Universidade Federal do Ceará - UFC

CURSO
ATUALIZAÇÃO EM CONSTRUÇÃO CIVIL
MÓDULO I
Planejamento de Canteiros de Obras e
Edifícios
PERÍODO: 5 a 8 de junho de 2006
DOCENTE: Luís Carlos Aguiar Lopes
CARGA HORÁRIA: 15 h/a
ANO/SEMESTRE: 2006/1
JUNHO/2006
FORTALEZA (CE)
LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
C 'iii it celt o de Layout
Segundo a Instituição Internacional Labor Office
localizada em Gembra
" Layout é a posição relativa dos departamentos, seções ou
escritórios dentro do conjunto de uma fábrica, oficina ou área
de trabalho; de máquinas, dos pontos de armazenamento e do
trabalho manual ou intelectual dentro de cada departamento
ou seção, dos meios de suprimento e acesso às áreas de
armazenamento e de serviços, tudo relacionado dentro do
fluxo do trabalho".
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- Demanda for aproximadamente constante.
- Produtos forem padronizados
- Grande produção.
Usado em indústrias que tem linhas de produção isto
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e^ pessoas e tYi ac| ui nas produzindo sempre um mesmo
produto. Ex. Fábrica de Motores.
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LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
2» L ayout Funci onei
- Produtos forem diversos.
- Demanda variável e interminente
O trabalho é dividido de acordo com a função das
máquinas e operários. Ex. Confecções
3« Layout Posicionai
- Alto custo na movimentação do produto
E utilizado em. estaleiros, construção civil e outras
indústrias de difícil movimentação do produto.
LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
TIPO DE LAYOUT VANTAGENS DESVANTAGENS
LINEAR • Redução de material em
processo. Só o suficiente p/
a linha de montagem
• Menor congestionamento
nos postos de trabalho.
• Pequeno manuseio -
menores estragos no
material
• Mão-de-obra ireis barata
por poder ser menos
qualificada
Facilidade de treinamento
porque as tarefas são
simplificadas e divididas por
vários operários.
• Dos tipos de Layout é o que
tem menor flexibilidade na
demanda Para aumentar a
demanda em muitos caso
tem-se que criai' uma nova
linha de produção.
• Descontinuidade da
produção quando há
paralização de alguma
máquina
LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
TIFODE LAYOUT VANLME« msvmm^m
LINEAR • Fkilicfcfe de treirimlo
poque as tarefe são
siirplificacfc e divididas por
wiosqperários.
• Fadlickt de supervisão
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raramente se deslocam
LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
TOOffiWOüT v j m M s m HSIHNDM^
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wi^ãocbpxxüo. • IVfaqntickfede
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• SiperMsão&álitadapda
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estoque.
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traquina
• Atpá\el apxxJutoscfe
gmie variação sazonal.
LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
TITO DE LAYOUT VANTAGENS DESVANTAGENS
LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
Um. bom estudo de layout ajuda a reduzir em.
grande parte a mão-de-obra que não agrega valor ao
produto (serventes), melhora o rendimento dos homens e
máquinas em função da diminuição dos percursos a serem
percorridos, e da organização provocada pela boa
distribuição dos ambientes e compartimentos das obras,
propiciando maior flexibilidade na produção» ( DIN 1 )
EM j^l k-I^Í"
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JL^JfcCI JWLCÍ)DE OJB^JLÍlj^L.
A base deste trabalho é o sistema SLP (Sistematic
Layout Planing) ou sistemática de arranjo físico. Este
sistema juntamente com a experiência do dia-a-dia das
obras, do estudo de Org ani zaçao e ]V -í- ^t o ei os, do Estudo de
Implantação de Indústrias e da CLT formam os fundamentos
deste trabalho.
rÓPI COS DO ESTUDO
•Princípios de layout;
• Informações necessárias ao estudo de layout para canteiros
de obras verticais. (Informações e uso das informações);
• Etapas para execução de um estudo de layout;
• Sistematização de projetos de arranjo físico (SLP);
• Dimensionamento do espaço necessário;
• Comparação do espaço necessário com o espaço disponível
para o canteiro de obra:
• Diagrama de inter-relações de espaço.
LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
SS11
LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
TÓPI COS DO ESTUDO (cont.)
• Considerações de mudanças;
• Limitações práticas;
• Escolha do plano, (caso chegue-se ao final com mais de um
plano);
• Avaliação do plano; e
Bibliografia.
LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
ECONOMIA DO MOVIMENTO
Economia do movimento consiste em diminuir os
deslocamentos em transporte de matérias-primas,
máquinas, equipamentos e homens, além de diminuir os
movimentos mesmo que estes não provoquem
deslocamentos dos homens. Ex.: Os agregados e
aglomerantes devem estar o mais próximo possível da
betoneira para que o deslocamento de homens e insumos
seja o menor possível.
LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
FLUXO PROGRESSIVO
Fluxo progressivo consiste em. direcionar o fluxo de
produção sempre no sentido do produto acabado. Ex.: O aço
será cortado em uma determinada distância do transporte
vertical, será dobrado à uma distância menor e armazenado à
uma distância menor ainda de onde será transportado para
montagem em seu destino final.
LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA™ |
FLEXIBILIDADE
Flexibilidade consiste em. dar ao conjunto produtivo
opções (facilidades) de mudanças posteriores a implantação
do projeto de layout, no sentido de aumento da produção,
acréscimo de máquinas e equipamentos, e até mudanças no
produto final, Ex.: Em duas obras vizinhas executadas pela
mesma empresa, em épocas diferentes, deve-se projetar o
canteiro para aproveitá-lo ao máximo na obra que será
executada em data posterior.
LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA"* |
INTEGRAÇÃO
Integração consiste em integrar células produtivas no
sentido do interrelacionamento, tornando-as parte do mesmo
organismo. Ex. Integração da produção de concretos e
argamassas ao transporte vertical.
USO DO ESPAÇO CÚBICO
Uso do espaço cúbico consiste em conhecer as necessidades
cie espaço nos vários planos e usar caso necessário,
superposições de planos de trabalho. Ex* Criar um segundo
andar para abrigar mais uma célula produtiva.
LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
SATISFAÇÃO E SEGURANÇA
Satisfação e segurança. Este item além de influir na
ergonomia, higiene e segurança no trabalho, ele é em. grande
parte, fruto dos benefícios causados pelos itens anteriores.
LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS AO ESTUDO DE
LAYOUT PARA CANTEIROS DE OBRAS
INFORMAÇÕES
Projetos completos e revisados
Base para o estudo de layout e será usado para receber como
adição e superposição aos estudos de layout.
E
les devem ser revisados para que nao naja mudanças
significativas após o estudo, pois o projeto do canteiro será
lançado sobre a planta de situação.
Cronograma físico
Informação necessária ao cálculo de quantidades e volumes
a serem produzidos, estocados e transportados assim como
para dimensionar a quantidade de homens envolvidos nas
"tarefas críticas" da obra, Tarefas críticas são definidas
como aquelas que se sobrepõem às outras. Ex. Produção de
concretos e argamassas, ou quaisquer outros insumos dos
quais várias etapas do processo dependem, diretamente.
Cronograma de compras
Dimensionamento de áreas de estocagem e acesso
matérias-primas ao canteiro de obra.
Especificações técnicas cia obra»
O que será produzido e como será produzido.
LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
Definição sobre compra de concreto e/ou argamassas
prontas.
Esta informação juntamente com o cronograma físico
da obra irão 'dar subsídios valiosos para o dimensionamento
de máquinas e equipamentos de transporte e produção de
insumos. Como os concretos e as argamassas no nosso
sistema construtivo são os maiores volumes a serem
transportados e/ou produzidos juntamente com os tijolos,
deve-se ter cuidado especial com as informações.
LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
Dará subsídio para o dimensionamento de banheiros, "WCs"
e bebedouros, assim como ditará regras de higiene e
segurança no trabalho. Como complemento deve-se consultar
a norma regulamentadora de higiene e segurança no trabalho
NR 18.
LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
Produtividade de operários para os diversos serviços da
obra.
Dimensionamento do número de operários da obra.
Estudos de inter-relacio n a> ro. e nt o homens/máquinas e
equipamentos.
Dimensionamento de máquinas e equipamentos.
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Definição cia equipe que irá administrar a obra
Esta definição juntamente com a norma de execução de
canteiros de obras serão as informações suficientes para o
dimensionamento dos espaços destinados a escritórios, wc's
e banheiros administrativos, assim como ao
dimensionamento do número de móveis e equipamentos de
escritório.
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Número máximo cie funcionários na obra.
Dimensionamento de banheiros coletivos, vestiários,
refeitório, transporte vertical de operários, equipamentos,
ferramentas, etc..
Este dado será obtido pelo cronograma físico, de onde se
obtém o cronograma de contratação de mão de obra. Neste
novo cronograma encontra-se o número máximo de operários
na obra.
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Processos construtivos utilizados
j Estas definições serão usadas no dimensionamento de
| máquinas, equipamentos e operários, assim como na definição
1 do tipo de máquinas e equipamentos que serão utilizados na
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I Endereço completo dm. obra«
Visita ao local cia obra pelo engenheiro responsável
j pelo projeto de layout, para conferir detalhes de projeto, assim
I como verificar acessos, muros limítrofes, existência ou não de
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LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
tiidos- de fornecimento de água.
Abastecimento de água ao canteiro de obra. Caso a
rede pública de abastecimento atenda ao local, deve-se
verificar se atenderá ao consumo da obra e se atender, deve-
se verificar a viabilidade econômica deste fornecimento. Daí
se definirá a perfuração de um poço com localização
definida pelo espaço disponível, assim como pela definição
da melhor localização através de estudo geológico.
Informações sobre rede elétrica.
Definição do tipo de fornecimento de energia assim
como o local de entrada da energia na obra.
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ETAPAS PARA A EXECUÇÃO DE UM ESTUDO DE
LAYOUT
LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA « I
•A localização da área onde se implantará o projeto deverá
levar em conta os projetos revisados e possíveis mudança de
layout durante a construção.
•O arranjo físico geral estabelece a localização relativa das
áreas. O estudo dos fluxos e as áreas que serão estudadas em
conjunto e inter-relacionados.
•Arranjo físico detalhado será uma fase onde serão levadas
em consideração as características específicas de cada área, e
o detalhe será o enfoque. Na etapa anterior o estudo é mais
grosseiro, nesta é rico em detalhes.
SISTEMATIZAÇÃO DE PROJETOS DE ARRANJO FÍSICO (SLP)
Sistema de procedimentos SLP, de acordo com MUTHER, 1978.
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LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
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Conceitos Necessários
Dados de Entrada: São todos os dados descritos como
informações necessárias ao estudo de layout para canteiros de
obras verticais.
Fluxo de Materiais: É o deslocamento dos materiais dentro e
fora das células produtivas.
Inter-relações de atividades: São inter-relações que não se
baseiam em fluxo de materiais e sim no grau de necessidade
de proximidade entre as atividades corno exemplo: higiene e
segurança no trabalho,necessidade de comunicação intensa
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etc
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LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
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Diagrama de inter-relações: E um diagrama que pode-se
chamar de anteprojeto, onde as ligações entre as atividades
serão feitas obedecendo as cores predeterminadas para
ligações.
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Espaço necessário: E o espaço (área) que será necessário
para a implantação do projeto do canteiro de obras com suas
diversas atividades.
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Espaço disponível: E o espaço real que existe para a
implantação do projeto do canteiro de obra com suas diversas
atividades.
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LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
Diagrama de inter-relações de espaços:
Este diagrama será um anteprojeto, onde será aprimorado o
primeiro, que foi o diagrama de inter-relações. Este será
mais detalhado, pois será executado em escala e as are as
serão indicadas nos locais das atividades.
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Considerações de mudanças:
Nesta fase será avaliado o último anteprojeto e em função de
fatores não inclusos ainda neste estudo. tais como
interferência de vizinhos, obstáculos ao deslocamento de
equipamentos, e futuras modificações no layout poderão ser
feitas as mudanças.
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LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
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Limitações Práticas: Estas limitações são de ordem de
espaço físico, financeiros e de equipamentos. Neste caso as
limitações consideradas serão apenas de equipamentos e
espaço físico.
Avaliação: Nesta fase o então projeto deverá ser criticado.
| Caso apareçam críticas que inviabilizem o projeto, deve-se
corrigir ou até optar por um. novo projeto.
Plano Selecionado: No caso de se chegar ao fim do
trabalho, com mais de um projeto de layout, depois da
avaliação, escolhe-se um dos projetos para a execução. Caso
só haja um, este, depois de passar pela avaliação será
automaticamente aprovado.
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LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
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ESTUDO DO FLUXO DE MATERIAIS
Este estudo será diferenciado com relação ao SLP, pelas
características da construção civil.
Serão feitas ligações entre as diversas células de produção,
assim como as ligações internas nas células, e nestas ligações
serão dados pesos que equivalerão ao número de contatos
entre os dois locais dentro das células ou entre células.
Estes contatos serão as viagens dadas por operários para
produzir e transportar os insumos.
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LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
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Usando-se como exemplo um prédio de 16 pavimentos com
7200 metros quadrados de área construída e 1300 metros
cúbicos de volume de concreto estrutural, pode-se traçar o
seguinte fluxograma, para a produção e transporte vertical de
concretos e argamassas. A alimentação com os números de
contatos será feita com os dados obtidos na tabela da página
seguinte.
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LAYOUT EM CANTEMOS DE OBRA
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Informações
Insumos Componentes Vol. total Veículo de
transporte
Quant,
transp.
por vez
N° de
contatos
Pontos de
contatos
concreto areia
1200 m
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padiola c/
rodas
0,054 m
3
22.222 bet./dep de
areia
brita
1600 m3
padiola c/
rodas
0,070 m
3
22.857 bet./dep de
brita
cimento
9800 sc
homens
1 sc
9.800 bet./dep de
cimento
aditivo
1301
homens
201
7 almoxarif./
betoneira
argamassas areia
720 m
3
padiola c/
rodas
0,040 m
3
18.000 bet./dep/ de
areia
cimento 2500 sc. homens 1 cs. 2.500 bet./dep de
cimento
concreto
argamassa
1300 m
3
600 m3
gerica
gerica
0,130 m
3
0,130 m
3
10.000
4.616
bet/guincho
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Total de contatos 90.000
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Inter-relações não baseada no fluxo de materiais
O uso do estudo de fluxo de materiais não deverá ser a base
única do estudo do layoiit. Deve-se levar em consideração
que existem outras razões para o grau de proximidade entre
as atividades. Estas razões podem ter como exemplo:
higiene e segurança no trabalho e limitação de espaço
físico. Um exemplo ligado a segurança no trabalho é o
possível afastamento da bancada de corte de aço do guincho
de carga, afastando esta bancada das bordas do prédio, que
é uma área de risco, em prejuízo da proximidade que
deveria existir entre a célula de produção e o meio de
transporte.
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LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
Com este fim, deve-se usar a carta de interligações
preferenciais: "Esta carta é uma matriz triangular onde
representa-se o grau de proximidade e o tipo de inter-relação
entre uma certa atividade e cada uma das
outras."(MUTHER
9
1978,pág.33)
O objetivo desta carta é mostrar quais as atividades que
devem, ser localizadas próximas ou afastadas.
Figura 1 - Os conceitos básicos da carta de interligações preferenciais. Todas as atividades (áreas ou
características) são listadas, à esquerda, nas linhas 1,2,3 etc. Quando a linha 1 intercepta a linha 3, o losango
resultante mostra a inter-relação entre 1 e 3. Corno está indicado em (b), a classificação das vogais ©e o
número de código da "razão" (d) são colocados acima e abaixo, respectivamente, do losango de interseção,
(MUTHER, 1978, pág. 34).
Esta "unidade« mostra >'
a inter» rel ação das J
atividades 1 e 41
A parte superior e destinada f
para a cl assi fi cação das vogais f
(importância da i nter-rel ação).
A parte inferior mostra *
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(justificativa para a *
cl assi fi cação anteri or).
Absolutamente
necessarl a Cl assi fi car a importãnci
da proximidade Relativa
necessári a ou desejada/
entre cada par <ie ?
atividades utilizando
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das vogai s. »
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uma considerável quantidade de informações em uma única
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• Urgência de serviço
• Custo de distribuição de suprimentos
Utilização dos mesmos suprimentos
Grau de utilização de formulários de comunicação
Desejos específicos da administração ou conveniências
pessoais
Cada losango será colorido segundo a convenção de
cores do SLP como se segue:
A- Vermelho O- Azul
E- Amarelo U- Em branco
I- Verde X- Marrom
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Como artifício para facilitar a visualização, as cores
são colocadas apenas na metade superior de cada losango.
Cada cor indicará um grau de proximidade. Será feito neste,
pintura apenas no contorno do losango, para não perder a
visualização das letras.
Pelo sistema SLP, a seqüência de procedimentos será a
seguinte:
• Cálculo da intensidade de fluxo de atividades produtivas;
• Classificação das intensidades de fluxo entre cada par de
atividades, segundo os grupos:
A- absolutamente necessário O - pouco importante
E- especialmente importante U- desprezível
1» importante X- indesejável
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PROCEDIMENTO PARA A CONSTRUÇÃO
DA CARTA DE INTERLIGAÇÕES PREFERENCIAIS
1. Identificar todas as atividades
a. Fazer uma lista de departamentos, áreas, operações ou
características e fazer com que os chefes e supervisores de
cada departamento verifiquem a abrangência e terminologia
da lista.
b. Grupar as atividades semelhantes num diagrama de
organização.
c. Não utilizar mais de 45 atividades numa carta. Reúna em
grupos, segundo algum critério.
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LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
2, Listar as atividades numa carta de interligações
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a. Estabelecer as operações produtivas primeiro, depois os
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sei viços ae apoio.
b. Incluir características de prédios e terrenos (elevador,
transformador, etc.).
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LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
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3, Determinar as interligações entre cada par de atividades e
as razoes para isso. ser feito.
a. Pelo conhecimento do projetista das práticas de operação
b. Levando em conta todas as considerações, ou razões, da
mesma forma que no caso do fluxo de materiais (Não se
esquecer das outras relações que não o fluxo e suas relações
com este.
c. Discutindo com os chefes e supervisores de
departamento..
d. Por explicações em grupo e utilização de folhas de inter-
relações.
e. Por discussões em grupo, reunindo os chefes principais.
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4. Colocar todos os dados na carta, pois ela será a base
principal para o planejamento das instalações.
a. A carta funcionará como lista de verificação, assegurando
que todas as atividades foram listadas bem como suas inter»
relações com as demais.
b. Consiga aprovação. ( DIN2 )
27
CARTA D£ INTER-LIÔAÇ0ÊS Fdbrico (Companhia).
PRE F E RE NCI AI S
Diagramado por.
Data
_ Projeto _
Emitente.
_ Folha _ .de-
Referência.
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GUARI TA DE ENTRADA / U
Este losango mostra a
inter-reloçao entre i e 3
Importfincio do
inter-relaçd©
/
(acima)
MAQ. POLI CORTE
Rasdb
(abaixo)
DEP. AÇO (NAO TRABALH.)
4
BANCADA DOBRA AÇO
ClOMlflcaçfà/
de s»r©*liW*sde
ALMOXARI FADO
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DEPOSI TO DE CI MENTO
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Muito
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DEP. DE AREI A
N- Numero de ati vi dades listadas
DEP. DE BRI TA
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15 W.C ENGENHARI A
16 W.C ME S T R E S
17 DEP. ENTULHO
18 DEP. TI J OL O
19
ENTRADA DE AREI A
E CI ME NTO
20 ENTRADA BRI TA
r
£\ GUINCHO(S) CARGA
Razo~es
para o grau
de proximidade
RAZÃO
1
FLUXO DE MA T E R I A L
2
N E C E S S I D A D E CONTATO PESSOAl
3
UTI LI ZAÇÃO EQUIP. COMUNS
4
P E S S OA L EM COMUM
5
SUPERVI SÃO OU CONTROLE
6
FREQUENTES CONTATOS
7
CUSTO DISTRIBUIÇÃO SUPRI MENTOS
8
UTILIZAÇÃO MESMOS SUPRIMENTOS
9
CONVENI ÊNCI AS PESSOAL/HIGIENE
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LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
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DIAGRAMA DE FLUXO E/OU INTER-RELAÇÕES
Neste diagrama faz-se um anteprojeto.
Deve-se iniciar o anteprojeto localizando os guinchos,
pois é a localização onde a produção converge. Sua
localização deve levar em conta o cronograma de
revestimento de fachadas, os acessos aos pavimentos e as
proximidades definidas anteriormente.
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LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
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Após localizem os guinchos, localiza-se os depósitos,
equipamentos e acessos que devem ficar mais próximos a
eles. Depois disto pode-se partir para a localização dos
barracões e em seguida os outros depósitos e postos de
í trabalho, sempre levando-se em consideração os princípios
do layout e o grau de proximidade entre eles.
Depois de feito o primeiro anteprojeto deve-se fazer
as ligações com linhas coloridas, nas cores da carta, entre os
ambientes, depósitos, postos de trabalho, acesso e escritórios
obedecendo sempre a relação cor/proximidade. Feitas estas
ligações, deve-se verificar os possíveis erros de localização e
corrigi-los, até obter um anteprojeto com as localizações que
obedeçam ao máximo os graus de proximidade definidos
anteriormente.
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LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
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Para facilitar o trabalho, não se faz as ligações
"pouco importantes" e "desprezíveis", de cores azuis e
brancas.
Após fazer as ligações deve-se questionar as
localizações que estão ligadas com cores que indiquem
maior ou menor proximidades que a esboçada. (DI N3 )
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DIAGRAMA DE FLUXO
ACESSO AO DEPOSITO
DE CI MENTO P/ABASTECIMENTO
ACESSO AO DEP. DE AREI A
P/ ABASTECI MENTO
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P/ ABASTECI MENTO
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LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
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Por que a estocagem do aço dobrado e do aço cortado
não foram, citadas na carta de interligações preferenciais?
Porque a carta precisa ser pequena, de preferência uma folha
só, onde estejam todas as informações necessárias sobre as
proximidades. Como antecipadamente, sabe-se que a
proximidade destes depósitos às suas respectivas bancadas é
absolutamente necessária, e as bancadas estão incluídas na
carta, com respectivas ligações, pode-se omitir na carta estes
depósitos para simplificar o trabalho.
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LAYOUT EM CANTEMOS DE OBRA
QUESTIONAMENTO
É "importante" que o depósito de entulho esteja
próximo do guincho e neste caso ele está bem distante,
levando-se em consideração as distâncias comparativas da
mesma cor. J ustificativa: ele está distante para atender a
proximidades "indesejáveis" a outros ambientes e a
proximidade "importante" da entrada de veículos.
Por que o depósito de tijolos não está mais perto do
guincho? Porque ficaria sob a lâmina do prédio onde existem
pilares que dificultam seu armazenamento, além. de que,
dificultaria a circulação na proximidade dos guinchos, já
congestionada com a proximidade cia célula de produção de
concretos e argamassas.
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LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA 11
DIMENSIONAMENTO DOS PR 1NCIPAIS
EQUIPAMENTOS PARA DIMENSIONAMENTO DO
ESPAÇO NECESSÁRIO.
• Guincho de carga:
A quantidade de guinchos de carga deverá ser
| dimensionada levando-se em consideração o período de maior
utilização que, na maioria das vezes, é na época cios
transportes de concretos, argamassas e tijolos.
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LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
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Podemos calcular o número de guinchos de carga pela
seguinte fórmula:
A = quantidade do material A a transportar (unid/h)
B = quantidade do material B a transportar (unid/h)
N = quantidade do material N a transportar (unid/h)
C A = capacidade de transportar o material A (unid/h)
CB = capacidade de transportar o material B (unid/h)'
CN = capacidade de transportar o material N (unid./h)
Po = percentual de ociosidade (%)
Quantidade de guinchos - (A/CA) + (B/CB) +......+ (N/CN) x
(Po+ 1)
Obs.: Incluir na capacidade de transportar os tempos para
carga e descarga.
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LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
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Exemplo Numérico:
Transporte de concreto no mês de pico =4,5 m
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Transporte de argamassa no mesmo mês =0,30 m
3
/h
Transporte de tijolos no mesmo mês =430 tijolos/h
Percentual de osiosidade =20%
Capacidade de transportar argamassa =3,0 m
3
/h
Capacidade de transportar concreto =3,0 m3 /h
Capacidade de transportar tijolos =2.000 tijolo/h
N° de guinchos =(4,5 m
3
/h/3,0 m
3
/h +0,30 m
3
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3
/h+
430 tij/h/2000 tij/h) x 1,20.
Quantidade de guinchos =2,17 guinchos.
Deve-se avaliar
a neces sidade de um terceiro guincho ou a
utilização de horas extras com 2 guinchos. (DIN4 )
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LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
O expediente de 8 horas tem 480 min, e 0,17 deste
tempo correspondem a 81,60 min. Como se tem 2,17
guinchos de necessidade de trabalho, deve-se buscar a
equivalência dos 0,17 guinchos trabalhando 8 horas a 2
guinchos trabalhando horas extras, então:
0,17 guinchos trabalhando 8 horas =1 guincho trabalhando
81,6 min. ou
0,17 guinchos trabalhando 8 horas =2 guinchos trabalhando
40,8 min.
O custo adicional de 2 guinchos trabalhando 40,8 min
em horário extra é de (40,8 min. de 2 guincheiros e 4
serventes) x 1,60.
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O' custo de utilizar o terceiro guincho é de (480 min
de 1 guincheiro + aluguel ou depreciação de 1 guincho) por
dia de trabalho.
Sabendo-se que o minuto de guincheiro é de R$
0,021, o minuto de servente é de RS 0,012 e a diária de
aluguel de um guincho é de RS 27,00, compara-se: custo
adicional para 2 guinchos trabalhando 40,8 min de hoias
extras = (40,8 min x 2 guincheiros x RS 0,021 / min x
guincheiro) + (40,8 min x 4 serventes x R$ 0,012 / min x
servente) = 2,129 , O custo da utilização do 3
o
guincho =
(480 min x R$ 0,012/min x guincheiro) + aluguel de 1 dia de
guincho = 480 x R$ 0.012 + R$ 27.00 = R$ 32,76. Conclui-
se então que é melhor utilizar apenas 2 guinchos.
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Betoneira(s):
A empresa dispõe de betoneiras auto-carregáveis de
1 580 litros
Volume de concreto do mês de pico =4,5 m
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Volume de argamassa no mesmo mês =0,30 m
3
/h
Volume total =4,8 m
3
/h
Uma betoneira auto-carregável de 5801 mistura 4,80 m3 de
concreto e/ou argamassa por hora, e a ociosidade
considerada será 20%.
Quantidade de betoneira = Volume de concreto e/ou
argamassas (m
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/h) / capacidade de mistura de uma betoneira
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LAYOUT EM CANTEI ROS DE OBRA
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Usando os dados acima:
Número de betoneiras =(4,80 m
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/h /4,80 mVh) x 1,20 -
1,20 betoneiras
Deve-se optar por duas betoneiras, pois esses insumos
quando não produzidos, envolvem todo o pessoal produtivo
da obra, neste período, não justificando horas extras»
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LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
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DIMENSIONAMENTO DO ESPAÇO NECESSÁRIO
1. Para este dimensionamento necessita-se das seguintes
informações:
Número de funcionários em cada sala;
Definição dos equipamentos que serão utilizados;
Material que será estocado» (estoque máximo); e
Lista de salas, depósitos, banheiros, células de
produção e principais acessos.
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;: ; Segundo Valle (1975), as áreas aconselhadas para
dimensionamento de escritórios são:
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' chefia . 8 a 10 m
2
•Sala para funcionários gradilados.. 1 Qm
2
•Serviços de datilografia (área mínima por datilografo),.2m
2
•Serviços administrativos em geral ( funcionários em salão
coletivo) área por funcionário 5m
2
•Sala de reunião para seis pessoas., 14m
2
•Salas de espera (área requerida para uma pessoa
sentada) l,5m
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• Caimento máximo em:
Corredores e área de circulação com piso em
rampa
• Cubagem de ar em áreas de escritórios:
Volume mínimo por funcionário 7m
3
Volume recomendado por funcionário.. 1 Om
3
• Circulações:
Largura recomendada para os eixos principais de
Largura mínima para outras vias de acesso 6
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Largura mínima para vias secundárias..........................3,Om
Largura mínima para cruzamento de dois caminhões...5,5m
Largura mínima para passagem de um
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Passagem de uma só pessoa 0,65m
Cruzamento de duas pessoas l,2m
Cruzamento de três pessoas l,7m
Largura mínima de corredores que conduzem à saída do local
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2m
Altura livre mínima para vias principais 4,2m
Altura mínima para vias secundárias 3,0m
Declividade máxima em vias principais.......................?,0%
Declividade máxima em vias secundárias 10,0%
Declividade máxima para locais com tráfego de
empilhadeiras 8 a 10,%
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LAYOUT EM CANTEIROS UE OBRA

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Refeitório:
Área mínima por usuário é de 1,2m
2
por usuário. O
refeitório deve abrigar simultaneamente, no mínimo, um terço
do total de empregados em cada turno de trabalho.
Vestiário:
Área recomendada por usuário..........................l,0m
2
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Instalações sanitárias: (NR-18)
Deve-se ter pelo menos um vaso sanitário, um
mictório e um lavatório para cada grupo de vinte usuários,
assim como um chuveiro para cada grupo de 10 usuários.
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3. Descrição do dimensionamento:
(DI N 5 )
• Depósito de cimento:
Deve ser dimensionado pelo estoque máximo
previsto, que deverá ser definido pela necessidade diária de
consumo na obra e pela capacidade do(s) fornecedor(es) de
repor o estoque na hora certa. (O dimensionamento da área
necessária será feito com base no índice de 15 sacos por
metro quadrado).
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Depósito de brita:
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Deve ser dimensionado pelo estoque máximo
previsto, que deverá ser definido pela necessidade máxima
diária do consumo na obra e pela capacidade do(s)
fornecedor(es) de repor o estoque na hora certa. Á altura
média da areia em estoque deve ser considerada de 1,0m para
fins de cálculo da área necessária.
Depósito de areia:
Terá as mesmas características do depósito de brita.
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LAYOUT EM CANTEIROS PE OBRA
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Almoxarifado:
O dimensionamento do almoxarifado em virtude de
ser bastante complexo, por envolver uma grande quantidade
de variáveis (tais como: estoque mínimo, velocidade de
reposição dos estoques, aumento ou diminuição do estoque
por razões econômico-financeiras, grande número de insumos
utilizados, tipos diversos de máquinas, equipamentos,
ferramentas, etc,), fica muito demorado, impreciso e até
inviável de qualificar o espaço necessário.
Por estas razões, deve-se usar um método que é preciso na
medida em que a empresa tem dados anteriores de seus
dl mo) arifados.
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O método escolhido é o da "projeção das tendências".
Neste método deve-se ter um índice que poderá ser m
2
de
almoxarifado / m
2
de construção, levando-se em conta a
I similaridade destas obras.
• Depósito cie aço:
Deverá ter um comprimento mínimo de 15 metros e
largura mínima que permita armazenar o aço por bitola e
permita a sua retirada e condução à bancada de corte.
• Máquina policorte:
Deverá ter um. comprimento mínimo de 15 metros e
largura suficiente para a entrada dos vergalhões e a saída do
aço cortado.
EiMSsHRIHlli
I
is
• Bancada cie dobra de aço:
Deverá ter um comprimento mínimo de 12 metros e
largura suficiente para a maior dobra do aço observada no
projeto, mais 1,2 metros, destinado a circulação de 2 pessoas
que irão trabalhar nesta bancada.
• Betoneira (local):
Deverá ter o comprimento maior da betoneira em
operação, somado ao comprimento do veículo de transporte
dos concretos e argamassas mais 1,00 metro, e deve ter a
largura das betoneiras somadas mais a soma do espaço entre
elas (1,0 metro entre betoneiras), mais 1,0 metro para cada
uma das extremidades.
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LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA •
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• Wc para engenheiros:
Deve ser dimensionado par acomodar um vaso
sanitário e um lavatório. (Dimensão ideal 1,5 m
2
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• Depósito cie tijolos:
Deve ser dimensionado pelo estoque máximo previsto.
O maior estoque possível deve ser considerado de uma carrada
de caminhão padrão do fornecedor habitual
• Guarita cie entrada:
Deve abrigar um birô com urna cadeira e deve permitir
acesso de pessoas em fila.
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LAYOUT EM. CANTEIROS DE OBRA
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• Depósito de entulho:
Deve ser dimensionado pela média da empresa, que
poderá ser definida como m3/m2 de construção/dia. Deve-se
levar em. consideração uma retirada de entulho a cada dois ou
três dias. A altura média deve ser considerada de 0,7 metros,
| Este índice deve ser usado para construções com
características semelhantes.
• We para mestres:
Deve ser dimencionado para acomodar um lavatório,
um vaso sanitário e um chuveiro. (Dimensão ideal =2,0 m
2
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• Entradas devem ser dimensionadas para dar acesso aos
veículos que transportarão os insumos que entrarão no
canteiro de obras.
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• Guinchos:
O espaço para eles deve ser dimensionados pela área de
projeção da. torre, somada às áreas de circulação em suas
proximidades.
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LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA'

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EXEMPLO DE DIMENSIONAMENTOS
* Guarita cie entrada:
Considera-se a área destinada ao porteiro com um birô
e uma cadeira, igual a'área destinada a um datilografo (2m
2
),
e a circulação para operários com largura igual a 0,65 metros.
Então teremos uma área mínima de 2,65 m
2
.
• Máquina polieorte:
Comprimento =15m
Largura =0,30m da bancada +circulação com cruzamento
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I de 3 pessoas (1,70 m) =2,00m.
Total 30.00 m
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II
LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
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1
Depósito de aço. (Exemplo ilustrativo).
Informações: Bito ias
8 mm
1 Omm
12,5mm
16mm
25 mm
Quantidade
200 vergalhões
100 vergalhões
100 vergalhões
50 vergalhões
50 vergalhões
Serão construídos 5 leitos, um para cada bitola de aço.
A largura de cada leito será calculada pala área
somada das seções transversais dos vergalhões que se terá em
estoque. Para facilitar o cálculo deve-se calcular as seções
como se fossem quadradas.
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LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
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I
I
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Cálculo:
200 x 8,0 mm x 8,0mm =
100 x 10,0 mm x 10,0 mm
100 x 12,5 mm x 12,5 mm
50 x 16,0 mm x 16,0 mm =
50 x 25,0 mm x 25,0 mm =
12.800 mm
2
10,000 mm
2
15,625 mm
2
12,800 mm
2
31,250 mm
2
0,013 m
2
0,01 m
2
0,016 m
2
0,013 m
2
0,03 m
2
1
Pode-se então ter 5 leitos com áreas de seção transversal de
armazenamento de 0,03 m
2
, podendo ser de 0,40 x 0,075 m
cada. Então neste caso teremos uma largura de depósito de
2,00 m (5 x 0,40 m). Esta largura deve ser somada a
circulação de 3 pessoas que transportarão este material Então
acrescenta-se 1,70 m e aí terá a largura final de 3,70m.
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Como tem-se uma largura de 3,70m, e um comprimento de
15,00m, a área necessária será de 3:70 x 15,00 =55,50 m
2
.
• Bancada de dobra cie aço:
Bancada - 0,40 m x 12,00 m
Maior dobra de aço =2,80m
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3,00m
1 , 20m | I 1 , 20m
(Desenho retirado das plantas de armadura)
Largura do espaço destinado a dobra de aço =0,40m +l,20m
+1,20m =2,80m.
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LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
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A última parcela desta sorria que é o espaço destinado
à circulação dos operários.
Área destinada à dobra de aço =2,80m x 12,00m =33
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• Depósito cie cimento:
Estoque máximo =600 sacos.
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Area necessária =600/15 =40
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• Depósito de areia:
Estoque máximo =28,00m
3
Area necessária =28
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com altura de 1
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Almoxarifado:
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características da construção:
Edificação de uso multifamiliar.
Área de construção de 7.200m
2
Instalações hidráulicas, elétricas, telefônicas e de combate à
incêndio.
Volume de concreto de 1.300m
3
.
Procura-^e no banco de dados da empresa uma obra
semelhante e encontra-se por exemplo 0,0 lm
2
de
almoxarifado / m
2
de construção.
Então a área cjue será destinada ao almoxarifado será de
(7.200x0,01) 72,00m
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• Depósito de brita:
Estoque máximo =28,0Gm
3
Área necessária =28,00m
2
com altura de 1,00m.
• Betoneira (s):
Este dimensionamento deverá ser efetuado diretamente no
local escolhido em planta onde será (serão) desenhada (s) a(s)
betoneira(s) integradas aos depósitos dos insumos utilizados
por ela(s). Isto é necessário porque podem haver obstáculos
que venham a modificar um possível dimensionamento
matemático, que serão identificados na planta e contornados
com facilidade usando-se a planta de situação da edificação,
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LAYOUT EM CANTEIROS DE O BR V
• R.H. (sala para duas pessoas)
Peia tabela de Valle, obtém-se unia área de 10,00m2.
• Sala de engenharia:
Sabendo-se que a sala de engenharia é normalmente utilizada
para pequenas reuniões de trabalho, usa-se a tabela de Valle e
obtém-se 14,00m
2
, para reuniões de até 6 pessoas.
• Sala do mestre:
1 Á sala do mestre é normalmente utilizada também pelos
encarregados (contra-mestres). Supondo-se uma obra com um
mestre e dois contra-mestres, encontra-se na tabela de Valle
uma área de 5,00m
2
x 3 =15,00m
2
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Refeitório:
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utilizando simultaneamente o refeitório, obtém-se a área de
• 1,20m
2
/ usuário totalizando uma área de 96,00m
2
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m
• Banheiros / wc's coletivos:
Como não existe índice de área conhecido deve-se projetar
sobre a planta de situação obedecendo-se as exigências da
CLT.
• WC cia engenharia:
Área já definida de l,5m
2
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LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA*
• WC do mestre:
Área já definida de 2,00m
2
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• Depósito de entulho:
Dados obtidos no banco de dados da empresa:
_ índice da empresa =0,0003m
3
/m
2
/dia.
1 Retirada de entulho =3 em 3 dias,
Cálculo da área necessária:
Quantidade de entulho por dia 7200m
2
x 0,0003 =2,16m
3
/dia.
Quantidade acumulada em 3 dias =3 x 2,16 =6,48m
3
Supondo uma altura média de 0,70m no depósito, obtém-se
uma área necessária de 925m
2
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LAVOUT EM CANTEIROS DE OBRA
Depósito cie tijolo:
E^ste depósito deverá apenas ser definido como um
| local predeterminado para o armazenamento deste insumo.
A área reservada deverá ser suficiente para armazenar
múltiplos de urna carrada de caminhão, que será
determinada pelo tipo de caminhão do fornecedor.
Admitindo-se o estoque máximo de 2 carradas de
6.000 tijolos cerâmicos de lOcm x 20cm x20cm, necessita-
se de um volume de 48,00 m
3
e uma área aproximadamente
de 24,00m
2
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• Entrada de areia:
Utilizado abertura para fora do canteiro não ocupará espaço
útil.
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• Entrada de brita.
Utilizando abertura para fora do canteiro não ocupará espaço
útil.
• Guinchos de carga:
Este espaço deverá ser estudado em conjunto com a
circulação de veículos de transportes horizontais.
Ex: Dimensão da projeção dos guinchos e mecanismos
supondo:
2 unid. =2 x largura x comprimento = área de projeção +
área. de circulação de gericas =área requerida.
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• Comparação Espaço necessário / Espaço disponível
para o canteiro em questão: ( D1N6
Di scri mi nação do
Ambi ente ou Depósi to
Area Necessári a Area Di sponí vel , Reti rada
do anteproj eto de Layout
Guari ta de entrada 2,65 m
2
>2,65 m
2
Máqui na pol i corte 30,00 m
2
> 30,00 m
2
Depósi to de aço 55,50 m
2
> 55,50 m
2
Dobra de aço 33,60 m
2
> 33,60 m
2
Al moxari fado 72,00 m
2
> 72,00 m
2
Depósi to de ci mento 40,00 m
2
>40,00 m
2
Depósi to areia 28,00 m
2
>28,00 m
2
Depósi to de brita 28,00 m
2
> 28,00 m
2
Betonei ra Betonei ra
R.H. 10,00 m
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= 15,00 m
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j Di scri mi nação do Area Necessári a Area Di sponí vel , Reti rada
1 Ambi ente ou Depósi to do anteproj eto de L ayout
| Sal a Engenhari a 14,00 m
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> 14,00 m
2
| Sal a Ml es te 15,00 m
2
> 15,00 IH
2
j Refei tóri o 96,00 m
2
< 96,00 m
2
| Banhei ros/ WC
j col eti vos / vestuári os j col eti vos / vestuári os
j W C Engenhari a 1,50 m
2
= 1,50 m
2
j WC Mestres 2,00 m
2
= 2,00 ni
2
Dep. entul ho 9,25 m
2
> 9,25 m
2
Dep. ti j ol os 24,00 m
2
> 24,00 m
2
:: Gui nchos de carga :: Gui nchos de carga
Entrada arei a 0,00 rn
2
= 0,00 m
2
Entrada brita 0,00 m
2
=0,00 m
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DIAGRAMA DE INTER-RELAÇÕES ENTRE ESPAÇOS
Nesta fase ajusta-se o diagrama de inter-relações,
levando-se em consideração, agora, os espaços. Ajusta-se
espaços e verifica-se urna possível configuração melhorada.
Cada atividade deverá ser identificada pelo nome e
deverá ser acrescentada sua respectiva área (em metros
quadrados).
O desenho será feito em escala para melhor
visualização dos espaços e a intensidade de fluxo será
indicada. A indicação de intensidade de fluxo será feita, para
facilitar o trabalho, somente entre as atividades de maior
fluxo de materiais.
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Esta intensidade será medida pela quantidade de
contatos.
Como no estudo do fluxo de materiais já foi
calculada a intensidade de fluxo, por contato, entre
almoxarifado, depósito de cimento, depósito de areia,
depósito de brita, betoneira e guincho, calcula-se agora
apenas a intensidade de fluxo entre depósito de tijolos e o
guincho.
Cálculo: Serão transportados 300.000 tijolos 10 cm x
20 cm x 20 cm em gericas que comportem 50 tijolos, então
teremos 6.000 contatos.
DIAGRAMA DE INTER- RELAÇÕES ENTRE ESPAÇOS
GUARITA
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BANHEIRO
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ENTRADA DE
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BANCADA DE DOBRA DE AÇO
ALMOXARI FADO
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DEP. DE AÇO
BANCADA ÜE CORTE DE AÇO
MAQUINA
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CORTADO
DEP. DE
ENTULHO
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ESTOCAGEM
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CI MENTO
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SALA
EN G.
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ACES S O AO DEP. DE AREI A
P/ ABASTECI MENTO
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CONSIDERAÇÕES DE MUDANCAS
Quando for necessário o desmonte do canteiro de
obras para a pavimentação do estacionamento do edifício,
deve-se fazer considerações • de mudanças. As mudanças
poderão ser as seguintes neste momento da construção: não
serão mais necessários os ambientes e locais reservados do
depósito de areia, depósito de brita, depósito de entulho,
bancada de dobra de aço, estocagem cio aço dobrado,
depósito de tijolos, depósito de cimento e guinchos, Outros
deve-se transferir de local como: Sala da engenharia, wc"s da
engenharia e mestre, sala dos mestres, sala do apontador, sala
R.H e almoxarifado.
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LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
Estes espaços devem ser transferidos para ambientes
semi-prontos dentro da edificação em construção. Estes
ambientes posteriormente serão desocupados e concluídos.
Os banheiros dos operários, o.vestiário e o refeitório
deverão ser os últimos a serem desmanchados. Só devem ser
desmanchados quando a obra tiver com o pessoal bastante
reduzido ao ponto de usar pequenos banheiros no térreo da
edificação, tais como: banheiro do zelador, wc's do salão de
festa, etc..
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AVALIAÇÃO
Usaremos para avaliar este projeto o método da
análise de fatores que é altamente preciso, mesmo sabendo-
se que é baseado em julgamentos ou estimativa de
| probabilidades.
Os fatores que devem ser avaliados são os seguintes
(considerados como fatores que mais aparecem por
MÜTHER. 1978):
1 - Facilidades para futuras expansões;
2- Adaptabilidade e versatilidade;
; 3- Flexibilidade do arranjo físico;
4- Eficiência do fluxo de materiais;
5- Eficiência do manuseio de materiais;
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LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
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6- Eficiência da estocagem;
7- Utilização de espaços;
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9- Higiene e segurança;
| 10- Condições de trabalho e satisfação dos empregados;
11- Facilidade de supervisão e controle;
12- Relações com a comunidade e público, valor
proporcional e imagem da organização;
Qualidade do produto ou material;
Problemas de manutenção;
Integração com a estrutura organizacional da empresa;
Utilização do equipamento;
Segurança da obra;
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LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA |
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18- Utilização das condições naturais, construções e
arredores;
19- Possibilidade de satisfazer a capacidade produtiva; e
20- Compatibilidade com os planos a longo prazo da
empresa.
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II
O estabelecimento cia ponderação do valor para cada
fator poderá ser uma decisão da alta administração. Uma
maneira mais eficaz de se estabelecer ponderação é dar o
valor 10 para mais importante e relacioná-lo aos outros.
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Para contagem da avaliação, usa-se a folha de
avaliação de alternativas, (MUTHER, 1978).
Fáfarica/Ãrea: obra 101
Descrição das alternativas:
a:
b;
c:
"FOLHA DE A VALI AÇAO DE ALTERNATIVAS
Projeto: Rodievilfe Data: 1/95

e:
Ponderado por: Avaliado pó*: calculado per:
Fator/Consolidação Peso AVALIAÇÃO E AVALIAÇÃO PONDERADA Fator/Consolidação Peso
A B C D E
l. Flexibilidade do arranjo
físico
5 O l. Flexibilidade do arranjo
físico
5
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2. Eficiência do fluxo efe
materiais
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materiais
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2 Efiáéháa do fluxo de
materiás
10 E 2 Efiáéháa do fluxo de
materiás
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3. Efiáàiàa do manuseio de
materiais
5 I 3. Efiáàiàa do manuseio de
materiais
5
10
4. Efiáèiáa
estocagan
8 E 4. Efiáèiáa
estocagan
8
24
5. lülização de espaço 9 A 5. lülização de espaço 9
36
6. Efiáênáa na i ntegração dos
serviços de suporte
7 E 6. Efiáênáa na i ntegração dos
serviços de suporte
7
21
7. Hgjene e segurança 8 E 7. Hgjene e segurança 8
24
8. IUlizaçabdo
equipamento
9 A 8. IUlizaçabdo
equipamento
9
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9. Ftesibilicktecfesatisíaza- 10 E
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10. Qnçaffilicbfe d cs
jianœ
a lcngp prazo da empresa
9 E 10. Qnçaffilicbfe d cs
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a lcngp prazo da empresa
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Instruções para uso da Folha de Avaliação de alternativas: na
coluna "Fator/Considerações" elege-se ou escolhe-se os
fatores que deseja-se julgar, Na coluna "peso", considera-se
com maior peso os fatores que sejam mais significativos para
a empresa e o de mais peso receberá fator 10.
Na área destinada à avaliação indica-se o projeto A; B; C,
etc, e abaixo da letra indicativa de cada projeto encontram-
se duas linhas para cada Fator, na linha superior indica-se o
conceito atribuído ao projeto em avaliação, e na inferior o
valor da multiplicação do peso pelo valor numérico do
conceito, Na última linha, escreve-se o resultado da soma de
cada coluna de avaliação.
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No caso em questão, atingiu-se 243 pontos» e como não
chegou-se ao final com mais de um projeto, compara-se este
valor com o valor máximo que poderia-se atingir em
projetos. Tal valor é neste caso 320 pontos; então atingiu-se
75% da. pontuação máxima, (320 pontos correspondem a
soma dos produtos dos conceitos máximos pelos pesos
respectivos).
Chega-se a conclusão que é um bom projeto se este
percentual for predeterminado e for assim considerado.
Quando não tiver mais de um projeto final, deve-se estipular
qual a percentagem do valor máximo de pontos que
considera-se um bom projeto,
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CONCLUSÃO
Este trabalho mostra a real importância do projeto de layout
para canteiros de obra e um roteiro para se chegar a um
resultado de boa qualidade,. Este roteiro, no entanto, não
dispensa a criatividade, que é fundamental em qualquer tipo
de projeto.
Para se ter um bom. layout, precisa-se do máximo em.
informações, mas não se deve deixar de projetar por falta de
algumas informações, pois um projeto não muito bom é
melhor que a ausência dele.
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LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
Com ele, o engenheiro já começa a obra dirigindo a
mesma, não deixando que ela aconteça, ou seja conduzida por
profissionais inabilitados, que poderão trazer grandes
prejuízos a curto e/ou longo prazo,
O projeto de layout é o início da organização da obra,
podendo desencadear um processo de trabalho com maior
qualidade, provocado pela empolgação de ver e sentir o
trabalho render mais, com menor esforço e maior
organização.
Enfim, o projeto de layout deve ser tratado com a
importância dos outros, pois é o início da real aplicação da
engenharia nas obras.
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LAYOUT EM CANTEIROS DE OBRA
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LAYOUT EM. CANTEIROS DE OBRA
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edição, São Paulo: Atlas, 1987»
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