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Termologia

Optica
Ondas
..rl
.;l
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,, ':l'
ilil
Moderna
PARTE 1.
TNTRODUçÃO À TERMOIOGTA
(apítulo
1
.
Conceitos fundamentais, 2
l. TermologÌar obsevações macroscópicas, inteÍp.etações micrcscópicas, 2
2. Énergla téÍmica e calor, 2
t. Noção de temp!ratufa, 3
4. o( e.tadoi dF dgFg.çdo dà nd.er
j
A TEMPERAÏUNA E IEUJ ETE|Tos
<ôpítulo 2
.
A medldâ da temperatura
-
Termômêíìa, 9
L Sen-!;o .è'ni.,
o
2. Medida da temperaiura. TêÌmômetro,9
I LeiÌuâ A "tenônetrc" deçãlileu,10
a. Craduaçãô de um termômeÍo. Ercalas teÌmoméhicas, ll
3.1. ConveMo entre as êscalas celsius e Fahrenheit, 12
a LeiÌuâ A nedida do tenpeftturd toryaral 12
4. Variação de temperatura, l5
a teiÌuâ
-
O tenômetrc de náxino e nínino,16
5. Fú.ção termométrica, l8
a teitúâ
-
Outrcs Ìipas de teúôneta, 19
6. A tempe.atura comô medlda da ag iação térmiú. A escala absôlutá Kêlvln, I 9
a LeiÍtía
-
lehpeftturds dbsolutos naúveis, 22
a E et í.ias prcpostôs de rtopìtuloção,22
I A Fí5ica em nosso Mundo- Criogenio o Fìsica das boixos tenpe.oturot 27
q
Atlvidade experimental A sensÒçdo térmica,29
r Hi5tória da Fí5ica
-
Á hÀlótia do tern\heúô e dds s.Òlàs tèthôtuéticds, 29
(apítülo
3
.
Dilatação térmica de rólidos ê líquidos, 3l
2. Dilatação ineardos sólidor, 32
2.1. Dilàràçào relariva.
ì4
3. Cráficos da dilatâção llnear, 34
a Leirúta
-
A lânino binetálka, 35
'
a teitúta
-
A dilotoção Íémi.o no dio,o-cllo, 37
4. Dilatação !uperficial dos sóÌidos, 38
s. Dilatação volumétrica dos sólidos,40
6. Dilâtaçãô térnlca dos líquÌdos,42
6.1. ReLação entfe os coeÍiciêntes, 43
a Exercicios ptoponÒs de rc.apitukçãô, 40
I A FÍsica em no$o Mundo
.....
A conpaftdnenta onònolo dÒ ógud,51
F AtÌvidade expêrimental- O dhelde Grovezonde,54
t
PARTE 2
l
I
PARTE
3
CAI.Oft ENTRGN TÉNMICA EM TRAN5ITO
Capítulo 4
.
A medida do Gtor Catorimetfia, 5ó
l. Ca oÍ: ênerqja térmica em Íânsiro, 56
2. Calor sensível e calor iatente, 57
3.
QLa.tidádê
de calôÍ sensível. Equação fundamental da Calôrimetrtâ. Cátór
e5pedT(o. s
/
4. Capacdade térn câ d! um corpo,59
5. Tfocas de caor Calorímetrc,62
a Exer.í.ìÒs prÒpôstÒs de reco pituloçõo,
65
I Exedcias especidis de CÒlainetid, 71
I A Física em nosso Mundó As calo osdósdlinentat, T5
6 Atividade experimental
..
Deterninonda d copd.idÒde ténico de un
I HistóÍia da Física A evalução da con.eita de colot, TA
(apítulo
5
t
Mudanças d! fase, 79
l. Considerações gerais, 79
2.
Quantidad!
de calor atente, 81
3. C r na dF áqr
F. i men, ô
e dè r êí r anênr o. 8|
4. O f enômeno da supeí uãô, 88
a
F,
e,.,i,ô. pr6po.tÒ\ dp
tp\op,tu|Ò
oa. aa
ã Atividade experimental
-
DetemindçãÒ dd potên :@ de una t'ante de cola\ 94
<apítulo ó
r
o' diasramas deÍa5e', es
l. Diagrama de fases,95
2. Fqul b i o. ó' do l i ql do. u aô
-
\ ol i di l i d! do.
ô/
2, 1. SLb\ l d. cdì qLe
! "
di l d. cm nd Í Lr o,
o/
2.2. SLbíâ.clas qúe 5e contraem na iusão, 98
3. EquÌíbÌio líquÌdo vapor Ébulição e condensação, 100
4. Presão mãxima de vapoi sotermas dê Andrews, 1 02
5. Umidade do ar EvapoÉção, r05
6, LqL bro óhdo vqoor. Srblimdrco. 0ó
a teltuft O ci.lo da óguo nd hdtu.eza,10A
a F' eF rio\p' opÒ\tô,dp
e.aprrtoçòÒ. 0ô
I À Físlca em noso Murdo A sehso?o de.dlú e unitlode,116
B Atividade experlmenta ) Congelonento da ógud,119
* Atividadê experlmenta )l
-
Repaduzinda o expeiêhcid deÍynrloll,119
Fr Atividade expeflmenta ltt-tnfluência do prc$ãa na ebullüo da óguo,120
Capítulo 7
.
Pfopagação do calor, l2l
l . Fl uxo de ca ôr , I 2l
2, Condução témica, l2l
3. Lei da cônd!ção térmica, 121
4, Aplicações da condução térmica, 125
a Lëlúâ
-
A .ÒnduçõÒ do calot nô diÒ-o-tlìd, 1 26
5, Convecção térmlca, 127
ó, Noçõês de irradÌação térmica, 128
7. Leide Stefan-Boltzmann. Leide Kirchhoí 130
t
f-
a, Aplicações e efeitos da Íradiaçãô, 132
a. l . Est uf as, 132
8.2. O efeirô est!.fa, 133
a.l. Usos dó5 Íaios inÍrav!rmethos,
134
9. A gaÍafa
térmi.a, I34
a Exüúcios propastas de rccopnubçãa,
134
I A Fisica en nosso Mundô Eíeito estut'o e dqu\imento glôbol,14e
I Atividadê expe.imental
-
O gela que nõa d{rête,
.t43
t
PARTE 4
ESÌUDO DO' GAITS EIENMODINÂMKA
Capítulo I
.
Estudo do5 gases,
145
1. Con5ideraçôes iniciais, 145
2. As Íaníormâções gasoras,
145
2.1. TÍaníormação hôcórica, 146
2.2. Ìraníormaçâo lsobártca, t4Z
2.3, Írandôrmação isotérmica, 148
3. Conceto de mol. Número deAvogadro,l5i
4. Ëquação d! Clapey.on, 152
5. Lel geraldos gases perÍeitos,
152
6. ÌeorÌa cinéuca dôs gases, l5ó
7, Pressão, têmperatura absoluta e erergia cinétjcâ de um gás, l58
7.1. Prcssão exeÌcidâ poruh
9*
pedeito,
158
7.2, Energia cinética do
9ás,
158
7.!. Velôcidade média das mo écltas, 159
7.4. Energia cinética médÌa pormotécuta,
159
a Eredcios p@pastos de rccopituloção,
160
a A Firica em nosso Mlndô Aogitação tétúicd noleculdt,166
Côpítulo 9
.
ar teis da Temodtnámi(a,
I 69
L Considefações preliminârct
169
2, Trabalho numa hâníormação,I
Z0
3. Energia intema. Leldelouledos qases perÍe tôt
jZj
4.
"r i neÍ d
l e d" t eÍ r odi r ; n . a,
t / 4
5. Traníormaçôes gasosas,
176
5.1. Íraníormação kotéÍmica(tempefatuÉconstanre),
176
5.2. Ìraníomaçãôisobárca(pre$ãoconÍante),
l7Z
5.f,. TÌansrónação hocórica (vôtrme
constánte), 1zs
5.4. Ì.ansformação adiabática,
181
6. Traníormação cÍ.lica, Conversão de ca or em trába ho e de Íabátho
7, ÌranÍofmações reveBíreis ! ineve$íveis,
j90
a. Segunda leidá Temodinâhica,
l90
9. ConveEão de calor em tÍabatho:
máqu na térmica, l9l
'lo.
conveMo de tÌába ho em cator: máquina Í goÌíri.a,
192
11. Clclo de cdnol 194
12, Escalá kelvin termodinâhica, I96
lr. Pincípio da degÉdâção da eneçia, 198
14. Desordem e entropia, 198
a LeiÌu A denônio de Moxwell, 200
a Exètticiot propostat de .ecdpitulaçãa, 2AO
I A Fís ca em nôssô Mundo
-
O notor o explasãa dô Òutanóvet,21O
t
PARTE
5
óPIICA GEOMÉTRKA
(apítulo
lO
.
Introdução à óptica ceométri(a, 2tz
1. Cons derâçôes iniciais, 2l7
2. Meios tEnsparentes, translúcidos e opacos,2l9
3. Fenômenos ópticor, 220
4. A côr de uh coÍpo poÌ Ìeflexão,22' Ì
a Leituíâ
-
A dzul do céu,221
a Leituâ
-
Cotes pinótiqs,
secuhdóìas e conplenentores, 222
5. PÍincÍplo da prcpagação rctilínea da luz. sombÉ e pênumb.a, 223
5.1. Ec lpses, 225
5,2. Cãrara ê..Lra dP or
' t.o
22Ò
5.1. Angtlo visual, 227
6. PfÌncípio da rev!Bibilidade dos Ìaiôs de lL, 228
7. Prlncípio da independência dos.aios de luz, 228
I teirúâ
-
O nétodô de Roenet potd o deternìnoçãa do veldidode de prcWgoçdo
I Leirrta As foses do lh,235
g
Atividade expedmental
-
Cannruinrlo und côndrd escurc de Õrifícia, 217
Capítúlo 11
.
Rèflêxão da luz. Espelhos ptanos,23a
1. ReÍlexão da u2. Leisda Í!flexão,238
2. l magem de um pont o nLm e5pe ho pano, 240
!. lmagêm de !m objeto extenso,24l
4. Campovi sua de um espe ho par o, 244
5. Traníação de um e5pelho plano,
245
6. Rotação de um espelhô plano,247
7. l mdgen5 de ur obi e. o
e. r -
do: esoel l ' o\ 2s0
a Lei\ura Operit.ópio,252
a Ezercí.iot prapostas de recopituloçAa, 252
E Atividade expedmental Veiricondo ü prcptudades de un spelhÒ plonÒ, 259
<apítulo 12
.
Espelhos esré <os,2óO
!. Definições e elementos,260
2. Frpelho. eíêr
'
or de Gdr $,26 |
3. Focos de um espelhoeÍérico de Ca!s,262
4. Prcp.iedades dos espelhos eíérÌcos de cau$,263
5. Cônstuçãô geôméblca
de magens, 265
6. Estudo anaítico dos espelhos eíéricos,2ó9
6,1. O reíeÊncialde cau$, 269
6.2. Equáção dos pontos
conjugados (eqúaçãô
de cau$),270
6.3. Aumento linear tÌansvetral, 2/0
a Exacicios prcp,tat de .ecdpituloçãaì 274
r A Física em nosso Mundo
-
Aplicãçõa dos
-apelhas
*férlcos,2a0
F Atividad! expeimental
_
tnogensen apelhos eíéticas,283
Capítulo 13
.
R!fração tuminosa, 284
l. Corsideraçõer prelihinares,
284
2. Indice de reÍração. Refringên<ia,285
L Leis da refrâçâo,287
4, Ân9ulo lmite. Referão toral,29O
5. Dioptro plano,293
6, Lãmi.a de
'd(er
pcrdlela!.
295
a. Prismas de reÍlexão rotat, 300
t. D rpe6ãô l!minosa, 301
10. Refração da uz na atmoÍeÌa/ 303
a Exerckios ptoposbs de recapìtutdção,
3A5
r A tí5ica em no$o M undo
-
^
fib.as óptiús, 316
E Atividade experlmenta Deternindçãô dÒ ânguta tinite,3lB
Capítülo 14
.
Lentes esférr.âs detgadas, ilg
2. Compôrtamênto óptico dás lentet 320
3. Fo.os de uma lente deÌgada, 321
4. Prop.iedad!s das lentes degadas,323
5. Cor).rLç.o
q"onelrkà
d" ináge.r. J26
ó. Estudo analiticô das lentes,330
6.1. O referencial de CaLs5, 330
6.2. DistánciaÍocale veÍgêrcia das tentes, 330
6.3. Fórm! a dosJabficanres
de tent!s,312
6.4. Equaçãô dôs pontos .onjugados (Equação
d! causs),334
6.5. ALmento llnear tranwersa
/
334
u Exercicias pbpôstÒs de recapitutoção, 33A
{ Atividade experimental |
....
Deteminoçãa do dhtâncio í@at de uno lente delgoda
t Atividade erperimentalÌl- tnogens èn uno tente delgdda divergqte,345
E Atividade experlmeita )lt
-
lnagens en una tqte detgddd tonvegente, 346
Capítulo l 5
.
Insrromentos ópricos, 347
r. Arsociação de lentes. Lentes juÍapostas,147
2. Ìnstrumentos de projeçãq 348
2.1. Câmera Íotográfica, 348
2.2. Prôjetores, 3s1
I L. 1uÍ a
-
O r - . r opr oer or
l 5
t. Instrumentos de ôbservaçãô,352
3. 1. l upd oL l e. r ê dê aLa". Ì o,
l >2
t.2. MlcÌôs.óPio composto, 153
1.3. Luneta asÍonôhica, 356
t.4. Luneta terestre, 358
:1.5. Ìelêscópio, 359
4. O olho humanq 360
5. Anôhâlias da visão, 362
5. t . Mi opi â, 362
5.2. HipermeÍopia,363
5.3. Presbiopia, 365
5.4, Astigmatismo, 365
5.5. Análise de umâ Èceita de ócu os, 366
6. OuÍas anomalÌas vhuak, 366
6.1. Daltonismo, 366
ó.2. Estrabismo, 366
6.3. Catarâta, 3ó6
I Exercíciôs ptôpônos
de rccdpituloção, 367
I A Fisica em nosso Mundo
-
Fotogúfio en prcto-e-bônca,
312
t
PARTE
6
ONDA!
Capítulo 1ó
.
Movimênto harmônt.ô sinptes (MHs),32s
l. Movimentos periódicos,
375
2, Movimento harmônico slmpler (MHs),372
3. Ererqia no MHS,379
!
4, O VPS
p
ô Ì ôvi nei . o . i r .
r l d L Í Í oÍ nó,
' 8
(
4.1. Função hoÉria do MHS, 383
4.2. Flnção da velocidade escalar dô MHS, 384
4,:1, Função da acelerâção escaardo MH5,384
5. Cráficos cinemáucos do MH5, 385
6. Fare inicial nas fúnções horárâs, 386
7. Associáção d! molas, 390
a. Pêndulo simples, 392
a Exerckiôt prôpÒ\tas
de .ecopituloçAa, 393
I A Física !m nosso Mundo Oscildçõè\ onotlecidas e íorçodds,4OO
s Atividade experÌmental- o pêntlulo sinples,401
<apítulo 17
.
ondas,,lo2
L Corceito de onda,402
2. Nat!reza das ôndás,403
l. Ìipo5 de ondas,404
4. Propagação de um pulsótransv!Ìsa
em meios unÌdlmensionais,405
5. ReÍlexão e reÍração dê puhos, 407
6, Ondas pêriód câs,409
7. Função de ondâ, 411
a. Concodância e oposição de fase,413
9, Frente de onda, Princípiô de fiuygens,4l4
lo. Reflexão de ondas,4l5
11. Refração de ondas, 416
12. DÌfração de ordas,420
13. Polarização de ondas,420
a Leirtía
-
Elinìhoçãô de rcÍlexôs, 422
a Leiruta Cinmo m tês dinensões,422
a Leitura
-
Fahte\ luninosas côhuns e fontes laser 423
a t ?' . I o paôor a' dp t a, opüul a\ oô. 4) \
r A Física em no$o Mundô- O Sol: íonte de eneryid,432
I Atjvldade erpeÌimentál Obsetvondo fenônenos onduldtúias, 434
(apítulo
l8
.
IntefferêNia dê ondas, 43s
l . f r i r ! oo dc \ oer por i . do. aJj
2. Interferêrcia em uma.iimensão. Onda eíacionáÌia,43l
:1. InterÍerência em dúas d mensões,440
4. Intêíêrência de ondas umi.ô5ar 444
4,1. A experiêncÌa de Yôuig,444
4,2. nterierência em lâminas deLgadãs,446
4.:!. Osanéis de Nevúon/ 447
a LeiÌu A fenôneno dd inteóqêncìo da luz no did-d-did, 44A
a Exetkios ptopostôs de recapìtuldçãÒ, 430
t Atividade experÌmentaÌ- Ptoduzinda antlos estociontirios, 45 5
I História da tísica
-14èyotuçãodo
óptì.a e da Andutaúnd, 456
I
Capítulo 19
.
as ôídâ5 sonoras,4sa
'1.
gndas
sonoras, 458
2. A velocidade do som,460
3.
Qüalidádes
íhiológi.as do som,463
3. 1. Al t ur a, 463
a Le1tuft A escolo nusicaL464
t.2. IntênsÌdade,464
3. 1. Ti mbr e, 466
4. Propriedades das ondas sonoÍas, 467
4.1. ReÍlexão sonora. Reforço,.everberação eeco, 467
I Leitura O 5oror 469
4.2. Refração e dlÍração sonora,469
4.t. InteÌÍeréncia sonoÉ, 469
a Lêi ta
-
A tethólôgio dô tilência, 470
5, Cordas vibrantes. Re$onância, 473
a Lêiúta
-
QuttÒs exetuplot cle rcsohôn.ia, 47 4
6, Colunas de arvibÉnte, Ìub6sonoror 4/7
7, Efelto Doppler,4Sl
a Leituta O efeito Doppler pa@
o \uz, 4A2
a Leituta A ulta sanagrcÍio,484
a. A baÌreira do som,484
a Exercicios prcpastos de rccdpituloção, 4A6
I A Física em nosso Mundo
-
Oson tahbén
Wlui,49A
t Atividade expedmentall Íelefone de ba/aante,502
E Atividáde expêrimentalll os copÒs contantet, 503
APENDI CE- osi st ema I nt er nacl onal deUni dades,
504
qUÀDRO
GERÀL DE UNIDADES,506
RESPOSTAS, 5OT
ÍNotcr teutsstvo, su:
LI STÀ DE SI GLÀS, 529
BIBLIOGRAFIA" 532
Í
;
Introdução à Termotogia
NaTermologia, a motérìa ë estudada em seu ospeato micrcscópi.o
e em seu .omportamento global, Nesta pofte
aprcsentamos os
.onceitos fundamentais parc
os doìs tipos de abodagem adotados.
t
Çl
cariruro r.
cotcxlros tuNDAMENraIs
l. TERMoLoGTA: oBsERvAÇÕEs ÀIÀcRoscóprcÁs,
ÌNTERPRXTAÇÕES MICROSCÓPICÀS
2, ENERflA TÉRMICA E cÀLoR
3, NoqÁo Dx rEMPxrÁïJRÀ
4, 0s EsTÀDos DE AcRxGÁqÃo DA MATÉRIA
I Nesta Introdução à Ìermologla, apretentamos o con<êito
de energia térmi@ e enfatlzamos o câráter energéti<o
do cãlor. A noção de temperâtura é dircutida do ponto
devista macros<ópico e do mlcroscópico. Ot eítâdos
de agr!gação da matéria taÌnbém são ânalisãdos
ma(roscópicà e micros(opi(amente.
Para nor, a fonte de calor mak importante é o 5ol.
.
@ t. Termologia: observações macroscópicas,
interpretações microscópicas
Na Termologia, parte da Físìca com que iniciamos o segundo volume, estudamos os fenômenos ìi
gados à energìa térmica
(Íenômenos
térmìcos). Esses fenômenos, assim como outrosfenômenos físicos,
podem ser ìnterpretados sob duas perspectivas que freqüentemente se completam: a macíoscdpica e
a microscópica,
O estudo macroscópico está relacionado com os aspectos globais
do sistema, como o volume que
ocupâ, sua temperatura e outras propriedad!s que podemos perceber por nossos sentidos. Ao estudar
a Mecânica, no primeiÍo volum!, g!Íalmente adotamos o ponto
d! vìsta macroscópico, analisando
apenas as pÍopriedad!s do sistema na sua interação com o ambiente, como energia mecânica, posição,
v!locidade etc. Entretanto/ muitas vezes, para uma compreensão maìs aprofundadâ de um fenômeno,
é ìmportante adotar também o ponto de vìsta microscópico, considerando então grandezas que não
percebemos pelos
nossos sentidos !
que
são medidas indiretamente.
Nos fenômenos térmicos, microscopicamente, consìderamos a eneÍgia das moléculas, suas velocida-
des, intemções etc. Nessa análise, os Íesultados obtidos devem ser compatíveis com o estudo feito por
mei o de grandezas macÍ oscópi cas,
As peÍspectìvas macÍoscópìca e mìooscópica completam-se na Termologia, propiciando uma compre-
ensão mais pÍofunda de um mesmo fenômeno. Exemplificando, a noção de t!mperatura obtida a partir da
sensação táctilde quente efrio (ponto
devìsta macroscópico) aprofirnda-se ao considerarmos o movimento
moleculare entendermos a temperatura a paftir desse movìmento (ponto
de vista microscópico),
Êsse entrelaçamento de perspectìvas ocorre em vários outros ramos da Física, sendo característico
do estudo atual dessa ciência.
il'.r'i'@
2. Energia térmica e calor
As moléculas constituintes da matérìa estão sempre em movimeÁto, denominado agitação térmi-
ca. A energia cìnétìca associada a esse movimento é denominada energia térmica.
A energia térmica de um corpo pode variar. Por exemplo, se uma certa quantidade de água Íor
colocada
lunto
à chama de um bico de gás, o movimento de suas moléculas se torna mais intenso, isto
é, sua enei gi a t érmi ca aument a. Por out ro l ado, adi ci onando-se gel o à água, ocorre a di mi nui ção do
movimento moìecLrlarda água, isto é, sua energìa térmica diminuì. Essa ocorrêncìa é ilustrada nasfigurás
I a e 1b, nas quais as moléculas d! água são representadas esqu!maticamente por pequenas
esferas.
I
!
j
3
;
3
. 2 Oi FUNDÁMrNÌos DÁ Fi s.Á
tf
I
- g
ó
Figura l. As moléculas dã água quente
sê âgitâm mâis inrensâmente.
Nesses exempÌ os, i dent i f i camos um corpo quent e (a
chama do bi co de gás) e um corpo f ri o
(o gelo). Note que, ao empregãf os termos
Ì/quente"
e "frio", estâmos utilizando uma noçã9 subietiva
de temperatura/ baseada em sensações apreendidas pelo
tato. Embofa seia uma forma imprecisa de
cãracterizar a temperaturâ, essa é a noção que utilizamos no dia-a-dia parâ
dizer que um corpo quente
está a uma temperatura mais elevada que um corpo frio.
Ainda pelos exemplos apresentados, podernos concluir que
a energia térmica transferiu-se de um
corpo para out ro (do bi co de gás para a água, na f i gura 1a, e da água para o gel o, nâ f i gura 1b), em
virtude da dÌfêrençâ de temperatura entre eles, A energia térmica em trânsito damos o nome oe cator,
PoÍ ì sso, não se deve f al aÍ em cal or "cont i do" num coÍ po.
Quando
f or n!cessári o dar a i déi a da energi a
cont i da num corpo, rel aci onada com a agi t ação de suas mol écul as, deve-se usaÍ a expressào
energi a t érmi ca.
O fato de que o calor é uma forma de energia só foi definitivamente
estabelecido na Física no século
XlX, graças
aos trabalhos dos cientistas Willìam Thompson (conde
de Rumford),
jos!ph
Mayer e
lames
Prescottjoule. Nos modelos aceitos até então, o calor era entendido como uma substância imponderável
(fluido
calóÍico) que se
jncofporava
aos coÍpos ou sistemas.
A medìda da quantidade
de <alor trocada entre dois corpos é, poúanto,
uma medidâ de energìa.
Sendo assim, a unidade de quantidade
de calor no Sistema Internacional
é o
ioule
(J). Éntretanto, a ca-
loria (símbolo cal), unidade estabelecida ântes de se ent!nder o calor como Íorma de eneroia. contìnua
sendo utilizada
para
medir as ouantidades de calor.
A reìação entre a caloria (cãl) e o
joule
(J) é:
!
1 cal
:
4,1868
j
!
\_+
ã
A 3. Noção de temperatura
Podemos considerar a temperatura de um corpo como a m!dida do grau
de agitação de suas
molé(ulas. Desse modo, supondo não havef modança de fase, quando o corpo recebe energia térmica,
suas moléculas passam
â se agìtar mais intensamente a tempeÍatura aumenta. Ao perder energia/ as
mol écul as do corpo se agi t am com menor i nt ensi dade a t emperat ura di mi nui . Na Í i gura 2, as mol é-
culas do gás, representadas esquematicâmente por pequ!nas
eíeras, aumentam seu grau de agitação
ao receberem energia térmica da chama do bico de gás.
Figurâ 2, As moté<ulas do
9ás,
quândo
colocado sobÌê a óâmã, ãdquir!m mais ênêrg ia cinéricã,
ou seja, o gás pô55a ã a presentar
üma têmpeÍâturâ mais elevâda.
I
Ca?i ruLo 1
.
CoNcEÌos FuNoÁMrNÌaE
t .
Atransferência de calorentíe dois corpos, como acentuamos anteriormente, pode s!r explicada pela
diferença entre suas temperatuaas,
Quando
doìs corpos são colocâdos em
presença
um do outro, as
moléculas do corpo
quente (mais rápidas) transÍerem en!rgia cinética para as moléculas do corpo frio
(mais
lentas). Com isso, as moléculas do corpo frio aum!ntam sua velocidade e as moléculas do corpo
quente têm sua v!locìdade dìminuída, até se. alcançada uma situação de equilíbÍio. Em outras palavras,
há transferência de en!Ígia térmica
(calor)
do corpo mais quente para o corpo mais frio.
Sendo âssim, poderÍìos concluif
que:
"se do;s coÍpos estão em equilíbrio térmico com um teÍceiro,
eles estão em equilíbrio térmico entre si". Esse enunciàdo constitui a chamada lei zero da Te,modinâ-
mi(a. Assim, se um corpo A está em equilíbrio térmico com um corpo C e um corpo B também está em
equilíbrio térmìco com o corpo C, então os corpos A e B estão em equilíbrio térmico entre si.
@ +. Or estados de agregação da matéria
Estamos habituados com o fato de a água apÍesentar-se como líquido, sólido ou vapor, podendo
passar
de uma parâ outra sìtuação. Assim, como se mostra na figura 3, um cubo de gelo (sólido) pode
derreter, passando a lí,quido; e este, por aqueaimento,
pode passar
a vapor
FigüÍâ3.Esquemã de um dispositivoêm quê o gêlo s! tÌansfom. em água líquida, ! esta, por
âquêcimêntq sê trânsforfiâ êm vâpor.
Sólido, líquido e gasoso constìtuem os estados de agregação da matéria (há
uma diíerença física
entre gás e vaporque discutiremos em outro capítulo, mas ambos corrcspondem ao !stado gasoso), De
modo geral, os matefiais que nos rodeiam se encontram em um desses estados de agregaçào,
[.Jm sólido tem volume e forma definidos. Um líquido assume a ÍoÍma do recipiente que o contém,
mas seu volume é definido. um gás ou um vapor preenche totalmente um r!cipiente fechado no qual
seja colocado, qualquer que seja a forma deste. Potanto, gases
e vapores não têm fofma nem volume
definidos: a forma e o volume são do recipiente no qual se encontram,
Pâra explicar esses estados de agregação, admite-se que qualquer material é formado de moléculas
e qLre
essas estão em movimento, mais intenso ou menos intenso, com maior ou menor liberdade, con-
Í oÍ me a I nt ensi dade da5 í orças de coesào* ent Í e el d\ ,
b)
FiguÌâ {. R!prêsêntãção e5quêmática de <omo se aprêsêntâm as moléculas docoÌpo no êstado
sólido
(a)
e nos!stados líquido ê gâsoso
{b).
ta Chamam re íorçã5 dê @gáo ôs íorçar que
se dêsenvolvem entre moléculãi de me5mà nâtur%, ê íorcr dê adsáo
as
que
se desenvolvem entÍe moiéculôs de nôturczas diferentes,
Í
3
E
Os FUNDÁMÊNros DÂ FrsrcÀ
No est ado sól i do, as í orças de coesâo sâo mul t o i nt ensas, f est ri ngi ndo o movi ment o das mol écul as
a umã l i gei ra vi bração em t orno de uma posi ção médi a. Na f i guf a 4, represent ando e5quemat i cament e
as mol écul as, esse rnovi ment o rest f i t o é most rado em a
(no
dest aque), Por consegui nt e,
f ot ement e coesas, dÌ spõem se com regul ari dade, geral Í nent e í ormando urrì a rede cri st al i na, Assi m, os
só i dos apÍ esent aÍ n f orma e vol ume def l ni dos.
No est ado l í qui do, as di st ânci as ent re as mol écul ãs são, em médi a, mai ores que no est ãdo sól i do_
No ent ant o, as f of çãs de coesão ai ' ì da são apf eci ávei s e a l i berdade
de movi ment ãção das mol écul a5 é
i mi t ada, havendo âpenas o desl i zament o de ! mas em rel açâo às o! t ras (f i gura 4b). Em consequèncra,
os l í qui dos ãpresent am vol ume d!f i ni do, mas sua f orma é varl ável ,
adapt ando-se à do f ecrprent e.
No est ado gasoso, âs f orças de coesão ent f e as mo écul as t êm i nt ensi dade mLri t o pequena, possi bi -
i t ando umã Í novi ment ação bem mai s i nt ensa que nos out ros est ados (Í i guÍ â 4b). Conseqüent ement e,
os gases e vapores t êm a propri edade de se di Í undi r por t odo o espaço em que
se encont Í am, nào
apresent ando nem f orma nem vol uÍ ne def i ni dos.
Tant o uma ml st uÍ a gâsosa corno uma mi st ura homogênea de l í qui dos apf esent am uma úni câ f ase
a Í ase gasosa, no pri meì ro caso, e a f ase l í qui da, no segundo. Uma pedra de gel o f l ut uando na água
const i t ui um si st emâ corn duãs f ases di st i nt as: ã f ase sól i d; ì e a f ase l í qui da. Assi m, f ase de um si st erna
é uma part e geomet ri cament e def i ni dâ e f i si carnent e homogênea desse si st ema, Por i sso,
podemos
nos
ref eri r aos est ados de agregação de uma subst ânci a como f ases da subst ânci a.
--
tT
.-E
ô
< A água pode seapresentàr,
na NatuÌeza, em suas tÍês fases:
liquidâ, no mar, nos lagos
e rios e nas nuvens
(emfoma

9oticulas
em 5uspensão
nâ atmoíera
);
vâpoÍ, em mistuE
com os
gasês que
constituem
o ar ; sól i da, nasgel ei í as, nos
i.ebelgs e nâs croíâs de gelo que
cobrem os
picos
dâs montânhã5
@:ffi
No en.ìeÌeço eÌetÌônico hitp://www2.bi.ÌìôhÉ.np;!t .Ò1üd"-ilsci!nce/JavaAppTuoleTe-rlole.htnt
(ãcesso !n 19/0al2007), você pod!rá, por neio de una simuLação, anaÌisàÌ a diferênça entre os esrados
sóÌido, Ìiquido e gasoso de uma suhsiãncia.
CÁPi ÌuLo1
'
CoNft!Ìos FUNDAM!NÌas
5.
íqìiÈi:i:*g
!Í$! GlDilesp)
o SI
(sistema
InteÍnâcioDáÌ de üDidades)
ãílotaconô unidade de caìor o
jouìe, pois
calor é
energia. No eDtarto. só teú sentido IáÌar em cã1or
como eíêÌgia em t!âNito, oü seja, energia
que
se
trdÌsfere de um.ôrpo a outro eú decoÍÉôcia dâ
diferença cÌe temperaturâ enbe eles.
Assiôãlê ã âfiróãção em
que
o conceito de caìor
está empregado corretanÌente.
a) A temperatuÍa de um corpo dnninui qúãndo
ele
perde parte
do caloÌque nele estava arma-
b) A temperâiüra de oú corpô ãúme.tâqüddo
ele ãcunula cabr
c) A temperatLrra de um corpo diminui q!ãndo
ele cede cãìorpãrao meio aúbiente.
d)
()
aumento datemperatura de um corpo é um
indicador de
que
esse corpo amzenou cêlo.
e) UnÌ corpo só pode
aiingir o zeÌ! absoìuto se
Ioresvaziado de todo o calor nele contido.
Ì;.lji:!, (uôìsa-sp)
o iato de o calor
passaf
de um corpo
para
outro devese:
a) À qudtidãde de câbÌexistente em cadaun
b) à dilerença de temperatura eDtre eìes.
...
c) àenergia cinética totâÌ de súâs Ìnoléculas.
'
d) âo o núúero de calorias existentes em câda
e) Nada do
quese
afrrmou âcimâ é verdádéiro.
',i]lã:l: preR)
I'ro
"e"uro
xvfi. üma dâs interpretaçÕes
pâr â ã nãt uf eza do cal or consi der ava o um
nuido imponderável que preenchiã os espaços
entrc os átomos dos coÌposquentes. Essa inter-
pretâção
explicava corretamente aÌgum lenô
menos, porém
lalliava ên ouÌros. lsso motìvou
a
proposição
de ú â outra interpretação, qu!
teve origem em babâlh.s de Mâyer, RumÍoÌd e
Jouìe, entre outros pesquisado.es.
:.ì:1ì:
.?uc
campins sP) sôbÍê o conceitô de râloa
:i!t*::i
pode
seafrrme
que
se tratade trma:
â) úedidâ dã têmpe.âtuÍâ do sistemâ.
b) Ìorma de energiaem trãnsito.
c) substânciâ IIüidã.
d)
qnantidade reiacionada com o atdto.
e) energiâque os coÍpos possueú.
(UFSM-RS)
caÌor é:
â) a energia contidã en un côrpô.
b) a energia
qtre
se translere de um corpo
para
ouÚo, quândo existe uúâdileÍençã dêtenpe-
c) urìlluido nìvisivel è sempeso,
que étra.snii-
tido de um corpo
para
oütro.
d) a trúsIerència de tempeÌatura de um corpo
e) a energia
que
se traníere espontarÌeamente
dô corpo de medoÍ tempêrâtúfâ pârã ô dê
maror remperaÌufa.
Com relaçâo ãos conceitos de temperatura,
calor e trabalho atuâlmente aceitos pelâ Física,
âvâlie as seguinies a6Ínêtivas:
I. TeÌnpeÍãtura e calor representâm o mesmo
II. Calor e trabâlho estãô rcìacionados com rrds,
terência de energia.
III. À temperâtüra de úm gás
está relacionada
com ã energia cinética de agitação de suas
Assinale a ãlternátiva correta.
â) Somente as afirmativ6 II e III sâo vedadeirs.
b) Somente a anrmâtivâl éve(ladena.
c) Somente â ãfrÍnêtiva II é vetdadeÍa.
O
Someôte a afrrmatìvâ III ê verdãdeúa.
eJ Somente as úrmãtivãs I e II sãoverdadeiras.
(UFV
MG)
Quando
dojs corpos de materiais dile
rentè$ estão em equiÌibÍio térfrico, isolâdos do
Ìneio amlriente, pôdÈse
âfrrmar
que:
aJ o mais quênte
é o
que possui
menor mõsa.
b) apesa. do contato, suas temperãtúras não
c) o mais qüente
lornececaÌor ao mais Írio.
d) o mais irio lonÌe.ê.ãloÍ ao mais
quente.
!) suâs têfrperaturas depeDden desuãs densi
(UFRCIRS)
Sele.ione ã ãlte.nativa quepreenche
corretameôte as ìacunas do texto abaixo. na or
oem em
que
elas aparecem.
Quando
um corpo úâis quente
entm em contato
com üó corpo mais frio, depois de ceno tempo
ânbos atingem ã nèsúatemperatura, O
queserá
que
"passa" de um coDo para o outro quândo
eleì estão adilercntes teúpef,ìtuÌâs? SeÉ
que
é
transler'dâ â própÌìa
temperatura?
Em 1770, o ci ent i sr a br i t âni co Josepb Bl ack
obteve resposta parã essas questões,
EÌe úos-
tÌou que, quando
misturâmos
partes
iguais de
um liquido
0eite,
por erempÌo) â teúpeÍaturâs
niiciais dìfere.tes, as tempefaturas de ambas as
Partes
-
signifrcativmentei no entãntoj
se derramârm.s um copo de leite morno num
balde cheio de água com vários cubos de gelo
Iündente, e isoìarmos esse sisteúã como úú
t.do, a tenpêrâtu.a do leite solrerá uma mudan-
çasignificativa,
mas a temperaturada mistura de
água egelo nãô. Con esse simpìes ef,peifrento,
fica connrmado que "aquiìo que é tfansÍerido
nesse pfocesso
ã têmperâturâ.
Afim de medir â temperãtura da mistura de
geÌo
e água, um termômetro, ìniciaÌmote à tempera
tura ambiente, é inbodüzido no sisteúa e êntrã
emequilibrio té.hico com eìe. Nesse caso, o teF
mômêtro
-
uma vâriação em suâ própda
r
fs:
:i.nË
3
. 6 Os FuNoaMrNros DÀ FBi cÁ
b
a) mudam náo é sorle
b) não mudm
-
é sofre
c) mudam
-
não é-não soÍre
O
mudam
-
é
-
não sofre
e) não mudm
-
é
-
não soÍre
CatecSP)
Três corpos encostados entÍe si estão
em eqüilibrio térmico. Nessa situaçáo:
a) os três corpos apresentâm-se no úesmo estã-
b) a temperãtura dos tÍês corpos é â msmâ.
c) o calor contido em cada um deles é o mesmo.
d) o co.po de nâior nassê tem mãis câÌor que os
!) há mais deunâproposiçâo correta.
O
â teóperatura do terceiro corpo aumenta.
e) os dois corpos possuem
ô mesúa quântidãdê
g
o
w
!
o
e; <0;
oq+0;
ffi
As loÍçs de coesão ent.e as Doléculas dê únã
a) são mais intensâs no estado
gâsoso do qüe
nos estados sólido e líquido, êm vi.tÌ1de de
b) são nenos intedsas no estado sólido do qde
nos estados gaôso
e líquido, em vista dâ es-
c) não dependm do estado de agregação da subs
d) tên maior intensidâde no estadosólidoeme
nos intensidade no estado gãsoso.
e) rêm intosidade dspreivel no 6rado sólido.
ffi
Dois corpos Á è B, de mass mj e m, tais
que.
m! > m", estão às temperâlur6 0r e 0,. respec
tivãmente, com 0i + 0d. Num dadoiNtante, eles
são postos em contato. Ao aÌcançaÌem o equi
librio tórmico, teremos para as temperatu.as
ã) 0; >0;
b) 8; : 0;
com um terceiro, concluise
quei
a) os três achâIn-se em Íepoúso.
b) os dois corpos estão em equilÍbrio térmico
c) a dilerença ent.e as tempeÍatüÍas dos corpos
é dilerente de zero.
ffi
Gu-sc)
u-
"i"t".â
isolâdo termicâmente do
meio possüi tres corpos, üm de lerro, um de
âlumínio e outro de cobre. Após um certotempo,
verilicã-se qüe
as tempe.âtu.âs do le..o e do
aluminio aumentãrâm. Pôdemos cónclüiÍ qúe:
â) o coÌpo de cobre tanbém âumentou a suâ
b) o corpo de cob.e ganhou calor do corpo de
aluminio e cedeu calor para o corpo de lerro-
c) o corpo de cobre cedeu caÌor pâra o corpo de
aluminio e recebeu cáÌor do corpo de lero.
O
o corpo de cobÍe pem
e) ô corpo de cobre diminuiu ã sua temperatura.
ffiffi
se aois corpos estiverem em equiÌÍbrìo ténnico
f
CÁPrÌuror
.
CoN.EÌos FuioaMENrÁ,
7.
A temperatura
e seus ereltos
Nesta patte estabelecemos.omo é Íeita a medida da tempercturu
e o ctiaçAo dos escalastetmométrìcas. Discutimos em seguida
os efeitos ptoduzidos pelo variação de tempercturc novolume
de sólìdos e líquidos.
EI
CAPITUIO 2.
A MEDIDÀ DA TEMPERATURA
-
TERI{OMETRIA
caPiTulo 3,
DILATAçÃo TÉRMrcA DÌ sórrDos E
IiOUIDOS
1. sENsAeÂo TÉRMÌCÀ
2. MEDIDA DATIMPIIÀIURA. TERMôMETRo
3. crÁDUAÇÃo DE uM TERÌ'lôMxTno.
ESCAI,AS TXMOMÉTRICAS
4. vaRraÇÁo Dx TIMPERÀTURA
5. ruNÇÃo TERúoMÍTrÌcÀ
6. Á TrúpEtÁTUFA coMo MEDITÀ DA AGÌTÁqÃ0
TiRMII]A. A ESCALA ABSOIUTA ÍEL\,ÍN
I Neste capítulo, derenvolvemos o estudo da medida da
lemperàlurà. 5ão dpresenlados o\
(rilério\
pãrd a cria(ào
dâs escalar termométricas, .om ênfase para as escaras
relativãs usuais a es<ala Celsius e a escala Fahienheit.
Dêr t àque er peci dl è dâdo à ei ( dl a abr ol ur a
( el vi n.
êstabele<ida.om base no conceito de zero absoruto.
O instrumento usado na medição da temperatura, o
termômetro, também é objeto de$e estudo. Na foto,
uma pessoa
/'lê"
um termômetro clínico, u5âdo parâ
medir a temperatura do corpo humano.
FreqÚent ement e usarÍ ì os os t ermos t ri o, quent e/ morno et c, paÍ a t Í aduzi Í â sensação que t eÍ nos ao
entfar em contãto com um sisteÍna, Assim, do mesmo rnodo que
a luz impressiona nossa visão (sensa
ção
l umi nosa) e
que o som i mpressl ona nossa audi ção
Gensação
sonof a), é o sent i do do t at o que nos
propoÍ ci ona a sensação t érmi ca,
que const i t ui a pri Í nei ra noção de t emperat uf a de um si st ema.
Esse cÍ i t érÌ o sensori al para aval i ar t emperat uras/ no ent ant o/ é
j mpreci so,
poÌ s depende da
pessoa
que
sent e e das condi ções nas
quai s 5e encont f ava ant eÍ i orment e.
Termômetro
Paf a t ornar maÌ s pf eci sa a noção de t eÍ nperat uf a, re
corremos às vari ações que ce| t as
propÍ i edades dos corpos
soÍ reÍ n quando muda a sensação t érrni ca. Por exempl o, o
corÍ ì pri ment o de uma barÍ a aument a
(di l at ação) quando el a
se torna mais quente, Desse modo, a temperatuÊ 0 da barÍâ
pode ser aval i âda i ndi ret ament e pel o val or assumi do
por seu
compri ment o I (f i gura 1).
FiguÍâ 1, A <ada valoÍ r do compÌimento
da bara.onespondê um valoÌ 0 de
À6aRA çtr i, tü1a 611çdÍr,,
, ì l
Fil
f ï f f l
9
a
i
E 1. s"nru. ãot érmi ca
B z. nn"aiaa da temperatura.
ffi
i :
=i
ai
: =
CÁpr ur o2' AMEDTDÁDAÌ EMPERAÌ URÀ Ì RMôdr RA
9.
A grandeza xé denominada grandeza termométrica, A coÈ
r!spondência entre os valores da grandeza x e da temperatura e
constitui a função termométrica. Ao coÍpo em obseÍvação dá-se
o nome de t eÍ mômet ro. A barra da f ì guÍ a l , na qual a cada val or
do compri ment o I (grand!za
t ermomét Í i ca) coÍ responde um
valor dâ temperatura !, poderia, em princípio, ser usada como
termômetro,
Até o advento dos modernos termômetros digitais, que usam
recursos da eletfônica na medida da temperatura, os termôme-
tfos mais utilizados eram os de mercúrìo, como o representado
na figura 2. O termômetro de mercúrio baseia-se na dilatação
de certa quantidade
de mercúrio contido num Íecipiente devidro
(bulbo),
ligado a um tubo capilar, isto é, um tubo de diâmetÍo
bem
pequeno.
A escolha do mefcúrio como Jubstânciô termo-
métri(a deve-se ao fato de ser um líquido de dìlatação regular
numa faixa de temperaturâs bem ampla. Além disso, o mercúÍio é
facìlmente visualizável, por
ser opaco e brìlhante. Nas considera-
ções
seguintes, admitiremos sempre a utilização de termômetros
d! mercúrio no estudo das escalas de temperatura.
O emprego do termômetÍo para avaliação da temperatura de
um sistema fundamenta-se no fato de que,
após algum tempo em
contato, o sistema e o termômetro adquìrem a mesma tempera-
tura, isto é, alcançam o equilíbrio térmico.
FigüÍâ 2. Otermômetro de mercúÌio.
!
!
!
9
&
ã
!
. - B
õ
I
o
'
termône!.19'lde
qliteu
:
ll m dos pÍimeÍos
dlspos t vos cÍiados
parâ
ava a r tempeÉtuÍas
fo o termoscópio â ar inventado por
Galileu, do
qual
se vê uma
rép ca na foto. Esse teÍmoscópo não pode
ser cons derado
pro-
pÍarnente
um tefmômetío, uma Vez
que
náo estabelece va oíes
numencos para
a ÉrnpeÍatura
-e e apenas nd ca se um colpo esta
rnais quenÌe
ou ma s fro que
outro, tomado como ÍeleÉnca.
O termoscópode Ga I eLr é constituÍdo de um bulbo
gado
a urìì
tubo de v dro
que
tem ê exÍemidade infeÍior mersa em u m íqu do.
Ouando a tempeÍatura do ar contdo no bu bo aumenta, a pressão
do ar têrnbém aumenta e o nível do iqu do desce. Ouândo a tem
pe|aÌuÉ
do ar d nì nui, a
pÍessão
do ar d rììinui e o nive do líquldo
sobe Consta que,
org na nìente, Ga eu teria usaoo vtnno no seu
termoscópo paÍa
vsualizar melhoÍ o níve do líquldo.
Antes dos pr me ros termômetros, ouÍos tefmoscópios Ío
ram consl rui dos: Em 1631, o rì ì édi co e
quí rì ' ì ì coí Í âncêsJean
Rey
{15831645) conect oLr um t ubo vef t i ca abert o ê um Í eci pi ent e
chei o de água. Nesse apare ho, corn o aument o da t emperat urâ,
a água subia
pelo
tubo Fmbora a substáncia 1eÍmométÍica íos
se o líqLr do e não o ar, a rnprecisão a nda era
gfande,
devdo à
i nf uênci â dê pressão
at nì osf ér ca, à
pouco
di aÌ ação da água
e à evaporaÇão do i i qui do.
. I O
Os FurDÁMENÌos DÁ Fi s .Á
'
: , . . "' , :
@ l . Graduacãodeumt ermômet ro.
Escal as termométri cas
O conjunto dos valores numéricos que a temperatura 0 pode assumir constitui uma escala teÍmo
métrica, que é estabelecìda ao se graduar um termômetro.
Para a graduação d! um termômetro comum de mercúio procede-se da seguinte manerra:
1a) Escolhem-se dois sìstemas cujas tempeÍatuÍas sejam ìnvariáveis no decorrer do tempo e que
possam ser reproduzidos facilmente quando necessário. Essas tempeÍaturas são denominadas
pont os f i xos, sendo usual ment e escol hì das:
. ponto do gelo (0c) temperatora de Íusão do gelo sob pressão normal (1 atm);
. ponto do vapor (0v) temperatura de ebulìção da água sob pressão normal (1 atm).
2c) O teÍmômetro é colocâdo em presença dos
sistemas que definem os pontos fixos (Íi-
gura 3). A cada um del!s vai coÍesponder
úma altura da colunã líquida. A cada altura
atribui-se um valor numérico arbitrário de
tem peratu ra, geralmente fazendo o menor
corrcsponder ao ponto do gelo (0d, e o
outro, ao ponto do vapoÍ (!v).
3!) O inteÍvalo delimitado entre as marcações
feitas (correspondentes às tempeÍaturas
0v ! 0c) é dividido em partes iguais. cada
uma das part es em que f i ca di vi di do o
ìntervalo é a unidade da escala (o grau da
Fi guB5. Escal à Fãhr enhei t .
Em algúns países usa-se a escala Fahrenheit***, que adota os valores 32 pam o ponto do gelo e 212
para o ponto do vapor (fìgura 5). O intervalo é dividido em 180 partes, cada uma das quais corresponde
ao grau Fahrenheit, cujo símbolo é'F.
Note que a
escolha
dos valores que definem a escala é arbitrárìa: na escala Celsius os valores de
0c e ev são 0 (zero) e 100, enquanto na escala Fâhrenheit os valores são 32 e 212.
!
escarar.
Atualmente a escala mais usada é a escala Celsius*, qu! adota os valores 0 (zero) para o ponto do
gelo e 100 para o ponto do vapor (figura 4). O interualo entre os pontos fixos é dividido eÍn cem paÊ
Ìes**. cada uma dessas cem pa.tes é a unidade da escala, o grau celsius, cuio símbolo é'c.
Figulâ l. Ghduãçáo de umteímômetro:06 indi.a
a tempêÊtura dã fusão do gelo, e 6", a temperãtura
da ebu liçáo dã águâ, ,ob pressãonomã|.
fc)
t Í i r , , . r , . ",
E
J. E
.".
É ,-
' ï ' : \ d \
$ Qr:rl
,
F, r r , eY
g
H
* CELSIUS, Ande6 (1701-l7,[4), aírônomô e fkico sleco. Dedicou se pr]nclpã m!nte à AÍronomiã,ÌoÍnãndo sê
pro' es.o de$q(ie
(id"Ì
"a0.f.
9d3sôurc.eíoiodoLrdopd o
** Toda escâlã em qu!ointeÍvaloentÍeo ponto do ge oeo ponÌodôvapoÍédivididoem.em pãrrês é dita centesimal
ou.êntígÌãdâ. Â esGlâ Cehilséumaesca a .enÌesimãl ou .êndgÍada, mas náoéà únic.
**!t FAHRENHEIÌ, DanlelGabriel(1686-1716),fGl.oãlemão. Foiquem propôs, em ì7r4 a útlllzaçáodo mercúÍioem vei
deácoolnosteÌmômetros.tml724fo el!itom!mbodaSocedadeRea inalesà.
Capi ruLo2
.
A M:DÌDA oÀ ÌEMaRAÌurÀ-ÌsMoMEÌRrÁ
11.
3.1. Conversão entre âs escâl as
Cel si us e Fahrenhei t
Às vezes é necessário transformara indicação da escala
Fahrenhei t na correspondent e i ndi cação da escal a Ceki us
ou vice-versa, Pafa obteÍmos a relação entÍe as ìeitLlÉs nas
duas escalas, devemos estabelecer a proporcão
entÍe os
segment os o e b (f t l wa
6), det ermì nados no capi l ar do
termÒmetro.
Sej am 0c a l ei t ura Cel si us e 0F a l ei t ura Fahrenhei t paf a
ã t emperat uÍ a de um si st ema, A rel ação ent re os segmen-
Lo! o e b nào depe l de dd uni dade em que
l ao expret ro, .
Flgurà 6. Conv!rsão entre as leituras
escâlàs Celsius e FâhÍênheit.
!
f ont o +!
.i o!aPo,
;
:
j
ÌcúpeÍìtura
'-
r
.
do s sremà
Ê
b
A
F
E
Pont o
- F
t
- l
"*, ,
Ë
H
w
!
ê
9:
b
0. 0
100- 0
EF 32
212 32 100
et 32
180
Si mpl i f i cando:
l soí ando 0c e 0F vem:
!
corporal
A ava i aÇão da t emperat uí a do corpo hurì ano é de
grande
i mport ãnc a na Mecl ci na. OLrarruo a rernÍ re-
raÌuÍa corpofêl aLrmenÌâ além de 37
'C
(que
pode
ser cons deÍâdo um valoÍ faédio norrrìa
),
d zemos
que
a pessoa
está com Íebre o! hipeítermia. Flá tarÌìbém s tuaÇóes de ênorma idade em
que
a teffìpeÍatura
di nì i nul abê xo de 37' C, caract eÍ zando urna hi Dol ermi a.
Os t ermómet ros uÌ i i zados rì a medi dâ dâ t empeÍ aÌ ura coí poral são denom nados t ermômst ros cl í ni -
cos. At ual ment e exl st e um
graf de
núrneÍ o de es no mef cado,
a ma oÍ paÍ Ì e
do t i po di q t al . Ent ret anÌ o,
a nda é mu t o di Í Lrndi do o Ì ermômeÍ o cl í ni co de mercúf i o. Ne e,
j unt o
ao but bo, no i ní c o do uoo capraÍ ,
há um esÌ Í e t ament o, que
não i rì ì pede a movi menÌ aÇão da co unê l Í cl ui da
quando
ê t emDeÍ aÌ uÍ a sobe e
omer cúr osedi at a. Ent r et ênt o, seat er npeÉt ur acl mnuÍ omer cur onãoconsegr "uoi a
par aoDuoo,
cont n! êndo a i ndl car a ma or t emperat ura que f o med da. Pol t ant o, t rat a-se de urn t ermôÌ Ì reuo oe . Ì ì a,
xi l Ì ì ê PaÍ a seÍ usado novament e, o t eÍ mônì et f o deve seÍ vgorosamenÌ e
sacucl do, cl e t a nì arì eraqueo
rnercúr o retorne iro bulbo
O Ì ef mônì eÍ o cl i ni co da f ot o est á
grccl ua. l o
nãs escal as Cel s us
(ent rê
J5
. C
e 4i
. C)
e FahÍ enhei t
(enÍ e
94 ' F e 108' F). A gÉduaçáo
e f et a apenas ent re esses vaores porque
el es coÍ f espóndem, apro-
x rnadamente, aos ilÌìiÌes extremos da temperaÌura do coípo humano.
. 12
Os FUNDAMÉNÌôç DA FJs@
F-i',
gn
t
i:ì ii
100. c +- - - i 212. F
o.
F
__' _
Sl f
EF
0. 4 3 Fl 2 F
*t
Ët: a
.ç lgl
B
;
!
&
E
:
Ë
0" - 0
q+20
ó 100- 0
0. a 2uì 0.
580
(
20) 100
simprificândor ..
=
u'
i
'o
r 6oc: o. + 20 = (;; *. tì
b)
Pãrâ
dêtermin& â indicação 0,
que
corresponde a 0c
:
20 "C,
usamos a
o 60 - 20 e 62u 20- ê- r 2o 20
l @
Respostas
d
er
=
60c 20t b) 100'E
ffi
I temperatura media do corpo hümano é 36,5 "C. Determine o vâlôr dessa
temperaturâ na ecaÌa Fahrenheit.
Comparando as escaÌas Celsius e Fahfenheit. obtemos:
0. 0"- 32
100 r80
Sendo 0c
=
36,5
"C-vem:
36s 0 32
, 13
9: ---] !
, 6s. 7 o"- 32 ,
G- rl t t ì
599\ - l
NaescalaFahrenheit, atenpeíãtúrado corPo humdoestánormalúenteem
ffi
Dois termômetros, um
graíluado na êscâìa celsius e o outÍo na escala
Fahrenheit, foÍnecem a mesmã leiturâ pâra a temperatura de um gás.
DeteÈ
mine o vãlof dessa temperaturâ.
Se a temperaturâ do gás é indicada
pelo
mesmo núúero nas escalõ Celsius
e Fãhrenheii, podemc escrever:
0 Y' c 0, xF
Sübstituindo na expressão de conversão, veú:
00, 32xx32
T: s
- ã:
e -
=9X=5X 160 > 4X: - 160 ì X= 40
e-t-t.,
[e--qo0
"
F,=
40' Fì
RespGta: 40
'C
e 40
"I
Observe
que
essa é a únlcâ tehpentuâ indicada pelo mesmo vâlor nessâs
ffi
Certa escara ternométÍicâ ã.lota os vaÌorcs - 20 e 580, respectivamente, pãrâ
os
pontos
do
gelo
e do vapor Determine:
a) âlórmulade conveNâo entre essaescala e aescalaCêlsiusi
b) â irdicação que nessâ escâlã corrcsponde a 20 'C.
a) comparãndo a escala Celsius
(C)
e a escalâ
(E) criadâ neste exercicio,
13.
CapÌÌuro 2
.
AMED DADÁÌrMftRAruRA-ÌRMoMEÌi ra
ffi
u..
""""t.
te..o.étrica X relaciona-se com a escala ceìsius sesu!-
doo gránco apresentâdo, úo quâl
em ordenadõ se representam os
vaÌores de 0x (tômperâturas
e{pressâs na escaÌa X) e em abscissãs
os valores de 0c (tempêrâtúiãs expÍessas na escalaCelsius).
a) Estabeleça â lórmuìa de coôversão entre as duas escaÌas.
b) Determine a temperatura ÍegistÍada por
um termômetro
gradüâ-
do na ês.rìd X quzndo
ê lêmpêrarJrõ lor 50
c.
c) Determinê qúe tenperatuÌa registra um termômetro
graduado
na
escala Celsiú parã úmsistema eú
que
o termômet.o
gradüã-
do na escalaX regisúa r0'X.
dJ Há uma temperatuya em que os dois termômetros
GÍâduâdos
na
escalaXena escala CeÌsius. respectivmêntê) Íegistrm valorcs
que
coincidem numericâmente.
Qüâì
é essâ temperâtuËÌ
Soluçáo:
a) Anal'sando o
gráfrco,
verincdos que t5'Xcorrespondênâ0'C
e 35 'X co.respondem a80
"C.
Conpdando as escaÌas, obtemos:
0. - 15 0, 0 6. Ì 5
35- 15 80 0 20 80
' . =
0i - 15: 0x: 0, 25e. +15
. r i
b) Para e.
:
50
"C,
vem:
!x
=
0, 25 50 + Ì 5 + 0x: 12, 5 + 15
c) Parao,: 10 "X, ven:
l 0=0, 250c+ 15 = 0, 250c: 5 3
XC
r.ì ii
3s. x
: Pj
80. c
i t :
v\ Ë
_
Eq
F. E
FF
r 5' À F F o. c
o &
f r g
, Ëm
ì!l d
f =e- =f *r s*
=
to,:r?stì
F. =, o"cì
c
13
p
E
d) Se os valores coincidem numedcãmentê nâs duas escalas,
mos: 9x
=
0.
:
0. Na fórmula de conversãô. temos:
0: 0, 250+ 15 ì e 0, 250: 15 + 0, 750
=
15 = 0: 20
r-t.'t"'
[e,:lo'xì
"
(;=o"q
Rêspcta: a) 0r
:
0,250. + 15i b) 27,5 'xì c) 20'Ci d) 20
"X;20'C
ffi E
ffii[i!
co.prut.. tauera,
{}i@li
ru"ai.ao a te.o".atura de um liquidô côn dois terftõoetÌos, úú de escâlâ celsiús e o outro de escata
Fahrenheit, um estudante verincou que âmbos dêvân a mesma indicãção em módülo, porén
os sinâis erâÍD
difercntes. Dete.mine a temperaturâ do ltquido.
iiiffiì1ii
u. 0".".t. a. suu"u resistrou se cerro diâ a temperatura de x -c. se ã escala utiÌizadâ tivesse sido â rãhrcnheit,
a leìtüra sôdã 72 unidades mais aÌta. Determìne o válor dessa temperaturã.
í1iij&
UlDa escala arbitrária âdota
bs valoÌes 5 e Jtis para os ponros 6xos lun.lâúenta's (ponro
do gero e ponÌo do
vapor, respectivamente). DeteÍúine que
indicação nessâ scâla corresponde âo 0
.F.
.1Ã, Os FUNDAMENÌôS;aFErÀ
Ì
ïffi
na temperatura ao ponto do
gelo
um termõmetro defeituoso marca 0,3 'C e nâ temperãtüra de ôbulição da
águã sob prssão normal +100,2 'C.
Deternine
quâl
é a únicâ indicação corretâ dsse termômetro. (Sugestão:
admita que o termômetro deieituosocrie umanova6cara.)
tr
ã
o
$m
O
gráfrco iDdica como se relacionâm as leituras ea ê oE p&a
as tem-
peraturas regstradõ poÌ dois termômetros
gÍâdúãdos respectiva-
mente nd escâlas A e B. DeÌermine:
a) a iórmula de conversão ent.e 0À e oBi
b) a i.dicação do termônetÌo
gÍâduâdo nâ escala Á quedo
o outro
registra 96
"Bi
c) a indicação do termômetro
grãduâdo nâ escala B
quddo
o oúüo
ÌegistÌa 0

O
a Ìemperaiura em
que
coincidem as leituras nos dois teÍmô-
,-,r, ,rìr@
4.U"r,"ção de temperatura
Consideremos
que a tempemtura de um sistema vâiie de um valor inicial er paÍa um vaÌor final e,
num dado i nt erval o de t empo. A vari ação de t empeÍ at ura
^g
é dada pel a di f erença ent re o val or f i nal
e" e o val or i ni ci al e, :
Assim, a variação de ÌempeÍatura será positiva (^0 >
0) quando a temperatura aumentaÍ
(e, > er);
negativa
(^e < 0) quando a tempeÍatura diminuir
(e, <
er); e será nula (^0
:
0) quando a temperatu.a
Í ì nal f or ì gual à i ni ci al
(e,
:
er).
Vamos corelaciõnar as variações de temperatura expressas na escala Celsius
(^0.)
e na Fahrenheit
(^0F). Na figura 7, a relação entrc os segmentos o (correspondente à variação de temperatura ocorida)
e b
(correspondente ao ìntervalo entre as temperaturas do ponto
do gelo e do ponto do vapoD íão
depende da unidade em que são expressos.
Então:
o
^!. ^0,
Á0. ÁÊ'
b 100
. 0
212 32 100
' , 180
Simplificando:
I
s
Ë
^
i ì l
r oo' c
12
. ! l
q
i F
t
l '
_l
Ët l
*E
r i l i I
, Ëi i [ Ì - ] l -
Et l
, i F
l
l ni c l i l F-
ü
t l
Flgur. 7. Convêrsão entr! variações detempeËtura.
lsolando Àec e
^0F,
vem:
CaíÌuLo 2
.
A MTDLDA DÁ ÌrMERÀruRA
-
ÌRMoMrÍRrÂ
t
15.
O termômetro de máxima e mínima
As Ì emperâÌ Lrrâs nì áx rnâ ê mÍ n ma de ! m
ambenÌ e, ern dado nl ef va o de t empo, são re
g
st radas
por
urn t
po
espec ê de t ermôrne1Í o: o
t eí mômet ro de máxi ma e mí ni ma
t ui do de doi s bu bos
(A
e B), gados a urn t ubo ern
U de
peqi reno
d ánì et ro, o qua corÌ ém mef cúf o
na
pêrt e
rì f ef of O bu bo A, o ramo esquef do e o
famo d re to do tubo estão cornp etamente che os
de á coo O bu bo B, por
sua vez, esÌá
paÍc
a rnenÌe
.
o de . oo \ o rd no do t e momeÌ e^ s ean
do s Í ndi ces de Í eÍ o esrna t ado
(a
e b), banhados
pe
o á coo e âderent es è
parede
ì rt erna do t ubo.
O í nd ce a nd ca a rnenoÍ t ernperat ura e o í f dl ce b
' , o"
r "o
.
p. r ", Í "
' dê o- - . 1
n c al rnent e os i ndi ces sáo co ocados em con-
t at o comâssupeÍ í ci es i vres do mercúri o, nos do s
Ô ì . n^ ô. . , , ê
. . -u a
o á coo do bu bo A se d ata. Com lsso, o níve do
nì ercúri o no râmo esql rerdo desce l sem arrast ar o
índ ce a) e o nive do mercúÍ o no rarao d Íe to sobe,
aÍ rasÌ ando o í nd ce b
para
ci ma, de modo a ndl cal
a max mê Ì eTnpeTêt LrTa ocorr 0i
OLrando há Lrma d n-ì nu
Ção
de tenìperatLrrâ, o
á coo de A se cof Í ai . Conì sso, o ní vel do mer
' . o
o d dr - od-
-
. - '
o' o o o .
e
b) e o nÍ ve do nì eÍ cúro no ranì o esql rerdo sobe,
aÍ ast êndo o i nd ce a para c rnâ de f ì odo a ndrcar
a ff n rìâ rernpeÍâÌLrra ocorr oa
ObseÌre na f gura qLre
a ternperatufa rnáxi|Íìa lo
de 30
'C,
a rnínima de
'10
"C e ê teflìpefalura fLrrn
dè, õ. I i ado
- o,
ôr
- o
ô. c
dô _
or
I
d
"o"
p- o
rí ve de mercúro nos do s ados)
F
Os bo eÌ ns f . eÌ eoro ógi cos, d vu gados na t evê, no rád o ê enì
j orna
s, gera ment e ní ; rri arÌ ì ns rerrrpe
Í âÌ LrraS máx ma e mí n rna em várl as c dades do pÌ anet â. MLl l Ì as vezes, essas t enì peÍ at urâs são ava l adas
corì o uso de t eÍ môrnet ros desse Ì l po.
; ; :
i ó
) ;
A6OQA A ?RÊ\t$ÃA eO
\çtíPa P ARA AtrANríÃ...
è ÍEA1PÊRÊÏURÁ IÌÁY MN
ESÍAR:Á ENIRÊ IO ABAI\O
ae 2ERO e 50 AC t^A!
. t 6 Os FúNoÁúENÌôs oÁ Fl sr.a
ri{É:iìl
Em ceÌt(, .liâ. na cida.le de Salvâdor, o serüço de ÍÌeteoroìogia anuociou Ìi Ínâ te.Ìeraturâ mâtìÌìa de
' 10
Cc
uma minina de 25' C.
a)
Quaì
é a vãriaçào de temDeÌatuÍâ entrc os instantes êm que Íoranr assinaìadae ás temperaiufas máiúìâ e
b)
Qüãl
é o vâlor dessavaÌia!ão de teDÌperatÌita exlresso na èscala Fâhfê.heitÌ
a)
Quancìo
o servìçÌr de úetcorologia anunciã â temperatura mdinÌa e a Ìempetatuta míninade um dia usuaì-
rìcDteDào nìdica
qüal delâs ocorteu antès. Assim, temos duas hiPótcses a consideÌnri
lihipótese a teÍÌpefatura minima ocofeú mtes cla ma\ima
Ent ão: 0r
: 25 "C
e e,
=
40' C
^0.
:
oz oÌ
=
40 ,5 =
F
=Cl
(aürentô de remperatura)
2í hipótese ÀÌempe.ãtúra nÌinnna ocorreu depotu da mdinìa.
Ent ão: 01
:
40
' C
e e!
-
25
"C
f
a
r .
Ê:6
Á0,.: e! o,
=
25 40 =
F
-
;al (diminuição detemperatÌtra)
b)
^
vari ação exp. essâ na escal a Fàhrenhei t , no casó de aument o de t emperãt ura. será dada
por:
Â0.
^0.
\ 0 l i
r :
-.
. ; ì
q595
.
= tt;ì
No càso de dr mi nuL( ãô de t emDPr dt ut d l oF'
")
Rcapost õ: a) 15' C ou 15
' Cr
b) 27' ! - oú 27
"ì r
LÌiste a
possibilidâde de as variâçõcs.ìe tempefâturâ nas escâlas Celsiús e Falìrenheit seÌe expressas
Delr)
mesmo vánrÍ numérìco?
Se lìzermos, DaÍórmuÌa de coDversào entre as vâriações de teDÌperâtüra, .\0!
=
^!.
Ì, ôbreremos:
r E. \ J\ Y
- t xsx
5959
^ssnÌ.
essa iguaklãdèsó é válida
para.x
=
0. Portant(), só há coincidênciã èntre os vaÌores nuÌréricôs.las vâ-
riações de tedperaLura nas escards cersius e tahrenheit
q,.'d,,
[ìo-
o.a
"
Fqlìì,'",o
u,
ouo',,t,'
a temperâtura inal é igtraì à tèdìperatura inicial
Eft cerraresião da Terra, â temPeratuta méÌiÌnâ registrèda no decorrer de um âno Ioi de 42'C e ã úinnÌâ lÍ)i
â) ãveiÀção deÌempeÍâtúra entrc os instantes enÌ
que
essas temperatuÌas foÍâÌÌ registra'lasl
b) o vaÌor dessavariação detempeÌaturã dPresso em
grâus Fahfenheìt
...
'ii
.,:i:tl
: r t i i ,
r i : : a
:l'É:&llr
u,n sistema ;niciatúente Da tempeÌatu.ã .le 20
'C
soJÌe umâ variação de :,5
'C.
Determirei
a) a tempeÌatuÍá Ênâl do sistema nà escâlâ CeÌsnEi
b) avarjação detemperattrra do $istenìa dpressa.ã escâla f ãhreúeiti
c) atemperaturâ lìnal do sistema.â escâìa Fahrenheit
CÁÌi ruro2
.
A MEDTDA DAÌEMprRÁÍuRÂ -Ì*üoMÍR
a
17.
ED s. runção termométrica
Exìstem várìos tipos de termômetros, diferindo uns dos outros pela grândeza
termométrica. Por
exemplo, nos termômetros de líquìdo, como os de mercúrio, a gÍandeza
termométrica é o volume do
l í qui do,
que,
ao vari ar. f az mudar a al t ura da col una.
Nos termômetros de gás, a grandeza termométrica é o volume do gás (quando
a pressão é mantida
constante) ou a pÍessão do gás (quando
o volume é mantido constante). No termômetro de rcsistência de
platina, a grandeza termométÍÌca é a fesistêncìa elétricã, que é estudada em Eletricidade, no VolLrme 3.
A ÍóÍmu a que Íelaciona os valores da
grandeza termométrica com os respectivos valores da tempe-
ratura é denominada íunção termométrica,
que geralmente
é do primeiro grau.
f,
NunÌ termômetro cìemercúrio. a coÌuna Ìlquida aprcsenta 0,4 cmqüâ.do em
presença
do
geìo
em Íusão
(0'C)
e 20,.1cm em
preseDça
de vapores de água em ebuÌição
(100'C).
Dete.nine:
a) a lÌrnçào termométrica desse teÌmômetro na escaìa Celsiusi
b) a temperatura ìndicâdapor esse termômetrc
quando
sua colunâ liqÌ,ida apresenta 8,4 cm dealtura.
â) À lúçãô termomótricâ âdôtâdâ ó do prinìciro grâu.
^ssim,
podeÌnos
tu er
â compdação entre a graÌd% tennométrio
(l)
e a tempehlurâ (0)l
ho, 4!0
20,4 0,4 100 0
0-,1 0
20
Essâequaçào erpressa ã fuDçào termométricâ desse termômetro na
b) Substitüindo nâ Íórmulã âc'Ìna /ì
=
8,4cm. obtemos:
c
100
5
?q4! ! Ì
100' c
T
o: 5. 8, , r - 2=42 z =
[ e: ã; õ- ì
Respdst*: à) 0
=
5, 2ì b) 40 'C
: ; '
. .
l r
": i ,
ì
Í;!iir'
À .ôlurâ liqüidã dè um tefftômetrô de úercúrio apfesentâ ãltura de 5 mm quddo ô te.môhetÍo é colocã.lo
nüm recipìente contendo gèlo enì iusão.
Quãndo.
te.mômet.o é colocãdo em vãporcs íle ágüâ em ebulição
sob pressãô qôrdãI,
ã colunã liqüida apresenta 50 úm. DêteÍúine:
a) âluncâo lê.mométÍicã desse terniônetro na êscâlâCeìsiús:
b) âtenpe.âtuÍâde um @rpo em
presença
do
qual
a côlünã liquidã âpresentá 15 úm de altura.
No rerÌÌômebo de gás, ã voluÒe côÍsta.te, â
grãndezã termométrica é a pressão que
o
gás ê!er.e. Um ter
mômetro ressa condiçôes indicâ umapressão de5 úmHg qüândo
em equilibrio con o p.nto dô geìo, ! uma
pressão
de 7 mmHg no equilibrio têrmico com o ponto do vapoÍ.
a) Estabeleca a lunção termométrica desse termômetro
pâra
a escala Fahrenheit-
bJ DetennìDe atenÌperatura de um Iorno sabendo
que
a
pressão
do

no equiìibdo rérmìco é9,5 mmHg.
i l l ì ì : r , : : , ì
:
l . : ,
I
r r 8 Os FUNDÀMENÌo5 DA Fi tca
I
Outros tipos de termômetro
O t eÍ rnômet ro de Í nercúri o ai nda é de uso rì ì ui Ì o di Í undi do.
De a í aci l dade de const rucão e de manu
. ôi o
a àdà a
"o.
Po
, \ so.
er doo aLo oè . a- st t ovoes er
q
t ô ri o
--
-. , g- -. ì
r go
mu to gÍânde nas medìçoes) e nas residénc as
(para
medlr ê temperatura corpoÍa ou
paÍa
uso cullnário),
o t eÍ nì ômet ro de mercúro é normal ment e o escol h do
Ex sÌem, entretanto, város outros tlpos de teÍrÍrôrnetro Entre os ma s sirnp es estão oternìômetro de
ál cool (1), erì ì
que
o í qui dot ef moméÍ l coeácoo corn corant e, e o t eÍ mÕmet ro met á i co
(2),
baseacl o na
diataÇão de uma âm na blmetálica. Dentre os rnais soflstlcados, destêcarÍ-se os charnados termômetros
dìgltals
(3),
geÍa mente baseados na variação da Íes stênc a eléÍ ca de um condutoÍ rnetál co em funÇáo
FiguÌã a. Ao se aquecer o gát suas molécülas se agitâm mais intensamente.
Na rituação
(b),
a tempêratuÌa é maiorque na situação
{à).
O Íato de haver um número maior ou menor de molécuìas altera a energìa térmica total do corpo;
no entanto, se cada molécula continua com a mesma energia cinética média que possuía, o grau de
agitação é o mesmo e, conseqüentemente, a temperatura também é a mesma.
Í
E
g
é
:
ë
@ o. R t"rperatura como medi da da agi taçâo
térmi ca. A escal a absol uta Kel vi n
fu partículas constituintes de um gás estão em movimenlo desoÍdenado. Esse movimento é denomi-
nado agitação térmica. A.ssim, cada paftícula constituinte do gás é dotada de energia cinética pÍópria.
A soma das energias cinéticas indìviduais de todas as paÍtículas constìtuì a energia térmica do gás.
Quanto
mais intensa a agìtação térmica, maior s!rá a energia cinética de cada molécula e, em con-
seqÜência, maior a tempeÍatura
(Íìgura
8).
b)
Caprrub 2
,
 MEorDÁ DA ÌEMp*ÁÌuRA
-
Ì*MoMrR a
19.
l magi nemos, por exempl o, um reci pi ent e, 4 cont endo um gás, no qual cada mol écul a t em uma eneÍ
gi a ci nét i ca médi a de4. 1O
' : r J(f i gura
9a). Se o l i garmos a um reci pi ent e I (f i guÍ a
9b) com o mesmo
número de mol écul as, t endo cada uma del asos mesmos4. l 0
' zr
j de
energi a cÌ nét i ca médi a, a energi a
térmica tota do sistema ÍoÍmado será maìor, mas a temperatura não irá se alterar.
b)
Figurà 9,O sistêmâ

+ A) possui mâiorenêrgiâ térmicâ que o sistemaÁ, mas â temperaturâ é a mesmâ.
No Câpítulo I (Ëst./do dos gdres) voltaremos a discutir a relação entre temperatura e agitação térmica
Por ora, oodemos concluirl
ExpeÍ i ment a ment e, of í si co ì f l andêsWi l l ì am Thomson (l orde Kel vi n, ), veÍ i f i cou que a pressâo de uÍ n

gás raref ei t o di mi nuí a
2ZJ5
do val or i nì cì al , quando Í esÍ Í i ado a vol ume const ant e, de 0 ' C
para 1 ' C.
Por extfapolação, concluiu que, se o gás não mudasse de estado, sua pressão seria nula na temperatura
de 273, 15 ' C
(que
se cost uÍ na aproxì mar para 273' C).
A esse estado térmico, em que se anularia a pressão do gás, foi dado o noÍne de zero absoluto o
limìte inf!ÍioÍ de temperatuÍa. Todas as tentaUvas para alcançar o zero absoluto Íalharam. Ele é ìnatingí-
vel, embora seja possível aproximar-se dele incJefinidamente. À medida que a temperatufa de um corpo
se apÍoxima do zero absoluto, a energia cinética de suas moléculas tende para um valor finito que se
denomi na energi a do pont o zero
-
que, apesar do nome, não é nul a,
Com base nesse estado térmico, lorde Kelvin estabeleceu, em 1848, a escala absoluta
que
hoie leva o
seunome. Aor i gem( zer o) daescal aKel vi néozef oabsol ut oeauni dadeadot adaéokel vi n**( sí mbol o
K), cuja extensão é igual à do grãu Celsius ('C). Assim, uma vâriação de temperatura de l
oC
corresponde
a uma varìâção de temperatura de 1 K.
ffiffi
No endereç0 eÌetrônico http://www.sc.ehü.es/slweb/fisica/estadistica/otros/ceÌo/cero.htìtr
(acesso en 1el0al2007), você podeÌá
sinulaÌ una expeÌiência na quaÌ
ceÌto voÌume de aÌ é aquecido
desde 0
oC
até 100'C. A varìação de volune do ar é anatisada qÊficanente, verificando{e
!oÌ
extrapo-
Lação que a
lressão
do ar se aula no zero absoluto
(-273
'C).
, í LORDEKELVI Néot i t uodenobÌ eaqueocél ebÍ el t scoi r andêsWl i amÍ homi on( 13241907) r ecebeuemt S92daÍ aÌ nha
VitóÍià.Aos34ànoi,ãolnÍãlàÍoprmeÍocaboteegráfcosobooceanoAtlãfticqfotsà9rãdocaval!Ío,Ìecebêndoorir!o
de5irÁomôíerfoientemdoào làdoda sepultuÌà d! Nêwton, na Abàdia dê WeÍhi.Íef, Londret
ì l *Aundadedet emper ât uÊt er modi nâmi ca( ãbso! t ã) dosi sr êmãl nt eÍ na. i onãdeUndadeséokel vi n( K) , nãoseut i l t znco
na sogÊu Kelvln
(' K
cômoêÍãfeitoanuqamente.S!ãdefniçãoformalF en.onía nofriâ deíevolume.
a)
d
3
ti',
! t . r
. 20 Os FUNDÂMl NÍos DÂ Fi s.Á
Ceneral i zando,
qual quer vari ação de t emperat ura na escal a
Cel si us
(^ec) é numeri cament e i gual à vari ação de t emperat ura
corÍ espondent e nâ escal a Kel vi n (ÀI ):
Observe
que as i ndi cações que se coÍ respondem nas escal as
Cel sì us
(0. )
e Kel vi n (D nunca coi nci dem. Real ment e, o pont o
de congel ament o dã águã (0
' C) corresponcl e a 273 K (que
se l ê
273 kel vi ns) e o pont o de ebul i ção da água (100 "C) corresponde
a 373 K. f usi m, compaãndo as i ndl cações da escal a Cel si us e da
escaÌa absoluta Kelvin,
para
um mesmo estado térmico
(fìgura
10),
not amos
que
a t empeÍ at ura absol ut a
(D é sempre 273 uni dades
mãìs alÌã
qLre
a correspondente temperatura C!lsius (0J.
T- êc+ 273
. 27i ' C
FiguÌa lo. Atemperaturà absoluta
Íé igua | à tem peraturã Celsius0.
--
ë,
b)
j
A teÌn!êraturâ corporaìlìumana
podevariaÌentre 35 'C c12'C na escala CeÌstus.
Detè.mnÌe os vâlores desses Ìimites na escala absoÌutâ Kelvin.
Câìone ãveiâção qüado atemperatura de umapessôãse âllera domenor
pafa
omaior dos vaìoÌes citados
a.nnâ, nâs dua escalas.
a) Âindicaçào absoluta é273 unmãdes.Ìâior
que
a indicação Celsiúsr I= 0t
-
2?3. Assim:
e(
=35' c
3 r =: s
-
zzr =
[ r :
r oei ]
ei =42- c + r ' =42+273 =
Í t : l ] l sKl
b) Nâ es. âÌ a Cel si l Ì s: 0r
: 35
' C
e 0j
-
42' C. Assi m: ^at : 02 Q\ = 42
Na escaì a Kel nn: 4
=
l l 08 K c i . : : 315 K. Ent ão: ôI = I , I r
=
315
(lbseÍve
qrc as vdiações de temDeratuÌa coiÍìc em nas duas escalas:
RêspostâB: a) A temperatura corp().ãI.ã escâlâ Kelvin varia entre 308 K e ilÌ5 K; b) 7'C e7K
, s-
F"=t 0
ros =
Gi=
irì
[ q] ; ì
tr
P,.ll
O álcooì e1íJico ten
ponto de congelmento de 39
'C
sob
pressão
nonnal. Determine essa teÍ.perâturâ na
escala Keìvin.
Prz,
orlcB
DD
Quaüdo
u terÌnômetro graduado ÌÌa escala CêÌsius soìreÌ uma variação de 32
graus
em suâ tenpe
.atura, qual seÍá â
().respondenie
variação de temPe.aturapara um termônÌeÌro
graduado naescálaKelün?
Pr13 EÍn cèrtâcidâdc, Dum dia deverão, a tempefatufâ Ìninimâ loi de 22 "C,
e a náxiúa, deillì'C. Detennine:
â) Òs vâlôrcs das temperaturas nÍnima e mt\imâ rcIeri.ìas expressos na escôlã âbsolútã Keh ini
b) ã mtÌiÌnâ vâriação de temperatura ocorÍidâ nesse cÌìa- e:pressâ n6 escalas Celsiús e Kelün.
CÀpÌ ul o 2
.
AMr D DADÁÌ r Mf t RAr uRA- Ì RMoMETRÀ
21.
-
Temperâturas absolutas notáveis
Apresentanìos, a segu
L
â
gumas
ternpeÍêturês notáveis, expressas em ke vin, dêsde o nter oÍ das
estreês frìais quenÌes até o zero êbso uto,
que
Íepresentam os doÌs exÌÍenìos conhecdos.
t
EsÍá no Guínness
De acoÍdo com o Guinness, o lvro dos recordes, a tempeÍatura mais baixa até hoje consegu da Íoi
2, 8. 10
' K,
st o é, duzeni os e ot ent ê Í i i onesi rnos de ke vì n ac ma do zero absol ut o. Esse f ei t o, anun
ci ado em 1993, f o rea i zado no Laboral óÍ i o de Bêi xas Ter. peraÌ uÍ as da UnversdadedeTecnol oga de
Hel s nque
(Fi nl ând
a).
rlüïíffi@
'llàiÍ,il
Cpuc-spl
u-
-eaico
ingrês mede a temperatura
de um
paciente
com suspeita de iniecção e obtém
em seu termômetro clínico o valor de 102,2 'F
a) Tem eÌemotivode
preocuDação
com o
paciêô-
te?Justifrque.
b) Po.
queuú
doêôte coft Ieb.esentefrioÌ Res-
pondâ
e de6na tambéú o concêitô Iísico de
Ìiii;:l$a
Unâ escara ãrbìúáiia adota
pãrâ o pô'to .lo
selo
e
pã.âo
Pont.
do vâpor, .espectivâÒente, os vãlores
l0 ê 240. Estabeleçâ âs fóÍúulâi dê conversâo
dessã scala pârâ ãs escêlâs Celsius e Faìrenhe't.
Determìne ã indicâção da rcleridã scâla pãra o
iiP,ìiqii
n'.. *-t"
-t'iüáriâ
E. o zero corresponde a
10' Ceai ndi cação 100' E. or r csponde a 40
"C.
Determi._e:
a) aiórmuìã de conversâo e.tÌ! as iÌìdìcãçõs da
es.ãlã E e da escâla Celsiusi
b) as leitúrás que, nâescâlaE, coÍrespondem ao
Ponto
do
gelo e ão ponto
dovaporì
c) as indicâçôes cüjos va1o.ês absolutos coinci
dem nas escáÌ6 Ee Cêlsiús.
,rüil!$ (or
impiaaa erasileira de Fisicâ) Ao se construir
uúa escala termométrica arbìtÌáriaj., verifi-
cou-se que
a temperatura de 40
"X
coincide
com o nesmo valor na antiga escaÌa de tem-
peratura
Rêaumur, que âdota respectivamente
0 "R
e 80
"R pâra os
pontos
nxos iundâmentais
(ponto
do gelo e
ponto
do vâpor). Verificou-se
aì nda que
a t emper at ur a de - 75
' X
coi nci de
com o mesmo vaÌor na escala Celsius. Dete.oi-
ne nâ escala X a leitura co.respondente a 0'C
e a 80 'R.
. 22
Os FUNDÁM!NÌo5 DÁ Fl srca
ì -
iÚ*l CurU
r. .."
""cala
termométrica,
que
cha-
mâremos de escâlá médicâ, o
grau
é chamado
de gÌâu médto e representado
por'M. À escalâ
médica é de6nida
por dois
pÌocedimeôtos bdi
cos: no
pÍ i ôe' r o, l âz se cof r esDonder 0 ' M
a 36
"C
e 100 'M ã 44 'Ci Do segundo, obtém-se
umaunidade dê'M
peìâdivisão do intervaÌo de
0'Ma 100
'M
eft 100 pãrtes iguais.
a) CaÌcuìe a variação em graus médicos
que.o.
responde àveiação de 1
'C.
b) calcule, em graus médicos, a tempefâtura
de um
pâciente que apresenta uúã febre de
40 ' c.
Um termômeúo de escaÌa Ceìsius tornou-se ìne
xato, conservddo, entrctanto,seção inte.nâuDi
forme.
Quâddo
d temperaturas são0 "C e 70 'C,
eledãrcã.respectivamente.
2' e7Ì". Lleiermìne
una lórmuÌâ que forneça 6 teftperâtuÍas exatas
Ien iúnção dõ
que
se ìêem no termômetro defei
tuoso D.
Quâis
dõ temperatuÍas I'da coincidem
Ã
5
. .
H
@
í1âìÍ-:
(cesgrânriô R, com o objetivo de recâr'brâr
um velho termômetro com â e$câlâ totalmente
ãpâgâda- um estudante o colôcã em equilÍbrio
térmico,
pdmeiro
cofr
gelo lundeDte e, depois,
con água em ebulição sob
pressão atmostéricã
nornal. Em cada caso, ele anota a altura atin-
g' da pel a coÌ una de me. . úr i o: i 0, 0 cm e 30, 0
cú, respectivamenie, medida sempre a
paÌtir
do centro do bulbo. Eú segu'dâ, ele espera
que
o termômetro entre eft eqúilibtio térmico coft
o lâboratóÌio e verifirâ qoe, nessa situação, a
aìturada colunâ ílê nercúrio é de 18,0 cm.
!!F,f$-..l
Gnuespl
.r tigura re
produz úmâ grâvura
do t eÍ mos. ópi o de
Galiieu, uú termôme
tro
pÌimitivo por ele
construído no inlcio do
século XVl. No termos
cópio, o eé ãprisiona
do n. bülbo Büpedor,
ligad. por um tubo a
um recipiente aberto
contendo
Um
líquido
Assi m,
pode se coD
cluir
que, se a tempe-
raturâ âmbiente subir,
a altúrâ da coluna de
,iÈ,áítl
's)
aumenta,
pois
aumentan o v.lome e a
pressão
do ú contido no buÌbo.
h) di mi nui .
poi .
r umenl dm. ' v^l uì Ê e a
pr êss. r '
do ar contido no bulbô-
c) aumenta. em decorrência da dilâtaçào do
ìiquido contido no recipiente.
O
d'minüi, em decorrência da dilataçãô do liqui-
do contido no recipiente.
e) podê âuÀèntâr ou diminuir, depen.lenclo do
lÍqtrido contjdo no recipidte.
i@
(oìimpiada Paulistã de Física) Uma empÌesa
b.6ileira do setor de áÌimentos deseja elpônar
sua masa pãra bolos. A legislâção vigenÌe no
pais
imporradoÌ
"r'sequ"
os rêmPêraluras se;Jm
dpress6 nã escalã Fahrenbeit. 5e o lorno
para
assar o bolo deve ser
pré-êquecido a uma teúpe'
râtúrã de 150 'C,
qüâl é o valor coÍrespondenle
na escaÌa Fahrenheit?
rr.1iP,;
Qual
é a temperatura do lâboratório na escaìa
Celsius desse terft Omet.o?
(EEM'SP)
Podese nedt a temperatura com um
termômetro de mercú.b. Neste. a grândeza ter-
mométrica é o cômprimento I cìe trma coìunâ
capild, medidâ a petii de únìâ origem comüm.
Verilì.ã-se quel,
:
2,34 cm,
quândo
o termôme'
tro está em eqüilíbrio têrmico com o
gelô em lu
sào, el,
:
12,34 cm, quândo o equiìíbrio térmico
é com ã água em ebulição (num ambiente em
que
a pressao ahosféri.ã é 1 atm).
a) Câlcule o.ômprimento dacolunade mercútio
quddo a tempevatura é 0
=
25
"C.
b.) Calcule ã temperatura do ambiente
qüando
I
=
8.84 cm.
151' F
202'F
253' F
302 "F
o
a)
b)
CÀpi Ìuro 2
.
AMrorDAo IÉMrraÌuRÁ-ÌERMoMETRa
!) 212' F
2r.
@:
puc-ns)
ouu" ."calas teÍmoméíricas
quais-
qüer, X e Y, relacionan-se conÍotme o diagrúâ
.l
r t
200 100 : i l
o valoÌ 9y naescãlâI que correspondea50
graus
/
d
á
a:) -50
b) 0
c) 50 e) 150
o
100
lÌÍfiË
cu""o
co-p--oo*e a es.ãra E de um ternôn+
tro com a escala C
(Celsius), obtevese este
grárj.o
de .oÍrespondência entre ãs medidas:
E
c
QúdÌdo
o teÌmômetro CelsiD estiveÌ registrddo
90' C, o termômetío E êstãrá matcando:
a) 100
'E
b) 120
'E
c) 150
"E
o
170' E
e) 200
'E
"
;iÌÉí*à
fu..ul
o
g.m"" estaberece a Íerãção entre uma
escala termômétrica hipotéticâ de tempeEtura e
A temperatura da água em ebuliçâo, nessaescala
l;
ã!l
q
- g
ë,
a) ô0'H c) 80
"H
b) 100' H
o
120
' H
!) 125 "H
Wj
CJniloFcD
o gránco rcpresenta â Íêlâçào entre
umâescãlâde temperatu.a arbitrá.iâx eâ$cala
Na escãla X. ao nivel do mar, a tedpêrãtura de
Iüsão do gelo e âde ebulição da água várem, ree
t
::?ê#
GIEL
PR) o
sránco
a següú Íepresenta a reÌação
entre a temperatura úedidã numa escaìa x e ã
mesm.
' emp- r dt u, d
Ì êdt dJ nd
ci ,
aì a
( pl si uc.
a) 100e0 c) 60e 40
b) 60e40
O0e100
30
t 5
ì 5
ì Lr
5
a) 0,33 cm c) 3,2 cn
b) 0.80.m
O
4,0 cm
PeÌo
gráfico, pode-se.onclu'r qüeo intêrvalo de
tenperatura de 1.0'C é equivalentea:
â) 0,50'x c) 1,0'X !) 2,0
'X
b) 0,80 'x
o
1,5
"x
(Mackenzie SP) Um
pÍôÍissionãÌ, Decessitãndo
eÍetuar uma medida de temPsâtura, utilizou um
termômetro cüjas escala termométricas iniciaf
mote impressas âo ladô da.oìuna de mercúrio
stavam ilegÍveis. Pârã atin$r seu objetivo, colc
cou o termômetÍo iniciâlmote numa vâsilha com
geìo
fundente, sob
pressão notmal, e verificou
que
no equilíbÍio térmico a coluna de mercúrio
êtingiu 8,0 cm. Ao colocar o teímômet.o em
cootato,coú ágúâ lsvente, Ìambéú sob
pressão
norfrali o eqúìlibrio térmico se deu com a cìolú-
Ía de mercú.io âtingindo 20,0 cm de âlturâ Se
nesse temometro utilizamos as escaÌ6 Celsitrs
e Fah.eúheit e â temperatu.a â ser medidâ lôt
dpressã peìo mesmo valoí nâs duõ escalas, a
côlunã dê mercúno terá alturâ de:
e) 40e60
30 of o
. a
5
{q,,
2t. CÀpl rurô 2
.
A MrDrDÁ DÂÌEM*RAÌURÁ -ÌERMoMETR
À
:ïqã$Ê
GIFBÀ)
As indicãçôes pdã ôs pontos de rusão do
geìo
e de ebuìição da água sob
pressão
normâr de
dôis teÍmôftêtrcs, um na escala Celsius e ouüo
na escãlâ Fân.enheit, distam 20 cm, conÍoÌme a
A 5 cm do
ponto
de iÌBão do gelo os t!rmômetros
ÍegistÍam temperaturas iguais a:
a) 25' C ê 77' F
b) 20'C e 40 'F
c) 20
"c
e4s' F
d) 25
"C
e45
"F
e) 25
"C
e53 "F
m
Oneb-BA)
Numâ cida.le onde ã prcssão
atmos-
iérica vale 1 atm, a coluna de mercúÍio de un
termômetro apreseDtã altura de 4 cm, quando
em
equilibrìotérmìco com gelo em lüão, e pôssui
âl-
túÍade 14 cm,
quando
em equiìlbrio térmico coú
ágüa eú ebulição.Aaltura da coluna de ÌnercúÍiô
qüând.
â indicação do termômetro é de 30 "C é,
a) lJ
b) 4
. ) 7
o11
e) 17
ffi-ì
Or."t"r,i"s4
o
"élebre
llsìco iÍlândês william
Thomson, que
licou mundiâlmente conhecido
pelo
tÍtulo de loÌde Kelvin, êntÍe taôtos trabalhos
que
desenvoìveu, "criou" âescâla te.froDétrica
absol ut a. Essa escãì â, c. . heci da por
escal a
Kelvin, conseqüentemente não âdftite vaÌo.es
negativos, e,
pa.a
tdro, estãbêÌeceu coúo zero
ô estado de minima energia molecülãr Concei-
tuâlúente sua colocação é consistentê, pois
a
tempêrêtuú de um coryo se relerc àmed'dâ:
â) da quêntidade
de movimentô dâs moléculas
b) da
quântidade
de calo. do coDo.
c) da ene4â têrmicâ âssociada ao corpo.
O
da energia cinêtica das moléculas do corpo.
e) dograude ãgitêção das molécuìas do corpo.
l$i,rt
g'r.i*q
o
'it..sênio,
à
pressão
de 1,0 atm,
se condensa a umâ tempeÌatura de 392 graus
numa escalâ termométrica X. O
gráfico
represen
ta a cofrespondência enre essâ escâÌa e a e5cêlê
K
6elvin).
EIn Íunçâo dos dados apresentados Dô gráfi.o,
podemos
verificâr que
a temperatura de .ônden
sação do nitrogênio, em kelvin, é dada
por:
a) 56 b) 77 c) 100
O
200 e) 273
Í
-;ìi*
.
^,
"- 4f f s{
í MJ. k- nzi Ê5Pì
Pdr . n
pdi '
. l FmpÉ' àl r r ! d"
um cerÌo corpo, utilizou-se um termômetro
graduado
na escãìa Faìrenheit e o valor obtido
r or r espon. l eu
a
i
da i ndi cacào de um t er mn,
meüo gnduado
na escalaCeÌsius, paÍa
o mesno
estadô térmico. Se a escalâ ãdotada tivesse sido
a Kelvin, esta temperaturã seÍiâ indicada po.;
a) 305 K
b) 273 K
c) 241 K
d) 32K
!) 25,6 K
3
i.]!s Cur"al
r-
".
*.to instante a temperatura de
um corpoimedidana escala Kelvin, foi de 300K.
Deconido um certô teúpo, mediu.se atempe.a
túra dessemesmô coÍpo e o termômerro indicou
ti8 "F.
A vâriâção de temperatura sofridâ peìo
corpo, medidâ nâ escala Celsius,loi de:
a) 32 'C
b) 5' c
c) 7' c
d) 212 "C
e) 368' C
.2!6 Os FUNDAMENÌoS DÀ FEra
Criogenia
-
a Física das baixas temperaturas
l;
\T
- È
H
o
Ì
-
A
pal avra
cri ogeni â se of l g na do grego e, l t eral ment e, s gni f
ca cÍ ação
do f f l o . Temperat uÍ ês mu t o f eduzi dâs t êm at ual merì t e váÍ i as êp i caçóes
- oesde as ma s s mp es, corao na conservação e no Í anspof t e de pf odu
t os pef ecí vei s,
aÌ é sua ut i ì zêção enì Nl edì cl nâ e Vet ernárâ.
Na áreê médica, ern ceTtês c ÍuTg ês uti iza se o chârnado bisturi crio-
gêni co,
no
qua
c rcu a nl t rogêni o Ì í qu do, com t emperat uras da ordem de
'
".
- o-
o o
d"
"
. or . oo.
ba xas ternpe rêtu rcs, sen do prese ruados os Ìecidos sad os A cicatr zâção
das lnc sôes Íe tas corn esse bistLrr ocofre em menos Ìempo e conì f.enor
ri sco de l nÍ ecção, comparando se corn os b st uns convenc ona s.
oL. . do o, óo
"
d
. o
- , . -
do do o. po
ô1, ê ó- ì
balxas tempefatufês
paÍa posteÍ oÍ Lrt lzação llm proced rierìto rnoderno,
adot ado
por
mu t os
pai s,
cons st e em co et af o sângue do cof dão umbi l cal
do recérn nascido e conservá-o enì baixas ÌenìpeÉt!És. A nÌencão sera a
lutura utj zação das células-ÌÍonco pfesentes nesse sangue
que possibi
lem
a cura de doerÇas que a cri ança
possa vi r a t er em sua vda
^
i . <êm. : . ã. ì , r +. : ï r . r ^ êm <ê êc I
. ur a. o o- o
ô'
a ar . ,
depende mui t o da cr ogenj â. Nos bancos de esperma, o sêrì ren deve sef
mant do ext rernêment e resÍ ri ado, paÍ ã que o mâÌ era a seÍ usado não p-. rca
suas caÍ êct eTi st cas.
OuÍo uso da tecno ogia de ba xas Ìerìperaturas são os combustíveis
cri ogéni cos, pÍ rì ci pâ menÌ e compost os de ox
gênj o
e hi drogên o, usados
na
propl rl sâo
de f oguet es
A cf l ogeni a e amp ament e ul ì ì zada em Ì ecno ogi as
que
dependem da
supercondut i vi dade. EsSe f enômeno se man f est a em cerÌ os rnat eri a s
que,
em t empeÉt uÉs bai xas, praÌ i camenÌ e não of erecerì ì res st ênci a à pas-
sêgem da corf ent e e éÌ ri ca, sendo
por l sso chamados supêrcondut ores
À
"pl i "\ ò"s
( e.
' i . a
do
p.
o d, o
.
oo o di . "
"0"'
Os apâre hos de ressonánci a magnét ca nuc eêr, argament e usados na
Med cl na D agnóst i ca, dependem de t écn cas cr ogéni cês
para
rì ant er a
t empef aÌ ura dos s! percondut ores
que garant eaa
seu l l rncronament o.
A superconduÌ v dade t ambém é ut l i zada nos t ref s bê a
l aponesês
(üens
de
"l evi t aÇão
magnét ca"),
poss
bi t ando
que
el es desenvo vam ve oc dades
da ordem de 500 knì / h
Out ras apl caÇÕes:
.
pneus ve hos e
pl ást
cos, após serern congel êdos corn n Ì rogênl o
lÍquido, são
pu veÍ zados e m sturêdos corn asfa to
para pav
rnentaÇão
(essa
m; st uÍ a aument ê a aderênci a da
p
st a);
.
o aço Ì rat ado com n t rogên o í qu do é mal s duf o e Tes st ent e ao des
gasÌ e;
.
reÌ l Éndo-se mo écu as de êr de um ambi enl e
por
mel o dê absorção a
ba xas Ìemperâturas, consequem se
pressoes
muito ba xas, s mulando
amb enl e exl rat errest re.
EnÌ rando no campo da f cÇão c ent i Í i ca, cabe
porf rn
cl t êÍ a cr; ôni ca, um
Émo da crl ogen a Tí a1a se do conl unt o de t ecni cas Lrt i i zadês para pÍ eser
vâr, LrÌ i i zando l empeÍ at uras mLr 10 bai xas,
pessoês
ega ment e morl as oLr
ân mâ s para
ur. a
possÍ ve
f eani f aação f ut ura, nê crença de
que
a ci êncj a e
a t ecno ogi a
podeÈo,
al gum dl a, rerned ar
qua qLeí
enf errn dade e revert er
o. d" o . "L
"do
p. ep6. .
odô Í opr ô
ê' . ó; o
 Maglev o trêm-balã que"levitã"
sobre os trilhos, durãnte umà
vi agemexpei ment ãl êmque
atingiu ã velocidadè de 580 km/h.
Tsuru, Ja pão, 2003.
Á Num lâboÊtório, uma amostrà de
te(idoé retiÍada de um tanque
com niíogênio líquido, ondefoi
ar màzenadapar abi ópsi ã.
CaprÌub 2
.
À MrD DÁ DÁ ÌEürRÀÌuRÁ
-
ÌrRMoMÍR a
27.
Lr
O/unesp)
Sênen bovino
Dara
inseminação
ãrtilìciãl é conservado em nitrogêDio Ìiquido
qúe. à
Pressão
normal, tem tempcrâtu.â de
78 K. CãkÌle essa temperaturaem:
a)
graN
ceÌsius ('c)i
b)
sraus
Fahrenheit ('f).
: r L3r
I
( Uni Í esp)
O t er t o â segui r l oi ext r áí do de
uDa matéria sobre congelame.to dè cadáve-
res
para
sua presefvâção por muitos anos,
pubìicada
no
jornai
O lsrado .te S Poüb de
2)
lo7l2oo2.
.Àpírs
a morte cìínica, o corpo é reslriâdo
cod
gelo.
Uma injeção de anticoagulântes
é ãplicada e um fluido especiaì é bombeâd.
parà
o
(oraçáo,
espaÌhddo se pcÌo co.po e
È' 4l , ur r a1do
0dr J
or J os l ui d^s 4Jr ' , à i
O, u, pop. oì o. r do| , r , , J' r , r ái
i {, g i s' F
trogênio, onde os lÌüidos cndúreceh
--n
vez
de congelar Assìm
que
atinge â tempêràtura
de il2l' , o
(oÌpo
é ìevado
para
üm tánque
de nitrogêôio líquido, onde iica de cabcçâ
Na ìnatériâ, oão consta a ünidade de temp*
raturâ usâda.
Consm-".ando que
o valor iDdicado de 321'
estcja úrreto e
que pertença
a uma das es-
cãìãs, Kelvin, Celsius ou FalìreDhcil, podÈse
concluú que Iôi usada a escala:
d
Keìvnr, pois lrâtâ-se de um traballÌo cieD
r l i t o
ê e5r . i 2 u r r í , r . a,
, r l da , cl o 5i s
lema IDtcrnaciüìaÌ.
b) tahrenheìt, por
ser um vaÌor inlerior ao
zero absoluto e,
poftanto-

pode
ser Ìne-
dido nessâ escaìa.
. )
-
Jr . eI ì êi p, {s
ds
- r
at d.
'
pt si G
-
KJ\ i n
nào adnìite.ì èssevaìor nunrérico de teÌn
O
. e
sr s. poi , s.
êr d
l . r \ dl u, - s r , u npr
cos negâtivos pãrã ã ndicação de tempe
e) Celsius, por fãtâÊse de uma matâia
pu
bìicadã em lÍÌguì portugue
uDidade adoradá olìcialmente no BrasiÌ.

rl:t
Grnnr)
o a"pu.tomenro de fisicâ <ìa UFRN
. ' ' s"
, i , , n ì abor Jr or ' o d, pesqui qà
- n
. a. -
geni â, . i ênci a que
est üda â pr oduçãÒ <
dìanutenção
' le
temperaturas mujtô baixas.
conúibuìndo para
o eDtendimentô dâ$ pro-
pr i edâdes
f í si cas e qüí nÌ i cas de si $t eoas
nessas temDeraturas poüco coduns. Nesse
l âbo. at ór i o, uma máqüi nâ f eÌ i r â ô gás n!
trogêriô do aÌ e o liqüelaz a uDìâ teúperâ-
ur à d- 77. n l ê| l r r r
LK] .
qr F . or r espor
Je J
9( j gr ous cF
si ' s
|
(
I .
Ne. s, r Fml ' êr Jt r
r J
o Ditrogènio é üsadô cotidianamente pelos
departâmerÌtos de FÍsicâ,
()uimica
e BioÌogia
dà UFR\ .
Â, a, ,
t 1r r bFm
por p. . uJr st à, n, ,
. . n8Fl àmFnr ô
dF
cèn
- n
por J
r Fpr o, l çJô
O nifuogênio liquido. eÍì virtude de suas
,
dr J,
ê' È. . ,
o, , nF. c, s t â
. ",
ndnuspddu
à. l Pquaí 1 , m- nl c. poi !
! . q: , , ás
n, , I ' r \ ì r t à-
das poderâo
soÍfer acidentes e ser vitinìás de
"\ t '
o"o- . . | , àsr r -
, r md pFsçoJ I ê, Jvi szJJ
l r J r sÈ, r 1. n, o. ì ' r n d à
au- nt e
dc \ - r v.
un. pôr , ; o
dè ni l . osnr . l i qJi ,
,
numd
gè' r ,
J pl dr l i ,
r . c, h- do. ' o r ' ^
ô
r i l r ^3ê r i u
líquido le.de a entrar em equilibrio térmìco
. nm
o r n ì r i êr l " n udà' , , e. . r Jd^
í si . , ,
l r dnsl onnJr d, - : - . m l 1
gi i . .
A r " r dFr
.
J
dFs{-
d; s
;
. ". \ ! r nJi
t r udpndo 1r o\ o.
, r
umaexplosão.
L o nitrogêDio râpi.lãÍnente se transforma
eh gás,
cujapressão (p)
nrm ambiente de
vôl ume i r Ái r i i \ . 1ó di r , t dm- nt F pr opor
cional à temperaturâ absohta (7)i
I L i p. es. ! u
r n. "f i
".
. mpêr d
ur d r i , 1r . {
dF, \ ê g; r
sào r Pi pê. t vJnêr t F 2, ì n:
-
nosleras e 78,0 Ki
III. ã garrafa
utiÌizadâ
!()de
süportar uma
p. pcsdu
máxi r J dF 4
nn
àt r , , u: t Fr ns
p
u
vol u n- d- çod í dr i Í . r : . r ár r â' - , l uF d
explosão ocorra.
Di ! nr F dêsr ò. , ul sr d"r J\ o
aup a l eì r t i Fr àr . l i n. . p
. ' r o
Ês
ì i t r ôg. i ^)
que
a
garrâÌa
süpo.tã sem erpÌodiÌé:
â) 273 K
b) 156 K
c) 234 K
o
t28 K
L. 4
' l f PBr
r r na
dF. e. mi nd, t a
' pr esêr i l .
I eI hLmd pr o! '
pdn,
- , r , l ; r - ì
i
t êmper at ur a
ambì ent e ( 20' c) . Ent Í et â. t o
qLãndo. uJ
l FmnFr r ' ur à soh" r md r eduçi o
de 200 K, elaexibe odtÍãoÌdinário fenômeno
. l d
supê' , undur i \ i dJdê.
l r
'
gr nui í - l sr
r .
essa redüção é de:
a) 23
b) 73
c) 200
o53
e) 453
t
;
a
&
s
. 28
Os FUNDÂMÈNros oa FisrcÁ
Realizc aexpenên.iÀ.onÌ $' pe..is-o de seu
pÍolèssot
A sensâção tórmica
Encha três blcia\ com água eú tempcraluras dìÌe
Ê n\ : . pi r , . r , r f um LU í r n1. . sr n. ' .
"udr
lemleraÌura dmbiente e x teÍ.eú. com áeuaquente
(cuìdr
do.
lois
locê deleii colocar a nìão dcntrodela).
IniciaÌmente,
lonhr
.mbas as mãos dentÍo dr bacla
.
Houve diiì.cnça na rensaçio réflica quc você leve eú
cidà úm. das mios, ciì coÌtâLo conì esa á8ual
En seguida, coìoquc a ìÌtu dneilâ na ãeua
Sclada
e â
ìnlio esqoerda M ígua
qucnte, maÌÌendo as mcteuìhâdâs
por cerca dc mcio nìinuto. Findo esse irÍcNalo de temPo,
retire as e voltc ü coìocaLì$ ao Íìesúo Ìeml o dent.o
' la
E
Ê
@
!
.
A sensação que vocôtclc lìirnesÌÌa ms duls mãos/
.
DescÍeva a sens!ção cm cada uúâ de suas nãos !o
me.grlhá las na á8ua à tünpcratrÌÍa afrbienÌe.
.
Expìique por que ! scnsação ié' mica não é um bonì
crìrérìo pâia av.llaf atcnrpcr' úúa.ìe urì sisteina.
A HISTORIA DO TERMÔMETRO E DAS ESCALAS TERMOMÉTRICAS
Pníe.e teÌ sklo o famoso médico grego CALINO, em ] 70 d.C., o primeìro n Lef a déiâ de
utilizãÍ um. escala de tempcrat!rns, tomândo como base , ebulição da água e a Íusio do gelo.
Em suàs notas médicas, clc su8erjn/ em lorno desas terÌperatLrf<r\i qlatro "graus cle calof" aciÌÍà
e quaÍo
"8rars de frio' âbalxo. EnÍetanlo, suas observà!ões Ììio são sut.ientenìenLe cLâras e
pÍe.isas pêra dizemo, quc ele tenhi crià.lo !ÌÌa cscala de temperntuÍas.
Os pÍ i meÌ f os equi pame. l os par a avâl j àr Lemper at ur ns er àÌ Ì apàf cl hos
si mpLes . hâmàdos t er moscóp os. AdÌ Ì i t c se que GALI LEU
( l 564
I 6. 12) ,
em I 610, t enha concebi do um dos pÌ i m- pi f os l ef moscópi os, uÌ i l ì zando
t
;l
e!
vinho na sua constÍução. Nn verdãdc, csses apate hos t
subÍâi.la icrmométÍiciì, po s é suã expiìnsão o! coftÌaçào q!c taz
movi ment ar a col una l í qui d3, cor ì o vi mos. o. nal i sar o t er nr oscópì o
de Ga i l eu. Os t er nr oscópÌ os sào ap. r eLhos sem gr andc pr cci são,
servindo nìais par. vefiÍìcâr sc a tcmp-"fâ1!rà sublu ou dcsccu, ou
p.ra compaÍaÌ corpos mals Í os ou nìâis qlenles.
A coníntrção de q!c à áBuà ! o ilcool dilaÌam se em laixas de
t emper at ur r comuns nà vi dà
( oLl di r na
posi bl l i t ou r const Í ! ção
de àpaÌ el hos nì r i s apê' i cl çoados. Ém 6. +1, ogr ào dl quedr Í oscr na,
FERDINANDO I
,
.onstru ! o prinìeiÍo teÌmômctrc seÌado, que us.rva
: t
;t
- R
F-
J
",.
líqu do cm vcz de ar.omo s!bÍâncir termomóirica. Ncsse ternìônìetr'o
l so! seál . oo denl ' o de unì Ì cci pi ent edel i dÍ oeÍ or am nr aÍ ci dos, em um
lubo, 50 gÌaus. EnÍet.nlo, conro não fol espe(ificado urÌ poÌìto iiÌo como
. . . "d
, , nr ' ". o. . . , r r , 1- r '
- "
capl Ì ul o 2' Á MEDr DÁ DÂÌ EM*r ÀÌ uRÁ- Ì RMoúúRÀ
29.
ilr'
A prime ra escala teÍmométrlca co.fiáv!l é aÌribuída aocientlsta lnglês
ROBERT HOOKE
( 1635- 1703) ,
que, em 1664, i deal i zou- a usando em seü
termômeÌro ág!ã com i nla verme ha em vez de álcool. Ne$a escã a, o
"zero"
era o ponto de congelamento da
jgua
e cada grau coüespondia a
um ãument odc2 mi l ési mos no vo umedo l í quì do dot er mômel r o. Aescal a
de Hooke foi usadâ pela RealSociedade ingÌesa ató 1709, e com ela r. íez
o prÌmeiro regisÍo meteoro ógico de que se tem notíclâ.
O ãÍ r ônomo di namar quês OLAF ROEMER
( 1644' 1710)
cr i ou, em 1702, a pr l mei Í a escal ã
com dois pontos fixos: adotou o
//zero'l
paÍa
uma mìslLrrã dê gelo e água
(ou
de gelo e
c or et o de àmôni à/ seg! . do al guns) e o
valo' 60 paía água fervcnte. com essa
esca a, Roemêr ÍegiÍrou a temperatura
d iáriã de Copenhag!e duÌante os a nos de
I 208 e 1709.
Após uÍnã vGjta a Roemer, em 1708,
o l Gi co a emão DANI EL GABRI EL
FAHRENHEI T
( l 686- l 716)
começou a
consl . ui r seus pr ópí i os t er mômet . os e,
t
EJ
em l 7l 4l pâsso! ã usar o mer cúr i o como
subsl âncÌ a t eí momét . i ca. A escal a que l eva
seu nonìe foi criada em 172.1, adolando conìo
"zer o' / unì â mi st uÍ â desal de amônl a, gel o eágua e
^
ol âf Roemer
o valor 96 para a temperatura do corpo humano. Após
algum tempo, lez .justes em sua cscala, atÌibuindo os vaiofes 32 e 212l
respectivamenÌe, para os pontos de congelam!nto e eb! ição da ág!ã.
Coot cmpor âneo de FahÍ enhej t , o Í í si co e bi ó ogo f Ì ancês RENÉ-
ANTOINE DE RÉAUMUR(1683 I757)criou uma escala pan os termômeÍos
de á cool que conrtruía. CoÍìr o valor zero para o ponto do gelo e 80 para
o ponto de cbulição da ãguà/ essa escala hoje só rem valor hislórÌc.ì
Em I 742, o ast r ônomo e t í sÌ co succo
ANDERS CELSI US
( 1701
1744) apr esent ou à
Rea Sociedade sueca sua escala, que ado
B
c
l
a
E
g
&
I
F
_*
"..;#
tava
/'zerol/
paÍa o ponto de ebulição da
á8ua e 100 paÍa seu ponto de congela
mento. Foi o biólogo sueco cARLOS
LI NEU
( l 707
1778) q! em, em I 745,
pÌ opôs a Ì nver são dos val of es. es,
t abel ecendo a esca a dei l ni t i va
l:,;]
usadã àté hoje zero pârâ o pon
to
':ie
gelo e 100 para o ponto dc
!bul i ção dâ água. A subst i l ui ção
do nome dâ ! ni dade
( de
gí a!
cent í gr ado paÌ a gr au c!l sl us) e a
adoção do nome da escala
(escala
Ce sl ut ocoí r eu apenas em 1948
A escêla cientííica adolada hoje é
a!scal aabsol ut a, cr i àda em 1848 pel o
f i si co i ngl ês conheci do como LoRDE
KELVI N
( 1824
1907) . A l nÌ dade dê medi -
da dessa !scala, o kelvjn
(K),
é a unidade de
temperatura termodinâm ca no Sl.
^
Anders cêlsius
(9ravu
ra
de 1735, colodzãdã
digitalmênte).
çonsuÌte a Litrha do tenpo, nas
pnneins páginas
deste rolme, onde são
a$inãÌadôs os
!!Ínci!ú
acontecinentos
hiúóncôs que
ocoreran ra época en
que
viveÌam CeÌsius, Iahrenheii e Roêmer
(de 1664 a 1744), aÌén de pesonagetu
inpoÌtaítes, em vários ramos de ativi
dade, quê viverm ne$e mesno peíodo.
lentre eÌes, saÌientanosl
.
GeoÌSe W*hington (1732 1799)
Pdneüo presidente dos nshdos Uni-
dos, é coroiderado o rai da ?átda p!los
noÌte-ameÌicanos. PaÌtici!ou ativa-
mente da GueÍa da Ìnd!lendência dos
EUA,
que
cuÌmiro! con o reconheci-
n!nto do novo pais en 1783.
.
Johanes VêÌmêêÍ (1632-1675)
liniôi hoÌandês, é cosiderado o s,-
gundo nome da ldade de ouÌo da
piniuÌa
holandesa, atrás alenas de
RenhÌandt. Sìra ohÌa nais conhecida,
Maça côn binco de
përc\a,
coasjdeú-
da a Monaiia hoÌand!sa, deü oÌiqen
ao fiÌme inglês homônino d! 2003,
dirisido
lor
Pêt!r Webber e est.eÌado
por
Scanett Johd$on.
.
Gimbattista Tiè?ob
(169ó-1770)
PintoÌ veneziano. é coroiderado un
dos
grandes
neúres da piniuÌa itaüa
na. CoÌn $tiÌo gÌandioso, criou cená
rios que
wocam uma dinemão t!rê
na voÌtada
para
o infinito e a ficção.
convidado p!Ìo
Ìei da Espuha CãÌÌos
ÍII, eÌahoroü vá.ias pintuÌas paÌa
o la-
Ìácio ReaÌ de Àranj!êz, vindo a falec{
en Madri, onde foi enteíado.
.
Geoqe rri!dÌich [aendel (169í1759)
Conlositor baÍoco aÌ!Ìnão. 5u4 ohÌas
incÌuen 32 oratóÍios, 40 ó!eÌas, 110
cetattr, 20 conceÍtos, 39 sonatas,
tusas, sútes, obras sacras
pãra
mis-
sas e obËs oÌquestrajr. Xntre as nais
conhecidas, stão A t'Ie*ías e Judds
.
nnanu!Ì Xant (1724-1804)
IiÌósofo prusiao,
é considerado o úÌ
tino grande
fiÌósofo da !!a mod*na,
un dos Ìnais influentes pensadores do
ÌÌunúúno. Teve günde impacto no
.
Thomtr sobbes (1588-1679)
Teórico poütico
e fiLósofo ingÌês. Em
sua ohÌa nais inpoltante, Lelidfô, ex-
põe
sels pontos
de vbta sobiê a natu-
Éa hunana e sobie a n!cessidade dê
goveÌnos
ê socledades. segundo eÌe,
cada homem ien diieito a tudo e
por
ilso ná un constarte conflito de to-
dos contra todos. laÌa evitar qú!
essa
"güeÍa
se condettze, 4 so.iedades
estaheÌecem um contÌato sociãI.
. t o
Os FUNDÁMrNÌos DÁ FG.Á
-
;
I t . l nt rodução
Após o estudo da tempeEtura e de sua medida, feito no capítulo antefior,
pâssaremos agora a con-
si derar um dos ef ei t os da t empef at ura: a di l at ação.
Ceral ment e,
qLrãndo
a t empef at ura de um corpo aument a, suas di mensões t âmbém aument am.
A esse f enômeno dá-se o nome de di l at ação t érmi ca.
Quando
di mi nuem as di mensões do corpo, em
virtude da dimìnuìção da temperatuÍa, temos a contração téÍmicâ.
Adilataçãode urn corpo pelo aumento de temperatura éconseqüência do aumento da agitaçãodas particu-
las constltuintes do corpo-seiam elas átomos, molécu as ou íons, de acordo com o materiâ|, As colìsões enÍe
essas partículas tornâm-se mais violentas após o aquecimento, o que causa uma sePamção rÍìaiorentÍe elas
lmaginemos uma expeÍiência simples
paía evÌdenciar esse fato. Um
terrnômetÍo de Ínercúrio é colocado no interioÍ de um líquido. Se sub-
meterrÍìos o líquido à chama de Lrm bìco de gás (figura 1), o termômetro
Ìndìcafá um aumento da temperâtura- Essa ìndicação se faz da seguinte
manei ra: as mol écul as do l í qui do recebem cal or da chama, aument ando
sua energia cÌnética; essas moléculas golpeiam ovidro do bulbo dotermô
metro com maìorfreqúêncÍa e ma is violentãmente; as partículas do vidro
passam a vi braÍ mai s i nt ensament ee t ransmi t em essa energi a devi bração
às paÍtículas do mercúrio, tanrbéÍn por Íneìo de colisões; a energìa ciné-
tica das partícu as do mercúrio aurnenta e, com isso, a dÌstânciâ médiã
entrc elas aumentai desse modo, â coluna de mercúrio se dilata.
Figurâ 1. Em divelsos ÌnetÍu mentos de mediçáo,
ofênômeno da dilâtaçãotérmi<a é utilizado como
meio
para
obtenção de med idas de tempeËtura,
como ocoÍe no termômetro de mêrcúrio.
1 . TNTRoDUG4o
2. DÌLÂÌÀÇÃo LIN'IAR Dos sóLDos
3. cúFÌcos DA DILÁTAçÃo LÌNEÂR
4. ÌÁTAÇÂo supERrIcIÀL Dos sóLÌDos
5. üLÀTAÇÃo voLUMÍTRÌcÀ Dos sôLtDos
6. DÌLÀTAqÁo TÉRMrca Dos LiQútDos
nos sólidos e nos líauidot. aumento em suas dimensões.
Pof kso, quando 05trilhos de uma ferovia são a$entados,
tão deixados espaços que pêrmitam sua variaEão
de comprimento, .omo se moÍfa na foto. As ìeis pelas
quãk se reladonam as variações das dimensõet com
as variações de temperaturã são estudadas neste.apitulo.
I O aumento dê têmperatura gefalmente acareta,
CÁPi ÌUtO
] '
DtrÁÌAçÀÔTÊRM
' A
DE 5ÓUDO5 t Li AÚ DOS
3r .
A dilatação térmica é sempíe volumétrica (figura
2c), pois
as moléculas afastam-se úmas das ou-
trâs em qualqueÍ direção que se considere. Se analisarmos a dilatação em uma só direção (variação do
compíimento de uma baÍÍa/ variação do diâmetrc de uma esfera, vaÍiação de uma aresta de um cubo),
esÌaremos estudando a dilatâção linear(figuÍa 2a). Ao analisar a dìlatação de duas das dimensões
(varia-
ção
da área de uma placa, varìação da área da face de um cubo, variação da área de secção transversal
de uma baría), estâremos estudando a dilatação superfìcial
(figura
2b).
b)
Ftgura 2. a) Dilatâção lineai b) Dilatação supêúcial.c) DilâtâçãovolumétÍcâ.
Então,
ÉoÍ
conveniência didática, farcmos o estudo da dilatação dos sólidos da seguinte maneira:
.
dilatação linear- aumento de uma das dimensões do corpo, como no caso do compdmento de uma
barÍa (Ílguta 2a);
.
dilatação supeíicial aumento da área de uma superÍícìe, como a de uma placa (figuÍa
2b);
.
dilatação volumétrica aumento do volume do corpo
(Íigura
2c).
No caso dos líquidos, por não terem forma píópria e estarem contidos em recipientes sólìdos, cos-
tumamos estudar apenas sua dilatação volumétrica.
' ,
:@
z. Di l atação l i near dos sól i dos
Quando
aument amos de 10' C a t emperat ura de uma barra def erro com l OO cm de compri ment o,
!ssa dimensão aumenta de 0,012 cm (figura
3a). Submetida ao mesmo aquecimento,
feÍro com o dobro do compdmento (200 cm) tem sua dimensão aumentada de 0,024 cm, ou seia, sofre
uma dilatação igual ao dobro da anterior (figura
3b).
a)
b)
c)
a)
f
FiguÍâ 3. InAuência do comprimento in iciãl na dilataçáo.
Para uma barra com outro comprimento inicial, a mesma elevaçào de temperatura acar:retará uma
outra dilatação, proporcional
ao comprimento inicial dessa barra.
Vol t ando ao exempl o da barm de Í eÍ ro, de compri ment o ì ni ci âl
6
=
l 0O cm, a el evação de l 0' C
na temperatura produz uma dilatação de 0,012 cm (figura 4a). Uma elevação de tempeÍatura duas vezes
maìor (20'C) faz oaomprimento da barra âúmentar de 0,024 cm, isto é, acarreta uma dilatação ìqual
ao dobro da anteíior (figura
4b).
a)
b)
.32
Figurâ 4.Infìuên.iâ dâ va.iação detemperatura nâ dilatação.
Or FUNDAMENÌo5 DA FEra
AvaÍiação de comprìmento
^l
de umâ baÍÍa que sofre aquecimento é diretamente proporcìonai
à variação de temperatura
^e.
Repetindo as experiênciãs com baÍras de materiaìs dÌferentes, observãmos o mesmo compoÍtamen
to, mas a diÌatação é especÍfica
para cada caso.
A vaÍ i açào de compnmenLo
^l
de uma barra que sof re aqueci ment o depende do mat eri al que
Tendo em vi st a que â di l at ação
^a
de uma banà e di Í el ament e pÍ opoÍ ci onal ao compri ment o i ni ci al
lo e à variação de temperatura
^e,
temosl
Nessa fórmula, c( é uma constante de proporcionalìdad! denominada coeíiciente de dilâtação linear,
característico de cada mateÍial. Essa fórmula expressa, algebricãment!, a lei da dilatação linear.
Tomemos novament e o
pri meì ro exempl o apÍ esent ado, O comprì ment o i ni ci al é Lo
:
100 cm, a
var i açãodet emper at ur aé^0: 10' Ceadi l at ação( var ì açãodecompr i ment o) é^t =0, 012cm.
O coeficiente de dìlatação lìnear será dado
por:
0, 012 cm
4. ^e
100 cm
.
10' C
+ (Ì=
0,000012
iL
O valoÍ encontrado é o coeficiente de dìlatação lìnear do ferro e tem o sequinte siqnificado:
Assi m,
paÍ a
o f ero,
podemos
escrever: ü
:
0, 000012' C ou s
:
12
.
10
6' C
A unidade do co!ficìente de dilatação é o inveÍso do
grau
Celsius, chamado grau Celsiu5 re<íproco,
Na fóÍmula
^l
=
o. lo
.
^e,
observe que, paÍa o mesmo lo e o mesmo À0, sofre maior dilatação
^l
o
material de maìor coeficiente de dilatação
(l.
Os metais estão entre as substâncias que mais se dilatam,
isto é,
que
apresentam maioÍ coeÍiciente de dìlatâção. Outros materiais, como o vidro pirex, apresentam
pequeno
coeficiente de dilatação e, portanto, dilatação reduzìda.
PaÍa compaÍação, apresentãmos âÌguns coeÍìcÌentes de dilatação linear:
Mai or
dilatação
Chumbo:
Zi i co:
Al umí ni o:
Prata:
Ouro:
27. 106"C'
26
.
t 0
"' c
22
'
10 "' C
19 10
"' C
1s. 10
ô' c
Concretoì
Crãnì t or
VÌdro pÍex:
Porcelana:
12. 10
"c
9. r 0' "c
8. r 0' "c
3, 2. 10
"' C '
3. 10
"' C'
MenoÍ
di l at ação
O coefìciente de dìlatação linear, como foi deÍìnido, corresponde a um varlor médio entre â tem-
peratura iniciãl e a temperatura final. É possÍvel definií um coefrcrente
"
=
;;
parã dâda tempeÍa-
t ur apel ol Lmi l eqaexpr essào,
- j l quancl ooi nt er vãl odet emper at uÍ a^et end!azer o. Cont udo, não
'
/ ^
. ^0
sendo mui t o gãnde a varì açã; de t emperat ura, o vãl oÍ médi o do coef i ci ent e de di l at ãção prat rcament e
coincide com o coeficiente em dada tempeÍatura.
Outra fórmula para a dilãtação linear é obtida substituindo-se Àt por (l to), sendo I o coÍnpri-
ment o f i nal ,
t Lo aLoAe- / i , . ? Lo' ^er t
=
4. ( ' l
+ ú. ^0)
CaplÌulo
3
.
DurÁçÀoTÉRMcaorSórDosr Llau Dos
t 3.
: *;
ëa
Ëõ
! :
2.1. Di l atação rêl ati vâ
Chama se di l at ação rel at i va de um corpo ã rel ação ent re o val or da di l at ação que esi e coÍ po
sof re e o val or i nì ci al de suas di mensões. Essa rel ação pode
ser dada porcent ual ment e, o que é bas-
t ant e comum,
Assim, quando dizemos que o comprimento de uma barra aumentou de 0,5olo, ìsso significa que a
rclação entre sua dilatação
^l
e seu volume inicial ao vâìe:
!l
-
o.sq"
-
-os o.oos
6
100
Com base na fórmula que exprcssa a lei da dilatação,
podeÍíamos
tãmbém escrever, nesse caso:
c. ^e
o' 5
o. oo5
l ü)
Observe que, conhecìda a dilatação relatìva e a varìação de temperatuÍa, podemos obteÍ o coefi
ciente de dilatação do material que constitui a barra.
Í
;
No gÍáfico:
t gq
=
(função do primeko grau)
(f unção
l i near)
Figur. 5. Gráfi<o da função
Firura 6. GÉfico da função
Seu qí áf i co e o da f i guÍ a 6, no qual :
t or : 4
=
- 0
':
.,i'
,'' ''
@ 3. Gráficos da dilatação linear
val endo a f órmul a I
=
l . r (1 + ü.
^e).
Como
^0
:
(! eJ, êmos:
l =l o. [ 1 +cr . ( e !J]
se 0o
:
0 'c,
vem'
Vamos i magi nar uma experi ênci a na qual uma barra de compri ment o i ni ci al Lo é submet i da, a part i Í
de 0' C, a t empemt uí as sucessi vãment e mãi ores, como, porexempl o,
5' C, 10' C, 15 "C, 20' C, . , , 50' C.
Se anotarmos o comprimento I da bara paía cada temperatura e lançarmos no gráfico I x 0, obtere-
mos uma curua qúe/ pãrâ um inteNalo peqLreno de temperatura/ pode serconsiderada uma reta (fìgum 5),
:
s
.
6
(co!Íiciente
angular da reta)
De
^t
-
ú.
6
(0 - 0J, se 0o
=
0' C, vem'
. A
a
-
la
(coeficiente
angular da reta)
Os FUNDAMENÌo5 DA Frrc^
A lâmina bimetálica
A âm nê bi met á i ca é um d spost i vo const i t uí do
por
duas t i ms
j usÌ a-
posÌas e bem âderidas, Íe tas de meÌais com diíerentes coeíic entes de
d l aÌ ação
l f l gura
a). Ao seÍ em aquec das, as Ì i És se di at arn provocando
o encurvament o da l âml na
paÍ ê
o ado da t l ra de f i ì enor coef i ci ent e de
di êt aÇáo l f l gura
bl .
Uma apl l cação
prét l ca conì um da âm na bl meÌ á i câ é o seu uso no chê
rì âdopscapsca Así ot os segu nt es i ust ra| rì uf Ì ì â rnont agem smpl esenr
q!e
Lrma lâmlna birnetá ca Íunclona como inteÍrup1or de um c rcuto, igan-
do-o e desligândo o contlnuamente ParÌ ndo da situaÇão eÍn
que
a âmpada
está acesa
(íoto
l), a corrente e étÍlca, ao
passar pe a Iâm nâ, deÌerÌÌlna o
aqueclmento desta Corn sso, a lámlna se encLJrva, abr ndo o c rcu to
(foto
2) l nt errompl da a cof f ent e, â l âmi na esf rê, vol a à
posção ni caL, Í echa
o clrcuito e novamente â lâ|Íìpada se êcende lloto
3) A lánìina vo ta ê se
aquecer
pela passagerì da coÍTen1e, encuTva-se e âbre o crrc! to, Íepe
a
situâção niciâ
i qr >aj )
Fi gurâ â
l '
- - '
B
stunlioapósaquèclnìeito
(Á0
> 0)
Figurâ b
Ë
R.9 Umâ bârra apresenta a Ì0 'C comprinento de 90 m, sendo reita de um material cujo coeficiente de diìâtâção
linear médìovale 19 Ì0
rì'c 1.
Àbarraé aqüecidaaté 20 c. Detennüre:
a) a dilatação ôcorrìdÀi
b) a dilatação relãtiva. dprcssa em
porcentageni
c) o conpÍinênto nnâì da bara.
a) Pel al ei dâdj Ì at ação Ì i near
( l r :
o ai . ^!) . sendo dados o: Ì 9 Ì 0
' ' C ' ,
l i : 90 m: 9. 000 cm e
^e
=
20'C 10 'C
:
10
'C, fesultâ:
{. : 19. 10' 9. ooo t o +
^r :
Ì 71. 10
b) Adiìatação reìativa é dadapor:
c) O comprìmento nüì, vaìel
L
=
In,+
^L
1,
=
9.000
+ 1,71 =
ar:i--rr'|]01.?1.ô
Respost ãa: a) 1. 71cmi b) 1, 9%i c) 9. 001, 71cm
CaprÍúLol
.
D uÌa.Ào ÌÉRMra DE Sor Dos È LlaurDos
35'
iEfÊ
Duas ba..as ,a e B de materiais diÍerentes apresentam, a 0
"C,
comprimentos respecuvamente ìsuais a 7b,0 cm
e 75,3 cm.Áque tempeÍâtüra deven ser aquecidas
pa.aqueseus
cohprimenros se romem iguais? Os coeficien-
tes de dilatãção lineâr dos materiais de,4 e B valem, .espectivamenre,
5,4. 10
5
"C
'
e 2,4. l0
I .C
'
Soluçáo:
Pedese a Ìemperatufa em que Ij
:
,,. Mãs:
4
=
4i
(1 + q
.
40) e L,
=
lar
.
(1 + ds
.
^0)
Logo: ZL,À. (1 + úì
.^0) =
I," (1 + o,
^0)
Ì i
o, : 2, 4 10
; ' c
'
São dados: ,
i
:
75, 0 cmi
4s: 75, 3cmt
^!=!
0
=
0i c!
=
5, 4. 10
5' C
Subst i t ui ndo esses vaì or es: 75, 0 ( 1+5, 4 10s0) =75, 3. ( 1 + 2, 4. t 0
5
O)
75, 0 + 405. 10
sO
=
75, 3 + 180, 72. 10
' O
. e 224. 28. 10
5
0: 0, 3 + 0=
Respostâ:
-
133,76'C
ffF
O
sráÍico
mosÌra como vãriã o comprimento de ümã bârrâ
metálica em tunção da temperatura.
â) Dete.nine o coeficìente de dilaiãção ìinear nédio do netal no
intervãlo de teúpe.atura considerado.
b) Considerddo que
o
gráfrco
coniìnue com as mesmas carac-
terísticas parâ
I
> 40 "C, deternineo conprimento da barra
a70' c.
Soluçáo:
r. =r0 (1 + d. ao) ì r.
=
8, 02.
O
+ 1, 25. 10
. .
zol =
Fl sj ] e. ; ]
ffi
.36
a) Do
gránco,
obtenos G vaÌores:
Lr = I , 02. út AL
:
L - L\ t
:
8, 06 m - 8, 02 m
:
0, 04 m;
^0
=
40' C 0"C=40' C
O. oei c' enr êdêdi l âl ãcdol i near mÁdi unor nÌ er vdl odÊl Êmpqdt ur dconsi düJdôêdãdopor :
o
=
( l =
1, 25 10
""C '
^0: 0
!o: 70. c 0. c: 70. c
Ocomprineúto final da barÌa será dado por:
zu,za. ro.L '
ao-
tilJce
4,
^o
Í
AL
i
Substituindo os valoÍes:
0.04
8,02
.
40
b) Pâraatemperâtürã 0
=
70'C:
ResÌoÊlâÉ: ã)
=
1,25. 10 'C 't b) 8,09 cm
Na figura, a
platalornã
P é horizontal por
estâí apoiâda nâs bar-
.ãs Á eAde coencientes de dilataçâo iguals, .àspectivaúente, a
crr e
(l,,
Determine a relaçào entre os comprimentos iniciais l,r e
,, das barrõ, a frm de que a plãtalorma P perúãneça horizontal
em
qualquer
temperatura.
SoÌuçio:
Pa"â â
pi l ãÍ ur nd
P
per manF. êr
hor i zonr al . quãl quFr quê r êj d
ã veiãçãô de têmperatura Á0, as duas barrõ devem solrer ã
mesmã dilâtâção
^l,.
conloÌme mostra a ngura:
Mr =Ât a
Mas: Âl,r
=
dr
.Ij .
^0
e
^I,
=
ir,. r, Ae
Port âôt or 0r. Lj . ^O
:
oÁ. r, o, =
[ t =
t r ,
nop""tu, 1
94.
i,roa. o".o.p"rentos i.ic,ã,s dâs bar-
. LB
Es devem estãÍ nê râzão inversados coeficìentes de dilataçâô
Os FuNoÁMrNÌos DÁ Fk.Á
*xgïíüffi8
'".Ug I
Uma bara de ouÍo tem ê 0 C
^
Lomprimentode i00cm. Determine o.omprimento da bârra
quãndo suâ t!m
perarurà passa
a ser 50 c o côêfrcjênte de dilatâção ìineaÌ médio do ou.o
para
o inteNaìo de temperãtura
considerâdovale 15. 10 "C .
i$,;!ljii aom o auiìio de ufta badâ de ferro querse determinar a temperatura de ún Iorno. Paratâ|, à bãrà, inicl;l
mente a 20 "C,
é introduzida no forno. Veriflca-se
que,
após o equilibrio térmico, o alongmento da bara é
um centésimo do comprimento inicial. Sendo 12
.
l0
i
C o coeficiente de dilatação lineü medio do ferrc,
determine â temperaturâ do iomo.
Duas baüâs, unâ de colr-e e outra de_lg!Ão, têm o mesmo comprimento d l0
oC
e, â I10 C. os-seus com-
pdmentos
dilereú el1 mm. Os coencientes de dilâtação linear são: parâ o cobrè
:
16 10
6
"C lì
para
o latáo
=
20. l0
"'C '.
Determine o comDdmento, a Ì0 'C, de cada bârâ.
!:#-.,U#i
OFBA)
Duãs lâninas, umã de aço e outra de bfonze, têm comprimentos de 20 cm a uma temperatura de Ì5 'C.
Sabendo
que os coencientes de diÌatação lineâr vâlem, respectivamente! 12.10
6"C Ì
e 18.10
6'C Ì,
câlcüle
â diferençâ de comprimento
quando
âs Eminâs atingem uma temperatura de 5
'C.
t
-
,.È:Àii,:
Ë l:Pil7':l
0
ë
.:iìriiii'i
Nâfigufaestá representado o gráfico do compíimentoZ de duâs barrâs,
á e a, eÒ lünção dã temperatura. Sejam respectivamente ür e or os
coeficientes de dilatação ììnear do materialdas bârras Á e B. Determine:
a) ôs vâìores dos coencientes ür e ix,l
b) ãtemperatura em
que
a dilefençã entre os conprimenlos das dua beÍãs
Nanguradada, a
plêtaroÍna P é horizontal porestar apoiadâ nas coìunâs
Á
(de
aìuminio) e B (de fe.rc). O desniveÌ entre os apoios é de 30 cm.
CaÌcule
quais
devem ser os comprimentos das barÍas a 0 "C para que
a
plataio.fta P permâneça horizontal em
qualque. tempe.atura. Sáo
dados os coe6cientes de dilatação ìinear do alumítio
(2,4
10
s
"C
Ì)
e do l er r o
( 1, 2. l 0
"' C ' ) .
(UFRJ)
Duâs bârras metáÌicâs sáo tais
que
a difereúça entre seus comprimentos, em
qualquer
tempeÍaturã,
é i guâl â3 cm. Sendo os coenci ent es de di l at ação l i neú médi os 15 10
6"Cr e20. 10 6
"C
ì ,
det e, mi ne os
conpriúentos das bãrrâs a0
"C.
dia-a-dia
Ouando ocorre um impedinrento à ivre diataÇão ou contÍação de um coÍpo, suígem foÍças nternas
de tensão
que podem levá-lo a se fompeÍ ou ê se deïotmar. Por sso, há muitâs situêções do cotid ano em
que
a di l at açáo {ou a aonl raçáo) t él mi câ é "f êc l Ì adê"
paÉ
ev t aÍ
pÍ ob
ernâs desse t
po.
Nas f eÍ rovl as, as baÍ as de t ri l ho devem ser assent adas com um
espaço entre e as,
paÍa pe|m t Í a ivÍe d latêção
quando
a tempeÍatuÍa
vara. Se i sso não f osse Í e t o, os t ri hos
poderi am
se enÌ oÍ t ar, devdo à
t ensão a
que
f l carl am submet dos
E-r
po, ì i es. . ddLÌ os e ordr dêc. onc -Lroes. en_oregè' Í
cF
âc
chamadas
i unt as
de di l at ação
(Í ot o
1). E as ev t am
que var aÇôes dês
d mensões devi das a mudanÇas de t empeí êt ura venham a danf car ê
estrutuÍa do concÍeto. Às vezes, a
junta
de diataçáo cons ste ern role
Ìes sobre os
quals
a esÌÍutura
pode des izêr, compensando os eíeitos
da di at açáo.
r00 0
fc)
Capiruol
.
D uÌaçÀo ÌtRMrÁ DE 5óLoos E Lrqu Dos
t 7.
Nos ca
çamentos,
separam-se as
p
âcas de c Tr]ento
por
ripês de madeira ou varas de
plást
co
líoto
2),
que
"absoí vern' event uai s
d at aÇoes das
pacas, mped ndo que
e as se Í achem
Os Íios insta ados entre os
postes
nas ruas, ou entre as Ìorres dâs nhas de alla tensáo não sáo esÌi
cados Essepf ocedl rnent ovi saaevt arque, no nvemo, com a
queda
de t empeÉt ura, a cont raÇáo
possa
est caressesÍ i osaponÌ odeel esseromperem Epossí ve observaf ai nda que, nos d ês
quent es
de verão,
os lios entre os
postes
coslumaTf se apTesentar ma s curvos, ern vlftude da d latêção.
Em canê l zaÇÕes l ongas
(Í ot o
3), co ocam se, de t Í echos em t rechos, t ubos l oÍ mando curvas
(
cot ove
os"), para poss
bi t êr
que
ocoí a d l at acão ou cont raÇão t éÍ m ca sem que
hâj ê danos
@ +. Oi l "t"ção superfi ci al dos sól i dos
Consi dere a pl aca ret angul ar da Í i gura 7, que apresent a na t emperat ura
i nÌ ci al 0o área Áo
=
xo
. yo,
s!ndo xo e
/ o
suas di mensões l Ì neares. Nã t empe
rat ura Í ì nal 0, a área é, 4
=
x. )/ , ern que x e y são suas di mensões l Ì neaÍ es
ne55a t emperat uÉ.
Apl i cando a l ei dã di l at ação l i near a cadâ uma das di mensões, vem:
x: xo ( 1 +( r
^e)
y: yo ( 1 +( I . ^0)
Mul t i pl i cando membro a membro essâs f órrnul ãs, obt emos:
xy=\ ya. ( +ü LO) ' z
Á
=
Áo' (1 + 2(I
^e
+ ü' z
^e' ?)
Desprezando o termo ü2
.
^e'zpor
ser muito pequeno e fazendo 2n
:
Ê,
E
Á: , 4o. 0 +l l
. ^e)
Fi9urâ 7.O âumento da
tempêratura acarfeta
a umento das dimensóes
Portanto,
de sua áÌea,
do mat eri al de que é f eÌ t a a pl aca, t endo t ambém como unì dãde o grau
Nessa fóÍrnula,
Íi
=
2cr constitui o coeíicìente de dìlatâção superficial
LersLUs recrproco (-L
).
PoÍ e)\ empl o:
Por cel ana:
B
=
ó. 10"' C' Our o:
p: 30. 10ó' Cl
Fef r o:
F=24. 10""C '
Al umí ni o:
p: 44. 106' Cl
A partir da fórmula anterior:
Á: Áo+
p. Á0. ^e =f
, 4 Áo=
p. , 40. ^e
Mas: Á ,40
=
^,4
é a variação de área sofrida pela placa. fusim:
^, 4=p. Á0. ^e
.t8
Portanto:
Os FUNDTM!NÌ osDA Fs. Á
A dilatação superficialM é direiamente proporcìonal à área inicial Á0 e à varìação de temperatura
^0.
Uma plâca
ap.esenia inicialmenre área de 1n'ã 0'C. Ao ser aquecidaaré 50
"C,
suâ áíea aumentade 0,8 cn,.
Determine o coefrciente de dilâiação superiìcial e ìineâr médio do maredal que c.dstitui a
placa.
São dâdos: Á0
=
1 ú?: 101cm: i ^Á: 0, 8 cmr ; ^o: 50' C 0
"C
: 50
' C
Aplicddo alóÍúülada dììatãção supernciaÌ (^,,1:
P
.,40 .
^0),
resultal
l r
=
16. 10
; . c r
Mâs: r l =zd r
"
:
I
=
G=8ì , f ' cl
RespGt âs:
Ê
=
16 10
r "C Ì
e a: 8. 10
"C
I
E
!
j
a
ë
]l-i.$i-ll
U* ai""o a".rr"nfte tem ôrilíciô rÌenrraÌ de diãmetro iguat a I cm. DeteÍúine o aumenro dã área do oriticio
quãndo
a temperâtüra dô discô va.ia de l0
'C para
100
"C.
O coeiciente de dilatação suìrernciaÌ mêdio dâ
eboni r Êp. no i nr êr vdr ô. ons, dêr â. r o. i güàl d Lb l 0 ' c
L.
Quando
o disco é aquecidô, ô orìfício centraì aumenta de diânetÌo, comô se Iosse constituído
peÌomateÌial
do disco. Aáaeãiniciãìdo orifício vale:
4
Í,1
:!!
4
Sendodo: I cm, vem: Áo
=
Í . 0, 25 cmÌ
Avariação de temperãtúÍa é^0
=
Ì00 "C 10
'C
:
90
'C
e o coetìciente de dilatação supericial
ép
=
r , 6. 10
"c ' .
Apìicando a lórmula dâ d'ìãtâção supe.ficiaì(Á,4
:
F
.Áí .
^0),
vem:
. ,-
.
;r
j,,f;.,"
,,1i ,
;
.:,
r,
,",,,,,,,::,,,,,
:;'
/'1Ì...
i:r.gqj
!.._!:..í
l 0
' (:
Respct a: 36Í . 10' cú'
Podemos explicãr o âumeôto do oriÍicio tendo em üsta que. na dilâração, bá âumeDto da distãncia enrre as
mol<uÌas. De lâto, auóentaodo a disiãnciaenireõ molóculas da bordad. oritício, o
perimetro
desre aumenta,
amentândo ãssim o seu diâmetro.
È.tìi Umachapa de chumbo rem área de900 cnl â l0 ' C. DêteÍmine aeêa de suasuperiície a 60 ' C. O.ôeÊciente
de di l ãt âção Ì i near médi o do chumbo ot r e l 0' C e 60' C vaÌ e 27. l 0' C' .
Um ãnel de our^ âprespnta Íeamtema de 5 cm' a-20 "C. Detefmine a dilatãção supericiatdessa áreâ üÍema
quàndooãnel éàqr êci do4ì 20
C. Ent r e20 C e 120' C, ocoeôci ent ede di l at ãção super f r ci al médi odo oüo é
30. 10
'
' c
' .
(FaapSP)
Um pino cilind.ico de aìumínio (P
:
coenciente de diÌataçào supertì.iãr
=
4,0
.
l0
5
"C
Ì)
tem ran)
20,000 mm ã 20 'C- Aque temperatura eÌe deve ser reshiâdo pâra
se ajüstâr exataúente nüm orifÍcio de raio
19,988mm?
(Fuvest-SP)
Considere ümã châpã dê le.fo circular, com um or'Íicio circuld coDcênrrico. Àteópèrâturá nìiciãl
de 30
"C,
o orificio tem um diãmetro de Ì,0 cft. À chaDa é então aquecida a 330
'C.
a)
Quâl
é a variação do diâmetro do Íuro, se o coe6cie.te de dilataçãô lineãr do Íeno é 12
.
10
6 .C r?
b) A vâriação do diâmetro do Iuro d!pende do diânetÍo dâ chapa?
tF4l
,P.t1
riPiàrll
004
cÀPlÌulo
3
.
otraÌÁçÀoÌÊrMcÀDE5ó!Do5È LiaurDos
39.
E s. oi l "tução vol umétri ca dos sól i dos
Na f ì gura I est á Í epÍ esent ado um sól i do homogêneo com f orma de
paral el epí pedo em duas t em-
peraturas, !o e e
> 00. As dimensões lineares desse sólido são xo, yo
e zo na temperatura ìnicial 0o, pas-
sando
para
x,
ye z quândo na t empef at urâ f ì nal 0. Os vol umes i nì ci al e Í i nal val em, respect i vament e,
Vo
=
xayaza e V: xyz.
Figura 8.
Quândo
a temperãtura aumenta, aumentam a5 dimensÕ!s lineares
do sólido e,
portanto,seu volume.
Apl i cando a l !ì da di l at ação l i n!ar a cadâ urna das di mensões, vem:
x
=
xo (1 + cl . . ^e)
y: yo (1 + ct
. ^e)
, , , , 0. ( t 0. ^0)
Multiplicando membro a membro as fórmulas anteriores, obtemos:
xyz: xr yazo, ( +ct . L0) 3
V
=
Vo' ( + 3( r ' ^! + 3cr ' z' ^8' z+ ür ' ^!r )
Os termos
que apresentam ü2 e sr são muìto pequenos e podem ser desprezados. Assim, Íazendo

:
T,
vem:
Y: Yo. ( l +ï . ^e)
Nessa fórmula,
y
=
3s constitui o coeficìente de dÌlatação volumétrica do materìal de que é feì-
to o sólido, sendo medìdo, como os coeficientes anteriores, em grau Celsius recíproco ('C
).
Alguns
Por cel ana:
Ï =
910"C
F!Í r o:
Ï =36
106"C
A part Ì f da f órmul a ant eri or:
V: Va+. t .
yo. ^0
+
y yo=1. y0. Àe
Como
y yo
=
^yé
a variação de volume sofrìda pelo sólido, temos:
ay: y. Vo. À0
A dilatação volumétrica
^yé
diretamente
proporcìonal ao voìum! iniciaì Vo e à vãriação de tem-
peratura
^0.
jìiiií$;
o coenciente de dilalação lnìee mêdio de um sóìi(b honìogêneo é 12,2 Ì0
""c'.UÌncubocìessemateriálLem
voì Ì ì me de 2{) . mr â l 0' C. Det er mi ne:
a) o aumenb devôlunêsolrido
Ì)elo
cubo
quan.i.súa tenÌperãtura se elevãPârâ40'Ci
b) a dilataçao .èlativá .o.respondente, etpressa eú
PorceniagenÌ.
d
,
OuÍ o:
1=
45
'
10
6' C
Al umí ni o:
. / =
66
.
10
6' C
'
ì
.4/o
Os FUNDAMENTo5 oa Fl s.a
â) O coefi.ientede diìataçãô volumétricâ é ôtriplo do coefrciente de dilãtâção Ììneâr:l:30.
Como o: 12, 2 10 "' C ' , vem:
^t =3
12, 2 10
' eï =36, 6
10
i ' c
'
0 volüme iniciaì é
yi:20
cmria variação de temperatuh vaÌe:
AO=0 0, =40 l 0 >
^0: 30' C
Aplirãndo a fórnula dâ d'ìatação v.lúmétrica, obtemos:
ã
15
. .
ã
@
\ l
/
l . . ^u
.
^l
J6. o l 0
",
, ,
Ft
,
"r
' *' t l
b) A dilãtâção relativavãle:
Àv 0,022
r,
20
:0.,,,=
[+
;;]
Resposld: a) O volume do.ubo aumentá ãProtimaddnente 0,022 cúri b) 0,11%
Noteque ovolufre nìiciaÌ do cub. erã.le 20 cmrè o aumento devolüme foi de âpets 0,022 cmr, âpÍoximada
me.te. PortaDto, â dilatação relâtivâ é de apena 0,11%, uma alteração vohmét.icâ
que somente
Pô' lcr;ì
ser
peÍcebidâ com o ãrdlio deaparêlhos extrcmamente sensiveis
Umtübo de en:jâio aprcsenta, â 0' C, um voìude interno
(timitado peìas pare.les) de 20 cmr' DetermiDe o vu-
lune interno desse túbo a 50
' C. O coeficiente de dilâtação voluméttica médb do vidro é 25 10
"
"C
'
para
o
inteÍvalo de tempê.ãtora consìderâdo.
O voìufte inlerno de un reciPiente vaÍia com atemperâiutã como se ele
Iosse mêciço, .onstituido
peìo matedaì de su6
paredes.
Sào dados o v.ìume iniciaÌ
(vr
=
20 cmr) e ô.oeficiente de dìlatâção v.-
luméirica

=
25
.
10 ' C
).
Vâriação de teoPehtuf a:
^O=0
o: 50' C 0' C: 50' C
Aplicândô â lórmula da dilâtação vo\rÒétdca, obtemos:
Áv: l . %. ^e +
^l / : 25
10i 20 50 3 Àv: 0, 025 cm'
Oqrüme nnaÌ do tubo é dâdo
pelasômado voìufre inicial com oâumento
t
0= 50' C
1l
. i ì l
i l i l
&
ii
fl ixi$ij
!
ã
y=
vo +
^v
+ v- 20 + o,o2s =
tt
=tl)r5;l
llFëii
t
U-
p*or"r"plp.ao de .humbo tefr á 0 'C o voÌune de 100 Ìitros A
que
temperaturâ ele deve $er âquec In ô prã
què
seo volume audente cìe 0,405 litro? O coelìc'ente de dilatação Ìinear úédio do chumhô
é 27 1 0 "C '
para ô intdvalo de teúperâtura considerado
iii.iàliji
Um bãlâo .Ìe vidro apresenta a 0
"C volume interno de 500 ml Detemine a veiâção do volume
inÌêÌnÒ dsse
balão
quúdo eìe é âquecido até 50'C. O üdro
que constitui o balão ten coeiciente de dilâtação voìudéÌdca
médi ô i oual a3. 10
l i ' C
' ent r e
0' C e 50
"C.
(l,UC RS) Uo
paráÌeìepipedo a l0
'C possui
dimensões
iguãis a 10 x 20 x 30 cm, sendo .onstituÍdo d! um ma-
teriaÌ cuio coe6ciente de diÌataeão térmica hÌear é 8,0 Ì0
"
'C
' Quál
é o acréscimo de volume
que ele solre
quddo sua temperaturaé eìevadapara 110'C?
I
[ffi'
I
i
Capi Íul o
I
.
DurÁçÀoTi .Mrca E 5õL Dos E Li aurDos
:;' ;'
'
'
@ 6. Di l ataçâo térmi ca dos l íqui dos
A dilatação volumétrica de um líquido
(Íigura
9) segue uma lei ìdêntica à da ditatação dos sólìdos,
válida quando
o intervalo de temperatura consìdeÉdo não é muito grande.
fusim, a vadação
^ydo
vo-
lume líquido é diretamente proporcìonal ao volume inicial
yo
e à variação de temperatura
^O
ocorrida:
Nessa fórmula,
T
é uma constante de proporcionalidade
denominada coeticiente de dilatação real
do l í qui do, cul a uni dade é o grau Cel si us recí proco: ' C
' .
Figurà 9, Adilatação témica dê üm líquidoé êstud.da !stândo ele num
recipiente 5ólido.
Alguns exemplos de coeÍicientes de dilatação real:
Como o líquido sempre está contido num recipiente sóììdo, que
também se dìlata, a medida dâ
dilatação do líquido é Íeita indiretamente. Vamos discutir um dos processos de medida indheta da di-
latação do líquido.
De modo geral, os líquidos se dilatam mais que os sólidos. Por isso, um recipiente completamente
cheìo com líquido transbordâ quando aquecido. Porexemplo: completando-se o tanque de combustível
de um carro numa manhã frìa, provavelmente ocorrerá vazamento em virtudê do aumento de tempera-
tura, ao longo do dia, caso não haja consumo de combustível.
Considere o mesmo Írasco da figura 9, agora provido
de um "ladrão"
(figura
lO). Nesse fíasco é
colocado um líquido até o nível do ladrão (figura
'l0a).
Quando
se aquece o conjunto, parte do líquido
sai pel o l âdrào (Í i gura
ì 0b).
Figura lO. O volumê de líquidoqu! êxtrâvãsâ coÍespondê à medida da ditataçãoâparente.
O volume de líquido extravasado equivale à dilatação aparente do líquido (À4"
)
e nãoà dilatação
real (Ày), pois o frasco também se dilata. Por exemplo, considerando que
transbordam 5 cm3, temos:
Á%p
=
5 cm'
t
Mer cúr i o: ^/ : 180' l 0
6"C
Cl i ceri na:
y
490
.
10
"C
Ben, , eno: y
LOóo
.
10
"C
.42 Os FUNDÀMËNÌor DA fBrÀ
Sendo conhecida a dilatação do frasco (aumento de seu volume inteÍno), podemos determinãr a
dilatação realsofrida pelo líquido. Porexemplo, se ovolume do recipiente até a altura do ladrão aumentâ
de 2 cmr
(^%
=
2 cm'), a dilatação reãl do líquido será:
Sendo^%p
- 5cmr
e
^4=2cm3, t emos:
^v: 5+2
= LV: 7cm'
A dilatação aparente
^4p
e a dilatação do frasco
^%
são proporcionaìs ao volume inicial Vo e à vaÍia_
ção
de temperatura
^!:
PoÍ t ânt o:
y:
%p.
+
1I
ou
soman. l or ï :
G, 5.
10
' )
( 0, 27. 10
' )
+
Respostâs: a) 2,5. 10
i
'c
'i
b) 2,77 10
"c '
^yf =yF. Yo. ^e
^t : 2, 77. 10
"C '
Nessas f órmul as,
Ï , p
é o coef i ci ent e de di l at ação aparent e do l í qui do e yt é o. oef i . i ent e de
dilatação volumétrica do frasco.
6.1. Rêlaçâo entre os coeficiêntes
comparando as fórmulas anteÍioÍes com a lei dâ dilatação do Iíquìdo
(^y
=
ï
y0
À0), obtemos:
^V=^4p
+Àvf +
ï
.
vo
.
^0
=
%p
vo
.
Àe + yr
.
Vo
.
^e
t t g
E
I
I
I
o coeÍìciente de dilatação aparente de um líquido é dâdo pela díferença entre o coeficiente de
dilatacão real e o coeÍiciente de dilatação volumétrica do frasco.
sendo assim, o coeficiente de dilatação apaÍente depende da natureza do líquido e do material que
constitui o recioiente
que
o contém.
:r.:ìü,t um recipiente ae uoro de coelìciente cìe dilatação liner úédb 9 10
6
'c
Ì
tem volune de 100 cmr a 0
'c,
estando
completamente cheb com um Ìiquido. Ao ser aquecidô até 200'C, extravasatt 5 cÌn'd! ltquido. Determüiê:
a) o coeficiente de dilãração âparente do líqridoi
b) o coeficiente de dilâtãçào reaÌdo ìÍquido.
a) O enrava$amento nede a diìatação aparentê do liquÌdo:^v"p
:
5 cmr
Te'ìos âin.lâ: li
:
100 cmr; A0
:
200 'C 0 'C
=
200
'C
Dal ór muì a, \ Y, r
:
Í r
. Yí . Á0,
obt enos:
1
r
o' "5
, . , . t u
-
' "
l
. Àe
I no 200 t 0000
1"p
:
2, 5 10
4' C
'
b) O coefi.iente de dilatação reaÌ
ï
é dado
pela soma:
ï
:
ï!
+ 'Ír
O coeiìcienrede dilatação volümétrica do Aâsco é o tripÌo do coenciente dedilatâçáo lineâr:
r !
l n,
' ì . 9 .
. 0
'
27
r , r :
r .
0. 17
.
l 0
r '
CÂpi ruúl
.
DtraÌaçÀoÌÉRM cr ÒE 5ó!Dôs r Li gu Dos
4t"
{ffi
u.
-"ipi"nte
oe uidro tem a 0
"C
volume interno .le 30 cmr. Caìcule o volume de mercúriô ã ser coÌôcado no
recipientê de modo que
o volume da
partevazianão
se altere ao variâr a tefrperatura_ Dados: coeÊ.iente de
dilaração volumétr'cã do viílÍo
=
24. 10
!'C Ì;
coefrcientede dilâtação.Ìo mercúrio
=
180.t0
d.C
'.
O volume da parte vuia é dado peìa
dilerença entre os volumes do frõco (yr)
e do ÌÍquido (y).
Pa.a
que
eÌe pennâneça .onstúte coú avariação de temperatüra, é necessário que
o liquido e o
frasco solram dilatâçóes ìguais (^y= Ávr).
f ^v: Ì v.
^e
Pelâs leis dâ dilatacáo:l
-
l ^yP: Ï
yl
^o
^y=^u, 3ï . Í , . ^o=. / i . . ",
*=
l l ",
=9
Observe que
os voluÍnes iniciais doliquìdo e do Irasco devem estar nar&ão ioversa dos rcspecrivos
coencientes de dilatôçáo, conclusão aÌáloga à
que
Íoi estaìrelecida no erercício R,t2.
Substituindô os vêlo.es numéricos:
_
n,.r.
=mffi
= (t-;ì
y|:
30 cm'
.
yp: 24. 10
"' C '
Ì =180. 10"C'
Respo6ta: 4 cm'
ffi
U. tiquiOo
"u1" "oencienre
de dilatãçâo tèrmicâ è
ï
tem ílensidàde d0 na temperarura ini.iat 00. ao ser aque
cido até uma iemperatura 0, sua densidade se altera peã
4 Relacione
a densidade nnd.tcom â vêriação de
temperãturâ ocorrida
^0,
com a densidade inicial4 e com ô coefrcienre
de ditaiação rérm'ca1.
Soluçáo:
Sej anamasâdecer t âpo4ãodeÌ Í qui doqueocupaovol ume%nat emper âr ur a00eovol ümeynar o
peratura0.
Sendoïo coêflciente de dilalação térmica do liquìdo, temos:
Y: Y, . ( 1 +
ï . ^!)
r'6 densidades do liquido nas teftperaturas referidas são dads por:
u: i ,
d=
Substituindo Yeft @: d
:
Yo ( l +? Ae)
- Ì
l "",
subsriÌuindo o em o: f;
:
-4 ì
l l
+
Ì
.ôo_J
ResDo6ta: .1
:
4'
'
l +ï . 40
t
Ì "
o
a
0
c
Ça
ffiffi{*E
ì1Fjmr
Um ceno hâs(o de vrdro está complermente cheio, com 50 cm3 de meÍcú.io. O conjunro se enconrrâ iniciãì-
mentê ã 28'C. No caso, o coeiciente de dilâiação méd'o dô mercúrio reú um valor iguaÌ a 180.10
6.C
'ôo
coenciente de dilâtâção Ìineãr médio do vrd ro vã le 9 I0
i'C
Derermine o volume de mercúrjo extravãsado
qüando
a temperatura do conjunto se eleva
pâra
48'C.
.1lf;;3b;
U- .""ipiunte t"., a0'C, capac'dade (volüme intemo) de 1.000 cm3. Seu coe6cientede dilataçáo votumètrica
é 25
.
10 ' 'C ' e ele está completamente cheio de glicerina. Aqüecendcse o recipiente a 100
"C,
há um exrrava
samento de 50,5 cmide gÌicerina.
Detemine:
â) o coeficiente de dilãrãção âpârente da
gÌicerina:
b) o coeficiente de dilatâçâo reâl dôgticenna.
Â0'C, um recipiente de vidro tem cêpacidade de 700 cmr.
Qual
Ìolune de mercúrio deve ser coÌocado a 0.C
no recjpiente para que, ãumentddo4e atemperatuÌa! não se aÌtere o voÌume da
Dane
vã2iâ? O coeficiente de
di l . r J,
j o
vol umêr r . í me. t , o 4o u14, o;
- - L ' c
.
o 4o. "" , t , i o,
-
] - ^
"
.18 850 s sso
Os FUNDÀMÉNros DA Frska
::iiii#i1
GEISP)
Um recipiente cujo voìume é de 1.000 cm3 a 0'C contém 980 cm3 de um ìÍquido àmêsmâ temperaturâ
O conjunt. éaquecido e, âpârtir de uúa certa temperâtura, o líquido começaa trdsbÔrdãr Sabendo_se
que
o coeficiente de diÌatação voìulnét.icâ do recipientevale2 10
s'C Ìeo
do liqui.lo vale 1 10
r'C r,
quaìé a
temperâiura em
queocorreo início de ttansbordâmento do líquido?
a
-
' _F-
, , , , à. ,
: : ' ' ' : :
;i':l
E
.ii,iio: tpucspl
e tu.pr,le zjnco de um Íràsco deüdro âgarfou n. ga!alo
de Íoscâ externa e não Íoi possivel soltá-la
Scndo os coefrciêntes de d ilãÌaçào lif ei r do zinco e do üdro respectivâmente iguais a 30 l(ì
"
e 85 10''C ',
como DrocederÌ
Jústifrque sua.esposta. Tetiios idisPosição um caÌdetão com águaquente e odtro com ;gua
.tjii{.$
Or.q-Sp)
o
"o"n.ient
mé.lio de dilâtaçào térmica linddo aço é 1,2 l0
:
"C
Ì.
U-sando trilhos de âço de 8,0 d de
coúprimento, uú engenheiro constrüiu uma lerroüa deixãndô um esPaçô de 0,50 cm entre os triÌhos,
quãndo
a temDeratuÍa êra de 28
'C. Num dia de sol íôrte os trilhos soltâram-se dos dormentes
Que
tempeÍatüra' no
!
''íi.qr.r
iP,dlli
e
a
minimo, deve ter sido atingida
PeÌos
triÌhos?
(Iuvest'SP) Dú6 bartas metálicas finas, uma de zinco e outra
de Íerro, cujos compÌimentos, âuma tefrpehtuta de 300 K,
vâlem 5,0 m e Ì2,0 m, respectivâmente, são sobrepostâs e
aparafüsadas
úmã à outra em uma de suas ettremìdâd6,
conlorme ilustrã a nguÌa. Às outÌas extrcmidades
Bê A .las
bârhs dezinco e lerrc, fespectivamente,
petmanecem ìiúes
Os coeÊcientes dedilatãçâo linear do zinco e do ferto valem
3,0 10
'K '
e 1,0 Ì0
"K
r,
respectivamente.
DesPtezando
ãs espessura dõ barrâs, detetminei
a) a variaçàô .lã disiânciâ entre as erlremidades ,4 e A qüando as baras são aquecidãs até 400 Ki
b) ã distãnciâ âté o
ponto
-4
de um
ponto C dâ bada de zinco cuja distãncia ao
ponto .1 não varia com a temperatun
(FaaÈSP) Um disco ciÌculârdelero, cüjâ eeavale 100cm" ajusta seexatamentenuma cavidade
Prati'a'lã
num
Èloco decobre, estando ambos a0'C. Determine ã dea dacomacjrcuìarváziâquddo o conjünto estiveÍ a 100
"C
Os coeficientes de ditatâção lineâi.lqfeÌÌo e do cobre valem respectivamente 10 i0 "'C 'e16
10 "c'
(MâckenziesP) O coenciente de diÌatação Ìineâr médio do iero é ig!âl a 0 0000 ì I ? 'C
Ì
De
quanto deve au_
mentãr a temperaturâ de um bloco de lerro
pârã queseuvoluÍne âuúentede 1%?
lfol-iü
O"'""p)
I ng*" .osth umâ Emina bimetáìica' de coÒp'imento
'0
na temperatuÍã 00'
que
deve tocar o
contato C
quândo aqueci.la. A lãfti.ã é feita dos metais I e II, cujas vaÌiações relatìv6 do cÔm
p
rimento
ï
em luneão dâvdiação de temperaiura
^e
=
0 - 00 en.ontrmaeno
gráfico.
500
400
:100
200
25 l 0 l 5 l 0t cÌ
a) o coefrciente de diìatâção ìineãr dos metais I e IIr
b)
qúâ] dos metais deve ser utilizâdo na
paÍte suPerior dã láminã pârã que o disPositivo Iuncione como desejado
úusiinque
sua respostaJ.
ï "
100
Lâmi f àbmcl ál caem0=00
CAP Urc3
.
DtrAÌAçÁoÌÉRMCA
DE 5ÓUDO9I LIqU DO5
45.
iilt:*i$ì GuvestsP)
A 10 'C. 100
sotas
idênÌicas de um liqui.lo ocupm üft volme .le I,0 cfr3. A 60
'c,
o vo,ux,e ocupaoo
pelo liquido é dê l,0l cúi. CaÌcule:
a) a nassa de 1 gota de liquidô ã Ì0 'C, sabendoae
que
suâ dens'dade, a essa temperarurâ, é de 0,90
g/cnli
b) o coeficiente de diìataçãô volümêtricã do líqlido,
:liiiïr:i
GÌFPR)
Una taça de âlumÍnio de 120 cnr contém l19 cmr desÌ'cerinaa21"c- consi.lere o coeflciente de diÌa-
tação lineãr doaluminio comôsendo de 2,3. l0
5K I
e o coeficiente de dilataçào voluúétrica daglicerina de
5,1
.
10 ' K '. Se a tempêrâturã do sisteúâ tâça-gÌjcerina Ío. aumenrada para
39
.C,
â glicerina
rransbordará ou
não? Em cõo afirmativo, determine o vôlúme tÍadsbordâdoj em oso negativo, detemìne ô voìume de
gÌice.ina
que
ainda caberia no interior dà tãçâ.
.f.4.8_.
{UFPE)
Umà cdixà cúbica netalca de l0 [ está completamente cheia de óleô, quando
a temperaruh do conjünro
é de 20'C. Eìevandlse â temperatura até 30
"C,
um volume iguár a 80 cmr dê óleo tÌansborda. SabeDdoje quê
o coeficiente de dilâ!âção volumétrica do óleo éiguala0,9 x 10
I
"C
',
deteÍniôel
a) a dilatãção do .ecipiente, em cn3;
bì o coefrcidte de dilâtacãolinear do meÌaÌ.
,;ìil!!11 cEIsP)
Um recipÈnte de üdro rem câpaciclade C0
:
91,000 cm3 a 0 'C e contém, â essã temperaturô, 90,000 cm3
de me.cúrio- A
que
temperâturâ o recipiente estará compìetamente cheio de mercúrio?
(Dêdos:
coeficiente de dilatação lineãr do vidro
=
32
.
10
6
"C
Ì;
coeflciente de dìlâtãeão cúbicâ do meÌ-
cúr ' o
=
182
.
10 ' "C
)
{
ffig
ffi
grn}o
.roao precisa
abrir um r<ipiente de con
servâ cuja tâmpa está emperrada- O recipiúte è
de vidro cômdm, e a tampa é de aluminio. Pea
fãcilit& ã âbeúuÍa, suge.iuse
que
eìe colocãsse
a tmpa pÍónmo dâ chhfta do fogão por
alguN
segundos e. i mcdi ãl ámênl ê ãpôs ar asl ãr o r À i
pi en. p
dd chdmr . r ênr ássp âbr Fl o O
pr ocedi
mento sugeddo vai lavorecer a sepârâçáo entre
a l dmpa F o r c. i pi cnr e, Í âci l i t ãndo a l ar Êl a dê
destmpálo. porquel
a) o
. oFÍ i . i ênÌ ê
dê di ì al âçau l ér mi , a oo vi dr o
é
naior ou! o do ãlumíniô.
( D
o. oêf , i ú r e de di ì dÌ d( àô r er mi câ doa, umr ni o
ê
maior
que
o do üdro.
. l o caì vr dd chama di mi r ui
"
pr asàô
t nl er na
do
lÍquido da conserva.
O
o cal or da L hdma di mi nut o voì ume
do
' Ê.
-
d* D, o; oÌ oi
f f i
ret r-Se, u. . ""ánrco dê auromovei q prê. i sz
s{tìtâr um aneÌ
que
está Íortemente presô ã !m
eixo. Sabe-se qüe
o anel é leito de aço, de coefi-
cienre de dilatâção lineâr 1,1.10
5'C Ì,
eoeixo,
de aluminio, cujo coeficiente é 2,3
.
10
5'C
'.
LembÌmdo que tdto o âço
quanto
o alumiDio
são bom conriutores térmicos e sabendcse que
o ânel não pode seÌ danin.ado e
que
náo está
soldãdô âô êixo, o mecânico deve:
a.) aquecd somente o eixo.
b) aquecd o conjuntô (aneÌ + eixo).
O.esÍrid
o conjunto (úer + eúo).
O
resÍrid somente o ânel.
e) aquecer o eixo e, ìogo ãpós, restuiâr o ânel.
ffi!
pe.a
u. *a.e
a) b) d) e)
ffi
{ury
Mcl l rigu- !
6
I
Ê
3,
Quando
a teftDeratüra dos dois corpos lôr el6
vãda pda
ún mesmo valoÌ finaÌ, ã reào entre o
aumento do diâúetrÒ da eslera e o aumento do
compimento da bârrã seú:
.4Â Os FuNoÀMl NÌos DA FÉrca
(JniÌio-Rl) Um quadrado loi montado com tÌês
hastes .le âìuminio
(o4
=
24 10
6
"C
')
e uma
haste deâço (aÀ!-
=
Ì2 10
6
"C
ì),
todadiniciaÌ-
mentê à mesma teúpêratura. o sistema é, então,
submetido ã um
processo de aquecimento, de
Íormâ
qüe a variação de temPeratuÍa è ã mesma
Podemos aliÍmaÌ
quê, âo iinal do
pfo.esso de
aquecimento, a igüra formada
peÌâs hates esta-
rá mâis
próxima de üd:
ffi
oJespi)
o coeficiente de dilatãçàoÌéÌmicâ
linear
deummaGndsèndodç2. 0! 10l i c, si sni nca
a) o materiô1sohe umã variãçâo de 2,0 m
pü, .adã
10
b
"C '
de vdiação de temPeraturd
b) 2,0 n desse mateÍiâl soiren uúã vdiãção de
10
!
m para cada I 'C nâ temPeÉtüra
c) o conptinento de uúâ barra do naterjal não
solre vâriação
Pda
vâriação de temperãtüa de
2, 0' c.
O
pda cada 1 'C na veiâção da temperatüra, cada
metro do naterial variá de 2,0 cm.
e) se umâ h6te de 2,0 n vdiaÌ em 10 'C sua tenPe
râtürâ, sofrerá uÌna vãriação de 0,0ì4 mn no seu
conprimento.
O
t.apézio rctãngulo
e) trâpézio isósceles.
!
I
6
É
0
3
p
â) 40
b) 1oo
c) 140
a)
b)
ffi
çuniut*uc)
llo .ont'nente europeu uma linhâ
férreâ dã ordem de 600 km de extensâo tem sua
iempeÍâtüra veiando de - 10
"C
no inverno âtè
30
'C no verão. O coeficiente de d'Ìãtâção linear
do úat er i al de
que é f ei t o o t r i l ho é 10
5
"C
r -
A veiâção de comprinÌento
que ôs irilhos sofrem
nâ sua extensáo é. em m, igual a:
O
200
e) 24t)
Élim
Gepa)
os üirhos de trem, nornaÌmente de 20 m
de compriúoto, são colocâdos de modo a mdte
rem enbe dus
pontas
consecutivas uma
pequúa
folgâ chmâda
junta
de dilatação. lsso eüta
que
eles se espremm, solrendo deÍornaçôs deúdo à
açao do calor nos diõ
quentes- Considere
que ma
vdiaçao de tdPeratura da noite
pãra o (meio) dia
possa chegâÌ a (aprcnmadmente) 25 'c, leend(>
os dilatâr cerca de 5 nn. Nesse caso, o coeficientè
de dilâtação linear do mâteÌial de
que é teito o
trilho é, em'C
Ì,
de:
l0r
1
10'
o2. l o5
. e)
10
I
ffi1
OcPel,Rs)
Du& banas á e B com coeficientes de
dilâtâçâo Ìinear or e ü,, Íêspectivamente, apre
sentm compnmentos iniciâis ditereútes, â 0
"C.
O da Á ê o dobro do da B. r'6 barras, ao solreÌem
iguaì aumento de tenperatuÌa, apreseniam igual
dilatâção linear Podese áirmar
que:
. i ) aA=2aB
Ò"^: i o
d^
b) úr =d,
Odr =3i 4
#ffi
GEISP)
Du* ba.ãs, sendo uma de Íeruo e outra
de alumínio, de mesmo comprimentôZ: I m a
20
"C,
sáo unidas eaquecidõ até 320 "C.
Sabe-se
que
o coeÍiciente de dilâtação linear
do ferro é de 12
.
10
b
"C
I
e o do âlumín' o, dê
22 10
6' C r-
Qüâlé
o comp.imento final após o
â) l,i
=
2,0108 m
b) rr
=
2,0202 m
c)
4
=
2,0360 n
O
pilâr nâìs longo, de comprimento

:
40 m,
possui .oeficiente de dilâtâção lineâ.

=
18
.
10
"
'C
'.
O
pilãr mais cürto tem !oú-
prinentg ,:
=
30 m. Pãra qüe a
ponte permaneçã
senpre na hoÌizonrãI, o materiâ] do segundo
pile deve ter um coeficiente de dilâtação lineãr
a) 42. 106"CÌ
O21. 10"' C' ,
b) 24. 10
6
"C
'
e) 36 10"' c'
c) 13,5
.
l0
"C
'
f f i
r L hs, Ouer r
"n,
ai \ d uÍ r ol d"Fr ô
. i hnd nco
feito cle aço. em um mancáÌ cilindÌico, ieito de ìigã
de aluminio. O coefrciente de dilatação linea. da
ligâ de âlümínio vale 25,0 x 10
6
"C
'.
À tempeÍa-
turâ de 22 'C, o rolmento tem o diâmetro er<ÌeÍ-
no 0,l7o mâior
que
o diAúêtro internô do mancâr'
A teúperâtuh miniúa à quâl o maícaÌ deve ser
âqoecido,
pea que o rolmento se encaixe, é:
Ã
EEI
I
- B
Ë,
:
d) , i
=
2, 0120m
e) t =2, 0102m
o
60 'c
e) 62' C
a) 20
"c
b) 40
"c
c) 42
'c
CaplÌuro
I
.
DraÌÁçÀoÌiRMrca DE sólDos E Liouroor
47.
"rn*li
Guc
nD u. t".mostãtô é um dispÕsìtivo utili-
zado
pea
controlar â temperâturâ ed diveÍsos
equipamentos eìétricos. Um dos tipos determos
tato é construído com duas lâminas metálicãs 1 e
2, flmemente lìgadas, conlorme a flguraâ.
Quando
a iemperatürâ âumeDta, o .onjüntô sê
cüNa em fornâ de âr.ô (Âgúra b),iãze.do coú
que,
â
p&tir
de certâ temperâtürâ, ô circúitosejâ
abeno- nrterrompendo â pãssagem de co.Íe.te
eìétrica. Supondo
que
ahminasejaconst údâde
ieÌro e cobre, cujos coefrcistes ded'lâtãçãoline
ãr rìrédios são, respectivameDte, 1,2. 10
s'C
'
e
1,7 10
t'C ì,
paraproduzf
se o efeitodescrito.
a lãmina deve ter coenciente de
dilatação do que a outrâ, corres-
Pondendo,
portaDÌo,
ao
As iniormações
que preenchemcorretae
respec-
tivãmente as ìacunas estão reunidas em:
a) 1- medoÍ - r er . o
O
2- menoÌ - f er r c
b) 1- menor cobr e e) 2- nâi o. - Í er o
c) 1- mâi or - cobr e
;ffi;
iuri
n4 Il." r...." elétricos autodráticos, a tem-
peratura
cle luncionâmentô, qúe é p.êviâmente
rcgulada por un parafüso, é c.ntmÌãda por
um
tennostato constitüido de duas lãmi.ãs binetá-
ìicas de iguaì composição.
Os dojs Eetais
que
Íormam cada umâ d3lâmina
têm coeficientes de dilatação o (o mâ's iÌÌternô)
As duas lãminas estào encurvada e dispostâs
em contato elétrìco, üma no interiôr dâ outÌa,
como irÌdicam as ngürãs âbaixo.
 cor.ente, supôsta .ontinua, entra
peìo ponto
1 e sai
pelo pontô 2, conlorme a figura I, aqtre
cend. a resistència. Á me.lj.la que
a temperatura
aunÌentâ, as lãminõ vào seetrcurvêôdo, devido à
dilatação dos metais, sem intefuomper o
(ontato.
Quãndo
atempehturâdesejâda éâìcançada- uma
da lâminas é detida pel. pafaÍuso,
enquanio a
outÍa coúinüâ encúrveìdo-se, intenompeDdo o
contato eDtre !la, confôrme a frgurall.
Com feìação à tenìperâtu.a do Íefro regulada
pelo pãÉfuso
e aos coencientês de dilàtação dos
meiã's das lãminas, é correto â6rm&que, qudtÍ)
maìs âpe.tado o
parâiuso:
â) neDor será a temperaturâ de Iu.cionanento e
b) nãioÌ será a tenperaÌúrã de luncionamento e
c) mãioÌ será a temperâtúÍã de Iuncionamento e
O
nenor será a tempefaturâ de Íuncionânento è
e) nenôr sefá a tempehtura de funcio.ãÌnento e
t
Psl ã
i
pr o. r r J
dê un I nJl p
.ial qüe
tenha um coefrciente de dilâtação aho.
O ôbjetivo dele é prcduzt
vigõ desse matedal
parã
utilizálas .ôúo supoÌtes para
os telhados
da .6as. Assim, nos diãs muito quentes,
as ü-
gas
dilatarieiâm batãntê, elevando oteìhado e
perh'tindo
umâce.ta circulação de ar
pela
câsa,
relrescando o ãmbiente. Nos dias frios, as ügas
encoÌheriâm e otelhado abaixada, não
perm'rin
.lo a circuÌaçâo dê a.. Àpirs algumas elt eriências,
ele.bteveum conpost. com o
qual
Íez üma baF
ra. Eú seguidâ, o .ientista úed iu o comprimento
/, cìâ barÌa em funçâo dâteúperatuÌa Teobteve
Anâlisando o grá6co. é corretoafrrmarqtre o coe
ficierte de dilatãção Ìiôeardo matedaÌ
produzido
â) 0=6. 10
a' C'
o) c=3. 10' "C'
b) o= 5. 10
s' C1
ê) a
=
4. 10
r "Ci
c) o=2. 10s' C'
;
ïtt$í: @FRGeRs)
u.u barra de âçô e únâ be.â de v!
d.o têm o mesmo comprimentô à temperatúrã de
0
"C,
Ìnas, a 100'C, seus compriúe.t.s dileren
de0,l cm, (Considercos
coefi.ientg de dilatãçãô
l i near do âço e do vi dr o i guai s a 12. l 0
' i ' C
i e
8
.
10 "C ', Ìespectivmente).
Qual
é o conpri
nìentoda duas banas à temperatura de 0'C?
b) 83 cm
c) 125 cm e) 400 cm
d) 250 cm
.48 Os FUNDAMENÌoS DA Fi sra
1Íãì.:1 (otimpiada erasueirâ de Fisica) Dud! bãrÍãs ne
táìic6. de comprimentos dÌferentes ê coehcien
tes de dilatação iguais, são aqúecidas e, a
partir
dos vâlores medidos
paÌa ô co'nprinÌeDto e a
te'ìperãtura. Ioi elaborado um
gránco. A figura
que úelhor representao
grá6co obtido é:
, z, r z
r ( c)
c)
I l.c)
1'*',,,
x.'.
f t.c)
1,"^>
2
r("cl
b)
:
:trl!à:
oíPB)
se o diãmetro de üma moecìa aumenla
0, 2%
qúando sua t emper ât úr ã é el evada em
100
'C,
os âumentos
percentuar$ nã Bpessura, ra
área e no volume serão respectivâÒente:
^)
0, U, , 0, 21\ 0, 2% d) 0, 2%, 0. 4%, 0, 6%
b) 0, 2%, 0, 2%, 0, 2% e) 0, 3%, 0, 4%, 0, 8%
c) 0, 2%, 0, 4%, 0, 5' x,
^)
2,425 ú'
b) 3,140 ó'
c) a, ] 55 ú:
,lìsli
Cuc
nrl u.u.i npã quadrada, reita de uÒ Ìna
terÌal encont.adô no planeta Marte, 1em área
á
=
100, 0 cm' a uf r a t emper at ur a de 100 ' C.
A umatemperaturâ de0,0'C,
quâÌserá a árèâ dâ
châpâemcm??Consìdefe
qu! o coenciente de ex-
pdsão linear do úáteriâlé o: 2,0 10 " "c '.
a) 74,0
b) ti4,0
cl s,1,0
o
44,0
e) 34,0
;*ìì[::
(unìc-MT) Uma chapa de âlúÒtnio tenÌ um furo
cent.ãlde 100 cm de raio, estando numa tempeÌa-
t ur a dê 12' C.
Sãbendese
que
o!
=
22 10
"
'C
',
a nova áreâ
do Iurc
quando
a châpâ Ior aquecida até 122'C
o
3,155 fr'
e) 5,a25 d'
r' f c)
::ì?,,É{': (MackenziesP)
Uma haste homogêneã é consti
tuÍda deum certo materiaì e
pos$üi coúprimento
,! a umatemperatura nìicral ÍJ0. APós ser aqueci
da até a tempeÌatuÍa 0, o cômprimento da haste
aumenta de 0.20%. Umá
pla.ã de 2,50 10' cm', à
temDeratrra 01 e constituída do mesmo matedal
da haste, é também aquecìda. Ào sofrer â mesma
variação detemperatura da haste, â á.eã da placa
â) 2, 51 l 0' cm'
b) 2,55 Ì0'cm'
c) 2, 60 Ì 0' cm1
O
3, 50 10' cm'
e) 3. 60. l 0' cm'
OÍâckenriesP)
Uma esiera de certa liga metáli
ca, ao ser aquecida de 100'C, te seü voÌume
aumentâdo de 4,5%. uma haste dessâ mesma
liga metálicâ, aoseraquecidade t00
'C,
ieráseu
comprnnento aumentado de:
xtn
!nI
- g
ó
!
r.Áz
D) 1, 5%
c) 2,0%
d) 3,0%
e) 4,5%
Jl l ! l l 34 0
f c)
:169:
iurC-Cl)
r"'n"
""periênciâ
de labotatórn,. so-
brê dilatàção superÍicial, Ioram leitàs váriâs
medidâs dâ áreâ Á da strpe{ície de üÒâ lâmina
cìrculaÍ de vidrc em lunção dã témpeÍaiura 0.
Os resultados das medidas estãô representados
no gráfrco âbaixo.
25, 001u0
25, 00135
25, 00090
25,00045
25,00000
+
JO
Com base nos dados êrpeÍineniais foynecidos
no gránco, podese
a6Ìúâr, corretamente,
que o
valor numédco do coeficie.te de dilatação lheâr
a) 24 10
""C '
b) 18 10
! "C
'
c) 12 10
i ' C
d) 9 r 0"' c'
e) 6 Ì 0
' ì ' c
1
jïfa:
Um pãiâlelepipedo a 20'C tem volume de 6 0,
sendo constitüido deüm mateÍiâl cujo coefrcieôte
de dìÌatação linear é 8
.
10 "'C '.
Quando
süã
iemperâtura aumenta
para 120 'C, o acféscimo
de volume, em cm', é:
â) 144
O
9,60
b) 72,0 e) 4,80
c) 14,4
capÌuLot
.
D !ÀÌÀçÃo TÈRMr.a DE 5or Dos E Li aurDÔs
49.
ffi
!uvestsP)
Um têmômetro especiêI, de lÍquido
dentro de um recipiente dê vidro, é constituído
de um bulbo de I cmr e um tubo com secção
hesveÍsal de 1 nm'?. Àtempe.atura de 20 'C, o
Itquido preenche
compìetamente o bulbo até a
base do tubo. Á temperaiura de 50
"C,
o ìíquido
preenche
o tubo até uma aÌturâ de 12 mm.
Considere despreziveis os êIeitos da diÌatação
do üdro e dâ pressão do gás
aciúa da coìuna do
líquidô. Podemôs âfrrfta. que
o coeficiente de
diÌãtâção volumétrica médio do liquido vaÌe:
a) 3x104"C1
b) 4x104' c1
c) 12x10' "c'
d) 20xr 0. "c,
e) 36xr 0"' c'
frffi
Cral)
um .ècipie"te cúbjco de zinco, de coen
ciente de diÌãtação térmica linear 25
.
10
"
'C
',
tem ladô 20 cn à temperatüra de 20
"C.
Nessâ
temperatuía eìe é
preenchido
completamen-
te com mercú.io, de coeficiente de diìatação
180 10
"C
ì.
O sistema é Ìevado, então, à tem-
peÌatura Ênálde 120'C. Analise as anmaçôes.
0l) O coeficiente de dilatação da superÍicie late
r âÌ do cubo é 50. l 0
' "C
L.
0A A dilataçáo apresentada pelo lâdo do cubo é
20 cm.
0O À dilâtâção âprcsentada pelo
recipiente é
00 À dilãtação do frercúrio é 1,t4 cm3.
16) Certmote ocoÍeu transbordamento maior
que 100 cm3 de meÍcú.io.
Dê como resposta a soma dos número$ que pre-
cedem 6 afirmativs corretâl.
fj!ffi
tucsut-s.l)
u- .ecipienre .re vorume v está
repleto de um líquido â 20'C. Àquecendo-se o
conjunto a50'C, trdsbordm2,0 cmrdo líquido.
Esses 2,0 cft; cor.espondem:
a) à dìlãtâçâo rcal do lÍquido.
b) à dilataçâo apãrúte do líquido.
c) à soma da diÌatâção reâl coú â dilatação aparen
O
à dilerençâ entre â dilatâção real e a diÌatação
aparente do líquldo.
e) a três vees ã dilatãçao .eâl do ìíquido.
!m
@ackenzie-sP)
Em umã expeÍiênciâ parâ
de-
ierminarmos o coeÍiciente de dilãtaçãô linear
do vidro, tomâmos um Írasco de vidro de vo-
lumê 1.000 cú' e o
preenchemos
totâlmente
com nercúÍio (coeficiente
de dilatação volu-
nét r i cã
=
1, 8
.
10
' "C ' ) .
Àpós el evar nos â
temperâturâ
do conjunto de i00 "C, obsenãnos
que
3,0 cmrde mercúÍio transbordam. Dessâ
Iorma, podemos
anrnd que
o coencienre de di
latãçáo linear do vidro que
constitui esse lrasco
a) 5, 0
.
10
r. c ,
b) 4, 0
.
10
r. c ,
c) 3, 0 10
s' C ì
O2, o. 10' "c'
e) 1, 0 10
s' c
'
{ffi
prnrg
supo"l,n um recipiente com capacidade
de 1,0litÍo cheio com um liquido que
tem o coe.
ticiente de diìatação volumét.ica duas vezes
maior que
o coeficiente do material do recipiente
(dador
coeficiente de dilâtâção voluÍnétÌica do
l Í qüi do
:
2. 10
5' c ì ) .
QuâÌ
a
quantidâde
de llquido que
transbordará
qüaílo
o conjunto sofreÍ uma variação de tem-
a) 0,01 cm3
b) 0,09 cm3
c) 0,30 cm3
ffi
{tnc-co)
I o utução dos Ìiquidos obedece
-
quando
o inte.valo da temperâtura não é muito
gÍande
-
às úesfras ìeis de dilatãçâo dos sóli-
dos.
QuaÌquer
liqlido ãssume a Íoma do recipien
te qúe
o contém e ãmbôs dilatam conÍorme as
mesnâs leis.Sendossim, adilatação do Ìíquido
é medida indiretmote. Eú un automóvel, o coÈ
ficie.te de dilatâção do tanque é 63 x 10
6
"C
I
e o coenciente dè dilatação .eal da
gasolina
é
9, 6 x t o
"c ' .
Cofr basenssãs inlôrmâçóes, assinale a aÌterna
â) Se uúa
pessoà
en.he ô tánque de conbustivel
do seu carro em um diã qüentê,
à noite hâverá
derrâÍnamentD de combustivel devido è redução
nô vorume do Ìdque.
b) Enchendo o teque en um dia extÌemamenìe
quente,
essa pessoa te.á um lucro considerável
po.que
o combustivel estâ.é dilatado,
c) o coefrcìenre de dilãtação âparente da
gasoÌina
ê7, 26 x l o
5' c Ì .
O
Pãrã una variaçao de 10'C na ref,peÍatuÍa de
i00 libos de
gasolina,
há üm âünento de volume
igual ê 0,063litro.
e) O vôlune enravasãdo de üm tânque de
gâsolinâ
tôtalrnente cheio com 200 litros é aproximâdâ-
nente 4,48 lirros, qüândô há !n âuúento de
tempe.êtura de 25
'C.
Ë
c
ffi
6-rnir".
cr) u. ."cipiente de üdro com capa
cidade de 1.000 .mr contém 980 cm3 de glicerina,
nã tempdâtüE de 20 'C. Aquecendo o conjúto âté
â tempqãtuâ 0, \!.i6ca5e que
a gÌicsina começa
ã trmbordâr (dâdos:
coeficiote de dilaração vG
lÍnAricâ da gÌicerina
=
4a
.
10
s
"C
'i
coetrciote
de dilatação lineâr do vidro
:
9,0
.
10
"
"C
).
Na
ecàla Celsiüs, o válo. de 0 é mais
próximo
de:
r
O
0.60 cm'
e) 1,00 cmr
a) 120
O
65
b) 90 e) 25
c) 80
Os FlNoÂMENÌos DÂ FrsrÁ
O comportamento
anômalo da água
Aquecendo cefta massâ fi de água, inicalrnente
a 0' C
{f l gur a
a) , ver Í camos
que de 0' C a 4' C o
vol ume di rni nui ,
pol s o ní ve da égua no recl pi ent e
baixa, ocoÍendo contrâção. A
pariir dê 4
'C,
contl
nuando o êquec mento, o níve da águâ sobe, o
que
s
gnifica
aumerto de vo ume, ocorÍendo dilâtação
PoÍtanto, a água apresenta côrnpoÍtarììento excep-
cional, contÌâindo-se
quando aquecida de 0'C a
4
'C. O
gráÍ co êba xo
(figuÍa
b) mostÍa apÍox madê-
menl e comovaÍ a ovol umedaêgua
corn oaurnenl o
Observe
quea 4' C a massa mde água apt esenl a
/ ó\
a
de' ì , odoe I
o - l ' "r "i 1, e' sd1
enl e co' 1
\
v. /
o vol ume
y.
Logo, de 0' C â 4' C, a dênsi dade
da água aument a,
poi s
o vo ume di mi nui nesse
nt eÍ vê o. Aci ma, de 4 ' C, o vo urne da água au
ment a e,
poÍ t ãnt o, a densi dâdê di mi nui . Sendo o
vo ume da águô mí ni mo a 4
oC,
n!ssa t ernperêt ura
el a apresent a sua densi dade méxl mâ. O
gÍ éf i co
a. êqJr ' r os r à co' 1o d oêr i oaoe od dguè vèr ' a
corn ê t emperat ura veÍ i f l ca-se
que sua densl dadê
máxima
(0,99997 g/cfÌì3
-
1
g/cm3)ocôÍe rigorosa-
ment e à t enì peÍ ât uÍ ê de 3, 98' C
(: 4
' C)
!
e
E
d
g
:
r
a
l
I
i
i
i - l
0=0' c
b)
Y
Ë#s
Esse conrpoí t ament o anôma o da água
pode
seÍ exp i cado
pel o
modo
pecul l aí com
que suãs
rnol écul as se nt erl i gam
quando
no est ado í qul do.
Conì o se est uda em Ouí mi câ, ãs mol écul as de
água âpíesentam um caráteÍ
polar, isto é, em cada
mol écul a há uma
paf t e
com
pol ari dêde posi t i va e
out Í â com pol ari dâde negat i va. Essãs d í et enças
de
polârldade fazem com
que
ocorram ligações de
natureza e étrica entre ês molécu as: são as
pontes
dê hidrogênio, representadas esquernaticamente
na f l guÍ a abai xo,
,=tP
!#
ô
sail+*o
,,&
\?iiJ
&
- ' ' H O. - - H- O
' . H O' ' H- O- -
Ll l
^
As
pontesde hidrogênio.
A e evação dâ temperêtúÍa da água
ptovocâ um
aumento na êg taÇão moleculaÍ
que
tende a rompeÍ
as pontes de hidíogêno, aproximândo ês rnoéôulas.
NoÍmêlrnente ã mâ oÍ agitação aumenta a d stâncE
intermoleculaÍ, Portanto, con'ì o aquecimento,
veÍfi_
cê-r se rè êg ià dois eteitos oooq os o ocìpirÍe'ìto
das
pontes
de hldrôgênio, tendendo ã apÍox mâí as
rnoLéculas
(dimlnulndo
o vôlunìe), e a rnalor agltação
molêcu âÍ, que
tende a afastar ôs molécu as
(aumen-
t ando o vo ume). Da
pí êdom nânci a dê urn ou de
outío efeito decoíe o comporÌanìento da água: de 0
a 4
'C, o
prime ro efêito é
predorn nânte e o vo ume
da água dìmlnui
(conüaçãô);
de 4
"C
eÌn diante, o se
g r'ldo
.
-rro
pâgsà a
pÍedon'ìaí e o
'/olurìe
dà á9Ja
aumenta
(dilataÇão).
O compof t ament o
part l cu
aÍ da água expl ca
porque
certos lagos se conge am na superfíc e,
permanecendo
qL; dd
a ; q . o I o' r' do No
' i q- o
"o "do.
e- t d rep e5er -
t ado o cort e de um Ì ago. Ouando cai a t emperat uf a am-
blente, a água da superfície se resfra e corn isso desce,
poi s
adqul Í e dedsl dade mâi oÍ
que
a água do f undo; e
ê<
è.
. -.
do
.
a
\ q . ê ê r^ . . o
dê1\ "ì . . obê.
Or àr dod
ôì pêè' r è
ê
o ai l Í ôr o a4 ' . poô. 1.
a movi ment aÇão
poí
d f eÍ enÇa de densl dade de xa de
ocoTÍeT,
po
s a essa teTnpeÍaÌuÍa a agua teTr oens caoe
rnáxi rna. E, com a cont i nul dade do resf ri ament o do
d1 bô. . ê èdô1sdèdôdèàgr a. Lpê, cdt d- . Li 1êo
podendo
mâ s descer Ass m, chega a se Í ormâr
gel o
na
supeÍ í í ci e e a águâ no í undo permênece i qu dê. Cont í bul
pêÍ ê
esse f enômeno o {at o de ê água e o
ge
o seÍ em
' ol anl ó ór ' r
r o
. Nod"g a r " ao
l ado
uma s t uação em
que
o ambi ent e est á a 5
"C
e a águê
no f undo est á a 4
ÔC.
: : "'
' :
, ,
t
L:5: (Ufla MG) Um bulbo de vidro conectado a
um tubo fino, com coeficiente de dilatação
desprezÍveÌ, contendo certa Dassa de água
na lase liquida é rnostrado a seguir em três
situações de temperatura. Na
primeira,
o
sistema está a 4
'Ci
na segunda, a 1
"Ci
e na
terceira, a 10'C. Conlorme a temperatura, a
âgua ocupaumacerta
porção
do tubo.
:
| ; i
. ' ' . - . ] . . . , - , ' . .
i l i i
\ . / "' l
1' C I
' C
l o' C
;
!
ÌempeÍatúa í a)
â) O vol úne da água aument a e sua den-
si dade di úi nui ,
quando
el a é r esf r i ada
abÀixo de 4 'C.
b) Entre4'C e0'C, adiminuição de tenDeraiu-
nf& com
queaágua
setorne mais densa.
c)
Quando
a água é aquecida, a
partir
de 4
'C
sua densidâdê e seu volume aumentam.
d)
Quando
a água está a 4 'C,
eÌa apresenta â
sua menor densidãde.
L. 7 í U Pel R5\ A i cu! . , ubs_; n. i d Í r r ' dampnr Jl
pãfa
a vida no plãnetâ, âpresentaümâgrânde
qüantidade
de comportâmentos anômaìos.
Suponha que ud recipientè, feitu côm uú
determinado material hipotético, se encontre
coúpìetamentecheio deágua ã4'C (observe
o grá6co
a seguÍ).
vol umes âúment âú. Ent r et ant o, al gumas
substãncias âpresentãm úú coúpo.tãmento
anômaìo, como é o câsô da águâ, môstrãdo
Assinale a ãnrmâtivâ cor.etâ,
r r ú 8 r 0 l t l 4 t 6 l 8
' Ial
Ienôdeno é explicadoi
â) pel ô ãunent o de voÌ une dâ água de 0' C
d 4 ' .
cêSr i d^.
á , l mr n |
ç
pãrtiÍ
de 4 "C.
b)
pela
diminuiçao dadensidade da ágna de
n
C"l C. ç9, i d, c, nur . n, ' . 1àdci s' ã-
deâ pút i r de 4' C.
c) p"ì o aur npr r t o do vo um. J"
"çúJ "
pr _r J-
0' c.
O
peìo
aunento da densidade dàáguade 0'C
a 4'C, seguido dadininuição dã densidâde
a partir de 4 'C.
e) peìa diminuìção dÕ vôlúne dâ ágúâ ã pâr!'f
de0' C
Ir.6
I
(PUc-Mo)
Quando
aumentamos a temperatuh
dos sóìidos e dos liquidos, normaÌmenteseus
. 52 Os FUNDÀMENror DA Frrc^
7..IóM Ti
i
ts
15
- '
H
@
I
!
c)
qualqüo latiação.le tempèrarura
ra.a conÌ
fÌias de nossÒ plaDeta. tãô seria
pôssivel DÒs
gÌáfi(os abáìro. o
que ütellìo r re
PreseDÌa
essê
c)
De acorlo com o
gráÍìco e seus coohecÍncD
tos, é coúeio afrrniâr
que:
a) apènas a djmniúiçào dè rcnperatura latá
coú
que a águâ ttansborde
b) tantó o annento dâ temperàrura
qlanÌÔ sua
dìÌnniüição Dão
P(ovocarão
o trantboÍdÂ
que ã água Ìransborde.
O
a ágúatransbo ará apenãs
paraÌeúperaÌLr
e) âáguaDãotránsboÌdaráconun
aunìcnto de
teúpeÌaÌuÌa,
sonente se o calor esPecÍfrco
da substãncia Ior nenor
que o
'ra
agúa
(NlackcnziNP) Lrt uDì ditâdo
popuìdr
'^ nah!
r ezâ é sábi ài ' . De l ai ol Ao obsef vâr Ì nos
os
di ver sos i ènômenos dâ Dat ur èzâj f i caDÌ Ôs
encantados conì muiros
p
Õs
quais nâo
podeiá haver vnlâ Da lacê da
'Itrra,
çonnÌne
a
(onhecemos. Um desses
ponnenofès. de ertrena impÔftancia,
é o
cônportanerto
aÌÌônalo da águâ, no estado
liqui.ìo, durânte seu aqueciaento ou reslrrâ
mento sob
pressão normal.5e não exìstisse
tal comportaDÌentr),
ã vida subâquátjcâ
nos
ìagos e rìos,
pdncbâÌmente nãs regjões mais
coniporLâmento ânônalo é:
1,,1,5 lj,s Ìe p.rìLLra
fcl
CA' UIO
3
.
DtrAÌAçÀOTÈRMtr D! 5óLDOs E LIAU]DOS
5r .
7
Realize a exleriência com supeúisão de sen
professor
O anel de Grâvezande
Um dispositivo simples pÀrâ conpÍovâr expedmentalnente o feDômeno dê djÌatação témicâ é o chamado ânêl de
Grãvemnde, constituído de uúâ esfeÍa netálica e de un del feitos do úesmo mterial. À remperâtua atrD,ExlE, a
eúera
lasa
facilaenÌe pelo úel
(fÕto
1). Nô entúto, se a esfera for aquecida (fbro
2), eÌa softe dilâtação e não ìnais
atravessa o üel
(foto
3).
:
à
O que acorteceria se o anel fosse âqúecido dté atingir a mesma temperarura da esfera?
Qual
sdia o resuÌtado da experiêúciâ se, em vez de aquecer a esfera deixássenos o del aÌgrm Ìeúpô no congelador?
. A Os FUNDAMTNÍô5 DA F r.Á
it I
Calor:energia térmica
em trânsito
r' ' l
'
t
MUDÁNçAS DE FASE
$t
cerÍruro o.
OS DIAGRAI,IAS DX FASI
@
cerÍruro
?.
PROPÂGAçAO DO CAIOR
@
cerÍruro a.
A MIDIDA DO CALOR
-
CALORIMETRIA
cAPiTuro 5.
Nesta
parte
estudamos o aalot, ìsto é, a eneryìa tërmi.a
em
prcpagacao. Dìscutimosas grandezas ligodas at trocat de dol
entrc os.orpos, as mudanços de íase ou estado de ogregação
que as substâncias
podem
sofret e os
processos pelos quais pode
se efeíuar a trcnsmissão do .alor.
or
:i, cAroR: ENERGÌA TilI4ÌCA XM TÌÀXSITO
: . cÂloR sxNsÍvEL E cÀLoR LATENTÊ
:i. QUANIÌDADE Dx cÀLoR sENsÍvEL. EQUÂçÁo TUNDAMEN'IÁr
DA CALORIMETNA. CAIOR ESPECiTÌCO
t. CÀPACÌDÀDX TXRI4ÌCÁ DX UM C0ru0
.]. TROCAS DE CALI]R. CALI)IÌIi{ETRO
!,i Neste <apítulo estudamos as tro(as de calor
entre corpos a diÍerentes têmperaturâr,
Apresentamos também o.onceito
de calor erpecífico de uma substância
e o de capacidade térmi(a de um corpo-
Considere dois coÍpos Á e I em diferentes temperaturas, 0r e 0s, tals que 0r >

(ftquÍa I a). Co
l ocando-os em pÍ esença um do out f o, vef i f i ca se que a energi a t érmi ca é t rânÍ eri da de, 4 paf a 8. Essa
energi a t érmi ca em t rânsi t o é denomi nada cal or. A passagem do cal or cessa âo ser ât i ngi do o equi í bri o
t érmi co, i st o é, quando as t emperat uras se i gual am (Í i gura 1b).
El t. C"l or, energi a térmi ca em trânsi to
a) 0À>0, b) O,l
:
0; (equilíbrio térmico)
Figurâ l. O corpo 4 cede calor ao corpo B, ãté as temperàturãs se
Câlor é énergia térmica em trânsito entre corpos a diÍerenÌes temperaturas.
Como vi mos no Capí t u o
-1,
a uni dade em que é medi da
corpos é â uni dâde de enef gÌ a, vi st o que se t rat a de energi a
l nt ernaci onal , a unì dade de quanudade de ca or é o
i oul e
(J).
out ra uni dade, a cal orì a (cal ), cuj a rel ação com o
j oul e
é:
. a
or i a bd\ l a' ì l e uLi i / ddo e d qui l o( al or i d
1 kcal
=
1. 000 caj
* Na ei t uf asobr eaexpeÍ ên. i ãd!l ô! ê, nêí ê. api t ul oi páqi . a7' l ) , vocêsabêdcomoe$acoÍ espondênci ãÍ o
obÌlda
pelã pÍ meÍa vez.
1 cal
:
4, 1868
)
a quant i dade
de cal or
Q
t rocada pel os
t érmi ca em t ránsi t o. Assi m, no Si st ema
Entretanto, pof razões históricas, existe
tsrffi
Um múl t i p o dâ
(kcal):
Im flistória dâ Ïísica,
no finaL deste capÍtulo (pá
gina 78), você terá umâ idéia
de como o concei t o de ca-
10Ì evoÌuiu com o passar do
. s6 O, FuNoaMÉNÌos ôÀ F' 5 LÂ
2. Calor sensível e calor latente
se levarmos ao fogo água líquida na temperâtura ambiente
(figura
2), logo verificaremos pelo ter-
mômetro
que ela se ãquece, isto é, Sofre urna elevação de temperatura. Se, entretanto, fizermos o mesmo
com um bloco de gelo a O 'C
(figura 3), verificaÍemos
que ele se derrete, isto é, se transforma em líquido,
mas sua tempeÍatura não se modifica até que todo o gelo se derreta.
t-
E
II
- E
z
o
t
J
3
FìguÍ.2.4 água líquida se àquece âo ser levada FiguÍ.3. Em presênçâ do fogo, o gelo a 0 "C s!
dêrrete, não soÍ.êndo vaÍação detêmperatura.
PoÍtanto, quando um corpo recebe calor, este pode produzir variação de temperatura ou mudança
de estado.
Quando
o efeito pÍoduzido é a variação d! temperatura, dìzemos que o coÍpo recebeu calor
sensível. Se o efeito se traduz
pela mudança de estado, o calor recebido pelo corpo é dito <alor latente.
Nos exemplos citados, a água líquida recebeu calor sensível e o gelo recebeu caloÍ latente.
De modo análogo,
quando üm corpo cede calor, se houver diminuição de tempemtura, dìz-s! que
o corpo
perdeu
calor sensíveÌ; se houveÍ mudança d! estado, o corpo terá
perdido calor latente.
Neste capítulo analisaremos apenas situações em que os corpos trocam calor sensível, isto é, sìtua_
ções
em que não ocoÍrem mudanças de estado. As trocas de calor latente seão analìsadas no capítulo
segui nt e,
quando do est udo das mudanças d! l ase.
@ l .
Qu"nti dade
de cal or sensível . Equação
fundamental
da Calorimetria. Calor específico
Considere uma esfeÍa,4 de terro,
que
é aquecida, recebendo 220 caloÍias Sua tempeÍa1ura se eleva oe
20' C (f i gura 4a). Out ra eí era
&
i dênt i ca à pri mei ra, à mesma t empeÍ at ura i ni ci al 0, é aqueci da
por uma
Íonte mâis intensa, Íecebendo uma
qLlantìdade
de caloÍ três vezes superior, isto é, 660 calorias Com
ìsso, sua temperatura se eleva de 60'C
(figura 4b). Éstudos comprovam que essa
proporcionâlidade é
válìda
para corpos de qualquer mat!rial. Assim, de modo
geral, podemos enunciar:
'],.â!T
F
b)
{i&..'
Figurà4,O <ono B recebe mãior quantidade de câlor e,
por isso, sofÌe maior vâriação detemPêÊtura.
CÁf l Ì uLo4
.
A MEDTDA Do CÀLop- cÀLot MEÌ Fr a
57.
Considere agora duas esferas Ce D de mesmo material (ferro),
mas de massas diferentes (por
exem-
pl o, m.
=
i 00 grâmâs e mD
=
300 grâmâs, i st o é, mD: 3m. ). Para que sof râm ã mesma vaí ação de
temperatura (^e
=
20'C, por exemplo) essas esfefas (fìgura
5) devem feceber quantidades
de cálor
diferentes (por exemplo, C rccebe
Qc:
22O aalorias e D recebê
QD
=
660 calorias, isto é,
Q,
:
3Qc):
Figurã 5. O coryo D recebeu ma ioÌ qua ntidade de .aloÌ
pàÌã
sofr!f a úesmãvariaçáo
detemperãtuÌa que
o corpo C.
As quantidades de calor rccebidâs
(ou
cedidas) porcorpos de mesmo material e d! massas diÍe-
rent e5, l uj ei t os à me5md vari dçao de t emperat urd, 5do d' ret dment e propoÍ (i onai 5 às massas,
a)
o
..c;j
,,, qri
o + ro
t
220 cal
Q=
c. m. A0 +
Q=m' c. ^o
Q=m
c' ^e =
I s
' cl
0
(a
orespe.ífrcodelin dô
poÍessaíórmu
ãé um valormédio pàra oinÌeÍvalodeÌemperâ1uÉ^0.O.a ore5p!ci6.o
a una dada tempeÍatuÍaé dâdo
pelolimrede$aexprê$ão,quandoÀ0tendeâz!ro,AÍigoí
o câlôrespecífr.o
de uma rubstânc adependedatempeÍatufa.Em nosôcu6o, náolevaremôsem conÌa essavaracão.
sobDÍe$áo d! r armosfera ea rr0tderemoeÍaruÍa
t
R!sumi ndo as concl usões ant eri ores, oodemos enunci ar:
 quantìdade de caloÍ
Q
recebida
(ou
cedida) por um corpo é diretamente proporcìonal à sua
massa m e à variação de temperatura
^e
sofrida pelo corpo,
9
3
Nessa fórmulâ, conhecìda como equação fundamental da Calorimetria, o coeficiente de
propoÈ
cionalidade c é uma característica do material que constitui o corpo, denomìnada !alor específico.
Suâ unÌdade usual é cal/g
.
'C, como se deduz a partir da equação anterìor.
Obser veque, sem=1ge^e: 1"C, c=Q( numer i cament e) , Ì st oé, ocal oÍ especí Í i codeuma
subst ânci amedenumer ì cam!nt eaquant i dadedecal or quef azvar i ar eml ' Cat emper at ur adamassa
del g
da subst âncì a.
Vejamos um exemplo. O calor específico do feÍro vale 0,11 callg
.
'Cj
poftanto, para elevaÍ em I 'C
a temperatura da massa de 1 g de ÍeÍro, devemos forneceÍ a essa massa 0,11 cal,
Substâncias difer!ntes apresentam diferentes caloÍes específicos. A água é uma das substâncias de
maior calor específico na natureza. De modo geral, os metais apresentam baixo câlor !specífìco. Veja
estes exemplosl
Lat ão: 0, 092 cal l g
. "C
Prat ai 0, 056 cal l g
.
"C
Ouroi 0, 032 cal l g
. ' C
Para uma dada subst ânci a, o cal or especí f j co depende do !st ado de agregação. Tomando como
exemplo a água/ temos os seguintes valores paã o calof específico, de acordo com cada estado fisico:
cel o: 0, 50 cal l g
.
' C Água l í qui dar 1, OO cal l g
. ' C
Vapor d' áqua*": 0, 48 cal l g
.
' C
. 58 Os FUNDAMENtoT DA Fl srÀ
I
Quando
a t emperat ura de um corpo aument a, si gni Í i ca que
el e recebeu cal or. Se d l eÍ rì pe| arura
de um corpo di mi nui , é porque
el e cedeu cal or. Essa di f erença é anaí ì sada de acordo com o seguÍ nt e
cri t éri o:
E l . Capaci dade térmi ca de um corpo
Considere que a temperatura de um corpo sofra uma variação de temperatura
^0,
ao receber certa
quant Ì dade
de cal or
Q.
Def i n!-se capaci dade t ermi ca C de5se coÍ po a gr; ndeza
dada pel a f órmul a:
A uni dade usual de capaci dade t érmi ca é a cal ori a por grau
Cel si us (cal / . C).
Vamos supor que, ao receber 2.000 calorìas (Q
:
2.000 câl), a ternperatura de um bloco metálico
aumente de 20 'C
para 420
'C, tendo ocorrìdo a vaÍiação de tempefatura
^O
=
420
.C
20
.C
=
400
.C.
A capacidade térmÌca desse bloco será dada por:
(
Q
, -
2 ooo
oo
t
4oo -
L >ca'
-c
A capacidade térmica Íepresenta numericamente a quantìdade
de calorque o coÍpo deve trocãr para
sofrer uma varjação unitária de temperatuÍa- No exemplo, o corpo deve receber 5 calonas pafa que sua
temperatuÍa varie de 1 gÍau
Celsius.
O nome dessa grandeza (capacidade
térmica) vem do seguinte fato: ela pode ser entendida como a
medìda da capacidâde de receber ou perder calor que um corpo apresenta, para umâ dâda variação de
temperatura. um corpo de baixa capacidade térmica trocâ quantidade3
de calor relativamente
pequenas
para sof rer uma dada vari ação de t emperat ura. Asf agul has de um esmeri l , porexempì o,
apresent am al t a
temperatura, mas não queimam
a pele do operador porque têm pequena câpacidade téÍmica
_
jsto
é,
elas cedem pouco calor até que o equilíbrio térmico se estabeleça.
Substìtuindo, na fórmula de definição da capacìdade térmìca, a quantìdade
de calor expressa pela
equação f undament al de cal ori met ri a (Q
=
m
.
c.
^!),
t eÍ emos:
Portanto, a capacidade térmica de um corpo também pode
ser expressa como o
lrrouulo
oe lua
mâssa (m) pelo câÍor específico da substância que
o constitui (c).
Chama-se equivalente em água de um corpo a massa de água cuja capacidade térmica é ìgual à ca-
pacidade
térmica do corpo. Por exemplo, seja C
=
5 cal/'C a capacidade téfmica de um corpo. Sendo o
cal or especí f i codaáguac"=1cal l g. ' C, concl uí mosqueoequi vãl ent eemáguãdocor poém"=5g.
Ã
trür-
EJ'iI
-
- E
ó
ï
À0=0t - 0r
Aumento de temperatura
j
Calor recebido
0i >e
. +
^e>0
=
Q>0
Diminuição de temperâtuÍa + Calor cedido
q<0j
+^e <0
+
Q<0
CapÍuro
4
.
AM!ò oÁDo CaLoR
-
caLônMÊrR a
59.
ffia
t
!
!
: a
a
_
2.400
30
tj
iq3 lj
Oútra aÌternâtivâ é útilize â Iórmula C
=
m.. sendo /n:200 g
e c:0,4 cavg.
c: 2oo
.
0,4 ì
{?=o
""rra
Re6po6tâ6: â) 2.400câloriâsi b) 1.200 caloriasr c) 80 câl/'C
ffi
Um corpo ae mcsa200gé constituido
poÌ
uma substânc'â de caÌor especifico 0,4 caì/g.'C. DeteÍúinel
a) â qudÌtìdâde de calor que o corpo deverecebe.
para que
sua temperâtura varie de5'C
para
il5
'C;
b) qüe qudtidâde decâìor deve ceder pda qüe
sua temperatura didinua de 15'C;
c) â.apâcidâde térmica do corpo.
â) Parâ â tenpeíâtuÍa aunentâÌde 0L
=
5'C parã 6r:35'C (0í > 0,), o corpo deve recebercálor (Q > 0):
^0: 0Í
0r =35- 5ì ^0=30"C
Substitúindo essevãloÍ (^0:30'C) e os demãis dãdos (Ìr
:
200 gic:0,4
caÌ/g
.
"C)
na eqüaçào Íundâmen
tal dê câlofiftetÍiã, obtemôs:
e:
m. ,
. Áo =
2oo o, 4 3o =
G
=
zãu
- i ì
b) Para a temperatura diminuif
(0, < 0j), o coryo dèvêcedêÍ.alor (0 < 0)
Sendo Á0
-
15 "C,
n
=
200 ge.
=
0, 4. ãl / g. ' C, t emos:
O sináÌ negãtivo indicâ câÌor cedido.
c) Podemos calcuìara capacidade téÌmica do corpo
pela Iórmula C
Como
O
=
2.,100 cal
para
^e
=
30' C, vemi
o r,
. . .
^d
200
.
0. 4
.
'
- rsì
(r, l t 0hì
' c:
ffi
A temperatura de 100
S
.le um líqui.lo cujo câlor especÍnco é 0,5 .âìlg "Csobede
10
'C
até 30
"C.
Em
quantos
miÌìutôs seráreáÌizãdo es$eâqúecimento com üma Ionte que io.nece 50 câÌoris porminuto?
A tedperãturavâria de 0j
=
l0 'C
pãra ej
=
30'C. Logo, a vaÍ'âção de tempentura ê:
^0: 0i
0L=30"c- ( 10' c) : 40' c
Sãodados: Ì n: 100g; c=0, 5cal / g' C. Aquant ì dadedecaÌ or Qr êcebi dapeì ocor povaì el
Q: m
c a0: 100 0, 5 40+0=2000e41
Àlonte lonece50caÌ/min (fluxoou potênciada Ionte)-Ássiú. por
regra de três simplss e diÍetá:
l ' : àP
=Í @
50\
2. 000ca1 - r
l
ffi
Um corpo aenassâ 200 g ó aquecido por üma ionte de
potên.iã
coDstante
e igual a 200 cáÌoria por minuto. O gráfrco mostra como variâ, no tempo, a
temperãturâ do côÍpo. Determine ã capa.'dãde térmica do corpo e o caÌor
especínco da subtãnciã que o constitui.
60
40
20
0
0 2A
Os FUNDÁMENÌo5 DA F r.Á . 6a
I
Os dados
paraasoìução
do erercicio são eiraido$ do
g.áfico.
Atemperâturâdo corpovari.u de 20 ' C
pãrã
60
' C
em 30 mìn.
^0
:
60 ' c 20' c
:
40 "c
O caÌor fornecido
pelafonte pode
ser cãlculâdo
pôr regra de três simples e direta:
I min 200 cár
ì
I O: 6. 000câl
ljü nin -
Q l
A capacidade térmica do co.po $eÍá dadâ
porl
@
H
o
c: $=c: #- t c: ì Jo*r / cì
O cãÌor epecinco da substância
pode
ser calcuÌado a
paÍtif
da equâçâo lúndãnentãl (Q
=
n .
.
^0)'
Í
O: 6000cãl
ì
o | | 6.000
' - - i o,
l '
t r t t g
Ì r o, l t
I
^o=ao' c
i
O câloÍ especlÂco tmbém pode ser obtido pela reÌação:
c 150
m 2OO
.
:
0, 75 cavg.
"c
Re$postã: 150.ãl/'C ê 0,75 cáÌ/9.'C
l$llw U,n corpo ae rnassâ 50 g recebe 300 caÌ e sua temperatura sobe de 10'C ãté 20'C. Detemine acâpâcida.le
téÍúica do corpô e o cáÌor especinco dq-lubstarÌcia4Eostitut
,...iiïËil1i
u.
qLlrog."..de
sli.erinâ.
de.ãÌor especÍfrco 0,6 cal/g.'c, iniciálmente a 30'C;.ecebê
t2.000câÌ.Ìe
uDÌa
fontè. Determine â temperâturâ nDâl da glicerina.
Uma Íonte térmica loÍnece, em cada minuto, 20 caì. PãÍa pÍoduzÍ
um aquecimento de 30 'C enÌ 50 g de trm
liquido, são necessários 15 min. Determine o câìor êlpeciôco do líquido e â capâcidâde tênnica dssa
qudtidade
?-5ij Para soirer deÌerminàda variaçào de temperatura, uú bloco metálico deve permanecer 3 min enÌ
presença
dè ünìâ iôDte de lÌuxo côDstaDte. A mesma massa de água,
para
solrer a nìesma vâfiaçãô de temperatura,
elige 12 minen presençada Ionre (caloresDecífrco da água c
=
I caÌ/g
.
'C).
letcrmiDeo
cáÌor especinco do
Um corpo é colocado em
pÌeseôçâ de udã ionte térmicã de fluxo
ZiqlÃ.lD
granco
oo aquecimento en lunçao do tenÌpo, em minutos, é
o apresentado. Sendo 60
ga massadocorpo, determnÌe sua capâcidade
térnÌica e o calorespecifrco do oateÍial
queo codstitüi.
liffiji
o
e.an".
ro-"ce a
quântidade de cáÌor âbsorvidâ por três corpos,4.
B e Cem Iuúção da tefrpeÍatúrâ. Cal.uÌe,
pârâ cada um dos corpos, a
capacidade térmica eo calor especilico dãs substãÌÌcias
queos
consti-
tuem. São dad6 as nassâs. tua
:
nB
=
20 g e n.
:
10
g.
f
c: 0, 75. avg. ' c
!
'cl
5íl
t 0
00
40
20
CÂprru@4
.
 MEDro Do CaLôR
-
CÁLor MEÌR|Á
6r .
@ l.Tro.u, de calor. Calorímetro
DoÌs corpos /4 e
4
colocados num Íecinto termicamente isola,
do, não t rocam cal oÍ com o mei o ambi ent e, Se a t emperat ura de Á
é maior que a de B, há transferência de calordo primeiro para
o se-
gundo, até que se estabeleça o equilíbrìo térmico
(figura
6). Como
não há out ros corpos t rocando cal or, s! Á p!rder, por exempl o,
50 cal nesse intervalo de tempo, Eterá recebido exatamente 50 cal.
Pela convenção de 5inais estabelecìda:
Q,
:
50 cal
Qs
=
50 cal
Podemos enÌ ao enun(i ar o pri n(rp o geral que de! (Í eve dr t ro(d5 de cdl oÍ :
Sê dois ou mais corpos trocam calor entre si, a soma algébrica das quantidades de calortrocadas
pelos corpos, até o estabelecimento do equilíbrio térmico, é nula.
Ceralmente, os corpos que trocam calor são colocados no intefior de dispositivos especiais denorni-
nados calorímetros, isolados termicamente do meio exteriof. O mais usado é o ca orímetro de mistuÍa,
apresentado na foto a seguir e ilustfado em corte (figura 7).
O calorímetro pafticipa das trocas de calor, embora na maioÍia dos casos essa participação seja pouco
acentuada. No entanto, quando o caloímetro absorve uma quantÌdade
de calor considefável, devemos
levaf em conta sua capa(idade térmi@ C, expressa pela relação entre o calor absorvìdo
e
e a varÌação
| . , '
de temoefatura
^!J
oue ele sofre c
: 11
ì.
\
^!/
Por exemplo: se numa variâção de temperatura de 20 'C o calorímetro absorve 60 cal, sua cãpaci-
dade t èÍ mì ca val e:
Q
=
60cal
ì -
^8
=
20' C
I
termômeÍo
0. > 0i : A. cdc. â or paf â I
0: =0r eqr i i br i o t ér m co
Figurâ 6. Os corposÁ e Atro<am
calor até âtin9 ir o equ ilíbrio térm ico.
*
: ; ;
a?
1=
*: #
= c=3car / . c
. 62
Figurò 7. Corte dê um <alorímetro de m istu h.
Os FUNDÁMrNÌos DÂ Fi s.a
i.lllr.
-
iritrÈ*l: um lroche de
prata
de massa 20 gâ i60"C é colocado em 28 g de água inicialdenteâ 30
'C
Quâl
será atênÈ
'
peratura finâl de equitibrio térmico, admitìdo trccas de caÌor apenõ entre a
prata e a água?
(Dados: calor
especinco daptata
=
0,056caj/g 'C: caloÌespecifrco dâáguâ: 1,0 cavg
"C)
À tempeÍatura
Ânâl 0J de equiìibrio té.dico deve
1êr nìn
vâloÍ intermediário entre30'C e 160 'C Aágua Íecebe ca-
lor, sua tempeÍãtura aumentândo de lì0 'C
para0i. Â prata
perÍie câloÌ, sua temPeraturâ diminuindo de 160'C
para
er. Esquematicaoente,
õ vâriações de temperatuú
sao as
apresentadas ao lado.
r 60' c
-
k
i't'
I
,
- f
__l
"81.
t
o,
i -
l o. c- l
!.
t
!
Pâra lacilitd os cáìcuìos, é recomendável disporos dados do
Prcblema
em uma ìâbelâ:
Cãl.uÌemos
âs quantidades de calortrocadas.
1) calor recebido
pela
ásoã:
Q,
=
,Ì c Áe
=
28 1,0
(Í 30) =
Qr:28r
840
2) CaÌor
peÌdi.Ìo peìo bÍoche de
pÍâia:
Q,
:
zr '
.
^0
=
20 0'056 (Ì 160) +
Q,
:
i,lzÌ 179,2
De âcorcìo com o princípio getal dãs irocas de calor, à sona das quantidades de calor trocâdas é nula
(Q, +
Q!
=
0). Loso:
2&Ì 840+l , l 2r
179, 2: 0+29, 12Ì
Ì 019, 2=0 + 29, 1h=Ì 019- 2*
F=í ' ì
Num cáÌorimetrode
cãpacidade térmicâ 8,0 caV'C, inicialmente a 10
'C'
sâo coÌocados 200 g de um ìíquido de
caÌor especinco 0,40 câÌ/g
"C. Verinca-se
que o equilíbrio térmico se estabelece a 50
'C. Determine ã temDerâ-
tura inicial do lÍquido.
A troca de cakú se dá enüe o calorinetro
(que recebe) e o liquido (qÚe
Perde)
Esquêmatizando õ varìàções
de temperatürâ, teremos:
-]!'tl'-
,.,,
'"
No endeÌeço eÌetÌônico http://wvìiú.sc.êhu.es/
sbweb/fi sica/estãdisiicâ/otÌos/calorimetro/
càloÍimetÍo.htn (acesso êÍÌ 2a/o4/ 2ao7), locè
poderá simuÌa! un exeicício de calorim!tÌiâ,
caLcuÌando o vaÌoÌ do caÌor especÍi1co
dê um sóÌido ou o equivaÌente em ásua de um
câÌoÍímetro, introduzindo dados no sinulador
Dispondo os dados em umatabelâ,
paralaciliiar os cálculos:
8, 0. aV' c
10
"c 50c
40c
200
g 0,40
50
'c
50"c- 5
I
I
r o. c
-
d
Ë
{
-s;i"attg;:'"ci
l
: : . ' . . : i À[ i
'
;,
.' .::' j:"
2ag t , 0 30
"c Ì 30
.''".I 20g
0,056 1(i0 "c i 60
cÁpi Ìul o
4
.
a MED DA oo cÁroR
-
CaFR MrR Á 6t.
Caìculeììos 6
quârtidadês de.âlor trocadas.
l) Caìd.èrebido
pelô cãlorínÌeúo:
Qr
=
C
^0
:
8,0
.40
-
Q,
:
320 cal
2) Câl or per di do pel o ì i qui do: Q: : / n c. ^e
=
200 0, 40
( 50
,
ì
Q": 4. 000
i ! 0x
Àpli.aDdo o
principio geraÌdas trocas de calor
(Q, +
O
(D:
320 + 4. 000 E0x: 0 3 i i 0r
. 1. 320
=
' = #
=
G: 54. 0
ji[!Ë:i
r" i.t..i,. a"
-u
"âlorÍnetro.le
capâci.lade ténnica 6 caÌ/'C encontrâm-se 85
g
deum lÍquido a 18'C. Um bìoco
decobÍe de.ìâssa 120 g e calorespecifico 0,094 caVg."C, aquecido a 100'C, é coìocado dentro do caìorÍmeha.
O equilibrio tórm'co se estaÌrelecea 42
'C.
Deternine o calor especinc. do liquido,
Caìculêúos ar quãntnìades decãlor rtucâdãs.
l ) Cakr r è. ebi do pel ô . ãl or nDcÌ r o:
Qr
:
C. , \ 0: 6 24 =
Qì :
l 4, r caÌ
2) Cár or r ecebi do pel o ì i qui do: Q, : r i . . l 0: 85. Ì . 24 +
Q,
-
2. t ) 4Ì x
3) Caì(trped

rreb
bloc{) de cobre:
Qr
:
,,
.
.
.
^0
:
120.0,094 (
58) =
Qj:
654,24 caÌ
Pelo prüìcipkì gerâl
d6 tr()câs decâlÕr, é dulââ soma.las
qudtidades
de calortrocadas (Q,
O
+
Qr:0):
144 + 2.0.10a 65.1.24
:0
> 2.0,11ÌÌ
=
510.2,1 l
Rsposla:
=
0.25 ca!/e.
'C
Ì : 0, 25 caÌ / g
.
C
Colocm-se 500 g de Ierro (.:0,1cal/g."C) â12'C num recipientede.apa(ìdade térmica desprezíveì
(ontendo
500 gde água (.: I cave. 'C) a 20
"C.
DetermnÌe a temperatura nnãl .ìe equiìíbrio térmico.
Umbl ocodeaÌ Lr mí ni o( . =0, 22caI l g' C) denassal 00gédei xadonoi nt er ì udeuúf oÌ noat éent Í ê. enÌ eqúi ì !
bdot ér mi cocomel e. Logoâoser r et ì Edo, écol ocadoem4. 400gdeáguã( . =I cal / g' C) a30' C. At ènì peÍ ãt úr a
deeúüiliÌrrio tênnico é 32
'C.
DeterDÌine atemDeratura do fomo.
l-Ëiddi
N.--r..i."t-
"ujacapacidade
térmica é5,0cal/'C, inicialmentea 10'C, sâ. colo.ãdos lì00g.le úm líquido
decaì or especí nco 0, 20caì / g.
' C nal emper at ur ade 4Ì ' C.
â) A quetempeÌatura
se estabeìece o equiìíbrn) térúico?
lt) Em seguda, coloca-se no caÌoriúetro ud, bl( )cô .ìeiálico de massa 500
g
a 200
'C
e o novo equilibdo iérmico
se estabeìece a 60
'C.
Quaì
é o câÌor especíiìco do meiál deque é feito o bloco?
I
Três corpos trocam câlor entre si: o caÌorÍmetro, o
liquido c o bloco de cobre. A temperatura do caìo-
rimetro âumenta de 18' C para42' Ci ponanÌo,
o caÌori
r el . o r F. êb-
'
Jì or . A l er l ' êr I r r d du r q du l mhF
'
variade 18
"C para
42' C e- assim, o ìiquido recebecalor.
O bloco de cobfe sone um abaixamenk) detenpèÍâtuÍã
de 100
' C para,l2' C; logo, o bloco
perdè.àìrìr.
Poder r os i r di . dr
"r n
Lm úni . u
psq'
, mè ! r \ ã' i r çu- q
de tempefatura dos vários corpos, até se estabelecef
o equilibrio térmico, como apresentado ao ìado,
Parâ Iacilitar os cáÌcuÌos, convénr disDor os dados em
' c-
I
lBlo.o
dc
' c-
r
'
+ciluÍ
nìetr.
I
L,fu,i.
' t
'
#
00
rl
iltff
. 64 Os FUNDAMENToS DA FG ca
iì.-ü!Ëiii
(túackenzie
sP) Um câlorímetro de capaci.la.te réÍmica 40 .ar/"c contém Ì10
s
de água (cãroÍ
es-
pecífrco
:
l cal/g.'C) â9(ì "C.
Que
mõsa de aluminio (câlor
especifico
:
0,2 .âVg
.
.C),
a20.C,.levemos
.olocar nesse caloÍmetrô p&ã estiar a água â 80
'C?
ffi-ii
guSr)ru,t"t...ÍÌação.Ìo
cãÌorespecifico oe ummeÌarj âqüeceü se uúa amosrra de 50
s
desse metat a 98
"C
e
a âmo$tra aquecidaioi rãpidmente transJerida
pda
um calorimetro
de cobfe bem isolâdo. O cator especinco
docobreé 0,093câì/9.'C e a úâ$sa de cobre no câÌorimêbo éde 150 g.
No üÍeriôr do caìorínrerro há 200 g.le
ágüa- cujo calor 6pecílìco é 1,0 cal/g.
"C.
A tenperãtura do calorúnetro e da ásua ãntês de receber ã mosüa
aquecida era de 21.0 'C. Âpó$ recebe. a amosrra, e rctabelècido o equilibrio térmico, â temperarura atingiü
24,(j "C.
Determine o.ãlorespê.ífrco do metal em
questão.
f.miïi
UÌn blocô .le cob'e (c
:
0,095 cal/g
.
'C) de massa i00
s
é aquerido até ã refrperatura de 88
.c.
À sesüir é cG
l ocâdôèm548gdeágua( . : 1, 0cãì / g' C) , cont i dosemumcâl or i mebodear umi ni o( . =0. 22caÌ l g. "C) que
está à teúperatura de 25
"C.
O êquiìtbrio téÍmico se estabele.e a 28
'C.
Dete.nine a nÌõsâ do cãtorimetro.
@
Ë
o
!
ffirúffi9
iffi$i: G.M.
Juntriai-SP) A capacidade de ud mateÌial absorver ou peder
calor é unu proprieclade
câfãcterística desse
naterialrconlÌecidacomo
calo. espe(ínco. À tâbela forDece os vaÌores do
(aÌor
específico de arguns mareriais,
a25"Cel at m.
a) Se ìguâis qúdtidâdes
de água e de Ieúo frceem e\postiLs, durânte o mesmo perio.lo
de temDo, a mesma
ÌoDtede energiâ, quaìficarámais quente
e âlcdçãrá terìperaturâ nais elevadâ? .Ìustiiìque.
b) Pda qüe as mesnas quantidades
de âgüâ e de etãnol s.fram a nÌesma variação .le têmperatuÌa err lsuar
nrtervalo de tempo, deve seÌ íornecida maior ou meDor quanricìadê
de calor
para
â ágúâ? Jüstitìque,
l*U#ffil{iwlÍslifi
ffije#úfr
ijÍru
20 l 0 40 of c)
é i $.ër-i
:
(UFPR)
O
gráfico
mosirâdo nalìgura ao lado apresentas qüâ.tidâdes.le
caìor absorvidâs por
dois corpos,4 e 6, cujõ mdss estão relacionadas
por
mr:30 mj, num inteÌvaÌo em
qüe
a temperaturâ vtuiã dê 0'C â 40'C.
com base Desses dã.ros, caì.u"
"
*,r.
I
S.
I
a* *r.res especincos
das
I0
t., .r
súbstâncias que
compôem os corpos,4 e B, erpìicando como você obieve
iiffSlig
GIFPE)
Considere
que
umâ pequena boca de Iogão a
gás
fomece ripicamente a poÌêrciê
de 2b0 caj/s. supondo
quetoda
a energia térnica fornecida é transmitida a 200 g de água, iniciêìúente a 30
'C,
calcuìe o Ìempo. eÒ
segundos, nêcessá.io parâ que a águâ conece á ferveÍ. Conside.e a
pressào
ãrmosIéÍica de 1 atm e o calor
especifico da água igüãl a 1cál/g.'C.
Simi Guvè*-sP)
Um recipieDte deüdro de 500 g!
caloÌ específico 0,20 caÌ/g.
.c
contéÌn 500 gde
ágüa cujo.aror
.
específico é 1,0 cavg
.
'C. O sistêdâ êncontra se isolado e en equilibrio rérmico.
Quando
rccebe uma cerra
qudtidâde
de calo., o sistemalem suatemperâturã elevâdâ. Derermine:
a) ã.âzão entre a
quartìdâde
de cãìorabsorvida pela
água eare.ebida
Deìoüdrô:
b) a
qüaÌidadede
câlüêbsorvida peìo
sistemâparauma eÌevação de 1,0.C em sua temìrerarura.
iiflW
fruvst
spl um recipiente contendo 3.600 g de ãguâ ã temperãtura iniciãl
(ìe
80
"C
é
posro
Dm ÌocâÌ on.le a rem-
per ât úr ãúbi ent eper manecesempr ei gúá1a20' C. Após5hor eci pi ent !eaagüaeni r âúúequi r í b. i ot ér ni co
corì o meio ambieúe. Duúte Bse períôdo,
ao finaì de cada hora, as seguintes temperáturas Ioram rcgjsttadas
Dar aaágua: 55' C, 40' C, 30' C, 24' Ce20"C. DadoocâÌ or especi f i codaágua( . =Ì , 0caÌ / g. ' C) , pedse:
a) um esboço indicando valores nos eüos do gráfico dâ têúperaturã
da água em função do tempoì
bJ eú frédia, quants
calorìãs pôr segundo aágüa transieriu pãa
oambienre.
CÂdÌul o
4
.
Á MED|DÂ Do CÀLoR
-
CÁoRrMEÌRra
65.
/
ij{;ilü'ìì
(u'i".-psP) E.
'm
aquário de r0{, conpletamente cheio de ásüã, en.ôntrâ-se um
peq!Ìeno
êqÌrecedor de
60W Sabendo-se
que em 25 minâtemperâtura da águâ aumeDtoü de2 "C,
perguntase:
a)
Que
quântidâde de energiâ loi absorüda
peÌa
água?
b)
Que
l.ação da energia fonecida
pelo aquecedôr loi
Perdida Para
o dterior?
@ados:
caìor especifico da água
:
1 caÌ/g
'Ci
densidâde da água
:
i kg/0i 1caÌ:4,0J)
GlnicampsP)
Para resÍÌiar uú motot de automóveì,Ie se circulâr âgua
Por
ele. A água entra no motor a uma
tempe.atuÍá de 80'C com vüão de 0,4 t/s, e saiaunã temperatuh de 95 'C. A ágìra
quente
é reslÍiãdâ 480'C
no radiador, voltmdo em seguidã
pda omotor atÍâvés de um circuito lechâdo.
a)
Quâlé
a
potência
téÍnica absofüda
pelâ água ão
põsar peÌo
motor? Considereo câlor especínco da ágüâ
iguãl â 4.200
/kg
.
"C
e sua densidade iguala 1.000 kg/mi
b)
Quando
um aditivo
parâ radiâdor" é ac.escentado à água, o caìor especifico da solução aumenta
parâ
5.250.l/kg.
'C,
sem mudança nasua densidade. C6o essa solução a 80'C iosse inietadâ no motor em lugar
da águâ, e absorvesse a nesma
potência téÍmica,
quâl seria a suâ temperâturâ na saida do motor/
(Unicmp'SP) Um escritóÍio tem dimensões iguâis â 5 m x 5 m x 3 m e
Possui
paredes
bem isolâdd lnicial-
mente â temDeraturâ no interior do escritóÍio é de 25
'C.
Chegâm então as 4
pessoas que
nele trabâlham, e cadâ
lma liga seu microconpütãdo. Tanto uma
pessoacomo urn microcomputadoÍ dissipâm em média 100w
câda m Iorma de cãlor O âpdeÌbo de aÌ condicionado instalado tem a capacidade de diminuir em 5 "C a tempera-
turêdo escritório en Òeiâ hora, com as
pessô6 presentes e os micros ligados. A elìciêóciâ do apaElho éde
50%. Considere o caloÍespecifico do aÌ igual a t.000rkg
"C
e suadensidade igual â 1.2 ke/m3.
a) Determine a
Dotência
elétricâ consumida
pelo ãpãrelbo de ar condicionado.
b) O apârelho de ar condicionado ê âcionado autoúâticmúte
quddo â iemPerâtura do ambieíte âtinge 27
'C.
âbã'xãndoa
para
25
"C.
Quãnto
tempo depois dãchegadad6
pessod noescritórioo apaÌelhô é âcionado?
;1iffi iunicampSel
oesconnada de
que ô ãnel que gohata do nãmorãdo não era una lisa de ouro de boâ
qualidãde,
umaestudante resôìveu tirar a dúvidâ, vaÌendGse de umdPêrimeúto de calorimetria bseado no fato de
que
metais dilerentes
pôssüem diferentes câlôres esPecincos. lúicialmente, a estudaôte deúou ô eel de 4,0
gPoÍüm
lôngo tempo dent.o de úma võilha com ágúâ lervente (i00 'C). Titou, então, o anel dessa vasiìha e o merguÌhou
em um outro recipiente, bem isoÌado te.úicãmente, contendo 2.0 m! de água a l5 'C Mediú â temPeratura finât
daáguâemequi l i br i ot é. mi cocomoanel . Ocãl or especÍ f i codaáguaéi guaÌ a1, 0caì / g' C, esúadensi dadeé
i sr r l d l . 0
g
m . Dêsp ê7c. l r oca d", al u' enÌ "F d
!üa
F
o r e. r oi enl ê.
a) Sabendo-se
qüê o cáÌor específico do oüro ê cr,,
:
0,03 câl/g
'C, qual
deveÍia ser a temperatura inal de
equilibÌio se o dellosse de ouro
püro?
b) À temperatuÍa iìôaìde equilibrio medida
pela estudante loide 22
"C.
Encontre o caloÍ especinco do anel.
.) ApânÍ do
gráfrco
e dâtabelaabaüo, determine
quaÌ é a
porceniagem
de ouro do anel e
qudtc quilates
,,Bif,rii
i
j
5
è
50 75
ii-i!.;!!j1]il Õ,.'*pl
u*u
-t.sa
"mãe de
primei.a viagem" precisa pÍeparar
o banho do recém-nâscido. m6 não tem ter-
mômetro. Seu
pediãfã dbse
que
a tempe.atura ideal
parao
banhoé de 38
'C.
Ela mo.a à beira mat e acâbou
de ouür,
pelo rádiô, que ã temperatura ambiente ê 32
"C.
Como boa estudante de Física, Íesolve mbtumr água
fervente com águâ à tempêrãtuÌa ambiente,
pãra obtet a tetnperaturâ desejada.
a) Enuncie o
princípio fisico em
que
se baeia o seu
Procedimento.
b) Suponha
que ela dispõe de uma bãúeúa com l0litÍos de á8ua à temperatuÍâ ãmbienie. CalcuÌe
qúâl é,
aproxiúadãmente, o volume de água Íervente
qüe
elâ deve misturar àáguadabdheih
Para
obter atem
peraturâ ideaì. Admita desprezível o calôrabsorüdo
pelâ
banheira e
que
a água nãô trdsborde.
Liga de Au-Cu
. 6
Os FUNoaMENÌôs DA Fi s.a
(LFR.D
Em um caloríúeüo ideãI, há98 g de água à tenperâtürâ de 0
"C.
Dois cubiohos metálicos são introdúz'dos
no calorímetro. Uü deles tem mdsa 8-0
g,
calor erpeciÊco 0,25 cãl/g "C
e está à tempe.aturâ de 400 'C. O outro
tem 10
e
de mass\ càlor especinco 0,20 caì/9.'C e 6táà iempeÍâtura de 100
'C. Posteriorúente. Ase último
cubinho é Ìetúadô do cãlorimetro e verifcase, úesse instdtei que süa tempeÌatuÍâ é 50 'C. Câlcúle a temperâtura
nnaÌ de equilibrio da água e do cubinlÌo
que perminece no cãÌorimetÌo (dado: c;F"
=
I,0cal/g 'C).
(!FG-GO) Um biólogo,
qúêrendoverificarseestavâcorretâatemperâtura indicadapoÍsuaestüIê, rez a seguinte
1 CoÌocou uú objeto metál'co na estufa. Após o eqúilibrio térmico, colocou o objeto eÌ{ì uúã gârrâfa tórmica
(caloÍidetÍo de câpacidâde térmica despÍeztvel) contendo 100 g dê águâ ã 20 'C. Mediu â iemperatura de
equilibÍiô entrc o objeio e a águae encontrôu 31'C.
2, Colocou nôvmente nâ estufa dois objet.s netálìcos idênticos ão ânteriôL Àpós o equillbrio térmico,
coìocou-os ôã gerâJâ térmicâ, contendo, novamente, 100 g de águaê 20 'C. Mêdiú â novã temperatura de
equilíbrio téÍúico entrêos dois objetos e a águâ ê enconfoü 40 'C.
Admitindo'se
que
o indicãdor de temperatura da estulã estivesse funcionando coÍ.etamente,
quâl dêvcri.ì ser
â temperatura indicada na estulã?
-
H
o
í:t41ì
OrU-llC)
ls temperâturas iniciais de uftê mssan.le um liquido.l,2rn de úm lÍqüido A e 3n.le um liquido C
são reripêctivãmente iguais a 60
"C,40
"C e 20'C. Misturandcse os ltqúidosÁ e
C
â iemperãtuh de equjìíbrn)
é 30'Crúistúfândo se os liqüidosre C, âtemperatura de equilibrio é 25'C.
al
Quaì
é â teúperâturâ de equilíbio,
quando se misturam os liquidos á e A?
b) Se o caìoÍ especilìco do liquido C é 0,5 cal/g 'C,
quãì é o calor especifico do lÍqüido B?
c
::l.;i
;g
(IÌEPB) Considere a següinte situâção:
IJm aluno
pegou quatro recipientes conlendo
água em temperatu.as vaÍiâdas. Em seguida
mergulhou una das nãos no recipiente com
água Íria
(5 'C)
e a.utÍã nào no recipiente coú
água morDa
(45
'C). Àpós dois minutos, retiroü'
as e mergulhou iúediatamente em outros dois
recipientes com água a teiìperâtuta ambieote
(25'C)- conlorme a ilust.açâô abaixo. Lembre-
se de que a temperatura do corpo humano é de
apronmadamente :16 'C.
Com bâse no exposto,
julgue
as afnmações â
L No recipientecom âgua tia ocorretraôsferên-
cia de energia na forma de frio dâ égúa Íria
p&a
ã mãoi e no rccipiente coú ãgüa morna
ocorre trdsferência de energia nã formã de
caÌoÍ dâ águã morna
para
a mão.
II. No recipienie con á$ra lriâ ocorre translerên-
cia de eôelÉianâ lormade caÌoÌ da mão
paÌã
a águâ fÍiat e no recipiente com água moma
oco.Íe tÍanslerên.ia de energia na formê de
.ãlor dã ágúâ moÍna pãra a mão.
IIt. No recipientecom águâ fria ocorre tÍansferên
cia de!nergiã nâ Iorma Ae trabalho da água
friâpúaãmão; e norccipiente com ãgüa mor-
nâ ocor.e trdslerência de eneryia nâ Iormã
de câloÍ dâ água monÌa pãra a mão.
Mo passo B (ver ilusúação), a não
que
sente
â mâior dilerençã de temperatura é a dão
ineÍsa nâ égua lriâ. No passo C- apesa. de a
água dôs recipientes estar a lma mesma tem
peratúrâ (25'C), a não oriunda da áeúâ rria
pêssa
unasensaçâo de ser colocada en ümâ
água moÍnaì e â outrâ mão, uma sensaçãô
ã) apenas II, III e IV
e) todâs as aìternativa-
É
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1-1t-',,1
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l.-

. , ' t ' - l
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i..-Lii..-r !.
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i.
_25
"q,r
r.--
'
--_l
cÂpl ruo4
.
A MED|DÁ Do Cal oR
-
CÀbr MEÌrrÁ
67.
:.*&ï
ryunesp)
a Íespeito da inloÍmação ocalorespe
cinco de uúa substãnciâ
pode ser consìderado
constanteevaÌe 3 J/g'C", três estudântes, l, ll e
III, forneceram as exPlicações segúintes:
L Se não ocorÌer ftuddça de e$tâdô, âtransrÈ
rência de 3 J de eúergiatérmicâ
pdâ 1 g dessa
substânciã
provoca elevação de I 'C na sua
temDerâturâ.
It
Qualquer
m6sa eú
grâm6 deud cotpo cons-
trui.lo com essasúbsGncia netessita de 3J de
enêrgiâ térmicâ
pãra que
suâ temperaturâ se
'
eleve de 1
'C.
UI. Senão ocorrer muddça de estãdo, a tra.sle
fênciâ de 1J de energiatérmicapãra3
g
dessa
substâìcia
provocã elevação de 1
'C
na süâ
teinPeratura.
Dentre a dpÌicaçõês ãPfesentada:
a) apenâs I está.ôreta.
b) ãpenas II está.orrcta.
c) âpenas III está corrcta.
O
apenas I e Il stão corretas.
ê) apenas li e lll estão corret6.
?t J'
í uh' D, , ' s
"1, ' "r o' .
A e a.
' Jo
. ons i r ú, dos do
mesno môteriale recebem amesma
quântidâde
de caloi oìrserva se
que ãvariação dê temPeta_
tura do ôbjeto,4 é o dobro da vaÍiãção da tefr-
peraturâ do obieto B. Podemos, entâo, airmãÍ
a) a câpãcidade térmi.a de , é ô dobro da de Á.
b) o cálor específico de A é o dobro do deÁ
c) ô capacidade té.nica de,4 é. dobro da de a
d) o tãlor específrco de.1 é o dobro do de A.
e) os dois objetÍ)s têm coefciènte de diìatação
térmica difeÍente.
â) 4 . ) 3 !) l
b) 5 d) 2
f@l
pcsnt
r,q e
-u."ã.
a temperaturâ e o caìoÍ es
pecifrco de c'nco amostrâs de mateÍiãis sólidos
estão âpresentadôs na tabela.
Essás âDÌostras são, simultanêmeDte, imersãs
em úm recipientê com água, âtirgindo rapidã
ôèr t eoequi l i bÍ i ôt ér mi coa30' C. Dent r eêssãs,
a
qüe cedeÌi maiôÍ quantidade de câlor
paÍa a
águaloi amosúadenúmerc:
:ffi: @ackedzie
sP) No Iaboratório de Fisicâ, un
esludante observa
quê, iornece.do â mesma
quantidade decaìoÌ aum corpo de 400 gde.eÍta
liga úetáli.a e a uma oasa de ágüâ líquida de
100 g, tdto o corpo metálicô como a ágúa solrem
iguaÌ vdiâção de temperâturâ. Duante â dperiên-
cia, não ocorre mudânçâ do estado de agregação
molecular dõ duas súbstãncias. Sendo 1 caÌ/8' C
o calor especÍfico dã água, o caìoÍ específlco dâ
a) 0.20 cavg.
"c
b) 0,25 caÌ/g
.
'c
c) 0,30 caÌ/g
.
'C
O
0.35 caÌ/s 'c
e) 0,40 caì/g 'C
ffi
Omru
u*
"",ua-te
de Fisicâ LlPerimental Ior
nece caìorâ um certo cotpo, inicialmente ã tem
Pemturâ
de 10'C. EleconsiÌÓi o
grã0co indìcâdo
dafreuú, onde, no eixo verticãì, registra as
quan
tidades de calo. cedidas ao coÍpoi enquantoi no
eixo honzontal, vãi registrando â iemPeratu.ã do
0
fc)
t
Considêrernos agora um outÍo côrpo, conr o dG
ìÍo da úassâdo primeiro,Ieito dam!sftâ sübs_
tância e taúbém inicialmente a 10
"C.
Cod bâse
no gráfico, podemos dizef
que, fornecendo úma
quantidade
de .ãlor igual a 120 .alorias a esse
outro corpo, suâtempeÌatura
6nâÌ seÌá de:
ì
j
;
b)
l E "C
20' c
o
30' c
c) 40'C e) 25
'C
**i** Ounesp)
o
Eránco
representa a tentperâtuta em
Iunção do tempode um ìíquido aquecido em um
57
5,1
5l
:19
36
l l
30
ConsiderâDdcse desprezlveì â capacidâde térmi_
câ do câlorímetro e
queo âqúê.imento lôi obtido
atrâvés de uma resistênciâ elétrica, dissiPando
energiâà te constânte de 120
W
â capacidadê
térmica do liquido vâle:
ò
t2 Jrc
b) 20
t'c
c) 120Jl"C
o
600 J/'c
e) 1.200.1/'c
r t i
: / .
1 ,2Í
.68
Os FUNDÁMrNÌos oÁ Fi src
l-
.lWW$ Oniube'Mc)
umâ fontê iérmica lornece ss cal/s
coú
potência
constante. um corPo de massa
100 g absorve totâlmente a edergia
provenìente
dâ ionte e tem temPeratura
variddo em função
do têmpo, coniorme o gráfico.
A capãcidade térnicâ desse corpo ê o calor es-
pecífico da substância de
que
é constituido são.
respectivmente,
tguâis a:
â) 2,2caÌ/'C e 0,022 cal/8 'c
b) 2,2 cal/'C e 0,22 cal/8 'c
. ) 2, 2. at l ' C e 2, 2. a118 "c
O
22call"C e I),zzcatla "c
e') 22catl'C e 0,022 cal/S 'c
!
3
ÉW
OFsc)
o
stáfrco
rcpresentà ã quantidade de ca-
lor absorvidã
por dois obietos, Á e 8, ao s!rem
aqu!cidos, em função de suas tempemturâs
Obsene o
sráfico
e ãssinale a(s)
prcposição(ões)
0l ) A cãpaci dadê Ì ; r mi ca do obj el o Á é r di or
queadoobj et oA.
0A À pârtir do
gránco é possível determinâr ãs
capacidades térmics dos objetos Á e ã.
04) Pode se âliÍnd
qüe o calor esPeciiicô do
objetoÁ é nâiot que o do objeto B.
08) À va.iação de têmperatura do objeto a,
Por
caloria absotvida, é mâlor
que a variação de
temperatura do objeto,4,
por caloria absot-
16) Se a mâssado ôbjetoÁ lor de200
g. seu cáror
especifico será 0,2 caÌ/g "C.
Dê como respostâ â soma dos númercs
que pre
cêdem as afrÍúãtivâs corretâs-
'ffií6
OFc-co)
o
"é'"b.o
de um homem iÍpico, sau-
dável e em rcpouso, consome uma
pot!ncia de
.aproximadãmenÌe
16 W Supondo
que â energia
gsia pelo
cérebroem I nin losse completden-
le usada
pârâ ãquFcer l0 m' de água â vãriacão
de tempehtuta seria de, âproximadâmente:
e) 48 "c
a) 0, 5' c
bl 2' c
c) l l ' C
o
23'C
Densidade dâágua:1,0
Ì0r kíml
CaÌor especÍÊco da água:4,2 10'J/kg 'C
Capl Ìuro4
.
A MEotDÀ Do CaLoR
-
Catotl MEÌtra 69.
t-
IT
=-
o
IM?
(UFT-RJ)
Du!lo de Gtgútes
O Rio Amazonas é o mâior rio do mun.lo em
volume d água, coú uma vazão em sua toz de,
aproximadameÍte, 175 milhões de lìtros por
segundo. À usina hidroelétrica de Ìtâipu
(loto),
Ì ambên é ã mai oÍ do mundo, em oper ação.
A potência insialada daúsinaéde 12,6 x 10'jW:
- - ,
Suponha
que
todã ê$a potência losse utilizada
pâra
âquecer â água
que llüi pela foz do Rio
Amâzonãs, sem que houvesse
perdas de energia.
Nesse caso, a variaçâo de tempefatura dessa
águã. em ghus Celsius, seria da orden de:
a) 10'
b) 10'
c) 10'
o
10'
ê) 10':
calor especiÊco da água: 1,0 cal/g "c
Densidade dâ água: 1,0glcm'
\ cal =4. 2J
r"@
(FuvestsP) Dois recipientes iguâis á e 8, conten-
do dois Ìíquldos diÍerentes, iniciâlmeDte a 20'C,
sao colocados sobre umaplacã témicâ, dã
qual
recebem ãproximadaneúte a mesma
quãntidade
de cáÌor Com isso, o llquido emÁ âtinge 40
'C,
enquânto o liquido eú4,80'C. Se os recipientes
lorem rctirados da
pìacã e seus ÌÍquidôs mistu-
râdos, â iemperatura Ênâl da misturâ Êcará em
a) 45 'c b) 50
"c
c) 55 'c
O
60'C e) 65
"C
i$$S.-!. orl-se)
rìr..
".,nrha
incÌustriaì, a ágüa cle um
caÌdeirão é aquecidade 10
"Câ20 "C,
sendo mis
turada, em seguida, à ágüaa80'C deum segundo
caldeirão, resultando 10
gde
água a 32
'C,
após a
mistura. Considere
que
haja troca de caìof ape-
nas entre as duas
porções
de ágüa misturadas e
que
a densidade absoÌuta da água, de 1kg/{, náo
varia com atemperatüra, sendo, ainda, seu caÌor
especí f r co c
=
1, 0caÌ . g' . ' C' . Àquant i dadede
caÌor rccebida
pela
água do
primeiro
caÌdeirão ao
seraquecida até 20
'C
é de:
a) 20 kcal
b) 50 kcal
c) 60 kcal
O
80 kcal
e) Ì20 kcâÌ
ãì3&
Olackenzie-sP)
En um expeÍimento, dispõe-se
de um bloco metálico de capacidade têrmica
80 câl/"C, à temperâtura de 100'C. Esse bloco
é coÌocado Do interior de um calorimetro de ca
pacidade térmica 8 cãV"C. que contém 200 g de
aguã .
=
'-----=
ãzu r. òaDenoo que o equì
Iíbrio térmico ocore a 40
"C, podemos
afirnar
que
a
quantidade
de energia térmica dissipada
pelo
côlorímeiro ioi de:
ã) 280 cãl
b) 340 cãì
.)
.!i0
cal
d) 520 cal
,ffi-ì;
6jrc'cq
u.n q"-tidãde m do mâteriaìÁ. .re
caÌor espectnco desconhecicÌo, ioi
posta
em con
tato térmico com igual queiidadem domâiedal
B, cujo calor especinco ê cd
:
0,22 cal/g
.
'C.
Os
materiais em contato Iorâm bolados termica
mente da vizinhdçâ. ê ã temperaturâ de cadã
un loi medidã ão longo do tempo ãté o equiìibrio
térmico entre eÌes seÍ atingido. Á 6gurã nosirâ
G gráâ.ôs de iemperâturã úeads tempo. resül-
túles dessa medidâs.
0 calof especifico .r dô ftãteriaì,4 vale:
a) 0,44 cavg. 'C
I
b) 0,33 cavg. 'c
c) 0,22 cavg
.
'c
O
0, 11 cavg
.
' c
e) 0,06 cal/g. 'C
ìüõë Oru"t
n"i.-sp) u. câloÍímetro de capacidade
témica 5,0 cãl/'C contém 200
g
de água (caloÌ
especlfico
:
1.0 cal/g
.
'C) a 20
'C.
Ao colocaÈ
úos um bloco metálicô de 500
g
à temperaiura
de 100'C no interior desse câloÍmetro, obseNá-
n s
quF
o \ ' sl ênJ zl i r g- , , Êqu l i br n'
l é' mn n â
60 "C.
O calor especifico do metaÌ que
constitui
esse bloco, em cal/g.'C, é:
t
0,30
0,36
0, 41
0,46
0,52
13
*
a
a
l ïJ.
bl
d)
ol
i#t8 Guvest-sP)
Dois Íecipientes isuâis,,1e a, coo-
têm, respectivamente, 2,0litros e 1,0litfo de ágüâ
à temperãtü.a de 20 'C.
UtiÌizando um aquecedoÍ
elétrico, de pôtênciã
constante, e mãóte.do{
ligado du.ânte 80 s, êquecë-se â água do .eci-
piente
Á até â temperatura de 60'C, A seguir,
transfe.e-se 1,0 ìitro dê água de Á
para
A,
que
Passa
a conter 2,0 ìitros de água à tempeÌatura
0. Essa mesmasiluação ônâÌ, pâra o recipienteB,
poderia
ser aÌcançada colocandcse 2,0litros de
ágúa a 20
"C
emBe, aseguú, ìigddcse o mesmo
aquecedor elétrico emB, metendco ligado du
hnte um tempo âpronmãdo de:
4
a0s
b) 60s
c) 80s
d) 100 s
e) 120 s
1:ãffi.
6.
llu"a n1 u. r'locô netálico, encontÍa-se,
inicialmente. à tempeÍãtura e'C. Sendo colocaílo
em contâtô com out.o bloco B de material dife
rente, mâs de mesma massa, iniciaìmente a 0
"C,
ver'frca se, nô eqüilíb.io térmico,
que
a tempera-
t ür acì os dôi s bl or ôs édè0, 75 0' C. Supondo
quê
só houve trocâ de câloÍ entre os dois .ofpos. a
relação entre os calorê$ específicos dos úate-
b) 4
o
0,a
o40
e) 3
.70 Os Fui DÀMENÌos DA Fl s.a
j
E
0
3
ã
A experiência
de
Joule
_@
r F
o
Pârê chegar âo equìva ente mecânico do calor' James
Prescott Jou e feallzou urnâ série de experlêncas. A mals
conhecida de as, apÍesentada
em 1845 nuÍìa monografja à
Royal Society, conslstlâ de uma sérle de
pás girantes flxa-
das erÍìtolno de urì eixo veftca, co ocaoas em uraâ cuoa
l er . ì r èÍ
êr
r ai oèodooe. ' er
òr . i - r ' Í sds' "ì ãoJa
O dlsposltlvo ut lzado
por
Joule esÌé lLustrado' esque-
matlcamente,
na flguÍa ao lado O movlmento de rÔtaçáo
das
pás e obtido corn o auxílio de unì mo inete, o
qua é
acionado
pe
a
queda de dois blocos A velocldade de rÔta-
ção
do eixo verticâl
perrnanêce praticãmente constante,
dev do à
gÍ ânde resi st ênc a dâ água aô movi ment o das
pás. Sendo ass m, a eneÍ g a cl nét ca dos bl ocos t ãrnbém
p' êl i c!r e ì
ê
r ao ?d i è dJ dr
l ê a oLeoê
r as d er e
qi ã
po. ô1c: a dê ec
ê ol d -rêrÌ e
l , à_s-orrooa er' l
' 1e
qi o
t érmi ca; em conseqÜênca, a água se aquece. Ut l l zando-
se um t ermômet Í o cl e
pí eci são, mede-se a varì açáo de
tempeÍa1uía soíridâ
pe
o íquido.
Desse modo, sendo conhec do o
peso Pde cada bloco
e è dr- a oô
queda H'
e oo ! ôl del e r rar d eôô' qi d po
tencla Fdos b ocos à altuÍâ H:
W
ffi
ii.
.ffi ì,
l#l' l)
v
I
-
\ , 1
ì &#
4
gH
E=2P' H
Sendo m a Ínassa de água, cseu ca or especifico e
^0
a variação de Ìemperatura'
ã
quantidâdê dê caLoí
O absorvida
pela
água no
processo seÍà daoa
pÔÍl
A=m c' Lg
Comparando
as duas
quantìdades, é
possível estêbelecel a relação entre a unidade da energ a meciì-
nlcê
(joule)
e a unidade da
quantidade de caLoí
(caloria):
OÍ l gi nal ment e,
ôs
pesos ut i zados
por
Joul e t i nhâm 41brês cada um caí am de umã
êl t uÍ a de
12
jard;s
e a ve ocidade de
queda era de 1
pé poÍ
segundo A operaÇão íoi repeÌida dezesseis vezes e a
te;peratuÍa da águê foldeteÍminada
com auxíllode umteÍmômetro sensível capaz de detecla r dlfeÍe ncas
de temperatura d-e 1 cenìésiÍno de
gíâu Fêhrenheit
Todas essas unldades são do sisten'ìa lnglês
O valor do equivâlente
mêcânico do caloÌ {como
então fo chamado) encontrâdo
poÍ Joule foi' em
uni dêdes de hoã, a, t s
i oL, t es*
pêra I cêl ori d -
um val oÍ bem êcei Ì ável
para
as condi Çóes
erÍ r
que os
exper mentos fãram realizados. O vô oÍ exato dessa equlva êncê fol obtldo
postenoÍmente' fruto de ex
Deriênclas rnals cuidadosamente
conduzldas
Nos enderêços eletÌônicos
http://ww.sc.ehu.es/sbwevfisica/estadistica/otros/
ioule/ioutê.htÌÌÌ {ace\so
en ?o/aL/2oa1)
e hrrqtIIwwwsauteo fÌ it/maíc/
iermoioqia-e-termodinani
ca/equivalente-meccÀnico-catoÍià/jouLe2
htn
Gr
esso
en 2010;/2007), você
podeÌá repÍoduzia
por neio dê urna sinìrlação,
a expeÍiência
dê JouÌe. com a tÌandoimação
de enelgia inecãnica em catoÌ
* O nomejoule(J),
q!êdêsignaa unidadedeenêrgla
no 51, íÓi aÍibuido em homenagem ao cientista' em la39
r
CaprÌuro
4
.
A MED DA oo Cator -
CaIoi rMÍR a
11.
ffii'#ts
0,i10
t
k
^ê-
!
È
;
s
Ë
ê
70 0 f ( l
ffi
O calor especifico de uma substância no estado liquido vâria com
a temperaturã, sob pressão constante, segundo o gráfrco. Deter
mine a qudtidade de calor necessárla
para
aqueceÍ 50 g dessa
substância entre 10 "C e 70 'C.
'70
0 fc)
Solüçãol
Como o câìor especÍÊ.o é vadável, não se pode usar di.etamenie ê equação lundâmentaÌ dâ CaloÍinerriã
Q
=
m.^0. Nôcso, como avariação do calorespecifrco é lineâr com a temperâtura, podÈseâdoteno intervalo
considerado ô cãlor $pecífrco médiocomo a média âritméticados calores espe.ifrcos ext.emos- Eniâo:
0,30 + 0,42
4Í =- 3cM=036cal / s"c
Aplica-se agora â equação ll,ídâmental dâ Calorimetria usando-se essevalor médio para o calor específico
( Q: m. cM ae) .
Sendo m
=
50 g e Âe
=
70'C l0'C
=
60 'C, iemos:
Q:50.0,36
60
-
G=
r"oso;i ì
R6poslâ: 1.080 caloÌias
Outta solução (mãis geral, pois pode ser usâda mesno que a
vãriação do cãìor especínco não seja ìinear) seriaa utilizâçAo de
umã propriedade do gráfrco c x 0.
Se o câlôr especinco fosse constante, teriamos o gráfrco ao lado.
À área destacada, no intervalo de temperatu.ê40, seriadada nu-
, 4=. . ^0
Mas, da equação fundamentâI, obtenos:
o=n. c. ^o=9=". 4e
comParando:
[,3
c.,-*""^-*r
4,42
0, 30
Essa propriedãdepodêser generaÌizâdaparaqualquer gráfico que
fordeça a vãriação do calôr específrco com a temperatura. Para o
câso do problemã âpÍesentãdo:
r : 9=
042 +ol o. r zo
t or
-
m2
=
9 =
o, : o. eo =
$
=
zr , e = ( o: l ! so; ì
ffi
De que altura deve caiÌ, partindo do repouso, um coÍpo de massa 2 kg, pârâ que süã tempêraturã se eleve
de 5 'C ao se chocar ìnelastìcmente com o chão? Admitâ que somote o côrpo âbsôrvã ã ene!iã térmica
desprendida. Ocalor específlco do materiaÌdo corpo é 0,04 cal/g.'C. Àdoteg: 10n/s'e I caÌ:4J.
A ene.giâ potenciâl gravitacional do coÍpô (tJ em relãçào ao solo vai se converter totalmente em calor (Q)
EO:
Q
.72 Os ÉUNDAMENÌd DA Fl s ca
Sendo t r : ngh e
Q: n. c. Âe, vem: ï í gh
=
í
. .
^e=
EE
-
o;;;t
No enteto,
paÌa que
essa fómuìâ possa
ser usãdâ, o caÌor especifrco deve ser erpresso em J/kg
. o. o4
-q
oo4
-4J
.
i 6oJ k, ! .
(
s' C
Ì 0 ks C
po.t.nto.
,r
= 1!9t!
m
Umâ bãlã de chumbo de 5 g de mõsa movse â umâ veìocldade de 40 m/s no instante em qüe se choca com uma
pârede, frcãndo nela inscrustada. Supondoque todaâ energiâ mecânica dã bãla tenhâ se convertido em calor
que
aâquêceu, determine sua elevação de temperatuíâ
(dados:calor
êspecifico do chumbo
=
0,ú3 caÌ/9
.
'Ci
C
=
10 m/ s' ; 1caÌ : 4, 18r .
Soltrção:
A enêrgia cinética da bãlã se convene, com o impacto, no câloÌ que vai ãquecêlâ:
Ec=
Q
scndos,
Í f
eQ=n. r . ae. wm,
^i
- n
, t a
@
PaÍâ üsâr essâ lórmulã, o caÌor especínco deve estaÌ em J/kg
.
"C.
Entâo:
.
:
o.o3
j+
=
o,ü
#{h
=
ns+
tks."c
*"' . , o. =f f i >F- i l t e
R6pcta:
=6,38
'C
ffi
Supontra
que
o calor especiôco de uma substância va.ie com
a temperâtura segundo o
grá6co. Determine a quantidade
de calor necessária?arâ aquecer 60
g
dessa substância no
intêrvaÌo de temperatura considerado.
'#
Vamos sJpor
quê o.dlor espF.ífico de uma substánc,d \arle
num certô intenãìo dê temperatu.a obedecendo ao
gránco
a) Determine a
quântidade de calor necessária
pâÍâ
aquecer
150
g
dâ substância de 0 a 40'C.
b)
Quar
é ôcãìor espêcÍfico médio dasubsttuciano lntervãìo
dê têmperâturs considerado?
I
t
3
CÁpiÌuro4
.
AMÉoroÀ oo CÂLoR
-
CaroR üËÌflÁ
73.
:ii{# o"ituiuc)
,q"
"'periênciõ
básicas
para
a obtenção do equlvâlente mecânico dâ cáÌoÌia loÍan Íeâìizâds du-
Ìante um
perÍodo
de
quase
30 anos
pelo
cervejeiro e cieDtistã âmador inglês Jmes Prscott Joule. Mesmo em
luaìemel, Joule foi encont.ado, munido de um lmenso termômetro, subindo âo topo de uma cãchoeirâ.
Queria
veriflca. a diferença de temperaturâ
que
a á!ua deveriâ apresenta., corúorme seu cáÌculos, entre o iricio e o
flm da
queda (paÌa
êi Catâratas do Ntágâra, ele estimou essÀ dileÌença em aprcnmadamentê 0,2 'C).
( Daoos: l . al 4. 18J: c - l cal 8. "C. g=ì 0m/ s\
â) De
que
altura de!!m cair l0
g
de ágìrâ
pâÌa que
â suâ temperâtura aumote I
!C?
(admita que todã ã energia
potenciaÌ da água é trmsformadâ em ene.gia interna
quândo
a água se choca com o chão).
b) E 100 g de água?
g!!lë
tel,lsel
e nc".u upresenta o esquema simpliôcâdo dã *periência de Joule. o bloco tem mâssa l0kgeestá
â uma âltuÍa n
=
4,20 m.
Quândo
elecâr,
produz o movimento das
pás,
mergülhadãs em 1kg de água.
Supondo
quetodâ
a vâÍação de energia
potenciâl grãvitâcional
do sistemã loi trdsfofmâdâ em cãlor, con
siderâìdo.,F
=
I câlle. "C, I câl
=
4,2 J eg: 10 m/sr, determhe â variação de temperatura da água.
'i---l-ffi
(olimpíada Brasileila de FÍsica) Uma bola de massa n, cuja veÌo.idâde
'niciâl
é .,L
=
20 m/s, sof.e a ação de
uma Íorça acelerâdora constãnte de 15 N, durante um percurso retilÍneo de l0 m. Ao flnal do
pe.curso
a bola
se chocâ inelaiticamente com uma pârede, prcduzindo, enÌre outos eleitos, delormação e calor Suponha
que
ãpenas 50% dê eneÌ$a cinética da bolã seja convenida em caÌor e
qìre
75% desÌe calor seja abso.üdo pela boÌa.
Se o cãlor especifico da bola vale 0,2
tg.'C
e o aümento de temperatu.a da bola loi de 6'C, qual é a mõsa da
ffi]
grn4
u- *"ipi.nte de capacidade térmica .lespÌezivel contém 1 ks de um ÌÍquido extremamente üscoso.
Dispara-se um prcjéÌil de 2
.
l0_' kg que, âo penet.e no líquido, vâi râpidâmente âo repouso. Verificâ-se entAo
que a temperatua do liquido soÍre um acréscimo de 3
'C.
Sabendo que
o calor especÍftco do líquido é 3
/kg
.
'C,
caÌcule ã vêlocidade com que o prcjét'l penetra no liquido.
Í!-i$!! ClerD
um corpo ae rossâ 2,0 ks é lãnçado do ponto Á, conlorme indicâdo na nsura, sobre um pieo horizontaÌ,
com uma velocidade de20 m/s. Em seguida, sobe umâ Ìmpa até âtingir uma altuÌa mâimade 2,0 m, no
ponto
B (dâdo: g
:
10 m/s').
Sabse quê o caÌor gerâdo no prccesso loi todo absorüdo pelo
corpo e
que
um termômetro sensivelligado
ao corpo acusã uma veiaçáo de temperatura de I "C.
a) Determine o caÌor especinco médio do materiaÌ qüe constitui o corpo, em J/kg.
'C.
b) Indique sea âlrurâ máÌimã âtingida pelo corpo, cao não houvesse dissipação de energia, seria maior, menor
oü iguaÌ a 2,0 m. Jüstifique suã reposta.
i,iffilf
Ol-t*"i*spl
u. mrtêlo com 2 ks de mãssa é usâ.lo pâra golpea.
um bloco de chumbo de mdsã 5 ks, cuja
temperatura se eleva dê 20'C a 30'C após ts recebido 50 golpes.
Àdmita
que
80% da eDergiã mecânicaseja
r er i dd
pÊì o chumbo. Der êr mi nê:
a) a aÌtura de
queda
equivalente do martelo em cada
golpeì
b) a velocidade domartelo no momento do
golpe
(Dâdos: calo. especificodo chumbo
=
0,03i cal/s.'CiC
=
10 m/s'?;1câì
=
4,18J)
!
I
!
!
5
Ë
i3
.74
Os FúNDÁMENros DA FIsEA
As calorias
dos alimentos
t - "r . o
. d
o. eooo-
qd, ì d- po- eddooo. a. oo
preocLrpa se coÍì a aqu s
Çáo
ou manutenção
de um
coÌ po esgul o ou saÍ ado' , coÍ no se cost uma
di zer'
Com essa mot i vação, mui t as
pessoas pf ocrl ram
. o^. r o. oÍ
o I gê( Ì óooóèf _ì e
l o". . d' Í t do". ;
o
t
pos
de d etas e feglmes, ê
guns corn
píomessês oe
perda rápida de
peso Alénì dlsso a obes dade, so_
breludo de crianças e ado escentes, é uÍa
pÍob erna
gí âve de saúde
pÚb ca em mui Ì os
paí ses Por essa
ê. èo, : do
r J
. o ^o. ' ì J ' èr di aoÌ i gose
' oot o-
gens que se reÍ eÍ em às cal ori as
que esse ou aque e
ãl rnent o
pode f orneceÍ âo ol gan smo
Or a -"1ê
ì Ì o.
. 1.
gê i . os êÍ oo' d a' os or è. 4-
cares), após serern absorvidos,
são
quelÍiados no
o
o
- <coo.
. spf "\ áoLe'
i èr . o oo- 7| ooèe' ê
gi a
i ndi spensáve êo Í unci onament o
do orgãni srì o

veÍ dade, essa
quei ma coí esponde
a
pí ocessos
bioquírnicos,
em
qLre ocoÍfe a oxidação
das rnoLe'rr-
I as orqân cas Embora
não envol vê Üocâs de ca oÍ
no sentldo considerado
em nosso curso, a r'eol'ra
dessâ energì a dos a i ment os cost Lrma
ser f el t a na
unl cl ade
quLoca ori a {kcal ),
que
con' ì
f reqüèncra e
chamacl a, i mpropt i arnenÌ e,
de Ca orl a A l raenl ar e
Íepresentada
por Cal
(com
ln cial IÌalúscu a)
A ngest ão eÍ Ì ì
quant dade adequada dos. a
i men
tos ênerqéÍ cos
(carbo
dratos) repoe a energ ê
que o
organi smo consome
t anl o nas at i vi dades
di ári âs
como na manutenÇão
dos
pÍocessos vitais Caso â
i ngest ão sel a exêgef ada,
aci ma das necess
' i ades
norrna s, o organismo acurnula
os a imentos em ex
cesso na Í oÍ ma de
gordurc, podendo Ì azercom
que
a
pessoa i l que obesa.
As go o- d5' ês or o' l 1d\ ' r
o
'
oo
|
' '
' ; o
allmentos energeticos.
Entretanto se houverÍa ta de
cârboi dÉt os, o oÍ gên smo
pode suprl râ caÍ ênca de
energla anqando
rnãodesses allmentos
Essa u1i ?a-
Ção
pode
compromeler
o oÍgan smo, causando
urna
oeÍ . . en. i d
. . L' o, à epobr ê1 o de: d' dê
A' o r
êr
. ,
o l ôq 5La' ; o ob r oê d"
"
ì o
"sès
a aDTesenl aTem,
nos rót Lrl os dos al i ment os
l ndus-
t ri ; zados. i nf of maçóes
nut ri ci ona s i ncl ui ndo a
energl a
f orneci da
pof umâ
poÍ Ção predet erm nãda
do âl i ment o. Al gJrns Test auí ant es
cost urnam'
poÍ
l n ci at l va
próprl a, col ocar
no cardápo a
quânt l dadê de
caloÍias dos
pratos oíeÍecdos Em nìuìtas cLdades,
essa l nf ormação
l é
e uma exl gêncLa
ega
A segui L
para eí et o de comparaÇão
apresen-
tamos a
guns dados feferentes
âo teof cêlór co de
a Lraentos comuns em nossa d eta
{2
col her es de sopa
:
20
9}
. . . . . . . . . 44 kcê
BiÍe de carne magrâ de rro
( r
l ni dade
=
l OO
s)
. 260 kcê
Filé de llango
sÍê
hado
( l Lr ni dade=1009) . . . . . . . . . . . . . . 97 kca
Pi zza de ml ssar eê
( 1
Í at ê
=
140
g)
Bacal l hau coz do i l
post a
:
100
g) . . . . . . . . 100kca
100
gl
. . . 75 kcâ
!
!
!
{
j
ã
Ë
Lêr ênj a
pêr a ( 1 Lr nl dade) . . . . . . . . 43 kcâ
\ , 4"aq.
L- o"o- O
9
. . . . .
) ) q . - l
B scolo sêbor aveê e me 11
Lrn dade)
29 kcâ
B scoi t o champênhe
( l
uni dêde)
. . . 44 kcê!
Sorv!tê sâbor creme {l
Sorvete dielsêbor crer.e
(1
bola
=
40
g).. 3E kca
Choco âte me o amêrgo
( 1
bar c
=
200
9) . . .
. . . . . . . . . 1 052 kca
Chope
( 1
Ì ul i pa
=
150 m{) . . . .
90 kcâ
V nho r nt o l l t êça
:
l 00 ml ) . . . . 65k. a
Fônte httpr/batlqlenacozi.ha
o com bínutrcao-tabêr' kcãL
php?ds l ema, acessadoêm
14deÍ êver er Ôde2007
t.9
OuvertsP)
Un ser hummo aduìto e saudável consome, em média, mâ potênciâ
de l20J/s. Uma
.caÌoria
aliúental' (1 kcal) corresponde, aproximadmente, a4 x 1OiJ. Para nos manternos saudáveis,
quantas
"caÌo.ias
aÌimentares" devemos utilizâr, por dia, âpârtirdos alimentos que
ingerimos?
c) 2,6 r 101
o
4, 0 r 101
L.r0
Gap-SP) Qudtâs
calorias âliúentares um atleta deve ingerú diariamente. sãbendo-se que
eú suas
âtividades cônsôme I kW?
(Dãdos: 1 câÌoriaalimêôtâ.
=
I kcal; Ì cal
=
4 J)
Ì.rr
GuvestsP)
Pedro maniém umâ dietê de 3.000 kcâl diáias e to.la essa eneryia é consunidã por
seu
organismo a cadâ dia. Assim, ao iìnal de um mês
(30
dias), seu oíganismo pode ser conside.ado colno
equivalente a um ãpâ.elho elétfico que,
nesse mês, tenha consuúido:
a) 50 kwh
b) 80 kwh
c) 100 kwh
d) 175 kwh
e) 225 kwh
(Dados: i kwh é aenergia coDsumidâ eú I ho.a poÍ úú equipãmeóto que
desenvolve ümã porência
de I kwi considefe 1 câl
=
4l)
L,ÍZ:
(UELPR) Ào coúsumir uma barra de cbocolate de 100 g, o Õ.Canismo húmâno recebe! em média, um
âcrtucimo de 500 kcal (dâdor I cal
:
4.18.D. A veÌocidade que
um auromóvel de mãssa 836 kg deve ter
pdâ que suaenergiâ cinéticasejâ equivaÌente à energia ingerida com o coBumo dã bârrô de chocotate
â) 33
b) 120
a) 10 km/h
b) 25 km/h
e) 4,8 x tOs
ê) 250 km/h
t
c) 70 km/h
O
i20lnn/h
Lr3
OFRID
Leopoldo lôi a. supermercado compraradoçante dìetético. Ficou perylexô
âo verificaÍ queas
inlormaçôes energéticãs escritãs nos rótulos de dois desses produtos
eram baranre contÍaditóÌiâs.
A tabeÌa a segür r$ume essa iÕfoÍmâções energéticas.
I
g
3
3
d
;
ê
O consumo diário habituaÌ de quãìquer
un dos dois
produtos, por
um usuáÌìo desrês,é de vários en-
veÌopes, ou gota, por dia. Às côntrãdìções que
ele obseÌvou,
po.tânto,
ioram:
l) o vaÌor caÌórico citâdo pãrâ um envelopej Õo.ótulo do
produro
t, é maior que o VDRI
A
oVDR, norótulôdo prodüto l, é muito menorque o VDR qúe
constanorórulo do produro 2.
Com o objetivo de esclãrecer essas cont.êdições! responda aos sübitens abaüo.
ã) considerando que
Leopoldo, em um diâ de trâbaìho, eìeva de 2 net.os de aliura 1.000 sacus
de cereais, e
que
amassa de cada saco é 60 kg, calcule o tÌabalho reãlizado poÌ
ete nesse dia
para
cümprú êssâ târeÍa
(useg
=
10 m/s'e 1J:0,24 caÌ).
b) Usândo como relerência o resultado obtido no subitem ântedor, especl6qÌ,e qual
dos
produros
coniém ovâÌor correto do VDR em seu rótulo- Justinaüesua resDosiâ.
* VãorDiáÍiodeneÍerênca(VDR):éovaorqueÍeprcsentaaquantidaded!caloÍlasquedev!s!ringe
da
pôrumà pesoa, d! modoa suprÌÍapropÍiadamentei sem exce$o ieh defrciênc a,iuas necestdãd!s
enerqéticas duÊnÌe 24 horàs.
prod;lo
I
Porçòo: I envelope
l
VDR'
I'DR
2.500 cal 0,007 kcâl 2.000 kcâl
E
!
*
a
3
3
Realìzc a experiôncia com supeflìsão de seu
P|olè*s' r
Determinândo à câpacidade
térmica de um calorímetro
Consi8a un recipicnte .le isoPoÍ
lequcno,
como o
qüe é usLÌdo ern ÈÍaurantes
Pàr'
manter "gelada uúâ
edrafâ
Esse ser:lo scu cdorimclrc'
F4a urn iúo em sua
ÌrãÍÌe
sryeÍior de modo a
PcmìÌir
a
jnfodução
de um tennônÌeüo conum de óìcô' l
on nìeÍ
cúrio.
gÍâduâdo de 0' C a 100' C
lnìciaÌmente
coÌoquecercade
40 cmr de águaï â ì ÌemlÈÍÂÌura 0,, deternìnÌd' com o Lèmìômctro
(cerca de
l 0 c . - i nr c| ur do
' c.
. ãl r r i cr
"
Em segulda. aqueça aproxiúadânrente
60 cìÌr de água aÌé que elâ atinjâ una tenìpeúÌura 0r' derèmnìâdâ com o
temômetro.
inferior a l0O
"C
(porexeNplo,70 "C)
Despeje agora a águr
quente no caloÌíneúo Feche o rupidmeDte o agite_Ô
Par'
m6ruÌàr as aguas no seu nÌeÍor
Mecacom o ÌennômeLro a renperâtum
nnàlde cquiìírrio 0
'
Considerando
que àdeff;lde da ásuâ é I
8/cmr'
os voìunes
' nìsiuEdo$
(eú cI]l) coÍespondcn
nuúerjcrúente
àsmassasGnsr amat . sendo. : 1caì / g' Cocdof esPecí l ì codaágua, cal cul eonódúl odasquanddadcsdecaÌ of
tocâdas
pclas duas ma\srs de
$ur:
Qt
=n) ' c' l ü
0) Caì or r ccebi do
Po L
Q2
=
r y.
r . l ü 0) Cal or
Per dì do t or , l
A dilèÍença AO:
O: O
corrcsPonde à
quântldlde de calo'
' ÌbsoNidà
pelo clkrímetro Calcule a'
A vdìlção dc tempentura
do calorímelro seú dada
I' or:
^e
=
0Í 0, Càlcule 3'

A, r D. . . , dddc
r - i adu' dr - . Jr mer r o' Fr 1d. or | Êl ' r cl "f r '
'
' cr ì l ea
RePÍlâexPeriêncianÌai\duasvczeseÌire!jnédiaaÍiLnéticai]Òsre{l|ndos' Assìm.vocêobterãumresultadomris
lrórimo
do Ìèal, comlensando elentuaìs
eÍos comelidos
nas detcminàqões
,
Você consìdera e$e lrlor de càp.cjdade lémica do sc! c' lorÍmet' o alto ou b' ixo?
. Nadet emj naçãodÒcal o| especi nco. l eumcoÍ pocomesecâ] oí úet Í Õ, suacapacì dâdet óni cÌ podci r l er desPr è
_g
o
v
capÍuLo
4
.
AMÊD DADo Cal ot -caLoRrMFRA 77.
A EVOLUçAO DO CONCEITO DE CALOR
O homem das cavernas, ao usarologo pa'ê se aq u!cef e cozinhaÍ, io pÍovaveÌmente qlcm primeiroienÌo!
êntender o mjÍório do "calof'. Os íilósoíos gregos dos sécu osVl, V e tV ê.C., EMPÉDOCLES, ARTSTOTELES e
outÍos, acreditavam queoíogo, ao lado da ág!a, da tera e doaÌ, efã um dos eleÍìrentos rbÍmadores dâ natLfeza.
Essa idéia sobrevive! por quase dols mil ânos, incl! ndo-se nesse p!ríodo
os alquimistâs,
que
admrt àm ter o
íogo um podêr exÍaordinár o para levá los ao encontro da pedra íl osofal e do e ixiÍ dâ longa vjdã.
Apenas em 1661, o quí mi co i r andês ROBERT BOYLE
( 1627, r
691) , conr empor âneo de Newr o' , , s, r l ua
abâ A quínìca .étìca, .ambatc! as ldélas dos a qu mistas, emltindo com precÈão
o conceito dc c emenÌo
químico. Entretanto, Boyle ainda lnc uía o fogo como um desses eLemenros.
Al guns anos depoi s, obser vando â comb! st ão, CEORC ERNST STAHL ( t
660 I 734) , módi co e qui mi cô,
iormulou a teoria do flo8ístico, que dom nou a
Química
duranle uÍn bom lempo. Segundo ele, o ilogíst co era
o p.incÍpio do fogo. Um corpo/ ao ser aqlecido, recebia fogGtico, ao se feífiar, o coípo perdiâ iogisr co
IOSEPH
PRIESTLEY(1713 1809), químico inglês, era lberalempolítìcae reLlsião, mãs cc,ÌìservadoÍ em ciè.ciã,
delendendo ã têoria do flogístico. E.tretãnto, âo descobrir o o'lgenLo que chdmo! de ar d!flo8;stiraoo,, pci
miliu ao notáve quíÍnjco ÍÍancês ANTOINE LAURENT LAVOISIER
(l743
I79a) defrubar deÍinitivame.te, em
1772 a teorià do ilogístÌco, explicando a comb!sÌão como Lma simpÌes Ìeãção corn o oxigênjo.
Lavoisler inÍoduziu o te.mo calórico para descrever o elemento impondeÍável rcsponsáve pclo aqucci
mento dos corpos, por a g!mas reações q!ímicas e por ouÌros fenômênos. Em colaboÍâção com PTERRE STMON
LAPLACE
{l749
I827), fcz impoÍantes etudos sobre o ca or libefàdo nâ combunão.
O Í í si co e q! í mi co escocôs
l osEPH
BLACK
( l 728' 1799) ,
assi m como Lavoi si ef , en
i endi a o f l ui do cal óÍ i co como uma subst âncj a que podi a comb nâr se q! mi cameÌ ì r e
com a mal ér i a. Segundo el e, quando enÍ e o cor po e o ca ór co havj a ! ma si mp es
misÌ!ra, a lemperatufa aumentâva/ sendo percepttvel a prcs!nça do calor: era o
cal or sensí vel .
Quando
o câl ór i co sê combl nava q! i mi cament e com a mat éf i a,
eLe
"desaparecia",
não prod!zlndo vaÍiação de temperâtura: era o calor latent!.
Um exeÍ npl o dessâ "r eação quí mi ca" com o cal or acont ecer a nas m! danças de
estador gêlo + câlórico
-+
água.
Àpesar de suãs idéias ainda eíarem prcsas ao mode o dâ época (fl!Ìdo
ca-
lórico), B ack teve o méÍito de entender o calor como lma quanridade, definlndo !
a unidade alé hoÌe usada paÌa medilo: a.aìorìa. Introduziu ainda os ìmporrãnlet
conceiros de capacidade téÍmicâ e calor específico.
À idéla de que pode hãveÌ cônveEão entre energla mecânicâ e ca oÌ nasceu
com o engenhei r o noÍ t e amer i cano BENj AMI M THOMPSON
( 1753
1814) , o conde
de Rumturd, em 1799. Ao pesqLisar a peílrãção
de canhões .uma Íábr ca de armas na
--
Bavlera, AleÍÍânha, ele percebeu que o aumento de temperalura do mãrerial pe.furado só
Bta(k
poderia provir da eneÍgiâ mecánica das brocâs. Entreianto, â equivalôncia entÍe câ or e enersia
mecâni ca í oi det er mÌ nadâ pêl o Í í sÌ co e médi co al emào
JULI US
POBERÌ \ on MAì ER
( l
8r 4 t 8781 em I 842
e, com major precisão, pe o físjco iiglês
JAMES
PRESCOÌT
JoULE
(l818
1889), enì I843. o re acionamenro
deíin
jtivo
dã energia lérmica com a eneÍgia cinética da5 mo éculas ioÌestabelècido
em 1857 pelo físico a emao
RUDOLF CLAUSTUS
( t
822- t 888) .
^
Clausius
t
!
ê
j
E
â
.tg Os FUNDAMTNÌo5 DA trí.a
Mudanças
de
fase
coxsÌDrlÀqoEs
GEIÀÌS
OUÀXTÌDADE
DI CALI]R LÀTEXTX
CURVAS DE ÀOUECIMINTO E DE RISIFIÁMEïTO
o FENôI{ENo DÂ sutERFUsÀo
Neste capítulo estudamos as transformações
que
acont!cem entre as fases de umâ substância
purâ.
Anãlkamos basìcamente a5 trocâs de calor
que
o(onem durante as mudanças de fase.
Nâ foto, uma barra de ferro incandes.ente faz
derr!ter
um bloco de gelo.
j
Como vi raos no Capí t ul o 1, uma subst ânci a
pura pode se apresent ar em t rês f ases ou est ados oe
agregação: sól i do, l í qui ào e gasoso. A água, por exempLo,
pode est af , conÍ of me as cond
çoes,
na Í ase
s; l i cl a
(qel o), na Í ase l í qui da
(água l í qui da) ou na f ase gasosa (vapor d' águâ)'
Na iase
gasosa, a substância
não apresenta nem forma nem volLlme definidos
As foÍças de coesão
ent re as mol écul as são
pouco i nt ensas,
permi t i ndo l hes
gÍ ande l i berdade de movi ment ação
Na f âse í qui da, as di st ânci ãs médi as ent f e as Í nol écul as são bem Í Ì ì enores
que nos
ga\ es à mesma
pressão. No ent ant o, o f at o de a f orma do l í quì do sef f aci ment e vaf i áve i ndi ca que srrâs mol écul as
aj nda
possuem cert a l ì berdade de movi ment ação,
A menor di st ânci a i nt eÍ mol ecul aÍ ,
pof em' l az com
que ai f orças de coesão ent re as rnol écLrLas sej am mai s i nt ensas no l (ui do Do mesmo modo que nos
gases, poi emos est âbel ecef
que as mo écul as do l í qLl i do possuenì energi a ci nét i ca rnédi a dependent e
da t emperat ura.
Na i ase sól i da, as mol écul as est ão di spost as corrì regul ari dade, num arranj o especi a dênÔmì nado
re-
t í Cu| ocri st a| i no' Asf o| çascl ecoesão5ãoj nt ensas, permì t i ndoàsmo| écUl asapenasI i gei Í asvi braçõesem
torno de suas poslções na estrutufa clo mâterìal Os sólidos
possuem Íorma e volume bem definÌdos
Na f i oLrra 1, represent amos as t rês Í ases de uma subst ánci ã e suas caract erl st l cas
macroscopl cas'
E t. consi derações
gerai s
Suldo ra mJ
a
' n
umr ú i n no\ Líquido volwc.lclLnido;
Figurà 1. A5 fases ou eíados dê agregaéo
de uma substáncia
CaPÍúLo 5
.
MúoÀN.as DE FÀç
79
Em determinadas condiçôes de pressão e temperatura, uma
substância pode passarde uma fase para outfa? ocorrendo então
uma mudança de fase ou mudança de estado de agregação,
As mudanças de fase possíveis a úma substância e seus respecti-
vos nomes estão reoresentados na fioura 2.
"'K
Figurà 2, As mudançds dêía!e de uma substân(id.
Quando
um sól i do cf i st al i no recebe cal of , suas mol écul as
passam
a se aqì t ar mai s i nt ensament e.
À temperatura de fusão, a agitação térmica é suficientemente iorte para des;urr a eslrutura cdstâlina.
As moléculas adquirem energia suficiente
para se livrârem das adjacentes, passando a ter a liberdade de
movimento camcterística dos liquidos.
Durante a fusão, a temperatuÍa não varia, pois o calor trocado ao longo do processo corresponde à
energia necessáÍia para desfazer o retículo cristalino do sólido.
Teami nada a f usão, aquecendo-se o l í qui do f of mado, a t emperat uÍ a vol t a a aument ar, i st o é, au-
ment a a agi t ação de suas mol écul as. Uma vez al cançada a t emperat urã de ebu{i ção, o cal or recebi do
pel o l í qui do corresponde à energi a necessári a para vencer as f orças. de coesão ent re as mol écul as:
o líquido ferve, e a temperatura não varia durante esse processo.
@ FerÌo lÍquido: â f'rsáo do feÍrc ocore a 1.53s'C, sob prcssáo nolmal.
@ Nitrogênio
líquido: a condensação do nitfogênio ocôrrê â -'195,8 "C, rob prêssão nomal.
O O vapoÍ
de água que
sai do bico da châ leiã é invisível. Ao se aÍãstâr, o vâpor sê resfria e se
condensa, formando â "fumâçâ'; constituída dê gotículâs dê águâ líquida.
t
N
q
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5
!
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z
È
?
1
l
"Pâi!A
bola congêlou de novol"
Sub imaçãÒ
(crjstal
zaçãoÌ
. 80 Or FUNDAMÊNÌoS DA F6rca
i,
,,.f
,:., @ 2. Quantidade
de calor
latente
lmaqinemos
um recipiente
contendo
gelo inicialmente
a 0
"C
(fìgura 3a)'
* à.a'"ta"t
á"" trn"ma em presença
de uma fonte de calor (figura 3b)'
""ãir*t
or",
.".
"
passar do tempo' o
gelo se transforma
em água líqui-
a. ì ì ri .
ã"' qã, ", ,
. , t a t emperaÌ ura
durdnre
a í uqào
peí manece con5t anÍ e
lo
lfr.
Asri., o sisLemd
e!ta recebendo
caloÍ da
Íonte' ma5 a temperaÌura
não varia.
"òì uì ao
o guro a"t ret e,
veÍ i Í i ca-se
que el e deve
receber'
por grama'
go
;l.ti"t,
rní""a-se
a temperatura
constante
em 0
"c'
Essa
quantida-
ã" iõo
.új t a""..inada
caior latent! de fusão do
q!lo: tF
=
80 callg
." lï:ii:ïi
jü;
:Ï::jxï:n ï:ï:"'i?ilïiÏ1ïh:::iiï.Ïï:
:i:lïiii:ì.llÍ:
n:Ï?#1:::.i1ll"'llïï"'J':ïi
;ï::::::
::
De modo
geral, paÍa a massa
m de um material
sofrendo mudança
de
r"*là"
.ãr"t úì""i"
L, a quantìdade total
de calor Q
trocada no processo
pode ser caìculada Peìa
Íórmula:
@r .
Curvas
de aquecimento
e de resfriamento
Ã
5
- F

o
t
Por exemPlo:
Fusão do gelo (a 0 'C)
Solidificação
da água
(a 0
"C)
VaPoí ì zação
da água
(a 100' C)
Condensação
do vapor
(a 100 'C)
4
=
80 callg
q= 54o cal l g
lc
=
-540 caì/g
.", Jxï.:'"'1"ï
"111Ï"J,i::
lifi f i:'",*?J:i:'ï""'ï"1""'."i'd:
[ï"xilï:*;ir"H::::,1"*1":":i".1ì?:::#ii:J:ii:
Á) aqueci ment o
do geÌ o de -20' C
a 0' C;
3 :ï::.*"t"",:i"tfa
hquida de o'c a I00'c;
D) vapori , / áçao
(l ervuÍ d) da agua l Í quì da a 100 ' Cj
í ,"i,"li.l*"
a" *oor acima de 100 "c
(posrúel somenie se o confi-
naÍmos em um re(i pi ente
adequado)
Figuta 3. Enquanto
o gelo
deíête, a temPelãtuÍâ
se mantém
em 0'C, sob
f idu.a 4. Aquecimento
de
qeio a partlrde -zo'c'
il;d"d"iq,"
"
d*
"
'
GroÌ latêntê ê'Pëo6'o
uma vêzÕue
"
íe'e ed md' doe ì o
'
i Ï ' ' "r "ã, ". i ' . - ""q' "oopFo' oÍ dr àr ' "ao"na) Pt r "r or r ât èí t e
oÍ t i dose
CadÌl l o 5
. MUDÁNçÁ5DrFa*
Essas várias etapas podem ser
"visualizadas"
num gráÍico caftesiano, em que se colocam os valores
da temperatura no eixo das o.denadas e a quantidade de calor trocado no eixo das abscissas
(Íigura
5).
O conjunto das Íetas obtidas nesse gráfico recebe o nome de curva de aquecimento da água.
Se consi derarmos o processo i nverso, com perda de cal or de um si st ema const ì t uí do
por
vapor
d' água i ni ci al ment e a 1 10 "C, sob pressão nof mal / obt eremos a curva de resf ri ament o da água
(figura
6), com as seguintes etapas:
Á) reí ri ament o do vapor de 1
' 10
"C
a 100
"C;
8) condensação
(liquefação)
do vapoÍ a I00
'C;
O
resf ri ament o da água l í qui da de 100' C a 0' Ci
D) solidifìcação da á9ua a 0 'C;
n rest ri ament o do oel o abaì xo de 0' C
t
Figura 5.Curua de aquecim!nto da água sob Flgurâ ó.CuÌvâ de resfriãmento da á9uà
j
3
+
. ,
: ,
, ; . l
,tl2C',, r".* inl"iul."nte 200 gramas de gelo a -10
"C.
Determine a quãntidade
de calo.
que
essa massa oe
ge,o
deve receber
para
se translormar em 200
g
de águâ ìiquida â 20 'C.
Trâce ã cúrva de âqüecinento do
procssô
(dados:calor especinco do gelo
=
0,5 cavg
.
'Ci
caìor especÍfrco dâ água
=
I câl/g.'C;câìor tatente de Íusão
do gelo
:
80 cal/g).
Ao se translomaÌ o
geÌo,
a -10
'C,
em água a 20
'C,
ocorre a tusáo do gekì nâ tenpe.atura de 0'C. PoÍtãnto,
o
processo
deve ser subdividido em ir!s etapas. Esquematicamente:
f etãpa: ãquecimento do gelo (n
=
200 gi
^e,
=
0'C

=
n
. . Ì
^0Ì
=
200
. 0, 5
2retapa:lusão do geÌo (n
:
200 gi
4:80
câl/g)
O
=
n. 4: 200 80
( 10 ' C)
:
10' c; cj
:
0, 5 caÌ / s. ' C)
. 10r QÌ =l . 000cal
. 82
ì
Q!
=
16.000 câl
Os FUNDÀMENÌo5 DA Fi eca
3r etapa: âquecimento
da águâ líquida
(n:200 gi AOr
=
20
"C
- 0
"C:20
'Ci c': Ì c'zÌ/g
'C)
Qr
=
n .r
'^0.
=
200 1 20 ì
Q,
:
4.000 c41
A
quantidade totâÌ de calor
Qserádadapelã
soma:0:
Q'
+
Q,
+
Q3
a
Gil
-
' ' -
ó
Comos dados desteexercicio,
podemôs iraçar a cuFa de
aqüecimentÔ.lo
sisÌemâ.
No eixo das otdenadas, lançamos as temPeratorâs indi-
cadas
pel o t er mômet r o,
e no ei xÔ das absci ssas.
a
quani i dã. l e de cal or f of neci da
pel â I ont e. À pr i mêi r â
reia inclinacìa coÍresponde
âo aquecimento do
gelo a
' êia
coincidênte com ô eixo das ãbscissâs indica â Iusão do
gelo
e asegundâ reta inclinada cotresponde
ao aquecimento
da
água resúhdte dâ lusào.
Q,
:
1.000 cal
O,
=
17.000 cal 1000 cal= 16.000 câÌ
Q
=
2Ì . 000cal
Ì 7000câ] = 4000cal
ReÊposrâ: O sistemadevè
receber 21000 c:lôìÌ
2Ì kcal
.ÈS0::
rez-se üna cavidacle num
grande bloco de
se
lo a 0 c e no seu interiÔr colo<ou-se um corpo sóÌido
'le
massã
16gal00,c'Estân.]oosisi!maisolâdoteÍmicamentedomeioexteÍiotvedficoü.se'apósoequilibriotérmico'
qu;
se iormaram 2,5 g de águâ líqui.la DeteÍmine o calor específico dÔ mârerial
que constitui o corpo É dado
o caìoÍ latente.le lusão dê
gelo:80 caÌ/g
À temperatüra inal .le equiìíbr'o térÌni.o é 0
'C. Enquanto o corpo
Perde
cãlot e suâ temPeratura cai de 100
"C
para 0
"C. o gelo recebe caÌoÍ e â massâ de 2,5
g se derrete, sohendo Íusao sem vâriação de temperátÚra
Es_
Dispondo os dãdos em umâtabeÌâ.
Ìemos:
o=
1. 000+ 16. 000+4000
-
t a=r l üo. "1ì
x: 0, 125 câl / s
' c
t
17. 000 21. 090
Qkâl l
B
z
j
r@
0)
(2)
Câìculo dâs.quantidades
de.alor:
QÌ : m
.
^0=16
Ì ( 100) +
Q1=
1600Ì
'
a. =m h=2, 5' 80
ì
Q, =200câ1
codô

+
0, : 0,
t enos:
1. 600Ì + 200=0 + 200: i 60{ì Ì ì
Respo6t â: 0, 125cal / g' C
' ' : ' : .
q; ' : i
i*;;;,tq;;i:,n:
r00
'c
l 6
s
ì 00 c
0' c
ï-qão,iip
g+o
. r
2, 5 g
Lt
=
80.ãVc
CaPi Ìuro
5
.
MúoÀNças DE FÀ*
83.
,r:g-{:
Umâ pedra de geÌo a0
"C
é colocâda en 200 g de ágüâ a 30
"C,
nüm recipiente de capâcidadê térnicâ desprczível
e isolado termicamente. O equilibrio térmico se estabelece em 20 'C
(dadosr
calor especÍÊco da água
c:1,0caì/g."Cì caÌor latente de iuão dôgelo,
=
80 caÌ/g).
QuaÌ
éã mãssã dapêdrã de gelo?
Ao receber câloÍ da água, o gelo se derete. Terminadâ a lusão, a água resultdre continüa recebendo calo.,
tendo suâ temperatura se elevado de 0
'C para 20 'C. Enquanto isso, a águã do recipiente perde calor e sua
temperatura cai de 30 'C
parâ20
"C. Grancãmente, essas ocorrêrcias podemser 6sim represenÌadas:
t
l 0. c
10
. c
-
0' c
t
Dispondôos dâdos emuma tabela,
parafaciÌitâr
os cáÌcüÌôs, temos:
, ; t , 41. ,
-
. ì "' . : . , g,
. , , , : ' . ,
g'
,:'
I , . ...
Ác
.".,:
ar
:
80 caÌ/g
.ffidbiiisõo,ir-:':
i
1, 0 0"c 20' c 20' c
200
g t , 0 l0 "c 20
"c 10c
Raposla: 20 g
g
j
d
CálcuÌo das
quântidades
de cãlor trccãdas
Fusão dogeì o: Q1
:
m. r F
=
Ì . 80 +
Q,
=
80Ì
Aqueci ment o daáCuâ r esul t ânt e dal usão: Q, : m c Ae=Ì 1, 0. 20
ResÍ r i anent o dãáguâ do Í eci pi ent e: 0r : m. c a0: 200 1, 0 ( - 10)
Mâs
Qr
+
0,
+
Q3
=
0. Entáo:
Qz
=
2ot
03:
2.000 cal
80Ì + 20Ì 2. 000=0+ 100Í =2. 000 =
t r: -
r0; ì
No endêrêço eletrônico http://ww.sc.ehu.es/sbwevÍisica/estadistica/otÌos/
fusion/Iusion.htm (acesso e 2a/01/20otJ, \ocê paàerá simular um pÍoìlêma de trocàs
dê caloÌ com mudança de !stado, nuna nìstula de âgua e gelo em fuxao.
Colocam se 40 g de gelo a 0'C em 100
g
de água a 20 'C contidos num calorímetro de capacidade téÍúicâ des'
prezivel (dados: calof especinco daáCuac= 1,0 câl/9.'C; caÌor lâtente de Íusão do
geÌo
r:80 câr/d-
Ao seratingido o eqüilÍbrio té.nico:
a)
quaÌ
é a temperâtura?
b)
quâÌ
é a Ínâssa de água enstente no caÌorímetfo?
rEq,
.84
Os Fl NoaMrNÌóç DÀ Fúca
Soluçáo:
a)
Quanto
à têmpeÌatu.â final de equilibrio térmico,
representâdãs do seguinte modo:
há duas
possibilidãdes, que podem set
gÍâficamente
t-
IT
. ! -
H
o
( ì ) 0r >o"c
(rD
0,
=
0' c
Parâ deci.lir entrc 6 duas
possibilidads, devemos avâliâr
prêümente as
qüântidades decâlor t'o'â'las
Nahipótese
(I). considerase
qüe o câlor libe.ado
Peìa
águado câÌoÍmetro é sufrciente
pârã derreter
rÔ'lo
o
gelo
e âinda aqìrecer até 0íâ água resültãnte.
Nâ hipótese
(lD,
o calor que a ágúâ do caloÚmetrc Ìiberà
nào
êo bâstãnte
para
derteter todô o
gelo ê a Ìemperatura
6náÌ é 0'C
A
quanti.lade de calor de
que o gelo precisa pâra derreter tôtâìmenie (m
:
40 g) ê:
Q, =m
r r =40 80 ì
Qì : 3200c4Ì
A máximã
quantidãde de câlor
que
a água do câìorimeÍo
ln
=
100 g) pode lorneceí cÔrresponde
a uma
variação de Ìemperãtura desde 20 'C âÌó 0 'C' isio é:. 40
=
0 'C 20 'c
=
20 "c Então:
O, =m
c' Ae=100
1, 0 ( 20) 3
Q?: - 2000cãl
CompâÍãndo
Q,
e
Q,.
venficãmos
queâ quantidãde de câlor ná-lima
que
a águado calo'lmetrc
pode perde'
42.000
cãÌ) é insuâciente
pâÌâ derreter todo o
gelo, pois pâïã isso seriamnecessárias 3 200 cal Aisim' apenâs
parte do
Selo
denet!i
portântol
!
B
3
Ë
Ë
-E
a
Ë
Se eventuaÌnente Ìivéssemos Q,
>
Q,,
ocÔrueria o
Previsto
na hipótêse
(l)' e a resolução do
PrÔblêna
seguiria o modelo do exercício resolüdo ânteriol
b) Sabendo
que oÍ
:
0
'C, devemos caÌcula. âgofa a massa de
gelo que
deÚete Tabelândo os dados:
Cáìculo das
qudtidades de caìor
Q1=r n. r ' =. r r ' 80
ì
Q'
=
80. r
Q, =m.
^e=100
1, 0
( - 20) +
Q: =
2000cal
Apl i cddo o
pnn. Í pi o
Cêr al das
t r o. ãs dÊ. dì or :
Q, +0, =0
80Ì 2-000=0 ì 80Í : 2000
r = x=259
Ponanto, âpenas 25
g de
gelo se convertem em água, fâzendo com
que, no equilibrio têrmico'
elistâ nô
calorímetro a seguinte massâ totaÌ de água:
m\: \00 + 2s =
F,:
1r5;ì
Re3postas: a) 0 'c; b) i25
g
m
Um caloÍmetro de capâcidade téÍmica desprsivel tem no seu inteÌlor uma
PedÍâ
de
gelo a 20 'c com 200
s
de
mâ$a. Àesse calorimetro laz-se cnegâr vãPor de águaa 100 "C, ãté que a temperatura do sistemâseia 60'C
Sendo os câÌoÌes latentes
4
=
80 cal/S
0usão)
e
'.
=
s40 câÌ/g (condensação)' câlcule a mâssa de âsua
exi st ent enessemoment onocaÌ oÍ met r osãodãdososcaÌ or esesPeci ncosdogel o( 0, 5cal / g' C) edaágua
lÍquida
(l
cãl/g
"c).
2_000
I
I
I
CAíÌUIO5
'
MUO^NçÁS OÊ FÂÍ
8j .
À medida
que
o
gelo Íecebe calor, suâ temperatura se eleva de 20
'C
até 0 'Ci chegddo â 0 "C, ele se derrere,
e âpós a fúsão a água resultânte se aquece de 0
"C
êté 60'C. Enquanto isso, o vapor
perde
calor e se condensai
após ôtérmìno dâcondensaçáo, aágua resuÌiantese resrriade Ì00 "C
a60
"C.
Os
gráncos
datempeÉtürã em
iuúção do temposão os seguintes:
t
100' c
60' c
0, c
effi
No endeieço eÌet!ônico
http:/lwwÌ'.sc.ehu.êslslweb/
fi sicã/estadistica/otÍos/
Ìatente/Ìatente.htm (acesso en
20
/04/2a07),
'/ocê
podeÁ fazeí a
sirÌruÌação com água em ebuüção,
traçando a curva ile aquecimento,
desile a água liquiaìa até sua totaÌ
s
E
Cálculo da quântidades de caÌor trocâdês
Aquecimento do geÌo:
QÌ:
m c A0
=
200 0,5 20 ì
Qì:
2.000 cal
Fusaô do gelo:
Q2
=
n.IF
=
200 80 +
Q,
=
Ì6.000 cãl
Aqueci ment o da água r esul t ant e da i usão:
Q. =. , Ì
.
^!: 200
I . 60 ì
Q3=
12. 000cal
Condensação do vapor :
Qa=n. LL=x(
540) ì
Q1=
- 540Í
Resiriamento daágua resuÌtânte dacondensação:
Q,:
n c
^0:
Ì. l ( 40) +
Qs
=
40Ì
Como
Q1
+
Q,
+
Qr
+
Q
+
Qs
=
0,temos:
2. 000 + 16. 0Õ0 + 12. 000 540r - 40Ì : 0 ì 30. 000=580Í . r x:
Comô é pedidaã mã$a totaìde ágüa, devemos soúãr a mâssâs deágua
provenientes dalusão do geìo eda condensação do vâpor:
nr
=2oo+sÌ , 7
=
F. =, sr Jgì
. 86
Re3posta: No equilibdo térmico há 251,7
gde
água, ãproximadamente.
Or FUNDÀMINÌôS DA Fl s ca
Lpitil oLantas calorias são necessáÌiõ
pârârransiormãr r00
g de
selo,
a 20'c,emásuaã60"C?Ogelo
fúndea
"
o c r.m catot esDecífrco 0,5 cal/A 'C e seu caloÌ lâtenie de iusão é 80 cãl/g O
'aloÌ
especínco da água
é 1 cavs 'C. consúuâ a cuÍva de aquecimento
do sistema
:*8i:. Temos 50
g de vapor de ág!â a 120 C.
Que
quantidade de caÌor deve ser
perdidâ âté o sistêmã ser loÍmado
-
por
so
g dãagua rìquida a i0'cl sdbe6e
que o vâpoÍ se condensa â 100'c com caìor latente'c
:
540 cavs
òs olores epectncc vateú 0,48 cal/g
.
.c
pâra o vapor e 1,0 caÌ/g
.
.c
pâra o Iiquido. construa aindâ â curva
de resfrimento correspondente
ao
prccesso
l'lil.i$ï
um corpo, iniciatmenie Ìíqui.lo, de 50 g, soire o pÌocesso câlodmétrico repÌesentãdo
s'a6camentê
ábaixo'
rl 33
a) o caÌor latente da mìrdãnça de fãse (vaporização) ocorrtdâl
b) a câpacidade iérmica do coÌpo anÌes e dePois da mudançã de iâse;
c) o câlotespeclfrco
da substânciâ
no estâdo líquido e no estado de vâPor
:S:Ëiül Num bloco ae
gelo em Iusão r@-se uma caüdade onde são
'olo'ados
80
g de um metaÌ de câÌor especínco
".',**'
o,or .ul/e
.
.c
u-2oo
"c
catcule d m6sa de água
que se ioÍÍnâ âtê o equilib.io rêrmico. o caÌor lâìênre dê lusão
do
gelo é 80 câÌ/g.
üiiiiiill, I'l um reclpiente há uma
srdde
quântiddde dé água a 100 'C
'
sob pressão notmal
Ào se colocãr nela um bÌoco
"'"
."1;11ç6'6q
sOn
s
a 270'C,
quêìserá a massa de vaPor
que se lorma em virtude dâ troca de caloÍ entre ô
bloco e ã água? Suponha
náo hâveÍ
Perdar
dê calor
Pâra
o ambiente e adote
'v
=
540 caÌ/g
(cãlor latente de
vaportzâção dâ água) e c
=
0,40 caì/g
'C (caìor especinco do metãÌ)
,úi5ii;;l Num recipiente de
s4p4cidade
tèrmica 30 caÌ/"c há 20
s
de um liquido de câloÌ específico 0'5 cal/s 'c' a 60 'c'
'.',
,
cor._,io_s"
*""e r,quiao
tõ c
àe
Èèj,tim
tìrsão,
qìralserá a Ìemperarura
lnâl
de_eqüitibrio, âdmiiindo-se
queôsi st emaest át er mi cament ei sol adodoambi ent e?ocaÌ or l at ent edeÍ usãodogel oé80câl / geocal or
especifrco da água é 1 cáÌ/g 'C
ilfiiË: Em úm càloímeilo de .ãPacrdade térmìcã despfezivel, sãocolocados
l0gdegeloâ0
"C'
sob
P'essão
nomar'
' ' ' *"
"t Ogo"agu"u, "t per at ur a0Sendo80câl / gocãl or l âi ent edel usãodogel oe1' 0cal / g
"c o cal ot especi nco
dâ água, dèretmine o vaÌof da tempeÍaturag
pâh que, no equilíbrio térmico' resre apenas água ã-0
'C'
.Ë5ti: ui"tu.a.-"", n,,.
"alorimetfo
de capacidade
térmica despÍezÍvel, 200 g de
gelo a 0 'c com 200
g de águ a'(l 'c
"
sên. l o80cal / socal of l àt ent edel usãodogel oe1, 0caÌ / g' Cocal or especl ôcodaágua' det emi ne:
a) a temperatuÍâ de equilíbtio térmico;
b) a massâ de
geÌo que se tunde
itiihii u- otoco o"
c"ro
ae massâ s00
c
â 10
'c
é colocado num cáÌoÚmetro de caPacidade
térmicâ 9'8 cav"c' Fâz-se
.-"-
"
,
"t "*u. "nt;,o,
u
"."e
calorimetro,
vàpoÌ de águâ a 100
.c
em quantidade suficienre
para o èquitibrio téÍmico
se d;. ã 50
'C.
Sendo.Ir
=
80 câl/g o calor lâtente de fusão do gelo e
'c
:
-540
cal/g o caloÌ
latente de con-
densaçãodovapor a100' C, cal cuÌ eamassadevapor l nt r oduzi danocâÌ oÌ i meÚo( dados: ' ás' ' =t ' 0cal / g' Cl
. .s"b
=
0,50 cal/c. 'c).
CÀPIÌUIO
5
'
MUDANçÁ5DEFAS'
87.
G
H
rÍl
{
c
I
a
I
!
ã
ë
Ë
ê
íi:ìì*Ìii.l
@ 4. o fenômeno da superfusão
Ao se resÍrìar um líquido, é
possívelocasÌonalmente
ocor-
Í er um at raso na sol i di Í i cação e o l í qui do at i ngi r, sem mudar
de f ase, t emperat uras i nf eri ores à de sol i di f i cação
(f i gura 7).
Esse Í enômeno excepci onal é denomi nado superÍ usão ou
sobref usão. O I í qui do em est ado de supeÍ usão é i nst ável ,
de modo que a si mpl es agi t ação do si st ema ou a col ocação
de um f ragment o sól i do i nt !rrompe o f enômeno, com a
sol i di f i cação parci al ou t ot al do l í qui do acompanhada de
el evacão da t emoerat ura,
LJma si t uação comum em que acont ece a superf usão é
quando guardamos garrafas de ceryeja ou d! reÍígerânte no
congelador. Ao pegarmos uma delas, sem o devido cuidado,
costuma haver o congelamento de pane do líquido que estava
em supeÍusão.
Em condÌções especiais, utilizando tubos capilares,

se
conseguiu levar a água, sob pressão normal, à temperatura de
20 'C, em supeífusão.
t
FiguÍò 7. Superfusão da águar AB águà
em superfurão, al<ança ndo temperatura
inferior a 0'C;8C interÌupção do íenô-
mêno, o<orcndo solidificação pãtciâl da
águâ e elevãção da tempeËturâ âté 0 "C.
ffi&
m
À águã de um recipientê, sob pressão normal, encontra-se em supeÌlusão a 4 'c. Se o sistema lor âgitado,
parte dessâ ágüa congel&se bruscmmte Sendo -80 câÌ/g o calor lâtente de solidiÊcâção dã áSuã e t cãÌ/g
.
'C seu
caÌorespecÍfrco, cãlcule a proporção de água que se congelâ.
Solução:
Vamos indicar
por
M a massa totêÌ de água no recipìente e por
m a massa
que
se congelâ âo se agitaÍ o slstema. A medida
que
sua temperatura cai de 0 "C ê 4'C
(superlusão), ama-
sa,r[de água perde uma
quotidade
de câlor
0 ftÍecho
-44
do
gÌáfrco), dada po!:
Q: , u.
c. ^0, sendo.
=
l cavs. ' C e A0
=
4' C
3
3
Ê
Q: M. 1. (
4)
q=w
o
Se não tivesse ocorrido a supeíusáo,
quando
o sistemaperdes-
se â mesma
qudtidadê
de calor
Q,
certa massa m de águêteria
soÍrido .ongêìmênlo
a!ãrdar
4.do gÌáh( o). Assim:
Q:
m
.
,,, sendo l,s: -80 cavs
0=
n. ( 80)
e=
80n
@
Àmasam de geìo qüese Ioma ao ser agiiado o sisiemâem supertusãô ê a mesmãmãssã queteriase lormado
numa solidificação normãI. Desse modo, igualando as expressões
O
ê
@, obtenosi
4M= aom+
^: #-
E3
I
20
.88
Resposlâ: Congeìa-se dâ masat oi à1, i st o é, 5"í .
Os FUNDAü!NÌo5 DA Fl s.a
ilFlfÌij lut".'"ine
^
t"-p"ratura de 100
g .le água em súperlusáo, sãbendô
qüe a interrupção dÔ Íenômeno pÔr âgiiação
produz o congelamento bruscode
2 g do líquiÍio O calor latente de solidiicação da ágúâ ê '.80cal/g eo calor
especifrco dâágua é I cal/g''C.
:iÈliiiiì (trF"A) Peã o iósro.o, â temperatuÍâ.Ìe lusão é 44'c, o.ãlorespêcíÂco no estado ìiqüido é 0 2 car/s "c e o
câlor ìateniê de Íusão,5.4Ì/g. Uoâ.ena massade lóslo.. émâniidâemsobrelusão â 30'C Nüm
'êrto
instantê
verinca-se uma soÌidificação brusca
Que
hação do total demâssãdo lóslorc sesolidifrca?
Í.júi Guvestsp)
DeÌefmrnldà mõsa de úmã subsrância, inicialmente no estado sólido, e.contra se nuúfecipiente.
"-
Um elemcnto âquecedor
que
lhe lornece uma
potêDcia constãntê, é ligâdo no instdte r: 0 e dêsligado num
certo instâôte. O gráfico indica a temPeratura e dâ substância em fúnção do tempo
0
fc)
5l or 5202530
l 5 40 45 50 55 60
!
BC
80
60
9
j
â) Em
que instante o aquecedor
loi desÌigado e em
que inte.vâlo de tempo a substância está totalmente
b) Descreva
que Ienômeno lisico ocorre no trecho 8Ce
que
fenômeno iisico ocorre úo trecho
gF'
iÌú;iiË; GuvstsP)
o
sránco
rcpresenta a temperatuÍâ
!("t) en função
do tempo de âquecimento
(em frinutos) da água contida núúã
pdrelô qoe esiá sendo âquecida
Por
um logãÔ Á
panela contèm
iniciaÌnênte 0,2 kg de água e apotênciacaìorificâ
foÌnecidaPelo
Iogão é constante. O câlor latente de vaporização da ágüã é
540 cal/g e ô câlor especin.o da ágüâ liquida é 1,0 cavg
"C.
â) a qudtidade de caÌor absonida
pela águ Do
primeiro minutoi
b) â massa de água
que
âinda
Pema.êce
na
palrèlâ após 3,7 Din
de aque.inento.
';liÍ.S-d;ì GUCSP)
Suponha
que tomemos 500
g de ásua e 500
s
de álcool êtilico à
pressãô ãtmosiéÍicâ normar' ambos
à remperârün de 20 "C, e aqueçamos s duas subsiâncias em reciPientes idêntitÔs, Iornecen'ìclhes
ã mesma
'
quant i daÍ l edecal or ( 4. 000caÌ / mi n) . dur ant e2, 0mi nOcal o. especí ôcomédi odaáguãé1, 00cáÌ / g' Ceodo
Álcool é 0,58 câl/g
'c.
Dados: iemperatura de ebuìição do álcool
=
78 'C
(à pressão
de ?60 mmHg)i calof lâtente de ebulição do
álcool
:204
câl/g.
a)
Qual
sübstãnciase aqueceria mâis? Deterúine a tempeÍâtüú lìnâlde cada uúã'
bì Calcule a
quantiÍlade de caìor
que seria Ìecebida
pelos 500 g de álcool, iniciáimente a 20 'C, se elê losse
aqueci.lo âté a sua conÌPleta vaporização. Construa a cúrvâ da t!mpeEtura em função dâ
qumtidade dê
caloÍ recebida Pçlo
álcôol
Canrul o
t
.
MUDANçÀ5 DE FÁ* 89.
it#,bjiÌ
(otimpiaaa er*ileirâ de Ftsica) Dentro de ún re.i'
pipnrê êxisrem 2.400 g dê águJ
ê
um pêddço dê gêlo.
O r c. i pi ênr p
Á
coì o. ddo no f ogão êm umá . hán d
brândâ que Iornece cãlor a umâ ruáo constânte
A temperaturâ loi moritoradâ durete 80 minutG e
o resultado é repr6entado no gÌáfrco ão ìãdo.
O
. Jor
ì "' ênr ê de Í us; o do gêì o é
80. aì / S
ê
^. âl o'
especinco daágualiquidaé I cãVg.'C. Cal.ule:
a) â mesâ iniciâìdo gelo;
b) r l axd dF
. aì or r r dns{e' i dJ do si r r êmd por
ili.*iÌ8iì
Ou'espl
o
eatio
e uIÌ oetar cujo
ponto
de IuEão é 30 'c, à
presão
nomaì; por
isso. el! pÕde liqüeruer-se
'nteirâúente
quândo
colocado nâ palmâ
da máo de uma
pessoa.
Sãbe6eque o calorespecífico eo câlôr ìãtoie
de fusAo do
gál'o
são, .espectivamente,i4ú
tkg
.
'C
e 80.000 J/kg.
â)
Quãl
â
quantidâde
de côlor
que
ud fraemento de
gálio
de m6sâ 25 g,
inicìaìmente ã 10 'C, absoÍve pârâ
fundir-se integrãìnente quddo
colocâdo úâ úão de umâ
pessoa?
b) Consiruão grá6co ICC) x
Q O
que reprêseútâ esse
processo,
süpondo que
ele comece a i0 "C erêrmine
quddo o lhgmento de gá1io se funde integrâlmente.
{:Ë{t$r'Í GIerD
ÀÌsunãs máquinâs de üm nãüo operam ìÌti-
lizddo vãpôr d águâ àteftpeÍaturã de 300'C. Es$e
v"p^r
ó p' oduzi do p^r
! r á cal dei r á dl menl ada. om
óleo combustível, que .ecebe águã à têóperatura de
25'C. O gráÊco mostrã ô compôrtãmento do calo.
ê"pe.íli.o.
do rapô'd a8uá m lunçào dd rêmpêrá-
â) Considerando as condições descÌitas, calcule ã
qud' i ddde dê. aì or r p. êssáÌ ' ã pdr r r dsÍ or me
1, 0. 105 g d! á!ua a 25 ' C emvãpoÍ â300' C.
g
j
f,
n
&
È
t
.
aqueimade i grâma do óleo ütilizâdo liberâ 10-000 câli
.
a caÌdeira, em t horã, queima4.320 g de óleo e seu rcndinênto é de 70%.
Detemine a
potência
útil dessa câìdeiÍa (dadG: calor ìatênte de vaporizaçàô dâ águà
=
54U rãtg: calor
Pspeci hco
dd ásud l . 0cdl g
'
I .
'1F-il!1.$
q-rrccol
u. r.g. tem üma cmada superficiaÌ .le gelo com espessura de 4,0 cm â ma remperaturâ de 16
.c.
Determine em quanto tempo o lâgo irá d$congelãr sabendo que
a porência média por
unidade de área da.a-
diação solãr in.idoie sobre a superiÍcie da Terra é 320
Wm':(dados:calor específico do
gelo
=
0,50 caÌ/g.
'Ci
cal or l ar ênr F dê Í u, ao do
scl o
80. ãl S: dÊr si dãdêdôgêì o. ì . 0g. mr , t , 0. d
- 4, {r Jl
ìiÍ.iiiïjil
Guvest'sP)
utiÌtando
pedaços
de aÌuminio a 0
'c, pÌetendeie
.esf.iar 1.100 g de águã. iniciármente ã 42 'c.
Sendo os calores especificos i,00 cavg.
"C peaaáguae0,22
caÌ/g. "C peaoâluminio,
e 80 tál/g o calor lâtente
Je Íusâo do
sÊlo.
pergunla-se:
ã)
Quâl
é a nassa de alunÍnio necessáÌia
paÌa
baixâr de 2
"C
a ienperatuE da água?
b) De
posse
de uma
grande quaÌidade
deâÌuminio a0
"C,
seriâpossivel transformâr roda ã águâ en gelo?
c) Se o aÌumínio estiver a -20
"C, que masâ minima do metâì será necêssáÌiã pãra eletuâr â trânslormação
refe.ida no item anterior?
sfiiliijÌ crru-sp)
r.ru. caro.ínetÌo foram colocados um bloco de
selo
de nássa nô
:
0,48 kg, à remperârura .re 20 'c,
/
e um corpo metálico de frâssâ n
=
50
C
à tempe.aturâ de 600
"C.
Átingido o equiÌíbrio rérmico, observou se
,.r
oâparecimento de umâmassâ na
=
15
g
de água
proveniente
dâ lusão do
gelo.
São dados.c:0,50 câl/g."C
'
(cãloÍ espectltco do
celo)
e,I
=
80 caÌ/s (caÌo. iatente de Íusão do gelo).
a) Determine o câlor especÍfico do metal do corpo.
b) Detêrnine a
quantidade
de calo. utilizada na Íuão do
gelo.
:#lii$
grng
r.
".
carcÍímetro de capacidade témica desprezivel, há 200
I
de
selo
a 20
"c.
Introduzse, no carc
Ímeúo, âguâ ã 20'C. O câlor latente de solidificação da ágüâ é -80 cal/g e os calores especincos do
gelo
eda
água (ìÍquida) vâlem, respe.tivãmentê, 0,50 câl/g
.
'C ê 1,0 caíg.
"C.
Calcule o vaÌor mátimô damãssã dâ ágúa inÚoduzidâ a fim de que,
âo ser atìôgido o equiÌÍbÌio térmico, baja
apens gelo no caÌorinetro.
. 90 Os FUNDÁMENÌo5 DÁ Fi strÁ
liËlï.
ijì
cv..""pl
u. ,""ipiente de capaci.lade térmica
desprezÍvel e isolado termicamenie
contém 25 kg de ágüâ à
temperatura de 30
"C
â) Determine a massa de água ã65'C
que sedevedespeiâr
no recipiente
parâ
se obter umâ mistuh em eqLi
líbriô térmìco à tenperatuÍa
de 40'C
b) Se, em vez de a0 'C,
quiséssemos ümã temperatuÍa
nnal de 20 'C,
qual seria a massa de
gelô a 0
'C que
deveriamos
juntar
aos 25 kg de água â 30
'C?
ConsiAere o cator especlnc;
da água igual a 4 0 J/g "C e o câÌoÍ latente de Iú6ã0 do
geÌÔ igual â 320 J/g
ìrlirìiffi Guvestsn
.qs curv6 Á e B na ngua rePmentm a
1
0
rcl
variôção datenperatura
(o) ên lunçãô do tempo
(0
]
de duâs subs6nci as
, 4 e B,
quândo 50
g de cada uma J20[
i ] i
i l i i
E
q
- ' ì g
o
é
"qr ê. i Í l a
sppJr "di menr e.
ë
pdr l i r ad
i êmper ar ur a
I f -
dÊ 2n c. na
'6ê
só|,d" rê, cbPndo cálo" numa ldâ \0]
/
. onsr úr ê de 20 r ol s.
/
consi der e âsor a um
êypêr i Ì cn. o em
ql e 50
g o"
r r ol
/
cada und daLs subsl ánci ò
' áo. ol o. ddÔs
ên
conr al o
I /
.ada und daLs subsráncrò
'
/
r Fr ni . o nun r ê. i pj Fnt e
Ì êr mi cdmFnt e i so' aou com
aa
/
asubsr dci ê4nar emp. r "l úr âi ni . i a
o. 280
I Fa
I I
subsr Jì ( i a E na r - moer ãl Lr a, ì i ci al 0s
20
/
a, Der er m. nê
o t al o' dÔ
(
al ur
r or ÊnLe
dF r LscÔ I dd
/
subsráncr"
B.
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E
, Ë-
Ë
:
Ë
l ;
r Ë
t :
t i
t !
l Ë
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l
b) Determine
âtempehtuÍâ
de equilÍbrio do conjun-
Í
t
i
,
,
'o no flnar do eroerimênto
sa /
--J
c)
se a r emDer ar ur a
6r . r
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r csê dp Lí d dd sJbsi dnci 6
dF. e' mi ne a
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, , / /
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"n,
ádâ uma ods Í "ses
(
-
l r
l - ' i
80 r 00 r 20 140
,tibrïiÉ;o nwestsp)
Un
pesquisador estuda àtrocade
caÌor entre um bloco de leÍro ecefta
quantidãde de umasubs
'"-'"'ià."i"a*.o.n""iaa,.lenrrodeum(âlorinetrodecapacidadetérmicadespÍezivel.Emsucessivãsexperiêncìa'
eÌ ecol ocanocãl or i mei r oasubst ânci adesconheci dâ' sempr eooest adosÓl i do' àt emper at ì ] f ã0! =20. c, eÔ
blocodeferro.ãváriastemperaturasútchiso,mediú.loemcadacâsoatemperaturafrnáÌdeequiÌÍbriotérmico
0.. O
gráfrco rePresentao resultado dâs experiênciâs
0" fcl
' CalofímetÍo
'
100 200 100
A razão das nssas dô bloco .le ferro e da substância
dsconhecida é
i!!
=
0'8
pecnco do lerro iguáÌ a 0,1 cal/g 'C- A paÌtir dessas inÍoÌmâçõ$ determine
paÌâ a substúcia
desconhecida:
a) âiempehiura de iusão
(0i,,);
c) o calor latente de iusão
(')
b) o calor especifrco
(.") na r6e sÓlida:
ii+ilidt!
(olimpiada Paulista de risicà) Duãs estudântes debâtiam
entusiõticamente sobre o
processo de lÔrmâção de
'-="''
;;i;
;;,""r".
"
primei | ã, c hàmàd a Lra, dizia: 'Sâbemos
que a água se consera à temperatura
de 0
'c assiú
ô gelo nãs nuvens tem
que se ,ormar a uma temperatüra
próxima
desse valor" A outra aÌunâ Marceli' tinhâ
d;a idéiã bastânte diteÍenre; ela dizia:
.,se
diüdirmos ümâ
qudridade de águâ em
peqúenas goticulas, então a
ú.p"4"
*p".-*"r.r"i""
até 40
"C &sim, o gelo Iotmado nas nuvens
pode estar a uma tem
peratura m Ú ito
m;is baixa
que
0 'C CoÍì
qual dãs duâs alunâs você concorda? Justìfique'
500
0f c)
Consiclere
ô valor do calôr es'
I
caPl ÌuLo
5
.
MuDANçÂs Dt Fa* 9r :
rltj$lH
Gr"".t-SD arâ.do
ásüâ
pura (c
=
Ì cal/e
.
'c)
é cuidadosamente rcslriada, nas con.lições nomâis de
pÍessão,
pode permdecer nÕ estâdo liquido até tempeÍaturas interiores a 0 'C, num estado instável de 'súpeÍfusao". Se
o sbtemaé perturbado, porexeúplo, poÍüb.ação, paÍte
da águã se transÍorma em gelo e o sistemã se âquece
até se estabilizâr em 0 'C. O cãlorlatentede Iusáo da água ér:80 caì/g.
Considerddo um reciplente termicâúente isoÌâdo e de capacìdâde térmica desDrezivel. contendo I ltro de
águâ a 5,6 'C, à pressão normâlj deterúinei
a) aqudtidâde, em gramas,
de
gelo lornâda, quando
o sistemã ê perturbado
e aringe uma siruaçãô de eqüi
librio a 0'C:
b) a temperatura frnãl de eqoiÌibrio do sistema e a
quantidade
de geÌo
existenre (considêrândoae
o sistema
iniciâl no !stâdo de "súperlüsão" ã 5,6
'C),
âo colocar6e, no recipiente, um bìoco netálicô de câpâcidâdê
l ér mi . d c
400. r ì /
c.
na r cnDê' dl ur a ae I I C
t
il?iiiri;!B
'.',W
(Mackenzie-SP)
Dürãnte um bâbalho em laborâ'
tório, dois estudantes resolveram compeâr seus
resÌrÌtados. O
primeiro,
á, âqueceü umâ ma$â de
gelo (ágüê
no estado sóìido) a
partf
da tempera
tufade l0'C e 'ìevou a" ao estado líqüido, até â
temperatura de 20
"C.
O segundo, A, rcsiriou umâ
nâssa de água, igual à do primeirc, a partr dâ
temperatüra 10
'C
e'ìevou{' ao $tado sólido, até
a temperatura de 20
'C (dados: calor especiÂco
do
8elô
=
0,500 câl/g
"C;
calor especinco da água
liquìdã
-
1,000 câl/g
.
"Ci
caÌo. latente de tusão do
gelo
=
80,0 cal/g). A .eÌaçáo entre o vaÌor absoluto
dâ quântidade
de câÌor recebida
pela pdmeira
masa d'ásua
(0J
e o valor absoluto da qudtida
de de caloÍ
perdida pela
segunda (QJ é:
Sabendo que
o caÌor especiÊco dô áÌuminio é de
900J/kg.K, que
o calor latente de lusão é iguaÌ
a400 x l0rJ/kge que a temperãtura de fusão do
aluminio é 660 "C, caÌcuìe o percentuãl
de
pe.da
de energia do Íorno. Considere que
atemperatu-
ra ãnbiente é iguâla 25'C.
3
è
c
off
.rff
off
=
0,05
=
0,55
=
0,95
of f =' , os
o$: ' , '
a) 100%
b) 120%
.) 24% e) 5%
o
20%
c) 3.000
d) 900
e) 4.260
lô:.diil
(uEMq
auú-se
determinar a
quotidade
de caror
que devemc fornêceÍ â 200 g
de chumbo
para
que
sua lemperâturâ vârle de 30 "C
pâ.â 400 'C.
Dados: tempefatura de lüsão do chumbo:330'Cì
câlor latente de fusão do chumbo
:
5 câì/gl
calo. especifico do chumbo no estado sólido
=
=
0,03 câl/g
.
'Ci
caÌof especinco do chumbo no
estado liquido
=
0,04 caÌ/g
'C.
A quetidãde totaÌ
decalor, em caÌori6, no processo será iguãlã:
i t rsi
â) 3.360
b) 2.250
(Udesc) Uma pequena metalúrgicâ funde diâ-
riamenÌe 0,5 tonelãdâ de alümÍnio, em 5 etapâs
difercnies, de 100 kg cãdâ. O
processo
de iusão
é feito com ün lorno a
gás natu.al que
t.abalha
continuâmente. Visando diminuir os custos com
o consumo de combustível, o encâÌaegado da fun-
diçào precbã câìculãr â enefgiâ necessária para
Iundir os 100 kg de ãlunÍnio e medir a ene.gia
consumida,
por
meio de um instrumentôpróprio.
NatabeÌa mostrada a seguir Ìoì dotadã â eneryiã
consunida nesse
procsso
dê luão.
:.rÈq$Íi euc-sp)
o
sráÊco
repÍesenta um irecho, rora
de escaÌâ, da cúÍva de aquecimento de 200 g de
uÍna sübstâncla, âquecida por una ÍonÌe de fluo
constãnte e igüâìa 232 cal/min.
2A
. 92 Os FUNDÀMÊNÌo, DA Fi srÁ
Sabendo
que a sübstanciâ
êm
questâo é umâ d6
aPresentâdõ
nâ tabela, o intervalÔ de teúpo
^'
é, em minutos, um valorl
a) acima de t:J0-
b) entre 100 e 130
c) entre 70 e 100.
O
eítrc 20 e 70.
e) Ínenor do
que 20
Í ddl ,
( t úd. kei zl ÈSPt a quJnr i . l ddê dF car ôr
que
um
bl oco de
gel o ( á8ud no
Êcl ádo 5ó r dor ' i ni ci dì
mente a 40
'C, recebe
parâ chegar a ser vapor
a 120'C é dadaPelôgráfrco
abaixo
120
t 00
0
fc)
i t o Q
( l . Jl )
- 40
E
E
Ë

Ë
Ë
3
t Ë
r Ë
t :
t i
l ã
I B
(Dados: Z,eL"
=
80 cal/gi I!!r,.
:
540 câl/gi
crb
=
.""p",
=
0,50 cal/c ' c;
. &, , Lhdd: 1, 0câl / g
"C)
A mâssa desse
gelo é:
a) r,0
s
b) 10s
"t q;
, Mâck. nri e-5P' No , rreri or dê um car"í mèrÍ o
de cãpdcr dâde
l éÍ mi ca dFspr êTi vFL ouê
' Ônr êm
óleo
(c
:
0,3 cãVg 'C) ã 30 "C, colocaúôs uma
pedÍa de gelo (calor latente de iüsão
=
80 cal/C)
de 40
g ã 0'C. A massâ de água
(calor especifr-
co
=
I câl/g
"C)
a 70'C
que devemos adiciond no
calorímeiro
paÍa rstabelecer a temPÔratuÍa
lnicial
c) 1, 0. 10' g
O
t , 0 ks
e) i Oks
$f f
pL
e. ns, Un, at o4mêr r o
cuj d cdpd' i ddde
Ì cr
m. ca P r gual a 20. dI ' c conr én 300I dê áCu"
À temperatura
do sistema calorimetrGãgrrã
è de
40 "C, inicialmente. Micionand6e
à ágla 500
g de
gelô lundente
(0
'C),
quaÌ seÌá a mõsa de geìo deF
retida até o
gtabelecìmento
do equiübrio térmico?
(Dâdosì calot específrco dâ âgua
=
r'0 cal/g 'C;
câlor de lu:ão do
geìo
:
80 caÌ/g)
a) 80s
b) 90g
a) 500
s
b) 300
g
c) r00
g e) 15og
o
r Ì 0
g
c) 340 g e) 1609
d) 150 g
fl*$.&Ï
Giruo
:'itiu
"oto"â
umâ esreta de cobre e uma
de aÌuminio. ambâs de úes
tempetatura,
sobre um bìoco de gelo Àpós un
certo iempo, eìa observa
que essas esters
peÍ-
manecem em equilibrìo nõ
posições indicadas
na figura a seguir:
caPlÍuro5
.
MuoÀNçÁs or Faç
e) 60,3
s
91.
a
rat
II
. *-
Ê
o
Í
"' - ì . . .
: , ' : - ' . : ' . .
.,:"ib,.
w
,
''e
. . . . ' . .
Todas as dimensões estão rcpresentadas
em es_
cala na fr8urâ. Sejam dc" e da as densidades e cc.
e c,{ os ciüores especíÊcos, rcspectivamente'
do
cobÌe e do áÌumínio. Com base nessas tnforma_
çòes,
é correto afrrmâr
que:
'
a) d., < da e .c,, > rÀ
b) dc,, > d{ e c!" < ca,
c) dd < da' e .c,, < ci'
Od. , >da
e c. , >. u
' T. {8
' L
ì . l oF t , NuÍ . a' or i mêÌ r o
de. dPa, r ddJê
r é. ni . d 70. a,
( , , oì . Fndo
00goêaguaa20
C.
são col ocados 100 g de
eeì o
a 20' C
( dadÔs:
câloÍ êspecífrco dâ água
=
1,0 cal/g
'C;
câ]of
especlôco do
geÌo
=
0,50 caì/g
"C: câìor latente
de lusão do gelo
=
80 cal/g).
Quando
âtingido o
equillbrio, no intedor do calorimetro,
tem_sê:
â) só gelo a 0'C.
b) só água â 0'c.
c) 130
g
deágua e 70
gde geì o ã0' C.
O
150 gde águae 50
s
de gel o ã 0' c
e) i70 g de água e 30
g de geloao
"c
'jãp
nrr.e
t
m b oco dÊ
gel^.om 7r5
I
de ma5sd
é
. ol o. adô num. ã, of l m- l r o. oì t Fndâ
2. 50 k8 d'
água auma temperatura
de 5'0'C verificândo-se
un aumento de64
g na nâssa desse bloco, uma
vez aÌcânçãdo o equiÌibrio têrmico.
Co.sidère o
cal or especi f r codaásuâ
( .
:
1, 0 cal / g' C) o do-
brc do calor esPecíÊco do
gelô e o calor râtente
de lusão do
gelo de 80 cal/g DesconsìdêÌân'rÔ
a capacidãde térmìca do caloÍmetro
e a troca
de cãlot com o dterlor, assinâle a tempetatìrra
a) 191, 4' C c) 34, 5 "C
b) -48,6
'C
O
24,3'C
e) ì 4, 1 C
rfflffi,'r
Grnitespl
Sootetusão
é o fenôneno
em
que um
lÍquido
perúãnece nesse esta.lo a üma rempe
ratura inferiot à de solìdificaçâo
parã â cÔrres_
Pondente
pressão. Esse fenôneno
pode ocoter
quando
um liquido cede câlof lentmente,
sem
que
solra agiüçAo Agitãdo,
parte do liqu"lo
so'
Ì'diÊcâ, ìibe.ando calor
para o Íestante' atè
que
o eq{ilibrio térmico sejaâtingido
à tempeÌatúra
de solidifr cação
paraarcsPeciivaPressão
Consi_
dereümãmassade
100
ede
ágÌrâ em sobrelusão
à tenperatura de -10 'C e
ptessào de I atm, Ô
calor êsPecifico da água de 1 câÌ/g
'C e o calor
Ìatente de solldilicação
da água de 80 câl/g
A mõsa de água
qúe soiterá solidilicação
se o
liquido for agitado serã:
-
à) 8, 7s
b) 10,0
s
c) 12,5
s
O
50,0 g
T.10r
0TA
SP) Um corpo indelor ável em rêlousô é
atingido
por
um
projétil
rìetálico co.ì a vèlÒc!
dade de 300 nì,/s e atemperatlüa de0' C. Sâìre-se
a r ê, ê\ i . , r i r r ò' t r . : d"er ' ! or i nei l oe
3-
absorvida
peÌo
corpo e o resiante iraDslormâ
nr
Fr .
è ur . I I ndi ndo oJ
'
i i l m- r . - o o. o
"r
ì .
0 met al t em
poDt o
de l usào I i
=
100' C. caÌ or
especÍ f i co c
:
0, 02 caÌ / g.
' C
e caÌ or Ì at ent c de
lusào Z,
=
6 cal/g. Considera.do Ì câl
=
4 l, á
lraçâo Ì da nìassa total do prcjétil
'netálico
què
a) Ì < 0. 25
b) Ì
=
0,25
c) 0. 25 < Ì . : i ) , ;
d) Ì =0, 5
e) ì > 0. 5
lm
Rerlire re\peììêncnÌc.rì sqreNisão de seu
tnti\\of
DetermiÍâção dâ
potênciâ
de uma fonte de calor
Coloque de l0 r 15 crbÒs de gelo,cLì.ados do corlelâdo. enr unì re
cipierle è espeÍÈ ce..à de l0 mìnu1o\. até qtre comcccnì a deÍÌetcr. Nesse
nÌo enLo. !Ììnos con\ìde, a. sua tcmperatNa
jguaìa
0
ÔC.
TÍansntuos crÌro\ de geÌo pdraumatancla comum dc rÌurÌínìo c lcve ào
logÒ (por e\enìplo, em unì tbBio). rc$Ìfudo corÌ um crcnônÌclro o inle,
-
lalo dÈ Lempo ar dec.i.ido !té o irrsÌantc or quc a áeua fcsuÌtantc da 1iìsão
do gelocÒúe.e â 1È.ver. VaiÌos admitirquej ncssc insÌlnÌc. atcml]cruturadr
ág! â é l ( 10' C.
DesliguÈ enLão ì chma e esteÌe a Ligu! erïiiaf
kcrla
dc 5 nìinurot. De-
lemrnè. coÌÌ um lnsco de volunÌcÌria
(umd
lrrolcÌi
gmdulda cm milìÌiÌbs,
poÍ exeDrplo), o !oìun,c dc áeua. Consldcrando que a dersidade da rigua
é /: 1.0 ke/L. dctcninc x tnasa de ágna.
Sefdoz,
=
80 c.l/g o calor lâlenle de lusào do gel{r e.
:
1,0 cd/s
"C
o caÌ' trespccílìco da á8u.Iíqridâ. calcule â quxntidâde de câìir,ÈceÌridâ pcÌo
gelo ao sc dcüctcr
(0r
=
,'
.
lJ e depon pela ísuâ Íe\ulL Lè dr 1ìsio
( 8.
: , Ì . .
À0) . Aquant i dade de càl or Lol . l 0 t omeci dr Fl a f onr e ao
scÌ o
e depoi \ ì ásut r ser á dada
! el .
sona: 0: 01
-
0: .
À pÒtêncìtrPrIda
lonte de câÌorpode seiexpresâpelÌ fúúrlÌl
o
\t
Con os raÌ(rcr de
Q
c Âr obidos. .leÌermnìe . poÌên.i. d. forte uÌilirada.
Expresse ore hLúo eÌn caÌ/Din e em watts (consi.lere I cil
: ,1.18
J).
Erumerepossíven câusr\ dc cflo no p,lceso llilizado.
9
1
I
.94 Os FuNoaMÉNÌ!, oa F' s LÁ
:
0s diagramas
de
fases
DÌAGXT\MA
IE IASES
EQUIúBIÌo sórDo
LiQtÌllo FUSÃo x s01ÌD1FÌcÀÇÂ0
xQÌnriBFto
úoüÌDo-rlAPoR.
rBULÌÇÁo x coNDErsÂeÁo
mxssÁo Ì,1Â1ÌúA
DE vÁPoR ÌsoTERúÁs
Dr ANDREÌi/S
UÌ,1ÌDADE DO aR. EvaroRAÇÂo
. EQt'ÌLiBRIo
sÓLÌDo-vÀPoR.
sulLÌMA!Ão
i ;.
I
riiiì::iì,,ìiì:
Nêste capítuìo, estudamos
as fases em
que
uma substância
puía pode 5e apresenÌat
de acordo.om a5 condìções de
pressáo
e de temperatura
â que está submetida
Em parti.ular, analisamos
a influêncìa
da pr er \ ao \ obr e À t emper aLur â
de müddnca
de fase- A neblina
que se observa
nâ toto
resulta da transformação
do vapor cl ãguâ
em gotículas de água.
!
j
E t. oi "gt"ta
de
fases
A f ase em oue
Ll ma sl l bst ânci a
se encont ra
depende
de suas condi ções
de
pf essão e t emperat Ll Í a,
oodendo est ar t ambém
nurn est ado*
quecorf esponda
ao equi l í brj oent Í e duasi asesou
rnesmo ent re as
i.a. tr."r. n"or"r"ntunao
os diferentes
estados da substâncìa
no gráÍico p x 0, obternos
o .lenomrnado
di agrama
de f ases da subst âncÌ a.
Nâf i our al aoí esent amos, Ì of aoeescar a, odi agr amadeÍ asespar aodi óxi dodecar bono( CO' ?) ' e
na f i gurJ,
para a água.
Figura 1 . Diagrama de fases do COr'
Figurâ 2' Diag ra ma de fases da água'
No di agram"
de f ases, a curva
que del i mi t a
as Í egi ões coÍ respondent es
às Í ases sól i da e l í quÌ da
.onriitriu Jrruu O" frrao
i1),
representativa
clos estados de equilíbfìo entfe o sólido e o.líquido'
A curvâ
;;"';;;;";
;gl;";
;ue
conespondem.as
fases líquich e de vapoÍ é ã curva
-de
vâpotização
(2) cujos
nont os reoÍ esent am
os est ados
oe equ l t Dri o ent re o l í qul do e o vapor. A curva
de subl i mação,
ent re
5t , "ãi u"l a"t f "*' *f ; da e de vapor
(3), Ì i gLrra os est ados de equi l í brì o ent f e essas duas
i ases'
* Eí a. l odeumasubÍ ân. l aéàsi t uàção!mquêeaseapr esent ãnuúdàdoi nÍ ãnt e5!Ôdo' àr a' t êÍ l zàdope' 5
vaor Êsdesuãt !mpeGt uÍ a( Ol
der úapr esáÔl pÌ êdeseut o
ume( vl '
Figura 1. Diagrama de fases do COr.
cÀPi r uo6. 03 D ÀcRAúÀs DE FÀ*s
95
O estado representado pelo ponto comum às três curvas (f)
é denominado ponto triplo ou ponto
tríplice e corfesponde ao equilíbrio entre as três fases da substáncia. Assim, sob pressão de 4,58 mmHg
e à tempeÍatura de 0,01
"C,
pod!mos obt!r para a água um sistema constituído por gelo, água líquida
e vâpor de água, em equilíbrio. Para o dìóxido de carbono, essa situação de coexìstência das três fases
em equilíbrio é obtida sob pressão de 5 atm e à temperaturâ de 56,6'C.
@ffi
;
No endeÌeço eÌetÌônico http://ww.saÌiÌeo.fiit/narc^êÌmoÌogia-ê-termodinànica/
diagramma-equiübrio/hplab.hün (acesso em 2010412007), você poderá, poÌ
meio de uma sirÌuÌãção,
venficaÌ en que fase una substãncia se enconiÍa confonne o vaÌor da pressão
e da tempeÌatuÍa.
No endeÌeço eÌetÌônico httpr//wÌÀi w.galileo.fíit/naÌc/chiÌnicâ/tÌarsizionê/phase.htm (ace$o en
20/01/ 2a01),
yocê
poàeú
\aíar a tempeÌatuÌa
{em
K) com o cursor e veÌiícar na tabeÌa peíôdica a fase
;
eÌn qüe se encontram s váÌios eÌ!nentos
qúmicos.
í
ií!::#
iÍáiiï
É oaao o oiagrama de laes de uma substância.
a) O que reprêsentad os
pontos
Ì,
y,
u e:assinaìados no gráfrco?
b) Soìr pressão normâl (l
atm) e à temperatüra ambiente (20'C),
em qüe lâse se encontra a subsrância?
c) Assinâleno diagrama as regiões correspondentes à lâses sólida, ìiquidae devapor
a) 0
pôntoÌ,
comum às três curvas do diâgreã, é ô pontoiriplo.
representativo dacoex'stênciâ em equilÍbrio
d6 três lãses (sólida,liquida
e
g6osal
dasubtânciâ.
O pônto
I
pertence
à curva de subìimação e, portdtoj representâ um estado de equiÌibrio entre âs fases
soì i dd
-
dê vapo'
O ponto o está sobrc a cu.vâ de Iusão, representando um estado de equiltbrio entre as fases sólida e
O ponto z, 6tandô situâdo na curva de vaporização, reprcseota um estãdo de equilibrio entre õ lases
liquidâ e de vapo.
b) A pressão noÍnâr, Ì atm, e a temperatura ambiente, 20 'C, definem úm estado da substãncia siruado, no
diagrâma deiâses, àdneitadas curvõ de vaporização e de subìimaçâô. coÍespoúdendo, portanto,
à Iõe
c) No diagrama abaúo, estãô indicâdâs âs regiões correspondentes às ises sólida,líqúidae de vapoi
. 96 Oi FUNDÁMINÌÕ5 D^ Fr5 d
'iiij.líiiii,i
ludo o aine.u.a ae Iâses de uma substância,
persunta-se:
a)
Que
mudança de lase o.orte
quando a substânciâ
passa do
estado À
parâ o estado a?
b)
Que
nudança de lâse ocorre na
pâssâgem do estado a pah o
c) En
que Iase
pôde enco.irâr_se â substânciâ no estâdo repre
sentãdo
pelo ponto t?
d) E no6 estados representâdos
pelos
Ponios
4
aê d?
e)
Qúãl
dos
pontos assinâlâdos no diagrama é o
ponto triPlo ou
tÍlpìice e
Porque
recebe esse nome?
@ z. equi l íbri o
sól i do-l íqui do.
Fusão e sol i di fi cação
Vimos no capítuìo anteÍioÍ
qúe um sólido crìstalino, ao Íece-
ber calor sob pressão constante, Sofre fusão a uma tempemtu'a
caract eri t t i ca 0
,
a
qual peí man!(e const ant e duÍ dnÌ e o pÍ o(e5so
(fìgura 3). O calor absorvido
por unidade de massa, enquanto o
coroo s! Íunde, constitui o calor latente de fusão da substância'
Duiante a Íusão, coexhtem as fases sólida e líquida do material'
Do mesmo modo, se um líquido
perder
calor sokJ
pressão
cont t ant e, 5oÍ rerá
sol i di t i cacdo
à mesma t emperai ura
nà qual o
sólido se funde
(sob
mesma
pressão) DuÍante a solidifìcação, a
temperatura
permanece coistante
(figura 4) O caloÍ perdido
oor unidade de massa, enquanto o líquido se solidifica, é o calor
iatente de solidificação
da substância,
cujo valor é iguaÌ, em
módulo, ao calor latente de fusão
Para a água, os câlofes latentes defusão ! de solìdificação sob
pÍ!ssão normal valem:
i F
=
80 cal / g
l s
=
-80 cal / g
P!l a anál i se do di agrama de f ases do di óxi do d! carbono e
da água
(figuras 1 e 2), observa'se
que a tempêratura
de fusão
(e
de solidìficação) depende
da pressão a que a substância !stá
submeÌ i da.
cont udo, a ì nÍ l uènci a dà
prest ao: obí e o pont o
de f usão não se dá do mesmo modo
para as duas subst ânci as
!st udadas. De modo
geral , pod!mos est abel ec!r
doi s casos:
subst ânci as
que se di Ì aÌ am na f usão e subst ânci as
que se con_
traem na fusão.
2.1. Substânci as
que
se di l atôm
naÍusão
É o que acontece com a maìoria das substânciase
corresponde
ao comportam!nto
do dióxido de carbono
(COr) Nesse caso, o
aumenio da
pressão
Íaz aum!ntar
a temperatura
de fusão'
A curua de fusão.apresenta
o aspecto
ìndicado na ÍìgLlra 5'
Explìca-se essa infÌuêncìa da
pÍessão pelo fato de as moléculas
se afastarem umas das outras na fusão. O aumento de pressão,
compri mi ndo as mol écul as, di Í i cul t a sua separação, a qual so-
mente se torna
possível numa temperatura
maìs elevada,
quando
as moléculas tiverem maior
gÍau de agìtação
observe
que, para
essas substâncias, a densidade do sólido é
mai or
que
a do ì í qui do.
Í
Figurâ 3. Curva de aqu4imento
de um corpo inicialmentê sólido.
FiguÍâ 4. Curua dê iêsfriamento
de um
coÍpo iíÌcìalmêntê líquido.
Figur! 5. Curvâ defusãopara
subttànciat
oue sê dilãtam na fu!áo
(%dÈ.
< vÍ""d.Ì.
F
Ë
õ
É
3
i È
l d
r 9
a
l Í
t :
t :
l *'
l c
l , ã
I
I
I
I
I
t
n
t
I
|i
f
,
CaPÌÌuro 6
.
Os D a.ÌÁMAs Dr FÁ*5 97.
2.2. Substânci as
que
se contraem na fusáo
Estão ness! caso, além da água, o bìsmuto, o ferro e o an-
timônio. O aumento da pressão faz diminuir a temperatura
de f usão dessas subst ânci as/
porque
a di st ânci a médi a ent re
quas
mol e(ul as e mai or no est ado sdl i do. Arsi m, a comp. e55do
das moléculas favorece a tendêncìa natural dessa mudança de
fase, que é a diminuição de volume. Na figura 6 é apresentada
a curva de Íusão para essas substâncìas, que apresentam a fase
sól i da com menordensi dade oue a f ase l í oui da.
o gelo, sob pressão normal, sofre fusão a 0 'C. sob pres-
sões mai s e evadas, sua t empeÍ at ura de Í usão se reduz. Por
exempl o:
Ì FiguÌã 6.Curya defusão
para
su bstá ncias
qu!
se <ontraem
na fusão
(4ád"
> Y,iq,J.
p
=
1 at m. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0r
=
0' C
p
=
8, ' , 1 at m. . . . . . . . . . . . . . 0,
=
0, 06' c
p
=
135 at m. . . . . . . . . . . . . . . . . 0,
:
1 ' C
p
=
340 at m. . . . . . . . . . . . . . . . At : 2, 5' C
A experì ênci a do Í !gel o, real Ì zada pel a pri mei ra vez pel o
Í í si co ì Í l andês
John
Tyndal i
(1820-l 893),
i l ust ra a i nf l uênci a da
pressão sobre o ponto defusão do gelo: se passaÍmos sobre um
bl oco de gel o,
em t emperat urâ pouco i nf eÍ i or a 0' C, um f i o
fino de metal com pesos convenientemente colocados nas ex-
tremìdades, o acréscimo de prcssão no contato fio-geJo dìminui
a temperatura de fusão e produz derretimento do gelo sob o
fio. O fio se desloca através da água formãda, a qual se congela
ao voltar à pressão normal. Assim, o fio atravessa o gelo e este
permanece íntegro,
A varìaçâo do ponto de fusão do gelo com a pressão pode
ser observada em outras situações.
Quando
um patinador des-
liza sobre o gelo, pof exemplo, a lâmina dos patins, tendo área
pequena/ exerce uma pressão consi def ável sobre o pi so. Em
conseqúência, o gelo se derrete e a água fo rmada fu nciona como
um lubrificante, facilitando o deslizamento. Após a
passagem do
pâtinador, a pÍessão dìminui e a água ÍetoÍna à Íase sólida.
ÌÊliibj Em um recipiente termicamente isolado do exierior, colocaae uma mistura de gelo e águaâ0'C, sob pressão
normal. Fornecendo cefta
quantidade
de calor à misturâ, veÍificamos queâtemperatürâ ôão vâriâ e ô volum!
do sistema diminui 0,5 cm3.
eÔados:
densidades d!"i,
:
0,92
g/cmr
e da,,: I
g/cnii
câlor latente de lusâo dô gelo rF
=
80 cãVg)
âJ Explique adiôinüição devolúme do sisteóa.
b) CaÌcüle a masa de gêlo que seüdslormaem águâliquida-
c) Determineá qüãntidadê
de caÌor rêcebida pelã mbtura.
a) O lolume da mistu.a diúìóui
porquê
o
geÌo
a 0 'C, ao rêceber calor, derrete, e sua lusão se verifica com
conh.âçâo de voÌume (ts"L" >
yr""nqd.)
b) Chamando de
y,s"
ovolume dã águaliquìda, e de
ysd"
o volume do
geÌo,
conespondenies à mesma massâ
n
que
derete, a variâção de volüme é dadâ por:^v:
4q,,
-
4.1"
a
+. : l L- ç=l L
. 98
r "",
4. ":
*
*
", *:
*
Os FUNDÁMrNÌos DA FrrcÁ
t
Sendo 6sim, obtemos:
( t
r ì
Lv
=
m.
=
I
d,* a_,"
)
Po. essa lórmulâ, obseÌve
que, ao ocorer a úüdeça de fâse' a vúiaçáo de voÌume
^v
será diÌetdnentê
Drcoorioml â Dã9 da súb{áncic
que solre
^
pro'ês'o
luu"titrinao o"
"ao-"
ro, necidos A v
=
- 0,5 cm
(contrâção)' daua
=
I g/cm3 e ds"L"
=
0,92
g/cm3 obtemos:
nsz- ! ì
nl i
- .
0. G
-
G- ; ì
U. b
m. r
'
--l .
l
-
0. 5 .
l t
0r/
' . '
, ,
çt . gZ
-
\ _ l l .
\ i
u, a. )
PodeÍíãmos chegar ao mesmo resuìtêdo deoutromodo, sêm deduzi.aÍótmula Como ãdensidâde do
gelo
é 0,92
g/cmr e a d-a águã é I
e,/cm3,
paÌâ
ca.la 0,92
g de gelo que
derrete ocorre uma contração de 0,08 cmr'
confo.me o esquemâ abaixo. Então:
Áv=
y,s"
4"Ì,
AV
=
0'92 1
^Y=
- 0' 08 cmj
(]!Lo
-
IE
- .
ó
, t v:
L- L
-
Í
ú=0, 92c
V' ""= I cm'
A cont.ação ocorridâ é
proporcional
n
=4, 928
Assim,
por regfa de tr!s simPles e
à mãssa de
gelo que
se derrete
c) A
quânt'dade de calor recebidâé:Q
=
m
'F
como4
=
80 cavg, iemos
o,os cn'
Ì
0,5 cm'
l
0.92
.
0_5 t
-:--
\
. =
or R
-
l . - j
j J
e=5, 75. 80
=
10=460; ì
RespostâE: a) A ldsâo do
eelo
ocore com contÍâçãoi b) 5 75 gl c) 460 caÌ
,S,iiO,: Ao Iuôdir. o eelo
se contrài À ra,,açào de voìume é
ptoporcional à massâ de
gelo que derrete Sendo
'
d,
.
=
0, 92
s, / am
à. l ensr dâde do
sel o
a 0' c, dás: 1sl cmr adensi dade dâ águaa0' C
e4
=
80 cal / g o cal or
latente defusão do
gelo,
determine:
a) ânassadêgelo
que
deve deúèter
para re.luzir cle 2 cm3 o volume de
'erta
mistura de águaegeloa0'Ci
b) a quantìdâde de calor recebidâ durantê o
Processo
Nìjmã dperiênciaem lâboratóÍio deBiologia,
um animaÌ Ioi introduzido numa misturã de água e gelo' sob
pres-
sáo normaÌ. Decorrido certo tempo, houve contraçAo
de 0,64 cm3 na misruh No msmo tempo, a conthção
teriâsido 0,42 cm'sem â
prcsençado animal.
aìDetetmineaquantidâ.ledecâlotqueamisturarecêbedoanimalnointervalodetemPoconsideÌado,sendo
dâdos dr b: 0, 92
s/ . n3, 4$
=
I g/ cm" ê, . : 80 caÌ / g
b) Admitâm;s
que
o;eferido iemPo seja o necessátio
para que
o ânimãl' inic'âlnenie a 30'c, eníe emequilr
brio térmico:om â nistura Cônside.emos aindaque oâninalnãÔ
produzacâÌotPorprocessos
mêrãhóltcos
eque 20% docaÌor
que eìe cedese
percaParâo ambiente. Detetmine a capâcidâde térmicado animal
3
5
3
Ë
:
CaPiÌuro 6
.
Os DÀciÁMAsDr FÂs5
99.
Ì-,' ":'
@ 3. Equi l íbri o l íqui do-vapor.
Flgurâ 7. CuÍvã dê àquêcimênto de um
coÍpo inicialmentê líquido.
L\
=
54o callg L. = - 54O. al l g
l l . 610
/60
4, 58
0l 100 200 :l/4
Pela análise do diagrama de fases verificamos que a temperaturâ de ebulição de um líquido depende
da pressão exercida sobre ele. Para qualquer substância, se a pressão
externa aumentaÍ, o líquidoÍerverá
numa tempeÍatura mais elevada
(figura
9).
Para a á9ua, os calores latentes na transição líquido vapoÍ, sob pressão
normal, valem:
FlguÌâ 9, AcuÍva dê vaporização da água indica como
a tempemtula de ebuliçáo varià .om a
pressáo.
Esse Íenôm!no ocorÍe porqu!, na ebulição, há aumento de volume, Uma vez que o acréscimo de
pressão comprime as moléculas umas contra as outras, torna-se mais difícil a sua separação. fusim, a
vapoíização somente será possível numa tempeÍatura mais elevada, quando as moléculas tiverem maìor
grau
de agi t ação.
A água, em particulàr, ferve a 100 'C ao nível do mar, onde a pressão
atmoíérica é normal
(1
atm).
Em maiores altitudes, a ebulição da água ocorre em temp!Íaturas mais baìxas, porqu! a pressão atmos-
férica é menor
Ebul i ção e condensação
Conforme vimos no capítulo anterior, sefornecermos calor a uma substância pura na fase líquida, sob
pressão
constante, ela feÍve, isto é, sofre ebulição numa temperatura 0v característica, que permanece
constante duËnte o
processo (figura 7). O calor que o líquido absorve po.
unidade de massa, enquanto
ferve, constitui o calor latente de vaporização da substância. Durãnte a ebulição, coexistem as fases
líquida e gasosa do material.
5e o vapor d! uma substância
pura perde calor sob pr!ssão constante, ele se traníorma em líquido
(condensação
ou lìquefação) na mesma temperatura em qu! o líquido ferve
(figuÍa
8). O calor perdido
poÍ unidade de massa durante !ssa mudança de fase é o calor lâtente de condensação, igual, em mó-
dul o, ao cal or l al ent e de vapoÍ i rdçdo.
,
FiguÌa a. Curvâ dê rêsfriãmento de um
como iniciâlmênte na fâsê dê vâooÌ.
. 100
Os FuNoÁMENÌo, DÁ Fsca
Na f i gura
' ì 0,
i ndi camos esquemat i caÍ nent e
a t emperat ura de ebul i ção da água em di f eÍ ent es l oca-
l i cl ades !ì i f erent es al t i t udes. De modo aproxi mado,
podemos di zer que a t emperat ura de ebu i ção da
água di nì i nui de 3 "C a cada 1 km acì ma do
ní vel do Í nar'
8:
' ,C
931:
t 00' a
:
Fi gur. l o. At emperat uh
em
que a á9uaf eÍ ve dependeda al t ì t ude
No l nt ei or de uma
panel a de pressão, a água est á suj ei t a a unra pressão mai or
que l l ma ãt rnosl era
(l at rn) e, por i sso, f erve a uma t empef at Ll Í a superi or a 100' C (f i g! ra 9). Em conseqüênci a, os ãl i ment os
cozi nham em menos t empo.
Qulto
Ì2
050 ìl
Ì'
r..-.
Lâ Pi 7 Ll . i 00 nì
-
-
"g
ã
o
a
6
I
Figurâ 11. Numâ
panela de
prêssão (foto 1), o vapor dê água foÍmado não escaPa dêvido à pÌesença
ae-um contrapeso sobreooiifício
de saída. somente
q ua ndo ã
píessão
do vapor é igualà somada.prcsão
atmosfériracom a
pressão exercida
pelo ontlapeso é
que começa à havêr o escape de vaPor' estabilizàndo
a
prêssãoìnterna. Nessa situaçáo a águã feNe a uma temPeÌatura
maior que 100'C,
pois a
Pressão
sobÍê
o iíquido é ma ior do
que 1 at; As autodaves
(foto
2), usadas na êsterilizãção de instrumentos
'itú
rg icos
em hosDi t di s e( on5ul Loí os
dent áí i o! bdsei à m- 5e no mesmo
p
'
i nci pi o'
P. l l 2Nunapanel â. l cpr essão. aáguaent r aer Ì el r ul i ção4120"c' Quant âscal or i assãonecessáÍ i spa| âãquece. c
depoisvap(fizar
totalÌrcnte 70
g de água, cuja ienrpernturà
iniciâl é 50
"C?
0
'ãÌor
latente de vaPÔdzaçãr)
da
ás;â a 121j C tale 523,1 cal/g e o calor espccínco
nìédìo da água liquida é iguâlâ I caÌ/g 'c
CÀPl ÌúLo 6
'
Os DacRÁMÀ! Dt FÀÍ5
1O1.
'
.'
,' ,
@ 4. Pressão máxi ma devapor. l sotermasdeAndrews
l magi nemos que, no i nt eri or de um
ci l ì ndro provi do de êmbol o, sej a col oca-
do vapor de di óxi do de carbono
(CO, ) a
10' C e, mant endo const ânt e a t emPe-
rat ura, seu vol ume sei a di mi nuí do.
Na figura 12, representamos as váÍias
etapas do processo de compressão ìsotér-
mi ca do vapor, l ançando os resul t ados
obtidos no diagrama
pY.
I ni ci al ment e, à medi da qu! o vol ume
di mi nui , a pÍ essão exerci da
pel o vapor au-
ment â, val endo, aproxi madament e, a l ei
de Boyle (ver quadro ao lado). No gráfico
a seguir, obtemos a curva obc,
Di zemo5 que a pÍ essáo p e o vol ume I 5ao
inversamente pÍoporcionah, hto é, quando, por
eÀerrì pl o,
ydupl i cà,
p re í eduz à merade e vi ce-
versa.
Represent ando graf ì cament e no di agrama
pf obt emos uma curva chamada hi pérbol e
eqüi l át era:
FiguÌa l 2. Compressáo Èotélmica
de certa
quantidãde de vâpoÍ.
Prossegu;ndo a redução do volume, notamos que, a partìr
do estado c, ao ser atingida a
pressão F,
o vapor começa a se condensâr. Durante a condensâção do vapor, a pr!ssão não mais 5e modifica,
mantendo-se no valor F. D!ìxa de valer a lei de Boyle. Ainda no gráfico da figura 12, obtemos a reta cde
paral el a ao eì xo dos vol um!s, denomi nada
pat amar.
No estado e, só existe Iíquìdo no sistema. A partir desse ponto, se o volumeÍor dimìnuído, notamos
qu!
são necessárias
grandes variações de pressão para produzì. pequenas va.iações volumétrìcas. No
gráfico, a reta elé quase paralela ao eixo das pressões.
Na temperatura em que se realìza a expériência
(10
'c), F é a maior pressão que o vapor de co,
pode exercer. Ess! valor Fconstitui a pressãò máxima de vapor à temperatura da experiência. A pressão
máxima de vapor corresponde,
portanto, aoequilíbrio líquido-vapor, sendo Íeprcsentâda, no diagrama
de f ases,
poÍ
um
pont o
dd
(urva
de vapori zação,
Denominamos vapor saturante aquele
que se encontra em presença do líquìdo e, portanto, exer-
cendo a pressão máxima F(o ponto d da figpra 12). Chamamos de vapor seco aquele que nào se en-
contra em presença do líquido, exercendo então uma pressão menor que a máxima (p < F).
Como concluSão dos fâtos observados,
podemos estabelecer:
Lei de
goyle
Quando
um gás sofre uma transformação em
que a tempeÍatura se mantém constante (ìsotér-
mica), variam a pressão p, medidâ por um manô-
metro M/ e o volume V.
Vef ì f i ca-se que â pressão p e o vol ume
y
relacionam-se segundo a chamada lei de Boylel
!
ì
{
t
E
!
ã
&
i
J
.lo2
Os FUNDAMENToS DÁ Fc
(a
A infìuência
da ternperatura
na
pressão rnáxima de vaporloi
oem el Ldbêl e(: oà
poÍ
f homd( And
êúr' s ( | 8I 3 | 886ì Í sì (oi r-
l ondes,
quando
rpdl i zoLl
comprei soes i 5oLeí m cd1em d; t eren
ês
t emoeÍ at ul as
para
uma mesma suosüncl a'
iÌeDetìndo
a exp!Íiência
anterior
(com o co, em tempe-
ratura; sucessivamente
mais elevadas
(figura 1 3), verítÌcamos
oue, ouanto
mais elevada Íor a temperatura,
mâlor
â pres-
sào máxi ma
F em
que ocoÍ re
a condensação
Al ém di sso, o
Dàt amdr
do
qraí i (o p V di m; n, ì , ; 5t o e com o dumenl o
dd
pre. sao, a l i quel açao
t or_à-se mài s Í dpi dâ A urÌ d t êmperarurd
caracte;ís
ca dâ substáncia,
denominadâ
temperatura
críti(a
(e.
:
31 "c no caso do co2), o pat amaf se Í eduz a um sl mpl es
ào'nto o
ponto
crítico
e a condensação
do vapor é instan-
i ânea. A curva obt i da
l ì gando-se as ext remi dades
dos
pat ama-
Íes
(em azuÌ na figura 13) é denominada
curva de saturação'
.11
c
0L=l r ' c
r i c
: 0' ( :
5C
t 0' c
o
Figuía t3. tsotemas de Andlews
E
!
e
j
i
.:
!
Ë
t É
I
I
I
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I
Í
ll
I
t ,
I
t /
t ,
I
ti
I
I
t,
I
l l
Se a compÍessão
rsotermica
for realizada
em temperatLlra
superior à terìperaturâ
crítìca 0c' veriÍica-
t"
q*;:;ría; ;.;';" condensaçào.
A tubstância
estará sempÍe nafas:
,^::n:91:'-"id:^'-':l::
à;;. ;;;; ;;;;;rut'u
.ritiiu, u
'ut 'tancìa
não é mais chamada de vãpor' feservando se a ela o
nome de gás. PoÍ t ant o:
Levando-se
em cont a
que a pressão máxi ma
de vapoÍ
coíesponde
ao equilÍbrio líquido-vapor
da substância,
a curva
das oressões
máximas de vapor, no diagrama de fases, é a curva
de v;porização
(ÍìguÍa 14),
que se estende do
ponto triplo
Iao
ponto crítìco
C
Figurâ 14. Acurya de vãPoÍzaçáo
éacurva dâs
pressÕes mâxima5.
Na tabela sequinte
apresentamos
os
pontos crítìcos de algumas substâncias
Substância
Pressão
crítica
Temperatura
crítica
Agua
217, 5 aï m
374' C
CO:
73 atm
31 ' C
Oxì 9êni o
49,7 atm
- 119 ' C
Hél i o
2,26 atín
- 267, 9' , C
observe
que a água na Í ase
gasosa é vapor at é 374 ' c Aci ma dessa t emperat ura'
a aqua è gas'
não oodendo
seÍ liqueÍeLta
por compÍessao
;sotérmica
A substância
que apresenta o
menor valor de
t e' Ì ì peÍ at L' d
cr' Ì : ca e o meror
vdl or de p' es5do
(
Í l t i (a e o hè"o'
Em concl Lrsãol
CAPIÍUIo 6
.
05 DÀcRAMAI
DI FA*3
1o3
.
I ncl ui ndo agora o pont o crí t ì co,
apresent ados na Í ì gura 15.
os di agramas de f ases do CO, e da água assumem os aspect os
21i , 5 ì t m
.1,58
mmHg
r
t 66 | of cì 00, 01 100 374 !
f cr
Flgurâ 15. Diagramas de fases do CO, ê da água
(forà
dè es<alal, incluindo o ponto cútico C.
No interior de um ciÌìDdro
pÌovido de êmbolo está um Ìiqüido volátiÌ (por ex!nplo, êteo en equilibrio com
seu vapol A temperatu.a se dãntém constante. Responda:
a) O equilibrio ent.e o liqüido e o vaPor é estático ou dinâmico?
b)
Qüal
é a
pressão exercidâ pelo vapor? Trata-se de vãpôr seco ou saturante?
c)
Que
sucede ao sistena se elevdmos o êmbolo sen vaÍiâ.ttos a temperatura?
O Que
sucede ao sistemasê bâiurmos o êmbolo sem vaÍiârftos atemperatura?
a) O equiÌibrio do líquid. com o vâpor é dinâmico. En dado intervaÌo de tempo, o número de moÌéculas de
lÍ,luido
que
se vaporizãn é igual, em rnédia, ao núfte.o de nolécuìas de vapor
que
se condensam. No en-
ranto,
paÌa6ns práticos, é como se neDhuma moléculase tÍânsformasse. seja de ìíquido em vapoÌ, sêjã de
b) Havendo equilibrio entre líquido e vapor, a
pressão que o vâpor exerce é a
pressáo
madma. t.âtândo'se,
portanto,
de vapor 8âtutute.
c) Se elevarmos o êúbolo
(com 0 comtante), oferccendo nài(f volu'Ìe, o líquido s vapoÌiza,
poisi
enquanlo
edstir líquido evaporno si$temâ, â pressão nio
podevariar,
mantendo se no vaÌor dapressão márima Ã
d) Se baixamos o êmbolo
(côm0 constante), oferecendo úenor volLune, há condeMçáo de vapor. de modo
que
a
pressão
continuâ nô válor da
pressào
máximâaenquanto coexistirem vapof e líquido no sistemâ.
' ;
:Ëiií:
Um cilindro com
pisião
contém 30 cmr de vâpor seco de cena sübstância, sob
pÍessão nofúâI. Se o pistão for
movimentacìo, de modo
que
o vapor continue seco e o volume pásse
a 75 c
r,
quãl será â nova
pressão
do
vâpor? A temperaiurase mantém constaôte dordte o
Processo.
.
to4
O, FUNDAMÉNÍ o5 DÂ Fs. Á
iiï;üÌã:l c...ia"." q"" . aiagrâma.le Iases ao lado
pertença
a uma subs
tânciã hipotética denominadâ Ìomito.
â:) Em .lue lase se apresenta tomito nas condições norftais de
pressão e temPeraturâl
b) Se cenã nâssa devãpor de tomito à temperatura de 300
"C
for
conÌprimida isoiermicameDte,
que
mudança de estado
pôderá
c) Localizeo pontotripÌoeo ponto
cÌitico doiomito, explicando
as cdacterísticõ desses dois estados.
@ s. uridude do ar. Evaporação
O ãr é uma mi st l rra de gâses da qual part i ci pa o vapor de
água, exeraendo umâ pressão parcial Í Dizemos que o ar está sa-
turado de vapor
quando
este existe em qLrãntidãde tal que esteia
exercendo a
pressão
máxima de vapor F (figura 16). DeÍinimos
umidade relativa ou grau higrométrico H do ar pelâ relação:
Freqüent!mente, a umidade relatìva é expressa em
porcenta-
gem. Se o ambìente estiver saturado
(f
:
F), a umidade relatìva
val e: H=1( ou1000Á) .
A evaporação é a vaporização espontânea de um líquìdo, sob
quaGquer condi ções, como resul t ado da agi t ação t érmì ca mo-
l ecul ar A qual quer t empeÍ at ura, al gumas mol écul as do l í qui do adqui rem energi a ci nét ì ca superi of à
média e conseguem vencer as forças de coesão entre as partículâs,
abandonando o hquido ãtravés da
superfície livre.
A vel ocì dade de evapoÍ ação vd! um l í quì do
(massa que se evapora na uni dade de t empo) depende
de uma série de fatores:
.
Natureza do líouido
Nas mesmas condições (temperatura de 20 'C e pressão de 1 atm, por exemplo) há líquidos que se
evaporam rapidamente (voláteis) e os que se evapoÍam lentamente (fixot. São exemplos do primeiro
grupo o éter, o álcool, a gasolina, e do segundo grupo, o mercúÍio e os óleos. Essa diferença está rela
cionada com a intensidade das forças de coesão entre as moléculas do líquido.
.
Pressão externa
A pÍessão externa
(p")
sobre a superfície livre do líquido representa um obstáculo à passagem das
moléculas paÍa a fase gasosa, Por ìsso, quanto maior a pressão externa sobre o líquìdo, mais lentâmente
ele evapora,
.
Área da superfí<ie livre
Quanto
ÍnaioÍ à ár!a /4 pela qual as moléculâs do líquido podem passar para a fase gasosa, maior a
velocidade de evapoÍação. É por isso que a roupa, depoG de lavada, deve seÍ estendida, para que seq!e
mais rapidamente-
.
Temoeratura
Quanto
maior a temperatura 0, maioÍ a agìtação térmica molecular, PoÍ isso, aumentando-se a tem-
peratufa de um líquido, as moléculas passam a se agitar mais intensamente e um maioÍ número delas
abandona o líquido num dado inteÍvalo de tempo, aumentando assim a velocidade de evaporaçào.
a
m
I*I
- - - E
ó
Ìili':iì{i um cilin.Ìro de volüme vâriável contém, iniciaÌmente, 20 cmr cle vãpôf saturante de uma sübstância a 10 'C,
deÍcendo úmâpressão de l5cmHg. SeovoÌume Ior reduzido àmetâde, sen alteração deÌemperatura, o
que
su.êde à pressão dercida pelo vapor? Jüstiique.
g
3
0i 0
l.cÌ
FiguÌa 1 6. À tempêraturâ
ambiêntê 0p a umidâdê Ìêlâtiva é
.
a"a"o*r =
f .
CaPÍuLô 6
.
Os DÀCRÁMASDE FÁçs
1o5.
.
Umi dade
A passagem de mol écul as do l í qui do paÍ a a f ase gasosa e a passagem de mol écul as de vapor paÍ a a
Íase líquìda está constanternente ocorrendo
junto
à superfícìe do líquido. É um processo djnámÌco. O li
quido evapora porque é maiora quãntidade de moléculas que passam para afase
gasosa. Entrctanto/ se a
umi dadef or gÍ ande, i st o é, a concent ração de vaporj unt o à superf í ci e do l í qui do f orel evada, no bal anço
geraL menos mol écul as evaporam, o que represent a uma di mi nui ção da vel ocÌ dade de evaporaçào.
O quí mi co i ngl ês
John
Dal t on
(l
766 1844) est abel eceu empì ri cament e uma Í órmul a paÍ a t raduzi r
essas i nf l uênci as:
K. A. ( F- f )
Nessa fórmula, K representa uma constante característÌca do líquido, alta para os líquidos voláteis
r
e baixa para os líquidos fixos; Á é a ár!a da superfície livre do líquido; p" é a pressão externa sobre a
superfíciej f é a pressão máxima de vapor
(que
depende da temperaturâ); fé a pressão parcial de vapoÍ
na atmosfera
(que
cafacterÌza o
grau de umidade do ambiente).
Como as mol écul as que se vapori zarÍ ì absorvem cal oÍ , a evaporação produz o chamado í ri o por
evaporação. Há vári as si t uações do dÌ a-â-dÌ a qLre podem ser expl i cadas com base nesse f enômeno,
algumas das quais são descritas a seguif.
Um banhi st a sent e mai s Í ri o ao sai f da água, enquant o seu corpo est á mol hado, porque a água
que
fica em sua pele evâpora, ÍetiÍando calor do seu corpo. A água se conserva ÍÍesca em pot!s de barro
porque, sendo o barro um material poroso, parte da água o atravessa e evapora, retirando ca or da água
que permanece dentro do pote.
A t!rmorfequlação do corpo humano baseìa-se no fato de que
o suor, ao evâporar, retìra calor do
corpo, mant endo const ant e a t emperat uÍ a. O rnai or
' cal or"
que sent i mos em ambi ent e úmi do deve-se
ao Íato de que a velocidade de evaporação é tanto menoÍ quanto mais vapoÍ exista no ar Por exemplol
após uÍ na rápi da chuva, num di a quent e, a sensação de cal or se acent ua, poi s aument a a
quânt i dade
de vapor
junto
à pele, dificultando a evaporação do suor- O vento e as correntes de ar produzidas por
ventiladores amenìzam essa sensaçâo, por afastarem da
pele o aÍ carregado de vapor
@ O. tqui l íbri o sól i do-vapor. Subl i mação
Se um sólido cristaLino receber calor sob pressão constante, inÍerior à pressão do ponto tÌiplo, ele
sofreÍá sublimação numa temperaturâ carãcterística 05, que pefmãnecerá
constante durante o processo
(figura
1 /a). Se, sob a mesma pfessão, o vapor dã substância perder
calor, ele se transformará em sólido
(sublimação
ou crÌstalização) à mesma temperatura em que ocorreu o processo anterior
(figura 17b).
:
f
E
: i
a'
. 106
Os FUNDAMENÌo5 oa Fl srcÁ
o
FisuÍâ 17.(â) Ouando
rê(ebe caloÌ, o sólido
sublima'se
à têmperatura 0s
(b)
o vâpor' âo
PeÍdeÌ
câlor, cÍistaliza-se
à temperattlta
os.
Qualquef
substância
(exceto o hélio)
pocle sublimar'
dependendo
das condições
físicas â
que esteja
,.r'ìãrr}".b-ã0"
" "
q"lo-seco
(co, solidificaclo),
porém' 5ublìmam
em condiçôes
fáceis de serem
;#ffi;iã;r;
;;; ;õ"',icn.ìi
r". ,i.pt"t
pode seirealizada
com o iodorobprêssão
notmal
(fiqurâ
1{i). Se aquecermos
iodo cristalino
em um recipiente,
verìÍìcaremos
.q
ue ele
passa djÍetamenrc
para a
;;â ;" ;;;;;
ià-mp";1uiu
J" I as,: 'c se, acima
do recipiente de onde sa!m
os vapores
de iodo'
colocarmos
uma supeÍficÌe
lria, notaÍemos
a formação
de cristais de ìodo sobre ela'
pois 05 vapores
cristalizam-se
ao entmÍ em contato
com a superfície
e ceder calor pâÍa ela
-
_,'"
õ
ã"fo-r".o
,". ufqumas
aplicações
práiìcas importantes
Uma delas é em^carrinhos
de sorv!tes'
com a finalidade
de manter
baixa a temperatura
para a conservação do
pÍoduto outrâ aplicação
basela
;"ï;i;;;;ò"ì;
;:" se sublimar
quando colocado
em condi!ôes ambientes
Em espêtáculos
teatrais
;;;t;,;;;'"f"'à
"special
interes;ante
consìste
em obter-se uma "nuvem
de fumaça"
mediante
a
colocação
de pedaços de
gelo-seco em agua
Quando
o
gelo seco sublima'.
os vapores
de CO7
que
se
íormam constituem
uma d!nsa neo'na,
reforçida
pela p;esença de gotículas de água, Íesultantes
da
condensação
do vapor de águâ do ambiente
r
r
SupeÍíícieÍa
\
/
._'*_.:..i
FiguÍa
1s. Sublimâção
e cristâlizaÉo
do iodo'
' Pj i i d: \ umd' a. Ì qu"âi "Ì pêr al ut áambi sl eé2u
I dp' 6' oul i d' i dl dêvaDot
d; eü"nda
nosFt dé?nmmFl q
ì zbendo
' ' t ' - . , ' . . "t . **à. ""i l devapor dágüaó20"céi guâÌ a17' 5mmHg' det er ni neaumi dâder el at i va( ì ôaÍ '
;f;tÏg; Carcure
o
quanto aimrnui a temperâtu'd
de 100
g
'Ìe
éter
quando evapora
I g do liquido O
'âlÔr
latente
de
"' ^' ""0ì ' o+- a. a, "r é80cal / g' eseucal or especi f i covâl e05cal / g' CÀdmi t ânãÔhaver t r o' âsdecar ot com
iiF;ilrd: SoU
pressao nornal'
o
gelcsecÔ
lLo,
na râse sÓlida)
subìinâ-se a 78 5
'C Determine
a
qúânÌidade de câlo'
'"'"'."Ll"ì.i."*"*ori-à.soc,lug"ro'""'Ji"'peraturadesublinâçãoocalorlatentedesubrimaçãodoco':
sob
Pressão
nôrmal
é 142 cal/g
cÀprruro 6
.
or D acRAMAs o! FÂÍ5
lO7'
0
^
Gelo-seco
(co)
solido) 5ublimando
I
O ciclo da água na natureza
Na nèÌ ureza a ãguè esra cont nuèmert e sol f endo rnLrdanças de f ase. A esse
pÍ ocesso
se i l á o nome
de ci cl o da água
^"o. d
i o. d"do. . d- r doo. - oo
á
da
"
pr " oood po a\
õ. apoa ê
contlnuânìente sob a ação do ca of do So Os vapores Íoffnados soberi e condensanì se nas camadas
p. o- , o"" o. - " q. .
"o "r "
À
So.
".
o. "gr d. . . t "
ê
or
õ.
. r , pèr oo. oo. ,
or g nando as nuvens. Enì cer t âs cond
Çóes,
essa água í quda se
pÍ ecpi t a
na Í or r na de chuva, cor ì pe
t ando ent ão o ci c o.
. a
' r ' a
b
I
r ' l o O . "po
ê
o a po
ê. õ
po poo-
ô
condensâr ser n Í oÍ mar nuvenì Há r egl ôes enì que essâ conden
sação, quando cai â t emper at Lr r a, f onì a o nevoei r o ou nebl i na
! t a { wa I uopof go Lr à 0ê
or val ho, em qLr e os vapor es de águâ sê condensâr n sobr e
super l í c es que est ão em Ì ênì per âÌ uf as r na s bal xas, como as
supeÍíc es dos vêgêÌa s
"' .
r
- , , ! l l
^
Nevoeúo ou neblina
Ouèndo a t ernpe dt u ã càr nì Lr Ì o o est ado só do da ágl a pode
Í êzer
part e
do ci cl o. A chuva de pe-
cl ra ou
grani zo, poÍ exempo, é const i t uí da pof pedacos de geo proveni ent es
de nuvens subrl ì et dês ê
Ì emperat uras bai xas o suÍ i c ent e para câusar a so i dl Í i cação de got í cu
as de água A neve é ur| ì "nevoei f o
só i do", corn a í orrnação da ágLra só dacrst a zada no sl sÌ emâ hexêgonâ
(cf st al zãÇão
enÌ a), of l gnando
ï ocos. A geada
é uma Í i na carì ada de
gel o qLre
se Í orma sobÍ e o so o, as p ânÌ as et c
,
a
panÍ
do vapoÍ
de água at nì osf érco, quando
a t emperat ! Í ê é nr! i t o ba' a
L
=
ë
a
:
.
ro8
Os FUNDAüENÌos DA Fi srca
;(9)
!
&
I
=-\
-
:.'r
/ ljlr
-.-+|ìJ
R119
(UFXIG) A figora Íiostra o cliâgranìâ
de râse dè uÌÌà substãncià
hiPotétì'a Observôncìo
o
gránco respon'la
às
questoès
que se sèglÌerl
0 50
00 150 lJon :5o JL]LI
a) Àssocie as tegìa,es l ìi e III com as lasès sólida
líqoidâe
gasosâ' Ìessa subslância'
JusìificLuè
sua-resìrsta'
í
iìiì'-"1-i*i"'"i,*
.e èburição da slÌbstãnciã
quancìo era sc encontra
:r
pressão cÒnstânte
dc 0 rì atÌn
Expli.Lue
o racnrcÍrn)
utiìizâdo'
O
n"lp."u"
* *- *t",ancia
pÒde sèr sublimadaà lrress'o
átnÌosrérica
nÒrnìêl Justilìque
sua rcsìrosra cÔm
base nos dadôs aDresentâclos
no
gÍânco
d) Co. cej t uc Ponl oÚi pl o
e Èst üne o
pát aessasuhsr ãncR
CanÍ uLo 6
.
Os D r . PÂM! \ DE F$ú
1og
'
Tempentun de ferwE da água em tunção dâ
presÉao
Ììjl-!ìit
Curi".-p
sp) N. nio deJaneno
(ao
nível do mâr), unacertâquantidade de leijãô.lemoÍã 40 frinutos en ãguã
Iervente
parâ
ncar
pronta.
A tabeÌa abaixo Íorúece o vãloÍ dã temperaturã de Íervura dâ água êm lunçãô dã
pressão
atmosÍérica, enquantoo
g.áfico lorneceo tempo decozimento dessa quatidâde deieijão em função
datemperatura. A
pressão
atmoslérica ao nível do frar vale 7tj0 mmHg e ela diminu' l0 Im de dercú.iô pârã
cada 100 m de altitude.
iü,.'.,1ï,úir,.1;iii:riitiliii,,ülirìË.ifI,iii"id*ffíi,iiiiiijdiúÌi!i;.ï iiÌlïiiì;ìlliìlìiirÌii r.:ii!;iï
90 92 9, 1 96 9! 100 02 104 106 r 03 l 0 12
ÌempeÌâluÌa
('C)
a) Seo Ieijão fosse colocado em ümapaneÌade
pressãoa
880mmHg, en
quanio
tempo ele ficaria
pronto?
b) Em uM
paela
abeÌra, d
qudto
tempo o feião tcará
pronto
na cidâde de Gfâfrado
(RS) na altitude de 800 n?
c) Em qtre altitrde otempo decozimento do feijão (em una
paneÌâ
ãbe4a) será o dobÌo do tempo de cozimen-
to ao nÍvel do nar?
iÈiliijË:
GjniÍesp)
os liquidos
podem
transÍofmaf-se em vapor
por
evaporâçào ou ebulição. Enquanto a evêpoÍâçã. é
um Íenômeno esponlâneo, restrito à superiicie do ìíquido e
que pode
ôco.reratemperatura e
pressão
anbien-
tes. a ebuÌiçào ocofre em todo o liquido, sob condições de
pressâo
! temperatura determinadas
para
cada
ìiquido. Mas dbas as traDsiormações,
pâra
se eletivarem, exigen ô consumo da mesma
quotidade
de caloÌ
Dor
unidade de massa trasfonnâda.
O Quando
as roupas são estendidas nos varais. ou a água no piso
noÌhâdo de uÒ âmbiente é
puxada
com úm
rodo, temse
por
objetivo apressar a secagen
-bansio.mação
da ãAuâ em vãp.r- dessas.ô!pãs oo do
piso.
Qual
é acâusacomum
que
se busca lâvore.er nesses procedimentos?
just'fiqüe.
b) Avalia-se que
a área dasupeÌfícieda
pelede
umâ
pessôãâdultaseja,
enmédia, dâ ordêú de 1,0 d'. Súponha
que,
ao sair de uma
piscina,
uma
pessoa
retenhajunto à
peÌe
umâ canâdã de ágüâ de espessuÍã nédia
0,50 mm.
Qualé
aquantidade decalor
queessa
caÌnâdê de águâ côDsôúe pa.a
êvapoÍârÌ
Que.elâção
tem
esse cálcuìo com a sensação de frio
que
sentimos
quando
estâmos molhâdos. rnesmo em dias
quentes?
Justinque
(dados:
densidade da água
:
I U00 ks / m ', . à lô r dtên te de vàpô rizâç;^ Jâ águâ
=
2.300 k.r/kg).
liflüiiiiáï Orn-eD
c"rn-"."n nada tuais é quê
sts
cárbônico (co:) soìi.rincado e sua aplicação vâi de ere os especiais
em s,lous à conservãção de álimentos. TâlsübstâDciâó conhecida desde meados do sêculo XIX e recebeu esse
nome devidoãô iâto de não passâr pela Iusão, qúddo submetida à
pressão
atmosiéricâ e à temperâtura am
biente, como ocorre corn o
gelo
conúm.
Coôsidere uft cubo de 0,10 kg de
gelo-seco,
a 78 'C, e úú bloco de gelo comüm de 1,0 kg, â 10'C, côloca.los
em um recipiente. Despre?ando a câpâcidâde térúicadô recipiente e a trocâdecâÌor coÒ o ãmbientei
a) dete.mine a temp;Ìatura de equilibrio térmicoi
b) descrevaos elemeDtos que comporão o sistemano eqüilibrio térmico-.
(Dados: Ìemperaturâ de süblimâção dô gelo*eco
=
78
"Citemperaiura
de fusão do gelo comum: 0'Cicalor
lãtêôte de vâporização do
gelo-seco
=
134 cal/g;câlor espêcifrco dovâpor de gelo-secô
=
0,20 cal/g.'Ci
calor especinco dogeìo comun
=
0,50câì/9."C)
t
^
120
. a
.9
lot)
Ê
!
;
.flo Oi FUNDÁMrNÌos DA F r.Á
j
B
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Ï . i oi . l
|
. mal - Ml
r
Dado u Ji . g' znd dp òP!
r F
' r í d
ãeLemi nad, sul , sr án
i J abâ \ o dvJ
F
as ahr n
"
0l) Na
Passâgen
do esiâdo
Xpa'a Íocorte a
vaPorização
0a Nâ
Passâgeú
do esrâdo
vpaÍa Z ocore a
04) Sob Drcssão
de5 atm e temperatlua
de 35
"C'
â su;s6nciâ se encontrano
estãdoliquido
08) Se a substãncia
iÔr expândidâ
isotermica
mente, a
paftir do estado Ã
ela
poderá so
Irctsubiimação
lq O pontô Á está sobre a cure de sublimação'
Dè, como resposta,
a somâ dos númêros
qoe prê-
cedem as afirmações
corretas'
f,trôii .'
cr PR) o
si.h.o.hdúo
t"pre"Frrr' o
'li
s'd
"
de l de. dJ dsú" A | nha 4
'
oi r pcpondP
d
pr ps
são na cidade
de Paranaguá,
no litoÌal
pâraDâen
se. A linhaB,
nâ cidade de LondtiÌÌa, e aÌinha C'
no
pico Pârdá
GontÔ
culminante
do esiado
do
Com base nesse
grálìco, são Ieitâs as seguintes
L Utilizandlse
sistemas
.le aqúeciFento
idênti-
cos,
paÌâ aquecer massas
iguais de ãguâ coú
às mesúãs tempefaturõ
iniciais até Ò poDio
de vapor.
gasta_se mâis energia
na cidade
de
Londrina
que no
Pico
PaÌâná
CÁPi ÌUto 6
,
05 DÀCRAMAS
DE FA$I
rll
.
II. Nâs ttès ìocâlidades,
o
gâsto de energiâ
Para
ãquecer
quântidades iguâis de águ4 do
ponlo
de
gelo até o
Ponto
de vapot, é o Ìnesdo
IIÌ. a tèmperaturâ
do
ponto dè
geìo em Pardâeuã
é úaior
que a ieúPeratu.â
do
ponto de
gelo
AssinaÌe a alterDativâ
corretâ
/è)
Âpenõ ô afiÍmativa I é coÍreta
b) Àpenas a ãfirmativa II é corretâ.
c) Apenas as ãnrmativas
I e lll são corÉtas
d) lbdas as antmativas sãôcorrêtas.
e) Apenas as âfrrúâtivas
U e lll são corÍetas'
1l r {| ' i
1U*p. , r r r su, 1, b"r \ ô
ê'
au í Fpr ' enr dl ' s
os
dr dqr àF ds d-
cr u, ì o
dê dua! i ub- l an. ' as
pur as
tl.
Com base nesses diaerâmas,
a alternativa
que
apresentâ a airmativa
correta é:
a) No diâgramâ1. se â
Pressão
auúentô'
aierpe
râìúrâ de lúsão também
âumenta
b) A substância do diagrâma Ii
pode ser en'on_
úada na fümaliquida
ãcima de 31
'c
. ) A sr Dsl ánf ' 2
do d z3r mc I r ào Dodêr d
"
' ' on
l r àr d no esl Jdo oê vaput a' i md de 3' 4
í
i0 À sübstãnciâ
do diagramâ
Il não
pode seÍ en
mntrâdanôestado
sóÌi.lo acimâde
20
"C
e) Párâ a substãncia
do diâgEma
Il aúmento
de
pressão provoca dimiruição
da têmpeÍãtuÌa
j l ì dã'
r t
n' c"nr r o- PR;
a l i o i r i l J' au
oes- npFr l ' '
' r F
"
pbr ' el uF
st ande
r ì Do' l Jr ' i d
ì d i ndi st r
i i
Í l e
alimentos
è de medicameDtos,
conferinclÔ
aos
Produtos
uúa maiot estãbilidâde
Esta tècnicâ
é úm
pÌocesso de secâgem
pÔr meio da
qual a
água contida no
proÍlüto é removidâ
a
páÌÌiÍ do
congeìamento.lo
materiaÌ hidratado
segrri'lô
da
sua sublimação
sob
pÍessão reduzida
O processo de Ìionlização está baseado no d'a-
grãmâ de lases dâ água, ã seguir, representado
aôm
bap no dì dgr dmd . ôns' dê' c a Jhr n â_i vã"
l. NaregiàoÁ, o produto encontra se com a água
. no estâdo sólido.
lI. Em
quaÌquer ponto
do trecho
()4
após um cert
tempo, codbtem os stâdos sólido e vapor
ÌlI. O
processô
de secâgem do
prôduto congelad
coresponde à sua
passagem
direta da rcgião
B pâra a região C
l V. \ o ponÌ o ô.
á r en ppr dr ur á dê ebul ì çào dd
ágüacoincide com a temperaturade congeÌa-
Estão coÍrctâs apenâs as úÍoativãs:
â)
I e rll.
b) l el v
O
I Ì ev
O
L I ì e I I I
e) II,lll e lV
,d,,iriÈ:
6tnir-cey
u.o
"ubstãncia
no esrado liqui.to é
resfriada uniiorme e constantemente. Ao atingira
lêmpFralurâ dêsoìidiii( açáo.rerifi ca sêa lortuçáo
de peqüod páÌú.'nâs sólidâs que flutuãm no liqui-
do. Soìre essa substância é correto airmar
que:
a) âumenta devolume ão se solìdincar
b) diminui de voluúe êo se solidificaÍ.
c) temmaior densidade no estadosóìido
queno
.
êsrâdo liquido.
d).se solidifrca mais rapidameúte se auúentaÌ a
lressão,
e) a pane que se solidiÊca ãpresenta temperatu
.â maioÍque ã pa.te liquida.
lí.,ìOl :
Cum-nl
v*0""
"
.pção que apresenta a aflrma-
a) Unã sübstâncìa não existe nâ Iase liquidâ
quando
submetida a
pressões
abaixo daqueÌa
de seu
ponto
riplo.
b) Àsublinâção de umasubstância é po$ivel se
estaestiveÍsubúetida â
pÍessões mâis bâixas
que a de séu ponto trìplo.
c) Unasubstânciasó
pode
exlstìr nâ râse liquida
se atempehtura a qüe estiver submetida lor
mâis elevadã qüe süã temperâtürã .rÍti.a.
d) Umdsubsl án i ê néosoÍ r - . on. r Fnsaç; ua en
peraturas
mais elevadas
que
sua temperatura
ê) \â I úr. un bl^.ô de
9èl^
pôdê pasã. d
rela-
menÌe
para
a lase gasosa.
lÍ.ÌsA,
ruFPR)
Pode,* ârravessàr uma bârra de
gero
usândo se um arâme côn un peso âdequâdo.
conforme a figurã, sem quê ã bârâ nque diüdidâ
em duas
partes.
Qüalé
a
qpÌicação
para tâl lenômeno?
a) A prcssão
exercida
peìo
arame sobre o
gelo
âbãixa seu
ponto
de fusão.
b) O gelo, já
cortado
peìo
arame, devido à baxa
lempeÍatura se soÌidifica novamente.
O
A prcssão
exercida
pelo
arame sobre o
gelo
aúmeôtaseu ponto
de fusão, mantendo a bar-
ra seÍìpre sólida.
d) O ãrânÌe, estando naturaìmente mais aquecido,
lunde o
geÌoi
ste calor, uma vez
perdido para
a atmosfera, deie a baÌra no\mente sóìida.
e) Há ümâ ligeúa Ílexão da barra e as duas
par
tes,
jáco.tadãs pelo
arame, são comprimrdas
uma contÍa a outra, soldando-se.
r . r w
uuvêsÌ . r J
r \ ôs dr às r 4os,
qL
êr oo L f ê
pessoâ
à-
pele
ãr peìa
bocâ, Íormâ5e uma espécie de lunEça
junto
ao rosto. kso ocorÍe
porqueapessoar
â) erpele o âr quente que
condensâ o vapor
d água distente nã atmosfera.
b) expele oarquêniee únido que
se esfrla, ocor'
reDdo â condensaçÀo dos vapoÍes expelidos.
c) erpele o âr Írio que provocâ
â condensâção do
vapor d'águâ nâ atnosfera.
d)
provôcâ
ã liquefação doar, com seu calor
e)
provo.â
a evapofação dâ água existente nâ
atmosferã.
t
*
!
ij1iql
gnii--ns1
e*inae vedadeao
OD
ou iaÌso (!)
e mâÍque a opção com a seqüênciâ que julgar
(
)
A pressão
mâima devãpor de umasubstân
cia crcsce com atemperatura dasubstância-
{
I O
ponto
triplo de uma substãnciâ é cdacte
.izâdo por
üm
par
de valores de
pressão
e
temperalura, para
os
quais
coexistem, em
equiìíbrjo, o sólido, o liquido e o vapor da
( , E possÍvel que
a água lerva à tempe.atura de
70"c.
A seqüência coreta é:
â) v- v- v
b) v F- v
c) v- F F
O
F- V F
e) F- I - V
. 112 Os FUNDÁMINÌóS DA FrtcÂ
Ë
Ë
:
Nos locâis acimã citados,Iorãm
colÔcadâs
bata-
tas
para cozinhãr em
pdeìas aberta-idênticas'
co.tendo
o mesmo volume de ágìrâ E de se e$
Pefãr
que 6 batâtas
fiquem cozidasi em menos
'à)
no Rio de Jâneiro'
pois â temperatìrrâ
'le
ebulição da água é nenor do
que nos onrms
b) no Monte Everest'
pois, quanto maior
IÔÍ â
âìÌitude, maior é a tempeÍâiura
de ebuliçãÔ
'lã
c) em SAo Paulo,
Pojs,
quanto maior lor a
polu!
ção
atmosférica-
menof serâ atemPerêtnÌâ
de
ebulição da água.
dJ na Cidâde do MéxicÔ'
poÍ estar maF
prôrima
do eqoãoor
e) no Rio deJâneiro,
pois ao nivel do maÍ, a águã
leNe a uma temperâtura
mais elevaoâ
r.Ii"2
í]JfRGfRst O
srahc^
rFptesênla
I \ar:!(ôes dd
pr êsçâo al moshr i ' ì
e da l cmper dl ur a
dF
Pnul i
ção
da água. âmbas
em lunção daãìtitude
acìmâ
do Divel do maÍ
0 s00
1 000
PiÌb
(nDarl
Considere âs anrmações segutntes
l. Pda a tempetatuh
de ebulição da água vaÌiar,
em Íunção da âltituíle na lotma indicada no
gráfico, ê necessáÍio
que â água se encontrc
em um recipjente abeno.
IL Em Íunçâo da áÌtúude, a
pressáo atmoslérica
cai mais raPidâúente
à netâde do valor
que
pôssui ao nível do nat do
que Ô
Ponto
de
ebuìição
da ágúâ
IIL Oualquer
què seja â âltitude consideÍâda'
a
vâriação
percentuâl da
pressá. ãtmosféÌica
é maiôr do
que a coüespondente
variaçao
percentuaìdo
ponto de ebulição
da ágÚa
Quais
dâs afirmações se ãplicam corretmente
a
essa situãção?
a) Àpenas l. c) Apenõ III. e) l. II e IIì
tÌ) Apenas IL
O
APenas l e ll
T. l l 3
LI l êÌ
N4LcJ A
Pane' J
. l c oí ê>r áu
pêr m, l ê
que
Âs
dl i mênl os ! êj am
. ô7i dos em ; düd mLi r ô nai 5
râpi.lamente do
quê em
pa.eÌas convencionars
Sua tmpa
pôssui uma borracha de vedação
que
nào deixa o vâPof escapaÌ, a nào ser através
de um
oriíicio centrâl sobre o
quâì asenÌâ um
peso qúe
controls a
pressão
Quando
em usÔ, desenvolv+se
uma
pressão elevãda no seu intedoi
Para a sua
operação segura, é necessáÌio observê'
a limpeza
do orilíciô central e a existência de uma!áÌunâ
de
çegur dÌ çz. nor mJmer l ê
si l uêdd na l dmPd
O esquema dapânelade
prcssão eum diagrama
de fase daáguasão apresentados
abaixo
0 20 40 60 B0 l ou l l u 14! r b!
IemperatuÌaem' C
A vantagen do uso de
paneìa de
p' êssão é a
Íapidez
paiâo cozìmento
de alimentos
e istÔ se
â) i
pr êsça^ no s- Ú i nl Fr i ^f
q
r ê' i guaLspi Êssao
D
â
t êmper âÌ ur d dp
' F
| | ì r Pí i or '
q r e e{á
â' i m"
dã temperâtura
de ebulição da ágüa no ìÔcal
O à
qllantidade de calor adicional
qüe è t' ãns-
Ierida à
Panela
d) à
quantidade de vapor
que está sendo
liberã-
da
Pela
válwla
e) àespessuradâsua
pârede' queé maior
quea
.lâs
paneld comuns.
T. l l { ( l f C{L, Ao n; \ pl do
ndr a i j gÜd l er ve a
! n0
í e
. oneFl c a 0
' . Ar si nc' ê a al l ê"naL^a
oue
i r Í l i ' á
o
poDto de congelamento
è o
ponto de lervúra
da ásüâ, em Guaraniranga,
cidade ìocâliZàdâ
a
cerca de 1.000 m de âltitude.
capr Ì ú, o6.
05 Dhôr aMAs
DE Fa*s
113'
ta
E[
5
_r

H
o
t
DIACRAMA
DE FASE DAÁCUA
a) À água congeÌa abaüo de 0
'C
e Ierve aciúâ de
100' c.
b) Àágua congeìa a(ima de 0' C ê leÍve a.imã de
100
"c.
c) A âgua congeìa abaixo de 0 'C e Ierve âbâixo
de 100' C.
O
Aáguacongela acima de 0'C e IeÍve âbaixo de
100
"c.
e) Àáguacongel a a 0
"C
ef er vea 100"C.
ïfiÏ!i{,
e"ai"""o' u" .*"ai de an.rrews de uma subs
tância, não
podeúos
dizeÍ
que:
a) na temperatuÍâ oíticâ, o gás solre liqueÍâção
a voluúe constdte.
b) aciúa da iemperâturâ critica, nenhum aumen
to .le pÍessãô liquelârá o gás.
c) abâixo dacurvade saturâção, as variações de
volume são signifrcãtivas sob
pressão quase
O
em pressôes e temperaturas abaixo dos va-
lores cÍticos, o vapor não
pode
se ìiquelêzeÍ
por comprcssão isotéfmica.
e) uma dõ aÌternativas acimaé Íalsa.
i!J.-ë!
CuFc
co) À tuberu a sesuir contém as temperâtu'
ras criticas
Dara
aìgumas substânciãs.
Dessas süìrstância, a qu!pode mudar de estado
Íisicô, por compresão, na temperatua de 75
'C,
a) N. b) o, c) Ar Kf e) cHa
a
:,tïiÏ:
I'los lotiios,le
gás.
o gás no seu interioÌ está
ÌiqueÌeito. Isso nos
pefmite
concìuir
que
sua
â) é maior que â têúperãturâ úbiente.
b). é ne.ôr que ã tenpêraturâ ambiente.
c) é igüâl à temperatura ambiente.
d) émaior ou menor que ã temperatura ambien-
te, dependendoda pressão do gás no botijão.
e) é elevadissima,
provâvelmente supeÌior a
1. 000' c.
;,.Ê.iil*:
fr-rreel
s"
"
t".p"rarura crírica da ásua é 64? K,
pod!e
considetar
que
a água stá sob a foma de:
b) vapor, acida de 500'C.
c)
sás,
ã 400'C.
O sás,
â 273' C.
e)
eás,
abaixo de 273 'C.
ïÈìif$i
(ljniÌra-Rs) À umidade r!lâtiva do e é a ru ão en-
tre a pressão do vapor de águalocal e a
Dressão
do vapor de ágÌ'a saturado à mesna tenpefatuÍa.
O
gráfrco
rcpresenta a dependêóciê da
pressão
de vapor de áeua saturado con â temperatuÍã.
Nitrogênio
(N,
ÂÌeônio (Âr)
E
-
5
f
1200,0
60,0
140, 0
r 00, 0
30,0
0,0 10,0 20,0 :10,0
,10,0
50,0 60,0
Ìemperaturâ 1.C)
Considere um locaÌ
que,
natempefatura de20'C,
âpresenta umapressão dovaporde água igual a
14,0 mbar A umidâde reÌativa do ar local é em
a) 5% b) 15% c) 3i%
O
57% e) ils%
f
!ÉËgëËì
0JFMG)
ufr ventirador risado provocâ
a sensaçâo
de frescor nas
pessod, por
aumentaÍ â velo.i
dade de evaporação do suor
A âfrrnâtiva que
meÌhor descreve â explláção
a)
-0
ventilador aÌtera o caÌor especifico do ai
'bt
O ventilador aumentâ a pressão do ar sobre a
pere oãs pessoas.
c) Oventiladof diminui a temperatura do ar
d) O ventilador retirã o ãr qüente e salundo de
Perto

pele
das
pessoas.
e) O ventilâdor diminui a pressão do âr sobre a
pere
aâs pessoâs.
lFffi itul
e$ a"oti."
"
ti...
""gui.
e
a
-
&
PoR
quE
R,{zÂo Á!61-rÉ
AUERERÌÁ OUE SUA LIN6!.]Á
E
:
1
,:
)
=
ÊsÌÁo ÀeERT,(s Á NovÁs
EXP!RÌEN' IÁS
.
Í14
Os FUNDÁMENÌ os oÁ Fs( a
Combase
natirâe nos seus.onhecimentos
sobre
o tema,
rÔnsidereas
ÀfrÌmativas
aseguiL
l. À sersação
de secura
na ìi.gua
do
persona-
gem se cÌeve à evâpotaçâo
dã ágüã contida

sâliva, em Iüncão daexposição
dalÍnguââo
ar
II. Sob as mesúas coDdiçôes
de teúPeratuta
e
Pressão,
a água evaporamais
lentâmeúre
que
úm Ìíquido
coÌÌ menor
Pressão
máxinÌa de
vapo.
III. Caso o
personagem estivesse
enÌ uÍÌ tocâr
con temDeratltâ
de i0'C' a água contidâ
na saliva congeìúia
se dposta aÔ ar
Iv. Se o
personagenì tentssê
umâ nova dpe_
Íiència, derramãndo
âcetona nã
pelei ÌerÌa
uma sensação
de f r i Ô, coúo
r esul t âdo dâ
âbsorção
de energia
PeÌo
solvente
para a
evapÔraçãÔ
do nìesFìo
Estão corretas
apenas as antúâtivâs:
â) I el l .
b) l el V

lle ilt.
e) II' III eIV
OI , NI eM
t t 2L, c""
un' . ^ nL, , q r cnsr d dèi r i oquFc\ f Fr r _
n. nl ânos
quan, j ^ nu n dr a
'
n"ol Jr "ü'
sni n os
dd
"sr J
du m. i r p d' \ ê t ur
' ì 2n'
r i ' l nênr '
a) à evaporação
da água rêsiduâÌ
que nca
qôhre
a nossã
PeÌeaPós
nos banharmos'
b) èô iat() de a Ìenperatura
da água do mâr seÍ
al(o meDor
do
que â temPerãtura
âmbiênte'
c) aô elevado cáÌot especíiìco
dâ águâ
d) à Derdã
do isolamento térmico
antes
proPor-
ci;Mdo
peÌa água
quaúdo neÌa ainda
esiáva-
mos imersos
e) à filtragem d. calot dos fãios solares
Pela
águâ
qúeaiodamolha a nossapele
ãpós sâirmos oâ
água.
T. 123 , PLi c
RsJ Du' 2n' e
pr o' ! s' o Je e' JPo' 2'
' n
Je
ü r ' | | . 1 r r , l o
' u
r l i Í l u
'
r md Lar r á o' Ì "Ê ai mr n'
I
ë
i
!
!
ção
da temPerâtura Porque:
a) escapanì
as molécuìas
com maiof eÍergiâ
b)
escapãm as molécuìas
d
c)
P( lPJrn a murê' uìôq d
ít) a e.ergia
cinética das moléculas
nào se artera
e) diminui a massâ do liquido
I . 124 . l
nFm- ! r l (
t
\ ndd hoi ê
F
mÜi r o
^num
ò
n"ç
sor '
( , i l
/ d' pn
\ â"i l l r ò n"5 dp Dd' r o
r mor i ngJs

potes de cerãoica
Ôão esúaltãda)
pdâ con-
seNaÍ áeua aumatemperatúra
menor
do
qÚe a
do ambienÌe
lssô ocofue
Porqle:
a:) o ìrarro isolâ aáguâ do ambiente
mãntendGa
sêmprc
âumaÌemPeratura
menorque
a dele'
coúo se losse tsopÔr
bì o bero tem
poder de "gelaf
a água
Pela
sua
composição
qúimica Na Íeação' aáguaperde
c) o barrÔ ó
Doroso,
permitindo
que ã a!ua
Pae
se atrâvês dele
Pârte dessà água evaporâ'
iomardo
câlor da moringa
e do restante dâ
água,
qúe são assìú reslriadas
o
o barÍÔ ê
poroso, permitindo
que a âgua se
deposite
nâ pa|tê de lora da moringa A ãgua
de Íora sempre está a umê temperatu'â
maìÔr
i
que ade oentro
Ì)
â monnga é umâ espécie de
geladeira naturar'
'\iberândo
substâlciãs
higroscÓPicas
que d!
miúúem naÌdralmente
a temperãtura
da ágúâ
Ï . l zt
( l nÍ esnt Er di "5 múr '
qu' nl ps' ' {o'
( ÂTo^s
do ulÌ.r, o \F"".
FüruJê |
quúou 6
FrpF' ílu"o
atin$ram a matca de 40 'C, nosso corpo utirizâ4!
da transPiraçÀo
pda tÍdslerir
Paiì
o meio am bial
te â eneÉia etcedênte eú nossÔ coÍPo Abavés
dec' e mÊ, úi . m'
"r emPêr a
r í Jd nosso' o' p^é
regulada e mantida em torno de 37 'C Nolrocesso
de tÌdspiÌâçâo, a água ds
gotas de suor sot! umÀ
múldça de Íase a temPeratura
constdte
na
qual
passã lentamente da iase liquidâ
paÌá a
gasosa'
co$umjodo energia,
que é cêdida
Peìo
nosso cÔÈ
po.
Se, nesse
processÔ, unâ
pssoâ
peÍde energia
a uúa tzão .le 113J/s'
e se o câÌor
lãtente de vã_
ponzaçãô dâágúãé de 2 26 x 103J/g, a
qúdridãde
de águâ
PeÌdida
na trúspúação
Pelo
corpo
dessa
pêssoa, er I hor4 é cle:
a) 159
s
b) 165 g
1. 126
( Lneí - Í \ 41'
t o Sol
Par l r ' , pd
d' r r
' o
dd 5SU!
poi s
J' n dê Jque' êr d supFJ i ' i P dd I
F' ' d da r do
origem aos ventos,
provocô a evaporação
da água
dos riôs, Iagos e mdes.
O vaPor da água, âo se
resfriaf- condensaem
ninscdÌõ
gotinha,
quese
agrupan Iotmando as nuvens, neblinas
ou nevoas
úmidãs. As úúvens
podem set levada
peios ven_
l . r dFLnr Fei ! ôPdôoul r d'
om"ond"nsã' ã'
e, em seguida,
a chuva, a água volta àsuperlicie
daTeúa, caindo sôbre
o soìo. rios' lâgos ê mâres
Pete dessa águâ *aPora retornando
ã atm'sÌera'
out.a
pârte escoa
supe'ficiabente
ou innftaae
nosôlo, indôaÌimentar
rios e lãgos Esse
processo
é chamadô de ciclo dâágua.
Considere, e.iào, âs seguint!s
ãfrrmativë's:
I. A evãporação
é maioÌ nos continentes'
umâ
vez
que o aquecimento
ali é mâior do
que nos
tl. Avegetação
pdticipado cicÌo hidrológico
poÍ
meio datransPiÍâção
lll. O cicìo hidrológico
condicionâ
pÌocessos
que
ocorm na litosfer4 na âtmoslda e na biclerã
lV A energia
gravitãcionâl movimenta
a aguâ
ílentro do se! cicìo
V O ciclo hidtolÓgico
é passivel de solrer iúter_
ieÌênciã humana,
podendo apresentar
desê
AssinaÌe a ãlÌeÍnativa
correiâ
4t
Sonente a anrmâtiva
lll estã correÌa
''b)
Somente
e afirmativ6lll
elVestão
corí!tas'
c) Somenie as âôÌmãtivas
l. II e V esÌão coüetas
d) Somentes
afrrmativs
ll, i[ ]v e V 6tão cor-
retas.
e) Tod6 as ânrmativas
estãocorÍetas'
-
I
--
H
o
I
q/180
g e) 225
s
iDì2oo
g
caPiÌulo
6
'
os D ÀCRÁMA,
Dr FÁss
115'
lI!Í2?
GIFRGSRS)
O CO, sóÌido é denominado
geìo-seco poÌ rìublimaf sob pressão
âtmosÍérica, dando origem ao c0,
gàsoso. À rübliÍìàção ocor.e porque:
a) a
pressão
corresDondente ao
pontoüiplo
do COr é superior a l atmosfefa.
b) oCO, lnluìdôéüistávèI.
c) o CO: é ün gás de diÍiciì liqueiação.
d) aprcssão devapof do COj sólido é inferior a I atmosfefa.
e) as lôrçàs dê côêsã. edtre âs molécúla3 de CO,são pouco intensas.
pE
ilEvE l!
ana?o@u
e \ouog
e Aooe
ELÊ ê A
ÃêuA 0A
P14ClNA!
gRRRRRI
RAZíú...
I
ça
de estado que ocorrem Dessa seqiiència são:
a) Iusão, subÌimação e condensação.
b) Iusão, vaporização e coDdensação.
c) subìimação. vaporização e condensação.
t
!
o
e
A sensação de calor e a umidade
'rTrl28
(Vunesp) Nos quâdrinhos da tira, amãe mencioDaõ iases daágua conlorme a nÌudançã ds estaçôes.
HÁ ÂLOUI{ê
t^É&, êÊv
EONECO
E6íAVA B!I$
aaut.
Ent endendo hône. ó Í ì e. evê cômosendo bôneco de gcl ô equecomot er úô evapor ou ãmãeseÍ e6r âà
tfánsição águâ J vapôr, podese supôr qúc clâ inìagnÌou a seqüência geÌo
J água + vapor + águã./G nìudan
d) conde.sâção, vaporização e lusão.
e) Íusão, vâporização e subÌimação.
RO5E l5 ROsE/Pat Bràdy
A sensaÇão de ca of est á i nt i mêment e i gada ao
gf âu de uml dâde do ar. O l i nì Ì e dea para o grâu
h
gromét r
co est á ent re 5D% e 1A' / Õ. Nessa l êrxê,
hé uma evaporaÇão ef cl ent e do suor, de modo
que â perda de cal of pe o organi srno é adequadã
paí a
mant er const ant e a t empeÍ at ura corporal .
Ouando ê umi dade é al t ê, mesmo
que
a t ernpe-
rat ura ârnbi ent e não chegue a a cânqaf Lrnì val or
mul t o el evado, a sensêÇáo de cal or é suf ocant e
e opressi va: â vel oc dade de evaporação do suor
é Í eduz dê, d, ^v do à
grande quant i dade
de vapor
exrst ent e na at mosÌ era
Do,
o, o ddo q. d do d
| ' ì dddê r - l a. oêr n. o
ba xê, há conseqüênc as ainda mê sgraves, nãosópaía
a populaçáo
como lambém
para
o ambente Para as
oô. <oo ho o r õ. .
ò.
a. r
p,
o do r r o. d q,
-
poo-
ca usaÍ comp lcâçóes resp ratórias, sangramenÌo nasa,
ressecêmento da
pe
e, rÍltação dos o hos etc. Esses
s ntornas se intensíicarn com a po uição atmosÍérlca
e com o
gÍau
de debilidade do lnd vídLro, sobfetudo no
caso de crancas e i dosos. Pessoas corì
pÍ ob enì as
Íeurnátcos e respiÍatóÍos
pÍ!exlstentes podern
teí
seu
quadro
c ínico agfavado
No arnb ent e, o ar seco f ac l i t a a man f esÌ açáo
do
òt õr.
dadÕ
ês
a . ". o q rê pod- d"
"
-q,
i pà
rrìentos e eÍôn cos A érÍì d sso, aurnenta cons dera-
velnìefte a
possib
lldâde de lncênd os em Í oÍestas
e
pasÌ agens.
Segundo noÍ mas da Del esa Cvi de véros est a
dos e da Cet esb
1âgênci â
âmbi enÌ al paul st a), caso a
urnidade relativa cala abê xo de 30%, são estabeleci
dos os est âdos de at enÇão, al ert a e erÍ rergênca, : de
d, or do o- ì o v"or . .
. ì - doos.
\ a
. " \ r r "\ ò-
há Lrma séf l e de
proced
ment os a seTem t omados

"
poput d( j o
"pr ê. ê
t "do. r oq. ddr o"
"qr l
Os fUNDAMENÌòS DÀ FGrca
.
Entre 20 e 30Yo -
Estado de atenção
EvÌ aÍ exer cí ci os f í si cos ao ar vr eent r el l eT5hor âs. l j mdf cêr oâmbent eLr t i zando vô-
pori zadores,
t oa has mo hadas, reci p enÌ es corn ágLa eÌ c ngeÍ Í bast ant e água e/ ou sucos
para
eviÌar desidralaÇáo
.
Entre 12 e 20% - Estado de alerta
A érn das recomendações do est ado de aÌ enção, devem ser sLrpf l ml dos os exercÍ c osf í si cos
e l raba hos ao ar vÍ e ent Í e l 0 e l 6 horas É f ecomen. l áve o uso de soro f s ol óg co
para
os
o fìos e as nar nês
.
Abaixo dê 12%
-
Estado de emergência
Aénr das Í ecomendêÇões esl abel eci das
para
os esÌ ados de at enção e de a erÌ a, ê
del erm nanl e a nt errupÇão de
q! al quer
at i v dade ao ar vre ent re T 0 e 16 horas, como
au as de educaÇão f í si ca, col eÌ a de l xo, enl f ega de correspondênc a eÌ c Os amb ent es
nt ernos devem ser rnant dos cont i nuament e um di f l cados, pr nc pa nì !nt e quarl os

cÍ anÇas e de
pessoas
doert es, t anl o em casa como nos i ì osp t a s
o
1
t
Pof t ant o, é degrande mport ânc a a nì edi da do grâu hgroméÌ rco Essa ní of mação senì pre
está nc lida nos bo eÌlns rneleoÍo óglcos A ava iaÇão é fe tâ por rìe o da apare hos denom nados
higrômetros
Exi sÌ erì hi grômet ros de dì versos Ì l pos. Um de es e o psi cf ômet ro (f oÌ o
I
),
consÌ i Ì uí do de do s
Ì errnôrnet f os' o da esquef da
(dl l o
Ì ernì ôrì eÌ ro de bul bo seco) mede ê t emperat Lra do amb enÌ e; o
da d reita
ld
to temrômetro de bulbo úm do) tenì o bu bo envo to pof
urn
pano
embebldo em ãguã
e i nd ca urna t eaaperat uí a menor,
po
s a evaporaÇão do l Í qui do rêÌ i rê ca oÍ de seu bu bo Umê t abe a
pfeviarì!nÌe pÍeparadâ fornece o
grâu h grorìéÍico do arìb ente, corn base nê diferefÇa deternpera
tLrlê entre os do s termômetros Há h
gÍômetros
rna s soÍisticados
(Íoto
2), que
nd cam d retêmen1e
nurn most radoí o va or do
grau
h
gronì éÌ ri co
(enì
porcenÌ ageml .
Exl st ern oul ros di sposl t i vos
que
âpenas nd cam se o amb enl e est á seco oLr úrì do, sem daÍ o
va or do
grau
h
gí oméÍ
co sáo d t os hi groscópi os Eo casodo
ga
nhoquemudêdecorcomaumr-
dade do âr quando rosêdo
(f ot o
3), i nd ca t empo úm do,
quando
azu i rdo
(f oÌ o
4), i nd ca Ì er. po seco
A mudênÇê de co oraÇão é det erm nada
pe
a h; drat aÇão da subsÌ ânci a de ql e
é f e t o o
ga i nho
^
Higrômetro
cÁPl rul o 6
.
Or D ÀGRAMÀ5 o! FNs
rr7
.
L. 14
( Uni f esp) Consi der e uma ár ea de l l or est a
amazônica e umã áÍea de caatinga de nosso
país. Se, num dia de veÌãoi â temperaturâ
ÍoÌ èxâtamente a mesma nas duas regìões,
l 7
c Ê e5l r r êr m. :
pm j r F- s
abFr r os. nãu
sombreadas, t!renos a se.sâção de sentir
r r "^
ì Ji s . - ì or F dê . r onspr ôr n l u nr ai .
na floresia do
que nã cat'nga. Considerando
tâis inlormações, responda.
a)
Qual
é âprincipal Iunção do suorem nos-
b) Apesar de â tenìPefãtur
duJs
j "FJ. .
F\ pt i o
r e
por . ì . r p
a sFnr à. ; ^
de cabr e de tÍãnspirâção é mais intensa
nã Íegião da floresta amazõnica do
que na
L,X5
(FMU/Fiâm Faam,' FispSP) Numa ckìadê codô
5ao Pr ul o. onde a r n , ddê r Fì JI i v- do i r
Á
bastânte elevâda, muitas
temperaturas relativamente bâis, 22' c por
F\ Èn
! 1.
qê. Ì i n
os uì deç. onÍ or l o
é. mi '
^
(sensaçào de caìor opressivo). lsso se dá
ã) apressão rnáxima devapor independe da
ÌempeÍatuÍã.
D
-
un' dr dê r êì ar i t a di h, u a í c\ áp^, J. i o
c) o vapor de água coôtid. Õo arestá muìio
d) ô vâpor de águã coDtido no a. ÍoÌnece
caror âo organEmo.
e) nenhurna d6 anternÌes.
avaìiada por
meio de medidas simultânea dâ
l ê nt r r al r r d omb. enl F. ubl i das usândô Joi s
l . r humel r os dr Í pr Fn' - s O
pnmèi r ô l êr mó
I nêl ' i i ; cxpos
u
í l r r .
l dr enl - r o a nbi er l ' .
mâs o segündo ien seu bulbo
(oôde ncâ ar
nâzenâdo o mercúÍio) envolvido em aÌgodão
umedecido eú águã
(vejãâligurâ).
à.
w
&
ÌermôÌìcÍo I ÌcÍ
lbúlbo sccol lb!
U. Em um recintôÌechado, arcdüçãodatem-
peraturã
âo ãnoitecer
Produz
trm aumento
da umidade reÌàliva do a.
III. Considerando recintos iechados coú a
nesma umidade relativa e tempeÍatuÍãs
dilerentes, o ambiente de maior teúpe
ratuÌa possui
maior
quantidade
de vapor
IV. Àô se retiraÌ uma láia de .èl.igerânte da
geladeiÍa,
elâ lica mãis molbãdâ se q umi
dãde Íelativado ar ior Òênor
São verdâdeiÍãs ãpenâs a Áfrrmativõ:
a) I el l . b) l l e I 1l . c) l l ì e N.
O
I I el v
Nesse câso, pod!mos anrmâr que:
a) os dois termômetros nrdicarão sempÌe a
mesna tenperâÌurã.
b) o temÌômero de bulbo seco indicarásem-
pre
uma temp!ratura mais baixâ
que
o de
c) o termômetro de bulbo úmido indicará
uma temperatura mais aÌta
que
o de bul-
bo seco
quando
a um'dadereìativã dô ar
O
ô termômetro de bulbo úmido indicãrá
úúâ tempeÌatu.â ftais baixa
que ô de
bulbo seco
quando
a umidade Íelativâ do
t
/,
alSodão
tr
e
Ë
g
l
!
ã
E
3
s
(Cesupa) 0 cÌima em Belêm é carâcterizado
po.tedperãturA em tornode30
"c
eumida-
de relãtivâ do âr em torno de 80%. Julgue as
ãnrmativas abaixo sobre aìgum6 consêqúên-
cias da temDeraturae dauúidade relativa do
I. A sensâção de caÌor de uma
pessoa, que
está asociãda à idâ de evaporêção do
suo., é úenor em Belém do
que
em ouüa
cidade à mesmâ temperatu
.Í8
Or FUNDAMENToS DA Fkra
HHJ
Hfl
Rcdìze a experiêrcia.om rupenisno dc scu prolè$or.
Congelamento dâ água
Coìoque aeua em u!ì reclpicÌLe de
ìrÌir(rco
(Iior
exenpto. um. gaÍ.tu vazl. de
jen.ìscúnt.).
preeÍcherdoi)
arc a
boÍh. Rosqucie betn. Ìa pÌc coìoque o Íccitrcntc dcntro docorgehdoÍric um.getâdciÌa ou cm unìr"/:.r.
^Dós
dues ou três horas. rcLìre o Íecirìcntc do conpaddenÌo refrigeÍdo.
.
Enr qrc
condicões está o recipienÌc detlistico?
.
Erpliquc a ocoÍên.ia coú bnse ro compoÍamcnloda águ..o coogelaÍ
.
O guc lcorieceri. se vocênik) prÈenches\c
toÌ!ÌmcnÌe o recipiente con íBua anles d. coÌocá lono congeladortr
lìealiTc a cxlìc.iência coú supenniio de seupnÍcs\oc
Reproduzindo a experiência de Tlndall
obseÍvealúoc rcproduza a experi!nciâ do Íegelo: coìoque umbìocodegeloac.rcade I
.C
apoi.Ìdo sobr. doìs
supoÍte\ de ndeira, dc modo que a parÌe cerÌril lìque ìnÍe. Prendd pcsos nrs extEnidades de un to iìno dc aümc e
pise ese nopoÍsobrc obloco. deixodo os peÍ)s perdeftcs.
.
VeÍilÌue se há aÌgum! modificâção \ isilel ia .egiiÌo
(io gekr
atÌavcssld. pet{)
aranÌe.
.
Exphìue porquc o no aÌmvessâo gelo e esLe
ÌreìiÌarece
inÌceÌo.
.
Dir,se quc
o dcsÌizamenÌo de unÌd prlin.doia \nÌe o gcìo é tìcilìrado pelo lsro de os p.rnìs LÈÍejÌ
Ìrcqucn!
árcr de
contrÌocoÌn o
eelo.
ExpliquÈ po, quê.
.
^
o.otrôlcia terie iileÌilì.rilo drmesma D$cim se o líquido fo$e orrfo (áloooÌ,
étcr.tc.)? Exptktk.
I
i
I
l
1:.
=
CaPÍuLo 6
.
05 DracRAMAs DE Faís
rr9
.
ry
j
I
::
Ì
ì ì n
lt
I
j
RcaÌì7c nexperiêrcia com nÌìrc.vÌsliode seo pÌotessor.
InÍluêícia dâ pressáo nâ ebulição da águâ
(hoque
ígú..Ìé r mctddc cD um Ìubo de ensaìo. ScguÍâtdo o com uma
Dinçô
adcquâ{h. levei) tu lìgo e espe,e
até
que a Ligud conecc a lcNcr \es\e rurerÌo, feÌÌc o do lôgo e lúìPei) conì unìa loìhâ de Ìrorrthr En selui.la.
invcúa o tubo e coloquc o soÌ, uD iìlele de ígua tìia dc uÌìr tomeÌr Obserlc qnc
d ásnr EcoDeçâ â 1Èì!eÌ.
.
Explìquc css! oconência oon bdse na iÌrnuêncir {lr p.cssào sobre o poito de cbuliçio dt tlgua.
.
Eposivcì a\socirro o.orido co!ì a edação do poÌLo de ebúliçio da igücnr Ìchçlio i' illilkleÌ Porquô?
Aquega ig!! nunì rccitienle. rì.s nio a dciic ttÌvcr, lìetne u pouco {lcs\a iÌgutr c{ìÌ lnrn \eÌingÀ codunì.lc
injeçiio. Em sceunÌa. âiì\te r scÍnìg. do re.ipicntc c. com o de.lo. tampe o bico dtr sÈÍitgr Puxe o ênÌbolo pa.a lbrâ.
Obserle quc ! igu!quenteno ìntÈriord. seriÌrga conìcça a ÈNeL
i
j
I
ii
ì,
i
ì,
t
I
i
j '
i
I
I
t
.
Expìique a oconnnciâ coìÌ b$ena influênci, du prc$t!) n' bre o ponÌo dc ebuliçìo da iigur.
.
ìr\sdcxlcÌiênciarodese.ìn!o. ir para exl Ìicd a !â.irçiÒ do ponto de ebuliçio da íguÌcom a aÌriÌudc? Po.qnê:)
_
ê
12Cr
Os FúNDAMTNÌ o5 DÂ FsLA
fLLXO DE CAIOR
CONDUqÃO TÉEì'IICA
LXÌ DA CONDUÇÃO TÈFìJICA
APLICAçOXS IÀ CONDUÇÀI] TE]IMICA
coÌMxc!Ão TÉRMÌcÂ
XOÇÕES DE ÌRF-AIÌÁÇÁI] TÈRMICA
LEI DE STEFA]{.BOLTZMÁXÌ,Ì. INÌ DX {IRCHHOFF
APLICAÇÕES E ETEÌTOS DA ÌRXÁDlÀÇÃO
A GÁXRÁFÀ TÉRMICA
I
Quando
há diferença de temperatura entre doir
corpos ou entre as partes de um mesmo
çoípo,
o(ore traníerencià de
(alor.
obielo de !etudo
Analkamos or três processos pelos quais o calor
pode se Íansmitir.
As.orentes de ar que gãrantem o movimento
de um planadoí são determinadas pela
propagação do calof na atmoíera.
E t . r l u*odecal or
A propagação do calor pode ocorrer por três
proc!ssos diferentes: condução, convecção e irradia-
ção. QuaLquer
que sej a o processo, a t Í ansmi ssão do cal or obedece à seguì nt e l ei geÍ al :
Espontoneomente, o calor sempre se propaga de um corpo com maior te m
peratu ra paÍa um corpo
de menor temperatura.
Para os três modos de propagação, definimos a gran
deza Í l uxo de cal or (o).
Seja J uma superfície localizada na região onde ocor_
re a propagação de cal or. O f l uxo de cal or Õ at râvés da
superf í ci e
-S
é dado
pel a Í el ação ent re a quant i dade de
câlor
Q
que atÍavessa a superfície e o ÌnteÍvalo de tempo
^f
decorri do:
As uni dades usuai s de f l uxo de cal or são cal / s e kcal / s.
No Sì st ema I nt ernaci onal de Uni dades
(Sl ), a uni dade é o
wat t (W), que corÍ esponde ao
j oul e pot segundo
(i / s).
El z.conduçãotérmica
Segure a ext remi dade, 4 de uma barra de f erro Á8
(figura 2) e leve a outra extremidade a uma chama. Após
um intervalo de tempo relatìvamente curto, a extÍemidade
que você segura est ará quent e, o que Í equer o uso de uma
luva protetora.
FiguÌa 2. O fero é bom
(onduton
o <alor se
proPaga
lapidamente da extfemidade Bà extremidàde
Á.
Figura 1. O íuxo O d! calor através de 5
é numericamênte igual à quantidade
de calortransmitìda na unidad! de temPo
C^P Uo7
.
PRoPÀoAçÀO DÔ CÂIOR
t 21.
1
O processo pelo qual o calor se píopagou
da chama para
a sua mão é denominado condução tér-
mica. O calor é transmitido de uma extremidade a outra por
meio da agitação molecular e oos cnoques
entre as moléculas. A Íapidez com que a extremidade,4 se apresentou aquecida caracteriza a condição
de bom condutor do ferro. Se a experiência desc ta fosse realizada
com uma barra de vroro, somenrc
depois de muìto tempo a extremidade,4 estaria aquecÌda, pois
o vjdro é um mau condutor de calor, ou
se,a, é um isolante térmico.
Para ocorrer a condução, deve existir um meio material. No entanto/ é a energia que
5e propaga; as
partes
do corpo não se deslocam, havendo apenas transmissâo
da agitação molecular.
lmaginemos uma barra metálica inicialmente a 20 'C
(figura
3a). uma de suas extremidades é colo_
cada em gelo fundente (0
'C) e a outra em vapor de água em ebulição (100
.C).
a) I ni ci al ment e:
Q' < Q
b) Após certo tempo:
Q'
=
Q
5
t
0. c
r 00. c 0, c
I 00. c
FlgüÍâ 3. Inicialmentê, o rcgime évaÌiável{e,<
O).
Após certo tempo, o regime
tornâ-sê êstacionáÍo
{Q'
=
O).
Inicialmente, a quantidade
de calor
Q
recebida por um elemento .t da barra é maior
que
a
quânti_
dade
q
cedida para o elemento seguinte. A diferença
e
-
e,
é utilizada no aquecimento clo etemento
-ç.
Nessas condições, dizemos que o regime de condução é variável, pois
a temperatura dos erementos
da bdrra vari a a medi dd que o
(ai oí
e
(ondul i do.
A partÍ de certo instante, a temperatura do elemento S da barra não mais varia: a quantìdade de
cal oÍ
Q
recebi da pel o el ement o 5 é i gual à quant i dade
de cal or
e,
cedi da ao el ement o segui nt e
(figura
3b). O regime de condução torna-se então estacionário e a temperatura dos elementos da barra
não varia no decorrcr do tempo.
Na prática, o regime estacionário de condução pode serobtido
com a barra envolvida po.
um isolan-
te em sua superfície lateral (figura
4), a fim de se evitai a transmissão
de calor para o meio ambiente.
FiguÌã 4. Para se obtêr o rêgime estã<ionário,
â bâÍã é isolada laterâlmente.
g
9
ì
3
s
Assi m, se a barra t em uma ext remi dade em
contato com um recipiente no qualcircula
vaporde
água em ebulição, a 100'C, e a outra extremidade
Ftlxo de
em contato com um recipiente contendo gelo
em vâpor
fusão, a 0 "C
(figura
5), após certo tempo se esta-
belece o regime estacionário de condução.
Quando
i s5o a!ont ece, veri Í i ca-se que, de um ext aemo a
out ro da barra, há uma di st ri bui ção uni f orme de
temperatura, como indica o gráfico da figura 5.
Figur. 5, No rêgime estãcionáÌio, â temperatu|a
vãÌiã de um extrêmo a outro, uniformêmente,
.omo indicâ o oráfi<o.
.12j2
05 auNDÀMËNÌos DA Fl s ca
F
I
g
3. Lei da condução
térmica
Considere dois ambientes a temperaturas
0r e 02 tah
que 0,
>
0r,
sepaÍados por uma parede de área ,4 e espessura e
(fìgura 6).
Em regì me est acì onári o, o f l uxo de caì or o (quant i dade de
cal or
que at ravessa uma sLl perf í ci e
pel o ì nt erval o de t empo)
depende da áreâ. 4 da parede, da espessura
e, da dì f erença de
temperatura Àe
:
0: 0r e da natureza do material
que constituì
a parede.
Verifica-se expe mentalmente
que, paÍa um dado mateÍial, o
fluxo de calor é tanto maior quanto maior a áÍea Á,
quanto Ínâior a
diferença de temperatura
^0
e
quanto menor a !spessuÍa e.
Esse enunciado é conhecido como lei de Fourìer*, expressa
pela Íórmula:
A const ant e de
proporci onal i dade K depende da nat ureza do mat eÍ i al , sendo denomi nada
coef i
ciente de condutibilidade
térmica. Seu valor é elevado
para os bons condutoÍes de caÌor
(condutores
térmicos), como os metais, e baìxo para os ìsolantes térmicos Exemplos:
P-aïa 0,99 cal/s cm 'C
Alumínio: 0,50 calls
.
cm ' 'C
FeÍ ro: 0, 16 cal l s '
cm ' ' C
R. : ì aQudt ascal or i ssãot r a. smi t i daspor met f oquâdr adodeuÌ ncobenor de2, Scmdeespessur âdur aút euna
h; r a, est andoapel eaS3' Ceoôr t bi ent ea0' C?Ocoel i ci eni edecondut i bi l i dâdet ér mi ' âdÔcober i or é
0 00008. a|
'
cm
".
Tenos: , ( = 0. 00008 caÌ / s cm ' Ci Á=I m: : l 0' . m' : i
Or O, =ì 3' Ci e=2- 5cú
ÀdmiinÌ.Ìo seÌ estacionário o regime decÔndução,
Ô fluo de calor
iD
valel
o
K. Á. (), OÌ ) 0, 00008 10' 33
ì o
=
10, 56 car/ s
r eo=S, vem: a=o
ar
MB: Àt =1b: 3. 600s
Ponant o:
Q
=
10, 56. l ì . 600 =
l o:
38 016, ; i ì
* FOURIER,JeanBapÌisteJoseph1l763133o),fisicoêmat!máticofràn.êsviveunàépocãdeNàpoeãÔ,paÌaquem
tÍaba ho! na Françã e io EgiÌo Aoestudara
pÍopàqaçáode.a or!mcoÍpossólidot d!senvolveu um re' u6o
mãteháticoimDoftãire(asséÍiesdeFouÍieÌ)quefâciitaades.rçáÓdeíunçóescompli' adàs
-
ETT
15
. .
o
FiguÌa 6. Oíuxo o é dirêtamente
propordonal à áreà Á e à dìferença
de têmpêrâtuta
^0,
e invêrsamente
proporcional à espessurâ e.
e
..
ë
!
Água, 0, 0014 cal / s cm ' ' C
Lã: 0,000086 calls cm 'C
Af seco: 0, 000061 cal l s. cm ' C
CÁPi Ìuto7
.
PRoPÁoÁçÀo Do CatoR 123
.
ffi#
Uma barra de aìumÍoio
(r
=
0,5 cal/s cn
.
"C)
está êm côntato! numa extrcmidâde, con
g!Ìo
eln losão e, nã
outra,convapo. de águaeú ebulição sôb pfèssãônormâI. Seü comprimênto é 25 cm. e â seçãô uãnsversãì
tem 5 cú: de áíeâ. Sendoâbar.â ìsolada lâterâlnente e dâdos os calorcs Ìãtores de fusão dogeloe de vâpc
r /açáo da agL â
(ir - 80 fal
C.
r\
-
54n cd.
g). dprerminê
a) a massa do
gelo que
seÍunde em úeiâ horâl
b) â mâssâ devâpor
quese
condensâ no me6mo tempoi
c) â tenperatuÍâ ôufraseçáo da bâfaá licm dâ dbemidãde l.ia.
Dados: e
=
25 cmi . {: 5 cm' : ; r : 0, 5 cal / s. cm.
' C
O lÌuxo de calor que atravessa â barfa é igual a:
o
r' á. (0, 01) 0, s s. (Ì 00 0)
= .
=
, o
-v"
Í ã' "".
Em meia hora, isto ê, em
^r
:
1.800 s, a quantidade de calor
recebida pelo gelo e pedidâ pelo vâpor será:
Q: o. ^1
+
Q:
10. 1. 800 ì
Q: ú. 000
cal
t
a) Recebendo essa
quantidadede
caìor. o
gelo
solre íusão. ÀÌnõsaque
se lunde se.á dâda
por:
Q: m h-
18.000
. - 0
4
f;
=
r:*;t
r :
como
4: 80
cavg, vem:
b) Perdendo essa
quantidade
de calor
(Q'
=
18.000c41) e sendo o calor latente de condensaçAo do vapor
r.: 540caì/9, a massa de vapor
que
se condensa seÍá dâda pon
o n t . , n
I
l 8ooo
s4o l'
ii1lJ
c) Em relação à enremidade
quente:
25 Lm
0
=0. c
0?
=
100
'c
r ' Á. ( e, 0)
+ 10
0,5 5. (!00 0)
=
t!
=
,0.cì
b)
-33,3
g; c) 20'c
e=25 5. + e=2l cú
o: 10 caÌ / s; á
: scm' : i
r(: 0, 5 cavs. cm.
"C
Na fórmuìâ do fluxo de calor:
e
I
F
é
g
R8posta: a) 225 g;
ffiffiHE
iiinlijiilj
uma praca e atravessadã por uma qüantidâde
de caÌor igual â 3,0 10' caÌ em um intervalo de
tempo de 5 minutos. Determine o Íluo de calor
aüavés dessâ placa expressa em cal/s e emwatt.
ConsidereLl
çqÌ
=
4Lr
lS!$$
u-u 4"" .'t."-iaades de uma barra de cobre,
comLl00 cmFe compÌimento
úlln'?-úe
seção
transversâI, está situâda num banho de vapor
d'ágüasob pressão
normal, e a outra exlremidâ-
de, numa mistura de
gelo
fundente e água. Des-
preze
as
perdas
de caÌoÌ
pela
superfÍcie lateral da
bara. Sendop,gz cal/sì cm
.
'C
o coefrciente de
condutibilidãd; térÈiõa do cob.e. deteÍminel
â) o fluo de caÌor âüâvés dã baral
b) a temperatura numa seção dã bârra situada a
2U rm da üLremidade lriã.
$.!ffi [v+n!l
u.
"ia."
plúo, com coenciente de con
dutib'lidade térmica 0,00183 caÌ/s
.cm .'C,
tem
uma área de i.000 cmr e espessura de 3,66 mn.
Sendo o fluxo de calor
por
condução através do
vidro de 2.000 cal/s, calcuÌe a diÍerença de teú-
perâtura
entre suas laces.
.
t24
Os FuNoaMrNÌos DÀ F í.Ã
1-
15
. -
ã
o
I
Fii26 Un recipiente conslâ de duãs
pârtes separâdâs
por üúá plâcá de zincô (5: 0,3 câÌ/s
.cm .
'cl
com i0 úú de spessurâ.20 cm de aÌturae40em
de ìârgu.a. Nun dos coúpãrriÌnenios há gelo â
ll 'C
e, ãtrâvés do Õut.ô. pãssa continlÌamente
vapor de águá â li)0'(1. SendÕ 80 câl/g Õ câÌor
laÌente de Íusão do geh,
(letêrnìiÍe
a mâssâ de
gelo qué sè derÍetèeú câdâmin0to.
P.127 Unã bana de
prata
tem seçào de 1cm: e 50 cm de
coDprnnento. Uma de suas erlremidades está em
contato coÍn água iewendo, sob
pr6são
nomaÌ, e a
outÌã é en@lúda
pof
uma cmisa rcÌfigerada
por
água.()rrente, que
entra a 10
'C
na cmisa. Sendo
o coeliciente de condütibiìicìade térmica cÌa
prata
1,00 caVcm
.
s
.
"C
e supondo
que
em 6 min
põsem
200 g de água
Dela
camisa, calcule o aümento de tenÈ
peraturá
ej{Einrentado
FDr
esse ìirÌuìdo.
B l . Rpti .uçoes da condução térmi ca
^
A panela
deve ter cabo isolànte para
possibilìtarseu mànuseio pelo <ozinheiro.
O ì sol ament o t érmi co é uma i mport ant e apl i cação rel aci onadâ com a condução. Assi m, ut i l i zam se
materiais isolantes térmicos pâra minimizarâ transferência de calorentÍe corpos a diÍere ntes tem peratu ras.
E o que acontece nas geladeiras de isopor, nos agasalhosfeitos de material isolante, nas paredes defogões
e ref Í i geÍ adores, i sol ados do ext eri or
poí mat erì ai s como l ã de vi dro e pol i uret ano, e nos cabos de
pane as.
:
j
As cãixàs de isopor rão lârgamente utilizadãs pâÍâ mânter
a temDeÌãtuÌà dos obietos em seu interioi
Out ra apl i cação i nt eressant e do f enômeno da condução t érmì ca é o uso de t el as met ál i cas. Sabe-
mos que, col ocando se um recì pi ent e de vì dro comum di Í et ament e numa chama
(Í i guÍ a
7a), el e se
Í ompe, poi s a regì ão dì Í et ament e aqueci da se dì l at a rnai s que
as regi ões vi zi nhas. No ent ant o, i nt ef -
pondo-se uma t el ã rÍ ì et á ì ca ent re a chama e o reci pì ent e, a rupt ura não acont ece (f ì gura 7b), Sendo
boa condut ora, ã t el a t ransmÌ t e rapì daÍ nent e o cal or para t odos os pont os de sua própri a ext ensão,
garant i ndo
um âqueci rÍ ì ent o uni f orme para o reci pÌ ent e.
Note, na foto âbaìxo, que a chama não ultrapassa a tela, em virtude de o calor se distribuir em toda
a sua ext ensão. Assi rÍ ì , os gases não quei mam na Í egì ão l ogo aci ma dâ t el a, poì s al i a t emperat uÍ a não
alcança valores sLrf icientemente elevados.
I
è
o cãlor pela base do recipiêntê.
.tl),-.-,,,*.,,..,Ì
"
"
!
A t êl â r êt émâ chamâ.
CÁPi ruú7
.
PRoPÀca.Ào Do CÁLoR
125
.
No mesmo pf i ncí pi o
se basei a a l âmpada de segurança dos mi nei ros
ou l âmpadas de Davy, esquemat i zada na Í i qura 8, na qual umã peque.
na chama f i câ envol vi da por uma t el a met ál i ca, Nas mÌ nas de carvão,
es5a lâÍnpada é usada para detectaÍ a presença do explosivo gás grisu
(met ano).
O cont at o desse gás com a chãma da l âmpadã produz
Lrma
pequena expl osão, que apaga a chamã. O cal of l i berado na qLrei ma
não faz explodir o restante do gás grjsu, pois
esse calof se distribui pela
ext ensão dã t el a. A pequena expl osão e o f at o de a chama se apagaf são
si nai s de al ert a.
Íigura8.tâmpàda de Dàvy.
A condução do câlor no dia-a-dia
A
pÍ eocupação
corì a condução do cal or est á pÍ esenÌ e em vári as s t uaÇoes
prát
casl
I Os esqui nì os f èzenì g us, com b ocos de ge o, poÍ que
o
ge
o é so ant e Ì erm co,
r. l ai t endo o âmbi enÌ e nt emo mai s quenÌ e que o exÌ erno.
2. As roupâs de ã dos beduí nos do desert o sol am seLr corpo, de modo a rn ni mi zar as Ì Í ocas de cã or
do arnb ent e para o coÍ po, durant e o d a, e do cof po pârê
o amb ent e, à not e.
3. Per od cament e, nas gel âdei f as rì ai s anÌ l gas, o
ge
o
que
se f oÍ ma sobre o conge ador deve sef
fenìov do pârã não prejud car as tfocas de ca or conì o fter or da
ge
êde Íê.
4 No i nvef no, os pássaÍ os cosÌ urì ânì eri Çar suâs penas para
acurnu ar ar ent re e as. Sendo l so ant e
r ô, , ,
oooo oèr e
À Ave com pênas eriçadàs.
t
:
1
ã
2
^
Um esquimó consÍuindo s!u iglu.
.
126
Os FúNDÀMINÌôS DÀ Fi s.r
A convecção consi st e no t ransport e de energi a t érmi ca de uma
região para
outra
por meio do transporte de matéda, o que só pode
ocorrer nos Íluìdos
(hquidos e gases).
A movì ment ação das di f erent es
part es do f l uì do ocorr! pel a di -
Í erença de densi dade que suÍ ge em vi rt ude do seu aqueci ment o ou
ÍesÍriamento. Na figura 9 está representado um líquido sendo aquecido
em sua
parte
infedor, As
porções maìs quentes das regìões infedores,
tendo sua densidad! diminuída, sobem. A5 porções maisfrias da região
superior, tendo maior densidade, d!scem. Colocando-se serragem no
líquido, é po-ssívelvisualizaf as coÍrentes líquidas ascendentes quentes e
descendentes frias, Essas correntes líquìdas são denominadas correntes
de convecção,
Cìtamos, a seguir, âlgumas aplicações e conseqüências da convecção térmica.
.
Na Íetirada de gases pelas chaminés, os gases aquecidos, resultantes dà combustão, têm densidade
diminuída e sobem, sendo elìminados. Ao redor da chama, cÍìa-se uma região de baixa pÍessão que
"aspira" o aÍ externo, mantendo a combustão.
.
Devido a diferenças de temperatura em diferentes
pontos da âtmosÍera, estabelecem-se correntes de
convecção ascendentes, de ar quente, e descendentes, de arfrio, PlanadoÍes, asas-delta e outros veícu-
los não-motorizados movimentam-se no ar graças a essas correntes, O veículo somente ganha altitude
quando alcança uma corrcnte
quente ascendente, pois em vôo planado está sempre descendo,
.
Nos radiadores de automóveis, a água quente aquecida pelo motot sendo menos densa, sobe e a
água mais fria da
parte superior desce. Para melhor eficiêncìa, a convecção pode serÍorçada por uma
bomba-d'á9ua.
.
Quando
um ambiente é resfriado, esse resfriamento é feito a partir da região superior, porque o Íluido
frio tende a descer Assim: o congelador das geladeiras de uma poíta só é colocado na parte superior;
o ar-condicionado de uma sala de cinema é localizado no tetoj ao reíriar-se um bafril de chope, o
gelo é colocado sobre o barÍil.
EiI
I
. -
ã
o
de <onve<ção num líquido
t
ëi
g
3
r
3
E
< PãÌa pemitÍ â .onvecção
télmica, o cong!lador
dâ gelâdeiÌa d!ve estar
na
parte
sl|pedor
(1
),
maso aquecedorde um
ambientè deve ser colo(ado
CÁPl Ìuro7
.
PRoPÁcado Do CÀLoR
r27
.
.
A água, tendo alto calor específico, sofre variações de temperatuÍa r!latÌvamente pequenas. Desse
modo, nuÍ na regi ão l i t orânea, a t eÍ ra se aquece maí s do que o mar durant e o di a. O ar aqueci do, em
contato com a terfa, sobe e pfoduz uma região de baixa pressão,
aspirando o ar que está sobre o maf.
Sopf a â bri sa marí t i ma (Í Ì gura 10a). A noi t e, ao perder cal or, a t !rra se resf ri a mâi s do
que
o mar
O processo se ìnverte e sopra a brisa terrestre (ligura 10b).
â) b)
FiguÌ.10. Duhnte o dia, sopra à brka mãrítimà ê, à noite, sopra a brìsa terestre.
Nas gfandes
cidades, a convecção é um fenômeno muito impoltante para a dispersão dos
poluentes
âtmosféricos. Estando os gases elimìnados pelos veículos automotores e pelas indústrias maÌs quentes
que
o ar das caÍnadas sup!rioÍes, eles sobem e se diluem na atmosfera, No inverno, !ntretanto, é comum
o ar poluído próxirno ao solo estar rnais frio que o ar puro das regiões mais elevadas, Desse modo, deixa
de ocorrer a convecção, aumentando a concentração dos poluentes
no ar que a populaçào respira,
(om
graves conseqüências, sobretudo parã crianças e pessoas Ìdosas ou doentes. Essa ocorÍêncìa recebe o
nome de inversão térmicâ e
pode
ser aqÍavada na ausência de ventos e de chuva,
I o. ruoções de irradiação térmica
A t ransmi ssão de enef gi a por mei o de ondas el et Í omagnét i cas (ondas
de Í ádi o, l uz vi sí vel e rai os
ultravioleta, entre outrâs) é denominada irradiação ou radiação.
Quando
essas ondas são os raios infraver-
melhos, Íalamos em iríadiação térmica.
Ao contfário da condução térmica e da convecção térmica, a irradiação ocorre sem necessidade de
um meio materÌal: o transporte é exclusivamente de eneÍgia, sob a forma de ondas.
t
3
t ï
A cidade de São Pâulo,em uma mãn há de inveEão térmicà, vista da 5era daCantareila.
.rz8 Os FUNDÂMrNÌos D^ Fi srÂ
Por exemplo;
quando colocamos a mão embaixo de uma lâmpada acesa, sem tocá-la, temos a sen'
sação de calor, Como o ar é mau condutor térmico,
pratìcamente não ocorre condução. Também não
há convecção
porque o ar quente sobe. Então, o calor
que nos atinge só pode seÍ origìnado de ondas
que
se
propagam da lâmpada
para nossa mão. outro exemplo é o caso da energia
que recebemos do
sol,
que

pode nos atingìr por ìrradìação, posto que no vácuo não existe meio material.
Quando
a energi a radi ant e i ncì de na supeúí cì e de um corpo, el a é paÍ -
cialmente absorvìda,
parcialmente refletida e parcialmente tmnsmitìda através
do corpo. A
paÍcela
absorvida aumenta a energia de agitação das moléculas
const i t ui nt es do corpo
(energi a t érmi ca). Na f i gura 11, da
quant ì dade
t ot al
de energia
q
incidente, é absorvida a paÍcela
Qa,
reÍl!te-se a parcela
Qr
e é
transmitida a
parcela
q,
de modo que:
Para avaliar a proporção da energia incìdente
que sofre os fenômenos de absorção, reflêxão e trãns-
mi ssao, det i n mos a\ segui nt es gÍ andeza5 ddi menqi onaì s:
Refletividade
Transmissivldade
Somando as três
grandezas, obtemos:
Absorvidade
-
--;ì
l o! +l
t
, "1
Q"+q+q
Assim, por exemplo, um corpo ter absoÍvidade d
=
0,8 signiÍìca que 80% da energia nele incidente
foi absorvido. Os restantes 20% da energia total devem se dividir entre reflexão e transmìs5ão.
Quando
não há transmissão de energia radiante através do corpo, a tran5missividade é nula
(i= 0).
Nesse caso:
í-,.1;:ì
fu grandezas o, r e f podem ainda ser denominadas, respectivamente, poder absorvedor,
poder
refletor e
poder
transmissor.
Por defìnição, corpo negro é um corpo ideal
que absorve toda a energia radiante
nêlê incidente.
DecoÍ r edaí quesuaabsor vi dadeéd=1( 100%) esuar ef l et i vi dadeénul a( r =0) . Oespel hoi deal é
um corpo
que
reflete totalmente a energia radiante
que nele incìde, tendo absorvidade nula
(o
=
0) e
ref l et i vi dade
r
-
l (100qô).
Espel ho
i deal o=ol
Quando
vários coapos a diferentes temperaturas são colocados num recinto termiaamentê
isolado
do ext!rior, ao fìm d! algum tempo todos estarão à mesma temperatuü. No entanto, todos os corpos
continuam a lrradiar energia. Estabelece-se um equilíbrìo dinâmico que pode ser expresso sob aforma
da lei dos inteÍcâmbios, enuncìada, em 1792, pelo físico suíço Pierre Prévost*:
ì! PRÉVOsT,Pêíe(l7sìì839),ÍGicoefilósofosliçoNãFGlc,alémdeseúsestudosreÍeentesaoGlotÍabahou
questõ!s | gadãs âo magnetismo.
-
II
ó
x
Fi guÍ â 11.
a,
a, o
*r =Q*Q*Q =
' aaa
!
s
!
ã
caPi Ìul o
7
.
PRoPÀ64çÀoDo cÁtoR r29
.
Está claro que, em um ambiente isolado, se houver um corpo polido e um corpo escuro, o corpo
polido absorverá pouca energia/ emitindo portanto pouca energiâ, poisa
maior
part!
é refletida. O coÊ
po escuro, por sua vez, absorverá grande quantidade de energia e, em conseqüência, emitìrá também
grande quantìdade de energiâ. E o equilibrio térmico entre eles será mantido.
Dessa forma, todo coÍpo bom absorvedor é bom emissor e todo corpo bom refletor e mau emìssor
O corpo negro, sendo o absorvedor ideal, é também o emissor ideal ou
perfeito.
Na prática há cofpos que apresentam absorvidades quase unitárias, como a fuligem
(o:
0,94),
que
é exceìente absowedora e excelente emissora. Outros apresentam àbsorvidades quase nulas, sendo maus
absorvedores e maus emissores, como a prata polida (o
:
0,02).
De um modo geral, os corpos escuros apresentam absorvìdade !Ìevada e refletividade baixa, sendo
bons absorvedores e emissores. Ao contrário, os corpos claros e polìdos são maus absorvedores e emis-
sores,
pois possuem
baìxa absorvidade e elevada refletividade.
_
Nas regiões de clima muito qu!nte, as roupas devem ser claras, a fim de refletú a energia iÀcidente.
E o que
ocofre em certas regiões do d!serto onde os beduínos usam largas túnicas claras. Porém, em
outras regiões, as túnicas usadas são negras. Mas as roupas escuaas não aquecem mais que as roupas
claras? De fato, elas atingem uma tempeíatura maior (cerca de 6
"C);
entr!tanto, o maior aquecimento
provoca, em rclação à túnicâ branca, maior cofrente de convecção do ar, sob a roupa do beduíno. O ar
!xteÍno entra p!la abertura inferiorda túnica e saipela
parte superior, favorecendo a evaporação do suoÍ,
ajudando o organismo a Íegular a temperatura,
t
Radiômetro de Crookes
I
ã
I
i
j
!
ã
!
O dispositivo denonì nado radiômeÍode Crookes*, esquematizado na fig!
ra ao ado, é constlluído de uma sérle de pa hetas, po dês de um ado e enegre
c das do out ro, col ocadas nurna ampoa conÌ endo
gás rarel e t o. Ouando i ncde
energ a radiante no sistema, as
pa hetas giÉm no sentido lndicado, porque
a
f ace enegreci da, absorvendo nì ai s energi a, aquece ma s o
gás
ao redor.
As moéculas, cora nìaìoragitaçáo do ado enegÍecldo, mpulslonam a
palhetê
^
Radiômeúo de Crookes.
Poderemissivo
(O
d! um corpo é a potência irradiada (emitida) por unidade de área, sendo expressa
por:
Unidades usuaìs:
Wm'z; cal/s
.
cm'?
O poder emissivo de um corpo depende da sua naÌureza e da temperatura em que se encontra,
PaÍa cada temperatura, o maior poder emissivo é o do corpo negro, sendo seu valor estabelecido
pela
lei de Stefan**-Boltzmann***:
:t CROOKES,William
(18321919),fE
co!quím co ing ês, folsaglado cava eiro em 1897. NoÌabÌl?o! s! pelo
!studo das d!scrgôs !étricar em
ga5es ÌaÍeleito5.
ìl rt STEFAI,I,losef(133sla93),í6ì.0àustÍíàco,propôs,!mrsTg,dehodoincohpl!to,aleiqueevaeunome.
SeusÌÍabalhos foÍãm complerados pôr seu di<íoulo Ludwiq Bo tzmann.
*** BOLïZMAN N, Ludwig
{
I 344 1 906), notáve f's co au stía co, Ío Ì u m d os cradoÌes dã teoÍia cinética dos
ga
ses,
to npolantei aiada.e.srtbà hosem-eÍ.odir;.ic.
.13o Or FuNoaMENros DA Fl s .a
,^*1:_11:"11"
O:
O-porcionalidâde o
(constante
de Stefan_Bottzmann)
vale,
em Lrnidades
do Sis_
t ema I nt ef naci onãl :
t-
q
- F
o
AssÌm,
se tivermos
um corpo negro
a 1.000 K. seu podeÍ
emissivo
será:
Ecn
=
s, 67. 10
3. ( 1. oo0f
= Eç6
=
5, 67.
É comum
compararmos
o poder
emissivo f de um
meÍo de uma grandeza
denominada
emissividade (e):
10
".
l or ' z
3 E. N: 5, 67
, 1O4Wl m2
corpo qualquer
com o do corpo negÍo EcN, por
i
Evidentemente,
o corpo negro apresenta
emissividade
unitária,
ou sela:
Para um corpo quarquer,
a rei de stefan-Bortzmann
pode
ser escritâ
argebrÌcamente
desta maneira:
Vimos que
o corpo negro tem absorvjdade
ocN
=
1 e emÌssividade
ecN
:
l
qualquer,
Kirchhoff*
estabeleceu qLre;
(o(
N:
ecN). PaÍ a um corpo
@;,i ' too,
Esse enunciado,
conhecido
como lei de Kirchhoff,
vem conÍirmar
o que
íora dito anteriormente:
um bom absorvedor
de calor é também
um bom emissor
7.1. Potênci a
i rÍâdi ada
,,1pot9n:ia
irradiada
p
por
um corpo de emissiviclade
e, à temperatura
fe cuia área exposta ao
ambiente
é ,4, em face das Íórmulas apresentadas, pode
ser expressa
por,
'
-
P: e, a f ' ì
Je o corpo estiver em equilíbrio
térmjco com o ambiente,
sua temperatura
é constante
e, portanto,
el!. estará
emitindo e absorvendo
energia
(om
a mesma rapjdez.
E";;;;.;
;" ;; ;;;p"raturas
dere
e do ambiente forem
diferentes,
haver; um fluxo ltquido
d! energja.
erri., ,"ììorpo
"rtiu",
u u.u
tempemtura
I e o ambiente
a uma temperatuÍa
Ia, a poténcia
liquìda
pL
ae gant,o
à1,
ieroa
oe energia
será dada oor:
,, 3?ï:::,.X1::::"-.,:-ll!:,91.0,*lá
p.sitiva
caso o ambiente
esteja mais quente que
o coÍpo
{
'a
> I
,, stgn|ftcando que
o coípo e9tá r!cebendo
energia, isto é, absorve
mais do que
emte, A potência
líquida PL será neqativa se o ambìente
estiver mais frio que o corpo (I,
<
D,
o qruiig;i."
qu" o .orpo
perde
energia, isto é, emite rnaìs do que
absorve.
* KIÂCHHOJF,G^uíavRoben(1a24lss7),íbicoatemãoqleãp.esentouimpoftãntesconÌÌtbuiçóesparaaFijica
rxpênmenral.
De(ob riu 05
p
rin cípios fu n dahentais dà à ná tÌse e5p{ìÍo9 Íá6e, Ìendo en unc iado
as leis dà radiaçáo
e estabetecido
o con.eiÌo d!.orpo regro
CaPÍuLo7. Piopa.rçÀo
Do CaLoR
131
'
-
a, o
pode.eDissivo
da pelei
b) â
potência
ìiquidâ queâpele
ifradiaparão
ambrentei
c)
mód r ì o dd quJ
| oodê Cê F
r cr gi d t i t ur Jà i r r Jd
aoo pet a pêt -
r o i r
cr vàt o
dê LmJ nor J
{ udí u: . ol sLan' ê
de St è. an- Bot . / n. nn
o i . r i ,
.
t 0
"
U m
. k
,
a) O poder
emissivo de um corpo é da.to petè
tór
dpressa
em kelvins:
r
=
o + 273
:
37 + 273
Íórmula'
a temperatüÍa
deve ser
coúì esse vaì or. obt emos: r
=
0, 70. 5, 67.
10
' . C, 0),
=
Fì , j 6, 5
W, r
ì
b) À temperatuÌa
anbiente
eale: T\:
A + 27j:27 + 273 r rr=
300 K
Aplicãndo
ã fórmúla
daporência
Ìíquida úradièda p!Ìâ pele,
reÌemos:
:*:::,*:::.:::.t*."ï::::::ï:;:"-i:::.,":::;,;,F",.,*,.,." e r ^gr co.
umd \
pz
qup çuè
t Fmpê, at ur "
"
mar or qLr
a on amb, enr e
c) No intervaÌo
derempo^r =
I h
=
3.600 s, a eneryia ìíquida perdida
rem nóduìo
dadoporl
I
Q:
. i ì
1. ^. :
Ì 2, 1. 3. 600
+
Respost as:
a)
=
366, 5
Wm, i
b)= 12, j w: c): 4, i 16. 10ì J
rÈ;i28
Um.objeto
de emissividade
0,40 encÕntra se à temperatura.le
17.C. A tenperaturaambiente
é de 32.c. sendo
0.50 m'sua árca expostã,
derehine:
a) seu pôder
enissivo;
DJ a
potência
líquida
absorvidâl
(Dàdo:consrete
dê Stetan-Boìtzmann
o
=
5,67. l0
sWni.
Ki)
c) â
qüântidade
de ênergiè
liquidè
absorvida
no intervâlo
de l0mintrtos.
E o. Rpli."çoes
e efeitos
da i rradi ação
8.1. EstuÍas
.
Uma estufa
de plantâs
(figura
l2) tem paredes
e teto
oe vrOro
LÍ dnl pdrent e
a energi a ràdi dnLe proveni enre
do
5ol . O. hdo dd ê( t ul a
nor mal mer t e
e pi nt ddo
de pr eLo
ou oe uma ror
e\ cura.
A eneÍ qt a
. adi anl e
que penet ra
at ravés do vi dro é absoÍ vi da pel o
Í undo escuro
e demai s
ot ' i et os
do i nt e. i or
oa est ul d, sêndo d segui Í l ovament e
rrradi ddd,
Ent reÌ ànro,
e5\ a reem, 5sào
de
ênergi à
re dd soo
a forma
de raios infravermelhos
de baixa freqüência, que
o udro não dei xa passat
Ëm conseqüênci a,
o i nt eri or
da
est ut a permanece
sempre
maj s quent e que
o ext eri or.
A perdd
de cal or paÍ d
o àmbi enl e
eÌ l er, ì o e mt ni md,
o que
éesp!cialmente
importante
durante
o período
em que não
hã ãção
direta do 5ol.
Figurâ
t 2. Estufa: o vidro étrânspârente
a eneÌ9ia
Ìãdiânte
incidentê
e opaco às ondas
.132
os FUnDaMENÌos
DÁ Fi 5ra
No mesmo
pri ncí pi o da est uf a é baseado o col et or de energi a sol ar, ut i l i zado no aqueci ment o
cent ra de água em resi dênci as. O col et or const a basi cament e de um f eci nt o de paredes de vi dro com
f undo escuro. No 5eu ì nt erì or est á o encanament o
qLre
conduz a áqua a ser aqueci da.
8,2, O efeito estufâ
A presençã do di óxi do de carbono
(COr), o Í nai s abundânt e, do óxi do ni t roso
(NrO), do met ano
(CH),
de ágLra
Gobretudo
naÍorma de vapot e de outros gases, na atmosfeÍa, determÌna o efeito estufa
(t ermo
cri ado
pe
o
quí mi co
sueco Svant e Arrhenl us, no sécuLo XI X). El e const i t ui uma condì ção nat ural
de nosso
pl anet a, que gaÍ ant e à Terra uma t emperat uÍ a médi a adequada à vì da.
O pri ncí pi o é o mesmo das est uÍ as de pl ant as. A TerÍ a recebe,
duf ant e o di a, a energi a f adi ant e do Sol e durant e a noi t e i rradi a
energl a para o espaço. Ent ret ant o as subst ânci as ci t adãs i mpedem
que a supedí ci e t errest re p!rca, duí ant e a noi t e, uma quant i dade
exagerada de ca or para o espaço, absorvendo e reí l et i ndo boa
part e dessa radi âção. A f i gura I 3 most ra esquemat i cament e como
ocoÍ re o eÍ ei t o est uf a na at Í nosf ef a. Caso el e não ocoTresse/ a
t emperat ura médi a do nosso pl anet a set i a de 18 ' C
(dezoi t o
graus abai xo de zerol ).
No decorrer do sécul o 20 e no i ní ci o do 21, t em ocorri do
uÍ na Ì nt ensi f i cação do ef ei t o est uf ã, devi do pri nci pal ment e às
i ndúst f i as e aos veí cu os aut omot ores,
que t êm expel Ì do
para
a
atmosfera quantidades muito grandes de gases-estufa, Ìsto é, as
subst âncì as
gâsosas qLre det ermi nam o ef ei t o, pri nci pal ment e o
COr. Em conseqüênci a, a t empef at uf ã médi a da Tert a t ende a
aument ar, com grâves conseqüênci as ambi ent âl s
8@
Pãra sabermais sobrê o âquecÍmento gLobal e os graves problemas ambientais assocíados a eÌe,
Ieìa D texto EJeita estüJa e aquecímenta gÌoboL, ao hnâÌ deste capítuÌo (pá9. 140).
No erdei!Ço !Ìeüônico htt!://ú$,n cômciencia.bÌlcomciencia,/hedleiph!?section=8&edicao=2
2
(acesso en o7l0712007), você !ncontra Ììnfts
laÌa
vâÌios aíisos e ÌepoÌtag!ns ÍefeÌ!nies ao efeito
estufa e ao aqu!cimento
gÌobaÌ, nuna edição es!!ciaÌ de rcvista !ÌetÌônica de
jornaÌisno
ci!ntífico
lf
Elt
- - #
o
:
ii
i\
!
Figurã r3. Esquemã do êíêito êstufa
CaPl roo?
.
PRôPÁcaçÃo Do cal oR
133.
8,3. Usos dos rai os i nfravermel hos
Os rai os i nf ravermel hos, i st o é, as ondas de cal or, t êm l arga
apl Ì cação.
A lârnpada de infraverm!lho
(lâmpada
de Íìlamento com filtfo
que absorve a maior parte
da luz vìsível), usada !m medicina, serv!
também para a secagem de tintas e vefnizes e
para
o aquecÌmento
de ambi !nt !s.
A t ermoqrôÍ i a, t e(ni (a mui t o ut i l i rddd at udl ment e na med: ci nd
e na indústria, consiste na obtenção de imagens (termogramas) pof
meio de câm!ras especiais (termovisoÍes), que captam as radiações
i nf ravermel has emi t i das p!l os obj et os. A anál i se do t ermograma
impresso (ou nã tela de um computador, ou do próprio termovisor)
possibìlìta identificaf regiões de diferentes temperaturas em um ob-
jeto.
Desse modo é possív!ldiagnosticar, poÍ exemplo, um processo
tumoral,
pois
a tempefatura das células canceÍosas é diferente da
apresent ada
pel as
cél ul as nof rnai s do mesmo t ecÌ do.
Na meteorologia, satélites detectam as emissões de infravermelho
da Í!Íra, tornando
possíveis pre-
visôes de tempefaturas e condições climáticas. Certos mísseìs "fareÌam" seu alvo
pelas
ondas de calor
que est e emi t e. Em l unet as especi ai s, os raÌ os i nÍ ravermel hos emÌ t i dos poÍ
um corpo 5ào recebi dos em
um ant epaf o que os t ransf orma em l uz vi sÍ vel . Com esse apare ho é possí vel
"enxergaf "
em compl et a
escuri dão. Exi st em pel í cul as f ot ogÍ áÍ i cas sensí vei s aos Í ai os i nf raveÍ mel hos, que possi bi l ; t am
a t omada
de fotos nurn ambiente totalmente escuro.
@ s. n
garrafa
térmica
E um dispositivo feito paÍa conservat com alteração mínima de
temperatura e por longo tempo, uÍn líquido gelado ou quente.
Na
garrafa térmica são minimizãdas as tfocas de caloÍ
que
ocorreriam
pelos
três processos de propagação.
A garraf a (f i gura 13) é Í ei t a de vi dro
(mau
condut or) com pa-
redes dupl as, ent f e as quaì s é f ei t o o vácuo. Assì m, ret i rando-se
vi df o
mol écul as desse espaço, mi ni mi za-se a ocorrênci a de aord{l çdo.
esPenàoo
A aon! pa(oo e redLzi dd do mi ni n o pornei o da vedaçáo da gàÍ raí d
corn uma t ampa apropf i ada, As f aces ext erna e i nt erna da gar,
raÍa são espelhadas, a fim de minimizar a irodioçdo, tanto de dentro
para
fora como de foÍa para dentro.
!
l Termoslafia dê umâ chalêirâ
Fl9üÌâ 13. Garafa télmica
3
è
g
*;rrE
que
conduz o cãlor, ou seja, do seu coeficjente de
côndutividade térmica. Matematicâmentet
!F:1gtl (Olinpiâ<lâBrasiteira
deFisica) Um gaÌpão possui
áÌeaÁ
=
300m'1de
parcdes
laterais,laje,
ianeìas
e
pôrtâs.
0 coe6ciente de condutibilidade térmica
médi â dêst e conj unt o é, (
=
0, 50
Wm
' C:
a
espêssür a médi â é; r
=
0, 20 m. Num i nver no,
deseja-se mdteÍ constênie, em 20
'C,
a dilercnça
de temperâtura Á0 do âr no interior e no eneriof
dôgâlpão, dufânte operiodo de um mês. Em pa
redes sólidâs, sabe-se
que
a
quantidade
de calor
bânsmitida porsegundo
de uma lace à Iace opos
ta é dirêtmente pÍoporcionaì
à área e à diÍercnça
de temperâturã entre âs lâces, e inversamente
proporcional
à espessura. Essâ quantidâde
de
calor depende tâmbém dê natufezê do materiaÌ
u,
O*t
u o
"*.
.""""ioara manier consrdte
a temperâtura do ambiente interno por meio
de lanpâdas acesas, considerandôque l MWh
de ene.gia eÌétrica cusra R$ 120,00?
b) Caso atemperaturainternasejamantidacons
tante mediante um aquecedor a gás, quãl será
o volume mensâl necessário
para
um
gás
com
caìorde combustão C= 9.000 kcaÌ/m'e 100%
de rendim!nto do processo?
.r34 Os FuNoÁMlNÌos o Frs o
fifiSJ
G'nc-arD
I ns'*
"prcsenta
uma bêÌra de chüm-
bo de 40 cm de comprimento e áÍeâ de secção
transversal de l0 cm'? isolâda com cortiçai um
termômetro fixo na bârra calibrâdo na escaÌa
Fâhrcnheit e dois dispositivosá eB
quepropor-
cionm, nõ extremidades da barrâ, as tempera-
turas correspondentes aos
pontos
do vapor e do
gelo, sob
p.essáo
normal, respectlvamenie.
Considerando â intensidade dâ corrente térmica
constante ao longo da barrâ, dêtermine a tem-
perátura.egistÌada
no termômetro, sàbendo-se
que eÌe se encontra a 32 cm do dispositìvo,4
fdâdo:
coeÊciente de condutibiÌidade térmica do
"r' ".t.
:
s. ru'
' 3r' S l
cm l sl
ìiÌlmÍ @âckenzi+sP)
rêm-se üês c indros de mesmas
s ecçó es transvers ais de cobre,latáo e aço, cujos
comprimentos são, respectivame.te, de 46 cm,
t3cm e 12 cm. Soldanse os cilindros, Iomddo
t-
I
. .
ó
o
perfilem
Y indicado na
ôgu.a. O dtremo liwe do
c'Ìindro de cobre é mdti-
do a 100 "C e os cilìndros
SLÌponha que a superli
cie lateral dos cilindros
est ej a i sol ada t er mi ca
mente, As condutibilida-
des térmicas do cobre,
do latão e do aço valem,
r espect i vament e, 0, 92,
0,26 e 0,12
qpressas
em
caÌ cmi
. s
|
. ' c
Ì .
No
esrãdo estacionário de
conduçáo, qual éat em-
ui:ï,
,ijli,
0. 4
100
' c
x
q
bom isoÌante térmlco, tem em seu intedor água
e
gelo
em equilÍbrio térmico. Num dia
quente,
a
passagen
de calor
por
suâs
pãredes pode ser es-
timada, medindlse a mâssã de gelo M p.esenie
no interioÍ do isopo! ao longo de ãÌguma horõ,
como representado no gránco (dãdo: caÌor laten'
te de I'rsão do
selo
=
320 ktkg).
dâs num gÌosso cobeúor
para
evitâÌ
que
derrc-
tam denâìs. Essa sugestâo:
a) é âbsurdâ, porque
o cobertor vai âquecer o
gelo,
derretendo{ ainda mais dep.essa.
b) é ãbsurdâ, porque
o cobertor facilita a troca
de calor entre o ambiente e o geÌo, fazendo
com que
ele dèrretã âindâ mâis depressa.
c) é hócua,
pois
o cobertor não iornece nem
absorve câlor ão gelo, não ãlterandoarapidez
com que
o
ge'o
oerrere.
O
laz sentido,
porque
o coberto. IacÌlìta a trccâ
de caÌor entre o âmbienteeo gelo, retardando
o seü de.retimento.
e) faz sentido, porque ocobenordifrcuÌta a troca
de caÌor entre o âmblente e o
geìo, retddando
o seu derretimerto.
I i I _ L- - - - .
20
l 2
4
4 I 12 16 20 24 r ( hl
Esses dados
permiiem estimd a trãnsferência de
calor
pelo isópor como sendo, aproximadamen-
a) 0,5 kl/h
b) 5 kr/h
c) 1201ìJ/h
o
160 kj/h
e) 320 kJ/h
ffiffi
íeuc-se1
turr" us afirmãçós rcrerentes à con-
I. Paraqueum pedaço
de câ.ne cozìnhe mais ra
pidamente, podsse intrcdüzir neleum espeto
metálico.lsso sejustifrcapelo fato de o metaÌ
ser um bom condutor decaloi
IL Os agâsalhos de lã diiicultan ã perda de
energia (na lorma de calor) do corpo huma-
no pãra o ãmbient!, devido ao Íato de o ar
ãprislonado entre suâs librãs ser um bom
lfifüff
crFScaFsP)
um
srupo
de amisos compra barras
de
gelo para
um churrasco, nunì dia de caloi
Como as barrâs chegêm com âlgumâs horâs de
antecedênciâ, alguém sugere
que
sejam envolvl-
'I
&
F
4-ïm
(Fuvest sP) Un recipiente de isopor, que é um
CÁPl Ìuro7
.
PRorÁcÁçÃo Do CaroR
135
.
III. Devido à condução térnicã, uma baEâ de
metaÌmantém6e ê uma temperâtu.â inleÍior À
de uma barra de madeúa coìocada no mesmo
Podemos afrrmar
que:
a) I,lle III estão corrctas.
b) I,ll elll estão eradas.
.) âpenâs I está corretã.
e) apenâs I e II estão correias.
ifríffi furv'ruO
u..."sa de madeira e üma de metar
são colocâdas em uma nesmâ saìâ lechâda, com
ÌemperaÌura constante. Depois de aÌguns dias,
um estudante entrâ na sâla e colocã uma dã3
mãos na mesa de madei.ae aoutrâna de metal,
O estudante afirma, então, qüe a mesa de metaì
está ftâls Irtâdo qúe
â mesa dê madeira, isto é, ã
uma temperatura menor do
que
esta. Em relação
a estâ afrrmação, podèse dizer:
a) O estudante estácorreto. A conduttv,dade tér-
mica do metaÌ é meror do que a da madeira e,
poÍÌanto, nesse câso, o metar sempre estârã ã
umã temperatura menor do
que
a da madeira,
b) O estudânte está correto. A condütividade
térmicâ do netalé ülâio. do
que
adamadei
ra e,
portanÌo,
nesse caso, o metaÌ sempre
estará ã ümatemperâtura menor do que â da
c) O estudânte está errâdo- À mesâ de madeira
sempre estâiá lnâls ftiado
qÌre
ade metâI, bas
isto só
poderáserverincado
com o uso deum
termômetro
precÌso,
d) O estudante estáerrado.As duasmesas estão
à mesmâ temperatura, mâs a mesa de metal
pârece mais iria do que a de mâdeira deüdo
ão lato dê ã condütividâde térmica do metal
ser mâior do
que
â damâdeirâ.
e) Oestudante estáerrado.As duasmesâs estão
à mesmâ temperatura, mas a mesa de metal
pârece mais iria do que a de nâdeúa deüdo
ao lato de a condutivldâde térmica do metal
ser úenor do
que
a da madeta.
ffi
rurv4
o
""nr,o.
Nêwton fesolveu râzer uma
geladejra
em suâ câsa. ConsÌruiu duas câixas de
madeira, tais que uma cabia denüo da outra e ain-
dã sobEva üm $paço entre ãs duâs- Esse espaço
loi preenchìdo
com

de sermgem de mâdeirâ.
a) O resuÌrado lol bom deüdo à bâlra câpâcldâ-
de térmicâ dâ seÍrâgem.
b) O .esultado loi bom
porque
o
gelo,
Íormado
dentro da
geladeira,
tendobaixo calorespeci
fico, Idá cóm que a serragem funcione como
isoldte térmico.
c) O resultado foi bom
porque
â serrâgem tem
. elevada capacidade térmica.
O
O resultado Ìoi bon porqüe a serragem se
compactou numâ plãca hômogênea.
e) O resultado loi bom porqüe o ar preso na
serrãgem luncionã como um bom isolãnte
#{W
Gnem-MEc)
A pâdronizaçãô insufrciente ê â au-
sênciã de contÌole na fabricação
podem
resultar
em perdãs
signiôcativâs de energia através das
pâredes
de una geÌadeúa. Essâs perdâs,
eú Íun-
çâo
da espessuradãs peedes, pâra geÌadehâs
e
condições de uso tipicas, são apresentadas nâ
Considerando umâ Iâmiìiã tiplca, com consumo
médio mensâlde 200 kwh, a
perdatérmica pelas
paredes
de umagelâdeirâ com 4 cm de espessu-
râ, relativamente a oütrade 10 cm, corrcsponde
a una porcentâgem
do consumo totâÌ de eìetri
â) 30% c) 10% e) 1%
t
b) 20%
o5%
!
j
3
!
?.
frËiâË.j
{arusD
suoonr.u
que
uma determinâda
quantÈ
dade de calor À0 flua, em regime estacionário,
através de umâ barra de umasupedicie mantidâ
à temperatura 0r,
para
a superÍicie oposta man-
tida à tempeíatura e,, nas situações I e II, abaixo
ÁQ,
0l
Fl ' r P zL-
r t ì
A mesnã quântidade
de caÌor ÁQ gasta tempos
At1 e Ar, pãrâ
at.avessâi ê barra nas situêçÕes I e
II, rcspectivamente. A razão
eq
vaÌe:
c) 2
o4 dì
b) ;
lüiã6i
@sal-Mc)
A Iicura mostra um corpo à Ìempe-
râtura IÌ (Ionte),
colocado em contaio com um
corpo à temperatura
4
(sumidouro), atfavés de
uma barrâ metálÌca condutoÍa de compflmenio
Z e condütiüdade térmicãí
F zL-
.
136
Os FUNDAMENÌo5 oa Fl 5rÀ
Sendo ZÌ > r! nacondição de equilíbrio
(estável),
podÈse afirmar
que:
I. À iemperaturâ ao longo da barra não variê,
sen. l o i cudl â "r
t
' 2' .
U. A teúperatura âo longo da barra de.r$ce
r j neâr ment e dã esquer da
pi i i
"9t 1"i t "
t r r
"' ^".p"' l ï.1T
i .^.o
moú oê mru
l rl
ei oual a
L'
-
"' .
â) À ütu ânrmativas são codetâs.
b) Apenas as aflrmativas Il elll sâo coretas.
c) Apenas ã ãôrmâiiva II ê correta.
O
Apenãs a afrnnativa III é cofreta.
e) Nenhuma das afi.nâtivA é corrcta.
j
!
Ìiâift GFScar-sP)
Nas
serâde'ras,
retira-se
periodr
caoente o
Sêlo
do congelador. Nos
pólos, as
construçÕes sãoieitas sob o geìo. Os viâjânies do
desçÌto doSãdâusam roupas delãdurânte ô dia
e à noite. Relativamente ao teno aciúa,
quâl dâs
afrrmâçõès ãìrâixo não é correta?
a) O
geìo é aau condutor decaÌof.
b) A IÀ evirâ o aquecimento do viajante do de
serto durdte o dia e o resldafrento durânte
.) A Ìã impede o fluxo de cêlôr
por condução e
diminui as correntes de convecção.
O
O gelo, sendo um co|po â 0 'C. não
pode
difi-
cultar o fluo de caloi
ê) O âr é um ótino isolaote
pârã o cãlor trmsmiti-
do por condução,
porém Iâvorece muito a Ìrans-
missãô do caÌor
por
convecçãô. Na geladeiras,
6 coúentes de convecçãô é que relrigetm os
aÌimentos
que
estão na
pâde inlerior.
Sffi
O"JE.l-ma)o"
"'."stores
na Íoto ãbâixo sào clis
positivc usados
para
retirâÍo ãr quente do inte-
rior de um amblente, sem qualquer acionamento
Mesmo assim,6 hélices dos exaustorcs
gÍm.
Ufta elplicaião correta
para
o ftôvimento das
â) â passagen doarquente dapârteinterna
para
a extema, atÍavês do esustor
b) a
passagen do âr quente da
partê êrterna
para â
'nterna,
através do exâustôr
c) apâssagem do ar lrio dapãrie elterna
para
a
interna- através do exaustor
d) a
propagação
do câÌor
porconduçáo
dapartê
internâ pâú
o meio ertefiôr
e) apfopagação do calor
po. iífâdiâção dã parte
interna pdã o meio
qteÌior
d
q
'il
o
ffi
6r"pu1,l,
.ulo."" temperaiur6 em nosso
pìa-
neta estão no núcleo, chegmdo a mâis de 4.000 'C.
Acima do núcleo está o mãntô, ã parte fluida do
interior da Terra, A
parte
sólida
qüe recobre a
superlicie do pldeta é chamada de crostâ. Con-
siderc os lerômenos descritos abaixo, sobre o
Íluxo de calor emdiferentes regiões do planeta.
L Calor é transÍerido do núcÌeo
para
caÍnâdãs
mais rasas da TeÍra, o que provocamoümen-
tação da na$ã fluida do manto.
II. A temperatúÍa dâ crosta aumenta com a
pf(t
lundidade. A variação dâ teúperâtura com a
prolündidãde
dacrcstaé chamada de
gÍadien'
te geoté.ólco, medido em 'C/km. Na crosta,
o calor se
propaga
das canêdãs sólid8 de
rocha mais prolunda pda as de menof
pÍo'
UL AsupeÍicie dâ Tera éâquecida durante ô dia
por
ufta
quaútidâde de eDergia enorme
que
chega do Sol e se resfria à noite, liberando
caìor pâra a ãÌmoslefa.
As descÍiçÕes âcinaenÍãtizãm tìês processos dê
transferência de caÌor Marque a alternâiiva com
a correspondCncia corretã entre cada Íenômeno
descrito eo respectivo
processodetrdsierência
a) l- Conduçãor Il
-
Convecçãoi Ìll Radiaçáo.
b) I
-
Convecçãoi II
-
Radiaçãoì III
-
Condüção.
c) I ' Radiaçãô; II- Condução; III- Convecção.
O
I
-
Conduçãoi II
-
Radiaçãoi III'Convecção.
e) I Convecçãoi II Conduçãoi ìll
-
Radiâção.
f,
lÉmi
Gnem-MEc)
À rerrigeração e o conserâúentô de
alimentos são responsáveis
por úma pane sig-
niflcativa do coúsumo de energa elétrica nìrnâ
Para diminuir as
perdâs
térúic8 de uma
ge-
Ìadeirâ. podem ser tomados aÌguns cuidados
opefacrona6:
I. Disüibuir os ãìimentos nõ
prateleiÍas
dêixan
do espaços vazios entre eles,
paraqueocorra
acircuÌação do âr IÍiô pdâ baüo e do
quente
U, Manter õ
paredes
do congelâdorcomcamada
bem espessa de
gelo, pdã que o aumento dâ
massa de gelo aumente a trocâ de câlor no
III. Linp& o rãdiador ("gÌade" na
pãrie de trás)
peúodicamente, pãraqde ã gordufa e a
poêifã
que nele se depGitm não reduzaú atrdsie
rênc'â de calor
para
oambiente.
PaÍa uma
geladeiÍa
úadicionãl é correto indicãr,
a) a operaçáo L d) as operações I e lll.
b) a operãçâo IL e) as opeÍações II e IIL
c) as operações I e IÍ.
CaP' Ìuro7
.
PRoPÁcaçÀo Do CaLoÀ
1t7
.
dám !uvesrsP)
rêm-se dôis coryos com a mesma
quântidãde de água, um âluminizâdoÁ e ôutro
negro.{ que ficm exposÌos ao SoÌdurante uma
horâ. Sendo iniciâlmente as iemperaÌuras iguais,
é mais provável que ocorrâo seguinte:
d
Ao nm de umâ hora nào se pode dizer qual
temperatura é maiol
b) As temperãturas sáo sempre ìguâ's em quâl
c) Após umâ horâ, a tempeÌatura de 1V é maior do
O
De inicio, a temperatura deÁ decresce (deü-
do à reflexão) e a de lV aumenta.
ê) Às tempe.aturõ de t{ e de Á decÌescen (deü-
do à evaporação) e depois crescem-
Í@
rL.sa.-MG)
A interpretâçao dâ le: de SÌelan-Boltz-
ÍÌânn
(râdiêção)
nos
perÌrÌite
concluir
que:
a) a energia radiante emitida
por
um corpo é
proporcionâÌ
à tenperatura absoluta.
b) os corpos só emtten energìa radlânte a umâ
temperaturâ acìnâ de 0'C
(27319.
c) a eneÌgia radiante enitida
po.
um corpo depen-
de da emissiúdade do corpo e da temperatua
absoluÌa do corpô elevada à qÌEÌta potênciã.
O
um côrpo à temperâturã de 0 'C
(273 Kl nâo
emlte eneryiâ hdiúte.
e) â energla râd'ânte emitida
por
un corpo é
pÍcÈ
porcional
à temperatura absoluÌa ao
quadrado.
if$flp; 6*..ueq
o .esurrado da convêrsâo direra de
energa sol& é uma das váriãs Íorns de oergiã
alternativa de que se dbpõe. O aquecimento sold
é obtido
por
uma
placa
escura coberta
pof
vidro,
pelâ quâÌ pâssa
um tubo contendo ágüa. A ágüâ
c'rculâ, conforme mostrâ o esqüema âbaúo.
Fonte: Àdaptado de PÀLZ, Wollgâng.
Enegia Sõlar e fontes oüematiDas Hemvs, r98r.
São feìtãs as seguintes atirmações
quânto
aos
materiâls utilizêdos no aquecedor soÌar:
l. O reservâtóÍÌo de áeuâ
quente
deve ser metá-
licô pea cônduzir meÌhor ocaìor.
II. A cobertura de üdrc tem como iunção reter
meÌhor o câlof, de forma semeÌhante ao
que
ocorre em uma estula.
UI. A placâ
utilizada é escura para absoÌver me
lhor a energia râdlânte do SoÌ, âqìrecendo ê
água com maior enciência.
Dentte as afrrmações acima, pode-se dizer que
apenas esrá(ãô) corretâ(s):
I .
I el l
T.
Bï#Èì
(lep.l
o ereito estula é um lenômeno narurâr,
t
carècteristico de plmetB onde existe ãtmosfera.
Ele acontece na atmosfera da Tera e também na
dê Vênus, onde o eleito é muito âcentuado e a
temperatuÌa aÌcança valores de cercade 460'C.
Embora importânte pâiâ
a manutenção davida
no pìâneta,
hojeéumâprcocupãção pea muilos
ambieniâlistas e cientistas, Com base em seus
conhecimentos sôbre o êfetto estuÍâ, ânâlise 6
seguintes afrrmativa.
l. Existem materlals, como o vidro,
que permi-
tem a
passãgem
de Ìuz, mâs difrcultãm a pa-
sagen dâ.adiação térmica. Numa estula com
cobeÌtura devidro, por
e!!mplo,
paÌte
dâ luz
que
entra é absorvida pelas pìaúas. EsÌas,
sendo aquecidãs, emltem rad'açáo ÌnfraveÍ-
nelhâ que
tem dificuldade pâra atfavesse o
vidro e aquece o inte.ior da estula. EsÌe eleito
é semdhdte ao que âcôntece na ãtmoslerâ dâ
Terrâ, daÍ o nome efeiÌo estüa .
II. O efeito estula é importante
porque
retém o
câlor na Terra, possibilitândo â vidã de di-
mãis evegetais. Sua intensifrcãção é que é da-
nosa, ocasionãndo o âumento dâ temperâtura
do planeta.
Como cons!qüência disto, entre
outrãs coisâs,
parte
dailha do Marajó poderá
ser inundãdã e os luracões no Cârlbe
poderão
ser mais freqúentes e dev6iadores.
III. No efeito estìriâ, ê râdiação solar atravessâ
a atmosierã, pãne é ãbsorvldâ pela Terra è
pãrie
é Ìefletida. Uma
parcela
da radiação
absorvidã é reemitidâ na ïorma de râ'os ul-
t.avioleta (ondas de caÌor), que têm peque.o
comprimento de onda, dos
quais
uma
pequê
na
parte
é âbsôrvidÀ, pdncipâlmente peÌo gás
câÍbônico, vãpor d água e metdo, nas aÌta
câmadâs âtmosféri!as, c.iando uÌÌÌ manto
quente
na superiÍcie dã Terra.
ry. Nâ Luê não há ocorrência de eleiÌo estula,
em vinüde de nâo dist'r atúosfêra- Isto ê
uma das causas das temperâturas no nosso
satélite vâÍiârem entre I50'C d'rrênte a
noite e 100 'C durante o diâ.
EstAo corretas somente õ afirmat'võ:
a) I, Ile Ã1
b) l rÌe üt.
c) I, IIi e IV
OI el l .
e) IIe l/.
b)
c)
OI el l l .
o
neüt .
E
ã
.138 Os FuNoÁM!NÌos DÀ Frs ca
ffifiP;ì Onemat-MT)
"A
idéia, de
que
a atividade indus-
trial
podeiia
alterar radicalmenie o clima dâ
teÍra, renontaê 1896 e ao
quÍmico
sueco, Svante
Àugust Àrrhenjus,
que
mostrou, at.avés de um
cálculo simples,
que
o acúmulo de dióxido de
carbono (COt, na ahnoslera, aumentaria a tem-
perarura da supeÍície em, apronmadamente, 5
MADDOX Jonlr. O qle ldlú der.oólt Campus. 1999
ComÍelaçáo ao
"efeito
estufa',
podemos
afrrmar
0l) o eÍeito estufa é toialmente
prejudiciaì
ao ser
0D a atmostera é thnspeente à energia radid-
te eopaca
peaõ
ondas de caìor
04) o (CO!) é o único gás responsável
pelo
eÍeito
0a) o
gás
carbônico, o vapo. de ágüa, o metano
e os clorofluorcarboros, também, contri-
buem
para
o efeito estuÍâ.
16) a queimâ de combustiveis íósseis contribui
pea o âquecimento global.
Dê. como resposta, a soma dos números
que
precedem a ânrmâções corretâs.
i
o
c
ffi$ffi
íuere)
ete u ini"lo do século xÌx, acreditêva-se
que
a temperatura de um corpo estava associa-
da a uma substáncia fluida- invisível e de
peso
desprezivel. denominada calórico, contida no
intedof do corpo. No decorrer do mesmo sê
cuÌo essõ idéias iorâm conÌestadas e, através
de âlgumas experiênciâs, a exempìo de uma
reaÌizada pelo Íisico ingl& James Prcscott JouÌe
(1818 1889). identilicou-se definitivamente o
caÌor como eDergia. Com base nas informações
coniida no tèlto acima e em suas experiênciõ
diárias, anaÌbe ãs seguintes proposições:
I.
Quddo
colocâmos a mão nâ mâçâneta e na
madeirâ dê ümã porta, â sensâçâo dist'nta
dê quente e lriô está âsso.iãdâ à diíerençâ de
temperaiurâ êntre mbs.
I[ Ào coìocar a mâo embaixo de uma pãnela
retirâdâ do logo aumã certã distância, tem se
asensaçAo de
quente,
umâ vez que â tÍoca de
câloÍ neste processo
dá-se
por conve.ção.
ÌII. Ret'rando-se dâ
gelâdeirâ
ümâ lata e uma
gaúafâ (de
údro) de refigeÉnte en equilíbrio
térmico, tem4e ô impressão de
que
a lata está
mâis f.ia que
â
gãrÍalâ. Esta sensação dife.encia-
dâ é explicâda
poÍ
a lata, que ge.aÌdote é de
ãluúinio, êp.eseútaÍ mâioÍ coeÊciente de con-
dutiúdâde té.nica do
que
â
gâúâfâ
de üdío.
Ms ga.rafâs térmicas são constituídas dê
um .ecipiente de vidro de
paredes
dupÌas,
espelhadõ intema e externamente, A
quase
inexistênciade âr edtÍe âs
pãredès dincultâ a
propagação do caÌor, querpor condução,
quef
À partir
da análise ieita, assìnale ã alternâtiva
â) Todas as propôsiçôes
são verdãdeúas.
b) Apenas as
proposições
Ie III são verdadeaãs.
c) Ápenas as
proposiçõ$
II e III são verdadei
O
Apenas âs
pÌ oposi ções
I I e I V são ve. da-
e) Apenas as
pr oposi ções
I I I e I V sào ver dâ
Ã
EIII-
II
- =
\ F
E
o
1ffi.
prlPq
sor'." o" processos de pÍopãgação .Ìo
caÌor, é incorreto âÊrmãr que:
a) a inversão té.micâ éum Íenômeno
que
ocone
no i nver no e car aci ef i za se
pel a
ausênci a
de convecção entre o ar puro das camadas
superior$ ã o ar frio poìúido, resultãnie da
contaminãçâo pôr veiculos e ìndústria.
b) a estúla de
plêntâs
é leita de vidro, ou ouúo
mãteÌial tfansparente,
pâra que
a energia
fadiante do Sol peneire, mas nào permita a
passâgem
dâs ôndãs pufameóte téroicas.
emitidas pelos
objeios noseu intêrio.
c) nâ construção de
garalas
téfmicõ, utiÌiza-se
una dupÌa
parede
de üdro
por
ser este um
materiaÌ bom condutor de.ãlor
d) a absorção daradiâção térmica está intrinse
cãmente Íelacionada com a coí e o
grâú de
polimento
do corpo
que
arecebe.
e) Do inverno os
pássaros
er'çam suas
penas
parâ que hajâ acúmulo de âr em seu interior,
que
âtua como um isolantetémico.
f
f$ffi!
guc-sry
caror e ufta lormê de enêfgiâ
qúe se
ttansÍeÍe de um co.po
para
outrc eú viÌtude de
uma diÍefença de temperatura enire eÌes. Há três
processos
de propâgação de .âlor: condução,
convecçAo e Íâdiaçâo. En rê1âção àtrdslerênciã
de calor, airma se
que:
I. En dias irios, os
pássaros
costumam eriçar
suõ
p!nas pdâ âcumulâr ar entre elõ. Nesse
caso. o ar âcumulâdo corBtitui4e em um bom
isolânte téÍmico diúinuindo as trôc6 de câ
lor, por
condução, com o ambi;nte.
IL Correntes de convecção na atmosfefa cons-
tumãm ser âproveitâda por âviôes planado
res e asâs-deltâ
paÍa gaÍhafem
altüÍâ. Tãis
coÍrentes são ofiginadas
por
diÍeÍeoças de
temperaturõ entrc duas regióes da Tera.
III. As
pared!s
internas dâs garrâfas térmicas
são espeÌhada com o ôbjerivo de dim'nuir as
trocâs.de câìoÍ
por Íadiação,
Está correto o que se afrrmaem:
â) I, II e IIL
O
âpeúas II e IIL
CÁPi Ìuro7
.
PRoPÁcaçÁo Do Caor
r 39.
_EÍei!o_
gstufa
e aqyecime_lto
global
'
o aqLr ê
c rnent o
g
obi r n ca ment e, poÍ érn, há ql e
se i azef
uana di st i nção i rnporÌ ant e o eÍ ei Ì o est uÍ a é ! m i e-
noTnef o nat ura e mu Ì o nì porÌ ant e paÉ
a
preserva
cão da vi da na TerÉ, Ì al como a conhecernos. Esse
Í enômeno gera no aì ì b enl e Ì erresÌ re cond
Ções
èd- q. ado paoq. o. o. o. l o. ôê . o
possarnos
sobf evvef Ent reÌ anÌ o, pof
aÇão do ser
humaf o, o eï ei Ì o esÌ uÍ a esÌ á se nt ensf cando e é
exatarnenÌe essâ ntensiJ caÇão
que
está ca!sando o
aquecl mênÌ o g
obal - Í enôrneno qLre poderá
t of nêr
a TerÉ unì l gar i nóspl t o e i nadeqLrado parê
a v dê
E nconÌesÌáve que
as terrlpeÍâtuÍas do
p
aneta
est ão sl rbi ndo. Ent re as conseqüéncês est ão o êu
oo mar, ql re
ameaça avançaT soDTe
o i t orâ ern várâs parÌ es do r. undo, a ém de menor
núnì ero de d âs Í r os, noi Ì es rna s
quent es,
ondas de
ca of l eÌ al s, enchent es, chuvâs
pesadas,
secas de
vast adoras e Lrm aument o na Toí ca de t empest ades
eí uracóes, pri nc pa rì ent e no OceanoAt ãnt co. Pof
o . ;
") .
e
' . Ì
c
' . , \ ' dop"
"d"
ê
"
r "
"da. o, Ì "
odqô
ê. oqobo. ^a. ao. o
gõ.
è: oe. t obee ô
- odôr ôo
pot èd
o
- .
. oô dôqú. ô
. q
r , è èà- o
- . ". T
dÍ o
a dé a qLre nort eo! a el âboracão do Prot oco o de
Kyot o- ! rn acordo nt ernâci ona
que,
eÍ ì borì r t enha
r - "bdod"
i .
ddèn"r o| | "d"
"o-
t eve o ava dos Est ados Un dos, f esponsáve s pel as
ma ores ern ssóes de COz no p aneÌ a
Dando cont nu dade a essas i n ci at i vas, r e
o ddo5
- r
a oe . ooo o ,
. do
o. , "
"
áÍ eês do saber, e f ! nc onáÍ i os de govef nos, corn
o
paÌ roci ni o
da ONU, se reLrn rêm eFn Pàf i s, enì
l âne
ro de 2007, no Pa ne nt ergovernanrent ê so
b. Vd"
" "
r ql ". ql - .
â i m de est abe eceÍ f ! ndament acôes t écnl cas e
crent I câs parê
as negoci âÇóes acerca das rì udan-
çês
cl rÌ át cas Ao Í nê de seus Ì râba hos, o PCC
- d
o . . r - ó o o.
".
do ob. . d
. èp
d. .
corn que
o muf oo esra esqLrenÌ anoo e se a cu
pa
. Ì e d"
". d"oe
n, r nono. L e
f el at ór o vì sa nÍ uenc ar â
po
í t ca dos
governos
e
de empresas paf a
o combat e à nt ensi f caçao do
O a ert a do com t ê c enÌ í Í i co nt ernacl ona
,
que
anê so! dêÌ darnent e o probl ema, é di ret o e con-
Ì ! ndent e, oi erecendo uma vi são sonì bf l ê do est êdo
aÌ ua do rì ì e o amb ênÌ e e Í azendo prev
soes a nda
Í nêi s
preocupant es
ê respe t o do f Lrt Lrro De acordo
o
P. c
a e
' ú

- do
i - l \ o
êddo
r es, ' nãopodemãi shaver quesÌ i onament odequeo
aLrfaento nos gâses
do eíe to estuÍa é deternìrnâclo
Pe
as at V dades hLrmanas' .
Apesar de ê st l açàol á ser ru m, o corn t ê af f ma
que
os eí e t os durant e o sécl r o 21
' serão,
muÌ o
provêve
rnenle, rnê ofes que os observados d!ranÌe
osécuo20'
l
À Enchente no Bairro de Câmpos
(sP)/
apósfones chuvas.
Eliseos, em São Paulo
A Leitosêcodo Rio Soledade. em Cabà(eirâs
(PB).
.140 Os FuNoÁMENÌ os DÁ Fsca
@
E
@
Previsôes sombrias
O corn Ì ê cons dera
que pode haver ! rnâ e e
vaÇão de Ì eri pef at ura de I , 1 ' C a 6, 4 ' C
ât é 2100
Essa Í al xa de var ação é ma or
ql e a do re at óri o
af t er i oÍ , de 2001. No
que
di z r - . spe t o ao ni ve
do maf , o re at óf o
prol et a el evâcões de I 8 a 58
cent i rnet ros Mas essa Í ai xa
pode
seÍ amp Lada
erì Ì ì a s 10 a 20 cent í met ros, se o derreÌ rnent o
do ge o pol af cont i nì rar a aconÌ ecef .
[ v] u t os c ent st as t emern
qLre o re êt ór o, dado
or o' pèqc | . - o t ". . o po i . o d. - ì "
. "oo.
t acão eq! vocada da mensagenr e s I ì p esrnenÌ e
des sl am de f azef al go a f espe t o. De qLrâ quer
modo â oprn áo predom nênÌ e é
qLrê urge Í eduz r
as enì ssôes e, ao Tnesrì o l empo, adâpt ar as
popu
acões ê Lrm mundo rnâi s quenÌ e, e com urn c rna
rna s Í egul ar
"A
qLresÌ ão aqul é dest acar o que
acont ecerá se não Í i zeÍ rnos nada e o
q! ê âcont e
ogo
ôo
do. do-
. 1
è
po, po
ê
' Èo<odr ôoô. edè d o ' ; o
Í azer nada, os mpact os serão mLrl t o rnêl of es do
qLre se í zermos êl guma co sa
'
O
quê
fazer
l vl u t ãs propost ês t êm s do apresent ãdês
para
r eso ver o pr obl ema. A
g! mas
de as soment e
são exeqÜÍ vel s a ongo pf azo e ê cLrsl os est rat os
Í ér cos E s a
g! mas:
ent er r ar os
gases
t óx cos
prodLrz dos por ndúst r as e usl nâs t ef me ét r cas;
co ocaÍ f eÍ et ores de cal or em órb t ât espa rar en-
xofre na atmosÍera,
pirrir bloqLreâr os
que
chegam à TeÍ a; espâl haf ma ha de Í erf o no
oceano
pafa
aLrrìentar a pro ÍeraÇão do ftoplâncton
qr e êbsor ve o CO: E por aí va. Ent f et ant o, há
raed das rnenos cLrsÌ osas
que pooef n sel Ì omaoas
Êr. ì bora ã curt o
prazo
sel a d f í c I ê t ef ar de
ri odo ráp do e eÍ c enÌ e o Lrso de combust Í ve s
- -
àr o
o
"a
- do
' "dê ì "r
-
õr :
; odo qo
ô. - ô
r Í ad , . . . e. d
p- . d
ô.
A Lrt i zacão de energ as a t ernâl vas, como a so ar,
ê eó i ca, a nuc eâr e a pf oduzi da pe
os bi ocomt ì l s-
t í ve s ser a uma sai dê Exl st e,
por
exemp o, Lrma
p opo dda 0. . t . - 00
a1uâl ment e ern pl anel ârnent o em t odo o m! ndo
sobre o Lrso da energ a nLc ei rÍ é âca orada e d v
-
de rnu t os
pai ses,
corno a FTaf cê, nt eressada no
ncrenì ent o do número de usi nas, e a A emênhê,
que pret ende ê ml nar t ai s us nas de seu t èrr t ór o
Um dos
pont os
bésl cos de t ê cel eunra é o xo f a
dLoât vo f esu Ì ant e do
processo, que ai ndâ nãot em
umê Ì oTrna segurâ 0ê oescaf t e
Mas ex sl em o! t Tas so uÇões em andêment o,
coano o Lrso Ìna s consc êfte da ene g a
pe
a
popu-
êÇão, evi t ando desperdi c os A nspecãovecuar,
Pa
a o od óôì i
' oodôqa
ô
Pêo.
. ó
' o
ê
o. oo. -
ê
o^Âooaq-
ê
po- O. , dd. !o
que poderá
1er resu tado sat sfêtóí o é o seqüestro
dê carbono nas at vi dades de manêj o Í of est a e no
reí orestarnento. Ele cons ste bas carnente em
plan
ÌaÍ novas maÌês ÌntensaÍìen1e,
paÍa qLrê os vegetê s,
dLrrant e o seu cresc rì enÌ o, absorvam o CO: dâ aÌ -
.
o
, . r . "o
r " o,
è ór
bt oÌ è. d. o
o5. a
;
desenvo vl das não Í azern l sso,
poi s
há um eqLri í bf o
enÌ f e o COr absorv do dl rrant e a f ot ossi nt ese e o
COz el m nado na resp rãção.
.
- .
, o
".
. . i , ,
: . a
a. o. - . . o. êdú
para ení renÌ ar o
probl ema e dessas ni c êt l vas t odos
devenìos
partic pêf, po s só o esloÍeo conjunÌo
po
def á evâra resLrt ados
posl Ì l vos
Usando a rnet áÍ ora
do incênd o Í oresla
,
câda unì de nós deve dar sLra
cont r bu cão, corno o passêr nho Jevando águâ no
bi co
paf a
apagar o í ogo da f oresl a
È
j
I
: t ì .
i . i : '
t ì i i
i l
'
lì,' r;' r
,
l r, ' '
t
t '
CÂdÌuto7
.
ProPA6a.Áo Do CÁLoR
14r
.
Ll 8 aPUc- RJì A nar or oar r è da enêr si a Jsada
hoje no
planeta
é
proveniente
da
queima
dF , omb , sl . \ "r s Í óss- i s O
pr or o. oì o
dp
Kyoto, acofdo internacionaÌ que
inclui a re-
duçAo daemissão de CO: e de outros
gases,
demônstra â gÍande pÌeocupêção
atuaì com
o me'o âmbiente. O êxcesso de
queima
de
combustíveis Iósseis pode
ter como conse-
à) ì ãi or pr , du\ co r " , hur ê' t i ' i das
-
a , -
mento dâ cânáda de ozônio.
b) ãun ênr ^ J^ F ei l o esr , Í á F
dos i nci " du.
c) maior reslriamenio globâl ê aumento dos
niveis dos ocedos.
O
d$truição dacãnadade ozônio e dünüiui
çào
do efeitô estúÍa,
e) maior resfriâmento globãl
e âuúento da
incidênciâ de cãncer de
pele.
L,rg (UEPC PH) o hlme O dio í1pDai\ dê ano4hõ
retÌata uma catásiroie climática na Terra,
ocasionada
peÌo
aquecimento
gÌobâI.
Sobre
esse assunto e do
ponto
de vista físico, as
sinale o
que
for coEeto.
0l ) A
pner gr a
soì ar
"t eg"
ao
l ' ì aner a
dr r a
vés do f enômeno conheci do como
condução térmica.
0â O ef ei t o est uÍ a é um f enômeno
que
mantém a temperatura média da Terra
04) À f et eDção de ener gi a t ér mi ca peÌ a
at mosÍ er a é conheci do como el ei t o
08)
Quando
se aÌerta sobre os riscos rela
cionados com oefeitoeslufa, o
queestá
em Ioco é sua intensificação e, conse
qüentemente,
a aÌteração cÌnnática do
16) O efeito êstufa é imprescindivel à manu
tenção dâ vida sobre a Terra.
34 O dqr
. ,
nFnr u
gl obdl pr o\
o. ar á
condensação dos vapores de água da
cl mur Í pr a. o
quê l or nar ; o
pÌ ane. d l o
taÌmente áYìdo.
Dê como fesposta a soma dos números
que
precedem âs êlirúativas corretas.
:|:zo , (ttns oF) :l"i* Íloresta oescerem em ter,
renos de Ieendãs abândonad6 e en área
de expìoração llôrestÀì pôde provocâr
uôa
diminuição de gaes-êsiufa nâ âimôsferâ,

que, à medida quê ãs árvores crcscefr, elas
consomem grddes quântidâdes de gás
câ.
bônico. Estimase que 6 biÌhô$ d! toneladâs
deCO: sejãú laçadas na atmoslda a cada do,
ftas que âpenâs de 3 a 4 bilhões de toneÌâdõ
liquem âcüftuladas na atmosiera. Esse lâto
sugcF quêer ár dFSt j r eas
dc. obê. r ur " vegêt aì
êm
I r Fs' i ì ê r t ^ e\ 1r aÈm uma
qr and-
t dr t -
do
cebono lançadô nã atdosfera,"
Falha d? s Poub l2lrr/2000 (comâdaplâçõet.
cons
d- r ando o t Õt o J, i n d. j l t ouê
^!
i t ênc
0l ) L.
' l r -
ou. r o, oqF , r es. o. gdsês- êsÌ ur á s:
responsáveis pelo aqueciúento globaì
do p' aneÌa.
0A
Dd' l -
do
cO
l dnçddo nJ Jl mo, Í pr "
F
p, ur eni - n, c
dd
q,
-
k dê. oï busi v"i ,
Iósseis como o
petróleo
eo cevào.
04) A canada de CO: na ât mosi er a ãt uã
c n o Jr l f . r o
1- r .
- s
r ddi d. òes ú' _r r
violeta ündas do Sol.
08) Os
gases
estula relletem as rãdiaçôes
inlravermeÌhas provenientes
tanto do
Soìquaoto da superlÍcie terrcstre.
16) O texto ârgumenta
que
é vantajoso, do
ponto
de vista da diminuição do CO, na
aimoslera, fazer refl orestamentos.
Dê cono fesposta a soma dos números que
precedem
as afi rmações verdadeiras.
l . 2l . l
' . . es! r
O
8r r
' ,
ê
dqr e. Ter ' o gl obdl
veÌ i f i cado nos úl t i mos 25 anos aponl a o
honem como o principal responsável peÌas
múdanças climáticâs obse.vâdas no planeÌa
atuaìmente. Sobre êsse âssunto, é correto
t
e
É
!
Ë
!
!
!
&
â) os pr ' nci pâi s âgent es do aqueci ment o
global
são o âunertô de CO, e de
gases
contendo enroÍre liberâdos diaf iafr ente,
A quantidâde
de vâpof d'áCua atftoslê
rico, que
em princÍpiô p.deriâ tâmbéó
ìnfluencia( não tem apresentâdo grãndes
ãlterações a longo prãzo, pelas própfìâs
caracteústicas que possui
o ciclô dâ águâ
b) â destruição da câmãda de ozôúio
pelo
uso
continuado de cFcs (cloroÍluorcarboôos)
éapontadâ.
juntamentecoo
o aümento dâ
ìiberação de COr por combúsiívêis Íósseis,
cofro um dos pdncipais âgentes promotc
res do aquecimento gìobãI.
c) poeiraepequens peiícl B en susposão
eliminada com ã poÌuição
conngurâm-se,
juntamente
com o vâpord'água mistúrâdo
âo enxoir!, cono os principâis Íesponsá-
\ F, s peÌ o FÍ Fi
o
F, t uÍ d
dêsFeu ddô. quê
i h
âuúenta o aquecimento no plâneta.
iir'
Terte rua lêituÌa
d) a contenção do uso de combustiveis Iós-
seis eo conúoìe dã Ìib!ração de gás meta-
no
por
mâterialen decomposição e
pelos
lixões das áfeas urbânãs são aPontaclos
como íatores ìnportântes para deter o
aumento do âqueciúento global.
e) o excesso de CO: liberâdo e o aquecimeDto
g1oìrã1 por ele provocado inibem, a longo
pràzoi ã elpansão das llorestas.AÌém dis-
su u dr mr "r o J6 qu. i n od- . ì i bêr . mai "
CO: e dei {â vâst as âr eas descober t as,
pìorando o eleitÕ êstula desreguìado.
L.22
(UFjr-MG)
"Nova Yotk pode atundar, dtz GÍeenpeâce
Essa pr evì são,
apr eseDt ada
pel a
ONG
Gr eenpeace, caso os paí ses não r eduzam
ã emissão de gas$ que provocâm o efeito
a) âquecinento global da Terrâ. provocado
pelo
aumento da concentração de
gases,
como o
gás
carbônico e o órido niiroso.
b) aquecnìento gÌobaì
da Terra.
provocado
pelo
aumento do buraco na camada de
ôzônio. que
nÌtra os raios uÌtravioleta.
c) derfetimento das calotas
polares, pro-
vocado peÌa
desertincação e
peÌas quei-
mãdas, que
liberan anidrjdo suìÍurcso e
Ììônóxido de carbono.
d) aqúecimento
eìobal
da TeÌra, provôcãdô
pelos gâses ìibefâdos ôâ queìmâ
de câreão
e petfóleo,
cono os clorolluorcarbonos
(cFCs).
e) aquêcnnento globâl
da'reÍrê,
p.ovocãdo
pelo aumenlo da canada de
gases cono
metúô e ozônb. libèrãdos pelãs âtividâ
7
llrlrt
t=f
TE
H
o
I
NÕ ano 208A. Manhdttan e Xangaì
podetuÕ
estar debaLto d ógüa,seús e enchentes sefio
mais etÍrenas e.entenls.le nÌlhões de
pes'
so6 estaúo en itto <le rÒtue,lalta .le ógua e
a
g
I
(FóllÌ. de sP.r/o. 2rJi ì lr/2002, página AÌ2)
i
.
O quc acontcccria nesse experìmenlo se o geLo úo lbsc mantido no ludo do Ìubo?
ReaÌize a experiên.ìà con supenisio de scu protc$or
O gelo que nâo derÍete
Coloque geÌo e águâ nurn Lubo de ensaio. Com o auxfltu de uúâ lelà ou dc um
lcdaço
de guc, mantcrha o
gelo no fundo do rEcipiente.
Feilo i$o. segue o tutro coìÌ uúr gâra de madeiü e aqueçà{ì, com cuidado. lum bico dc gás, do úodo repie
Ve.ìnque quc, lpós .tguD tenpo, à Liguâ dâ parte supdio. começa a ferver e o gelo no fìtrdo pcDanece sem
.
Por que. alesd dc o sistema estar Íècebendo câÌor. o
8cÌo
tão den ete:'
CÀPl Íl Lo7
.
PRoPÀcÂçÁó Dô caLôR
r43.
Estudo dos
gases
e Termodinâmica
Netto porÍe estudomos os goses
e tuos tronsformaçõeJ,
oproíundondo o onólise microscópico do conceito de tempeÍaturc
ao enfocormos o teorìa cinético dos goses,
Na seqúêncio obordamos os relações entre os
quontidodes
de color tÍocodos e os tÍÕbalhos rcolizados em um
pÍocetso
físico,
por meio do estudo dos leis da Temodinàmico,
:ltt: t1::'
":,
.;Ì:, i :'
,.:
' , , 1 , ": ' '
1. cONsIDxnAçÕES INICIAIS
2. as TRÁNsFoFÌ,{ÇoEs cAsosa-s
3. coNcEITo rE MoL. NúMERo Dx avocADRo
4. EaUAqÁO DX C].APEYRON
5. LEI GEF,AL Dos cÀsEs P[FrEITos
6. TEO A ClitiTÌCA DoS çÁSES
7 . PRxssÃo, IXMPXRA'IIJ!Á ASSOLUTÁ E ÉNERGÌA
CÌNÈTICA DÊ UM GAS
I O estãdo gasoso é estudado neste
capítulo. A
Pressão,
a temperatura
e o volume dos gasês
Peíêìtos
se
rêlâcionam por leis simples quê tão
interpÍetadas sob dois pontos dê vista
-
o macroscóPico e o micros(óPico.
A análit! do comportamenÌo
mi<rorcópì.o dos gas!s conduz nosso
estudo à teoria <inética da matérla.
13
c
È
:
ã
@ t. consi deraçôes
i ni ci ai s
A compressibilidade e a expansibilidade são características maìs notáveis dos
gases Assim,
gás é
um fluido
que sofre
grandes variaçõ!s de volum! quando submetido a pressões relativam!nte
pequenas
e que tende a ocupar todo o espaço
que ìhe é oÍerecido.
Os conceitos apresentados no
presente aapítulovalem
para os chamados
gases perfeìtos (ou ideais)
Gás ideal ou
perfeito
é um gás hipotético, isto é, um modelo, deÍìnido para que as
grandezas qoe o
caracteÍizam
possam ser relacionadas
por expressões matemáticas simples
A teoria cinética dos gases é formulada adiante, no itern 6, estabelecendo as características dos
ga-
ses i deai s, mas desde
i á
podemos t rabal har com al gumas de suâs proprì edades. Assi m, as mol écul as de
um gás i deal não apresent am vol ume
própri o, de modo
que o vol ume ocupado
pel o gas corí esponde
ao vãlume dos "vazios"
entre suas moléculas, ou seia, ao volume do recipiente
que o contém- Outra
cafacterística do
gás ideal é a in!xistência de forças coesivas entre suas moléculas. Por isso, ele não soÍr!
mudança de fasei quaisquer que sejarn suas condiçõ!s,
ele está sempre na fase gasosa
Um
gás real, isto é, um
gás que existe na Naturezâ
(oxigênio, nìtrogênio, hìdrogênio etc
)
pode
apresentar um cornpoÍtam!nto
que
se aproxima do previsto para o gás ìd!al, em determinadas condì-
çàes,
como analharemos
posteriormente. Nessa situação, aplicamos ao gás real as relaçõês estabeÌecidas
para o gás ideal.
O estado de um
gás é caÍacterìzado
pelos valores assumìdos por três
gfandezas, o volume
(y), a
pressão (p) e a temperôtuÍa
(f), que constituem as variáveis de estado.
E z. Ar tr"nsformações
gasosas
CeÍta quantìdade de
gás sofre uma tÍansformação
de estado quando se modificam
ao menos duas
dâs varìáv!È de estado.
É impossível
para um gás a alteração de apenas uma vaÍiável de estado
Quando
vafÌa uma dessas
gÍandezas, necessariament!
pelo menos outra varìável também se alteÍa
Vamos estudaras transÍoÍmações em
que uma das variáveìs se mantém constante, vaÍiando
portanto
as outras duas. Esse estudo é eminentemente
experimental
e dele se concluem as leis que descrevem
essas transfofmações,
CaPlÌuro 8
.
EsÌuDo Dos Ga*s r45
.
2.1 . TransfoÍmação iso(óÍica
Uma transformação gasosa na qual a pressão p e o temperatura fva-
riam e o volume Vé mantido constantê é chamada transformação iso<ó-
rica
(do grêgo: isot iguaÍ; ko,.os, volume) ou transformação isométrica.
Considere cefta massa de um
gás ideal que ocupa inicialmente um volu-
me
y,
e apresenta pressão pr
e temperatura Ir. Se ele for aquecido até uma
tempeÍatum Í2 e seu volumefor mantido constante/ sua prcssão se eleva para
um valor p, (figura 1). Verifica-se experimentalmente que as pressões
e as
temperatums absolutas nesse processo relacionam-se pela fórmula:
FigurÈ l.TransfoÌmaçáo
isocóri<a. O êmbolo é
Íãvãdo para que
o volume Y
sê mãntenha con5tante.
,
Por "diretamente proporcional" entêndâ que, quando a pressão
aumenta, a temperatura absoluta
aument a na mesmâ proporção; quando a pressão dì mì nui , a t emperat ura absol ut a di mi nui na mesma
proporção.
Essa relação foi descoberta poÍ dois físicos franceses, Charles* e Cay-Lusiac**, e é comumente co-
nhecida pelo nome de lei de Charles para a transformação isocórica.
De acordo com essa l ei , a t emperat ura de um
gás i deal a vol ume const ant e di mi nui à medi da que se
reduz sua pressão. Portanto, a temperatura mais baixa que tem significado físico coÍresponde à pressão
nula do gás reíriado hocoricamente. Essa tempetaluft é 273,15
"C
(que
se costuma apÍoximar para
-273 'C) ou 0 K (zero kelvin).
Crafìcamente, se representarmos a pressãopem ordenadas e a temperâturâ absoluta fem abscissas,
obtemos uma reta que passa pela origem. Trata-se de uma função linear, isto é, a pressão é diretamente
proporcional à temperatura absoluta
(figura
2a). A figura 2b indica â mesma transformaçào isocóÍica
quando se representa em abscissas a temperatura expressa em graus
Cekìus (oC).
!
3
:
F
!
3
Ê
a) b)
FiguÌ.2. Obsêrvê que no zero absoluto
(0
Kou
-273
"C) ã pressão
do
9ás
setornariâ nulâ. Essâ situâdo é inêãlizávê|.
Na transformação isocórica, o volume
y!
uma funçào constante !m relação à pressão p (tigura 3a)
e em relação à temperatura I(figura 3b).
u
273 Ì ( ( r
0
fc)
a)
i v
b)
opor ( K)
FiguÌ. l. Ìransformação isocórica:
y
é funçáo constante èm relâção à pÌêssãô
* CHÀntE lãcques(174ó-1823),ísicofrancês,veÍifrcouaÌntedep!ndênclaentÍ!volumeerempeÊturâ(pr!são
co^( à1eì ep' e$àoe. enpeÍ dL- Í d, ol - r eco Í dnr e) pda- mgá.
ìt* GAY-LUSSAC loseph Lo u is
(1
77& 1 350), f6lco e
qu ímlco Ía n cê5, entr!vá rio5 o!Íôs tÍa ba lh os impo rtãnter,
<onfÍmou as conclusó*obÌidãsporChãÍl!s pàÍaãÍaníormaçãoisocóÍica
d! um
qás.
.q5 03 FuNoÁMENÌos oÁ Frs ca
2.2. Transformaçáo isobárica
Uma traníormação
gasosa na qual o volum!
y!
a temperatura Ívariam e a pressão p é mantida
constante é chamada trônsÍormação isobárica (do grego: iros, igual; boros,
pressão).
Submetendo certa massa d! gás ideal ao processo experimental da Íigura 4, no qual a pressão p se
mantém constante, veriflca-se que, quando a tempefatura absoluta aumenta d! Ir para Ir, o volume
aumenta de
%
para
y2.
Esses valores relacionam"se pela Íórmula:
Essa relação constitui a lei de Charles para a transformação ìsobárica.
Figuiâ 4. Trànsfôrmaçáo isobáf ica.
se Íepresentarmos o voluÍne V em ordenadas e a temperatura fem abscissas, o gráfico da fórmula
anterior (o volume é diretamente proporcional à temperatura absoluta) será uma reta que passará pela
ori gem (f unção l i near), como na Í i gura 5a. A f i gum 5b i ndi ca a Í nesma t ransf ormação ì sobári ca, quando
se coloca em abscissas a temperatura ern
qraus
Celsius.
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l e
I
â) b)
a
17i r(K)
271 0
Fi guÌ a5. Obser uequenozer oabsol ut o( 0Kou - 273' C) ovol umedogás
sè rèduziria azero. Essâ situâção é ìrealizável.
Na tÍansformação isobárica, a pressão p é uma função constante em relação ao volume
y(figura
6a)
em rel ação à t emperat ura I (Í i gura 6b).
a) b)
0vor ( K)
Figura 6.Traníormâção isobárica:
p
é função constante !m rêlaçáo aovolume
CaPrÌurc 8
'
EÍuDo Dos CÁçs
r47
.
2.3. TransfoÌmação isotérmica
Uma transformação
gasosa na qual a pressão p e o
volume
yvafiam
e a temperatura Ié mantida constan-
te é chamada transformação isotérmica
(do
9rego:
lsos, igual; fermo, temperatura).
Se mantiveÍmos certa ma55a de
gás ideal em tem-
pe6tLrra constante l, veriÍìcamos experimentalmente
que, se o vol ume f or reduzi do de um val or i ni ci al Vr
para
um val or f i nal
y2,
a pr!ssão âLrment a do val or
i ni ci al pr para o val orf i nal p,
(f i gura 7), de acordo com
a Í órmul a:
Por
"i nveÍ sament e
proporci onai s' / ent enda que,
quando a pr!ssão aument a, o vol ume decf esce nâ
mesma proporção e vice-versa,
Essa relação é chamada lei de Boyle*, em hom!-
nagem ao físico que a descobrìu,
Se representarmos a pÍessão p em ordenadas e o
volume
yem
abscissas, o gÍáfico que expressa a lei de
Boyl!
(a pressão é inversamente pÍoporcional ao volu-
me) é uma cuava denomi nada i sot erma, correspon-
dente a um ramo de hipéíbole eqüilátera
(figura
8).
ObseÍ ve que, se a t ransf ormação i sot érmi ca 5e
realizar numa temperatura I, > I, o valor do produto
pyserá mah elevado, ! portanto a hipérbole represen-
tativa ficará mais afastada dos eixos.
Flguiâ T,Transfolmação isotérmica.
t
Ís55'

No endereço eÌet!ônico http://
l
wl/rf w.gÌc.nasasov/4rvww/K" 1 2/
âiÍptan!/aboyÌê,hhnt (en inqLê9,
você !ncontra uma sinulação da tei
de 3oyÌe.
i
c
FiguÍ. a. GÉfrco Íêprêsentando
ã tbnsformâção isotérmica.
,. BOYLE,Rôben(ró27r691),fí5co!quimicoirandês,éaurôfdetËbalhossobÍeacombustãoeacompÍe$Ìbiidadedoar.
ZP
Í Ê

ã:
Í È
a
ç
c
EA'ÃÔ
\ú? a9ArÁo tççor,voÊ
Ma oÉ\\a Íaq toà AtÔ,
. #
Os FUNDÁMENros DÁ Fk cÀ
m
O volume ocüpâdo
por certa massa de uú
gás ideal varia com a temperatura absolutâ
'ìe
àcor'lo com
O
q,
e Ì i po dF t ' dsÍ o' maçdô
o gds Pl r á soÍ r ênd^r
b) Construa um
gráfrco com os vaÌores dã tabela, .olocaúdo o lolune (v) eú ôrdenadas e a temperatüra
absolütâ
(I) em âbsc'ssas
a) Per.eba
que
a relação entre o volüne
(v) e atemperatdra(r)
é anesma
peâ todos os vâlores dâ
râìreìa:
v 1 1,5 2,5 3,5
= il:
"*r-t"
r 160 24tl 400 560 1-040
Portânto, o
gás está sofrendo uma banslorúâçio isobárica, isto é, a
pressãô se mantém
'Ônstante'
b) Lançando os vâlores no diagfômã v x ?, obtemos
Ô
gránco representâdo ao lado
Noie
que o
pÍolongamento dâ retâ obtida
pâssa pela
origem,
pontÔ que couesponde ao zeroabsolurÕ
f
!
lffi epressao aeun
gás ideal vãriacom a Ìemperatora absoluta de acordo com a tabela:
a)
Que
tipo de ttansloÍnãção o
ge está solrendol
b) Consúua um gráfico com os vâlores da tâbela, colocando a
pfessão (p) em ordenadas e a temperatura
âbsolutâ
(?') em absci$as.
ã) Analisândo a tabela,
percebFse
que
se mantéú constônte â relâção entre os vâlores da
pressão (p) e os
correspôndentes
váÌores dâ temperatúrâ absolura
(I):
p 100. 10r
-
75 10r 37' 5 103 25 10r
*
1875: I 0'
cost al r ê
I 4a0 360
180 120 90
Portadto, o gás èstá sofreído uma tÍaDsforfrãção
isocóri'â Ôu isométricâ, isto é, o volume
permtnece
b) Colocândo os valôres da tabela no diâgramê
p x I.
obteúos uma Ìetâ cujo
Prolôngamento
põsa pela orÈ
gem (pônto que corresponde âo zero âbsoluto), como
representado ao lãdo.
5
2
loo 400 boo Bo0 L 000
Ì
(l
ReÊpo3t8: a) TrânsloÌmação isobáÍitãi b)
(eráúco)
r00
t 7, 5
25
18, 75
,180
r(K)
RespGtas: a) Trânslormação
isocórica; b)
(gráfico)
187, 5. 10r
3?,5
.
103
cÀPÍuLo8
,
ÉsÌuoo oo5 GÁçs
0
90 20 130
149.
{m{
o
sráflco
representâ uúâ tÍansroÍmação isotérmica de ceúa
quantidade
de
gás ideál etrês estâdos intermediários ,4, B e C
L, sandu ur , l âaôs apr êspnÌ Jdo' . dFr er mr np d o' pss; n. oÊ
Ìespondente ao estado a e o volüme corfespondente âo
TratandGse dê unâ tra.slormação isotérmica, vaÌe a ìei de Boyle, isto é, o produto da pressão p pelo
volume
ypefmanece
constaúe durdte ô processo- Então:
PoÌ4: PaVt
SubstituiDdo os val..es dâ.los no grãnco

: ,1,0
atft, vr
-
0,10m: e v,:0,20 mr),vem:
4,0
.
0,10
=
p,
.0,20
=
F;t;;ì
Observe
que
apressão se Ìeduz à metade do vâlor nÌicial e o volume .ôrrêspôndênte dôbrâ, o quesejustinca
pelo
lato de
qtre p.essão
e voìune são grandeza invercamente propôrcionãis.
Aplicmdo se novamente a lei de Boyle entre os estadosÁ e C, teremos:p:yr
=
p.yc
Apressào em Cvaìe:p.: 1,0 atú. Sübstituindo, vem:
4,o.o,ro: l ,o.r,. =
[.:"-| r-ír;,ì
Observe novâmente a
proporcionalidade inversã entre a prcssãô
e o volume. Eúquâôto a
p.êssão rêdüz-se à
í r \
qudtaparte do vaìorinicial
p.
:
;pr,
o volume
quadruplica(v.:
4vJ.
\ a. r
Resposls:2,0 atft e 0,40 nr
i
,iliiffiE
*
g
I
3
ideal
que
ocupa inicialmente o volune de 1014
127 "C,
quando
sua tempefatufa se eleva isolrari
camente
para
327
"C.
;ji.il.i!S .t tou"ru.."t'.
".mo
vdiã o voÌume vde cer.a
quaôiidãde de umga idealem Iunçãodatempe
ratura absolutâ ?:
'j:illjXg*..i)
calcuÌe a variação de voruúe soÍridâ
por um gás
a) DeteÌnine o tipo de tËnslormaçào
que o gás
b) Trace o
grálico ...Íespondente a essa trâns
Iorúação, côlôcandô, em ordenadas, os va-
kìres dô vôlume, e em abscissas, os vaÌores
correspondentes dã iempehtura absoluta.
i.i.1!!,:ili*ìÌ C-ÈsP)
u_. ..lipiste que vsiste até a
pressão
de 3,0 10'N/m' conrém
gás perieito
sob
pres-
são 1,0 10r N/mr e temperaturã 27 'C. DesprÈ
zando a dilataçâo térmica do recipiente, calcure
a mâlima têmpèraturâ que o
9á6
pode atingii
{ilffiil
rv.-
"".t0
p.."""so, a
pres;ão
de determinâdã
quanÌidâde
de gás peÌieito vdia com a teúpera'
tura absoluta como mostra a tabela,
a) Deiernine o t'po de treslormação que o
gá6
b) Trace o gráíco côrrcspondente a essa trâns-
iormâção, colôcando, em ordenadas, os vâ-
lores dâ pressão, e em abscissas, os valores
correspondentes da tempeÍâtuÍa absoluta,
r
150
Os FUNDAMENÌo5 DA F6rcÂ
Sob
pressão de 5 ãtm e à tempeÍaiura de 0
'C. um gás ideãl ocupã um
volume de 451. Determine sob
que pressão o gás ocupãrá Ô volume de
30 i, se lor mantidâ coDstantê â temperatura.
iititffii
o
granco rcpreseta a isotermâ .le certa ma$sa de um
sõs
ideaÌ que solre
uma bãnsformação
â tempe.aturâ constante.
Coú base nos valores informados no gtáfrco, determine a
pressão
cÔr'
respondente ao estâdoB e o volume corfespondeDte ao estãdo a.
PoÍ exempl o, a massa mol ar do oxi gêni o
(o, ) val e M
=
oxigênio há o seguinte número de mols: n
:
-2!L
:
t
32
g/ mol
5, 0
r
0,50 0,80
3
I
Ém
Química,
o termo mol é definido como a quantidade de matéria que contéÍn um número ìn-
variável de paÍtículas (átomos, moléculas, elétrons ou íons) Esse número invarìável de patículas é â
constante áe Avogadro ou número de Avogadro*, uma das mãìs importantes constantes da Físìca e
da
Quí mì ca.
seu val or aproxi mado é:
@ l. Conceito de mol. Número de Avogadro
Portanto, 1 mol de um
gás é um coniunto de 6,02 10'zr moléculas desse gás. Assìm, 1 mol de
oxigênio
(O, encerrâ 6,02 1o'zr moléculas de oxigênìoi 1 mol d! hidrogênio
(H,) é constituído
por
6, 02
.
1o' ?r mol écul as de hì drogêni o.
É impoÍtante notar
que 1 mol de oxigênio
(Or) não tem a mesma massa que 1 mol de hìdrogênio
(H), do mesmo modo que uma dúzì a de bol i nhas de chumbo não t em a mesma massâ
que uma dúzi a
de bolinhas de isopoÍ. De fato, cada molécula de oxigènio tem maior massa que cada molé'Lrìa de hidro_
gêni o; l ogo, 6, 02: 1o' ?r mol écul as de oxi gênì o
(1 mol de oxi gêni o) t êm mai or massa que 6, 02 10"
mol écul as de hi drogêni o
(1 mol de hi dÍ ogêni o).
o número de mols
(ttlural
de mol) n contido em ceÍta massa m (em gramãs, como é usual neste
estudo) da substâncìa
pode ser obtìdo
por regra de três simples e dheta:
1 mol
- massa de 1 mol
I
. f - n-
rmols -......''
m
)
massa de 1 mol
A massa de 1 mol de molécuìas em
gramas, isLo e, a massa de 6,02 1o'zr moleculas da substância é
denominacla ma55â molar da substância
e é representada
poÍ M fusim, a fóÍmula anterìoí é usualmente
escrita corno segue:
32 glmol; logo, na massâ m
:
96
g de
mol s.
ìt AVOGADRo,Amedeo(177Gr356),advôqadoefiskoltãiâno,éoíufdâdordàmodeÍnaÌeoiâatômicGmol!' ulâÍ
o.uDo!+ainda da EletÌoquímÌca edâ FGl.o Quimica
ovaloÍdesuasobÍas5ófolíecoihecldo
poÍumãmente
** O. ol o' m"
"
dode! o' \ "nr "o"A\ oq"d' o
êoul oo. "d
o' í cc: zddFm 0o
t \ ' ' oo- l
j
oo
o
cÂPrrub8
.
EsruDôDos6ÀÍs 151.
Êrtlli @ 4. Equação de Clapeyron
As vaÍiáveh de estado de um gás ideal (p, Ve
D
estão relacionadas com a quantidade de gás. O físico
francês Clapeyron* estabeleceu qLre o quociente
Pl
é diretamente proporcionãl ao número
'r
de mols
de um gás ì deal .
Pàf a i ndi caí oue
P/
é
proporai o'
Dv
.
t
ìdì d n e\' revê-se
_
Rn, lendo R umá conrtante de pÍopor-
cìonalidade, igual
para
todos os gases. Assim, R não é uma constanìe característica de um gás, mas
uma constante universal chamada de constante universal dos gases peífeitos, Seu valor depende
unicamente das unidades das variáveìs pressâo, vo ume e temperâtura,
Se â pÍessão está em atmosÍeras
(atm),
o volume em litros (0)
e a tempeÍatura absoluta em kelvins
(K),
I
'
R val e:
Como1at m: 1, 013. 10' N/ mt e10- 10
3
mj , a const ant e R no si st ema I nt emaci onal de Uni dades
(5ì)
é expÍessa em relação à unidade de energia
(joule):
^ ^^^.
I , ot 3. I o' N, m'
.
l o
'
m'
mol , K
Retomando a fórmula proposta por Clapeyron, temos:
g
de Clapeyron também pode ser escÍita da seguinte maneira:
,',:í';t
Nessas fórmulas, a temperatuÍa Ié sempre expressâ em kelvin (K).
I s.l "i
geral
dos
gases perfei tos
Consideremos dois estados distintos de uma mesma massa gasosa:
Estado O:
pr; Yr; Í1 Estado
@t
p,; v,ì T,
Aplicando a equação de ClapeyÍon aos doìs estados:
A\ :
nRI t A
P, v, :
nRI ,
@
Divìdindo membÍo a membro as equações O
e
@,
temos:
p,u
=
i,v,
T. T,
Essa é a representação algébrìca da ìei geral dos
gases perÍeitos,
relacionando dois estados quais-
querde uma dada massa de um gás.
P.\
1r
.
P,V.
Tz
rt CLAPEYRON,Pau|-Émiìe(179918ó4),fisicoeengênheiÍÕfÍan.ês.sãonoÌáveúfustâbôlhosnocampodaTermodinâmÉà.
(: , , -m
Essa fórmLrla é conhecida como equação de Clapeyron, sendo válida para os gases ideais ou per'
:
t ei t or. . 5
- 9
Como o numeÍ o
"
de mol s e n
' . ",
em que m e a massa do ga! e M l Ja marsa mol ar, aequaçao
!
M:
I
c
.
t52
Os FuNoaMENroi DÁ FG ca
Observe
que, da lei gerâl dos gases perfeitos, podemos chegar às fórmulas das tmnsformações iso-
báricâ, isocóÍìca e ìsotérmica
que
originalmente
foÍam obtidas por meio de experiências'
.
se
yr
:
y,
(transfoÍmaçào isocoíica):
fi:
p:l
t í
. t
l
ít _?
| . ' , . "1
l !.u,=
n"
I
ol
.
Se p1
=
pz (transformação ìsobáricâ):
.
se fr
=
I, (tÍansformação isotérmica):
*
Dìz-se que um gás está em condições noÍmais de pressão e temperatura
(CNPT),
perat ura e
pressão normai s
(TPN), qLl ando esse
gás se encont ra sob
Pressão
de
t empeÍ at ura
de 0' C.
(oNDtcÕEs
NoRt|lÂts DE PRESSÂo E ÌEtú PERATURA
((tlPr)
Temperatura: 0
"C
=
273 K
Pressão: 1 at m
-
10' N/ m'
ou a t em-
' l at meà
7
!
z
t
ë
c
i-ffiEì
um mot oe ceno
gás ideáÌ exerce a
Prcssão
de 1 atm a 0 'c
(273 K) SendÔ a constante universâr dos
sasês
per-
t"ito" n
:
o,osz
ffi,
oetermüreo volümeocupado
poÍesse g6
são dados:
p=1at m: n=1moì i f
: 0, 082#+i I : 273K
SubstitunÌdo esses valores nâ equação de Clapevron-ven:
pv: nRTà 1' Y=10, 082
273
-
C2, 4t ì
O resultado obtido é o vôlume ocupado
poi dm moì dÔ
gás, isto é'
pof
6,02 10i3 moléculas' sendo deooúinado
volume mold. Seuvalor ê indepêndente dã nãturezado
gás' depeúdendosomente
das condições de
pressão ê
temperatu.ã em
que
o
gás seencôntE. OváÌotenconttadonoexercício
(22,4t) é o volume ÓÔlar nas condiçõês
Õormais de
pressáo e tempetatúra
(1 atúr 0' C)
srJPoNHo QrrÉ
/r PREss^o
No BALÃO VáI FICÁR CAD^
VEZMÁIOR QUE
Á DO AN
caPlÌuro 8
.
EsruDo oor CÂç5
r 53'
{ffi;
c*u.*- a".-gás ideâÌ ocupa o volume de 49,2 i sob pressão
de 3 ãtm e teúperatura de 27'c. A constânte
universâldos gses pedeitôs vâle I
a) o númerô, de úols dogásj
b) âmãssadogás, sendo a massamolar,tr= 28
g/moÌi
c) ovolune de uú noÌ
(volume
moìar) desse gás nas condições dê
pressão
e temperâtura consideÌadas.
J' sàodddôs:
/ .
. ì dl r , - 41ì . r ,
"- . . mr f i i , . i
t z7 27: J I ' r l DK
Substituindo esses vaÌores naequaçãode Clapeyron,py
:
nrll obtemosl
3. 4e, 2=n. o, o82. 3oo
- , =
#
=
t : 6. . ; ì
b) O núÌnero de mols
pode
su. *1n"""o
po.
,
=
l:mdúto.m:
a[Í Sêndo.
=
6 moÌs e Ì.r': 28
ímol.
vem:
M
- : t ' . zs
= C: r cSì
\ -
' ]
c) Para ò cálculo do volunìe noìã! âplicâúos a equação de Clape)Ìon.py= nÂI
para
encontrar o volume de
sâs. o, r cqpur pnr - aa
l mor . . om / ?
. u. uò, "j . i
"
r - r r or . *. .
3. Y= l
. 0, 082. 300
-
t ì r :
sa
Ponanlo, e$e vãlor (8,2 [) representã o volune ftoÌar do
gás
sob pressão
de :ì atm e à tempeÍarura de 300 K,
diÍerente,
portdto,
do volume molenãs condições normais de pressão
etemperaturâ (22,4 {).
Rerpo6tas: a) 6 mol; b) 168 gi c) 8,2 ì'tros
iffi
Certa massa Oe
gas
ideal exerce pressão .le 3,0 atn qDando confinado â un .ecipieôte de volune 3,0 0 à tem
peraiura
de 27'C. Determine:
a) a
pressão qüeexercerássãmesmâmãssâ qüãndô
colocâdanumrecipieôte devolume 3_5 I e à temperatura
de 177' Ci
b) ovolume
que
deveriater o rccìpiente pârâ qüe â pressãô dessamesmã mâssagasosa Iosse 2,0 atm à tem
peratura
de -2:'C.
a) O estado iniciaÌda massa gasosa corresponde aos segu'ntselofes pâraB vãriáveis de estado:

: 3, 0at m;

: 3, 01;
Tt : 27 + 27: l ì I Ì
: 300
K
No est âdo f i nal - t emos: V2: 3, 5l . T2: 177 + 273 > I ! : 450 K
Apìicardo a ÌeigeraÌ dos gases perleitos:
+: +- +#: i #=F; r s6; ì
b) O estado frnal, nesse caso, corresponde apr
:
2,0 atn e Z3
=
23 + 273, isto é,
Suìrstituindo essesvalores nalei geraì
dos
gases perleitos,
obtemosi
,: ,i ''+#
.H
,
ty
'r?"rì
RespGtas: ã) 3,86 âtmi b)3,75litros
ffi'ffi
cu.t" .r""" a" gas ideaÌ. sob
pressão
de 3 atm, ocupa o voìuúe de 20 t à temperãtürâ de 27 'C
(300 K).
a) o voìune ocupâdo pelo gás
a Ì27 'C,
sob
Dressão
de 6 atmj
b) apressão qre o gâs
exerceâ2? "C,
quando
ocupa o volume de 40litrosi
c) em
que
temperatura o voìune de 40 i do
gás
exerce a
pressão
de 5 atm.
Solüçáo:
a) De âcor.lo com â lei geút
dos
gases perteitos:
?& : /ÌL
T' l.
Tedos:
y1 =
20!i
p,
=
3ârm; ZÌ
:300
K
p:
=
6 atìÌ; I,
=
com essesvâÌores. obtemos
3 20 6 vr
= rr,
: !9
=
'
300
,l{0 '
6
i
3
13
=
250 K.
127 273 3 I = 400 K
.r54 Os FUNDÀMrNÌos DA Frs cÀ
b) A tenperatura é a nesmã, relativmente õ condições iniciais: ?r
=
Tr
=
300 K
o.
P- l
{ , . ". , p
r , . r
' r c, dêBoyl e.
Sênaul 20í . p l dl n
el 40. oLr enos:
@
: f f =T- r =+=F; l r oon
f,
' i t B
j
i
É
[ . . . ã
3 20: p, ' 40- +": #*
[ r l : l . s, t *- ]
!
Respost s: a) l S, 3l i r r osi b) 1, 5at q c) 1000K
iFiliÌ".6,ii
sob pre$ão e remperatura úofmais (1atóì0'c),
o moÌ de úm gs ideaÌ ocupa o voÌume de 22,4 S
(voluÌre môìãr a TPlq. Sendo o número de Avo-
gadro NÀ
:
6,023 10", determine o número de
molécuìâs do gás existenre novoÌune de 1121do
gás, nedidonas mesmâscondições
de pressão e
certa massa de metano, cuja massa molar e
M
=

C/mol,
ocupa volume de 123 { sob
pres-
são de 2 atm.e à tenperatura de 32?'C. Sendo
Â
=
0, u82
; f u
d const ànt e uni ve, : ar dos
gases pêrleitos e considerândo o netano um
96
â) o númeron de nols dogási
b) â mssa do netâno;
c) ô volume froÌâr do metano nas condiçôes
-
^v,
D,v
t . l
Dadôs: v,
: 20
i ;
p1
=
3 ãi mi I ,
=
300K v: : 401
p: : 5
at m
Substituindo esses vâlotes na fóÍmula acimaj obtemos:
ìÈ,,ii.üiijiGru
sp) u. uutão é inllãdo com olisênìo
(M:
32 g/mol), suposto um
gás ideâI, ficãndô
com vol uúe v
=
2, 0 0 e
pr essaô p
:
1, 5 at ú
Esse enchimento ê leito à tenperaturâ e
=
?!,:q
O baÌão aÌ.ebentâ se a
pressão âtingir 2 0 âtm
Aquecendo-se o balãct, obseúa-se
que, imediãta-
mente a.tes de drebentâ., ô seu voÌufrê é 3,0 S
/
- . , - . t ì
dddo, R: 0082- .
\
Ì or '
^
/
a) caÌcule a tempeÍãtura em
que
o.ôrre o arrc_
bentamentÔ.
b) Calcule a massã de ongênjo
que loi colocã.la
.Ë:i+i::
c.,1"
""..á
,i.
sa.
pÊrr..Ì . d 30
. .lr rêmpFra-
' '
l r r d,
- sl a
. onl i Í l á
pn
L n
. r I FÍ l t ô dê l . oUU. m
Se a pr essào i ni ci âl de 10 N/ m' modat
Par a
50 N/m'Ì, ão nesmo tempo
que ovoìufrê é redu-
zido para
500 cnr',
qual será suâ temperatura em
graus
Ceìsius no finãl do
prccesso?
ffi!
U. tu"ipi"nte inaitatável contéd6,0moÌs de um gâs perreito àtempèrâtúrâde 22?
"C.
Um manômetrc acoplâdÔ
ao recipiente acusâ certa
pressãô. Determine ô númerc de nols do gN que d!ve escapaÍ
parâ que o manÔmetro
não acuse vaiiâçào de
pressão quãndo o sistemâ lot aquecido aiê atemperaturade 327'C
De uma situação
pda outra dâo se aÌteram nem pressão nem volume. Àplicddo a equação de Clapclr^n ;s
duas situações, ôbtemos:
pV
=
n\RT\ A
pl
:
h,RT, A
I gual ddoOe@, vem:
, ar ' - "t ot
- ^
"l
Ms: n, =6, 0mol i T1=227 +273 +
I =500Ki
T, =327 +273 > ?, =600Kì ênt âo:
6. 0. 500
&=
600
O númeÍo de mols
que
escâpa será dado
Por:
^n=n1
n,
- ^n=6,0
5,0
-
F;:i t;ì
CÂPrruro 8
.
ÉsruDoDosGÀrs r55
.
ì4i'[jiti] GwstsP)
uma crta massade
sás
idear, iniciar-
mente à
pÌessão p0,
volume
%
e tenperat!Íã I0.
é subfretida à seguinte seqüência de trãnsfor-
I. É aquecidâapfessão constante ãté que a têm-
peratura
atinja o valor 2Ã.
II. É resfriada avolume constaúte até
que
a tem-
peratura
atinja o valor ioicial I..
UL É comprimida a tempe.ãturâ cônstãnte até
que
atinja a
pfessão iniciâlpo.
â) Calcüle ôs aâlores da pressão, temperatura e
volüme nô linãì de cãdã üdslormação.
b) Rep.ese.te a trãnsrornãçõs nun diâgrma
pressão ,eô,s vôluúe.
Ounesp)
ar do anbientê a 27 'C enúâ em um
secado. de câbêl.s
(aqüe.edôr de e) e dêle sai
â57 "C, voltãndo pâÍâ ô ãmbiente-
Quãl
é a razão
entre o volume deumâcerta mdsadeâr
quando
ó.Teori a ci néti ca dos
gases
As moléculas constituintes d! um gás !stão em movimento desoídenado, denominado ôgitação
térmica. A partir dessa noção de movimento móleculaÍ, pÍopòe-se
a teoria cineticã dos gases. Nessa
teoria, apresenta se um modelo mìcroscópico parâ o gás ideal que explica seu comportamento global
(por
exemplo, as leis de Boyle e de Charles).
Na teorìa cinética dos gases, aceìta-se o pressuposto de qu! as leis da Mecânica são aplicáveis ao
movimento moleculaÍ e supõem se as seguìntes hipóteses em sua aplicação:
1a hipótese: As molécuìas se encontram em movimento desordenado, regido pelos princípios fun-
damentaiS da Mecânica newtoniana.
Embora as vel oci dades das mol écul as sej am vari áveì s, est abel ecemos uma vel ocì dade médi a.
No oxj gêni o, a TPN, essa vel oci dade val e 460 m/ s, superi or à do som no aÍ
(340
m/ s).
2a hioótese: As moléculas não exer<em força umas sobre as outras, exceto
quando
colidem.
Desse modo, entre as colisões, elas Íealizam movìm!nto retilíneo e uniÍoÍme.
3! hioótese: As colisões das moléculas entre si e contra as paredes
do re!ipiente que as contém são
perfeitamente elásticas e de duração desprezível.
Sendo assim, há conservação da energia cinética e da quantìdade de movimento.
4a hi;ótese: As moléculas têm dimensões desprezíveis em comparação aos espaços vâzios entre elas.
Consìd!fa-se, portanto, que o volume do
gás é o volume do !spaço entre as moléculas, que coÍÍes-
ponde
ao volume do recìpiente onde o
gás se encontra.
Para entendero alcance dessa hipótese, consideremos o exemplo seguinte (figura 9). uma molécula
de héliotem dìâmetro da ordem de 2,2 angstrôns, enquanìo a disúncìa média entre duas moléculas, eÍn
temperatura e pressão normais (TPN), é dâ ordem de 33 angstrôns, ìsto é, quinze vezes maior. PoÍtanto,
cada molécula tem volume disponível de aproximadamente 36.000 angstrôns cúbìcos.
FiguÍa 9. Comparação enÍe o diâmeko de uma
molécula de hélio ! o volume dkDonívê1. aTPN.
sâi do secador e o volume dessa mesmâ mssa
quandô
êdtrou Dosecador? Suponhaque o ar se
cofrporte como um gâs ideãl-
Fri!,lïâtl Cu
spl u. ."r".vatório contém ls ks de
gás
perìeito
à pressão p,
=
3,0 atm. SangÌa-se o reseÉ
vêtóÌio e â prcssào do ga cai pãrâ p:
:
2,8 atm.
Supondo que
a temperatura Dão varie,
qüaì
é a
massa^n de gás Íetirâdã do fese.vatóÍiô?
iffi;.i.lir
6."*t-se)
u- .irind.o merárico, recha.r.
com t ampâ, coDt ém 6, 0 mol s de âr à pr essão
de 4.0 atm e à temperatura ambiente. Abrese a
tampa do cilind.o. Depois de seu conteúdo ter
ent r ado em equi l í b. i o t er óodi nâmi co côn o
mbiente, qual
é o número de nols que perma
necêrão no ciìindro?
(A pressão
atmosférica é
1,0 atm e o ar é ãdmitido como sendo gtu ideaÌ.)
r
i
a
.
t56
Os FUNDAMENTo5 DA FFrca
Essas hipóteses sugeÍem o modelo microscópico
de um gás (Íigura
1O), entendido como um
grand! espaço vazio, com moléculas moven-
do-se ao acaso, como abelhas furìosas numa sala fechada Umâ molé-
cula colide bilhões de vezes em um segundo, mudando continuamente
a direção de seu movimento. Essas colisões são regidas
pelas leis básicâs
da Mecânìca newtoniana: conseÍvação da
quantidade de movimento e
conservação da energia.
O
gás qu! se enquadra sem restrições a esse modeìo é o gás ideal
(ou gás perfeito).
Os
gases reais, conforme sua natureza e as condições em que se
encontram, podem se aproxìmar
mais
(ou
menos) do modelo pÍoposto
Experìmentalmente,
veriÍica-se
que o modelo s! aplica melhor a gases
sob baixas
píe5sõe5
! elevadas temperatulaS.
Nessas condições, as
hipóteses apresentadas
se aproximam rhais da realidade: menor pressão
signifìca menor númeÍo de moléculas por unidade de volume, isto é, um
gás rarcfeìto, !nquanto o aumento de temperatura
eleva a velocidade
médÌ a das mol écul as.
o modelo microscópico Íornece algumas explicações
para as prin-
(i par9 proprì edadês ma(Í ot (opi cas de um
9; 5:
.
Apropri edadeque um
gás possui dese expandì re de se di f undi Í at Í avés
de
pequenos
orifícios é conseqüência do movimento Íápido de suas
mol écul as.
.
O5
gases são facilmente compressíveis
porque a distância entre as
moléculas
pode ser dìminuída sem
qu! elâs se deformem.
.
Um
gás mistura-se rapìdamente com outro porque as moléculas de
um gás ocupam os espaços vazios entÍe as moìéculas do outro
.
Os gases t êm bai xà densi dade
porque seu vol ume consi st e, prat i -
cament e, de espaços
vazì os
As l ei s dos gases peÍ ei t os t ambém
podem ser expl i cadas pel a
t eori a cì nét i ca. Assì m, a pressão de úm gás é o resul t ado das col i sôes
de bì l hões e bi l hões de mol écul as cont ra as paredes do reci pì enÌ e
que o cont ém
(f i gura 1
' ì ).
Quando
um
gd\ e
(ompri mi do
a t empeí at ura
(onst ant e,
o núme-
ro d! choques das mol écul as cont ra cada cènt í met ro
quadrado das
paredes do recìpiente, a cada segundo, torna-se maìoç desse modo, a
pressão aumenta
(figLlra 12a). Ao contrário,
quando um gás é expandj-
do a Ìemperatum constanÌe, cada centímetro
quadÍado da superfície é
bombardeado, a cada segundo,
por menor número de moléculas; logo,
a pressão di mi nui
(f i gura 12b).
Essas conclusõ!s constituem
a relação básica da lei de Boyle: a pres-
5ao e o vol ume sao grdnde/ as i nveÍ sàment e
pí opor(l onai s
quando a
temp!Íatura se mantém constante
Ftgur! r 2. a lêi de Boyle: em temPeratura
(onstânte,
a
Pressão
aumenta
q;ando o volume diminui
(a),
ea
Prcssão
diminuiquando
ovolume aumêntã
(bl'
. r *- \
*- *
ì * x aa"
a e- '
- .
\ è
ï
"
-"'r.
!
$
- !- "r 1è-
Flgur. 1o. Modelo midoscóPi(o
de um
9ásr
um grandê êsPaço
vazio ondê Ìnoléculas
IT
T
@
I
l
Ë
a
!
FiguÌã 11. A pressão dê um
9ás
é o resultãdo dos chôques
das molé(ulas@ntrâ as
PaÌedês
do Ìecipient!
que o
(ontém.
b)
a)
CÀPlÌuro 8
.
EsruooDosCa*s
t 57.
@ Z. Pressão, temperatura absoluta e energia
ci néti ca de um
gás
7.1. Pressão exercida
por
um gás peÍfeito
Consi dere um reci pi ent e cúbi co de arest a I cont endo N mol écul as
de um gás peúeí t o monoat ômi co (f i gura 13). Podemos supor
que,
em médìa, o eÍeito
produzido pelo
movimento das moléculas seda o
mesmo se cada terça parte delâs se movesse em cada uma das três
dÌreções (Oí Oye Oz).
Sej am mo a massa de cada mol écul a e
y
o módui o de sua vel oci -
dade médi a. Consi dere uma mol écul a que se move na di f eção Ox.
Ao col i di r el ast i cament e com a Í ace Ár, a mol écul a f et of na, sof Í endo
uma vâfiação de quantidade de movìmento igual â: 2mo\a
Entfe dois choques consecutivos contra a mesma face /4ì, a partí-
F.ouÌã 13.
cula percofre
a distância 2L (vaì até aface A2,.olÌde com esta e volta).
O Ìntervalo de tempo entÍe esses dois choques consecutivos vale:
4.
O número de vezes
que
a mol écul a col i de com , 4ì , em cada uni dade de t empo, é: -l .
A vâri ação da quant i dade de movi ment o t ransmi t i dâ à f ace Áj pel a
mol écuÍ a, na uni dade de t !mpo,
é dada por:
fro,
)
lt
"ou
,
Consi derândo-se que na Í ace. 4r age, em medi â,
L
do nu-"ro , o, ui N d" mol ecul at , a vaÍ i ação t ot al
da quant i dade de movi ment o t ransmi t i da à f ace Ár, na uni dade de t empo, é:
P!l o t eoÍ ema do i mpul so (Vol ume
1, pá9. 323), resul t a que a f orça médi a sobre a f ace Ár t em
intensicÌade:
r
N
.
mav'
3L
3t
;
a
3
Assim, a pressão do gás sobre a face ,4r é:
F frov2
I
) er do \ / ovol umedogdsem N
.
mo r ud md\ \ d, vem:
' 3V
Vale ressaltaÍ que essa dedução foì extremamente sìmplificada, evitando-se com isso penetrar no
complexo campo do cálculo estatístico.
7.2. Energi a ci néti ca do
gás
A energi a ci nét i ca do
9ás
é a soma das !nergi as ci nét i cas de suas mol écul as ! é dada por:
' 2
.
r58
Os FúNDÀMrNÌos DÂ Frs.À
sendo
r=
].f,.v' ,
resul ta: Ë.
=
]rV.
Pel a eauaeão de cl apeyron, vem:
Nessaf óÍ mul a, r éonúm!r oder nol seRéaconst ant eLl ni ver sal dosgasesper f ei t os
Desse modo, a !nergia cinética de um gás é diretamente
propoÍcional à sua temperatura absoluta
7.3, Vel oci dade médi a das mol écul as
Partìndode E
=
JnRÍ,
obtemos:
*
=i
i,*
=
FTI
Essa f órmul a most ra
que a vel oci dade médi â das mol écul as de um gás depende da nat ureza especí
Í i ca do
gás, t raduzi da
pel a massa mol ar M
Para um dado gás, ã temperatura depende exclllsivamente da velocidade das moléculas e vice-veÍsa.
fusim se
iustìfica
o Íato de
que
a temperatura é uma medida do grau de agitâção das partículas.
7.4. Energi a ci néti Ga médi a
por mol écul a
Sendo N o número de mol écul as e Ë. a energi a ci nét i ca do gás, a energi â ci nét ì ca médi a
por mol é-
cul a e. é dada
poÍ :
"' =
t
-
": #
(sendo N,\ o número de AvogadÍo), resulta:
I
NNo
LOmOr =ú
R
=k
!
ponanro:
O quoci ent e
unì dades
(Sl ):
3 R
_.
- ' 2N^
k
=
1, 38. 10
"
J/ K
é denominado constante de Boltzmann e vale, no Sistema Internacional de
í - r - ì
Sendo assi m,
podemos escrever:
I
e.
=
t kr
I
Dessa f órmul a, podemos concl uú
que
Porlanto,
gases diferentes à mesma temperatura
possuem igual energia cinética médiâ
por molécula.
As equações ant eri of es -
da veÌ oci dade médi a e da energi a ci nét i ca médi a das mol écul as de Ll m
gás
-
mosÍam
que a menor températura
que tem signìÍicado Íísìco corresponde à anulação da velo-
ci dade médl a
(v: o) e da energi a cì nét ì ca médí a
(e.
:
0) das mol écul as. Essa t ernpeÍ at ura é o zero
absoluto
(-273,15 'C
:
0 K). Em laboratófios especÌalìzados

se conseguiu atingìr a incrível temperatura
de 0,00000000028 K
(2,8
10 ' K).
No endeÉco eÌetrônico http.//www schuÌphysik.de/suren/AppÌets.htnl
(en ingÌês,
cÌicanilo nos botÕ!s
"Heat"
e "MoÌecuÌd Motion" ilo nenu) você
pode anaüsaÌ o moúmento dàs motécuLas
.t!un gás, eÌÌr simuLações
que
lemitem
visualizaÌ coÍìo muda a agitação noLecular
peÌa
vaÌiação
da tenleÌatura, do volüme, do nún!Ìo de noÌéculas e da massa dê cada nolécuÌa
CÁdÍúro 8
'
ÉÍDoô oos 6açs r 59.
i:Pii4d:! Certa mssa.le gás i.leãl é reslriada de 42?
'C
parã 327'C. DeterÌÌine a reìação entre a energ'a
cinética médiã por molécúla nô estado iniciâl e
.o è$tãd. finãI.
:r]t'iï:
DeterniÌÌe a energia ciDética média de uma moléclÈ
Ìa gaosa a 57
'C,
seDdo a constanÌe de BoltzmanD
(A) iguaÌ a 1,38 l0
'z3
J/K.
P..ljl8 O hidrogênio tem mõsâ molar Ì/r
:
2
g/moì e o
ongênio iem massa moìârÌrÍr: 32
ímol.
Sendo
er ee,a energias cnìéticas médias
por
molécuìa
do liidrogènio e do oxigêDio, e ,r e !r as corres
pondentes
velocidades médias
por
moìécula
à temp!ratura de 27
'C.
determine o vaìor das
a) 9
Considere que ô bidtugênb e o oxigênio sec.ú-
portam
conìo gâses idèãis,
P4r4ii:
Relomando o etercicio ânte.i{r', consi.lere que
a t eúper at ur a de ambos os gases se al t er a
para 127 'C.
Determine agora o vâlor das duas
r - . T5U' , UFKI VUn
Sas
r l pá1. Õr l i dôr umr êt i pi ênr êsô
lrc uma mudança nâ iempeÍãturã de 300 K pârâ
1.200 K.
Qualé
â rúão ent.e ãs velo.idâdes dâs
EoÌêculs .lèssê gâr
::ì11r ?
b)
1r
{
,..
iüii,
r:rrr unrÍcsD) A nqura rcnroouT o
cs.uem
Ì oa Ì.r-
tagem feita
por
Robert Boyle
Da.a
estabelecer a
ì ". do.
qd. e. pdr d , r r n. Í or mr ço- s r "ol Pr mi , ds
Boyle coìocou no tubo uma certa
quaniidade
de
mercúrio, nté aprisionar trm determinado voìume
de ar no Ìamo Iechado, e iguaìou os níveis dos
dois raúos. Em seeuida,
passou
a êcrescenlar
ftais mercúrionoramoaberto e amediÌ, oo outi)
rano, ovohme do aÌ apÌisionado
(eÍì
unkrades
aÌbitrárias) e a correspondente
pressão pelo
desnÍvel da coluna de mercúrio, empolegadas de
mercúrio. Na tabela, estão alguns dos dados
po.
ele obtidos, deacordo com a suapublicação
^e.,
bpenn.lnts Physi@Mechoni.all
-
Touching rh..
SpingofAt an.l iÌs Effects. de 1662,
ïÌffi
48 ,r+ Lil98
40 . , r
6
1. , 113
32 aa!
16
1. 4Ì , 1
2r
ss
11
16
1. 4r2
16
16
1.,106
12
16
1. , 111
r Fonre: hi tp://.hêmêd.hêm purdue edu/genchem/hÈto,y/
a) Todos os Ì esuì t ados obt i dos
pof Boyl e,
com ur na pequena
apf oÌ i mação, cont i r mà-
r am â suã l ei .
Qüè
r esül t ados n) r âm ésses?
b) De âcÒrdo cÒnr os dados da tabeÌâ,
quâl é ã
pressâo,
enÌ pâscal,
do ar aprisnriâdo dô tubo
parâ.
voìunede 24 unidades arbitrá.ias?
lutilize
pdâ
o cálculorph
=
1,0: l0'pascâli
4!
=
14 r 10i kg/mii g: 10 m/slr
5j ì =Nt : l 5ml
. 16o Os FuNoÁMrNÌôs òÁ F \.4
i$jÌSãìl
(JrU u*
ga" ia.d em equiribÍio
termôdinâmico está armâ2enado
em um t ubô ci ì i ndr i co f i úo de
aÌ t ur â I : 10, 0 cm e á. ea t r ans-
versaìá
=
1,0 cm'z,
provido de um
êmbolo móvel
pêrleitâmente ajus-
tado às
paredg do tubo. Suponha
qúe a massa do conj unt o móvel
compost o
por êmbol o. hast ê e
soporte seja desp.ezivêl e, portan-
to, a
pressão no interior do tubo
sejê iúiciâlmente igual à
pressão
âtmoslérica
p,,,,,
=
1,0 I 105 N/m':.
Uma massa n
=
0,50 kg é entâo colocâda sobre
o suporte
(veja a fisura). Sob ação do
peso dâ
massa n, o êmbolo desc! uma aÌtuÍâ a. e o gás
voìtaaãtingú o equilibrio termodinâmico coú a
mesma tempeÍaturâ do estâdo iDiciaÌ. SuPonha
que
a acelerâçâo da gravidade sejãg
=
10 m/s'
Cdcúle o valor de r.
iïiïKii Ounespl
um cimaro reto, contêndô
gás ideaì à
tempe.atura d!300 K, é vedado por um êtnbolo
pesãdo que pode
dêslizãr liüemente. O voÌume
ocupado
pelo gás é víe apfessão exetcida sobÍe
êì " p"l o peso do èmbol o. da. oÌ Jnê dê d dci md
dele é igüâl ã 12 N/cm'.
Quando
a temperatuÍã
pãssâ pãrã 350 K, o
gás
erpdde se e seu volume
aümentâ. Paraqüe ele volte ao seu vâlorori$naì,
I{,, mantendo â temperatura de 350 K, aplica-se
sobÍe o êmbolo uma lorçâ âdicionaÌ /o, verlical,
como mosÌra a ngura.
À) Cãlcule a
pressão do gás na situaçâo iinâI,
isto ê, quando está à temperatura de 350 K-
ocupêndo o volume
%.
b) Sabendo
que o pistão teft áreã de 225 cú!.
cãìcule o vã1or da lotça adicionaÌ Fqüe Íaz o
volume ocupado
pelô gás voltar âo seü valor
3
lËiÍilëj
ruFpc)
un cirindro de 20 cm':de seção reta
contéÍÌ um
gás ideal conprimido em seu int&
rior
por

pistão móvel, de massa desprezi
vel e sem atÍito. O pistão repousaâuma altura
'
/ìr
=
1,0 m. À bâse do cilindro está em contato
com um lornò, de lorna
que a tempefaiüra do
gás permanece constante. Bolinhas de chunbo
são leDtamente depositad6 sobre o
pistáo
âté
que eìe atinjâ a altura n
:
80 cm, cono na frgura
Detemine a mss de chmbo, em llg,
que loi detD
sitâda sôbre o pistão. Considere a
pressáo atmos
férica ig!âl ã 1 aÌÌÌ (dados: Ì atm
:
1,0 105 N/m';
s:
10 m/ s! ) .
a
E
I
- .
B
@
E
t
i-
-:_
f'
: . i
r l
i , , l
$;Íii$iij:
GuvesrsP)
Parâ medn a temperaturã z, do ar
quente
expelido, em bâìevelocidade,
pôr uma
tubuÌação, um
joveft
oiilizou uma garrata cilin-
dricavdia, com área da bâse S
=
50 cnl'e aìturã
,I/
=
20 cm. Adaptando um suporte isolante na
gãrrâfâ,
eÌâ Ioi súspensâ sobre a iubìrÌãção
por
aÌguns minutos,
paíâ que o & expelido ocup4se
todoo seuvolume ese*tâbelecesse o equiltbtio
térmico a I. (situâção Ì). A gãrafa foi, entâo,
rapidãmenie colocada sobrc üm recipiente com
águãmântidaàtempefatura ambiente Ir
:
27
"C.
Ele obserou
que ã ásila do recipiente sdbiu até
uma altura n
=
4 cm, dentro da garraÍa, após o ar
nela coniido entrar em equilíbrio térmico com a
água (siiuação 2).
â) o volume va, em cn', do ãr dentro da
garafa,
âpós â ênüâda da ágtÌa, nã situâção 2i
b) â vâriaçãô de pressão Áp, em N/m':, do âr den
iro da
garrâlâ, êntre as situações 1 e 2:
c) a temperatura ini.iãì Io em
'C,
do e da tubu-
lação, desprezando a vdiãção de
pÍessào do
d dentrô da garra,a.
Adote:PY: nÃI; Tx
='lÍ
+ 2731
C
=
10 m/sr'
caPrÌulo 8
.
EsÌúoo ooi caçs
t61
.
if;u.iÍffi; Curr.U
ate
-*oos
do século xvll, ã concep
ção
de vácuo, como uma região despfovida de
r dl Ár i d Fr , i nJ. Êi l Jr êì .
r o
r l r do.
p\ p- r i én. . às
relacionadas à medidê dâ
pressão atmoslérica
pôssibilitâram ümâ nova concepção, conside-
. ando
o \ á. uo cumu Lmd r cgi èo
^ndê
ã p' ". si ô
é ben inlerior à de süâ v'zinhdlça. Atualmente,
pode
se obter vácuo, em ìiìboÍatórios, com o
r ê' uso l - . noì ógr o dd bonb"s d- \ ; f uu
ConsideÍê
qúe se tenha obtido vácuo à
pres-
sáo de, apr oxi r nadâúent e, 1, 00 x 10 "' at m à
tenperatura de 300 K. Utilizando o modelo de
gás perÍeito,
detenniôe o ôúmero de moléculas
por cm' exi st eDt es Desse vácuo
( dadosr núme-
ro de Avogadro
=
6,02 x l0'' noléculas/mol:
const ant e uni ver sal dos
gases
: 8, 31J/ mol . Ki
I ãtfr
=
Ì,01 x 10s N/n:).
!ix.í5tll
Guvest'sP)
um cilincÌro de o'isênio hospitarâÍ
(OJi de 60 Ìitros, contém, inicialmente,
gás
auftâ
pressão
de 100 âtn e teúperatura de 300 K.
Qüân-
do é utilizado para
a respiração de
pacientes,
o
gás pâssa por
um redutor de
pressão, fegulado
PâÍã
fornecer oxigênio a 3 atm, nessa mesma
temperatura, acoplado ã um medidor de fluo,
que
i'Ìdicâ, pa.a
essae condiçÕes, o consumô de
oxigênio em litros/minuto.
co.sidere o O" comogás ìdeâì. Suponha a tenpe
Íâtura constante e igu:Ì a 300 K. Seja ã constante
dos
gses
ideâis À
=
8 x Ì0
:
liúôs atn/K. As
a) o número rr'o de úols de 01
presentes iôiciâl-
meúte no cilindroi
b) o númer o n de mol s de O: , coNumi dos
em 30 mi ôut ôs de uso, con o medi dor de
I l uxo i ndi cando 5 l i t Ì os/ mi nut oi
c) o inteÌvalo de tempo i, em hoEs, deütilizaçãô
do O' mantido o fluxo de 5 ìitros/minuto, âté
que
a
pressão
ÍÌtenano cilindro fique reduzi-
t
"
, . i . 8
qfl&
(UFRCS-RS) 0 d'âgÍêúâ êbaixo reprêsenta â pres
são (p) em Íunção dâ teúpe.aturê absôluta (?),
para
uma amostra de
gás
ideal. Os
pontos,4 eA
indicam dois esÌados dessa anostra.
|
\
2\ 3Í,, 4Ír
r
Sendo

e
y,
os voìumes corespondêntes ãos
estados indicados,
podemos
aflrmârque ã rãzãô
massa de
gás perÍeito
à temperatura de 27'C
parâ
outro rccipiente devolume20% maior PaÌa
que
a
pressão
clo
gás
nesse novo recipiente seja
igual à inicial, o
pesquisador
teve de aquecer o
a) 20 'C
b) 30
'c
c) 40'c
O
50
'c
ê) 60'C
T.Ì50 aUì:pB\ Antès dc Inr. ia. um! vràqêrn. u n n^tnri,_
tâ cüicÌadoso calibra os
pneus
de seu carro,
que
'
estão àteúperâtürã aúìriente de 27 "C, com uma
pressão
de 30lbi/pol'z. Ao nnaldaviagen,
para
determinãr âtemperatura dG pneus, omotorista
mede a
pressão
deles e descobre
que
estê au-
mentou parâ 32 lbÌ/pol:. Se o voìume dos pneus
permânece inâlte.âdo êse o
gts.ô interiordeles
é ideal, o motorista determinou a temperatura
dos pDeus como senoo:
coDsidêíâdo ideaì, é aquecida da tefrpe.atúrã
ambiente de 25
"C
até a temperatura de Ì00'C.
Saberdo que
a
pressáo
iniciaì do
gás
contido na
pãnela
é P0 e
qtre
o voh'me da
paneÌa permâne-
ceu constante durante esse
processo, podernos
a) o proce$so
é isovoÌumétriso e a
pressão nnal
5P,,
' 4
b) o
processo
é isovolumétrico e a
pressão
frnaì
P.
da
Danelà é aDro\imadamente +
c) o procês$o
é isobárico e o volume dã pdela
permâôece
cônsÌânÌê.
d) o pÍocesso é isobárico e âpena âtemperatura
e) o procssô é isovolüoétÍìco e a pr!ssão nDâÌ
dã pdêlã
é ãpÍoainãdãnente :P!.
ur e<Ì uor ì Ì c oDsêr vr
quF
l5 Ìiros de determinada m6sâ de gás pedeito,
;
l r esçao
dp 8 Jr n, , ol r e umr r r an, Í or mdçl o
isotérmica na quãl seu volume âlmenta de um
terço. Ànova pressão do gás seráde:
â) 2at m b) 3at m c) 4at n
O
5at m e) 6ahÌ
+ê,
oj o]
c) 1 d) 2 e) 4
17' , C
27
' C
37
"C
47
"C
c)
o
b)
. r ; j ì r
I r vr J. ( e ì / È5")
um
t ì êsq! ' saour
r ' ansr êÍ u omJ
L3
j
a
iïi.iËii
CUC-RD
una
púerâ Iechada, conteúdo úo
sás
. 162
e) 57 'c
Os FUNDÁMENÌ o3 oa Fs. a
I
$li!,ir
Ornrn)
uma serinsa de injeção
tem seú bico compÌetamente veda
do e inicialmente contém o voÌume
de 5, 0 cm' de a. sob
pr essão
de
0,90 10sPâ. Suponha
que
a massa
de ar se comporte como um gás
peíeito
e sofra uma trdsÍormãção
isotérmica quando
o êmboìo lor
p!L!ado,
aumentando o volüme in'
te.no pa.â 20,0 cm'. Sendo assim,
a pressãô,
en Pa, será iguala:
a) 0,30. 105 c) 4,30 10r
I
b) 2,25. 10',
O
3,60 10"
Ë
1, 00. 105
SiàË Ct-el
co.siae.e o
processo.
experimenra.ro por
um gás ideâI, ftostrâdo na figura.
Sejâ
Ã
âtemperaturaabsoìutado gás no pontô,4
e r0 a tempeEtura abolütã do ga nô poúo A.

"l i
oi o:
a,
0
igüaìa:
. o' - . u. "". . ,
o*
f
e
i$!b: OFc-cE)
uln
gás
idear sorre o
processo
ciclico
Fostrado
no diagramap x ?i conlorme iigürã
abairo. O cicìo é composto pelc processos ter-
Ínodinâmicos a + ó, Ò ). e.) a.
&sinale entre âs aÌternativas abaixo aquela
que
contém ô dìâgrâma
p x
yequivaÌente
ao ciclo
a)
'r-'-
o
IJ
+JEái
CMTM-MG)
Ào nível do me ê sob temperarura íe
27 'C,
450 [ de gás
hélio,
puro, preenchen o espâço
intemo de m balão
(dâdo:
t atm
:
5
Pâ). Àdmi-
tindcse qüe
â
pârede
do baÌão não derce pres-
sáo signilicativa sobrc o ga, ao setrânspoÍtaro
balão paÍâ
um local em qüe frcará submetido à
pressâo
de 39 kPa e à tempentuÍa de 13
'C,
o
\ ol uì e
d-
9".
hpl i o
"r mazpndao
r u oal áo
çer ; .
a) 1.000 b) 750 c) 555
O
215 e) 130
rì!ÊÊr
Güvest-sp)
um equipa-
mento possui
üm siste-
mâ Iormado por um pis-
tãô, com m6sade Ì0 kg,
que
se movimenta, sem
at r i t o, em um ci Ì i nd. o
de secção transversal
5: 0, 01 m' z. Oper ando
em uma r egi ão onde â
Pt essão
at most ér i ca é
@
{
t "
t"
t.
de 10,0 x 10'Pa (sendo t Pâ
=
I N/m:), oarapri-
sionado no interior dô cilindro mantém o
pistão
a üna altural/
=
18 cm.
Quando
esse sistema é
Ì Fvâdu a op". "r
. m
un d r egi co ondp a
pr Êssáo
atmosférica é de 8,0 , 10'Pa, nantenoo-se a
mesma temperatura, a novâ ãltúfaHno interiof
do cilìndro, em centÍmetros, pãssa â ser apro-
ximãdanente de:
a) s,5 c) 20 e) 36
b) 14, 7
ü
22
Qado: g:
10 m/ s)
mâzenamento
de ar! é um recipiente ciÌíndrìco,
metálico, com paredes
laterais de pequena es
pessurâ.
G éÍechado na sua
parte
superior, aber
to na inlerio. que permanece
inersa em água e
pode
se move. na direção verticãì. G contém ar,
iniciaÌmenteà
temperatura de 300 K! o nivel dã
ágüâ no seu iôterior se enconth2,0 m abaixo do
nivel erlerno dâ águâ, Nessas condições, atampã
de G êstá 9,0 m acima dÕ nivel externo da Águâ,
como mostra a frgurâ.
I
300 K
20f f
c) 10,8 m e) 13,2m
ol l , 2m
J'
Áeun
Aquecendo-se
o
gás,
osistemasestabilizanuma
novâ artura de equilíbrio, com a tâmpâ sup!rior
a uma âìtuía fl, em relação ao niveì e\.temo da
ãgua, e com a temperatura do gás a 360 K.
Supondo que
o ar se compoúe como um gás ìdeaÌ,
ã oova ãltüra.at será, aproximaddente, igual a:
a) 8,8 m
b) 9,0 m
CaPrÌuro 8
.
EsÌuDô Dos Gars
163.
nsú
CJEPB)
Uú f/eez?r foi regulado
parâ mânter â
t emper at ur a i nt er i ôr i gúal a - 3, 0
' C.
Quando
a temperatura e\1erìorvale 27,0'C ê ã ptessão
1,0 âtm, uma
pessoa lecha a porta do tee:er e
liga{, Após un cüio tenÌpo, eìa tenta abÍilô, oa
.ão.oDsegue com faciÌidade. lssÒ ocÕÍre porque:
a) a prcssão no intêrioÍ do t?úer é maior
que
a
pÌessão no exterior e vale 1,2 atft.
b) â pfessão no interior do ti!úel é igual à
pres-
são no e{erior evale 1,0atm.
c) a pressão no iúteÍio. do t!spl é menor
que
a
prcssãô nô dterior e vaÌe 0,5 atn.
O
a pressão no inteÍior do freezel ê menor
que
a
pfessão no ê{terior e vâle 0-9 atm.
e) a
pressão no inteior do t!ezer é mâior que a
pressão no erterior ê vale 1,5 âhÌ.
S$fl;:
6tnitespl
um estuaante contoü ão seü proressor
de fisicâ
qúe côlo.ou uma
garrafa PEI vãziã,
Ie.hada, no tpcer de sua câsâ. Depois de aÌgum
tempo, abriu o t e:er e verincou
que
a
gar.afâ
estâvamssada. Na
primeira
versãodo estuda
te, o volunÌe teriase.eduzido de âpenas 10% do
volume iniciàl! eú oma segunda versão, a redu-
ção
dovolumeteriasido bem ftãiôr, de 50%. Para
avaliar a veràcidadê dessa lìistória, o
DfolessÒr
âplicou à situação descrita a Lei GerâÌ dos Gões
Perieitos, lãzendo âs seguhtes hipóteses,
qüe
.
a garrala Ioi ben lechãda, à temperatura am-
biente de 27 'C, enão houve vazaúentô de âri
.
a temperaÌrra do âeezel era de 18'C:
.
houve t empo sul i ci ent e
par a o equi l i br i o
.
a pressào interna do teezelteú de ser ìnoor do
que a
prcssão
ambiente
(?ressâo
atmoslérica).
Àssim, o
prolessor pôde.oncluir que o estudante:
a) Íalou ê verdade nâ pÍimeira versão,
pois

e$sâ Íeduçào do voÌunÌe é compativel com â
côrdição de
que
a
pÌessão
iúteÍôa do teezel
seja menor do
que
a
pressão âmbiente.
b) faÌou a verdâde na seguncla versão,
pois

essã redúção do volüme é compatível coú â
condìção de
que
a
pressão intêrna do /re4er
seja meDor do
que
a
prcssão âmbiente.
c) mentiu nas duás versôes, pois ambas implica-
Ìiaú umâ
pressão interna do teezef maioÍ do
que â pressào mbiente.
O
mênúr nas duas versões,
poi$
é ioPossivel
a dinÌinuição do volLme dã gârraia, qualquer
que
seja a Íelação edtre a pressão interna do
te?:e/ e a pressão âmbiente.
e) nìentiu n6 duõ versões,
pois n6s6 condiçõs
a gdafa teria estulado ôu ãté ÌÌemo dpìodi
do, tendo eiú vistâ qúe ã pressão intema do tee-
zel é úúito menor do que â
pressão
ambiente.
&#*
Ofac)
rem se 6,a
.
10
:
ks de
gás oxigênio (o,),
cuja massa molaÌ é 32
g/ütol, considerâdo como
ideal, numvoluúe de 10liiros- àìenrperatura dê
27 'C
(dâdo: constante miveEal dos
gâses per-
feitos
:
0,08 atm. l/mol. K).Àpressâo exercida
Sjí#.*,i
CUc-sP)
una cânara de vorume constante coÍ-
tém um nol de un
gás ideal a uma
pressão
de
0,50atm. Se â teÌnperatura da caman for mantida
constante e mais dois frols do úesmo gás lorem
nelãinjeiados, sua
pressão frnêl será:
.F#4
OhckenziesP)
Durante ce.to erperimento em ìa
boratório, útili2ôú-se üm aqüecedor de
potência
cÒnstanÌe e igual a 1.000 W durantê 14 ftinutos-
Verilì(ou-se em següidaque, cod a
qudltidade de
energia ìérúica dissipãdâ n$se tempo, se
pode
propoÌciond
o mesmo aumento de teóperâturâ,
tânto â um volufte de 20.0litÍos de águalíqtrida
pura,
como aumamassadegás carbônico
(CO?)
igur a 22,0 ng, inidâlmênte à tempêrâtüra de 27
'C.
Sabse que a masâ de 1 mol de CO) é 44
g (dados:
n
=
s,:
.
ro
:
j!!i
llla
c--
=
4 r jôuiès/s. ci
dtu""
=
1,0. 10rg/litro).
ManteDdo se coBtante o volume do
gás, quêé de
I
,0
.
l0
:
litro- sua
pressão
finaì seú apÍoxiúâdâ
0,48 atm
0,50 atm
50 atm
o
o
b)
a)
b)
c) 0,50 âtü ê) 0,75 atm
d) Ì.75 atm
f
â) 0,Ì50arm c) 1,50 atn
b) 1,?7 atm
O
1,57 atm
e) 3,00 âtrÌ
ì

OúvestsP)
Uma e,ruipe tenta Íessâtâr um bârco
nâúIÌaeado que
está â 90 d de
profundidade.
O porão
do barco tem tamanho sún.'enie
para
que
un balão seja nrflãdo denfuo dele, expulse
parte
da água e
perúitâ que
o bârco seja içado
atê úrE prcluídidãde de l0 m. O bâlão dispõe
de umaválvula que libêra o âr, à medida
que
o
bãrco sobe,
para
manter seu volume inalterado.
No inicio da operação, a 90 ú de
profündidade,
são injetados 20.000 mols de arú. baÌãô- Sâbe se
que
ô
pressão
na supeflicie do úãr é de I âtm
e que, no mar, a
pÌessão âuoêntãde 1 ãlm a cada
10 m dê prcfundidâdê. AIéú dissô, ã
pressão
do
ar no bâlão é senpÍe iguár à,presão externa da
águâ. Aô alcan!ìâ. ã prolündidade de 10 m, a
poÈ
ceDìagem do arinjetado
qúe ãindapermanece no
50% e) 90%
80%
ij5-4ídé:
guvest-sr)
um exiintor cle incêndio ciìindri.o,
contendo CO2, possui um medidor de
prèssâô
internâ que, inicialmente, indica 200 attu
(dâdo:
I arm
:
10s N/m). Com o tempo,
pafte
do
gás
escapa. o extintor
perde pressão
e
p.ecisa ser
recarregãdo. Considere que â temperaiurâ
per-
manece constâDte e o CO:, nessas condiçòes,
compor t a se como gás peúei t o.
Quando
â
pressão
internâlor igual a 160 atm, aporcentâ
gem
da mõsa inicial de
gás que
terá escapado
â) 10% b) 20% c) 40%
O
60% !) 75%
o
a) 207.
b) 30%
.164
Os FUNDAMENÌo5 DÁ FG.a
Ì t 6i
0l q. sP,
I Ì r ". i pi er l ê. or ' r . nnd
i ni . i al nr Pn l ê
"
. 0. 0LÉdpC$. obpr êscJodF
l U l n \ m r à
qudiidadetÌ de gás saiudo recipientesem
quea
temPeratura variasse. Determine n, sabendo
que
a
pressão caiu
pa.a 2.5 i06 N/n':
a) 2,5 ks
O
4,0 kg
b) 5,0 ke
.) 7,5 kg
e) nenhuma das anteriores
lsr;
(Iuvesi-SP) Umcilindro contém uftacertamassa
n0 de um
gás ã I,
:
7
"C (ou 280 K) e
pressão p0
Ele possui umaválwÌa de segúrânça
que impe.le
a
pressâo intema dê âlcdrçar vêlôres superiores
a
pr.
Se essa
pressão uÌtÍâp6saf
Pi
pârte do
gas
é liberãda
parao ambientê. Ao ser aquecido até
?= 77
'C (ou lì50 K), aváÌNla do cilind.o lib!ra
parte do gás, mantendo a
pressão iniema no valor
p0, No frnal do aquecimento, a dâssa de
gas qoe
pemanece no cilindro é, aprctjradmentq dei
a) 1,0m!
b) 0,8nr
0.?ro
g
(ì,r,rr
0,5ni
T. 16à. . L f vc' t oúl r r \ i n r l 82+' v0f )
êsr abF. è

und
r el a( "o en. r " d
Fnêr gi J dê dgr , a. i o das mul - . ú , s
de um sistema e suatemPeratufa
Considefe úm
reciDiente com
gás, lechado e cüjâ variação de
volume seja desprezível. Podese, então, afrrmar
corretamente
que:
0l ) á
"r Fr gr dci nc
r a ods nôì é, | ì . s I o
8; '
ì ão
depende de sua temPeratuÍâ
0D
quaúdo a temPeÍãÌüra das úoléculas ì{rr de
32
"F, nâo haverá agitãção térmica das mole-
cülas do
gtu.
04) o estado de âgiiação dâs moÌéculas do gás
é o mesmo
par ââs t emper ât ur as de 100' C
e 100 K.
08)
quando ã temperâturâ das moÌéculas
tor Ô
zero absolutô. a âgitação térmìca dâ5 môl*
culãs deve cessar
16) a uúa tempeÌatuÍã de 0
'C,
a ênergia cinética
das nolécuÌas do
gâs énula
Dê como respcia a somados númeús
que prÈ
cedem as a6Ímâções corrêtàs.
6|.
,
Gspe)
Ì\o
""tuao
aos
sases
criou'se uÒ mocrero
leórico, denominâdo
gás pe.feiio ou ideal Vários
cientistâs contribulrâm
pea este estudo, dentre
el es Boyl e
( 1627- 1( j 9Ì ) , Mar i ot t ê
( 1620 1684) ,
Gay Lussac
(1?78 1850) e charles
(1746 1823).
Às sitüações descritas a seguir r!fe.em4e a aÌ-
guns fenômenôs ! teorias erbtentes âcer.â
.1.
.
\ i r uo\ . i o / Aui nr r oduzi "a,
númPr r êu\ d/ i o
os choques das moléculas dos
gâses quecon-
põem o ar com as
paredes internês do pneu
idem com
qúe ele se enchâ
.
ttuaçdo1l-Dentro
de um botijão existe oÌna
detehninada
úassã de gás a 300 Ke sob
pres
são de 6 atm. Sendô o seu volume invariâvel,
ao. sr ' r ; r o dr F 200 K, , uJ
pr èssáô
! as! a
o s
o
o
j
.
SÌìraçrio ///- Ao emborcâr uma latã vaTin .le
reirigeEnte, depôis de aquecida, úun recipten-
l , f um dg, â h d Pl i e ama. sddd
P"l z
Dr Pss; ^
atmosié.ica, deúdo ao aumento de
prssão eln
seu interior, resúliâdo do fes,riaÒeDto do ar
rareleito
que
foi aprisionado.
Para as situaçÕes suPrâcitadas, é
(são) veÌda-
deirã(s):
â) somente Il e lll.
o
somente le IIL
b) sofreôte I ell. e) Ì,Il e lli.
c) soúerte l.
llíÉlj
(acáI+sc) coDsiderandopâpressão, vovolume
e N o número de moìéculâs de üm certo
gãs
jdeal,
â enêrgia cinética média
por úolécuÌa desse
gás
pooe
seÍ escítâ:
\ D
, .
zr l l p\
-
2r \ ' 3PY
a) - D) : - f l
2l
o,
y
e, 2i
@
ã
@
f
&Í:
G""p-PD
N''".
p.imeira experiência, exPâncÌe
se o gás contido em um recipiente, de modo a
duplicar o volume, enquanto a
pÌessào perma_
nece constante. Núma segunda erperiência,
â
paÌtir
d6 mesdãs condições iniciâis, duplicâ_se
a pressão sobre o
gás,
enquânio o volume
per
manece consÌante. A respeito da enêrgiâ c'nétìca
das moléculas do gás- pode-seâiìrmar que;
a) duplicou na düõ experiên.ias.
b) duplicou na li expeÌiência e reduziu-se a tÌe
c) duplicou na 2a elperiência e rèduziu se à me'
O
permdeceu
constdte nas duas dPetiëncia
e) em ambas âs experiências ioi multiplicâda
âíÍ# OFU-MG)
considere uma anostra de hidrog!-
nio e outra de ôr'gênio, ambas â uma oesma
temperatura. Sabe-se
que
a úâssâ molecule clo
hi dr ogêni o é 3, 3
.
10
' 2?
kg e ã do oxi gêni o é
53
.
10
:rkg.
PÒdemos afrrmaf
que:
a) se dupìicarmos a tempeÍâtura absolutâ das
anosüãs, os valores dãs eneqias cinéticas
úédias da moléculâs nãose alteran
b) âenergiacinética dó moléculas dehidrogênio
é úenor que a enereia cinêtica das molécdas
c) avelocidadenédia das noléculas deoxigênio
éftêio.
que avelocidade média das úôlêcdas
O
aeíergiãcüÌéticadas
nôlêculas de hidrogènio
nãô se ânulâno zero ãbsoluto.
e) â eneryiâ cinética da molécuìas de ongênio
se ânúlã no zero absoluto.
rSÍ":Si Gtece)
um recioiente contém umâ mistura
saso-
sâ. en equilibrio termodinâmico. consiituídâ
de
H:, CO,, NHre N, a baixã
pressão e ã temperãrúrâ
ambiente, compodandcse como
gás ideaì Den
tre 6 moléculas do interior deste recipiente as
quetêm
maiorvelocidade são as de:
a) H, b) co, c) NHr
O
Nj
caPlÌuro I
.
EsruDo Dos Ga*r 165
.
Nossas
j nf ormacÕes
sobre o movrì enÌ odas moécul assáoobt das nd ret arì ì ent e. Exst em part í cu as
que,
ernbora rnui t o
pequenas,
são v sí vei s erì ì nì j croscóp os
podeÍ osos
E as esÌ ão enì nì ov ment o desof denado,
em zìguezêque, conlinLranìenÌe bombaÍdeadas
por
outÍas
parÌíc!
as, ern todas as dlreÇóes
Observêçoes desse rì ] ovi menÌ o í oran-ì f el t as
pel a prl me Í a vez em 1827, pe o bot âni co l ng ês Robert
Brown
(1773
1858). E e not ou
que o pól en em sLrspensão na áqua apf esent ava um mov rì ent o cont i nuo
e desoÍ denado 1Í
guÍ a a). Em horì enagem â esse ci ent st a, o rnov f . ent o Í o denomnado moúi mênt o
browni ano Mâ s t arde, o rnov ment o brown ano Í ol observado em ol rt f as s t uaÇóes, como ocorf e na d ss
paÇão de parÌ Í crr âs de í urnaÇê no ar
(f
g! ra b).
r
9
j
a
{
Figu.a a. Í\4ovimento browniano.
Num microscópio podem ser
observãdos movimentos
de pàní(u las sólidàs em suspensáo
semelhantes aos movimentos dâs
FiguÌâ b. Na dhsipação dafumãçã
noâr, o movimento bfowniano
também está
prêsente.
1. 23 ( t i t M- PBì Nu". ! " i , Í u, d. ÀêcqôLr . o, , , o\ l
mento das úoléculâs são obtidas cÌe lorma
I n, êdì {êr
!
"i . ' r
Fq' - . Fmboí amJt s
r . p, qu. r d. . o
' oospoì cn.
no. \ , n\ - , 5
'
microscópios óDticos
podefosos exêc utando
moümentos desordenâdos em 2iguezague, o
que
Ìeva á infe.n que èssâs pârticulas estão
sendo cont i nuãme. t e boÌ nbar deadas
por
u, , ds
pd, r ú. q f 1l 40s. I i r ' . r èr . Fsr , r '
es>e movi men o e r el al i oúul ui u 4 a Lco
romico moìelll4r tose mu\ ìc ,rÕ JF ,^l
Lr24
(UEL-PR)
Denomüramos eleito bfowniano Õ
êaumc
r o o5çF' \ ado
- r p
r u q'
oÌ n i r u<. ' r Ì oç
po4 .
r ì ao em s' r pÈ ì i d^
e ÍÌurdos e,tdo em
-nce,
( e\ i do
do xr o\ i ment o JÌ eqt or i o e r ur
' ì r
r os p a .
r ì J' Jl oÌ oo oL r no
; . r ì a!
/ - L
-
.
u As- r n"
-
. Fnr -
. . dì r - , no r vos d 5ê9 r i l
áÍ l ucl o qr
-
l en or i q- m no nco nd èr r à
quó
lundamenta o movünento browniano.
.
166
Os FUNDAüENros oa FErca
Em 1905, Al bert Ei nst ei n* est udou o movl ment o browni ano e
rel acl onou-o com ã 1eoÍ a at ôm co-mol ecul âr. Segundo Eì nsÌ ei n,
a ag t ação mol ecu âÍ segue as rnesmas l e s
geÍ a
s
que
o movi
menÌ o browni ano. Pêí t í cLras sól das i mersas movi ment arn-se
poÍ
sererÍ boÍ ì bardeadas
pe
as mo écu ês do Í l u do
(
í qui do ou
gás),
as
qua
s tarnbém têm movinìento desordenado. Logo, ta s
pâÍtícu
ês cornportam-se como molécu as nìuiÌo
grandes, e seus
mov rnentos sáo análogos aos das moléculas do f uido. Assim, o
movi ment o dos
grãos de

en l mef sos represent ê uTn mode o
observáve do movlmento mo ecular.
A
paf t l r
dessa l déi a nt uí da
poÍ
E nst el n, f ol possi vel obt er
mui t as i nf orrnaçóes sobre as mol écul as - seu t amanrì o real ,
suâ vê oci dade, d sposi ção nos váí i os est ados da rÍ ì at éÍ i a et c.
Por êxemp o, ê mol écu a do ni t rogên o, const ì Ì u nt e bás co
do âr, t ern dì âmet ro apÍ oxi mado de 0, 18 b onési mos de um
meÍ o
(' 1, 8.
1O
10
m), massa de 4, 7. 10-' z6 kg, ve oc dade méd a
de 500 n' ì / s
(1. 800
km/ h) e, em câda segundo, col i de com mai s
de 1 b l hão de out ras rnol écul as.
Entrê do s choques sucess vos, o rnovimento de uma mo écu a é
sensìveLmentê retilíneo e unifoÍme
(figurâ
c) e cada choque mudâ a
dÍeção e o móduo da velocldade. Anda
que
a velocdade médiã dã
molécula seja elevada, tan'ìbérn é elevado o núrnero de colsôes
por
segundo, de modo
que
ela
percoÍe gÍandes d stáncas
para Ì de um
ponto a outro. É
porissoque, nunìa salaíechadê, decorre ceÌlo tempo
pâra sênt írnos o odoÍ emtido
por
uma substância a certa disiânca.
At râj et óÍ ã descÍ t a
pe
a rno écul a
gâsosa
é uma i nhaql t et ì Í a
da, constituída de segn'ìentos com as rna s vêTadas exÌensoes e
em todas as d Íeqóes do espaÇo, No entanto é
possíve
estabele-
cer um ca|Ììinho lvre médlo
percoÍrido
enÍe dois choq!es conse-
cltvos. PaÍê o oxlgên o, ern TPN, esse caminho vÍe médio é de
625 angstrôns**
(menos que
um dec m és mo do milÍmetro).
FiguÌa c. Entre doh <hoquês,
o movimento moleculãr é rêtilíneo
e unifolme.Todaviã, entre dois pontos,
a molécula
percoÍe longãs dhtânciâs
No !nd!Ìeço eLeüônicô http://wwl/.
f sc.üÍsc.ìÍl-ccf
/!aÌcerias/ntnujava/
gas2D/gas2D.html (!m ingLês), você
loderá
viruaìizd o noúÌnênto browniano
e, usando a simuÌação
prolosta, veÌificar a
{
q
l
f,
:
conseqüênciâ do aumento ou da dininuição
I da veÌocidadê das nolécuÌas g osas.
t È
l :
:
ê
* EINSÌE|N,Álb!rt(18791955),fisicoàlemáo,natuÍaizadonoÌte' ameri.àno.Desimple5funcionáriodeum!scritóriô
de
parentes
em Berna,Suiça,traníormou se num dos Íls cos mais Íenomãdôs do sécu oxxiaopublicat!m r905,
váriostrabalhosquevirama revolu.ionar a Flsica. Numdelês, Ein5teinãpr6eiÌôu umaanálisematemática
oara o movimento browniano.
** Um anqnrôm
d)core5pond!
ã uú declbi ionéslmo do metÍo, isÌo e, 1 À
=
o,000moooo1 m
=
10
r!
m.
a) o azul do mâr
b) Àtranspa!ncia dã ág&
Pura.
c) A agitâção térnica.
O
O escuro da noite.
e) A cor verde
qoe
domina avegetação.
t.25 (UEA-ÂM) Àb."'". um vidro de
peúume
dentfo dè um quarto lechado. ApÓs âlguns
segundGi
pôde se perceber o âfonâ den'
tÍo do quarto a 1 m de distância do local
onde se ãbtiu o vidro. Sabe-se
quê,
à tem-
perâtura ãmbiente, moléculas vâpor'zadas
do
perlume possuem velocidâde úédia da
or deú de 10' m/ s, cor r espondendo a um
tempo dâ ordem de 10 's
parâ percorre I m.
Consl der ândo o vapor do
pei l ume e o ãr
como
gâses ideais, uma explicâção correta
pârao
tempo real ser muito maior do
que o
previsto
âcìmâ él
ã) as moÌéculas nãoüêjâm em linharetâ, do
vidro ao ôbservador, mas em segmentos
de reta entre duas colisõês sucessivas.
b) â disÌância entre duas colisÕes sucessivâs
d$sa molécuÌãs comas molécuÌas do ar
é da ordeÍn de Ì03n.
c) ao sairem do vidro, as noléculas adquitem
movimento em!spifal de raio crescentee
coópdmento dâ ordêm de 10rn.
O
a velocidade da moÌécula diminui à medi
dã que
elâ se afasta dovidro.
e) as moléculas do
perlunè que saem do
üdro soirem coìisões apenas con âs pa-
redes do
quarto e só aptu um grande nú-
meio de colisões alcânçan ôobservador
CÁPlÌuro 8
.
EsÌuDo Dos GasEs
167
.
l{Èdize â experiêrcia conì supcNisno dc seu
ìrrclèsoÍ
Reâlizando uma trânstbrmâção
gasosa
Con\igi uh. gitr.f. PET de 500 nn vazìa.
Con, cuidrdo. er.h.. gaía1ì conr águ! hcD qrerLe (prjxlúo dx teh-uÍal c a rDntcnha assim por ccrcade 2i) se-
gurdos. Depois. esrazic a
eaüÍì
c 1ècüe-tr ! apnìrmenlÈ. Íos.túeando r ttunpa conì iì.nìczd.
E seguìda. deÌluÌc \obrc a gLmla iÌsü i.ìn (de tuneìnl.
Esta atividàde req uer cuìdados espe(iais
pãrã
É coreroaizcL<ìuc a
ga.Lra esÌ{vÌ vâ2ix. depois quc a í.puaqueÌte ïòir!Ìindâ? Por quêl
.
168
Os FUNDAMENÌ o5 DA F: . À
I .il*"!,]ffi
.,, i',,,',.',,
:,,,..,
l. coNslDEXÁçoES PRXLIMÌNARXS
2. TRÁBÀLgo NlMÀ TRANsFoRMÀçÃo
3. ENERGIA INTERNA. LxÌ Dx JOULE
paR-A
os casEs
PXRFXITOS
4. PRÌMEIiÀ LEI DÀ TxiMonrNÂMÌca
5, TRANSFoR aÇÕas casosÁs
7
I Estudamos, neste
(apítulo,
as duar leis
da Têrmodinâmi<a. A primeira l!i é o priÌicípio
dâ conservação da energiã, sendo discutida sua
apll!ção às traníormaçõês gaso5as. As!qunda
lei tem caráter estatístico e estabele.e a forma
prererêncial
de evolução do UniveBo.
com base nela, expllcamot o fun<ionamento
da5 máquinas térmlcas ê âs <ondiçôes em que
seu rêndimento é máximo.
Na foto, uma réplica, construídã em
(obre
e
vldro, da máqulnâ a vaporde Watt, uma das
prlmeiras
a convêrter <ontinuamente energia
térmica em energiâ me<ânica.
6, TRANsFORii,{Gso cÍc ca. coNvERsÀo DE cÁLoR
EM TRaBAI,HO E DE TRABTIHO EM CÂLOR
7 , TF,qxsFORu-açÕEs F$rrsÍvEÌs E TRnNsFoRMAqÒEs
IRREl/ERSlVEÌ5
8. sÊcuNDA LEM TERMoD!,IÂMÌCA
9. coNÌ'xRsÁo DE cAroR EM TMBÀLHo: MÁQUINA TÉRMIca
10. coNÌ'xtsÃo DE TMBALEo nM cat oR: MÁ0UINÀ
FrÌGoRÍftcA
11. cÌclo DE cÁRl,toT
12. EscÀLA rcwÌN TERì,ÍoDINÂMÌCÀ
13,
pRB{cÍpÌo
!À DxcMDAÇÀo DA ENIRGTÀ
14. DESoRDEM E xNTRoPia
!
t
E t. Consl derações prel i mi nares
AT!rmodinámica é o estudo das relações entre as
quantidades
de caloÍ
trocadas e ostrabalhos realizados num processofísico, envolvendo um coÍpo
(ou um sistemã de corpos) e o r!sto do Univ!rso
(que
denorninarnos meio
exterior). Por exemplo, um gás contido num cilindro provìdo
de êrnbolo
(figura 1), ao seraquecido, age com uma força Fsobre o êmbolo, deslocan-
oo-o. A55i m. o i i rl ema recêbe cal oí
(Q)
do mei o exl e or e à ' o
(a
-apl i radd
pelo
sist!ma Íealiza um trabalho ô sobfe o meio exterior
..r"
Por condução, o calor se transfere de um corpo para outro ou entÍe
Figura l. o
qás,
ao receber
partes de um corpo, em conseqüência de choques moleculaÍes.
auanto ::]:11'-T-"jt
"xterior,
realiza
maioÍ a temperatura, maìores as velocidades das moleculas e maisfÍeqüen-
rÌãDa Ino soore ere'
tes os choques entre elas, Desse modo, ocorre tÍansferência de energia cinética para
as molécula5 de
rnenor velocÌdade, isto é, para as regiões de menor tempefatura. Podemos, portanto,
consideraf a tem
peratura
uma propriedade que determina o sentido em
que
se pÍopãga
o calor
O trabalho, do mesmo modoqueocalor, também se relaciona com transf!rência deenergia. Noentan-
to, o trabalho corresponde a trocas energéticas sem influênda de diÍerenças de temperatura
-
e nesse
aspecto se dhtingue do caloÍ. O trabalho é realizado por uma Íorça
t
consìderando-se o sistema como um
todo, independentemente do Ínovim!nto de suas moléculas, e por ìsso nâo depende da temperatura.
Quando
o sist!ma como um todo produz um deslocamento ao agir com uma força sobÍe o meio
exterior, o trabalho realizado é denominado trabalho externo. No exemplo da figura l, o gás, ao se
expandi r desl ocando o êmbol o, real i za um t rabal ho ext erno sobÍ e o mei o que o envol ve.
O tÍabalho executado
por
uma
parte
do sistema sobre outra do mesmo sistema é chamado de tra-
balho interno. Assim, as forças de interação entre as mo éculas do gás
realizam um trabalho interno.
No est udo da Termodi námi ca só consi deramos o t Í abal ho !xt erno, que chamaremos, de agora em
di ant e. si mol esment e de t rabal ho.
CÁ?i ruLo9
.
Aç k
j
DÂÌRMóD Nnú ca
169.
@ Z.trabal ho numa transformacão
Consì dere um gás cont i do num ci l i ndro cuj o êmbol o pode se movi ment ar l i vÍ ement ! ! sobre o
qual há um peso de massa m
(figuÍa
2a). Durante qualquer transformação sofrida pelo gás, a pressào se
mantém constante, pois o peso colocado sobre o êmbolo não varia. Seiam p
a
pressão,
yr
o volume e
Ir a temperatura do
gás na situação inicial.
ô) b)
I
Figurâ 2. O
9ás,
inicialmente no estãdop,4, Í,, re<ebe umã quantidâde
de cãlor
0
(de
umà <hãma, porexemplol e passã para o estadop,
y:,I,,
realizando o trãbalho
G=
P.
t v, _
vì .
Fornecendo caloÍ
Q
ao sìstema, poÍ meio de uma fonte térmica (Íigura
2b), o gás
se expande, deslo-
cando o êmbolo de uma distância d. Na situação final (figura
2c), o volume do gás é
y,
e a temperatura
é Ir, mantendo-se a pfessão constante p.
O gás exerceu uma força Ësobr! o êmbolo, pÍovocando sobre ele um desÌocamento de realizando
um trabalho õ, dado por:
6=Fd
Mas: F
=
pÁ. Sendo p a pr!ssão do gás e Á a área do êmbolo, vem:
6=pAd
O produto.4d
=
^yé
a varìação de volume ocoÍrida. fusim, o trabalho õ realizado pelo gás sobre
o meio exterior é dado por:
3
I
a
s
!
!
(trabalho
numa transformação isobáÍica)
O trâbalho é uma grandeza algébrìca e assume, no caso, o sinal da varìação de volume
^y,
uma vez
que
a pressão p é sempre positíva.
Numa expansão, a variação de volume é positiva e, portanto,
o tÉbalho realizado é positivo. Como o
trabalho representa uma transferência de energia, o gás, ao se expandir, está perdendo energia, embora
est!ja também recebendo energia sob a forma de calor da fonte téÍmica.
Nurna compressão, a variação de volume é negativa e,
portanto,
o trabalho realizado é negativo.
Assim, quando um gás é comprimido, está recebendo energia do meio exterior
E usual dizef que, na expansão, o gás (sistema)
realìza trabalho sobfe o meio exterioÍ e, na compres,
sao, o Í ì ero e\ t eri o' Í eal i rd t rabal ho t obre o g; s,
. r p Os FUNDÁMINÌo, DÁ FscÁ
No diagrama da pressão em função do volume (diagfama de t|abalho), o produtop.
^ycorresponde
numerìcamente à área destacada na figura 3, compieendida entre a reta rcpresentativa da transformação
e o eìxo das abscìssas.
Podemos generalizaressa conclusão (figura 4)/ considerando uma transfoamação qualquerentre dois
estados do gás. Admitamos uma série de pequenas transformações isobáricas elementaÍes. Em cada uma
delas, a área do retângulo ìndividualizado equìval! numerìcamente ao trabalho realizado. A somã dos
vários retângulos Íornece o trabalho total realizado na transformação.
t-
E
5
- E
i
@
Í
FiguÍâ !. O trãbalho realizado é dado
numeÍcamente pelã
área destacãda;
õi ,
I
r. ooserveque6, ,
I
-1.
Figurã 4, O trãba lho realizado é dado
n umericamente pela
área destacadâ,
quâlquer
que seja a tnnsformado entrê dois êstados
dosás:
q: I Á
e 6, , I -Á.
3
3
Ent re doh est ados quai squer do gás, podemos consi derar
uma infinidade de processos
e, portanto, uma infinìdade de va-
ores para o tfabalho realizado. Sendo assim, o trabalho realizado
numa transformação termodinâmica depende não só dos estados
inìcial e final como também dos estados intermediários, isto é,
do caminho entre os estados inìcìal e fÌnal. Por exemplo, !ntre
os estados ìndicados por Á e por
4
na fìgura 5, o maìor trabalho
é o real ì zado no cami nho l , e o menof , no cami nho l l l . Ent ão,
podemos escÍever:
a a al
Fi9uÍa 5.O trabalho reâìizado num
processo termodinâmico dêpendê
do câ minho entre os estados ini<iãl
ffistmFr
ffi
Cinco mors oe um gás pedeito
se encontrâm à temperatura de
600 K, ocupando um volume de 0,5 m3. Mediante um
processoiso-
bánco, o
gás
é submetido à transiormaçÃo indicada no gráfrco-
a) Determine a
pressão
exercida
pelo gás duranteo processo.
b)
Qual
é a temperatura finaÌ do gás?
c) Calcule o Ìrabalho reâlizadonâtransfomação, indìcando como
esse cálculo
podeser
Ieito
por
meìo do gráfico.
d) Oi.abalho em
questão
é realizado
pelo gás ou sobre o
gás?
ExpÌique.
eoêdo: R
=
8, 31/ moÌ . I 9
SoluçÃo:
a) Na equãçâo de Clâpelaon
py=
nA4 substituiÍlos n
=
5, v= 0,5m3,.R
=
8,31J/mol. K e I= 600K|
p. 0, 5
=
5. r J, 3r . 600 =
Í ; =; nÀì
b) Comoopr ocessoéi sobáÌ i co, vaÌ eâl ei deChdl es. SendovÌ =0, 5m3, y: 0, I m3Gr á- Acô) eI j =600K,
=
t:*-ì
u v 0.5 0.1
T, T, 600
4
CaPÍúro
9
.
As LE s oaÌRMoD|NÀM ca
17r.
c) O trabalho pode sercãÌcúlado por õ
=
p lr
Sendo
p
=
5. 101N/ mr e
^Í / =
v, t i =0, 1nf 0, 5nf = 0, 4mr ,
.
=
q.
r o, .
(
0, 1)
-
i ;
: , z. ì ì
Esse trabaÌho iambém
pode
ser calcülado pela área do rctânguÌo
destacado no
gráfrco:
"
,4
:
5
.
101 -
(0.5
- 0,1)
=
2 10r
Teúos õ
: , , l , Osi naì negat i vodeveser acr esci doemr azãodese
úãid de úmã cofrpressãoi logoi
õ
=
2. l oaJ
d) Como o gas
estásendo comprimido, isto é, seuvolume está dini
nuindo, o tfâbalho é realizado sobre o gtu, pelo
meio dterior.
Reêpo6t 6r a) 5. 10r N/ m: i b) l 20Ki c) 2 10aJi d) sobr eogá5.
{
ii{iiilir cctamcsae
"mgás
ideaì soÍre oprocesso temodinãmico indica-
do no gránco ao lado. Seddô ?'Ì
=
200 K ã teftperatura inicial do gás
no
processo
e I,
=
900 Katemperãtúrã IìdâI, calcule:
a) o volume nnaÌda mâ$ã gãsosal
b) o trabalho reaÌizãdo no prôcesso, indicândo se ele é rêalizado pelo
gás ou sobrc o gás.
Soluçào:
a) Como se trata de umâ transiormaçãô eú que sê môdificam as
três variáveis de estado, devemos aplicâr a lei geraì dôs gases
PrVr
=
PzVz
r T
Subst i t ui ndo

=
4. 10sN/ n' : . p, =6. 105N/ n! . I Ì =200K,
",
=
900K e
(
=
2. 10
r m' ,
obt emos:
b) O trabalho rcalizado no
processo
é dado pela áreâ dô úapézio
destacado no
gránco, que numericamente vâle:
4_6. , n'
4 t n. . C. 10
2. t 0
)
2
- "
r , 4= 5 l 0; 4 10
r
e Á
=
20
.
10' :
=
2
.
10r
Asrm o úàbarho vare:
la=r-
tír'lì
Cono se tÌata de uma expansão. esse trabalho é positivo. sendo
realizâdo pelo gás
sobre o meio exterior
Re$poslasr â) tj l0
r
mri b) 2
.
103 J, realizâdo pelo gás.
6
5
1 E
I
{
j
{
-
j
3
l
I
'iÏtrl
.i.15-iil
Ud
gás
ideaÌ é comprimido isobaricamente como indicâ o gráflco.
SejamÁ o estado iniciaÌ eB o estado nnâÌdã massa gâsosâ. Àtempò
Íâtura iniciaìdo gás é Z,
:300
K.
â) Determine atemperaiürã nnâÌ4do gás.
b) Câlcule,
pelo gráfrco,
o trabalho rcâÌizado no proce$o.
c) EssêtÌabaìho é rcaÌizado
pelo gs ou sobre o gás? Por quê?
. 172 05 FUNDAMENToS DA Fl s.a
i {l bF; o cr i n. "
n". r "a uma r ' ar sÍ o"mdçao so' t i dJ
Por
4 É^l ' dF um
eds
Der Í e' Lu â DJr r i r oê um
êsl âJo 4, em
ql e
â l Pmper al ur a
é
500 K
"r é
outro estãdo B, em
que a temperaturavâle 600 K
a) Determine as
pressô$ iniciaì
(pJ e frnaÌ
(",)
do
gás
b) Câlcule otrabaìho reãlizado no
processo.
c) Essetrâbãlho é reâlizado
Pelo
gás
ousobre ogás? ExPlique.
@ador F
=
8, 31J/ mol K)
A mâssa de 56
g
de um gás de ma$a molar M
=
28 g/mol, süposto
ideãI, sofre a trânsiormação,48
ind'cada no
gráÊco
â) Determine âs iemperaturas
4
e IN dos estãdos iniciâl e final da
Câlcuìe o trabâlho reâlizado no
pfocessoÁ4.
O trâbaìho em
questão é realizãdo
peÌo gás ou sobre o
gás?
Lrplique.
eôado:R
=
8,31J/nol 19
b)
c)
@ l . tnergi a i nterna. Lei de Joul e
para
os
gases perfeitos
A energia total de um sistema é composta de duas parcelas: a energia externa e a energia interna-
A energia externa do sistema é devida às relaçôes
que ele guârda
com seu meìo exteÍioí -
energia
cinética e energia
potencial.
A energla interna do sistema relaciona-se com suas condições intrínsecas. Num gá5, corÍesponde
às parcelas: energia térmica, que se associa ao movimento de agitação térmica das moléculas; en!rgia
potencial de configLrração, associada às forças ìnternas conservativas; energias cinéticas
atômìco-mole-
culares, ligadas à rotação das moléculas, às vibrações intramoleculares e aos movimentos
intra-âtômÌcos
das partículas elementares.
úão se mede diretamente a energia interna U de um sistemâ. No entanto, é ìmportante conhecer a
variação da energia interna
^U
do sistema durante um processo termodinâmico. Para os gases ideais
monoatômicos, êssa varìação é determinada somente
pela variação da energia cinética de translação
das moì é(ul as que cont t i t uem o si 5t ema.
Há processos em
que a energia interna varia e a tempeÍatura
perman!ce conslante E o que ocorre
nas mLrdanças de estado de agregação. A energia Íecebida
(calor latente) duÍante o pfo.êsso ãúmenta
a energia inteÍna do sistema, Assim, durante uma ftrsão, o estado líquìdo tem maior energla interna
que
o estado sólido, !mbora durante o
pfocesso
não esteja ocorrendo variação d! temperatura Por outÍo
lado, n as tra nsformações
gasosas, a varìação de energia interna
(^U)
é sempre acompanhada de varìação
de t empeÍ aLura
(ÀÏ ).
Retomemos a transformação isobárica descrita no item anteÍioÍ
(página 170, figura 2) Vimos que
o
gás recebeu a quantìdade de calor
Q
! realizou o trabalho õ. Tendo ocorrido variação de temperatu-
n LT
=
T2 - ïì, variou a energìa cinétìca das moléculas do gás e, portanto, variou a eneÍgia ìnterna'
De acordo com a t!oria cinétìca dos
gases, sendo /? o número de mols do gás (página 159), temos:
1
Energi a ci nét i ca mol ecul ar i nì ci al :
E
: ; nRI
3
Energia cìnética moleculatÍinal: E,
=
tnRlz
Variação da energia cinética mol!cular:
^E
=
f, Ej
!
t
9
a
p
=
),n
'
rr,
I,)
Essa variação
^Ecorresponde
à varìação da en!rgìa interna
^U
do gás, suposÌo ideale monoatômico:
Ì
LU=^E+; nR. ( T, - r )
CaPl ruro
9
.
As Lar DÀÌ*MoD NÂMd r7t.
Not e que, se a t emperat ura Í i nal I , é mai oÍ que a t emperat ura i ni ci al I r, a energi a i nt erna do gás
aument a. Se 12 f or menor que I r, a energi a i nt eÍ na do gás dÌ mi nui . No caso de a t empeÍ at ura f i nal 12
)e' i gudl ; i ri ( al /
,
d ene' gi d i rt erl d do gà' noo vari o.
Situaçòes possíveis Energia interna
I : >I r +
^f >
0 =
^U>0
aument a
I r <I r
-
Àf < 0 â
^U<0
di mi nui
I , =I r =ÀI : 0=ÁU: 0 não varia
t
^udo
sás
é dada
por
Podemos, assím, enuncíar a lei de
ioule
para os gases perÍeitos:
A eneÍ gi a i nt erna de uma dada quant i dade de um gás perf eì t o é f unção excl usi va t l e sua
temperatura,
E| +. Pri mei ra l ei daTermodi nâmi ca
Nurn processo termodinâmico sofrido poÍ um gás, há dois tipos de trocas
energéticas com o meio exterior o calof trccado
Q
e o trabalho realizado õ.
A variação de energia inteÍna
^U
soffida pelo sìstema é conseqüência
do
bal anço energét i co ent re essas duas quant i dades. Tomando como exemp o
uma transformação isobãrica como a da página I70 (figura 2), se o gás rece'
beu do mei o ext eri or uma
quant i dade
de cal or
Q
=
201 e f eâl i zou um t rabal ho
sobre o mei o ext eÍ i oÍ õ
=
3
J,
sua energi a i nt erna aument ou de
^U:
l /
I ,
Em out ras pal avras, o gás recebe! 20
j
de energi a do mei o ext eri or (sob
a
forma de calof), perdeu 3
I
de energia (sob a forma de trabalho), tendo absoÊ
vi do 1 7
J
de energi a, que aument aram a energi a ci nét i ca de sLras mol écul as e,
portanto,
sua energìa inteÍna, Na figura 6, ÍepresentaÍn-se esquematicâmente
essâs trocas energètrcas.
Podanto, sendo
Q
a quantidade de calortÍocada pe o sistema, õ o trabalho
realizado e
^U
a varÌação de energÌa interna do sistema, podemos escrever:
Essa f óÍ mul a t raduz anal ì t ì cament e a
prì mei ra
l ei da Termodi nâmi ca:
A variação da energia interna de um sistema é dada pela
diferença entre o calor trocado com o
meio exterìor e o trabalho realizado no processo
termodinâmico.
A primeira lei da Termodinâmica é uma reafirmação do princípÌo
da conseruação da enèrgia e, em-
bora tenha sido estabelecida tomando-se como ponto de partida a transformação de um gás, é válida
para qualquer processo natuÍa que envolva trocas energétÌcas.
B
R.5l Seis mols de trm
gás
ideal monoaÌômico solrem o
processo
termodinâmico Á8
indicado no
gránco.
Sendo Â
=
8,31 J/moì K. determine:
a) as tempefaturas inicìaÌe frnaldo
gási
b) a variação de energia intema do
gás
no
processo,4Bì
c)
(
) tÍâbâlbo Ìeaìizado peìo gás
ao
passaÌ
do estado Á pafa
o estacÌo 8i
d) â quaôtidade
de caìor tfocada
peìo gás
na iÌaníornâção de Á
parâ8.
.174 Os FUNÒ^MENÌôS DÁ Fi srca
f
â) As tènperaturs
4
e Ir
podem
sercãlcülâdas
pela
aplicação dâeqúação dê Clâpeyron:pv
=
nÃt
Peâ o estadoÁ, obtemos do
grá6co:pi
=
3 10! N/m] e vì
=
0,1m3
Parâo estado r,
p,
=
5. Ì0'N/nr e v,
=
0,3 mr. sendon
-
(j
mols e
pa| a: í t RT^
-
310! 0, 1
- 6
8, 3Ì
4r
R
:
8,31J/mol
.
K, temos:
F=*ì
t-
. - E
ët
pDva: nR\ - 5. 101 0, 3=6 8, 3r ' r , =
F: 3r 1n
b) Como se t.atâde umgâs ideaì monoatômico, â veiãção de energiâ intemaé dadaporl
ou
:
|*
çr"
,^1
Então:
c) O tãbâlho realizado
pelo gás úa expãnsão á3 pode ser caìcuìado
pêlâáreã do tEpêzio destacâdo ôo gráúcô ao lado:
4
!
t
"
r u. r
n. t
- A- t
l ^' - Í t . 2
= , 4
:
0, 8. l d
Portdto, o t.abâlho vâle:
[":-lt

d) Aplicando ao
processo
â
primeiralei da Termodinâmicâ, tereúos:
LU=Q õ)
Q=LU+6+
ì
e
:
r,8
.
10{ + 0,8
.
ro' =
to:
rs i l r' l ì
ObseNe
que,
no
processo.lA, ô gás recebeu do meio eitêrno lma
qüdtidade
totaÌde eneryia, nâ forma de
câlor, igual a 2,6.loaJ. Dessà ênergiâ, 0,8
.
10' J foraú "gastos na lorma de trabalho,
para
exPddir o gás.
Os residtes 1,8.10rJ loram usâdos"
pârâ âumenta. a agitação térmica das molécuÌas do
gás
e,
portânto,
pâÍa
aumentar a suaeneryia interôa.
R$poBt âÉ: â)
=
60 Ke: 301Ki b)
=
1, 8. 101J; c) 0, 8 104 Ji d) 2, 6 10' J
oi .'
:
j
.
o.s,:r
.
c,or
eol =
[{t-
rÉ. roì
2
!
iiiiï.tiiï;
ceÌta
qüanti.Ìã.Ìe de m gô ideâÌ monoatômi.o soÌre o
processo
temc
dinâft ico,4,B indiedo no gf áfr co. SendoR
=
8,31
/mol
K e
4
=
600 K a
temperãtura inìcial do gás. determine:
'
â) ô número demols do
gdsi
b) ã temperatura nnal I,;
c) ã variâção deenergia internaqueo
gás sohe no
pÍocêssoi
O
o trãbâÌho Ìealizado sobre o
gá5 na compressão do estado,4
para
o estãdo Br
ê) aquãntidade decaÌorque o
gás trocacomo ambieote nô proces-
#-:i$$ o gra-nco inoica uma t.anslormaçãoÀa soÍrida
por 2 mols de um
sás
idel monoatômico. Sendo lR
:
8,31 J/mol K, deteúine:
a) as Ìemperatufâs iniciâle ônaÌ do gási
b) a variação ile energia iôterna do gás no
pÌocesso Áltr
c) o tÌabalho realizâdo
pelo gtu ao
passaÌ
do eitado á parâ
o
estado 3i
O
aquantidade de calor to.ada peÌo gás
durante ãtranslormação
AB.
11 2 0.l
I
I
I
0,2 0,3 0,4 Vlm')
CÁPl rl Lo
9
.
Ar LE s DATTRMoDTNÁM.a
17t.
E s. Transformações
gasosas
Vamos Íeexamìnar, neste item, as transformações de um gás
Ìdeal, considerando a pfimeirã
Termodi nâmi ca.
5.1. Trânsformação i sotéÍmi ca
(temperatura
!onstãnte)
Corno a t emperat uf a não vari a, a vari ação de energi a i nt erna do gás é nul a:
ar= o
-
FIIãì
Pe a prÌ mei ra l ei da Tef modi námi ca, t emos: , rU
=
O
"=o
=
l i l ãì
Numa transformação isoìérmicâ, o calortrocado pelo gás com o meio exterioré igual ao tÍabalho
realizado no mesmo pfocesso.
Se o gás se expande, de modo que se rnant enha sempre em
equilíbrio térmico corn o âmbiente (temperatura constante), ele ab
sorve calor do exterior em quantidade exatãmente igual ao trabalho
rea ì zado. Por exempl o, se absorvef 50
j
de cal or do ãmbi ent e, o
t raba ho real i zado será exat aÍ nent e 50
l .
No di agrama de t rabal ho
(f i gura 7), a áÍ ea dest acada é numeÍ i cament e i gual ao t rabal ho rea-
l i zado e.
Note que, no processo isotérmico, não há variação de tempe-
ratura, mas há troca de calor.
. ' í . . . . - - . ' ' :
o
*s{b.
i t
FiguÍa 7. Expansáo isotérmi(a
r
j
Numâ iÍâNforDâçâô isôtéfmica de úú gás ideâI. o prodtrto pyé
coDstante e vaìe 33.2.10 .1. À coDstante dos
gase$ peíeìtos é 8.3Ì J/d.I. K e o núDero de òoìs do gás é n
=
5. Durante o processo, o gás recebe do DÌeio
crteriôr 2.000.1 do cãlor DeterdìiDe:
a) se o gás eslásolrendo elpansào ou compressãoi
b) a temìreratura do
processoi
. ) i vJf "\ Jo d,
- r pr gi J
nr "" , J do
-
. . :
d) o traballio realizado na transÌormação.
a) RecebeDdo caìor. o sás realiza traballÌo sobre o meio extedore. po.tanto,
se expande.0
processoem ques-
tào é uma erTa$ào botérmica.
b) Sendopy= 33. 2. 10 J. n: 5eR=8, 31J/ mol K. apì ì cando- se a equaçãô dè Cl at eyr cn. r esuì t a:
pr' ,ri 7 = i 13.240=5 8.:r' r =
F=
sota
c) NumatrânsÍdmâçâô isoìér!ììca. Dào halcndo variâção de teÌnperatüa, é nuìaavariação deenergiainternai
assim, de âcordo com â lei dcJoulc. tcmos:
-rr: o Fl
d) O
gás
recebe 2.000J de caÌor:Q
=
2.000J. Pela
púÌeiÌa lei da TermodúAnica, terDs:
Á,
(/
.
o ,,
[.
zÍ,no rl
.
tl6
Respostd: a) Expansão isotérmica; b)800Ki c) zeroi d)2.000J
Or FUNDAMENÌ oS DA FÉ. a
[,,',u,,,.,"'
. ' "'
rf:teí luma compresao isotérmìca. o trabaÌho rcaÌizado sobre o gás
é 600 J. Dête.hine o calor cedido pelo gás no
processo
e ava.iâção da energia iDteÌna.
P:!6+:
Um gás encont.a-f inicialmente sob
pressão
cìe 10: N/mr..e à temperãtü.a
de 500 K, ocupanilo um volúne
de 1,6íj m'. O gás se expande isotermicamente ao receber 400.l de calor do neio exrerior Sendo a coDsranie
universaì dos gâses perleitÕs R
=
s,ri J/moì K, determine:
â) o nú'nero de moÌs do gás qúe sÕlre ô processo:
bì o r . ab" \ o r ". l i l Jdo dú, d, r êá | d, i , {, a\ àu
c) a variação de energiâ internâ do
gás.
P"rdiíl: rres mols ae um
sás
ideal monoatômico sotrem um
processo
rermodi
nãmico repreeDtâd. gfâfi
canente
peìa
hipérboÌe eqüiÌáteraÁ8 indicada
na frgura. Aárea destãcãdãnÒ gránco vâle, numerìcamente. 9,5
.
l(ìì.
â)
Que
processo
o g3 $tásoíreDdo? Llpliqüe ô poquê
de sua conclúsão.
b) Em quetemperaiürao processo se rcálizaÌ
c)
Quaìé
avariação de energia intenìâ do gás ôo prccesso? Porquê?
d)
Quaìé
o trabalbo reâìizado sobre o gás nesse prccesso ,4t?
e) DuraDte o
processo
,14. o gás recebe ou perde
caìor? Por qüê?
Qual
é a
quaDtidade
de calortrôcãdã pet. gas?
(ì)ado:
,R
:
8,31 J/moì
.
K)
5.2. Transformação i sobáÍi ca
(pressão
constântê)
Na transformação isobárica, o trabalho realizado é dado por:
Sendo m a massa do gás e cp seu calor específico a pressão
constante, o calor trocado pelo gás,
ao sofrer ã variação de temperatura ÀInuma transformação isobárica, é dâdo porl
!
!
Nessaf ór mul a, f azendom=, 1M( sendor , onúmeÍ odemol seMamassamol ar dogát , t emos:
Q=
n M' cp, LT
O produto
da massa molar M do gás pelo seu calor específico cp é denominado calor molar a pres-
são constante (Cp)
do gás, sendo expresso em ca
/mol
.
K ou
l/mol
.
K.
F.-A
Ent ão, a quant i dade de cal or t rocada pode ser !scÍ i t a como:
Q=m
ap ÀI
Q: n. Cp. ^I
Pela leÌ d! Charles, no processo isobárico, o volume
y
é dìÍetamen-
te pfoporcional
à temperatura I, ou seja:
y
:
KI
Gendo
K constante).
Portanto, numa expansão ìsobárica (figura
8), o volume e a tempefatura
ãument am, ocorrendo t ambém aument o da energi a i nt erna do gás:
^u>0
Pela primeira lei da TermodinâÍnica, temos:
^U=Q
6 =
Figura 8. Expansão kobáÌicã.
o gásr ecebecal or e r êal i za
Íabâlho
(Q
> 6).
Numa expansão isobárica, a quantidade de calor recebida é maior que o trabalho realizado.
CÁPi ' ULo9
.
As Lgs DÀÌ4MoD NÀúIcÀ
r77
.
5.3. TrânsfoÍmâção
i socóri ca (vol ume
constante)
Na t raní ormação
i socóri cã,
o t f abal ho real i zado é nul o, poi s
não há vari ação
d! vol ume (^y:
0):
Sendo m a rnassa do gás e
^Ia
vafiação de temperatura, o calor trocado é dado por:
Ao rec!b!r cal or i socof i cament e (f i gura
9), o cal or recebi do
vãi
apenas aument ar a energi â ci nét i ca das mol écul as e, port ant o,
a t em_
peràt ura, poi 5
náo hi . ea. , , 7açào de t . abal ho.
Pel a pri mei ra
l ei da Termodi nâmi ca,
t emos:
^U
:
Q
- õ. Como õ
-
0, temosl
Nessa fórmula, c, é o calor especííico a volume constante
do gás.
Comom=nM, t emos:
Q=n. l , l . c". AT
-
O produto
da massa molar Mdo gás pelo
s!u calorespecífÌco
c" é o calor molar a volume
constante
C, do gás,
sendo expresso
em cal / mol
.
K ou
/ / mol
.
K:
Então, a qLrantidade
de caior trocada pode
ser escrita como:
Q=, ?. C, . ^r
Figurà 9, Tlansformâçãô iso.óricâ
r
I
ì
:
Part i ndo
de uma mesma t emperat Ll f a
i ni ci al I r, n mol s
d!
u. rì
9dr
são dqueci dos at e uma t emoerdt urd
Í i nal I , í Í i 9ura f 0) por
oo15 pÍ o(esl o\ :
um i 50bár
i co. 48
e o-t ro i (ocori co 4C.
Nos doi s pro_
cessos a variação
de ternperatufa
é a mesma e,
portanto,
a vafÌacão
de energi a i nt e' na
^U
e a me(md. Sej a
ep
o cal or que o gá5 recebe
no aqueci ment o
Ì sobári co e
q
o cal or recebi do no i socóri co.
ADl i ,
cando a pri m!i ra
l ei da Termodi nâmi ca,
obt emos:
Como há o tFbalho õ + O no processo
isobárico, concluímos
que o cal or t rocado sob pressão
const ant e
e,
é mai or
que
o cal or
t rocado a ì , ol ume
con5t ant e
e.
Se-do dssi m, t !mos:
Figurâ lo. Nos processosÁBe.4C
â vàriação de têmperaturâ
ÂI= I, - I, é a mèsma ê,
poltanto,
a variâqáo
de enêr9ia
i nt er naÂUt ambém
éa mesma.
Subtraindo membro
a membro as duas expressões anteriores,
vem:
e,
q =
6
Q)
PoÍ out r o l ado, t emos:
ee
:
, , . Cp. ^I @,
e=
n. Ç. ÂI @
ee
: ' p.
ì i
=
n. R. Lt @
.rr8
;;.;;;ì;;;;;;:;
Substituindo
@, @ e @ em O, obtemos:
n ce. À/ n. q. ^/ / , . R. ^/
-
í ?; - z- : ì
L-.____=__-J
Essa fórmula é válida qualquer que seia a naturcza do gás e é denominada relâção de Mayer.
O valor de R vai depender dãs unidades em que estiverem expressos os calorcs molares Cp e C,.
Assim, podemos ter:
I
R 8, JI
l / mol
. KouR
2( dt mol
. l
Ã
WI

H
@
{ffiB
a nassa de 20
sde
hélio (nâssâ molâÍ,n
=
4
s,/noÌ),
considerado
un gás ideâÌ, diìata se isobâricamente como mostrâ ô gráfico.
sendo R
=
8,31 J/moÌ
.
K a constânte universâì dos gases per
Iettos, c!
=
1,25 cavg
.
K o calor epecinco do hélio sob
p.essão
constante e I cal
:
4,18 J, determnìe:
â) apressão sob a quaÌ sercâÌizao pro.êssoi
b) aquantidade de caÌor que o ga recebe duÍante o
processoi
c) o trabaìho rcalizado pelo ga nessã dilâtaçãoi
O
â vâriação de ene!ia interna sofida pelo gás.
a) O núnero de mols de hélio
(ì/
=
4
g/mol)
qistentes
na mdsa m
:
20 g ê dado
po.:
n20
Para o estadoA do gás: v"
=
0,3 mr e
Ir
=
200 K
Como,R
:
8,31J/mol. K, utilizãndô à equação de Clapey.on, teremos:
pUa:
nRTÀ
-
p. 0, 3: 5. 8, 31
, 200
=) p =
2, 77 Ì 0' N/ m'
b) NaiómulaQp: n..ì.^I, devemos substitun os seguintes valores:
m
=
20 gi .e
:
1,25 câl/g Ki Áï: 600 K - 200 K: 400
K
ssim:
o
2Lr ' r 25. 400. e r o' . d
-
l t
r *ì ì
c) Como o
processo
é isobárico. pôdêúos
calcular o trabalho reâlizado usando: e
=
p.^y
Dográfico, obtemos:
^v=
0.9 m" 0,3 mì
=
0,6m"
Substituindo, temos:
e
: 2, 77. r 0! . 0, 6
=
F=1$6
{0"ì
d) A veìãçâo da ênergia interna
^a/é
calculâda pelâ aplicação da
pdmeirâ
lei da TerÍrodinâmica:
^U=Q
. -
^. I : 4, 18.
101- 1, 66 101 =
| ; ü=r . l j 2. t 0- - l
RespGt m: a)
=
2, 77. 10! N/ m! t b) 4, I 8. 10r Jj c)
-
1, 66. 10! Ji d) 2, 52. 104J
'l$ffi
UÍnitu
qu"
o uqu"cimenro do mesmo
sás
dô exercíciô âóte.ior (de 200 K
para
600
ç
tivesse si.lo realizâdo
ìsoco.icâmente. Determìne, püa essâ s'tüâção:
a) âquântidade de calor rccebida pelô gási
b) o trâbalho realizado pelo gás nsseprocessoi
c) â variação de energia interna sôfridâ pelo gás.
a) O câìôf nolafsobpressão constantedo gás podeser caÌculado por:
como.e
=
1,25 cavs. K e M= 4 g/mol, vem:
Cr
:
4. 1, 25 > q
=
s. âl / mol . K
i
1
3
&
!
s
CaPl Ìuro
9
,
As LEs DAÌRMoD NÀMrÁ
r 79.
Q, =' . c, . ^I = Q, : s
3. 400 3
O, =6
Ì 0r cáÌ =
Q": 6. 103. 4, 18
-
( ã=r 51{f i ì
b) Nessê .ãso, o processo é isocórico e,
portantô, úãô ha reaizaçao ae trabano:
G

c) Aplicândo â
primeira
lei da
'reÌmodinâúicà,
temos:
^u=
Q"
õì ôu=4,
-
Fu:
r5; l o
Respost ú: a)
=
2, 5i 101J; b) zer oi c) =2, 51 Ì 0' J
Um
gás
solÍe .erta hânslormação cujográficop: f(I), âo ìado, está
representandô. Sendo ã constânte univefsaì dos
gãses peÌfeitos
R
_
8. 31 J môÌ K: ô' r umpr o de mol s do
Cás
, s
^. âì ^'
ì uì . r a
oo0
r . l ume . o
sr áì r e do (
' s
a. 2. 98. àì nu K e
ì
. al
4. l r J Cc
a) âbansformação sofrida
pelo gási
b) o voÌume de gás duranteo
processoi
.) âquãntidade de caÌor que o
gás
recebe duÌânte ãirânslormãçãoi
d) â vâriaçãô da eneqiâ interna do
gás,
nessa tÍânsIôrmâção.
Solução:
a) Como a Iunção
p
:
f(7) é linêq dê âcoÍdo com as leis dos gãsês, ã trâôsfôrmãçã. é isódca, bto é, o
volume
permanece
c.nstãnte.
b) Dográfrco, üaóos o
pâr devâloresp
=
2.000 N/m': e I= 500 K.
Sendon
=
5 e R
=
8,31.r/mol K. apÌicando a equação de Clapeyrôn, temosl
pv
=
tìrtt
-
2.1)t)t). v
=
s. 8,31 500 +
Ítfúa
c) Para caìculâr â
quantidâde de calor recebida
peìo gás,
seúdo C": 2,98 câÌ/nol. K e
^I:
300 K, temos:
Q,
=, q. ^r
+
Q": 5. 2, e8. 300
+
Q,
=
4. 470 câr . e
Q"
=
4. 470. 4, 18J =
[ Q": 137.
l d l - ì
d) Àplicddo a
primeira
Ìei da Temodinâúicâ e Ieúbrando que nat.ansformação isocórica não há realizãçào
de trabalho (6
:
0), temosl
Árr=
e!
õ 3
^u=
o"
=
[^t-;r?.
rtì
Rspost s: a) I socór i cai b) - Ì 0, 4m3: c)
=
1. 87. 10' Ji d) : 1, 8?. r 0' J
lÌfliiid\ i ro processo isouarico indìcâ.lo no gránco âbaúo,
o
gás
recebeu 1.500 J de energiâ do ambiênte.
a) o trabalho rcalizado na expansãoi
b) avariação de energiainteÍna ílo
gás.
Sãbendo queno processoo gás peÍdeu2,0. 10rJ
a) o núúero de nols dô gás qúe soire o processoi
b) o bãbãìho Íeâlizãdôsobre ô g$i
c) a vdiaçâo de energa intsnâ sofrida
peìo gás.
(considêre R
=
8,3l
rnôl
.
D
Pelarelação de Mayer, teúos:C! C"
=
R
No caso,
peìas
unidade$ üsâdãs, tenos: R
:
2 cal/mol K
Entãor5 C"
=
2 3 C,
:
3 cal/mol K
Aquantidade dê calor irocâda peÌo gás (n
=
5)
para ÍÌ âquêcimento
^I
:
400 K será dãdâ por:
f
lffi
g
I
úH'ffi
: t Í Í t i i : :
O
er i n, ,
*p' "s""r à una. l , mpr essào i , obi r i cd
de un
gás
sob
pressão
de 2 Ì(ì' N/m'.
.úo
Os FUNDÀMENÌoS DA FúrcÁ
â dpdsiú) isobdic.48 rePresentada no
gráfico. Sendo o câror
molar sob
pressão constdte desse
gâs Cr
:
5 caÌ/moì K e
adotandoR
=
8,31J/ftot K, detefdine:
a) âpressão sob a
qüal
o
gás se expânder
b) ãquantidêde decalor recebida
pelo gás:
c) o üâbalho
queo gás vêaliza na expdsãoi
dJ â v&iação de energia interna solÍida
Pelo
gás
( Dâdo: I cal : 4, 18J)
No exeÍcício anterior, se o aquêcimeDto de 200 K a 500 K
fosse isocórico,
quâl seria a
quantidade de cáÌor receìridâ
peÌo gás? ConsidercR
=
2 câl/nol K
ã
sl
- ' B
ô
g
J
-
t ì
t Ë
s

I
I
\
I
pi i i o
t ' 1u. " t - n. t o' ' . . d
ã vol umc. ^nsr Jnr e Lm
sl s
r . ' ebP
500 J oe ! êl ôr Jo dmbi ent ". Qudl
ê
ô l r r bdr nu r êdl i Tddu
p
,
vaÌiaçã. de energiâ interna do
gás?
iF..jÌ?iÌjì
o
g.ali".
""'*"ponde
ao aquecinento isocórico de
I mol de m
gás
PeÍeito,
cujo calor molar a volume co.state ê
2,98 cal/mol K. Sendo â co$ta.te universâl dos
gases ideaÈ
Â
=
8-31]/moÌ Kesabendoque
t.aÌ
:
4,18 l.determi.e:
a) ovolume do
gás dútanteo
processoi
b) aquàntidade dêcâlor recebidâPeìo
gásr
c) a vâriâção de energia inteÍnâ do
gãs
' i t , t Zi
o
' , "n' "
"
p. o. . "sô Ì "r mod, nanr . o
44. i noi . aaô no
S"df L
u b^ l ddo. , Êr l d m"ssa
. l e gxs i deal
' e. êb"
do n
êi o
5
3
2
o,r 0,2 0,3 0,4 o,s 0,6 0,7 v(m'Ì
5.4. TÍansformação
adiabática
Um
qás
sofre umâ transformação adiabática
quando não troca caloÍ com o meio !xterlor, ou seja:
e{erno 8 Ì01J na iornâ de calor DetermiDe:
a) o trabêlho reaÌizado nâ etapa ,4-a do
processoi
b) o tfabalho reâìizado.ã etapa ECdo
processoi
c) o trabâlho realizado em iodo o
Processo
Áaq
O
a variação de energia intema solrida
peìo gás no
procêsso
ABC.
Essa tÍaníoÍmação
pode ocorreÍ
quando o gás está contìdo no interior de um reciplenLe termi-
camente isolado do ambiente ou
quando ele sofÍe expansões e compressões suÍicientemente
rápidas
para que
as tÍocas de calor com o ambiente
po55am ser consideÍadas desprezíveìs, Aplicando a primeÍa
lei da Termodinâmica, temos:
^U
Q
., e 5endo
Q
- o,
' "t,
Ful -ì
CaPi rutô9
.
As LBs D^TRMoDTNÂM.À r8t
.
Consì dere um gás perf ei t o cont i do num ci l ì ndro t ermi cament e i soÌ ado do ext enoÍ , como mos-
t Í a a f i gura 1 1, e provì do de um êmbol o qu! pode dedi zar sem at ri t o, aument ando e dì mi nui ndo o
vol ume do gás, Observe que o gás não pode t rocar cal oa com o ambi ent e, mas, havendô vari ação
de volume, ele pode trocar energia com o ambiente, sob a formâ de trâbalho,
a) Expansão b) Compressão
12
a>0 Áu<0
21
õ<0
^u>0
r
Figuró r r,Trâníormaçõ!s adiabáticas.
Numa expansão adi abát i ca o t rabal ho é real i zado pel o
9ás
(í ì 9ura
1 1a).
Por exemplo, sela 50
J
o trabalho realizado poÍ ele. Esse trabalho equivâle â umâ perda de energia
por parte do gás. Como não há trocas de calor, essa energia provém do próprio gás, hto é, a energia
ì nt eÍ na do gás di mi nui de 50
J
(poi s:
Q
:
0; õ
:
50
J
=
^U
:
-50
J).
Note que na expansão adiabática o volume aumenta e a temperatura diminui, pois a energia in-
ternô diminui. Em conseqúência, a pressão também dìminui, conforme a lei geral dos gases perÍeitos,
ou sej a:
f
=
constante
Numa compressão adiabática
(figura 11b) o ìrabalho é reãlizado sobre o gás. Portanto õ gás está
r!cebendo energia do !xteÍior. Assìm, se o trabaìho realizado sobre o gás é de 50,, ele está recebendo
do ambiente 50
Jde
energia. Como não há trocas de calora consìderar, a energia interna do gás aumenta
de50J( Q=0; õ= sol =
^U=soj ) .
Na compressão adi abát i ca o vol ume di mi nui e a t emperat ura aument a, poì s a energi a i nt !rna
aumenta e a pressão também aumenta. d
I
:
< Ao se coúprimir Êpidàmentê o àr pãrà
introduzi-lo no pneu, ele sofrè
um processo adiãbáti<4 pois à Ëpidez
da compíêssão náo peÌmite a tÌocã
dêcal of com o ãmbi ent e.
A pressão p e o vol ume
y
do gás, num processo adi abát i co, rel aci onam-se pel a chamada I ei de
Poisson*, que pode sea expressà por:
Nessa fófmula,
ï
: 9
é denominado expoente de Poisson, sendo cp e c" os calores específicos do
c,,
gás a pressão constante e a volume constante, respectivamente,
t POISsON, S méon Denis
(1781-1840),
matemático!íisicofrancês, notãbiizou sepÍincipalmente porseúÍabalhôs
nasáreasda E etrcstátiG e do Maonethmo,
.
r8z
Os FUNDAMENTo5 oa FF ca
No diagrarna
de tÍabalho a sequir
ífioura l2) vemos ã curva representatÌva
da transtormação
adia,
báticâ (em
vermelho)
e as isoterm;s
Ir (úmperatura
iniciâl) e l. (temperatura
finilj.
A ãrea destacada
em amareto
entre à curva e o er- J".iú..1**
"!ïiï"ï"ïuJJr,.u,n"n."
uo *uou-
lho realizado
nã transformação
adiabática.
,@ffi
.
No !id!íeço
detÌonjco
htrp://wwwsc.ehÌr.es/
soweD/tlsicà/estàdistica/terlnot/termol.hrml
(e'ÌÌ espanhoÌ),
cÌicando no linÀ,,CáÌculo
dêì
tíabalo,
caloÌ y variâcion
de !neÌgia internà
de unã transfornacion
,
vocé pode
Ìêaìrzd
úvenar
siÌÌÌuÌações,
conpãIando
as quantidades
de eneÌgra
envoÌüdas
nos diferenrês
t;
--r-
ó
Fi güÌ a
l 2. Oúabãt ho
na
trânsformação
adiãbáti<a
é
dado pelã
área destacâda
em
!
.
tipos de transformações
gâsOsas.
Como conseqüência
da lei de
Joule
dos gases perfeitos,
llodemos concluir:
-
-
.Desse
modo, ao passar
do estado I (temperatLrra
Ir) para
o eÍado
2 (temperatura
IJ, repre_
:i1i1lj iiji*:i
r^]11:Tlgl:_
1ïlii,!,
s^ yriou
de um varor
4
para
um varor
4.
A variação
de.energia
interna
^U,
qualqrer que
seja o"conjrnto a" irrnriorr"rç5ã.;;
;;rïï
fi#:ï:
estado I pàrd
o estado
2 íÍigurd I là), ,êrd
daoà
peJa
diÍerencà:
Como a varìação
d! energia
interna nâo depende do
,,cãminho,,,
caÍcular^U pãra qualquer
contunto de transformações.
por
facilidade;
mação isocórica
1,4 seguida
da isotérmica
A2 (Íigwa
13b).
no di agf ama pypodemos
vamos escother
a transfor-
Figura
13. A variação
dê eneÌgiã
jntêÌna^U
=
4
_
U, náo
dêpende
do,taminho,l
Pel a pri mei ra
l ei dã Ì ermodi nâmi ca,
t emos:
^Ur r
=
Q"
=
m. c, LT: n. C, . LT
'
LUu
=
O
(transformação
isotéfmica)
Portanto,
só há variação
de energia interna
na transformação
,l,4.
Logo:
^u- f l . q. ^I =n, C. ^r
em que
cy e Cu sâo, respect i vament e,
o ca, or especí f i co
e o cal or mol ar
do gás
a vol ume
const ant e,
CaíÌl Lo
9
.
A! tEb DÀÌRMoDrNÃMrca
r8l
.
ffiB
a)
b)
d)
t
ã) Sãô dâdos: p,
: 3
ât mi YÌ : 9{r
Elevedo ao quadrado, temos:
ì r ) Par â ô *t âdo i ni ci al : pr
: 3
at m;
yÌ : 91; l =
600 K
Pârã ô estâdo ÊnáÌ:p,
:
81 atmi
%
:
1 0; I2
=
?
Àplicdìdo a leigeraÌ dos gases perÍeitos:
D, V D, V 39 8l I
r, r, 600 T,
RespGtas: a) 81 atq b) 1-800 K
yÌ =
1 !i
ï:
1,5. Na equâção da lei de Poisson, teremos:
p\vi
:
p,v,1 a
- s. 72s=( Pò' . t
+ ( pr , : 6. 561
=
F, =8l ât t nI
'q
E
ê
=
l-.,:--*"1
m
Cel1a qúãntidade de gás pedeito pocìe põsar
de um estado.4
pea
uú estãdoIpôr dô's "cminlÌos"
possive's:
l. trâBlormação isocórica seguìda de uma isobáricai
2. trâmloÍmação isobárica seguida de una isocírricâ.
a) Àque estado, Á ouB, co.respoode maior temperãtürâ?
b)
Quaì
é a vüiação de energia interna do
gás no cãminho" I e no
c) Em quaÌ dos "caminhos" é maior o trabalho realizêdo
pelo gás?
Calcule esses trabalhos.
O
Em qual dos "caminhos" é maior a
quantidâde
de calor trocada
pelo gás?
Quanto
valem essas
quantidades
de câlor?
Soluçáo:
a) No est âdo, 4r pr
=
6 Ì 01N/ ú: t vr : 0, 1mr i
11
No estado A:
p,
=
3. l01N/m'?i Y,
=
0,2 m3t
4
m
Um
gás peÍfeitÕ sotue üm processo adiabático noqual realiza um trabaÌhô de 300 J.
O
eás
está se expddindo ou se conlraindo? Por
quê?
Qual
é â
quântidâdêde câlorque o gás estátrccando com o ambienteì
De
quanto
é a vâriâção de eneryiainternado
gás
nesseprocesso?
Explique como se modilicam as variãveis de estado
(voìume,
temperaturâ e pressão) do gás nessa
a) Como o trabaÌho de 300 J é realizado
pelo gá8, isso signinca que
ele está sohendo uma expmsáo.
b) Sôirer um prccesso adiabálico signinca
que
o
gás não ttoca caloÌ com o mbiente, seja pôrque o gás está
isolado termicmente, seja
porquea
erpansão ocorre rapidâmente. Temos, portalto:
c) Àpìicando a
piúenalei
da Termodinãmicâ, sendo õ
=
300J e
Q
=
0, ven:
^u: e- .
-
at : o l l ou = ( ?: . . noì
Portanto, a energia internâ do gás diminü 300 J.
d) Sendo ulna expãnsão, o volume aumenta. À diminuição da energ'ã inte.na indicâ que
â tempehtm dimÍ
",r1.
c"-.
4
:
coNtante, conclui-se
que
a
ptesão dininui.
T
Respctas: a) Expandindose; b)zeroi c) 300J; d) raumenta,Iep diminuem.
Sob
pressão
de 3 atm, ô volume de um gás ideal será 9!. Esse volume diminúi para l0quddo o gtu solre um
processo
adiabático. Coosidere
que o expoente de Poisson
para
esse gás
seja
ï
=
1,5.
a)
Qualé
a
pressão {inal do
eá,s?
bl Sea temperaturano estado iniciãleraô00 K. qualé setr valor no estado final?
Soluçôo:
.!4
Os FUNDÁM!NÌo5 DÁ FÈ.Á
I
Àpìicando ã lei gerâl
dos
gases perleitos,
vem:
Portanto, a temperaturâ vãrioü durâóte âs transÍormações, mãs seu vaÌor Ânãì (no
estado B) é iguaÌ ao vãlor
inicial (no estadoÁ).
b) Nesse câso, sê ãs teÍnperâturas iniciaì e finâl são igüãisj o mesmo âcontece com as energias internas.
Como
^U:
U, 4,, t"-*,
Gíì
Observe
que
a variação de energ'ã lnterna é nula, independenremeDre do
.cãminho,,
(1,
Z ou outrc quãlquer)
que
o
gás
seguiu
pea p6sardo estãdo lniciâ1,4 para
o estadoÊnalB.
c) Como o trabalho nas trdslormâçÕes isocóricas é nuÌo, o tÌabãìho em cãdã üm dos caminhos se rësunìe
ao reaÌizado nas üãnsformâçôes isobáricas. Como estes podem
ser obtidos pelâs
áreas destacad6 nos
gráncos, podemos
compâraras áreas, antes de calcule os rràbalhos:
0, 2 V( mr )
co.or,
' e,,
t"**,
[E' ã' ]
Á, =3 10' . ( 0, 2
0, r ) =3. r 0r
. r
t q: - 1", Ér ì
4 6 r 0". , 0. 2 o. r , - 6 r o =
[
-
r -
l
d) Aplicando ã primeiÊÌei
da Termodinãmicâ à situaçãô do prôblema:
^U:
Q
õ
Sendo
^U
:
0, t emos: 0
=
Q
õ =e
Q=õ
Portmto as qudiidâdes
de calortrocadas são ìguais aos respectivos rrâbalhos Íealizados. Enrão:
e,' e,
-
[õJìì
a, : c,
=
[ õ, : 3
r , ] , ; ì
o, =u,
*
[ 0, =; 10ì
@
t
9
f,
!
È
F
Quanto
aos vaÌores, temos;
RespGl as: ã) 4=I st b) zer oi c) õ, >õ, i 3. 103J e 6 10: Jl d)
Q)
>
QÌ ;
3. l 0r J e 6. 103J
1 ffi
Numa expansao adiabática, â temperatura de um mol de gás perieito
diminui 200 K. O câtor mol.ir a volume
constantedo gtu é iguala 12,5JlmoÌ.K. Detemine:
â) a quatidadede
caÌoftrocadâ com o meio eternor
b) a veiação de ene{ia internê do
eási
c) o irabaÌho realizâdo peìo gás
duËnte o
processo.
SoÌuçÀol
a) Como o
processo
é adiabátìco, não hátrocãs de cato..o-o *"io
"tt".io.,
íO

b) A vârlação ddenergia interna
^U
do gtu pode
ser câlculada
pela
lórnÌ,Iâ Átl: n
.
C".^I
Nest ecâso: n: l i C": 12, 5r mol . K
^I =
200Kt âssi m, t emos:
^u:
1 r2,5 ( ,oo)
J
Gt=
,.looì
c) O trabâlho rcallzado pelo gás
é iguaì em móduÌo e de sinâl contrário à vdlãção de energia inteÌna:
Portdto: õ=
^u=
õ= (
z.soo4
-

=i 4oì
Rspost asr a) Zer o; b) Át l = 2. 500Jt c) õ=2. 500J
CÁPl Ìuto9
.
As LErs DÁÌ*MoD NÃMrca
185
.
*#,trì' e
íif.?,íiÌ
um
eis
perteito ecomprimido ãdiabaticamente, rcaÌizando-se sobre ele um trâbalho de móduÌo 500 J.
â)
Quâlé
aquantidade de cáÌor que o gtu troca com o meio ertemô du.ânte oprocesso?
b)
QuaÌ
é a vâ.iação de eneÍgiâ internâ solrida peÌo gás nessa translornação?
c) Corno se tuodificân ovolüme, ã temperaturã e a pressão doga no processo adiabático eln qüestão? Justl
ifjÍltit1
r"abet"ç.,
"-
t".-os de troc6 energéticas e de variação dâs variáveis .le e6tadô, s .liferedçãs enüe â dpan-
são isobâricâ e a expãnsão adiabática.
#r1ìÏõ1
um gas perteito ocupa um voiume de 2 { e exerce ulna pressão de 16 âtm num re.into de volume variáveÌ isc
lâdotermicmente do meio dterno.
Que
pressáo será exercidapeÌo gás se ovolúme foÍ aunentado pdã 8 i?
O expôente de Poi$on para esse gás éï: 1,5.
l*Í-ídi netome o exercicio antedor se a temperatura iniclâl do gás erã 400 K, quâl será sua temperatura ao nm da
expansão soirida?
:i*ÏË!: certa qudtidade de gás peíeìto deve ser levada de um estado iniciâl Á para um estado nnaì 8. Há dois cami-
nhos" possíveis para isso. PeÌo cânjnbo" I é.eali2ada ümã trdsfomação isocóricaseguidâdeuna isobáricai
pelo
"cdinho Z é reaÌizada uma transformação isobárica e em seguida uma bocórica, confome indicado no
!
5
l
2
?
!
E
i
&
Ë
ê
I 234567B
a) CompâÍe âs temperâturas ?: e 7', dos etados inicial e frnaÌ dâ massâ gâsosâ.
b)
Quâìéavâriação
de ene.gia inteÍnã do gás nos processos I e 2 desc.itos?
c)
Quanto
ao trâbaÌho .ealizado nos dois processos, eÌe depende do caminho" seguido? Em qual dos casos o
trabalho tem módulo maior? Câlcule esses trâbáÌhos.
d) Em qual dos 'cafrinhos" a quútìdade de câlor rocâda tem maior módulo? Calcule essas quantidades de
íFllì4jij t'lo gralco,
-l
e s sao, respêctivamente, os estados iniciaì e inal de certa mas'
sa de gás perfeitô. São Íepresentadas ainda a isotermas correspondentes às
tenperaturâs
4
e 7, desses estâdc. Considere os seguintes processos entre
os estados iniciâl e final:
r. trânsfoÍmação isobárica seguidâ de isocóricai
2. tÍansfoÍúâçâo isotéÍmicâ segu'dâ de isocórica,
3, bãnsformãçâo isôcóricã seguidâ de botérmica.
a)
Qualdãs
temperaturd é maior,
4
ou IB? Por quê?
b) Sendo
^4, ^4
e
^4
as vãriaçóes deenergia iniernanos três prccessos,
coloqü* em ordem crescente. Justifrque.

c) Sendo õÌ, õ, e õ3 os trabâìhos realizados pelo gás nos três processos, coìoqüe-os em oÍdem Gescente.
d) Sendo 0Ì, Q, e Qj as qüãntidãdes de calor r!cebidas pelo gás nos três processos, coloqüÈas em ordem
crescenie.justiÊque.
,i*i,jlliÍiiiii e t".p*"t*" a" z mols de um gás peíeito aumenta de 300 K pâra 4s0 K ;um proceso a.liâbático. o caÌor moÌaÍ
sob pressáo comtate do gás vaÌe 20,75
Ímol.
K e a constante universaÌ dos gaes psleitos éR:8,3
Umoì
.
K.
Determine a vâriação de energia interna soÍÌida peÌo gás e o tÍabaÌho reaÌizado nô procsso-
.
186
Os FUND^MrNÌos DA Fi í.Á
I
[ , r
@ ó.transformação
cíclica.
Conversão de calor
em trabal ho
e de trabal ho em cal or
Ci<lo ou transformação
(íclica
de uma dada massa gasosa é um coniunto de transformações após
as
quais o gás volta à mesma pressão, ao mesmo volume e à mesma t!mp!ratura que apresentava inicial-
mente. Em um cìclo, o estado final é igual ao estado inicial.
Sej am Á e C doì s est ados de uma massa
gasosa (f i guf a 14). l mãgi nemos que o gás passa de Á
para c, real i zando uma expansão i sobáÍ i ca , 48 segui da de uma di mi nui ção i socóÍ i ca de pressão Bc
O trabalho realizado 6r é dado
pela
área destâcada no gráfico, sendo positivo (õr > 0)
considere
que,
na volta de C
para Á
(Íigura 15), o gás realìze uma compressão isobáÍica CD seguida
de um aumento isocófico de pressão DÁ. o tÍabalho realizado õ, é dado pela área destacada no
gráfico,
sendo negai i vo í c. 0).
@
t
;
FigúÍà 14, Expansáo irobáricaÁ8
! tEnÍormação isocórica AC
Considerando todo o cìclo,4BCDÁ, otÍabalho totalrealizado é dado
pela soma algébrica dos tÍabalhos nas difeÍentes etapas do cicìo:
Esse trabalho é, no caso,
positivo, pois õr > õr, sendo dado nu-
mericament! pela área destacada na fìgura ì6.
O calortrocado em todo o ciclo é também dado
pela
soma algébri-
ca dos calores trocados em cada uma das etapas do ciclo:
FiguÌâ l5.comprêssáo isobáÌica cD
ê tËníormacão isocóÍca DÁ.
Flgura l6.No cicloÁ8CDÁ, a área
numericàmente aoÍabalho rcalizado
Como o estado inicial é igual ao estado final, é nula a vaÍiação de energia interna no ciclo:
q". ,
-
u, , . .
-
^u- o
Apl i cando a
pÍ i mei ra l eì da Termodi nâmi ca,
t emos:
^u: Q
õ + 0: Q- .
-
m
No exemplo apÍesentado, o
gás Íorneceu energia para o exterior, poìs o trabalho total realizado é
positivo (área
do ciclo). No entanto, o gás recebeu calor do exterior em igual quantidãde.
Perceba que houve a t ransf ormação de cal oÍ em t rabal ho
pel o gás ao se compl et ar
o ci cl o: el e
recebeu calor e forneceu trabalho, Nas máqLlinas térmicas essa transformação é contínua, uma vez
ooe os ci cl os se repet em cont i nuament e. No est udo da segunda l ei da Termodi nâmi ca, anal i saremos
o f unci onament o de t ai s máqui nas.
cÁPl Ìuro9
.
A5 LHs DÁ Í*üoD NÂMrcÀ r 87.
Se o ciclo fosse realizado em sentido contrário ao apresentado, isto é, ÁDC8l4, ocorreria a conversào
de trabalho em calor Essa conversão ocoÍre nas máquinas frigoÍíficas.
De modo geÉ1, se o ci cl o f o. percori do em sent i do ho. ári o, há conversão de câl or em t rabal ho
(f i -
gura
'l7).
5e o ciclo fo. percorrido
ern sentido anti-horário, há conversão de trabalho em calor (fìgura 18).
Í
FiguÌa I7. Ciclo !m sêntido hoÌáÌio:
conveÍ5ão de calof em tla balho.
Fi9uÌa 18. Ciclo em sêntido ânti-horário:
conversáo de trabalho em calor.
O gráRcô representa a translormação ciclicâ sof.idâ
p.r úd gás perfeito
no sentido .48Cr.4. Pergunta-se:
Há conversão de caÌor em bâbaÌho ou de bâbaÌho en calor? Por quê?
Qual
é a quânticÌade de cãìor trocâdano ciclo en questão? E otrabalho
a)
b)
Soluçâo:
â) O úâbálho nâexpansãoÁAten móduÌomaioÍqueo tÍâbâlho na côF
pressão
CD(ociclo é
pe.cor.ido
em sent'do horário). Logo, otÌabãìho
reêlizado, dado
pelaá.ea
do ciclo, é
positivo
e .ep.esenta energiâ peÊ
didapelo
gás para
o exterior O
8ás
está recebendo uma
quantidade
de
câlor equivâlente do meio enerioi Assim, a conversão é de cal.r eD
CALOR
-
TR"ABALHO
b) Àáreâdoüapéziodestacado na fi guÌaconesponde ôumericamenteâo
trabâÌho realizâdo na tfaôsiorúação cíclica. Àssift i
. 1. t 0. - t . r o. r . , o.
,
l . - ì ì
No ciclo não há variação de energia interna:
^U=0+ÀU: Q
a+O=Q õ- a=Q
e-,"*.,
(?Jrciì
D
.
r88
Resposrâs: a) Conversão:Q- õ; b) 9. 10:J e 9 10: J
Os FUNDÀMENÌo5 DA Fúrca
Um gás perÌeito solrc uma série de iransfo.mações,
pa-ssando peìos
estados rcpresentados peìos pontosÁ, A, C, l], Sei voìtândo ao esÌado
Á, cômo indi.ã o diaghma.
Sendo I atm
:
105 N/m':e
2 3 4 vo
11: 10
3
m3,
quaÌ é
o ì . âbal ho r eal i zado,
Determjne o tÌabalho realizado eo calor trocado no
processo,
indican-
do se há conversão de cãlor em trabaìho ouvice'versê
( dadosr r ât o
=
l ot N/ m' : e 10= 10
3m) .
i
2
l
t
,:iijïliïï
u. ga" p".r"it.."aÌiza o ciclo esquêÍnatizâdo no .liâgrama de trâba-
lho no sentìdoÁ4C1.
q
a
I
ê
tti!-C.jir
u.u .".tu
q'u"tiaade de gás i.leal reâìiza o cicìo esquenatizaclo no
gráfrco
ao lado.
a) Calcule o t.abâlho reâlizado em cada umadas Iases do ciclo (,48. BC
CDer,4), indìcando seioi reaìizado pelo gás ou sobre o
gás.
b) Em quais
trânslo.naçôes háaumento dâ eDergia interna e em quais
deÌas há diminuiçãô? Justilìqúe.
c) Ào coúplet cadâ cirlô. há conve$ão de caÌor em trabalho ou de
trabãìho eft calor? Por quê?
d) CalcuÌe a
quantidade
de calor e de trâbaÌho qüe se interconvertem
em cada ciclo.
ìi#fi,3ii.eo-itu
que
o crcro do exercício dterior sejâ utilizàdo em lma mâqui-
nâ, de nodoque o
gá! realize quâbo ciclos emcadasegundo.
Quaìé
a
potêntiâ
dessâ máquina?
iiii.-dfíj!
.e ns'." .. r.a. ."presenta o cicÌo Áac4 .earizadô por certa mâssa
â) CaÌcul! o trabaìho reaÌizado nas etapas ,44, aC e CÁ do ciclo.
b)
Qual
conversão energetica ocorre ao nnalde cadacicìo: de.alor em
trãbaÌho oü de trabâllìo em calor? Por
quê?
c) Calculê â energia convenida.
O
Se umâ máquinaque lunciona com base nessê ciclo reaÌiza 8 ciclos
peìÕ gâs êm 5 s, quaÌ é a potênciada máquina?
CÁPl ruo9
.
As LHs DÁÌ*MoD NÁMr.a
r89
.
r-
Sl 7. Transformacôes reversíveis
e transïormacoes trreverslvers
Chamamos de reversíveis as trlnsformações
qLre podem se efetuar
em ambos os sent i dos, de modo que, na vol t a, o si st ema ret orna ao
estado inicial,
passando pelos
mesmos estados inteÍmedìários, sem que
ocorram vafÌações definitivas nos corpos que o rcdeiam,
Ceralmente as transformaçõ!s
puramente mecânicas, que se realìzam
sem atritos e sem
que
se
produzam
choques ìnelásticos, são reveBíveis,
como no exempl o i l ust rado na f ì gura I 9.
consì dere um cubo de massa m no al t o de um
pl âno i ncl i nado e,
na base do pl ano, uma mol a t i da como i deal . se desl i zar sem nenhuma
resi st ênci a ol ano abaì xo, o cubo i rá chocar-se el ast i cament ! com a mol a
e vol t ará a subi r
pel o pl ano
at é al cançar novament e sua posi ção i ni cì al . Perceba que a t ransf orrnação
ocorrì da não produzi u nenhuma modi Í ì cação nos corpos ci rcundant es. Logo, a desci da é reversí vel .
No exemplo anterior, levando-se em conta as perdas de energia por atrito, para fazer o cubo Íetornar
à
posìção primitiva, seria necessário um Íornecìmento exterior de eneÍgia. Nesse caso, a descida seÍia
ìÍÍeversível,
tjma traníoÍmação é dita irreversível
quando sua inversa só puder se efetuaÍ como parte de um
processo mais complexo, envolvendo interações com outros corpos.
Durante urna transformação, um gás não está em equilíbfio, pois suas diferentes pates não apre-
sent am a mesmâ t emperat uÍ a e a mesma pressão. Em conseqüêncì a, as rei ações que apresent amos,
como as leis dos
gases, não são aplicáveis. No entanto, se a transformação for r!alizada lentamente, há
uniformização de pressão e temperatura no sistema e no meio exterior Nesse caso, em todo instant!
são válìdas as relações entre
prcssão, volume e temperatufa. Ìaltransformação é dita quase-estática ou
reversível, pois o processo poderá ser ìnveftido e o gás poderá voltar ao estâdo inicial, passando pelos
mesmos estados intermediáÍios, sem
que
ocorrâm rnodificações no meio exterior
@ e. Segunda l ei da Termodi nâmi ca
Em todas as transformações nâturais, as conveÍsões energéticas são tais que a energia total permane-
ce constante, de acordo com o
princípio da conservação da enefgia. A primeira lei da Termodinâmica é
uma feafirmação desse princípio, mas não se refere à possibilidade
de uma dada transformação se realizar
efetivamente. Podernos imaginaÍ muitos eventos
que satisfazem a prim!ìÍa lei da Termodinâmica e que
são impossíveis na práticâ, ou melhor, a ocorência de taìs eventos é altam!nte improvável.
Um pêndul o osci l ando,
por exempl o, páÍ a ao f i m de al gl rm t empo, em vi rt ude dos choques com as
moléculas do ar e outros atritos. A energia "organizada" do pèndulo se converte eÍn energia térmica.
A prìmeiÍa lei não invalida a transformação recíproca, em que as moléculas se organizam e !mpurram o
pêndulo, fazendo-o recuperar a energia inicial. No entanto, a probabilidade
da ocorrência de tal evento
é ínfìma.
Outro exemplo: o calor passa espontaneamente de um corpo de maior temperatum pâra outro de
menor temperatura
(figura 20a). No entanto, a passagem contrária é altamente improvável, razão pela
qual
consideramos
que não ocorre
(figuÍa
20b).
Figurâ 19, Dêscida ÍeveÌsível
de um cubo num
plano
inclinado.
t
Ê
9
a)
O. al of pâi sa deA par a 8, mns. .
b)
. . . não pà$a dea paÌ aÁ
tr@
FiguÌa 20.O
(aloÌ pãssã espontdneamente do corpo mãh quentê pàrà o corpo màis Íìo.
x@
.r9()
Os FUNDÁMrNÌos DÁ F t(a
Ainda outrc exemplo: uma gota de tinta colocadâ num líquido (fÌgura
21) se espalhâ unilormerÍìente
por ele, de maneira espontânea. Mas é quase impossível que ãs molécLrLas se reâgrupem, restaurando a
gota inìcial.
i-'
-
- Ì
, ì : :
: t
: : r r
,
,
i
)
.
i . r , , ,
FiguÍâ 2r. A gotâ de tinta se difunde
pelo
liquido,
tingindo-o uniformemêntê.
Not e, port ant o, que o comport âment o da Nat ureza é assi rnét ri co. A l eì que descÍ eve t al còmpoÍ -
tamento é a segunda leì da TerÍnodinámica. De caráier estatístico, essa lei expdme o fato de que os
si st emas evol uem espont aneament e, segundo um sent i do pref erenci al ,
t endendo a um est ado de
equi l í bri o.
De acordo coÍ n a segunda l ei da Termodi nâmi ca, a energi a se "degrada" de uma f orma of gani zâda
paÍa uma forma desordenada chamada energia térmica, nas transformações naturais, como vÌmos no
exempl o do pêndul o. Ai nda conf oÍ me essa l ei , a energi a t érmÌ ca passa
de regi ões mai s quent es para
regiões mais frias.
A transferência preferencial de calor do corpo rnâis quente para o corpo mais frio levou Clausius* a
!nunci ar a seounda l ei do seoui nt e modo:
r
':
Lof de Kel vi n (1824-1907) e Max
de out ra manei f a, consÌ derando
que
pri mei ra l ei , nunca pod! ocorrer:
Pl anck (1848-1947) enunci arâm a segunda
a conversão i nt egÍ al de cal or em t Í abal ho,
l ei da Termodi nâmi ca
embora prevista pela
cujo único eÍeito seja Íetlrar caloÍ de
B
g.
Conu"rsão de cal or em trabal ho:
máqui na térmi ca
Vi mos que, quando um sì st ema
(por
exempl o, um
gás) real i za um ci cl o em sent i do horári o no
diagrama de trabalho, há transformação de calor em trâbalho (página
188). Todavia, não é possível o
si st ema ret i rar cal oÍ de uma úni ca f ont e e conveÍ l è o comol et aÍ nent e em t Ì abàl ho. oói s i sso cont raÍ i a
a segunda l ei ,
As máqui nas t érmi cas, como
por exempl o a máqui na a vapor, f oram i nvent adas e f unci onavam
antes que s!u pÍincípio teórico fosse estabelecido.
Est udando essas máqui nas, Carnot ** evi denci ou
que uma di f erença de t empeÍ at ura eÍ a t ão i mpor-
t ant e para uma máquì na t érmi ca quant o uma di f erença de ní vel d' água para uma máqui na hi drául i cã.
Estabeleceu, então, que:
PaÍa que uma máquina térmica converta calor em trabaÌho de mocÌo contínuo, deve operar em
ciclo entre duas fontes térmicas, uma quente e outÉ fria: a máquina Íetira calor da fonte qu!nte (Qr),
convert e-o parci al ment e en' I í abal ho
{/ ) e rej ei t d o -e5Lant e
(O.
)
paÍ a a t ont ê rÍ i a.
t l CLAUSl Us, Rudol f ( 13221333) , f G. oal emãô, not ávepor seust r abahôssôbÍ eat êoÍ Ì a. i ôét i càdosqàses!aÌ er modi nàmca
iÍôduzu ocônceitôdeenÍopiâ ênÌ!rmodinâm ca.
:t ,< CAnNOÌ, Nlo as Leonafd Sadi(17911832),pion! ÍodoestudodaÌemodinâmicà,era li hodeLâzâÍe CaÍiot, minúÍc
de Napo
-êáo.sua
principalobra
{1824)sófoiapÍe5!nÌàdà
à4.àdemia deCiéiciâsàpóssua moÍte
pÍemat!6 (aos36anor.
CaPr Ì úLo9
.
As GsDÂÌ RMoDNÃM. a
r9r
.
Na f i gura 22 represent a-se esquemat i cament e uma máqui na
térmica, sendo:

o calor retirado da fonte quente (Ir), õ o trabalho
útil obtìdo e
Q2
o calor rejeitado à fonte fria (I).
O rendì ment o dessa máqui na t érmi ca pode ser expresso pel a
razão entre a energia úiil (trabalho) e a enefgia total representada
pelo calof retirado da fonte quente (Qr):
I zl
-
l n: ; l
t
*' I
q
a, _
q
Nas f órmul ãs aci ma, as quant i dades de cal or f oram consi def adas em módul o,
uma máquina térmica bem conhecidã é a locomotiva a vapor (maria-fu
maça). Nessa máquina, afonte
quent eéãcâl dei ra(f ornal ha), eaf ont ef ri aéoarat mosf éri co. Ocal orret i rãdodacal dei raéparci al ment e
tÍansformado no tmbãlho motor que âcionâ â máquina, e a diferença é rejeitada para a atmosfera.
Obsetue que, para que a máquinã, funcìone, deve exìstir sempre um sistemâ (geralmente gasoso)
realizando ciclos continuamente. Esse sistema constitui a substância "trãbalhante" da máquina. No caso
da locomotiva a vapoÍ, a substância
"trabalhante"
é o vapor d'água.
As máquinas téÍmicas (ou motores téÍmicos) costumam apresentar rendìmentos baìxos, infefiores a 30olo.
^
Reproduçáo dê uÍna ilusÍâçáo de épôcã
{l
807)
mostrândo o ClêlmonL ô
primeiÌo
bâ rco â vâpoì
do mundo, construído por Robert Fulton, navegando
noRi oHudson, EUA. Not equeapr opukãoeÉdadapel a
Íodâ dê pásquevemos na lãtêrãl do ba rco, a qual era
acionâdâ
poÍ
uma máquina ô vapoÌ muitosemelhante
à das mariâr-fumaçâ.
Enerqi a út i l
'
En!rgia total
Como õ:
Qr Qr,
t emos: ì l :
FiguÌa 22. Esqu!ma de uma máquina
t
^
Hoje,osmaioÍes navios do mundo,como
os superyetroìeiros, são movidos po. modelnâs
tu óinãs a vapor, âs quâis âcionãm as hélices
de propulsão (quê
tÍãbâlham submersãs).
Do ponto
de vista econômico, o uso de motores
no lugar dàs turbinâs a vapor só évãntajoso
êm nâvios de
pequêno polte.
40
z+
!
É
E
I
@
10. Conversão de trabal ho em cal or:
máqui na fri gorífi ca
M áq u inas frigoíficas são dispositivos que, durante seu funcìona-
mento, efetuam a transÍormação de trabalho em calor,
Os refrigeradores são m áq u inas ÍrigoríÍicas que transÍerem calor
de um si st !ma em menor t emperat ura (congeÍ ador) para o mei o
exterior, que se encontra a uma temperatura mais alta
(figura
23),
Ao cont rári o do que possâ parccer, porém, el es não cont rari am
o enunci ãdo de Cl ausi us da segunda l ei , uma vez que a ref eÍ i da
passagem
não é espont ânea: el a ocoÍ re à cust a de um t rabal ho
ext ef no (nas gel adei ras, ess! t rabal ho é Í ei t o pe o compressor).
Nâ figuÍa,
Q,
é a
quantidade
de calor fetirada da Íonte Íria
(I),
õ é
o trabalho externo, e
Qr
é a quantidade de calor total rejeitada para
a Íonte quente (Ir).
igura 23. l\4áq uinâ fÍigori6(â.
.192 Os FUNDAMTNÌo5 DA Fríca
A eíi(iência (e)
de uma máquina frigorífica é exprcssa pela
relação entÍe â quantidade
de calor reti-
rada da fonte Íria (Qr) e o trãbalho externo envolvido nessa transferência
íõ):
A ef i ci ênci a é uma grandeza
adi mensi onal , i st o é, não t em uni dade.
;&óÌt
Uoa cakleira, à temperatura de 600 K (Ìonre quente), Idnece vapor, corespon.teôte a 1.000 kcal em cádã
segundo, a umâ túÍbina. O vapor, depois de pâssâr pelâ
turbina, cède ao conde.sádor (Íonte
Ìriâ) 800 k.ãt
pôf
segundo a umã temperatuÌa de 293 K. Comiderândo I cãl
=
4 J, .letern ine a poiên.iâ produzida por
essâ
máquina em kWe calcüleseu rendimento
6
-il
@
É
!
Em !fr segundo- a máquina retúã 1.000 kcaÌda Íonte
quente (.ãÌdei
ra) e devolve 800 kcaÌ À fonte fria (condensador).

=
1. 000 kcal
:
1. 000. l 0r ' 4 J
=
4. 000 t or J
:
4. 000 kJ
Q
: 800
r ( câl
=
800 10r . 4J: 3. 200 Ì 0r i =ì . 200kJ
A
parcelâque
set.úsforma em trabalho útilé dãdâpor:
6=QÌ
Q,
e 6=4. 000 3. 200 = õ=800kJ
Como esse râbâlho é prcduzido
em um seglìndo. â pôtência Por da
-
e
-
800 kr
tempo Ì s
O reDdimento é dâdo por:
=
@;8,rok
F=o: =r o%l
C
'
o, -
800
'
4.000
RespGta:800 kwi 0,2 oü 20%
Numa máquina higorincâ. em câdâ ciclo do
gás
utilizado, são retirados 120 J do congeÌâdor No pncesso
a
atmosrerâ (Ionte quente)
recebe 150.1. Dêterminei
a) o trãbalho do conDressor emcadacicloi
D
a encìên(ja dessa máqui.ã rérnica.
Solu!áo:
a) À atmoslerâ recebe
Q,
=
150 J
por
ciclo, enquã.tô do congelador é Íetirada a quaìtidâde
de caÌor
q =
120 J.
Então o trabâlho externo do compressor ô dâdo pelâdiferença:
e
=
e, e,
-
.: l5o r2o =
tõ:-
íln
b) Àefr.iência da máqüinâ lrigorifrcá é dada
por:
Respcla: a) 30 Ji b) 4,0
En um segundo, ovaporlornece l.(j00kcaÌao ciÌindrc de umâ máquina ã vãpoi Duranteo mesmo lerlpo, sãú
perdidas
no escape 1.400 kcâI. Ciìlcule o rendimento térmico dessa máctuinâ a vaDor
CÀíÌuLo
9
.
Ás l ! s DÀÌsMoD' NÂM ca
r93
.
;iiJ"ï#;
una
-aquina
termicâ tfânslorma em enersjâ úrit
;
dô !a or
quê
età retiradd ronte quenre
damáqüina.
Se a potência
útiÌda máquina valê 800 kW qual
é,
por
segundo:
a) aquântidade de calor retiradâdâ fonte quente?
b) aquãntidade de caÌor rejeitada pâ.a
a fonte fria?
ÌìËliÌiÍli cãìcüle o trabaìho exrerno envolvido em cadã cicìo e ã eficiênciàde umamáqurnâ irigorincaque reurâ 50 cal
por
ciclo do congeìàdor, rejeitâôdo para
o mbiente 75.aI por
ciclo (dado:
1 ca1
=
4,18 J).
'
@ r. Ci cl o de Carnot
Em 1824, Carnot i deal i zou um ci cl o que pÍ oporci onâri a
rendi ment o máxi mo a uma máquì na t érmì ca.
O cìclo de Carnot (figura
24) consta de duas transformâ-
ções
adiabáticas alternadas com duas transÍormaçõ!s isotér-
micas, todas elas feversíveis, sendo o ciclo também reversível.
Quândo
o ciclo é percorrido
no sentido horário, o trabalho õ rea-
l i zado é posi t i vo e medi do numeri cament e pel a área do ci cl o.
l magi ne uma máqui na t érmi ca, na quaí o gás sof ra expân-
sões e compressões, realizando o cìclo de Carnot (figura
25).
Seja Ij a temperatura dã fonte quente e 12 a temperatura da
fonte fria.
t
figur.24, Ciclo dê CarnotÁB e CD são
isotérmicàs; 8C e DÁ são ãdiãbáti.a5.
Figur. 25, a) Na êxpãnsão Á4 o
gás
retirâ
Q,
dâ fonte q uentê;
b) na êxpânsão BC, o gás não trocâ catol;
c)na compressão CD, o
9ás
rejeita
Q,
para
a fonte Íriã; d) na compressáo Dr4, o
9ás
não trocâ câtoi
e
e

3
!
F
!
Ë
ê
. 94
05 FuNoÁM!NÌos DÁ Fi s .Á
Partinclo
do estaclo,4,
o gá5 rea|izã uÍna expansão
isoté|mica
Á8(figura 254), receb-endo
a qUantidade
a" *ìoì
õ,-au
to*"
qrentJ Em seguicÌa
ocorre a expansão
adiabática 8c
(figura 25b)' duÍante a
qual
nào f,jtr-Àca O".uro.
e compressã;
isotérmica
cD
(fìgura 25c) se verifica à temperatuÍa
I' da fonte Ííia
l,
""iru'"iupu,
o gá, r-";eÌta ; quantidade de calor
que não se converre em tfabalho
(Q,). A compressão
aaiafatica
b,'t
lfii.rra
zsd), qLle completa
o cìclo, se Íealiza sem troca de calor'
_-'èur*
a"n]Jn*ro,
que, nese ciclo, as quantldades
de calot trocadas com as Íontes
quente e fria
são DropoÍcÌonais
às respectivas
temperaturas
absolutâs
das tontesl
o Í endi rnent o
de uma máqui na t érmi ca
que
de CaÍ not
(máqui na de Cãí not )
pode ent ão ser
- . 4.
a,
ffiffi
i
No endeÌeços eÌ!tÌônicos
httP://
www.sãrileo.f
Í.itlnaÌc/
Ìermoloqia-e-termodi
amica/caÌnot/
carnot-Énqinê.htn
(!m itaüano) e
htt!://subaÌu2.utriv-lênans.f
r/
enseignements/PhYsiqne/02l
:
therro/càÌnoi.html
(en francèr)
!ocè
{
feãliza o ciclo
Como
lod!
acorÌlanhaÌ
as tÌanúomaqÕes,
I
sofÌidas
!oÌ
un
sas
en uÍÌa sÌnüLaçao
Essa f óÍ mul a expÍ essa
uma i mpoÍ t ant e
concl usão:
Por outro lado, Carnot
pfovou
que e5sa fófmula
corÍesponde
ao rnaiimo rendLmento
que,pode ser obtido
""r
r." ìa"rt"
,ãitta'operanio
entre duas temperatuÌas
Ir (fonte quente) e I': (fonte Íria)
Q.
=T,
a,
r,
Há ci cì os t eóri cos
Í evef sí vei s
que podem t er rendi ment o
ì gual ao do cì cl o de carnot '
mas nLl nca
mai ot
' ' ' _
óbr"ru"
qr" o r"ndi ment o
do ci cl o de Carnot é o máxì mo
possí vel para uma máqLl i na
t éÍ mrca'
Noent ant o, e55er endi ment onUncapodea| cançar 1ooEo( n=- 1) , . poi s, paÍ a' quei ssoocoÍ r esse, a
máqui na deveri a
operar ent re uma
Ì onl e
quent ; e uma f ont e Í ri a à t emperat urâ
do
Tero absol Ll t o
f n:
f
-
f .
=
0 K), o que é i rreal i zável
na
prat i ca Tal maqui na est aí ra- cont raÍ i ando
a segunda l ei da
i ermodi naml ra,
poi ' (onveÍ t eÍ i d i nl egrdl men' e
cdl oí eÍ r
Ì Í dbal ho {n |
í - q' r'
B@
iiillii*i; C..ta naqura
tcrmìcã ideal funcìÍ)na reàlizan(lo
o ciclo de Carnot Em ca' ìa ciclo o bâbalhÔ úÌtil rorDecido Dérâ
"t*"
.ia."^
lì" t OOO J Send o 6 ÌemPeraturas
dâs fontes
ténnicas 12 7 ' C e 2 7 ' C
ÌèsPeciìvâmeite
deìcrmnÌe:
â) orendüÌenio
da nìÁquiìâ referida:
b) âquarLidade
de cálot Ìetirada
da ÍonLe
quenÌe:
c) àquaniidaÍlè
decalÕr rejeitadãpara
âÌÔnte Iria'
j
orendi ment onoci cì odecarnot éf unçãoexc| usì Vada5t emperat urãsabso| ut asdasf ont esquent e
não dependendo,
portanto, da substância "tÍabalhante"
utìlìzada'
Máximo rendimenio
de uÌna máquinaténni(a
L
n
=1
z
' I
caPl Íuro
9
.
a5 LÊ ç DAÌdMoD NÀM.a
r95
.
Soluçâo:
ã) O rendimeDro dâmáquina
que
realiza o ciclo de Carnot é dâdo por
r:
1 -
T,
=
21 + 273 3 ï,
:
300 K (fonte
lria)
Tr
=
127 + 273 + IÌ
=
400 K (lonte quente)
T2
r,
Logo, o rendimento vâle:
n I
r oo
, I
n. ?5
- l - " or t zs ì
'
400 l . )
b) À outrâ Iórmúlâ do rendimento é:
ÌÌ
Ene.già útil õ
'
EneÍgia totãl
O,
Apìicando essê Iórmülâ, obiemos:
o
. o
' , ol n
G
; r oi l ì
r 02r
. . t
A
i ud' . i odd-
d". dl or r ci èr r a, d pd d à Í . r l ê Í r J 5. r a
. =Q,
Q, - Q, =Q,
e )
Q, =4. 000
1. 000 =
Í O=t 00t l
Resposlú: a) 0,25
(ou25%)i
b) 4.000Ji c) 3.000.1
f
üï;ill,liiïffi8
t;SIìi$
carc.te. ..rai-".to de uma máqüina de carnot
que
bâbâlha e.tre as temperaturas de 27'C e
327' C.
il{lliiiidlì reuc-ert
u.. .aq,iÌÌa de carDot é operada entre
duas lont6, cujas temperaturas são, respectiva-
Ìnente,100'c e0'c. AdnÌitirldo se
qtre
a máquìna
recebe da loDte
quente
umaquantidade de câloÍ
igüâla 1-000 cal porcicÌo, pedese:
â:) ô rendimento têrmico da máquinai
b) ô trâbâlho realizado pela máqtriÌÌa em cada
ciclo (dpresso em
jôules):
c) â quaDtidade de calor rejeitada
Dara
a tonte
( Dado: 1caÌ
=
4, 18J)
iiffiìiÌ
uma máquina térmica tfabarha êntre as tenpe-
faturas de 127
'C
e 327
'C.
Em cada cicìo a subs-
úDcìa 'ÌrabaÌlÌante" dessa nráquina retna 200 J
de câÌor da fonte
qüente
e rcjeita 160 J de caloÍ
a)
Qualé
a energia útil obtidanessamáquinâpor
]
.i ,l ' l @
12. Escal a Kel vi n termodi nâmi ca
Ao defìnirmos as escalas termométricas (Capítulo 2 A medida dâ tem
peratu
ía
-
TermometÍia), Íoì
necessário efetuâr uma escolha arbitráaia e convencìonal de um corpo termométrico e de uma grandeza
termométrica, estabelecendo uma função do 1o grau !ntre a tempeíaÌura e a grandeza termométrìca,
Entretanto essa definição apresenta limitações e, muìtas vezes, os resultados obtidos não correspondem
aos valores Íeais,
Determnìe o rcndimento dessâ máquina.
Qual
seriâ ô ndimo rendidentô dessâ má
quinâ coú ás tempeÍatürãs entre a3 quais
3
b)
c)
iiì{Si* Nacken,iòsP)
um motor térmìco runciona se'
gundo
o ciclo de Cãrnol. Aiemperãtüra dalonte
quente
ê 400 K e da Ionte friâ é 300 K. Em cada
ciclo o motor recebe 600 cal da ionte
quente.
aJ o rendimento desse motor;
b) â qüantidade de cãìof rejeitadã pârâ â lonte
iria em cada ciclo.
ii.d,jii$Èjl
un rnventor inrorma ter consrruido uma máqui-
nã téÌmica
que
rccebe, em certo tempo- 105 cal e
iornece, ao mesmotempo,5. 10{ caldetrabalho
útil. A nráquha traballÉ entre as temperaturas
de177' Ce227' C.
a)
Que
rendimenro ten amáquina
que o inventor
alegâ ter construído?
b) Cofrente a
possib'ìidade
de existir essã má-
.
196
Os tuNDÀMENros oÁ FG ca
Como o rendimento de umã máquina de Carnot não depende
da natuaeza do agente térmìco, podemos definir a escala absoluta
de tempemturas de modo mais dgoroso, segundo proposta de
Kel vi n em 1848.
A máquina de carnot pode ser considerada um verdadeiro ter-
mômetro energético, em que a grandezo termométrica ê a quanli-
dade de calor trocada com as fontes quente e f.ia (figura 26).
No ciclo de Carnot, temos:
q: o?
T, T.
A es!ala Kelvin termodinâmica é a escala obtìda nesse ter-
mômetro teórico constituído por uma máquina de Carnot, Nessa
escala, adota-se como temperatura de referência a do ponto triplo
da água, estado térmico onde coexistem gelo, água líquida e va-
pord'água
em equilíbrio
(veia
Capítulo ó,
página
96). Aesse esta-
do térmìco corresponde, para a temperatura, o valot 273,16 K.
Desse modo, seia IÌ
:
273,16 K a temperatura da fonte quen-
te e fa temperatura da fontefria/ que corresponde à temperatura
que se deseja detefminar* (figLrra 27). A função termométrìca da
escala Kelvin termodinâmica será:
a
tI
. t
ë,
t
E
!
j
!
-
:
o. Q
I - T
Figura 27. A escâ lâ âbsolutâ
teÌmodinâmica édefinidâ por mêio
de uma máquina de carnot.
Mas: I Ì
:
273, 1ó K; l ogo:
a- =
273, 16
'
-
- , . ' a ' "' ' "a, '
o
T
A escala Kelvin termodinâmica é de realização prática impossível, poh a máquina de Carnot é ideal.
O termômetÍo culas ìndicações mais se aproximam do termômetro energético descÍito é o termômetro
de gás a volume constante, denominado termômetro legaí.
e sendo o rendi ment o dado poÍ
n
:
1 -
! ,
t "ru. or,
I z: 0 K =
n:
1 (i st o
é, 100o/ o)
Como uma máqui na t érmi ca com 100o/ o de rendi ment o convert e i nt egral ment e cal or em
trabalho, contrariando a segunda lei da Termodinâmica, concluiu-se que o zero absoluto é ina-
tingível.
Apesar de o zero absoluto (0 K) ser irrealìzável, pesquìsas Íecentes

tornaram possível atingir
temperaturas incrivelmente baixas/ como a obtida em 1993 no laboratório criogênico da Univer
sidade de Íecnologia de Helsinque: 2,8
.
10
ì0
|ç isto é, 0,00000000028 Kl
ì! SeatempeÊtuÍaa serdeteÍmiiadafóÍdaÌorqueat!mperatorâ do
pontotflplo(I > IÌ),7Ìpseôsera temp!ratuÍa daÍontefÍià.
Figur.26.
Adotando o zero absoluto
(0 K) como â tempeÍatura da fonteÍria de uma máquina de Carnot,
CÀrÌÌuro
9
.
As lE s oÂÌRMoDINÀM ca
197
.
Por outro lado, a possibilidade de se obter tÍabalho a pariir de determinada quantidade de calor
Q
depende da temperatura fem que essa quantidade é trocâdâ.
l magi ne duas máquì nas de Carnot
que ret ì rcm da Í oni e quent e a mesma quant i dade de cal or
Q
(figura 28). Suponha
que afonte quente da
pÍimeira esteja a uma temperatura (Ii) maior que a da fonte
quente da segunda

tempeÍatura Ií). Seia 12 a tempeÍatura da fonte fria de ambas.
Os
. endr ment os
sáo dados por :
n- l - +e 1'
1
: ,
_G'
a
tf
. -
ët
Como Ir > Íí, temos:
!
>
n'
Mas:
1=
Portanto: õ > õ'
f i ", '
Í
I
FlguÌ. 2a. obtém-re maistËbãlho
(6
> õ') da máquinã em que
a font!
quentê êstá â uma maiortemPêrãtutâ.
f usi m, da mesma quant i dade de cal or
Q
obt ém-se mah t rabal ho quando a t roca é real i zada em
temperatura mah alta. Então, a in!apacidade de realìzar trabalho é tanto maioÍ quanto menor a Ìem-
peratura do sistema.
Seia
Q
a
quantidade
de calor
que o sistema troca e Ía temperatura dele durante uma transformação
ìsotérmica reversível. D!Íine-se a variação de entÍopia
^5
do sistema, nesse processo, pela relação:
A uni dade de vari ação de ent Í opi ano sì st !ma I nt ernacì onal de Uni dades é o i oul e
por
kel vi n
Gímbolo: l/K).
Avariação de entropìa
^5
do m!smo modo
que a vaÍiação de energia interna
^4
é uma função de
estado, dependendo apenâs dos estados inicialefinaldo sistema, e não das
particulares tÍansformações
que l evam o si st ema de um eqi ado ao out ro.
A definição acima foi estabelecida
para um processo reversível. Numa Íansformação natuÍal irÍever-
sível, a medida da vaÍiação da entropia é feìta de modo indireto, como mostramos a seguìÍ, na expansào
I i vre de um gás.
a)
Figur.29.Na expânsão livredeumgás
pêÍíeito, há aumênto de entÍopiâ.
lmaginemos um sistema, termìcamente isolado do meio extefior,
çonstituído
pof dois recìpi!ntes,
inicìalmente sepamdos, como mostra a figuÍa 29a: em ì]m deles, há um gás perfeito, e no outro, vácuo.
RetÍando-se a separação, o gás se expande, passando a ocupar também o segundo recipient! (figura
29b). A transformação ocorrida é adiabática
(Q
=
0) e não há realização de tÍabalho

:
0), poìs não
houve resistências contra a expansão do gás. Pela primeira ìei da TeÍmodinâmica, a variação de energìa
interna também é nula (^U
=
õ
Q:
0), não havendo, portanto, vaÍiação de t!mperatura
(o processo
é isotérmico). Note que o gás, ao se expandh, realiza uma transformação irreversível e, em conseqüència,
diminui sua capacidade de realizar trabalho. A entropia do sistema aumenta.
r b)
I
I
i
CaPíruLo
9
.
A, tE s oÂÌRMoDrN,rMrcÀ
199
.
PaÍa medir esse aumento de entropia, imaginemos um processo reversível ìnverso, isto é, que leve
o si st ema do est ado Í i nal d! vol t a ao !st ado ì nì ci al . Para i sso, deveri a ser real i zado um t rabal ho õ
sobre o gás e, considerando o processo isotérmico, o gás deveria perder
uma equivalente quantidade
de calor
Q.
Como a temperatura Ié constante, há nessa transÍoÍmação uma diminuição de entropìa
^.S
dada por
^5
=
; .
Sendo a vari ação de ent ropi a uma f unção de est ado, só depend!ndo dos est ados
i ni ci ãl e f i nal , o módul o do
^5
cal cLrl ado equi val e ao aument o da ent ropi a ocof ddo na expansão.
O demônio de Maxwell - i
O celebíe físico escocês Jêrnes C eÍk Mêxwel
(1831
1879) Í oÍ rnl rl ou, em 1871, um expef ment o
êor
o qL- ot d _
"
-g
dd
-
dê T. Í
-od:
á-Í i
ca, i nd cando o cârát ef est at i st co do concei l o de
ent f opa pf opost o por Cl ausl us enì 1864. E e i mâg
nou url ì ser nì crcscópco nt ei gent equet eraaca
pacdadede, poí
me o de uma
port
nho a ent re doi s
recl pl ent es cont endo
gás,
cont rol ar a
pêssagem
dè< r o1". . à .
<o
d"
, "r
do pa. èÍ à Ì o
ô
t è<
ráp dâs num sent i do e só as rno ecul as ent as ern
sent doconÍ árl o Com i sso, el econseguÍ ê, aot m
de ceíÌo tempo, ter, de urn lado, âpenas as molècu
è. Í èooo.
ôoot è
oqa , ' a
ônpêo
o. , d
el evada)e, doout ro, apenasas mol ecul as ent âs
(e
portânto gás
numa tempeÍa tura ma s ba xa). Esse
ser h
poÌéllco,
conhecdo como denònÌa de Maxwell,
est êÍ i a, sem d spêndi o de energl a, oÍ denancl o o
s st ema e, conseqLì ent enì ent e, di mi nui ndo sua
ent ropi a, cont rar ando ê t endênci â nat ural parê â
desordenì , l st o é,
para
o aument o da enÍ opi a
r
[ f f i 8
!Ë,i1,.!4i
{urnnrt
e nsu.u ."presenra o
sráfico
p x vde um
gás,
supost o i deaÌ , que sol r e pr i mei r ament e
um processo
jsobárico,
partindo
do pontoÁ para
o
pontoB,
e depois üm
processo
isovolumélrico.
atingindo o
ponto
C,
que
se situasobre amesma
l 0' N/ h1
.2OO Os FUNDÁMrNÌos DÁ Fi 5.Á
a) o trabalho Íêãlizado
pelo gás
ao frnal do pro'
cesso
-4Aq
b) ocâlorr!cebido
pelo gás
aofiúaìdo
Processo
ABC.
ijffi
prur-uc;
u. .""ipiente de volume 0,020s
ml
contém uma dâssa de 0,640 kg de oxieênio sob
pfessão
de 8,00 x 10s N/mr. o voÌume do sistema
é dobrado atÍâv& de um processo termodinâm'-
co i sul é mi . o,
. omo
mo. l r a o
g' éÍ i . ô dJ i gur d.
12
!
a
, 34
3
!
:
000 2, 05 4, r 0 6, 15
a) Sabendo-se
qüeo oxigêniose comportacomo
um gás ideal de mãssâ molar M
=
32
g/mol,
cal cul e a t emper ar ur ã ?do si st emâ
( dado:
R
:
8,2 J/mol K).
b) Caìcule o vãìot âptoximado do trabâlho reaÌi
zado peìo sistema entre os
poniG Á e I, su-
pondo que âisoterma é uma linhâ reta nessa
c) Indique o valor aproximado do calor
^Q
âb-
sorvido
pelo
sistema no
processo
de dpd-
são isotérmica de.4 pâra B,
justjficândo
suâ
ffiffi
c te+e' u."
'
".',
qudridade de a;s
êyDdde
i Êad dbaÌ i . aj Ì enr e-
qu6eesÌ âl . dmêr Ì êoêsde
uma
pressão iniciaÌ de 2,0 atm e volume de 2,0 0
na temperâtuÍa de 21 'C até atingiÍ o dobro de
Sãb"n,lo s-
qu. pa,a
ess. em Ì
+
2.0.
câìcule a prôssão frnal e a temperâturâ nnal ex_
pressâ em graus Celsius.
ffiml
Gfl-Mc)
u. gá"
"ofre
unâ série de transrorma-
çÕes
com estado inicjaÌ,4 e estãdo nnalB, como
mostÍã a ngura. A eneÌ!ia internâ do esÌado A é
al
-
l . 000Jeado est ado Bé i . Í , : 2. 000 J.
02
CaÌcuìe
para
câda üúâ dd trdsÍormações indi'
gim
GÌFc-cE)
um gás ideal solre as transrornâções
mostradãs no diagrâma.
@
a) a vtuiãçAo dâ eneryiâ intema;
b) o bãbâlho realizado (digatâmbémse foi ieito
pelo gás ou sobre o gás);
c) a
quantidade
decaÌor trocado.
Det er mì ne o t r abaÌ ho t ot al r eâÌ ì zadô dur ant e
os
quatro processos termodinâm icos Á4, aC,
CD e DA.
a) ã vârlação de energia internai
b) o tËbalho realizâdo pelo gási
c) aquantidade de cáÌor trocâda em cada ciclo.
Í
{l!mjÌ
@rPD
um gás icrear absorve 64 J de caror ao
se expandi r i sot er mi câúent e, de um vol ume
iniciâl de 20 cmr, a 6,0 x 105 N/m: até um volu-
me lìnal de 70 cmì, a 2,0 r 105 N/m'
Grecho,4a
Qual
é otrabaÌbototal, em
joules, píôduzidopelo
gás
durante o c'clo ,4-BC4?
ffiH.ú* @rc-co)
u-
ca"
'orre
a kâ.lfornação cÍcÌicâ
AAC,4 indicada no
gráfrco.
CaPi ruLo9
.
As LHs DAÌ*MoD NÁMr.À
201
.
iiiidìm
@FPE)
À vaÍiâçao dâ
pÍessão e .lo volume de
vapor d'água â cada.iclô de operação de uma
máqúina â vâpor pode ser âprcx'mada
peìo grá-
Calcule o trabalho total em unidades 10'joulês
efetuado
por
essa máquina ao Ìongo de50ciclôs
iffi
(Esal Mc) 0.32 mol de um
gás
diâtônico ideãl
é submetido ao cicÌo termodinâmico most.ado
no gránco, sendo 7': 300,84K.
@ados:
Ã
=
8,31
tmoÌ
.
Ki Cv
=
20,775
tnol
.
K)
ã) Caìcule I,, I, e
pr.
b) CãÌ cuì ar o t f abal ho l Í qui do envoì vi do no
c) Calcular a
quantidade
de calor envolvida no
iiil$ji-ii
o
'ro
.q nc,,u
^ostrâ
o diasrana
pressão p
,ersus volume v,
que
representa as Úanslor'
mações sofridâs
po.
üIn
gás ideâl denfuo de
uma câmara. A seqüência de trânsro.úações
soÍridas é Kr,rlftv e está indicada
pelâs
setas.
As translofmaçÕes de Kpara, e de M pâra lfse
realizam seo variaçáo da teúperatura.
a) ì ndl que, expl i cândo seu r aci ocí ni o, o( s)
L o ga realiza trabãlho pos'tivo;
IL o ga ãbsowe calor
b) Respondâ !
jutifique
süâ rcspostâ:
I. A tempemtürã nô ponto lV é mãior, m!nor
ou igual À temperâtuÍa óo ponto r?
lI. A seqüência de üanslotrr,ações KLMNK
corÍesponde ao ciclo de funcionâmento de
umhotof ou de um Íef.igefador?
,lj{"WlÌ
EÌÌì um rciigerador ìdear, o dissipâ.ror de caÌor
(serpent'nâ
traseira) trânsleriu 5,0
,
10s J de
energia térmica pea o meio mbiente, sqlEto o
comprssor produziu 1,0
.
105 J de trabalho sobre
â) a quãnridâde de câlor retirâda dã câmara
b) a temperâturâ da câmarã interna, supondo
que a temperâtura mbiente fosse 30'C.
ã
ltiiffi
(Ufl.-vc)
o orag.a.a
p x
yâbaixo
mostrâ o cicìo
de /ert?erçaó pe.côíido pof
ceÌta
quãrtidade
de um gás diâtômico ideal. À trãnsiormâção BC
é isotérmica, nã qual o bãbaÌho envolvido,
cD
nóduì o, é õ, . : 1. 100 J. O cãl or , em móduì o,
envoìüdo nã trmstormâção AB ê
Q^ê
=
2-800 J e a
temperatura no pontoÁ ê
q
:
300 K.
Calcule G itens a seguil
â) Temperátura Id e pr6sãô pô
b) TrabaÌho Ìiquido envolvido no cicloáBC
c) Variação de energia
'nternâ
na transÌormação
AB.
. 202
05 FUNDAMTNÌo5 DA Fl sú
:i$,1Êii-Ëll cutt"
t'rc.l u..
"-pÌesâ
propôe construir um
motor térmico
projetãdo peã operar entrc dors
reservatórios de calor, sendo o
quente
a teúpe
ratura T,
=
1.600 K e ô Írio â r:
:
400 K. O
prcjeto
prevê paÌâ o rnôtor uma potência de 4 cv com
absorção de 1.480 cal/s do resewatório
queôte
(dados:
1 cv: 7,10 Wt Ì câl
=
4.D.
a) Calcuìe o rendiúento do relerido motor
b) CâÌcule o rendifrêôto de um motor de Carnot
operando ent.e os mesmos reservatórios de
c) o notoÍproposto é viâveÌ t--oricamente? Jús-
ti6que sua respostâ.
pdte
do
qual pode
seÍ cônvertido em trabaÌho
emumausinatermoelébica. Co.sidere umaunÌa
queimando
7.200
qúilogrmG de gs naturaì
por
hora, a uÌna t!mperaturade 1.227
'C.
O calor não
aproveitado na produção cìe trabaÌho é cedido
para
um rio de vãzâo 5.000 0/s, cujas águas estão
iniciâlmedte a 27 'C. À mâior eiciência teórica
da cônversão de calor em úâbalho é dada
por

=
1
:s
sendo I-" e r-,- as tempe,dtu-
ras âbsôlüta$ da$ lôntes qúente e iria, respecti
vamentè, ambas
qprêssãs
edì kelvin. Considere
o calor especificô dâ ágúâ.:4.000 J/kg.
'C
e a
densidâdêd= 1,0 kg/.
a) Deterdine a
potênciâ geÍãdâ por uma usina
cujâ efrciência é netadê dâ úáÌima teórica.
b) DeteÍnine o auúentô de temperaturâ da água
do rio â. passúpelâ usinâ-
tf
- E
ó
f
. 1.
E
a) o gÁs passa
a o.upâr, depois da transloroa-
çào.
úm volünìe iguâÌ â 2 Yo.
b) a energia cnÌéticâ média nnal das molé.ul8
do gás é iguãlâô doìrro da sua energia cinéticâ
c) âvelocidade édiá d6 môlêcülõ do
gás não
vã.iã quando
o
gás pâssa do estado inicial
parâ
o estado frúâI.
d) a veiãçâo na energiâ üìierna do
gás
é nulâ nâ
e) o câlor absorvido peÌo gás, durante a trãns
lormação, é maior que o trabaÌho
por ele
oj
ì Y?8: a' / une. D' A ene, l i a i nr e, or t de umd cer l a
quantidade
de
gás. qüe se compoÌta como
gás
ideal, contida ed ú.ì recipiente, é
prcpoÌcionâl
à tempeÌatu.a I. e seu vâÌor pode ser calculado
utiÌizddo a expÍessãô
(/:
12,5 ?i A temperaturâ
deve ser expÌessâ em kelv'ns e a energia, ed
joules.
Se inicialmente o
gás está à temperaturâ
I
=
300 K e, em uftã trãnsiôrmação a volume
consrdte, Ìecebe 1.250.l de uma Íonte de calor,
sua tenpêratura finâl será:
4.ffi
lurnCs-ns)
u. ..cipiente ciliôdrico lechado-
provido dê um ênÌbolo, contém ceÍtaqudtidâde
.le un gás ideal. À temperatufã .le Ì0 'C, o
gás
ocupâ umvolume l e sua
pressâo éeApartir
Jes. " esr ado i nr i dì . o
gt i s
sokê unJ
êxpdn. ão
isobáricâ até atingir a temperâtüra de 20
'C.
A
"ê, l i "i . o
da l r dnsr " n d. dô dê' cí i . o d. . md.
é
correto ainnar
quei
a) 19,2 J
b) 10, 4J
.) 14,2 J e) 8,2.r
o
12, 6J
ìlsgiili Onicamp-sP)
côm ã instâlação do
sasoduto
Brasil-Boliviâ, â qúotâ de participação do
gás
natural na
gerâção de energia elétrica no BÍasil
foi signiíicativamente ãmpliâda. Ao se
queimãÍ
1,0kgdegásnatuvaloblêmse5,0 x 10i J íle cáror,
(IÌFU-MC) Nutu recipienteá diste um dêtermi
nado
gás perieiÌo que se encontra no estado
delinidô
pelos vâlores
p,
ve T da
pressão, do
voì ume e dâ t emper at ur a, r espect i vânì ent e.
Em um recipiente B um outro
gás perlèito en-
contra'se no èstâdo delinicìo
peìos vakrÍes p
da
pressão,2vdo voìume e 2Ida tempeÍatura.
Os dois
gass têm ô memo núnero demols.Seiaú
Ìespectivânente
4
e

energias nìteÍ.ãs dos
gses nos reçipientesÁ eE. Aruão
+
vaÌe:
a)
h)
I
2
q
c) íj e) 2
â) 200 K c) 100 K
b) 300 K d) 600 K
e) 800 K
,tiï$
furpn)
u.
ga"
"ncerracÌo
por uB ciìindro côm
êmbolô harvel Íecebe de uÌna lonte téfmicâ â
quantidade
de câìor^Q:8 cal, submetido ã umâ
pressão
constante, provocando uma èxpmsão
isobáricâ dq$e gás, que varia 6eu voìume, como
mosÌrâ o gráfrco.
Podê-se afirmaf
queâvãriâção da energia inte.tâ
dessegás deacÒdo com â primeira Ìei da' IeÍmc
dinâmicâ. co.siderddo 1 caÌ
:
4 J, valei
CÀPi Ì uLo
9'
Às LEsDAÌ t RMôD| NÁMca
2o3
.
t:rfsì (Unemât-MI)
O
grálico
abaixo mosìrâ üm gás
ideal que
se dilata isobaicamente sob pressão
Seo
gás.ecebeu,
dìIante o
processo, 150jouìes
de calor, a variação da energiâ inteÍna do
gás
e
o trabaÌho realizado no
prccesso
são respectivâ-
â) 90Je60. r
b) 90Je80. 1
c) 90Je40. Í
d) 80J e l 20J
e) 210J e 60J
rfÉl#j ruFPE)
un mor .Ìe ün
sás
'deaì.
iniciaÌmente à
tenpeútu.â de 300 K, é subnetido âo processo
teÍúodinâmicoá ia+ Cnosúâdo no diagrâmâ
r 00 600 900 r . 200 I ( K)
Deterúine ò trabâlho reaìizado peÌo gás, em cã-
loiiâs (consideÍeÀ
-
2,0 câl/Òol.K).
O
Ì.500 cãl
e) 1.600 cãì
Desprezando-se o afuito enüe o êmbolo da se
ringa e o vidro, podFse ã6rmar que, durânte o
a) 1.200 cal
b) 1.300 câÌ
4-!-êt[]l
fu.p.l
u- *t'a"nte verilica a âção do calor
sobrc um gtu perleito inserido em uma seringa
de vidro, aquêcendca com umâ vela e mântendo
rôchadâ a sua saida (v!r ngura).
a) o gás
se tornará mais denso. Com isso, a pres
são do aratmosférico empuúará o êmboÌo da
seringâ, coúpriúindo o
gás.
b) se a pressão
do
gás
se mantive. constêôte, a
energ'â ìnt!Ínâ do sistemâ aumenta, Iazendo
com que
o
gás
reâÌize trabalho, desÌocãndo o
êmbolo da seringa.
c) se a
pressão
do
gás
se mantiver constante, o
sistema gasoso
recebe trabalho, diminuindo
o voluúe intemo da seringa.
d) se a enê.giá inteÍnâ do sistefta âuúentâ,
certamente ô gas sofrefá ufta tÍansioÍmâçãô
e) toda â energiâ recebida será integÌâlmente util'-
zadã paÌa
desìocâÌ o êmbolo, tratandGèe,
portan-
to. de uúa tfanstorbação isobâica do
gá5.
AnaÌbando esses
g.álìcos
é cor.eto âfi.mâFse
0r)nô
sráfrco
(a)
obse.vam-se três t.aúsfoÍma'
çôes:
uma isôvolumétrica, deÁ
paraA, uma
isobáricâ, deB para C, e uúâ isotérmica, de
C
para
D.
0D o gráneo
O)
representa üma transiormação
isobárica.
04) a área d6iacada no gránco (c) reprgenta o
trabãÌho reâlizãdo pelo gás, pâra ir do estado
Á pârâ o estâdô8.
08) se o gránco (d) rcpr$entâr ümâ trasforma-
ção
isotérmicâ, a ârea destâcãda representará
o caìor recebido
peÌo gás, na trdslormação
Dê como rcsposta a somados númercs
que prÈ
cedem as ãfirmâiivs correta.
t
í!*'i{*.} Orccol
o"
g.ancos
abaixo ftostfân trãnsror
úações a que Íoi submetido üft gás ideâI.
ã) .)
3
f,
a
a
B
E
;!iá!Í-,
(oìl.piudu
B.u"il"ira de FÍsica) uma certa
quan-
tidãde de
gás
ideaì está dent.o de um recipientê
que
contérÌum pistão
oóveÌ, conformeaÂ8u.â ã
se!irir. Às paredes,
inclusive a do
pistáo,
são adia-
báticas, com exceção deuma deÌas,
que perúite
a troca de calor com uma lonte.
. 204
Oi FUNDÁMrNÌos DÁ Fkú
E
!
g
l
a
3,
I
Fornecendo caÌor ao recip'ente,
podemos afrmâ.
â) a temperatura do gás irá senpre ãumentar
D
d
r emper âÌ ur ã do gás i r a sempr Ê di mi nui r
c) â temperatüh do gõ manteÍ$Èá consÌânte se
o trabâlho realizado for nulo.
d) a tenperatura do
gés
diÌtinuirá se o trabalho
ÍeâÌizado pelo gás
lor maÌor
que o caÌor lorne-
e) a tenperaturâ do gõ diminuìráse o
Pistáo
se
deslocâr
parâ ã esquerda.
:iâ$4.t O:rsc..spl
u-" pequena quanti.lade de um
sás
ideâl é mãntida hermeticaúente fechada dentro
de um cihrdrc rigido dotâdo de um êmbolo. Pú-
]@do4e Epidamente o êmbolo, verifica6e una
diminuição na temperãturâdo
gás. Em Íelaçâo à
údslormação so{ridâ
por
esse
gás, é verdâdeiro
âfirúarquê:
â) o vôlume aumentou. úum processo isobãnco.
b) â
pr6são diminuiu, nuó
processo isovolumè-
c) o volume aumentôü, num
processo isotèr-
mico.
O
o volume aunentou
proPorcionaìmeúte mais
do que a
pressão
diminuiu.
!) â pressão diminuiu
proporcionaÌmente mais
do
que o volume aumentou.
:Ltrìt:
GUc-Rs)
um ciÌindro de metal.lotado de um êm-
bolo móveì, em cujô inreriot se encontrâ um
gâs em equilibrio rermodinâmico, é semelhânte
ã üma bomba de encher
pneus de bicicletã com
â saída de ar bÌoqueada.
@*' l
**]ü
-.'
l
Ao Íüe.se uma Iorça sob.eo ênbolo, resuìtando
nacomprssão muito rápidâ do
gás, o que carac-
teriza uma üdslormação adiabáricâ?
I. OcoÍ.e úmhumento na temperâtura do gás.
II. O trabalho rêalizâdo pela força aumônta a
eneryia iúteÍnâ do gs.
IIL O t.âbalho reâlizado
pela
foÍçã é igual ao
caìor libe.âdo
Pâra
o meio externô.
Está(ão) correra(s.) apenas:
a) l c) nl
OI ei ü
b) n
O
I el l
$jm
G'FFÀ!
José brincavâ com uma bomba manuâr de
encher bolã de iutebol- Mantendo o orilicio de sâi
da de ar tampado com seu dedo, ele comprimiu
Épidamente o êmbolo dabonbaeobservouque
o ar dentro da bomba eraaquecido. Asplicação
pâra
esse Íenômeno é:
â) Devido à rapidez da compressão, náo hátem
po pârã troca de calor entre o ar denÚo da
bombâ e o meio externoi assim, o tÍabâlho r!â
lizadosobre oa. dentro dabombâ ãúmêntaa
sua energia inteÌnâ.
b) A rapidez da compressáo lâvoÍece ã trocade
calor entre o ar dent.o da bomba e o meio
erternor assim, o trabalho realizado sobre
o ar denüo dã bomba diminui a sua energia
c) Em quâlquer compressão de um
8ás,
a tedpe
ratura do gás sempÌe aumenta,
d) Em
qualquer
transiormação isovoluméüica, o
trabaÌho realizado
pelo gás
é nulo.
t-
t--
4
ôt
t
$ffi
iv"'*p)
ooi" g*"s idênticos são submetidos a
prccessos
reversíveis diÍeÌentes, como mostra o
8ráfico.
!!
2
$:íÈì
(uniresp)
À Iigüra
considere duas situaçÕes:
I. o ênbolo
pode moveFse livremente,
permi'
tindo que
o
gtu se expânda à
pressão
côns-
It. o êmbolo é ii!o, mantendo o
gás
a volune
constânte. Suponhã
que na duas situâçÔes a
Ìnesma quantidâde de caÌot é íomecida a ssse
gás, por
meio dessâ ionte. Podèse afirmaÍ
qúe
a temperatura dÈsse
gás vai aümentaÌ:
a) igualnente em amba âs situações,
b) mais êm l do que em IL
c) mãis emlì do que em L
O
em I, mas se mmtêm constante em ll.
e) em ll, mas se mantêm constante em I.
cÀPrÌuro
9
.
Â51fl 5 DAÌERMoDTNÀM ca
2O5.
O
gás
1 segue os
processos
indicados
peÌa
linha
cheia do
gráflco,
e o
gás
2,
pela
ììnha tracejada.
Anbos paúefr
do
ponto ("i,
%)
e terminam no
poni o
+, 2r o
no di asr amâp ue4r 5 Y
É incorreto afirmar que:
a) 1 recebeu mais cãÌor que 2-
b) 2 realizou menos trabaÌho que L
c) a energia internã no ponto inicial é â mesmâ
d) a energia interna de 1 é maior
que
a energia
interna de 2 no
ponto
nnal
e) 2 cedeu caÌorno
primeúotrecho.
eUC-RS)
Responder a essa
questão
analisando
âs âÍiÍnâções com base no
gráfico
a seguú, o
quâl
representa a
prssão
de um
gás, que
següe a
equação de estado do
gás
ideaÌ, em Íunção do seu
volude. No gráfico,
os
poútos
ie fiodicâm, respec-
tivmentej ô êstãdo inicial e Ênal do
gás,
e âs curas
representada são ãs isotefnas cofespondentes
às tenperaturas
I
e
4
desses estados.
jÌBô
#"icÕ'
Qs següintes
processos
são descítos no
gráfrco:
.
Processo 1- Uma transformação isobáricase
güidâ
de uma úaosÍormação isovolumétdca.
'
Processo 2
-UmâtraúsÍormâçáo
isovotumétri
ca seguidã de uma t.ansformação isoté.mica.
I. Conpdãndoo trabalho lyrealizadopelo
gás
em cadã prc.esso,
ve.i6cê-se
qüe
lí1> I/,.
II. ConpâÍando â tÍoca de calo.
Q
com o
gás
em
câdapíocesso, verifrca-se
que
Qj
<
Qr.
III. Conpârando a variação da energia interna
^Udo
gás
em cada
processo,
veÌinca-se
que
LUt
=
LU,.
AnaÌisândo âs ã6rnãtivâs, pode-se
concluir
que
a) somentell.
O
somente Ie Ill.
b) somenie III. e) I, ll e IIL
(UFBA)
Uma certa mãssâ de gás ideal soÍre a
tÉnsformaçáo cíclica reversivel,4AC4, conforme
o diâgrafra de
pressão
,e6us volume apresenta
Nessas condiçôes, é.ôteto âfrmari
01) Ao passardo
estâdo,4 pa.â
o estâdoÃ, háum
âcréscimo na temperâtuh do
9tu.
0AAo pâssar
do esiado A parâ o estado C, a
tempeÍâtura da mâssa g8o3â se mãntém
04) Ao passar
do Btado C parã
o estado Á, a vaÍia-
ção
da energìã intema do
gás
é iguâl a zeÍo.
08) No ciclo aquantidâde de calortrccadêcom o
neio externo vâle 2
.
10ôJ.
IEO trâbalho reaìizado na expansão ACvale
2. 10r J.
34Na etâpa ÁA há uma equivalênciâ entre a
vâriãção da energia internâ do gás e a qudti'
dâde de caÌor Ìrocadâcôm ômêio'dterno.
Dê como resposta a soma dos númerôs qüe pr+
cedem âs afrrmativas coEeta-
(PUC-MG)
Umã âmostÍa de
gás
ideal solre as
translofmâções mostradâs no diagrama
pressão
,e.3us volume ilusúado âbâixo. Sabe-se
que
a
linhaÁCê uma isoterma.
Obse.veo bem e analise âs alì.inâtiïs âbâiro,
apontúdo a opção corretã:
â) Na ftansformação á
-
I a remperâtüra da
mostra aumenta.
b) OtÍabaÌho Íeito pelo gás do ciclo
Á
+B+
C+Á é
Posftilo.
c) O trabãìho rêãìizado peìo gás
na etapaÁ
-B
i oi de I J.
O
No decorrer dâ trãnsfornâçao C+ Á,
quên-
do a
pressão
lor de 3 N/ó'1, o volume será
e) Àenergia internâdã ãmostra diminuiâo Ìongo
da tfanslormaçãô,4
-
A.
(JCS-RS)
Certa máquinã térmica sxecuta o cicìo
da frgura, eletuddo 20 revôlúções p..
segundo.
t
tiiÈfr
i
i
Ë
!
-r..ry?t
apotênc'ã
da máquinâ, em
quiìowatÌs,
é iguala:
a) 100 b) 10 c) 1,0 d) 0,5 e) 0,20
. 206 Os FUNDAMTNÌo5 DA F í.Á
ÉSX9Êi GIFscarsP)
'lnsraterh. sécuro xvrrr. Hesreaves
patenteia
sua máquina dô nari AÍkwright invenia
a nandeira hidráulicaiJmes Watt intrcduz aim
portantíssima
máquina a vapor Tempos moder
nosl" (C. Alencar, L. C. RamaÌho e M.Vt PJbeiro,
Hìstótia da Saciedade Btusileitu.)
As máquina ã vapor, sendo máquinas !érmicas
reâis, operâm em ciclos de acordo con asegundâ
lei dâ TèÍmodÌnâmica. SobÍe essas úáquinas,
considere ãs três âlirmãções segülntes.
I.
Qüândo
en Íüncionamento, rejeitam pãra
a Íont! lria pdte dô cáÌor retirado dã fontê
II. No d!correr de um ciclo, a eneryia interna do
vapor de águâ se Ínantém constante.
III. TransÍormam em trabaÌho todo calor recebi-
do da Íonte
quente.
É correto ô contìdo apenas em:
a) l b) n c) xl
OI êl l
e) l l el l l
!
fill$fl]
grrel
o .ur.igu.udor é umâ máquina térmica
que retira caÌor dos corpos colocados eo seu
inÌeiior e ÍejeÌta câloÍ
pafâ
o úeio ambieíte,
que
está a uma temperêturâ mais elevada
que
a do seu inteioÍ. No feffigerador, entrctanto, a
irdslerênciãde.ãlôrnão éespontâneâ: é opôstâ
à "ordem nâturaÌ" e, de ãcôrdo com a Sègunda
Lei dâ Termodinâmicâ, é um prc.êsso que
só se
pode
eletivâr con lornecìnento èxte.no de eneÍ-
eia.
CoÌno está esquematizado na fiCü.a abaixo,
o refrigerador constâ de
quat.o
componentes:
I
-
compressor; 2
-
condensador ou radiador;
3
-válwÌa
(tubo
capilar)ie 4-congeladoi
Tendo comobaseas inlormaçôes dadâs, analise,
nas
Proposições
âseguirj os prccessos que
ocoÈ
rem em cãdaum dos componentes dâgeladeirâ,
com suas Íespectivas iransformâçôes gasosãs,
como sêobseNa no diagrâmãp x
yapreseniâdô,
que
rep.esenÌaa vãriâçôes de
píessão
evolume
parâ
o ciclo dã substâncìa de operação na
gela-
I. No compressôr, devido à rapidez com
que
ôcorfe a compressão, estapode ser conside-
rada êdiabática. A temperatura e â
pressão
se el evam. Como nào há t Í ocas de câl or
(Q
=
0), o trabalho realizado peìo
comp.es-
sor é equivalente à variação da eneÌgiainteÈ
na da substâìcia (2-
3).
II. O condemadôr ou .âdjador é a serpentina
na quaÌo
vapo. se liquela?, trocando calor
com o ambiente. Inicìâlúeíte ocofte um au-
meôto de temperaturã à p.essãô
constante
(3+
4), seguida de umã diúinuição do voìü-
me dasubstânciâ em condensação, à
pressão
e temperâtura constâôtes
(4+
5).
III. A váÌvulâ é um tubo capiìar
que
diminui a
pressào
dã substância, Esta descomp.essão
ocorre com múitê râpidez, não
permitindo
a
t.ocadecalor com ôâmbiente,Iogo se consti
tui numa trânsiormâção ãdiabáticâ(5- Ì)
'
IV. No congelador. a substânciâ operãnte troca
calor com o inte.io. da
geladeira,
â
pressão
constdte e diminuição de temperatura, ex-
pândindo-se
à medida que
se vaporira (caìor
latente dê vapoizâção) (1-
2).
A pá.tir
da análise leità, assinâle â alternativâ
a) Todas 6 proposiçÕes
sãove.dadenâs.
b) Apenâs âs proposiçoes
III e IV são verdâ-
c) Apenas âs
proposiçÕes
I elll são verdadeiras.
d) Apenâs ãs pr oposi ções
I I e I Ì l são ver da-
e) Apenas ãs pr opos' çõês I I e I V são ver dã-
dei r s.
a
q
. E
H
@
,
$1ry,.
Ore.9
,l ns*n
-r'r6enta
o ciclo de cãrnot
pda
CÂdÌúl o
9
.
As Lss oÁÌ*MoD NÂMrca
2O7
.
Nessas condições, é correto afiÌmar:
0ll Na compressão adiabática a energia interna
0A Na erpaDsão isotérmica o
gás
recebe calor
de uma das ionles.
04) Nâ expansão adiabática a teDpe.atura do
08) Ná cô
Fe$$ão
isotéúnicâ â ene.gia iôteÍôa
lE Na transÍormaçào ciclica o gás atinge o
equilíbÍio térmico com a Ionte quente,
ao
reinic'ar novo ciclo.
Dê como resposta a somâ dos números
que prc
cedem as airmativas corretas.
#Ë&
GÌELPR)
u.u da"
sranÍres
contÍibuições
para
a
ciência do sécuÌo XLX Ioi a intrôduçâo, pôr Sadi
Cârnot, en 1824, de uma lei pãrâ o rendimento
das Dáquinas térnìcas,
que
veio a se transjor
me nâ lei que conheceúos hôje cono Sêgunda
Lei da Termodinâmicã. Na sua versão orig'nal, a
airmaçáo de Camot era:
-Todas
as máquinõ térmicâs reversiveis ideais,
operando entre duas temperaturas, uma úaior e
oütrâ menorj têÒ ã me$haeficiênciâ, e nêôhuúa
máquiDa operândo entre essâs temperaturâs
pode
ter eficiência maior do
que
uma máquina
térmica reversível idêal,"
Com basenotdto enos conhecimeDtos sobre o
tema, é coreto anrmar:
al A aÍúmação, como iormulada originaÌmenie,
vale somente
para
máquinõ a vapoÌ,
que
eram
as únicâs
que
eÌistiam Da ép@a de Ca.not.
D
À ânrmâção dê Cârnot intfoduziu â idéia de
Ciclo de Carnot,
queéocicloem qüe
operm,
ainda hoje, nossas máquinas térmicõ.
O
À án.Òãçã. de Ca.not sobre úáquinas téÌmi
cas
Pode
serencãrâdacono uúã ootrâ manei
rade dizerque háì'mits pâraapossiìrìlidâde
de apdmohmeDto têcDico, sendo impossível
obter umamáquinacom rendimentomaiordo
que a de uma máquìna téÌmica
jdeaì.
O
À aÌirmâçâo de Ca.úot intÍoduziu a idéia de
Ciclo de Carnot, qüe veio a ser o cìclo en que
operôú, ainda hoje, nossos motores elétricos.
e) cdnôt viveu eú umaépocaeo
que
o
Drogres-
so técnìco era múito lento, e sua âlìÍúação é
hoje desproüdade sedtidoj pôis
o
progresso
técnico é ilimitado.
4W, oME-RJ)
consi,lerc uma máquìna térmica ope'
rando em um ciclo ternìôdi.ãmico.
Essa náquina recebe 300 J de uma ionte
queDte
cujâ tempe.atura é de 400 K e
produz
um traba-
llìode 150.Í. Ao Òe$notempo, rejeita 150J
para
umâ lonte Iriâ qüe se encontra â 300 K. Aanálise
termodinâmica da nìáquinâ térmicâ descritâ Íê-
vela qua
o ciclo
propostoé
üm(a):
a) !ìáqünìâ rÍigorífrca na
quãì
tanto a Primeira
Lei
qudto
a Segündâ Lei da teúrodúâmica
b) ôáqúinâ IrigoÌífica na
qual
a Primeúa Lei é
âtendidã, más âSegunda Lei é vioìada.
c) motor térmicô n. qüal
tanto a Primeira Lei
. ì uanr o J Scgr nda I
ê, í l a
l er mod, nár nr ca
"ao
ãtendidas.
O
notor térmìco no qual ã PÍiúeira Lei é v,ora-
da, mas aSegundâLei é ate.dkìâ.
e) motor térmico noquâlã Primeifa Lei é atendi-
da, mas â Segondã Lei éviolada.
t ar uú r Ur ! 1t ì Um. i FnÌ ÈÌ . áì r nr â ' ÈÌ i
unsr r r i du | Ì à
máquina térmicâ que bãba1ha entre âs teúpe-
ratl'rás 7,
=
400 K e Iì
:
600 K e qúe prodüz
trabâlho a uma taxa de 200 W. Â qüantidãde
de. r ì or Í or nc' r aa
pêl o
, oì t F quent F J mi qui nJ
a cadâ cicìo é

=
100 J e suâ ireqüência de
trabâÌho é 4 ciclos por segündo. Conside.e
que
o rendimento de umâ máqúina té.nica é dado
por
rl:
:,
sêndo õ o trabalho pfoduzido pela
máqúinano cicìo, e
que
o rendimento míift. de
r ?- ì
uma máqui na t éf mi câ dador r ún,
=i
-
|
-
r , )
o. oÍ e qLdndo
d n l qu nJ. uêr d l egdndu um. i -
clo de Cenot. Levando em coDia õ informaçôes
cladãs, podese
concÌuir que:
a) esse leito não pode.ia
ter ocorddo,
pois
con
lraria â segünda ìei da termodnÌâmica.
b) esse Ieito não
poderiater
ocorrido, pois con-
lraria a
pfnÌeira
e âsegünda Ìeis da termodi-
c) esse Íeito Dão poderiater
ocoÌrido,
pois
con-
lrâriâ a
primeira
lei da termodinâmi.ã.
d)
ês5c
máqui ì J Ì ôm' . J p, der
d l unr r undr p! . s
não coníâ.ia as leis da termodnìãnÌica.
e)
Fsi d
nài ur na . ér mÌ a podêr ' " Í un. i ^,
"'
p. i q
não contÍariâ ô pri.cipb
de conservaeão de
S,S
guc-llCl
u- ."".itório .le pãtentes recerrê um
pedido
de um inventor que
deseja registrar uma
máqünia térmica
que
operâ entre duàs iontes
de caÌor coÌn tempe.âturas de 227'C e 177
"C.
5egündo
Â
nv- r r or
d mdqui n" r Fr i r -
4, 0
0 J
de cãlor da Íonte
qüeDte
e realizã üô trabalhd
útiÌ 5,0 x 101J em câda ciclo,de luncionameDto,
Nessâs condìções. é coÌreto anrmar que:
a) o pedido
do inventor não pode
s;r ãceito, pois
a máquina, trabaÌhando entre essâs tempe
r ál Jr às. n; o pode l êr r ê r di mêr ' l o
qupê
i o d
10%.
b) o re.dimento dessa máquina é superado por
uúa máquinade Cârnot qüe
opêre êntre esszs
c) o reddimento dessa máqüina é igual ao de
una máquinade Cârnot que
opere entre essas
dua fontes témicas.
O
â únicalormâdêse melhoraro rendimenio oa
máqunìâé que
o inventor utilize combüstivet
de meìbor qualidade.
Ìrïíe
Grcce)
a
"n"ie."ia
cle umã máqüinâ dê cârnor
que
operâ entre ã fonte de temperaiura alta
(I,)
e a Ìonte de temperatura baixâ (?:) é dada peÌâ
{
.208 Os FUND^MINÌôS D^ FÌíca
-
Í r ' ì
expr essaol : L| ' ' ] ". *", . ", , """. ""
d'da nâ escâlâ âbsolutâ oü de KeÌvin.
Suponha que você dispõe de umâ máquinâ des-
sâs com umaenciênciãÌt
=
30%- SevocC dobÍâr
ovãloÍdatenpefâtü.âdâ ionte
quente,
a efr ciên-
cia da máquioâ
p6sará
a ser iguaÌa:
ã) 40'Á c) 50% e) 65%
b) 45%
O
60%
ë
j
!
-
3
ï!.djì OFRN)
As máquinas têrmicas translormâm a
energia interna de um combustiveì em enêrgia
mecãnica. De acordo com â 2ì Leì dã Termodi-
nãmicâ, não é possivel
construir una máquinâ
térmicaque transfoÍmetodâ â energìainternado
combostivel em trabalho, isto
q
udâmáqurnade
rendifteóto iguâì a Ì ou equivaleôte a 100%,
O cieniistã frânc& Sãdi Carnot
(1796-Ì832) pÍo-
vou que o rendimento mâlimo obtìdo por üúã
máquina térmìca operândo entre âs temperâtú-
ras TÌ (lonte quente) e T, (lonie iriâ) é dado por
": ' _I
' - 1ì
Com base nessas inÍormâções, é correto afir
mar
que
o rendimento da máquinatérmicã não
pudÊr er r gua a
por que. par .
r sso. eì a devFr : a
a) entre düas rontes à rnesmâ temperatura,
I,
=
I,, no zero âbsoluto.
b) ent|e uma tonte
qüente
a uma temperatura, ?i,
e r ma l on e i nd à l cmp"r al ur a Z 0
".
c) entreduas fontes à mesma temperatuE,
4
:
I,, dilerente do zero absoluto.
O
entre ulna lonte quente
a umâ teínperatura, 11,
ê
r ná l onl ê h' c à l enpe. at ur ê I - 0 K,
iilq! iuw-vc1o"
--aô
com a segundâ lei da reÍúo-
dinâmicã, a entropiâ do Unive.so:
,,a)
não pôde
ser
(iadâ
nen destruída.
b) acâbârá translo.ftada em eneÌgia.
-
c) tende aâumentâr côm otempo.
O
t!nde adininuircon o tênpo.
e) permdece sempre constãnte.
*.itiÈi
Curno
co-t u"" n* conheimentossobrc rermc
dinâmica, é correto anrmar:
0l)
Quando
um gás ideaÌé comprimido rapidâ-
merte, aenergiã internâ do ga ãumentâ.
0D O cicìo de Carnot ê composto por trânsÍor-
mações isométricas e isobáricas.
0O O rendimento de uma máqüina térmica d*
'
pende
excìusivamente da temperâtura da
Ionte
quente.
00 No reldgerador o gás reirigerante remove cã-
lor dã lonte fria, evapomndo-se, e kansierc
calo"; Íonrp qucr Ìê. .oìd eìsdìd ôaê.
16) Àdmitindo-se o Universo comô sistema llsi
co isoìado, a entropiâ do ljniverso sempre
aumentâ.
Dê como resposia a soma dG números qre pre
cedem as afrmaÌivas coreta.
SSíBI
(orimpiâda
BrasiÌeira de Físicã) umã râmpaaa e
eobaÌâda numa caixa Íechada e isoÌãdâ termicâ,
nente. Considerc que no interior da lâmpada há
vÀcuo e qüe
o âr dentro da caie seja um gás ideal.
Em um c!rto instante! â lâmpada se quebra. Se
desprezarmos o voÌume e a massa dos compo
nentes da lâmpada (vidro, supone. nhmento,..)
e a veiação de energia associâdaàsua qüebrã, é
incon!to
afirmar
que:
â) a eneryia inteÍnâ do
gás permanecerá
a mes
Ìna após ã qüebrâ
dalâmpada-
b) a entropia do
gás
auÍnentará após a
qüebra
da
c) a têmpefâturâ do
gás permdecerá
a'm$ma
após â
quebra
da ìâmpada.
O
a pressão
do
gás
diminuirá âptu â quebra da
e) após ãquebrada lãmpada, o gás realizaráum
trabalho positivoparã
se dpandÍ e ocupe o
volume onde anteriormente havia vácuo-
ts
@
t
,f.i.á$il prsco.sel
ua*elÌ, notável lisico escocès da
segundâ netade do século XIX, incontormâdo
com ã possibilidade
da morte têrmica do IJni
verso, conseqúência inevitável da segunda lei da
Termodinãúica,
criou o
"demônio
de Mlwell",
uú ser hipôtético capaz de violar essa ìei. Essa
IictÍcia criãtu.â poderiâ
seÌecionar as molécuÌas
de um gás que
transitassem entre dois compar-
timentos controlando a abertüra que os divide,
como ilustra a figura.
Pof caüsa dessa mãnipulâçâo diâbólicâ, âs moÌ&
culâs mais velozes p6sâriâm pârâ um cômpãrti
mento, enqudto as mais lentâs p6sârim pãrâ
o outro. Se issofosse possivel:
a) esse sistemâ nunca entrãriâ em equ'librìo
b) esse sisiema estâdã em equiìÍbrio térmico
c) o
principio
dâ conservâção dâ ènergiã seria
O
não hâveriã ttocã de câlôr entre os dois com-
e) haveria troca de câlo! ma nãô haveria troca
CÁPrruo9. As L* DÁ ÌrRMoD NÁMtrÁ
2o9
.
O motor a explosãodo automóvel
Conì o v mos, ca or
pode
se 1rânsÍ orrnaí em t Í aba ho Desse modo, o rnot or de l ma ocomot va
(sej aâ
vapor , sel a de cor nbLst ão nt er nê) , ummol or deal t or nóvel , Lr mat ur bi naavapor ouagás, unr r eat or deavão
são chamados mot ores t érmi cos,
porque pf oduzern
Í abê ho
qLrando
é f ornecl do ca or.
No mot or de um aut omóvel , o sl sÌ ernâ de ni eção e eÍ ôni ca
(o!
o carburador, nos rl ì odel os nì ai s ênt gos)
dosa conven ent eaaent e Lrmâ mi sl ura de ar ê vapor de combust í ve
,
que penet râ
n! m
pequeno
ci f dro, onde
e coÌìpflnìida e nf êmada O calor
prodtr7
do
pe â cornbuslão exp os va da rìr stura ar combustíve compflrnida
l bera gf ande quant i dade de ca or
(daí
o noÌ ì e mot or a expl osão ou mot or de combust ão i nt êrÀa). Essa
"expl osáo' evâapr essãoaLr mvaoTr n{r i l oeevâdo. Cor ni sso, amassagasosar esul ant eexer cêsobr eo
pl sÌ ão unì a l orçn de grande nt ens dade e ass m o êrnpuÍ â,
provocando
a rol aÇão do e xo mot or A f i gurâ â
most ra, esquernat cament e, ê mane ra pe a ql ral o rì ov ment o de val vénì do
p
sÌ ão é Í ansl ormado no Fnov
raento crTcu aí 00 e xo TaoÌor.
t
O nìotor do êutonìóve é Lrm rnoÌor a exp osãodèq. d' o
ôÌ po
or o o. r "do, "f i gur ab
;
. 210
Figurab
Os FUNDAüENÌo5 DA Fi ícÁ
I
1] TEMPO: ADN4 SSÀO
O p sÌão, qle
se encontrava fo
ponto
slrpeÍ or, desce pelo rnov mento do e xo e a rì stura de ar e vapor
de combl sl í ve penet ra
na cárnêra de conì bust ão
1C)
êÍ êvés da vávua de âdnì l ssão
(Áì ,
que
se encont f a
abert a. Nesse t empo, a vá vu a de escape
1Ê)
se nì ant énì Í echada
2o TEN/ l PO: CON/ PRESSÃO
Ac va ! u ès de èdm ssèo l 4) edeescãpe( E) esÌ ão Í echadas. O
pst ãosobe
e, à medi da
qLr e
dl ml nu o
vo ume ocupado
pel â
m st ura, a
pressão
aLrri ent a Como conseqúênc ê, ocof re aLrrì ent o da t ernperêt u d
3! TEMPO: EXPLOSAO
Nesse Ì empo, o d spos Ì vo denorn nado ve a l ú e. n t e ! ma Í êí sca que
l nf êmê os gases
conì pr m dos
Essa l nÍ amaÇão é exÌ remament e rápi da e â rn st ura se
qLre
mê t ot al rnenl e, ênt es que o p sÌ ão t en ha i empo de
começaf a descer O cê or desenvoÌ v do aurnent ê cons derave menÌ e a
pressão
ê a t emperat ura, caLi saf do a
expansão dos
gases resu t ant es,
que
emp! rf êrn Í ort eÌ nent e o p st ào para
bai xo. EsÌ e e o úni co l empo aì ol or
do c c o, oLi sei ê, o ún co i empo eri que há f eal zâção de l f aba ho.
4q TEMPO EXPULSAO
A vá v! â de âdnì l ssáo
(. 4)
esÌ á f echada e a vá vul a de escape
(E),
abert a Os
gâses
são e\ put sos parà a
at mosl eÉ pê â vá vLr a aberÌ a,
por rne o do mov menl o ascendent e do pl st ão,
det ernì ì nado pe o e xo moÌ or
ern rnovl rnent o Ao Í nal dessa sub da do
pi sl áo,
a vá vul a de escape se f echa e,
qLraf do
o pt sÌ : o
co. neça a
descer, a vá vu a de adml ssão se êbre, recomecando o c c o.
Pef ceba, por
essa descÍ
Çáo,
que
só há um t ernpo mot or
(o
dê êxpansão, t erce ro t ernpo do ci c o) e
q! e,
parâ obtêìo, o molor tern de Íea izar do s
g
ros loLr
qlratro
tempos do p
stão).
O Ì râbâ ho obÌ do nêsse úni co t ernpo rì ot or deve seÍ nì ai or que
o gast o
nos oLrt ros. A ene g a necessã ã
paf a produzl f o i nÍ c o do mov menl o do
pl sÌ ão
deve ser Í ornec da
pe
o mot or de arrcnque.
Para nì el horar o f endl nì ent o dos moÌ ores, esÌ es Í Unc onarn, coTnurnenl e, com
ql rêt f o,
sel s ou nì ai s c n
dros deÍ asados, de modo
q! e
hal ê sempre um c l ndro no t empo rnot or Na f i gurâ c, est á represenÌ ado o el xo
de um mol or de expl osão com
quaÍ o
ci ndÍ os ern nha.
FlguÍa <.
Quãtro(ilindros
êm linha
num motor ã exPlosáo.
til
- E
;
@
r
No erdeleço eÌetrônica httt://
www.chemcollective.ors/aprlets/
ensine.ph!SdescÌiptiôn (em inqÌês) você
encontÌa uma simuÌaçâo do funcioramento de um
motoÌ a erpÌosâo de
qüatro
tempos (use o cursor
"ThÌottle"
como aceÌ!rador).
No erdereço eÌetrônico http://wwìv.k rì/z.dê/
vnotor/v zylinds.htnÌ (en !spanhol) você
lode
üsuaÌizaÌ o tuncionànerto alternado
dos
quatÌo
ciündrcs en tinha de un motor
Á Nos automóveis, os motores dispôem
usualmente de quaío,
seis ou makcilindros
e sáo constantemente aperfeiçoados, visando
aumentarseu rendimento.
CaPÍuro9
.
As LE s DAÌRMoD NÁMrca
211
.
(UnB-DF) No frnal do sécuìo xlx, a invenção
do úotor de combustão ioternâ- dáquina
térúica
qüe emprcga a ene.gia libêradâ por
combüstiv!is
que dpìodem dent.o de.ilin-
drcs do moior
permitiu
o daenvôlvimento
dosveicuìos motorizado$. Hoje âmaioria dos
veiculos é impuìsionada
por motof de com-
bustão interna à
gasolina, ãáìcool ou adieseÌ.
Acerca desse tema, respondâ às seguintes
pel:untõ,
justincando
suas.espostãs.
ã) O motormencionado é cãpãz de thnsior
mar toda a energia térúicã
produzida na
combustáo efr tÍãbãlho útil?
b) O rendimento de uma máquina ideal de
'
Carnot dependê d6 temperaturas das fon-
tes
quente
e lÍia e do tipo de substância
(vapor ou ouko fluido qualquer) utiÌizada
:'!;âìi: CusLpn)
u* .ntnr Diesel opera da sesuinte
forma: ô ãr é inboduzido no ciìindro e com-
pÍimido ãdiabaticamente
(sem hocas de
calor) ãté atingir uma iemperâtúrã em que
umâ misturâ do óleo dieset, injetãdô no RnâÌ
desse
periodô, e o ar
Possam
queimaÍ
sem
necessite de ignição. Essa combustão
provo-
ca uma ìentâ expdsão a
pressáo
coústêôte,
que
é sègúidâ de outra dpansão adiabáticâ,
ão nm da quaÌ realiza se a descaryã dos gâses
resultantes da combustáo, coúpletãndoo ci-
clo. O ciclo idealizado aÈDiesel é o s!guinte:
pânindo do pontoá, o ar é comprimido adìã-
bãiicmente até atingirB, aquecido â
pÍessâo
constante atê C, dpandido adiabaticaoente
atéD e reslriado a vôlume constante até,,1.
Quâl
dos diâgrâmas
p I v(pressáo x volú-
me) reprcsenta o cicÌo do motorDiesel?
b) p
c)
r
ìiLi?E
ryunesp)
Um motor a gasolina ou ô áÌcool
p, , Í l c
ser r Fpr F. Fnr ddo
por
umd mi qL r . d
térmica que
segue o ciclo cujo inÍcio está
rêpresentado na ngura.
!
a
3
I + 2: el pânsão i sobár i ca ( admi ssão do
combustivel no ciìindro à
pressão
at-
mGlérica), Íepresentada no diagf afr a
2 J ;:compressão adiabátìca
(Íechâúe.to dâ
váìnla de admissão e compressãô do
combustÍveÌ),representâdânodiâgrma
3 + 4:translormação isométrica
(etplosão,
absorção de caÌoti
4 i 5rexpansáo âdiâbáticâ
(reâlizaçào de
trabalhô
pelô motor, giro do virabre
5 + 2:translormação isométrica
(eraustão,
fornecimento de calor ao mbiente)i e
2 + 1:compressão isobárica (elpuìsào de gâ'
ses residuais, com válvuìa de exâústão
aberÌa, à
pressào
atmoslêrica).
â) rcp.esente o cicÌo compteto deste motor
em úú diag.anâp x I/.
b) complete a tabeÌa seguinte, atribuindo
Pa. â
cadâ um dos
quat r o pr ocessos
o
vaìor zero ou os sinais
posìtivo (+) ou
neeativo
(
)
às
grandezas a,
Q
e
^U,
que
são, respectivamente, o trabaÌlÌo reaìizado
pèlo
ou sobÌe o motor. a
quaniidade
de
. al ô. r ecebi da ou f of neci dà pel o mot o.
'e â vârjâçãô de ene.giâ intêrnã dô úotor
2: i i
3 r , l
, l : 5
5) 2
(JEPB) Entre as máqüinâs térmi.âs âper-
Ieiçoadas no decorrer do sêcuìo XX, aqúeìâ
com a quâÌ ieÌnos mâjor contato é o motor
a erplosão (ou de combustào üÌternâ), a
álcooì ou a
gasoÌina.
Considere o
prircípio
de luDcìoiÌamento do motor a explosão de
um automóveÌde
quatro
tempos ou
qüatro
etapas e o diagrama da pressão pelo vohìnÌe
num ciclo completo desenvoÌvido por esse
motor, coniorme as ngura seglÌintg.
^
Ci l ì ndr odo mot oÍ deum aut omóvel .
!)
A Diagrama dâ
pressão pelo
volume do motor dê um
Tendo como base as inlonnações dessas
ngurãs, analise, nas proposiçôes ã següir, o
Drocesso
de luncionameDio do motôr citâdô,
em uni ciclo compÌeto, com âs suãs respectì,
vas bâÍslormações gasosas (misturâde
are
conbuslivel) em cada una das etapas desse
Assinale a âlternâtivã coÍeta,
â) Na 1" etapâ (de 0 áté .,1 ê de ,4 até t): trans
tormações isôbáricã êâdiabática- ocorre
a adnÌissào dã mistufã de are combustível
e, em seguida. de umâ comprêssãô dessa
mistura com a subida do pistão.
b) Nâ:ir etapa (de Ë até Ce C âté D):trâns-
lorhações isovoÌumétricâ e adiãbática
-
ocorre a explosão dâ Distürã, cãusâdâ
por
umalaiscâ eìórica orignìâdâ pelàvela
de igniçào, següidâ de uda expa.são; o
motor realiza râbâlho, que é rêspônsávêl
c) Na 2retapa (deB até C):apens transÌor
mação isovolumétrìca
Pressão
dessa mistura com a subida do
O
Nâ 3! etapa: (de D atéÁ): translormação
ìsovolumétrica ocorre a expìosão da
mistura, causada
por
uma laísca eléidca
origi.âda peÌa
vela de ignição; o motor
reàliza tÍabalho,
que
é responsáveÌ
pelo
e) Na 44 etapar (de Á até ori apenas trans-
iornãçAo isobárica
-
ocorre a expulsão
dos gâses Ìesuìtantes, com a abertura da
váìvülade saida e a subida do
Dìstão.
O DESENVOLVIMENTO DA TERMODINAMICA
Podernos consideraÍ que a hÌslóriê da Termodinâmica começou há
pouco mai s de doi s sécul os, quando t l vef am i ni ci o a5 pf i mei r as Lent â
tivas para criàí "nìiquinn! de cã or", iÍo é, dispositilos q!e pudessem
pÍoduzìr eneÌgla mecânica à partìf de co'pos aqlecidos. Essas tenÌativas
desembocaíam na corìstrução de máqu nâs a vapor, q!e uÌilizavam a capa
cidàdedo vãpordeágua em produzlr mov mento. NoenÌa.to, as primeÌas
máquinas deste tipo tìÌìhâm poucà eliciência. Coube êo engenheiro esco
cêsJAMESWÂTT
( 1736
1819) , t r abal hando numa mi qui na a vêpoÍ r udi
mcntar, apcrfciçoá la, para q!e tivese melhor Ìendinento, patent--ando
ie! modelo em 1769. A parÌir de então, as máquinas a vâpor passaram
a
ser intensamente lti izadas, no bombeamento dc água de Íìrinas, no ac o'
name.Ìo de moinhos de farinha, em fiações e tecelage.s ! na fabÍicação
dc pap!1, tornando se um fator fundamental na Revo ução InduÍÌia que
transfofmou o m!ndo. EntreÌanto, apcsãrde se! uso teÉse dii!ndido, aindê
eram ignorados os prlncípios teóricos em que se baseavam.
ffiffi
No edereço eÌehônico http://v{wì'.sciencemusêurÌLorq.uk/onìinê/
energyha[/theme Seeo/.2otheo/o20!nginesoó2oat%20ìÀ/ork.ãsp,
cÌique no link See the Boulton and Watt rotatrve stean engin!at
vroÌk". xÌn seguida, cÌicando no botão 'Next", você
pode!á
obs!Ìvar cada
detaÌhe do tuncionam!nto da rÌìáouina de Watt.
t
JamêsWatt, retratâdo em 1792.
^
sadiCamot, rêtãtado em 1813.
i
ã
É interessante observar q ue nessa época ainda predominava o modelo
em que se consideÍava o caloÍ conìo um í uìdo. Somente em meados do
século X X, com os Íàbalhos de MàyeÍ eioule, à relacão de equivalência
entre caloÍ e energia mecánica Íoi deÍinltlvamente eíâbele(idâ, como
vì mos no CapÍ t ul o 4. Dãí nasce! a pr Ì mei r a l ei da Ter modi nâmì ca, q! e
nãdâ ma s é que o pr i ncí pi o da conser vação da ener gi a apl i cada aos
prccesos naturais q!e envolvem tÌocas d! ca or e realização de Íabalho
Estudando as máqLinas a vapor, oiGjco francós NICOLAS LEONARD
SÂDl CÀRNOT
(1796
1812) conseg!iu estabe ecer o pÌincípio de funcio-
namenlo das máquinâs iérmjcas, anÌes de ser eÍabe ecida a scgundi leì
daTer modj nâmi ca. Segundo r uasconcl usões, publ i cadas em 1824 no seu
livro ReÍ/eÌões sobfe n poténcia mattìz .:lo laga, umi] dlferença de tem
perat!ías eÍiì Íundamentà para que uÍna máq!ina téfnìicê iuncionasse,
l ant o quant o umdesni vel deàl t uf â paf ã que Í unci onasseuma' oda- d' água.
Parece claro q!e Cafnot estava consciente dos Íundame.tos da prirneira
leÌ da TeÍnìodìnámicâ, embofa isso não tenha sido reconhecido pelà co
munidãde cientÍÍlca da época. Desenvolveu aìnda a noção de processos
feversívels, âbrìndo câÍìrinho parâ â seguÌìda ei da Ìermodlnâm ica.
EM 18] ' 1, BENOÌ T PAUL ÉMI LE CLAPEYRON
{] 799
] 864)
PUbI i CA
scu trabalho Á potér.à motub do cã/or, abandonando a idéia do
"ca-
l ór i co" e dando ! mã Jor m! l ação mai s accsí vel par a a segunda ì ei da
Tcrmodinâmjca. Introduzìu o gráiìco pf!são x vo !me, apÍesentando o
clclo de Carnot de íorma objctiva. Ese gÌáfico recebeu o nome de "gráíÌco
. 214 Os FUNDAMENÌo5 DA Fi ' ca
Apesar de o en!nciado de Í!ncionànìento da máq!lna támica ser considerado ãtuà Ínenrc umà maneirà
de enunciar a segunda lei da Tefmodinâmlcâ, consìdeE se qle íol o Íísico ê lemão RU DOLF CLAUS|US
(t
82 2 I 888)
quem pela primeifa vez/ em I850, aenLrnciou.Apaftirdaí ouÍos enL nc iàdos fora m
pfopoÍos por
váÌios ourros
cÌ ent i sÌ as, ent r e os quai s LORDE KELVI N
( 1824
1907) c MAX PLANCK ( 1858- 1942) .
Em 1865, Cl al i sus cr ou
o conceto de enÍopiã/ enunciando então sob outra foma a segunda lci da Tefmodinâmicã. A inrerpfeLição
estêtistlcà da entíopla, entretanto, ÍoÌ iotrodlzida por LUDWIG BOLTZMANN (t
8.14 I906) em 1872.
Desenvolvlmentos
postêriores
dã Termodi.âmlca ocoÍcram aindà com os úaba hos do c e.risiâ alemão
HERMÂNN LUDWI C FERDI NANDVON HELMHOLI Z
( 1821
1894) edo f Í si coe mat enì át i co. or t c d, Ì , c, Lano
j oSt AHWt LLARD
CTBBS
( r
819- 1901) .
^
JosiahWGibbs,em selo <omemorativo lânçãdo pelo
sêrvico oostâl norte-americãno,
;
tta
q
- E
ó
t
Consult!a Linha do Temlo, nas primeiras páginõ
deste voÌume. nd oudì são d*indìddos o" pÌi".ipàis
à_onre.ire-ro: his.óri!os dd épo.d de Carnor C-.u
sis. K"ìvir
ê
ôur'os
-ores ;mportdntes no de\envo
-
ünen-o da Tenodïdì(a
lde
l/90 . 1888t, dlem dp
!*sonagens
im!ôrtaìtes, qìre
vários ÍaÍÌos de atiüda-
de, que
úveÌan nesse nesrro pêÌíodo.
Dentre !les, saliertanos:
NapoÌ êáo l ona! àl t e (
, 69- l 8r r ) l oj
dur dn e
oüÌ zê ar os o di - j gê- 1" . à' o dd
. r d, , d,
Fmbor "
i d
gover na( e o pa( desde Ì / ôo.
"n
Ì 30- . o"or se; n-
p!rador,
adotando o titnlo d!NapoLeão L conqústou
e
gowmou qcnde
odne dd Lu-opa
í"rFaì
dur-rê o
p!íodo
en
que
esteve no
loder
D. PêdÌo I
{1798-1834), !íncipe
portüguês, ficou
no BÍasiÌ cono Ìegente da coÌônia, quando seu pai,
D. João r,t, voÌtou a PoÌtugaÌ. ÍntÌetanto, em 7 dê
setêrnbro de 1822, romleu definitivanente os úÌtinos
vincuÌos entre BrasiÌ !PoÌtugal !decÌaÌou a indelen-
dêlcia do Lapério do BÌasiÌ, tomando-se seu
lrineiro
Jdme, C*k Ì.raxwel ( 8?Ì Ì8/0) 5írô êÍoces.
denonsiron qüe I foÌçãs eÌéúcar !as to4ar Ínâgné-
ticas são dob asp!ctos difeÌentes do nesno f!nôneno,
o eÌetÌomagnetisnô. Contiibuiìr tarÌrbén
lan
o dêsên-
voLümento da teoÌia cinética dos
gãsês.
At huÌ Schopenhauêr í Ì 788 860ì Í ì osol o
dlemão ü,dlionalista. inrÌodlziu o hudisro
"
o p"r
saÍÌento indido na netafisica aÌenã. Conhecido
!oÌ
seu pssinisno,
Schopenhauer combateu fonemente
a fiÌosofiâ de HeqeÌ e influ!nciou o
pensamento
de
CìãÌÌes Dàr'rin (1809 1882), nâtìrralisra ingÌês,
é comideÌado o ÍesponsâveÌ por una novâ naneúa de
ver a naturcza. Ein sen üwo nais fãmoso,
-4
o/igen dd.t
espé.r'es (1859),
intÌoduziu ã idéia de evoÌução a
laltir
de un ancesiral conun por n!io da seLeção natüal,
que se tomou â expücaÇão ciêntifica doninante para
a diversidadê de espécies na natueza.
Joaquin Maria tÍà.hado de Assis (183s 190e),
cÌo sta, contista, dranaturgo,
jomalista,
poda, no
v!üsta, loÍÌancisia, ctÍtico e esaista brasiÌeÍo. é con-
sideÌâdo um dos naiores escritoÉs ÌeaÌistas de todo o
nundo. ËscÌeren obÌas do
poÌte
de Nenótias
ústumos
de Rtú Cubas, Don Casmuio e 0üincds BorÕa. toi un
dos tundadoÌes da Ácadenia Br4ileüa de Letras, ìoje
chaÌnada Casa de Maclado de Asis.
Fiodor Dostoiwski (1821-1881),
escitor Ìusso, foi
uúa das nâioes
!*sonaüdãdes
da ÌiteratuÌa Ìssa !
co$ideÌado o tundador do eÍstênciaÌisno. Enüe suas
obÌas nãis inpoÌlantes estão Reco dÇões da casa das
nortos, Üime e cãsüga e As imãÒs ratu azov, èste
úLiino cônsideÌado por Freud o naior ioÍÌance de
rÌédéric Cholin (1810 1849), nnsico poÌonês,
é
considerado un dos naiores conpositôÌes de
leças
pea pieo.
Sua núsica ten un ãcento ronântico cheio
de neÌancoüa, às vêzes de üna pungente tristeza.
CÁPi Ìul o
9
.
As L4 DÁÌRMoD NÂM@
zr5
.
d,qego
eométÍica
à 0ptica
Os f enômenos est udados em Ópt i ca Ceomét ri ca
po-
dem ser desci t os com a si mpl es noção de rai o de l uz-
Um conj unt o de raÌ os de l uz const i t ui um Í ei xe de
Iuz. Este pode sef convergente, dÌvergente ou pafale o
(f i gu
ra 2).
tÉ A reflexão da luz, como a que ocorre
na sLrpedície tranqüilâ de um lago, é um
dos fenômenos ópticos que apretentamos
neste capítulo. Dis(utimor, âinda, os con(eitot
fundamentais da óptìca ceométrica
e os princípios em que ela se baseia.
Figüra l, Râios dê luz âtingem o globo
oculaÌ do obseÍvâdor.
(
d\er!Ênre Div.rg.n.
FiguÍâ 2. Feixes de luz.
n. coNsÌDrrÁÇÒEs ÌNrcrÀrs
2, MEros rRAr,rspÀRENrEs, TRìr,rsrúcÌDos Ê oFÀcos
3. rENôMENos óPTrcos
4. A COR DE UM COIPO POR REFLEJ(AO
5.
DDì \ . . o
0 DÀ
DD0FI
À
_ÀO
DE- t .
{
A Dq I
t 7
' OvBq-
I PENUMBRA
6.
pRlNcÍplo
DA REVERSIBÌLÌDÁDE los !úÌos DE LUz
7 , tRlNcÍplo !A ÌNDxlEN!Êl,lctA Dos RAIos rE LUz
I
El t. Consi derações i ni ci ai s
CeÍ t os f enômenos umi nosos podem ser est l rdados
sem que se conheça pÍeviarfente a nâtLrreza da luz. Bas-
t dr. pa. d t anÌ o. a roçdo dã í à o dê l Ll 2. a gJ-. p -. p; o'
f undãment ai s e consi derações de Ceomet f i a. O est udo
desses fenômenos constÌtuÌ a Óptica ceométrìca.
Assim, paÍa representar graflcaÍnente a luz eÍn pro-
pagação, corì o, por exempl o, a emi t i dã pel a chanra cl e
umâ vel a (f i gura 1), ut i l i zâmos a noção de rai o de l uz.
Rai os de l uz são l i nhas ori ent adas que repre-
sent am, gÍ af i cament e, a di r eção e o sent l do de
propãgação da uz-
À Ofeixe de luz
que
incide na lente da esquerda
é
pâÌ â
l el o. o f ei xe de l uzquêdel a emêr se é
divergente. o feixe dê luzqueemergeda lente
à direita é
(onvefgentê.
Capl Ì ur o r o
.
l NÌ RoDU. Ãoa Ópr . acr oMi Ì R. a
217
.
Os corpos
que emitem a luz que pÍoduzem são chamados coÍpos luminosos. É o caso do Sol, das
estrelas, de Lrma vela acesa, das lâmpadas elétricas etc, Se o corpo reenvìa para o espaço a luzque Íecebe
de outros corpos, ele é chamado corpo iluminado, E o caso da Lua (que reenvia para o espaço a luz
recebìda do 5ol), das
paredes,
dâs roupas etc.
Os corpos luminosos e iluminados constituem as fontes de luz. Os primeiros
são ditos fontes pri-
márias de luz ! os outros são ditos fontes secundárias de luz.
No caso de a fonte de luz terdìmensões desprezíveis em confronto com as distâncias
que
a sepaÉm
de outros corpos, ela é denominada fonte puntiforme ou pontual,
Em caso contrário, ela é denomina-
da fonte extensa. lJmâ estrela, dãda a grande distáncia que se encontra de nós, pode ser consìderada
uma fonte pontuâ|. O Sol, embora também seia uma estrela, é considerado uma fonte extensa, porque
está bem mais próximo.
ï
;
.
< Fontes de luz iluminãm
o Cdsto Redentor, eleito
maravilhasdo mundq
no moro do Corcovado,
Ri odeJanei r o
( RJ) .
Ê
Conforme a fonte, a luz pode ser:
.
simpÌes oú monocromática
-
de uma só cof, como a luz amarela emìtida por lâmpadas de vapor de
sódio;
.
composta ou poli(romática que resulta da superposição de luzes de cores difefentes, como a luz
sol ar
(bÍ anca).
Quando
uma luz policromática ìncide sobre a vista de um observador, ela determina a sensação de
uma cor resul t ant e que não coi nci de, em geral , com n!nhuma das cores component es. E o caso da
luz branca emitida pelo Sol, pelas lámpadas incandescentes e outras fontes. A natureza composta da luz
branca pode seÍ evidenciada quando eìa atravessa um pÍisma, por
exemplo, e ocoare a separação das
luzes monocromáticas que a compõem. Reciprocament!, feixes de luZ de diversas cores se superpòem,
Í esLl l ando 1um f êi re de del ermi nada coí
Qualquerque
seja o tipo de luz monocrcmática
(vermelha, âlaranjada, amaÍela, verde, azul, anilou viole-
ta), sua v!locìdade de propagação no vácuo é sempre a mesma e aproximadamenie igual a 300.000 km/s.
Em um meio material, a velocidade da luz varia conforme o tipo de luz monocromática. Seu valor é
semoÍ e menor oue a vel oci dade da l uz no vácuo,
_
O anoJuz é uma unidade de comprimento usada na medição de distâncìas astronômicas.
E a distância oue a luz oercorre no vácuo em um ano.
Sendo a vel oci dade da l uznovâ. uov: 3. 105 km/ s e Àf
:
I ano
=
3, 16. 107 s, r csul t a:
Às- v. ^t
1 ano- l uz= 3. 10skm/ s. 3, 16. 107s + 1 ano- l uz=9, 5' l or ' ?km
. ã8 O5 FUNDAú!NÌo5 DA Fl srca
E
@@
,"
,i:Jiïiiïj',l;"
" 'étodo
idearizado por
RoeÌner para
a determinação
da veÌocidade
P_208 (UÌrM(ì
Porque
é nÌâìs coDvenienre íornecer
as dìstãnciâs
às estrelas
enÌ anosluz em vez Íie nÌetrcsl
P.209
Qual
é âdistâDcia
aró a Terrã. expressa em quiÌômetfos..te
um astro situado â l5 aDô$hz?
P2r0
@nicâmpsP)osrpK Arethâ anrmou teÌ sÌr o seqüesrrâd. por
ex.aterresrres
e ter passado
o hÌn de seniana
êm uÌndanera
da esr.ela A1tâ da conÍeÌação
de centauro. raÌ ptaDera
dista,1,3
an."i,ãì".".
.._."n"
Dôa vontáde, suponha!ueanávedos
extÌarenesrres
tenha vìajado
cÕm a vetocntaOe
aa tuz (l,o.ro"mls).
ra
ì dae navol t a. r \ . l oi e l ano: 3. 2
.
i 0r segun. l os.
RespÒnda:
a)
QuaDtos anos redadurado
aviageÌn.te
icìâ e voìra do sr Àrcrha?
b)
QuaÌé
â disrãncia eD nerros do
plaeta
ã le.ra?
B Z.
m"i o, transparentet
transl úci dos
e opacos
Os objetos
são vistos com nitidez atravé\ de cjiversos meios matedais,
corno o vidro cornum,
a agua
em pequenas
camadas e o ar Est es são denomi nados
mei os t ransparent es.
O vi dro f osco, o paper
oe
seda e,o.papeliegetar,
por
exempro, permitem
a visuaiização
dos objetos, ,nu, ,"À"nit]c"r.
sao ,n"io,
translúcidos,
Outros meios,
coÍno â madeira e o concfeto, nâo permitem
a vjsualizaçâo
dos objetos.
São os mei os oDacos.
^-
Para que um observãdor
vel a um obi et o,
a l uz envi ada porest e
deve chegarao ol ho do obseruador
Assrm, podemos
concl Ll i r que
os met os t í ãnsparent es
e t ransl úci dos purai t "a
u propagação
da l uz
(figuras
3a e 3b), ã qual
segue trajetóÍias regulares
nos meios
transparentes (visão
nítidã
dos objetos) e
irregLrlares
nos translúcidos.
Os meios opacos não permitem
a propagação
dì tLrz (Íigura
3c;.
!
a)
c)
Figura 3. Comporrà
mento da tuzao incidÍem um meio tn nspa rente (â),
Ía nstú(ido (b)
e opa(o
{<).
À Os pláíicos podem
ser trãnspârentes,
rranstúcidos
ou opa(os.
CÁdruLol ô .
NÌRoou.ÀôÀórn
GroMÊÌRrca
219
.
r, ' , , r'
@
3. Fenômenosópt i cos
Considere um Íeixe de raios paralelos propagando-se num meio 1
(por
exemplo, ar) e incidindo so-
bre a superfície plana S de separação com um meio 2
(por
exemplo, águâ, papel, chapa metálìca polìda
etc,), Dependendo da natuteza do meio 2 e da superfície
5
ocorrem simultaneamente, com maior ou
menor intensidade, os fenômenos de reflexão regular, reflexão difusa, refração regular e diÍusa da luz e
absoÍção da luz.
Reflexão regulâí: o feixe de raios paralelos que s! propaga no meio I incìde sobre a supeíície
plana .S e retorna ao meio l, mantendo o paralelismo (figura 4). E o que acontece, por
exemplo, sobre
a superfície plana e polida de um metal.
Reflexão diÍurô ou difusão: o feixe de faios paralelos que
se propaga no meio 1 incide sobre a
superfície 5 e retorna ao meio 1, perdendo o paralelismo e espalhando-se em todas as direções
(figura
5). A difusão é devida às irregularidades da superficie. E por meìo da r!Ílexão difusa que enxergamos os
objetos que nos cefcam, PoÍ exemplo, vemos uma pafede porque ela reflete difusamente, para nossos
olhos, a luz oue recebe,
FiguÌa 4. ReÍlexão regulai Flgura 5. Reíexãodifusa.
Ref ração da l uz: o f !i xe de, rai os
paral el os que se propaga no mei o l i nci desobrea superf í ci e Se
pâssa a se propagar no meio 2. E o que acontece, por exemplo, quando
a luz se propaga no ar e incide
sobre a superfície livre da água de uma piscina. A refração neste caso é regular
(Íigura
6a), possibilitando
que
uma
pessoa
no fundo da
phcina veja o Sol. Se o rneio 2 for translúcido, como o vidÍofosco, os raios
reÍratados
perdem
o
paralelismo
e a refração é difusa
(figura 6b).
Í
a)
Figura ó. ReÍíaçáo dã lu::
(â)rêgular (b)
difusa.
Absorção da luz: o feìxe de raios paralelos que se propaga no meìo 1 incide sobr! a superfície S e
não retorna ao meio 1 nem se propaga no meio 2, ocorrendo absorção da luz peÌâ supeíície S (figura 7).
Como a luz é uma forma de energia, sua absorção ocasiona o aquecimento de S-
Figura 7. Absorçáo da luz.
Nã refìexão regular, na reflexão difusa e nâ reffação, os feixes refletidos ou refratados apres!ntam
energia luminosa Íl!nor que a do feixe incid!nte que lhes deu origem, pois uma parte da en!ígia é sem-
pre absorvida. Num coÍpo negro, a absorção da luz é total. Num coÍpo cinza-escuro, há elevada taxa de
absorção. Num corpo branco, pfedomina a difusão. Numa superfície metálìca bem polida, predomina a
feÍlexão regular, sendo mínima a difusãoe praticamente inexistenteã absorção. Na supeíície de separãção
entre dois meios homogêneos* e transparentes, para incìdêncìa pouco
oblíqua,
predomina
a refração.
o)
I
é
3
* Um m! o mateÍialé homogêneoquandoqla
queÍporçáodeseuvollme
apÌesenta as h!smãs propÍiedãdes.
FiguÌa 4. ReÍlexão regulai
.
u20
Os FUNDÀMENÌo5 DA Fi srca
I
tl
I
@ 4. Acor deumcor
I n l uz branca
(l uz
emi t i da
pel o
5ol ou
dade de l uzes monocromàt i (as, as qLai 5
por uma lâmpada incandescente) é constituída por uma infini-
podem i er di vi di das em i et e cores pI | n(i pa| }.
-il
o
po por
reflexão
Acorque um corpo apresenta por reÍlexão é determinâda pelo tipo de luz que ele reflete difusamen-
te. fusim, porexemplo, um corpo apÍ!senta-se azul
(figura
8a) porque, ao ser iluminado pela luz branca,
reflete difusamente a Luz azul e absorve as demais, Um corpo iluminado pelâ luz branca apresenta-se
branco
(Íìgura
8b) quando reflete diÍusamente as luzes de todas as cores. Um corpo n!gro
(figura
8c)
absorve-as totalmente.
a) Corpo azul
t
3
Figurâ 8,As corês dos corpos são determinadàs
pela luz refletidâ difusamentè poÌ eles.
Nas considerações anteriores, admitimos os corpos com coÍes puras, isto é, que refletem exclusiva-
mente uma dada cor e absoÍvem qualquer outra ou refíetem todas ou absorvem todas as componentes,
Na prática, os corpos Íefletem porcentag!ns diferentes dâ luz solar neles incidente, sendo vistos na cor
resultante dessã superposição.
,- i O azul do céu
l
Vmos que exi st em det eÍ m nados corpos
que
fefratâm a uz diÍusamenle Por sso, e es
podem
servisÌos por reíração d Íusa Eventua rlìente
pode
ocoTÍer
que
a cor de um co|po
por Íeílexão seja d
ferenle da coÍ
por
refraÇão, sto é, as componentes
ref et das d f usament e
por
um corpo
podem
sef
d ferentes das refrêtadas d fLrsarnente.
De t odas as cores component ês da l uz sol âL
a vi o et a e, eÍ n segui da, a azul são as que sof f em
ma ordifusão ao atravessarenìa aÍìosfeË teÍesÍe.
Assm, quando
a uz
percorre
dstâncas menores nâ
atmosferê
(por
exempo, ao meo-dia), são essas as
cornponentes
que
chegam ern raaor
proporç?o aos
nossos ohos. Como ees são menos sensíveis à uz
voleta e rna s sensivels à uz azu
,
vemos o céu azul.
As gotas
de água que fofmam as nuv-êns apre
sent am os mai s di versos t âmanhos e d Í undem,
em conj unt o, t odas as cornponent es da l uz sol ar
PoT essa Íãzão, as nuvens são brancas.
Ao cont emp armos o nascef e o
pôr-do-sol , ve-
mos o céu e o So avêrmelhados. sso acontece
porque a llrz verrne ha é a
que
rÍrenos se dlfunde
e
poÍtanto
a que
se
propagê
ma s faci menle
pe â
êt mosl era. EnÌ ão, ao aÌ ravessar uma espessuf a
mê or nesses perÍ odos
do
que
ao mei o-d a, a l uz
soar
que
chega aos nossos o hos est á sl rbÌ raí da
dê l uz azu e das uzes
quQ l he são
próxi nì as,
que l oí arn dl f und dês nas
pri me
ras camadas da
b) Corpo bÍ anco c) Corpo negro ,
Capi r uLol o' l NnoouçÀoÀónnGr oMÉÌ í cÁ
z2l .
O mel horde cãl vi n
,!-||--
BillWatterson
ÊE
E
t
-{
LOres prrmarras.
secundanaS e compl emenl ares
Três felxes de luz nas cores vermeLho, verde e
azu, de mesrna i nt ensi dade, i l umi nam um ant epa-
"t ar"onarrt
-Orun"of f i l
rrasenra + verde
=
bran*(ÍD
ciano + verrne ho
=
bÉn*
(Í,
As d versâs Íeg óes de superposiÇão dos feixes
apresentam cores dist ntas. Observe
que:
.
vermel ho + verde + ar,
-
0r""""
f|
.
veÍ de+azu: ""*,
No
que
d z respei t o à l uz, as cores vef rnel ho,
verde e azu são chamadas cores
primárias,
e as
cotes amare o, magenla e ciano, coÍes secundá-
nas.
Cadê cor secundárìa, superposta à cor

mária
que
não ent rê na composi Çáo dest a coÍ secundáÍ a,
tem corÌìo resultado o bÉnco. Assinì:
verìe ho + veÍde
=
êm"""
@
verme ho + azu
--"r*. O
As duas l uzes co ori das que produzem
a
(] z
Dí anca, quando
superpost as, são denom nêdãs
cores compl ement ares
Por exemp o, âmaÍ e o
e azu
,
assi Tn como c ano e verme ho, ê t âmbénì
magenta e verde são cores comp ementafes
^
Três feix!s dê luz- um vermelho, um azule
ouÍo verdê
-
são emitidos
por
uma fontê
de luz, utilizândo{e filtros conven ientes.
Ocor!m as superyosiçôe5;
vêmelho + âzul= magenta;
azul +ver de=ci âòo;
velmêlho
+ azul+ verde
=
bran<o.
.
ztz
05 FUNDAMENÌo5 DA FÉ ca
:iiü6il
tlu- ."cinto a p.o"u de luz extema, ilumi'ado
por umâ Ionie luminosâ vernellìâ, está um indivíduo de visão
normal. Sobre uma mesâ estâo dois discos de
PãPeÌ,
sendo um bránco e oub. âzul (sob luz soÌat Os discos
têm a mesmâ dimensão e estão iguâÌmente ilüminados
pelâ lÔnte de luz ve.úelhâ Em
que
cores. indiúcLuo
observará os discos?
O .lisco branco reÍete dilusamente as luzes de todils a cores Ao set iluminado
poÌ lÌ' vêrmelha, o disco ã
Íeflete diÍusamentê e, pottanto, ap.èsenta
se vetmêho
O disco azul rcfleìe dilusmente a luz u ul e absorve as demais Logo, ao ser iluminado
PÔr
luz vernreÌha, ele â
dl rsorvÊ
F
apresêíl d-q. nPS
ResposÌa: O disco branco é visto vermelho, eo azul
peecerá neero
iiiiiì.iÉ
p..
q""
"*
.o.p. .pâco tem,
pôr exemplo, cor âzul ao ser iluminâdo pelalúz sol&? Se esse corpo estiver nunt
'_
ambiente iluoinado somente
Pôr
luz monocrcmática vermelha, .Ôm que apeência será observãdo
por
nós?
tHìiãÌ
cr*toe- t.e"
-.pos
,4, a, C L\postos à 1oz branca, o côrpo á se apreseDia vennelho, o a se aPresenla verde
eo C Drânco. Se os levarmôs a um
quârto escuro eos iluminatmos com luzvermelhâ' coúo osvereúÔsl
:ir;ííà:r
tm
q,,e
".."" "" "pfesenrariam
o rctângulo, o ìosanso, o circülo e a faixa central de oÌÌa bandeira brâsileira
iluminada
por luz verde nonocÌomáticâ?
@ l . eri ncípi o da
propagação reti l ínea da l uz.
Sombra e
penumbra
Considere uma Íonte de luz puntiforme F, um corpo opaco Ce um anteparo Á coloca.ios num melo
homogêneo e transparente
(figLrra 9).
r
Flgula 9. A
prcjeçáo da
sombrâ
(5)
de um corpo
(c)
por
uma fonte
(R
sobrê um
antepaÌo
(Á)
eviden(ia
quea
lüz se propagâ êm lìnha retâ.
No antepaÍo Á notam-se duas áreas distintas: uma área
t
que não recebe luz d!
t
denominada som-
bra
proietada,
e umà áÍea
,
ilumìnada pela fonte. A semelhança
geométÍica entíe a sombra projetada 5
e o corpo C constitui um dos fatos
que sugerem o prìncípio da propagação retilínea da luz.
t
ii::',
::i.
ílì!
) t t
A região do ambiente compreendida entre Ce .ç (Íigura 9) também não recebe luz de F Essa região
é denomì nada sombra.
cÀprrul ô10
.
l NrRoouçÃo À oPr.a cEoMíR.À 2zt.
; È
i ;
Situaçôes cotidia nas em queseformãm sombrãs projetadãs.
A propàgàção retilínea dã luz é fâcilmente obseívável
q
ua ndo a luzdo Solpeneía entíe
asárvorerde uma florêstâ ou enÍê as âbêrtu râs do teto de uma igreja. Naíotodadireitâ,
ã Basílica de São Pedro, noVaticano.
Consi dere agora LrrÍ ra f ont e de l uz ext ensâ, 48 (f i gLrra l 0). Os rai os de l uz pf oveni ent es
da f ont e e
que t angencÌ arn o corpo opaco C det ermi nam, no espaço ã ém de C, duas regi ões: sombra, que não
recebe l uz da f ont e, e penumbra/ que f ecebe l uz apenas de al guns pont os
da f ont e ?48. O pont o P da
f i gura pert ence à penumbra, est ando i l umi nado apenas pel o t f echo ÁD da f ont e.
r
FiguÌa 1 0.
Quand
o à fonte é exten sâ
(AB),
de6n eÍn se
a sombr à, quênão Í ecebe l uz, e a
penumb!,
parcialmente
iluminãda.
A soÍnbra e pehuÍnbrâ
de uma esfera
ilumìhâda por uma íonte extensa.
J J
Quanto
mais próximoo
objeto estiver do a ntepa ro, mais nitida éa sombb píojetada.
. 224 Os FuNoÁúENÌ ôs DÁ Fi . a
t-
É
IT
t E
Ê
o
r
OutrosÍatos
que
comprovam o prìncípio da propagação retìlínea da luz são a ocorrência de eclìpses,
a Íormação de imag!ns em câmaras escuras de orifício e o conceito de ângulo vhual.
5.1. Ecl i pses
Quando
â sombra e a penumbra da Lua, determinadas
pela luz do Sol, interceptam a superfícìe da
Terra, ocorrém os eclìpses solar!s, que podem 5er toìah ou parciais (figura
1l
),
O eclipse solar total ocorre para um obseÍvador Situado na região de sombra assìnalada por.4 na
figura 11. Êstando n!ssa região, ele não recebe luz do Sol, mas enxerga um halo orìundo da atmosÍera
exteÍna desse astÍo
(coroa
solar).
o eclipse solar parcia{ ocorre para um observador situado na região de penumbra, assinalada
por I
na figufa 11, o qual recebe luz de uma
pate do Sol, ficando a outrã pate encoberta p!la Lua.
9
;
j
3
Figura ll. Os ê(lipses solãres
su
( t ot al emÁ
e
pãr ci al em B) ocor em
quãnooasomDt aeà penumor a
.
,, da Lua
(a)
inteÌceptam aTera.
O eclipse ìunãrocore quãndo â
Lua penetÌa nã Ìêgiáodê sombra
da Tera
(pam
o obseruadorem C).
o eclipse lunaÍ ocorre quando a Lua penetra na Íegião de sombra determinãda pela luz do 5ol ao
tangenciar a Íerrâ. Na região assinalada por C na figura 1 1 (noite na TerÍa), um observador não podefia
ver a Lua no céu,
pois, estando na sombÍa, o satélite não Íef{etiria a luz do 5ol para a Terra. Entretanto,
durante o eclipse total, â lua pode ser vista com um tom âvermelhado. Esse fenômeno ocorÍe porqLre
uma
pequena fração dâ luz solar é desviada pela atmosfefa terrestre e incide na Lua. fu cores azul, ânil e
violeta são mais difundidas do que a luz v!Ímelha e as
qÌre lhe são próximas. Por isso, são estas últìmãs
que
se reflet!m na Lua, determinando a tonalidade observada.
< Fotomontagêm com
diveÌsos está9ios do
eclipse lunãÌtotâl visto
êm BËsíiiâ, sobÍe o
CongÍêsso Na(ional,em
3/3/2007. A5 imagens
foram.aptadãs ã cada
trê5 hora5, a
partir do
IA/'NHÊÊA!
1"Ì
, \
ì
ll@E{
i r
, u
'82
CÁDr Ì uLor o
.
l NnoDU. ÃoÀópn. aCEoMEr Rca
225.
LJm t i po de ecl i pse parci al do 5ol , denomì nado anul ar, ocorre quando o prol ongament o
do cone de
sombra da Lua intercepta a superÍícìe terrestre
(Íìgura
12). Os habitantes da Terra
que pr!senciam
esse
eclipse observam um anel solar ao redoÍ da Lua, isto é, a Lua encobre a parte centraÌ do Sol.
Flgurâ | 2. O eclipse an u lar do Sol ocorê q ua ndo o pÌolonqamento
doconêde sombmdâ Luâ interceptãa superfície terestre
eo obseruador se en(ontÊ nêssa rcgião.
^
Eclips! tota I do Sol. A Lua en<obre
o disco soìar, deixa ndo visível
aPenàs ã <orca sorai
â) Expììque como o eclipse totaÌ dâLüâacôntece, esqúematizando ãsituação,
b)
Que
propriedade
da Ìuz pôssibilitâqúe
esse tipo de lenôIneno oco(a?
5.2. Câmara escuÍâ de ori fí<i o
r
H
c
àë
i É
I
5
g
!
-
!
ê
l
fililÈj ry..""p)
r. : a"
'ovembrô
de 1994, óo perÍodo
da manhã, roi obsefrâdo, numa iain ao sul do Brâsit, o úuimo
eclipse solâr toiaÌ do Ìnilênn,. Supondo retilínea atrajetória da luz, um eclipse pode ser explicâdo pelâ partici
pação
detrês corpos aÌinhados:um ãntêpãí), uúalontê e uft obstáculo,
a)
Quajs
são os très corpos do sistemã solar envô1vidôs nesseecliìrse?
b) Desses três corpos,
quaÌ
Iu o papeìi de ântepdo? De Iontê? De obstáculo?
(PUC-SP)
Leia o texto seguinte e respondaàs questões propostas.
ha rem últlmo eclipse do século
"Às
22h21de hoje começao último eclipse tôtál dã Luã do sécülo. Eìe se.á visÍvel detodo o Brâsil.
[...]Os
eclip-
ses totâis daLúaocôrfem a cada 18anos, mas só sào !isivers de âDroximâdamente
I
aasuoerticre reresre.
3
Assim,
para
um mesmo ponto dâ Terra, eclipses totais âcontecem a câda 54 anos.,
(Folha
de S.Paula,16 ago. 1989)
Acâmara escura de oÍifício é uma cajxa de paredes opacas, !xis-
tìndo em uma delas um pequeno
orjfício. Um objeto luminoso ou
iluminado.4Eé colocado na frent! da câmara. Os raios de luzque
paÍtem de ,48 e atravessam o oriÍício O determinam na
parede
oposta ão oríÍício uma figura .4'8 semelhante ao objeto e invertida
(figura 1 3). Essa fìgura é usualmente chamada "imagem" de,4&
! ! =9
^
Eclips!
pãrciãl
do sol.
^
Eclipse ànulardo Sol.
. 226
Fiqurâ r3, CâmãË êscurã de orifício:
Os FUNDÁMENÌo5 DÁ Fs.Á
A relação entre m
(altura
do objeto), l? (altuÍa da "imâgem"), o
(distância
do objeto à câmara) e b
(comprìmento
da câmara) é obtida pela semelhança entre os tfiângulos OAB e OA'B'.
Se a parede oposta ao orìÍício for substituída por uma folha de papel vegetal, um observador posi
cionado atrás dessa parede poderá ver "imagení' projetadas sobre o papel (fÍ9uía 14a).
Aument ando se o di âmet ro do ori f í ci o, aos pont os do obj et o (/ , I et c. ) correspondem manchas
! umi nosas (. 4' ,
8' et c. ), como esquemat i zado na f i gura 14b. l sso f âz com
que
di mi nua â ni t i dez dã "ì ma-
oem", emboÍ a aum!nt e sua l umi nosi dade,
ã
IT
. '
Ê
o
t
a)
FiguÍâ 14.
(a)
A "imâgem" obtida por meio de uma émaÉ es<uE de orifício é invêÍtida. Além disso,
o lãdo direito dâ"iÍnagêm" coÍêspondê âo lado êsquerdo do objeto evi<e-versa.
(b)
Au mentândo'se o diâmetro do orifício, a luminosidâde q ue chega à folha dê
papelaumenta,
màs
a nitidêz da "imagem" diminui.
5,3, Ângul o vi suâl
Uma
pessoa
observa um objeto /48. De todos os
Í aì os de l uz que pânem
de Á8 e chegam aos seus
ol hos, vamos consi deür apenas os rai os de l uz que
part em dos ext remos, 4 e I (f ì gura 15).
Esses rãi os def i nem um ângul o s, at râvés do
qual o obseNador vê o obj et o, 48. Esse ângul o é
denomi nado ângul o vi sual .
O ângulo visual depende da extensão do objeto
e de sua posição em relação ao observador.
Quanto
rnaiof a distância do objeto ao olho do observador,
menof o ângul o vi sual (f i gura 16) e menor parece ser
o olrjeto Á8.
O menoÍ ângul o vi sual sob o qual o observador
vê os pontos Á e 8, separadamente, chama-se limite
de acui dade vi sual . Para o ol l . o humano
êsse
ángu-
l o é da ordem de um mi nut o-
UÍ n observador na TerÍ a vê o 5ol e a Lua sob
ângul o vi sual dâ ordem de mei o grau.
B
FiguÌa r 5. Angu lo visual
(o)
é o ângulo
sêg undo o qual
o obsêruâdor vê o objeto.
Figur.16.
Quanto
maior a distân(ia do
obs!ruador ão objeto, menor o ânqu lo virual.
Capi Ìu!ô10
.
l NÌRoDUçÀoÀ ÓpÌca GroMÉÌRrÁ
227
.
B e. eri nci pi o da reversi bi l i dade dos rai os de l uz
Consi dere um rai o de l uz AB i nci di ndo sobre a superf í ci e S de sepaf ação de doi s mei os, e sej a BC o
faio refletìdo correspondente- Se um raio de luz paltirde C, incidindo sobfe B, fefletifá segundo 8,4 (Íigura
I 7a). O mesmo acont ece nâ ref ração (Í i gura I 7b) ou em ref l exões e ref rações sLrcessi vas
(f i guf a 17c).
c)
Figura 17. A trajetória da luz não depende do sentido de sua propagação.
Esses f at os suger em o pr i ncí pi o da Í ever sÌ bi l i dade dos r ai os de l uz:
A t raj et óri a segui da pel a l uz i ndepende do sent i do de suâ pf opagãção.
. \
\ . |
t
9
a
{-.-
i
.."r'
Ì----._
El z. eri nci pi o da i ndependênci a dos rai os de l uz
Quando
raios de luz se cfuzam, cada um deles segue seLr trajeto como se os outÍos não exÌstissem.
Fagur a 18, Os í ai os d ê b
ee cr uzam e. ont i nuam
â sê propagàr como se
nàdã tivesse ocorido.
evidenciam o
prin.ipio
da i ndêpêndênci a dos
i ï
. 228
Os FUNDÀMENÌo! DÀ FÉ.a
Um observador nota
que
un edificio
projeta
no solo únã sombfa de 30 m de côúprimento no
'nstante
em
qüe
uma hsre verticalde 50 cÒ de altüa
projeta
no $olô umâ sombra de coúprimento 0,80 m. Determine aaltura
Solução:
ConsideÍândô os raios solares
Da.ãlelos,
os triAnguÌos ÁACe DtF.esuìtam semelhãntes:
Respostã: lí= 18,75 m
ILgú: llmâ cãmara escúra de onÍir,ô apresenta comPrimento de 40 cm. De umã árvorc de ãìluta 5 m obtevese, no
dteparo fosco, uma iúiìgem de 25 cm de aìtura, Determine â distancia dâ árvore até a câmara.
SoÌuçâo:
Dâ semelbançâ e.Úe os triãnguÌos ÁAO e.4'B'O, temos:
Í\
t
HSl J30
/ì s 50 0,80
!
i Ë
I
[ , ,
, , g
I
I riiïriiiiì
I '
L"'",*
iiF-JÍriãjì
s .
= 11=l[J
25 40
Um muro de 2 m de altura
produz umasombra de
60 cm. Nomesmo instúte, um ptédioproduz uÍtâ
sombrade 15 m. Detemine a aìtufa do
prédio.
(PUC SP) A um aluno loi dãdã a tarefa de mediÍ
a âlturà do
prédio
da escolã
que ireqüentava,
O aluno, então,
pensou em utilizar seus conhe-
ci ment os de Ópt i ca Geoméhi ca e medi u, em
det er mi nadã bô. â dâ mânl ì ã, o compÌ i úent o
das sombr as do pr édi o e a deì e
pr ópf i o pr o-
jetadas
na cãlçâdã
(1. e a, respectivaftente).
Ìracilmeôte chegou À conclusão de
que
a êlturâ
do pr édi o
da escôl a er ã de cer ca de 22, 1 m.
As nedidâs por ele obtidas
para
as $oÒbrâs
forânl,
=
10,4 n e d
:
0,8 m.
Quaì
é a âìtuÍado
Capi Ìuroi o
.
l NÌRoouçÃoÀ Ópr.À cEoMÍRc
229.
il$#*i Uma Íoote
puntiloÍme iluminâ um disco metáÌico
de .aio l0 cm. A lônte e o centro do disco
per
tencem a umâ reta perpendiculâr aum dteparo.
Sabendo-se
que a distáìcia da lonte ao disco é
de 20 cn e do disco ao anteparo é de 50 cm, de
têrmine o râiô dã sombra do dìsco
projetada
no
ifiiiii$jj
(ceret-cE) uma pessoa se encontrâ a 10 metros
de uúã câmeaescürã. Süa imagem.
projetacla
na
peede posterior da cãmara, tem compdmento
de 20 cm. Se â
pessoa
se aproximar 2 metrcs da
câmara,
qual
será a variação
percentualno
tamê-
Dho da sua ìmagem?
1r
I
,.
,,1:' ' ,;' ,l rl , ri
ri i i
#,
Éiiï u..
"a.-"
*".ra de orirÍcio rornece a ioa-
gen de um
préd'o, que
se apresenta com altura
de 5,0 cm. Aumentandcse 100 m a distãncia do
prédio à cãmâra, a imagem se reduz
para4,0
cm
de alturâ. Determine a dìstãncia do
prédio
à cã-
mara em sua
primeira posição.
rliÈgiili$ çn
"""t-sn
u. aparcrho fotosránco rudimeôtar
é consiituido
por
uma câ
orilicio em uma face e um anteparo de vidro Íos-
co na Íace oposia. Um objeto luminoso em forma
del encontraie a 2 m do oriÍicio e sua imagem
no anteparo é 5 vezes menor
que
seu tamanho
a) Esboce ê iúagen vista
peÌo
obseívado. a-)
indicâdo nâ 6gurâ.
b) Determine a ìargura d da câmara.
imiiifi
Um observãdor mãntéú diânte dôs ôlhos uma
ecá1â milimetrâdâ ã umâ d'stânciâ de 60 cm. O ãn
gulo vbüaÌ. ãrrãvê dô qüál o observâdor âbrmge
oito andar$ d!üm edilicio, d!lìmita ma Õ1dsão
de 10 cm na régua. Sabendce que cada andar tem
uma ãltura de 3 m, determìne â
que
distância se
encontra o observâdor do ediÌício.
"li,
o
. 230
FiguÌôb
Os FUNDÀMENÌoS DA Fi srca
if,âiitìilÌ um raio ae ru, at.avessa um bìoco de vidro, ifteÊ
so no ar, conloÍmemostraa flgura. Se um raio de
luz, propâgándo-se no ar, ìncidisse no bloco de
vidro segundo It, .ôúo seria â tfêjetó.iâ dêsse
úio? Façã no cãderno uóa figura eapllcâtivâ.
B
c
//
D E
O motorista de um ca.ro olha
pelo
espelho retrc
visor interno evê o
passageiro
do banco tr6eiro.
Se o pasageúooÌhâÍpârâo
mesno espeìhoveÍá
o motorìstê.
Qual
p ncípio da Óptica CeonétÍicâ
podemos
utilizâr para
explicar esse Iato? Façâ
uma figürã ê{plicativa.
Um rãio de luz enitido
pela
ionte /.1 iÌuÍninâ o
ponto
Á do anteparo
(figura
a). DesÌigando-se â
ionte F, e ìigando-se f,, o raio de luz emitido ilu-
m'nã opontoA do mesmo anteparo
(figüra
b).
Ligando-se F1 e
4
sinultaneamente, os
pontos
Á e B serãô ìluóinâdos? Eú que pr'ncipio
da Ópiica
Ceométricavôcê se bâseou pârâ
sua conclusão?
,
g
:
!
!
3
!
ê
I
I
I
I
O mÍtodo d!,.RoeÌnel,lara â
9.-e,!erm1Ì,r1!ão
dl
lelocidld:
de pr:Ìacagi-o
da lu1
Observando os eci pses de l o, urn dos sat él t es de Júpt er, o âsÌ rônomo di narÍ l aÍ quês OêÍ Roemer
(164+1710)
det erm nou
pe
a

rne ra vez, eTn 1675, o va or da ve oc dade de
propagaÇão
da uz
Roemeí ana l sou dol s ec l pses
paÍ t
cu ares de l o: o

rnel ro quando
ê Teí a e Júp t eÍ est avanì em
conjunÇão
lrepÍesenlado
esquernaticarnente na Íigurê a) e o segLrndo quando
os doìs
p
irnetãs estavarn
en'ì oposicão
(f gura
b).
t
Figurâ â.Íerã e Júpiter em
(onjunçáo.
Figurâ b. TeÍa e Júpitêr em oposição.
j
Ë
E
O inteÍva o de tempo em que a uz pÍoven ente de o
(no
exaÌo instante do nic o do ec pse) at nge a
TeÍ a é nì a of quando a Ì eÍ Í a e Júpi t eÍ est ão ern opos
Ção,
poi s
a uz deve
percorrer
urna di st áncl a
rna or exêtarnente o d êmetro da órbitê teíesÍe. A d ferenÇê enÌre os dois nteíva os de ternpo, medi-
da
por
Roemer, Í ol de 22 rnl nut os. N, 4ed dês ma s
preci sas,
rea zadas post eri oÍ Tnent e,
ev dencaraTr uma
d f erenÇa de 1. 000 s
l l 6, 667
rni nut os) Sendo de 300 000. 000 km o d ámet í o da órbi t ê t eTTest Te, Tesu t a:
300.000.000 krn
1. 000 s
v
=
300 000 km/s
T:20ô. (Enen-MEC)
SEU OLTIAR
(ciÌÌJèrrô ciÌ, 1934)
Naetemidade
Eu
quisera
ter
Tantos anos Ìuz
Qüantos
Íosse prccisd
Pra cruzar o túnel
Do Ìempo do seu oìhar
Giìberto Gil usa na ìêtra da úúsica a
pàlav.ã
composta anos-1uz. O sentido
prático,

geral,
não é obrigatoriamente o mesmo
que nê ciência.
Na física, um anoluz éuma medidaque reÌacÌonâ
a velocidade da luz e o tempo de üm ano e
que,
portanto,
se reÌere a:
b) ãcelêrãçã..
O
velôcidâde.
e) ìuminosidãde.
T:20? (Fuvest-SP)
Uma estrela emite radiação
que
percoÍ.è
a distãncia de I bilhão de anos'luz até
chegar à Teúa e ser captada
por
um teìescópio,
Isso qüer
dizeÌ
que:
a) a Gtrela está a I biìhão de
quiìõmetros
da Tena
b) daqui à I bilhão de anos, a radiação daestrelâ
não se.á mais observada na Terra.
c) a râdiação recebida hoje na Terra foi emitida
pelaestrclahá
l bilhão de anos.
d) hoje, a estrclã está ã I bilhão de ãnôs-lúz dã
e)
quando
a râdiaçãô loi enitida pelâ estrela, ela
tinba ãidâde de I bilhão de ânos.
,
*ldd:
Guvest
SP) Recentemente iôi ânunciâ.la a desco
be.ta de um sistemâ plânetário, semelhante ao
nosso, em torno da estrela vega, qüe 6tásiiuada
â cefca de 26 dros luz daTera.Isso significa
que
a distáncia de Vega atê a Terra, em metrcs, é da
a) 10Ìì b) 103 c) ior d) 105 e) 10f
CapÍuLo 1o
.
l NÌroDUcÃoÀOpncÂCEôMarR.a
23r
.
ifdI{i Guvest-sP)
Admita
que
o sor subltamente "mot
resse', ou seja, suâ lúz deissse de ser emitida.
Pâssadâs 24 b, um eventual sobreüvente, oìhan-
do
para o céu sem nuvens, veda:
a) aLúae êstrelãs.
b) sonente ã Lüã-
c) somente êstrê16.
d) umâ conpìeta escutidâo.
e) someóle os
pìãnetãs dôsistemasolar
r ; 2Â,
( FLr 5r r
A r uz so' ar sc
pr onaga
e ë Í â\ esi â um
meio transÌúcido.
Qual
das âlternâiivâs ã següir
representâ o
qúea.ôniece com a prcpãgação dos
b)
o
e)
i$Slfl
grra
nsl s"
'.
feixe consÌitüido de raios
luminosos pâralelos entre si incide sobre uma
superlicie opacã e não polida, como mostra a
ôgurâ, podemos âfrrmd que:
a) se asupeÍicie ior metáìica, o Íeixe refletido
será constituido de râios luminosos
paraìe-
b) sendo a superfície não-poÌida, os raios Íefleti-
dos não serão
paraìeìos
entre si,
c) sendo a super Í í ci e opaca, não ocor . eÍ á
d) sendo a supeÍicie não' polida, náo hãverá
feixe reÍletido.
e) se â supeÍicie tivef
graúde pode. .elletor,
osraios lúminosos ÍêlÌetidos seÍão pãrãlelos
$iiiiiil
(orimpiada
Pâurisra de FÍsicâ) Durante a aura o
prolessor
iecia considerações sobre a reÍìexão,
a absorção, a reemissão e a transmissão da lüz
quê
in.id isse nu nâ s uperÍi.iê, Palr:c â que ôuüJ
atentamente ãdpleâçào,Iez â seguinte pergun
lr du
fíolessor:
O
quÊ
o, orêrid sê o hnómFnu
cle rcIlexão deixasse de existir? O
píolessôr,
aproveitando ô ensejô, estendeu ã p!rguntã pâra
â cl6se e as respostâs ioram ãnotãdãsìa lousa:
I. Os espelhos não mais luncionâriam.
II. Náo poderÍamos
ver mâis as lÌores nem a
vegetação,
IU, A Lüa nunca mâis poderiâ
ser visia.
Mó os corpG lumìnosos poderim sü vistos.
Com felação às respostas,
podemos
d'zerque:
ã) apenâsléco.rctê.
b) toda sâo cÕrretãs.
c) tods são in.orretas.
O
apenas IIe III são corets.
e) ãpenas Iv é errada.
t
4$Ipi
(orimpiaaa
erasireirã cìe Fisica) um estudante
obse.va um
pedaço
de
papel
em um ìaboratório e
o vê como sendo vermelho, O estudante ti.â as se-
guintes
conclusões sobreo
que
estáobservândo:
I. O pãpelpodeser brãnco e estar sendo ilümi
nado.om uma ìuz vermelhâ.
II. O
papel pode ser vermelho e estar sendo
iluminado com uma luz vermeìha.
UI. O pãpel pode
sêÍ vêÍfrelho e estar seDdo
iìuminâdo com üma luz branca.
Segundo õ observaçóes do estüdante, está cor-
reto o
que
se afirmaem:

,t'{aì{.lrl iui*u
".n,.u, "
o lema 0RDEM E PRocREsso
. l e
umd bdndei ' a br dsi ì êi r ã sê
"pr êsênr ãr i ar .
respecovamenÌe- na cores:
I. brancâ e veÍde, seâ bândeirâlosse iluúinãdâ
com luz solãr
II. âmarela e negE, se a bandeira Íosse ilumina-
da com lúz úônocrômática ânãrela.
III. totalmente verde, se a bandeira
josse
ilufri-
nãdã.ôm luz monôcromática verde.
Com relação às afrrmaçÕes,
podemos
dizer
que:
apenas I e IIsão corret6.
âpenãs Ie III sáo corretas.
r{,áÍl#
Crcv'sD
o
l.olessor
pede
aos
grupôs.Ìe studo
que
apresentem àcÌã$e suas principais concÌu-
sôes sobre os iundamentos
para
o desenvolvi-
mento do esÌüdo da óptica Ceométrica.
e) I, Ile IIL
b)
c)
d)
o
.232
Os FUNDÁMrNÌos DA Fi tcÂ
GRUPO I Os fe'xes de luz
podem
apresentar se
em raios pa.alelos,
convergentes ou
diveryentes.
GRUPO II Os fenômenos de reflexão, reÍração
e abso.ção ocorrem isoìadamente e
nüncã simultaneârnente.
GRUPO III Enquantonüm corpo pintâdo
de
p.eto
Iosco predominã ã ãbsorção, em úo
corpo
pìntado
de bfdco
Predominâ
GRUPO ÌV Os .âios luúinosos se
p.opagan
em
ìinhâ retâ nos meios homogêneos e
ÌrãnspeenÌes.
São coftetas õ conclusões dos grupos:
a) I e III, apenãs.
c) I, III e M apend-
O
I, III e
ry
âpenãs.
e) I, !1, IIte Il
9
&
Ë
'fffir
iuntol
l ro...çao de sonbrã evidenciaque:
a) aluz sepropagaem linhã reta.
b) aveìocidade da lüz não depende do refercn-
c) a luz soire reÍração.
O
aìuzénecêssãriâmentelenômeno denâtuÍezâ
e) a temperatura do obstácuÌo influi na luz
que
o
tìE$:i
fu.i.i-p
t1"..
-lã
práticã de Frsicã ioi leito
o s\perinento esquematizado nas nguras I e II,
onde o
professor
alternou a posiçâô dâ lonte e
f i gsÌ ãl
Fl gurâl l
Com esse experimento, o proi6sor preiend'â
deftonsbaÍ una aplicação da(o):
b) lenômeno da difração.
c)
principio
da reflexão.
dJ
prìncipio
da reversibilidade da ìuz.
e) pÍincípio
da independêDcia dos raios lumi-
Ì r $el q
Uma l onr ê l umi no! â p' or èr a
l uz sobí Ê a!
pdr êdFs
de uma sala;üm pilãÍ intercepta partedessa
ìuz.
A penumbra que se observa é devidal
a) âo fato de não ser pontuâl
a lonte ìuninosa.
b) âo lato de não se propãgãr
a luz Íigorosamente
en linha retâ.
c) âos Íenômenos de interleíênciã daluz depois
detangenciâr os bordos do
piÌãr
O
âos lenômênôs de dllÍação.
e) à iocapacidade do glôbo
ocula. de concorrer
pãÍa
uma dìlercnc'âçâo ênciente dalinha diü-
sóia entre luz e penumbrâ.
ê4d
@nen-MEc)
A sombra de uma pessoaqüe tem
1,80 m de aÌtura mede 60 cm. No mesno Òo-
menro, a seu lado, a sombrâ projerada
de LÌo
post e
nede 2, 00 m- Se, mâi s t ar de, â sombr â
do poste
diminüiu 50 cm, a sombÍâ da pessoâ
passoü
â meírr:
â) 30 cn
b) 4s cm
c) 50 cm
d) 80 cm
e) 90 cn
i'}Èi'
lruc
ucl rnt.e u-a Íonre
pontüat
de luz e um
ãnteparo, colocã-se uma
plâca quadrada
de lado
l0 cm,
paralela
ao ãntepeo. AÍonte e o centro Í1a
placa
estão nümã nesma rcta
perpendicuÌar
âo
ânteparo, conforme ilu$bado nafigurâ â seguir.
-
IT
. -
ã
o
Í
A plâca
está a 1,0 m da ionte e ã 2,0 m do ân
teparo. A área dâ sombra projetâda sobre o
antepâro é de:
a) 100 cm'
b) 200 cm'1
O
900 cm'
:'ô$..lii
Orurrl
m-.t" üm ecrìpse sorâ., un obser-
vâdor:
a) no cone desonbra, vê ìÌm eclipse
parciâI.
b) Da rcgião dapenunbÍa,vêum eclipsetotaÌ.
cJ na região pleóânente iluminadâ, vê â Lua
O
nâ reg'ão dâ sombÌâ própriâ dã Terh. vê sG
e) na Ìegião plenamente iluminada, não vê o
cÀpÌ ut or o
.
l NÌ FoouçaoaónKÁcr oMEÌ f l . a
zr3
'
iiiàl
Cr*.-rlro
I
e'ra
ãbãixo mostra um ecripse
solâr no
' nsidte
em que é fotôgrâfado em cin.ô
dilerentes pontos do plânôtã.
Tr ês dessês f ot oeí âI i asest ão r epr oduzi das
As Iotos poderiam
cofresponder, respectivamen
â) III, V e II
b) II,III e V
c) II,IV e III
d) I,ll e Ìll
e) I , l l e V
i!S*J.i
pnirorcr;
uma
pêssoa
está â 15 m do orifÍcio
de umâ cânârâ escura e sua imagem
projetada
no lundo dâ cAmara tem 5,0 cm de allura. Para
que
essa imagem tenha 10 cm de aÌtura, a
pessoa
a) aprcxiftarse 5,0 Ìn da cámara.
b) aprotimâr-se 7,5 n da câftara.
c) aprotinâFse 10 m dã cânârâ.
O
afãstãr6e 5,0 m dacâmãra.
e) alãstâr se 7,5 m da câmara.
f,,ffir
(cesgrmron
rl o esquemâ abaixo representa un
objeto sitüâdo ên hente a uma cãmara escura
com orilicio. No esquema, oé â altura do objeto,
pãdisiânciadôobjeto
ão oriíicio da cáfrara e
p'
â
distânciadô ôrillcio à iftagem ou o comprimento
dd ai xd. t sqe dr sposi l \ u . . usl r a. omo I I n. i ona
uma máquina lotogÍáncâ, onde a luz atravessa o
dialrâgma e âtinge o frìme, sensibilizddo{. Cha'
mddo aâlturâ daimagemJormadade i, o gráfico
cr e ì êì ì ô' r epr psèn, a a r êì a\ ão enr r e / êp
é:
' Fu- l
\
t\
t
11
1'\
.'.\
r
-----l
F-
+,
I ' ,
,/
t ,
b)
c)
o
e)
!
Ë
$pÌlo
".rri"i.
a"
"."
cãmarâ escúrã esrá voìra.lô
parâo
céu, numa Doite esrelada. À parede ôpos
ta ao o.ilicio é feita de
papel
v,egetal trdslúcido,
Um observãdor que
esiá atrás da câmarâ, se
olhasse diretamente
para
o céu, veriâ o Cruzeifo
do Sul conÍorme o esqueinal. Olhando â imagen
no papeÌvegetal, por tra da câmãra, o observa-
dor vê o Cruzeúo conlorme o esquemã:
OI V
e) v
a) l
b) rr
c) xl
.zA Os FUNDAMTNÍo5 DA F r.Á
As Íases da Lua
F
/Ér
A Lua ê urna fonte de uz secLrndáia. E a e visÌa porque fe
Í êt e a uz que f ecebe do So .
O hêmisférioda Lua voÌadô paË a Teíê náo é necessaramente
o mesmo que é um nado pe o So. Poí sso exst em as di versas
fases dâ Lua. Há
quatro fases pr nc pa s
que
se a Ìernarn ern Llrn
inÌeÌva o de Ìernpo de aproximadarnente sete d as
Na pos
çáo
1 de sua órbl Ì a, â Luâ í ca com set r henì i sï éri o
não Lum nado vo t ado
para
a Terra; essa Í ase é chamada de l uâ
nova Já na pos
ção
2, met ade do hem sÍ er o i um nâdo da LLra
Í câ vo t âdo
pâra i Teí a, e vemos a Lua corno rl m sern d sco,
é o
quart o crescent e. Ouando a LLra a cênÇa â
posl Çáo 3, e o
ô , r
. ooq
ó
o o cdoDa o
ór è
caract erzando a f ase da l ua chei a Na
posi cão 4, novâf i ì ent e
vernos meì ade do hern sf érl o l Lrnì i nado da Lua, mas nesse câso
a Í ase é o
quart o mi nguânt e.
:
j
&
@ rua
prester
"
." to,n", nouu.
@
rua <rescente.
O
Luã. hei ã.
@
rua minguante.
O nt erva o de t ernpo enÍ e d! âs uas novas consecut i vas é
denonì nado pêrí odo de l unação,
que é de 29 d as, 12 horas e
44 m nu10s.
Os ecÌ
pses
da LLrã ocoÍem na fase de ua chela e os ecl
pses
do So
,
nê f êse de l ua nova. Ent f et anl o essâs ocorf ênc as não são
mensals,
pois as ófbiÌas dê Luê em tofno da TeÍa e da TeÍa ern
t orno do So náo est ão cont ì das no mesrno
pano. Nas epocas
em
qLre os tfês astros se allnharn é que ocorrelÌì os ec ipses
Na endeÌeço eÌetrórico http://
bÌ.geocities.con/saÌadefi si.a3l
ÌÀìoratoÌio/Íaseslua/f asesÌuã.htn
(ac!sso en 18/6/2007), você
pode
visualizãÌ as fases da Lla de uÌn rÌtado
No endereço eÌeüônÌco http://
www.cosrÌÌobrain.com.ìr/rês/
f asesdãrua.htnl (acesso en
18/6/2007), você
lode
consuttar
o caÌendário lunaÌ mensaL,
que nostÌa
quaÌ
ftaçao do disco LunaÍ estará
iÌuninada à cada dia do nês coÌrerte.
,#
caprÌl l o10
.
l NÌRoDuçÃoÀ oprca cEoMíR(a
235
.
L.30
L.3l
( Mackenzi e SP) Um ecl i pse soì ar só
pode
a) é rase de Ìua nova.
b) é fase de Ìua cheìa.
c) é Iase de IUa em
quano
crès.entê.
d) é Iase de luaeÍn quari() mìngua.te.
ê) NèôhuÍìã das respostãs é coÍetâ.
(tjnip SP) No esqueÌna da ngura representa
úos o Sol, â lerra e aLúâ. Parâ unì oÌrserva
dornâsupe.ficie dâ fer.ãvoìtâdâ pârââ Luâ
L.32
a) é noite. Iase de h' a nova e ocorre eclìpse
b) é di a, í ase de Ì ua( hei ae. cor r e e( l i psedo
. ) é doì t e, l ase de l uâ. hei â e á Luá est ávi si
d) é dìa, Iase de ìÌ,a nova e ocorre eclipse da
e) é nojte, lase de Ìua cheia e ocorre eclipse
(EnCDÈMEC) No Brâsil, veriúcase que a Luá,
quando está nâ Ìase chcia, nascc por vôlta
dãs l8 borãs e se pôe por voìtâ dâs 6 hora$.
Nã Íâse rovã, ocorre . iivefsor a Lua nasce
às ljhorãs e se pôe
às llJ hoÍâsj aproxinada-
mente. Nas Iases cfescente e minguante, eÌa
nãsce e se
Pôe
eni h.fáfbs núermedjáÌjos.
Sendo âssnn. â L!ã ná fãse ilusbáda nà figu.a
abailo poderá ser observadâ .o ponto Íìais
alto de suatrajetóriano cóu porlojtâde:
b) tras horâs da mãdrúgâda.
c) nove horas dâ mâ.hã.
e) seis horâs dâ tãrde.
1,33 (FüvesfSP)
Un
j.,ver,
enr unrapraia do Nor
d- çr Ê. \ p: I i
! l - s
- .
pr úr r mo
r o m 1 L. p
observâ que
a Lua aprcsenÌa sua metade su
perior
iluÍìinada, enquanÌo a metade inferior
t si n , cs'
' d
çr
I o( àu. \ r n
à. 1o", p. ç, , á
. àr
i r , l -
' r
n so
éì r l -
dr I f r dì
' I
T- a. \ u' : - - r , 1, r l ài pr ol , n
dner r '
, l , , pxoqr '
p6s pê| , ^r , , , 1. , 1
sl i
- n
r pmn-
i / dd
eJr ' i á|
ó' - r r
hS' r ' è ur FJ; d, , , -
sição do
jovèú.
P.Íle-se
(onchrif que,
nesse
moDìenioj ã dircção dos Ìaios solares
que
se
djrigem pâ.ã â' fer.â é neìhor representada
â) a b) B c) c d) D e) E
j
i l l "
A seÌa curva iÌÌ.lica o sentido de rorâçÀo
.236 Os FuNDAMrNros oa F6 ca
/-
- - g
H
o
l{Èrlìze i experìôfcircoìÌ supervisào de scu
t,Ìotc$oi.
Construindo uma câmara cscurâ de orilicio
Co,n un.lâtrde conscrvas wire d!ì pedaço dc papelvegÈLâlon de sedr. vocêlodÈ consÌflìiÌ um. cânì.m cscura
Nr lìÈ rberta d! Ìdr! pÍcndr um pedrço dc
tapcl
lcseLrl Òu de seda. No .Ènro d. fr.e oposta iìç. !nÌ pcqueno
j
Coloque lma vch !cc\â {ìirnre da iàcc que posui o furo. No
P.lPel
{ìa lLLcc oÌrostt lì,Dr se a iÌì.gem ìnvcÍida
^p,oxime
r oâmam d. vcla. O Lxúdho da imigcnr auúenÌa. dnìinuiou rio se alÌcra? Obrne Lambénì r imiec n
que se lìÌmx qurndo a câmaü é colocida nd ll cntc de unâ lânìprdd incrndcscctÌc cujo Ìrulho de vi.ìÍo é transp.rcnlc
Em \eguid.. faç. tuôs pcquenos turos nlnÌ pcdaço dÈ plpelao:un cnrulrr, outÌo Ìctdngular e o Ler.eiro Ìí.neuld,
como nìdi.rdo na lìeura ablixo. llurìiDc o rcliìtguì{ì
Po.
ÌÍís. posicione{ fr licntc dr câmaÌn A inâgeú é lnvcúidâ
ou di, eiLr:) Hti lrocc da csquedâ
lèh
diniÌ! c vice-!eaâ:r Expliq' rc desenhlfdo rrios dc ìuz
CapÍ úLo 10' l NÌ RoDUçnoÀÓPÌ r aCEoMÉr Rca
2a7
.
J
]I, REFLIúO DA LUZ. LEIS DA IxILExÀo
,] . ÌMAOEM DE UI4 POT'TI] NUM ESIELHI) PLIÌO
..]- 1MACEM DE UÌ{ OlJlTl] L]OENSI]
.i.
caMpo vÌsuAl DE üÌ,'t xsFxLHo fl-rxo
TF,ANSLÀçÀO DE UM ESPELHO ?IÀXO
I
"
ÌúAGENS nE uM oBJrro ENTRE Dots EspEtHOs
Eíudamos, neate cãpítulo, a reflexão regular
da luz, discutindo a formação de imaqens nos
e5pelhos planos e suas .onseqüên(ias. Na foto,
vemos a ìmâgem de um edifÍ(io que se forma
na fãchada
etpelhada de outro edifí(io.
a
E t. Reflexao da luz. Leis da reflexão
Vi rnos que a l uz, pÍ opagando-se num mei o I e i nci di ndo sobf e a superf í ci e J de separação com
um mei o 2, apf esent a si rnu t anearnent e os Í enôÍ nenos: ref l exão f egul ar, ref exão di f usa, reÍ raçào
e a bsorcão.
A f ef exão regul aré of enômeno predoÍ nÌ nant e quando
o mei o 2 é opacoe a superÍ í ci ede separacão
.ç é polida. Nessas condições, a supeÍfície S recebe o nome de superfície reÍletora ou esperno_
De acordo com a f oÍ ma da sLrperf í ci e 5, os espel hos podem
ser p anos ou curvos (esf érj cos, para
ból i cos et c. ).
Nos espel hos coÍ nument e usados, a supeÍ f í cl e ref et orã é obt i da pel a deposi ção de uma
peÌ í cul a
de
prat a sobf e uma das f aces de uma âmi na devi dro. Essa ârni na t em poÍ f i nal i dade prot eger a pel í cul a
Í ef l et of a e, no caso dos espel hos curvos, f aci l i t ar a obt enção da curyat ura cl esej ada.
ConsÌ deremos â ref exão de um rai o de l uz numa s! peÍ í ci e S (f i gura
1). Sej a Â/ o rai o i nci cl ent e no
pont o
/ da supeí í ci e 5, o qual f oÍ ma com a normal à superf í ci e (N) o ángul o de i nci cl ênci a
j .
O rai o
ref etido RR, que se indÌv dualiza após a reflexão, forma com a normâ N o ânqu o cle reflexão r.
a) .S: supedície p
ana
/n lR
b) J: superfícÌe cuÍva
FigüÍã 1. ReÍìexão da luz:Rr ËioincidentêjÂ8 raio reíetido; /
-
ponto
de incidên(ia: N
-
normal
aSno pont o/ ; i
ângul o dê i nci dênci a; r - ân9ul o de r eí exão.
. ' , . - f .
-
238 05 FUNDAúENÌoi DA F í.a
A reflexão da luz é Íegida pelas eis enunciadas a seguir.
Pri mei f a l ei l
O rai o Í eÍ l et i do, a normal e o raÌ o i nci dent e est ão
si t uados no mesmo pl ano.
Segunda l ei :
o ángLl o de Í el l erao e i qua ao angul o de i ncrdèn-
Com o auxí l i o dessas l ei s, expl i caremos a Í of mação de
i ndgens no, e5pe \ o\ pl à1os e nos e. Í e' ì (05,
t-
!5
- B
E
o
os ângulos de reÍlexão e
>
de incidên(iâ sAo i9uaÌs.
. , : :
: : t : : : ' : : , . : :
. 1. , : : : : . '
!
ê
R,6Y. Un raio de luz incide num espelho
plano, lormando coú
suâ superlície um ãngulo de 40'.
QuaÌ
é o correspondente
â.9úlo de reflexào?
SendorVnormal à supeÌfície do espelho, temos:
40"+i =90' 3l : 50"
Mas como r= i, temos:
,PtZdli
Um raio de Ìuz rcÍlete se num espelbo
plano. O ângülo entÍe os raios ìncidente e refleiilo é de 4ll'. Deternìine
o ângulÕ de incidènciae o ãngulo
que
o raio relÌeiido lo|Úacon a superlicie do espelho.
Pi?q?r Oângubqúeo râiode luz refletido ÍoÌfra com um espeÌlÌo
pìano
é a metade do angulo de incidência. Deterúine o
ângulo de rellexão.
P,2.28 Um hlo de Luz In, idc nt, p,'nto / de unr espelbo
plânÒ te, âpós â retlexão, pâssâ pèlo po.lô P DêÌefmine o
ângulo de incidência.
1'
CÁpi ruroÍ
.
RtrúxÃooÀ LUz.EsftLHos tuaNos
239
'
@ z. Irug"r de um
ponto
num
espel ho
pl ano
Consi dere um pont o P l umi noso ou i l umi nado col ocãdo na
f rent e de um espel ho pì ano f . Os rai os de l uz ref l et i dos pel o
espelho e provenientes de P podem ser determinados pelas leis
da reflexão. Seiam, por exemplo, os seguìntes Íaios incídentes
(figura 2):
1e) rai o i nci dent e P/ normal ao espel ho (i
=
0' )
-
o rai o
refletido /P é também normal ao espelho (r
=
i
:
0');
2') raio incidente P/ qualqueÍ
-
o Íaio íefletido
/(
é tal que
A interseção dos prolongamentos dos raìos refletìdos /P e
/(
det ermi na um pont o P' . Da i gual dade ent re os t Í i ângul os Pt e
P'l resulta:
Ou sei a: P e P' são pont os eqüì di st ant es do espel ho.
r
Poroutro lado, sendo qualquer o raio incidente P/, podemos
concl ui r:
Os prolongamentos de todos os raios refletidos no es-
pel ho, proveni ent es de P, passam por P' (f i gura 3).
Quando
o feixe refletido no esp!lho chega aos olhos de um
obs!rvador(Í i gura 3), essef ei xe parece ori gi nar-se em P' . f usi m,
o observador vê P'.
Pat '
FiguÍâ 3. Os prolongamentos dos bios
renêtidos pàssãm porPl
c
O ponto
4
definido pela interseção efetiva dos raios incidentes sobre o espelho, é um ponto-
objeto real. O ponto P', definido pela interseção dos prolongamentos
dos raios emergentes
(refle-
tidos), é um ponto-imagem virtual.
Cenericamente, temos:
ConsideÍe um feixe de luz convergente incidindo sobfe o espelho, como se aepresenta na figura 4a.
Os correspondentes raios refletidos são mostrados na figura 4b. O ponto-objeto P é deÍinido pelo cru-
zamento de prolongamentos de raios incidentes, sendo, pois, vi|tual. O ponto P'é um ponto-ìmagem
real, poìs
é deÍinido
pela
ìnterseção efetiva dos raios refletidos.
b)
Figurà 4. A um
ponto-objeto
virtuãlP <oresponde, no
espelho plano, um ponto-
PoÍtanto, no espelho plano, quando o obleto é virtual, a imaqem é real.
Os pontos-ìmagens Íeais, por serem definiclos pela interseção !Íetiva de Íaios emergentes. podem
ser projetados sobre anteparos.
.
zAD
05 FUNDAMENÌo5 oa Fúrca
Resumì ndo:
EsPelhoPlano
.
o ponto-objeto P e o ponto-imagem P' são eqÜ idìstantes do espelho.
.
Pontoa-objetos e
pontos-imagens
têm naturezas contrárias: se o objeto é real, a imagem é virtual
t ando um de um l ado e o out ro do l ado opost o
2i) O espelho plano é um sistema estigmático, isto é, a um ponto-objeto
conjuga um único
ponto-imagem, Existem sistemas que a um ponto-objeto conjugam uma mancha luminosa.
Tais sistemas são ditos astigmáticos.
3i) Os conceitos de ponto-obleto e ponto'imagem, real ou virtual, são válidos para outros sistemas
ópticos
(espelhos esféficos, dioptÍos, lentes etc.).
4r) Se o feixe incidente sobfe o espelho plano for pa.alelo? o correspondente Íeìxe Í!Íletido é
também
paÍalelo (figura
5). Nesse caso, dizemos que o ponto-obieto e o ponto-imagem sào
pontos impÌóprios.
r
FiguÍã 5. Ponto-objetoê ponto'imagem são
,&@
i
No endereço elehônico http://
i
bÍeeocities.con/salâdefisicâ3/laboÍatoÌio/
i
plano/?lano.hün
você pode v!ÌificaÌ
i
as
prolriedades
da foÌmação de imageÌÉ
\
nun esleÌho pÌano.
O ponto-obieto P e o
ponto-imagem P' são simétÍicos em relação ao espelho, pois estão
numa mesma
perpendicular à superfície do espelho e são eqüidistantes dessa superfície, es-
j
Ë
!
@ l. h"g"- de um objeto extenso
Um obj!to extenso é um conjunto de pontos-objetos (Á,
4 ç
...). Aesses pontos, o espelho conjuga
pontos-ìmagens sìmétÍicos
(.4',
8', C, ...) que constituem a imagem do objeto extenso (figura 6). DecoÍre
desse fato que objeto e imagem têm as mesmas dimensões e !qüidistam do espelho.
Ì'-----
u
t l
t l
,l-{1
c
Figurâ 6. hagem e objeto têm dimensõês
i9uài5 e são eqúidistãntes do espêlho.
^
o !spelho
planoÍome<e,
de um objêto real,
imagem vÍtuâl e dê mesmas dimênsôes.
Quando
o obieto extenso é assimétÍico (não admite nenhum plano que o divida em duas
partes
iguais), a imagem obtida não se superpõe ao objeto. Por exemplo, a imagem da mão direita colocada
na frente do espelho é uma mão esquerda. Nessé caso, obieto e imagem no espelho plano constituem
Íiguras enantiomorfas
("Íormas
contrárias").
é
Ê
È
CÀpi Ìul or
.
R+GxÀo DÀruz- Eçl Hoi traNos
24r
.
A f ot o ao l ado most ra corno aparece no espel ho p ano a
i magem de uma pal avra escri t a- o espel ho pl ano não i nveÍ t e
a i magem, apenas t roca a di f ei t a
pel a esquerda e vi ce-versa.
No endeÌeço eLetÌônico http://
www.ludoteca.if .us?.br/ripê/
espÌãno.htnt você
pod! sinuÌaÌ
a foÌnação de inagens em esp!Ìhos
A imagem e oobjêto >
noesPel ho
pl âno
são
figu las enâ ntiomorfas.
' t
: i ; "
3: :
: : ;
:Ëa
Dois
ponÌos
lumìÌÌososá eË estão diante de um espelhi)
plàn() it.
QLìaìé
ã distãnciâ e.trê o pontôA e â imagem
.
I cnì
- .
6. m
Em
prinÌeiro
lugar Ìocaìizamos a imagen Á do
ponto,4, ìembraDdo qúeÁ e,4 sãô snnétricos en relação ao
v'
t i l
3 cÌ ì 6. m I
ï
Nessas
( Ì r ì i ções,
a dì s1ânci âer t Í èÁ eÕespel hoóde24cmeadi st ânci aent r cBeA ser á:
BA: 16- 24
-
t ur =40; i
Rêspostâ:40.m
R.69 Na ngura tem se um
poDto
hminoso P, um espelho
pìano t e um observâdôr O. Trace ún fãìo proveniente de
Pe
que
atinja O.
r .
í
. 242 Os FUNDAMTNÌ oS DA F5. Á
Solução:
En prlmeúo lugarachamosP', imagem de P. LembÍe
se dequePeP'são simétricos em r!lação ao esperhô
À seguú unìmos OaP'. O segmento OP cortaoespe-
lhô ãno ponto /. Finalmeúte ligãmos Pal
prcduzindo
a
I
- ;
o
t
Representâmos
peÌo segmento B a pêssoade altura
H postadã diânte do espelho. Construímos, conÍorme
ô exêrcicio R,69, os râjos
provenientes dos extremos
,4 e A qüe chegam ao oÌho O do observado.
Se o espelho tiver, no mínimô, aÌtura CD, o observadot
vêá eB'- SejaÌa distância do objeto ao espelho,
que
é igualà distância da iÍnâgem ao espeìho.
a) Sendo semeìhmtG lx trúngulG OCD e OÁ 4. teÍnos:
o
B ' , F
r
Ì +:
g
j
3
jffii
uoa
pessoaae anra,ry acha-se delronte de um espelho
pleo retdsular eve.ticãI. Sen.lo ft â distância do oìho
do observâdor
(o) ao soÌo. deternine:
a) â óenor aÌtuh d
que
esse espelho deve ier
pea que
o observâdor
Possâ
ve ã si msmo dos
Pés
à cabeçâ;
b) a distância ra
que
a bordâ infenor do espelho deve ser mantida dô solol
c) se âs distânci6 d e r dependen da distância do observadot âo espelho.
SoÌuçào:
cDoed' T: - - ' ì
AB oo H 2^
|
2l
b) Da seúelhdça dos tnânguÌos BDae B'OB, obtmosi
DF B'F
OB B'B h
c) Os resultados obtidos mostrm
que
as distâncid d !r tráo d!pendem da distância x do observâdor ao espelbo
RcspGt as: Jr d'
+:
br
/
- : . . / del n; odepel dêmdad. sr an. i ddoobsêr vador doespÊì ho
iffi Uma pessoa mantérn dianie dos olhos, a 20 cú de .tistAncia, um espelho vertical, de modo a vei nele a imagem
dê um poste vertical de 4,4 m de âltura situado exatãmênte a 1,8 m atrás de si.
QuaÌ
é a minima dimênsão ver_
ticaìque esse espelho deveterpeaque a
pessoa veja inteirmente a imâgem do poste?
Soluçâo:
PrimeìramenÌe vamos desenhãr o objeto
(poste) diânte do espeìho, suâ inagem e os .aios luminosos
que
permitem ao observâdor vèlã:
Asituação esquematizada coÌresponde ao tamanho mínimo tt'do espeìho
pâÌã que o obseFador
possãver
intenamente a iinagem á'A do
poste
de aÌturâ á8.
PoÍ semelbãnça dos triangü to" Orr' . oe'a
,
n^*,
ffi
:
ff
SãbÈsequeÁA
=.4'a' =
4,4mi BF= rA'= 1,8 m + 0,2n= 2 m (pois a inagem e oobjetosâo simérÌicos em
relação à superlicie do espelho) ePI= 20 cn
=
0,2 m- Portanto, temos:
R$pGtâ: 0,4 mou40 cm
O
ï
cÀpÍuLoÍ
.
Rstri no oÁ LUz, Es*LHós
pLANos
rr- : : =
= ÃÃ
: 0. 4m
1
88 0,2
24t.
fí##-,,Htr
'1h#$..j1
pui"
pontos tu.inosos Á e B estáo diante de ufr
espeìho
plânô tr, conlorme â ngura.
Qualé
a dis-
tãncia entrc o
ponto B e â imâgem do
pontoA?
. t
:í,iiiìijË GFF-&j)
Dois esperhos prdos pahÌeÌos, t, e E,
estão {rente â lrente sepahdos
pela
distância dê
20 cn. Entre eles lú uma Íonte luminosa r, de
p+
qúenãs dimensóes, na
posiçáo
indicâda na lìgura.
Câlcule a d'stânciã entre a
primeira imagem for.+
cida
pelo espelho
4
e a pdmeiÉ imagem ronecidã
' '
'
,:
@ 4. Campo vi sual de um espel ho
pl àno
b)
consideremos um observador diante de um espelho plano. Por reflexão no espelho, o observador
vê certa região do espaço. Essa região chama-se campo visuâl do espelho em relação ao olho O do
ooseÍvaoor,
Sej a P um pont o d!ss! campo. Vamos consi derar um rai o de l uz que i nci da sobÍ e o espel ho,
proveniente
de
4
e ao ser refletido,
passe por O(figura 7a). O prolongamento do raÌo incidente P/ passa
por O' , i magem de Oem rel ação ao espel ho.
Pertencem ao campo visual todos os
pontos P tais qu! os segmèntos Po' inteÍceptem o espelho,
Nessas condições, as retas que passam por O'e pelos extremos do espelho,
juntamente
com o propÍio
espelho, delimitam o campo vhual desse espelho em relação a O
(figuÍa
7b).
Um
jogador
de basquete com 2,10 m de âÌtuta
ôlhâ5e no espeÌho
pÌano
vertical do vestiário e
percebe que
esse espelho tem o tamânho exãto
PãÍa
permitir
a eìe visualizar inteiramente sua
imagem, indeÉendentemente da distâôcia dele
ao espeìho. Determinel
a) ã altuÌa do espeìhoi
b) ã di st ânc' a de suâ boÍ da i nf er i or âo sol o-
sâbe.do que
â ílistânciâ.lo topo dã cabeça
t
ãos oìhos do
jogâdof
é Ì2 cn.
l$:{{ff
4 1,5 m de distâncjâ de uú espeìho
plãno verti
cãI. situa-se um obsefvadoÌ
que visâ o espelho.
Atrás do obseÍvador e a 0.5 n dele, situa se um
jarrãô
de altuÍa igual ã 1,4 m. Determine a altura
minima do êspelho para que, convenientemente
colocâdo, peÍmita ão oìrservãdôr ver ürteiramen-
te a imãsem do
jarrão.
iiiièj.Ai a i..g.. a" ,." árvôre cobre exatamente o
tamanho de um espeìho pìano de 5 cm,
quando
o mantemG vertical a 30 cm dos oÌhos. A árvore
está a 90 Ìn do espelho.
Qual
ê â sua aìiura?
'I
3
0
g
a)
Figura7.A rêgiãosombreada é o campo visuâl do espelho em relãção ã O.
O campo visual depende do tamanho e da posição do espelho e da posição do olho do observador.
.244
Os FuNoaMÉNÌôs DÀ FÉrca
R:12:.
iÉjipËjiÌ
(Eroa-Mc)
um observã.Ìor o e dois objetos
p
e
e
posicioDam
se em rehçAo aud
pequeno
espeìho
pìano
t, como ilustrâ â Êgu.â.
Uo observador O estáolhaôdo pâra
o espelho
pldo
t da
fleura.
Quaìs
dos poDtos nuneÌados eÌe
poderá
ver por
Bastaconstruiro câmpo visual de Oem rclação at, como
i n. l hadon"Í gur "' oì JdÕ P^r l ãnl ^ôubser \ aoor \ é. , r or
rellexão no espelho, os pontos 3 e
.1.
r
; l
.
t r l i l l
oa
t t r :
P
'
a' I
I l
: i
|
77- ì : ,
) : '
i
,
.
:t
l tÌtl t'
i r i
Nessãs condições, r!sponda e
justinque:
a:) Llistem as imasens de
O
Pe
Q?
b) Se existnem, o observador O pod!rá vèlâs da
posição
em
que
se encontra?
.i{liiÉl um ourrvaao o enconrra,se no meio dâ parede
ÀB de uma sãla quadradaÁBCD,
na qüâÌ êxiste
um espeÌho plâdo veftical,UN. Sendo Ì1o pôDro
médio de CD e^ o
ponto
métlio de Aì, quar
1ou
quais)
ca'Ìto(s) dãsãlâ (]a,Be
C)
poderâ(ào)
ser
üsto(s) por
O, por reflexão, no espelho?
Figura a.Trãnslação de um êspelho plânol
D=2d.
j
3
sendo PB - P,4
-
4
.on.l rí.o, quu,
íJ=ã' Ì
E! S. Transl açãodeum
espel ho
pl ano
Um pont o-obj et o P f i xo est á di ant e d! um espel ho
plano. Se o espelho soffer uma translaçâo de uma distância
d
passando da posìção
4 para a posição B, a imagem de
P passa de P! pafa P2, soÍrendo um deslocamento
4
no
mesmo sent i do do espel ho (f i gura
8).
Vamos demonst rar que: D
=
2d
Na figura 8, temos: D
=
APz
=
PP2 P4
A
Como a i magem é si mét ri ca ao obj et o em rel ação à
superfície do espelho, podemos
escrever:
PP, : 2PB@
PPt
=
2PA
@
Substituindo-se
@
e
@ em O, obtemos:
D
=
2PB 2PA- D
=
2(PB PA)
CÁpi ruoÍ
.
R*GxÃo DA LUz. ErtuHos {aNos
24t .
Como o desl ocament o do espel ho e o da i magem 5ão sì mul t âneos, i st o é, ocorrem no mesmo
intervalo de teÍnpo, a propriedade estabelecida para esses deslocamentos pode serestendida para
as vel oci dades. Assi m, 5endo v" a vel oci dade do espel ho e v a vel ocì dade da i magem, em rel ação
ao obieto ÍÌxo,
podemos
escrever:
ì*'jii$jit unra pessoa esta ae

diaDte de um espelho verti.âI. Se o espeìho, maDtendo se na vertical, alastar-se de uftâ
distãnciâ d
=
30 cDÌ dapessoa, o
que
sucede à inâgeú que elâ vê no espellro?
Nangura, representam se a
pessoa Pe as suãs inìageDs Pr eP, for.ecidas pelo
espeìho em süas duas
pus,!ões.
Observe que a imagem solreu um deslÍx:âúénto t no mesmo sentido que
o espeÌho.
ScndoD
=
2d, resulta:
D=2. 30= ( ; - 0. - ì
R8pcl ar C. na! - . n
"or r "
Ln,
êsl ô. dm. r ' ^ Jp 4n
"n
no r Fçn ô : ê' l i , l u du
- Lt
r '
Ìiìiii!?iii
um esperr'o
pra'o veÌticaì dèsrôca-se com veÌocicÌade de
ÌÌóduìo 6 m/s, afattddo-se de uúa pessoâ qüe está
parada
em Ìelação ão solo. DeteÍmine o nóduÌo da velocidade da
iúágeni dã pessoã en relâção:
â) Avelocidade da imâgem em relaçào ao soìo é o dobro dâ
velocidade do espelho, ou seja: ,
=
2r,.
sendo,.
:
6 m/s, resurta,
4,,:-r./"l
b) O espelho! â nnageÌn deslocam se no mesmo sentido,
em . el êção âo sol o. Nessãs condi ções, o móduì o da
veì oci dade dá i nâgên êm r eÌ âçào ao espeÌ ho
( Dì )
é
dado
pelã
dilêrençá entre os módulos das velocidades
da inâseú (,1) ê do espelho (ú"):
uì =D , "ì , ; : r , 6=
Fi
6". ì
.246
ReÉpoitâ!ìi a) 12 n/sr b) 6 m/s
Os FUNDÂMrNÌos DA F í.Á
B
t
c
!
3
3
j!,j-iilüii
fu"sln
u.
""p"rho
plano
lornece uma imasem.le um objerô situado â ünâ distancia de t0 cm.lo espelho
Àâstândo-se o espelho 20 cm em uma dneção normaÌ ao 6eu plâno, que
distância separdá a anrigâ imagêm
iilfffil u.. p".".. r esta
parada
diante de um espelho plao
venical'' Deseja-se que
a imagem da
pessoa põsedã
posiçãoPÌ parã ã posição
r:. De
quedistânciadeve
se
tfansladâr o espelho?
iiiiiiii6.t
u.
""óan.
pr"r.
"e
ajõta de um ôbjeto pdado em relação à renâ con veìocìdade de rrdsrâção de r0 m/s.
Dete.mine aveÌocidade dã imãgem en relação:
C!ïiÌiï
um motorista, viajando a 50 km/h, observã no espeÌho
prano
retrov'sor a imagem de um posre D esúaoa.
Quâ]
é a veÌocidade dessaimagem:
a) en Íelação à estrada?
b) en relação ao notorista?
@ o. Rotaçao de um
espel ho
pl ano
LJm raio de luz / incide sobre um espelho plano e,
ao refletí, origina o raìo Rr. Se o espelho giraÍ de um
ângulo c[, em torno de urn eixo pertencente ao seu
pl dno, conl orme mosl ra a Í i guÍ a 9, do mesmo Í di o
i nci dent e passa
a correspondeÍ um novo rai o ref l e-
t i do , qr. Vamos demonst rar que o ângul o de rot ação
do rai o ref l et i do
^
é i gual ao dobro do ângul o de
rotação
(l
do espelho:
Sej a rr o ângul o de i ncì dênci a
(e
d! ref l exão) na
primei.a posição do espelho e
t
o ángulo de incidên-
ci a (e
de reÍ l exão) na segunda posi ção do espel ho
(figura 10). O ângulo formado pelas normais Nj e N2
nas duas posìções do !spelho também é
q.
No t ri ângul o Á/ r/ r, o ângul o ext erno / , é i gual à
soma dos internos não-adjacentes (o
e
4):
' z: cx+/ r +cr =t
4O
No triângulo 8/r/r, o ângulo extemo 2t é iguaì à
soma dos int!rnos não-adjacentes
(2/r
e À):
2i , : 2i 1 +L. >L=2L- 2i ) L: 2( L i 1) @
comparando
O e O, v"r,
[I:_',
Í,-Ì
Figura 9. Rotação de um espelho
CaplÌuroÍ
.
R*trxÀo oÀ ruz, EedHos
pLANos
Figura lO.
247
.
Ao gi Í ar o espel ho de um ângul o cr, a ì magem de um pont o-obj et o f i xo P gi ra de um ângul o
^
:
2cL descrevendo um arco de circunferência de raio oP (figura 11).
,
ffit
^:2u-4r' =2ú.
=
G=tì
@
Un
pontGobjeto P esÌá diante de um espelho
plano, conloÍme a figura. Girã-se o espelho de um ângulo d!30'
em torno do êito O, no sentido horárlo. O cortspondente
pontGimagem
d*creve um ârco de ciÍcünieÉncia
pãssddo da posição inicial
&
pâra
a
posição finaÌ P,.
a) Façâ um êsquema em
que
comparecem o spelho na
posiçáo
iniciaÌ È na posjção nnal o
pontcobjeto P e
ôs pontosimagens PÌ e&.
b) DêÌermine a velocidade anguìar médiâ do pontGimagem, sabendGse que o spelho
gasta
2 s
pãâ
descrever
F
G
Um raio de luz incide nun espelho
plâno. cira-se o espelho de üd ângulo o em toÍío de um eixo
penencente
ao espelho e
peÌpendicularâô plano de incidênciâdaluz. O ângülo fomado pelos Íâlos Íefletidos antes e após
a rotação é de 40'. DereÍminê o valor do Angulo o.
Sabemos
queA
=
2c1. Sendo
^:40",
vem:
a
c
!
.24
Os FuNoÁMlNros DÁ Fc ca
Soluçâo:
a) Abâixo, apresentamos oêsquemapedido
Noteque os
pontÔsP,PÌ eP, penencem ã umâ circuníêrên'ia
de centro Oe râio OP. O espeìho
güâ um ângulo o:30" e o pÔnto-inâgem descÍeve üm ãngulo
^
=
60",
a
5
- E
o
t
[ o=' ' =i
anguÌ âr nédi a é dâda
peÌ o quoci ent e ent r e o ãnguì o descr i t o
Pel o
pont o i mâgem
taaJ e o correspondente iotervaÌo detempo
(^Í:2 s):
o
c
A : H
2
RespGtas:
O
6quema; b)
;
rad/s
sime
liitlii;iiUm
raio de ì,rz
provenieúte de uma lonte Fincide num espelho
pldo e. após relletr se, ilumina o
ponto á de
um ãnteDaro. conformeo esquemaabâúo
SabÈse
que O'4
:ÁA
Girando-s! o esoelho em torno do eixo O e no sentldo horáÍiÔ'
qüal deve ser o ângulo de rctação
para que o
novo râio refletido ilumineo
pontoE?
'-iï,iú}li rurc-cet
U. r"i*" oe ìuz !ertilêl incide sobreum espelho
plaúo
horizoótal conrorme â frgura O esPelho
sirâ
''"''-
lO'". to.no a" u. eirô
perpendiculàr ao
plâno do
papel, passando pelo ponto C Determine a velocidâde
anpular néd'a do raio refletido, sãbendo-se
queo espelho
gasta3 segundos
Parades'revef
essa rotação'
:it;Ëiii,t Um raio Ae ruz verrical Incide num espetho
plano horizonráÌ. cifase o espetho de um ângulo de 25' em torno
- - =
ae umei r o hor ' zonl al . Der er n' npoànsul o
Í oÍ mãJo
Pcl os
r "r os r êf l êr i do"onr cs
êápo' a r ur d ào
CÁpl Ìul oÍ
.
R*trxÀo DÁtl z EçaHos PoNôs 249
'
E! z. tragens de um objeto
entre doi s espel hos
Col oquemos um pont o P umÌ noso ou i l umi nâdo ent re
doi s espel hos pl anos Er e Er, cuj as supeí í ci es ref l et of as f or-
mam ent re si um ânquLo ü (f i gl rra l 2).
fu vãrÌas reílexões da luz proveniente de P dão origem à
f ormação de doi s conj unt os de i magens:
.
uÍ n que se i nÌ ci a pof ref l exão no espel ho É (i magem Ár), a
segui r em f ,
(i magem
AJ, e assi m por dì ant e;
.
outro que se lnicÌa por Íef exão no espelho É, (imagem 8r),
a seguÍ r em Er (i rnagem 8r, e assi m por di ant e-
Essas i magens pert encem a uÍ na ci Í cuni erênci a de cent ro
O e rai o OP, Cadâ um dos conl unt os de i magens encerrâ-se
quando a Ì magem "cai " no ângul o f ormado pel o prol onga
nì ent o dos espel hos, denomi nâdo ângul o mort o. Na Í i gura
12, o ângul o sombreado é o ângul o rÍ ì ort o. observe que
Aa "cal a,Úás" do espelho Ér, não originando nova Ìmagem.
O mesÍno acontece com 8r em relação a Ér.
É possí vel cal cul âr o número Nde i magensf ormadas
pel a
f órmul a:
A f órmu a aci ma é vál i da para os segui nt es casos:
. _ 3ó0'
a)
quando
a rel ação
: : 1
é um número pâr, qLrâl quer que
seja a posição do objeto P entre os dois espelhos;
-
160'
br qudrdo . re à(ào
--'
e L-Ì ì r-ï eí o í mpar. e5Lando o
ü
obj et o no pl ano bÌ ssei or do ângu o ü.
Consi deremos, por exemp o, o
=
96' . 4 r. "1u6o
99{
a
é i gual a 4 e, port ant o, paf . O número de ì magens é dado
360' ,
por
r v : -
| ì . I oqo, oí o' r e a Í oÍ r . d! ão dê
l r é\
i magens (, 4r, 8r e, 4, coi ncÌ dent e com 8J, qua quer que sej a a
posi ção do pont o-obj et o P ent re os espel hos
(f i guf a 13).
FiguÌa 13. ìmãgens de um objeto colocado entrc
dois espelhos planos foÌmândo 90'.
Figura 12. Fofmàçáo de imà9ens
{
l
;
;
I
-
^
lmagensde um objeto colocàdoentre
dok espelhos planos. Diminuindo o
ân9ul o ent r eos espel hos, aument a o
númeÌ o de i magens. Quando os êspel hos
são pôralelos foÌmam{e inlin itas imagens.
11
= ! 99 , 1
. 250
05 FUNDAMTNÌ o5 oa Fs. Â
a
F'
I
I
t
í
!
3
4\
360'
'
r,,-
#!i
;,
r,,;;:j
ll:,,:l
com Ìrês pãtinadores
côrocados enÚe dois espeÌhos pìanos
nxos, úft direto. de cnìema conse{ue u,k cenà
onde são vistos, no mí{ino,24 patinãdores.
eual
é u énguto o cnrre
us espethusl Sabe+e que
o;,g!to ü é ral
Como são vistos nô ftárimo 2.1 patinadores,
signinca que âos três parinãdo.es
(objetos)
côrrespondem 2l
imagens. Logo, a um patinador (objeto)
correspondem 7 inagens.
Dê \ =: : :
1 . e sendo / \
:
Ì . vem:
r
I
Dôis espelhos pìanos
estão dispostos peDendicuìardente
um ao
outro. UnÌa plâca
P na qual
está escrirã a letraaé coìôcada en lrc.te
ã) t,ocaìize, ôa figurâ, as inagens dãplâca.
b) O
queapa.ece
escrito em cada imâgen?
Pl2{6 Dois espeìhôs planos
t e4! formam urì diedrc reto ôo qual
se loca
I'zam os pôntos
Ì1e B, contormeafigurê.
Um râìo de tuz incidesobÌe
EÌ, passandô porÀ,
reÍete-se sucessivamente eÌn !_Ì e tr e emerge,
passando por
A. Determine grafrcamente
ãs posiçòes.los pontos,!e
4
nos quais
o raio se rcÍlere, nos dois espeÌhos. Demonstreque o raiô
incidenie sobrèEj e o raio enìergente de4 são paralelos
ent.e si.
'R:7ó
: ConsideÍe o desenlìo ao ìado, en que
t, e Ã; são dois espeìhôs planos
em ãnguloreto, cortãdos porün plano perpêndicuÌar
a anbos. lsse
pÌano
.ontém o raio lüminoso
À
incjdente sobre tL,
a) Construao correspondenre râiô R'emergente
deA.
b) Mostre que,R
e R são
paraleÌos. quaìquer que
seja d râl que
Er
Solução:
a) Os râios são constÍuídos, impoÍdo serem ôs ãngulos de reflexào
e incidêócia iguais.
b) Obsenê na ngüa que 3 e R íormam o Desmo ângulo d com reiàs pa
ÉÌeìâs (4
e a Ìinha bacejada normãt a t:). Sào, poÌ1anto. paalelos.
i . l i l
i . , i i i i ì
, i i l , ì Xi : r
1
: : , 1: . "11' Í
r , ,
pr24!
Enre dois espelhos pìànos que
Íormam eôtre si un ânguÌo de 60., é côÌocado um ponto
luminoso.
eüanis
jmagens
sãoiomadas?
Qual
deve seraposição do pônto tuminoso parãse
obreresse número de imagens?
Ë-241ì: Uh
poDÌGÕbjeto
Pcoìocâdo entre dois espeÌhos planos
tem 7 imagens.
a)
Quâlé
o ângülo üentreos espeìhos? Sab+se que
lql
é
pa.
b) Faça !m esquema representando Õs espellÌos, o ponto-objero
pe
suâs imagens.
Capl Ìul o Í
.
RtrcxÀo DÁ Luz, EspELHos
pl ÀNos
251
.
...-
O periscópìo
I
I
;;";.;óoJã r; nstÍumenÌo
que poss
bi rta a um obseÍvador ver obletos
que
se encontrarn ÍoÍa de
seu carf povi sual . Basi cêment e, um
perl scópl o
é consÌ i t u í do por
doi s espel hos
pl a
nos
pa
Í a e os, nc ì nados
a 45' em reacão ao e xo de um t ubo ooêco com abeTt uras nos ext f emos.
t
^
O pêíiscópio possibilità ver um objeto
mesmo quândo é impedidã â visáodirêta.
De\ i do. d r p.
ôf ô
do. d r . qô1
r o
' 1dod
magem não são í i guras enant i ornorl as.
p. Í <' opo. èpô{"Ì oèdoc. áo
r i . èdo.
ôÌ
quando
o subrnari no est á merso
por
urì
peri scópi o
é dênt i caao objeto, sto é, objeto e
submafinos, pâra
observaÍ objetos nê superííc e do rnaÍ
g
i
Ëã
E:
Ë9
2-
t
F
g
n
lli,:.ü.aliil Orlro
e-
"-
aio clãro, o soÌ esravã no horizon-
re (0') à 6 h dâ mãnhã. as 12 h ele se enconfâva
no z!n'te (90'). Âque horas ã Ìuz do Sol, refletida
no espelho
M
aúrgnr o poDtoP?
iÉ,i!:fl'r Gü"estsP)
um leile .le luz entrâ no inreriôr .le
uma caixâ retângulãr de altúra l, espelhadâ in-
temamente, atrâvés deumâ âberiura,,{. O leixe.
após sofrer 5 reflexôes, sâi dã caixapor üm ori
fício a, depois de decorido 1.0
.
10
3
seguDdo.
Os ângulos fomados
pela
dúeção do íeixe e o
segmeôto,4B estão indicados na flgura (dado;
c: 3, 0. 103 m/ s) .
CALVIN!
I
/.qq
60-
Os FUNDÂM[NÌo5 DÂ Fi srÁ
a) Cãlcüle o compÍinento do segmento,4A.
b) O que acontece con o número de reÍeaôes
e com o tempo entte a enttadâ e a sâida do
Ieixe, se diminuirmos â âÌtura da câixãl,
pela
Iiiilli*
cüvest
sP) À flel:ía reprcsênta um objeto Á, co
locâdo a uma distância de 2,0 m de um espelho
pìano.t, e uma lânpâdã t. coìocada à distância
de 6,0 m do espeÌho.
5
È
ï
d
é
,B
p
â) Desenhe o raio emitido
porl, e reÍÌetido
por S
que atingeÁ. Explique a construção.
b) L alcLl- a o.slán(iâ
pê'cor"ido pot Pisê
rd'o
jF-iâàüii
OFScafsP)
Desejãndo
quebrar aquele mârrada-
do espelho, seúpre distorcendo ã imagêm de
s!u rosto, o homem inpülsiona umâ mârreta em
â) Determìne a velocidãde de aproxidação eDtre
objeto
(maÍreta) e sua imagem, sâbendo
que
a veÌocidade dâ marreta- relativamente ao
espelho
plâno, é de3 m/s.
b)
Quando.
diante de um espelho
pldo disposto
veÌticâ1menie, obseNando nossa ìmagem,
nos aiâstamôs deÌe, o
que
devemos esperar
quanto ao tamânho da imagem vista? Justi-
Iique sua respostã por meio de um esquema
que
apresente un objeto
(prÓximo e aJastado
do !spelho) e süas fespectivâs imagens, o
espelho
plano, o chão e os raios de luz
qüe
perm'iem traçaraimageú do obieto colocêdo
diânie do espelho.
,iiiiiiálii
6.rc-cq
Nu ngwa, P ê um ponro Ìuminoso sitüâ-
do no ptaío fomadô pelâs rctas
paraìelas rer, e
té un espelho
pldo que conÌém um segmento
dâ reta f, As distancis entre o
ponto lüminoso
e a retâ ri e entre ãs retâs s e r são, .espêctiva
mente,.l
=
3 ó eD
=
5 m. O espelho
4
queiem
comprimento,
=
9 m, é perpendicular âo
pldo
definido pelas .etas Í e s- Suponha
que
un ober
vâdor deslocâ-se ão longo da reta s coú veloci
dade constante de I m/s. Durante
quanto
tempo,
em segundos, esse observador vê â iúâgem do
ponto luminoso P relÌetida no espelho?
l;
I
. .
0
i t t
#,ïii&ij
un
ponto-ouieto
restá a 8 cm de um espelho
pÌano.
Ao translada! o espelho, da
posição (Ì)
pâra
a posição (2), a iftâgem de Pse desloca de
Pl aP:. Calcule a distâóciâ D entreP, e P:.
l'fiiÉii; fu*il
a ng*...stra, visto de cima, um ca.rô
que
se desloca em linha reta, com o espelho
plano
retrovisor extef ôo perpendicuÌar à direção
de seu movimento, O úotoristagira o espelho até
queos
raios incidenies nâdireção do movimento
do carrc formem um ângulo dê 30' com os rãios
relÌetidos pelo espelho, como mosÌraafr8ufa.
De quantus gra!s
o motorrstâ grou o esPeÌho?
t
B
È
69
'5.
CÀpl rul oÍ
.
RrFtrxÀo DA LUu. EstuHos {aNos
253
.
0Jnicâmp'SP)
Dois espelhos
plânos e qúãse pa
rãlelos estão separados
pof
5.0 ú. Um homem
se côloca em írcnte de um dos espelhos, â uma
distânciâ de 2,0 m. ue obseívâ uúa seqúência
infrniia de imagens, algunas de irente e outras
a) Fãça um esquema mostÍa.do o honem, os
espelhos eõ
quatro pÌineiÍas imãgens que o
b) Indique no esquema as iftâgens de Írente e de
costas com as iniciais Fe C.
c)
Quais
são as distãncias entre âs imagens con-
a)
Qual
ê â distâDcia entre o objeto e â iúagem
B?
b) Desenhe o esquema com os espelhos. o objeto
iliri,ãÈJ
p[pA)
o di"po"ìtivo ópiico representâ.]o Da
figura é constituido de dois espelhôs
pìâDos,
que
Iormâm eDtre si um ãngulo de 45'. O râio
i nci deDt enoespel l Ì o 1 ér eÍ ì et i do, i ndoãt i Ì Ì gi r o
espeÌho 2. Determhe o ângulo
que
o Íaio reÍle
tido pelo
espelho 2 Iorma com o Íâio incideDte
!
"np..
È 6uvet
sel rem-se um objêto o .lelronte a dois
espelhos
planos peÌpendicúlarês entre si. Os
ponios ,! Be C correspondem às imâgens rorma-
d6 do relerido objeto. A distãnciâ, 8 é 80 cm e
ã distânciarCé 60 có.
iÈi'..j:Ì'',ij
E
j
ã
A flecha que nelhor representa a direção
para
a
quâÌ
ela deve dirigr seu olhaÌ, a fim de ver os
sapatos que está calçando, é:
a) Á b) B c) c
OD
e) t
:t-2.-:*j
Gtrrcsos)
o tnsulo entre um raio de Ìuz que in-
cide em ün 6peÌho
pldo
ea noÍnal à superiície
do espelho (conhecido cono ãngulo de incidên-
cia) é igual a 35". Para esse cao, o ângulo ent.ê
o espelho eo Íâio refletido é igual a:
al 20" b) 35' c) 4s'
O
55' e) 65'
i*.!ï.-iSjl
prv.!
u- ..i. r'minoso incide
perpend,curã.
nente sobre a superlicie de um êspelho plâno.
Nessa circunstância
pode'se a0rmar
que
a soma
do ãngulo de incidênciacom o ângulo de rêflêÌâo
corresponde a:
a) 0' b) 45' c) 60' d) 90' e) 180'
i@$.i O:re4 O'^t.
. ,m espelho
pìano, podsse .lizer
qúe ere rorma:
â) sempre imagens virtuais.
b) senpre imãgens .eais.
c)
júagens
reais de objetos reâis.
d) irúgens virtuais de objetos vútuâis.
e) imâgens reais de objetos úrtuaìs ê !ìcevssa
ifffi!
p"p.)
e... q'"
'm
in.liúduo de üsã. normaÌ
possã ver nitidamente um objeto, bãsta que
o pos' ci one à di st ânci a de 25 t m dos ol hos.
 distánciã suiciente em
que
ele deve colocar
um espelho plaDo para
ver nitidamedte o seu
rosto refletido, com a mesma eficácia do câso do
objero, será. em cm, de:
a., i2.5 b) 37.5 q 25
O
5,i er :.
. i , "@1,
'
' *r - se'
.
r
F! p- |
^
, r d, ' ^ Fm oo- i cáo i n-
clinâdâ, lo.óa ün ângulo de 45" com o chãô.
Uma pessoa observase no espelho, codiorme a
Iigüra.
.2t4
Os FUNDAMENTo5 oa FG cÀ

I
iË.?frì runssrl
nu ngu.o
"stão
representãd.s uú espe
lho
pìano
À
horizontâÌ, e dôis segÒentos de.eta
,48 e Cr,
perpendicuÌares
ao espelho. Súponha
que
um raio de ìuz
parie
de,4 e ãtinge C após
"l
Pode-se afimar
que
!sse Ìaio de ìuz incide em,4
â úna distância de r, em centimetros, de:
,J;Ì^
E
O enuÌiciadq a seguÍ reÍeÍe-se ão:ì testes T.232 e
T.233.
(PUCSn
No esquema, á é ponto de luz, té espelho
pÌaoo,
B é
ponto que deve ser ilüminado poÍ luz
proveniente
de Á, após refìe!ão d t ì/N é ôbstá-
culo
que
não
permÌte
ilminação direta de B.
M
|
' 8
-
|
3m
' N
>1--_1--a-_
E
:
5m-
{. 9: l - 4 O
' ëi u
de l dz Fmi l i do por
4 F que. dpós r el l di o.
âtingeA ìncide no espeÌho sob àrgulo de:
a) 30
b) 25
a) 45'
b) 60'
.) s0'
c) 20 e) 10
o15
o
30'
e) 15'
a) s./tr ú
b) 4,0 m
.) 5,0 m
-ll.;{
i4l
o
"n.inr'o
p"."o.Íido pelo
raio
que paÌte
de/,
bate no espelho eatingeB, óede:
d) 4.5 m
o
5! 5n
qá--4ì
Oruq
u.."a"
"stá
sobÍe ufta oesa, narrente
de un espelho plâno inclinado a 45', como Ìepre
Assinale a aÌternãtiva cújo diâg.âmâ ÍepÍesenta
corretamenie a iormação dâ imagem dô objeto,
t
iïìKã::
Guvest-sP)
Através do esperho (prãôo) rerro-
vrsor, üú motorista vê um canìinhão que viaja
atrás d. seu carro. Observândo certâ ins.rição
pintada
n. pá.a-choque
do cminhào, o motoris
ta vê a seguinte imagem:
Podese côncluir que
a inscrição pintada
nâqueìe
b)
Grr,Ìì
Fruuoaì
FoRRIAì
.ffi&l
Grece)
um espelho prdo E está 6xo em uma
pare-
de veÍticaÌ, de modo qüe suâ bordainferioÍ distã
50 cm do piso,
conlonne mostradonã lìgurâ.
tãrrú-ì
taouìrYì
o
Capl ÌuLo1r
,
RtrrxÀo DAruz. EsprLHos
púNos
2r5.
iê@i
euc-ruD O,ais
oos objetos Á, a, c, lr e t são
vistos peÌo
obse.vadorPao oÌhar
para
o espelho
plano
esqueúâtizado?
A que aÌtura minimâ sobre o p'so deve estar o
olho do observâdor, pãraque ele possâverseus
a) 50 cm
b) 100 cm
c) i 50cm
O
i 60 cm
r.
['rii
. P
Iii]l
c9
a) Á, B.C, D e E.
b) Á, t eB.
. ) A, B eC.
OB, ceD.
g qDet
I
Ìr.i
b)
,qW
Ouvest-sP)
umacãmera de sesurança
(cl,,ns
talada em uma sala, representada em
pÌanta
na 6guÍa, visuaìiza" a região clara indicada.
Desej âní l o aumênt ar o caúpo de vi são da
câmera.Ioi colocãdô uú espelhô
plâno, retan-
güÌari ocupândo todã a.egião dâpâreíle ent.e
AB
Nessas condiçôes, ãfiguraque nelhôr represeô-
ta a re$áo cldâ, qüe pãssaaservisuãÌizâdâ pela
a)
f -
i ,
c)
d)
,
0
:ÍÌí5*lÌ
GrA
sP) considere as sesuintes annnações:
j
3
L Se um espelho
plano
translâdar de uma dis
tanciâ d ao longo da direção perpendicular
.
a seu
pìano,
a imagem reaÌ de um objeto nrc
trãnsladará de 2d.
IL Se !m espelho
plano girar
de um ãngulo o em
torn. de um eixo ixo
perpendicular
àdÍeção
de incidCnciâ da luz, o raio rcÍletido
gÍará
de
UL Pãra que
uma
pessoa
de altura,t
possa
obser
vãr seu corpo inteiro em um espelho pldo, a
altura deste íleve ser de no mínimo
?L
.
3
EDtão, podemos
dizer qüe:
a) apen6j e II são verdadeúãs.
b) apenâs I e III são verdadeirâs.
c) apenâ! II e III são verdadeirâs.
O
todas são verdadeiras.
**iÊl cucsor-e.a)
u.u
pessoa
se aproxima de um
espelhô pláno,
veÌìical, flxo, com velocidade de
2,5 m/s. Nssãs condiçaìesl
a) â distância enire ã pessoa
e sua iúagem não
b) a pssóâ se áJâstâ de sua imagem com veÌoci-
dâde de 2,5 ft/s.
c) a p!ssoa se apexima de sua imagem com
veìocidãde de 5,0 ft/s.
O
a imageÌn da pessoa sê apÍoxiúã do espèÌho
com velocidade de 5,0
' n/s.
e) aimagem da pessoâ se ãi6ta do espelhô com
velocidade de 2,5 m/s.
.zs6 Os FUNDÀMENÌo5 DÀ FErÀ
Ë
ï' 4i
r n u v' ,
'
t
In me, ino enru, Ìr- .F
-r
'
Írenr" â
'
nr ' snel r o
Ul dr "
, 5 m dr di s dnr ' i d
ê
' âmt s
nlìa em súadircção,
com velocidade
constaite
de 0,5 n/s, âté se edcostat
nele Adotãndo comÔ
ponto de origem o lÔcal em
que o menino
ini' ia
súd. dmr 1l Jdd
ep^si i voosêr
l i dod- ' eu mo\ È
mento, o
gráfico que rePrcseútao desloc.mentÔ
dâ sua imagem, em lonção dotempo,
él
jitËq:
OFRRr)
considere a situação es_qüematüãdâ
abaixo. na
qual üm
pequeno espêlno
plan' se
eDconha disposto verticalmente,
bem em
têìÌe
âo rostô de uma
Pessoa
b)
o
o
5
Para que essa
pessoâ consiSa ver a imagem da
lâmpadanoteto, sem
precisãr se abaixd, o espe_
ìho deve ser
girado de:
e) 45"
:48:ii.r:
(ceÍêrPR) Dois espêlhos
pÌanos lornecem de um
objeto 11(onze) imagens. tngo,
podeÒos concrú' t
que os espelhc
poden lormaÌ um ângulo de:
Ã
q
. .
ó
â) 60' c) l5'
b) 30"
o
90'
a) 10'
b) 25"
c) 30"
o
36',
â) FFFF
b) VFVF
c) FFVI
e) 72"
d) FVFV
T. Ai i r ol i mpr aad B' áci l êi ' d,
ê r ì sr . d, Li di aqr r n a
r ct ' e\ r . l ã Joi s espêl hos
nl anôs
f
Ê F pFÈ
Pendiculares
entre si, uma fonie
pontual cìe ìuz
posicionada ôo ponto Á e o traçado do
per.urso
de dois râios lumino$s 1 e 2 co.tidos nud
plano
pe|pendicuìar a.s espelhos
t
Assinale com V as
ptoposiçoes verdadeiras oú
coú Fas proposiçoes lâlsas.
(
)
A intersecção eDtre os râios 2 e 4 em nada
inìpede o ìiv.ê trajeto deles.
(
)
O ponto, frârca a
posição da iftágem ú'1uaÌ
(
)
os râios 5 e 6 Ìên colÌto nìtersecção o
DonÍo
C, imagem,
pãra4, do objeto en A.
(
)
Os raios 5 e 6 sâo coplêôâres entÍe si
A seqnência corretâ é dada
Por:
ãi&Ëj
OFScâÈsP)
Dois espelhos
plânos @rticais são
nônÌ "Jos
Fm; neú o r el u. . ômo na l gJr d
ar,"-".,",t5
(
Um observadoÍ seguE un livro de FISICA I ãbeF
to naposição normal de leitura e,
pot cimâ dele,
observâ a imagem refletidâr', na
quaÌlêl
a) All?i'l
b) Y]IS_ìI
c) FISICÀ
o
AcrsÍF
e) LEICY
CapÌurc n
.
R*ErÀô DA Lúz EçíHos {ÀNos
257
'
iti"dd;
Ouvest'sP)
a ris!Ía F iôdìcã
um ì adÌ i ì ho
( ol ocado pef peô-
di cul ar úent e a doi s espel hos
pìanos, que IoÌúâm uh ângulo
Assinaìe a aìternativa
que
coiÍesp.nde
imagens Iormadas pelos
espelhos.
e)
â) 0" b) l0' c) 20'
O
30' ê) 40'
Ìl$F
Or.lsD
con"ia"." a nstrra abaìxo. onde 61 e
4
são cÌois espeìhos
planos que
formam um ângulo
de 135' entre si. Um raio luminoso,R incide con
um ânguÌo d em tr e outro  (não mostrado)
Par a 0< ú <
a. conct ui secue,
E,
4'
â) Ã'pode seÍ púãleÌô aR, dependendo de d.
b) Ã é pãralelo ãR, qúalqúer que sejâ d.
c) R'nunca é
pâraÌelo
aÂ.
O
R' só seú pâraÌeìo âÃ, se o sistemâ estivef no
e) R' será parâleìo a R, quâÌquer que sejâ o ângu
lo ent.e.s espelhos.
,È:ilã,ì
!uvest-sp)
oois espellìos pldos, sendo um de
les mântìdo nâ horizontâI, formam enúe si um
ãnguloÁ. Uma
pessoa
observase através do es
pelho
inclinado, manteDdo seu oìhar na direção
$?r1í::
(Fu;est-sP) Â Iisu'
ra mostfa uma vistâ
super i or de doi s es-
peì hos pì anos
mon-
tados verticaìmente,
um
perDendicuìaÌ
ao
outfo. Sobre o espe-
lho OÁ incide um râio
de luz hoÍizôÍtáI, no
plano do pãpeÌ. mos-
Após reÍìexão nos dois espelhos, o .aio eúergê
formando um ãneuìo e com anorúal ao espelhô
Pâfa que
ela veja a inagem de seus ollÌos, e os
raios retornem
pela
mesmâ trajeiória
que
inci-
diram, após rellexôes Dos dois espeÌhos (com
âpenas uma relÌexào Do espeìho horizontal), é
necessáÌio queo ãngulo,4 seja de:
a) 15' b) 30' c) 45'
O
60' e) 75'
a)

b) ÁL
oìha através do
pefiscópio
c) ] Y
OJÁ
e)Yr
s
Ê
:
3
@
o
b)
!ú'i&ìr
(cesgrân.io-RJ)
Um
periscópio
é Íordado
por
dois espelhos pìanos paraìeìos,
dìspostos como
mosrã â frgura. Às setas na frgura repÌesentâm
o câminho de um raio luminoso que,
âo sâi. do
periscópio,
incide no oìho de um obse.vador
DÌante do espeìho supedor colocase um caÍtâz
com a
paìavra
JÁ escrita. Um observador
que
olhènormaÌmente (e não através do
periscópio)
pârã
o canaz veráa
paìavra
JÁ.
:*-!:
6"*"t
sel r.
".a
erposição, oryanizada em
dois andares,Ioi feita uÌna montagen com dois
espeÌhos pìânos E, e 8", disp.stôs a45'entre os
andds, coúô nâ 6gúrâ. Unâ visitdte. qlmdo Do
ãndar superio! no potrto,,l, fotográIa m
quadro
(Q),
obrendo a loto 1, taÌ coÌÌÌo vista no üsor
Essavisitdte, ao desceras escad6, lotoeraÍa, no
Pônto
I, o mesmo
qüadro
através dos espeÌhos.
A nova Íoto, tal como vistâ no visor, é:
@@@@@
.
r5g
Os FúNoaMENrôs DA Fs.a
.
O qne você conclÌiÌ
Em seguidâ. lranslâde Ìplì.a, àlàstìndo-a {lalosìção ìnicìâ1. de un. distância d
=
3,0 cmc coÌoque uma ierceira
vcl. mnova posição dainageú. MèçââdiÍâncìâD entÍè ás posìções
das lmagens.
.
O que vocé conclni?
2) EscÉva nnâ palâvra quxlqueÍ em un pedâço
de
lapeì
e col oq rc-o na fÌente de un espclho plaìo. Obsen! i magem
e nore que ela não é in!Ènidrj Das que ocorre 4 trcca da dìrcjtapeÌa esqüerda e vicc vcsa.
.
Se câdâ leLrâ do {üeLo rìveÍ 0,50 cn de aÌnÌü, qual sdá a aÌtura de cadâ letru da imageml
.
CoÌÍì você deverìa escrcvcr scu nonÌe
lda
que, ao Ìê lo refletido no esìtelho, a Ìeitur. nque nomâlÌ
3) Com doìs esleltos pìaÌos,
lbmc um àÌgulo dc 90". Delois, escreaa nlm rerâneulo de papelão a lerìã l . Coloque
o rèLângub nâ liente dos espclhos c obscnc as imagcns que se lbrmm.
.
Quânlxs
sã' ) enanriomoíàs do obi*or?
.
QuanL:N
sào nGnticas a,f?
.1)
Em sesuida, coloque o Ìcinngulo
ldlendìcuìamente
aos espelhos.
Reali2e a experiênciâ corÌ $lpeÍlisão de seu
lroièssor
Verilìcândo âs
propriedâdes
de um espelho plano
Coloqtre nnâ vela nâ fÌente de umàplâ&de vìdÌo. Posicione ouÍa vela atÍás da placa, eÍaramenre onde é fonnxdì
. im.gem. Meça as disrâncìr\ Ì e
-Ì'
ììost.add na figua.
.
CoDo aplrcccm !s im.ge$?
5) Dcseúq cm outr rctânFìlo de papelão. umrelógioe..o lÌrgd dos númcfos. coÌoqÈlonLôs. Imagine queo relógio
indique 7 horas e 50minütos. Coloque o desenho nâ ftenLe dos esÍ)elìos.
.
Que
hora você lê em c.da lnâgem?
CÀpÌúto rr
.
RtrBÀo DÁ ruz. ÉeÍHos
pLANos
sit!âção4
259.
jffi
Espelhos esféricos
DEf INIqOES E XLXÌ' ÍENTOS
ESPELHoS EsfÍNcos Dx GAUss
. Focos DÌ uú EspxlHo EsFÉRIco DE GAUss
: PROPRIIIADIS lOS ESPìLHOS ESTÉRICOS DE GAUSS
CI]NSTRUÇAO CÉOÌ4ITIII]A DN UAGENS
. ESTUDo tl,lÂlÌTlcol0S ESPELHoS ESFÊRICoS
Neste capitulo, apresentamos os espelhos
eíéricos ! analisamos aqueles que obedecem
às condiçôes de nitidez de Gauss, ertudando as
imagens forhâdas nelet po. reflexão da luz.
Na foto, a bolinhâ dê uma á.vore de Natalìeflete
a Catedral de Notre Dame, em Paris. Ela funciona
(omo
um espelho eíéri(o convexo que não
obede(e às .ondiçõe5 de Gâuss.
I
Um p ano, ao coÉaf uma superf í cj e esf éri ca, di vi de-a en' ì duas part es denomi nadas cal ot as esf éri cas
(Ugura l ).
Espelho esférico é urna calota esférica na qua uma das superfícies é Íef etora.
Quando
a superf í ci e Í ef l et ora é a i nt eÍ na, o espel ho é denorni nado côncavo (f i gura 2a); quando a
superfície refletora é a externa, o espelho é chamado convexo (figura 2b).
E t. O"fi ni ções e el ementos
a)
Fi guÍ à r. Um
pl ano,
ao coÍ aÍ uma
superfÍcie êíéíicâ,divide a em duas
o)
Figura 2. a) Espelho côncavo: su perfície reíetoÌâ interna,
b) espelho convexo: su
pêffície
reÍìetora exteÌna.
l,
^i.
i i
t '
,,..),
Os el ement os geomét ri cos (f i guf a
3)
que
caract ef i zãm um espel ho
esférlco são:
.
cent ro de curvat ura do espel ho (C):
ud Li ua, d Ld, uu , dz
Pd,
r r /
.
rai o de curvat ura do espel ho (R): o
o centro da supedície esféÍica
raio da superfície esféfica da
qua
a calota faz parte;
.
vértice do espelho
(v):
o
pólo da calotã;
.
ei xo pri nci pal do espel ho: a ret a def i nl da pel o cent ro de curvat ura
e pelo vérlice;
.
ei xo secundárì o do espel ho: qual quer ret a qLre passe pel o
cent ro
de cuÍvatLrra, mas não pelo vértice;
.
abert ura do espel ho (rr): o ângLrl o pl ano det errni nado pel os ei xos
secundáf i os que passam por pont os, Á e B, di amet ra ment e opost os/
do cont of no do espel ho;
.
pl ano f ront al ì qual quef pl ano perpendl cul ãf ao ei xo pÍ i nci pãl ;
.
pl ano meri di ano: qua quer pl ano que
cont enha o ei xo prl ncl pal .
Fi 9ur a3.
260
Os FUNDÀnr NÌ os DÂ F s. À
Em geral consi deÍ amos rai os de l uz si t uados t odos no mesmo pl ano meri di ano (que pode
ser o
próprio plano do papel) e, assim/ repÍesentamos os espelhos pela
interseção do citãdo plano
meridiano
com a calota eíérica
(figuras
4a e 4b).
a) espelho côncavo b) espelho convexo
Figurà4. /: raioin(idente; Arraio reílêtido; /V: normal no ponto
de incidénciâ.
Observe que todo raio de luz que incide sobre o espelho, numa direção que passa pelo centro
da curvatura, reflete sobre si mesmo (Íigura 5). Essa propriedade
decorre do fato de que
os Íaios que
incidem sobre o espelho, passando pelo centro da curvatura, coincìdem com as normais ao espelho
oelos oontos de incìdêncìa.
b) espelho convexo
FisuÌã 5. O centro de curvatura Cé autoconjugado, ou seja, éao mesmo t!mpo objêto ê imâgêm.
Na figura 5a o ponto Cé deÍinido p!la interseção eÍetiva de raios incidentes sobre o espelho, tratan-
do-se de um ponto-objeto real. Ao mesmo tempo, o ponto Cé deÍinido pela
interseção efetiva de raios
emergentes do espelho, sendo também ponto-ìmagem real.
O ponto Cda figura 5b é, ao mesmo tempo, objeto virtual e imagem virtual (ìnterseção
de
prolon-
gamentos).
O ponto
Ç
que é ao mesmo tempo objeto e imagem, chama-se ponto autoconjugaoo.
2. Espelhos esféricos de Gauss
Os espelhos esféricos apÍesentam, em geÍal, imagens sem nitidez
(a
imagem de um ponto lumÌnoso
é uma mancha l umi nosa) e def ormadas (a i magem de um obj et o pl ano é não-pl ana).
Por meio de experiências, Causs* observou que, se os raios incidentes sobre o espelho obedecessem
a certas condições, as imagens serìam obtidas com maior nitìd!z e sem deÍoÍmações apreciaveis.
As condições de nitidez de Causs são as s!9uint!s:
t
e
F
É
E
g
espelho côncavo
. ã
a)
* GAUSTCarFÍiendrl.h(1777l35s).' úàtemáuco,a5trônomo!íisicoaemão,Reallzouimpoftant!sestudosnoampo
da Matemáticâ. Dedicou se, também, à Me.àni.ã Celeíe,s!ndo proÍ!soÍ d! Aíronomla e dÍetoÍ do obseruâÌório
dã Unive6idadedeGôttingen,caÌgoemque pemanecêu poÍquasetrêiôsécu
o. Eivolveu{eem detalhes nd.onstÍução
d! novos equ pômento5
do obs!NatóÍio, o
que
o l!vou a resukados signifrcativoi,Em I34!, estabeleceu a reorÌa das entes,
apresentãndoo.on.êitodêdktãnclôfoaledesenvovendoõfómulasquepo$ibltamdeteÍminaÍa5poskóeseosiamanhos
dâs imaqensfoÍmadàsporm! o dêlentes.
CaPÌul o 12
.
Ei rLHos 6FtR.ôs
261.
Em termos
prátìcos,
as condições de nitìd!z de causs significam que a parte realmente útil do es-
pelho esférico é uma pequena região em torno do vértice, isto é, a abertu.a útil do espelho é pequena
(cÍ < 10'). os espelhos !Íérìcos em
que raios incidentes obedec!m às condições de nitidez de causs
são d!nominados espelhos esféri(os de causs.
Estudaremos neste curso apenas os espelhos esféricos de Causs. Nos esquemas seguintes, a região
útÌl desses espelhos aparece ampliada para facilitaf as constÍuções geométrÌcas.
ffii-Wlffi B 3. Focos de um espelho esférico de Gauss
Quando
um feìxe de raios paralel05 incide sobre um espelho esférìco de Causs paÍalelamente ao
eixo
principal,
ele origina um feixe refl!tìdo convergente, no caso do espelho côncavo (fìgura óa), ou
divefgente, quando o espelho é convexo
(Íigura
6b). O vértìce Fde tâlfeixe situa-se no eìxo pIìncipal e
é denominado foco principal do espelho eÍérìco.
t
b)
Flgurâ 6, O
ponto
F é o Íoco pdncipâ | do espelho êíérico.
o foco
principôl Fé real nos espelhos côncavos
(interseção
efetiva) e v