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Relatório da Palestra: SISTEMA PÚBLICO DE

ESCRITURAÇÃO DIGITAL – SPED.

O SPED nada mais é que a substituição dos livros contábeis
Diário e seus auxiliares, se houver, (e diário com escrituração
resumida), Razão e seus auxiliares, se houver e Balancetes Diários,
Balanços e fichas de lançamento comprobatórias dos assentamentos
neles transcritos, por documentos de escrituração em versão digital.

Quem esta obrigado ao SPED:

- Pessoas Jurídicas

- 01/01/2008: Lucro Real (acompanhamento econômico -
tributário diferenciado)

- 01/01/2009: Lucro Real (demais contribuintes)

As penalidades de não entrega da ECD (Escrituração Contábil
Digital) é de R$ 5.000,00 por mês ou fração.

NOTA FISCAL ELETRÔNICA:

A critério da unidade federada, os contribuintes obrigados a
EFD (Escrituração Fiscal Digital) ficara dispensado da obrigatoriedade
de entrega do SINTEGRA e da GIA. (Ajuste SINIEF 02/2009, cláusula
vigésima).

O Sped Fiscal é independente do regime de tributação, sendo
eles Lucro Real, Lucro Presumido e Simples Nacional, e a
obrigatoriedade da emissão deste foi pela atividade:

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Um exemplo:

A atividade de produção de café foi obrigatório a emissão da
NF-E a partir de 01/09/2009, sendo que a empresa teria o CNAE de
torrefação de café.

Pelo CNAE esta empresa somente estaria obrigada a emitir a
partir de 01/04/2010, mas por oficio da Sefaz iniciou a
obrigatoriedade em 01/09/2009.

Referente às duvidas quanto a obrigatoriedade de emissão da
NF-E, a empresa estaria amparada somente por consulta tributária
até o momento da resposta pela SEFAZ.
Podendo formular a consulta de acordo com os termos do art. 510 do
Regulamento do ICMS.

ETAPAS PARA EMISSÃO DA NF-E:

1 - Concessão de Uso da NF-E:

É concedido pelo SEFAZ, ou seja, o certificado digital e também
o credenciamento da empresa.

2 – DANFE:

Não havendo nenhuma irregularidade cadastral e falha na
recepção dos arquivos é gerado o DANFE – documento auxiliar que
acompanha a mercadoria
Havendo problemas técnicos na recepção da DANFE, ao
transmitir o arquivo digital poderá ser solicitado o DANFE de

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contingência, que nada mais é do que a geração de outro arquivo
digital informando o ocorrido.

3- Seqüência de Numeração da NF-E:

Sua numeração deverá começar pela nº. 001, mesmo que a
empresa obtinha notas fiscais modelo 1 ou 1-A já emitidas com
outras numerações.
Quando houver a quebra de seqüência, o contribuinte solicitar a
inutilização do numero da NF-E, que terá um prazo até o 10º dia do
mês subseqüente aquele que ocorrer a quebra da seqüência.

4 - Cancelamento da NF-E:

O contribuinte poderá solicitar o cancelamento do documento
fiscal em até 168 horas contados a partir da autorização de uso,
quando:
- Não houver a circulação da mercadoria e/ou prestação de
serviços;

5 – Carta de Correção Eletrônica:

O emitente poderá sanar os erros específicos pela NF-E pela
CC-E, mas a mesma ainda não esta disponível para os contribuintes,
seu leiaute será definido a partir de 01/04/2010 segundo ATO
COTEPE.

6 – ARQUIVO XML:

O arquivo XML somente devera ser enviado ao contribuinte
optante pelo Lucro Real por obrigatoriedade ao cliente ou fornecedor
optante pelo mesmo regime de tributação, caso o contribuinte seja

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optante por outro regime ele não estará obrigada a enviar e guardar
os arquivos XML, o DANFE é considerado um Documento Fiscal.

CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO:

Etapas para emissão do CT-E:

1 – CREDENCIAMENTO E OBRIGATORIEDADE:

O CT-E, tem a mesma forma de credenciamento e
obrigatoriedade da NF-E, porem ainda não se encontra
regulamentado seu leiaute.
A partir de 03/04/2009, iniciou-se a fase de ambiente de
produção para as transportadoras do projeto piloto.
Exemplo:
Rodonaves e Transportadora Itapemirim, entre outras.

2 – Cancelamento de CT-E:

O cancelamento poderá ocorrer:
- Em até 60 dias da concessão;
- Quando não iniciada a prestação de serviço;
- E não tenha sido emitido carta de correção eletrônica.

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