Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.

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Avaliação Teológica Do FORO PRIVILEGIADO Nos Paradígmas VE x EV
"Plinio Marcos Moreira da Rocha" <pliniomarcosmr@terra.com.br> 25 de maio de 2014 00:16
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Assunto: Avaliação Teológica Do FORO PRIVILEGIADO Nos Paradígmas VE x EV
Data: 25/05/2014 03h11min21s UTC
Prezados,
Apresento o documento “Avaliação Teológica Do FORO PRIVILEGIADO Nos Paradígmas
VE x EV”, http://pt.scribd.com/doc/225975572/Avaliacao-Teologica-Do-FORO-
PRIVILEGIADO-Nos-Paradigmas-VE-x-EV , onde estamos, mais uma vez, questionando a
permanência do FORO PRIVILEGIADO no Sistema Jurídico-Constitucional brasileiro,
quando então, ressaltamos que o fazemos a partir da página “A Constituição e o Supremo”
constante do site oficial do Supremo Tribunal Federal.
Abraços,
Plinio Marcos
Avaliação Teológica do FORO PRIVILEGIADO nos Paradígmas VE x EV.pdf
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1 de 1 25/05/2014 00:20
Avaliação Teológica do FORO PRIVILEGIADO nos Paradígmas VE x EV
Teologia (do grego θεóς, transl. theos = "divindade" + λóγος, logos = "palavra", por
extensão, "es!"do# an$lise# consideração# disc"rso so%re alg"ma coisa o" algo"), no
sentido literal, é o estudo racional e sistemático acerca da divindade (sua essência,
existência e atributos). Pode também referir-se a uma doutrina ou sistema particular de
crenças religiosas - tal como a teologia judaica, a teologia cristã, a teologia islâmica e
assim por diante.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Teologia
Paradígma (do latim tardio paradigma, do grego ndpdôεiγpd, derivado de ndpdôεikvupi
«mostrar, apresentar, confrontare») é um conceito das ciências e da epistemologia (a
teoria do conhecimento) que define um exemplo típico ou modelo de algo. & a
re'resen!ação de "m 'adrão a ser seg"ido. É um pressuposto filosófico, matriz, ou
seja, uma teoria, um conhecimento que origina o estudo de um campo científico; uma
realização científica com métodos e valores que são concebidos como modelo; uma
referência inicial como base de modelo para estudos e pesquisas.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Paradigma
VE Vale o Escri!o, 'or mim definido, e entendido, como um padrão onde a premissa é a
(iel o%serv)ncia ao escrito.
EV O Escri!o 'ode Valer, por mim definido, e entendido, como um padrão onde a
premissa é a avaliação *olís!ica do escrito, para a implementação do o%+e!ivo 'rimeiro
redundado no escrito.
Ess,ncia O -"e cons!i!"i o ser e a na!"re.a das coisas, Qualidade predominante ou
virtual de (plantas e drogas), O que há de mais puro e .sutil (nos corpos), Ser; existência,
Óleo essencial ou volátil, Caráter distintivo, Ideia principal. No Dicionário Priberam da
Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/ess%C3%AAncia
[consultado em 25-05-2014].
A avaliação do paradígma VE, Vale /E0PRE o Escrito, que se contrapõe ao
paradígma EV, o Escrito PODE Valer, é a Ess,ncia da própria existncia do !oder
"udici#rio, quando então, a título de discussão, apresento como o$%eto $ase, a questão do
FORO PRIVILEGIADO.
&e a questão, ora apresentada, estivesse, por exemplo, no com'rovan!e de "ma
a'os!a, certamente, estaríamos na necessidade do uso do paradígma VE, vale sem're o
escrito, uma ve' que, o contexto intrinsecamente es!a circ"nscri!o ao acordo registrado,
portanto, algo inquestion#vel, e irrefut#vel.
&endo a questão, ora apresentada, uma decisão %urisdicional, certamente,
estaremos na necessidade do uso do paradígma EV, o escrito PODE valer, uma ve' que,
a F"ndamen!ação, nos remete a certe'a de que a (ess,ncia) %urídica não esta no
(escri!o), e sim, na (in!er're!ação Teológica) do o%+e!ivo a ser alcançado pelo
(escri!o), de tal forma, que o próprio (escri!o) pode ser 1EGADO.
*omo $ase desta avaliação procuraremos nos ater ao entendimento da +nstituição
&upremo ,ri$unal -ederal, que em seu site oficial, nos apresenta na p#gina (A
2ons!i!"ição e o /"'remo), .ttp/00111.stf.%us.$r0portal0constituicao0 , algumas de suas
decisões proferidas, relacionadas 2 *onstituição de 3ep4$lica -ederativa do 5rasil,
promulgada em 6788.
3"an!o ao Pre)m%"lo :
(9evem ser postos em relevo os valores que nor!eiam a 2ons!i!"ição e -"e
devem servir de orien!ação 'ara a corre!a in!er're!ação e a'licação das normas
cons!i!"cionais e apreciação da su$sunção, ou não, da :ei n. 8.87707; a elas. Vale,
assim, uma palavra, ainda que $revíssima, ao !re<m$ulo da *onstituição, no qual se
contém a explicitação dos valores que dominam a o$ra constitucional de 6788 =...>. ?ão
apenas o Estado .aver# de ser convocado para formular as políticas p4$licas que podem
condu'ir ao $em@estar, 2 igualdade e 2 %ustiça, mas a sociedade .aver# de se organi'ar
segundo aqueles valores, a fim de que se firme como uma comunidade fraterna, pluralista
e sem preconceitos =...>. E, referindo@se, expressamente, ao !re<m$ulo da *onstituição
$rasileira de 6788, escolia "osé Afonso da &ilva que AO Es!ado Democr$!ico de Direi!o
des!ina4se a asseg"rar o exercício de de!erminados valores s"'remos. 5Asseg"rar6#
!em# no con!ex!o# ("nção de garan!ia dogm$!ico4cons!i!"cional7 não# 'or8m# de
garan!ia dos valores a%s!ra!amen!e considerados# mas do se" 5exercício6. Este signo
desempen.a, aí, função pragm#tica, porque, com o o$%etivo de AassegurarB, tem o efeito
imediato de prescrever ao Estado uma ação em favor da efetiva reali'ação dos ditos
valores em direção =função diretiva> de destinat#rios das normas constitucionais que dão
a esses valores conte4do específicoB =...>. 1a es!eira des!es valores s"'remos
ex'lici!ados no Pre)m%"lo da 2ons!i!"ição %rasileira de 9:;; 8 -"e se a(irma# nas
normas cons!i!"cionais vigen!es# o 'rincí'io +"rídico da solidariedade.) =A9+ C.D;7,
voto da Ein. *#rmen :4cia, %ulgamento em 8@F@G8, !len#rio, DJE de 6H@6G@G8>
Perguntas que não querem calar:
Será que a especificação do FORO PRIVILEGIADO, escrito na Constituição
Federal, tem real supremacia, tem real preponderância, ao Princípio de que TODO/ /<O
IG=AI/ PERA1TE A LEI, também escrito na Constituição Federal ?
Afinal, podemos entender que o FORO PRIVILEGIADO es!a na es!eira de
valores s"'remos ex'lici!ados no Preâmbulo da Constituição brasileira de 1988, e por
isso, a(irmando, nas normas constitucionais vigentes, o princípio jurídico da
solidariedade, como !am%8m da ig"aldade, pela garantia de seu "exercício" ?
Quanto ao Art. 2º São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o
Legislativo, o Executivo e o Judiciário. :
(Em conclusão, o ,ri$unal, por maioria, %ulgou procedente pedido formulado em
ação declaratória de constitucionalidade, proposta pelo !residente da 3ep4$lica e pelas
Eesas do &enado -ederal e da *<mara dos 9eputados, para declarar a
constitucionalidade do art. 6I da :ei n. 7.;7;07H =...>. Entendeu@se, tendo em vista a
%urisprudncia do &,- no sentido da admissi$ilidade de leis restritivas ao poder geral de
cautela do %ui', desde -"e ("ndadas no cri!8rio da ra.oa%ilidade, que a referida norma
não viola o princípio do livre acesso ao "udici#rio =*-, art. FI, JJJV>. K Ein. Eene'es
9ireito, acompan.ando o relator, acrescentou aos seus fundamentos que a tutela
antecipada é criação legal, que poderia ter vindo ao mundo %urídico com mais exigncias
do que veio, ou até mesmo poderia ser revogada pelo legislador ordin#rio. Asseverou que
seria uma contradição afirmar que o ins!i!"!o criado 'ela lei ori"nda do Poder
Legisla!ivo com'e!en!e não '"desse ser revogada# s"%s!i!"ída o" modi(icada# *a+a
vis!a -"e is!o es!aria na rai. das sociedades democr$!icas# não sendo admissível
!rocar as com'e!,ncias dis!ri%"ídas 'ela 2F. *onsiderou que o /"'remo !em o dever
maior de in!er're!ar a 2ons!i!"ição# ca%endo4l*e di.er se "ma lei vo!ada 'elo
Parlamen!o es!$ o" não em con(ormidade com o Tex!o 0agno# sendo im'era!ivo
-"e# 'ara isso# encon!re a via%ilidade cons!i!"cional de assim 'roceder. *oncluiu
que, no caso, o fato de o *ongresso ?acional votar lei, impondo condições para o
deferimento da tutela antecipada, instituto processual nascido do processo legislativo, não
cria qualquer limitação ao direito do magistrado enquanto manifestação do !oder do
Estado, presente que as limitações guardam conson<ncia com o sistema positivo. -risou
que os limites para concessão de antecipação da tutela criados pela lei so$ exame não
discrepam da disciplina positiva que impõe o duplo grau o$rigatório de %urisdição nas
sentenças contra a Lnião, os Estados e os Eunicípios, $em assim as respectivas
autarquias e fundações de direito p4$lico, alcançando até mesmo os em$argos do
devedor %ulgados procedentes, no todo ou em parte, contra a -a'enda !4$lica, não se
podendo di'er que tal regra se%a inconstitucional. Ks Einistros 3icardo :e1ando1sMi,
"oaquim 5ar$osa, Ellen Nracie e Nilmar Eendes incorporaram aos seus votos os
adendos do Ein. Eene'es 9ireito.) =A9* ;, 3el. p0 o ac. Ein. *elso de Eello, %ulgamento
em 6I@6G@G8, !len#rio, +nformativo FCC>
Perguntas que não querem calar:
Será que a especificação do FORO PRIVILEGIADO, escrito na Constituição
Federal, tem real supremacia, tem real preponderância, ao Princípio de que TODO/ /<O
IG=AI/ PERA1TE A LEI, também escrito na Constituição Federal ?
Afinal, podemos entender que o FORO PRIVILEGIADO es!a na es!eira de
valores s"'remos ex'lici!ados no Preâmbulo da Constituição brasileira de 1988,
e por isso, a(irmando, nas normas constitucionais vigentes, o princípio jurídico da
solidariedade, como !am%8m da ig"aldade, pela garantia de seu "exercício" ?
Tendo em vista que a lei trata os di(eren!es de (orma di(eren!e, como por
exemplo criminoso de con!raven!or, contudo, esta diferença não 'ode, e nem
deve, e nem es!a, associada > si!"ação política, funcional, econômica, social,
religiosa, bem como, etnica, regional, de opção saxual, portanto, ser$ que a
possível, em meu entendimento necessária, in!er're!ação, de que o "FORO
PRIVILEGIADO" !ransgride o 'rincí'io F"ndamen!al de 3=E TODO/ /<O
IG=AI/ PERA1TE A LEI, deveria exigir que o Supremo Tribunal Federal, ora,
bem FUNDAMENTADO, erradicasse o "FORO PRIVILEGIADO" do Sistema
Jurídico-Constitucional Brasileiro ?
3"an!o ao Ar!? Ar!? @A. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes
da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de
legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:
(Redação da EC 19/1998)
(&eparação dos poderes. !ossi$ilidade de an#lise de ato do !oder Executivo
pelo !oder "udici#rio. =...> 2a%e ao Poder B"dici$rio a an$lise da legalidade e
cons!i!"cionalidade dos a!os dos !r,s Poderes cons!i!"cionais, e, em
visl"m%rando m$c"la no a!o im'"gnado# a(as!ar a s"a a'licação.) =A+
D;G.CHC@Ag3, 3el. Ein. 3icardo :e1ando1sMi, %ulgamento em C@6G@G7, 6O ,urma,
DJ de P6@6G@GH>. ?o mesmo sentido/ A+ H;D.CDG@Ag3, 3el. Ein. *#rmen :4cia,
%ulgamento em 7@D@G7, 6O ,urma, DJE de H@8@G7.
Perguntas que não querem calar:
Será que a especificação do FORO PRIVILEGIADO, escrito na Constituição
Federal, tem real supremacia, tem real preponderância, ao Princípio de que TODO/ /<O
IG=AI/ PERA1TE A LEI, também escrito na Constituição Federal ?
Afinal, podemos entender que o FORO PRIVILEGIADO es!a na es!eira de
valores s"'remos ex'lici!ados no Preâmbulo da Constituição brasileira de 1988,
e por isso, a(irmando, nas normas constitucionais vigentes, o princípio jurídico da
solidariedade, como !am%8m da ig"aldade, pela garantia de seu "exercício" ?
Tendo em vista que a lei trata os di(eren!es de (orma di(eren!e, como por
exemplo criminoso de con!raven!or, contudo, esta diferença não 'ode, e nem
deve, e nem es!a, associada > si!"ação política, funcional, econômica, social,
religiosa, bem como, etnica, regional, de opção saxual, portanto, ser$ que a
possível, em meu entendimento necessária, in!er're!ação, de que o "FORO
PRIVILEGIADO" !ransgride o 'rincí'io F"ndamen!al de 3=E TODO/ /<O
IG=AI/ PERA1TE A LEI, deveria exigir que o Supremo Tribunal Federal, bem
FUNDAMENTADO, erradicasse o "FORO PRIVILEGIADO" do Sistema Jurídico-
Constitucional Brasileiro ?
3"an!o ao Ar!? CD Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza,
garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do
direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos
seguintes:
LIII 4 ninguém será processado nem sentenciado senão pela autoridade
competente;
"Enquanto os direi!os de 'rimeira geração (direitos civis e políticos) ÷ que
compreendem as liberdades clássicas, negativas ou formais ÷ realçam o 'rincí'io da
li%erdade e os direi!os de seg"nda geração (direitos econômicos, sociais e culturais) ÷
que se identifica com as liberdades positivas, reais ou concretas ÷ acen!"am o 'rincí'io
da ig"aldade, os direi!os de !erceira geração, que materializam poderes de titularidade
coletiva a!ri%"ídos genericamen!e a todas as formações sociais, consagram o princípio
da solidariedade e constituem um momento importante no processo de desenvolvimento,
expansão e recon*ecimen!o dos direi!os *"manos, caracterizados, enquanto valores
fundamentais indis'oníveis, nota de uma essencial inexa"ri%ilidade." (MS 22.164, Rel.
Min. Celso de Mello, julgamento em 30-10-1995, Plenário, DJ de 17-11-1995.)
Perguntas que não querem calar:
Será que a especificação do FORO PRIVILEGIADO, escrito na Constituição
Federal, tem real supremacia, tem real preponderância, ao Princípio de que TODO/ /<O
IG=AI/ PERA1TE A LEI, também escrito na Constituição Federal ?
Afinal, podemos entender que o FORO PRIVILEGIADO es!a na es!eira de
valores s"'remos ex'lici!ados no Preâmbulo da Constituição brasileira de 1988, e por
isso, a(irmando, nas normas constitucionais vigentes, o princípio jurídico da
solidariedade, como !am%8m da ig"aldade, pela garantia de seu "exercício" ?
Será que o "FORO PRIVILEGIADO", que é um direito de primeira geração, realça
os direitos de segunda geração, uma vez que, acen!"a o princípio da IG=ALDADE, e os
direitos de terceira geração, que materializam 'oderes de !i!"laridade cole!iva
a!ri%"ídos genericamen!e a !odas as (ormaçEes sociais, consagrando o
reconhecimento dos direitos humanos, caracterizados por valores fundamentais
indis'oníveis, nota de uma essencial inexa"ri%ilidade ?
3"an!o ao Ar!? 9D A 3ep4$lica -ederativa do 5rasil, formada pela união indissol4vel dos
Estados e Eunicípios e do 9istrito -ederal, constitui@se em Estado 9emocr#tico de 9ireito
e tem como fundamentos/
3"an!o ao Ar!? CD ,odos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer nature'a,
garantindo@se aos $rasileiros e aos estrangeiros residentes no !aís a inviola$ilidade do
direito 2 vida, 2 li$erdade, 2 igualdade, 2 segurança e 2 propriedade, nos termos
seguintes/
FFFVI 4 a lei não pre%udicar# o direito adquirido, o ato %urídico perfeito e a coisa
%ulgadaQ
LIII 4 ninguém ser# processado nem sentenciado senão pela autoridade
competenteQ
3"an!o ao Ar!? 9GH? *ompete ao &upremo ,ri$unal -ederal, precipuamente, a guarda da
*onstituição, ca$endo@l.e/
I 4 processar e %ulgar, originariamente/
%I nas infrações penais comuns, o !residente da 3ep4$lica, o Vice@
!residente, os mem$ros do *ongresso ?acional, seus próprios Einistros e o
!rocurador@Neral da 3ep4$licaQ
R!rerrogativa de foro S Excepcionalidade S Eatéria de índole constitucional S
+naplica$ilidade a ex@ocupantes de cargos p4$licos e a ex@titulares de mandatos eletivos S
*ancelamento da &4mula P7;0&,- S ?ão incidncia do princípio da perpetuatio
jurisdictionis S !ostulado repu$licano e %ui' natural S 3ecurso de agravo improvido. S K
postulado repu$licano S que repele privilégios e não tolera discriminações S impede que
prevaleça a prerrogativa de foro, perante o &,-, nas infrações penais comuns, mesmo
que a pr#tica delituosa ten.a ocorrido durante o período de atividade funcional, se
so$revier a cessação da investidura do indiciado, denunciado ou réu no cargo, função ou
mandato cu%a titularidade =desde que su$sistente> -"ali(ica4se como o Jnico (a!or de
legi!imação cons!i!"cional apto a fa'er instaurar a competncia penal origin#ria da
&uprema *orte =*-, art. 6GC, +, b e c>. *ancelamento da &4mula P7;0&,- =RTJ 6H7076C@
76P>. ?ada pode autori'ar o desequilí$rio entre os cidadãos da 3ep4$lica. K
recon*ecimen!o da 'rerroga!iva de (oro, perante o &,-, nos ilícitos penais comuns, em
(avor de ex4oc"'an!es de cargos 'J%licos o" de ex4!i!"lares de manda!os ele!ivos
!ransgride valor ("ndamen!al 2 própria configuração da ideia repu$licana, -"e se
orien!a 'elo ve!or axiológico da ig"aldade. A prerrogativa de foro é outorgada,
constitucionalmente, ra!ione m"neris, a significar, portanto, que é deferida em ra'ão de
cargo ou de mandato ainda titulari'ado por aquele que sofre persecução penal instaurada
pelo Estado, so$ pena de tal prerrogativa S descaracteri'ando@se em sua essncia
mesma S degradar4se > condição de inacei!$vel 'rivil8gio de car$!er 'essoal.
!recedentes.R =Inq 1.376-AgR, 3el. Ein. Celso de Mello, %ulgamento em 6F@C@CGGH,
!len#rio, DJ de 6D@P@CGGH.>
Perguntas que não querem calar:
Será que a especificação do FORO PRIVILEGIADO, escrito na Constituição
Federal, tem real supremacia, tem real preponderância, ao Princípio de que TODO/ /<O
IG=AI/ PERA1TE A LEI, também escrito na Constituição Federal ?
Afinal, podemos entender que o FORO PRIVILEGIADO es!a na es!eira de
valores s"'remos ex'lici!ados no Preâmbulo da Constituição brasileira de 1988, e por
isso, a(irmando, nas normas constitucionais vigentes, o princípio jurídico da
solidariedade, como !am%8m da ig"aldade, pela garantia de seu "exercício" ?
Será que "RATIO1E 0=1ERI/", em ra.ão do cargo, em ra.ão da ("nção, 8
F=1DA0E1TAK<O s"(icien!e, inquestionável, irrefutável, para que seu exercício não
!ransgrida o valor fundamental à própria configuração da idéia republicana, que se
orienta pelo vetor axiológico da ig"aldade L
Atenciosamente,

Dr. Plinio Marcos Moreira da Rocha
“Colando” (copiando) gráu de Doutor, com Doutorado em Direito de “Merda”
(inexistente), em Estabelecimento de "Merda” (inexistente), reconhecido pelo
Ministério de Educação de Estado de "Merda” (que tudo assiste, em duplo
sentido), de um Estado Democrático de Direito de "Merda” (que tudo
permite), conforme o documento "Sugestões de Ação no RESGATE da
Credibilidade”, http://pt.scribd.com/doc/14527626/!"gestoes#de#$cao#%o#
&'!($T'#da#)redibilidade .

Penso, Não s !"#$%&, Me A!" Presente
A Despreocupação Responsável em mudar Conceitos e Valores
De regerende Verantwoordelijk in snel evoluerende concepten en Waarden
The lack Responsible Change in Values and Concepts
Le responsable régnant en changeant Concepts et valeurs
Il regnante responsabile nel cambiare Concetti e Valori
Analista de &istemas, presumivelmente, #nico $rasileiro C"M%M, que mesmo não
tendo n&'el su(erior co)(leto =interrompi o *urso de Executivo, com o primeiro
semestre completo, em 67HH>, portanto, não sendo Advogado, nem 5ac.arel, nem
Estudante de 9ireito, te'e suas (r*ticas inscritas na +, e -, edições do Pr.)io
/00"1ARE, am$as calcadas no CA"S 2%R3D/C" que tem como premissa $ase o
P%R" A4ER DE C"0TAS* reconhecidas* e DEER/DAS (elo Conselho 2ulgador,
conforme documento /00"1ARE %) $rasileiro C"M%M 0o Meio 2uridico //,
.ttp/00111.scri$d.com0doc0;D7GG6HC0+??KVA3E@Lm@5rasileiro@*KELE@?o@
Eeio@"uridico@++