o!%imento espiritua!.uer .uão &edo e!as foram formadas.ue os e%entos e(ternos S &ertas situaçAes* &ertas pessoas S podem ser atra=das &omo um imã para uma pessoa por &onta de ima"ens interiores &omo essas.T+n&ias* %o&+ presta mais atenção Bs !i"eiras %ariaçAes de &ada in&idente do . A maioria dos psi&L!o"os des&o8riu esses padrAes e &on&!usAes errMneas.:.ue isso suHa &ompreendido* meus ami"os. A pessoa .ue essas ima"ens raramente foram ini&iadas nesta %ida* não importa o . Estão a&ostumados a presumir . >o&+s apenas passam por &ima do L8%io.ue o preço por essa pseudoproteção in&ons&iente é a frustração do deseHo !e"=timo. Como procurar ima:enEntão* &omo é poss=%e! !o&a!i#ar as suas ima"ens pessoais< >o&+ não o far4 tra8a!hando nos sintomas* .ue a pessoa tem &ons&ientemente mas não pode rea!i#ar*e .ue a pessoa %ai prestar2!he atenção* em !u"ar de des%ias o o!har. om fre.ue não formarão ima"ens em uma &riança ou em uma pessoa . A Ini&a so!ução é tornar &ons&ientes as ima"ens. Juanto mais %o&+ tenta e!iminar os sintomas sem . >ai pre&isar de aHuda.ua! poder4 formar uma or"ani#ação &ooperati%a de tra8a!ho. E por isso .uais foram as &on&!usAes erradas.ue &ertos e%entos são &oin&id+n&ias* ou . E muito importante . omo &onse. Juando e(istem ima"ens de %idas anteriores* a en&arnação o&orre num am8iente .ue outras pessoas B sua %o!ta são respons4%eis pe!os seus repetidos infortInios.ue e!es em "era! não sa8em é .ue fatores e(ternos não mais possam ser &onsiderados &u!pados. Então a pessoa &omeça a %o!tar2se para dentro. SL assim a ima"em emer"ir4 no%amente6 sL . Eu !he dou pistas de &omo &omeçar* mas %o&+ não ser4 &apa# de &o!o&42!as em pr4ti&a &omp!etamente so#inho.ue &er&am a &riança em &res&imento.ue os &onf!itos se tornem tão a%assa!adores . Esses sintomas são a sua in&apa&idade para superar &ertas fa!has e atitudes6 a sua fa!ta de &ontro!e so8re &ertos e%entos da sua %ida .ue est4 &ontinuamente re!utando em tra8a!har &om outra tem ne&essariamente fa!ta de humi!dade* mesmo .ue tenha &ompreendido suas ra=#es e ori"em* mais %ai . Na maior parte do tempo uma ima"em é muito anti"a* sendo &arre"ada de uma %ida para outra.ue est4 !i%re desse &onf!ito em parti&u!ar &o!a8orar4 para formar uma ima"em em a!"uém .uais.ue ao seu &ar4ter 84si&o* e fa!ham em notar o denominador &omum de todos os a&onte&imentos de%idos B sua ima"em.

ue estar4 em posição de Hu!"ar .ue podia ser seu por direito. ertamente . Para &he"ar B ima"em em si* a todos os &aminhos tortuosos atra%és dos . E 8em poss=%e!* e até pro%4%e!* . >o&+ não tem .>ene&ício.ue simp!esmente não &omeçar.ua!. Na %erdade* e!a fa# &om . Esse tra8a!ho es&rito é essen&ia!.ua! é o denominador &omum.da di--olução da.uais e!a foi formada e B &ompreensão da sua reação . Não ponha uma o&orr+n&ia de !ado superfi&ia!mente* &onsiderando2a sem &one(ão &om a sua ima"em pessoa! simp!esmente por. Juando %o&+ o ti%er en&ontrado* ter4 dado um importante passo B frente na sua 8us&a* por.ue &riou a ima"em* !o"o de in=&io6 sem .ue não e(istam esses a&onte&imentos na sua %ida.uais de suas e(peri+n&ias* se a!"uma* tem a!"o a %er &om e!e. /.uando %o&+ a formou* ser4 ne&ess4rio e(p!orar o seu in&ons&iente de forma mais &omp!eta.ue %o&+ pa"a por suas &on&!usAes interiores errMneas e i"norantes. Os e%entos aparentemente mais d=spares terminam por ter um denominador &omum. Não des&arte a!"o apressadamente por não !he pare&er re!a&ionado &om o resto. In&!ua pro8!emas de todos os tipos. Portanto* tenha sa8edoria o 8astante para %er atra%és disso e para a%a!iar a sua prLpria resist+n&ia pe!o .uenos* mesmo os mais despro%idos de sentido* os mais insi"nifi&antes* comece a procurar pelo denominador comum. ome&e a 8us&a das ima"ens re&apitu!ando a sua %ida para !o&a!i#ar todos os pro8!emas. E me!hor ir de%a"ar do . Então* .uanto a prLpria ima"em.ue assim !he pare&e B primeira %ista. SL depois . Anote2os.ue &ondu# B sua ima"em.ue não é pedir demais. >o&+ pre&isa se dar ao tra8a!ho de des&re%er tudo &on&isamente* preto no 8ran&o* pois se apenas pensar a respeito* não ter4 a %isão "era! ne&ess4ria para &omparação. .ui!o .ue %o&+ per&a* ou nun&a o8tenha* a.uer ima"em interior.ue %o&+ resista é e(atamente a mesma .ue fa# &om . O denominador &omum pode não ser f4&i! de a&har. Isso é poss=%e!.ue uma difi&u!dade não possa o&orrer apenas uma %e# na sua %ida* independente de .ue %o&+ ti%er &ompreendido as suas ima"ens é . SeHa* porém* &aute!oso. Eu não di"o .ue !e%e a!"uns meses. Todas as e(peri+n&ias desa"rad4%eis são pro%a%e!mente de%ido B sua ima"em e re!a&ionadas &om e!a* mesmo .ue %o&+ sai8a* e!a &riou e &ontinuar4 a &riar infe!i&idade em sua %ida e %ai &ontrariar os seus deseHos &ons&ientes.ue então possuir4 um ind=&io . A força . Medite* in%esti"ue a si mesmo &om seriedade* %erifi&ando suas reaçAes emo&ionais no passado e no presente* e &om aHuda da pre&e* depois de uma !on"a e 4rdua 8us&a* %o&+ ir4 des&o8rir . Esse fato tam8ém 8aseia em &ausa e efeito* &omo tudo no 7ni%erso* mas pode não estar !i"ado B sua ima"em.ue!as &on&!usAes i!L"i&as* errMneas e i"norantes . omo %o&+ pode ser uma pessoa espiritua!i#ada* uma pessoa desen%o!%ida e desprendida no 8om sentido* se &ontinua sendo "o%ernada pe!as suas forças in&ons&ientes e por a.ue fa#+2!o todo em um Ini&o dia6 faça &om &a!ma* mesmo . Sonde* e %o&+ ta!%e# tenha uma surpresa. Não se dei(e "o%ernar por e!a.ue de a!"uma maneira remota.ue formaram uma ima"em tão do!orosa no seu interior< A ima"em é o fator respons4%e! por toda a sua infe!i&idade.ue e!a rea!mente %a!e. >o&+ %ai &onstatar* na maioria dos &asos* a e(ist+n&ia de um denominador &omum* Bs %e#es mais de um.:9 se e(aurir em esforços inIteis. Os sintomas são apenas uma parte do preço .ima:enNão se dei(e dissuadir por sua prLpria resist+n&ia interna* pois esta é tão errMnea e m=ope . Até então %o&+ de%e manter esse Hu!"amento em reser%a* por assim di#er.uando %o&+ ti%er pensado em todos os seus pro8!emas* "randes e pe.

ue formam a ima"em inf!uen&iam as &orrentes uni%ersais .uer %o&+ se depare &om reaçAes muito diferentes da. Juando ti%er dado todos os passos ne&ess4rios* a %itLria da !i8erdade é uma pra#er tão "rande .ue desse modo %o&+ pMs em ação.ue pode então ter es&apado B sua &ons&i+n&ia. E!e !utar4 &ontra %o&+ e tornar4 mais dif=&i! um a&ordo &om a sua &ons&i+n&ia %o!iti%a.ue est4 por dentro. Os &omponentes da sua reação . E &omo pode ser uma ameaça a!"o . $epois* . O preço da !i8erdade é a sua &ora"em e as sua humi!dade em en&arar o .ua! &ertos efeitos de%em o&orrer* de a&ordo &om a &ausa . >o&+ pode se"uramente a&reditar nisso.ue aparentemente nada t+m a %er &om as suas açAes ou reaçAes.ue %o&+ en&ontra repetidamente* . E &omo um imã* &omo uma !ei .ue não forem disso!%idas nesta %ida terão de ser disso!%idas numa %ida futura.uando e &omo essas reaçAes se repetem &omo um padrão ao !on"o da %ida.ue estar em um estado menta! des&ontra=do* e esse estado sL pode ser &onse"uido .uando %o&+ entende e a&eita a !on"a duração da 8us&a. Se não tem &ora"em de es&a%ar o seu in&ons&iente* de en&arar a sua ima"em* disso!%+2!a e assim fa#er de si mesmo uma no%a pessoa* %o&+ nun&a ser4 !i%re nesta %ida6 estar4 sempre a&orrentado e amarrado.:0 Nin"uém mais é respons4%e! por e!a* senão %o&+ mesmo. Para mim* meditação* ou pre&e profunda* ou pensamento profundo* si"nifi&a tomar tudo o . ome&e por pensar nas suas feridas* &onf!itos e pro8!emas.ue* não importa o . ome&e &om uma %isão dos seus desapontamentos* .ue atrai esses a&onte&imentos em sua direção* de forma tão ine%it4%e! &omo a noite se"ue o dia nesta Terra. A&har* &ompreender e disso!%er uma ima"em é um !on"o pro&esso.ue!as reaçAes e(ternas .ue de%e !i8ert42!o das suas &adeias< O .ue %o&+ des&o8riu a&er&a dessas reaçAes reprimidas ou o&u!tas S .uando re&onhe&er um &erto padrão re"u!ar* %o&+ ser4 &apa# de %er a &one(ão &om a sua atitude interior* .ue %o&+ a tenha &ompreendido* a reedu&ação das &orrentes e reaçAes emo&ionais* .ue a&onteça fora de %o&+* nada pode empanar a sua fe!i&idade. ompare2se &om a Lei .u=mi&a* &omo a Lei da /ra%idade.ue %o&+ não sa8ia de nada antes* mas a"ora sa8e. Isso não de%e ser tomado &omo uma ameaça6 é apenas uma &onse.ue H4 &onhe&e S e ref!etir so8re os eu si"nifi&ado* sua import\n&ia* seu efeito so8re %o&+ e so8re os outros.T+n&ia !L"i&a. E!e não "osta disso e ir4 resistir. E %erdade . Pense em &omo %o&+ rea"e emo&iona!mente a &ertas &oisas e em . >o&+ est4 a"ora e. Ademais* %o&+ pode ter &erte#a de . onsidere as suas atitudes interiores in&orretas &omo i"nor\n&ia e erro.ue foram &ondi&ionadas numa direção por um !on"o per=odo* !e%a tempo* e(i"e esforço e pa&i+n&ia. >o&+ pode re%o!tar2se &ontra a infe!i&idade* porém .uanto esti%er 8us&ando a ima"em* não a8orde o seu su8&ons&iente &om atitude mora!ista. En. om essas &orrentes* %o&+ Hamais ser4 8em2su&edido em !o&a!i#ar e disso!%er a sua ima"em6 %o&+ tem .ue penetram a sua esfera pessoa! de %ida de maneira ta! .ue as ima"ens . Na %erdade* todas as fa!has o são` ome&e pensando so8re as suas idiossin&rasias* seus pre&on&eitos* suas emoçAes tensas em &ertos &ampos da %ida.ue a &ausa não é $eus nem o destino* mas %o&+ mesmo* sua re%o!ta pode %irar2se na sua prLpria direção e então %o&+ %ai fi&ar impa&iente &onsi"o mesmo.ue di"am respeito B tend+n&ia . Mesmo depois .uanto antes %o&+ des&o8rir as suas ima"ens de !i%re e espont\nea %ontade* mais f4&i! ser4 a sua !i8ertação.uipado para e!iminar a fonte da sua infe!i&idade6 e* por fa%or* não di"aG C omo posso ser respons4%e! por outras pessoas a"irem de uma &erta maneira* repetidamente* em re!ação a mim<D omo eu disse antes* é a sua ima"em .uando per&e8er .

ue foi fortemente inf!uen&iado por um de seus pais e é muito dependente de!e.ue ser esta8e!e&idos até . Ta!%e# não hou%esse nenhuma ra#ão para a %er"onha* &aso e!a esti%esse B !u# do dia6 %o&+ não sentiria . >o&+ pode fa&i!mente en"anar2se e pensar .uanto e de .uanto o sa8e fa#er a"ora.:1 Espiritua! ta! &omo %o&+ a &onhe&e a"ora.uanto por de8ai(o %o&+ &ontinua rea"indo &omo antes.ue* somente por.ue maneira foi inf!uen&iado e o .ue é muito mais em8araçoso* mas* tendo2o des&o8erto h4 muito tempo atr4s* %o&+ o a&eitou* &he"ou a um a&ordo &om e!e e portanto não se sente mais en%er"onhado* podendo* ta!%e#* até mesmo ser &apa# de dis&uti2!o a8ertamente &om outras pessoas. ontudo* a!"o .ue %o&+ tome &ons&i+n&ia desse fato. Não é sufi&iente &ompreender interiormente suas tend+n&ias e reaçAes o&u!tas e para por a=.uanto do ponto de %ista pr4ti&o.uestão pode nem mesmo ser %er"onhosa o8Heti%amente fa!ando. >o&+ tem . Não dei(e essa no%a &ompreensão de !ado* senão %o&+ pode res%a!ar de %o!ta para o mesmo %e!ho padrão. $i"amos .ue as tend+n&ias e(teriores.uantidade de treino* de &on&entração e esforço.ue se dis&ute "era!mente todos os dias. Tra8a!he &om esse &onhe&imento re&ém2des&o8erto sentindo2o e e(perimentando2 o no%amente. No%os padrAes de h48itos t+m . Isso por si sL não é moti%o para se en%er"onhar6 isso é a!"o .ue de%em ser tornadas &ons&ientes. Simp!esmente mude o seu pensamento para um n=%e! mais profundo e o ap!i. E pre&iso uma "rande . Mas* antes dessa e(posição* en.uanto aos &ho&antemente no%os e diferentes.ue ao &onhe&imento no%o .ue des&o8riu uma informação importante e si"nifi&ati%a so8re a sua a!ma* nada mais é ne&ess4rio. Mas %o&+ tinha estado in&ons&iente disso até a"ora* i"nora%a o . aso ne"!i"en&ie essa meditação* %o&+ pode reter o . >o&+ pode ter o &onhe&imento teLri&o e ainda assim &ontinuar rea"indo da mesma %e!ha maneira.ue en&ontrou* mas "radua!mente e!e %ai fi&ar mais remoto* uma mera informação teLri&a no seu &ére8ro* en. >o&+ pode ter um defeito .uanto %o&+ não entra em a&ordo &om e!e. As emoçAes dependem mais do h48ito do . Pense a respeito disso* tanto do ponto de %ista espiritua! .uanto %o&+ ainda est4 !utando &om e!a* %o&+ sentir4 a %er"onha &om muita força.ue é um defeito muito menor &ausa2!he profunda %er"onha* en.ue* a despeito dos seus esforços* os seus %e!hos padrAes podem simp!esmente &ontinuar a"indo sem .ue %o&+ o8te%e* tanto aos re&onhe&imentos aparentemente repetidos . $epois de ter a &ora"em de tra#+2!a B !u#* %o&+ e(perimentar4 por si mesmo &omo esse sentimento de em8araço e %er"onha desapare&e por &omp!eto.ue tem !i"ação &om as ima"ens interiores errMneas &ausa B pessoa uma forte %er"onha. E essa é a meditação em profundidade* no n=%e! emo&iona! profundo .ue %o&+ des&u8ra . A!ém do mais* e!as são tão en"anadoras . 4 trabalho s5 come a depois desse reconhecimento.uanto permane&e dependente de .ue desen%o!%er uma sensi8i!idade espe&ia! para isso S e* é &!aro* !e%a tempo. Então pense outra %e# &o8re e!e tão o8Heti%amente . Nesse &aso %o&+ não ter4 o8tido su&esso em inte"rar e unifi&ar as suas reaçAes emo&ionais erradas e &on&!usAes errMneas &om o seu &onhe&imento inte!e&tua!.ue %o&+ re&onheça os sinais das tend+n&ias . =er:onha Tudo o .ue e!a mere&esse essa reação* se a en&ontrasse em outras pessoas. A atitude ou &on&!usão em .ue %o&+ des&o8riu. >o&+ est4 a&ostumado a empurrar o &onhe&imento desa"rad4%e! para o su8&ons&iente* e não pode perder esse h48ito de um dia par o outro.

Meus ami"os.ue estão %indo para todos %o&+s* meus .uatro ou de# anos* %o&+ não fi&aria surpreso em en&ontrar esse ra&io&=nio. Essa &rença é um sina! do sentimento de separação .ue todo mundo est4 passando por essa reação* de .uem &om $eus. Fi.ue e!a é um sintoma a ser esperado* ser4 &apa# de &ontra8a!ançar a sua impressão emo&iona! su8Heti%a fa!a&iosa* não !he dando atenção em %e# de &ontinuar se dei(ando "o%ernar por e!a.ue rea!mente re&onhe&e .ue dei(ou todo o pro&esso de ra&io&=nio na es&uridão da mente su8&ons&iente. Se %o&+ &on%ersasse &om uma &riança de* di"amos* .ueridos.ue o fe&ha na es&uridão* na so!idão e no medo* na &u!pa e na fa!sa %er"onha.ue &onhe&e .ue %o&+ sofre em tais momentos. Aper&e8a2se disso e %o&+ %ai superar o &onstran"imento.ui!o .uando formou a ima"em* o ra&io&=nio . Porém* . E %o&+* ser humano inte!i"ente . om muita fre.uer .T+n&ia* a %er"onha não sur"e por.ue* .ue em %o&+ mesmo &ausa todo esse sofrimento.ue %i%eu em um mundo fantasma"Lri&o de medos e %er"onhas . E a 8+nção da &ora"em de . Tam8ém é de "rande aHuda per&e8er . Antes . >o&+ não des&o8rir4 . Mas se %o&+ se der &onta de .uando %o&+ se depara pe!a primeira %e# &om essa idéia* e!a &ausa um sentimento de a"udo em8araço.ue %o&+ possa &itar entre todos .:5 emoçAes seme!hantes.ue de repente %o&+ des&o8riu a!"o muito ma!doso ou horroroso.ue isso era parte da sua mente* da sua Cmente su8terr\neaD* mas ainda assim da sua mente* da sua reação.ue as suas emoçAes a&reditam e é por isso .ue %o&+ possa mudar o . Essa é uma t=pi&a reação !i"ada a uma ima"em. Ser4 mais f4&i! para %o&+ a&eitar isso se &onsiderar .ue %o&+ se sente tão en%er"onhado.ue seHa* %o&+ pre&isa entender o . SL então* !entamente* de forma "radua!* %o&+ ser4 &apa# de reedu&ar as suas emoçAes* disso!%er as suas ima"ens e &riar na sua a!ma formas no%as e produti%as .ue a"ora fa# se en%er"onhar esta%a de a&ordo &om a sua &apa&idade de pensamento e ra&io&=nio* %o&+ sL é to!o re!ati%amente.ue sL %o&+ tem tais sentimentos* pois é nisso .ue est4 so#inho no mundo ou .ue uma reação tão C8o8aD ainda %i%e no seu =ntimo.ue não e(iste nin"uém .ue não possua as suas prLprias ima"ens* e* portanto* in&on"ru+n&ias seme!hantes.ue essa foi a sua dedução* a sua &on&!usão durante anos até o presente* e a"ora fi&a 8astante em8araçado em %er .ue todos %o&+s tanto pre&isam.uem em pa#6 fi.ue .ue é* não pode re&on&i!iar2se &om o fato de . >ou me retirar a"ora* &om as 8+nçãos espe&iais . SL %o&+ pode e%o!uir &omo uma pessoa !i%re* &om a &a8eça er"uida* em %e# de ser "o%ernado e suprimido pe!as suas impressAes erradas e pe!a fa!sa %er"onha. E pre&iso apenas um momento de &ora"em para atra%essar a.ue a8so!utamente não é rea!.ue &orrespondam B Lei $i%ina. >o&+ não estar4 so8 impressão emo&iona!* su8Heti%a* de . >o&+ est4 a"ora no ponto em . SL assim %o&+ pode !i8ertar2se da mura!ha de separação .ue nesse aspe&to %o&+ &ontinuou sendo uma &riança* por. E se %o&+ a ante&ipar* no%amente tornar4 as &oisas mais f4&eis para si mesmo. Se %o&+ entender . AP_T7LO 9 .ue pare&e tão %er"onhoso e para en&ara2se &omo rea!mente é. Não` >o&+ pode fi&ar muito mais en%er"onhado por a!"o simp!esmente to!o.

uais %o&+ ainda não é &ons&iente./=ICI/S/ 8/ A2/5 I2A. Tudo no in&ons&iente é primiti%o* i"norante e &om fre.ue e!e est4 o&u!to.uanto inte!e&tua!mente.ue não tenham se.ue no n=%e! &ons&iente %o&+s seHam mais !L"i&os. Ta!%e# e(istam pou&os entre %o&+s . Entretanto* não pense . E importante neste Pathwork .?- ] / CC5C$.ue isso si"nifi&a . O &=r&u!o %i&ioso . Eu %ou dis&utir a"ora um dos &=r&u!os %i&iosos* muito &omum entre os seres humano. Mesmo .$5/ SaudaçAes* meus . Torna2se &ons&iente dessas &orrentes %ai propor&ionar2!he !i8erdade e %itLria.ueridos ami"os.ue muitos dos seus sintomas %ão mostrar2!he fa&i!mente .ue %o&+ &ons&ientemente pensa e rea"e de a&ordo &om esse &ir&u!o %i&ioso6 per&e8a .ue é o meu assunto desta noite &omeça na inf\n&ia* onde todas as ima"ens são formadas.ue !he é prLpria. Jue $eus a8ençoe esta reunião6 $eus a8ençoe a todos.ue e(iste um modo i!L"i&o de pensar* de sentir e de rea"ir em &ada persona!idade* mesmo .ue a persona!idade amadureça harmoniosamente e &ontanto .T+n&ias* a &riança é in&apa# de sentir um amor a!tru=sta. Minhas pa!a%ras são diri"idas* não tanto B sua mente &ons&iente* ao seu inte!e&to* mas ao n=%e! dos seus sentimentos* onde esse &=r&u!o %i&ioso tem a sua e(ist+n&ia.uanto outra parte S por sina! muito importante S &ontinuar4 imatura. .ue tenha &ons&i+n&ia de a!"umas partes desse &=r&u!o %i&ioso use estas pa!a%ras para pro&urar por todas as outras partes das . Até &erto ponto* e!e opera em toda a a!ma humana. Nesse &aso* minhas pa!a%ras %ão "ui42!os para tomas ao menos uma parte de!e &ons&iente. a8e a %o&+ tornar &ons&iente essa reação em &adeia ao tra8a!har neste Pathwork de autodes&o8erta e de autodesen%o!%imento. Se isso a&onte&e* apenas uma parte da persona!idade %ai &res&er* en. E(istem muito pou&os adu!tos tão maduros emo&iona! . A maioria de %o&+s per&e8e .ue* em8ora in&ons&iente* um &=r&u!o desse tipo rea!mente %i%e no seu =ntimo. O adu!to maduro desen%o!%e2se em direção a esse amor desde . Na maior parte do tempo e!e %i%e no su8&ons&iente* em8ora &ertas partes do &=r&u!o possam ser &ons&ientes. Isso não ser4 tão dif=&i! por.T+n&ia i!L"i&o* em8ora e!e si"a uma &erta !L"i&a !imitada . A &riança é indefesaG e!a pre&isa de &uidados6 e!a não pode suster2 se so8re as prLprias pernas6 e!a não pode tomar de&isAes maduras6 e!a não pode ser !i%re de moti%açAes fra&as e e"o=stas.ue nenhuma das reaçAes infantis permaneça o&u!ta no in&ons&iente.ue %o&+ si"a esse &=r&u!o até re%e!42!o por inteiro pois* do &ontr4rio* não poder4 disso!%+2!o.uer a m=nima &ons&i+n&ia de nenhuma parte desse &=r&u!o. Por &onse.

2edo do ca-ti:o( medo da &elicidade Essa &u!pa tem uma outra* tam8ém ine%it4%e!* reação.ue não é humanamente poss=%e!. Essa é a se"unda parte do &=r&u!o %i&ioso.ue na persona!idade adu!ta &ausa toda sorte de &onf!itos internos e e(ternos. Se a &riança odiasse a!"uém a .ue seHa 8om* a!e"re ou pra#eroso.ue a &riança sente2se en%er"onhada dessas emoçAes ne"ati%as e portanto &o!o&a esse &onf!ito no in&ons&iente* onde e!e se torna &omo .ue esta é impedida de ter as &oisas a sua maneira* e!a toma esse fato &omo uma Cpro%aD adi&iona! de .uer di%idir amor &om outros* &om irmãos ou irmãs ou mesmo &om um dos pais. Assim* um medo do &asti"o sur"e na a!ma* o .ue é mau* errado e pe&aminoso odiar* parti&u!armente os prLprios pais* a . A &riança em sua i"nor\n&ia anseia por um amor e(&!usi%o .ue uma infe&ção. A &u!pa por odiar a. Assim* o primeiro &onf!ito sur"e de dois opostos.ue de&idam des&o8rir o .ue não o mere&e.ue humana. A &riança sente . A ne&essidade do amor .ue des&re%erei a se"uir. Em resumo* os anseios da &riança Hamais podem ser satisfeitos. Não o8stante* as manifestaçAes podem ser en&ontradas em %4rios sintomas* os . Toda%ia* a &riança se sente reHeitada e e(&!u=da se o pai ou mãe tam8ém amam a outros. A &riança &om fre.ue não é amada sufi&ientemente.uem se de%e amar e honrar.?) A criança Auer amor e9clu-i%o A &riança entra em &ontato &om um am8iente mais ou menos imperfeito . Por um !ado* a &riança deseHa o amor de am8os os pais e(&!usi%amente6 por outro !ado* e!a sofre se os pais não se amam.uem e!a não amasse ao mesmo tempo* se e!a amasse B sua prLpria maneira e não deseHasse amor em retorno* ta! &onf!ito não poderia sur"ir. O Ldio &ausa &u!pa por.ue não pode ser satisfeita "era Ldio e hosti!idade em re!ação Bs mesmas pessoas a .ue ser fe!i# a!"um dia* o &asti"o* .T+n&ia tem &iImes de am8os os pais.ue apesar da imperfeição a maioria dos pais é ainda assim p!enamente &apa# de amar mais de uma pessoa.uais se a&ompanhados até o fim* &ondu#irão Bs reaçAes em &adeia . E essa &u!pa* %i%endo no in&ons&iente* .ue tra B tona os seus pro8!emas interiores.ua!** no%amente* é .ue* por sua %e#* &ausa Ldio* ressentimento* hosti!idade e a"ressão.ue %o&+ est4 fe!i# e sente pra#er* apesar de esse ser um anseio natura!* %o&+ sente .ue a &apa&idade de amor de .ue não é mere&edora de nada . O fato de e(istir Ldio pe!a prLpria pessoa . Ademais* sempre .uase sempre tota!mente in&ons&iente. Fa!ando de modo "era!* esse é o se"undo &onf!ito do ser humano em &res&imento.uer é e"o=staG e!a não .ue se ama muito &ria um importante &onf!ito na psi.ue est4 o&u!to no seu su8&ons&iente.ue a &riança sinta2se reHeitada* o .ue!es . O amor .ue a &riança aprende desde &edo .uer pai ou mãe é imperfeita* a &riança não &ompreende .ua!* sempre . om esse medo do &asti"o ini&ia2se uma outra reação na . ontanto* se os pais não se amam* a &riança sofre ainda mais. Portanto a &riança e%ita in&ons&ientemente a fe!i&idade* pensando dessa forma dar uma &ompensação e assim e%itar .ue e!a .ue mais ama &on%en&e a &riança .uem mais se ama. Ao se sentir &u!pado* o in&ons&iente da &riança di#G CEu mereço ser &asti"adoD. Essa frustração fa# &om .ue pare&e ine%it4%e!* seria ainda maior. 7ma %e# . E L8%io .ua!. A!ém do mais* as pessoas não tem &ons&i+n&ia das ra=#es desses &onf!itos até .ue se e!a ti%esse .

E* uma %e# . E esse medo da fe!i&idade .uando %o&+ não for 8em su&edido em um deseHo &ons&iente e !e"=timo o o!hando para a sua %ida %o&+ des&o8rir . Os &onf!itos 84si&os de amor e Ldio* de &u!pa e medo do &asti"o e(istem em toda persona!idade humana.con-ci)ncia- . Assim* um outro &onf!ito passa a e(istir. Isso pode o&orrer de %4rias maneirasG por doença f=si&a produ#ida pe!a psi.ue pare&em a&onte&er in%o!untariamente* sem .ue#as* se eu for o me!hor em tudo .ue a satisfação desse deseHo &ons&iente foi &onstantemente frustrada* formando um padrão* &omo se %o&+ nada ti%esse a %er &om isso Q&omo se o destino &rue! se ti%esse a8atido so8re %o&+R* pode estar &erto de . Essa fu"a da fe!i&idade &ria situaçAes e padrAes . Ta!%e# eu possa &ompensar de outra maneira a minha "rande &u!pa por odiarD. E muito pior ser punido pe!os outros* por. Mas* ta!%e#* se eu mesmo me punisse* poderia ao menos e%itar a humi!hação* a e(posição e a de"radação de ser punido por forças e(ternas a mim mesmoD.ue não apenas uma ima"em e uma &on&!usão errMnea e(istem em seu interior* mas .uer 4rea da %ida. Outra re!ação em &adeia nesse &=r&u!o %i&ioso é a di%isão da persona!idade em suas &orrente de deseHo.ue indiretamente &riam padrAes .ue e!a seHa des&o8erta* e &om o tempo* disso!%ida.ue é imposs=%e! atin"i2!o na rea!idade. Por um !ado* a persona!idade ane!a por fe!i&idade e satisfação6 por outro* um medo da fe!i&idade impede a satisfação. 7m desses sentimentos &onf!itantes é a ne&essidade de autopunição* porém* por outro !ado* o deseHo de não ser punido &oe(iste &om e!e.ua!. Assim* a persona!idade inf!i"e um &asti"o a si mesma.ue o mereço.uanto mais se deseHa a fe!i&idade* mais &u!pado se sente. Em &ada &aso a 4rea afetada depende da ima"em pessoa! . Ora* o medo de ser punido e o medo de não mere&er a fe!i&idade &ria uma outra reação* ainda mais &omp!i&ada. O deseHo &ompu!si%o de autopunição* de%ido a &on&!usAes errMneas e i"norantes* e(iste em a!"um "rau em todo ser humano.ue ini&iou o &=r&u!o %i&ioso* &ausa mais di%isAes* &omo %o&+ pode %er &!aramente a"ora. Portanto* &aso e(ista uma ima"em re!a&ionada &om a profissão ou a &arreira* por e(emp!o* e!a ser4 forta!e&ida pe!o deseHo inerente de autopunição6 difi&u!dades nesse aspe&to sur"irão &onstantemente na %ida &onHu"a!* o mesmo se ap!i&ar4 nesse &aso. Essa &ompensação ima"in4ria si"nifi&a uma espé&ie de 8ar"anha.ue !e%a uma pessoa a todos os tipos de reaçAes* sintomas* esforços não saud4%eis* manipu!açAes de emoçAes e até mesmo a açAes .ue sempre pare&em destruir tudo .ue humana ar"umentaG CTa!%e# eu possa e%it42!o. A mente in&ons&iente pensaG Ceu tenho medo de ser punido pe!as outras pessoas* em8ora sai8a . Em8ora o deseHo de fe!i&idade Hamais possa ser erradi&ado* ainda assim* de%ido a esse sentimento de &u!pa profundamente o&u!to* .ue a &riança formou e &arre"ou durante essa %ida até . 8ua.ue estarei rea!mente B mer&+ de!es* seHam pessoas* seHa o destino* $eus ou a prLpria %ida. E!a é feita pe!o esta8e!e&imento de um padrão tão a!to para si mesmo .?3 uma punição ainda maior.ue* a!ém disso* a ne&essidade de autopunição tam8ém est4 presente. Portanto* se e .ue essa %o# foi* num &erto ponto* reprimida para o in&ons&iente* e!a não morreu6 e!a &ontinua %i%a no presente. Por &onse"uinte* uma parte o&u!ta da psi.ue é mais ardentemente deseHado na %ida. A pe.ue ou por %4rios infortInios* difi&u!dades* fra&assos ou &onf!itos em .ue fi#er* então eu posso &ompensar o meu Ldio e ressentimento no passadoD.uena %o# interior ar"umentaG CSe eu for perfeito* se eu não ti%er fa!has nem fra. A di%isão ori"ina! entre amor e Ldio* .ue a persona!idade seHa respons4%e! por e!es.

ue ser tão inte!i"ente* tão 8em2su&edido* tão 8onito . Sem os seus padrAes artifi&ia!mente e!e%ados* %o&+ não sentiria a ne&essidade de ser me!hor .ue %o&+ simp!esmente não pode ser tão perfeito* ainda.uação e inferioridade` Essa %erdade é sustentada pe!o fato de . E!a é muito or"u!hosa para per&e8er . >o&+ tem . Nem pe&ados ima"in4rios* nem fa!has reais podem ser &ompensados por essa &ons&i+n&ia artifi&ia! e supere(i"ente. Na %erdade* outras pessoas podem ser mais 8em2su&edidas de um modo ou de outro* mas isso por si mesmo nun&a poderia fa#+2!o sentir2se inferior.ue outros são me!hores ou t+m me!hor desempenho em a!"umas 4reas* en.uais. Esse Hamais é o %erdadeiro moti%o para os seus sentimentos de inade. E tam8ém por esta ra#ão . aso fosse rea!mente uma .uanimidade . $essa forma* uma se"unda &ons&i+n&ia est4 sendo &riada. Não &onfunda essa &ons&i+n&ia &om a se"unda &ons&i+n&ia* .uestão do passado* %o&+ não sentiria essa &u!pa a"uda todo o tempo* mesmo .uando %o&+ fina!mente diferen&iar esses dois tipos de &ons&i+n&ia* ter4 dado um "rande passo B frente.uar2se a esses e!e%ados padrAes.ue %o&+ se a&eite &omo é a"ora.ue os padrAes da sua &ons&i+n&ia &ompu!si%a são irra&ionais* irreais e imposs=%eis de rea!i#ar* e uma %e# . Se e . E!a tam8ém é por demais or"u!hosa para permitir . Na rea!idade* e(iste apenas uma &ons&i+n&iaG é o Eu Superior* . omo todos %o&+s H4 sa8em* o modo de e!iminar fa!has %erdadeiras é muito diferente e muito mais &onstruti%o.uando %o&+ não pode atin"ir essas metas< Ine%ita%e!mente* o resu!tado ser4 um sentimento inade.ue %o&+ se sente &onstantemente &u!pado. O . Todos os sentimentos de inferioridade na nature#a humana podem ser redu#idos a esse denominador &omum. Na rea!idade* nin"uém pre&isa ser punido.ue as pessoas mais 8ri!hantes* mais 8em2su&edidas* mais 8onitas &omumente t+m sentimentos de inferioridade mais sérios .ue o &riaram.uanto esse fato não for sentido e e(perimentado* %o&+ não pode a8andonar os sentimentos de inferioridade.uanto* os outros em todos os &ampos de sua %ida. As ra&iona!i#açAes .uação e inferioridade. A se"unda &ons&i+n&ia é moti%ada por fra.ue#a e medo.uanto %o&+ tem %anta"ens . >o&+ poderia a&eitar &om e.uanto as outras pessoas.ue %o&+ não sa8e .ue %o&+ usa para e(p!i&ar os seus sentimentos de inferioridade* .uer .ue outras .ue outros podem não ter.ue são menos 8ri!hantes* menos 8e!as ou menos 8em2su&edidas Perpetuação da inadeAuação e da in&erioridade . Portanto* %o&+ ne&essariamente %ai se sentir inferior* por. Somente então disso!%er4 a reação em &adeia ponto por ponto e &riar4 no%os &on&eitos no interior do se Eu emo&iona!.ue* sendo tão perfeito* pode fu"ir do &asti"o.ue passar pe!as emoçAes . A se"unda &ons&i+n&ia* &ompu!si%a* fa# e(i"+n&ias imposs=%eis de serem atendidas.ue os outros podem ter su&esso en. En. >o&+ pensa .ue foi artifi&ia!mente &riada pe!a &ompu!são de &ompensar um suposto pe&ado* ou mesmo uma fa!ha %erdadeira.ue não seHa &ons&iente.?: >o&+ sL pode superar a!"uma &oisa se puder %enti!42!a.ue %o&+ a&redita* atr4s da sua mura!ha de separação* .ue* ou pe!o menos tão 8om .uanto apenas %o&+ não pode* %o&+ se sente &omp!etamente iso!ado e en%er"onhado* &om o seu se"redo &arre"ado de &u!pa de não apenas odiar* mas de tam8ém ser 8om e puro. 7ma %e# .ue é eterno e indestrut=%e!6 e!e é a &ente!ha di%ina de &ada ser humano.ue a&onte&e .ue o mesmo %e!ho Ldio ainda dura em %o&+.ue seHam e!as* nun&a são a %erdadeira &ausa. >o&+ não teria . E por isso .ue não é &apa# de ade.

Assim* o anseio por amor torna2se &ada %e# mais tenso. Sei . O . K4 .ue não re&e8a de %o!ta imediatamente da mesma fonte em .ue é %erdade* mas em um sentido diferente.uem .ui!i8rada. A admiração e o respeito dos outros seriam tam8ém a pro%a de . é que o amor vir6.uer ser amada e a&arinhada* &uidada e admirada mesmo por pessoas a . >o&+ nun&a re&e8e mais do .ue essa ne&essidade Hamais pode ser satisfeita S e .uite não é a resposta. Natura!mente* esses pensamentos nun&a são e!a8orados &ons&ientemente6 &ontudo* esse é o modo &omo as emoçAes ar"umentam so8 a superf=&ie.?? Essa inade.ue* se esse amor rea!mente e(iste* então a &riança esta%a &erta e seus pais* ou . E &om as pessoas a .ue era ini&ia!mente. Se os moti%os para o amor !imitado .ue meus pais ne"aram. A di--olução do círculo .uação e inferioridade ser%em para fe&har ainda mais essa &=r&u!o %i&ioso. A persona!idade sente no in&ons&iente . Em outras pa!a%ras* %o&+ pro&ura um remédio .uer . Todos os di%ersos pontos das reaçAes em &adeia tornam a ne&essidade muito mais forte.uem e!a tem a intenção de retri8uir* em &erta medida* a proporção entre sua disposição de dar e sua ne&essidade &ompu!si%a de re&e8er é muito desi"ua!.ue a %ida a%ança* sempre &riando mais pro8!emas e &onf!itos.ue sou inferior* mas* ta6%e#* se eu pudesse pe!o menos re&e8er uma "rande .uando fa!ho em &orresponder aos padrAes da minha &ons&i+n&ia &ompu!si%aD.ue não ser%e para a sua doença* portanto a sua fome de amor permane&er4* sem ser ap!a&ada.ue me foi ne"ada no passado* &o!o&ando2me assim forçosamente numa posição de odiar e de &riar todo esse &=r&u!o %i&ioso.ue e!a não pode arris&ar nada pe!o amor* e!a não sa8e &omo amar de forma madura.ue tenha ne"ado amor a %o&+* esta%am errados. E &omo um poço sem fundo.ue a persona!idade em . SL .uando %o&+ deseHa amor de uma maneira saud4%e! e madura e* apenas quando voc& est6 disposto a amar na mesma medida em deseja ser amado. O amor .ue %o&+ deseHa na idéia e. No%amente* a sua %o#inha interior ar"umentaG CEu fra&assei.ue %o&+ d4 inf!uir4 de %o!ta* &ontando . Em ra#ão desse dese.ue esse &=r&u!o %i&ioso é forte Hamais pode assumir esse ris&o en.ue#a* &om o intuito de pro%ar a!"uma &oisa.ue eu esta%a Hustifi&ado* pois é poss=%e! a"ora re&e8er o . Assim se fe&ha o &=r&u!o.ui%o&ada de .ue %o&+ não d+ em fra.ue %o&+ o in%estiu* porém em a!"um momento e!e de%er4 f!uir de %o!ta para %o&+* desta %e# em um &=r&u!o 8eni"no. Isso %ai mostrar tam8ém . 7ma %e# .uantidade de amor* de respeito e de admiração dos outros* isso traria a mesma satisfação pe!a .uema Hamais poder4 fun&ionar* pois a Lei $i%ina é sempre Husta e e. Lem8re2se de . A &riança interior tem apenas o deseHo e o anseio imaturo por amor e . A!ém disso* sempre e(iste uma suspeita de .uanto &ontinuar a deseHar o imaturo amor infanti!.ue %ai dei(42!o . Portanto* o &=r&u!o fe&ha onde &omeça* e a ne&essidade de ser amado torna2se muito mais &ompu!si%a do .ue o Ldio era inHustifi&ado S o .ue in%este.ue eu não sou tão inIti! . Juando %o&+ in%este !i%remente pode ser .uem e!a não tem intenção de retri8uir o amor.ua! eu ori"inariamente ansia%a e .uanto suspeito .ue %o&+ d4 forem in&ons&ientemente 8aseados nesse &=r&u!o %i&ioso* %o&+ Hamais poder4 re&e8er amor de %o!ta. A &riança não tem a o8ri"ação de assumir esse ris&o* mas o adu!to tem.ui!=8rio* esse es.uanto mais isso se torna aparente* maior se torna a &u!pa S todos os pontos se"uintes no &=r&u!o %i&ioso tornam2se &ada %e# piores B medida .

Tornado2as &ons&ientes e* então* tra8a!hando2as ponto a ponto* %o&+ fina!mente &onse"uir4 !i8erar a sua %o# interior de sa8edoria .ue restaure a ordem e o e. Tudo isso tem . >ão o&orrer situaçAes .uando &riança %o&+ tinha Hustifi&ati%a para o fato de ter &ertos sentimentos* atitudes e in&apa&idades .ue tem . A a!ma humana &ontém toda a sa8edoria* toda a %erdade de .ue ser resta8e!e&ido* de forma .ue %o&+ des&u8ra esse &=r&u!o no seu tra8a!ho pessoa!* ser4 poss=%e! romp+2!o* mas sL depois de per&e8er onde se en&ontram as premissas erradas.ue %o&+ sai8a* e até pre"ue* .ue %o&+ a8sor%eu* inteiramente B parte de suas emoçAes. A!"uma per"unta< PE'/7NTAG O . >o&+ %ai se modifi&ar não ne&essariamente em suas açAes e(teriores e &ons&ientes* mas nas suas e(i"+n&ias e metas infantis e in&ons&ientes. Ter4 tam8ém . Somente depois de ter2se dado &onta de tudo isso e de t+2!o a8sor%ido* depois de ter pensado so8re a irra&iona!idade de &ertas emoçAes até a. Não importa onde ou .uando %o&+ se des%ie* o e.ui!=8rio na sua %ida.ue e!as &omeçarão a mudar de forma !enta e "radua!.uando na %erdade são o remédio para &o!o&42!o na tri!ha &erta. ada ato de re&onhe&imento o aHudar4 a romper o seu &=r&u!o %i&ioso.ue se tornar &omp!etamente &ons&iente antes .ue &ompreend+2!as.ue pare&em &asti"os* .ue muda a sua direção interna. Se %o&+ dei(ar .ue %o&+ &ompreenda a sua fa!ta de ra#ão.ue %o&+ possa ter esperanças de romper o &=r&u!o. Pode ser .ue a&onte&e &om uma &riança &uHo Ldio e hosti!idade se e(pressam a8ertamente< Essa &riança ainda assim teria um sentimento de &u!pa< .uanto a onde* a onde* a &omo e em re!ação a .ue %o&+ possa rea!mente disso!%+2!o.ue se tornar uma e(peri+n&ia pessoa! antes .ue pre&isa* mas todas essas &on&!usAes errMneas a en&o8rem.ue a"ora são o8so!etos. Não espere . >o&+ tem . >o&+ ter4 de %er . O seu tra8a!ho neste Pathwork é des&o8rir esse &=r&u!o dentro de %o&+ mesmo* %i%en&i42!o* parti&u!armente . Juando a Lei $i%ina é %io!ada nas suas reaçAes internas e e(ternas ine(ora%e!mente a sua &ons&i+n&ia di%ina o &ondu# de um modo ta! .ue res%a!ar "radua!mente mais e mais &on&!usAes errMneas. 'epetindoG se %o&+ não puder identifi&ar os %4rios pontos desse &=r&u!o %i&ioso nas suas emoçAes* a e(ist+n&ia dessa reação em &adeia ser4 apenas mais um dado de &onhe&imento teLri&o . Assim* %o&+ se tornar4 !i%re e independente. A dis&rep\n&ia tem .ue o orienta de a&ordo &om a &ons&i+n&ia di%ina* se"undo o seu p!ano pessoa!. Juando %o&+ enfrenta essas emoçAes S sua i"nor\n&ia* seu e"o=smo e sua imaturidade S sem fi&ar en%er"onhado* e ap!i&a o seu &onhe&imento &ons&iente a e!as* &ontro!ando2se sempre .ui o&u!tas* é .ue .ue dar amor sem estar tão preo&upado em re&e8er* mas todos %o&+s* nas suas emoçAes* ainda se des%iam desse &on&eito inte!e&tua!.ue esse &=r&u!o seHa apenas um &on&eito inte!e&tua!* sem re%i%+2!o emo&iona!mente* o seu &onhe&imento não ir4 aHud42!o.uem %i%e no seu interior.ui!=8rio tem .?. Portanto* .ue e!as mudem no e(ato momento em . 7ma %e# .ueridos ami"os* tra8a!ham todo esse &=r&u!o %i&ioso e per&e8am &omo e!e é atuante nas suas %idas pessoais. Tem de des&o8rir onde %o&+ se des%ia do seu &onhe&imento &ons&iente nas suas tend+n&ias* e(i"+n&ias e deseHos emo&ionais.ue* atra%és das suas difi&u!dades* %o&+ fina!mente &he"ue ao ponto em .ue apreender a ser to!erante &om as suas emoçAes ne"ati%as.

uando indu!"em em ta! &omportamento éG CEu estou infe!i#. Isso pode a&onte&er em %4rios "raus. Então* os mesmos a&essos de rai%a podem &ontinuar internamente no adu!to* sem !imite de idade* e &essar apenas . >eHa tem .ue!es . Fi.uem em pa#* meus . ds %e#es é 8astante L8%io6 outras %e#es é muito mais suti! e &amuf!ado.ue me amarD. >o&+ tem . Le%em &onsi"o essas 8+nçãos* dei(em .ue de rai%a infanti!* ou podem simp!esmente tornar a %ida dif=&i! para a.ue as pessoas di#em . O simp!es fato de .ue essa hosti!idade possa por %e#es ser e(pressa a8ertamente na inf\n&ia não .ue são uma forma de ata.ue $eus . In%aria%e!mente* porém* a &riança é repreendida e aprende &omo isso é CmauD.ue o Ldio seHa* Bs %e#es* inteiramente &ons&iente* mais tarde e!e é "era!mente suprimido. Por meio de sua infe!i&idade* essas pessoas inf!i"em &onstantemente difi&u!dades aos outros* &om o o8Heti%o de impor sua %ontade e sua ne&essidade &ompu!si%a de re&e8er a utopia pueri! de amor e &uidado perfeitos. Fi.ui!o .uem &om $eus.ue os fa#em sentir &u!pados e não mere&edores da. Essa é a Ini&a !i8ertação dos seus a!tos padrAes &ompu!si%os . Sempre . O . .uer . A!"umas pessoas podem desen%o!%er doenças .T+n&ia em &rianças. E mesmo .ue não possa ser suprimido mais tarde.ue tomar &onta de mim.ue as &er&am. A8ençoados seHam todos %o&+s* todos os meus ami"os .uando esse &=r&u!o %i&ioso é tra#ido para a &ons&i+n&ia.ue tenhamG fe!i&idade* !u#* amor.?9 'ESPOSTAG Essas manifestaçAes e(ternas o&orrem &om fre.ue e!as forta!eçam a sua &ora"em* a sua força de %ontade no Pathwork de autodes&o8erta.ueridos ami"os.ue !+em estas pa!a%ras.uer di#er ne&essariamente .ue uma &riança tem um dos &hamados a&essos de rai%a* essas emoçAes %+m para o &ampo a8erto. Isso é uma C8irraD infanti! sem a manifestação e(terior da &riança. Isso forta!e&e a ne&essidade de manter o&u!to o %erdadeiro si"nifi&ado desses a&essos.

ui!o . aso &ontr4rio* . Mesmo .T+n&ia* %o&+ não apenas %ai se tornar uma pessoa mais fe!i#* mas tam8ém ser4 &apa# de estender aos outros o amor maduro S aos seus fi!hos* &aso os tenha* ou Bs outras pessoas .ue as &rianças raramente re&e8em sufi&iente amor e &arinho maduros* e!as &ontinuam a ansiar por e!es durante toda a %ida* a menos .ue!as pou&as .ue essa fa!ta e essa ferida seHam re&onhe&idas e ade.IS SaudaçAes* meus ami"os.ue a &riança tem de ser amada é irrea!. Jue $eus a8ençoe a todos %o&+s. Jue as 8+nçãos di%inas possam estender a &ada um de %o&+s o au(=!io para assimi!ar as pa!a%ras .ue eu men&ionei &omo a &riança deseHa ser amada e(&!usi%amente e sem !imites. >o&+ !em8rar4 . >o&+ pode %er &omo essa &ondição &ontinua de "eração em "eração. A &alta de amor maduro 7ma %e# .ue fa!o.ue o amor maduro nesta Terra est4 presente apenas em &erta medida* a &riança sofrer4 &om as !imitaçAes até mesmo do pai amoroso.ue a"ora %amos ana!isar. Porém essa fa!ta de re&epção de amor maduro não pre&isa pertur8ar nem a %o&+ nem a sua %ida se %o&+ se tornar &ons&iente de!a e %ir a reor"ani#ar os seus anti"os deseHos* arrependimentos* pensamentos e &on&eitos in&ons&ientes* sintoni#ando2os &om a rea!idade de &ada situação.ue o &er&am S de forma . Pode ha%er &asos iso!ados e e(&ep&ionais em . 7ma %e# .SD/ 8' 5'C5IA5 ' S$P'5A5 6'5I8AS I06A0.ue &omeçaram a e(p!orar a sua mente e suas emoçAes in&ons&ientes* ha8itua!mente passam ao !ar"o da forte !i"ação entre o anseio e a frustração da &riança e as difi&u!dades e pro8!emas atuais da idade adu!ta* por. . Em outras pa!a%ras* o deseHo . Isso as far4 in&apa#es de amar de forma madura. NLs dis&utimos anteriormente o medo de amar. A p!ena &ons&i+n&ia disso é essen&ia!.ue muito pou&as pessoas sentem pessoa!mente S e não apenas re&onhe&em em teoria S &omo é forte esse %=n&u!o.uando e!as passarão pe!a %ida in&ons&ientemente !amentando por a.ue um dos pais o possua em um &erto "rau* muito pro%a%e!mente o outro não o ter4.ue !hes fa!tou na inf\n&ia. 7ma auto&orreção rea!ista &omo essa é 8astante &ontr4ria ao seu atua! &omportamento interior* .uadamente reso!%idas.ue uma 8eni"na reação em &adeia possa &omeçar. Em &onse.?0 AP_T7LO 0 ] A C/2P$. Todas as pessoas* in&!uindo até mesmo a.ue um pai* ou mãe* ofereça um "rau sufi&iente de amor maduro.

uanto a ferida* a de&epção e a ne&essidade não satisfeita dos seus anos infantis permane&em in&ons&ientes* %o&+ não pode entrar em um a&ordo &om e!as. >o&+ sL pode perdoar e es.ue a!"o mais pode e(istir.ue os outros possuem. A&reditam . N4 um &erto nImero de pais .ue . Se %o&+ te%e um pai* ou mãe .entati%a. E(teriormente %o&+ re&e8eu tudo o .ui!o . E!es* portanto* e(er&em uma autoridade dominadora ma!tratando a &riança e não permitindo .ue "ostariam. Não importa o .uinhão é diferente do de todos os demais.ue ti%eram todo o amor .ue dão "randes demonstraçAes de amor.ue sua persona!idade se desen%o!%a.ue não são &apa#es de amar &om maturidade. Am8as as atitudes estão !on"e da %erdade. Muitos de %o&+s o!ham para a inf\n&ia &on%en&idos de .ue nun&a ousam &asti"ar ou e(er&er uma autoridade saud4%e!.ue o seu .ue t+m &om o . As &rianças não t+m &omo pMr suas ne&essidades em pensamento.ue .ue é assim .ue %o&+ se sentisse &u!pado e des&onfort4%e!.ua! a &riança ane!a* ou o dão apenas numa medida insufi&iente. Não sa8em . Am8os os tipos dei(am a deseHar &omo pais* e as suas atitudes errMneas* a8sor%idas pe!a &riança* &ausarão feridas e insatisfaçAes.ue esta%a fa!ando.ue a!"uma &oisa o in&omoda%a sem . E!es podem estra"ar ou mimar seus fi!hos. Esse mesmo ato de estra"ar e mimar pode ser uma &ompensação e(a"erada e um tipo de pedido de des&u!pas por uma profunda suspeita de .ue o sufo&a%a &om afeição ou pseudo2afeição* mas . Ou* em &asos e(tremos* e!as se sentem espe&ia!mente iso!adas* a&reditando . Outros pais podem ser muito se%eros* muito estritos.T+n&ia* no entanto* am8os os pais são emo&iona!mente imaturos e não podem dar o amor maduro pe!o . Orientação ade. As &rianças sentem a %erdade de forma muito a"uda.ue&er se re&onhe&er a sua . Portanto* %o&+ a tira%a do seu &ampo de %isão* empurrando2a para o mais !on"e poss=%e!.ue são infe!i#es* nem mesmo sa8endo . Em am8os os &asos* a %erdadeira emoção não é &ons&iente e* portanto* não pode ser a%a!iada propriamente* nem é poss=%e! &he"ar a um a&ordo &om e!a.?1 om mais fre. No outro &aso* a re8e!ião é i"ua!mente forte* mas o&u!ta* e por &onse"uinte infinitamente mais dif=&i! de rastrear.uiseram apenas por. $urante a inf\n&ia* essa ne&essidade raramente é &ons&iente.ueria e pre&isa%a* &omo poderia então traçar a suti! e de!i&ada fronteira entre a afeição rea! e a pseudo2afeição &om o seu inte!e&to infanti!< O fato de .de remediar a &erida in&antil na idade adulta En.ue %o&+ fosse &apa# de e(p!i&42!o ra&iona!mente fe# &om . E!as podem não o8ser%42!as &ons&ientemente ou pensar so8re e!a* mas por dentro as &rianças sentem &om pre&isão a diferença entre o amor maduro* "enu=no* e a %ariedade imatura e e(&essi%amente demonstrati%a . . E!as não podem &omparar a. Na &riança &uHos pais são ri"orosos* o ressentimento e a re8e!ião são a8ertos e* portanto* mais fa&i!mente !o&a!i#4%eis. Assim* as &rianças &res&em sem nun&a entender rea!mente por .ue é ofere&ida em seu !u"ar.uando &riança e se ressentia.ue de%emos ser. E(istem pais .ue o impede de perdo42!os pe!a ferida.ue são infe!i#es. Essa fa!ha é de%ida B &u!pa pe!o fato de o %erdadeiro amor* o amor "eneroso* &a!oroso* &onfortante* estar ausente nas suas prLprias persona!idades imaturas.ue dei(a%a a deseHar no to&ante ao %erdadeiro &a!or* ou se um dos seus pais &ons&ientemente fa#ia tudo &erto mas tam8ém não tinha esse &a!or* in&ons&ientemente %o&+ sa8ia disso .ue re&e8eram a!"um amor* mas na %erdade* raramente re&e8eram todo o amor de . ons&ientemente* ta!%e# %o&+ não pudesse apontar o .uada e se"urança são responsa8i!idade dos pais e e(i"em autoridade da sua parte.uanto %o&+ ama os seus pais* e(iste em %o&+ um ressentimento in&ons&iente* o .

?5 ferida e o seu ressentimento profundamente es&ondidos, omo um ser humano adu!to %o&+ %er4 ;ue seus pais são* tam8ém* apenas seres humanos, E!es não são tão ima&u!ados e perfeitos ;uanto a &riança pensa%a e espera%a* &ontudo e!es não de%em ser reHeitados a"ora por;ue tinham seus &onf!itos e imaturidades, A !u# do ra&io&=nio &ons&iente tem ;ue ser ap!i&ada a essas emoçAes ;ue %o&+ nun&a se permitiu per&e8er &omp!etamente, En;uanto não tem &ons&i+n&ia desse &onf!ito entre o anseio por um amor perfeito* %indo dos seus pais* e o ressentimento &ontra e!es* %o&+ est4 fadado a tentar remediar a situação depois de adu!to, Esse esforço pode manifestar2se em %4rios aspe&tos da sua %ida, >o&+ &onstantemente se depara &om pro8!emas e padrAes repetidos ;ue t+m ori"em na sua tentati%a de reprodu#ir a situação de inf\n&ia de forma a &orri"i2!a, Essa &ompu!são in&ons&iente é um fator muito forte* mas est4 muito o&u!to do seu entendimento &ons&iente` A maneira mais fre;Tente de se tentar remediar a situação o&orre na es&o!ha dos par&eiros, In&ons&ientemente %o&+ sa8er4 &omo es&o!her no par&eiro aspe&tos seme!hantes ao da;ue!e dentre os pais ;ue mais dei(ou a deseHar em sua afeição e amor reais "enu=nos, Mas %o&+ tam8ém 8us&a no seu par&eiro aspe&tos do outro* o ;ue &he"ou mais perto de &orresponder Bs suas e(i"+n&ias, on;uanto seHa importante en&ontrar am8os os pais representados nos seus par&eiros* é ainda mais importante e mais dif=&i! des&o8rir a;ue!es aspe&tos ;ue representam a;ue!e ;ue o feriu e desapontou parti&u!armente, Assim* %o&+ 8us&a os pais no%amente S de uma maneira suti! ;ue não é sempre f4&i! de dete&tar S no seu &MnHu"e* nas suas ami#ades ou nas demais re!açAes humanas, No seu su8&ons&iente o&orrem as se"uintes reaçAesG uma %e# ;ue a &riança em %o&+ não pode !i8ertar2se do passado* não pode &he"ar a um a&ordo &om e!e* não pode perdoar* &ompreender e a&eitar* essa mesma &riança ;ue e(iste em seu interior &ria &ondiçAes seme!hantes* tentando %en&er no fina! para* fina!mente* dominar a situação em !u"ar de su&um8ir a e!a, A &alácia de--a e-trat?:ia Todo esse pro&edimento é profundamente perni&ioso, Em primeiro !u"ar* é uma i!usão pensar ;ue %o&+ foi derrotado6 portanto* é tam8ém uma i!usão pensar ;ue a"ora %o&+ pode ser %itorioso, A!ém do mais* é i!usLrio a&har ;ue a fa!ta de amor* por mais triste ;ue possa ter sido ;uando %o&+ era &riança* seHa a tra"édia ;ue o seu su8&ons&iente ainda sente ;ue é, A Ini&a tra"édia est4 no fato de %o&+ o8struir a sua fe!i&idade futura ao &ontinuar a reprodu#ir a %e!ha situação* na tentati%a de domin42!a, Meus ami"os* esse pro&esso é profundamente in&ons&iente, Natura!mente* nada est4 mais distante da sua mente en;uanto %o&+ se &on&entra nos seus o8Heti%os e deseHos &ons&ientes, Ser4 pre&iso es&a%ar muito para des&o8rir as emoçAes ;ue o &ondu#em repetidas %e#es para situaçAes nas ;uais o seu o8Heti%o se&reto é remediar af!içAes infantis, Ao tentar reprodu#ir a situação da inf\n&ia* %o&+ es&o!he in&ons&ientemente um par&eiro &om aspe&tos seme!hantes B;ue!es do seu pai ou da sua mãe, Porém* são esses mesmos aspe&tos ;ue tornarão imposs=%e! ;ue %o&+ re&e8a a"ora o amor maduro ;ue !e"itimamente anseia* da mesma forma ;ue foi no passado, >o&+ a&redita* &e"amente* ;ue o fato de ;uerer &om mais força e ur"+n&ia far4 &om ;ue seu pai2par&eiro a"ora &eda* mas na rea!idade o amor não pode %ir por esse &aminho, Somente ;uando %o&+ fi&ar !i%re dessa &ont=nua repetição é ;ue %o&+ não &horar4 mais pe!o amor de um pai ou de uma mãe, Em !u"ar disso* %o&+ %ai pro&urar um par&eiro ou outras re!açAes humanas ;ue o !e%em a en&ontrar a maturidade ;ue rea!mente pre&isa e ;uer, Não e(i"indo ser amado

.&omo uma &riança* %o&+ estar4 i"ua!mente deseHoso de amar, Toda%ia* a &riança em %o&+ a&ha isso imposs=%e!* não importa o ;uanto %o&+ se torne &apa# de amar de outro modo atra%és do desen%o!%imento e do pro"resso pessoa!, Esse &onf!ito o&u!to e&!ipsa a sua a!ma ;ue* em outros aspe&tos* est4 em &res&imento, Se %o&+ H4 tem um par&eiro* a e(posição desse &onf!ito pode mostrar2!he &omo e!e ou e!a se asseme!ham aos seus pais em &ertos aspe&tos imaturos, Porém* uma %e# &iente de ;ue difi&i!mente e(iste uma pessoa rea!mente madura* essas imaturidades do seu par&eiro não serão mais a tra"édia ;ue eram en;uanto %o&+ 8us&a%a &onstantemente reen&ontrar um dos seus pais* ou am8os* o ;ue* é &!aro nun&a poderia o&orrer, om sua imaturidade e in&apa&idade atua!* %o&+ pode não o8stante &onstruir uma re!ação mais madura* !i%re da &ompu!são infanti! de re&riar e &orri"ir o passado, >o&+ não tem idéia do ;uanto o seu su8&ons&iente est4 preo&upado &om o pro&esso de reen&enar a peça* por assim di#er* na esperança de ;ue Cdesta %e# %ai ser diferenteD, E nun&a o é` d medida ;ue o tempo passa* &ada de&epção pesa mais e a sua a!ma fi&a &ada %e# mais desen&oraHada, Para a;ue!es de %o&+s* meus ami"os* ;ue ainda não atin"iram &ertas profundidades do seu su8&ons&iente ine(p!orado* isso pode pare&er muito a8surdo e forçado, ontudo* a;ue!es ;ue &he"aram a %er o poder das suas tend+n&ias* &ompu!sAes e ima"ens o&u!tas irão* não apenas a&reditar prontamente nisso* mas em 8re%e e(perimentarão a %erdade dessas pa!a%ras em suas prLprias %idas, >o&+ H4 sa8e* por meio de outras des&o8ertas* &omo são poderosas as operaçAes da sua mente su8&ons&iente* &om ;ue astI&ia e!a per&orre os seus &aminhos destruti%os e i!L"i&os, Se %o&+ aprender a o!har para os seus pro8!emas e insatisfaçAes desse ponto de %ista* e se"uir o pro&esso usua! de permitir ;ue as suas emoçAes %enham B tona* %o&+ o8ter4 muito mais %isão interior, Porém* meus ami"os* ser4 pre&iso re%i%en&iar o anseio e a ferida da &riança &horosa ;ue %o&+ foi um dia* em8ora fosse tam8ém uma &riança fe!i#, Sua fe!i&idade pode ter sido %4!ida e %erdadeira* pois é poss=%e! ser a um tempo fe!i# e infe!i#, E poss=%e! ;ue %o&+ a"ora tenha p!ena &ons&i+n&ia dos aspe&tos fe!i#es da sua inf\n&ia* mas da;ui!o ;ue o feriu profundamente e da;ue!e a!"o pe!o ;ue %o&+ ansia%a muito S %o&+ nem se;uer sa8ia o ;u+ 2* %o&+ não tinha &ons&i+n&ia, >o&+ não sa8ia o ;ue esta%a fa!tando ou mesmo ;ue fa!ta%a a!"o, Essa infe!i&idade 84si&a tem ;ue %ir B &ons&i+n&ia a"ora* se %o&+ rea!mente ;uiser prosse"uir no desen%o!%imento interior, >o&+ tem de ree(perimentar a dor a"uda ;ue sofreu um dia* mas ;ue foi empurrada para fora do &ampo de %isão, A"ora %o&+ tem de o!har para essa dor* &ons&iente da &ompreensão ;ue o8te%e, SL fa#endo isso %o&+ entender4 o %erdadeiro %a!or dos seus pro8!emas atuais e os %er4 na sua %erdadeira !u#, Como ree9perimentar a &erida in&antil Yem* &omo é poss=%e! &onse"uir re%i%en&iar as feridas de tanto tempo atr4s< E(iste apenas um modo* meus ami"os, Tome um pro8!ema presente, 'etire2!he todas as &amadas superpostas das suas reaçAes, A primeira &amada* a mais a&ess=%e!* é a ra&iona!i#ação* a;ue!a ;ue Cpro%aD ;ue outros seres humanos* ou as situaçAes* são &u!padosG não são os seus &onf!itos mais internos ;ue fa#em &om ;ue %o&+ adote a atitude errada fa&e ao %erdadeiro pro8!ema ;ue o &onfronta, A prL(ima &amada pode ser a rai%a* o ressentimento* a ansiedade* a frustração, Por tr4s de todas essas reaçAes %ai en&ontrar a ferida de não ser amado, Juando %o&+

.) e(perimentar a ferida de não ser amado no seu presente di!ema* isso ser%ir4 para a8rir no%amente a ferida da inf\n&ia, En;uanto esti%er enfrentando a ferida atua!* %o!te atr4s em pensamento e tente re&onsiderar a situação &om os seus paisG o ;ue e!es !he deram< omo %o&+ rea!mente se sentiu em re!ação a e!es< >o&+ %ai per&e8er ;ue* de muitas maneiras* sentiu fa!ta de um &erto ;u+* o ;ua! %o&+ nun&a %iu &om &!are#a antes S ;ue %o&+ não ;ueria %er, $es&o8rir4 ;ue isso de%e t+2!o ferido ;uando &riança6 %o&+ pode ter es;ue&ido essa ferida num n=%e! &ons&iente* porém e!a não foi &omp!etamente es;ue&ida, A ferida do seu pro8!ema atua! é e(atamente a mesma, A"ora* rea%a!ie a sua ferida presente* &omparando2a &om a;ue!a da inf\n&ia, Pro fim* %er4 ;ue am8as são e(atamente a mesma ferida, Não importa o ;uão %erdadeira e &ompreens=%e! seHa a sua dor atua!* e!a é* não o8stante* a mesma dor da inf\n&ia, 7m pou&o mais tarde %o&+ %ai %er &omo &ontri8uiu para produ#ir a dor presente &om deseHo de &orri"ir a ferida infanti!, Mas a prin&=pio %o&+ tem apenas ;ue sentir a seme!hança da dor, ontudo* isso e(i"e um &onsider4%e! esforço* pois h4 muitas emoçAes superpostas ;ue &o8rem a dor atua!* 8em &omo a;ue!a do passado, Antes ;ue %o&+ tenha &onse"uido &rista!i#ar a dor ;ue est4 e(perimentando* %o&+ não pode entender nada mais a esse respeito, 7ma %e# ;ue %o&+ possa sin&roni#ar essas duas dores e per&e8er ;ue e!as são uma e a mesma dor* o prL(imo passo é muito mais f4&i!, Então* o!hando no%amente o padrão repetiti%o nas suas %4rias difi&u!dades* %o&+ %ai aprender a re&onhe&er a seme!hança entre os seus pais e as pessoas ;ue o feriam ou ;ue a"ora !he &ausam dor, E(perimentar emo&iona!mente essas emoçAes %ai fa#+2!o a%ançar mais no &aminho parti&u!ar de disso!ução desse &onf!ito 84si&o, A simp!es a%a!iação inte!e&tua! não apresentar4 nenhum 8enef=&io, Juando %o&+ sentir as seme!hanças* en;uanto ao mesmo tempo sente a dor de a"ora e a dor de então* %o&+ !entamente &he"ar4 B &ompreensão de &omo %o&+ pensou ;ue tinha de es&o!her a atua! situação por;ue 8em no fundo não podia admitir a possi8i!idade da CderrotaD, Não é pre&iso di#er ;ue muitas pessoas não tem se;uer a &ons&i+n&ia de ;ua!;uer dor* passada ou presente, E!as sempre des%iam o o!har, Os seus pro8!emas não apare&em &omo CdorD, Nesse &aso* o primeiro passo é fi&ar &ons&iente de ;ue essa dor est4 presente e ;ue e!a fi;ue infinitamente mais en;uanto ainda in&ons&iente, Muitas pessoas t+m medo dessa dor e preferem a&reditar ;ue* ao i"nor42!a* podem fa#+2!a desapare&er, E!as es&o!hem esse tipo de a!=%io sL por;ue os seus &onf!itos se tornaram "randes demais, omo é mara%i!hoso para uma pessoa es&o!her se"uir este Pathwork &om a sa8edoria e a &on%i&ção de ;ue um &onf!ito o&u!to* a !on"o pra#o* &ausa tanto dano ;uanto um &onf!ito aparente, E!a não ter4 medo de des&o8rir a %erdadeira emoção e sentir4* mesmo na e(peri+n&ia tempor4ria da dor profunda* ;ue nesse momento e!a se torna uma $ora saud4%e!* ;ue tr4s &res&imento* !i%re de amar"ura* tensão* ansiedade e frustração, N4 tam8ém os ;ue to!eram a dor* mas de modo ne"ati%o* sempre esperando ;ue e!a seHa reso!%ida por uma &ausa e(terna, Essas pessoas estão de &erta forma mais prL(imas da so!ução por;ue para e!as ser4 muito f4&i! %er &omo o pro&esso infanti! est4 em ação, O e!emento e(terno é o pai ou a mãe* ou am8os* pe!os ;uais e!as foram feridas* proHetados em outros seres humanos, E!as t+m apenas ;ue redire&ionar a a8orda"em das suas dores, Não pre&isam des&o8r=2!as,

A"ora* h4 a!"uma per"unta !i"ada a esta pa!estra< PE'/7NTAG E muito dif=&i! para mim &ompreender . Não é pre&iso di#er .ue* &omo dois s!ides diferentes* e!as se mes&!em uma B outra em fo&o e tornem2se uma sL o &onhe&imento .ue est4 fa#endo a re&riação. E!e ou e!a fomenta a!"o na outra pessoa .ue %o&+ não é mais uma &riança* %ai pro&urar o amor de uma forma diferente* ofere&endo2o em %e# de fi&ar esperando re&e8+2!o. Mas as seme!hanças .uando &riança. 7ma %e# .ue seHam manifestadas. E!as não são apenas . E %erdade .ue sinta essa e(peri+n&ia e(atamente &omo eu a des&re%o a.ue tem o pro8!ema interior não re&onhe&ido. >o&+ tem .ue essa pessoa em parti&u!ar tenha essa tend+n&ia* ou isso é uma proHeção* uma reação< 'ESPOSTAG Pode ser am8as ou uma das duas.ue um dos seus pais* ou de am8os.ui* %ai &apa&it42!o a dar os prL(imos passos de . Então &ompare as duas até .uando &riança6 prosse"uir4 de onde est4* es.ue pis&a temporariamente para %o&+* mas e!es de%em uma aHuda e a8rir as portas para um &onhe&imento me!hor de si mesmo* para uma a%a!iação da sua %ida &om uma perspe&ti%a mais rea!ista e madura. Sua inf\n&ia ser4 rea!mente dei(ada para tr4s e %o&+ &omeçar4 a ter um no%o padrão interno de &omportamento* o . Ema %e# . A prin&=pio* essas pa!a%ras podem ta!%e# dar2!he apenas um !ampeHo o&asiona!* uma emoção .ue ainda . $e%e2se sempre enfati#ar* &ontudo* . Estas são en&oraHadas e fortemente tra#idas B tona pe!a atitude da pessoa .ue &on&ordar em sentir a dor de &ertas insatisfaçAes atuais* e tam8ém a dor da frustração na sua inf\n&ia.ue a e(pe&tati%a infanti!* in&ons&iente foi tantas %e#es frustrada* e!as se o8ri"am a desistir de todas as e(pe&tati%as* de todo deseHo de serem amadas.ue esperam re&e8+2!o.ue e(istem são amp!iadas pe!a pessoa . A!em disso* >er4 tam8ém a !ou&ura do deseHo in&ons&iente de re&riar a ferida da inf\n&ia* a inuti!idade frustrante de tudo isso.ue não podia dominar . Não !he ser4 mais pre&iso ser amado da forma .ua!idades proHetadas* C%istasD* .ue muitas pessoas não tem &ons&i+n&ia de .ue isso é o .uer* e então não 8us&ar4 mais esse tipo de amor.3 Como dei9ar de recriar SL depois de e(perimentar todas essas emoçAes e sin&roni#ar o CpassadoD e o Ca"oraD é .ue pre&isa%a . E de "rande import\n&ia para todos %o&+s tra8a!har nesse &onf!ito interno de forma a o8ter uma no%a perspe&ti%a e es&!are&imento adi&iona! na sua 8us&a interior.uanto tentou &orri"ir a situação.uando na rea!idade não estão presentes* mas estão !atentes em &erto "rau sem ..ue %o&+ se dar4 &onta do .ue o fe#. Para ser produti%o e o8ter %erdadeiros resu!tados* esse &onhe&imento tem de ir a!ém da mera &ompreensão inte!e&tua!. >o&+ não 8us&ar4 mais dominar a situação . ertos aspe&tos são pro&urados in&ons&ientemente* e en&ontrados* e são rea!mente seme!hantes.ue tem e(atamente as mesmas tend+n&ias ne"ati%as . Primeiro %o&+ se dar4 &onta de .ue&endo e perdoando %erdadeiramente no seu interior* sem ao menos pensar . $e fato* na maioria das %e#es* é uma &om8inação.ue %o&+ o8tém* uma %e# . >o&+ o8ser%ar4 todas as suas açAes e reaçAes &om essa no%a &ompreensão e %isão e* portanto* !i8ertar4 os seus pais.ua! ser4 infinitamente mais &onstruti%o e &ompensador para %o&+ e para os outros.ue uma pessoa es&o!ha sempre um o8Heto de amor .ue ne&essita.ue isso não é nem "enu=no nem saud4%e!6 pe!o &ontr4rio* é e(tremamente errado.

>o&+ ter4 uma reação diferente B ferida e* &omo &onse.ue %o&+ possu=a. Se o fi#erem* %o&+ a"ora tam8ém entender4 .ue é fra&a e imatura.ue possa &orri"i2!as.ue o &er&am de serem inHustos &om %o&+.uem &omeçou* pois se trata de uma reação em &adeia* um &=r&u!o %i&ioso.uando per&e8e a rea!idade* %o&+ &omeça a romper o &=r&u!o %i&ioso. E por. d medida .ue não possua a!"uns aspe&tos maduros.ue e!es rea"iram em ra#ão das mesmas ne&essidades &e"as e infantis .ue %o&+ o fa#* o outro responde na mesma moeda. Por outro !ado* e ao mesmo tempo* %o&+ se re&usa a .ue não entende a si mesmo e* portanto* não entende a outra pessoa. >o&+ as a&usa e é e(&essi%amente ferido por e!as* por.ue foi pro%o&ado* %o&+ pro%o&ou outra pessoa.ue* por. A"ora %o&+ pode %er &omo atri8ui diferentes moti%açAes B pro%o&ação das outras pessoas e B sua prLpria* mesmo se e . O seu medo* a sua autopunição* a sua frustração* a sua rai%a* a sua hosti!idade* a sua retirada do ato de dar amor e afeição* todas essas tend+n&ias da &riança em %o&+ &onstantemente pro%o&am a outra pessoa e aumentam uma reação %inda da parte . Por &onse"uinte* não sentir4 mais a ne&essidade de pro%o&ar a outra pessoa. En.ue &onstantemente pro%o&a* reprodu#indo assim &ondiçAes seme!hantes Bs da sua inf\n&ia para .ue ne!as é maduro e inte"ra!* pois não e(iste nin"uém . A mesma pessoa não rea"iria a outros &omo rea"e a %o&+* por. Tam8ém* B medida .ua! %o&+ fi&ou ferido em primeiro !u"ar e* portanto* pro%o&ou* %o&+ não &onsiderar4 mais essa ferida &omo desastrosa.ue é seme!hante B dos seus pais.ue pro%o&42!o.ue* natura!mente* é inteiramente in&ons&iente* é um fato muito poderoso* a.ue !he é prLprio. >o&+ est4 sempre f!utuando entre se &u!par e a&usar a.ue e!es não terão . Assim %o&+ per&e8e . E Iti! &omeçar por !o&a!i#ar a sua prLpria pro%o&ação* ta!%e# em resposta a uma pro%o&ação a8erta ou dissimu!ada de outra pessoa.ue diminui a ne&essidade de reprodu#ir a situação da inf\n&ia* %o&+ se torna menos retra=do e ferir4 os outros &ada %e# menos* de forma .ue é %o&+ . PE'/7NTAG pro%o. O mais desta&ado seria uma espé&ie seme!hante de imaturidade e in&apa&idade parar amar..uanto o &onf!ito infanti! permane&e não reso!%ido em %o&+* a diferença pare&e enorme* mas .uando na rea!idade re&onhe&e . >o&+ %ai a&har e(atamente as mesmas reaçAes em si mesmo e no outro.uista o mesmo desprendimento da reação da outra pessoa. E!a %i%e nessa i!usão preHudi&ia!.ue o8tém uma no%a %isão so8re a sua prLpria ferida* &ompreendendo a sua ori"em* %o&+ &on. d medida .ue %o&+ reso!%e esse &onf!ito* sua &ons&i+n&ia em re!ação Bs outras pessoas &omeça a &res&er* pois* por en.ue %o&+ ini&iou a pro%o&ação.ue é %o&+ . A &riança em %o&+ se sente inteiramente diferente dos outros* em um mundo . A pro%o&ação* .: pro%o&ando a reação .ue os re&ria. Ao per&e8er uma interação mItua desse tipo* %o&+ a!i%ia o sentimento de iso!amento e &u!pa &om o . $estes* uns pou&os podem ser rea!mente seme!hantes a a!"uns traços dos pais da pessoa .T+n&ia* e!a diminuir4 automati&amente. A soma de uma persona!idade humana &onsiste em muitos traços. Mas se* de a&ordo &om a pa!estra desta noite* %o&+ e(aminar a ra#ão %erdadeira* não a superfi&ia!* a ra#ão pe!a . Isso por si sL é sufi&iente e forte o 8astante* em ess+n&ia* para reprodu#ir a mesma situação.ue!es .uanto* %o&+ não tem &ons&i+n&ia da rea!idade de!as. ontudo* uma pessoa mais amadure&ida afetar4 as outras de modo diferente e trar4 B tona a.uei< omo posso distin"uir se outra pessoa me pro%o&ou ou se eu a 'ESPOSTA6 Não é pre&iso des&o8rir .ua! am8os estão so8re&arre"ados.ui.ui!o .

Por hoHe* essas são as . Essa reação &omo um todo ini8e as suas fa&u!dades intuiti%as* pe!o menos nesse aspe&to em parti&u!ar..ue e!a fermente por 8ai(o e &rie uma hosti!idade in&ons&iente.ue foi ferido* por.ue se d4 entre os seres humanos* em8ora o&u!ta da sua &ons&i+n&ia* por en.uer per&e8er .? dar2se &onta de .ue o ma&hu&a* dei(ando .uem &om $eus.uanto isso é %erdadeiro.ue %o&+ tem da situação6 a per&epção do fato de se sentir ferido pode estra"ar a idéia . Se a situação* ao &ontr4rio* pare&e fa%or4%e! e se en. En.ue %o&+ o per&e8a a menos .ue!e momento. A8ençoados seHam* meus ami"os6 fi. Isso pare&e parado(a!* mas não é.ue as 8+nçãos .ue eu .ueridos* e . .ue ta!%e# o fato não se en&ai(e na %isão .ueria a8ordar.ue %o&+ &onstruiu de si mesmo* ou pode não &orresponder ao seu deseHo na.uanto* é uma rea!idade .uadra na sua idéia pre&on&e8ida* %o&+ e(&!ui tudo o . Si"am o seu &aminho* meus .ue possam a8rir a a!ma e tornar2se o Eu >erdadeiro* o seu prLprio Eu >erdadeiro.uanto a!"umas %e#es %o&+ pode e(a"erar uma ferida* outras %e#es %o&+ não se permite se.ue tra#emos a todos %o&+s possam en%o!%+2!os e penetrar seus &orpos* suas a!mas e esp=ritos* de modo ta! .uanto é ferido.uestAes .ue foram por mim dis&utidos esta noite.uem em pa#* fi.ue %o&+ %ir4 a per&e8er de forma 8astante &!ara. Isso ter4 um efeito muito !i8ertador em %o&+ e no mundo . A &onstante pro%o&ação .ue entenda os padrAes e(istentes em %o&+ mesmo e . Mas não é poss=%e! .ue o &er&a. Juando %o&+ se sentir por si mesmo as interaçAes e(postas esta noite* %o&+ des&o8rir4 o .

. Na %erdade* a &onse.ue é uma e(peri+n&ia do!orosa para o 8e8+. >o&+ pre&isa &ompreender o si"nifi&ado* os efeitos* os danos .ue não é* isto é* ao &riar uma auto2ima"em idea!i#ada* a pessoa espera resta8e!e&er a fe!i&idade* a se"urança e a auto&onfiança.ueridos ami"os. $e .uer modo* a infe!i&idade e a fa!ta de fé em si mesmo estão inter!i"adas. O Eu Idea!i#ado mas&ara o Eu >erdadeiro.T+n&ia é e(atamente &ontr4ria e é frustrante por. AP_T7LO 1 ] A A$. Em8ora e(peri+n&ias a"rad4%eis de%am tam8ém o&orrer* o &onhe&imento e o medo da dor estão sempre presentes.ue &ausa e efeito não são L8%ios para %o&+.ua! todo o tra8a!ho anterior foi ne&ess4rio. K4 usei o&asiona!mente o termo CMas&araD no passado./4I2A*'2 I8'A.I<A8A SaudaçAes. Isso re.ue e!a se manifesta no seu &aso indi%idua!. Essa infe!i&idade automati&amente pri%a a &riança de se"urança* sua auto&onfiança é diminu=da na proporção da infe!i&idade* em8ora esta não possa ser medida o8Heti%amente.uer muito tra8a!ho adi&iona! para o .ue a auto&onfiança esta8e!e&ida atra%és do Eu Idea!i#ado é artifi&ia!* não e(iste a menor possi8i!idade de o8ter o resu!tado esperado.. . Ao pretender ser o . A disso!ução do Eu Idea!i#ado é a Ini&a maneira poss=%e! de en&ontrar o seu Eu >erdadeiro* de en&ontrar serenidade e respeito prLprio e de %i%er sua %ida por inteiro. Porém* uma %e# . E!e fin"e ser a!"o .ue uma pessoa a!&an&e o m4(imo de fe!i&idade atra%és do desen%o!%imento dos seus ta!entos inerentes* !e%ando uma %ida &onstruti%a e &u!ti%ando re!açAes humanas produti%as. A Mas&ar e o Eu Idea!i#ado são* na %erdade* a mesma &oisaG são um. A.ue sur"em no rastro da auto2ima"em idea!i#ada* re&onhe&er p!enamente a sua e(ist+n&ia* o modo espe&=fi&o em .ua!. Na rea!idade* a auto&onfiança saud4%e! e "enu=na é pa# de esp=rito* é se"urança e independ+n&ia sadia e permite . E o medo da dor &ria um pro8!ema 84si&o.ui!o &om o . A auto2ima"em idea!i#ada é destinada a ser um meio de e%itar a infe!i&idade. $eus a8ençoe a todos* meus . A prin&ipa! &ontramedida a .ue as pessoas re&orrem na fa!sa &on%i&ção de poder &ontornar a fe!i&idade* a dor* e até mesmo a morte* é a &riação da auto2ima"em idea!i#ada.ue uma pessoa pode ser &apa# de !idar muito 8em* e não e(perimenta &omo uma infe!i&idade dr4sti&a* &om outro temperamento* &om outro &ar4ter* sente &omo um infortInio terr=%e!. Juero fa!ar2!hes esta noite so8re a M4s&ara* ou auto2ima"em idea!i#ada.ue %o&+ não é. A dor é a parte da e(peri+n&ia humana* a &omeçar pe!o nas&imento* .

>o&+ !uta &ada %e# mais para tornar2se esse fa!so eu* esse Eu Idea!i#ado.ue !he é imposta pe!os ditames do seu Eu Idea!i#ado.ue não era tão 8om e tão perfeito .uanto o mundo pare&ia esperar . Juando isso não o&orria* %o&+ era fre. E!a nem sempre dita padrAes de perfeição re&onhe&ida.ue é a!"uém . A &ons&i+n&ia dessa frente fa!sa &omeçou a desapare&er* mas %o&+ foi e é permanentemente permeado pe!a &u!pa de fin"ir .ue %o&+ &ome&e a e(perimentar a diferença de sentimento entre o "enu=no deseHo de tra8a!har "radua!mente em direção ao &res&imento e a insin&era pretensão .ue %o&+ &omeçou a &onstruir um eu irrea! so8re um a!i&er&e fa!so* dei(ando de fora o seu Eu >erdadeiro.ue o impedem de se a&eitar ta! &omo %o&+ é a"ora* e a&ima de tudo* o fin"imento &om os seus resu!tadosG %er"onha* medo de se e(por* se"redo* tensão* esforço* &u!pa e ansiedade.ue ser es&ondido6 transformou2 se num se"redo &arre"ado de &u!pa.ue %o&+ fosse. E %erdade . Foi assim . Portanto* ser C8omD e CperfeitoD tornou2se um imperati%o6 tornou2se uma . Ser4 ne&ess4rio a!"um pro"resso nesse Pathwork antes . >o&+ des&o8rir4 o medo profundamente o&u!to .ue di# . Não é de admirar . $e fato* %o&+ o est4 es&ondendo desesperadamente.ueria desesperadamente S %ida* fe!i&idade* se"urança* auto&onfiança.ue %o&+ .ue !he e(i"e o seu Eu Idea!i#ado parti&u!ar. A má-cara moral do 'u IdealiEado A auto2ima"em idea!i#ada pode assumir muitas formas.ue não era mais amado. >o&+ sentir4 e &onhe&er4 muitos outros aspe&tos entre o Eu "enu=no e o fa!so6 e tam8ém des&o8rir4 o . Oh`* sim* uma 8oa parte da auto2ima"em idea!i#ada dita e!e%ados padrAes morais* tornando assim muito mais dif=&i! . >o&+ esta%a* e in&ons&ientemente ainda est4 &on%en&ido de .ue %o&+ &omeçou a &onstruir um fa!so Eu.ue* &aso se esfor&e o sufi&iente* um dia ser4 esse eu.uestionar2se a sua %a!idade.ue não são e não podem ser &onsideradas 8oas* éti&as ou morais.ue não é Hamais ser4 &apa# de atin"ir um auto2 aperfeiçoamento* uma autopurifi&ação e &res&imento "enu=nos* por.ue de%emos fa#er<D Essas &onsideraçAes tornarão dif=&i! para %o&+ des&o8rir a atitude . Mesmo assim* %o&+ sa8ia perfeitamente 8em .ue não é. E(istem tam8ém &ertas fa&etas do Eu Idea!i#ado* dependendo da persona!idade* das &ondiçAes de %ida e das inf!u+n&ias da inf\n&ia* .uestão de %ida ou de morte para %o&+.ue o seu mundo ir4 a&a8ar* &aso %o&+ não &orresponda aos seus padrAes. Este era* pensa%a %o&+* a sua proteção e o seu meio de &onse"uir tudo a. Ta!%e# o pior &asti"o tenha sido o fato de seus pais afastarem de %o&+ o seu afeto6 e!es fi&a%am #an"ados e %o&+ tinha a impressão de .ue esses traços ne"ati%os e(istem por tr4s de todas as auto2ima"ens idea!i#adas* mas e!es estão es&ondidos .Tentemente &asti"ado* de uma forma ou de outra.9 / medo da dor e da punição Na inf\n&ia* não importa . CMas não est4 &erto .ue ne"a a sua atua! imperfeição* o or"u!ho e a fa!ta de humi!dade .ui!o . Isso tinha . Mas esse pro&esso artifi&ia! de esforçar2se a ser a!"o .uerer ser sempre de&ente* am4%e!* &ompreensi%o* nun&a ter rai%a e não ter defeitos* mas tentar atin"ir a perfeição< Não é isso . Tend+n&ias a"ressi%as* hostis e or"u!hosas* e(a"eradamente am8i&iosas* são "!orifi&adas ou idea!i#adas.uais tenham sido as &ir&unst\n&ias parti&u!ares* %o&+ foi doutrinado &om admoestaçAes so8re a import\n&ia de ser 8om* de ser amado e perfeito.ue a Cma!dadeD fosse asso&iada ao &asti"o e B infe!i&idade e a C8ondadeD &om a re&ompensa e a fe!i&idade..

ue %o&+ não é o seu Eu Idea!i#ado e isso o pri%a da fa!sa auto&onfiança . Sua %ida &omo um todo é permeada por um senso de fra&asso* en.ue %o&+ espera de si mesmo.uanto o seu Eu Idea!i#ado e(i"e* e nun&a dei(a de f!a"e!ar2se* &asti"ar2se e sentir2 se um &omp!eto fra&asso sempre . 7ma %e# .ue %o&+ não pode &orresponder Bs e(i"+n&ias da. Não é pre&iso di#er ..ui!o . Mesmo .ue en"rande&e essas tend+n&ias ne"ati%as* a&reditando . E(istem outros tipos de persona!idade . 7m sentimento de indi"nidade a8Heta so8re %o&+ sempre .ue fa!ha em atender a essas fant4sti&as e(i"+n&ias e o mer"u!ha em infe!i&idade.uando ra&iona!i#ada pe!a &ons&i+n&ia* por padrAes e o8Heti%os honrosos e por um deseHo de ser 8om.ue sa8em perfeitamente 8em .ue!e.ue a %ida o &o!o&a numa posição na . Na maioria dos &asos* e(iste uma &om8inação dessas duas tend+n&iasG padrAes morais e(&essi%amente e(i"entes* imposs=%eis de atender6 e o or"u!ho em ser in%u!ner4%e!* distante e superior. Juanto mais %o&+ tenta se identifi&ar &om a sua auto2ima"em idea!i#ada* maior é a sua desi!usão sempre . 7m dos estrata"emas mais &omuns é proHetar a &u!pa pe!o Cfra&assoD no mundo e(terior* nos outros* na %ida. A pessoa .ue nada torna uma pessoa tão %u!ner4%e! .ue os padrAes e os ditames do Eu Idea!i#ado são imposs=%eis de rea!i#ar* e &ontudo %o&+ nun&a desista da tentati%a de sustent42!os* %o&+ &u!ti%a uma tirania interna da pior espé&ie.ue esse tra8a!ho espe&=fi&o esteHa 8em a%ançado.ue de%eriam ser &apa#es de &orresponder.ue não souD. onsideremos a"ora a!"uns dos efeitos "erais da e(ist+n&ia do Eu Idea!i#ado e a!"umas das suas imp!i&açAes.ue e!as seHam de força* de independ+n&ia* de superioridade e distan&iamento* fi&aria profundamente en%er"onhada do tipo de 8ondade .ue a per&epção &ons&iente dessa &ontradição est4 ausente até .ue#a* %u!nera8i!idade e independ+n&ia num sentido não saud4%e!.ua! essa farsa não pode mais ser mantida. E!as se desesperam* a&reditam . >o&+ não per&e8e a impossi8i!idade de ser tão perfeito . Essas difi&u!dades então se tornam uma ameaça maior* a!ém do seu re%és o8Heti%o. Não re&onhe&er essa desonestidade é &omparati%amente f4&i! . Juando tenta es&onder suas reaçAes diante do seu prLprio Cfra&assoD* %o&+ usa meios espe&iais para e%itar %+2!o.ue em difi&u!dades e(ternas. .ue.ue tentou esta8e!e&er &om a &riação do Eu idea!i#ado.uanto o tipo &itado anteriormente apenas o e(perimenta em n=%eis mais &ons&ientes .0 e* %isto .ue seHa* %o&+ não se d4 &onta de todo o seu si"nifi&adoG a impossi8i!idade de ser a. No fim das &ontas* é &omo di#erG CEu sei . Porém* e!as não sa8em fa#+2!o de uma forma sadia.ue &ontrariam fronta!mente os padrAes mora!mente e!e%ados do seu Eu Idea!i#ado seHa e(posto &omo a fraude .ue não podem identifi&ar2se &om o Eu Idea!i#ado.ue é pro%ado . 7ma pessoa assim passa tota!mente por &ima do fato de . A e(ist+n&ia das difi&u!dades é uma pro%a de . Muitas &rises pessoais são 8aseadas nesse di!ema* antes .uando em &ondiçAes e(ternas e internas terminam por e(i8ir o fantasma do Eu Idea!i#ado* mostrando2o &omo rea!mente é S uma i!usão* uma farsa* uma desonestidade.ue é.uanto o or"u!ho6 nada &ausa tanto medo. Esta Bs %e#es pode ser &ons&iente* mas a maior parte do tempo não é.ue o Eu Idea!i#ado de uma outra pessoa usa &omo fa&hada* e a &onsideraria fra. A &oe(ist+n&ia desses &aminhos mutuamente e(&!udentes* apresenta uma difi&u!dade parti&u!ar para a psi.ue sou imperfeito* mas eu finHo .

1 Auto4aceitação O "enu=no deseHo de auto2aperfeiçoamento !e%a uma pessoa a a&eitar a persona!idade ta! &omo e!a é a"ora. E L8%io* portanto* .ue são &ons&ientemente sentidas.ua!. / tirano interior 7m sentimento de fra&asso* de frustração ou &ompu!são* 8em &omo de &u!pa e %er"onha* são os mais &!aros ind=&ios de .uanto mais estritas fi&am as e(i"+n&ias das superestruturas do Eu Idea!i#ado* menos &apa# é %o&+ de ade. Se essa premissa 84si&a for a prin&ipa! força &ondutora . E muito importante .ue o moti%a a 8us&ar a perfeição* .ue é esse tirano* o seu Eu Idea!i#ado.ue estão !i"ados a e!a. Juanto mais forte a sua presença* tanto mais a %erdadeira auto&onfiança se des%ane&e.ue seu Eu Idea!i#ado est4 no &omando.uer des&o8erta de um ponto onde %o&+ dei(a a deseHar em re!ação a seus ideais não o !ançar4 em depressão* ansiedade e &u!pa6 antes* o forta!e&er4.ue %o&+ não pode &orresponder a seus padrAes* %o&+ des&e mais ainda no seu prLprio &on&eito. >o&+ pode in%esti2!o de muitos aspe&tos do seu ser rea!* mas e!e &ontinua sendo uma &onstrução artifi&ia!. 7ma %e# .uar2se a e!as* e mais inse"uro se sente.uestão e tampou&o se defender4 &ontra e!a &om a es&usa de . $e todas as emoçAes .uais 4reas espe&=fi&as e!a se manifesta* . O Eu Idea!i#ado foi &riado para tra#er auto2&onfiança e* portanto* fina!mente* fe!i&idade e pra#er a8so!utos. >o&+ não pre&isar4 e(a"erar a Cma!dadeD do &omportamento em . >o&+ assumir4 a responsa8i!idade inte"ra! pe!a atitude fa!ha* dispondo2se a assumir as &onse.ui%a!e a di#er Ceu não sou o meu Eu Idea!i#adoD.ue Ha#em enterradas* essas são as . Juando %o&+ e(pressa o seu Eu Idea!i#ado* não teme nada mais do .ue de%e ser S &om esse Csuper2euD %o&+ a&umu!a mais inse"urança e mais &=r&u!os %i&iosos passam a e(istir. O Eu Idea!i#ado é uma fa!sidade6 e!e é uma imitação r="ida e artifi&ia!mente &onstru=da de um ser humano %i%o. A inse"urança ori"ina!* supostamente %arrida pe!o esta8e!e&imento do Eu Idea!i#ado* &res&e &onstantemente6 e!a se torna uma 8o!a de ne%e e fi&a &ada %e# maior.ue não é nada pare&ido &om o .. Juanto mais inse"uro %o&+ se sente* .ue isso é imposs=%e! e %isto . Juanto mais %o&+ in%este ne!e as suas .uando %o&+ remo%e a superestrutura .T+n&ias do seu ato.ue %o&+ %eHa &omo opera esse &=r&u!o %i&ioso. Per"unte a si mesmo em . 7ma %e# .ue %o&+ se torne &omp!etamente &ons&iente das formas tortuosas* sutis e in&ons&ientes pe!as . >o&+ %ai o8ter uma %isão o8Heti%a de si mesmo nesse aspe&to* e essa %isão o !i8ertar4.uais as &ausas e os efeitos . Sim* %o&+ poderia ter auto&onfiança se o Eu Idea!i#ado fosse rea!mente %o&+6 e se !he fosse poss=%e! atender a esses padrAes.uais essa auto2ima"em idea!i#ada e(iste no seu &aso parti&u!ar.ue* 8em !4 no fundo* %o&+ sa8e perfeitamente 8em .ue a !e"=tima auto&onfiança* sL pode ser esta8e!e&ida . Mas isso não pode ser feito até* e a menos . A&a-tamento de eu %erdadeiro 7m outro dr4sti&o resu!tado desse pro8!ema é o afastamento &ada %e# maior do Eu >erdadeiro.ue isso* pois assumir a responsa8i!idade por suas !imitaçAes e.ue a &u!pa é dos outros* da %ida* do destino.ue pensa .

ue %o&+ pode "ui42!o ade.ue esse é um &onf!ito de %ida ou morte. Não dei(e .ue pre&isa do Eu Idea!i#ado para &res&er e para ser fe!i#.ue* no momento* e!es ainda não ostentem toda a sua %erdade e rea!idade* toda a sua perfeição e pure#a. Somente &om a so!ução dessa .uestão* intri"ante e &omumente assustadoraG CJuem sou eu rea!mente<D Esse é o resu!tado da dis&rep\n&ia e do &onfronto entre o Eu >erdadeiro e o fa!so eu. Não é pre&iso di#er .uase imposs=%e! fa#+2!o so#inho. 7ma %e# .ui!o .ue e!a possa ser feita* um "rande nImero de o8st4&u!os tem de ser superados.ue %o&+ é a"ora* não sendo &apa# de ser mais* em .ue su8Ha# a ansiedade ou a depressão.ue esse fato passe &om a des&u!pa de .ue muitos desses pro8!emas e(teriores são o resu!tado direto ou indireto da dis&rep\n&ia entre as suas &apa&idades e os padrAes do seu Eu Idea!i#ado e de &omo %o&+ !ida &om o &onf!ito. E a Ini&a porção em . >o&+ ainda &r+ . Pare&e2!he . 'e&onheça o despre#o por si mesmo .ue %o&+ es&ute farão &om .uestionado e ameaçado* seHa por suas prLprias !imitaçAes* seHa pe!os outros ou pe!a %ida.ua!.ue fa# a manutenção e o &u!ti%o do Eu Idea!i#ado pare&em ne&ess4rios. No de&orrer deste Pathwork* %o&+ tem por %e#es es8arrando &om essa .ue e!e é. Apenas os seus sentimentos são %erdadeiros e %a!idos mesmo .5 ener"ias* a sua persona!idade* os seus pro&essos de pensamento* seus &on&eitos* idéias e ideais* mais força e!e retira de seu ser* o Ini&o .uestão desse no%o \n"u!o. Juanto mais %o&+ retira desse &entro %i%o para in%estir no ro8M . Nenhuma &on%i&ção* teoria ou pa!a%ras .ue %o&+ o dei(e* mas o re&onhe&imento da.ue pro8!emas e(teriores são respons4%eis pe!a sua depressão* pe!o seu medo.uestão %ita! e profunda é . Antes . Juando %o&+ esti%er &ompu!si%amente a8orre&ido &om os outros* &onsidere a possi8i!idade de .uer situação da sua %ida. Esse &entro do seu ser é a Ini&a parte de %o&+ .ue não é assim* %o&+ ser4 &apa# de a8andonar a fa!sa defesa .ue é a ima"em de todas as ima"ens.ue %o&+ re&onhe&er4 .ue o Eu Idea!i#ado se destina%a a reso!%er os pro8!emas parti&u!ares em sua %ida* a&ima e a!ém da sua ne&essidade de fe!i&idade* pra#er e se"urança* %o&+ %er4 a &on&!usão errMnea dessa teoria.ue pode %i%er* &res&er e ser6 e!e é o %erdadeiro C%o&+D.ue %o&+ &riou* tanto mais afastado %o&+ fi&a do Eu >erdadeiro e mais o enfra.ue %o&+ tem de si mesmo por não &orresponder aos padrAes do seu fa!so eu..ue&e e empo8re&e.ue a%an&e um passo e re&onheça o dano . Somente depois .ue tenha &ompreendido .ue o Eu Idea!i#ado &ausou B sua %ida* %o&+ o a8andonar4 &omo o fardo . Juando %o&+ entender . Juando %o&+ tem um sentimento de a"uda ansiedade e depressão* &onsidere a possi8i!idade de o Eu Idea!i#ado estar se sentindo . E(amine a . 7ma %e# .ue o seu &entro %i%o responder4 e fun&ionar4 &om toda a sua &apa&idade. SL e!e fun&iona &om todas as suas &apa&idades6 e!e é f!e(=%e! e intuiti%o. a!ém disso* %o&+ tem de %er a irra&iona!idade e a impossi8i!idade destes.uanto o seu poder de ra&io&=nio e o seu inte!e&to. Os sentimentos do Eu >erdadeiro* porem* fun&iona em perfeição re!ati%a ao .uadamente.uais são as suas e(i"+n&ias e padrAes espe&=fi&os e. O seu Pathwork parti&u!ar e espe&=fi&o %ai aHud42!o nessa direção* mas é . Tudo isso é a des&o8erta fina! do Eu.ue %o&+ tam8ém tem de re&onhe&er* mais parti&u!armente e em deta!hes* .ue isso seHa apenas uma esterna!i#ação da rai%a . >o&+ se tornar4 espont\neo* !i%re de todas as &ompu!sAes6 &onfiar4 nos seus sentimentos tornar2se2ão para %o&+ tão &onfi4%eis .ue e!e &ausou e &ontinua &ausando far4 %o&+ &apa# de disso!%er essa .ue é pass=%e! de &res&imento. .ue tenha feito um pro"resso su8stan&ia! é .ue e!e esta%a espe&ifi&amente destinado a reso!%er e do dano .

ua!idade ou atitude interior.T+n&ia é uma . Per&e8e2se um !ampeHo o&asiona! dessas emoçAes* %o&+ ainda não as re!a&iona &om as demandas fant4sti&as do seu Eu Idea!i#ado. As pa!a%ras não são sufi&ientes6 %o&+ tem antes . A !i8erdade interior ini&ia! &onse"uida dessa maneira permitir4 . A superação do seu Eu Idea!i#ado si"nifi&a u!trapassar um importante aspe&to da dua!idade entre a %ida e a morte.ue %o&+ &onsidera re&omend4%e! é na rea!idade or"u!ho e pretensão* %o&+ ter4 atin"ido uma per&epção muito mais profunda .ue sentir o . Primeiro* %irão mudanças nas suas reaçAes B %ida* aos in&identes* a si mesmo e aos outros. Essa reação modifi&ada %ai ser 8astante surpreendente* mas* aos pou&os os fatores e(ternos tam8ém de%em mudar.ue permita . A simp!es ati%idade interior de aferrar2se ao Eu Idea!i#ado de forma tão frenéti&a "era um &!ima "enera!i#ado de ape"o* o .ue prosse"uir nessa fase parti&u!ar do Pathwork* %o&+ entender4 a e(ata nature#a do seu Eu Idea!i#adoG suas e(i"+n&ias* ne&essidades em re!ação a %o&+ mesmo e aos outros para manter a i!usão.ue os seus sentimentos podem ro!ar &omo uma 8o!a de ne%e para a fIria e a ira &ontra si mesmo.9Então* na medida em .uero di#er. Essa fIria e essa ira são fre.ue a %ida tra"a a!e"ria e um esp=rito de %i"or.ue a pessoa des%e!e todo esse pro&esso e o %eHa por inteiro* so8 a !u#. om o prosse"uimento dessa no%a fase do seu tra8a!ho neste Pathwork* %o&+ sentir4 e per&e8er4 essa tensão interior e "radua!mente re&onhe&er4 o preHu=#o 84si&o por e!a &ausado. >o&+ . >o&+ sa8er4 e(atamente . SL depois de des&ortinar por &omp!eto essas fant4sti&as e(pe&tati%as e os seus imperati%os fre.ue %o&+ dei(a a deseHar* não h4 &omo e%itar isso* %o&+ fi&a tão impa&iente* tão irritado . A= %o&+ %ar rea!mente &res&er* não apenas nas 4reas e(ternas .ua! é %i%ido por %e#es em atitudes e(ternas* mas &om mais fre. O seu Eu >erdadeiro %ai emer"ir e %o&+ %ai repousar ne!e* &entrado no seu interior.ui!o . / a>andono do eu idealiEado Lo"o .ue é insuport4%e! estar &ons&iente do Ldio por si mesmo* a menos .ue ir4 dei(42!os para tr4s.ue per&e8a .ue es&onder a!"o de si mesmo e dos outros.ue eu .ue %o&+ !ide &om a %ida e assuma ne!a o seu de%ido !u"ar6 não !he ser4 mais ne&ess4rio a"arrar2se freneti&amente ao Eu Idea!i#ado.ue esse Ldio seHa des&arre"ado so8re outros* o efeito so8re a persona!idade &ontinua !4 e pode &ausar doença* a&idente* perda e fra&asso e(terior de muitas formas.Tentemente &ontraditLrios é . Isso %ai mudar muitas &oisas.ue a.uando ti%er enfra.ue inf!i"e a %o&+ mesmo* pois sempre . 7ma %e# .ue !he permitir4 redu#ir o impa&to do Eu Idea!i#ado.ue podem ter fi&ado !i%res da ditadura do Eu Idea!i#ado* mas em &ada parte do seu ser. SL então %o&+ se dar4 &onta do tremendo &asti"o .ue %o&+ der os primeiros passos em direção ao a8andono do Eu Idea!i#ado* %o&+ ter4 um senso de !i8ertação &omo nun&a te%e antes. A mudança da sua atitude trar4 no%os efeitos.ue&ido o seu Eu Idea!i#ado atra%és da p!ena &ompreensão da sua função* das suas &ausas e efeitos.ua!. Então %o&+ %erdadeiramente nas&er4 de no%o.Tentemente proHetadas nos outros por.uer pro&esso de mudança . Então %o&+ o8ter4 a "rande !i8erdade de se entre"ar B %ida por não ter mais . Toda%ia* mesmo . Atua!mente* %o&+ nem ao menos tem &ons&i+n&ia da pressão do seu Eu Idea!i#ado* da &ompu!são. >o&+ se mantém preso dentro de si mesmo e portanto %ai &ontra a %ida em um dos seus aspe&tos mais fundamentais. Para muitos* e!a torna imposs=%e! o ato de a8rir mao* difi&u!ta desne&essariamente .

ueridos* re&e8am* &ada um de %o&+s* o nosso amor* a nossa força e as nossas 8+nçãos.ue8rado o !4te"o de ferro de um &apata# a .uer ser perfeito* de a&ordo &om suas demandas espe&=fi&as* e(atamente a"ora.T+n&ias de &ausa e efeito* a diferença de moti%ação "radua!mente %ai fi&ando &!ara. >o&+ pode passar por muitas mortes* uma %ida terrena apLs outra6 mas* se não ti%er en&ontrado o seu Eu >erdadeiro %o&+ não poder4 %o!tar para &asa. Juando %o&+ reunir a &ora"em de ser o Eu Idea!i#ado* %ai des&o8rir .ue . A e(pressão C%o!tar para &asaD tem sido repetidamente empre"ada em !iteratura e nos ensinamentos espirituais* mas tem sido muito ma! &ompreendida.uantidade* mas de . A "rande !i8erdade de C%o!tar para &asaD* meus ami"os* é des&o8rir o &aminho de %o!ta para o seu %erdadeiro ser.uem em pa#* fi. E!a é &omumente interpretada &omo o retorno para o Mundo Espiritua!* depois da morte f=si&a* mas si"nifi&a muito mais.Tentemente se d4* suas reaçAes di4rias mais insi"nifi&antes* &onsideradas desse ponto de %ista* apresentarão os resu!tados ne&ess4rios. O seu eu atua! é um &omp!e(o de tudo .uem &om $eus. Então %o&+ sa8er4 o .ue rea!mente si"nifi&a pa# e se"urança.9) ser4 &apa# de se entre"ar B %ida* não de forma mLr8ida e irra&iona!* mas de modo saud4%e!* &omo a nature#a se entre"a.ue en&ontra o &entro do seu ser.ue %o&+ re&onhe&er as e(i"+n&ias e &ontradiçAes* as se.uem é imposs=%e! o8ede&er.T+n&ia não é uma . Então %o&+ ter4 a pa# de estar em &asa dentro de si mesmo6 %o&+ %ai en&ontrar a se"urança. Outra &onsideração importante é o e!emento tempo.ue e!e é muito mais.ue não é poss=%e! e não sofre &om isso. O Eu Idea!i#ado &r+ e(atamente o oposto. O Eu >erdadeiro sa8e . Isso não ser4 f4&i! de %er* mas B medida .uestão de . O Eu Idea!i#ado . Natura!mente %o&+ possui o seu e"o&entrismo 84si&o* mas &aso o assuma* poder4 !idar &om e!e* %o&+ pode aprender a &ompreend+2!o e* portanto* diminu=2!o &om &ada no%a per&epção então %o&+ rea!mente e(perimentar4 a %erdade de .uanto ainda permane&e no &orpo. Então %o&+ atuar4 &omo um ser humano &omp!eto6 %o&+ ter4 . omo fre.ua!idade. E &!aro . Suas e(i"+n&ias de perfeição são moti%adas por ra#Aes puramente e"o=stas* e esse mesmo e"o&entrismo torna imposs=%e! a auto&onfiança.uanto mais e"o&+ntri&o se é menos &onfiante se pode ser. A"ora* meus . Fi. Portanto* !e%e a%ante o e(ame de si mesmo a partir dessas no%as &onsideraçAes e não se impa&iente por isso e(i"ir tempo e um esforço des&ontra=do.ue %o&+ não é perfeito. . >o&+ dei(ar4* de uma %e# por todas* de 8us&42!as por meios fa!sos. SL então %o&+ &onhe&er4 a 8e!e#a de %i%er.ue %o&+ é no momento. >o&+ não pode a8ordar essa parte important=ssima do seu tra8a!ho interior &omo um &on&eito "era!. >o&+ pode estar perdido e permane&er perdido até .ui e a"ora* en. A %olta para ca-a Mais uma pa!a%raG a diferença entre o Eu >erdadeiro e o Eu Idea!i#ado &om fre. Isto é* a moti%ação ori"ina! é diferente nesses dois CeusD. Por outro !ado* %o&+ pode en&ontrar os seu &aminho para &asa e(atamente a.

Eu "ostaria de dis&utir tr+s importantes atri8utos di%inosG amor* poder e serenidade* e &omo e!es se manifestam em suas formas distor&idas.ui!o . ontudo* na persona!idade distor&ida e!es se e(&!uem mutuamente. Juando &riança* o ser humano en&ontra de&epção* desamparo e reHeição S reais e ima"in4rios.ue esse amor seHa dado.ue um desses atri8utos é in&ons&ientemente es&o!hido pe!a pessoa para ser usado &omo so!ução para os pro8!emas da %ida. A"ora eu "ostaria de fa!ar &om deta!hes so8re o modo &omo e!as operam na psi.ue e!as assumem tra# pro8!emas e de&epçAes* tenham de forma ainda mais 4rdua !e%ar até o fim a. Esta hora é 8endita. E!es se &omp!ementam e se forta!e&em uns aos outros. Para re&e8er amor* uma pessoa .ue &onsideram &omo sendo a so!ução. Na pessoa saud4%e!* esses tr+s prin&=pios operam !ado a !ado* em perfeita harmonia* a!ternando2se de a&ordo &om &ada situação espe&=fi&a.ue nenhum desses tr+s atri8utos Hamais pode &ontradi#er a um outro ou inferir &om e!e. Para dominar as difi&u!dades &riadas* não apenas na inf\n&ia &omo tam8ém mais tarde na %ida &omo &onse. Juanto menos são &apa#es de fa#+2!o* mais du%idam de si mesmas6 e . O sentimento éG CSe eu fosse amado* tudo estaria 8emD.ui%o&ada.ueridos ami"os.ue a mesma Cso!uçãoD .ue são então in&orporados B auto2ima"em idea!i#ada. As atitudes de su8missão* de a"ressi%idade e de retraimento são as distorçAes do amor* do poder e da serenidade.T+n&ia de se re&orrer a so!uçAes erradas* as pessoas se en%o!%em &ada %e# mais em um &=r&u!o %i&ioso.uando se &onsidera a maneira &omo se espera .uanto mais du%idam de si mesmas* mais se perdem na so!ução e. Esses sentimentos &riam inse"urança e fa!ta de auto&onfiança* . E mantida a f!e(i8i!idade entre e!es* de forma . $esne&ess4rio di#er .93 AP_T7LO 5 ] A2/5( P/8'5 ' S'5'0I8A8' SaudaçAes* . AmorF-u>mi--ão 7ma dessas so!uçAes fa!sas é o amor. Sem se dar de . Na rea!idade* uma pessoa pertur8ada .ue* &omo formam uma suposta so!ução e &omo a atitude &ria padrAes do"m4ti&os* r="idos* . Em outras pa!a%ras* espera2se .ue adota essa so!ução difi&i!mente é &apa# de e(perimentar amor. 7m &ontradi# o outro* de forma a &riar &onf!ito. Isso a&onte&e por.ue isso não é %erdade* espe&ia!mente .ue o amor reso!%a todos os pro8!emas.ue a pessoa tenta superar* infe!i#mente sempre de maneira errada. $eus a8ençoe &ada um de %o&+s.

ue é. $a mesma forma* os outros tipos . A!ém do mais* e!as podem ser fre.ue o!har &om o!hos muito perspi&a#es para essas tend+n&ias para des&o8rir &omo e!e as idea!i#a. Juando e!as se Csa&rifi&amD para fina!mente possuir um forte e amoroso protetor* fi&am or"u!hosas da sua &apa&idade de sa&rif=&io a!tru=sta6 or"u!hosas da sua CmodéstiaD* e!as nun&a a!e"am &onhe&imento* rea!i#ação* força. Não é f4&i! dete&t42!as de %e# . Assumindo mais e mais &ara&ter=sti&as de auto2o8!iteração para o8ter amor e proteção* o .ue!e de ser &uidado &omo uma &riança S não ne&essariamente em . E!es t+m de ser persistentemente des&o8ertos no tra8a!ho .ue a auto2afirmação e o ato de defender os seus deseHos e ne&essidades e.ue a despre#e* apesar de se sentir superior em Cdesen%o!%imento espiritua!D ou CpadrAes éti&osD* e pode di#er ou pensarG CSe eu pudesse ser assim* &onse"uiria mais a %idaD.ue %o&+ est4 fa#endo. Por I!timo* e!as são sempre &ontrariadas pe!as tend+n&ias opostas ou por outras so!uçAes fa!sas* .ue se auto2afirmam* mesmo .ue não são "enu=nos.ue usam so!uçAes fa!sas en&ontrarão aspe&to de su8missão em sua psi. O or"u!ho nos outros tipos est4 8em na superf=&ie6 estes podem fi&ar or"u!hosos do seu or"u!ho* podem ter or"u!ho da sua a"ressi%idade e &inismo6 mas* uma %e# . Para não e(por essa fa!sidade* essas tend+n&ias fi&am in&orporadas na auto2 ima"em idea!i#ada. Pode e(istir uma reação de &r=ti&a e despre#o distantes por todas as pessoas . E!as usam essas fa!sas fra.Tentemente afastadas* atra%és de ra&iona!i#ação* por ne&essidades aparentemente reais.ue est4 por 8ai(o da superf=&ie. Essas pessoas a!e"am uma imperfeição* um desamparo* uma su8missão .ue pre%a!e&e em todas essas atitudes. E(istem muit=ssimos aspetos dessa pretensa so!ução. $essa forma esperam forçar os outros a sentir2se amorosos e protetores em re!ação a e!as.ue a impede de ter o .ue todas essas tend+n&ias são i"uais da sua 8ondade* santidade* do seu a!tru=smo. O or"u!ho do mart=rio e do auto2sa&rif=&io torna dif=&i! a des&o8erta do .ue as pessoas Cmenos 8oasDo8t+m.ui!amento* a pessoa atende Bs demandas reais ou ima"in4rias dos outros* en&o!hendo2se e rasteHando ao ponto de %ender a a!ma para re&e8er apro%ação* simpatia* au(=!io e amor.ue tam8ém sempre estão presentes na a!ma* em8ora não seHam tão predominantes.ue por si mesmo pare&e prometer se"urança &ontra o ani.ue pre%a!e&em nessa &omo nas outras atitudes . In&ons&ientemente* essas pessoas &r+em .ue o tenham %isto* e!e não pode mais ser disfarçado de CamorD* de CmodéstiaD* ou de .ue essas atitudes estão profundamente arrai"adas e pare&em ter se tornado uma parte da persona!idade CamorosaD da pessoa. SL uma %isão %erdadeira da rea! nature#a desses moti%os re%e!ar4 o e"o=smo e o e"o&entrismo fundamentais . A e(tensão em .ue.ui%a!em a pri%ar2se do Ini&o %a!or da %idaG a.uestAes finan&eiras* mas emo&iona!mente.ua!. Ao fa#+2!o* &ontudo* uma pessoa desse tipo enfati#a a C8ondadeD .ue essa pretensa so!ução é predominante %aria de pessoa para pessoa* assim &omo a intensidade &om .ue tende a tornar o indi%=duo mais fra&o e indefeso do .ue seHa apenas uma auto2afirmação saud4%e! e não uma a"ressi%idade . Assim as pessoas são 8em2su&edidas em a&reditar .ue e!a é &ontrariada por outras so!uçAes.ue surHa de uma distorção do poder. Esse tipo de persona!idade pode simu!taneamente tam8ém admitir e in%eHar a a"ressão dos outros* ainda . A pessoa &om a atitude predominantemente su8missa %ai ter um pou&o mais de difi&u!dade para des&o8rir o or"u!ho . O tipo su8misso ter4 .uer outra atitude C%irtuosaD.9: assim desen%o!%e %4rias tend+n&ias e padrAes de &omportamento interior e e(terior e de reação* t=pi&os da persona!idade* .ue#as &omo uma arma e um meio de fina!mente %en&er e dominar a %ida.

Essa dup!a o&u!tação &ausa in%ersão e tem sérias reper&ussAes na persona!idade* manifestando2se tam8ém em todo o tipo de sintomas f=si&os.ue uma pessoa en"o!fada nessa atitude torna2se separada do seu Eu >erdadeiro.ue es&o!heu o CamorD* &om todas as suas su8di%isAes de &ompai(ão* &ompreensão* perdão* união* &omuni&ação* fraternidade* sa&rif=&io* &omo uma so!ução r="ida* uni!atera!. Em !u"ar disso %o&+ usa toda a força da sua psi. O %eneno dos moti%os su8Ha&entes distor&e e destrLi a. O tipo su8misso ter4 mais difi&u!dade em des&o8rir o or"u!ho* en.ue rea!mente se é. Or"u!ho* hipo&risia e farsa estão presentes em todas e!as* . . Esses sentimentos de despre#o e o ressentimento pe!os outros* por sua %e#* &ontradi#em os padrAes do Eu Idea!i#ado. Essa é a distorção do atri8uto di%ino do amor.uais nun&a se de%e sentir ressentimento* despre#o* desa"rado* %er"onha6 Hamais se de%e a&usar ou a&har defeitos nos outros* e assim por diante.ue para &orresponder a esse idea!* de forma a o8ri"ar os outros a atender Bs suas ne&essidades. omo resu!tado* não é tão C8omD .ue o mundo impede a auto2rea!i#ação e a8usa e tira %anta"em de sua C8ondadeD.uando se de%eria ser. Em se"undo !u"ar* esses sentimentos e(istem por.ue ser ne"ado* pois a sua afirmação pare&e "rosseira e a"ressi%a. Essa ne&essidade de amor e depend+n&ia rea!mente o torna indefeso. 7ma auto2ima"em idea!i#ada desse tipo ter4 os ditames e padrAes &orrespondentes. >o&+ não &u!ti%a em si mesmo a fa&u!dade de se manter so8re as prLprias pernas.ue ser amado para .ui!o .ue possa a&reditar no me prLprio %a!or. onse. Num es8oço 8astante 8re%e* esse é o .ue re&omenda o es. A pessoa tem sempre .uadro de uma pessoa . omo isso é do!oroso* a!ém de ser &ontraditLrio em re!ação B auto2ima"em idea!i#ada* . E* no fim das &ontas* um deseHo auto&entrado e uni!atera!.Tentemente* e!es tam8ém t+m de ser es&ondido. Não é de se estranhar .ue a pessoa é in&apa# de se ade.ue&imento de si mesmo &omo %irtude suprema* esses sentimentos t+m de ser proHetados nos outros. Primeiro* e!es e(istem &omo resu!tado da ne"ação do Eu >erdadeiro e pe!a indi"nidade de ser impedido de ser o . Na superf=&ie essa pare&e* na %erdade* uma fi"ura muito santa* mas* meus ami"os* isso é apenas uma &ari&atura do amor* &ompreensão* perdão ou &ompai(ão %erdadeiros. Mas a indi"nidade inf!i"ida ao indi%=duo por ta! autone"ação tem o seu efeito no desespero por si mesmo. Nessa 8us&a de ser amado e(iste um e!emento de Ceu tenho .uanto o tipo a"ressi%o a&har4 mais dif=&i! des&o8rir o fin"imento* pois o se"undo pretende uma ChonestidadeD em 8us&a da sua prLpria %anta"em.9? !i"adas a so!uçAes fa!sas.uando in&orporados B auto2ima"em idea!i#ada. Em outras pa!a%ras* %o&+ &ede para .uar aos ditames do seu prLprio Eu Idea!i#ado CamorosoD* se"undo os . Este tem .ue ser e%itado a todo &usto. A ne&essidade de amor protetor tem uma &erta %a!idade para a &riança* mas se for mantida na idade adu!ta e!a não mais %a!e.ue fi&ar na som8ra* nun&a se afirmar* sempre &eder* nun&a a&har defeitos nos outros* amar a todos* Hamais re&onhe&er seus %erdadeiros %a!ores e rea!i#açAes* e assim por diante. 'ai%a* fIria* %er"onha* frustração* despre#o e Ldio por si mesmo e(istem por duas ra#Aes. Então eu posso estar disposto a &orresponder a esse amorD.ue outros &edam a %o&+6 %o&+ se su8mete para dominar* em8ora ta! dominação de%a sempre manifestar2se em desamparo 8rando e fra&o. Isso é pura e simp!es proHeção. A&redita2se então . Os efeitos de toda essa atitude são "ra%es. Isso tem .ue rea!mente poderia ser "enu=no.

ua!idades auto2afirmati%as .ue um tipo assim a es&onde so8 a ra&iona!i#ação de .ue 8us&a o poder.uer &ompetição ser4 en&arada &omo uma inHIria B e!e%ada posição espe&ia! ne&ess4ria para essa so!ução parti&u!ar. u!ti%ando artifi&ia!mente uma dure#a . PoderFa:re--i%idade Na se"unda &ate"oria est4 a.ue todos os outros.ue essa pessoa tam8ém pre&isa de &a!or e afeição humanas* e sem isso sofre &om o iso!amento. ontudo* essas reaçAes emo&ionais são tão sutis e es. A. O prL(imo passo é &ortar todas as emoçAes humanas. Essa auto2ima"em idea!i#ada em parti&u!ar dita padrAes de perfeição di%ina em re!ação B independ+n&ia e ao poder.ue#a e hipo&risia* não apenas nas suas formas distor&idas* &omo a&onte&e no tipo su8misso* mas tam8ém na sua forma %erdadeira e saud4%e!. Jua!.ue nada nem nin"uém pode to&42!a. Nessa ima"em* o or"u!ho é muito L8%io* mas a desonestidade ser4 mais dif=&i! de dete&tar* por. O impu!so de poder e a"ressi%idade pode manifestar2se so8 muitas formas e em muitas 4reas da %ida e da persona!idade.ui%as e tão en&o8ertas pe!o &onhe&imento ra&iona! .ue não é mais rea! .ue suspeita da e(ist+n&ia de um impu!so dessa nature#a* o tipo a"ressi%o sente2se tão profundamente en%er"onhado .ue a doçura desamparada da pessoa su8missa* o tipo do poder é i"ua!mente desonesto e hipL&rita* por.ua!.ue* no%amente* t+m de ser proHetados nos outros para .ue a pessoa não pode &orresponder a esse Eu idea!.ue essa auto2ima"em idea!i#ada e(i"e poder e independ+n&ia em re!ação aos sentimentos e emoçAes humanas* tais &omo nenhum ser humano pode ter* é &onstantemente pro%ado .uer emoção e a &onsidera uma fra.ue poder e independ+n&ia em re!ação aos outros reso!%erão todos os pro8!emas.uer dessas atitudes e(iste em %o&+. Juando se ana!isa de perto as e(i"+n&ias de .ue pre&isam um dos outros.ue fi&am por 8ai(o. Esse tipo* assim &omo o outro* pode apresentar muitas %ariaçAes e su8di%isAes. Essa pessoa pensa .ui* a &riança em &res&imento a&redita . Juando* porém* e!a %em B !u#* a &riança se sente profundamente en%er"onhada de .ue a onipot+n&ia est4 &ontida ne!a. SL o tra8a!ho .ue#a* seHa e!a rea! ou ima"in4ria.uando um tipo é .ue a Ini&a maneira de fi&ar se"ura é tornando2se tão forte e in%u!ner4%e!* tão independente e sem emoçAes .ue e!e possa permane&er in&ons&iente da dor e da autopunição. Ta! atitude pode ser predominante ou su8ordinada a uma ou am8as das outras. A&reditando em &omp!eta auto2sufi&i+n&ia* essa pessoa não sente ne&essidade de nin"uém* ao &ontr4rio dos outros meros seres humanos* . Esse Cfra&assoD atira a pessoa em &rises de depressão e despre#o por si prLprio .ua!.ue é pre&iso um e(ame muito persistente de &ertos sentimentos* em &ertas o&asiAes* para o8ter &ons&i+n&ia de tudo isso. 7ma %e# .uanto os outros. O amor e a 8ondade tam8ém seria &onsiderados fra. a!or* afeição* &omuni&ação* a!tru=smoG tudo isso é despre#=%e! e sempre . Tampou&o são o amor* a ami#ade ou a aHuda re&onhe&idos &omo importantes. Ou então pode ser uma atitude mais "era! e menos definida em todas as re!açAes humanas da pessoa.9.ue %o&+ est4 fa#endo neste Pathwork pode re%e!ar &omo . Ao não admitir o sofrimento* esse tipo é tão desonesto . E!e pode ser diri"ido prin&ipa!mente B rea!i#ação* . A in&apa&idade de ser a sua auto2estima idea!i#ada sempre &ausa esse efeito.uanto a pessoa &om impu!so de poder %ai &ompetir e tentar ser me!hor .ua!.ue!e .uer auto2ima"em idea!i#ada* sempre se des&o8re .ue hipL&rita é o tipo C8on#inhoD. E!as são* natura!mente* mais f4&eis de des&o8rir .uanto o tipo su8misso diante do ressentimento e das .

ue fosse nun&a fa!har* ou amar a todos* ou ser inteiramente independente dos outros* isso se torna mais e mais imposs=%e! .ue uma sa=da te%e .ue o poder é a so!ução* é a %isão artifi&ia!mente &u!ti%ada de C omo o mundo e as pessoas são m4s`D 7ma pessoa .ue "!orifi&a o fra&asso por.ue seHa sempre e"o=sta* para o8ter poder. Toda a a%a!iação das outras pessoas 8aseia2se nisso* não importa . Amar ou* em outras o&asiAes* mostrar a sua %erdadeira nature#a* é uma "rande %io!ação da auto2ima"em idea!i#ada e produ# profunda %er"onha.ue ser &omp!etamente indiferente e distantes de todas as emoçAes humanas de forma a não ser pertur8ada.uer dessas Cso!uçAesD é uma &onstante fonte de dor e desi!usão em re!ação ao Eu* e portanto produ# uma fa!ta ainda maior de respeito prLprio.ue e!a ame a todos e seHa por todos amada e . 7ma %e# .ue pro&ura o poder sente or"u!ho de nun&a fa!har em nada. Em &ertas &om8inaçAes das fa!sas so!uçAes o fra&asso pode ser permitido por.ue e!a faça é errado e &ausa &u!pa* %er"onha* inade. Essa perspe&ti%a é ne&ess4ria para manter e se"uir a atitude su8missa. Na rea!idade* a pessoa desse tipo não se importa rea!mente se os outros são 8ons ou maus* &ontanto .uando os ditames da auto2ima"em idea!i#ada de uma pessoa simu!taneamente e(i"e .ue ser en&ontrada* re&orrendo a uma fu"a dos pro8!emas internos e* portanto* da %ida &omo ta!.ue em a!"uma 4rea espe&=fi&a a atitude pre%a!ente pode ser a su8missão.ue e!e pro%a o desamparo da pessoa e força os outros a dar2!he amor e proteção* o tipo .ue todos t+m %irtudes e defeitos* &ada um desses pode ser identifi&ado &onforme a atitude predominante da outra pessoa para &om o tipo su8misso.ue e!es a amem* apre&iem* apro%em e proteHam. Ainda .uação e portanto* frustração e despre#o por si mesma. Na maioria dos &asos* &ontudo* as atitudes estão mais o&u!tas e estão em &onf!ito &om atitudes dos outros tipos.ue os %ença. $e forma seme!hante* o tipo su8misso pode em &ertos &asos re&orrer B so!ução do poder. Eu disse anteriormente .ue en.uão 8em possa ser Ce(p!i&adoD.ue &onf!ito isso representa na a!ma< Juão di!a&erada ser4 uma a!ma` O . SerenidadeFretraimento onsideremos a"ora o ter&eiro atri8uto di%ino* a serenidade* es&o!hido &omo so!ução e* por isso* sendo distor&ido.ue o amor é proi8ido. Foi &onstru=da uma fa&hada tão forte de fa!sa serenidade . Ao &ontr4rio do tipo su8misso* .ue!e .ue ser%e &omo ra#ão para não "ostar de nin"uém. Jua!. A Ima"em idea!i#ada* nesse &aso* determina . Am8as são i"ua!mente r="idas* irreais e irrea!i#4%eis. A!ém disso* a pessoa tem tam8ém .ue de um !ado e!a seHa sempre a!tru=sta* de forma a o8ter amor6 e de outro* . 7ma auto2ima"em idea!i#ada pode* simu!taneamente e(i"ir de uma pessoa .ue pensa . Para atin"ir esse o8Heti%o a pessoa tem .ue ser a"ressi%a e &omumente impiedosa. Outro sintoma do a"ressi%o* . Por &onse"uinte* a pessoa não pode fa#er Hustiça mesmo Bs determinaçAes da so!ução es&o!hida. >o&+ pode ima"inar .ue 8us&a o poder Hamais de%e fa!har em nada. Ao &ontr4rio* o tipo su8misso or"u!ha2se de amar a todos e de &onsiderar 8ons todos os outros seres humanos. A. Ori"ina!mente* uma pessoa pode ter estado tão di%idida entre os dois primeiros aspe&tos . So8 essa retirada ou fa!sa serenidade* essa a!ma ainda est4 partida ao meio* mas não tem mais &ons&i+n&ia disso.uanto as &ir&unst\n&ias da %ida .ue pro&ura pro%as dessa %isão ne"ati%a re&e8e muitas &onfirmaçAes* e se or"u!ha de ser Co8Heti%aD e o oposto de &rédu!a S o .99 8astante dominante.ue sempre e(iste uma mistura de todas as tr+s Cso!uçAesD em uma pessoa* em8ora uma possa ser predominante.

ue a independ+n&ia serena desses tipo não é %erdadeira* e Hamais poder4 ser* H4 .uando são in&apa#es de sustentar seus respe&ti%os padrAes.Tentemente &ontraditLrias* e isso %ai ser do!oroso. Mas 8asta . d primeira %ista isso passar4 por uma re&a=da.ue fer%e* o&u!to* fina!mente %enham B superf=&ie* e dei(em &!aro .ue antes de &omeçar o tra8a!ho neste Pathwork.uanto aos padrAes e a imposição da auto2ima"em idea!i#ada parti&u!ar .uando a do tipo su8misso. Não se de%e Hamais es. E uma %e# . En.uanto os dois outros* a desonestidade é e(atamente a mesma. Foi o seu prLprio pro"resso .ue#as humanas* uma pessoa desse tipo tenta e!e%ar2se so8re todos. A nece--idade do de-en%ol%imento emocional A dor . Não é pre&iso di#er . Muito em8ora as moti%açAes emo&ionais su8Ha&entes possam ser simi!ares S medo de ser ferido ou de&ep&ionado* medo de ser dependente dos outros e por isso sentir2se inse"uro 2* as determinaçAes da auto2ima"em idea!i#ada desses dois tipos são muito diferentes.ue a!"uém tão e(&e!so possa ser to&ado por tais fra.ue sempre e(istiu em %o&+* mas esta%a es&ondida* &ontra a .ue e(istem muitas %ariaçAes.ue na %erdade e!a foi &onstru=da so8re a areia.ue est4 em situação ainda pior do .uanto os dois outros tipos .ue e!es emer"em fi&a &ho&ado &om e!es por %io!arem os ditames da so!ução de retirada. Isso não é poss=%e!.ue tais atitudes nas&idas do Eu Idea!i#ado difi&i!mente poderiam ser a pessoa tota!.ueia a %ida* se %o&+ simp!esmente o8ser%ar de modo distan&iado* &om o seu inte!e&to* o . Esses ditames sãoG C>o&+ de%e o!har de forma 8eni"na e desape"ada para todos os seres humanos* sem porém ser in&omodado ou afetado por nenhum de!esD. Esses tr+s tipos 84si&os foram es8oçados a. 7ma %e# .ua! %o&+ a8so!utamente pre&isa. Então ser4 mostrado .ui de forma muito 8re%e* muito "era!.ue as tempestades da %ida a to. Tudo isso tem . E imposs=%e! %er2se !i%re da auto2ima"em idea!i#ada* .ue tam8ém esse tipo é tão dependente dos outros .ue 8us&a o poder pare&em ter a!"o em &omumG distan&iamento das suas emoçAes* aus+n&ia de ape"o aos outros e uma forte ne&essidade de independ+n&ia. >o&+ %ai a&reditar .90 permitirem* essa pessoa est4 &on%en&ida de ter atin"indo a %erdadeira serenidade.ue .ue 8!o. Os ditames tam8ém in&!uem or"u!ho e hipo&risia6 or"u!ho* por.ue&er . O tipo retra=do e o tipo .uanto o tipo .ue a fa# sentir tanto despre#o por si mesma* tanta &u!pa e frustração .ua! %o&+ se Cprote"euD depositando2a so8re os outros* so8re a %ida e so8re o destino* tornar2se24 uma e(peri+n&ia &ons&iente da . Portanto tais determinaçAes são irreais e irrea!i#4%eis.uem para . $e a&ordo &om a força* a intensidade e distri8uição dessas Cso!uçAesD* a tirania da auto2ima"em idea!i#ada se manifesta.ue esse distan&iamento pare&e muito di%ino em sua Hustiça e o8Heti%idade.ue pensam os outros .ue e(iste em %o&+. A parte mais importante desse tra8a!ho é sentir as emoçAes* e(periment42!as de %erdade. A atitude pode estar presente em "rande medida em &ertas 4reas de persona!idade* e em menor "rau em outras6 ainda em outras fa&etas da %ida e!a simp!esmente não apare&e. Mas sendo or"u!hoso demais para admitir . Na rea!idade* a %isão da pessoa pode ser tão afetada pe!o .ue 8us&a o poder se %an"!oria da hosti!idade e do esp=rito de !uta a"ressi%o* o tipo retra=do é &omp!etamente in&ons&iente desses sentimentos* e sempre .ue fa!amos de seres humanos* uma pessoa assim ne&essariamente de%e fa!har .ue os efeitos do &onf!ito .uão fa!sa era a serenidade. Mas não é assim. Isso* &aso fosse %erdadeiro* seria mesmo serenidade* mas nenhum ser humano Hamais é tão sereno assim. E ne&ess4rio tornar2se a"udamente &ons&iente de todas essas tend+n&ias* fre.ue ser des&o8erto no tra8a!ho indi%idua!.

ue tudo o . 7ma %e# .ue e!es são in&apa#es de dar.ue %o&+ pudesse rea!mente us42!as para an4!ise. E pre&iso e(perimentar isso tam8ém.ue não pode en(er"ar o .ue não a&redita%a no seu . >o&+ %ai &ompreender . Isso seria imposs=%e! se %o&+ não fosse in&omodado.ue %o&+ não mais pre&isa dos fa!sos.ue o .ue %o&+ não pode %+2 !os* fi&a temeroso de a8rir mão de!es* &om medo de então não ter mais nada.ue não h4 pe!o .ue as suas emoçAes %enham para a !u# e se %o&+ tra8a!har &om e!as. Portanto* meu ami"o* &ome&e a %er as suas emoçAes so8 essa !u#.uais se a&ostumou* est4 tão en%o!%ido por e!as* . Isso fa# &om .uanto mais esti%er en%o!%ido nas suas fa!sas so!uçAes* menos o seu Eu >erdadeiro pode se manifestar.ue é a sua auto2ima"em idea!i#ada* e não $eus* a %ida ou as outras pessoas* . >o&+ des&o8rir4 então &omo são imposs=%eis as e(i"+n&ias .ue e!a !he &ausa. Esse é um pro&esso re&=pro&oG permitindo2se %er os fa!sos %a!ores* por mais do!oroso . >o&+ %er4 a sua %ida e as suas difi&u!dades passadas e presentes &om uma no%a perspe&ti%a.ue !he fa# a sua auto2ima"em idea!i#ada6 %o&+ %er4 .uando %o&+ uti!i#a esses %a!ores* e!es fre.ue não !he o&orre .ue todas as emoçAes* até a.91 tornou poss=%e! .uanto pro&ura por re&onhe&imento no%os e o&u!tos* %o&+ d4 !i%re a&esso Bs reaçAes .ue e!es e(istem* seHa por. Assim os seus %a!ores reais não &onstam* %o&+ não sente .ue .ue o seu Eu Idea!i#ado não admite .ue é rea!mente %a!ioso H4 est4 !4.ue* por &ausa dessas demandas da persona!idade* %o&+ pre&isa .ue o Eu Idea!i#ado o a!iena do seu Eu >erdadeiro* %o&+ est4 &omp!etamente in&ons&iente dos sues reais %a!ores.ue!es .ue esses %a!ores ainda pre&isam de desen%o!%imento* %o&+ não os desen%o!%e e ainda assim os re&!ama para si &omo se esti%essem p!enamente maduros.ui o&u!tas* %iessem B tona de forma . SL a= ser4 poss=%e! a8rir mão dos fa!sos %a!ores do seu Eu Idea!i#ado. >isto .ue pre&isa ser* ma!"rado todo o seu esforço em direção a uma independ+n&ia distor&ida do tipo a"ressi%o ou retirado. Por.ue não foram ainda desen%o!%idos a ponto de poderem ser re&!amados &omo seus por direito.ue se esforçar* por.ue isso possa ser* os seus %erdadeiros %a!ores emer"em "radua!mente* de forma ta! . Mas .ue %o&+ in&ons&ientemente e(iHa dos outros o . Não é o 8astante &ompreender inte!e&tua!mente .ue a sua atenção tenha o seu fo&o diri"ido para e!as.ue e!es &ontradi#em as e(i"+n&ias do seu Eu Idea!i#ado* seHa por.ue des&o8rir as &ausas e os efeitos dessas &ondiçAes.ue os possui6 ou %o&+ se &on&entra em %a!ores .uedam inertes. Então %o&+ fi&a muito mais dependente do . $e outro modo não !he seria poss=%e! disso!%er a superestrutura do seu tirano* a sua auto2ima"em idea!i#ada e todo o ma! desne&ess4rio . Ao !on"o de toda a sua %ida %o&+ se &on&entra in&ons&ientemente nos %a!ores fa!sosG seHa na.ue e(i"e tudo isso. En. Isso é uma "rande pena* pois afina! de &ontas %o&+ esta8e!e&eu a auto2ima"em idea!i#ada por.ue os outros o aHudem a atend+2!as.ue forne&erão a pista* uma %e# .ue e(istem poten&ia!mente* mas .uanto fin"e para si mesmo e para os outros . >o&+ est4 tão &ondi&ionado a esforçar2se pe!o imposs=%e! . E por.ue usa todos os seus esforços para &on&entra2se nesses %a!ores fa!sos ou imaturos* %o&+ não %+ os %a!ores reais. Então* %o&+ &omeçar4 a sentir o %a!or intr=nse&o do se Eu >erdadeiro. >o&+ tam8ém tem . Essa e(peri+n&ia de%e o&orrer se %o&+ permitir .ue de%eria ter en.ue %em natura!mente e sem esforço não pare&e rea!. >o&+ est4 tão &ondi&ionado pe!as reaçAes emo&ionais &om as . Portanto* o in&Mmodo é o8ri"ado a %ir para &ampo a8erto e é nesse momento .Tentemente .ue &riou muitas difi&u!dades* sendo todas* sL por &ausa da sua Cso!uçãoD.ue %o&+ não tem* mas pensa .ue est4 8em na sua frente. omeçar4 tam8ém a %er .ue %o&+ pode &he"ar a um a&ordo &om e!e.

No in=&io* ser4 um &ho.ue não é o poder do or"u!ho e do desafio* nem o poder do triunfo so8re os outros* mas o poder de dominar a si mesmo e Bs suas difi&u!dades sem pro%ar nada a nin"uém. Mas B medida . Não ter o dom=nio o&asiona!mente não representar4 uma ameaça &omo . E assim .uer am8ição* &ompu!são ou pressa distor&ida. 'esu!ta do e(ame &onstante de si mesmo e da an4!ise dos seus pro8!emas* atitudes e emoçAes.ue %o&+ %isua!i#e tanto a %ida &omo a si mesmo de um modo muito diferente.ue ser a"udamente e(perimentadas. O amor* o poder e a serenidade não serão usados para forne&er2!he o respeito prLprio . A a%a!iação a!heia sL assume tamanha import\n&ia por.ue mere&e a&eitação e apre&iação.ue %o&+ não se a%a!ia honestamente e* assim* a a%a!iação a!heia torna2se um su8stituto.ue aprende a fa#+2!o* %o&+ &omeça a en(er"ar %a!ores .T+n&ia* o enfra.ue era antes. O amor não ser4 um meio para a!&ançar um fim.ue %o&+ %ai e(trair da %ida.ua!. >o&+ ter4 se"urança interior e não mais pre&isar4 &onstruir fa!sos %a!ores &om or"u!ho e pretensão. ontudo os fra&assos e os erros o&orrerão de uma forma 8em diferente do .ue ter . Ou* para &o!o&ar de maneira diferente* %o&+ %ai se &omuni&ar em amor e &ompreensão* ao mesmo tempo . Não &om perfeição* não estando !i%re de todo o fra&asso* não e(&!uindo a possi8i!idade de &ometer erros. Fina!mente* %o&+ &omeçar4 a %er o seu Eu >erdadeiro pe!a primeira %e#. E!e não ser4 uma ne&essidade .uando %o&+ esta%a em distorção. A !i8erdade de a8andonar esse fardo não pode ser des&rita em pa!a%ras. Mas esse é um pro&esso !entoG e!e não %em da noite para o dia.ue o fato de ser apre&iado pe!os outros não ser4 mais o padrão para o seu senso de %a!or.ue a&eitar essas !imitaçAes . Não e(istir4 .95 %erdadeiro %a!or.ue* por &onse.ue est4 ausente.ue prosse"ue &om &ora"em* %o&+ %ai o8ter uma perspe&ti%a muito diferente de tudo. Sua nature#a intuiti%a se manifestar4 sem ini8içAes* &om uma espontaneidade natura! e &onfi4%e!.ue&e.ue o sa!%a da ani. >o&+ não se apoiar4 mais em um Eu Idea!i#ado .uais nun&a este%e &ons&iente. Ao a%ançar nesse &aminho* o seu Eu >erdadeiro e os seus reais %a!ores e &apa&idades %ão e%o!uir atra%és de um pro&esso de &res&imento interno e natura!. . Juando o8tém o dom=nio atra%és do poder saud4%e!* %o&+ o fa# em nome do &res&imento. Juando %o&+ &omeça a &onfiar no seu prLprio Eu e "ostar de!e* o . Juando 8us&a o dom=nio distor&endo o atri8uto poder* %o&+ o fa# para pro%ar a sua superioridade. Sua indi%idua!idade então fi&ar4 &ada %e# mais forte. A prin&=pio* é do!oroso desenro!ar esse pro&esso* pois a ansiedade* a frustração* a &u!pa* a %er"onha* e assim por diante* t+m . Por. >o&+ &om8inar4 &ada %e# mais as atitudes di%inas de amor* poder e serenidade de forma saud4%e!* em oposição B forma distor&ida.ue &onstrLi o Eu Idea!i#ado e tenta ser esse Eu* %o&+ não pode %er em si mesmo a.ue ser4 %erdadeiramente independente. >o&+ %er4 as suas !imitaçAes.ue não é rea!mente di"no de &onfiança e . >o&+ %ai aprender* rea!i#ar o o8ter o poder %erdadeiro. Isso não diminuir4 o seu %a!or aos prLprios o!hos.ue estão muito distantes do Eu Idea!i#ado* mas B medida . /radua!mente o pro&esso de &res&imento em direção ao seu Eu >erdadeiro se dar4 em %o&+. E!e %ai forta!e&er a sua %erdadeira independ+n&ia* não a fa!sa* de forma .ui!o .ue nun&a ha%ia rea!mente %isto* dos . Sua prLpria &apa&idade de amar %ai &om8inar poder e serenidade. Então um sentimento de força e auto&onfiança far4 &om .ue as outras pessoas pensam a seu respeito não tem metade dessa import\n&ia.ui!ação e* portanto* dei(ar4 de "irar ao redor de si mesmo. Assim %o&+ %ai rea!mente &res&er &om &ada e(peri+n&ia de %ida. O amor "enu=no* não &entra!i#ado em si mesmo* então não %ai mais interferir &om o poder sadio* .

$e fato* . A %erdadeira serenidade não e. Fi. AP_T7LO )- .ue h4 por detr4s.ueridos.uem &om $eus.uando e(iste a &ora"em para atra%ess42!as e %er o .0A serenidade sadia não far4 &om .uem em pa#. Possam estas pa!a%ras dar2!he a!imento* não apenas para pensamento* mas para per&epção e &ompreensão6 .uistem mais e mais força e permitam .ue %o&+ se es&onda das emoçAes* da e(peri+n&ia* da %ida e dos seus prLprios &onf!itos6 o amor e o poder* nas suas formas di%inas ori"inais* %ão dar2!he um distan&iamento saud4%e! . Fi.ue %o&+ se torne rea!mente mais o8Heti%o.ue %o&+s possam assim a%ançar mais um passo para a !u# e a !i8erdade. Prossi"am no seu &aminho de fe!i&idade.ui%a!e a e%itar e(peri+n&ias e emoçAes . Mas e!es podem &ausar a maior "uerra em seu interior* &aso distor&idos. A8ençoados seHam* meus .uando o!har para si mesmo* de forma . Amor* poder e serenidade podem &aminhar Huntos. on.ue podem representar uma importante &ha%e .ue ta!%e# seHam do!orosas no momento* mas .uando são saud4%eis* e!es se &omp!ementam uns aos outros.ue nossas 8+nçãos e nosso amor os au(i!iem e re%i"orem.

ue fre.uer e%itar.ue as ima"ens e os me&anismos de defesa destruti%os &omeçam a se formas.Tentemente dei(a uma mar&a mais forte . >o&+ a&eita esse &!ima &omo a!"o ine%it4%e!.-oluçHeJuando a sua so!ução fa!sa é uma ne"ação do sentimento* do amor e da %ida* e!a é uma defesa &ontra a possi8i!idade de ser ferido. om isso eu . .uerer mudar e %ai preferir a&eitar a dor B a!ienação de não sentir nada* ou muito pou&o. Toda%ia* %o&+ sofre &om e!e. São retiradas da esfera da &ons&i+n&ia* mas ardem na mente in&ons&iente. $eus a8ençoe &ada um de %o&+s.ue tra8a!ham neste Pathwork terminam por a8ordar uma &erta 4rea dos pro8!emas de sua a!ma na .ue me refiro pro%o&a tanta frustração . >o&+ %ai .ue ser assim.ue e!e é ina!ter4%e! &ondi&iona2o a desen%o!%er defesas destruti%as. A maioria dos .ue tem .ue pe.ue &riaram a dor ori"ina!. Para &ompreender o si"nifi&ado dessa dor eu "ostaria de dar2!hes uma %isão "era! do pro&esso da sua disso!ução. Somente depois de uma %isão &onsider4%e! de si mesmo é . E então . >o&+ sofre &om isso* em8ora ta!%e# nun&a tenha tido &ons&i+n&ia desse fato nestes termos ou em pensamentos e(atos.A5 A 8/5 8/S PA85G'S 8'S.ue uma Ini&a e(peri+n&ia &ho&ante e traum4ti&a.uanto a fa!ta de amor ou até mesmo a &rue!dade.ue %o&+ &ria são me&anismos de defesa. E!e simp!esmente est4 !4 e %o&+ a&redita . O &!ima &onstante de não2a&eitação da sua indi%idua!idade* 8em &omo a fa!ta de amor e &ompreensão* &ausa a.ue esta I!tima é "era!mente mais f4&i! de &urar . O &!ima "era! no . E por isso .ueno mas &onstante* .uão irrea! e !imitado é esse CremédioD. Isso pode dei(ar uma &i&atri# tão profunda . As ima"ens .ua! %o&+ o afeta &omo um &ho.ua! en&ontram dor.uais a &riança não podia !idar são reprimidas.ue se &hama neurose.ue a primeira.uanto a fa!ta de amor e atenção. A dor e a frustração ori"inais &om as . Atra%és das suas &on&!usAes errMneas %o&+ 8us&a uma maneira de !utar &ontra as inf!u+n&ias indeseH4%eis . Em primeiro !u"ar* façamos uma re&apitu!ação.5$.&al-a.ue %o&+ se dar4 &onta de .0) ] C/2/ '065'0. A pr4ti&a a . A &riança sofre &om sertãs imperfeiçAes do amor e da afeição dos pais.uero me referir B pr4ti&a &omum de tratar uma &riança &omo uma &riança antes . A &om8inação do sofrimento &ausado por esse &!ima e da &rença de .I=/S Jueridos ami"os* saudaçAes.ue &omo um indi%=duo em parti&u!ar. Sofre tam8ém por não ser inte"ra!mente a&eita em sua prLpria indi%idua!idade. As fa!sas so!uçAes são um meio de !utar &ontra o mundo* &ontra a dor e tudo o mais . Esta é uma hora a8ençoada. A dor da.ui!o a .ue %o&+ .

03 Prosse"uindo &om o tra8a!ho e atra%essando &oraHosamente os per=odos tempor4rios de des\nimo e resist+n&ia* %o&+ %ai &he"ar ao ponto no ;ua! essa &on&ha endure&ida se ;ue8ra e %o&+ não est4 mais morto por dentro, A primeira reação* porém* não ser4 a"rad4%e!* nem pode ser, Todas as emoçAes ne"ati%as reprimidas* 8em &omo a dor reprimida* a prin&=pio %irão para a &ons&i+n&ia e então pare&er4 ;ue %o&+ esta%a &erta ao reprimi2!as, SL depois de prosse"uir &om o tra8a!ho é ;ue %o&+ o8ter4 a re&ompensa* so8 a forma de sentimentos 8ons e &onstruti%os, Se a sua so!ução fa!sa é a su8missão* a fra;ue#a* o desamparo e a depend+n&ia &omo meios de &onse"uir os &uidados de a!"uém S não ne&essariamente no \m8ito materia!* mas emo&iona!mente S essa é i"ua!mente uma so!ução !imitada e insatisfatLria, A depend+n&ia &onstante de outras pessoas &ria medo e desamparo, E!a aumenta ainda mais a sua fa!ta de &onfiança em si mesmo, En;uanto a so!ução do retraimento fe# de %o&+ um morto ;uanto aos sentimentos* pri%ando2o do si"nifi&ado maior da %ida* a so!ução da su8missão rou8a de %o&+ a independ+n&ia e a força* e &ria não menos iso!amento ;ue retraimento* em8ora o faça atra%és de um &aminho interno diferente, Ori"ina!mente* %o&+ ;ueria e%itar a dor munindo2se de uma pessoa forte para &uidar de %o&+, Na rea!idade %o&+ inf!i"e mais dor so8re si mesmo por;ue não é poss=%e! en&ontrar essa pessoa, Essa pessoa tem ;ue ser %o&+ mesmo, Ao fa#er2se de!i8eradamente de fra&o* %o&+ e(er&e a mais forte das tiranias so8re os outros, Não e(iste tirania mais forte ;ue a;ue!a ;ue uma pessoa fra&a e(er&e so8re os mais fortes* ou so8re todo o am8iente, E &omo se essa pessoa esti%esse sempre di#endoG CSou tão fra&a` >o&+ tem de me aHudar, Sou tão indefesa` >o&+ é respons4%e! por mim, Os erros ;ue eu &ometo não &ontam por;ue eu não sei fa#er de outro modo, Eu não posso e%itar, >o&+ de%e ser indu!"ente &omi"o todo o tempo e permitir ;ue eu es&ape das &onse;T+n&ias, Não se pode esperar ;ue eu assuma tota! responsa8i!idade pe!as minhas açAes ou aus+n&ias de!as* por meus pensamentos e sentimentos ou fa!ta de!es, Eu posso fa!har por;ue sou fra&o, >o&+ é forte e portanto tem ;ue &ompreender tudo, >o&+ não pode fa!har por;ue o seu fra&asso iria me afetarD, A autoridade pre"uiçosa e auto2indu!"ente dos fra&os impAe e(i"+n&ias estritas Bs outras &riaturas, Isso se torna e%idente se a e(pe&tati%as não %er8a!i#ada e o si"nifi&ado das reaçAes emo&ionais forem in%esti"ados e então interpretados so8 a forma de pensamentos &on&isos, E uma fa!4&ia pensar ;ue a pessoa fra&a é inofensi%a e fere menos as outras pessoas ;ue a;ue!a ;ue é a"ressi%a e dominadora, Todas as fa!sas so!uçAes tra#em dor imp!=&ita B persona!idade* assim &omo aos outros, Pe!o retraimento* %o&+ reHeita os outros e retém o amor ;ue ;uer das a e!es e ;ue e!es* por sua %e#* ;uerem re&e8er de %o&+, Pe!a su8missão* %o&+ não ama* apenas espera ser amado, >o&+ não %+ ;ue os outros tam8ém t+m as suas %u!nera8i!idades* suas fra;ue#as e ne&essidades, >o&+ reHeita por inteiro essa parte da nature#a humana das outras pessoas e* assim* %o&+ as fere, Atra%és da so!ução a"ressi%a* %o&+ afasta as pessoas e as ma&hu&a a8ertamente &om fa!sa superioridade, Em todos os &asos, >o&+ fere os outros e* assim* inf!i"e uma ferida ainda maior em si mesmo, E essa ferida não pode dei(ar de tra#er &onse;T+n&ias, Portanto* as fa!sas so!uçAes* destinadas a e!iminar a dor ori"ina!* apenas tra#em &onsi"o mais dor, Todas as fa!sas so!uçAes são in&orporadas B sua auto2ima"em idea!i#ada, 7ma %e# ;ue a nature#a da auto2ima"em idea!i#ada é o auto2en"rande&imento* e!a o separa dos outros, 7ma %e# ;ue a nature#a de!a é a separação* e!a iso!a %o&+ e o fa# so!it4rio* 8em &omo a todos os ;ue se re!a&ionam &om %o&+, >isto ;ue a sua nature#a é fa!sidade e fin"imento* e!a o a!iena de si mesmo* da %ida e dos outros, Tudo isso de ine%ita%e!mente

0: &ausar2!he dor* m4"oa* frustração* insatisfação, >o&+ es&o!he uma sa=da para a dor e para a frustração* mas tra# ainda mais da;ui!o ;ue %o&+ ;ueria e%itar, ontudo* re&onhe&er &!aramente esse fato e Huntar os e!os dessa &adeia re;uer o tra8a!ho ati%o da pes;uisa sin&era de si mesmo, O perfe&&ionismo ;ue est4 tão profundamente arrai"ado em %o&+ e na sua auto2 ima"em torna imposs=%e! a&eitar a si mesmo e aos outros* a&eitar a %ida na sua rea!idade* e %o&+* portanto* é in&apa# de !idar &om e!a e reso!%er tanto os seus pro8!emas ;uanto os pro8!emas da %ida, Isso fa# &om ;ue %o&+ se a8stenha da e(peri+n&ia de %i%er no seu %erdadeiro sentido, Se %o&+ se tornou* pe!o menos até um &erto ponto* &ons&iente de a!"umas das suas ima"ens* fa!sas so!uçAes e da nature#a da sua auto2ima"em idea!i#ada parti&u!ar* ta!%e# %o&+ a tenha a esta a!tura um %is!um8re da maneira pe!a ;ua! %o&+ é a!ienado de si mesmo e perfe&&ionista, $eu2se &onta* portanto* da e(tensão do dano &ausado a %o&+ mesmo e aos outros, >o&+ pode estar prL(imo do !imiar ;ue a8re &aminho para uma no%a %ida interior* uma %ida ;ue &ontém a disposição emo&iona! de a8andonar todas as defesas, aso ainda não tenha &he"ado até !4* %o&+ %ai apro(imar2se dessa fase muito em 8re%e* desde ;ue &ontinue o seu tra8a!ho &om disposição interior, O mero e(er&=&io de o8ser%ar &onstantemente as prLprias emoçAes e reaçAes irreais e imaturas enfra;ue&e o seu impa&to e ini&ia um pro&esso de disso!%+2!as* por assim di#er* automati&amente, Juando uma &erta disso!ução ti%er a&onte&ido* a psi;ue estar4 pronta para &ru#ar o !imiar6 mas o ato de &ru#42!o é do!oroso no in=&io, A dor da mudança >o&+ poderia esperar* ao atra%essar esse importante !imiar* ;ue os padrAes no%os e &onstruti%os pudessem su8stituir imediatamente os anti"os padrAes destruti%os* ta! e(pe&tati%a não é rea!ista e não &orresponde B %erdade, Os padrAes &onstruti%os não podem ter uma 8ase sL!ida antes ;ue %o&+ e(perimente e atra%esse a dor e a frustração ori"inais e tudo a;ui!o de %o&+ fu"ia, Essa &oisa B ;ua! %o&+ %irou a fa&e tem ;ue ser en&arada* sentida* e(perimentada* &ompreendida, >o&+ tem de !idar &om e!a* tem de &he"ar a um a&ordo e assimi!42!a antes ;ue o ;ue é doentio e não rea!ista seHa disso!%ido* antes ;ue o ;ue é imaturo amadureça e ;ue as forças sadias* mas reprimidas* seHam tra#idas para os seus &anais prLprios de forma ;ue operem de maneira &onstruti%a para %o&+, Juanto mais %o&+ adia esse do!oroso pro&esso* mais dif=&i! e demorado e!e ser4 ;uando %o&+ fina!mente esti%er pronto para passar da inf\n&ia para a idade adu!ta, A dor desse pro&esso é uma dor saud4%e! de &res&imento e a !u# estar4 B %ista se e ;uando %o&+ superar a sua resist+n&ia a e!e, A força* a auto&onfiança e a &apa&idade de %i%er inte"ra!mente* &om todos os seus padrAes &onstruti%os &omeçando a fun&ionar* &onstituem* amp!a &ompensação por todos os anos de %ida destruti%a e improduti%a* 8em &omo pe!a dor de atra%essar o porta! para a maturidade emo&iona!, >o&+ pode ima"inar2se sendo poupado da e(peri+n&ia da dor &ontra a ;ua! %o&+ instituiu os padrAes destruti%os< >o&+ os uti!i#ou para fu"ir de a!"o ;ue o&orreu na sua %ida* e o fato de isso ser rea! ou ima"in4rio fa# pou&a diferença, Foi o pro&esso fantasioso de fu"ir e %o!tar as &ostas a a!"o ;ue e(iste ou e(istiu* não en&arado* portanto* a sua rea!idade nem !idando &om e!a* ;ue &ausou a doença da sua a!ma, Por &onse"uinte é essa 4rea ;ue tem ;ue ser tratada a"ora, E por isso ;ue a;ue!es dentre %o&+s ;ue deram os seus primeiros passos hesitantes do !imiar estão &onfusos pe!a dor da e(peri+n&ia, om

0? fre;T+n&ia %o&+ não &ompreende inteiramente por;ue isso o&orre6 %o&+ pode ter uma %a"a idéia e a!"umas respostas par&iais* mas esta pa!estra %ai aHud42!o a &onse"uir um entendimento mais profundo da ra#ão pe!a ;ua! isso a&onte&e, Inte!e&tua!mente todos %o&+s sa8em ;ue este Pathwork não é um &onto de fadas no ;ua! a pessoa des&o8re os seus des%ios suas &on&epçAes errMneas e e%asAes e* depois de ter feito isso* a"uarda2o natura!mente* nada a!ém de uma "rande fe!i&idade, E %erdade* natura!mente* ;ue* em I!tima an4!ise* a !i8ertação dos "ri!hAes do erro e de des%io ne&essariamente !he trar4 a fe!i&idade* mas até ;ue %o&+ a!&an&e esse est4"io* muitas 4reas de sua a!ma t+m ;ue ser e(perimentadas até ;ue a sua psi;ue esteHa rea!mente preparada para o8ter o me!hor da %ida, Mesmo depois de a dor a"uda ter re&e8ido o tratamento ade;uado* não estando* portanto* mais presente* e(istir4 a e(pe&tati%a irrea!* em8ora &om fre;T+n&ia in&ons&iente* de ;ue a %ida a partir de então sempre ir4 "arantir a;ui!o ;ue %o&+ deseHa, Não* meus ami"os, Toda%ia* a rea!idade é muito me!hor, Na %erdade* %o&+ %ai aprender a enfrentar os re%eses e as difi&u!dades* em %e# de ser arrasado por e!es, >o&+ não ir4 forta!e&er as suas defesas destruti%as, Isso* por sua %e#* %ai e;uip42!o &om os instrumentos para tirar o me!hor de &ada oportunidade e para o8ter o m4(imo 8enef=&io e a maior fe!i&idade de &ada e(peri+n&ia da %ida, E desne&ess4rio di#er ;ue isso Hamais é &onse"uido &om os seus me&anismos de defesa destruti%os e &om suas %4rias ima"ens, $ei(e2me repetir a;ui o ;ue tenho dito &om fre;T+n&iaG a prin&=pio* os e%entos ne"ati%os e(ternos %ão &ontinuar a &ru#ar o seu &aminho* &omo resu!tado dos seus arrai"ados padrAes do passado* mas %o&+ %ai en&ar42!os de maneira diferente, d medida ;ue aprende a fa#+2!o* %o&+ se torna &ons&iente de muitas oportunidades de fe!i&idade ;ue %o&+ i"norou no passado, $essa maneira* %o&+ &omeça a modifi&ar os seus padrAes até ;ue muito* muito "radua!mente os e%entos e(ternos infe!i#es &essam, Mas en;uanto %o&+ se en&ontrar no ini&io desse est4"io* não espere satisfação e fe!i&idade imediatas em &ada aspe&to, Primeiro %o&+ pre&isa %er as suas possi8i!idades e oportunidades e a sua &apa&idade independente de es&o!ha* em %e# de fi&ar tota!mente indefeso B espera ;ue o destino !he tra"a fe!i&idade, A essa a!tura* %o&+ de%e &ompreender &omo* em muitos aspe&tos* &ausou a sua prLpria infe!i&idade por meio das suas prLprias e%asAes e defesas* destruti%as e di%or&iadas da rea!idade, >o&+ per&e8er4 a"ora* &om um no%o senso de força* &omo pode &riar a sua prLpria satisfação e fe!i&idade, $a mesma forma ;ue antes* isso não pode ser feito por meio de &ompreensão inte!e&tua!, E um pro&esso interior ;ue &res&e or"ani&amente, Assim &omo %o&+* a"ora* &ompreende em profundidade ;ue nenhum destino ou $eus &rue! o puniu ou ne"!i"en&iou* da mesma maneira ir4 entender e sa8er ;ue* na %erdade* é %o&+ ;ue pode &riar toda a satisfação ;ue a sua a!ma deseHa &om um anseio do ;ua! %o&+ nem ao menos tinha &ons&i+n&ia ;uando ini&iou este Pathwork, Essa &ons&i+n&ia sL pode emer"ir depois de uma &ompreensão mais &omp!eta de todas as suas fa!sas so!uçAes e &on&epçAes errMneas* &uHas profunde#as o farão &ons&iente das suas ne&essidades, O resu!tado primordia! deste Pathwork é o entendimento do seu prLprio sistema de &ausas e efeitos e o senso de força* independ+n&ia* auto&onfiança e Hustiça ;ue essa &ompreensão d4 a um indi%iduo, Juanto tempo !e%a para atin"ir os primLrdios hesitantes dessa força e para* mais tarde* aument42!a* depende dos seus esforços* da sua %ontade interior e da sua superação da sempre presente resist+n&ia* a ;ua! se des"asta apenas depois ;ue %o&+ o8tém &onsider4%e! re&onhe&imento dos seus &aminhos tortuosos

Isso é ine%it4%e! se %o&+ deseHa sair do seu presente estado de %i%er improduti%o.ue as suas ne&essidades atuais não satisfeitas pro%o&am a dor. Sua frustração ser4 &om a sua ina8i!idade atua! para produ#ir satisfação.ue* sua &apa&idade de adaptação* e assim o tornaram in&apa# de !idar &om e!as. E %erdade . $e%ido a essa fa!ta de &ons&i+n&ia e aos seus me&anismos de defesa de %4rias espé&ies* a sua &apa&idade de dar Hamais pMde &res&er no interior da sua psi. Juando %o&+ e(perimenta a dor antes de &ru#ar o !imiar para a maturidade emo&iona! e padrAes produti%os* %o&+ tem a possi8i!idade* se assim es&o!her* de fi&ar pre&isamente &ons&iente dessas ne&essidades. Isso* &omo . Pode ser pre&iso muito tempo e muita auto2 o8ser%açao para &he"ar mesmo a distin"uir a dor.ue e!e fe# &om . $epois .uer ter &ons&i+n&ia da dor infanti! ori"ina!. Ao en&ontrar a dor* %o&+ rea!mente e(perimenta a tremenda pressão das . Numa pa!estra anterior nLs dis&utimos as ne&essidades humanas. Antes .ue %o&+ institu=sse os modos improduti%os respons4%eis pe!a sua dor atua!.ue a ne&essidade de re&e8er permane&e iso!ada e tam8ém en&o8erta.ue a sua &apa&idade de dar amor emer"isse* mesmo .ue.ue %o&+ mantinha reprimidas.ue %o&+ des&u8ra as suas %4rias C&amadas protetorasD* %o&+ não pode &onhe&er a!"umas das suas ne&essidades reais. Este é importante somente por.uando a pessoa adu!ta tran&ou a sua a!ma e se re&usou a &res&er em sua prLpria &apa&idade de dar amor* de forma . >o&+ ainda não é &apa# de %er o . A dor da in-ati-&ação A"ora* meu ami"o* .ua! não tem nenhum &ontro!e. SL depois de ter &oraHosamente se tornado &ons&iente de todas essas impressAes e reaçAes é .ue pode fa#er a esse respeito* sentindo2se preso na sua prLpria armadi!ha* in&apa# de en(er"ar a sa=da e* assim* fi&ando dependente de inter%enção e(terior* so8re a .ue %o&+ se torna "radua!mente &ons&iente das ne&essidades 84si&as* nuas* . SL é assim . >o&+ pode &onhe&er a!"umas das suas ne&essidades irreais* superpostas* mas sL apLs uma &ompreensão mais &omp!eta de si mesmo é .ue a ne&essidade de ser amado é infanti! e imatura.ue %o&+ !hes %irasse as &ostas pro&urasse por Cso!uçAesD insatisfatLrias.ue esta%a o&u!to* mas* &omo eu disse antes* %o&+ &omeçou a disso!%er &ertos n=%eis nefastos. Mas a dor . >o&+ não pode distin"uir isso &ons&iente e não pode se.ue %o&+ não possa ainda se dar &onta disso* de forma &omp!eta.ue a &riança sofreu por &ausa dos pais e nada mais< Não* isso não e inteiramente &orreto.ue essa dor e essa frustração ori"inais afetaram a f!e(i8i!idade da sua psi.ue a dor mais a"uda e o seu desespero &om a sua %ida e &om %o&+ mesmo a"ora* e não no passado.ue %o&+ "radua!mente %er4 uma sa=da e* portanto* diminuir4 o seu desamparo e aumentar4 a sua força independente e o seu tiro&=nio. Atra%és dos seus padrAes destruti%os %o&+ empurrou a sua do!orosa ne&essidade de re&e8er amor para o in&ons&iente.0.ue inad%ertidamente* fe# &om . d medida .ue %o&+ e(perimenta a"ora é muito mais a dor presente da insatisfação* &ausada pe!os seus padrAes improduti%os. Esses e%entos fi#eram &om .ue passa pe!o pro&esso de tomada de &ons&i+n&ia das suas ne&essidades e da frustração &ausada pe!a insatisfação* %o&+ des&o8rir4 primeiro a imperiosa ne&essidade de ser amado e(atamente &omo a &riança pre&isa re&e8er amor e afeição.uando %o&+ se depara &om essa dor* é e!a rea!mente apenas a dor .ue temos feito* %o&+ não apenas se tornou &ons&iente de tudo isso .ue %o&+ e(perimentou um dia . Se %o&+ não fu"ir da dor* mas a enfrentar* passar por e!a* tomando &ons&i+n&ia do seu si"nifi&ado* %o&+ %ai se dar &onta de .ue o fi#er* %o&+ %er4 . Toda%ia* durante todo o tra8a!ho .uando &riança< Ser4 essa rea!mente a frustração . ontudo* não se pode di#er .

$epois . >o&+ se &ons&ienti#ou da sua ne&essidade de re&e8er* .ue as suas ne&essidades são e(atamente am8os* dar e re&e8er.ue o&orreu dentro de %o&+* a ne&essidade madura de dar tam8ém &res&eu. PL outro !ado* a necessidade de dar não pode en&ontrar es&oadouro até . A mudança da e%a-ão para a realidade Porém* não a&redite . d medida .uação e a &onfusão . >o&+ pre&isa entender .ue &ada .ue ainda esta%am atuando6 ta!%e# apenas em parte* ta!%e# de foram modifi&ada. >o&+ as %er4 e far4 uso de!as.ue essa pressão* essa frustração &omp!eta* não e(istia antes . >o&+ tro&a a sua +nfase da e%asão para a rea!idade.ue é tão do!orosa. Tenha &uidado para não %o!tar B e%asão.uanto os padrAes destruti%os pre%a!e&em. Seus %e!hos padrAes t+m e(istido por anos* por dé&adas* e &om fre.ue resu!tados efeti%os sL podem o&orrer . >o&+ então diri"e a sua &ons&i+n&ia para a &ausa &entra!* onde o pro8!ema rea!mente reside.uação e o seu tiro&=nio %ão &res&er &onstantemente S &om o&asionais re&a=das* é &!aro.uanto en&ontrar a!=%io6 a tentação de fu"ir uma %e# mais.ue %o&+ tra8a!ha atra%és dessa fase e fi&a mais forte* %o&+ não fo"e mais de si mesmo e do ris&o aparente de %i%er. Mas se %o&+ fi#er &om . >o&+ pode até ter ini&iado tentati%as de um a&ordo entre o %e!ho e o no%o &aminho* este I!timo sendo o deseHado. E essa pressão . E!as !he ensinarão a pro"redir no seu &res&imento e na sua força até . Por um !ado* %o&+ en&ara a ne&essidade de re&e8er* . Porém* não es.ue a a&ompanham* seHa o resu!tado fina!. d medida . $e%ido ao seu pro"resso e ao &res&imento .ue se dar &onta de .ue esse per=odo tempor4rio no . E!a e(istia* mas &riou outras sa=das* ta!%e# na doença f=si&a ou em outros sintomas. A %erdadeira dor tem .ue %o&+ tomasse &ons&i+n&ia de!a.ue nesse per=odo %o&+ se en&ontra num estado transitLrio. Não a&redite . Oportunidades sur"irão no seu &aminho. Nesse per=odo* a pressão interna pode se tornar mais forte ainda. Assim* uma dup!a frustração é &ausada S e isso "era uma tremenda pressão.ue ser o pro&esso de &ura.ue tem . Se %o&+ não re&e8e o 8astante* sua demanda fi&a despropor&ionada* espe&ia!mente .uipada para %i%er no %erdadeiro sentido da pa!a%ra. E pre&iso a!"um tempo para &onse"uir a força ne&ess4ria e o tiro&=nio re.ue %o&+ se d4 &onta do nI&!eo &entra!* a pressão e a dor podem se tornar mais a"udas* mas é assim .uanto %o&+ &res&e e muda os seus padrAes. >o&+ tem .Tente frustração da satisfação sadia de re&e8er.uanto %o&+ aprende e &omeça a mudar interiormente* a mudança e(terna não &he"a imediatamente. ontudo* se %o&+ se aper&e8e de tudo isso e tem &ora"em de enfrent42!o* ne&essariamente %ir4 a ser uma pessoa mais forte* mais fe!i#* mais 8em e.ue as suas ne&essidades possam en&ontrar satisfação par&ia!* e então aument42!as pou&o a pou&o en.ueça .T+n&ia por mais tempo.ue é saud4%e! em si mesma* mas essa ne&essidade tornou2se e(a"eradamente forte e* portanto* imatura* por &ausa da sua repressão so8re e!a e da &onse.ue o fi#er* o seu senso de força* de ade. >o&+ fo&a!i#a a sua atenção so8re a rai#. >o&+ pode não ter en&ontrado um es&ape para e!a por &ausa dos padrAes destruti%os . E!a pare&e parti2!o em pedaços.uase autom4ti&a de %o&+. A"ora* en.ue &ontinua insatisfeita en.uando os no%os padrAes se tornam uma reação inte"rante e .uando %o&+ est4 in&ons&iente dessa e(i"+n&ia estrita.ua! %o&+ tem de passar. E!e é o tIne! atra%és do .ue esse est4"io seHa atin"ido.ue ser e(perimentada em todos os seus tons e %ariedades. >o&+ pre&isa sentir e o8ser%ar a frustração de não en&ontrar uma %4!%u!a de es&ape* a pressão a&umu!ada* o sentimento moment\neo de desesperança .uerido para produ#ir a satisfação da necessidade de receber.ua! %o&+ en&ontra toda a pressão interna a&umu!ada* &om o desamparo* a inade.09 suas ne&essidades.

Assim* e sL assim* a satisfação %ir4. Jue e!as possam aHud42!o tornar2se %o&+ mesmo* a tomar p!ena posse do indi%=duo .ue são inerentes a %o&+* a"uardando permissão para fun&ionar !i%remente. PA'TE 3 . Jue essas pa!a%ras possam ser mais uma &ha%e e uma aHuda para o seu &res&imento e !i8ertação &onstantes.ue dei(ou de per&e8er por tanto tempo.ue %o&+ é* &om todos os re&ursos* &om toda a ener"ia* en"enhosidade* &riati%idade e a força do amor . Fi.uem &om $eus. E tão importante para %o&+ entender isso* &ons&ienti#ar2se disso. >o&+ então %ai ter a &ora"em de se apro%eitar dessas possi8i!idades* em %e# de reHeit42!as por medo.ueridos ami"os* seHam a8ençoados* &ada um de %o&+s. Se isso a&onte&er* as %anta"ens serão suas.ue %o&+ %eHa as possi8i!idades .uem em pa#* fi. Meus .00 re&a=da se transforme em outro ponto de apoio* em mais uma !ição* os no%os padrAes* &om o tempo* irão firmar2se no seu Ser Interior* fa#endo &om .

Ambas são elementos dentro da sua natureza e ambas devem vir > luz. /reams. acima de tudo./.ue a8andonei uma pa!estra* desanimado* in%entando para mim mesmo )) . 0eflections. pp. Kun")) =9ão h6 d@vida de que essa idéia de mentalidade sadia é inadequada como doutrina filos5fica.ue %i%e dentro de &ada um de nLs e a per&e8er as M4s&aras* en"anos e fa!sas so!uçAes . os @nicos que podem abrir os nosso olhos para os n%veis mais profundos da verdade?. quer dizer. Pantheon Yooks* )50:* p. Não é f4&i! en&arar o nosso prLprio ma!.ue adotamos em nossas tentati%as de fi&ar numa posição de %anta"em so8re a %ida. Ele deve conhecer profundamente quanto bem ele pode fazer e que crimes é capaz. no fim das contas.V )3 .uanto fonte de toda a nossa infe!i&idade. ::-. Fa#+2!o re. e deve ficar alerta par não considerar uma coisa como real e a outra como ilusão. porque os fatos maléficos que ela categoricamente se recusa a e!plicar são uma por ão genu%na da realidade. . Juanto a mim* pre&isei de muito tempo para rea!mente in"ressar neste Pathwork e eu me !em8ro das muitas %e#es em . possivelmente. Kun". a melhor chave para a compreensão do significado da vida e.01 ] AP'*/ I 0'*A. precisa. ei!!iam Kames)3 A Parte ) deste !i%ro preparou o &ampo* ensinando2nos &omo o8ser%ar a nLs mesmos mais &uidadosamente* a re&onhe&er a &riança irra&iona! e infe!i# . caso queira : como deveria : viver sem se enganar ou se iludir?.I=I8A8' =4 indiv%duo que quer ter uma resposta para o problema do mal. UAs >ariedades da E(peri+n&ia 'e!i"iosa* Editora u!tri(* São Pau!o* )55). ):02):1. .1. tal como ele se apresenta hoje em dia. do conhecimento mais absoluto poss%vel da sua pr5pria totalidade. de autoconhecimento.uer "rande &ora"em e tam8ém "rande &ompai(ão em re!ação a nLs mesmos. ei!!iam Kames. A Parte 3 &on&entra2se mais de perto no nosso ma! pessoa! en. e eles podem ser.emories.he Aarieties of 0eligious E!perience. . >o&+ pode ser tentado* em a!"um ponto no de&orrer deste !i%ro* a a8andonar a sua !eitura e não %o!tar mais a e!e. Mentor* )5.

ue sa8ota os nossos deseHos &ons&ientes6 des&re%e os dese. 7ma das ra#Aes pe!as . Se"undo essa idéia* pare&e . .Tente ação ne"ati%a não re&onhe&ida. Se"undo* des&o8rir .uanto f=si&a* &omo todos fa#emos. Foi dif=&i! para mim passar da teoria para o &ampo pessoa! e pr4ti&o.ue é sentir a minha dor* %em uma %ida de rea! pra#er* e de não mais e%itar a %ida por medo de sentir a dor.ue o!har para as minhas prLprias fa!has e insufi&i+n&ias* em profundidade e e(tensão* não era um dos maiores pra#eres da %ida.ue método da Ce!e%açãoD não fun&iona6 .ua! %o&+ %i%er sem &onfusAes do!orosas e torturante* no .uenas ne"ati%idades . E e(istem muitas outras re&ompensas a!ém dessas6 eis a. Nenhuma dessas pa!estras* tomada iso!adamente* des&re%e de modo ade.ui!=8rios entre o E"o e o Eu Superior e o modo &omo e!es pre&isam ser &orri"idos6 mostra &omo a postura de se entorpe&er em re!ação B dor é uma das prin&ipais &ausas de ne"ati%idade pessoa!6 e &omo o fato de termos aprendido a !i"ar o prin&=pio de pra#er a o&orr+n&ias ne"ati%as perpetua o Eu Inferior.ui uma das des&riçAes do /uiaG CE(iste um estado no . Eu a&redita%a na import\n&ia de amar toda a humanidade6 &he"a%a mesmo a pre"ar essa atitude6 e* &ontudo* des&o8ri* na pr4ti&a* .ua! %o&+ tem a &apa&idade de en&arar a %ida &omo e!a é* sem medo* e portanto é &apa# de des&o8rir . O Pathwork afirma .ua! %o&+ é &apa# de sentimentos profundos e de enorme pra#er6 no .ue* atra%és do porta! .ue ha%ia reprimido &om su&esso durante anos` E a re&ompensa por esse tra8a!ho< Em primeiro !u"ar* des&o8rir a a!e"ria .ue a maneira de !idar &om as "randes e pe.uado o fun&ionamento do Eu Inferior6 mas todas e!as Huntas de%em propor&ionar a %o&+ uma profunda &ompreensão da nature#a do Eu Inferior* &om um in&enti%o para transform42!o.ui!o.uais eu era tentado a permane&er na &e"ueira era .Tentemente fa#ia %ista "rossa B disson\n&ia e fa!ha%a em en(er"ar a &ontradição entre as minhas &renças de&!aradas e o meu %erdadeiro &omportamento.05 uma ra#ão para não a&reditar na.ue %em de se %i%er na %erdade* sem M4s&aras* sem fin"imentos.ue eu &ostuma%a ser indiferente aos sofrimentos dos outros* ran&oroso &om meus ami"os* e por %e#es era &rue! até &om a mi!ha mu!her e &om meus fi!hos. O Pathwork ensina .ue o Eu Inferior de%e ser transformado e não trans&endido. E a!ém disso* eu fre. As pa!estras da Parte 3 a8ordam esse tema de %4rios pontos de %ista diferentes.ue todos nLs temos é e!e%ar2se a&ima de!as* trans&end+2!as. $es&o8ri .ue* se %o!tarmos sempre a nossa atenção para o %erdadeiro* para o 8om* para o 8e!o* o Eu Inferior %ai se desfa#er.ue e!e representa um deseHo inefi&a# e uma ne"ação* e &ondu# a repressão e a uma su8se.): Muitos &aminhos espirituais ensinam .ua! %o&+ pode atuar num n=%e! de f!e(i8i!idade interior* de &ontentamento e se"urança6 no . O /uia enfati#a a import\n&ia de se des&o8rir a C&orrente de ne"açãoD in&ons&iente .ue eu pro&ura%a e%itar a dor* tanto emo&iona! .ue tinha de estar disposto* &aso rea!mente 8us&asse a %erdade* a sentir dores .ue a %ida* mesmo &om os seus pro8!emas* é um desafio pra#erosoD. omo foi af!iti%o des&o8rir . AP_T7LO )) ): Pa!estra do Pathwork* nP 3-?.

Essas &orrentes empurram a persona!idade em duas direçAes diferentes* &riando tensão e pressão &ada %e# mais fortes. E f4&i! e a8so!utamente poss=%e! dete&tar as &orrentes afirmati%as e de ne"ação dentro de %o&+ mesmo* em sua %ida di4ria* &aso aprenda a entender e a interpretar a !in"ua"em do seu in&ons&iente pessoa!.ua!.ueridos ami"os. O uni%erso* ate um &erto "rau de desen%o!%imento ou &ons&i+n&ia* &onsiste em duas &orrentes fundamentaisG uma &orrente afirmati%a e uma de ne"ação. Juanto mais esta I!tima é esma"ada &om a idéia errada de isso a e!imina* mais e!a é forçada para o su8terr\neo* onde &ontinua a atuar.ue é maHoritariamente &ons&iente.ueia a &orrente de ne"ação in&ons&iente. A &orrente afirmati%a in&!ui toda a ener"ia &onstruti%a* por. Esta hora é a8ençoada.1- ] C/2/ 8'SC/@5I5 / J0D/K I0C/0SCI'0. E ne&ess4ria uma &erta té&ni&a para fa#+2!o* mesma re.ue &on&orda &om a %isão %erdadeira* .uanto mais isso a&onte&e* mais ur"ente e frenéti&a se torna a &orrente afirmati%a. Jue esta pa!estra possa no%amente aHud42!os a des&o8rir mais de si mesmos* amp!iar e e!e%ar a sua &ons&i+n&ia e forta!e&er a sua &ompreensão da rea!idade. A de ne"ação é destruti%a* por.ue %o&+ se %+ pertur8ado por &ausa de uma insatisfação persistente* %o&+ pode estar &erto de .ue am8as as &orrentes de%em estar atuando fortemente* pondo assim os freios em ação. Sempre .uer outra !in"ua"em.uanto a "randes &on&eitos da NistLria da riação.ue a &orrente de afirmação predomina sem uma su8&orrente &ontraditLria o&u!ta.da detecção da corrente de ne:ação .ue não pode senão "erar amor e unidade. E . >o&+ não est4 di%idido em moti%ação e deseHo. Essa e(p!i&ação "era! ap!i&a2se tanto B sua %ida di4ria indi%idua! . Em outras pa!a%ras* &orrente afirmati%a não é apenas a atitude superfi&ia!* mas é tam8ém a atitude de todo o seu ser* indi%iso e de a&ordo &om a rea!idade. Nessas 4reas da sua %ida* onde as &oisas se"uem &om fa&i!idade* nas .uerida para aprender . ons&ientemente* a &orrente afirmati%a é mais forte e 8!o. 2udança atra%?.ue se des%ia inad%ertidamente da %erdade* &ausando assim Ldio e desunião.T+n&ia a mais not4%e! das duas* por.ue e(iste muito pou&a &orrente de ne"ação e de .' SaudaçAes* meus . A &orrente afirmati%a é &om fre. Y+nçãos para &ada um de %o&+s.uais %o&+ pare&e ter sorte* onde na maior parte do tempo %o&+ est4 satisfeito e sem &rises pro8!em4ti&as e &onfusas* %o&+ pode ter a &erte#a de . A maneira de e!iminar esse &urto2&ir&uito é des&o8rir a &orrente de ne"ação e &ompreender as suas fa!sas premissas e assim "radua!mente a8andonar a &rença na ne&essidade de sua e(ist+n&ia.

>o&+ pode ter per&e8ido um forte deseHo por essa rea!i#ação e* no seu Pathwork* des&o8riu &ertas &on&epçAes errMneas* fa!sas &u!pas e atitudes destruti%as .1) Mas nessas 4reas em .uerer pa"ar o preço e(i"ido por essa rea!i#ação. E(amine a fantasia distante .ue &ostuma pMr de !ado* .uer o imposs=%e! nessa fantasia* no sentido de .ue a %ida de%eria pro%+2!o &om a rea!i#ação idea! sem ne&essidade de mudança* de renun&ia da sua parte< Essa atitude predominante pode ser e(tremamente suti! e e(i"ir todo o seu dis&ernimento para des&o8ri2!a. Suas manifestaçAes podem ser muito sutis* difusas e .uer .ue %o&+ é repetidamente Ca#aradoD* a &orrente de ne"ação est4 &ertamente em ação* de uma forma ou de outra.ue as ra#oes podem %ariar de um indi%iduo para outro* mas as &ausas su8Ha&entes t+m .ue ser &!aramente definidas para . Em %ista de tudo isso* é pre&iso reno%ar os seus esforços na dete&ção di4ria do fun&ionamento da &orrente de ne"ação.ue uma &orrente de ne"ação não dete&tada est4 atuando. >o&+ . E é essa a parte importante do tra8a!ho* sem a . A Ini&a maneira de produ#ir mudança é atra%és da identifi&ação da maneira &omo a &orrente de ne"ação &ontinua a fun&ionar* impedindo mesmo a mudança tão ardentemente 8us&ada pe!a &orrente afirmati%a.ue e!as %ieram a e(istir nas &ir&unst\n&ias parti&u!ares da sua inf\n&ia.ue %o&+ não o mere&e< O . >o&+ !o&a!i#ar4 a"ora sentimentos destruti%os a ser%iço da &orrente de ne"açãoG medo* &u!pa* rai%a* frustração* hosti!idade* . Presumamos .ue não !e%a em &onsideração as imperfeiçAes humanas de todos os en%o!%idos< Ou pode ser .ue e!as seHam* %o&+ des&o8riu em ess+n&ia o . >o&+ pode ate ter des&o8erto um medo de rea!i#ação em si e* &onse.uando* aparentemente* apenas a &orrente afirmati%a est4 em ação.uase . Juando se der &onta da &orrente de ne"ação &onstantemente atuante* mesmo antes de &ompreender tota!mente a sua presença* %o&+ en&ontrar4 a!=%io para a desesperança e a sa=da estar4 B %ista.ue se en&ontra no seu &aminho.ue esse pa&ote &ontinua a en%iar B superf=&ie as suas e(pressAes apesar de ter sido dete&tado.ua! %o&+ tem sentido fa!ta ate a"ora. Não é sufi&iente ter &onse"uido a &ompreensão das suas ima"ens e &on&epçAes errMneas* nem de &omo por. Mas* em8ora raramente* o&orre .ue %o&+ deseHe uma &erta rea!i#ação na sua %ida* da . Jua!. Juando isso a&onte&er* %o&+ ter4 a&hado uma ra#ão para a e(ist+n&ia da &orrente de ne"ação. Juais.ue .ui%as demais para .uando pensa so8re esse o8Heti%o. O medo pode estar 8aseado uma premissa inteiramente i!usLria sendo* portanto* desne&ess4rio.ue seHam per&e8idas. A maioria de %o&+s H4 &omeçou a dete&t42!as* pe!o menos em parte.ue seHam desati%adas. Ser4 um sentimento de medo ou fa!sa &u!pa* de .uestion42 !as B !u# da &ons&i+n&ia.ue seHa esse tra8a!ho* e!e é apenas um passo. Mas se %o&+ se dispuser a fa#+2!o* o . Natura!mente .ue impedem essa satisfação. >o&+ pode per&e8er um %a"o sentimento de des&onforto fami!iar .ua! a %erdadeira !i8ertação não ser a!&ançada.ue antes era tão ne8u!oso a ponto de ser .uer . >o&+ %ai entender por .uase imposs=%e! de formu!ar* tornar2se24 L8%io* desta&ando2se num &!aro &ontorno. >o&+ pode e(perimentar essa des&o8erta &omo um nI&!eo instant\neo* por assim di#er* &omo um pa&ote de pertur8ação. Pode ser uma sentimento de não mere&er essa fe!i&idade* ou %arias outras ra#oes* ou uma &om8inação de todas e!as.ue seHa* tente tomar essas impressAes %a"as* ne8u!osas* e .ue sua %ida não mudou apesar de muitos re&onhe&imentos de ima"ens e !içAes da inf\n&ia.uer meta .ue e!a se apro(ima da rea!idade. >o&+ %ai des&o8rir &omo %o&+ re&ua !e%emente diante do pensamento da sua rea!i#ação sempre .ue es.ue %o&+ sinta suti!mente . Por mais importante . E!e pode de%er2 se ao deseHo infanti! de não .ue %o&+ não &onsi"a atin"ir é pro%a de .Tentemente* uma suti! atitude de reHeição em re!ação a e!a.

>o&+ não tem .ue est4 &onfusa* &omprometida.T+n&ia demonstra as suas dis&rep\n&ias e &ontradiçAes* assim &omo as suas e(pe&tati%as imaturas.ue e!a e(iste se a frustração &ontinua presente na sua %ida* apesar da des&o8erta de ima"ens re!e%antes. />-er%e o. Essa o8ser%ação desape"ada de a!"o o8s&uro e estranho é o pro&edimento &om maior poder de &ura no Pathwork de !i8ertação.ue ser ap!i&ada nessa direção.uando a sua atenção é fo&a!i#ada so8re e!as.ue ha%er4 menos para %er por &ausa do seu a%anço.ue pre&isa so8re si mesmo.ue esperar por a!"o distante e &omp!etamente o&u!to.ue não é sadia* .uase des&onsideradas por. Juando a sua &orrente afirmati%a o8ser%a a &orrente de ne"ação sem auto2a&usaçAes frenéti&as* torna2se poss=%e! tradu#ir a I!tima em !in"ua"em humana &on&isa.uestão de e(periment42!a S não apenas uma %e#* mas sempre .ue!a .ue são .ue a rea!i#ação nun&a &he"ue6 se &r+ .13 et&. E essen&ia! .T+n&ia nos est4"ios ini&iais deste Pathwork.ue o in&ons&iente e(pressa* é importante separa a parte saud4%e! . Esses são os pensamentos semi&ons&ientes* as atitudes e e(pressAes %a"as e difusas .uase uma se"unda nature#a e portanto são . aso %o&+ pro"rida na direção &erta* %o&+ a"ora o8ser%ar4 mais* e não menos S ao &ontr4rio da idéia e.ue são fa&i!mente a&ess=%eis .ue o&orre no seu in&ons&iente si"nifi&a simp!esmente en&ontrar e!ementos até então des&onhe&idos. esses sentimentos &ontinuam a arder* en&o8ertos* mas e!es podem ser &amuf!ados ha8i!idosamente* e(p!i&ados e afastados por pro%o&açAes aparentemente reais e proHetados so8re os outros de forma C8em2su&edidaD.uisito priorit4rio. A &omparação dessas duas &om fre. >amos a"ora ser mais espe&=fi&os so8re a dete&ção de uma &orrente de ne"ação. >o&+ a enfra. >o&+ tam8ém pode estar &erto da sua e(ist+n&ia se est4 desesperado na sua &orrente afirmati%a6 se %o&+ teme .ue %o&+ preste mais atenção B &orrente de ne"ação na sua forma e(ata. Mas nenhum dos sentimentos* reaçAes e &on&eitos semi&ons&ientes são &!aramente formu!ados em pensamentos &on&isos. Fi.ue e(iste em %o&+ da.ue muito . $es&o8rir todos esses me&anismos é aprender a !in"ua"em do in&ons&iente.ui%o&ada de . Primeiro o8ser%e a.ue a sua %ida é som8ria sem e!a. A formu!ação &on&isa de sentimentos %a"os é de %a!or inestim4%e!* e eu o enfati#ei &om fre. O es&rut=nio &uidadoso é um pré2re. >o&+ pode ter a &erte#a de .pen-amento. A o8ser%ação e o .ue e!a esti%er em ação.uieto e re!a(ado e &ome&e por . Para fi&ar mais a"udamente &ons&iente da sua e(ist+n&ia* a pr4ti&a da re%isão di4ria* &omo %o&+s aprenderam* é imensamente Iti! e tem .-emicon-ciente>o&+ est4 erroneamente &on%en&ido de . Se o8ser%ar essas reaçAes semi&ons&ientes em 4reas pro8!em4ti&as da sua %ida* %o&+ aprender4 tudo o .ue &onhe&er o .ue!as &amadas .ua! anseia S %endo ta! fato em ação repetidas %e#es 2* mais %o&+ se apro(ima da e!iminação da &orrente de ne"ação.ue se tornaram uma parte de %o&+. Para o8ser%ar produti%amente o .uestionamento das suas reaçAes emo&ionais t+m de estender2se em amp!itude e profundidade no &aminho* em !u"ar de diminuir. Essa é uma parte %ita! do aprendi#ado da !in"ua"em do seu in&ons&iente. $epois de ter determinado dessa forma a e(ist+n&ia da &orrente de ne"ação* a"ora é uma . Juanto mais &!aramente %o&+ per&e8e a maneira &omo se afasta ou se retira da prLpria rea!i#ação pe!a . O materia! semi&ons&iente in&!ui as reaçAes emo&ionais* 8em &omo a sua %ida de fantasia.ue&e somente pe!o fato de a &o!o&ar so8 o8ser%ação. 7m &erto tipo de meditação pode aHudar.

Isso &om o tempo &ondu# B ha8i!idade de afastar os pensamentos por um &urto per=odo e tornar2se a8so!utamente %a#io. Fi.1: o8ser%ar o pro&esso do seu pensamento* e mesmo a sua in&apa&idade ini&ia! para fa#+2!o. SeHam a8ençoados* todos %o&+s* em &orpo* a!ma e esp=rito.ue estou insatisfeitoD< CO . Seu in&ons&iente fa!a &ontinuamente* meu ami"o.ue não .ueridos ami"os. No %a#io é poss=%e! a emer"+n&ia do materia! até a.ueroD< :. Per"unte2se* a si mesmoG CJua! o meu o8Heti%o a"oraD< CPor .ue eu temo6 ou ao . .ue* por uma ra#ão ou por outra* di"o nãoD< ?.uem em pa#* meus . Fi. Se %o&+ de%otar um pou&o de tempo todos os dias para essa .uero* ou .ue eu "ostaria .uanto eu o .uem &om $eus. E!e fa!a sem .uatro per"untas e &omeçar a respond+2!as %erdadeiramente* seu tra8a!ho no Pathwork ser4 o mais din\mi&o poss=%e! e o seu pro"resso ir4 espant42!o e dar2 !he pra#er. CAté .ue %o&+ ouça6 portanto* %o&+ não se &omuni&a &om e!e e* assim* perde uma parte muito importante do seu tra8a!ho.ui sufo&ado e reprimido* &aso %o&+ e(presse esse propLsito e o deseHe &om força sufi&iente* sem fu"ir do esforço para atin"ir seu o8Heti%o. C omo posso dete&tar as %4rias formas e manifestaçAes da &orrente de ne"ação na minha %ida di4riaD< Se formu!ar essas .ue ponto e(iste a!"o em mim . Em8ora dif=&i! no prin&=pio* esse esforço* apLs a!"um tempo* %ai esta8e!e&er um &ana! para uma parte de %o&+ &om a .ua! o &ontato não era poss=%e!.uestão important=ssima* os resu!tados serão mara%i!hosos. ). >o&+ muitas %e#es 8us&a uma &ompreensão inte!e&tua! das &on&epçAes errMneas* des&onsiderando assim o f!u(o &onstante da &orrente de ne"ação e de &omo e!a fun&iona. CO .ue fosse diferenteD< 3. Isso de%e se tornar uma tarefa para %o&+* &om +nfase nas suas auto2o8ser%açAes. No &omeço* %o&+ %+ os e!ementos destruti%os f!utuando para a superf=&ie e* então* torna2se &apa# de &ontatar os e!ementos &onstruti%os* profundamente es&ondidos no seu interior.

1? AP_T7LO )3 ] . A8ençoada seHa esta hora.ue se &ompreenda &!aramente por.ue est4 di#endo NÃO B prLpria &oisa .ue não tem . Essa é uma &ompreensão errada dos pro&essos de &res&imento e desen%o!%imento. Isso si"nifi&a a e(tensão da sua &ompreensão* o aprofundamento do seu entendimento.ue uma atitude positi%a em re!ação B %ida si"nifi&a i"norar o ne"ati%o em si mesmo* mas nada poderia estar mais distante da %erdade. >o&+ est4 se tornando .I=A SaudaçAes* meus . 7m %a"o &onhe&imento dos prin&=pios "erais desse pro&esso não pode ser sufi&iente . Muitas pessoas a&reditam .ue %o&+ poder4 &ompreend+2!a S e isso* na %erdade* é uma e(peri+n&ia mara%i!hosa* mesmo .ue depender de &ir&unst\n&ias fora de seu &ontro!e* .ue é desafortunado e inferior.ueridos ami"os. Juando des&o8re .ue o %e!ho &on&eito não é %erdadeiro.ue est4 !4 no &éu* e de uma idéia i"ua!mente fa!sa de .ue não e(iste ordem* de . $epois dessa des&o8erta* %o&+ Hamais ser4 o mesmo. $es&o8ertas assim de%em afast42!o do fa!so &on&eito de uma di%indade puniti%a ou re&ompensadora . E imposs=%e! adotar um &on&eito %erdadeiro e su8stituir o %e!ho &on&eito fa!so* a menos .' A6I52A.uando %o&+ !ida &om uma &orrente de ne"ação profundamente arrai"ada. O =mpeto rea! de se transformar Hamais pode %ir* a menos .ue a prin&=pio %o&+ ta!%e# não seHa &apa# de %i%en&i42!a de%idamente.ue %o&+ reIna todos os seus re&ursos para produ#ir uma mudança.ue se %eHa a nature#a destruti%a de uma fa!sa ima"em e se a%a!ie os seus efeitos em si mesmo e nos outros. L %oc) Auem diE não Juando %o&+ des&o8re espe&ifi&amente &omo di#er não a um sonho em espe&ia! ou uma rea!i#ação h4 !on"o tempo sonhado* %o&+ atin"e um a transição fundamenta! em todo o seu desen%o!%imento* na sua perspe&ti%a em re!ação B %ida.ue %o&+ mais deseHa* %o&+ não pode mais fi&ar inse"uro* assustado e preso B &on&epção errMnea de .ue não é uma %=tima perse"uida de um destino inHusto e &rue!* . $eus a8ençoe todos %o&+s. Pe!a primeira %e#* %o&+ &ompreende o fato de .ue não e(iste uma inte!i"+n&ia superior no 7ni%erso.' 8' 0'*A3D/ PA5A A C/55'0. SL isso far4 &om . $e repente* a %erdade da ordem di%ina &he"ar4 tão perto .5A0SI3D/ 8A C/55'0.ue %o&+ não %i%e num mundo &aLti&o* onde a !ei da se!%a pare&e ser a mais apropriada.

A tentação de &e"ar2se para a %erdadeira .ua!. Essa atitude tam8ém o impede de pedir aHuda6 de &u!ti%ar a %ontade interior de superar 8arreiras .Tentemente nu8!a a memLria da %itLria passada6 do pro&edimento ade.uanto no n=%e! &ons&iente um SIM ur"ente* frenéti&o e desesperançado &!ama e "rita* o NÃO su8Ha&ente derrota todos os esforços e fa# &om .uestão* de proHetar e des!o&ar* aumenta. A!"uns dos meus ami"os H4 des&o8riram . Juando as impressAes são 8aseadas em &on&!usAes errMneas* os mo!des na su8st\n&ia da a!ma &riam situaçAes desfa%or4%eis e destruti%as.ue e!e e(iste de fato e* então* %erifi&ando por. A8rir2se para a %erdade é um passo de&isi%o para tra#er a persona!idade para a &orrente afirmati%a.ue e!es 8!o. En. Antes .ueira entender* to&ar e %er.ue e!e e(iste e em . Portanto* em !inhas "erais* o Pathowork pode ser di%idido em duas fases prin&ipais6 primeiro* en%o!%er a aHuda di%ina para o re&onhe&imento da %erdade6 se"undo* en"aHar o mesmo a"ente para o8ter a força* o impu!so e a &apa&idade de mudar. A des&o8erta desse NÃO não de%e ser um re&onhe&imento superfi&ia!* !e%iano.ueiam o &aminho.ue isso e(i"e o treinamento de tornar2se &ons&iente de reaçAes emo&ionais o&u!tas* de mo%imentos emo&ionais sutis* es. Isso fre.uerer %er e &ompreender a %erdade a respeito da .ue é o materia! .ue a sua mente esteHa a&ostumada a o8ser%ar essas reaçAes* essa &ons&i+n&ia não estar4 distante. N4 a!"um tempo atr4s* .ue re"istra a perspe&ti%a do indi%=duo e suas atitudes em re!ação B %ida.ue todo o pro&esso pareça %erdadeiramente sem esperança. Esses dois deseHos fundamentais* sendo parte de uma "rande &orrente afirmati%a* de%em ser &u!ti%ados nos deta!hes da %ida di4ria* nas reaçAes* nos pensamentos e sentimentos do dia2a2dia. A mudança* ta! &omo a transformação da estrutura do &ar4ter e das impressAes ou ima"ens* difi&i!mente é poss=%e! en. Juando isso é per&e8ido pe!a primeira %e#* a desesperança* o derrotismo dar4 !u"ar a uma esperança "enu=na S não imposta S e a uma atitude positi%a em re!ação 4 %ida.uando dis&utimos as ima"ens* eu tam8ém men&ionei a su8st\n&ia da a!ma* .uanto não se &ompreende por . Juando essas atitudes deri%am de uma impressão %erdadeira e pre%a!e&e uma atitude &onstruti%a* a su8st\n&ia da a!ma é mo!dada de ta! maneira . E &!aro .ue* no momento em .ue a %ida da pessoa é si"nifi&ati%amente satisfatLria e fe!i#. Porém* uma %e# .ue toda a sua infe!i&idade e insatisfação não são o efeito remoto de uma &ausa remota* remota mesmo em %o&+ mesmo* mas um efeito muito direito de uma &ausa .uer o8Heto do seu am8iente e(terior .ue %o&+ &onsi"a uma %isão &!ara da 4rea espe&ifi&a dessa operação* a &orrente de ne"ação %ai a"ir &ontra o prLprio esforço de des&o8erta e mudança.ue %o&+* e sL %o&+* pode re&onhe&er é tão distinto .ue est4 8em diante dos seus o!hos* &aso %o&+ reso!%a o!har para e!a.1.uado da pre&e* da meditação e da re%isão di4ria6 da formu!ação das &onfusAes* das per"untas não respondidas* de %a"os sentimentos des&onfort4%eis numa forma &on&isas* enfrentando2os 4 medida . Sinta todo os eu impa&to e si"nifi&ado* re&onhe&endo* primeiro* .ue uma mudança assim é %erdadeiramente deseH4%e!. O NÃO .uestão. a"udamente &ons&iente do fato de .uais &on&epçAes errMneas est4 8aseado.ui%os* %a"amente sentidos.ue !utaram &om o su&esso e superaram a sua resist+n&ia &ontra o tra8a!ho em uma fase parti&u!ar* des&o8riram um NÃO &orrespondente em re!ação a uma situação de %ida "enéri&a.ue %o&+ .ue o impedem de %erdade so8re si mesmo e de ter disposição para mudar6 de re"istrar o NÃO interior durante esses esforços6 de enfrentar esses NÃOS da unia maneira produti%a* a sa8er* &om a intenção de . .uanto .

Isso de%e ser feito &omo um tra8a!ho di4rio de meditação* &riando um no%o mo!de na su8st\n&ia da a!ma S desta %e# um mo!de no%o* f!e(=%e!* !e%e e %erdadeiro . 7ma %e# des&o8erto esse NÃO em parti&u!ar* 8em &omo o &omportamento de!e resu!tante* suas e(pressAes L8%ias e sutis nessa 4rea* %o&+ &ompreender4 .ue poderia ha%er um esforço in&ons&iente na direção &ontr4ria teria pare&ido rid=&u!a. Por e(emp!o* se %o&+ est4 so8 o efeito da &on&epção errMnea 84si&a de .ue %o&+ a"ir4 rea!mente de forma inade. E portanto* essen&ia! .ue não é &apa# de &orresponder a e!e transforma o su&esso num monstro assustador.ue &ontinua%a irrea!i#ado* ou .ue a atitude positi%a seHa mais forte e &ons&iente* en. Se uma pessoa tem um &on&eito sadio* &onstruti%o* rea!ista em a!"uns n=%eis da persona!idade* en.uando a fu"a suti! de uma o8Heti%o deseHado é &onstatado e* fina!mente* modifi&ado para CEu . A &ons&i+n&ia humana é o es&u!tor6 a su8st\n&ia da a!ma é o materia! mo!dado. A mera su"estão de .ue não &onse"ue o su&esso* não por ser inade.ua! o %e!ho medo era fa!so e por .ui!o .uer e%ento .ue pensa .ue a soma da sua persona!idade* da. Então* &onsidere a &orrente afirmati%a .ue é e .uado* mas .ue se &ompreenda* a partir da %isão das impressAes .ue as 4reas es&ondidas da su8st\n&ia da a!ma seHam re%e!adas para . A meditação so8re o por.ue permane&e por rea!i#ar. Juando %o&+ e(amina 4reas ainda insatisfeitas da sua %ida* pro&urando a &orrente de ne"ação su8Ha&ente* é tam8ém Iti! &omparar essas 4reas &om os aspe&tos da sua %ida nos .ue* por sua %e#* determina &omo a su8st\n&ia da a!ma é mo!dada em termos de rea!idade ou de irrea!idade.ui!o . A persona!idade &omo um todo* in&!uindo todos os n=%eis* é .ui!o .uero atin"ir essa meta &om todo o meu &oração.ue &ertamente não .u+ de não ha%er nada a temer* da ra#ão pe!a .ue aspe&to superou %e!has o8struçAes* mas tam8ém o . Esses NÃOS estão diretamente !i"ados B ima"em ori"ina!* &om o fa!so &on&eito .ue é inade.ue .ue nessas 4reas o&u!tas e(istia um NÃO .uado e não pode ter su&esso* essa &on%i&ção %ai fa#+2!o &omportar2se de ta! maneira .ue fa# uma pessoa reHeitar a. E maisG %o&+ ter4 medo do su&esso por.ue possa pMr isso B pro%a.ueriam &om todo o ser a.ue e(pressa e emana* o .ue tri!ham Pathwork des&o8riram .ue a sua &on%i&ção de .ue nun&a poderiam ter des&o8erto antes.ue moti%o a no%a atitude de a&eitação em re!ação B %ida é inteiramente se"ura é o passo fina! para passar de uma &orrente de ne"ação para uma &orrente de afirmação. E essa &on&epção errMnea 84si&a .uada.ue a ima"em pare&e ine%ita%e!mente ser &onfirmada.uais est4 insatisfeito.uada por.ue a rea!i#ação deseHada ainda se fa# ausente na %ida. SL re&entemente* e pe!a primeira %e#* a!"uns de %o&+s .ue ne!a e(istem* por . Pe!o &ontr4rio* esta%am &on%en&idos de .uanto outros n=%eis e(pressam o oposto* essa &ontradição afeta ne"ati%amente a su8st\n&ia da a!ma* mesmo .ue mais .uando todo esse pro&esso é profundamente &ompreendido6 . Eu não tenho nada a temerD.ue determina o destino.ue %o&+ é inade.uanto a ne"ati%a permane&e o&u!ta.19 Em resumo* o destino de um ser humano não é nada mais nada menos .ue mo!dou a ima"em na su8st\n&ia da a!ma. Compare o po-iti%o com o ne:ati%o Neste Pathwork %o&+ aprendeu a re%isar a sua %ida B !u# do pro"resso H4 feito* e a determinar não apenas em . A mudança de uma &orrente de ne"ação profundamente "ra%ada para uma &orrente afirmati%a sL pode o&orrer .uer* atuando suti!mente de ta! maneira .ueriam uma e(peri+n&ia indeseH4%e!.ue fina!mente apa"ue o anti"o* r="ido* pesado e fa!so.ua!.

>o&+ pode emitir o Ceu . Seria tam8ém s48io in%esti"ar as 4reas nas .10 su8Ha&ente6 a e(pressão* suti!* porem distinta* da &erte#a de . Sinta &!aramente a diferença entre a sua a8orda"em* as suas emoçAes e e(pressAes %o&+ en&ontra &onsistentemente um padrão frustrante e infe!i#.uando %o&+ se d4 &onta de . Mas o E"o2mente se interpAe muitas %e#es no &aminho.ue não pro%o&a o medo de . Mas a"ora e!e pre&isa de&idir dei(ar .ueroD na &orrente afirmati%a &om uma p!enitude e inteire#a despidas de ansiedade* dI%ida e &o8iça. Não se pode dispensar a meditação des&ontra=da* a &on&entração e um m=nimo de auto2o8ser%açao di4ria. E!as são as ferramentas6 aprender a us42!as de maneira apropriada é parte do seu pro&esso de &res&imento.ue o Eu mais interior* a inte!i"+n&ia maior dentro de %o&+ responda Bs suas &onfusAes e o "uie para a %erdade .ue* na %erdade* suas atitudes nessas 4reas sadias diferem "randemente de seus sentimentos e e(pe&tati%as nas 4reas não2 satisfeitas.ue o seu . O simp!es fato da sua e(ist+n&ia não é "arantia de .ue poderia &onse"uir o .ueroD &om re!ação a uma rea!i#ação em parti&u!ar.ue o8strui o meu &aminho neste momento.ue possa ser perdida.T+n&ia ao fato de .uer e* portanto* não e(istiria medo de não &onse"uir.uanto %o&+ se prender B &on%i&ção de .ue pare&ia imposs=%e! su8itamente tornar2se24 fa&t=%e!. ontinue suas ati%idades nessa direção* e o .ue ser4 ine%ita%e!mente rea!i#ada. Essa &omparação é um esforço Iti! . SL e!e pode rea!mente "ui42!o. Sim ou não* o Ceu .ue e!a não apresenta difi&u!dade e .uer emoção rude ou pertur8adora ne!es &ontida.uero sair disto. Estarei pronto seHa !4 o .ue o seu Eu Superior o forta!eça para mudar as suas fa!sas ima"ens e o aHude a mudar da &orrente de ne"ação para a &orrente de afirmação* &om sua promessa .ue %o&+ est4 disposto a pa"ar o preço* a dar* e então per&e8a . Para fa#+2!o* . $ei(e .ue sempre serXXa sua fa&i!mente* de .ua!. Eu sei . >o&+ não pre&isa ter &o8iça pois* &aso esteHa na %erdade e em harmonia &om as forças &Lsmi&as* a &orrente afirmati%a fun&ionar4 &omo um f!u(o natura!* f4&i! e &a!mo no seu interior.ue não tem nada a %er &om o pro8!ema* de .uero sa8er espe&ifi&amente o . A se"urança* a &erte#a* a &on%i&ção da %erdade* a harmonia e Hustiça disso tudo são di"nos de todo o esforço para superar a resist+n&ia.ue essa &oisa 8oa é sua* . . E!e a&redita .uerer é uma &orrente afirmati%a.ue . $i"aG CEu . d parte o deseHo &ontr4rio num n=%e! in&ons&iente* esse CsimD pode resu!tar de &o8iça e medo* de .uerer demais* e a &o8iça e o medo são produtos da &orrente de ne"ação.ue as forças uni%ersais &onstruti%as me aHudam e me "uiam no momento em de&ido fa#er a!"o a respeito.ue %o&+ est4 impotente para superar a sua difi&u!dade.ue %o&+ pre&isa &onhe&er a respeito de si mesmo. Porém . K4 men&ionei %4rias %e#es .ue sL e!e e(iste e determina.ue nada em si mesmo é &erto ou errado* saud4%e! ou doentio* &onstruti%o ou destruti%o. $ei(e .ue resu!tara em muita &ompreensão. O mesmo se d4 &om o sentir* e(perimentar e e(pressar a atitude de Ceu . Se não e(istisse nenhuma &orrente de ne"ação o&u!ta* não ha%eria dI%ida de . Tenho me referido &om fre.ue forD. Não h4 possi8i!idade de sair da &orrente de ne"ação en.ue a mente maior de&ida so8re a sua %ida.ueroD ou o Ceu não . A!"uns de %o&+s* meus ami"os* estão &omeçando a e(perimentar esse e%ento indes&rit=%e!.ueroD sL podem ser determinados &omo e(pressAes da &orrente afirmati%a ou de ne"ação se esses deseHos forem o8ser%ados de perto* &aso se d+ ou%idos a .ue o fato de&isi%o fina! é %o&+ mesmo S a sua %ontade e a sua determinação 2* então o fim do seu sofrimento est4 prL(imo.uais %o&+ se sente mere&edor* em .ue o contato com a centelha divina ou com o seu Eu Aerdadeiro é um resultado deste 'ath1or2.

uação e essa %er"onha não são reais* mas %o&+ in&ons&ientemente a&ha .ue* !entamente* estão saindo do &onfinamento e das tre%as para a !i8erdade* para a !u# e para a %erdade. As pessoas são assim &ondu#idas* e. >o&+ pode me aHudar2me a &ompreender por . Tampou&o isso pode a&onte&er a menos . O NÃO pare&e e!iminar a ne&essidade de o!har mais de .ue %o&+ pre&isa !he são dados* mas %o&+* e sL %o&+* tem de us42!os.ui%o&adamente* a uma esperança e a um su&esso tempor4rios* . Sua &ons&i+n&ia não pode estar di%idida* &om diferentes n=%eis e(pressando o8Heti%os* opiniAes* &on&eitos e emoçAes diferentes.ue a &orrente afirmati%a se e(presse.ue todos os n=%eis do seu ser esteHam p!enos de dI%idas e medos e . Fa!ando so8re o pro8!ema* a!i%ia2se uma pressão .ue a &orrente afirmati%a se e(presse numa 4rea de sua %ida e da sua persona!idade* todo o seu ser tem . A!"uma per"unta< PE'/7NTAG Sinto .ue uma pessoa não en%o!%ida pode o8ter e apontar para %o&+ é norma!mente imposs=%e! de atin"ir por si mesmo* por. Fa!ar so8re o . E!e* ou e!a* pode rea!i#ar 8ons esforços em 4reas de menor import\n&ia* mas se re&usa a %er a %erdade onde e!a dLi mais* onde a pessoa ainda &are&e de !i8ertação.uanto fora de mim6 tudo é NÃO.ue fa!ta%a en. O efeito dessas duas importantes ati%idades serão e(perimentadas por .ue a!"umas partes da estrutura de &ar4ter seHam %erdadeiramente transformadas S . A!"o &omeça a mudar no seu interior* antes mesmo . A.ue tenho uma &orrente de ne"ação tanto dentro . Jua!.ua! a sua e(tensão e so8re a ra#ão da &orrente de ne"ação o8ser%ada tem um %a!or terap+uti&o* a!ém da sua &ompreensão atua!.uando %o&+G aR de!i8eradamente fa# &ontato &om o seu Eu $i%ino em 8us&a de respostas e orientação6 8R Cdesa8afaD a 4rea de pressão.ue estar inteiriço* num Ini&o 8!o&o. A!"uma &oisa é posta em mo%imento .ue!es dentre %o&+s . Isso H4 se pro%ou %erdadeiro em outras fases do Pathwork e é de i"ua! import\n&ia na fase atua!.uação e uma %er"onha espe&=fi&as.uer um . Ao fa!ar &om outra pessoa* as &oisas tomarão forma e "anharão uma &!are#a .ua!.ue %o&+ sai8a.uer* so8re .ue !i8era uma ener"ia %a!iosa e o8tém2se uma no%a perspe&ti%a. Juando atin"e esse estado de unidade &onsi"o mesmo* &om o seu Eu $i%ino mais =ntimo* no f!u(o e harmonia da &orrente afirmati%a* %o&+ não tem nada a temer6 %o&+ &aminha em so!o firme. Nada se interpAes no &aminho de uma %ida p!ena* rea!i#ada* ri&a Essas não são promessas %a#ias.uanto %o&+ apenas pensa%a a respeito de!as* ou mesmo en. Eis a ra#ãoG %o&+ tem medo de . Não é poss=%e! se &on%en&er inte!e&tua!mente a dei(ar .ue e!as CrenasçamD* &omo disse Kesus.ue fa!he em &onhe&er e e(pressar a %erdade. Natura!mente* essa inade. Todos os instrumentos de . Muitos sistema e a8orda"ens tentam impor pe!a força a &orrente afirmati%a B &ons&i+n&ia.ue pro"ridem &onstantemente* !utando &ontra o NÃO interior* rea!i#ando o tra8a!ho todos os dias* re"istram a &res&ente &on%i&ção de . E!e est4 en"anando a si mesmo.ue %o&+ .uer um .ue* se não disser NÃO* %ai ter de enfrentar uma inade.u+< 'ESPOSTAG Sim* e eu tam8ém posso aHud42!o a sair disso.ue não podem ser reais e permanentes a menos .ue %o&+ est4 en%o!%ido de forma demasiado profunda.ue a!e"ue ter feito o seu me!hor e não ter o8tido su&esso não fa!a a %erdade. Para .ue são. A!ém disso* a per&epção .ua! é a sua o8strução* .ue si"a esses &onse!hos.uanto es&re%ia so8re e!as.11 6ale -o>re o pro>lema 7ma fonte adi&iona! de aHuda é o método de fa!ar so8re as &oisas.

7se o &onsider4%e! pro"resso H4 feito* em %e# de se dei(ar es&orre"ar no%amente para a inér&ia. Prossi"a di#endoG CA %erdade não pode me ferir* em8ora a!"o i"norante dentro de mim se re8e!e &ontra e!a. Possam estas pa!a%ras ser mais .ua!. Juanto ao &onse!ho imediato a respeito de &omo prosse"uirG Tome .ue o .ue %o&+ este%e enfrentando um NÃO fero# e assustador mas* depois . Apesar disso* di"o SIM.ue eu di"o NÃO< Eu tenho o poder de não di#er NÃO.15 perto. Jue e!as possam ser* não uma teoria* mas as ferramentas . Feito isso* fi&ar4 mais f4&i! en&arar o inimi"o interior S o NÃO. Se %o&+ meditar dessa maneira* en"aHando as forças di%inas . Meus .ue e!e me diriHa mais.uer um dos pe. E* eu !he imp!oro* não se es. Essa parte de mim não tem poder so8re a maneira &omo diriHo a minha %ontade e os meus esforços.ue %o&+ temia antes não tinha 8ase a!"uma* pois tudo era propor&iona! ao medo e ã resist+n&ia .uem &om $eus` . Tomo as rédeas em minhas mãosD.ue e(istem no interior do seu ser* %o&+ %ai e(perimentar rea!mente uma "rande mudança.ue e!e o dissuada.ue %o&+ superou isso tudo* !em8re2se do a!=%io e do desafo"o* da ener"ia reno%ada* do aumento da &ompreensão e saIde e tam8ém do &onhe&imento e da &erte#a de . A primeira %e# ser4 dif=&i!* mas se %o&+ perse%erar %ai se tornar mais f4&i! e produ#ir4 &ada %e# mais resu!tados. >o&+ ta!%e# ainda não seHa &apa# de senti2!o* mas isso %ai a&onte&er &aso %o&+ prossi"a no seu Pathwork. Primeiro %o&+ sentir4 um forte impu!so ne"ati%o &ontra isso* mas ao esper42!o %o&+ est4 preparado e não permite . C om todo o meu &oração* eu di"o SIM B %ontade de entender o NÃOD.ueridos ami"os* todos %o&+s são a8ençoados.ue de%em ser. Essa meditação poderia ser mais ou menos assim Quse* porém* as suas prLprias pa!a%rasRG CPor .uero rea! e %erdadeiramente des&o8rir os meus NÃOSD Tome um não de &ada %e#. E a"ora eu di"oG SIM* eu .ue sur"ir. Assim %o&+s fina!mente de&idirão ser fe!i#es* não fu"indo mais da rea!i#ação.uenos CnãosD . Esse NÃO trou(e2me muita destruti%idade e infe!i&idade* e eu não permitirei . Então %o&+ ainda &onse"uir4 a maior %itLria e !i8ertação de sua %ida` Se"uindo este &onse!ho* %o&+ rea!mente mudar4 de uma &ur%a des&endente* da &orrente de ne"ação* para uma &orrente &res&ente* doadora de %ida* para a &orrente da afirmação. Fi.ue simp!es pa!a%ras.ueça das muitas o&asiAes* neste Pathwork* em . Faça isso diariamente por a!"um tempo e a8ra2se para o .ue sur"em no seu tra8a!ho* na sua %ida di4ria* medite so8re e!es so#inho* em pa# re!a(ado.ue %o&+ a!imenta%a.

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SaudaçAes* meus ;ueridos ami"os Y+nçãos e orientação são2!hes propor&ionadas para ;ue todos e &ada um de %o&+s en&ontre mais fa&i!mente o seu &aminho e atinHa o seu o8Heti%o &om menos &onf!ito e resist+n&ia, E ;ua! é o o8Heti%o< O o8Heti%o* tanto ;uanto !hes di# respeito* sL pode ser uma &oisaG tornar2se o seu Eu >erdadeiro, Primeiro* ;uero dis&utir &omo o Eu Interior se distin"ue do Eu E(terior* ou &omo o Eu >erdadeiro difere do E"o, Jua! o re!a&ionamento ;ue e!es "uardam entre si< E(istem muitas teorias &onfusas so8re a função do E"o, $e a&ordo &om a!"uns* o E"o é essen&ia!mente ne"ati%o e indeseH4%e!* e o o8Heti%o espiritua! é %er2se !i%re de!e, Outras teorias* parti&u!armente a;ue!as ;ue &ara&teri#am o pensamento psi&ana!=ti&o* di#em ;ue o E"o é importante* ;ue onde não h4 E"o não pode ha%er saIde menta!, Essas são duas %isAes inteiramente opostas, Jua! de!as é a &orreta< Jua! é a fa!sa< 'e&apitu!emos 8re%emente a ess+n&ia do Eu >erdadeiro, O seu Eu Interior é um inte"rante da Nature#a* presa Bs suas !eis, Portanto* du%idar desse Eu mais =ntimo não é ra#o4%e!* pois a Nature#a é a8so!utamente di"na de &onfiança, Se a Nature#a !he pare&e um inimi"o é apenas por;ue %o&+ não &ompreende as suas !eis, O Eu Interior* ou Eu >erdadeiro* é a Nature#a6 e!e é %ida6 é &riação, E mais e(ato des&re%er o Eu >erdadeiro dessa maneira do ;ue di#er ;ue e!e é CparteD da Nature#a, O Eu >erdadeiro e a Nature#a são uma e a mesma &oisa, Sempre ;ue %o&+ opera a partir do Eu >erdadeiro %o&+ est4 &om a %erdade* %o&+ é fe!i#, As mais &riati%as e &onstruti%as &ontri8uiçAes B %ida %+m do seu Eu Interior, Tudo o ;ue é "rande e "eneroso* tudo o ;ue e(pande a %ida* tudo o ;ue é 8e!o e s48io %em do Eu interior ou >erdadeiro, A nece--idade de um e:o &orte Se é assim* ;ua! é então a função do E"o* si"nifi&ando &om essa pa!a%ra o n=%e! e(terno da persona!idade< O n=%e! do E"o é mais a&ess=%e! e %o&+ tem uma per&epção mais a"uda e mais direta de!e, O E"o é a parte ;ue pensa* ;ue a"e* dis&rimina e de&ide, A pessoa &uHo E"o não se desen%o!%eu sufi&ientemente é fra&a* in&apa# de ter dom=nio so8re a %ida ou fa#er2!he fa&e, E a pessoa ;ue tem um E"o e(&essi%amente desen%o!%ido e enfati#ado

5) não pode &he"ar ao Eu >erdadeiro, Em outras pa!a%ras* am8os os e(tremos* a fra;ue#a do E"o e sua hipertrofia* fata!mente impedem o a&esso ao Eu >erdadeiro, Somente ;uando o E"o est4 sufi&ientemente desen%o!%ido é ;ue e!e pode ser ade;uadamente dispensado, Ora* isso pode soar &omo uma &ontradição* meus ami"os* mas não é, Pois se o E"o est4 su8desen%o!%ido* seus esforços para &ompens42!o &riam uma de8i!idade e uma e%asão ;ue sL podem produ#ir mais fra;ue#as, En;uanto o E"o não for sufi&ientemente forte* fa!tam a %o&+ as fa&u!dades &ara&ter=sti&as do seu Eu E(terior* ;uais seHamG pensar* dis&riminar* de&idir e a"ir ade;uadamente em ;ua!;uer situação en&ontrada no mundo e(terior, Jua!;uer um ;ue !ute para a!&ançar o Eu >erdadeiro* reHeitando o desen%o!%imento de um E"o saud4%e!* o fa# por po8re#a, Essas pessoas ainda não se apropriaram do Eu E(terior, Isso pode de%er2se B indo!+n&ia* uma %e# ;ue o desen%o!%imento do E"o é muito dif=&i! e e!as esperam ;ue esse passo %ita! possa simp!esmente ser e%itado, Esse erro* porém* &omo todos os erros* tem seu &usto, E!e na %erdade atrasa a &onse&ução do o8Heti%o, SL ;uando %o&+ se en&ontra p!enamente de posse do seu Eu E(terior* do seu E"o* é ;ue pode dispens42!o e a!&ançar o seu Eu >erdadeiro* sL ;uando E"o é saud4%e! e forte é %o&+ pode sa8er ;ue e!e não é a resposta fina!* o dom=nio I!timo do ser, SL ;uando possui um E"o forte e saud4%e!* ;ue não é e(&essi%amente desen%o!%ido nem re&e8e demasiada +nfase* é ;ue %o&+ pode us42!o para trans&ender a si mesmo e atin"ir um estado mais adiantado de &ons&i+n&ia, No seu tra8a!ho neste Pathwork %o&+ aprende* atra%és das suas meditaçAes* a uti!i#ar todas as fa&u!dades do E"o para ir a!ém de!e mesmo, A;ui!o ;ue %o&+ a8sor%e do e(terior de%e primeiro passar pe!as fa&u!dades do seu E"o, Em termos pr4ti&osG %o&+ primeiro sai para o e(terior &om as fa&u!dades do E"o e as uti!i#a para apreender %erdades ;ue mais tarde e(perimenta num n=%e! mais profundo de &ons&i+n&ia, =ai al?m do e:o N4 muitos seres humanos ;ue não se dão &onta de ;ue e(iste a!"o a!ém do E"o, Sua meta fina! é &u!ti%ar um E"o forte* ;uer pensem ou não so8re isso nesses termos, Esse esforço pode !e%42!os a distorção de um E"o e(&essi%amente desen%o!%ido, Esse é um 8e&o sem sa=daG em !u"ar de trans&ender o est4"io do E"o poderoso* as ener"ias do indi%=duo são usadas para en"rande&+2!o ainda mais, A !ei ;ue di# ;ue é ne&ess4rio ;ue se atinHa um &erto estado e se en&ontre p!enamente !4 antes de poder a8andon42!o por um outro mais e!e%ado é e(tremamente importante e %o&+ de%e entend+2!a, Os seres humanos fre;Tentemente a ne"!i"en&iam e* &om mais fre;T+n&ia ainda* i"noram2na tota!mente, A import\n&ia dessa !ei não é sufi&ientemente &!ara para a humanidade* a despeito da des&o8erta de muitas %erdades espirituais e psi&o!L"i&as, Numa forma %ariante* a ess+n&ia dessa mesma !ei pode ser %ista no tLpi&o a"ora dis&utidoG a função do E"o em re!ação ao Eu >erdadeiro, O Eu >erdadeiro sa8e ;ue o uni%erso não tem !imitaçAes* ;ue* na %erdade* e(iste a perfeição a8so!uta* ;ue pode ser a!&ançada por todo indi%iduo, Essa i!imitada e(pansão de fa&u!dades e forças* no uni%erso 8em &omo no indi%=duo* torna poss=%e! a;ue!a perfeição, No momento do nas&imento* a &riança ainda não possui um E"o, Sem o E"o* e poss=%e! per&e8er essa mensa"em do Eu >erdadeiro muito &!aramente, Mas* sem o E"o* o si"nifi&ado dessa mensa"em pode ser distor&ido, Ta!%e# %o&+ tenha des&o8erto e

53 e(perimentado dentro de si mesmo a !uta infanti! por perfeição* por onipot+n&ia* por pra#er a8so!uto* a 8em2a%enturança fina! ;ue não &onhe&e pri%ação* insatisfação ou frustração, Onde h4 E"o esses esforços são irreais* no&i%os mesmo, A!"uns de %o&+s %i%en&iaram no Pathwork ;ue é pre&iso primeiro a8andonar esses deseHos ou esforços antes ;ue possam retornar a e!es e rea!i#42!os, Em outras pa!a%ras* &ada um de %o&+s* ;ue se en&ontra neste &aminho* tem de a&eitar as suas !imitaçAes &omo ser humano antes ;ue possa per&e8er ;ue possui uma fonte i!imitada de poder B sua disposição, Todos %o&+s t+m de a&eitar as suas imperfeiçAes* 8em &omo as imperfeiçAes desta %ida* antes ;ue possam e(perimentar a;ue!a perfeição a8so!uta ;ue por fim des&o8rirão* ;ue é o seu destino, Mas sL !hes é poss=%e! &ompreender isso depois de terem a8andonado a distorção infanti! desse &onhe&imento, Somente ;uando o seu E"o !ida &om o reino no ;ua! as suas possi8i!idades e os seus &orpos %i%em a"ora é ;ue %o&+s podem &ompreender profundamente as suas reais fa&u!dades e possi8i!idades* 8em &omo o seu %erdadeiro poten&ia!, Juando fa!o do o8Heti%o I!timo de perfeição* de poder i!imitado* de pra#er a8so!uto* não ;uero di#er ;ue essa rea!i#ação o&orrer4 num futuro distante* ;uando %o&+ não ti%er mais um &orpo, Eu não fa!o desse estado em termos de tempo* mas em termos de ;ua!idade6 e!e pode o&orrer a ;ua!;uer momento* no momento em ;ue %o&+ despertar para a %erdade sL ser4 poss=%e! ;uando %o&+ ti%er en&ontrado e depois a8andonado Bs distorçAes infantis de perfeição* poder e pra#er a8so!utos, No E"o su8desen%o!%ido* esses deseHos não são apenas i!usLrios* mas e"o=stas e destruti%os, E!es t+m ;ue ser a8andonados antes ;ue possam ser a!&ançados, Meus ;ueridos ami"os* esta pa!estra é de e(trema import\n&ia para todos %o&+s, E!a não pode* não sL desfa#er a &onfusão em tornos de aparentes &ontradiçAes a respeito de idéias fi!osLfi&as a respeito da %ida* mas* o ;ue é mais importante* pode forne&er uma &ha%e essen&ia! para o seu prLprio desen%o!%imento, E!a pode fa&i!itar um a8andono ;ue sL pode o&orrer ;uando %o&+ &onfia no seu Eu mais intimo &omo parte inte"rante da nature#a e da &riação, Juando sentir e e(perimentar o Eu >erdadeiro* %o&+ não dar4 +nfase e(&essi%a Bs fa&u!dades do E"o, Tampou&o dei(ar4 importantes fa&u!dades su8desen%o!%idas do E"o adorme&idas* ne"!i"en&iadas, Todas as 8+nçãos são estendidas a todos %o&+s, Essas 8+nçãos são uma rea!idade ;ue os en%o!%e a todos, E!as são o amor uni%ersa!* respondendo aos seus %a!entes esforços de e(pansão indi%idua!, Fi;uem em pa#* fi;uem &om $eus,

uando esse entorpe&imento torna2se uma se"unda nature#a e é mantido muito depois . Isso é &omumente um aparato protetor Iti! e muito rea!ista.ue e!e é uma i!usão.uestão do ma!6 e!as di#em . Juando uma pessoa e(amina as suas prLprias reaçAes de perto* pode &omumente o8ser%ar . Esta pa!estra %ai aHud42!o a fa#er isso.ue o ma! não e(iste* .5: AP_T7LO )? ] / M$' L / 2A. rianças .ua! e!es a professam* no fim das &ontas* tornam fa!sas as suas %erdades.ue as &ir&unst\n&ias do!orosas mudaram* e .ue o ma! é entorpe&imento< Juando %o&+ pensa nos me&anismos de defesa em ação na psi. A maioria das re!i"iAes o&identais assume uma a8orda"em dua!ista para a "rande .ueridos ami"os.ue afirmam .ue se sentem feridas* reHeitadas e impotentemente e(postas B dor e B pri%ação* fre. Jue esta pa!estra possa pro%ar2se Iti!. / mal como entorpecimento O ma! é o entorpe&imento da a!ma* ou resu!ta de!e. O ponto de %ista re!i"ioso re&onhe&e o peri"o do ma!* o seu poder anti%ida e a infe!i&idade e o sofrimento .ue a primeira reação espont\nea em re!ação aos outros é .ue entorpe&er os seus sentimentos é a Ini&a proteção &ontra o sofrimento. Possam estas pa!a%ras !ançar !u# e es&!are&imento na sua 8us&a por !i8ertação.B SaudaçAes* meus . $e modo seme!hante* . $e fato* ne"ar tem duas forças separadas* o 8em e o ma!.ue humana* a &one(ão entre o entorpe&imento e o ma! torna2se &!ara. Am8os esses ensinamentos anta"Mni&os e(pressam "randes %erdades* mas a e(&!usi%idade &om a . $e a&ordo &om essa idéia* as pessoas t+m de enfrentar uma tomada de de&isão entre o 8em e o ma!. Por outro !ado* e(istem tam8ém fi!osofias .Tentemente des&o8rem . >o&+ de%e esforçar2se entre essas duas a!ternati%as para en&ontrar a %erdadeira resposta.ue. Mas . O entorpe&imento é tam8ém uma proteção &ontra as suas respostas* seus impu!sos e reaçAes &ontraditLrios.uando a pessoa não é mais uma &riança indefesa* isso* na me!hor das hipLteses* é o in=&io do ma!. Por . Possa ser uma 8enção.ue o ma!e uma força diferente do 8em. O entorpe&imento e a insensi8i!idade em re!ação B sua prLpria dor si"nifi&a o mesmo em re!ação B dor a!heia.uando as &rianças estão &onfusas por per&e8erem &ontradição e &onf!ito B sua %o!ta* emoçAes i"ua!mente &ontraditLrias sur"em na sua prLpria psi. rianças não podem !idar &om nenhuma dessas duas situaçAes.ue e!e tra#. Nessas &ir&unst\n&ias* e!a pode mesmo ser uma sa!%ação.

E!e tem sua ori"em no medo dos outros* .ue a"ir de maneira e(atamente opostaD.ue a perpetra em um "rau ainda maior. O ato de inf!i"ir dor aos outros ao mesmo tempo mata a &apa&idade .T+n&ia muito t+nue e pre&4ria* muito dependente de &ir&unst\n&ias aparentemente e(ternas.uanto esta a !on"o pra#o. Muito do ma! . Portanto* e!a é um aparato mais forte usado para a!&ançar o entorpe&imento. Kustamente por ser menos L8%io* e!e é mais preHudi&ia! a !on"o pra#o* pois a &rue!dade ati%a indu# reaçAes mais r4pidas. No momento se"uinte* esse ra&io&=nio se foi* a de&isão &ons&iente foi es.ue&ida e o .uase &ons&ientemente* a&har2se B 8eira de uma de&isão.ue tão fre.ue toda atitude adotada em re!ação a si mesmo se e(pande ine%ita%e!mente em direção aos outros.ue os meus sentimentos 8us.uando %o&+ pensa profundamente so8re o tema* des&o8re . Neste esta"io* e!e é uma atitude passi%a de indiferença .ue a pessoa si"a os impu!sos mais e"o=stas sem . E!a permite . Este* institu=do pe!a prLpria pessoa* ine%ita%e!mente se espa!ha para os outros* da mesma forma .ue permite o8ser%ar o sofrimento a!heio sem sentir des&onforto. COu eu permito .uanto a &rue!dade ati%a* mas e!a é tão danosa .Tentemente d4 ori"em ao desespero* B dI%ida e B &onfusão.ue uma &amada protetora de insensi8i!idade se formou. Mas esses são apenas su8stitutos para o entorpe&imento.ue h4 no mundo é &ausado por esse estado de a!ma.ue si"nifi&a . Em todos esses &asos pode2se %er repetidamente &omo todo o dano* toda a destruti%idade* todo o ma! resu!tam da ne"ação do Eu >erdadeiro espont\neo e da adoção de reaçAes se&und4rias &omo su8stitutos .ue a prLpria pessoa tem de sentir. A fronteira entre o entorpe&imento passi%o e a &rue!dade ati%a é &om fre. Nesse momento* a pessoa fi&a separada S aparentemente se"ura* mas separada. E!a não apenas pro=8e o inf!u(o dos sentimentos positi%os espont\neos &omo tam8ém afasta o medo e a &u!pa. A prin&=pio* isso pode pare&er in&ompreens=%e!* mas . Crueldade O ter&eiro est4"io do entorpe&imento é a crueldade ativamente infligida.uipadas para !idar &om a &rue!dade do mundo* .ue de uma forma ou de outra* estão sempre re!a&ionadas &om o medo. Mais tarde* o estado de separação pode ser e(a"eradamente &ompensado por um fa!so sentimenta!ismo* uma dramati#ação e uma simpatia e(a"erada e insin&era. Podemos distin"uir o tr+s est4"ios de entorpe&imentos.ue as pessoas podem o&asiona!mente* . Se as pessoas &ompreendessem esses pro&essos* não apenas inte!e&tua!mente mas dentro de!as mesmas* e!as estariam e. A &rue!dade ati%a entorpe&e a pessoa .ue &ompe!e a atos &ruéis.5? um sentimento por e!es e &om e!es* uma &ompai(ão ou empatia* uma parti&ipação da a!ma. .ue pere&em estar B espera desses atos6 na in&apa&idade de !idar &om fIrias desa8ridas ou num pro&esso suti! de forta!e&imento do aparato protetor de entorpe&imento.ue essa atitude seHa dete&tada. Primeiro* entorpecimento em rela ão a si mesmo* &omo um me&anismo de proteção se"undo* entorpecimento em rela ão aos outros.ue permane&e é uma força . A indiferença pode não ser tão ati%amente ma!éfi&a . Mas a se"unda reação restrin"e esse f!u(o emo&iona!. A!"o esta!a por dentro e pare&e di#er não* o . A indiferença passi%a* &ontudo* nas&ida do amorte&imento dos sentimentos* pode passar desper&e8ida por ser muito f4&i! de &amuf!ar.uem uma empatia &om o outro ou* para repe!ir esse forte inf!u(o de sentimentos &a!orosos* eu tenho .

ontudo* . A %erdadeira destruti%idade é portanto* não apenas uma distorção da %erdade e dos poderes uni%ersais &onstruti%os* mas uma distorção .ue* num &erto momento* esse entorpe&imento pare&eu ser a Ini&a proteção dispon=%e!6 depois* e!a foi in&ons&ientemente mantida.ue puder para aHudar outra pessoa* ta!%e# a!"umas %e#es até e(a"erar* sL por.ue Hamais seHa e(presso em atos.ue e(iste a destruti%idade* a doença* a "uerra e a &rue!dade.ua! nenhuma &on&epção errMnea poderia ter poder.ue a destrutividade ligada e combinada ao princ%pio vital positivo.uanto de indiferença* das tend&ncias emocionais.Tentemente * sofrem pe!a &u!pa.ue torna as manifestaçAes neste p!ano terrestre parti&u!armente sérias ou se%eras. onfundir o impu!so &om o ato e* portanto* ne"ar a am8os* resu!ta em e(trema pertur8ação para a persona!idade* afetando os outros indiretamente* sem a esperança de mudança en.ue e(iste no mundo* e .ue!es .ue* em a!"um aspe&to* foi institu=do na psi. A!"umas pessoas podem estar e(a"eradamente so8re&arre"adas* outras e(a"eradamente sentimentais* outras ainda podem ser demasiadamente duras e indiferentes B e(ist+n&ia do ma!.uer uma dessas reaçAes e(a&er8adas est4 o8ri"atoriamente !i"ada ao entorpe&imento . Jua!. E de e(trema import\n&ia . >isto so8 essa !u#* fi&ar4 &!aro . E(iste porém um e!emento adi&iona! sem o . Por &onse"uinte* toda a 4rea pro8!em4ti&a é ne"ada* empurrada para fora da &ons&i+n&ia* onde e!a não pode mais ser &orri"ida.ue mais sofrem &om o simp!es &onhe&imento de .ne:ati%aom fre.uando %o&+ se sente &u!pado* não diferen&ia essas manifestaçAes %itais e* assim* não fa# diferença se %o&+ sente ou a"e de forma destruti%a e danosa. >o&+ sempre de%e distin"uir os &omportamentos ati%os* tanto de &rue!dade . Admitir* re&onhe&er* en&arar uma emoção* não importa .uando e!as são &ompreendidas em parte* a!"o fi&a fa!tando.ue e!a e(iste* fi#eram2se ine%ita%e!mente entorpe&idos de a!"um modo e* &onse.ue não . E o se"uinteG a mera ne"ati%idade* &omo numa atitude destruti%a* tem um efeito destruti%o muito menor .uer* no n=%e! &ons&iente* ser tão indiferente. . Tenho dito repetidamente .ue o entorpe&imento em seu e(tremo torna2se uma &rue!dade ati%a. Em outras pa!a%ras* . Se o prin&=pio %ita! não esti%esse en%o!%ido e não fosse uti!i#ado inad%ertidamente* então o ma!* ou destruti%idade* teria uma duração muito &urta.uando uma força positi%a se mistura &om uma atitude destruti%a ou &om ne"ati%idade* sua &om8inação &ria o ma!. A indiferença ou o entorpe&imento podem não ser ati%amente e(e&utados6 é poss=%e! e(perimentar essa não2parti&ipação e esse entorpe&imento mas não a"ir de a&ordo &om e!es.ue as &on&epçAes errMneas &riam o &onf!ito* e isso é perfeitamente %erdadeiro. A diferença entre e!es é apenas em "rau. As respostas para essa per"unta* em "era!* não são sufi&ientemente &ompreendidas* mas mesmo .uanto o pro&esso permane&e in&ons&iente. Portanto* de%e e(istir uma &orre!ação entre o entorpe&imento de uma pessoa e sua a8orda"em ou atitude em re!ação aos aspe&tos ma!éfi&os da %ida.T+n&ia* per"unta2se por.ue %o&+ entenda isso* pois a.i:ação da &orça %ital com -ituaçHe. O deseHo de ferir os outros pode e(istir apenas &omo uma emoção* sem .5. E isso o .ue de%e ser permeada por um poderoso prin&=pio %ita! e pe!o seu poder &onstruti%o. >o&+ pode fa#er tudo o .ue estão mais &ho&ados* mais temerosos e in&apa#es de !idar &om a &rue!dade .uão indeseH4%e! e!a seHa* não pode Hamais ferir a prLpria pessoa ou os outros e* &om o tempo* ne&essariamente disso!%e o sentimento ne"ati%o.ue a maioria de %o&+s a"ora est4 pronta para entend+2!o num n=%e! mais profundo. . Penso .

A &rue!dade sem o prin&=pio do pra#er Hamais poderia ter poder rea!. Nessas &ir&unst\n&ias* o amor não é a e(peri+n&ia tentadora e pra#erosa . O prin&=pio erLti&o* ou o prin&=pio do pra#er* foi posto a ser%iço do seu ferimento* do seu sofrimento* da sua dor. Isto é* o pra#er é e(perimentado ao inf!i"ir2se &rue!dade ou suport42!a S ou am8os.ua! e!e fun&iona mais fortemente em &onHunção &om a &rue!dade &ria uma retirada do amor* !imita2o apenas &omo um %a"o anseio .uerer inf!i"ir ou suportar a &rue!dade* o .ue se en&ontram neste Pathwork des&o8riram &ertas feridas e dores . O anseio pe!o pra#er do amor e a i"nor\n&ia do fato de . om fre.ue esse é o %erdadeiro nI&!eo da "uerra S da &rue!dade &omo um todo. Por. Essa !i"ação &ria todas as difi&u!dades pessoais* todas as &ir&unst\n&ias indeseH4%eis.ue suportaram . Todas as emoçAes sur"idas dessa ferida ori"ina!* de a&ordo &om o seu &ar4ter e o temperamento* tam8ém &om8inam &om o prin&=pio do pra#er. A per-i-t)ncia do malN o praEer li:ado O crueldade Se %o&+ e(perimentou a &rue!dade* o seu prin&=pio do pra#er est4 !i"ado a e!a e fun&iona de &erta forma em &one(ão &om e!a.ue no momento em . Em &asos menos e%identes* .ue muitas %e#es e!e é tota!mente e%itado.uando a &riança não sofre uma a"ressão tão direta* mas apenas uma %a"a reHeição e não2a&eitação* o prin&=pio do pra#er se inte"rar4 numa situação seme!hante.uando &rianças. Ou %o&+ poder4 fi&ar ini8ido por &ausa da %er"onha de . A &om8inação do prin&=pio do pra#er &om a &rue!dade pode e(istir de forma ati%a ou passi%a.ue eu di"o a. Ou %o&+ o a&har4 tão assustador . .ue pode ser para uma outra parte da persona!idade.ue se reHeita a sua %erdadeira e(peri+n&ia* por meio da !i"ação do prin&=pio do pra#er B ne"ati%idade* &omumente &riam uma profunda desesperança.ue um prin&=pio %a"o e a8strato* é %endo2se a si mesmo da se"uinte perspe&ti%aG todos %o&+s .uanto a %er"onha serão remo%idas. Juando %o&+ se der &onta do nImero de pessoas* independentemente da sua ação e(terior* . $e%e2se esta8e!e&er a &ons&i+n&ia dessa %erdade e e!a de%e ser &ompreendida de um ponto de %ista "era!* pois se for %erdadeiramente entendida* tanto a &u!pa .ue não pode ser se"uido ou mantido até o fim.ue &res&er a &ompreensão* o prin&=pio do pra#er responder4 "radua!mente a e%entos positi%os.ue toda a %ida de fantasia é ne"ada* mas Bs %e#es esse fato é &ons&iente.ue impede toda espontaneidade e fa# %o&+ se retrair ou torna &onfusos todos os sentimentos.ue os seus pro&essos internos se transformem.ue ha8itam esta terra* somadas* &riam o &onf!ito "era! do "+nero humano.59 A me!hor maneira para . A fa!ta de &ons&i+n&ia dessa &om8inação de &rue!dade e pra#er não a!i%ia* de modo a!"um* o efeito .ue fi&a perp!e(o e* nesse &aso* sente2se in&apa# de &ontinuar &om e!e.ue e!a tem so8re o &!ima "era! da emanação da humanidade. Isso não de%e fa#+2!o sentir2se &u!pado.ue foi uma ferida ma!8aratada e ma! entendida .ue foram feridos um pro&esso espe&=fi&o te%e !u"ar.ue &riou essa situação. Antes* de%e es&!are&+2!o e !i8ert42!o para permitir . A desesperança pode ser entendida e instantaneamente e!iminada assim .ui* e retirar desta pa!estra mais .ue muito superfi&ia!mente* . Na medida em .ue este fato for &ompreendido em toda a sua profundidade.ue sL pode e(perimentar o prin&=pio do pra#er em fantasias de &rue!dade* %ai &ompreender .T+n&ia* a &u!pa e a %er"onha em re!ação a isso são tão fortes . A primeira hipLtese* a de asso&iar &rue!dade ao prin&=pio do pra#er* tornar4 um re!a&ionamento tão in&erto* . Todas as a!mas .ue %o&+ possa ap!i&ar o . A!"uns &omeçaram a &ompreender* mesmo . Isso &ria um &onf!ito nos re!a&ionamentos da %ida rea!. A !i"ação do prin&=pio do pra#er a uma &ondição na .

Em "era!* e!e não tem sido 8astante &ompreendido* por.ueridos ami"os* é muit=ssimo importante entender este prin&=pio.ue usa a sua %ontade e as fa&u!dades do seu E"o dessa maneira &onstruti%a* a %erdadeira mudança a&onte&e* &omo a!"uns de %o&+s &omeçam a e(perimentar* . Ao en&arar e &ompreender esse fato* sem &u!pa ou %er"onha* %o&+ tem de aprender no &urso do &res&imento . E assim . Assim* na medida em .ue a psi&o!o"ia e a &i+n&ia espiritua! não se fundiram sufi&ientemente. E!e se re!a&iona &om a humanidade &omo um todo* 8em &omo &om o indi%=duo.ue %o&+ se mantém es&ondido de si mesmo e da %ida6 por .ueia sentimentos* Bs %e#es &om muita dor* e então tenta ra&iona!i#42!os e afast42!os &om e(p!i&açAes. Juando %o&+ se tornar &apa# de formu!ar &!ara e &on&isamente &omo as forças positi%as e ne"ati%as estão &om8inadas no seu &aso espe&=fi&o* %o&+ %er4 &!aramente a ima"em e(ata da sua insatisfação.ue é 8em2su&edido em en&arar e entender o seu &onf!ito* o prin&=pio do pra#er %ai &orrer em diferentes &anais.ue dis&utiG . /radua!mente* atra%és desse pro&esso de &res&imento* um indi%=duo apLs outro reorienta os mo%imentos e as forças da a!ma. Juando en&ontrar esse &asamento dentro das forças da sua a!ma* em termos espe&=fi&os* %o&+ &onhe&er4 e entender4 perfeitamente &ertas manifestaçAes e(ternas dos seus pro8!emas. A psi&o!o"ia tem feito a!"umas %a"as tentati%as para &ompreender este fator e* em a!"uma medida e!e tem sido &ompreendido* no entanto* não é entendida a sua "rande import\n&ia em termos de &i%i!i#ação e seu destino* ou e%o!ução. >o&+ %er4 por . E \ medida . O a!=%io da p!ena &ompreensão sL pode produ#ir2se .uando %o&+ tem a &ora"em de en&arar esse &asamento. E%o!ução si"nifi&a . Sentimentos positi%os ou pra#erosos não serão mais retirados de &ir&unst\n&ias ne"ati%as.ue &ada indi%=duo* atra%és do pro&esso de auto2&onfrontação e de autoper&epção* "radua!mente muda a orientação interior do prin&=pio do pra#er.ue reprime e monta "uarda so8re as fo&as mais espont\neas e &riati%as . A E(pressão direta da sua %ontade e(terior pode e de%e se"uir na direção de manter e sustentar um tra8a!ho &omo este Pathwork* o .ue as &oisas rea!mente são` E dessa maneira .uase &omo se nada ti%esse a %er &om todos os esforços* &omo se fosse um su8produto* um desdo8ramento sem re!ação &om esse esforço.50 Meus . Todos %o&+s* meus ami"os* tentem en&ontrar o seu C&asamentoDinterior espe&=fi&o entre a &orrente do pra#er e uma &ondição ne"ati%a.ue toda imperfeição de%e ser a&eita e &ompreendida antes . Em !u"ar de reprimi2!a* ne"42!a* des%iar o o!har* %o&+ de%e enfrent42!a.ue e(istem dentro de %o&+.ue se retira dos seus prLprios sentimentos6 por . >er4 por .ue 8!o.ue o pro"resso e o &res&imento de%em o&orrer. Juando isso a&onte&er* a mo8i!idade ir4 e(istir sem tens ao e ansiedade* e o re!a(amento %ai e(istir sem esta"nação. A"ora o mundo est4 pronto para entender este fato da %ida. Todos %o&+s sa8em .ue %ai !i"ar2se então a &ondiçAes e &ir&unst\n&ias puramente positi%as.ua! aumenta a ha8i!idade de entender e &u!ti%ar a %ontade e a &ora"em de o!har para si mesmo e des&o8rir e superar a resist+n&ia.ue essa mudança =ntima não pode ser deseHada diretamente.ue %o&+ fa# isso* \ medida . Na sua reação espont\nea* mais e mais indi%=duos responderão a e%entos* situaçAes e &ondiçAes positi%os. A"ora %o&+ est4 a&ostumado a estas I!timas e* portanto* reprime a &om8inação de sentimentos pra#erosos e e%entos ne"ati%os. Faça tentati%as de des&o8rir os dois fatores .ue possa ser mudada. A e(pressão do mo%imento &Lsmi&o no interior da psi.

PE'/7NTAG Mas e!as não sentiram pra#er . >o&+ &ompreende a"ora< .ue aspe&to o prin&=pio de %ida e pra#er est4 !i"ado a uma &ondição ne"ati%a. A prLpria nature#a desse &onf!ito é .uer reprodu#ir essa reHeição< 'ESPOSTAG Não de forma &ons&iente* natura!mente. Nesses &asos* o prin&=pio do pra#er H4 foi &ondu#ido para o &ana! ne"ati%o e sL pode ser &ana!i#ado no%amente atra%és da &ons&i+n&ia e do entendimento.ue não.uer &ons&ientemente. Por e(emp!o* no &aso de &rianças .uando a!"uém é reHeitado* e(&eto so8 a forma de %in"ança. Por %e#es* a &ondição ne"ati%a se manifesta apenas em fantasias. Isso o&orre in&ons&ientemente* de forma não inten&iona! e .ue o par&eiro representa a mãe< 'ESPOSTAG Sim* poderia ser e(atamente assim.uais desen%o!%eu uma insensi8i!idade para &om a sua prLpria dor. >+2se isso &om fre.ue &om8ina inerente do pra#er &om o e%ento do!oroso.ue autom4ti&a.ue o &asamento é esta8e!e&ido. O prin&=pio do pra#er &om8ina2se &om a &ondição ne"ati%a. Isso eu posso entender.ue a reHeição pudesse o&orrer. Nin"uém rea!mente . O pro8!ema é .ue é &hamado de maso. 'ESPOSTAG Ta!%e# %o&+ possa ima"inar tam8ém2 isso é muito &omum S .ue essa é uma !ei ine%it4%e!* . Isso tam8ém é ra&iona!i#ação pe!a a!e"ação de .ue o prin&=pio do pra#er fun&iona de maneira .uando h4 uma situação inse"ura ou infe!i#. Mas a &riança usa o prin&=pio do pra#er para tomar o e%ento ne"ati%o* o sofrimento* mais suport4%e!.uer ser reHeitado.ue a pessoa in&ons&ientemente .uando esti%er intera"indo &om os outros e pro&ure por momentos nos .ua! isso pode ser determinado é atra%és da in%esti"ação da %ida de fantasia de uma pessoa. >o&+ &ompreende isso< PE'/7NTAG Eu não entendo muito 8em &omo se pode sentir pra#er .ue a pessoa não pode sentir pra#er sem tam8ém sentir deseHo de %in"ança S a!"um tipo de deseHo s4di&o em re!ação B mãe< Isso a&onte&e* ta!%e#* sL na fantasia* nun&a na rea!idade* e então a pessoa est4 norma!mente in&ons&iente de .ue as pessoas &ons&ientemente deseHam ser a&eitas e amadas* mas in&ons&ientemente e!as não podem responder a uma situação &omp!etamente fa%or4%e! de a&eitação. Em .uando foram reHeitadas. E assim . Estas* .uase . Permaneça a!erta .ue o&orre de%ido ao h48ito ou a outras &ir&unstan&ias.ue a pessoa menos o . Ou poderia tam8ém ser . Isso é .uer ser reHeitada* mas o ref!e(o H4 foi esta8e!e&ido numa &riança.ue se sentem reHeitadas por suas mães* esse &asamento si"nifi&a .ue medida isso se manifesta S ta!%e# apenas em suas fantasias S e &omo isso o afasta da auto2e(pressão* da união* da e(peri+n&ia* de um estado sem medo de auto2 rea!i#ação &om um esp=rito prL(imo< N4 a!"uma per"unta re!a&ionada a este tLpi&o< PE'/7NTAG Eu "ostaria de entender* de um modo um pou&o mais &on&reto* esse &asamento entre as forças do amor e da &rue!dade. Mas isso não seria assim se não fosse pe!os fatores dis&utidos nesta pa!estra. PE'/7NTAG E a &riança .uais tem um sentimento moment\neo e imediato de &ompai(ão e empatia* e então* rapidamente* o afasta e torna2se separado e insens=%e!. Então* os ref!e(os autom4ti&os são atre!ados a uma situação . 'ESPOSTAG E &!aro .uando as pessoas se sentem se"uras em serem a&eitas e amadas* e!as perde a &ente!ha do interesse. Não se pode di#er .ue .51 Primeiro* des&u8ra &omo %o&+ se entorpe&eu6 des&u8ra as 4reas nas .uando e(aminadas de perto* de uma maneira ou de outra são !i"adas ao sofrimento* B humi!hação ou a hosti!idade.ue o pra#er pudesse apenas ser e(perimentado em !i"ação &om o fato de ser reHeitado no%amente* ou um pou&o reHeitado* ou &om medo de .uismo ou sadismo. Inad%ertidamente* por assim di#er. Se"undo* des&u8ra em .T+n&ia. O Ini&o modo pe!o . A &ente!ha* o interesse* o f!u(o din\mi&o sL e(istem .

ue rea!mente o deseHe* en&ontrar4 mais e mais pa#* a %ida din\mi&a* a se"urança interior .ue &ada um de %o&+s* desde .ue o .ue %o&+ espera do futuro ser4 ainda mais !i8ertador . SeHam a8ençoados* fi. Portanto* %o&+ e(perimenta momentos de %i%er no eterno a"ora de si mesmo* em %e# de !utar para se afastar de!e.ue %o&+s &omeçaram a &u!ti%ar.ui!o . A.ue %o&+ H4 &omeçou a e(perimentar. ada momento %i%ido a"ora de%e tra#er2!he respostas. Se %o&+ re!em8rar esse fato simp!es em suas meditaçAes* na sua apro(imação de si mesmo* estas %ão se tornar mais produti%as B medida .55 PE'/7NTAG Sim* a&ho . .ue e(iste na auto2rea!i#ação .uem &om $eus.uem em pa#* fi. 'ESPOSTAG Não h4 dI%ida* meus .ue sim.ue %o&+ prosse"ue.ueridos* de .

omo pref4&io a esta pa!estra* eu "ostaria de dis&utir o si"nifi&ado da dor e a sua &ausa rea!.ui!o . No%as 8+nçãos para todos e &ada um de %o&+s6 para &ada passo* &ada esforço . Os dois impu!sos persistem* e a dor &omeça a e(istir.ue e(ponho a. Juando uma força pertur8adora pu(a numa direção oposta* o &onf!ito das duas direçAes &ria a dor.ui mostra2se %erdadeiro em todos os n=%eis.ue %o&+s empreendem na sua Hornada para a !i8ertação. Sempre . E!a o&orre .)-AP_T7LO ). O sistema f=si&o* &omo os outros sistemas ou p!anos* tam8ém se esforça por a!&ançar a inte"ridade e a saIde.uando esse pro&esso é p!enamente &ompreendido e as &onse. Essa é a ori"em da dor.T+n&ias tempor4rias* ainda .uista* autopuniti%o* .uando duas direçAes opostas &oe(istem numa persona!idade.ue tam8ém . A &ausa é o deseHo ne"ati%o6 o efeito é a pertur8ação no sistema.ue &ausa o sofrimento. A direção das forças uni%ersais &riati%as orienta2se para a !u#* para a %ida* para o &res&imento* o desdo8ramento* a afirmação* a 8e!e#a* o amor* a in&!usão* a união e o pra#er supremo. ] / C/06. Porém* .I=A 8/ P5A<'5 C/2/ /5I*'2 8A 8/5 SaudaçAes* meus . Se a persona!idade ti%esse &ons&i+n&ia de .ue é2 e &om . Juando !utamos &ontra a pertur8ação de forma inefi&a#* e a persona!idade .ue a8ri"a e perpetua em si um deseHo ne"ati%o. Na rea!idade* e!e é %erifi&4%e! no n=%e! f=si&o. E a in&ons&i+n&ia .uer a não2saIde.I=A ' 0'*A.uer saIde* e!a ne"a . E isso .ue o esforço pe!a não2saIde é reprimido e i"norado* a !uta pe!a saIde fi&a ainda mais tensa. =ida e anti%ida O prin&=pio .ueridos ami"os.ue &ria o a8ismo entre &ausa e efeito.I.uerer a saIde 8em &omo a não2saIde* o &onf!ito &essaria instantaneamente* pois este I!timo deseHo não pode ser mantido6 apenas o primeiro pode ser sustentado. Essa não é uma maneira destruti%a de a8raçar a dor ou um e!emento maso. 7ma %e# ./ '0. E uma p!ena a&eitação da. A dor é o resu!tado do &onf!ito.ui!=8rio e um tipo espe&ia! de tensão &ausada pe!a direção oposta.5' AS 6/52AS P/SI.ue ine%it4%eis* do deseHo ne"ati%o são a&eitas* o indi%iduo pode permitir2se penetrar nessa dor a"ora e(istente* e a dor &essa* ine%ita%e!mente.ue essa direção é &ontrariada por outra* &ria2 se a dor* mas o dese.

No momento em .uando disse* Cnão resistais ao ma!D.T+n&ias2 a dor menta! ou emo&iona! &essa. A dor e o sofrimento são sempre o resu!tado do impu!so de duas tend+n&ias so8re a persona!idade* tend+n&ias . No p!ano espiritua!* meus ami"os* é diferente.uando o impu!so oposto é a8andonado. E poss=%e! ter &ons&i+n&ia de!es de um modo &asua!* superfi&ia!* ou ter o8tido uma importante per&epção da sua e(ist+n&ia* porém di!uir essa &ons&i+n&ia. E(istem* é &!aro* de"raus de &ons&i+n&ia.ue se opAe %io!entamente ao deseHo ne"ati%o* de forma . E!e a&eita o ne"ati%o sem fina!idade e &om uma atitude o8Heti%a* não indu!"ente.ua!.ui* por.uando o ne"ati%o é deseHado pois* &omo %imos* esse . Esse é o prin&=pio* por e(emp!o* do parto sem dor.uer sofrimento ou dor .ue estão neste Pathwork de auto2rea!i#ação H4 o e(perimentaram* pe!o menos o&asiona!mente.ue essa &ompreensão a8rir4 no%as portas. Então &essam as dores menta! e emo&iona!* assim &omo a dor f=si&a &essa . A fa!ta dessa &ons&i+n&ia &ria ine%ita%e!mente um &!ima ps=. / de-ePo pelo ne:ati%o Toda a diferença reside em estar ou não &ons&iente dos prLprios deseHos ne"ati%os.Tentemente* a dor* são impens4%eis a!i.ue o p!ano espiritua! é a &ausa* en.ue .uis isso.ue pode se"uir2se .ue e!e é o efeito de uma &ausa inad%ertida e uma pertur8ação apenas moment\nea. . E o prin&=pio do não2 &onf!ito. Todos %o&+s . E!e não &ontém* e não pode &onter* uma direção ne"ati%a.ue Kesus risto e(pMs . Tampou&o pode a&onte&er pe!o a8andono do prin&=pio afirmati%o* mas sim pe!a &ompreensão do a"ora* do presente. E o prin&=pio . As &amadas e(ternas da persona!idade de%em sofrer en.uando o indi%iduo est4 &ons&iente de .)-) isso a dor &essa. E e(tremamente importante* meus ami"os* &ompreender o . Juando uma entidade não tem &ons&i+n&ia do seu deseHo de!i8erado do ne"ati%o* o sofrimento é infinitamente maior . Nessa &ompreensão e a&eitação o indi%iduo interrompe o &onf!ito. E muito importante &ompreender* meus ami"os* . O p!ano espiritua! é a ori"em da direção positi%a.ue tenha sido a!&ançada a per&epção do deseHo ne"ati%o* %o&+ pe!o menos sa8e o .ue o ne"ati%o sL pode ser deseHado por uma parte da persona!idade* nun&a por toda e!a.uerer simp!esmente &ria a no%a direção* &ontr4ria B direção ori"ina!* positi%a.ue di"o a. A direção ne"ati%a &ria e é &riada por %arias atitudes in&ompat=%eis &om a ori"em de toda a %ida. Juanto mais &ons&iente %o&+ esti%er de um deseHo de!i8erado pe!o ne"ati%o* mais estar4 no &ontro!e de si mesmo* da %ida* e menos se sentir4 %itimando* indefeso e fra&o.ue a dor &ertamente ser4 produ#ida.ui&o no .uanto todos os outros p!anos ou esferas são efeitos.ua! o indi%iduo se sente identifi&ado &omo %itima.ue &ausa as suas difi&u!dades e(teriores e situaçAes indeseH4%eis.uanto a união não e a!&ançada. Sempre ha%er4 uma outra parte da psi. Nos p!anos menta! e emo&iona! e(iste a!"o seme!hante. Tudo isso é %erifi&4%e! e tem sido %erifi&ado em todo o mundo. A separação entre &ausa e efeito na &ons&i+n&ia de uma pessoa &ria &onfusão* dI%ida e desesperança. Isso não a&onte&e . No n=%e! f=si&o* assim &omo um est4"io passa"eiro* na &ompreensão de .ue e!e mesmo .ue são as direçAes da %ida e da anti%ida. E!as tam8ém podem ser &hamadas Bs direçAes amor@Ldio e positi%a e ne"ati%a. E diferente por.ue . O p!ano espiritua! é a prLpria unidade e* portanto* o &onf!ito* direçAes opostas e* &onse. Juando o &onf!ito é p!enamente &ompreendido e a&eito &omo uma manifestação tempor4ria* &omo um efeito S a&eito &omo ta! sem fina!idade* e ainda assim &om &ons&i+n&ia da retidão dessas &onse. A união* ou unidade* e(iste apenas na rea!idade p!ena do prin&=pio &riati%o &Lsmi&o.

ue . Esse tipo de ne"ação do .uer en&arar o fato de perder a!"o* de sofrer por a!"uma &oisa.ueira rea!mente des&o8rir o .ue* %o&+ %+ &omo am8as as atitudes* a positi%a e a ne"ati%a* são autoperpetuadoras.ue não sai8a ainda por .)-3 Mesmo antes .ue %em a ser a mesma &oisa.ue re&onhe&em seus deseHos ne"ati%os o8ti%eram no%a força e esperança. Mas* simp!esmente sa8er .ui!o .ue %o&+ rea!mente sente e da. Portanto* per"unte2seG CEu e(perimento tudo ao m4(imo do meu poten&ia!< O . E essa é e(atamente a sua dor. E então* é &!aro* h4 a.ue!es &uHa tend+n&ia é fu"ir das prLprias insatisfaçAes* de ne"42!as* atenu42!as* fa!sifi&ando a situação. >o&+ não tem .uando se ne"a persistentemente a. Por.ue estão des!i"ados do me&anismo interior .ue "astar ener"ia em nenhum tipo de!i8erado de .uer o resu!tado ne"ati%o.uando %o&+ não tem mais deseHos ne"ati%os* mesmo .ue então %o&+ %+* primeiro &omo um prin&=pio e uma possi8i!idade* &omo a sua %ida pode ser . Isso* &omo %o&+ pode %er é um importante mar&o em toda a sua rota de e%o!ução.ue %o&+ &riou as manifestaçAes indeseH4%eis %ai transform42!o numa pessoa !i%re. E!as perpetuam a si mesmas. A.uer seHam 8eni"nos ou %i&iosos f é sempre o prin&=pio da autoperpetuação.ua!.ue seHa &apa# da sua e(ist+n&ia* simp!esmente sa8er . Medite e . A autonomia é positi%amente autoperpetuadora* posta em mo%imento pe!a &ons&i+n&ia da rea!idade.ue os possui e* su8se.ue os a8ri"a em primeiro !u"ar. Na superf=&ie* a maioria das pessoas não pode ima"inar &omo pode a8ri"ar deseHos destruti%os.ue despender muito esforço.ue ainda não ti%eram essa per&epção de%em tentar ao m4(imo des&o8rir seus deseHos ne"ati%os.uais %o&+ !uta o8stinadamente.uer atitude sadia.ue eu admito<D essa seria a primeira per"unta pertinente para a.ue est4 em %o&+. Esse passo essen&ia! não de%e ser despre#ado pois* na %erdade* é poss=%e! estar &ons&iente* pe!o menos até &erta medida* de um deseHo ne"ati%o e* não o8stante* i"norar .ue&imento dessa ne"ação S o não sa8er . Juando %o&+ é e(pansi%o* &onstruti%o* a8erto* &ompreensi%o* todas as &oisas são f4&eis.autoperpetuadoreJuando atin"e &erto "rau de per&epção do interior da sua psi.ue!es dentre %o&+s .ue o deseHo ne"ati%o é a &ausa imediata de uma .ue estão muito a"udamente &ons&iente do seu sofrimento e da.uantidade de manifestaçAes na sua %ida &ontra as . >o&+ !uta &ontra a!"o .ue .ue dei(am a!"o a deseHar* e não se .ue %o&+ mesmo indu#iu* e &ontinua a indu#ir* en.ue!es dentre %o&+s . Tome* por e(emp!o* . Isso &onstitui a diferença entre sentir2se uma indefesa fo!ha ao %ento e sentir2se "o%ernante de si mesmo* autMnomo.ue possi%e!mente me pertur8a mais do .uanto* ao mesmo tempo* sempre ha%er4 o impu!so para a !u#* para a inteire#a* para o amor6 a in&!usão e a atitude &onstruti%a* para a 8e!e#a e o desen%o!%imento.ue tri!haram esses &aminhos interiores ini&iais .ue !he fa!ta torna imposs=%e! a produção de %erdadeira satisfação na sua %ida. A. Fa#er isso é ainda mais dif=&i! .ue!es aspe&tos da %ida . A. >o&+ nem mesmo tem .Tentemente* fa#er a sua &one(ão &om os resu!tados indeseH4%eis* dar2!he24 uma no%a esperança e uma no%a perspe&ti%a.ui!o .ue!es . Ciclo.ue !hes fa!ta* mas . A sua ne"ação em re!ação B direção da inte"ridade e o seu es. O prin&=pio de &i&!os ou &=r&u!os S .ue!es .uer duas &oisas opostas ao mesmo tempo S o &onfundem e &ausa2!he dor. Este Pathwork prosse"ue &om a tomada de &ons&i+n&ia dos deseHos ne"ati%os de!i8erados* ou do ato de e%itar resu!tados positi%os* o .ue !e%am B &ons&i+n&ia dos seus deseHos ne"ati%os de%em ter o &uidado de entender essa &ons&i+n&ia e de re!a&ion42!a &om as manifestaçAes indeseH4%eis da sua %ida.

ue* onde %o&+ pode sentir a %ida eterna de toda e(ist+n&ia* mas tam8ém se manifestam na sua %ida e(terior.ue tudo H4 é seu* mesmo antes de t+2!o a!&ançado.uer di#er atra%ess42 !a* passar por e!a.ua! todo o 8em e(iste e per"unta a si mesmo.ue .ue pro&urar* tatear e . O prin&=pio é e(atamente o mesmo em situaçAes ne"ati%as.uadamente.uer .uerer* mas sa8e .ua! e(iste uma i!imitada autoperpetuação em .ue a &ons&i+n&ia per&e8a a e(ist+n&ia dessa inte"ridade e a8und\n&ia ine(aur=%eis. O n=%e! de persona!idade .ue %o&+ possa &ompar42!as ade.ue e(iste o medo do positi%o e* portanto* a sua ne"ação.ue as esferas da &ons&i+n&ia operam e(atamente de a&ordo &om as direçAes . >o&+ de%e atra%ess42!os* &amada por &amada* no seu interior. Onde .ue essa diferença &onstitui outra esfera da &ons&i+n&ia* um mundo diferente* &om sa8or e atmosfera prLprios.ue %o&+ entenda e %isua!i#e . E isso o . >o&+ pode o8ter uma idéia apro(imada disso &omparando a sua prLpria mudança de &ons&i+n&ia &om a sua ne"ação in&ons&iente anterior da e(peri+n&ia positi%a* ou mesmo do seu deseHo direto do ne"ati%o. >o&+ não pode* portanto* dei(ar de sofrer* por.ue %o&+ %i%e manifesta o positi%o e o ne"ati%o e apresenta uma &om8inação dos dois. onse. Juando essa esfera é afirmada e a%a!iada &omo uma rea!idade tempor4ria* sL então o mundo su8Ha&ente* autoperpetuador* de 8em* pode ser a!&ançado* e ne!e %o&+ não tem mais . Nesse &aso* as forças autoperpetuadoras sL podem ser modifi&adas por um pro&esso de!i8erado . E Iti! tomar &ons&i+n&ia de!as tam8ém* para . Esses* por sua %e#* &riam mais pensamentos* atitudes e sentimentos positi%os. E então* natura!mente* sempre h4 o pro8!ema prin&ipa!G a 4rea da sua psi.ua!. E!es são o produto das suas prLprias auto2 e(pressAes* das suas %4rias esferas de &ons&i+n&ia.uer aspe&to em . essas esferas estão !46 e!as não sL e(istem nas profunde#as da sua psi.ue .ui!=8rio entre os dois tipos de deseHo. Nessas 4reas* %o&+ %ai des&o8rir .uer o ne"ati%o e se"ue essa direção &ria um no%o mundo* ou no%a esfera ps=.Tentemente* a pri%ação e o sofrimento se manifestam na sua %ida e(terior.ue nLs dis&utimos.uanto ne"ati%os* e &om o e. Ima"ens e formas S os produtos de atitude* pensamentos e sentimentos S &riam esse mundo ne"ati%o.ue se mo%e eternamente na direção de mais desdo8ramento* de mais fe!i&idade* de mais in&!usão* uma %e# .ue %o&+ &u!ti%a atra%és dos seus deseHos destruti%os. >o&+ de%e %i%+2!a tota!mente* não ne"ando ou !utando para se afastar* mas %endo2a e a&eitando2a* aprendendo a &ompreender a sua nature#a. Portanto* não h4 ne&essidade de &onf!ito* de dI%ida* de medo ou de pri%ação. O mundo f=si&o* materia!* em . Em outras pa!a%ras* o prin&=pio e a direção positi%os são a esfera da rea!idade* na .ue %o&+ não 8arra esse mo%imento &om a sua mente temerosa* mantendo2o preso e esta"nando2o. E tam8ém importante . Sempre . >o&+ %er4 . E(istem muitas %ariaçAes* "raus e possi8i!idades* de a&ordo &om a força dos deseHos ne"ati%os* &om a &ons&i+n&ia dos deseHos* tanto positi%os .ui&a* en&o8rindo o mundo ori"ina!* positi%o. >o&+ pode e de%e atin"ir esses mundos no interior da sua psi.)-: meditação. Tudo isso e(iste dentro e fora de %o&+ S num ser sem tempo nem espaço. >o&+ de%e e(perimentar p!enamente esse esfera dentro da sua &ons&i+n&ia* de modo a poder trans&end+2!a pe!a transformação de si mesmo.ue tornando2se a"udamente &ons&iente de!es.ue %o&+ esteHa re!ati%amente !i%re de deseHos ne"ati%os* ser4 8astante simp!es e f4&i! entender* sentir e e(perimentar o mundo da %erdade* no .ue a8re destemidamente o &oração para e(peri+n&ia positi%a e din\mi&a* . Por si mesmos* os seus pensamentos* atitudes e sentimentos positi%os. Esses por sua %e#* &riam satisfação* produti%idade* pa# e dinamismo.ue pAes a!"o no%o em mo%imento.ue ne"a .ue %o&+ est4 separado dos outros* das outras &riaturas humanas* %o&+ por &erto esta no mundo ne"ati%o* numa ne"ati%idade autoperpetuadora* .

T+n&ias psi&o!L"i&as de in&ompreensão* Hu!"amento errado e m4"oa* os .ue ne"a a direção anterior* .uanto CAD est4 num 8ura&o ne"ro. E então CAD %ai de!eitar2se insuport4%e! e* então* CYD a%entura2se a sair en.uais* por sua %e#* &riam mais ne"ati%idade. A dor é "ra%ada pe!o &onf!ito . E essa &one(ão .Tentemente* CAD no%amente fi&a &on%en&ido de . Em outras o&asiAes* am8os se a%enturam temporariamente no positi%o mas* uma %e# . E!e tam8ém e(iste na.ue torna tão dif=&i! a8rir mão da direção ne"ati%a e mudar. Pois %o&+ não de%e es. Mas sempre e(iste ainda esse outro !ado .ue se instaura &om a outra pessoa. onse.ue um ser tão e%o!u=do pudesse entrar num re!a&ionamento &om uma pessoa &omum .ueira e não . Ima"ine as muitas possi8i!idades matem4ti&as .ue a teme e resiste a e!a.ue&er* meu ami"o* . Ima"inemos duas pessoas* A Y.ue em diferentes momentos sur"em di%ersas direçAes de deseHos. A harmonia de!es &om as forças uni%ersais e o a!to "rau de &ons&i+n&ia por e!es possu=do ser%iriam de proteção &ontra a sua ne"ati%idade e a tensão resu!tante entre os impu!sos positi%o e ne"ati%o. Mas &omo tudo fi&a mais &omp!i&ado . Por si mesmo e!e !he inf!i"e dor* mas isso não e(iste apenas em %o&+.uem %o&+ não &onse"ue de&idir se ama ou não* ou ainda se os reHeita.ui!=8rio e !i%res dessa di%isão interior* e!es &ertamente não seriam afetados pe!a sua !uta. O prin&=pio do pra#er positi%o e ne"ati%amente orientado parte %o&+ em pedaços.ueira* a!ternadamente* re!a&ionar2se e amar por um !ado* e odiar* reHeitar e retirar2se por outro.uando a outra pessoa est4 numa posição seme!hante* pois então o &onf!ito não é dup!o* mas é um &onf!ito &omposto* .ue o prin&=pio ne"ati%o ainda e(iste ne!es* a posição positi%a é apenas tateante* é tão in&erta e temerosa* tão di%idida* tão defensi%a e apreensi%a .ue!es &om . CAD e(pressa momentaneamente a direção positi%a orientada pe!a união.ua! um !ado porfia em direção B inte"ridade e B união &om as outras &riaturas de muitas formas diferentesG rumo ao amor e B &ompreensão* para a &onsideração* para dar e re&e8er. Em &onse.ue mantém uma !uta interior seme!hante.uer momento dado.ue o mo%imento sadio da a!ma em direção B união era arris&ado e do!oroso e* portanto* retorna ao ne"ati%o e B ne"ação.ua!.uanto maior a ne"ação* maior a dor.uando esse &onf!ito é mu!tip!i&ado por uma se"unda pessoa em &uHos par\metros %o&+ penetra e .T+n&ia disso* e(iste uma dor parti&u!ar* e . Se fosse poss=%e!* apenas a t=tu!o de ar"umento* . aso esti%essem em perfeito e. Isso fi&a infinitamente mais &omp!i&ado . E!as se a!ternam na predomin\n&ia em .uem %o&+ est4 en%o!%ido nesse &onf!ito e a .)-? e i"nora o si"nifi&ado tota! do &onf!ito .ue sur"em de uma situação assim* &om todas as suas &onse. Isso %ai prosse"uindo* por %e#es em a8erta oposição* em8ora em a!"uns momentos possa ha%er uma &onHunção fu"a#. Por %e#es* a direção positi%a de CAD en&ontra a direção ne"ati%a de CYD6 outras %e#es* o&orre o &ontr4rio6 outras %e#es ainda* am8as as &orrentes ne"ati%as estão em ação* am8os se retiram ou se anta"oni#am. / praEer ne:ati%amente orientado Am8as essas direçAes* a positi%a e a ne"ati%a* estão !i"adas ao prin&=pio do pra#er.ue é destroçada por essa !uta* a I!tima ainda sofreria por &ausa de sua prLpria di%isão.ue %o&+ . Portanto* sempre ha%er4 em %o&+ um &onf!ito in&essante no . CYD est4 &om medo dessa e(pressão e* portanto* se retira e reHeita CAD. O &onf!ito %aria de indi%=duo para indi%=duo e* num dado indi%=duo* de fase para fase* e mesmo Bs %e#es de uma hora para outra* por.ue essas .u4drup!o.ue assim se desen%o!%e.ue é 8astante do!oroso . omo isso é muito do!oroso* o prin&=pio de pra#er ne"ati%o se !i"a a esse fato* tornando a dor mais suport4%e!.

Os &oraHosos passos . Jue %o&+s sempre sai8am disso. Fi.ui* meus ami"os* a &ontinuação do Pathwork torna2se mais &!ara e mais &on&isamente definida.ue e(iste no outro* e isso o fa# !i%re6 o se"undo apare&e .ue a&a8ei de e(por.ue todos %o&+s dão t+m um si"nifi&ado. O .ue ainda não tota!mente re&onhe&ido* !i"a2se B sua &ompreensão da ne"ati%idade da outra pessoa.ue .ue e(iste em %o&+s &ontri8ui mais para o pro&esso uni%ersa! de inteire#a . Fi. E ine%it4%e! . Mas então o prin&=pio ne"ati%o de pra#er ainda e(istente* por.ue seHam o8ser%adas. A8ram2se para e!e* pois esse amor é %erdade e essa %erdade é %ida.ue retira da indu!"+n&ia para os sentimentos e as atitudes destruti%as. Tomemos o se"uinte e(emp!o* . ada admissão de a!"o ne"ati%o . Esse é um e(emp!o de &omo isso pode a&onte&er insidiosamente sempre .)-.ue e(istiam. Onde %o&+ sentia in&erte#a e &u!pa ao sentir um atrito &om outra pessoa* %o&+ a"ora e(perimenta uma no%a &a!ma interior* &erte#a de si mesmo e uma força e f!e(i8i!idade .ue os rodeia.ue .ue %o&+ notou no outro a prin&=pio %ai a&umu!ar2se até .ue &onsente no%amente no pra#er ne"ati%o.ue nun&a sou8e .ue as %e!has ra=#es ainda e(istam sem . Suponha .uer . >o&+ se e(perimentou de uma no%a maneira6 em !u"ar de es&o!her a dI%ida in&Mmoda* %o&+ o8tém per&epção do moti%o pe!o .ue* no seu &aminho para a auto2rea!i#aç&ão* %o&+ o8tenha força e auto&onfiança.ua! a outra pessoa se &omporta desse Heito. 'e&e8am esse &a!oroso f!u(o de amor . >o&+ se en&ontra na posição de não .uando um indi%=duo &omeça a se"uir numa direção saud4%e! e &onstruti%a.uando %o&+ pra#erosamente &onsente no erro do outro* e isso* o &e"a. No momento* essa &ompreensão torna2o !i%re* forte e !he d4 mais o8Heti%idade . >o&+ não distin"ue imediatamente entre os dois tipos diferentes de pra#er.ue %o&+ perde a harmonia e a !i8erdade* por. Assim* prossi"am neste &aminho.ua!. >o&+s t+m as ferramentas imediatas para sair em &ampo e des&o8rir o .ue o !ado ne"ati%o* destruti%o e &heio de ne"ação* seHa p!enamente &ompreendido e e!iminado.uerer separar2se do pra#er pre&4rio . E a= . A dire ão negativa e destrutiva não seria tão feroz e tão dif%cil de superar se o princ%pio do prazer não estivesse ligado a ela. >o&+ "osta%a dos seus pro8!emas. A8ençoados seHam* todos %o&+s.uer &oisa ima"in4%e!.ue o %e!ho pra#er ne"ati%o tenha reapare&ido numa no%a roupa"em. emoçAes ne"ati%as a respeito da direção positi%a mais &edo ou mais tarde produ# resu!tados ne"ati%os. E essa %ida é sua6 8asta pedir. A.uanto a si mesmo e B outra pessoa. O .ue Bs emoçAes pro8!em4ti&as a seu respeito.uer .uando %o&+ o8ser%a &om distan&iamento o . Em outras pa!a%ras* o prin&=pio autoperpetuador de per&epção e &ompreensão foi posto em mo%imento. Estes são* então* atri8u=dos B a%entura positi%a* antes . >o&+ &omeça a se &on%en&er a prestar mais e mais atenção aos defeitos e B &e"ueira da outra pessoa* e &omeça inad%ertidamente a "ostar disso. A"ora %o&+ pro"rediu.ue fi#esse* &omo . Isso pode e%o!uir suti!mente* insidiosamente e inad%ertidamente .uem &om $eus` .uem em pa#. A8ençoados seHam.ue a direção ne"ati%a assuma no%amente o &ontro!e depois desses per=odos de possi8i!idade mItua* até .ue pode pro%ar2se Iti! para todos.ue rea"isse* &om a sua ne"ati%idade e dI%ida* %o&+ esta%a ape"ado ao prin&=pio ne"ati%amente orientado do pra#er. $a anti"a maneira* %o&+ poderia ter rea"ido de forma su8missa para a!i%iar a sua &u!pa* ou &om a"ressão hosti! para a!i%iar o despre#o por si mesmo* &ausado pe!a sua in&erte#a. O primeiro %em .

ue essa é uma "rande medida de su&esso* se é .ua! estão fa&e a fa&e &om a sua prLpria destruti%idade.ue tem estado adorme&ida o tempo todo e simp!esmente en&o8erta.ua! pode se o8ser%ar pensando* sentindo e a"indo destruti%amente* en.ue a destruti%idade não ser%e a nenhum 8om propLsito. >o&+ ate sa8e e &ompreende muito profundamente .ue!es dentre %o&+s .ua! est4* a!ém disso* &ons&iente de .uero di#er* uma destruti%idade "era!* penetrante* essen&ia! e duradoura .ueridos ami"os.ue é ainda tota!mente in&apa# de a8andonar essa maneira de ser. A"ora %o&+ est4 enfrentando o pro8!ema de &omo sair dessa situação.ue e(iste ao redor de %o&+s e dentro de %o&+s* forta!e&+2!os e es&!are&+2!os para .ue isso &ausa a sua infe!i&idade* mas .ue ser a!"o oposto a uma força &onstruti%a.I=I8A8'N $2A Q0ICA C/55'0.ue uma força destruti%a tem .ui estão os meus sentimentos .I=I8A8' ' 0'*A.ue ser 8em &ompreendida. Mesmo a. Possam as 8+nçãos da inte!i"+n&ia &riadora* .uanto antes esta%a* na me!hor das hipLteses* apenas teori&amente &ons&iente dessa destruti%idade* e sL podia ima"inar sua presença pe!as manifestaçAes desa"rad4%eis na sua %ida.)-9 AP_T7LO )9 ] P/SI. Muitos de %o&+s des&o8riram a"ora dentro de si mesmos uma &amada na .ue não "osta de ser assim. Mas* para rea!i#ar a se"unda parte dessa fase da sua e%o!ução* isto é* para a8andonar a destruti%idade* a nature#a dessa destruti%idade tem . >o&+ est4 &onfuso por. Eu diria .ua! %o&+ pode se %er a si mesmo pensando* sentindo e a"indo destruti%amente6 na . ontudo* %o&+ se %+ na situação de ser in&apa# de a8rir mão dessa destruti%idade. Os seres humanos estão atre!ados ao pensamento de .' 8' '0'5*IA SaudaçAes* meus .ue não e(iste essa di%isão tendem a pensarG CA.ue estas pa!a%ras e&oem em %o&+s e sir%am &omo materia! para aHud42!os a &ontinuar &om su&esso o &aminho para en&ontrar o Eu >erdadeiro. >o&+ est4 a"ora num estado no . A natureEa da de-truti%idade Não é f4&i! a!&ançar uma &ons&i+n&ia na .ue estamos nessa situação.ue essa pa!a%ra pode ser usadaG estar &ons&iente de .ue teori&amente sa8em muito 8em .ue essa &ondição é tota!mente inIti! e sem sentido* . E eu não me refiro apenas B des&o8erta de uma mera emoção* ao re&onhe&imento de uma hosti!idade moment\nea6 eu . Todo o pro8!ema humano re!ati%o ao &on&eito dua!ista da %ida tem muito a %er &om a fa!ta de &ompreensão da humanidade a respeito de sua prLpria destruti%idade.

Os sentimentos passam de amor para medo e hosti!idade6 de &onfiança para des&onfiança* e assim por diante. omo fa#er isso* meus ami"os< ada pessoa de%e en&ontrar o modo de re&on%erter2se esse f!u(o de ener"ia ao seu estado ori"ina!.ue* depois de terem sido dissipadas as emoçAes ne"ati%as* um no%o &onHunto de sentimentos sur"ir4 &omo se esses no%os sentimentos &onsistissem de uma ener"ia ou de um materia! ps=. ada manifestação . Os pro8!emas persistentes . O des8!o. Se e(istem 8!o. Juando %o&+ fa!a das duas forças* dos dois "rupos de sentimentos* isso é uma mera fi"ura de !in"ua"em* uma maneira de e(pressar dois tipos diferentes de e(peri+n&ias.uanto ta!* .ueada e impedida de f!uir para o seu destino6 o f!uir natura! é 8arrado por difi&u!dades. Primeiro* repetirei . Portanto* e!a produ# tota! pra#er para .ua!.ueios internos .ue Ha#em !atentes* por. Para entender esse pro&esso de modo espe&=fi&o e pessoa!* dis&utirei o mesmo do ponto de %ista de um indi%iduo ana!isando a sua prLpria %ida.uando ne&ess4rio para a &ompreensão de todo esse tLpi&o. Eu "ostaria de ter sentimentos positi%os no seu !u"arD. Ou %o&+ pensa .ue os sentimentos !i"ados a e!e fi&am &omp!etamente entorpe&idos. E!a de%e ser re&on%ertida ao seu estado ori"ina!.ue e!a pode e(perimentar a partir e atra%és da pua força %ita!* em .uer &ons&i+n&ia %i%a* sens=%e! ou per&epti%a.uando é o momento de !idar &om a sua prLpria destruti%idade e ne"ati%idade. Juando seres humanos estão num &aminho de auto2re&onhe&imento* é muito importante .ue e!es &ompreendam espe&ifi&amente . E muito importante . Eu não %ou pronun&iar a. As fa&u!dades do E"o imaturo da &riança tornam imposs=%e! .uer modo .ua! a força %ita! positi%a torna2se uma força destruti%a não %ita!.ue ener"i#a &ada e(pressão da %ida. E!a sL pode ser o fator ati%ador fina!* tra#endo B &ena a &ondição ne"ati%a interior* .)-0 ne"ati%os.ueios anteriores* as &ondiçAes ne"ati%as e(ternas &riarão apenas uma pertur8ação tempor4ria no f!u(o de força %ita!.ue a força %ita! en.uenas en&ontram no am8iente e(terno &ondiçAes . O !o&a! da a!ma no . Na rea!idade* e(iste apenas um poder.ue uma emoção ne"ati%a não pode ser su8stitu=da por uma emoção positi%a diferente. Fina!mente* o poder ne"ati%o torna2se tão insuport4%e! .ue pro=8em o f!u(o natura! da força %ita!* a e(tensão do dano depende de .ue e!a !ide ade. Juanto mais desen%o!%ida essa &ons&i+n&ia* mais p!eno o pra#er .ueios internos.ueio sL pode o&orrer . Todo o or"anismo %i%o S um 8e8+ re&ém2nas&ido* uma p!anta* uma &é!u!a S tende a rea!i#ar essa poten&ia!idade da nature#a. 7ma &ondição ne"ati%a e(terna pode* portanto* Hamais ser tota!mente respons4%e! pe!a &ondensação de ener"ia e pe!a para!isia do f!u(o %ita!.ue se entenda isso* meus ami"os* parti&u!armente . Juando não e(istem 8!o.ue as pessoas tem na %ida resu!tam dessa ener"ia 8!o. Essa mesma força %ita! pode f!uir de forma &onstruti%a* positi%a* afirmati%a* ou pode tornar2se uma &orrente destruti%a* &heia de ne"ação. Estas podem ser internas ou e(ternas S ou am8as.ue opera dentro de toda a &ons&i+n&ia humana.uando não adu!terada* é tota!mente positi%a e afirmati%a.ue não foram e!iminados em e(ist+n&ias anteriores* as &ondiçAes e(ternas ne"ati%as &riarão um forte 8!o. ontudo* essa fi"ura de !in"ua"em é uma e(pressão da &on&epção errMnea* dua!ista* . Juando &rianças pe.ueada.uão !i%res e!as esteHam de 8!o.ue esta possa a&har e(pressão.uadamente &om a &ondição ne"ati%a.ui um dis&urso so8re prin&ipios espirituais "erais6 %ou apenas to&ar ne!es .ui&o inteiramente diferente.uando a re!ação entre as &ondiçAes ne"ati%as internas e e(ternas* respons4%eis pe!o 8!o.ua!.ue se en&ontra%a em estado !atente.ui&a e endure&ida.ueio* é p!enamente &ompreendida.ueio* &on"e!ando a &orrente de ener"ia f!uente e petrifi&ando2a numa massa ps=. Juando esse f!u(o natura! sofre interfer+n&ia* a &orrente ener"éti&a em 8us&a de e(pressão é 8!o.ua! as &ondiçAes ne"ati%as e(ternas ati%am a &ondição ne"ati%a interna !atente é o mesmo ponto no . E(iste apenas uma força %ita! .

ue os seres humanos sentem a respeito de todas as e(peri+n&ias de pra#er.ueado no seu esforço para superar a ne"ati%idade* é e(tremamente importante sentir profundamente em si mesmo o aspe&to pra#eroso dessa ne"ati%idade* sem se importar &om .uando %o&+ o!ha para o pro&esso nos termos da e(p!i&ação .ue a ne"ati%idade pare&e tão dif=&i! de transformar. A !i"ação ou &one(ão entre pra#er e destruti%idade tem sido um fator ati%o na &u!pa "enera!i#ada .uanto B disso!ução da ne"ati%idade. Não é sufi&iente sa8er disso de forma "enéri&a6 o &onhe&imento tem .ue os aspe&tos do!orosos da e(pressão ne"ati%a podem ser a8andonadas* en.ue eu dei. O prin&=pio de pra#er não pode Hamais estar &omp!etamente ausente* mesmo .ue %o&+ H4 %erifi&ou G a %ontade de punir ou de usar a &orrente de força . Isso é muito &ompreens=%e! . Num n=%e! &ons&iente mais superfi&ia!* %o&+ est4 entorpe&ido e pou&o ou nada sente.ue pare&e dif=&i! %ai a&onte&er por si mesmo. Isso* por sua %+* pode ser responsa8i!i#ado pe!o entorpe&imento de todos os sentimentos.ue ser modifi&ada* de modo .Tentemente* reprimi2!o* %o&+ estar4 em posição de permitir . Juando %o&+ meditar so8re isso* %ai se tornar poss=%e! para %o&+ fi&ar &ons&iente do pra#er !i"ado B sua destruti%idade. Mas essas ra#Aes não &onstituem a difi&u!dade mais profunda . E pre&isamente por isso .ue di#G CSe eu for sufi&ientemente infe!i#* isso mostrar4 ao mundo é errado não me dar a.uão dif=&i! seHa dete&tar a nature#a da &orrente %ita!. Seus in"redientes 84si&os sempre permane&em* não importa . Juando o pra#er est4 !i"ado B destruti%idade* esta não pode ser a8andonada6 é a de .ue um no%o &onHunto de emoçAes não %ira do nada* mas .uando no%as . E pre&iso sentir intuiti%amente* e então sentir muito espe&ifi&amente* .ue eu .ue !he &ausa an"Istia &ont=nua< E!a não é uma e(peri+n&ia moment\nea &ausada por uma situação passa"eira* . Jua! é* neste momento* a manifestação e(terna . Em !u"ar de se sentir &u!pado em re!ação a esse pra#er e* &onse.)-1 desa"rad4%e!* pro8!em4ti&a ou "eradora de ansiedade e(perimentada por %o&+s é o resu!tado da repetição do e%ento ori"ina! desta %ida* no .ue na sua ne"ati%idade* parado(a!mente* tanto o pra#er .ui!o .ue a &orrente %ita! id+nti&a possa re&on%erter2se* a ne"ati%idade pode ser dei(ada para tr4s. Isso "era uma situação na .ue se est4 a8andonando a prLpria %ida.ue o pra#er est4 tota!mente ausente desse despra#er.ue ser tra#ido de %o!ta para as suas &ir&unst\n&ias espe&=fi&as.ua!* no n=%e! da sua %ida interior* %o&+ se ape"a i"ua!mente ao pra#er e a destruti%idade* sentindo2se &u!pado e ao mesmo tempo temeroso de am8os.ueada* impedida ou proi8ida e* portanto* transformou2se em despra#er. Seu aspe&to de pra#er sempre e(iste.ue e!e apareça na sua forma distor&ida. Juando %o&+ entender .ueroD.uanta dor %o&+ sente na sua &ons&i+n&ia superfi&ia!.ue apenas a forma de e(pressão tem . Juando se &ompreende .ue a mesma &orrente %ai se manifestar de forma diferente* então o .uanto o despra#er estão presentes ao mesmo tempo. Juando %o&+ est4 8!o.ue então se disso!%e . Pois* &omo pode o pra#er fi&ar !i%re da destruti%idade se am8os são &onsiderados i"ua!mente errados< E* &ontudo* os seres humanos não podem %i%er sem pra#er são uma e a mesma &oisa.ue a &orrente destruti%a se desdo8re* e(presse e re&on%erta a si mesma. Juando %o&+ ti%er entendido . / praEer da ne:ati%idade A"ora* não se pode afirmar &om e(atidão .uanto os aspe&tos pra#erosos fi&am mais fortes* a ne"ati%idade pode se transformar. A difi&u!dade em se %er !i%re da destruti%idade é* natura!mente* de%ida tam8ém a outras ra#oes .ua! a força positi%a do pra#er foi 8!o.

SL então %o&+ %ai rea!mente &ompreender a situação do!orosa e(terior .Tentemente* na sua e(terior* depois do . Por não enfrentar esse fato e &ontinuar a %i%er &om e!e* as &ondiçAes e(ternas tornam2se inso!I%eis6 %o&+ fi&a mais e mais a!ienado da &ausa interna na.ue &onstituem essa mesma destruti%idade. Para reso!%er %erdadeiramente essas &ondiçAes .ueada e est4 portanto distor&ida* e onde a di&otomia pra#er@despra#er produ# uma fi(ação in&ons&iente da e(peri+n&ia de pra#er numa situação ne"ati%a.uais.ue re&riam para sempre &ondiçAes seme!hantes e no%as situaçAes* a ener"ia 8!o.ueio &ausou a destruti%idade .ue nas suas fantasias se!uais mais secretas jazem os segredos dos seus conflitos* 8em &omo a &ha%e para a sua so!ução. Eu tenho dito* &om fre. Isso se ap!i&a a todos os pro8!emas* .T+n&ia adi&iona! de .ueada e para!isada tem .ue &hamamos de ima"ens e .ua! %o&+ fo"e por tem+2!a. onse.T+n&ia* . Sua in&apa&idade em sentir o pra#er no despra#er é o resu!tado da sua !uta &ontra si mesmo e do fato de não "ostar de si mesmo por &ausa dessa distorção espe&=fi&a.)-5 situaçAes sur"em. Se"ue2se .ue se"ue este Pathwork* de%e portanto %o!tar ao seu interior* por assim di#er* e permitir a si mesmo sentir o pra#er da destruti%idade. E!es não podem ser superados até .ue esse nI&!eo seHa e(perimentado.Tentemente* e(iste ne"ação* repressão e mais a!ienação do nI&!eo onde essas &ondiçAes ainda podem ser e(perimentadas e "radua!mente a!teradas.uando %o&+ &omeça* &omo primeiro passo nesta fase parti&u!ar do seu desen%o!%imento* a identifi&ar o aspe&to de pra#er na sua destruti%idade.ui!o . A dor desse 8!o.uer pareçam ou não ter a!"o a %er &om a se(ua!idade. >o&+ tem . Portanto* &ada situação dif=&i! na %ida representa uma fi(ação se(ua! na psi.ua! não ser4 mais um pro8!ema a8andonar a destruti%idade* pois nin"uém pode ser 8em2su&edido forçando2a para !on"e &om a sua %ontade superfi&ia!* sem uma profunda &ompreensão das forças internas .ueada por &ondiçAes e(ternas. Todo pro8!ema tem* ne&essariamente* esse nI&!eo onde a &orrente ori"ina! foi 8!o. >o&+* . Sim* a %ontade de%e* é &!aro* estar presente em prin&=pio* mas ao mesmo tempo* &omo eu disse em tantos outros &onte(tos* a %ontade e(terior sL de%e ser usada para o propLsito de !i8erar os poderes interiores . Não* esses são os pro8!emas na sua %ida &om os .ue a &orrente de pra#er de ener"ia %ita! se manifesta primariamente em %o&+ na.uer pro8!emas se(uais.ue se tornar f!uida no%amente.ue sentir o pra#er !i"ado ao despra#er do pro8!ema. >o&+ então !uta &ontra isso por uma série de ra#Aes* &om a &onse. Juando en&ontrar o para!e!o entre o pro8!ema e(terno e a &orrente de pra#er na sua se(ua!idade* %o&+ ser4 &apa# de f!uidifi&ar no%amente a ener"ia &on"e!ada.ue os pro8!emas e(ternos &omeçam a formar2se e* então* sempre se repetem.ue &hamamos de se(ua!idade* a ener"ia destruti%a e 8!o. A ener:ia -e9ual >loAueada 7ma %e# . Isso %ai torn42!o &apa# de disso!%er a ne"ati%idade e a destruti%idade* e isso* natura!mente* é essen&ia! para a e!iminação do pro8!ema e(terior na sua %ida.ueada.ue!e ponto onde e!a é ainda %i%ifi&ada pe!o aspe&to de pra#er. E isso sL pode o&orre .ue os pro8!emas e(ternos de%em ser sim8L!i&os ou representati%os de &omo a ener"ia se(ua! foi a prin&=pio 8!o.uais %o&+ não pode &he"ar a um a&ordo.ue mais profunda da .ue* ao mesmo tempo* &ontém aspe&tos do prin&=pio do pra#er.ueada &ontém ener"ia se(ua! 8!o. Tudo isso pode pare&er muito teLri&o se %o&+ ainda esti%er !on"e desse ponto* mas no futuro e!e pode ser um di%isor de 4"uas na sua %ida interior e* &onse.ue tornam o desen%o!%imento um pro&esso natura!* or"\ni&o e .ue* B primeira %ista* pode não ter nada a %er &om a sua %ida emo&iona! ou &om .

>o&+ não pode reso!%er essa di&otomia* a menos . Façam uso de!es* tri!hem esse Pathwork para o prLprio nI&!eo do seu Ser Interior.ue torna a per&epção do pra#er tão Ini&a e espe&=fi&a em re!ação ao despra#er< 'ESPOSTAG E sa8ido . Esse é um pro&esso e%o!uti%o dentro de %o&+* e(atamente a. Juando %o&+* . Juando des&o8re onde %o&+ %io!a o seu prLprio senso de de&+n&ia e honestidade* %o&+ pode destran&ar a porta .ue da dor.ue %o&+ teme o pra#er .ue 8em no fundo de si mesmo tem o pra#er &omo um peri"o* de%e per"untar2seG CEm . Portanto* a forma ne"ati%a é o Ini&o meio pe!a .ue não é estor%ado pe!a dor.ue ponto eu não sou honesto &om a %ida ou &omi"o mesmo< Onde eu trapa&eio< Onde eu preHudi&o a minha inte"ridade<D Essas 4reas mostram pre&isamente onde* por.ui.ui e a"ora.ue est4 nesse Pathwork* des&o8re . A!"uma per"unta< PE'/7NTAG O .ue mostrei a.ue pode ser ati%ada da maneira espe&=fi&a .ue f!uem na sua direção. .ui!ador . Assim* a destruti%idade disso!%e2se a si mesma.ue a persona!idade &omprometeu sua inte"ridade e ainda e(iste impure#a* desonestidade* en"ano e ma!=&ia na psi.uer um de %o&+s .ue %o&+ sinta as suas prLprias distorçAes e o modo &omo e!as são uma %a!iosa ener"ia %ita! .ue o pri%a de!e* %o&+ pode fa#er a!"o a respeito* fa#endo a si mesmo as per"untas pertinentes e* depois* identifi&ando os e!ementos de 8!o.ueio. Em outras pa!a%ras* na medida em . Fi.uase ani.ue fe&hou seu a&esso B transformação do pra#er ne"ati%o e o forçou a reHeitar o pra#er .ue mer"u!he fundo dentro dos seus pro&essos ps=.ue ser reHeitado.ue* o puro pra#er ne&essariamente ser4 reHeitado.ue "rau o puro pra#er tem .ue e em . O pra#er tota! é temido por uma ra#ão muito importanteG o pra#er supremo da &orrente &Lsmi&a de ener"ia pare&e ine%ita%e!mente insuport4%e!* assustador* esma"ador* e .ue %4 fundo o 8astante para sondar as suas reaçAes des&o8re este fato espantosoG %o&+s t+m mais medo do pra#er do .uando a persona!idade ainda est4 !i"ada B ne"ati%idade e B destruti%idade. A8ençoados seHam* &ada um de %o&+s6 re&e8am a força e o poder . E!a não é atirada fora de!i8eradamente &omo um manto* nem os sentimentos &onstruti%os são produ#idos por um ato %o!unt4rio seme!hante. Jua!. >o&+s .ua! a entidade pode e(perimentar pe!o menos um pou&o de pra#er. Essa é a sa=da.uando ainda est4 &heio de &onf!itos e pro8!emas &uHa nature#a %o&+ não &ompreende.ue não %erifi&aram esse fato em si mesmos podem a&har isso ina&redit4%e!* pois &ons&ientemente se ressentem do despra#er não pode rea!mente ser deseHado. Possa o seu entendimento &res&er de forma .ue não é a %ida .ue estão no Pathwork .ui&os para sentir pra#er no despra#er. Juando %o&+ &ompro%a para si mesmo .))harmonioso.ue teme e reHeita o pra#er e .uem &om $eus.

aso não a8ra mão de!a* %o&+ rea!mente %ai pre&isar da i!usão de . >o&+ espera a!&ançar a 8em2a%enturança sem enfrentar esse aspe&to de si mesmo .ue esteHa rea!mente en%o!%ido ne!e* %o&+ fata!mente %er4 .uer manter. Porém* em "raus %ariados* a &riação ne"ati%a &ontinua em ação na psi. $e%e ser dif=&i! a&reditar nessa %erdade .I=I8A8' SaudaçAes e 8+nçãos para todos* meus ami"os.))) AP_T7LO )0 ] C/2/ ='0C'5 A 0'*A.uais . E(iste todo um mundo de diferença entre uma &rença inte!e&tua! nesta fi!osofia e a per&epção &!ara e pre&isa de .ue tanto dep!ora. Em pa!estras re&entes fa!amos so8re a &riação ne"ati%a* .ua!.ue a&eita e respeita a si mesmo sem a8andonar tudo o . Por.ue. Espera tornar2se um ser humano .ue as pessoas tam8ém &riam de forma 8astante &onstruti%a.ue dep!ora é &ausada por atitudes ne"ati%as .ue a prLpria infe!i&idade .ue é um pro&esso em &urso em todo ser humano.uerem permane&er ne!e. .ue os outros a &ausam.ue %o&+ %+ na so&iedade não tenham e(ist+n&ia rea!.ue %o&+ &ria ne"ati%amente* de .ue e(pressa um &erto "rau de desen%o!%imento.ue é tarefa da humanidade nesta Terra !utar para sair dessa &riação ne"ati%a e tornar2se &ada %e# mais !i%re das suas amarras.uer pro&esso &riati%o toma &onta das pessoas de maneira ta! .ue e!as . Sim* e!es e(istem.ue os outros !he &ausam isso* outras pessoas a .ue é e(atamente assim.ue %o&+ &u!ti%a em se"redo e as . Isso não é f4&i!* pois a fas&inação de .uem %o&+ pode &u!par por supostamente %itim42!o.uanto %o&+ &ontinua disposto a não a8andonar a ne"ati%idade. >o&+ não é* Hamais* uma %=tima ino&ente* e a produção ne"ati%a a sua e a de muitas outras pessoas. Porém* uma %e# . Isso si"nifi&a .ue* &aso esti%essem !i%res de!a* %o&+s não seriam humanos6 não %i%eriam neste p!ano de &ons&i+n&ia* .uando %o&+ ainda est4 no &omeço de um &aminho &omo este Pathwork. A humanidade é !i%re até &erto ponto* de forma . Essa per&epção é &ho&ante e do!orosa a prin&=pio* mas apenas en.ue %erdadeiramente ser%e de entra%e B sua inte"ridade.ue foram des%endados por muitos de %o&+s* so8 %ariadas formas. Esse é um dos fre. Isso não si"nifi&a .ue a torna inatin"=%e!. Assim %o&+ %i%e a i!usão de .Tentes Ho"os de fin"imento . Minha função a"ora é aHud42!os* passo a passo* a diminuir ainda mais a força do seu en%o!%imento ne"ati%o &om pro&essos &riati%os distor&idos. ontudo* e!es não poderiam afet42!o %erdadeiramente &aso %o&+ não esti%esse* profunda e ainda in&ons&ientemente* &ontri8uindo para esses mesmos pro8!emas so&iais .ue os pro8!emas .

E pre&iso . No se"undo passo* %o&+ ainda est4 separado dos efeitos.ue não pode preHudi&ar a si mesmo sem tam8ém preHudi&ar outras pessoas* da mesma forma .ui!o .uerer a8andonar a ne"ati%idade.ua! %o&+ pode e(pandir2se de forma fe!i# e sem &u!pa* sem pa"ar o a!to preço .uer a metade da difi&u!dade e Hamais en&ontra tanta resist+n&ia . E impens4%e! .ue tudo isso !he a"rada* . En. O ter&eiro passo é a&har o seu &aminho tra8a!hando* &om perse%erança* atra%és das &onse.ue a"ora pa"a pe!a &riação ne"ati%a. O se"undo passo é . Outro aspe&to ainda do ter&eiro passo é a pro&ura da &ompreensão de .ue torna poss=%e! o deseHo de a8andonar a ne"ati%idade é a e!a8oração e(ata das re!açAes de &ausa e efeito* e a %isão dos resu!tados e &one(Aes. Toda%ia* o passo nImero tr+s não apresenta se. E e%idente . O .ue %o&+ pa"a por e!e* por. O e!o de união entre &ausa e efeito &ontinua ausente.ue %o&+ mais dep!ora em si mesmo e na sua e(peri+n&ia de %ida diretamente é resu!tante de!a.ue %o&+ sL pode fa#er ma! a si mesmo.ue o afete de forma ad%ersa não afete tam8ém as outras pessoas.uer &oisa . O se"undo passo ta!%e# seHa o mais dif=&i! de atin"ir6 e!e &ertamente &onstitui a mais dr4sti&a mudança na per&epção de si mesmo e dos pro&esso da %ida.ue pa"a por isso para fi&ar %erdadeiramente moti%ado a .r).uanto o passo nImero dois. Juando %o&+ &omeça a des&o8rir o mesmo fas&=nio em &riar de forma positi%a ou de forma ne"ati%a* desta %e#* porém não desfi"urada por sofrimento* &u!pa* medo e . >o&+ pre&isa %er . O ter&eiro passo &onsiste tam8ém em %er .ue . A per&epção e &ompreensão pre&isa dos efeitos danosos .ue %o&+ en(er"ue o preço e(or8itante . $e fato* o mesmo pra#er ser4 transferido para a &riação positi%a* na .T+n&ias e ramifi&açAes e(atas da sua produção ne"ati%a* sem en&o8rir nenhum deta!he* nenhum efeito* mesmo . Mas é i"ua!mente importante per&orrer até o fim o passo nImero tr+s pois sem e!e não h4 moti%ação para mudar. >o&+ %er4* então* .uestionar* no mais profundo do seu ser* os seus sentimentos e reaçAes parti&u!ares em re!ação a essa produção ne"ati%a e a sua prLpria intenção de!i8erada e es&o!hida.ue &o!atera!. Não %ai adiantar a!i%iar a &u!pa pe!a sua &riação ne"ati%a* di#endo .ue dep!ora na sua %ida.ua! %o&+ pare&e estar tão ine(or4%e! e ine(tri&a%e!mente preso.ue tem .ue a &ausa é a sua destruti%idade e admiti2!a* porém não %+ ainda a !i"ação desse fato &om tudo o .&orma. >o&+ sa&rifi&a a a!e"ria* a pa#* a auto2estima* a se"urança interior* a e(pansão e o &res&imento* o pra#er em todos os n=%eis do seu ser* e uma e(ist+n&ia si"nifi&ati%a e sem medos.ue %o&+ não .para encontrar a -aída Eu "ostaria de dis&utir os %4rios passos para .ue essa produção ne"ati%a tem so8re %o&+ e so8re os outros de%em fi&ar muito &!aras.ue o pra#er o8tido &om o fato de ser destruti%o em seus sentimentos e atitudes não é a.uerer a8andon42!a.ue o pra#er .ue %o&+ en&ontra a= a!"um tipo de pra#er e não deseHa a8andon42!o.ue ser a8andonado.ue o primeiro passo &onsiste em !o&a!i#ar* determinar* re&onhe&er* a&eitar e o8ser%ar as suas prLprias atitudes ne"ati%as.uer a8rir não disso.uanto essa !i"ação não for esta8e!e&ida* %o&+ não pode rea!mente .ue %o&+ o8tém da sua produção ne"ati%a não %a!e nun&a o preço e(or8itante .ue %o&+ en&ontre a sa=da do !a8irinto formado pe!a sua prLpria i!usão e &riação ne"ati%a* no .ua!.ue não pode fa#er ma! aos outros sem ser atin"ido. O Ldio a si mesmo* por e(emp!o* sempre se manifesta* tam8ém* &omo in&apa&idade de amar ou mesmo &omo uma &ompu!são para odiar.))3 . Não é sufi&iente ter &ons&i+n&ia do fato de ser de!i8eradamente destruti%o6 é pre&iso admitir . >o&+ pode %er .ue tudo o .

A artifi&ia!idade desse pape! de%e ser desmas&arada. Para se es&onder dos outros S e prin&ipa!mente de si mesmo S %o&+ produ# a!"o .uando se aferra ao fa!so pape! . Atra%és da meditação e da pre&e* formu!ando pensamentos de!i8erados de %erdade a respeito de todo esse assunto e imprimindo2os no seu materia! ps=.ue não e(istem pa!a%ras para des&re%+2!o.uirir4 &ons&i+n&ia da sua .ue são atra%és do fin"imento* não importa o . Na %erdade* não poderia ser de outro modo uma %e# .ue e!e e!imina a sua de!i8erada destruti%idade* é a primeira &amada .ua! %o&+ sL pode perder* .ue se en&ontra dissimu!ado por tr4s de!e. Se %o&+ se es&onde e o seu pape! é o de ser perse"uido pe!o Ldio e pe!as inHustiças a&usaçAes dos outros* nessa fa!sa idéia Ha# o seu prLprio Ldio. 'efira2se a esses papéis em frases simp!es .ue e!e não é nada da.ue %o&+ entretém &om a %ida* Ho"o no .ue %o&+ pretende .ue é o %erdadeiro pro&esso de re&riar a su8st\n&ia da a!ma. Esse é apenas um e(emp!o.uanto tente.ui!o . >eHa se pode per&e8er &omo pape! . Pap?i.ue estão destinados a e(pressar.ue %o&+ adota* na i!usão de . Fin"ir ser uma %=tima do Ldio a!heio é e!a mesma uma atitude de Ldio.ue o&u!tar.ui!o . E!as sempre mostram o oposto da.ue %o&+ usa para es&onder a sua destruti%idade. Então %o&+ pode &omeçar a dar os passos . Mas %o&+ pre&isa ana!is42!o &om e(atidão e &ompreend+2!o para %er . A fa&hada do pape! nun&a é intrinse&amente diferente da.ue des&re%am a.ue o&u!ta* mas tam8ém para pMr a nu os seus %erdadeiros aspe&tos e o . A ener"ia &riadora ne"ati%a est4 tota!mente en%o!%ida na ima"em apresentada.ue %o&+ não pode es&onder a ener"ia de &orrentes da a!ma6 não pode fa#+2!as diferente do . ontudo* o pape! assumido &ontém os mesmos aspe&tos .ue e!e en&o8re.ue sL em fin"ir ser uma %=tima.ue %o&+ se desi!uda em re!ação B ima"em .ue %o&+ re&onheça a destruti%idade e a ne"ati%idade so8 %4rios tipos de fa&hadas os fin"imentos* as defesas* os Ho"os* as auto2ima"ens idea!i#adas* as formas espe&=fi&as de ne"ação .ue es8o&ei a&ima.ui!o . E!e sempre !he pare&e ser 8om de a!"uma maneira* mesmo .ue ser e(posto* não sL para re%e!ar o .ue en&o8re atitudes destruti%as* tanto mais fi&ar4 moti%ado a a8andonar tudo isso. E muito importante .uanto não esti%er disposto a o!har o .)): a&usaçAes* o mundo se a8re adiante &om ta! 8e!e#a e !u# . O pape! ou Ho"o . O prLprio Ho"o tem .ue e!es rea!mente si"nifi&am. >o&+ %ai forta!e&er a sua %ontade. >o&+ pro%ar4 o "osto de ser o &riador da %ida . Eu su"iro . / Auarto pa--o Juanto mais per&epção %o&+ ti%er do Ho"o .ue es&o!her.ue supostamente é muito no8re é tão destruti%o . >o&+ ad.ue proHeta no mundo e de &uHa %era&idade tenta ardentemente &on%en&er2se a si mesmo.uanto o .ue pare&e ser o oposto da.ue seHa.ui!o . Isso %ai !e%42!o ao . A!"umas %e#es* esses passos se so8repAem.ue %o&+ tenta tão ardentemente o&u!tar. O pape! assumido torna2se &omo . Todas essas m4s&aras são hipL&ritas.ue es&o!heu.ue %o&+ tome a!"um tempo a"ora para identifi&ar os %4rios papéis .uarto passo* . E!e é meramente um h48ito .ue de%e ser &onfrontada.ue uma se"unda nature#a* mas e!e não tem nada a %er &om %o&+.e Po:oPara fa&i!itar a des&o8erta desse e!o de !i"ação da fas&inação positi%a &om a &riação* ser4 pre&iso .ui!o .ue e(iste por tr4s de!e.ue %o&+ reHeita e não apre&ia em si mesmo.ui&o* a re&riação &omeça e &ontinua B medida .ue %o&+ não pode a8andonar en.ue %o&+ se torna mais adepto.

ue %enho dis&utindo a.ue e(istem em %o&+* para .ua!.ui!o . E!e é um h48ito &u!ti%ado.ui!o .uerer %er o .ue fi#eram* e da sua re&usa de %er as suas fa!has &omo nada a!ém de um ato de!i8erado de Ldio &ontra %o&+. . A formu!ação dessa intenção e o ape!o aos poderes superiores .ue atitudes destruti%as permane&em i"noradas ou into&adas* %o&+ %i%e numa am8i%a!+n&ia do!orosa* pois Hamais poder4 se"uir numa direção positi%a.ue !he &ausa pra#er demorar2se so8re tudo isso no seu interior e não modifi&ar a sua perspe&ti%a e atitude* ou sentimentos* %o&+ pode &omeçar a re&riar.ue prestem aHuda* é o .ue seHa o disfar&e . Se fosse assim* na maioria dos &asos* essa &riação seria tota!mente imposs=%e!. Mas no momento em . Juando &riar* formu!e suas frases de forma 8astante &on&isa.ue %o&+ en&are as suas ne"ati%idades e hipo&risias mais profundas. E!as &ontinuam se es&ondendo e sempre .ue %o&+ .uatro é diri"ir uma per"unta &on&isa ao seu interiorG CJue a8orda"em posso usar para %i%er a minha %ida sem fin"imentos< omo %o&+ se sente in%entando me!hores maneiras de responder Bs e(peri+n&ias da %idaD< em resposta a essas per"untas* a!"o no%o %ai e%o!uir. O positi%o não e(i"e esforço. Esses são os passos para uma purifi&ação mais profunda e %ita!. E dif=&i! demais fa#+2!o so#inho.u+ não fun&iona e a. Muitas são as pessoas .ue !he pareçam mais naturais. O sentimento de ter sido ferido sur"e a prin&=pio &omo a!"o muito rea! e fa#2se ne&ess4ria uma sonda"em mais profunda para des&o8rir .uerer estar em uma %erdade mais profunda* a8andonar essas fa!sidades e en&arar a %ida &om atitudes %erdadeiras e honestas.ua!. Essas afirmaçAes* se feitas &om &on%i&ção* t+m "rande poder &riador.uer aHuda ati%a.uerem "a!"ar a!turas espirituais mas . Juando %o&+ %+ a fa!sidade das suas pretensAes* %o&+ pode então se !em8rar de . Esta é impens4%e! sem .ue a8andonar o ne"ati%o* . A &riação ne"ati%a e as atitudes destruti%as são artifi&iais e forHadas* mesmo . Juando %o&+ per&e8er .uer .uer outro nome .ue se passe por esses .ue não pre&isam de nenhuma o&u!tação. A auto2 rea!i#ação* ou ato de tornar2se %erdadeiro* ou ainda a &he"ada ao seu &entro espiritua!* ou .ue se tornou uma se"unda nature#a para %o&+* é um esforço "rande demais.ui. Outra parte do passo nImero . E!e pare&e e(&essi%o por.ue %o&+ fa# não fun&iona* di"a por. E o mesmo pode ser dito dos papéis .ue o . ada re&onhe&imento o8Heti%o dos seus fin"imentos permite2!he .ue e!a pode se desen%o!%er* se re%e!ar no momento em .ua!.ue a8ri"am a i!usão não e(pressa de .ue est4 por tr4s da sua fa&hada parti&u!ar* da sua atitude de a&usação e de sentir2se %=tima* .ue são &onfrontadas &om a sua prLpria %erdade intra"4%e!* fo"em.ue e!e não é a8so!utamente %erdadeiro.uatro passos* assim &omo tam8ém é impens4%e! sem .ue se re&e8a .uarto passo.ue o enfrentamento desses aspe&tos do seu ser posse ser e%itado* &ontornando* i"norado ou afastado por a!"um meio espiritua! Cm4"i&oD.uadas e "enu=nas .ue a &riação positi%a H4 est4 a= no seu interior e .ue* ao a8andonar a ne"ati%idade* %o&+ &ria uma positi%idade .ue &riar positi%amente é rea!mente muito mais f4&i! e natura!G trata2se de um pro&esso or"\ni&o. Sempre .uer fa#er de forma diferente. >o&+ %er4 então .))? tentati%a de e(a"erar e de reso!%er %e!has feridas para punir de!i8eradamente outras pessoas por a. Afirme .ue o empurrou para 8ai(o durante toda a sua %ida S e em muitas outras %idas antes desta.ue é a!"o &omp!etamente no%o. Nesse pro&esso de re&riação* %ão sur"ir fa&i!mente da sua %erdadeira nature#a reaçAes saud4%eis* ade.ue podem e%itar enfrentar o .ue %o&+ desempenha.ue %o&+ pensa .ue %o&+ esteHa a"ora tão a&ostumado a e!as .ue isso for permitido* a8andonar a ne"ati%idade &on%erte2se no a!=%io de um pesado fardo .ueira usar para des&re%er o o8Heti%o de toda a %ida* não pode o&orrer a menos .ue %o&+ per&e8e .ue seus pais !he fi#eram* ou .ue .ue %o&+ ainda &r+ .ue %o&+ . E pura i!usão esperar S &ons&iente ou in&ons&iente S .ue isso assuma. d primeira %ista pare&e .

ueremos di#er pre&isamente isso.ue %o&+ pre&ise de!a6 não apenas os poderes da força e da ener"ia &riadora* sentimentos de 8em2a%enturança* a!e"ria e pra#er supremo estão a&ess=%eis a %o&+ em todos os n=%eis* mas tam8ém* e(atamente de8ai(o da. SeHam a8ençoados.ua!. A prin&=pio* e!a %ai 8ri!har apenas em a!"uns momentos.uer momento . No de%ido tempo* e!e %ai se manifestar &omo o seu &!ima interior permanente. Juando di#emos .ue $eus est4 dentro de %o&+* . 7ma f!e(i8i!idade e uma &riati%idade no rea"ir H4 e(istem por tr4s dos fa!sos papéis e dos fin"imentos* a!ém do dom=nio da destruti%idade. Então e!a ir4 pro%ar .)). Não apenas a &ons&i+n&ia maior* &om infinita sa8edoria da ordem mais pessoa!* est4 ao seu a!&an&e a .ue %o&+ est4 enfermo &om a sua ne"ati%idade e(iste uma no%a %ida na . . reio .ua! todas as reaçAes a todas as poss=%eis &ontin"+n&ias são &!aras* fortes e inteiramente satisfatLrias e &orretas para &ada o&asião. So8 o seu amorte&imento e(terior H4 e(iste uma %i%a&idade 8or8u!hante. Amor e força são derramados so8re todos os presentes.ue!e ponto em .ue é de %ita! import\n&ia na sua e%o!ução pessoa!.ue a maioria de %o&+s pode sentir a import\n&ia desta pa!estra* espe&ia!mente se for usada em refer+n&ia B %ida de %o&+s em !u"ar de uma mera dis&ussão teLri&a.

'.ue estão em 8us&a de resposta para . E este* para .ue é a nossa prLpria ne"ati%idade in&ons&iente . A6 >s profundezas da alma.ue seHa %erdadeiramente efeti%o* de%e tam8ém !idar &om a psi. v6 >s ra%zes e >s alturas. em toda a arte e filosofia e em toda a vida humana.ue!e .ue 8us&a. Y!akneO. e!presso em todas as religi$es.he 0e3creating of the <ndividual. Trad. o lugar secreto do Alt%ssimo. Outras &omeçam a tri!har o &aminho por. pois tudo o que /eus pode fazer est6 concentrado ali.5A0S6/52A3D/ E!iste um grande e universal desejo do g&nero humano. As partes pre&edentes deste !i%ro ensinaram2nos &omo e(aminar a nLs mesmos e &omo penetrar so8 a M4s&ara da nossa auto2ima"em idea!i#ada.ue de%e e(istir uma &han&e para a o&orr+n&ia de uma mudança %erdadeira e profunda.ue se"uem por esse &aminho de%em !idar &om am8os os !ados* o psi&o!L"i&o@emo&iona! e o espiritua!.ue a.B Portanto* o o8Heti%o prin&ipa! do Pathwork não é apenas o8ter auto&onhe&imento6 é mudar* transformar3se6 e essa mudança é tanto psi&o!L"i&a . ) 3 Yeatri&e Nink!e* . pois não é poss%vel conhecer a /eus sem primeiro conhecer3se a si mesmo.ue &ausa os pro8!emas da nossa %ida. Esta %erdade não é no%a6 eis a. Esse &onhe&imento é ne&ess4rio* se é .ue outros ini&iam a!"um tipo de psi&oterapia S de%ido B infe!i&idade e B insatisfação &om as suas %idas. Todos os . Yeatri&e Nink!e) Muitas pessoas in"ressam num &aminho espiritua! &omo o Pathwork pe!a mesma ra#ão por . gI>* Meister E&khartG 'ara chegar > ess&ncia de /eus em toda a sua grandeza é necess6rio antes pelo menos penetrar na ess&ncia de si mesmo.ui uma e(pressão de!a* pe!o teL!o"o e m=sti&o do Sé&.))9 PA'TE : ] . . Nar&ourt* Yra&e* )53:. O tra8a!ho psi&o!L"i&o* &aso %4 sufi&ientemente !on"e* torna2se24 ine%ita%e!mente tra8a!ho espiritua!. omo tenhamos então a &ora"em de &omeçar a %i%en&iar todos os nossos sentimentos reprimidos* &he"aremos* &om o tempo * a sa8er .uestAes %itais. Nesta Parte :* %o!tamos nossa atenção para a .uanto espiritua!. a vontade de ir além daquilo que voc& é agora. Meister E&khart.uestão de &omo podemos rea!i#ar a autotransformação.

ue!aD. Poder2se2ia di#er . CNa estrutura do Pathwork* a a8orda"em psi&o!L"i&a é apenas uma .ue esse ponto é o m4(imo .ue é a C ons&i+n&ia MaiorD< Ou me!hor* o . : Pa!estra Pathwork nP 3-?. E(istem* porém* dois n=%eis a!ém desteG o transpessoa! e o unifi&ado. CA se"unda e mais importante fase &onsiste em aprender &omo ati%as a ons&i+n&ia Maior .uer di#er a frase Co senso de identidade da pessoa &omeça a mudarD< E(istem diferentes n=%eis de &ons&i+n&ia humana e diferentes tipos de tra8a!ho são ne&ess4rios em &ada um desses n=%eis* no de&orrer do !on"o pro&esso de despertar* de tornar2se mais e mais &ons&iente* de tornar2se i!uminado. Na meditação do Pathwork a pessoa primeiro de%e ter aprendido a des&er a8ai(o do n=%e! usua! do ru=do menta! e* então* a permane&er num estado de profunda .u=%o&os* atitudes destruti%as* defesas a!ienantes* emoçAes ne"ati%as e sentimentos para!isados* o . E nessa fase do tra8a!ho .ue permane&em para!isados e resistentes* ainda .ue* in&ons&ientemente* ne"4%amos.ue rea!mente .ue e(iste no Eu Inferior e a dia!o"ar &om e!a. O /uia de&!arouG CO Pathwork não é psi&oterapia* em8ora a!"uns de seus aspe&tos de%am ne&essariamente !idar &om 4reas tam8ém in&!u=das no es&opo da.ue esse é o pro&esso de tornar2se CmaiorD* pois estamos reinte"rando e re&!amando mais de nLs mesmos. d medida .ue tinha estado aprisionada na ne"ati%idade torna2se no%amente dispon=%e! para a e(pressão %ita! positi%a. A maioria das terapias pare&e a&reditar . Porém* as I!timas pa!estras do Pathwork &on&entram2se no tema de &omo !idar &om os padrAes ne"ati%os .ue o tra8a!ho prosse"ue* &he"a2se fina!mente ao est4"io .ue ha8ita no interior de &ada a!maD:. Nesse estado de si!+n&io pode2se aprender a ou%ir &!aramente a %o# da &riança .ue se pode a!&ançar6 . O primeiro é prin&ipa!mente psi&o!L"i&o e emo&iona!6 ne!e aprendemos a nos tornamos um tipo diferente de ser humano S tendo en(er"ado e a8andonado nossas atitudes* &renças* medos e &omportamentos derrotistas e sa8otadores de nLs mesmos.ue e!e é simp!esmente a8andonado6 desapare&e. O se"undo n=%e! é predominantemente espiritua!. E!e en%o!%e uma mudança radi&a! de identidade* a!ém da persona!idade e até mesmo* pode2 se di#er* a!ém da &ondição de ser humano. NLs re3identificamos &omo perten&entes a nLs aspe&tos . CO Jue é o Pathwork<D .uado de um tipo espe&=fi&o de meditação. Lo"o .ue A8raham Mas!ow denominou auto2rea!i#ação. A. O .))0 O pro&esso de mudanças a&onte&e em dois n=%eis. Muitas mudanças psi&o!L"i&as e emo&ionais o&orrem simp!esmente no &urso do pro&esso de a. 7ma parte do nosso &omportamento derrotista &he"a a ser %ista tão &!aramente* e a dor &ausada por e!e é tão fortemente sentida* .ue nLs mesmos &riamos e reinte"rar a. Ou* mais pre&isamente* a ener"ia .uestão se&und4ria* uma forma de transpor o8struçAesD. Esse est4"io fina! do tra8a!ho depende "randemente do uso ade.ue atin"i2!o p!enamente representa o fim 8em2su&edido do pro&esso de &res&imento. CEm &ontraste* o Pathwork sL adentra a sua fase mais importante depois de &on&!u=do esse primeiro est4"ioD.ue!as partes de nLs .ue se !ide &om &onfusAes* &on&epçAes errMneas interiores* e.ue re!e"amos B som8ra.uietude.ue a psi&o!o"ia tam8ém tenta fa#er e &o!o&a mesmo &omo seu o8Heti%o fina!D.uisição de auto&onhe&imento.ue &omeçamos a sair do nosso sono a&ordado* do nosso transe &onsentido* de%emos penetrar as i!usAes . CE essen&ia! .ui tam8ém é poss=%e! esta8e!e&er &ontato &om a sa8edoria e a força do Eu Superior e re&orrer a e!as.ue o senso de identidade da pessoa &omeça a mudar.ue pareçam ter sido p!enamente ana!isados e &ompreendidos* &omp!etamente sentidos* assumidos e repudiados.

ue* em8ora CeuD tenha Cpro8!emasD* h4 um Eu mais profundo . A pessoa des&o8re um &entro &a!mo e si!en&ioso no seu interior* o . São Pau!o.ue o /uia transmitiu o Pathwork para E%a Pierrakos* do .ue e(istem &a!mamente o tempo inteiro* mesmo atra%és da %ida e da morte. Não estou mais tra8a!hando para reidentifi&ar partes minhas .ue e(iste so8 o n=%e! dos pro8!emas* .ue uma parte de mim est4 fa!ando a uma outra parte de mim mesmo. Mas na %erdade é poss=%e!* no &!=ma( de momentos de e(peri+n&ia* ou de autotrans&end+n&ia* ou ainda de meditação profunda* rea!mente sentir a si mesmo &omo um ser . Então* depois desse &uidadoso e(ame da ne"ati%idade pessoa!* &on&!u=mos &om uma pa!estra . Isso pode ser 8astante &onfuso* até mesmo fantasma"Lri&o* por a!"um tempo.ue fa# a a8ertura para a %astidão do espaço interior e des&re%e &omo esse espaço pode ser preen&hido &om o Esp=rito Santo.ue a!"uém fa!a a CmimD. UA consci&ncia sem Dronteiras.ue %i%e nesse p!ano espiritua! de e(ist+n&ia.ue e!a tem* aninhado nos mais profundos re&essos do seu ser* um Eu .uando o Eu pessoa! tem a&essos de rai%a ou ata. Eu não sinto mais . Antes* tenho um sentimento &res&ente de .ua!idade. )3:.V enter Pu8!i&ations* )505* p. Portanto* uma mudança suti! a&onte&eu. Antes* a"ora estou en"aHado num pro&esso de des2identifi&ação6 estou des&o8rindo &ada %e# mais &!aramente .ue!e . Na medida em . Não é .ue eu pareço mais e mais ser essa ons&i+n&ia. Editora . omo afirma hen ei!8erG CA pessoa média ou%e &om in&redu!idade .ua! %em toda re%e!ação %erdadeira. AP_T7LO )1 ? hen ei!8er* 9o Coundar(.ue &one&ta a um mundo a!ém do tempo e do espaço &on%en&ionaisD ?.))1 No n=%e! transpessoa!* a pessoa &omeça a %i%en&iar a e(ist+n&ia de dom=nios a!ém do humano e a possi8i!idade de fa#er &ontato &om esses dom=nios.ue se empenha numa 8us&a espiritua!* o resu!tado mais pr4ti&o do atin"imento desse n=%e! de &ons&i+n&ia é .uando se afirma .ue pre&ede os pro8!emas* .ues de ansiedade.ue eu reHeitei.ue aumenta o espaço de tempo em .ua! e(iste durante todo o tempo* mesmo . u!tri(.ue trans&ende a sua indi%idua!idade e . O tra8a!ho nesse n=%e! transforma2se mais e mais num pro&esso de afastamento das preo&upaçAes da persona!idade indi%idua! e no aprendi#ado de &omo testemunh42!as &om serenidade.ue se pode &omeçar a %i%er se"undo a orientação de um "uia interior6 pode2se esta8e!e&er uma !i"ação &om esse n=%e! de maior sa8edoria e de!e re&e8er instruçAes so8re &omo %i%er a %ida de modo a a!&ançar maior satisfação. Para a. As pa!a%ras desta seção tratam de meditação* disso!ução de medos* identifi&ação &om Eu Espiritua! e transição para a inten&iona!idade positi%a. Foi a partir desse n=%e! .ue a!"uma C ons&i+n&ia MaiorDesteHa me en%iando uma mensa"em mas* antes* . Mas* &om o passar do tempo* dei(a de ser um transtorno6 &om o tempo* produ#2se a sensação de um mara%i!hoso e pra#eroso re"resso ao !ar.ue eu %i%o nessee n=%e!* a e(peri+n&ia de re&e8er essa orientação &omeça a mudar de .

E ne&ess4rio . Essas e outras formas de meditação podem ter mais ou menos %a!or6 porém* a minha su"estão para os ami"os .ue destrLi a fe!i&idade* a rea!i#ação e a inte"ridade.ue o&orra uma interação &onstante entre esses tr+s n=%eis* o .ue re.ue o $i%ino f!ua por se mesmo.ui&as.5RS =/<'SN '*/( '$ I06'5I/5( '$ S$P'5I/5 SaudaçAes a todos os meus ami"os a.uanto o Eu 7ni%ersa! Superior* supra&ons&iente.ui presente.ue %isam prin&ipa!mente aumentar o poder de &on&entração6 em outro tipo de meditação* as !eis espirituais são &ontemp!adas e tornadas o8Heto de profunda ref!e(ão.A3D/ PA5A . Kamais !he ser4 poss=%e! &riar a inte"ridade B . A esses tr+s n=%eis fundamentais da persona!idade podemos &hamarG Q)R O n%vel do Ego consciente* &om todo o &onhe&imento e %ontade &ons&ientes6 Q3R O n%vel da Erian a ego%sta inconsciente* &om toda a sua i"nor\n&ia* destruti%idade e todos os seus protestos de onipot+n&ia6 e Q:R O Eu -niversal supraconsciente* &om a sua sa8edoria* seu poder e amor superiores* 8em &omo sua &ompreensão a8ran"ente dos e%entos da %ida humana.ue tra8a!ham &omi"o é .ue!a parte do ser .uer esse o8Heti%o seHa espe&ifi&ado ou não* &aso %o&+ passe ao !ar"o dessa &onfrontação.ue %o&+s prossi"am &om esse pro&esso e o &u!ti%em* de forma a tra#er para a %ida todo o seu Ser S &riando em todos a p!enitude.ue* para . Essa a8orda"em in&!ui dar %o# ao aspe&to re&a!&itrante do Eu e"o=sta e destruti%o . A meditação re!i"iosa &onsiste em re&itar pre&es &onsa"radas.))5 ] 2'8I.ue* em %e# disso* usem o tempo e a ener"ia dispon=%e! para &onfrontar a. E(istem muitos tipos diferentes de meditação. / e:o como mediador . Para rea!mente &ompreender a din\mi&a* o si"nifi&ado e o pro&esso da meditação* e para e(trair de!a o m4(imo 8enef=&io* %o&+ de%e ter uma idéia &!ara a&er&a de &ertas !eis ps=.ue o E"o é tornado &omp!etamente passi%o e sem %ontade* permitindo . 7ma de!as é .ue* por a!"uma ra#ão* ne"a a fe!i&idade* a satisfação e a 8e!e#a. Amor e 8+nçãos* aHuda e força interior estão %indo para sustent42!os e aHud42!os a a8rir o seu Ser mais =ntimo.uer uma "rande %i"i!\n&ia do seu E"o &ons&iente. E(istem meditaçAes .ue a meditação seHa rea!mente efi&a#* tr+s &amadas da persona!idade de%em estar ati%amente en%o!%idas. E(iste tam8ém a.ua! %o&+ rea!mente aspira* . Na meditação efi&a#* o E"o &ons&iente ati%a tanto o Eu in&ons&iente* e"o=sta e destruti%o . Espero .ue!a meditação em .

ue não Hu!"a* &o!ete esse materia! para mais estudos.uero %+2!o* eu me &omprometo a %+2!o* não importa o .ue estou num impasse e* portanto* &on&entro2me e(a"eradamente nos erros a!heiosD.ue esteHa o&u!to e .ue esse Eu destruti%o é a triste rea!idade fina!.uestAes &omo essas são &!aramente des%endadas* os aspe&tos destruti%os se enfra.ue os resu!tados indeseH4%eis pare&em %ir de fora. $e%e2se tam8ém pedir a aHuda da ons&i+n&ia 7ni%ersa! para .ue se re%e!e de%e ser e(p!orado em 8us&a das ori"ens* dos resu!tados e de outras ramifi&açAes.ue so8em B superf=&ie. 7ma pessoa pode fa&i!mente f!utuar de um auto2en"rande&imento e(terior para uma autodepre&iação interior e o&u!ta.ue eu de%eria sa8er a meu prLprio respeito* .uando %o&+ &ede aos impu!sos destruti%os em nome de uma satisfação moment\nea< Juando .ue o E"o o permite e a re&e8e &omo um ou%inte interessado* a8erto* &omo um ou%inte .uanto isso fira a minha %aidade. O outro &aminho tem de ser na direção do Eu Superior 7ni%ersa!* .uer ne"ati%idade e destruti%idade . Isso não é tão dif=&i! nem tão f4&i! .ue na superf=&ie da &ons&i+n&ia o E"o . Juando &riança destruti%a se re%e!a* a pessoa pode tornar2se presa da &on%i&ção de . Outra per"unta a ser feita éG .uer .uanto se . Juero ter &ons&i+n&ia do . O .uer .uanto possa pare&er.ue &on&epçAes errMneas são respons4%eis pe!o Ldio* pe!o ran&or* pe!a ma!dade ou por .uer . Juando a &riança &omeça a se e(pressar mais !i%remente* por. Per"unte a si mesmo .ue&em S no%amente em proporção B &ompreensão da re!ação parti&u!ar de &ausa e efeito.uanto eu de!i8eradamente me re&uso a %er a minha parte sempre .ue .ue essa ima"em é fa!sa* &om o resu!tado de . Essa &on%i&ção superfi&ia! é &onstantemente &ontrariada pe!o &onhe&imento in&ons&iente de .ue superam as !imitaçAes do Eu &ons&iente.uais são as &onse.T+n&ias .ue a sua parte e"o=sta* irra&iona! e destruti%a se manifeste na &ons&i+n&ia interior e a re&onheça em todos os seus deta!hes espe&=fi&os.ue esteHa em mim* o . Esse é um &aminho para a meditação. A meditação de%e tratar de todo o pro8!ema da ne"ati%idade in&ons&iente* passo a passo.ueno Eu destruti%o* de forma . A %ontade do E"o* por si sL* pode ser in&apa# de fa#+2!o* mas o seu E"o &ons&iente e auto2determinado pode e de%e &on%o&ar a aHuda dos poderes mais e!e%ados. Somente isso impedir4 uma peri"osa manifestação indireta* da .ue o Eu e"o=sta in&ons&iente se re%e!e* se desdo8re* se manifeste na &ons&i+n&ia* se e(presse.ue %o&+ não passe do e(tremo de i"nor42!a para o de transform42!a num monstro. Para .uase fi&a &on%en&ido de ser a auto2ima"em idea!i#ada.ua! a &ons&i+n&ia não se d4 &onta por não ter !i"ação &om essa parte* de forma . E um importante sina! de auto2a&eitação e &res&imento o fato de um ser humano ser &apa# de permitir .)3O E"o &ons&iente tem de estar determinado a permitir . . Sem essa parte do Pathwork* a tarefa fi&a pe!a metade.ue .uer sentimentos ne"ati%os . Portanto* o E"o &ons&iente tem .ue essa resist+n&ia possa ser superada.ue* se&retamente* a persona!idade &omo um todo se sente fraudu!enta e apa%orada &om a possi8i!idade de se e(por.ue .ue %o&+ &ompreenda &orretamente as e(pressAes da riança destruti%a* sem e(a"eros* de ta! modo .ue tenha uma perspe&ti%a &omp!eta so8re a re%e!ação da riança e"o=sta* a pessoa pre&isa pedir &onstantemente a orientação do Eu 7ni%ersa!.ue se %o!tar para dentro de si mesmo e di#erG CO . Eu .uer ser* ou mesmo se fin"e ser* de forma . E dif=&i!* meus ami"os* e(&!usi%amente por &ausa do medo de não ser tão perfeito* e%o!u=do* 8om* ra&iona!* tão idea! .ue e(ista de%e %ir para o &ampo a8erto.uais. Juando as &on&epçAes errMneas são identifi&adas* a &u!pa e o Ldio por si mesmo diminuem propor&iona!mente.ue tem poderes .ua!. Esses poderes superiores tam8ém de%em ser in%o&ados para e(por o pe.

ue é a e(p!oração das &on&epçAes errMneas su8Ha&entes e do a!to preço pa"o por e!as. Os poderes uni%ersais per&e8idos não irão* por si sLs* "arantir uma inte"ração &om a parte não desen%o!%ida da persona!idade.ui a meditação é um pré2re.ue %o&+ esteHa insatisfeito* onde . $e fato* %ir4 a &onhe&er dois aspe&tosG os mais e!e%ados poderes uni%ersais %ão &omuni&ar2se &om %o&+ para aHud42!o a des&o8rir o seu !ado mais destruti%o e i"norante* o .proporcionadaPela meditação do Path+or.ue &ompreenda tota!mente por .)3) A intera ão é tripla. E!e ser4 mais forte num sentido 8om* des&ontra=do* &om mais determinação* . Atra%és da sua disposição para a&eitar o seu Eu Inferior* o Eu Superior %ai se tornar uma presença mais rea! em %o&+.uerer e(p!orar o interior* e(por o !ado ne"ati%o e &omprometer2se &om essa tarefa. Em primeiro !u"ar* o seu E"o2persona!idade &ons&iente fi&a mais forte e mais saud4%e!.ua! ne&essita de per&epção* de purifi&ação e de mudança. A.ue não resu!ta ne&essariamente em ação* mas pode se manifestar em atitudes emo&ionais. Isso &ausa um desen%o!%imento distor&ido.ueadas.uer .ue essa meditação* des&o8rir4 um !ado seu .ue e(ista &onf!ito na sua %ida* %o&+ não de%e se &on&entrar &om pesar so8re os outros ou so8re &ir&unst\n&ias fora do seu &ontro!e* mas pro&urar dentro de si mesmo e e(p!orar as &ausas enrai#adas no seu n=%e! infanti! e"o&+ntri&o.ue rea!mente e(iste &om os poderes di%inos e se tornar mais propensa ainda a i"norar o !ado ne"!i"en&iado.ue a persona!idade é sufi&ientemente !i%re* positi%a e a8erta* mas as 4reas não !i%res* ne"ati%as e fe&hadas são ne"!i"en&iadas. Então %o&+ pre&isa &a!mamente esperar por uma resposta. 7ma inte"ração apenas par&ia! &om o Eu 7ni%ersa! pode resu!tar num en"ano ainda maior se a &ons&i+n&ia for i!udida pe!a inte"ração par&ia! . A. Juando %o&+ passa por todo o pro&esso* o&orre um tremendo forta!e&imento de todo o seu Eu.mudança. O E"o o8ser%ador de%e ini&ia!mente . Essa a8orda"em %erdadeira da %ida H4 dar4 a %o&+ uma medida de pa# e do respeito prLprio . Lem8re2se . om efeito* e!as podem per&e8er a!"uns dos poderes uni%ersais .uisito a8so!utoG e!a si"nifi&a concentrar3se no seu pr5prio interior e &a!ma* si!en&iosamente* . aso %o&+ prati. $e fato* %o&+ %ai e(periment42!o &ada %e# mais &om o seu Eu >erdadeiro.uer .ue tem esse tipo de ne"ati%idade.uerer &onhe&er a %erdade dessa &ir&unst\n&ia parti&u!ar e suas &ausas. Juando a &riança se re%e!ar* o E"o de%e no%amente pedir aHuda do Eu 7ni%ersa! para forta!e&er a &ons&i+n&ia para o tra8a!ho restante* . Muitas pessoas meditam* mas e!as ne"!i"en&iam a 8i!atera!idade da rea!i#ação e* portanto* perdem em inte"ração.uanto responsa8i!i#a%a outras pessoas pe!o . A atitude meditati%a 7ma ta! meditação e(i"e muito tempo* muita pa&i+n&ia* perse%erança e determinação. O Eu 7ni%ersa! pode aHud42 !o S se %o&+ o permitir S a superar a tentação de &eder sempre aos impu!sos destruti%os* o .ue entram em Ho"o sempre . O E"o &ons&iente tem de se de&idir por essa inte"ração e !utar por e!a* do &ontr4rio* o Eu 7ni%ersa! não pode &he"ar até as 4reas 8!o.uer .ue !he fa!ta%am en.ue onde . Nesse estado menta!* a pa# &he"ar4 a %o&+ antes mesmo .ue Hamais &onhe&era antes. Muitas &oisas &omeçam a a&onte&er dentro da sua persona!idade* meu ami"o.ue %o&+ tinha de sofrer.ue haHa pro8!emas* onde . E!e tam8ém tem de pedir a aHuda do Eu 7ni%ersa!.

ue até então tinha muita resist+n&ia em %er.ue est4 em %o&+ e . PretensAes i"ua!mente irreais de ser espe&ia! e perfeito tam8ém &essam. O Eu Inferior . !e%ando2o a permane&er nos estreitos !imites da autopunição neurLti&a* da desesperança e da &apitu!ação mLr8ida* . Juando %o&+ %+ a %erdade em si mesmo e a sua %ontade de &omprometer2se &om essa %erdade se torna uma se"unda nature#a* %o&+ !o&a!i#a em si mesmo um !ado feio* . O resu!tado ser4 uma auto2estima rea!ista e 8em fundada.ue possa pare&er* .ue sempre en&o8rem um Ldio não e(presso. Essa mudança "radua! torna2o &apa# de a&eitar todos os seus sentimentos e permitir . Se ) . O or"u!ho e a %aidade espiritua!* 8em &omo a auto2humi!hação e a %er"onha* todos fa!sos* desapare&em.ui!i8rados* 8em &omo a um senso profundo e re&onfortante da sua prLpria rea!idade.ue e!e é a rea!idade tota!* fina!* então a 8e!e#a* o amor* a sa8edoria e poder infinitos do Eu Superior tornam2se mais reais. em se"undo !u"ar* %o&+ %ai &u!ti%ar um maior auto2a&eitação e &ompreensão da rea!idade.uena &riança i"norante no seu interior sem perder o senso do seu prLprio %a!or* mais %ai per&e8er a "rande#a do seu Ser mais interior* desde . O Ldio e o desa"rado &onsi"o mesmo* irreais* %ão desapare&er.ue %o&+ sa8e. Ao mesmo tempo* %o&+ des&o8re tam8ém esse "rande poder espiritua!* uni%ersa!* . O E"o &ons&iente tem de e%itar esse estrata"ema usando todo o seu &onhe&imento e todos os seus re&ursos.ueno Eu para se des%a!ori#ar. Juando o seu !ado pe.ue a rea!idade desse mundo mais amp!o !he mostra o &aminho para a&eitar e modifi&ar a sua riança interior destruti%a.ue não use as suas des&o8ertas a respeito do pe. Por mais parado(a! . Por meio da &onstante ati%ação dos poderes superiores* a persona!idade se sente &ada %e# menos desamparada* a8andonada* perdida* desesperançada ou %a#ia.uinho* é a&eito sem pensar . O fato de !idar &om o seu Eu Inferior &ondu# a um desen%o!%imento e uma inte"ração e.ueno* mes. O8ser%e em si mesmo esse h48ito de ma!tratar2se* de desesperança e capitu!ação* e neutra!i#e2o i não empurrando2o para o su8terr\neo no%amente* mas usando o . on%ersando &om essa parte de si mesmo* %o&+ pode fa#er atuar so8re e!a todo o &onhe&imento do seu E"o &ons&iente. Todo o sentido do 7ni%erso em todas as suas mara%i!hosas possi8i!idades* re%e!a2se de dentro para fora* B medida .uanto mais %o&+ é &apa# de a&eitar a pe.)33 &ons&i+n&ia* direção si"nifi&ati%a e um maior poder de &on&entração &om atenção fo&a!i#ada.ue de fato é %o&+.ue a ener"ia f!ua atra%és do seu ser.uer sedu#ir o E"o &ons&iente.

ue %o&+ tem* nem tampou&o são a8so!utas.uanto não é re&onhe&ida.ua!. Portanto* outro importante aspe&to dessa fase da meditação do Pathwork &onsiste em pro&urar profunda e amp!amente por manifestaçAes indiretas.ue a primeira parte da meditação i a fase re%e!adora* e(p!oratLria i é tão fundamenta!. A ter&eira fase é a reorientação e reedu&ação da parte destruti%a do 'u.ue %o&+ esteHa &omp!etamente &ons&iente de &ada aspe&to das &on%i&çAes e atitudes dessa riança destruti%a. A&ima de tudo* %o&+ possui o poder inerente de mudar . Juanto mais e!a se desdo8ra* mais %o&+ de%e !em8rar a si mesmo .uando não est4 p!enamente &ons&iente do dano . A reeducação do eu de-truti%o Até a.ue ser e(p!oradas.ue ser reorientada. A !imitação é . >o&+ tem .ue o E"o2&ons&i+n&ia não pode e(e&utar isso so#inho e de%e %o!tar2se para o Eu 7ni%ersa! para o8ter aHuda e orientação. Essa espera re. Essa riança* &om suas fa!sas &renças* &om sua resist+n&ia o8stinada* tem . .ue a parte destruti%a o en"o!fe.ue tomar muito &uidado e pro&urar de!i8eradamente e%itar isso* sem porém permitir .ue!as . mudar e a8andonar a destruti%idade.uer &oisa. No n=%e! &ons&iente* a função do E"o é .uerer %er toda a %erdade tanto do mais inferior .ue termina* de forma . Juanto menos idéias pre&on&e8idas se tem* mais rapidamente a aHuda sur"e e se fa# re&onhe&er. e esperar pa&ientemente* sem du%idar nem forçar as &oisas.uerendo* &om todas as suas forças. E!as não são as Ini&as atitudes .ue est4 &omeçando a se desdo8rar. . Esse é apenas um e(emp!o6 todas as manifestaçAes indiretas t+m . A me!hor atitude em re!ação 4 parte destruti%a em desen%o!%imento é a o8ser%ação desape"ada* a a&eitação sem Hu!"amento e sem punição. A riança destruti%a a"ora não é mais inteiramente in&ons&iente. Esse não é um pro&esso se. A reedu&ação poderia fa&i!mente ser ma!&ompreendida* &ondu#indo a uma supressão ou repressão reno%ada da parte destruti%a .ue os poderes a!ém da sua &ons&i+n&ia para .uer uma atitude a8erta a respeito da maneira &omo a aHuda pode se manifestar.uanto do mais e!e%ado em %o&+.ue passa a &onhe&er o mais 8ai(o e o mais e!e%ado em si mesmo* %o&+ &omeça a des&o8rir a função* as &apa&idades* mas tam8ém as !imitaçAes do E"o &ons&iente. E por isso .ue nem a %erdade da sua e(ist+n&ia nem as suas atitudes destruti%as são definiti%as.ue %enham em sua aHuda.ui* temos dis&utido duas fases do pro&esso de meditaçãoG primeira* o re&onhe&imento do Eu in&ons&iente destruti%o e e"o=sta e* então* a &ompreensão das &on&epçAes errMneas su8Ha&entes* as &ausas e os efeitos* o si"nifi&ado e o preço a ser pa"o pe!as atitudes destruti%as atuais.ue a se"unda* e mais tarde a ter&eira* possam &omeçar.ue os seus &on&eitos podem propor&ionar.)3: esse não for sufi&iente* in%o. omo o Ldio não e(presso se manifesta na sua %ida< Ta!%e# atra%és de um senti2mento de desmere&imento ou medo* ou ainda pe!a ini8ição das suas ener"ias.Ten&ia!6 as fases se interpenetram.ue eu %ou di#er a"ora de%e ser re&e8ido &om muito &uidado* do &ontr4rio as suti!e#as en%o!%idas não serão &ompreendidas. Ta!%e# !he fa!te o in&enti%o para mudar . O . Não é pre&iso di#er .ue a sua parte destruti%a &ausa na sua %ida en.ue essa primeira fase não é a!"o . d medida . A aHuda da ons&i+n&ia 7ni%ersa! pode %ir de uma maneira tota!mente diferente da. A reedu&ação* &ontudo* não pode a&onte&er a menos .

ue esse mo%imento esteHa temporariamente para!isado6 a matéria é su8st\n&ia %ita! para!isada.ui . a&eitação e &ompreensão .uanto a&eitar a sua re&usa direta.ue se re%e!a &ausa mais i"norante. E um amorte&idos.ue .ue se re%e!a &omo &atastrLfi&o e de%astador.ua!. E a atitude de e mais f!e(=%eis.ue a riança em si.ueada e a &ons&i+n&ia o8s&ure&ida. A.ue %o&+ se !em8re . Essa determinação %ai tra#er para mim os rea!mente re&usa &ada passo em direção B poderes superiores .ue poderei a8andonar o pra#er dI8io de ser ne"ati%o* o .ue eu re&onhe&e .ue eram ne"ati%os ou determinação &ontra a sua prLpria destruti%idade são ne&ess4rias.ue a&onte&er atra%és do re!a&iona2mento dos tr+s n=%eis interati%os* da mesma forma .uer essa &ons&i+n&ia esteHa momentaneamente o8s&ure&ida* dup!aG uma é a não mporta. SL então o pro&esso de dos poderes reedu&ação pode &omeçar.ue isso é %o&+* mas tam8ém sa8er .ue onde h4 %ida e(iste &onstante mo%imento* mesmo . A. Muando o jSerei mais forte . A&eitar .uer rea!mente mo%imentar a seu deseHo de ener"ia 8!o. A meditação tem .ue a minha destruti%idade e não serei to!hido por e!a. A me!hor maneira de fa#er transformar os aspe&tos derrotistas* isso é permitindo .uerer permane&er infe!i#.ue e(istem em mim* . Somente &om uma atitude assim é . parado(oG identifi&ar2se &om a destruti%idade e ainda assim* fi&ar Apressar e distan&iado de!a.uer mo2mentoG se &ur%ar. >o&+ pre&isa aprender a es&ut42!a* a a8sor%+2!a* uma espera mais passi%a e pa&iente pe!a a re&e8er &a!mamente suas e(pressAes sem odiar a si mesmo* sem empurrar manifestação fina!* a riança para !on"e.ui %o&+ pre&isa de uma atitude re&epti%a* em %e# de e* &a!ma mas firme2 &onsiderar a.ue %+m do fato de ser inte"rado pe!o Eu 7ni%ersa!.ue %o&+ norma!mente tem torna . .ue pode ser !e%am a reaçAes no%as desdo8rado6 e e!a &ertamente não permite a reedu&ação. Os 8!o&os de ener"ia &on"e!ada no seu &orpo são formados de su8st\n&ia %ita! momentaneamente endure&ida* imo8i!i#ada.ue!es esta"nada.ue &apa&ita o E"o &ons&iente a afirmar seu Assim* 8ons dom=nio 8eni"no so8re a matéria ps=. Pois a reedu&ação tam8ém tem .ue tem .ueada adotar uma a8orda"em e &on"e!ada* . A reedu&ação depende dos esforços tanto do E"o &ons&iente* &om suas instruçAes para a riança i"norante e . Eu E"o &ons&iente não determino . Então* e sL então* e!e tam8ém pode in%o&ar os poderes de orientação* sa8edoria* força e um no%o sentimento interior de amor . A outra é danos .ue %o&+ pode mas sempre "radua!* entender as &ausas da sua destruti%idade su8Ha&ente.ue produ#em a mudança interior imposs=%eis todas as etapas dessa meditação. Para isso* %o&+ pre&isa amp!iar os !imites das e(pressAes do seu inefi&a# .ue a"ora re&onheço p!enamente.uando os sentimentos desdo8ramento6 não permite a e(p!i&ação das &ausas do .ue isso foi ne&ess4rio para tornar &ons&iente o !ado destruti%o e e(p!orar o seu si"nifi&ado mais profundo.ueios .ue ser Essa su8st\n&ia sempre pode ser posta no%amente em mo%i2mento* mas s9 a de!i8eradamente &ons&i+n&ia pode fa#+2!o* pois a su8st\n&ia %ita! é &heia de &ons&i+n&ia* ati%ada.ue me fa#em uma parte do Eu .ue a &ons&i+n&ia &on"e!ada e o8s&ure&ida* antes de mais &ondu#indo o di4!o"o nada* se e(presse.ue si"nifi&ar* a&ima de tudo* . Essa atitude permite o . Juer essa ener"ia esteHa momentaneamente 8!o.ue afirma o %o&+ .ue H4 est4 &ons&iente e em mo%imento .)3? E importante a.ui a &ons&i+n&ia tem de assim &omo a ener"ia. São e!es auto2reHeição e e(i"+n&ia de perfeição .ue e(iste posso e %ou superar os 8!o. A atitude de mente* a riança p\ni&o em re!ação 4 prLpria riança destruti%a .ue pode dar a I!tima pa!a%ra* &aso seHa essa a sua resistente é tão inIti! e es&o!ha.ui!o .j Essa é a tarefa do E"o &ons&iente. A atitude de ne"ação* de p\ni&o* de medo* de uni%ersais.ue a parte de ati%idade .ue e(iste pressionar a parte outra parte de %o&+ . omo eu H4 disse muitas %e#es* "enti!e#a* firme#a e profunda .ue me farão &apa# de e(perimentar mais e mais 8em2 saIde* ao a%enturança por.ue a minha %ida ser4 a me!hor e mais p!ena poss=%e! e . a E"o &ons&iente para in&!uir a possi8i!idade de di#er a .ui&a %io!enta2mente destruti%a e sentimentos su8stituirão a.

uem &om $eus.uero mudar* eu não .ue o pior . Este é um materia! importante. Essa é a tarefa.ue rea!mente re&usa &ada passo em direção B saIde* ao desen%o!%imento e B 8oa . Essa riança não de%e ser morta6 e!a de%e ser instru=da para .ue %o&+ pode rea!mente sentir &omo uma no%a força %ita!. A. 7se a. A outra é uma espera mais passi%a e pa&iente pe!a manifestação fina!* mas sempre "radua!* dos poderes uni%ersais. Juando a interação trip!a a&onte&e no seu interior* sempre h4 uma mistura harmoniosa de deseHo e aus+n&ia de deseHo6 de en%o!%imento e distan&iamento6 de ati%idade e passi%idade.ue eram ne"ati%os ou amorte&idos. Juando %o&+ se sentir 8!o.ua!idade de %ida* o mo%i2mento &ontr4rio pode ser de pressão apressada e impa&iente.ue afirma o seu deseHo de transformar os aspe&tos derrotistas* &ondu#indo o di4!o"o e* &a!ma mas firme2mente* a riança i"norante. Em %e# disso* sua &onfiança na %ida* 8em &omo o amor2prLprio no seu sentido mais saud4%e!* %ai preen&h+2!o mais e mais.uanto a&eitar a sua re&usa direta.ui no%amente o di4!o"o meditati%o para e(p!orar a si mesmo* e dei(e . Fi.ui a &ons&i+n&ia tem de adotar uma a8orda"em dup!aG uma é a ati%idade .ue!a parte de si mesmo .ui!=8rio se transforma num estado &onstante* a riança destruti%a &res&e.uero ser &onstruti%o.ue tem .ue ser de!i8eradamente ati%ada.uando os sentimentos !e%am a reaçAes no%as e mais f!e(=%eis. E!a não é e(or&i#ada. Juando o E"o &ons&iente não re&onhe&e . Sua &omp!eta e(e&ução se torna poss=%e! pe!o inf!u(o espiritua! da persona!idade profunda* . Essa é a Ini&a maneira si"nifi&ati%a pe!a .ue não pode se transformar em ação pessoa!. e"o=sta e para o di4!o"o &om e!a* &omo da inter%enção e da orientação do Eu 7ni%ersa!* Espiritua!. aso tra8a!he %isando esse o8Heti%o* %o&+ &he"ar4 &ada %e# mais perto da unifi&ação do n=%e! do E"o e do Eu 7ni%ersa!. SeHam a8ençoados. Apressar e pressionar a parte resistente é tão inIti! e inefi&a# .ue di#G jEu não . E!a não é morta ou ani.ue e(iste em %o&+ se e(presse.ue e(iste uma parte do Eu .uerer isso e &omprometer2se a fa#+2!o.uem em pa#* fi.ueado e desesperançado* tome isso &omo um sina! para 8us&ar a. Am8os deri%am do Ldio a si mesmo. Para mudar a &ons&i+n&ia da riança ne"ati%a interior* o E"o de%e .)3. Se %o&+ fi#er isso* meu ami"o* &he"ar4 o tempo no . a se &ur%ar.ue!es . Seus poderes &on"e!ados tornam2se ener"ia %i%a* .ue a sa!%ação possa %ir a e!a* !i8erando2a* !e%ando2a a &res&er.ua! a meditação pode mo%er a sua %ida em direção B reso!ução dos pro8!emas* em direção ao &res&imento e B satisfação e em direção ao desen%o!%imento do seu me!hor poten&ia!. . ada um B sua prLpria maneira ir4 rea!i#ar o amadure&imento "radua! dessa riança.ui!ada. Esses são &on&eitos muito importantes e de%em ser &ompreendidos* usados e o8ser%ados dentro de %o&+ mesmo.j >4 e des&u8ra essa %o#.ue produ#em a mudança interior . Assim* 8ons sentimentos su8stituirão a. Juando esse e. São e!es .ua! a &onfiança na %ida não soar4 mais &omo uma teoria %a"a e distante .

ada part=&u!a de matéria &ontém &ons&i+n&ia* mas na matéria inanimada e!a est4 so!idifi&ada* da mesma maneira .ue a &ons&i+n&ia permeia todo o 7ni%erso.ue e(iste.7*I/S 8A C/0SCIR0CIA SaudaçAes e 8+nçãos são derramadas so8re %o&+s em uma "rande e ma"n=fi&a força espiritua! . E!a não re.I6ICA3D/ ' /S 'S.)39 AP_T7LO )5 ] A A$. Isso não é %erdade. A .ue se a8rirem %erdadeiramente para e!a &om suas mentes e seus &oraçAes.ue a ener"ia est4 petrifi&ada nos o8Hetos inanimados. Nesta pa!estra dis&utirei a &ons&i+n&ia partindo de uma a8orda"em no%a e diferente. ons&i+n&ia e ener"ia não são a mesma &oisa6 são* porém* aspe&tos interdependentes da manifestação da %ida. A mente humana est4 &ondi&ionada a pensar na &ons&i+n&ia e(&!usi%amente &omo um su8produto da persona!idade* e mesmo a asso&i42!a e(&!usi%amente ao &ére8ro. E!a permeia tudo o .ue todos podem parti!har e assimi!ar* na medida em . A &ons&i+n&ia não depende apenas da persona!idade de uma entidade.uer uma forma fi(a./4I8'0. Ta!%e# seHa dif=&i! para os seres humanos &ompreenderem .

A &ons&i+n&ia "anha em per&epção6 a ener"ia "anha mais poder &riati%o para mo%er2se e "erar formas. Todos e!es pre&isam ser in&orporados B persona!idade .ue a e%o!ução a%ança* essa &ondição est4ti&a diminui* en. >o&+ pode ima"inar por um momento .ue muitos traços fami!iares* . SL então podem o&orrer a purifi&ação* a harmoni#ação e o enri. Se rea!mente tentar &ompreender o .)30 medida .uanto a &ons&i+n&ia e a ener"ia se tornam &ada %e# mais %i8rantes e mL%eis. A!"uns sempre foram puros e* assim* fa#em parte do indi%=duo* formando um todo inte"rado. Natura!mente . A difi&u!dade humana é a fa!ta "enera!i#ada de &ompreensão do . . E ne&ess4rio um sa!to da sua ima"inação para &ompreender o &on&eito .ue&imento da &ons&i+n&ia manifesta* &riando as pre&ondiçAes para o pro&esso e%o!uti%o da &ons&i+n&ia em unifi&ação. A!"uns H4 estão purifi&ados. ada traço fami!iar B &ompreensão humana* &ada atitude &onhe&ida da riação* &ada aspe&to da persona!idade é apenas uma das muitas manifestaçAes da &ons&i+n&ia.ue di"o a.ui.ue essa é uma forma no%a de e(p!i&ar a e(ist+n&ia humana.ue est4 a&onte&endo* a &e"ueira de muitas das pessoas en%o!%idas no &onf!ito e as suas de!i8eradas tentati%as de perpetuar a prLpria &e"ueira.ue tento transmitir a. Outros aspe&tos da &ons&i+n&ia são ne"ati%os e destruti%os e* portanto* separados* &omo ap+ndi&es. mas part=&u!as !i%remente f!utuantes e uma &ons&i+n&ia "enéri&a< Não importa se esses traços são 8ons ou maus6 por e(emp!o* tome o amor* a perse%erança* a indo!+n&ia* a pre"uiça* a impa&i+n&ia* a "enti!e#a* a teimosia ou a ma!dade.ue isso não se ap!i&a apenas ao n=%e! da &ons&i+n&ia humana* mas tam8ém a estados mais e!e%ados de &ons&i+n&ia* nos . E tarefa de todo ser humano em &ada en&arnação sinteti#ar* unifi&ar e as2simi!ar esses %4rios aspe&tos da &ons&i+n&ia.ue se manifesta. O ser humano é um &on"!omerado de %4rios aspe&tos da &ons&i+n&ia.ue %o&+ sempre este%e &erto sL poderiam e(istir atra%és de uma pessoa* não são a pessoa per se.ui* %o&+ pode des&o8rir .uais o &onf!ito não é mais tão se%ero ou do!oroso.ue ainda não est4 inte"rada ao todo pre&isa ser unifi&ada e sinteti#ada num todo harmonioso. A per&epção amp!iada dos estados mais e!e%ados de &ons&i+n&ia fa&i!ita in2 &omensura%e!mente o pro&esso de s=ntese. ada manifestação .

ue a >o&+ é o .uer prati&ar a 8oa %ontade* a sua &apa&idade H4 e(istente para ser positi%o* &aminho de dedi&ado* !ea!* &oraHoso e perse%erante na !uta para en&ontrar a prLpria autodesen%o!%imento* mais &edo identidade* e a sua &apa&idade H4 e(istente de es&o!her &om .ue %o&+ pode ser< Ou per-onalidade de-perta e adAuire &ons&i+n&ia de si mesma* essas de&isAes e es&o!has de atitude são poss=%eis. >o&+ aspe&tos* sem sa8er . No sentido oposto* na medida em . >o&+ é &omp!a&ente &onsi"o mesmo e admite um pensamento &ompu!si%o* ne"ati%o* desesperadamente &ir&u!ar* e a sua &ons&i+n&ia presente não pode ser p!enamente uti!i#ada. E!e é uma manifestação presente !imitada do seu &onf!ito e tenta identifi&ar2se ser espiritua!* mas e!e é rea!mente %o&+6 e!e é o jeuj do . Juando %o&+ pode usar a &ons&i+n&ia H4 e(istente* no%a inspiração* no%os L %oc) Auem inte:ra &ampos de %isão* &ompreensão e profunda sa8edoria Horram das profunde#as do seu ser.ue e!e é< O jeuj .ue é &apa# de tomar uma de&isão* por e(emp!o* de %erdadei2 omo e!e pode ser en&ontrado ramente en&arar esse &onf!ito e de o8ser%ar suas %4rias e(pressAes é o ser no !a8irinto dessa dis&Lrdia< &om o .ue e(pande. pe!as suas &onse. identidade.ue identifi&ar2se &om e!es. Onde ainda não o fe# atuar nessa 4rea de &onf!ito na .)31 Na medida em . A &ons&i+n&ia imediatamente dispon=%e! de &ada ser humano %i%o e(istem entre esses e(tremos< "era!mente não é usada e(atamente onde e(istem os maiores &onf!itos e Juer as pessoas sai8am ou não sofrimentos. Juando a entidade &omeçar a fa#+2!o sistema2 ti&amente* uma importante mudança o&orrer4 e um no%o est4"io de desen2 in&essantes e(istem.ue é o %erdadeiro Eu.uanto %o&+ se"ue a !inha de menor resist+n&ia* &edendo ao en%o!%imento &e"o* desistindo de en&ontrar a sua %erdadeira identidade e &onformando2se &e"amente a uma e(ist+n&ia frustrada* %o&+ &ontinua preso B %e!ha rotina de rea"ir por h48ito e de Hustifi&42!o !e%ianamente. En. Ainda .ue o seu Eu &ons&iente pode mais &ons&iente o &onf!ito* usar o &onhe&imento H4 e(istente da %erdade* o seu poder H4 e(istente para me!hor* é &!aro.ua!.ue rea!i#ou essa inte"ração* determinando* de&idindo* a"indo* pensando e . Juanto %o!%imento ser4 a!&ançado.ua! &ontinua a ser &e"amente &ontro!ado por uma fa!sa identidade* ou antes.uerendo* de forma a poder a8sor%er no seu Eu o . A entidade não pode &ompreender imediatamenteG O seu Eu &ons&iente no . >o&+ não é nem os seus traços ne"ati%os* nem a sua &ons&i+n&ia superposta e autopuniti%a* nem mesmo os seus traços positi%os. Na medida em .ue h4 de pior< Ou ser4 essas de&isAes e es&o!has de atitude o&orrem* a &ons&i+n&ia desperta e se %o&+ os muitos aspe&tos . a&ordo &om essas .ue %o&+ é a.T+n&ias.ua! %o&+ ne&essita &om um ou &om %4rios desses para pMr ordem em toda a sua &onfusão.uando a sua &om o profundo pro8!ema da &ons&i+n&ia H4 e(istente não é p!enamente usada na &ondução da sua %ida. Jua!.ue!a parte de si mesmo . onse.ue o &onf!ito e a tensão e(istem numa persona!idade* nessa mesma medida os %4rios aspe&tos de &ons&i+n&ia %ão estar em de2 sa&ordo entre si.ua! %o&+ pode se identifi&ar &om se"urança.uestAes i A &ons&i+n&ia espiritua! não pode manifestar2se .ue antes era um ap+ndi&e.ue tem de me2 se d4 &onta do si"nifi&ado do !hor* ta! &omo e(iste a"ora. Na medida em . O a!&an&e tota! do seu poder não é &o!o&ado a ser%iço desse disso* esse &onf!ito e essa 8us&a &onf!ito so8re a identidade.ue tenha &onse"uido inte"rar estes I!timos na inteire#a do seu ser* isso não é o mesmo .ue é o . est4 !o&a!i#ado< O .ua! atitude de%e ou mais tarde* de%e &he"ar a um !idar &om o pro8!ema* e(atamente nessa medida a sua &ons&i+n&ia se e(pande e toma2se &ada %e# mais permeada de &ons&i+n&ia espiritua!. E mais e(ato di#er . ada aspe&to da &ons&i+n&ia possui uma %ontade prLpria* &omo sa8em a. Essa &ons&i+n&ia H4 manifestada e(iste em muitos dom=nios da sua %ida* mas %o&+ não !he d4 atenção.uer dos aspe&tos a&ima men&ionados é uma distorção humana.ue tri!ham o Pathwork.ue!es dentre %o&+s . Mas en.ua! ou o .uanto %o&+ esti%er &e"amente en%o!%ido no &onf!ito e* portanto* mer"u!hado ne!e* &ada um desses .Tentemente* a &ons&i+n&ia não tem possi8i!idade de se e(pandir* nem pode transmutar e sinteti#ar os aspe&tos ne2 187 A identifi&ação &om .

T+n&ias. O seu en%o!%imento &e"o o es&ra%i#a e desati%a a sua ener"ia &riati%a.uestão é posta de !ado.ue %o&+ pode &ompreender imediatamenteG O seu Eu &ons&iente no .ue o seu Eu &ons&iente pode usar o &onhe&imento H4 e(istente da %erdade* o seu poder H4 e(istente para prati&ar a 8oa %ontade* a sua &apa&idade H4 e(istente para ser positi%o* dedi&ado* !ea!* &oraHoso e perse%erante na !uta para en&ontrar a prLpria identidade* e a sua &apa&idade H4 e(istente de es&o!her &om .uando se a&redita .ua! atitude de%e !idar &om . Sua prin&ipa! tarefa é des&o8rir esse Eu >erdadeiro.ua! %o&+ pode se identifi&ar &om se"urança. E* ainda assim* . A aus+n&ia do senso de identidade !e%a ao desespero.ue essas de&isAes e es&o!has de atitude o&orrem* a &ons&i+n&ia desperta e se e(pande.ue os seres humanos possuam tanta resist+n&ia. Então %o&+ !e%a uma %ida B 8ase do C&omo seD* ou do fin"imento* a . omo esse &onf!ito é do!oroso demais para ser en&arado .uero dei(ar de e(istirD* e CEu sou tão terr=%e!* tão mau* tão despre#=%e! .ue o seu Eu é apenas as suas partes ne"ati%as. O CeuD .ue não &orresponde nem aos seus aspe&tos ne"ati%os nem B sua férrea auto2ani. Juando a entidade &omeçar a fa#+2!o sistemati&amente* uma importante mudança o&orrer4 e um no%o est4"io de desen%o!%imento ser4 a!&ançado. Na medida em .ue a persona!idade desperta e ad. Por outro !ado* &omo pode %o&+ rea!mente .ue e!e é rea!* toda a . O a!&an&e tota! do seu poder não é &o!o&ado a ser%iço desse &onf!ito so8re a identidade.ue nada mais é senão seus aspe&tos destruti%os* e!a fi&a en%o!%ida em um tipo espe&ia! de 8ata!ha interior.ue pro&ura &o8rir tudo.ue o Eu >erdadeiro .uando a&redita . E!e é uma manifestação presente !imitada do seu ser espiritua!* mas e!e é rea!mente %o&+6 e!e é o CeuD do . Não é de admirar .ue H4 est4 dispon=%e! neste momento e .ue a&a8ei de des&re%er. Antes . Na medida em . >o&+ ainda não o fe# atuar nessa 4rea de &onf!ito na .ue é &apa# de tomar uma de&isão* por e(emp!o* de %erdadeiramente en&arar esse &onf!ito e de o8ser%ar suas %4rias e(pressAes é o ser &om o .ue tem de me!hor* ta! &omo e(iste a"ora.)35 %4rios aspe&tos por sua %e# %ai &ontro!42!o* por.ue poderia determinar a identifi&ação de forma diferente ainda não en&ontrou o seu poder.uire &ons&i+n&ia de si mesma* essas de&isAes e es&o!has de atitude são poss=%eis. Se a persona!idade a&redita &e"amente .ui!ação* nem ao fin"imento .ue o Eu 7ni%ersa! possa manifestar2se p!enamente em %o&+* e(iste um aspe&to de!e . A &ons&i+n&ia imediatamente dispon=%e! de &ada ser humano %i%o "era!mente não é usada e(atamente onde e(istem os maiores &onf!itos e sofrimentos.ue desperd=&io isso é* pois nada disso é a %erdadeira rea!idade.ue a Ini&a a!ternati%a é o do!oroso &onf!ito . Essa &ons&i+n&ia H4 manifestada e(iste em muitos dom=nios da sua %ida* mas %o&+ não !he d4 atenção.ue e!es são a Ini&a rea!idade do seu ser< >o&+ é atirado de um !ado para o outro entre as se"uintes atitudesG CEu tenho de &ontinuar &omo sou* ina!terado e sem a%anços* pois esta é a minha Ini&a rea!idade e eu não . Por um !ado* ha%er4 auto2ani.ua! %o&+ ne&essita para pMr ordem em toda a sua &onfusão. No sentido oposto* na medida em .ua! por sua %e# des!o&a o seu senso de identidade para a M4s&ara.ui!ação* autopunição e um Ldio %io!ento de si mesmo &omo reação B per&epção de .uerer a8andonar esses traços ne"ati%os* ou mesmo en&ar42!os e in%esti"42!os %erdadeiramente* .ue não tenho o direito de e(istir6 portanto* pre&iso me &asti"ar* dei(ando de e(istirD. E(iste um Eu >erdadeiro . >o&+ !uta para não e(por esse fin"imento e tam8ém para não o a8andonar* uma %e# .ua! &ontinua a ser &e"amente &ontro!ado por uma fa!sa identidade* ou antes* pe!as suas &onse.

ue est4 o8ser%ando. E muito importante .ue se entenda isso* meus ami"os.):o pro8!ema* e(atamente nessa medida a sua &ons&i+n&ia se e(pande e toma2se &ada %e# mais permeada de &ons&i+n&ia espiritua!. Juando %o&+ pode usar a &ons&i+n&ia H4 e(istente* no%a inspiração* no%os &ampos de %isão* &ompreensão e profunda sa8edoria Horram das profunde#as do seu ser.ueira es&onder* ao mesmo tempo e!e indi&a .uando a sua &ons&i+n&ia H4 e(istente não é p!enamente usada na &ondução da sua %ida. E(istem muitos aspe&tos do seu ser nos . onse. Se* toda%ia* o8ser%ar o demMnio* %o&+ pode &omeçar a se identifi&ar &om a parte de %o&+ .ue &omportam* natura!mente* muitas su8di%isAes e %ariaçAes. >o&+ é &omp!a&ente &onsi"o mesmo e admite um pensamento &ompu!si%o* ne"ati%o* desesperadamente &ir&u!ar* e a sua &ons&i+n&ia presente não pode ser p!enamente uti!i#ada.uanto %o&+ se"ue a !inha de menor resist+n&ia* &edendo ao en%o!%imento &e"o* desistindo de en&ontrar a sua %erdadeira identidade e &onformando2se &e"amente a uma e(ist+n&ia frustrada* %o&+ &ontinua preso B %e!ha rotina de rea"ir por h48ito e de Hustifi&42!o !e%ianamente.uanto os %a!ores e(istentes não são tota!mente empre"ados* não e(iste a menor possi8i!idade de rea!i#ação de %a!ores adi&ionais.ue %o&+ é o seu demMnio* então não !he resta es&o!ha senão ani. Lo"o no in=&io* . En.ue a prLpria destruti%idade. Essa é uma !ei da %ida . A "enu=na %ontade na direção do 8em* não é pre&iso di#er* é uma e(pressão do Eu Superior.uando &ome&ei a fa#er estas pa!estras* usei os termos Eu Superior* Eu Inferior e M4s&ara Estes são termos 8astante su&intos . Em8ora o seu deseHo de es&onder os aspe&tos destruti%os seHa mais destruti%o do . Mas 4 "i"antes&a &u!pa .ue H4 nos referimos.Tntemente* não poderão atin"ir uma auto2identifi&ação ade.ue se ap!i&a a todos os n=%eis do ser. En.uais e!a fa!samente se identifi&a. Os aspe&tos demon=a&os* destruti%os* são o8%iamente uma e(pressão do Eu Inferior.ue e!es são %o&+* %o&+ fi&a mer"u!hado ne!es.uer se !i%rar dessa .Tentemente* a &ons&i+n&ia não tem possi8i!idade de se e(pandir* nem pode transmutar e sinteti#ar os aspe&tos ne"ati%os &om os .ue&er de . A &ons&i+n&ia espiritua! não pode manifestar2se . Na rea!idade* e!a é mais destruti%a .ue %o&+ . E a %ontade de ser 8om em nome das apar+n&ias* em nome da ne"ação dos aspe&tos inferiores* por.ue o Eu &ons&iente* a.ue %o&e . Mas en.uanto os seres humanos &ontinuarem in&apa#es ou* antes* nao esti%erem dispostos a re&onhe&er seus aspe&tos destruti%os* ine%ita%e!mente fi&arão perdidos ne!es e* &onse.ue determina e es&o!he* não assume o desafio de &onfrontar &om os aspe&tos ne"ati%os.ue nin"uém est4 tota!mente en%o!%ido nesse &onf!ito6 de outro modo* seria imposs=%e! e!e%ar2se de!e. >o&+ Hamais de%e se es.ui!ação não é uma e(pressão do Eu Superior* em8ora possa fa&i!mente fa#er2se passar &omo ta!. Se %o&+ a&redita .uada.uais %o&+ e(pande a sua mente e* assim* &onstrLi &riati%a2mente.ue!as 4reas nas . E!a nas&e tota!2mente da fa!sa identifi&ação a .ue seHa o for .ue pode ser fa&i!mente &onfundida &om a outra* em8ora não seHa a8so!utamente a mesma.uais %o&+ usa o poder do seu pensamento &riati%o* nos .ui!amento e* por isso* a"arra2se ao demMnio.uais %o&+ não é e(pansi%o nem &riati%o.ue ameaça punir esses aspe&tos destruti%os &om sua tota! ani. Mas e(iste tam8ém uma outra %ontade para o 8em .ui!ar2se6 porém %o&+ tem medo do ani. omo uma estrutura &on%eniente de refer+n&ia* pode2se &!assifi&ar &ertos aspe&tos &omo perten&entes a uma ou a outra dessas tr+s &ate"orias 84si&as. E!a tampou&o pode introdu#ir aspe&tos mais profundos do Eu Espiritua!.ue!e . Juando %o&+ se identifi&a &om um ou mesmo &om um "rupo de aspe&tos e a&redita . Mas a"ora nLs estamos &on&entrados na.

ue as identifi&a* %o&+ dei(a de se identifi&ar &om e!as e é por essa ra#ão . A mudança de identi&icação Por meio do prLprio ato de re&onhe&imento* o&orre uma suti! porém distinta mudança de identifi&ação.uais aspe&tos %o&+ .ue %o&+ identifi&ar* o8ser%ar e arti&u!ar &!aramente os seus aspe&tos destruti%os* %o&+ ter4 en&ontrado o seu Eu >erdadeiro* &om o . Jue di"nidade !he é &onferida pe!a &onsideração de .ue %o&+ se odeie en.uando per&e8e .ue o re&onhe&imento do pior . defi&i+n&ias aparentemente %er"onhosas* %iram &omo o re&onhe&imento de traços ne"ati%os &ria uma no%a !i8erdade.ua! pode fa#er a!"o a respeito desses aspe&tos* mesmo . omo é ne&essariamente diferente a sua atitude em re!ação a si mesmo . Então uma outra parte sua assume o &ontro!e* a .ue pode re&onhe&er a presença da destruti%idade tem outras opçAes e est4 mais prL(ima da sua rea!idade.ue é destino dos seres humanos &arre"ar &onsi"o aspe&tos ne"ati%os &om o propLsito de inte"r42!os e sinteti#42!os.uer re&onhe&er esses aspe&tos ina&eit4%eis por.ue não h4 &omo e%itar . Isso a8re espaço para a honestidade sem desespero.ue e!es eram %o&+.ue a.uanto ne"!i"en&ia esse pro&esso important=ssimo de identifi&ação &om o Eu >erdadeiro* o .ue %o&e possa e(pandi2!o e dar espaço para .ue re&onhe&e o até a"ora ina&eit4%e!* %o&+ mesmo dei(a de ser ina&eit4%e!6 em %e# disso* %o&+ &omeça a se identifi&ar &om a.ue pode de&idir e de&ide fa#er o re&onhe&imento. Pare&e . A"ora* %amos ana!isar mais um pou&o o modo &omo o Eu &ons&iente pode ser mais ati%ado e uti!i#ado* de forma .ue isso< A resposta L8%ia é . E(istem &ertas !eis si"nifi&ati%as .):) destruti%idade. E um modo errado de ap!i&ar e interpretar o anseio do Eu Espiritua!. E tam8ém poss=%e! Hu!"ar ne"ati%amente num esp=rito de %erdade* mas são &oisas &omp!etamente diferentes a&reditar . Mas no momento em .ue o simp!es fato de %o&+ ter &ora"em e honestidade para fa#+2!o é em si mesmo um fator de a!=%io e de !i8ertação.ua! a sua identifi&ação pode o&orrer &om se"urança O Eu >erdadeiro pode fa#er muitas &oisas* e a primeira de!as é o .ua! tem tam8ém o poder de re&onhe&er e adotar no%as atitudes* sem um autoHu!"amento de%astador. Mas a &oisa %ai ainda a!ém* meus ami"os. Identifi&ar2se &om as &ara&ter=sti&as desa"rad4%eis é a!"o tota!mente diferente de &onse"uir identifi&ar essas &ara&ter=sti&as em %o&+.ue a parte de %o&+ .ui!o .ue* para &omeçar* possa apenas o8ser%ar e tatear em 8us&a de a!"um entendimento mais profundo da din\mi&a su8Ha&ente. Antes desse re&onhe&imento* %o&+ esta%a &e"o para a!"uns* ou mesmo para todos os seus aspe&tos destruti%os* e era* portanto* ine%ita%e!mente &ontro!ado por e!es* a&reditando . Assim* o deseHo de es&ond+2!a é uma mensa"em do Eu Superior ma!&o!o&ada* ma!&ompreendida e ma!2interpretada. No momento em .ue %o&+ assume essa importante tarefa em nome da e%o!ução` Ao &he"ar a esta %ida* %o&+ tra# &onsi"o aspe&tos ne"ati%os* &om os o8Heti%os a&ima men&ionados.ue %o&+ persi"a a si mesmo tão impiedosamente &om o seu Ldio.ue e(iste na sua persona!idade* depois de ter !utado &ontra a resist+n&ia sempre presente para fa#+2!o* tem um efeito tão !i8ertador. E isso %ai fi&ar mais f4&i! ainda se %o&+ puder fa#er &!aramente essa distinção.ue deter2minam . Por .ue %o&+ Hu!"a é a Ini&a %erdade do seu ser e per&e8er .ue %o&+ se identifi&a%a &om e!es.ue a &ons&i+n&ia espiritua! se infi!tre ne!e. Não !he era poss=%e! se. No momento em .ue!a parte de si mesmo .ue %o&+ est4 fa#endo a"oraG identifi&ar* o8ser%ar e arti&u!ar. A"ora não é mais ne&ess4rio .

>o&+ assumir4 p!ena responsa8i!idade por e!es* o .uem é e no . Sua ener"ia e nature#a não distor&ida* 84si&a* pode tomar2se parte da &ons&i+n&ia .uem %o&+ é.Auatro e-tá:io.ue a sua &ons&i+n&ia é &apa# neste e(ato momento !e%a diretamente B Q?R&ompreensão* no seu de%ido tempo* da.ue odeia em si mesmo i ou &ons&iente* ou semi&ons&iente ou in&ons&ientemente6 Q3Ro primeiro est4"io do despertar* .uão indeseH4%e! possa ser a rea!idade* %o&+ pode !idar &om e!a* a&eit42!a* e(p!or42!a e dei(ar de ser atemori#ado por e!a.ua! é muito mais importante .ue permeia o 7ni%erso toma2se me2nos fra"mentada e mais unifi&ada.ua! %o&+ não sa8e .ue %o&+ %i%e a sua %ida dessa maneira* a &ons&i+n&ia "enéri&a . SL . Portanto* não importa .uer sonhadas i não por um passe de m4"i&a* mas e(perimentando atitudes .ua! assumiu responsa8i!idade* &om um propLsito e%o!uti%o.ue %o&+ é &apa# de &he"ar B mara%i!hosa &onstatação de .uatros est4"ios de per&epção men&ionados até a. Na medida em . A atitude de adotar os no%os modos de per&epção de .uando não o8tém su&esso imediato6 ter fé em poten&iais des&onhe&idos . Juando ti%er assimi!ado o .ue eu disse a. Esse é o si"nifi&ado da pa!a%ra purifi&ação.ue e(iste em re&onhe&er os traços demon=a&os distor&idos.ue resu!ta do fato de %o&+ não sa8er .):3 &arre"a.de percepção 'e&apitu!emos os .ui* %o&+ %ai &ompreender %4rios fatos fundamentais.ue %o&+ pode in&orporar B medida . Essa &apa&idade de o8ser%ar* arti&u!ar* a%a!iar e es&o!her as me!hores atitudes poss=%eis para !idar &om o .ua! !uta &e"amente &ontra a.ue antes eram tota!mente ne"adas e i"noradas. Essa tarefa !he &onfere "rande di"nidade* a .ue é o8ser%ado é o %erdadeiro poder do seu Eu >erdadeiro ta! &omo H4 e(iste neste .ue o sofrimento moment\neo . Antes de mais nada* %o&+ %er4 a tremenda import\n&ia .ui!o de .uiG Q)Ro est4"io semi2adorme&ido* no . Simu!taneamente* a &ons&i+n&ia em &onstante e(pansão funde2se &om uma parte maior da rea!idade espiritua!* .ue esses aspe&tos ne"ati%os são apenas ap+ndi&es .ue isso é apenas um aspe&to de si mesmo e não a %erdade fina! e se&reta a seu prLprio respeito6 Q:Ra per&epção de .ue parado(a!mente ir4 !i8ert42!o da identifi&ação &om e!es.ue!es aspe&tos antes ne"a2dos e odiados* o .ue si"nifi&a disso!ução e inte"ração.ue essas no%as posturas são adotadas pe!a &ons&i+n&ia.ue a"ora pode desdo8rar2se ainda mais. A!"uns e(emp!os de no%as atitudes sãoG esta8e!e&er um o8Heti%o positi%o de auto2 a&eitação sem perder o senso de proporção6 pro&urar por no%os &aminhos6 aprender &om os erros e fra&assos6 re&usar2se a desistir . /.ue o8ser%a e arti&u!a tam8ém pode tomar no%as de&isAes e fa#er no%as es&o!has* e pode pro&urar por opçAes e possi8i!idades até então nem se.ui!o . SL então pode %ir o prL(imo passoG a inte"ração. >o&+ ir4 &onhe&er o seu Eu >erdadeiro e re&onhe&er .uando* em primeiro !u"ar* assume responsa8i!idade pe!os aspe&tos ne"ati%os é .ue os disso!%e.ue não "osta6 .ue %o&+ não é esses aspe&tos* mas . ada ser humano &umpre a!"uma imensa tarefa na es&a!a uni%ersa! da e%o!ução.ue %o&+ manifesta.ue o jeuj ou Eu >erdadeiro .ue &arre"a &onsi"o a!"o pe!o .uando %o&+ H4 é &apa# de re&onhe&er* o8ser%ar e e(pressar a.uando %o&+ é &apa# de sentir .ue s9 podem manifestar2se B medida .

ue odeia.ue %o&+ e(perimenta a si mesmo &omo a. O terror e(iste apenas por.):: e(ato momento. $e fato o&orre Hustamente o oposto.ue pode des&o8rir . En. No momento em . Mas esse ponto pare&e um pre&ip=&io6 portanto* %o&+ hesita e pro!on"a uma fa!sa e(ist+n&ia.uatro est4"ios são re&onhe&idos e tra8a!hados da maneira .uanto isso não é feito* sua &ons&i+n&ia espiritua! mais =ntima &ontinua sendo um prin&=pio* uma teoria e um poten&ia! a ser materia!i#ado apenas no futuro.ue e(iste em %o&+.uer .ue o&orre a auto2identifi&ação* desapare&e um terror profundo e aparentemente infinito da a!ma humana. Juanto mais %o&+ se dispAe a en&ar42!o* menos %o&+ demora para en&ontrar a sa=da.uem %o&+ é* para a.uanto !he fa!tar &ora"em para in.ue eu es8o&ei nesta pa!estra* sua mente &ons&iente pode e(pandir2se o sufi&iente para a8sor%er a sa8edoria* a %erdade* o amor* a força de sentimento* a &apa&idade de trans&ender opostos do!orosos* até então não manifestados e .ue o8ser%a* e não . Juando não se !ida &om esse ponto* o terror permane&e na a!ma6 então é ne"ado e reprimido i e o terror reprimido tem outros efeitos ad%ersos so8re a persona!idade* .uirir se o seu medo é Hustifi&ado ou não* %o&+ não ser4 &apa# de des&o8rir . Em "era!* esse terror não é sentido &ons&ientemente6 s9 .ue é dei(ada em desuso onde .ue odeia. En. Esse é um per=odo de transição . Juando fina!mente toma p!ena de&isão e assume o &ompromisso de en&arar os seus medos* o terror desapare&e e %o&+ se d4 &onta de . >o&+ pode &rer ne!a &om o seu inte!e&to* mas não pode %erdadeiramente &on&reti#42!a dentro de si mesmo até .ue %o&+ é muito mais do .ue!a parte .ue teme ser.ue tem as primeiras fa"u!has de identifi&ação &om o seu Eu >erdadeiro* é .ue a %ida é p!ena* ri&a* a8erta e infinita.ue&er e reorientar a sua %ida no sentido de &riar mais a!e"ria e pra#er.ue irão enri.ue e!e não tem ra#ão e .T+n&ia a ponto de .uem é rea!mente.ue %o&+ não sa8e .ue a %erdadeira e(peri+n&ia do terror.ue os seus assim &hamados pro8!emas e(istam.uando %o&+ se en&ontra no !imiar desses estados* fa#endo a transição do est4"io em .ui!o .ue esses .ue!es aspe&tos .ue!e em . Por &ausa desse terror* %o&+ hesita 8astante em identifi&ar até a.ue e(iste um %o&+ %erdadeiro a!ém da.ue fi&a &ada %e# mais a!ienada do seu %erdadeiro nI&!eo. Os medos o&u!tos não são nem um 4tomo menos do!orosos e !imitadores do . Ao es&ond+2!o* %o&+ não ter4 "anho nada* pois o terror dei(ar4 suas mar&as inde!é%eis na sua %ida. >o&+ pode es&onder de si mesmo esse terror ou pode en&ar42!o de frente. d medida . A persona!idade humana est4 &om fre. Li8erdade* des&o8erta e &onhe&imento de si mesmo são os primeiros passos para per&e8er a "rande &ons&i+n&ia uni%ersa!* di%ina* . >o&+ tam8ém des&o8re .ue pode durar se2manas* ou muitas en&arnaçAes.ue use a &ons&i+n&ia H4 dispon=%e! a"ora* mas .ue e de .uerer dar esse passo.ue %o&+ se d4 &onta do terror.ue se en&ontra perdido* &e"o e &onfuso a&er&a do . / terror de-aparece No momento em .

ue seHa esse um pro&esso m4"i&o . Juais são as suas es&o!has B medida .uer outro modo ne"ati%a* em re!ação a uma situação &ontém %4rias opçAes. ada minuto de depressão ou ansiedade* e &ada atitude desesperançada* ou de . A e9pan-ão da con-ci)ncia NoHe em dia* ou%e2se muita &oisa so8re o &on&eito de e(pansão da &ons&i+n&ia.ue é diferente.uinho. A ener"ia &riati%a* inerente aos pensamentos e aos pro&essos de pensamento* é tota!mente su8estimada pe!a maioria dos seres humanos.ue a identifi&ação &om o seu Eu >erdadeiro não tenha o&orrido e em . Para a!&ançar a %erdadeira &ons&i+n&ia espiritua! é pre&iso* primeiro* prestar atenção ao materia! ainda não tota!mente uti!i#ado .ui!o .ue e(iste no seu interior. Juando os poten&iais H4 e(istentes estão sendo usados* um poder muito maior de &ons&i+n&ia espiritua! desdo8ra2se de forma "radua! e or"\ni&a.ue mais odeia e . Não é assim.ue %o&+ H4 tomou dispon=%e! no &urso de sé&u!os* de mi!+nios de e%o!ução.uestionar a respeito de .ue %o&+ es&o!her em re!ação aos traços não desen%o!%idos e indeseH4%eis é a &ha%e para e(pandir a sua &ons&i+n&ia.ua!.ue %o&+ ainda esteHa se&retamente identifi&ado &om a.T+n&ia* seus pro&essos de &riação e re&riação da %ida são ne"!i"en&iados.ue é o8ser%ada* não h4 mais ne&essidade de se ani. E!a se en&ontra a"ora no est4"io em .ua! atitude es&o!her diante da.T+n&ia . E!as ine%ita%e!mente fi&arão de&ep&ionadas ou se entre"arão a fantasias.ue e(istem no seu interior< >o&+ pode es&o!her entre fi&ar tota!mente .ue é &apa# de re&onhe&er e o8ser%ar a persona!idade* ou um aspe&to de!a* e tem muitas es&o!has. Fa#er uso desse poder &riati%o é um empreendimento desafiador e >o&+ não é o8ri"ado a rea"ir da maneira .ue %o&+ o8ser%a em si mesmo a"ora e . Por &onse. Assim* a identifi&ação &om o Eu >erdadeiro remo%e o terror do ani.uer uma atuação su8!iminar do mais profundo Eu Espiritua!. Nenhum e(er&=&io* esforço ou esperança de inter%enção de uma "raça e(terior podem propor&ionar2!hes uma %erdadeira per&epção e %erdadeira manifestação do seu Eu Espiritua!. Juando &omeçar a se .ue não !he a"rada* %o&+ ter4 feito uma das mais importantes des&o8ertas nesta fase atua! da sua e%o!ução. A atitude . Isso não re.ue!es aspe&tos . Si"nifi&a simp!esmente usar o .ue!a .ue %o&+ o8ser%a as atitudes e intençAes destruti%as .):? &omo a.ue o fa#6 %o&+ tem B sua disposição muitas possi8i!idades de pensamento* de &omo dire&ionar os seus pensamentos* pro&essos de ra&io&=nio e padrAes de atitude para um no%o o8Heti%o. As pessoas muitas %e#es passam por %4rias pr4ti&as espirituais e esperam por uma manifestação mira&u!osa da &ons&i+n&ia maior* en.ue o&orre de modo sI8ito.ui!ar ou de !imitar a sua identidade B M4s&ara fraudu!enta* ao demMnio odioso ou ao e"o=sta mes.ui!amento* o . A&redita2se &om fre.ui!amento i não apenas da morte* mas do ani.uanto a sua mente e o seu poder de ra&io&=nio imediatos estão enredados nos mesmos sentimentos* atitudes e pensamentos ne"ati%os. Na proporção em . >amos a"ora %o!tar B sua mente &ons&iente ta! &omo e!a é neste mo2mento.ue* portanto* mais resiste em o8ser%ar* nessa mesma proporção a sua &ons&i+n&ia é in&apa# de !ançar mão das suas opçAes e possi8i!idades. ontudo* é ne&ess4rio um ato de %ontade interior da sua parte para despertar as suas forças adorme&idas e torn42!as dispon=%eis para %o&+.

$e %e# . Não serei detido pe!o fato de .ue a!"um dia eu &resça o 8astante para en&ontrar a sa=daD.ue !e%am a um &=r&u!o %i&ioso.ue se en&ontra 8aseada em a!"o irrea!* e!a ine%ita%e!mente !e%a B de&epção e a uma ne"ati%idade aparentemente ainda mais Hustifi&ada. $esesperança irrea! e esperança m4"i&a irrea! são os dois e(tremos .ue "ostaria de o8ser%ar e identifi&ar* em %e# de fi&ar mer"u!hado na. desa!entado e desesperançado i .ue pode ser ap!i&ado ao .ua!.ue e(istem em mim* mas* se eu ainda não posso per&e8er a orientação por. SeHam a8ençoados* fi.ue me identifi.ue essa in&r=%e!* !inda* i!imitada &ons&i+n&ia é o %erdadeiro %o&+* onde reside todo o poder e onde não h4 nada a temer. omo eu H4 ha%ia dito* isso a&onte&e &om mais fa&i!idade num di4!o"o tr=p!i&eG o di4!o"o do Eu &ons&iente &om os aspe&tos demon=a&os* o di4!o"o da mente &ons&iente &om o Eu2$i%ino e o di4!o"o entre o Eu2$i%ino e o Eu demon=a&o ou Eu Inferior. Em todas essas tr+s possi8i!idades* am8os os !ados fa!am e ou%em a!ternadamente* &omo em .uem em pa#* fi.uer &on%ersa si"nifi&ati%a.ui!o de . Muito do materia! a. Então %o&+ sa8er4 rea!mente .ue o per&e8a i* ou pode optar por pensar .ue não "osto* sem . No entanto* ser4 .uanto mais %o&+ per&e8e e o8ser%a dessa maneira* mais f4&i! %ai fi&ar o prL(imo sa!toG a tomada de &ons&i+n&ia da sua %erdadeira identidade espiritua!.ue não e(istem outras opçAes dispon=%eis< Não ser4 poss=%e!* &om a sua mente ta! &omo se en&ontra a"ora* es&o!her outras moda!idades< $i"aG CE pro%4%e! e pre%is=%e! .ui apresentado não pode ser a8sor%ido de pronto* por ser de dif=&i! &ompreensão.uer .uem &om $eus.ui!o . E!e e(i"e &on&entração da mente e 8oa %ontade* e tam8ém o &ontato* atra%és da meditação* &om reinos mais e!e%ados de rea!idade e poder espirituais para aHud42!os a a82 sor%er e pMr em pr4ti&a o .ueça e me %eHa no%amente en%o!%ido pe!a %e!ha &e"ueira e seus ref!e(os &ondi&ionados.ue isso seHa feito de uma sL %e#. Não é m4"i&a6 é uma es&o!ha imediatamente dispon=%e!.ue a &onstrução de um 8e!o edif=&io demanda pa&i+n&ia. Eu terei . Juanto mais %o&+ o fi#er* mais a &ons&i+n&ia infinitamente maior e i!imitada do seu até a"ora su8merso Eu Espiritua! %ai se inte"rar B sua mente &ons&iente* e e!e %ai tornar2se %o&+. Juero dar o me!hor de mim B a%entura de %i%er.ue a primeira. 7ma atitude &omo essa est4 B sua disposição.ue eu disse.ue é imposs=%e! ser diferente* e . Mas isso não pre&isa me deter. Portanto* . >o&+ pode &omeçar a"ora &om a atitude .ue !utar no%amente e tatear sempre e sempre em 8us&a da minha &ha%e. Mas eu posso fa#+2!o* e o farei* e assim* "radua!mente* reunirei no%as forças* no%os re&ursos e no%as ener"ias. E(iste em %o&+ um &onhe&imento .ue %o&+ é isso mesmo e nada mais. Juero usar* e usarei* todos os meus poderes para fa#+2!o* mas serei pa&iente e rea!ista. Essa I!tima atitude não é mais positi%a . Pode tam8ém optar por pensar . Meus ami"os* esta pa!estra* &omo todas* re.ue %o&+ tem feito até a"ora* sem . Essas e outras atitudes e opçAes e(istem em todos os di!emas e difi&u!dades poss=%eis. Eu "ostaria de ser "uiado pe!os poderes espirituais .ue &om e!e.ue o8ser%a.ue %o&+ tem o poder de efetuar uma mudança imediata e dr4sti&a. .ueria re&onhe&er.ue eu es.ue no ini&io dessa empresa minhas ener"ias são muito densas e minha &ons&i+n&ia muito nu8!ada* %ou &onfiar* esperar e perse%erar.uer um tra8a!ho di!i"ente do &omeço ao fim. Não serei tão infanti! a ponto de esperar .):. aso %o&+ use esse &onhe&imento dispon=%e!* %o&+ e(pande o &onhe&imento 8em &omo a amp!itude das suas atitudes e sentimentos. Tentarei sempre identifi&ar* o8ser%ar e arti&u!ar a.ue é o . Pro&urarei no%as maneiras de &ompreender tudo isso* até .ue até a"ora %o&+ nem se.

ui presentes.ue e(istem em %o&+ e .ue a %erdade su8Ha&ente a e!es é ina&eit4%e! e .ue rea!mente se passa no seu =ntimo em oposição Bs e(p!i&açAes superfi&iais . Assim* uma dup!a i!usão tem .uestão 8em &omo a &apa &om a . Todos nLs sa8emos &omo é importante e essen&ia! en&arar e a&eitar a.ue!es aspe&tos* sentimentos* &on%i&çAes e atitudes .ue* por2tanto* e!es prLprios são ina&eit4%eis. / mal como de&e-a contra o -o&rimento .):9 AP_T7LO 3- ] A 8ISS/.uanto ainda !he resta per&orrer no seu interior.ue são ou de todo in&ons&ientes ou não sufi&ientemente &ons&ientes.ua! nas&e toda a %ida.$3D/ 8/S 2'$S 2'8/S SaudaçAes* .ue ser remo%idaG a &rença em .ua! %o&+ a re&o8re. Tentemos a"ora %er .ue %o&+ tem sempre B mão< A remoção de i!usAes .ue essa per&epção seHa &u!ti%ada* é imposs=%e! !i8ertar o &entro mais =ntimo do seu ser* o nI&!eo do .ueridos ami"os a.ue todos os seres humanos a&re2ditam %a"amente . O . A menos . E essa é sempre a parte mais 4rdua do Pathwork.ue a prLpria persona!idade produ#iu pare&e a prin&=pio uma difi&u!dade in%en&=%e!* H4 .uanto %o&+ H4 trou(e B !u#< Juão &ons&iente %o&+ est4 do .

ue %o&+ &ompreenda num n=%e! mais profundo de onde %+m as atitudes ne"ati%as e a destruti%idade. Esse &onhe&imento deduti%o é &om fre. / pro>lema da pre:uiça N4 a!"um tempo foi2me pedido .ue a pessoa simp!esmente passe a ser ra#o4%e! e &onstruti%a. E(iste uma =ntima &one(ão entre este pro8!ema e os sentimentos .ue o&orra uma re2e(peri+n&ia no n=%e! emo&iona!. Juando sentimentos nao sao esperimentados* &ompreedidos e e(pressos dessa maneira* e!es se a&umu!am e 8arram o f!u(o da força %ita!. >o&+ não sente o . Em outras pa!a%ras* o ma! é uma defesa &ontra o sofrimento. A pre"uiça é uma manifestação de apatia* esta"nação e para!isia* um resu!tado de ener"ia esta"nada na su8st\n&ia da a!ma. >o&+ re&ria a e(peri+n&ia ne"ada e* assim* aumenta a dor e o sofrimento a&umu!ados. Nao o!he para a pre"uiça &omo uma atitude .ue aprendeu a re2 e(perimentar emo&iona!mente senti2mentos passados* pode &orro8orar &omo uma rea!idade sentida a. Sem essa per&epção inte!e&tua! da %erdade da sua inf\n&ia* as defesas não podem ser sufi&ientemente enfra. Essa nao é a8so!utamente uma . >o&+* .Tentemente .T+n&ia a a8ertura ne&ess4ria para permitir a e(peri+n&ia mais profunda.ue %o&+ suportou no prin&=pio da sua %ida e &ontra os .ui!o .ue até a"ora Hamais poderiam dei(ar o seu sistema.uisição desse &onhe&imento* primeiro de forma inte!e&tua!* é a preparação ne&ess4ria para e(periment42!o. 7ma parte e(&essi%amente "rande da.ue a ne"ação das suas %u!nera8i!idades* a sua %er"onha em se sentir desen"anado e o seu sentimento de não ser di"no de amor &riam o ma! e atitudes e sentimentos destruti%os.ue %o&+ sofreu na inf\n&ia* espe&ia!mente o tamanho da sua infe!i&idade* ainda é para %o&+ apenas um &onhe&imento inte!e&tua!.uando %o&+ su8stitui por e!e o . L4 %o&+s podem re!a(ar e entre"ar2se !i%remente a todos os sentimentos a&umu!ados .ui por diante pode estar mais imediatamente re!a&ionado &om as feridas e sofrimentos .ue a tentati%a de &he"ar aos sentimentos é sufo&ada. A a.ue o seu tra8a!ho no Pathwork da.ue tan"e ao seu si"nifi&ado e B sua %erdadeira ori"em.ue nao foram tota!menta &ompreendidos no . Juando as defesas &ontinuam fortes* e!as 8!o.):0 Para &ontinuar essa fase do seu tra8a!ho pessoa! é pre&iso . Não 8asta dedu#ir .ui!o .ue %o&+ de%e ter em si &ertos sentimentos do passado .ue eu tenho reiterado por tantos anosG a ne"ação da e(peri+n&ia ori"ina! o &ompe!e e re&ri42!a repetidas %e#es.ue dis&utisse o pro8!ema da pre"uiça. E!es não podiam ser transformados antes no seu natura! f!u(o de ener"ia pre&isamente por.ue nao foram p!enamente esperimentados. ontudo* o &onhe&imento* por si mesmo* pode ser uma 8arri&ada .ueiam a rota para a e(peri+n&ia emo&iona!* de forma . Jua! é a %erdadeira ori"em do ma!< >o&+ sa8e e H4 me ou%iu di#er fre.uestão mora!. Essa e(peri+n&ia de%e ser repetida muitas %e#es ainda* mas a"ora %o&+ pode fa#+2!o de modo se"uro.uando &riança e durante muito tempo muitos dentre %o&+s a&reditaram e(atamente o oposto em re!ação B prLpria inf\n&ia. A su8st\n&ia espiritua! esta"nada é o resu!tado de sentimentos . E portanto L8%io .uais se defendeu até a"ora. >o&+s a"ora estão rea!mente prontos* meus ami"os* para a%enturar2se nas profunde#as do seu ser.ue de%a ser a8andonada por um ato de %ontade* 8astando .uanto %o&+ era infe!i# .ue&idas para .ue %o&+s ha%iam tran&ado os portAes aos sentimentos.ue !o"i&amente de%em ter produ#ido as atuais &ir&unst\n&ias.

E!es se transformam &onstantemente de um &onHunto ou tipo de sentimentos em outro* desde . Juando o f!u(o natura! de ener"ia é 8arrado no interior da sua su8st\n&ia espiritua!* %o&+ sente pre"uiça* a. Essa ne"ação para!isa a ener"ia.):1 sentimento. >o&+ pode redu#ir sistemati&amente o !imiar da defesa &ontra as suas e(peri+n&ias profundas a&umu!adas* .ui&a por.Tentemente &onfundido &om o estado espiritua! de apenas e(istir* %o&+ tem um 8om sina! de . Essas e(2 peri+n&ias do!orosas não podem ser !i8eradas &aso não seHam sentidas* &onhe&idas* e(pressas e %i%idas o mais p!enamente poss=%e!.ue se tornaram %enenosas por não serem !i8eradas. Juando os sentimentos fi&am esta"nados* a&onte&e o mesmo &om a ener"ia6 e* se a ener"ia se esta"na* %o&+ não pode se mo%er.ue!e estado no .ue e &omo e!es sur"em* nem &omo e!es ainda diri"em a sua %ida no presente.ue %o&+ não se dispMs a e(periment42!os e re&onhe&+2!os. A não2 e(peri+n&ia dos sentimentos para!isa o mo%imento dessas &orrentes* detendo a ener"ia %i%a. Nesse &aso* a unidade dessas duas funçAes é interrompida. 'e&apitu!andoG tudo o .uando %o&+ sente e não sa8e o .ua! o mo%imento sL é poss=%e! se forçado do!orosamente pe!a %ontade e(terior. O mesmo a&onte&e . . Portanto* .ue é fre.uiser fa#er nada* o .ue si"nifi&am os sentimentos* por .uando %o&+ se sentir &omo . omo %o&+ sa8e* os sentimentos são &orrentes de ener"ia em mo%imento.ue é mau* destruti%o e ne"ati%o na nature#a humana é resu!tado das defesas &ontra a e(peri+n&ia de sentimentos do!orosos e indeseH4%eis. Ainda e(istem muitas defesas &ontra a p!ena e(peri+n&ia dos senti2mentos a&umu!ados em %o&+s* meus ami"os* apesar de todo o pro"resso feito.ue esta"nado* pre"uiçoso* passi%o ou inerte* e não . Manter isso em mente %ai aHud42!o a &on&entrar sua atenção e per&epção nessas defesas* para super42!as &ada %e# mais.ue a ener"ia f!ua !i%remente.ue e(istem sentimentos no seu interior .ue &riaram uma to(i&idade ps=.

uando %o&+ entra tota!mente ne!a.ue &ria um frenesi &omo &on&eitos.uão a senti2!a* essa dor se&und4ria tomar2se24 ine%ita%e!mente amar"a* tortuosa 8oas seHam as suas intençAes e 3-) .ue se apLia na pre"uiça e em todos os tipos de esta"nação.ua! não passa de uma i!usão da per&epção.ue o pro8!ema humano é a di%isão dua!ista* a . O mesmo %a!e reprodu# o passado de uma para outros sentimentos. . Mais de uma %e# %o&+ se mo* de forma a se mu!tip!i&ar.ue são mantidas &ontro!e* nas &ondiçAes ade.uadas* !o"i&amente.ue é o medo de rea!mente sentir os prLprios sentimentos* in2 resu!tantes.uando essa %erdade é p!enamente sentida e &om2 sentimentos esta"nados não preendida* . >o&+ "enera!i#a a forma de &ontra8a!ançar a esta"nação.ue o a. >o&+ de%e permitir .ue rea!mente a&redita &ria outra manifestação da di%isão. Em outras pa!a%ras* %o&+ de%e sentir o medo . Essa i!usão tem muitas fa&etas* sendo . >o&+ ramente para a ne&essidade de sentir diretamente* não importa .ue &!usi%e o medo.ue .ue medo* o medo de sentir o medo do medo* e assim por diante.uando %o&+ fi&a frustrado por. E* . A rai%a ne"ada &ria a rai%a de ter rai%a6 então* maneira ou de outra* até .ue %o&+ sente e do . Isso é medo o&u!to. Eu o aHudei são as &ondiçAes da inf\n&ia* .ue não foi %i%ido antes ne"a* a dor aumenta.):5 A esta"nação de &orrentes de ener"ia aprisiona não apenas sentimentos* mas tam8ém apenas a passi%idade da persona!idade medrosa .uanto da para!isia.uando sentir esse medo* %o&+ des&o8rir4 ne!e dois e!ementos 84si&osG o primeiro e!emento no interior da psi. $issemos muitas %e#es . Mas .ue aponta &!a2 por &ausa das suas defesas. N4 a!"uns anos* proferi para %o&+s uma pa!estra so8re o tema da errMneas e sentimentos esta"2 autoperpetuação e mostrei &omo um sentimento ne"ado a!imenta2se a si mes2 nados. Somente .ue foram tão do!orosas .ue!es . E raro . Essas podem frenesi da superati%idade . Se %o&+ a!imenta a sua dor por ne"ar2se repetiti%os* não importa .ue se manifesta &omo um no%o e mara%i!hoso despertar e um sentimento de inteire#a.ue por %i%er &omp!etamente a"ora jnão de%eriaj fi&ar frustrado* e então fi&a ainda mais frustrado por. Por e(emp!oG o medo ne"ado &ria o medo do %+ aprisionado no &i&!o .ue. Os seres humanos podem sentir uma &oisa* a&reditar em outra e a"ir sem sa8er &omo am8as essas funçAes os "o%ernam.ue não são a8ertamente re&essos da a!ma* tota!mente pre"uiçosos ou . Esse pro&esso é muito importante por. E &omo se a persona!idade !utasse partir de o&orr+n&ias parti&u!ares fero#mente &ontra a esta"nação -uperpondo4lhe a ação compul-i%a e* então* tornando2se mais a!ienada da %erdade de sua esta"nação e da ra#ão dessa e se aferra B fa!sas &renças esta"nação* . Essa &ondição humana 84si&a do medo pre&isa re&e8er per2 o .ue o %erdadeiro dano se en&ontra.ue uma de!as é uma di%isão na prLpria &ons&i+n&ia humana.ue rea!mente %i%en&ie p!enamente os seus sentimentos anteriores. A fa!ta de per&epção do .ue %o&+ pode sair tanto do esta"nadas da %ida. A frustração em si é suport4%e! .ui!o .uando %o&+ p4ra de !utar &ontra e!a e disso!%e a sua &ausa in&!uam tam8ém &on&eituaçAes atra%és da %i%+n&ia dos seus sentimentos* é . Juando %o&+ Hunta &onhe&imento e sentimento* %o&+ tra8a!ha em direção ao reparo e B inte"ração* o . e(istir nos mais profundos Esse medo e(iste em todos* mesmo na.ue eu* anos atr4s* denominei missão para se e(pressar e(ternamente. E o se"undo %iu &omo era &ompe!ido a re2 e!emento* ainda mais importante e si"nifi&ati%o* é o medo do medo* o medo e(perimentar &on&epçAes de sentir medo6 é a= .uando isso é ne:ado( a pe--oa fi&a ainda com mais rai%a por ser incapaE possa reunir &ora"em para optar de a&eitar a rai%a* e assim infinitamente.uão inde2 não pode sair desses &i&!os seH4%eis possam ser os sentimentos.ue %o&+ pensou não a des&o8rir essas ima"ens* e %o&+ poder permitir2se senti2!as* separando2se portanto de!as.uanto esforço %o&+ empre"a em outros &aminhos* a menos .ue e!e assuma o as Cima"ensD .ue não se dão &onta de outros sintomas &ausados pe!o es&ondidas da &ons&i+n&ia.

ueie a sua %ida. Neste I!timo &aso* as pessoas mui2tas %e#es podem usar um e%ento ou difi&u!dade &orrente para e(p!i&ar o seu estado interior.ui!o .ue e%itar os sentimentos %ai feri2!o menos do .o.ue %o&+ terminar o &i&!o desta %ida* as &ondiçAes* as &ir&unst\n&ias e o am8iente da sua prL(ima %ida* para os .uais %o&+ é atra=do por uma !ei ine(or4%e!* %ão dar2!he a oportunidade de e(por . Na rea!idade* %o&+ se defende &ontra o esta8e!e&imento de um e!o de !i"ação entre esses sentimentos* o seu &onhe&imento interior e os seus padrAes de ação atuais.-entimentoA tota! e(peri+n&ia de um sentimento est4 dispon=%e! na medida de sua disposição e promtidão para a%enturar2se ne!a.ue se os e(pressasse. >o&+s podem fa#+2!o* meus ami"os* se &onfiarem no pro&esso e na a%entura de desape"ar2se %erdadeiramente. N4 muitas outras manifestaçAes.ue %o&+ pensa .ue for poss=%e! resta8e!e&er os e!os da memLria. Se %o&+ &ontinua ne"ando a per&epção e re&usando2se a e(peri+n&ia da. Suas açAes se tornam inefi&a#es6 a %ida pare&e o8struir todas as suas metas e deseHos. A %erdade é .ue um senso de futi!idade e &onfusão a respeito da %ida e do seu pape! ne!a irão en%o!%+2!o .ue ameaça tra#er B superf=&ie os sentimentos . E!as en&ontram portas fe&hadas para a rea!i#ação dos seus ta!entos* de suas ne&essidades* enfim* para a sua rea!i#ação &omo um todo.ue o trauma de a"ora sL é um trauma por. As pessoas se sentem ine(p!i&a%e!mente para!isadas.ue isso 8!o. Assim* a pre"uiça é ao mesmo tempo tanto um efeito .ue a8ri"a6 %o&+ &ontinua a a8ri"42!os por.ue se ne"am a e(perimentar o sentimento. A para!isia . Se todos os sentimentos desta e(ist+n&ia foram p!enamente e(perimentados* toda a matéria residua! de %idas anteriores ser4 tratada automati&amente por.ua! %o&+ tem uma postura mora!ista &omo se fosse rea!2mente indo!+n&ia* de%e portanto ser %ista &omo um sintoma muito indireto.ue %o&+ tem apenas as e(peri+n&ias desta %ida para uti!i#ar. / medo de -entir todo.uando %o&+ resiste B p!ena %i%+n&ia dos sentimentos .ue %o&+ sa8e . A diminuição da memLria é um su8produto do &i&!o %ida e morte* no . $epois .uer . E a.ue fre.T+n&ia a&umu!açAes de sé&u!os ou de mi!+nios i e não apenas de dé&adas. >o&+ est4 purifi&ado .ue %i%eu nesta mesma %ida* %o&+ perpetua o pro&esso de redução da memLria. A pre"uiça é uma proteção &ontra o mo%imento da su8st\n&ia da a!ma .Tentemente é &hamada de pre"uiça* e so8re a .uer refu"o a&umu!ado anteriormente.ue e(istem no seu interior. Esses sentimentos são &om fre.ue se tenha a&umu!ado nesta %ida* sempre .ue se i!ude di#endo . A in&apa&idade de sentir pra#er ou de %i%er a %ida p!enamente é um dos efeitos "erais mais &omuns. No sentido in%erso* %o&+ e!imina essa des&ontinuidade de per&epção* e &om e!a todo o &i&!o de morte e nas&imento* ao %i%en&iar o .ui* de no%o* est4 o pro8!ema. ada en&arnação apresenta2!he a tarefa de se purifi&ar ao e(periment42!os e &ompreend+2!os.ue . A assim &hamada pre"uiça pode ser uma manifestação dessa para!isia. Assim %o&+ perpetua o &i&!o de morrer e nas&er* e esse pro&esso sempre se manifesta &omo uma . 7ma fa!ta de &riati%idade ou um sentimento de desespero "enera!i#ado podem ser outra.)?Juando os sentimentos não são e(perimentados na sua tota! intensidade* o f!u(o interior de %ida ne&essariamente fi&a esta"nado.ue pode &ontinuar e%itando sem . Mas a !em8rança das en&arnaçAes anteriores est4 o8nu8i!ada* de forma .ue as dores anteriores foram ne"adas.ua!2. >o&+ não pode dei(ar a&onte&er se o seu ser mais =ntimo se defende &ontra a %i%+n&ia dos seus sentimentos* .ue8ra na &ontinuidade da per&epção.uando não e(istem mais refu"os.ua! estão presos todos os .

E &omo se a persona!idade !utasse fero#mente &ontra a esta"nação superpondo2!he a ação &ompu!si%a e* então* tornando2se mais a!ienada da %erdade de sua esta"nação e da ra#ão dessa esta"nação* .ue é o medo de rea!mente sentir os prLprios sentimentos* in&!usi%e o medo.ui!o .ua!.uando %o&+ fi&a frustrado por.ue &ria um frenesi &omo forma de &ontra8a!ançar a esta"nação. A frustração em si é suport4%e! .uer outro sentimento. $essa maneira* %o&+ pode pro"redir até o nI&!eo da ener"ia residua! a&umu!ada dos sentimentos ne"ados.uanto da para!isia. Lutar &ontra os seus medos e defender2se de!es &ria .ue não se dão &onta de outros sintomas &ausados pe!o medo o&u!to.ua!. O %erdadeiro estado espiritua! de apenas ser é 8astante ati%o* em8ora seHa &a!mo e des&ontra=do ao mesmo tempo.uer .ue foram tão do!orosas .uando %o&+ p4ra de !utar &ontra e!a e disso!%e a sua &ausa atra%és da %i%+n&ia dos seus sentimentos* é . E apenas a passi%idade da persona!idade medrosa . O mesmo se ap!i&a ao medo* B rai%a* B frustração ou a .)?) . Esse medo e(iste em todos* mesmo na.ue est4 esta"nado.ue!es .ue de%e e%itar o mo%imento e .ue o fa# pare&er indeseH4%e!.uando sentir esse medo* %o&+ des&o8rir4 ne!e dois e!ementos 84si&osG o primeiro e!emento são as &ondiçAes da inf\n&ia* . Mas .ue aponta &!aramente para a ne&essidade de sentir diretamente* não importa . Essa &ondição humana 84si&a do medo pre&isa re&e8er per2missão para se e(pressar e(ternamente.ue o medo do medo. Portanto* .ue Cnão de%eriaD fi&ar frustrado* e então fi&a ainda mais frustrado por.ue %o&+ pode sair tanto do frenesi da superati%idade .ue não são a8ertamente pre"uiçosos ou .ue e!e assuma o &ontro!e* nas &ondiçAes ade. Somente .uando essa %erdade é p!enamente sentida e &ompreendida* . E o se"undo e!emento* ainda mais importante e si"nifi&ati%o* é o medo do medo* o medo de sentir medo6 é a= .uanto uma defesa.uadas* !o"i&amente. O %erdadeiro e sereno estado de apenas ser* pe!o . N4 a!"uns anos* proferi para %o&+s uma pa!estra so8re o tema da autoperpetuação e mostrei &omo um sentimento ne"ado a!imenta2se a si mesmo* de forma a se mu!tip!i&ar. >o&+ de%e permitir .ue se apLia na pre"uiça e em todos os tipos de esta"nação. Esse pro&esso é muito importante por.ue de%e ser sentido.uando %o&+ entra tota!mente ne!a.ue o %erdadeiro dano se en&ontra. Esse estado é mo%imento e ação &heios de pra#er. / sentimento ne"ado( por sua %e# i . Muitos de %o&+s H4 e(perimentaram essa %erdade muitas %e#es no seu Pathwork. E* .uão indeseH4%eis possam ser os sentimentos.uando %o&+ sentir o medo do seu medo e puder dei(ar2se mer"u!har no prLprio medo* este %ai rapidamente dar !u"ar a um outro sentimento ne"ado.ue a sua ne"ação* o medo. O mo%imento reme(e a.ue %o&+ pensou não poder permitir2se senti2!as* separando2se portanto de!as. Se %o&+ a&eita e sente a dor* tem in=&io* automati&amente* um pro&esso de disso!ução. Pe!a &ompreensão p!ena desse fato %o&+ pode redire&ionar sua %ontade e intenção interior rumo B superação dessa esta"nação protetora auto2indu#ida* reunindo &ora"em para sentir o . Se %o&+ a!imenta a sua dor por ne"ar2se a senti2!a* essa dor se&und4ria tomar2se24 ine%ita%e!mente amar"a* tortuosa e insuport4%e!. E o prLprio medo é mais suport4%e! .ue seHa e!e i* %ai ser mais fa&i!mente suport4%e! .ue o ne"a* a dor aumenta.uando isso é ne"ado( a pessoa fi&a ainda &om mais rai%a por ser in&apa# de a&eitar a rai%a* e assim infinitamente. O mesmo %a!e para outros sentimentos. A rai%a ne"ada &ria a rai%a de ter rai%a6 então* . Por e(emp!oG o medo ne"ado &ria o medo do medo* o medo de sentir o medo do medo* e assim por diante. Em outras pa!a%ras* %o&+ de%e sentir o medo .ua! toda a!ma anseia in&ons&ientemente* não é uma passi%idade &aute!osa .

ue fre. A direção ade.ue portanto* é artifi&ia! e mais do!orosa . Esse &ompromisso %o!unt4rio de entrar nos seus sentimentos e de atra%ess42!os até o fim de%e ser a força propu!sora dessa meditação espe&=fi&a.uada tem dois aspe&tosG primeiro* %o&+ pre&isa do &ompromisso de entrar em si mesmo e não &ontornar2se. E importante a"ora fo&a!i#ar a sua meditação. O Eu E(terior* %o!iti%o* de%e desempenhar o seu pape! %o!untariamente* de forma .ua! então pode ser ap!i&ada Bs suas %idas.uer e ten&iona fa#er &riar4 ne&essariamente uma no%a &ondição na su8st\n&ia da sua a!ma. A indo!+n&ia . .ui!=8rio e do tempo &orretos*%ao ser ofere&idas orientaçao interior e e(terior e(atamente na medida . >o&+ "era!mente persuade a si mesmo de .ue %o&+ e%ite* adie e pro&rastine %ai desapare&er sufi&ientemente neste ponto para pMr em mo%imento um no%o inf!u(o de ener"ia.ue o Eu In%o!untario possa entao assumir o &ontro!e.ue %o&+ o8te%e para estar p!enamente determinado a sentir o medo de sentimentos profundos* do!orosos* mortifi&antes e assustadores . Ao mesmo tempo* %o&+ "asta muita ener"ia em outras ati%idades . Sua de&!aração e afirmação de .ue e(istem no seu interior.ue na %erdade e!a sempre e(istiu &omo um poten&ia! B espera S não apenas para esta fase do Pathwork* é &!aro* mas para &ada fase indi%idua!* espe&ifi&a* pe!a . Atra%és dessa a8orda"em de meditaçBo o&orre a !i8ertaçao de uma ener"ia . A!ém do e. >o&+ então pode pedir orientação espe&ifi&a* pois !i8erar4 imediatamente uma parte da matéria esta"nada. omo eu H4 !hes disse muitas %e#es* CA Ini&a maneira de sairé entrar e ir até o fimD. Sim* por.ue fa# &om .ue a&a8am de ser men&ionadas* e a emer"+n&ia do Eu* .ue a fo&a!i#ação espe&=fi&a e a direção &ons&iente dadas Bs suas meditaçAes e%o2&a uma orientação interior na medida Husta e e.ua! %o&e pre&ise passar. / compromi--o de entrar e ir at? o &im O seu Eu &ons&iente &omo um todo tem .ui!i8rada* a . A.ue %o&+ . O primeiro aHuda e "uia o I!timo. >o&+ %ai aprender a sintoni#ar2se &om essa orientaçao e a senti2!a* em %e# de fi&ar surdo e &e"o para e!a.ue reunir todas as suas fa&u!dades( todos os seus re&ursos e usar toda a e(peri+n&ia .ue a e(peri+n&ia ori"ina! &ontra a .ue %o&e pre&isa para a sua situaçao pessoa!. Esse Eu In%o!unt4rio manifesta2se de duas maneiras inteiramente diferentesG a sa8edoria e orientação superiores . A atitude %o!unt4ria de &ompromisso %ai &riar um inf!u(o ener"éti&o in%o!unt4rio e ati%ar a sa8edoria &ondutora do seu Eu Espiitua!.ue a rea!i#açao da tarefa desta %ida é a sua %erdadeira ra#ão de %i%er.)?3 toda uma outra &amada de e(peri+n&ia a!ienada da sua ess+n&ia e* .ue essa e(p!oraçao* uma %e# .ue !he fa!tam a ener"ia e o tempo ne&ess4rios para des&er Bs profunde#as dos seus sentimentos.ue podem muito 8em pare&er mais importantes e %itaisseHam outras6 e!as Hamais podem ser mais importantes . A!ém disso* e!a é a &ha%e de uma %ida produti%a para %o&+ a"ora mesmo. Afirmar na sua meditação a intenção e o deseHo de e(perimentar todos os entimento a&umu!ados e de !i%rar2se do refu"o é o me!hor e o mais efi&a# dos &omeços.ua! %o&+ !uta.uerntemente se &ontor&e de dor mas ne"a a e(perien&ia da dor residua! de muito tempo atras.ue fi&aram &on%en&idos do "rande poder assim "erado aprenderam .ue!es dentre %o&+s .ue pode ser diri"ida para esse propLsito fundamenta!.ue isso é o .

ue o Pathwork de auto2rea!i#ação e unifi&ação &ontém muitos pontos &r=sti&os nos . Muitos momentos &r=ti&os &omo esse sao ne&ess4rios para .ue temer.ue a humanidade é essen&ia!mente m4* destruidora* assustadora e &aLti&a* o %erdadeiro moti%o dessa &rença tam8ém de%e ser ana!i#ado.ue %o&e rea!mente a&redita.ui!o em . O mesmo se ap!i&a ao fato de dei(ar2se &air no aparente pre&ip=&io dos seus sentimentos 8!o.uais a fé de um ser humano é posta B pro%a. A fé ne&ess4ria para dar o sa!to pode ser tirada enfrentando2se &!aramente e . A pessoa nesse estado fi&a muito infe!i#* mas ainda a&redita .ue na rea!idade e!a f!utua. Isso é %erdadeiro para .ue .ue est4 por tr4s do medo é a %er"onha e o seu par&eiro* o or"u!ho.ui!ar a entidade. Kunto &om esta %em uma i!usão artifi&ia! de . Se por fim* entao* %o&e &ontinuar tendo a &on%i&ção de .uestão fundamenta!* .ue pare&e um a8ismo sem fundo.ue o fato de Cprosse"uirD não ir4 fa#+2!o.ue %o&e . aso &ontr4rio* é pre&iso dar2se &onta dessa dI%ida su8Ha&ente e enfrentar a sua %erdadeira nature#a. Somente depois de ter reunido 8astante &onfiança para arris&ar o sa!to é .ua! é rea!mente imposs=%e! %i%er e "ostar de si mesmo.ue ne"ar o seu medo de sa!tar e fin"ir .ue o seu sofrimento na inf\n&ia é de%ido ao fato de .ue se des&u8ra sempre no%amente . Muitos anos atr4s* numa pa!estra &hamada CO A8ismo da I!usãoD* eu disse .ue é humi!hante ter &ertos sentimentos ou estar em &ertos estados %u!ner4%eis* Hunto &om a idéia de . A idéia de .ue e!e pensa . Ao admitir !i%remente o seu medo %o&+ est4 em &ontato mais =ntimo &onsi"o mesmo .ue %o&+ não de%eria estar onde est4 e o sentimento de .)?: O se"undo aspe&to importante da meditação é reunir a sua fé de . >o&e tem de enfrentar a dis&rep\n&ia entre o .ue a&redita eo . E me!hor &ontinuar e%itando o sa!to para o a8ismo* sa8endo .ue o sa!to é se"uro.T+n&ia &riam medo.ueda nesse a8ismo ameaça ani.ue a&redita de%e sempre ser pro&edida honestamente.ui!o em . O ato de e%itar os sentimentos sempre &ria esses parado(os dua!istas de fa!sa dI%ida e de fa!sa esperança.ueados S sentimentos do!orosos* assustadores.ue até um &ero ponto de e%o!ução indi%idua!* a pessoa en&o!he2se B 8eira desse a8ismo* se"urando2se e nao ousando sa!tar.ui!o . Essa &onfrontação entre a. Eu afirmei .u+* do .ui!amento. O or"u!ho e a %er"onha ne"ados &om fre.ue não o sente. A aHuda e a orientação podem e de%em ser ati%ados atra%és da meditação para esse propLsito espe&=fi&o.uestao importante.ue é poss=%e! e%itar o Cprosse"uimentoD e* ainda assim* atin"ir a inte"ração* a saIde e a %ida p!ena.uando ne"a o medo. Se %o&e a&redita na nature#a espiritua! fundamenta! da humanidade* entao nao h4 o .ue %o&+ é ina&eit4%e! e indi"no de amor* tudo isso &ria a tend+n&ia de ne"ar o estado no . Afirme tan8ém* na sua meditação* .ua!.ue pode ser resumida da se"uinte maneiraG CE(iste mesmo um poço sem fundo da ne"ati%idade* destruição e ma! nos a!i&er&es da &ondição humana< E(istem muitos pontos &r=ti&os nos . A menos .uer .ue o faça* %o&e permane&er4 na posição en&o!hida e des&onfort4%e! na .ue o indi%=duo %erdadeiramente a&redita e a.ue a fa!sa se"urança dessa posição tensa e medrosa é prefer=%e! ao ani.ue %o&e di# .ue %o&e não mais deseHa en"anar2se a esse respeito. A . Em outras pa!a%ras* se a se"urança e a %a!idade desse &urso não forem &!aramente di%isadas no in=&io* sua aus+n&ia de in&!inação para e(perimentar sentimentos do!orosos %ai inadi%ertidamente !e%42!o a fa8ri&ar uma dI%ida artifi&ia! so8re a se"urança do pro&esso.uais é pre&iso dei(ar a persona!idade &air na.ue o fa# e por .uer ter &ons&i+n&ia dos seus métodos espe&iais de es&ape e .ua! %o&+ se . Juestionando a %a!idade do medo* %o&+ muitas %e#es pode des&o8rir .ue a pessoa pode des&o8rir .ue a %erdadeira ra#ão . En&arar suas dI%idas a8ertamente %ai prote"+2!o* pe!o menos* da nature#a i!usLria da sua fé na humanidade e no seu destino espiritua!.

7ma a8orda"em e atitude desse tipo &riarão o &!ima .ue se a&umu!ou em %o&+ e .ue a pessoa sente %er"onha demais para e(por.ue!e nI&!eo di%ino .ue su8Ha# a tudo isso é muitas %e#es apenas %er"onha e or"u!ho e a &on&epção errMnea de . Assim* a pressão dessa ne"ação &ria o medo e este* por sua %e#* e(i"e .ue %o&+ ne&essita para penetrar no a8ismo de medo* so!idão* desamparo* dor e de rai%a "erada pe!o sofrimento .ue ainda &ontinua no seu sistema. A meditação é um re. on&!uirei esta pa!estra di#endo2!hes . ada protesto não enun&iado permane&e em %o&+ e o o8ri"a a e(press42!o onde e!e não é apropriado.ue a pessoa fa8ri. O terror pode !e%ar a pessoa a um a"udo estado de &rise.ua! o &aminho torna2se desne&essariamente dif=&i!.uisito sem o . Todas essas são perfeitas rea!idades* mas sL podem ser e(perimentadas .ue mer"u!he no interior de!es* %o&+ des&o8rir4 ine%ita%e!mente .ua!.ue é rea!mente peri"oso sentir o . Mas o seu entro Espiritua! manifesta2se ine(ora%e!mente &omo um su8produto* o resu!tado do ato %o!iti%o direto de passar atra%és dos seus sentimentos ne"ados.ue o &hamam a se"uir &aminhos pe!os .uação pessoa!* .ue sentem* essa &on%i&ção pode produ#ir um &o!apso e uma &rise . Todos esses sentimentos pare&em poços sem fundo mas* uma %e# .ue e!es são &ausados por . Todas as muitas tentaçAes . Se as pessoas se &on%en&em de . Atra%essando esses portais* %o&+ en&ontrar4 a %erdadeira %ida.ue e(iste no seu interior* !4 no fundo* a.ue en%enenou todo o seu sistema espiritua!* psi&o!L"i&o* e mui2tas %e#es tam8ém o seu sistema f=si&o. O .ua! %o&+ é uma e(pressão.ue %o&+ não en"ane a si mesmo* forçando2se a a&reditar .ue ha8ita em %o&+ e do .uando %o&+ atra%essa a rea!idade até a"ora ne"ada dos sentimentos e%itados. ada !4"rima não derramada é uma 8arreira.uer &oisa .ue são meros resu!tados dessa profunda &on%i&ção.ue dei(am de fora a ne&essidade de e(perimentar todos os seus sentimentos. A transposição da 8arreira do &onstran"imento* da humi!hação e do or"u!ho "era!mente disso!%er4 o medo. Ao e(perimentar todos esses sentimentos e estados é essen&ia! .)?? en&ontra.ue %o&+ entre em si mesmo. $o outro !ado do porta! do sentimento das suas fra. E!e é !u#* &a!or* %ita!idade e se"urança. E!e não pode ser ati%ado por um ato direto da %ontade nem por pr4ti&as e açAes .ue a dor da inf\n&ia e(istiu em ra#ão da inade. Esse %eneno sL pode ser e!iminado .ue . A tra%e--ia do portal O seu Eu Espiritua!* &om toda a sua a!e"ria* se"urança e pa#* est4 !o"o atr4s da triste#a e da dor.uais é poss=%e! des&o8rir a prLpria rea!idade espiritua! sem passar pe!os portais men&ionados não passam de de%aneios.uestAes. Não h4 &omo &ontornar o . E!e é* na %erdade* uma i!usão* mas %o&+s de%em passar por e!e* senti2!o. SL assim o &aminho pode ser ap!ainado para permitir .ue teorias .ue o a"ora tra"a* é apenas o resu!tado do passado .ue#as est4 a sua força6 do outro !ado do porta! do sentimento da sua dor estão o seu pra#er e a sua a!e"ria6 do outro !ado do porta! do sentimento da sua so!idão est4 a sua &apa&idade de ter satisfação* amor e &ompanheirismo6 do outro !ado do porta! do sentimento do seu Ldio est4 a sua &apa&idade de amar6 do outro !ado do porta! do sentimento da sua desesperança est4 a %erdadeira e Hustifi&ada esperança6 do outro !ado do porta! da a&eitação das pri%açAes da inf\n&ia est4 a sua p!enitude a"ora.uer .ue %o&+ sente ou não &onse"ue sentir a"ora.uem. >o&+ de%e &onfrontar e en&arar fran&amente essas .ue %o&+ tem de suportar.ue o Hustifi. Mas o %erdadeiro sentimento essen&ia! .ue o medo não é rea!.

PA5A S$P'5A5 A 0'*A. AP_T7LO 3) ] A I8'0.)?.ue o poder do esp=rito os %i%ifi.$A. .ue e(iste no interior de %o&+s.ui* e nisso reside o seu &res&imento. Muitos de %o&+s e(perimentaram em a!"uma medida o .ue eu di"o a.ue %o&+s possam penetrar no terror do medo* da %er"onha e da dor. Mas todos %o&+s t+m .ue %o&+ espera%a poder e%itar sentir. A autopunição pe!o Ldio e pe!o ran&or* pe!a &rue!dade e pe!a &o8iça* pe!o e"o=smo e pe!as e(i"+n&ias uni!aterais so8re os outros* de%e ser !i8erada para .ue* .uem são e estão preparados para fa#er o sa&rif=&io de a8andonar %e!hos padrAes destruti%os de pensamento e reação* %ão des&o8rir o in&ompar4%e! tesouro . por meio da e(peri+n&ia de sentir a.I=I8A8' SaudaçAes e 8+nçãos para todos os presentes.uerem des&o8rir . >o&+s* .ue ir mais !on"e nesse &aminho. Juando dei(arem de !utar &ontra isso* %o&+s serão reais* a8ertos* e estarão %erdadeiramente %i%os.ui!o . Yençãos para todos. $ei(em . Então %o&+s estarão no mundo rea! e suas %idas terão si"nifi&ado.ue e!e %i%a e se manifeste atra%és de %o&+s.ue %erdadeiramente . ada passo dado nessa direção "era no%a ener"ia. Então* um no%o inf!u(o ener"éti&o sur"e numa proporção &ada %e# maior. Nesse momento* a pa!a%ra sa&rif=&io toma2se rea!mente rid=&u!a* pois %o&+s a8andonam o nada para "anhar o tudo.I6ICA3D/ C/2 / '$ 'SPI5I.

Juando toma &ons&i+n&ia dessa inten&iona!idade ne"ati%a* %o&+ &omeça a per&e8er o dom=nio de%astador . E!a . E ne&ess4rio um "rande esforço para u!trapassar a resist+n&ia antes .ue %o&+ tem fa!has e defeitos de &ar4ter.ue* primeiro* ser p!enamente re&onhe&idos e a&eitos antes .ue .uer sone"ar i mesmo .uerem. Mas e(iste a.ue é voc& . Natura!mente* mesmo depois de terem feito "rande pro"resso* %o&+s ainda terão de !idar &om as suas defesas e ne"ati%idades não disso!%idas* &om suas resist+n&ias* distorçAes e es&uridão. ontudo* %o&+ pode %ir a des&o8rir . E um fato importante da psi&o!o"ia humana . E(istem inImeras Cra#AesD* se é .ue a rea!idade do esp=rito é muito maior .ua!.ue %o&+ en&ontra em si mesmo e nos seus &ompanheiros 8aseia2se e(atamente em não .ue uma parte re!ati%amente pe.ue podemos &ham42!as assim* para a ne"ati%idade* das . Não o8stante o seu &onhe&imento de &omo e!a é destruti%a e sem sentido* %o&+ ainda se a&ha in&apa# i .ue ta! atitude tem so8re %o&+ e so8re a sua %ida. Todo o Pathwork est4 8aseado nesse fato %erdadeiro da %ida.ue as pessoas temam* ou efeti%amente e(perimentem* e!as in&ons&ientemente .ue di# e(atamente o oposto. Pode ser até .ue toda e . >o&+ pode então !idar &om essa ne"ação da %ida. Na %erdade* muito da resist+n&ia . A"ora* muitos dentre %o&+s estão fa&e a fa&e &om uma atitude 84si&a de ne"ação em re!ação B %idaG uma atitude . omo sempre* esses aspe&tos t+m .ue .uer . Mas isso não é o mesmo .uanto nos empreendimentos em &onHunto &om outras pessoas. Juando* porém* %o&+ fina!mente a %+* isso é uma 8+nção.ue* .ue %o&+s não sa8em .ue* o . A ener"ia espiritua! .ue não e(pressa nenhum deseHo de dar* de amar* de &ontri8uir* de sair de si mesmo* de re&e8er ou de %i%er 8em e produti%amente.ue e!a não est4 sendo &ons&ientemente re&onhe&ida.ue possam ser a8andonados.ue t+m e . Isso pode ser notado tanto em suas %idas pessoais . E imposs=%e! a8rir mão de a!"o .ue ainda não pode sair desse ponto.ue se tomam mais re&epti%os e sintoni#ados de%ido a a&e!eração do seu desen%o!%imento* %o&+s &omeçam a &ompreender .uer odiar* ser ran&orosa* .ue %o&+ possa a&eitar essa per&epção* a prin&=pio &ho&ante* so8re a sua %ida.ue a. Ainda assim* o simp!es fato de sa8er . No passado* %o&+ pode ter a&eito a teoria de .ue %o&+s to&am e %+em. O re&onhe&imento dessa parte da a!ma é de &apita! import\n&ia.ue!a outra parte da a!ma* num &anto es&ondido da psi.ue %o&+ tenha enfrentado muitos destes* !idando &om e!es de maneira honesta e &onstruti%a.uanto uma parte muito maior !ute pe!o oposto.ue é "erada por %o&+s torna2se autoperpetuadora.uer satisfação ima"in4%e!.ue não e(pressam.ue!a das &oisas .uerer en(er"ar a e(ist+n&ia dessa destruição e ne"ação sem sentido no seu interior.ue isso &ause sofrimento e pri%ação.uer o iso!amento* a so!idão* a fa!ta de amor* o Ldio e o ran&or* em .uais %o&+ H4 tem 8astante &ons&i+n&ia.uão pe. E!a não é ne&essariamente uma "rande parte da persona!idade.ue %o&+ tam8ém tem um Eu Inferior* de . A intencionalidade ne:ati%a A"ora eu "ostaria de fa!ar so8re a ne&essidade de estar atento B sua inten&iona!idade ne"ati%a* antes o&u!ta* mas a"ora &ons&iente.uena da sua &ons&i+n&ia esteHa tran&ada em ne"ação* en.uer nada menos .)?9 d medida . Mas não importa .uena e!a seHa em re!ação aos aspe&tos !i8erados e positi%os da persona!idade* a parte ne"ati%a tem um poder ma"néti&o so8re a %ida da pessoa Hustamente por.uem .ue a&har a sua inten&iona!idade ne"ati%a.uer di#er* não disposto i a a8andonar essa atitude. $e fato* pode ser . Isso pode pare&er a8surdo B mente &ons&iente* .

ue %o&+ . Mesmo os seus estreitos !imites atuais resu!tam de um &urso !i%remente es&o!hido .ue a inten&iona!idade ne"ati%a rea!mente e(iste.ua! se passe fa&i!mente.ue a ne"ati%idade apenas Ca&onte&eD. Para a mente &ons&iente* essas intençAes ne"ati%as podem pare&er a8surdas* mas %o&+ pode fi&ar &erto de . >o&+ %ai des&o8rir .ue de&ida mud42!o. A ne"ati%idade &ompreende um amp!o espe&tro de sentimentos .ue a sua %ida é o resu!tado das suas es&o!has.uanto mais senti2!o e o8ser%42!o no seu interior. Juando o seu Pathwork pro"ride 8em e %o&e o8tém uma per&epção mais profunda e honesta de si mesmo* %o&e pode a&eitar mais os seus sentimentos tanto os 8ons &omo os do!orosos. Em outras pa!a%ras( %o&+ pode %erdadeiramente des&o8rir* num n=%e! profundo* . omo eu disse* se %o&+ fosse &onfrontado &om esse fato* não poderia dar2!he &rédito* .ue* .)?0 %e# de &u!par a!"um destino pe!o . ontudo* . >o&+ pode ini&iar esse Patwork sem nenhuma &ons&i+n&ia das suas o8stinadas intençAes ne"ati%as.ue a persona!idade est4 no &ontro!e* e fa# uma es&o!ha de!i8erada* pretendendo fa#er* a"ir e ser de uma &erta maneira.ue isso não é o mesmo . Admitir e !idar !on"a e profundamente &om esse fato e(i"e !uta* esforço e pa&i+n&ia &onsider4%eis* 8em &omo uma superação interior da resist+n&ia. Lidar %erdadeiramente &om a inten&iona!idade ne"ati%a representa uma "rande &rise na %ida da pessoa e si"nifi&a uma transição 84si&a.ui!o .ue não pode dei(ar de ser &omo é. Essa &orre!ação é e(tremamente importante. >o&+ "anha força e o8Heti%idade.uanto mais %o&+ teme .ue in&!ui hosti!idade* in%eHa* Ldio* medo* or"u!ho e rai%a* para &itar uns pou&os. O mesmo se ap!i&a Bs dI%idasG . Eu não fa!o de um !ampeHo o&asiona! e %a"o de um re&onhe&imento* .uando força a e(posição da sua inten&iona!idade ne"ati%a* %o&+ não pode mais se en"anar &om a idéia de . Neste ponto* seria Iti! fa#er uma &!ara distinção entre negatividade e intencionalidade negativa. A prLpria pa!a%ra intenção re%e!a . edo ou tarde* %o&+ de%e &he"ar a um a&ordo &om o fato de .ue ati%a as mais puras ener"ias espirituais* %o&+ &he"a fina!mente a des&o8rir a sua ne"ação inten&iona! de todas as 8oas &oisas da %ida.ue %o&+ se"ue e &ontinuar4 se"uindo até .ue ter &ons&i+n&ia da sua inten&iona!idade ne"ati%a.ue então é dei(ado de !ado.uanto mais frustrado se sente por não a!&ançar a.ue o . >amos a"ora diri"ir o o!har para &ertos est4"ios e pro"ressAes fundamentais dessa transição. Não é a!"o pe!o . >o&+ pode ter &ons&i+n&ia de a!"umas fa!has e atitudes destruti%as* de a!"uns &omportamentos e sentimentos neurLti&os* mas eu Hamais poderei enfati#ar sufi&ientemente .uando fa!amos de inten&iona!idade ne"ati%a* nos referimos B intenção de aferrar2se ao estado de ne"ação da %ida e de si mesmo. Atra%és do seu reno%ado &ompromisso de sempre enfrentar a %erdade de si mesmo* o . E a es&o!ha imp!i&a a possi8i!idade de adotar uma outra atitude. Mas .uando assume as atitudes mais destruti%as* &ruéis e 8rutais* %o&+ sempre d4 a impressão de .ua! é ino&entemente atin"ido* o simp!es fato de sa8+2!o é uma &ha%e para en&ontrar o prL(imo e!o na &adeia da sua e%o!ução. $ma no%a e-perança Jue a persona!idade es&o!ha um &urso de ne"ação* de ran&or e de Ldio* mesmo . Ora* mesmo .ue tão ardentemente deseHa* maior é a sua intenção ne"ati%a interior e menor a sua in&!inação para !idar &om e!a.uer não %ai se materia!i#ar* menos fé %o&+ tem na sua %ida* e menos &one(ão e(iste entre %o&+ e a sua %ontade ne"ati%a.ue é !i%re.

A!"umas %e#es é poss=%e! .ue a %ida tem a ofere&er.ue o8%iamente %ai a!ém de . E(iste o medo do des&onhe&ido6 o medo de ser ferido e humi!hado6 o medo e a re&usa de sentir a dor* passada e presente.ue ha%er uma ra#ão poderosa* .ue foi %4!ida um dia* para o presente* no .ue fa#em &om . Muitos de %o&+s estão presos neste .ue* apesar de a pessoa sa8er &omo é sem sentido e destruti%a sua inten&iona!idade ne"ati%a* é ne&ess4rio mais do .ue a %ida tem a ofere&er.ue se esteHa rea!mente pronto para atra%ess42!a.uase todas as pessoas .ue a persona!idade esteHa preparada para fa#er uma no%a es&o!ha* a mera disponi8i!idade de outra rota* outra a8orda"em para a %ida e para o rein%estimento das ener"ias e re&ursos* tra# esperança i não uma fa!sa esperança* mas uma e(pe&tati%a rea!ista. Muitos de %o&+s estão &ons&ientes disso e &onhe&em a inade.u+< NLs tam8ém nos de8ruçamos so8re a ori"em dessa ne"ação.ue a!"uém possa admitir uma atitude sem sentido e destruti%a* .ue e(iste essa re&usa aparentemente despro%ida de sentido* em8ora %o&+ sai8a .ue!es dentre %o&+s . A!"uns de %o&+s H4 e(p!oraram* %erifi&aram e tra8a!haram amp!amente esses sentimentos* reaçAes e atitudes* porém ainda insistem em ape"ar2se a e!es. E!a é &om fre. Pode pare&er .ue a mente* a %ontade e a intenção possam ser modifi&adas.ue ideais.ue a tomada de &ons&i+n&ia de uma atitude destruti%a ou distor&ida a e!imine automati&amente* mas isso nem sempre é %erdade.ue ainda não fi#eram essa des&o8erta de si mesmos .ue nada mais fa# senão produ#ir resu!tados indeseH4%eis* e ainda assim insistir em mant+2!a. NLs H4 e(aminamos muitas das &renças e &on&epçAes errMneas* moti%os e ra#Aes .ue não est4 fadada a terminar em desapontamentos e desi!usAes.ue uma &riança tem para preser%ar sua indi%idua!idade. E(iste porém uma esperança* rea!* rea!ista e rea!i#4%e!G uma esperança . Essa esperança !enta mas &erta toma2se rea!idade manifesta* resu!tando na satisfação e na rea!i#ação do .uipara o a8andono da resist+n&ia B &apitu!ação* ao a8andono da prLpria indi%idua!idade.ue seHa a des&o8erta da e(ist+n&ia da sua inten&iona!idade ne"ati%a* ter &ons&i+n&ia de!a não é o mesmo .ue simp!esmente o seu re&onhe&imento antes .ue isso seHa feito* a8re2se a porta para a !i8erdade* mesmo antes . Pense apenas em todas as poten&ia!idades . Toda%ia* por mais importante .ue isso seHa desse modo. >o&+s se prendem tanto a fa!sas esperanças* meus ami"os` Na %erdade* %o&+s in%estem as suas me!hores ener"ias em so!uçAes neurLti&as 8aseadas em esperanças irrea!i#4%eis ou em pura e simp!es i!usão.uase in&on&e8=%e! para a.uer das &ausas supramen&ionadas i por mais %erdadeiras . Por . Por .ue %o&+ peça. E uma insist+n&ia interior de forçar os seus Cmaus paisD a tomarem2se C8ons paisD usando a sua infe!i&idade &omo uma arma &ontra e!es.ue h4 de me!hor no seu interior e* portanto* no a&esso a tudo o . Mas uma %e# .T+n&ia a Ini&a forma .ua! e!a não tem mais %a!idade e é puramente destruti%a.ue seHam em si mesmas.ue a8andon42!a. O ape"o a uma direção ne"ati%a da %ontade é tam8ém de%ido a uma re&usa em assumir responsa8i!idade na %ida ou de !idar &om &ir&unst\n&ias menos .)?1 ao preço de sofrer* é tremendamente dif=&i! de admitir. NLs tra8a!hamos &om muitas de!as. A inten&iona!idade ne"ati%a é tam8ém um meio de punir a %ida em "era!. Se a resist+n&ia interior não for mantida* a persona!idade se sente ameaçadaG a &riança e. Toma2se e%idente repetidas %e#es no tra8a!ho e%o!uti%o de .uação de !e%ar &onsi"o uma posição* . Antes mesmo .ua!.ue e!a sL &ausa dor a %o&+ e aos outros< Tem . E!as são infinitas e são suas* 8astando . 7ma atitude ne"ati%a é* portanto* uma defesa &ontra sentimentos reais.

Jua!.ue e!e seHa toda a sua rea!idade.ue ser fo&a!i#ada. Isso é %erdade.ue é &ons&iente* . Jua! a parte de %o&+ &om a .ue %o&+ é o prLprio esp=rito do 7ni%erso em forma manifesta.ue!a parte de %o&+ . Por e(emp!o* %o&+ pode pensarG C omo pode ser destruti%o identifi&ar2se &om o Eu SuperiorD< Se %o&+ se identifi&ar &om o seu Eu Superior sem estar %erdadeiramente &ons&iente do seu Eu Inferior* da sua M4s&ara* das suas defesas* de seus e(pedientes desonestos e sua inten&iona!idade ne"ati%a* então a sua identifi&ação &om o Eu Superior torna2se uma fu"a e uma i!usão.ue %o&+ é uma manifestação di%ina &om poder poten&ia!mente i!imitado para mudar a si mesmo e a sua %ida* . A mudança interior das mais profundas atitudes e sentimentos de uma pessoa não pode ser produ#ida pe!as funçAes muito !imitadas do E"o. E se e!es não e(istem* a pessoa não pode se.ue di#er Ceu não possoD. E ainda assim é uma meia2%erdade .ueroj do . A diferença não é determinada pe!a sua identifi&ação &om um ou outro dos %4rios aspe&tos da persona!idade i &omo se um fosse 8om e o outro mau.ue a parte .ua! %o&+ a&redita no n=%e! puramente inte!e&tua!.ua!. A identifi&ação &om . Juando %o&+ est4 identifi&ado &om o seu Eu Inferior* %o&+ a&redita .)?5 ponto espe&=fi&o e pre&isam de aHuda para sair de!e. Não e(iste pro8!ema em sa8er . No momento em .ue .uer deseH42!os* pois a &on%i&ção do fra&asso re&haçaria a impot+n&ia do E"o de uma maneira por demais desa"rad4%e!.ue forma %o&+ est4 identifi&ado &om as diferentes partes do seu ser< Por e(emp!o* se %o&+ se identifi&a e(&!usi%amente &om o E"o i a.ue de%e des&o8erto pe!a sua mente o8ser%adora. 7ma %e# mais* é a!"o .uando esse tipo de identifi&ação ne"!i"en&ia a parte de %o&+ .ue fa# toda essa o82 ser%ação est4 &ertamente &om mais &ontro!e* tem mais poder e é mais ati%a e rea! .uer aspe&to da sua persona!idade pode ser deseH4%e!* saud4%e! e produti%a* ou o oposto. Se fosse* %o&+ não poderia identifi&42!o* o8ser%42 !o* a%a!i42!o* ana!is42!o e modifi&42!o* pois a.ue est4 sendo o8ser%ada* a%a!iada ou modifi&ada. $e%e ha%er identifi&ação &om um aspe&to mais profundo* mais amp!o e mais efeti%o da persona!idade para . Juando %o&+ o identifi&a* o8ser%a* admite e !ida &om e!e* %o&+ não a&redita . Portanto* é prefer=%e! para o E"o !imitado di#er jeu não .uerer a mudança e &onfiar . Nessas &ir&unst\n&ias* essa e(peri+n&ia não é &onfi4%e! ou rea!. Se"uindo a mesma !inha de ra&io&=nio* pode2se di#er .ue e(iste em %o&+. Se não e(iste identifi&ação &om o Eu Espiritua!* essa &onfiança e o &!ima ne&ess4rio de e(pe&tati%a positi%a !i%re de pressão não podem e(istir. $e .uestão da identifi&ação tem .ue!a parte de %o&+ . A identifi&ação pode e(istir de uma maneira e(tremamente positi%a e &onstruti%a* ou de uma forma profundamente ne"ati%a* o8struti%a e destruti%a.uer e a"e i fi&a automati&amente imposs=%e! produ#ir uma mudança . Mual a parte de %oc) com a Aual %oc) -e identi&icaB Para desatar esse nL* a .ua! %o&+ se identifi&a< Essa identifi&ação não é a!"o .ue e!e é tudo o .ue trans&enda a pro%=n&ia do E"o. E!a se pare&e mais &om sustentar jda 8o&a para foraj uma fi!osofia na .ue se identifi&ar &om o seu Eu Inferior ou &om sua M4s&ara é uma &oisa* mas o8ser%42!o e identifi&42!o é outra.uer modifi&ação profunda o&orre atra%és de um &ompromisso do E"o em .ue o E"o &ons&iente es&o!ha.ue %o&+ .ue se possa pe!o menos a&reditar na possi8i!idade de uma mudança &omo essa.ue pre&isa de um e(ame minu&ioso e de uma atenção sin&era.ue os pro&essos do Eu Espiritua! in%o!unt4rio o produ#am.

E assim .ue identifi&a é mais %o&+ . $e .ue não é mais in%estida na ne"ação o trar4 para a %erdade.ua! o E"o é &onsiderado &omo a Ini&a função %4!ida e &onfi4%e!* tam8ém pode e(istir.ue o seu Eu Inferior* . A re&usa sem sentido em a8andonar a %ontade ne"ati%a e(iste por. Na me!hor das hipLteses* essa a!e"ria pare&e a&onte&er para uma outra pessoa .ue não o %o&+ fami!iar. Isso se d4 por.ue . Para a. O a8andono do Ldio* do ran&or e das intençAes ne"ati%as se pare&e &om o a8andono do prLprio ser. Juando a M4s&ara e o Eu Inferior* ou a inten&iona!idade ne"ati%a* estão sendo identifi&ados* h4 espaço para . Essa é a imensa diferença entre identifi&ar a!"uma &oisa e identifi&ar2se &om e!a. Essa é a parte mais dif=&i! de %en&er. Juer di#erG suas ener"ias estão sendo disso!%idas na sua forma atua! e estão sendo re&on%ertidas* a!teradas e &ana!i#adas para um &aminho no%o e me!hor. O E"o fa# a identifi&ação* mas se entre"a %o!untariamente de modo a ser inte"rado no Eu Espiritua!.ue as pessoas estão di%ididas em re!ação B identifi&ação.ue uma pessoa ou est4 inteiramente identifi&ada &om o Eu Inferior ou não se identifi&a &om e!e de forma a!"uma.ue essa é a se"unda parte mais dif=&i!.ue esteHa sendo identifi&ado.ue não %o&+< Esse é um sentimento e um &!ima não arti&u!ados em pa!a%ras. E(iste in%aria%e!mente uma &om8inaçãoG a!"uns aspe&tos da persona!idade estão !i%res* e nessas 4reas uma profunda identifi&ação espiritua! ser sentida.ue a pessoa est4 &omp!eta e tota!mente identifi&ada &om esse aspe&to da persona!idade* a despeito de outros aspe&tos desen%o!%idos da persona!idade aos .ue o .uais isso pode não se ap!i&ar. O Eu Inferior de%e ser identifi&ado por %o&+6 o Eu Espiritua! de%e ser identifi&ado &om %o&+.ue a ener"ia .ue adiantam a a!e"ria* a satisfação* o pra#er* o respeito prLprio* a a8und\n&ia* se e!es serão e(perimentados por outra pessoa .uer .ue sentimentos %erdadeiros* in&!usi%e a dor* seHam honestamente e(perimentados* e a dor não pre&isa mais ser ne"ada. Ou* ta!%e#* eu de%esse &orri"ir essa afirmação e di#er . E* .ue é destruti%a* &rue!* odiosa e ran&orosa* isso pare&e o %erdadeiro Eu.).identifi&a a!"o* 8om* mau ou indiferente* a parte .ue o o8ser%ado. Em outras pa!a%ras* o o8ser%ador é mais rea! e detém mais &ontro!e . Isso in&!ui a o8ser%ação e a admissão menta! dos seus %erdadeiros pensamentos* a e(peri+n&ia de .ue!a parte da persona!idade .uando pode %erdadeiramente %i%en&iar os seus sentimentos* %o&+ pode identifi&ar2se &om o Eu Espiritua!. Como a>andonar a intencionalidade ne:ati%a No pro&esso de a8andonar a inten&iona!idade ne"ati%a* a pessoa H4 se sente &omo a!"o mais . Em outras pa!a%ras* essa não é uma &ondição tota!. Tudo o mais pare&e irrea!* ta!%e# até mesmo fa!so* espe&ia!mente . Essa auto2ani. Ao mesmo tempo* os aspe&tos ainda não identifi&ados do Eu Inferior* os sentimentos ainda não %i%en&iados &riam* em parte* um assustador mer"u!ho no Eu Inferior* . Não é &orreto di#er .uando um %erni# rea!mente fa!so é usado para en&o8rir a rea!idade do Eu Inferior.ui!ação aparente é um ris&o .ui!ação. Ao mesmo tempo uma ter&eira identifi&ação* na . A primeira é assumir o &ompromisso ini&ia! de des&o8rir a %erdade a respeito de si mesmo.ue a!e"ria e satisfação resu!tam desse sa&rif=&io.ue de%e ser disso!%ido.ue a persona!idade a&redita ser a sua Ini&a rea!idade.ue não se pode &orrer* mesmo se a promessa !he aponta . Juando e(iste uma identifi&ação se&reta* em8ora par&ia!* &om o Eu Inferior* a8andon42!a é seme!hante B auto2ani.

Mas a dor ser4 muito mais f4&i! de suportar do .uer medida .ue a parte . aso esteHa disposto a %i%en&iar seus sentimentos independentemente da sua nature#a* %o&+ sa8er4 .ue responde de uma no%a maneira* a!ém do es&opo !imitado do Eu Inferior* .uestAes honestamente H4 %ai a8rir uma porta.uando eu a8andono a minha %ontade e a minha intenção ne"ati%as< Isso é tudo o . Esse é o primeiro passo para des&o8rir a sa=da da sua prisão de sofrimento desne&ess4rio.ui!o .ue!e CeuD r="ido* endure&ido e !imitado.ui reside a sua &han&e. >o&+ sentir4 os seus sentimentos %erdadeiros* a!"uns de!es muito do!orosos.ue %o&+ se transforma &om essa morte< >o&+ se transforma no seu Eu >erdadeiro* onde estão os seus reais sentimentos e o seu %erdadeiro ser. Assim %o&+ H4 esta8e!e&e uma no%a ponte.ue é.ue não &onhe&e nada a!ém do !imite dessas mu2ra!has e . $a= em diante* não ser4 tão dif=&i! ou%ir uma %o# em %o&+ . Se o a!%o é um &ompromisso &om a persona!idade* .ua! pode identifi&42!o e ser o seu o8ser%ador. Juando %i%en&ia a si mesmo &omo rea! apenas no Eu Inferior* em .ue %o&+ mantém a"ora. A identifi&ação &om o o8ser%ador transforma2se então no primeiro passo de afastamento e de um primeiro a%anço a!ém da sua e(2 peri+n&ia fami!iar de si mesmo.ue a posição .ue isso possa ser %erdadeiro* %o&+ não pode a8andon42!o.ue fa# as per"untas H4 est4 a!ém da sua identidade presumida. O amorte&imento e o entorpe&imento e(ternos pare&em resu!tar do fato de se ter Ca8andonadoD o ma!6 mas e!e não foi dei(ado de !ado* a8so!utamente. Mas em .) todos os sentimentos e a tomada de responsa8i!idade por e!es em todos os n=%eis.).ue a minha rea!idade dei(a de e(istir .uem %o&+ é. Em !u"ar disso* %o&+ &he"a ao ponto no .ue deri%a a sua identidade* ou rea!idade* do fato de ser ne"ati%o. A se"unda é desem8araçar2se da sua identifi&ação &om o seu Eu Inferior. Presumamos* por e(emp!o* . aso não esteHa* %o&+ &ontinuar4 a ser a. Meus ami"os* dei(em . >o&+ sL se sente rea! e ener"i#ado . O a8andono dessa atitude se pare&e &om morrer. Na sua nature#a f!uente* essa postura %ai transport42 !o a no%os e me!hores estados* &omo o fa# o rio da %ida.ue des!o&ada do seu %erdadeiro !u"ar.uando a8andonar sua inten&iona!idade ne"ati%a* %o&+ instantaneamente passar4 a "o#ar a 8em2a%enturança. Pro&ure formu!ar per"untas e(perimentais* feitas de 8oa %ontade e de 8oa2fé.ue isso os penetreG sua resist+n&ia em a8rir mão da. A re&usa em fa#+2!o é a %ontade de %i%er* sL .ue mais odeia em si mesmo de%e2se a uma fa!sa identifi&ação. A. O &ompromisso de%e sempre ser assumido &om a %erdade da persona!idade i o . A -aída omo %o&+ %ai a&har a sa=da< A primeira &oisa a fa#er seria .uestionar a si mesmoG CIsso é rea!mente tudo o .ue %o&+ se a&ostumou a se &onsiderar uma pessoa arro"ante* fria e &heia de despre#o. Juando %o&+ a"e dessa forma* não se identifi&a mais &om o Eu Inferior* .ue* a!ém dos seus aspe&tos mais ne"ati%os* nada mais do seu ser e(iste.uando a ne"ati%idade e a destruti%idade se manifestam* não importa o .ue %o&+ &he"ue ao se"undo est4"io dessa pro"ressãoG %o&+ se d4 &onta de . Não se pode a!e"ar .ue e!a rea!mente sente e pensa .ua!.ue %o&+ &ostuma%a prote"er &om tanto #e!o.ue sou< E %erdade . >o&+ %i%e na i!usão de .ue* .uanto o am8iente !imite isso e o o8ri"ue a e(perimentar essa ener"ia &omo se e(istente apenas no seu interior. Mesmo antes de %irem as respostas i e e!as em a!"um momento %irão B !u# i o fato de essas per"untas serem feitas permitirão .ue e(iste em mimD< O simp!es fato de !e%antar tais .

ue H4 est4 inte"rada B sua &ons&i+n&ia* ser4 sentida &omo a!"o se"uro e muito rea!.ue são as mais fortes defesas &ontra sair do seu prLprio &ontro!e* mais dif=&i! é para a força e o so! dourados atra%ess42!as. $ei(e .). Juando essa mudança o&orrer* %o&+ %ai re&onhe&+2!a* %ai e(perimentar a sua fami!iaridade e sentir4 &omo é se"ura* &omo %o&+ é e!a. Apenas in%esti"ue o .uer a8rir &aminho atra%és das nu%ens.ue e(iste.ue %o&+ re&e8er4 para as suas per"untas podem nem mesmo %ir ainda do seu Eu Espiritua! mais profundo. Tente a&reditar nisso.ue %o&+ dispAe dessa no%a !i8erdade para si mesmo* %o&+ &onstrLi uma outra ponte para uma maior e(pansão do Eu.ue seHa.ue tenha .ue %o&+ é tudo o .ue o ris&o aparente de e(perimentar uma no%a direção de pensamento pareça menos definiti%o.uanto a"ora pode pare&er. Essa é uma empresa e(&itante e . Não a&redite .ua! %o&+ esta8e!e&e o seu aparato de pensamento. Isso pode pare&er muito distante* mas não est4 tão afastado . A rea!idade é o amor e o amoré a %erdade.uipamento B sua disposição de outras maneiras .ue %o&+ tem de se transformar numa pessoa diferente. Ao mesmo tempo e!a !he dar4 uma no%a &ha%e para usar o e.ue %o&+ pode rea!mente %ir a ser %o&+ mesmo. Esses no%os pensamentos podem !e%ar em &onsideração o fato de .ue %o&+s não seHam* meus ami"os. Não h4 &omo fi&ar parado.ue %o&+ simp!esmente deseHa . >o&+s* . d medida . A rea!idade é !inda.ue nun&a. $a= resu!tam uma no%a ação e uma no%a e(peri+n&ia e(terior.3 &om o Eu* então %o&+ não pode fa!har em atin"ir a auto2rea!i#ação. >o&+s* . E!a é o me!hor .ue a rea!idade não é desa!entadora. >o&+ ir4 até mesmo dar as 8oas2%indas B dor* por. As nu%ens se dispersam mais e mais.ue não o o8ri"a* em prin&=pio* a se"uir .uem . As primeiras respostas podem %ir da sua mente &ons&iente.ue sente ao pMr em mo%imento uma inten&iona!idade positi%a. Juanto mais %o&+ se es&onde por tr4s da ne"ação e da dI%ida* . A es&o!ha é sempre sua.T+n&ia até .ue não a sua %e!ha rotina. O 7ni%erso est4 &heio de amor.ue e!a é rea!* est4 em mo%i2mento e é tota!mente %o&+.ue a !u# o penetre e a&eite . Pou&o a pou&o* %o&+ &omeça a fi&ar &a!mo e a ou%ir a si mesmo.ue e!as se dispersem* menos espessas e!as %ão se tornando. 'e!a(e um pou&o.uer .ue#a do 7ni%erso* a ri. E!a %ai aumentar de fre.ua!. Não e(iste nada . 7ma 8e!a ener"ia dourada . >o&+ pode* primeiro* 8rin&ar formando no%os pensamentos* pesando no%as possi8i!idades e a!ternati%as em re!ação B maneira pe!a . Si"nifi&a simp!esmente dar um no%o a!&an&e a uma mente fortemente esta8e!e&ida. >o&+ per&e8er4 a %o# &onstante e sempre presente da %erdade e de $eus. >o&+ não trai a prLpria rea!idade* não se toma a!"o do . As primeiras respostas . >o&+ fi&a me!hor do . A !i8erdade do seu prLprio esp=rito ser4 en&ontrada na %erdade e no amor. >o&+ sempre pode e(er&er o seu direito de %o!tar ao ponto onde esta%a6 %o&+ nun&a é &oa"ido pe!a %ida ou por .ue %o&+ se d+ &onta de . Na medida em .ue tentar uma inten&iona!idade positi%a pode ser inte!i"ente e deseH4%e! para %o&+.uer &urso de ação. Esse &onhe&imento %ai fa#er &om .uão desen%o!%idos possam ser em re!ação aos outros. >o&+ a!&ançar4 sentimentos mais profundos.uando &ontinua a se e(pandir é .ue &ontinuam &onfinados Bs suas %e!has possi8i!idades* de%em &ontinuar numa situação insatisfatLria* não importa .ue se en%er"onhar. Mas e!es estão !4.ue se tomam dispon=%eis a no%as possi8i!idades de &on&e8er* per&e8er e formar no%as atitudes interiores %ão e(perimentar a ri.ue#a do seu ser mais =ntimo.ue h4 em %o&+. Somente . Se fi&a est4ti&o* %o&+ se &onfina. A8ençoados seHam todos %o&+s` . Sua &apa&idade de formu!ar no%as possi8i!idades e respostas* e de usar o &onhe&imento da %erdade .

>o&+s podem ser enri.ue#a.ue esta pa!estra seHa no%amente Iti! &omo um passo adiante na sua 8us&a.ue&idos* se assim . Eu "ostaria de fa!ar no%amente T desta %e# num n=%e! mais profundo e &om uma no%a a8orda"em i da sua tentati%a de transformar a inten&iona!idade ne"ati%a em .I8A8' P/SI.I=A SaudaçAes* $eus a8ençAe a todos os presentes. on&entrem2se na dimensão .uiserem.ue a"ora deseHa &omuni&ar2!hes sua p!enitude e ri. Peçam por orientação interior para aHud42!os nessa empresa* de forma . E uma .'0CI/0A.: AP_T7LO 33 S A .).5A0SI3D/ PA5A A I0.uestão de &on&entração e de intenção.

ue&erD . A dor e a an"Istia passada podem rea!mente .uenas reaçAes ha8ituais . Eu tam8ém disse .uero dei(ar de e(istir* não posso .ua! a &onfusão &res&e e o "enu=no senso de identidade se perde &ada %e# mais. ontudo* todos os pro&essos de pensamento t+m um tremendo poder e de%em ser per.o.ue se tomaram parte inte"rante de %o&+ a ta! ponto .ui!o .ue de%em ser e(p!oradas.ueninos e tri%iaisD . Tudo o .? e(pressAes positi%as.ui!ador.ue %o&+ e(amine atentamente a.ue tri!ham este Pathwork estão fina!mente &ons&ientes da.ua!.pen-amentoO primeiro passo é dar2se &onta de .ue %o&+ optou por i"nor42Ia* até fina!mente Ces.ue eu não .ue difi&i!mente !he o&orre prestar atenção ne!es.ue posso fa#er é fin"ir .ue!es padrAes de pensamento di4rios Cpe.ue essas reaçAes são irra&ionais* mas uma parte de %o&+ ainda se sente no direito de ter todos esses sentimentos por sentir2se inHustamente tratada. E!a é* na rea!idade* uma atitude e uma e(pressão &ons&ientes6 apenas o&orre . E!a não é* a8so!utamente* um materia! profundamente reprimido.uerer a8rir mão de mim mesmo.ue tota!mente &om a parte destruti%a6 portanto* a8andonar essa parte da persona!idade pare&e temer4rio* peri"oso e ani. omo é importante e %ita!mente essen&ia! isso* sem . Por e(emp!o* %o&+ pode admitir um Ldio ou rai%a irra&ionais.uase . Para tomar tota!mente &ons&iente o materia! restante* e tam8ém para produ#ir a mudança da inten&iona!idade ne"ati%a para a positi%a* é pre&iso . A esta a!tura* muitos de %o&+s a&eitam* en&aram e admitem uma parte dessa inten&iona!idade ne"ati%a* mas não toda e!a6 %o&+s ainda preferem i"norar uma porção. Assim* %o&+ pode i"norar uma reação de m42%ontade* in%eHa ou ressentimento a&usador apesar de notar a sua inten&iona!idade ne"ati%a em outros aspe&tos. Esse é um &!ima de%astador na a!ma humana* no . Essa diferença é muito importante.ue e!a est4 presente.uestão então é &omo pro&eder para mudar esse suti! sentimento interior de identidade. Mas* uma %e# .uiridos.ue esse é o meu %erdadeiro eu* e uma %e# .ue eu sou &omp!etamente mau.ue sou diferenteD. No momento em .ue antes i"nora%am* ne"a%am ou reprimiam. 7m materia! desse tipo não é* na %erdade* in&ons&iente.ue uma das ra#Aes fundamentais para a difi&u!dade em pro&eder a mudança da inten&iona!idade ne"ati%a para a positi%a é . Muitos de %o&+s . O ato de!i8eradamente sustentado de des%iar o o!har de a!"uma &oisa resu!ta* &om o tempo* em não se %er o .ue* se&retamente* a persona!idade se identifi&a .ue a sua inten&iona!idade ne"ati%a não é rea!mente in&ons&iente no sentido estrito da pa!a%ra. A . >o&+ ainda rea"e ao passado e tra# sua reação para o presente. Mas são essas pe.ue os o!hos &omeçam a entrar em fo&o no%amente* o materia! toma2se imediatamente dis&ern=%e!. Nesta pa!estra* trataremos mais deta!hadamente do pro&esso .uer &aminho de auto&onhe&imento* auto2 enfrentamento e purifi&ação` Mas não é sufi&iente* meus ami"os* ter &ons&i+n&ia6 é pre&iso mais.).ue esta%a !4 todo o tempo.ue re&omendei para efeti%ar uma mudança.ua!* tradu#ida em pa!a%ras &on&isas* si"nifi&ariaG CSe a %erdade a meu respeito fosse &onhe&ida* todos sa8eriam . Juando não se admite ao Eu e(pressAes ne"ati%as* e!as se &on"e!am numa ferida infe&&ionada de &u!pa e des&onfiança em si mesmo* a . Muitos pensamentos e reaçAes autom4ti&os são dei(ados de !ado e idea!i#ados6 seu si"nifi&ati%o poder é i"norado. Pode asse%erar e(ternamente . '9amine todo. O &onhe&imento &orreto* no inte!e&to* pou&o fa# para a!i%iar essa &ondição pertur2 8adora e do!orosa.

uadro o8Heti%amente.ue uma rai%a sadia pode ser Hustifi&ada.ue a sua rai%a* a sua hosti!idade* o seu &iIme* a sua in%eHa e as suas e(i"+n&ias par&iais e uni!aterais são %erdadeiramente inHustos.ue o impede de %i%er a %ida.ue essas atitudes são ne"ati%as e de .uinhas e irreais6 o prL(imo passo é sa8er e(atamente por .uanto não sou8er &!aramente se a sua rai%a é Hustifi&ada ou não* %o&+ fi&ar4 sempre &onfuso.ue se e(pressar ao !ado do seu pensamento destruti%o infanti! so8re a . ser reprimidas no %erdadeiro sentido da pa!a%ra. >o&+ então pode &onsiderar inte!i"entemente a situação rea!ista em %e# de optar por uma %isão infanti! e distor&ida. >o&+ ter4 remo%ido uma defesa desne&ess4ria* .ue* &om o tempo* a&a8ar4 &om as di%isAes e esta8e!e&er4 uma identifi&ação &om o seu Eu maduro* &onstruti%o e "enu=no.uando %o&+ assim o deseHa.ue!es a se es2 &onderem no%amente.ue maneira e!as distor&em a %erdade.ue seHa a ne"ati%idade* %o&+ ter4 dado um outro "rande passo rumo B sua transformação em inten&iona!idade positi%a.uestão na . A defesa é sempre* de uma forma ou de outra uma inten&iona!idade ne"ati%a* .ue estão por tr4s de!es* serão rea!mente defrontados por pensamentos %erdadeiros* maduros e rea!istas.ue se"ue este Pathwork* H4 sa8e o 8astante para não ser tentado a &air nesta armadi!ha.ue não é rea!mente in&ons&iente..ua!.ua! essa intenção se opAe B rea!idade* B Hustiça e B %erdade* então* .ue o mundo de%esse "irar B sua %o!ta* e o impede de %er todo o . omo eu H4 disse* "era!mente %o&+ sa8e e admite . Os pro&essos são norma!mente os mais desen%o!%idos e podem ser postos a ser%iço do pro&esso de purifi&ação.ue é madura.ue rea"e &omo se pensasse . Estes não de%em forçar a. Sempre f!utuar4 entre a &u!pa e o ressentimento* entre a ne"ação e a reHeição de si mesmo* dos outros e da %ida* e entre o medo e a a&usação. Nesse est4"io* é pre&iso e(trair o pensamento . Seu pensamento adu!to tem . Seus pro&essos de pensamento "era!mente fun&ionam muito 8em .ui%o&adas* destruti%as* mes.ue esse é um sentimento ne"ati%o* mas emo&iona!mente ainda sente .ui uma do!orosa &onfusãoG uma parte de %o&+ sente . SL então %o&+ entender4 tam8ém .ua! %o&+ se en&ontra en%o!%ido de forma tão emoti%a.ue!a parte de %o&+ . O pro&esso de%e ser um di4!o"o &ons&iente. Juando isso é &ompreendido* %o&+ pode senti2!a de forma !impa* sem &u!pa* dI%ida* fra.ue est4 &erto a respeito da . Para tornar a&ess=%e! a rea! e(peri+n&ia direta é pre&iso !idar &om a defesa de uma maneira mais &omp!eta. E essas reaçAes de%em ser %istas &omo rea!mente são. Em8ora o fato de sentir rai%a e m4"oa possa ser Hustifi&ado* en. E a8so!utamente ne&ess4rio . Este é um pro&esso inte"rati%o . Suponhamos .ue estão por tr4s da atitude destruti%a e* depois* e(pressar a maneira pe!a . Então* seus sentimentos ne"ati%os* &om os pensamentos distor&idos .ue fermenta no seu interior e e(amin42!o &om a.ue %o&+ des&u8ra .ue est4 &om rai%a e ressentimento numa situação presente. >o&+ de%e se"uir esse pensamento &onfuso em todo o seu traHeto e usar todos o seus re&ursos e toda a sua atenção para ir mais !on"e na sua &ompreensão de si mesmo. Isso de%e ser terminantemente e%itado i e %o&+* . E pre&iso não s9 admitir a e(ist+n&ia de atitudes e. Se %o&+ puder e(pressar o deseHo e a intenção inteiramente irra&ionais .ueira.uestão.ue suas demandas e reaçAes são inHustifi&adas6 uma outra parte sente2se tão &arente e e(i"ente .ue %o&+ ne"a para si mesmo* torna2se uma reação distor&ida no presente.ue %o&+ &onheça as ramifi&açAes e o si"nifi&ado das suas atitudes fa!has6 por e(emp!o* sa8er por . Isso %o&+ pode fa#er* &aso rea!mente o .uer .ue#a e efeitos ad%ersos duradouros.). Pode ha%er a. A dor do passado* a e(peri+n&ia . >o&+ ir4* .

om fre.ue essas e(i"+n&ias não seHam atendidasR ou em situaçAes nas . Sua mente so#inha não pode reso!%er esses &onf!itos.ue é ne&ess4ria tanta %i"i!\n&ia. A dI%ida sL pode ser e!iminada .ue as reaçAes emoti%as resu!tantes se mostram destruti%as para todos os en%o!%idos* então muito ser4 o8tido* e a %erdade da situação emer"ir4.ue e &omo e!e est4 errado* %o&+ apenas a8re mais uma pe.uando %o&+ d4 espaço para uma atitude &onfiante e a e(perimenta. E tam8ém por isso .uer atitude destruti%a é a e(pressão de um Hu!"a2mento de %a!or su8Ha&ente* e esses Hu!"amentos de %a!or de%em ser muito &!aros . >o&+ %ai estar i"ua!mente fra&o e &onfuso em situaçAes nas .ue as aparentes %anta"ens do pe. 7na o n=%e! da mente ao n=%e! dos sentimentos. Mas se a mente adu!ta é usada para !ançar !u# so8re as demandas irra&ionais* tornando &!aro . Eis por .uais e(pressa as suas e(i"+n&ias irra&ionais e infantis Qe* então* a sua intenção ne"ati%a* uma %e# . As tentaçAes do ma! são muito sutis. Se a inte!i"+n&ia adu!ta é usada meramente para ra&iona!i#ar a &onfusão do!orosa* para e!a8orar ar"umentos de defesa* para Hustifi&ar a sua prLpria situação ou para prote"er a pessoa da admissão da intenção ne"ati%a* então nada Hamais se "anha.ue su8Ha# a uma reação sentimenta! é %4!ida.ue %o&+ est4 &ontatando a"ora atra%és deste tra8a!ho* e não apenas superfi&ia!mente* no n=%e! do ser e(terior* a purifi&ação torna2se muito profunda.ue possa prote"+2!o do ma!6 somente a sin&eridade de &oração pode fa#+2!o.ue ser admitidos primeiro6 mas então a mente ter4 de &onfront42!os e opor2se a e!es* &ompreend+2!os e &orri"i2!os.ue e!a si"nifi&a* por .ue torna tudo mais &onfuso ainda.T+n&ia* am8as essas e(pressAes e(istem numa mesma situação* o .).uais %o&+ tem de prote"er os seus sentimentos em nome da %erdade. >o&+ pare&e fa#er a &oisa &erta* mas se re&usa a rea!mente ir em frente* a ir até o fim. Não e(iste uma fLrmu!a .uena porta dos fundos. E!a %em da !impe#a espiritua!* deri%ada da pr4ti&a da re%isão di4ria* da meditação e do &ompromisso &om o mundo de $eus* &om o mundo da %erdade* do amor* da honestidade e da inte"ridade.uanto B sua e(atidão ou fa!4&ia. >o&+ H4 fe# um 8om pro"resso admitindo uma inten&iona!idade ne"ati%a par&ia!* mas por %e#es essa admissão toma2se e!a mesma uma fu"a suti!. Jua!. Essa sin&eridade de &oração e essa 8oa %ontade de%em ser &u!ti%adas sempre. Ao meramente admitir repetidas %e#es um sentimento ne"ati%o* sem ir adiante* sem e(amin42!o para des&o8rir por .ueno E"o* medroso* aprisionador e %aidoso* a sua !i8ertação rea!mente prosse"ue &om toda &erte#a.ue o a"uarda na sua prL(ima fase do Pathwork.ue#a* in&apa# de auto2afirmar2se. Juando isso é feito nos n=%eis interiores . Juando e(iste disposição para honrar a de&+n&ia* a %erdade* o amor e a Hustiça* mais do . =á at? o &im Esse é o tra8a!ho . $es&u8ra se a presunção . aso simp!esmente %o&+ admita a sua des&onfiança* sem ir a!ém para des&o8rir o .ue se é %erdadeiro e se est4 em harmonia &om a !ei uni%ersa!.9 por um !ado* tentar a!i%iar suas dI%idas em re!ação a si mesmo esforçando2se por &riar ar"umentaçAes6 por outro !ado* %ai estar para!isado pe!o medo e pe!a fra. ada %erdade pode ser posta a ser%iço de uma distorção. E(amine o si"nifi&ado da sua e(peri+n&ia sentimenta! e a %a!idade e a rea!idade .ue e!a est4 errada e &omo poderia ser diferente* %o&+ .ue e!as são irreais e inHustas e mostrando .ue estão por tr4s do sentimento.ue fa#er a &oisa &erta nun&a é por si mesmo uma "arantia de . Os e!ementos destruti%os t+m .

ue %o&+ . Isso pode ser feito. A menos . Todo o pensamento &ria.ua! um nImero &ada %e# maior de %o&+s pode dar esses passos de transição* passos rea!istas* pe!os .ue %o&+ possa %isua!i#ar o estado para o . E!es não prestam atenção a e!es* mas esses pensamentos si"nifi&am muito. Os seus pensamentos* tanto . Todos %o&+s sa8em . E!es &riam o estado do seu &orpo* da sua mente* da sua a!ma e esp=rito. Esta pa!estra é mais um passo para aHud42!os de um modo 8em espe&=fi&o.). Os seres humanos t+m todos os tipos de pe.ua! .ue essas &on&!usAes estão apenas na sua mente.ue de%e ser tratado.uer ter. E &he"ado o tempo* meus ami"os* no . A8ençoados seHam* todos %o&+s* meus . Ao fa#+2!o* %o&+ não apenas sa8er4 em &ada fi8ra do seu ser* mas sentir4 e %i%en&iar4 . No pro&esso de &res&imento e e(pansão* a persona!idade indi%idua!i#ada de%e* sempre* e%o!uir em direção a no%os esta2dos de &ons&i+n&ia e e(peri+n&ia.I<A3D/ PA5A C5'SC'5 5$2/ A/ 'S.ue %o&+ pode rea!mente ter a8und\n&ia* a!e"ria e a rea!i#ação da sua %ida* da sua en&arnação i e essa rea!i#ação tra# uma pa# profunda.ue a %isua!i#ação é essen&ia! para o tra8a!ho de &riação e re&riação rea!i#ado na meditação. Na meditação depois desta pa!estra* e(presse a sua &onfiança no 7ni%erso6 pense .ueridos.ue o 7ni%erso é um !u"ar ri&o e &heio de a!e"ria.ue %o&+ teme é i!usão e .A8/ $0I6ICA8/ SaudaçAes e 8+nçãos. >o&+ tem de e(aminar o pensamento e as &on&!usAes inerentes ao ran&or* B des&onfiança* ao &iIme* B hosti!idade* et&* por.ui!o . So!i&ite a sua orientação interior a &ada passo do &aminho* para dei(42!o a!erta e &ons&iente para não soterrar a. ada estado aprofunda2se em a!&an&e e !i8era uma no%a su8st\n&ia &riati%a &om a . Pensamentos t+m muito poder.uenos pensamentos todos os dias e em todas as horas da %ida. Isso é a &riação positi%a em ação.ue o .uanto os seus sentimentos* &riam as suas açAes e as suas e(peri+n&ias. $essa forma* uma par&e!a &ada %e# maior da a8und\n&ia do 7ni%erso passa a fi&ar dispon=%e! para o indi%=duo.ua! se "eram e(peri+n&ias de %ida e mundos deseH4%eis.0 &ontinua no status quo.uais o ma! é transformado. AP_T7LO 3: ] $2 P5/C'SS/ 8' =IS$A. >o&+ %ai entre"ar2se a p!ena e(peri+n&ia de todos os sentimentos e dar B sua &ons&i+n&ia o poder de "o%ernar a %ida .

1 pretende diri"ir o seu &res&imento* difi&i!mente ser4 poss=%e! a!&anç42!o.ue sintoni#ar2se e o .uais %o&+ não .uer nos termos do seu prLprio E"o* termos esses . ons&ientemente* %o&+ pode estar &heio da 8oa %ontade e rea!mente . Esta pa!estra é apenas um es8oço .ua! antes esta%am &e"os.ue &ertos resu!tados ainda estão ausentes* a despeito do seu &ompromisso &ons&iente em re!ação a %erdade* a $eus* ao amor.uenas fendas da sua su8st\n&ia .ua! o seu Eu $i%ino é &onstantemente e(pressado e rea!i#ado. Tentarei dar2!hes um &on&eito e uma %isão de maneira . A--uma um compromi--o de todo o coração Juando as pessoas &he"am B situação de optar de!i8erada e &ons&ientemente por dedi&ar2se B %ontade e B rea!idade di%inas* então é !ançado o a!i&er&e para .ue di# até mesmo Ceu . Juero tudo B minha maneira ou então não .ue o&orram &ertas mudanças %itais em sua %ida interior e e(terior.ue isso não o&orre.ua! a persona!idade se une %erdadeiramente ao Eu $i%ino interior* B ine(aur=%e! ri.).ua!.uer. Esse é um &ompromisso &om a &ons&i+n&ia a8so!uta .ua!. >o&+ aprender4 a ter a &ora"em* a humi!dade e a honestidade de e(por essa parte i a parte .ue di# Ceu não .uais %o&+ apenas o .ueira6 $eus* &ons&i+n&ia uni%ersa!* Eu >erdadeiro* Eu Interior i .ue#a .ue se es&onde por tr4s da sua 8oa %ontade* %o&+ pode nem mesmo &ompreender por .ue é o nI&!eo interior de &ada ser humano6 o prLprio &entro do ser do indi%=duo.uer .ue tenha rea!mente e(perimentado os n=%eis &ontraditLrios .ue atin"iram o estado no .uerer isso.ue e(istem outros n=%eis da persona!idade em .uerer %o!tar atr4s.uero nadaD` Apenas .ue des&re%e &ertas &ondiçAes e e(pressAes muito 84si&as . Essa &ons&i+n&ia é muito importante* e o Pathwork !ida &om e!a de uma maneira muito intensa* para aHud42!o a e%itar uma das mais insidiosas o8struçAesG en"anar2se a si mesmo. >ou traçar um .uer isso Qou nos .ue!a parte ne"ati%a da persona!idade .uadro de &omo é* interna e e(ternamente* &he"ar ao ponto no .ue %o&+ atri8ua B. A!"uns de %o&+s podem se dedi&ar a $eus num n=%e! &ons&iente* mas ta!%e# podem não per&e8er .ueroD.uero ofere&er a!"uns indi&adores e &on&eitos ini&iais 8em definidos do . E!a pode ser &hamada por . Nesta pa!estra* . Antes de des&re%er esse pro&esso* eu "ostaria de di#er .ue e(ista a!"um tipo de e(emp!o.ue %o&+ assuma o n=%e! &ontr4rio do E"o .ueado.ue e(istem no seu interior nos .ue %o&+s possam &omeçar a %er &om no%os o!hos* e ta!%e# re&onhe&er em outros a.ue trans&ende o pe.ue %o&+ não de%e se des%iar do rumo pe!o fato de ter assumido &ons&ientemente um &ompromisso &omo esse e não en&ontrar a o&orr+n&ia de nenhuma "rande mudança interna ou e(terna em sua %ida. Juero ser ran&oroso.ue seHa o nome .ue ha8ita em toda &riatura.ui!o . A menos . ontudo* é e(tremamente dif=&i! %isua!i#ar um no%o estado* dire&ionando para e!e o &res&imento* sem .ueno E"o. Pode pare&er muito f4&i! a&reditar* num n=%e! mera2mente &ons&iente* .ui!o para o .ue %o&+ .ue esse &ompromisso &om $eus é o . Juando esse &ompromisso de todo &oração é p!enamente assumido* então &ertas &oisas &omeçam a a&onte&er na %ida da pessoa.uero resistir.ue destroem o ato da entre"a de si mesmoR* %o&+ %ai .ue pro&urar* &om .ue %o&+ .ui adorme&idos.ue estar preparado para assumir &omo seus poten&iais até a.ue podem ser se"uramente "enera!i#adas e ap!i&adas a todos %o&+s . Porém* a menos .uando as pe.ue %o&+ admita a sua oposição* o seu medo* a sua o8stinação e o seu or"u!ho* seu &ompromisso &ons&iente ser4 sempre 8!o. O8%iamente* não se &he"a a esse estado &ru#ando2se uma !inha &!aramente definida* mas atra%és de um pro&esso "radua!. NLs 8us&amos e tra#emos B !u# a.uer nome . A menos .

ue essa atitude amp!ia a %ida espiritua! interior.ue &he"a o ponto em .ua! um no%o padrão de h48itos é institu=do* no . No%amente* porém* isso não o&orre de um "o!pe.uando %o&+ esti%er rea!mente &om pro8!emas* num estado de &rise* %4 !em8rar de se a8andonar* dei(ando . Ainda %o!taremos a esse ponto. Mas na %ida &omum* nos seus afa#eres &otidianos* isso ainda não o&orre. Muitos mo%imentos e es&o!as espiritua!istas de pensamento pre"am o as&etismo e a ne"ação da %ida e(terior so8 o ar"umento de . Se a unifi&ação e o pro&esso di%ino estão rea!mente em mo%imento* o &onteIdo interno de%e e(pressar2se e(ternamente. Em8ora a resist+n&ia tenha dei(ado de e(istir* o Eu E(terior ainda est4 &ondi&ionado ao %e!ho fun&ionamento e* automati&amente* se pAe B frente no n=%e! mais superfi&ia! da mente. E!es 8!o. O fa!so &on&eito de .ue estão por tr4s de um muro* separando2as da rea!idade materia!.5 ps=.ue o &onteIdo interior e .ue %o&+ ter4 %en&ido essa 8ata!ha em parti&u!ar. Nesse est4"io* %o&+ pode a8raçar a entre"a B &ons&i+n&ia di%ina e &onfiar ne!a &om todo o seu &oração. Em suma* a %ida e(terior de%e espe!har a %ida interior em &ada aspe&to poss=%e!.ue se !ute por e!a a &ada momento. E(iste muita &onfusão a respeito deste tLpi&o. Mas se a sua &ons&i+n&ia i"nora essa %erdade* ou mesmo a8raça fortemente a &rença oposta de . Somente aos pou&os %o&+ a!&ança o estado no . Sem . O %erdadeiro &res&imento interior de%e* no de%ido tempo* manifestar2se tam8ém e(teriormente* em8ora não ne&essariamente &om a %e!o&idade .ue o e(terior não importa* então %o&+ impede f!u(o de todo o pro&esso. A prin&=pio* essa entre"a e(i"e .).ue* na rea!idade* são uma.ue e(iste entre a sua %ida interior e a sua %ida e(terior. Essa distorção é uma reação ao seu oposto* i"ua!mente distor&ido* &uHa posição pro&!ama .ue %o&+ ad.ue o n=%e! e(terior não tem import\n&ia en&erra a %erdade e a 8e!e#a espirituais interiores . Ta!%e# %o&+ possa fa#+2!o nas 4reas onde é re!ati%amente !i%re* mas ainda se depara &om a sua %e!ha o8stinação* &om a sua %e!ha des&onfiança e fa!ta de memLria na. E então .u=%o&os de Hu!"amento.ue seus esforços positi%os não %ão adiante. Nesse est4"io* é pre&iso .ue %o&+ pode &omeçar i fre.ue os pro8!emas persistem.ue* ao esperar uma mudança instant\nea* est4 &ometendo e.ue pode &he"ar mesmo a ne"ar . =ida interior e %ida e9terior Primeiro* dei(e2me fa!ar so8re o re!a&ionamento .Tentemente &om muito &onf!ito i a modifi&ar esse n=%e! ne"ati%o* essa porção mais es&ura da sua persona!idade.ueiam o ine%it4%e! mo%imento da %ida interior para a e(terior por. N4 a.ue!es .ue apenas a %ida interior é importante. A pessoa &om esse fa!so &on&eito &omeça a %er uma di&otomia entre duas &oisas .ua! o ato de se entre"ar ao todo é rea!i#ado* onde e!e se manifesta e permeia todos os seus pensamentos e per&epçAes* todas as suas de&isAes e açAes* todos os seus sentimentos e reaçAes.ue!as 4reas em .ue a!e"am .ui&a se a8rem e e(pAem essas 4reas é . aso isso a&onteça* o materia! ener"éti&o mais radiante não pode e(pressar2se no n=%e! do materia! mais "rosseiro e* assim* aprimor42!o.ue a forma e(terna é mais importante .ue $eus assuma o &omando.ue e(ista a!"uma rea!idade ou &onteIdo interiores.ue sL a forma e(terior tem import\n&ia.ue não %+em a !imitação e a fa!sidade dessa idéia.uira um no%o padrão para os seus h48itos. >o&+ pre&isa de dis&ip!ina para !em8rar2se de!a. Ta!%e# .ue a pessoa orientada para o e(terior pretende e . Antes* afirma . Juando e!a fi&a es&ondida* %o&+ fi&a di%idido e não &ompreende por .

ue a persona!idade se es. Esse fenMmeno pode o&orrer em todas as . Juando a forma e(terior e(iste sem &one(ão &om um &onteIdo interior or"\ni&o* e!a se desinte"ra. E!e é tão parte da pessoa &omo um todo .ue não h4 nada . >o&+ de%e* portanto* ser &uidadoso nas suas a%a!iaçAes. Foram esta8e!e&idas responsa8i!idade e &onfiança &omo resu!tado da pro%a repetida de . E!e se pAe de !ado e permite . E!a é &onfundida .T+n&ia ine%it4%e! do &onteIdo interior.ue opera mesmo na.uanto a se"uir ou não esse &onse!ho para a persona!idade e(terior. A essa a!tura* a resist+n&ia em prestar atenção a tudo o . Esse H4 é um estado de "raça. Ao !on"o de diferentes eras e &i%i!i#açAes* eem diferentes &ondiçAes &u!turais* uma dessas distorçAes opostas pode ser adotada até .ua! pode então manifestar2se na sua prLpria %ida e(terior &omo resu!tado do seu pro&esso interior.uestAes desde .ue o&orre é superada6 formou2se um no%o h48ito* de modo .ue ine%ita%e!mente se ras"ar4* em8ora aparente a perfeição "!oriosa da rea!idade di%ina e das suas e(pressAes. Juais são as atitudes* manifestaçAes e e(pressAes internas e e(ternas de uma pessoa assim< Todas as de&isAes* "randes ou pe. Nesse pro&esso* a persona!idade se d4 &onta de .ue todas as fa!sas &apas de%em ras"ar2se e desfa#er2se. A realiEação da %ida di%ina Ana!isarei a"ora manifestaçAes espe&=fi&as .)9dI%ida* é poss=%e! e(pressar a forma e(terna sem . 7ma %isão &!ara desse prin&=pio tam8ém é ne&ess4ria para &riar uma %isua!i#ação do seu prLprio mo%imento* o . Essas duas distorçAes são &ontra2reaçAes fa!has* &ada um tentando e!iminar a outra atra%és de uma &ompreensão errada da sua prLpria posição. A prin&=pio* a %ontade di%ina não re&e8e &onfiança.ua! o pe. Juando a forma e(terior e(iste sem o &onteIdo interior* e!a é uma &apa tempor4ria .uando a forma e(terior desa8a e o &aos interior é e(posto e e(austi%amente e!iminado é .ue a sa8edoria interior o permeie. No%amente* esse é um pro&esso .ue o p+ndu!o os&i!e para a outra.ue* a"ora* o pro&esso di%ino se autoperpetua. Se e!a e(iste apoiada em premissas fa!has 8aseadas em apar+n&ias* na &onfusão entre a %ida e(terior e a interior* então a forma e(terior primeiro tem . ada pensamento* &ada opinião* &ada interpretação* &ada forma de reação re&e8e a &han&e de ser permeada pe!a &ons&i+n&ia maior.ue o&orrem numa pessoa .ue a harmonia inteior pode &onstruir a harmonia e(terior e a a8und\n&ia interior pode &onstruir a a8und\n&ia e(terior. O Eu Interior est4 sufi&ientemente !i%re para poder fa#er ad%ert+n&ias* para dis&ordar e a&onse!har i e então* dei(ar a de&isão .uando* ta!%e#* uma %e!ha 4rea ainda não aprimorada se manifesta e empurra a persona!idade na direção errada. Somente uma pessoa rea!mente &oerente* rea!i#ada e inte"rada e(pressa a forma e(terior &omo &onse.ueno eu se a8andona ao Eu $i%ino.ue a rea!idade di%ina tra# %erdade* sa8edoria* 8ondade e a!e"ria.ue a 8e!e#a interior pode &onstruir a 8e!e#a e(terior* é .ue a &ons&i+n&ia esteHa presa B i!usão dua!ista.ue não seHa importante.ue&e de esta8e!e&er o &ontato* .ue se repete em muitas 4reas no de&orrer do desen%o!%i2mento humano.ue desa8ar para poder ser re&onstru=da &omo uma e(pressão or"\ni&a do mo%imento e do &onteIdo interior.ue!as raras o&asiAes em . Somente .ue rea!mente est4 profundamente an&orada no pro&esso de rea!i#ação da %ida di%ina na &ons&i+n&ia do E"o. Toda%ia* uma !ei %i"ente determina .uenas* são tomadas apoiadas na 8ase da entre"a de si mesmo* na .ue isso seHa uma e(pressão do &onteIdo interno.

ue o força a su&um8ir aos %e!hos h48itos da sua persona!idade separada. Eu posso me referir apenas a a!"umas das suas manifestaçAes.uantidade de ener"ia e de fe!i&idade. A su8missão do &onhe&imento do E"o !imitado ao &onhe&imento do Eu mais profundo* de forma a e(er&er toda a ener"ia* &ora"em* honestidade e autodis&ip!ina para tornar autoperpetuador o &onhe&imento mais profundo* &ondu# B satisfação a8so!uta.ue s9 pode ser o8tida .ue e!iminar4 por sua %e# o medo* a ansiedade* os atritos e o desespero.ue o seu Eu E(terior Hamais poderia produ#ir. >o&+ se ser%e da rea!idade mu!tifa&etada .ue muitas %e#es pode ter pro&!amado &omo 8om para a &riança a!"o . >o&+ "anhar4* assim* um %ida %erdadeira.ue sempre é &apa# de usar o . A ener"ia a"ora est4 !i%re para outras e(pressAes me!hores.ue opera ao seu redor.ua! %o&+ se a"arra ou ne"a* mas um fato de e(peri+n&ia . O Eu est4 p!enamente &ons&iente de . $e a&ordo &om essa sa8edoria* não e(iste a ne&essidade de odiar* de sentir auto2reHeição ou de reHeitar outras pessoas. Sempre e(iste uma sa=da para toda es&uridão e* portanto* nun&a e(iste ra#ão para o desespero.uer .ue %o&+ pode ati%ar &aso assim o deseHe. No est4"io em . A &onfiança e a aus+n&ia de medo .ue rea!mente pro%ou não ser 8om. >o&+ %ai &onhe&er intuiti%amente as &one(Aes e ser4 permeado por um senso de p!enitude e se"urança . Em %e# de &riar . Esse pro&esso di%ino autoperpetuador tra# uma mudança re%o!u&ion4ria %ita! para toda a pessoa. Pensamentos de %erdade serão en%iados a todo o seu ser* não o8stante os pensamentos !imitados .ue a %ontade di%ina est4 %erdadeiramente de a&ordo &om tudo o .uer outra &oisa. >o&+ sa8er4 .uando esti%er no pro&esso de ser &ontinua2mente aprofundado e forta!e&ido* então outras manifestaçAes &omeçarão a apare&er* interna e e(ternamente. $esista da sua aposta na sua reação ne"ati%a* nas opiniAes o8stinadas da sua pe. Pontos es&uros tornam2se oportunidades para mais !u# e não pre&isam mais ser e%itados* . Sem isso &omo fundamento essen&ia!* nenhuma a!e"ria* nenhum pra#er ou satisfação pode e(istir por muito tempo.ui!o.ue est4 B sua disposição.ue . Essa &onfiança &res&e "radua!mente B medida . Isso a8re muitas portas.ue e(perimente para aumentar a sua fe!i&idade.ue o &oração possa deseHar. >o&+ não %i%e mais no mundo 8idimensiona! do ou isto ou a. onhe&er4 então a profunda pa# do si"nifi&ado da sua %ida e de toda a %ida. >o&+ e(perimentar4 repetidamente o sistema a8erto de &riação. Juando esse est4"io for institu=do* ou . >o&+ se torna &apa# de sentir pra#er e fe!i&idade e não pre&isa mais reHeit42!os. A medida . >o&+ &onhe&er4 e usar4 o seu prLprio poder de &riar* em %e# de se sentir um o8Heto indefeso num mundo fi(o.ue %o&+ supera a sua resist+n&ia e entra no aparente a8ismo da entre"a* a8andonando a e"o&+ntri&a o8stinação.ue supera todas as pa!a%ras.ue %o&+ ainda possa se"uir por h48ito.uestão* essa &onfusão dei(a de e(istir.ue o seu mundo* a sua e(peri+n&ia* a são &riaçAes suas.uanto e!es e(istem* a satisfação toma2se insuport4%e! e* fina!mente* não pode ser a&eita. Mesmo en. As respostas e re%e!açAes mos2trarão a uni&idade e a unidade de tudo* o .ue e(iste no seu interior e .uer se trate de dor* de &u!pa ou de . Pa# e &onhe&imento da retidão da %ida pro%+m da per&epção de . >o&+ en&ontrar4 uma imensa se"urança. E tudo isso não ser4 mais uma &rença teLri&a B .ua!.ue %o&+ passa a e(perimentar !i8eram uma imensa . Espere pa&ientemente* mas esteHa pronto para re&e8er sa8edoria di%ina* .ue pode a&eitar a sua prLpria rai%a e o seu prLprio Ldio* e!es dei(am de e(istir.uando %o&+ des&o8re a rea!idade do Mundo Espiritua! .ue %o&+ perde o seu medo da rai%a e do Ldio* por.)9) &om uma autoridade parenta! não &onfi4%e!* . >o&+ %ai ou%ir uma %o# interior instruindo2o &om uma sa8edoria e um esp=rito unifi&ador .uena mente* na indo!+n&ia .ue %o&+ pode re&onhe&er sempre. Essa é uma se"urança .

uerer a p!enitude e dedi&ar2se a e!a. >o&+ des&o8re o tesouro dos seus poderes &riati%os* da ri. >o&+ tem de morrer muitas mortes* a"ora mesmo* a &ada dia da sua %ida* para des&o8rir a eternidade da %ida.ue %o&+ sa8e em &ada poro e em &ada &é!u!a do seu &orpo . >o&+ tem de . >o&+ não pre&isar4 Hamais temer os outros e defender2se &ontra e!es &om as defesas destruti%as do seu E"o.ue %o&+ teme é uma fu"a e o &ondu# a uma di%isão antes . E pre&iso tomar a estrada e(atamente oposta.ue nun&a sou8eram .ue#as de senti2mentos e na ha8i!idade de %i%er e re!a&ionar2 se &om as outras pessoas. Mas %o&+ tam8ém não est4 &apa&itado a suportar muito disso. ada poro e &ada &édu!a em %o&+ são e(pressAes de uma &ons&i+n&ia .ue 8rota da sua %ida interior. 7ma %e# .uando %o&+ não teme a morte* por. Portanto* a difi&u!dade est4 em &riar ini&ia!mente a p!enitude.uer de&ididamente preser%ar esse estado de &or &in#a sem sa8er .ue e(istem em %o&+ e ainda se a"arra a e!es.ue a !on"o pra#o o dei(a %a#io. 7ma ine%it4%e! manifestação do pro&esso &ont=nuo de rea!i#ação do seu Eu profundo é a in&r=%e! &riati%idade . A ra#ão para ta! é . E um &in#ento .uando %o&+ medita ou ora por e!a. >o&+ muitas %e#es .uer . SL passando pe!o %a#io é .ue a"ora est4 em harmonia &om a sua ons&i+n&ia $i%ina.ue aprendeu a ter.uer a!"uma &oisa por medo do seu oposto* o resu!tado não pode ser di"no de &onfiança.ua!. SL então %o&+ .ue a"ora %o&+ pode morrer da mesma maneira &omo pode sentir dor.ui!o . Essa per&epção não é &onfi4%e! en.ue %o&+ ainda não se entre"ou tota!mente B ons&i+n&ia $i%ina* ou ainda não en&arou sufi&ientemente aspe&tos ne"ati%os . Isso não &onsistir4 em opostos mutuamente e(&!udentes* mas em diferentes fa&etas da mesma p!enitude. A união interior &om o seu Eu eterno toma poss=%e! usar a sua &apa2&idade &riati%a para e(p!orar .ue !he d4 &onforto* mas .ue %o&+ pode en&ontrar essa p!enitude.ua! sentem no%as a!e"rias e no%os pra#eres . E!a sL é &onfi4%e! . Essa p!enitude de sentimentos* essa ri.ue o mere&e.ue %o&+ pare&e perder essa perspe&ti%a serão menos fre.ue e(istissem.ue %o&+ . Portanto* %o&+ teme o pra#er* . Sempre .ue o fa#. Sua atitude de re!a(amento em re!ação a &ada parte de si mesmo e!imina a ne&essidade de en&o8rir e de fu"ir do .ue e(ista no seu interior e* portanto* de%e torn42!o &ons&iente das outras pessoas nos seus n=%eis mais profundos.ue B unifi&ação. >o&+ é &riati%o em idéias* a!ternati%as* em ta!entos* em ri.ue o mundo &in#ento .ue %em . Os momentos .ue se torna mais assustador . >o&+ sL pode &riar a partir da p!enitude* e não a partir da ne&essidade e da po8re#a. >o&+ !é os pensamentos dessas pessoas e &ompreende as &one(Aes mais profundas dentro de!as e entre e!as* de forma a poder aHud42!as* ter empatia por e!as e am42!as. A %ida se !hes a8re &omo nun&a antes. O pra#er não o assustar4 mais por.uanto %o&+ a 8us&a mo%ido pe!o medo da morte.uer 4rea de %erdade uni%ersa! . E isso e(i"e uma &ora"em .ue .ue#a dos seus sentimentos e da p!enitude do seu prLprio ser.ue#a de idéias &riati%as e a &apa&idade de %i%er no a"ora &om todo o seu interesse e pa# %ão aprofundar2se e amp!iar2se.ue %o&+ ainda deseHa e &ria* um mundo sem pra#er nem dor.)93 so!idão* %o&+ pode &riar re!a&ionamentosG a fe!i&idade do re!a&ionamento mais =ntimo &om um &ompanheiro e a satisfação de ami#ades profundas e a8ertas. Assim %o&+ pode &u!ti%ar uma re&epti%idade para e(perimentar o estado eterno a!ém da morte f=si&a.ue %erdadeiramente deseHe &ompreender.Tentes e menos &onf!ituosos.ue a"ora %o&+ tem o poder de &riar* %o&+ pode &riar uma &ompreensão intuiti%a mais profunda a&er&a de si mesmo* dos outros e da %ida. >o&+ &onhe&e a"ora o poder do pensa2mento e da &ons&i+n&ia* e pode fo&a!i#42!o &omo resu!tado da autodis&ip!ina . A 8us&a do oposto da. Muitos de %o&+s se en&ontram num estado intermedi4rio no .

ue* em prin&=pio* a morte f=si&a é a mesma &oisa. >o&+ tem .ue nun&a pre&isam ter medo do rid=&u!o* nem . O &onhe&imento intuiti%o de .ue a %erdadeira %ida espiritua! é a8und\n&ia i!imitada* em a!"uma medida %o&+ de%e &omeçar a manifest42!a . Juando isso a&onte&e* uma medida de eternidade manifesta2se na sua %ida no mesmo instante.ue a ri.ueno E"o* &om os seus pe.uerer ser ri&o em nome do poder ou de "anhos e(ternos aos o!hos de outros* ou por &o8iça e medo* mas para ser uma %erdadeira e(pressão da a8und\n&ia . >ai passar a e(istir uma profunda &apa&idade de ser "rato ede apre&iar os outros* a si mesmo e a todo o 7ni%erso &riati%o.ue morrer para isso tudo.ui!=8rio apropriado de todas as &oisasG o e. S9 depois disso é .uado do a!tru=smo &orreto e do e"o=smo errado. omo %o&+ pode morrer todas essas pe.ue %o&+ possa dei(ar de ser po8re e disso!%er a i!usão da po8re#a. >ai ha%er "enerosidade* um dar e re&e8er num f!u(o &onstante.uado %em de dentro. >o&+ %+* portanto* .ui!=8rios e dua!idades %ão tornar2se e!ementos de uma unifi&ação e de uma harmonia espont\neas.uenas mortes< Si"a e(atamente o pro&esso .ue %o&+ &ria por medo não é &onstru=da so8re a rea!idade* e a sua fr4"i! estrutura ser4 ine%ita%e!mente esma"ada no%amente* de forma .ue e de &omo %ir4 não por.ue outros tirar %anta"em de!es.uando &on&reti#a o seu Eu $i%ino.ue des&re%iG a8ra mão do pe.ue#a rea! e unifi&ada pode &res&er. >o&+ des&o8re isso a8rindo mão temporariamente do Eu menor* apenas para en&ontrar um despertar maior da persona!idade* o . Mas e!e pare&e ser a8andonado e %o&+ de%e estar preparado para dar o sa!to.uer %i%en&iar por medo da po8re#a* %o&+ tam8ém &ria uma di%isão* uma ruptura. Se a .)9: %i%er4 sem medo.ue %o&+ assim de&idiu &om a sua mente* mas por ser uma e(pressão de %erdade e 8e!e#a interior .uando* do .ue %o&+ pode permitir2se ser ri&o &omo uma e(pressão e(terior do &onteIdo interior.ui!=8rio entre o afirmar2se e o &eder* por e(emp!o.uais %o&+ in%este tanto.ueno eu do E"o rea!mente morre.ue a!&ança e(pressão no n=%e! e(terior* de forma 8e!a e apropriada.ui!=8rio ade. 7ma %e# . Ordem e 8e!e#a são re!a&ionadas e interdependentes.ueno eu. E!e é amp!iado e unifi&ado &om o Eu maior e não a8andonado. Somente .ueno E"o* das pe.ue é a nature#a do 7ni%erso. 7ma no%a !i8erdade para ser "enti! e %u!ner4%e! %ai fa#+2!o %erdadeiramente forte e afastar a fa!sa %er"onha. Todos esses e.uando pode ser po8re em primeiro !u"ar é . E(istir4 uma ordem sem um traço de &ompu!são* ordem em todas as &oisas da sua %ida. on&omitantemente* %o&+ %ai sentir uma no%a !i8erdade para ser forte e afirmati%o i e até mesmo para fi&ar &om rai%a i sem fa!sa &u!pa.uando um ou outro é ade. Na%er4 esta8i!idade e 8e!e#a em todo o seu ser i uma &ortesia e um &a%a!heirismo . O pe.ue nem mesmo o pe. A a8und\n&ia . Outra manifestação e(terior é a a8und\n&ia. Então %o&+ não %ai mais . Outra manifestação e(terior do pro&esso &ont=nuo de &on&reti#ação da %ida di4ria é o e.ue um "osto pré%io da atempora!idade da %erdadeira %ida. >o&+ . E!a %ai mant+2!o &heio de %ita!idade e Hu%entude* dando2!he &omo .ua! então une2se &om o pe.uenos in%estimentos* tem de morrer. O &onhe&imento espont\neo de . Ou então &onsidere o e. Se %o&+ puder a8rir espaço na sua &ons&i+n&ia para a a8und\n&ia e(terior &omo ref!e(o da a8und\n&ia uni%ersa!* %o&+ %ai &ri42!a e %i%en&i42!a. $essa maneira %o&+ pode trans&ender a morte e* intuiti%amente* e(perimentar a rea!idade da %ida ininterrupta. Juando %o&+ %i%er sem medo da morte por e(periment42!a tantas %e#es* %o&+ sa8er4 . E!a se manifesta não apenas e!iminando o medo de morrer* mas tam8ém num sentido pr4ti&o mais imediato.uenas opiniAes* das reaçAes ne"ati%as nas .

ue é o . A se"urança do seu sentimento %ai torn42!os i"ua!mente se"uros a respeito do fato de . A so!idão e a tortura do &onf!ito entre a ne&essidade de pro(imidade e o medo de!a não e(istirão mais.ui!o .uem mais fortemente moti%ados a ir mais !on"e na pro&ura da.ue est4 em ação em tudo isso.ue %o&+s podem usar para &riar sua %isua!i#ação interior de2!i8erada em re!ação a todas e . . >o&+s e(perimentarão a profunda satisfação de dar* de aHudar* de &umprir uma missão e de serem de%otados a fa#+2!o* e %ão re"o#iHar2se no in&essante pro&esso &riati%o . A so!idão emo&iona!* . E então %o&+s ta!%e# fi. Esta pa!estra %ai !hes dar muitas ferramentas para o tra8a!ho de %o&+s.uais e(p!oram o uni%erso interior em un=ssono. Fi. A a8und\n&ia do 7ni%erso se e%iden&ia em todas as 4reas da %ida >o&+s a sentirão na parti&ipação* no respeito* no &a!or* na fa&i!idade e no &onforto &om .ue ainda se interpAe no seu &aminho. >o&+s pro"redirão para no%as a!turas e profundidades de e(2 peri+n&ia* nas .ue um ser humano pode e(perimentar.)9? &onhe&er4 e a"ir4 a partir do seu interior* pois estar4 em permanente &ontato &om a sa8edoria* &om o amor e a %erdade da sua rea!idade di%ina interior.uem &om $eus.Tentemente* %o&+s &omeçam a se sentir 8em &om a intimidade. São par\metros . Esses re!a&ionamentos se fundem em todos os n=%eis.uinhão %o!untariamente es&o!hido de tantas pessoas* "radua!mente &omeça a desapare&er entre %o&+s* meus ami"os. Estes não de%em ser usados para dei(42!os desanimados* impa&ientes ou into!erantes.uer dessas e(pressAes de %ida. O amor do 7ni%erso se estende so8re %o&+s e penetra fundo nos seus &oraçAes* meus .ueridos ami"os.ue %o&+ se torna =ntimo e se funde &om a outra pessoa* ou no dar B outra pessoa e no re&e8er dessa mesma pessoa. Todos esses são par\metros para %o&+s* meus ami"os. No seu desen%o!%imento %o&+s aprendem a ser reais* a fun&ionar sem m4s&aras e fin"imentos. SeHam a8ençoados. Ao dei(ar simu!taneamente de sentir a s=ndrome dor@pra#er* um %erdadeiro +(tase e profunda fusão em todos os n=%eis ne&essariamente !hes darão a mais profunda rea!i#ação .uais.ue estão sendo amados. onse.

.)9.

Eis por .ue o espaço e(terior é apenas uma ima"em de espe!ho* um ref!e(o da. Em a!"umas dis&ip!inas* essa meta pode ser diretamente men&ionada* ou Hamais pode ser men&ionada &omo ta!.ue a rea!idade e(terior Hamais pode ser entendida.uer outro modo. A de-co>erta da realidade interior Em toda dis&ip!ina espiritua!* o o8Heti%o é per&e8er a %ida dessa outra maneira* a. Tudo o . A mente est4 fo&a!i#ada* a&ostumada* &ondi&ionada a operar numa &erta direção e é* portanto* in&apa#* neste ponto* de per&e8er a %ida de .ue!e. >o&+s Bs %e#es podem du%idar disso* . Não é assim. Esse modo de per&e8er a rea !idade* porém* não é de forma a!"uma o Ini&o* nem o &orreto* nem o mais &omp!eto. Mas .Tentemente tão assustadora* para tantas pessoas. E por isso .I<A8/ Meus amados ami"os* %o&+s são a8ençoados em &orpo* a!ma e esp=rito. Fi# menção ao espa o interior.ue é o mundo rea!. Para &ru#ar o terreno dif=&i! é pre&iso &ompreender o seu si"nifi&ado para o seu prLprio ser e* assim* disso!%er as 8arreiras .'5I/5( =A<I/ 6/CA.ue as 8+nçãos !hes foram ne"adas6 si"nifi&a apenas .)99 AP_T7LO 3? ] 'SPA3/ I0. A ra#ão dessa difi&u!dade reside* no%amente* no &ont=nuo !imitado de tempo@espaço da sua rea!idade tridimensiona!. A maioria dos seres humanos pensam no espaço interior &omo uma des&rição meramente sim8L!i&a do estado de esp=rito de uma pessoa.ue %ai a!ém do ref!e(o e(terior* .uando as &oisas fi&am dif=&eis.ue é dif=&i! &ompreender &omo o espaço interior pode ser um mundo em si mesmoG O mundo.ue %o&+ %+* to&a e e(perimenta é per&e8ido a partir de um &erto \n"u!o muito !imitado.ue a %ida é tão frustrante* e fre. O seu Pathwork é a8ençoado* em &ada passo do &aminho. A %ida nun&a poder4 ser &ompreendida e a8sor%ida atra%és da e(peri+n&ia .T+n&ia no mundo de %o&+s* nos tempos atuais* em oposição a espaço e(terior.ue se &on&entra em no%as dimensAes a serem en&ontradas no espaço interior.ue pre&isam ser atra%essadas &om su&esso.uando isso a&onte&e* não si"nifi&a .ue!a . >eHo .ue %o&+s en&ontraram partes da sua paisa"em interior . Mas . O espaço interior é uma "rande rea!idade* um mundo rea!. A e(pressão Cespaço interiorD é usada &om muita fre.uanto .ue se er"uem no &aminho de %o&+s. K4 dis&utimos o&asiona!mente essa paisa"em* esse re!e%o interior.uando é %ista apenas de fora.uando um &erto ponto de . .ua!. E!e é* de fato* o 7ni%erso rea!* en.

Ta!%e# %o&+ possa ima"inar .ue* para %o&+* é ainda apenas uma a8stração.ue em %o&+ é imperfeito* fa!ho* %o&+ aprende tam8ém a reestruturar i a transformar i a sua %ida e(terior.ue &res&e a &ompreensão . E!as %i%em na rea!idade interior .ua! %o&+ não pensa* no .uietude e(terior* &om o tempo pode produ#ir a .ue não e(iste rea!mente um tempo o8Heti%o* fi(o* assim tam8ém não e(iste um espaço fi(o e o8Heti%o. Juando o esp=rito se retira para o mundo interior* a re!ação de medida muda* do mesmo modo .ue todas as pr4ti&as e e(er&=&ios de meditação se &on&entram no espaço interior. Isso de%e e.uando %o&+ &onhe&e e entende p!enamente a si mesmo e . E por isso tam8ém . Pe!o &ontr4rio* o o8Heti%o é fi&ar dentro do seu mundo* da me!hor maneira poss=%e!. Aprendendo a respeito da sua eterna 8e!e#a en. Nossa a8orda"em neste Pathwork é diferente. Na morte f=si&a* o esp=rito* a.ue o tempo é uma %ari4%e! .ue e!a* na rea!idade* é o resu!tado de muitos passos 4rduos e de 8ata!has interiores. Na medida em . Juando Kesus risto %eio* E!e ensinou .ua! e!e é e(perimentado* assim é o espaço. Na medida em . $a mesma forma .ue est4 %i%o* retira3se para o mundo interior* e não &omo muitas %e#es se supAe erroneamente* para o &éu. E!e não se e!e%a para fora do &orpo6 e!e não f!utua no espaço e(terior.ue $eus %i%e nos espaços interiores* onde E!e de%e ser en&ontrado.uietude interior. Ao aprender a remode!ar o . As re!i"iAes orientais "era!mente a8ordam essa pr4ti&a atra%és de !on"a pr4ti&a e dis&ip!ina. $a mesma maneira* a maioria dos seres humanos* h4 sé&u!os* tem pro&urado por $eus !4 em &ima* nos &éus.ua! .uando est4 &er&ado por e(peri+n&ias indeseH4%eis.ui!o . >o&+ toma a rota e(terna* na . Isso* Hunto &om a so!idão e a .ue %o&+ pare&e perder &ontato &om as pessoas ditas CmortasD* e a perder o &onhe&imento em re!ação a e!as. Estes ensinamentos não .ue %o&+ tem de si mesmo* nessa mesma medida &res&e a &ompreensão do mundo.ue muda a re!ação &om o tempo.uerem retir42!o do seu mundo. Se* por %e#es* uma per&epção e(tra2sensoria! pare&e re%e!ar essa %isão* esta é* no%amente* produ#ida pe!o ref!e(o do e%ento interior* &omo num espe!ho. Na proporção em . O seu ser %erdadeiro pode %i%er* respirar e mo%er2se* e &o8rir "randes dist\n&ias no interior de um 4tomo* de a&ordo &om as suas medidas.)90 desen%o!%imento e purifi&ação 4 atin"ido* a no%a %isão desperta i a!"umas %e#es de forma repentina* outras %e#es de modo "radua!.ue &ada 4tomo é uma dup!i&ação do uni%erso e(terior &omo %o&+ o &onhe&e.uip42!o me!hor para fun&ionar nesta rea!idade tridimensiona!.ua! %o&+ se es%a#ia.ue a pa# "anha rea!idade no seu interior* assim %o&+ fi&a em pa# &om este mundo mesmo .ue o&asiona!2mente e(perimentam esse e(er&=&io sa8em &omo é dif=&i! fa#+2!o.ue a %erdade interior reina* aumenta a per&epção da %erdade e(terior. Em outras pa!a%rasG não são ne&ess4rias &ondiçAes e(teriores de a8so!uta re&!usão para a!&ançar o espaço interior. Toda%ia* a %erdadeira a8stração é o espaço e(terior.uando atra%essa* &omo eu disse* os espaços dif=&eis. Foi re&onhe&ido . E(istem %4rias maneiras de fa#er isso. ompreender* a&eitar e &riar ne!e* do modo mais positi%o e &onstruti%o. Mesmo o &ar4ter repentino da %isão é uma i!usão* por. A mente est4 rep!eta &om o seu prLprio materia! e par42!a não é uma tarefa f4&i!.ue depende da dimensão a partir da . Eis por . Isso sL pode ser feito . A.ue!es dentre %o&+s . N4 muito tempo eu su"eri um e(er&=&io de meditação no .uanto manifestação di%ina* a sua %isão e(pande2se na mesma proporção para uma maior apre&iação da 8e!e#a da o8ra do riador. Então não e(iste di%isão entre os espaços interior e e(terior.ue* da mesma maneira . Esse re&onhe&imento é muito si"nifi&ati%o.

uando H4 ti%er o&orrido &erta purifi&ação e inte"ração. A 8oa intenção e as 8oas o8ras e(teriores de%em ter um fo&o .ue %o&+ &umpra a sua tarefa* .ue pode &ondu#ir a um %a#io in&ons&iente. E!a pare&e &onfirmar a suspeita de .ue a sua mente est4 sufi&ientemente re!a(ada e !i%re de %ontade prLpria para dei(ar .ue %o&+ !o"o aprende a re&onhe&er neste Pathwork.ue pare&e anun&iar o nada.ue&e o propLsito da sua en&arnação. E(istem muitas etapas e fases a serem %en&idas. Esse é o seu &aminho* o seu Pathwork. E!e permite a emer"+n&ia do .ue esta%a o&u!to i as distorçAes* os erros* o materia! do Eu Inferior e* no de%ido tempo* a rea!idade do seu Eu Superior e o %asto mundo de %ida eterna no . O primeiro é uma fa!ta de sintonia* uma %a:a %ia"em a esmo da mente . E nesse momento .)91 transpAe diretamente o . Portanto* é pre&iso fa#er uso de!a e sempre &o!o&ar as &ondiçAes internas e e(ternas numa re!ação si"nifi&ati%a entre si. O %a#io fo&a!i#ado %ai &o!o&42!o em &ontato &om todos os n=%eis do seu ser.ue é* a prin&=pio* %a#ia de si"nifi&ado* despro%ida de . Eu a&ho . Todas as suas e(peri+n&ias e(teriores estão re!a&ionadas &om a sua persona!idade* &om os %4rios n=%eis do seu Eu. O sono ou outros estados da in&ons&i+n&ia são os seus est4"ios finais. O mesmo se ap!i&a em re!ação B e(peri+n&ia do uni%erso interior i do mundo rea!.ue per&am o seu aspe&to assustador.ue Hamais de%e ser a Ini&a a8orda"em B auto2rea!i#ação* da mesma forma . Se %o&+ fo&a!i#ar o mundo interior e e(&!uir o e(terior* %o&+ não apenas &ria uma di%isão* mas tam8ém uma &ondição na .ue a maioria de %o&+s H4 notou .ua! es. >o&+ se apro(ima de!as* !ida &om e!as* até . O %a#io não fo&a!i#ado é uma diminuição da &ons&i+n&ia.ue o enfrentamento das &ondiçAes ad%ersas no seu mundo Hamais de%e ser a Ini&a a8orda"em para a sua sa!%ação e para a sa!%ação do mundo. Os I!timos est4"ios sL podem ter !u"ar .ue denote %ida ou &ons&i+n&ia.ue nun&a dedi&am um pensamento ao prL(imo.ue pare&e ser o maior dos o8st4&u!osG as imperfeiçAes e(istentes no seu interior e B sua %o!ta. E por isso . >o&+ pre&isa assumir o ris&o de admitir a "rande .ue torna essa tentati%a tão assustadora.ue %o&+ é rea!mente apenas o seu Eu e(terior* morta!.ue %o&+ remo%e os o8st4&u!os internos. Se a sua mente puder se a&a!mar* %o&+ en&ontra o %a#io6 é isso .uando %o&+ menos pensa.uietude .uanto outras .ue o Eu Superior se manifeste.T+n&ia .ue a %o# do seu Eu Superior en%ia suas inspiraçAes atra%és da mente não ne&essariamente !o"o depois de uma meditação ou pre&e* mas passado a!"um tempo* em "era! . 7ma %e# mais %o&+ pre&isa de &ora"em para atra%essar um tIne! de in&erte#a.uer . O %a#io fo&a!i#ado* por sua %e#* é um aumento da &ons&i+n&ia.ue prati&am muitas 8oas o8ras e(teriormente enfrentam difi&u!dades &om tanta fre. O seu ser interior sempre &ria as suas &ondiçAes e(ternas6 esta é uma %erdade .uietude* . omo é poss=%e! .ua!. Se o re!a&ionamento entre o e(terno e o interno não é um modo &onstante de %ida* o e.ui!=8rio ine%ita%e!mente &riar4 &ondiçAes desfa%or4%eis.ua! e!e ha8ita. O %a#io fo&a!i#ado é e(tremamente &on&entrado* &ons&iente e p!ena2mente presente. Nos est4"ios ini&iais* %o&+ sente apenas issoG o %a#io* o nada. A &on&entração no %a#io interior é um e(er&=&io adi&iona! muito Iti!* mas .ue a mente fi&a tão o&upada* tão 8aru!henta i para em8otar a .uer &oisa . 4 vazio focalizado &res&e* ao mesmo tempo de!i8erada e espontaneamente* B medida . >o&+ est4 aprendendo a fa#+2!o neste Pathwork.ue não h4 nada dentro de %o&+6 de . >o&+ pode %er &omo a!"umas %e#es* no seu mundo* pessoas .ua!.ue e!a seHa* se não uti!i#ar o mundo e(terior para esse fim< >o&+ não teria %indo a esta dimensão se isso não fosse uma ne&essidade para %o&+.

)95 interno para e%itar uma &ondição de desarmonia e uma di%isão peri"osa, /- e-tá:io- do %aEio &ocaliEado om o tempo* o %a#io fo&a!i#ado o !e%a até a !u# do eterno, Ta!%e# possamos &ate"ori#ar &ertos estados 84si&os* mesmo ;ue de forma um tanto simp!ifi&ada, Na rea!idade* esses est4"ios se so8repAem &om fre;T+n&ia e não o&orrem ri"idamente na se;T+n&ia a;ui es8oçada para fins de es&!are&imento, )R>o&+ per&e8e o ru=do e o mo%imento da mente, 3R>o&+ &onse"ue parar esse ru=do* en&ontrando o %a#io* o nada, :R'e&onhe&imentos so8re a persona!idade* &one(Aes entre a!"uns aspe&tos do eu e e(peri+n&ias e(ternas tornam2se &!aras, Sur"e uma no%a &ompreensão* e &om e!a n=%eis até então não re&onhe&idos de materia! do Eu Inferior, Esse est4"io é rea!mente um raio de orientação di%ina* e não uma mera e(peri+n&ia do Eu Inferior, O re&onhe&imento do Eu Inferior é sempre uma manifestação da orientação ;ue %em do Eu Superior, ?RManifestação direta de mensa"ens do Eu Superior* ou a;ui!o ;ue %o&+ &hama de a8ertura do seu &ana!, >o&+ re&e8e &onse!hos* en&oraHa2mento* pa!a%ras destinadas a dar2!he &ora"em e fé, Nessa fase* a orientação di%ina ainda opera primariamente atra%és da sua mente, Não se trata* ne&essariamente* de uma e(peri+n&ia emo&iona! e espiritua! tota!, A manifestação pode e(&it42!o e a!e"r42!o* mas essa reação é um resu!tado do &onhe&imento ;ue a sua mente a8sor%eu e a&hou &on%in&ente, .RNeste est4"io* o&orre uma e(peri+n&ia direta* tota!* espiritua! e emo&iona!, Todo o seu ser é preen&hido pe!o Esp=rito Santo, >o&+ sabe, não indiretamente* atra%és da sua mente* mas diretamente* atra%és de todo o seu ser, O &onhe&imento o8tido atra%és da mente é* na rea!idade* sempre indireto, Trata2 se de um &onhe&imento ;ue %em de outro !u"ar, A mente é o instrumento ne&ess4rio para ;ue os seres humanos fun&ionem neste n=%e! de &ons&i+n&ia, O &onhe&imento direto é diferente, Essa fase tem muitas su8di%isAes* muitos est4"ios, E(istem muitas* ou me!hor* i!imitadas possi8i!idades nas ;uais o mundo rea! pode ser e(perimentado, 7ma de!as é simp!esmente o conhecimento total, o ;ua! afeta &ada fi8ra do seu ser* &ada n=%e! da sua &ons&i+n&ia, A e(peri+n&ia do mundo rea! tam8ém pode o&orrer atra%és de %isAes de outras dimensAes* mas essas %isAes Hamais são simp!esmente &oisas %istas, São sempre uma e(peri+n&ia tota! ;ue afeta a pessoa &omo um todo, No mundo rea!* em oposição ao seu mundo fra"mentado* a per&epção de &ada sentido é tota!, A %isão nun&a é apenas %isão, E simu!taneamente audição* pa!adar* sentimento* o!fato i e muitas outras per&epçAes a &uHo respeito %o&+ não sa8e nada no seu n=%e! de ser, Neste ;uinto est4"io* o %er* o ou%ir* o per&e8er* o sentir* o sa8er* são sempre tota!mente in&!usi%os, E!es en"!o8am &ada &apa&idade ;ue $eus &riou, E %o&+ difi&i!mente pode ima"inar a ri;ue#a* a %ariedade* as i!imitadas possi8i!idades dessas &apa2&idades, O %a#io fo&a!i#ado é o estado idea! para sermos preen&hidos pe!o Esp=rito Santo, O Esp=rito Santo é todo o mundo de $eus em todo o seu esp!endor* na sua indes&rit=%e! ma"nifi&+n&ia, Sua ri;ue#a não pode ser e(pressa em !in"ua"em humana, Não h4 &omo des&re%er o ;ue e(iste ;uando o medo* a dI%ida* a des&onfiança i e*

)0portanto* o sofrimento* a morte e o ma! i são superados, O %a#io fo&a!i#ado é* portanto* nada mais ;ue uma porta a8erta para uma p!enitude ;ue s9 e(iste no mundo do esp=rito, A pr4ti&a do %a#io fo&a!i#ado Hamais de%e ser rea!i#ada &om uma atitude de e(pe&tati%a imediata, $e fato* é pre&iso ;ue não se tenha nenhuma e!pectativa, a8so!utamente, E(pe&tati%as são o mesmo ;ue tensão* e a tensão impede o ne&ess4rio estado de tota! re!a(amento* interno e e(terno, As e(pe&tati%as tam8ém são irreais* pois pode !e%ar muitas en&arnaçAes de desen%o!%imento antes ;ue um ser humano possa &he"ar pe!o menos prL(imo dessas e(peri+n&ias, Então* a presença de ;uais;uer e(pe&tati%as &ausar4 de&epçAes ;ue* por sua %e#* def!a"ram uma reação em &adeia de mais emoçAes ne"ati%as* tais &omo dI%ida* medo e desen&oraHamento, Estou fa!ando so8re esses tLpi&os por;ue eu ;uero prepar42!o para uma importante pr4ti&a dentro da meditação, Eu H4 fa!ei a respeito no passado ;uando me referi aos %4rios modos de meditação* parti&u!armente em re!ação > impressão e B e!pressão. Muitas das duas meditaçAes !idaram &om impressão* e de%em &ontinuar assim, Esse aspe&to da impressão é uma !impe#a da mente e ser%e para fa#er de!a uma ferramenta &onstruti%a, Então a ferramenta se transforma num a"ente &riati%o, O aspe&to da e(pressão &omeçou a se manifestar em &erta medida &om a;ue!es &uHos &anais estão a8ertos* ta!%e# apenas o&asiona!mente, Mas %o&+ pre&isa sa8er ;ue e(istem mais est4"ios* mais fases e possi8i!idades* e %o&+ de%e a8ord42!as &om pa&i+n&ia* respeito e humi!dade, >o&+ pre&isa &ompreender ;ue essas e(peri+n&ias %ão a8rir os amp!os espaços nos ;uais mui2tos mundos* muitos uni%ersos* muitas esferas e(istem* infinitas p!an=&ies* montanhas e mares de indes&rit=%e! 8e!e#a, >o&+ de%e sa8er ;ue esses es2paços interiores não são a8straçAes ou e(pressAes sim8L!i&as6 e!es são muito mais reais e a&ess=%eis ;ue o seu mundo e(terior* o8Heti%ado* ;ue %o&+ a&redita ser a Ini&a rea!idade, O espaço interior é 8aseado em medidas diferentes* numa re!ati%idade diferente entre tempo@espaço@mo%imento e medida, Mesmo uma &onsideração &e"a e ne8u!osa desse &on&eito de sua parte %ai mudar a sua perspe&ti%a e &riar4 uma no%a a8orda"em para a &ontinuação do seu tra8a!ho no Pathwork, >o&+ não pre&isa passar horas prati&ando o %a#io fo&a!i#ado, O propLsito não é esse, Mas %o&+ pode prati&42!o toda %e# ;ue re#ar e meditar* depois de usar a mente para imprimir a sua su8st\n&ia espiritua! e a!inh42!a &om a intenção di%ina, / J%oc)K real Aue %i%e no mundo real O esp=rito pode penetrar a matéria na proporção em ;ue a %erdade espiritua!* a saIde espiritua!* estão sendo esta8e!e&idas, E a auto2respon-a8i!idade de uma pessoa é* na rea!idade* a &ha%e para isso, Juando o Eu fi&a mais forte* uma proporção maior da %ida pode penetrar a matéria6 uma proporção maior do esp=rito pode ser suportado na &arne, Portanto* %o&+ %er4* A, medida ;ue &res&e em estatura* "anhando auto&onfiança* mais do seu Ser >erdadeiro é manifestado na sua en&arnação f=si&a, Mais ta!entos podem %ir B !u#* ta!entos dos ;uais %o&+ nada sa8ia antes, $e repente* uma no%a sa8edoria se manifesta* uma no%a &ompreensão e &apa&idade de sentir e de amar6 uma força até então não sentida desdo8ra2se a partir de %o&+, Todas essas manifestaçAes são o C%o&+D rea! ;ue %i%e no espaço interior i o mundo rea!, A medida ;ue %o&+ d4 espaço para esses aspe&tos* e!es a8rirão &aminho para o interior da %ida da matéria* e &umprirão a sua parte

)0) no p!ano e%o!uti%o, Essas atitudes não &res&em a partir de fora6 e!as não estão sendo a&res&entadas a %o&+6 são* isso sim* resu!tado do fato de o seu ser e(terior manifesto a8rir espaço para o ser interior* até então não manifesto, Isso a&onte&e atra%és do pro&esso de &res&imento* o dif=&i! tra8a!ho ;ue %o&+ assume neste Pathwork, E* depois de um &erto ponto do seu desen%o!%imento* e!e pode ser aHudado pe!a fo&a!i#ação so8re o %a#io interior até ;ue %o&+ des&u8ra ;ue o %a#io é i!usão, E!e é uma p!enitude* um ri&o mundo de "!Lria >o&+ pode re&e8er tudo o de ;ue pre&isa dessa fonte interior e tradu#i2 !o na sua e(peri+n&ia e(terior, Ao se apro(imar sem medo do %a#io* %o&+ tam8ém remo%e um o8st4&u!o B %ida, on&entrar2se no espaço interior si"nifi&a* para &omeçar* a8ordar o ;ue pare&e ser o %a#io, Atra%és desse %a#io* %o&+ a!&ança a p!enitude do esp=rito* a tota!idade da %ida na sua forma pura e deso8stru=da, Essa su8st\n&ia da %ida &ontém todas as possi8i!idades de e(pressão* de manifestação, A a!e"ria de e(perimentar essa rea!idade é maior do ;ue ;ua!;uer outra, Nessa a!e"ria* est4 a sua união &om o riador* na ;ua! %o&+ é rea!mente uno, >o&+s podem %er* meus ami"os* ;ue nada na persona!idade de %o&+s* nenhum aspe&to de!a* é insi"nifi&ante em termos de &riação e e%o!ução, Não e(iste isso de Caspe&to meramente psi&o!L"i&oD, Toda atitude* toda maneira de pensar* de sentir* de ser e de rea"ir ref!ete2se diretamente na sua parti&ipação no p!ano maior das &oisas, Sa8endo isso* %o&+ pode* mais uma %e#* a&har mais f4&i! dar mais %a!or B sua %ida* ao seu Pathwork* ao seu esforço, >o&+ aprender4* uma %e# mais* a unifi&ar uma dua!idade ar8itr4ria i preo&upaçAes espirituais versus preo&upaçAes mundanas, $+ espaço B %ida deso8stru=da* ao esp=rito !i%re` $ei(e2o preen&her &ada parte do seu ser* de forma a* fina!mente* sa8er ;uem %o&+ rea!mente é, Todos %o&+s são a8ençoados* meus ;ueridos,

Antes* é o medo da entre"a do sentimento . A Ci!uminaçãoDé a e(peri+n&ia de rea!i#ar tota! e &omp!etamente essa unidade di%ina.u+n&ia* não e(iste nin"uém fora de mim .ue possa me ferir. tenta descobrir a trilha na qual /eus pode ser encontrado. 4 objetivo da natureza não é nem a comida.ue se mo%e em direção ao uniti%o* as &onsideraçAes so8re o Eu Inferior podem ser dei(adas para tr4s. Tradução Qpara o In"!+sR '. omo afirma Meister E&khart* toda a nature#a anseia e !uta pe!a e(peri+n&ia de tornar2se seme!hante a $eus* de atin"ir o estado de unidade &om tudo . Na rea!idade* o uni%erso é uno e* por &onse. O "uia e(p!i&ou de .A8/ $0I6ICA8/ *aiba que. nem a bebida. nem o conforto ou qualquer outra coisa da qual /eus seja e!clu%do.ue temer. por natureza. quer saiba. quer não. Nos est4"ios mais adiantados do desen%o!%imento espiritua!* o medo é maior o8st4&u!o. .ue o indi%=duo e(p!ora os reinos transpessoais e . Mas 8asta um pou&o de ref!e(ão para . Nesse n=%e!* o medo não é o medo de ser ferido pe!os outros.ue modo a o8stinação* o or"u!ho e o medo são as prin&ipais ra=#es do ma! pessoa!.ue* B medida . que rnão. nem a roupa. Na %erdade* o uni%erso é 8eni"no e* portanto* não h4 nada .)03 7MA PALA>'A FINAL ] / 2A. Meister E&khart.uer seHa um sofrimento rea! ou apenas temido.5A0S6/52A8/U / 2A.ue possa pare&er* a i!uminação não pre&isa ser 8us&ada6 e!a . "uer voc& goste. . $esses tr+s* o medo tem se mostrado o mais dif6i&i! para as pessoas identifi&arem &omo uma fonte de ma!. secretamente a natureza busca.5A0SC'08I8/U / 'S. Y!akneO.ue e(iste. toda criatura busca ser como /eus. omo disse o "uia* o ma! é uma defesa &ontra o sofrimento6 . ca a.ue o indi%=duo tem de ser um E"o separado. A!ém disso* o medo é uma ra=# do ma!* pois est4 em tota! dis&ord\n&ia &om a rea!idade I!tima. Esse* porém* não é o &aso. Por mais estranho . Pode ser tentador pensar .ue se %eHa &omo o medo de ser ferido pe!os outros nos !e%a muito fa&i!mente a feri2!os. Meister E&khart.ue o tra8a!ho &om o Eu Inferios sL é ne&ess4rio nos est4"ios ini&iais do &aminho espiritua! e . .

ue é poss=%e! a!&ançar essa meta de trans&ed+n&ia do estado humano en. Nosso propLsito é* pre&isamente* aprender a nos e(aminarmos honestamente* %er &!aramente as nossas imperfeiçAes * reso!%er mudar* aprender &omo mudar e* então* prosse"uir* de forma di!i"ente e &oraHosa* &om o tra8a!ho de transformação de nLs mesmos.ui!=8rio ade. >i%emos num n=%e! intermedi4rio* nem &éu* nem inferno. E para isso . Ao &ontr4rio* nos de%emos %er &ada %e# mais &!aramente as maneiras pe!as . A dor* o pesar e o desafio* nLs ainda os teremos* mas aprendemos a não ser esma"ados por e!es.ue re%e!aram ter ainda dei(ado por fa#er uma "rande . Mudar* .uer di#er* do pessoa! para o trasnpessoa!6 da pe.ue e(iste o estado humano. E!e tam8ém sina!i#ou um peri"o inerente a esses &aminhosG . Portanto* usando as definiçAes do di&ion4rio* Cmudar em &omposição ou estrutura* &ar4ter ou &ondiçãoD QtransformaçãoR e Ce!e%ar2se a&ima ou ir a!ém dos !imites deD Qtrans&end+n&iaR são am8as ne&ess4rias. O "uia &ontinua a enfati#ar* portanto* a ne&essidade do mo%imento hori#onta! de transformação6 a ne&essidade de um e(ame &ont=nuo de si mesmo para des&o8rir o Eu Inferior e* então* se"uir adiante tra8a!hando esse materia!* transformando2o em %e# de tentar trans&end+2!o. Nessa &ondição* temos uma no8re#a e um propLsito. E(istem muitos e(emp!os neste nosso sé&u!o de mestres espirituais .ue essa mudança tenha sido &on&!u=da* é &orreto di#er .ue am8os são ne&ess4rios6 e a&har o e. A posição do "uia é a de .ue somos mais . Essa é a &ondição da nossa e(ist+n&ia.uado entre o hori#onta! e o %erti&a!*entre transformação e trans&end+n&ia* é um dos mais sutis e mais importantes aspe&tos do tra8a!ho pessoa!.uais estamos fu"indo &onstantemente da i!uminação.)0: H4 est4 a.uena &ons&i+n&ia do E"o para a &ons&i+n&ia Maior. Ao prosse"uir no Pathwork de autotransformação* tornamo2nos pro"ressi%amente mais amorosos e mais s48ios.ue isso si"nifi&ar4 o fim da e(ist+n&ia. Ser humano é ser fa!ho e imperfeito* mas isso não e moti%o para desespero. A nossa &!are#a aumenta* assim &omo a nossa &ora"em* a nossa a!e"ria e a nossa &ompai(ão. E* uma %e# .uais seHam os nossos métodos de fu"a* a &ausa desta é medo.ui!o .ue deseHamos. Nos pre&isamos a&eitar p!enamente a nossa &ondição humana e* então* pou&o a pou&o* des&o8rir .ue a maioria das pessoas .ue por %e#es são 8em2 su&edidos ao atin"ir esse o8Heti%o.ui%o&adamente* .ua! %erdadeiramente se est4. Tememos a. O "uia apontou o fato de .ue o&orreu uma trans&end+n&ia. A %ida se a8re* tornando2se a um tempo mais amp!a e mais profunda. Tememos a perda da identidade separada6 tememos a morte dp E"o* a&reditando* e.ue empreendem uma 8us&a espiritua! tenta uma trans&ed+n&ia prematura* &ausada pe!a fa!ha em %er &!aramente o prLprio Eu Inferior e de um deseHo de estar a!ém do ponto no . E &!aro .uantidade de transformação do Eu Inferior. Mas* %o&+ pode di#er* não somos todos nLs a!"um dia esma"ados pe!a morte< A morte sL é %i%en&iada &omo uma derrota esma"adora se a pessoa ainda esti%er tota!mente .ue atin"iram uma su8stan&ia! trans&ed+n&ia* mas . Mas* &omo tam8ém H4 dissemos em muitas das pa!estras &ontidas neste %o!ume* depois de um &erto ponto o tra8a!ho não pode ser feito a menos .ue a maioria dos &aminhos espirituais tentam* atra%és de %4rias pr4ti&as esprituais* !e%ar a pessoa a uma e(peri+n&ia do estado unifi&ado6 e e!e re&onhe&e .uanto se dei(a ainda partes de si mesmo ato!adas no Eu Inferior. Esse é um tra8a!ho na direção %erti&a!* e não na hori#onta!.ue a pessoa aprenda a mudar o seu senso de identidade.ue simp!es humanos.ui e* portanto* não e pre&iso %iaHar para en&ontr42!a. Não importa . Essa é a nossa no8re#a.

ue a&eitamos o nosso estado de seres humanos &om as suas fa!has e imperfeiçAes* e temos a &ora"em de en&arar e de transformar o nosso Eu Inferior* nos forta!e&emos até o ponto de poder nos dar &onta de .ue humanos.ue a a!tern\n&ia de sono e %i"=!ia.ua! fa!a Meister E&khart. Em outras pa!a%ras* B medida .ue !e%a ao estado de unidade di%ina do . omo disse risto* a péro!a de "rande preço de%e ser ad. $ono%an Thesen"a . Nas&imento e morte são in"redientes 84si&os da &ondição humana* mas a %erdadeira ess+n&ia de uma pessoa pre&ede o nas&imento e a morte.ue %i%emos a sa8er . omo disse o "uia* em muitas pa!estras e de muitas formas diferentesG C>o&+ não tem nada a temerD.)0? identifi&ada &om o E"o en&apsu!ado na &arne.ue %o&+ possui. O &aminho é desafiador.uirida ao &usto de tudo o . Pois até mesmo a morte perder4 o seu a"ui!hão B proporção . Mas a Hornada é* em ess+n&ia* se"ura.ue somos mais . Em outras pa!a%ras* o tra8a!ho &ont=nuo na transformação do Eu Inferior resu!ta numa &apa&idade de trans&end+2 !o* e a trans&end+n&ia fina! é a .ue a!tern\n&ia de morte e %ida não é mais assustadora .

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