Colonização do Brasil

e
Sociedade do açúcar
Prof. Marcello Paniz Giacomoni
Já vimos que a História tem cheiro...


Mas será que a História também
tem cor?
Uma primeira riqueza: o pau-brasil
• Utilizado para o tingimento de tecidos.

• Explorado nas feitorias, a partir do escambo
com os indígenas.

• Incursões de piratas franceses
1530: um esforço colonizador
• Martim Afonso de Souza
• Atribuições: expulsar os franceses; estabelecer os marcos do Tratado de
Tordesilhas; doar terras; nomear tabeliões e oficiais de justiça  criar uma
estrutura administrativa

• 1532: Vila de São Vicente

• Problemas: falta de recursos para fixação de colonos, e
falta de um produto que oferecesse lucros maiores (não
havia ouro e prata, naquele momento)
Solução: dividir para ocupar
• 1534: Sistema das Capitanias Hereditárias
 soberania portuguesa
 investimento privado

• Donatários – membros da pequena nobreza lusitana,
enriquecidos com o comércio de especiarias.
 Carta de Doação + Foral

Resultado: Fracasso!
• Alto custo de instalação
• Resistências dos indígenas
• Falta de formas de obter lucros

• Exceções: São Vicente, Porto Seguro, Ilhéus e
Pernambuco
açúcar
1548  Governo Geral
• Tomé de Souza
Fundação de Salvador (centro político-administrativo
da colônia)
 objetivo: integrar e aumentar a produção das demais
capitanias
E além de cheiro e cor,
terá ela doce sabor?
Novas riquezas:
• Tráfico Negreiro


* Produção de açúcar com mão de obra escrava *
A empresa açucareira
• Década de 1530: aumento da demanda por
açúcar na Europa
• 1534: primeiro engenho em Pernambuco
• Condições favoráveis: incentivos da metrópole + condições
climáticas e naturais + investimento dos flamengos
(holandeses)
• Holandeses: capitais para investimento + transporte e
distribuição + refino do açúcar
O engenho
• Latifúndio + monocultura
Trabalho nos engenhos
• 1ª opção: indígenas
 complicada, pois estes eram súditos do rei
português
 mortalidade + interiorização

• 2ª opção: africanos
+ trabalhadores livres



A sociedade do açúcar
• Câmaras  centro da vida política colonial

 lugar dos acordos, e da autonomia dos colonos

 Administração do município e juizado de
primeira instância

 “homens bons da terra”, com “pureza do
sangue