SUMÁRIO

1. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS “DIVULGAÇÕES COMPLEMENTARES”
1.1 EBITDA
1.1.1 Aspects I!t"#$t%"&s
“A era da inovação criou mercados hipercompetitivos. Os compradores estão mais informados a respeito das
ofertas dos concorrentes, mais conscientes em relação ao preço e mais exigentes quanto às características dos
produtos e serviços, do que em qualquer outra época e em qualquer outro mercado.! "ste cen#rio exige que o
empreendedor moderno sai$a colher as informaç%es certas a fim de que se possam redu&ir as incerte&as para
a tomada de decisão.
'erce$e(se que no momento atual, a conta$ilidade torna(se imprescindível na disponi$ili&ação de ferramentais
gerenciais, afinal “é a ci)ncia que se preocupa com a identificação, mensuração e informação dos recursos
alocados a uma determinada entidade, além dos eventos econ*micos que a afetaram e+ou que poderão afet#(
la, o$,etivando demonstrar sua situação econ*mica, financeira e física, satisfa&endo, assim, às necessidades
informativas de seus usu#rios na avaliação das decis%es a serem tomadas.-
.m dos mais din/micos instrumentos informacionais que a conta$ilidade fornece é a an#lise econ*mica(
financeira consolidada através do c#lculo de índices e su$seq0ente exame dos mesmos. 1ndice é a “relação
entre os valores de qualquer medida ou gradação que “indica alguma qualidade ou característica especial. 2
Ou se,a, o processo de apreciação das demonstraç%es financeiras é totalmente vinculado à informação e ao
disclosure, cu,o fundamento est# em conson/ncia com os o$,etivos da 3onta$ilidade.
4entre dos v#rios índices cont#$eis existentes, um vem se destacando dentre os demais5 o "6784A. "ste
tra$alho analisar# os atri$utos do indicador, ponderando tam$ém so$re a import/ncia da conta$ilidade frente à
ess)ncia informacional do "6784A a fim de serem evitados erros de interpretação e divulgação.
1.1.' De(&!&)*
Atualmente, entre as siglas financeiras, o "6784A talve& se,a a mais popular. "6784A significa "arnings $efore
7nterests, 8axes, 4epreciation and Amorti&ation. 9o 6rasil existe o :tradu&ido; <A=74A ( <ucro Antes dos =uros,
7mpostos, 4epreciação e Amorti&ação.
>eu c#lculo é $astante simples. 'arte da premissa de o$ter informaç%es estritamente operacionais de uma
empresa. 'ortanto, para seu c#lculo, inicia(se pelo <ucro Operacional. Assim, os 7mpostos so$re o lucro :taxes;
não estarão inclusos no c*mputo. 7sso porque tanto o imposto de renda e a contri$uição so$re lucro geralmente
são influenciados por outros itens não operacionais.
4o <ucro Operacional, expurga(se as ?eceitas @inanceiras e 4espesas @inanceiras :7nterest;. 4e uma maneira
genérica, pode(se afirmar que as receitas provenientes das aplicaç%es no mercado financeiro são inerentes ao
gerenciamento de investimentos, não relativo, portanto, a decis%es operacionais da empresa. 4a mesma
maneira, as decis%es que acarretam em ,uros “são um custo de recursos, e refletem uma escolha de
financiamento.
Ao fim do c#lculo, implicar# em uma sigla tam$ém muito conhecida que é o "678 :"arnings $efore 7nterests and
8axes;, definido como o lucro que a empresa o$teve proveniente das decis%es operacionais da organi&ação.
A Altima etapa consiste em eliminar as depreciaç%es, amorti&aç%es e exaust%es :depreciation and amorti&ation;,
visto que as mesmas não representam desem$olso por ,# terem produ&ido efeito caixa no passado. O "6784A
demonstra, portanto, uma aproximação do fluxo de caixa gerado apenas pelas atividades $#sicas de uma
entidade.
1.1.+ E,e-p.
A 4emonstração de ?esultado de "xercício da empresa 3oelho apresenta5
DRE da empresa Coelho S.A. R$
?eceita Operacional 6ruta
:(; 4eduç%es da ?eceita 6ruta
:B; ?eceita Operacional <íquida
:(; 3usto dos 'rodutos Cendidos
:B; <ucro 6ruto
:(; 4espesas Operacionais
4espesas com Cendas
?esultado @inanceiro
(=) Lucro Operacional
!2.DDD,DD
:!.EDD,DD;
!!.2DD,DD
:E.DDD,DD;
F.2DD,DD
:-.DDD,DD;
:!.-DD,DD;
:GDD,DD;
2.30000
3omo ,# mencionado, para calcular o "6784A, deve(se eliminar do <ucro Operacional o ?esultado @inanceiro e
o valor total da depreciação, amorti&ação e exaustão do Ativo 'ermanente que, normalmente, ,# est# diluído
tanto nas 4espesas Operacionais, como nos 3ustos dos 'rodutos Cendidos. Assim, calcula(se o "6784A
seguindo o quadro a$aixo5
DRE da empresa Coelho S.A. R$
?eceita Operacional 6ruta
:(; 4eduç%es da ?eceita 6ruta
:B; ?eceita Operacional <íquida
:(; 3usto dos 'rodutos Cendidos
:B; <ucro 6ruto
:(; 4espesas Operacionais
4espesas com Cendas
(=) E!"#
:(; 4espesas Operacionais
(=) E!"#DA
(=) E!"#DA em $
!2.DDD,DD
:!.EDD,DD;
!!.2DD,DD
:E.DDD,DD;
F.2DD,DD
:!.-DD,DD;
:!.-DD,DD;
3.%0000
-HD,DD
3.3&000
2&''$
1.' DEMONSTRAÇ/O DO VALOR ADICIONADO 0 DVA
"m$ora a geração de lucro continue sendo uma característica fundamental # continuidade das
empresas, as relaç%es intersociais existentes com a glo$ali&ação de mercados exigem conhecimento adicional
2
de como determinada entidade agrega valor # economia do país ou da região onde est# inserida, tornando o
acesso a informação um diferencial competitivo.
A 4emonstração do Calor Adicionado tem a função de divulgar e identificar o valor da rique&a gerada
pela entidade, e como essa rique&a foi distri$uída entre os diversos setores que contri$uíram, direta ou
indiretamente, para a sua geração.
O Valor Adicionado constitui-se da receita de venda deduzida dos custos dos recursos
adquiridos de terceiros. É, portanto, o quanto a entidade contribuiu para a formação do Produto Interno
ruto !PI" do pa#s.
>egundo I#rcia Iartins . I de <uca, define Calor Adicionado como sendo5 “... a remuneração dos
esforços desenvolvidos para a criação da rique&a da empresa. 8ais “esforços são, em geral, os empregados
que fornecem a mão(de(o$ra, os investidores que fornecem o capital, os financiadores que emprestam os
recursos e o governo que fornece a lei e a ordem, infra(estrutura sJcio(econ*mica e os serviços de apoio.
Algumas empresas espontaneamente t)m demonstrado interesse ou desenvolvido tra$alhos no sentido
de levar aos usu#rios uma informação de melhor qualidade, através do aperfeiçoamento dos seus relatJrios ou
de informaç%es mais completas, tais como, o 696, @"6?A6A9 e outros, mas havia distorç%es em relação a
classificação de algumas contas nas suas estruturas, pois não existia uma padroni&ação definida da estrutura
da 4CA.
A 4CA est# implicitamente contida no 6alanço >ocial, que provavelmente ser# em futuro prJximo
o$rigatJrio, pois é peça fundamental para informaç%es sociais, am$ientais e econ*micas à sociedade.
O modelo seguinte, ela$orado pela @undação 7nstituto de 'esquisas 3ont#$eis, Atuariais e @inanceiras
da .>', com instruç%es para o seu preenchimento, não precisa ser necessariamente seguido, pois a empresa
poder# ampliar e adaptar a demonstração de acordo com seu segmento de negJcio.

DE(O)S#RA*+O DO ,ALOR AD"C"O)ADO

DESCR"*+O R$ (il
% - RECE"#AS
!.!; Cendas de mercadorias, produtos e serviços
!.-; 'rovisão p+ devedores duvidosos K ?eversão + :3onstituição;
2 - ")S.(OS AD/."R"DOS DE #ERCE"ROS (inclui "C(S e "0")
-.!; Iatérias(primas consumidas
-.-; 3usto das mercadorias e serviços vendidos
-.2; Iateriais, energia, serviço de terceiros e outros
-.F; 'erda + ?ecuperação de valores ativos
3 - ,ALOR AD"C"O)ADO !R.#O (%12)
2 - RE#E)*3ES
F.!; 4epreciação, amorti&ação e exaustão
& - ,ALOR AD"C"O)ADO L4/."DO 0ROD.5"DO 0ELA E)#"DADE (312)
6 - ,ALOR AD"C"O)ADO RECE!"DO E( #RA)S7ER8)C"A
3
L.!; ?esultado de equival)ncia patrimonial
L.-; ?eceitas financeiras
' - ,ALOR AD"C"O)ADO #O#AL A D"S#R"!."R (&96)
: - D"S#R"!."*+O DO ,ALOR AD"C"O)ADO;
G.!; 'essoal e encargos
G.-; 7mpostos, taxas e contri$uiç%es
G.2; =uros e aluguéis
G.F; =uros s+ capital prJprio e dividendos
G.H; <ucros retidos + pre,uí&o do exercício
; O <o<al do i<em : de=e ser e>a<amen<e i?ual ao i<em '.

7nstruç%es para preenchimento
3omo as informaç%es extraídas são da conta$ilidade, deverão ter como $ase o 'rincípio 3ont#$il do
?egime de 3ompet)ncia de exercícios.
% - RECE"#AS :soma dos ítens !.! a !.2;
%.%) ,endas de mercadorias produ<os e ser=i@os
7nclui os valores do 73I> e 7'7 incidentes so$re essas receitas, ou se,a, corresponde # receita $ruta ou
faturamento $ruto.
%.2) 0ro=isAo pB de=edores du=idosos - Re=ersAoBCons<i<ui@Ao
7nclui os valores relativos # constituição+$aixa de provisão para devedores duvidosos.
%.3) )Ao operacionais
7nclui valores considerados fora das atividades principais da empresa, tais como5 ganhos ou perdas na
$aixa de imo$ili&ados, ganhos ou perdas na $aixa de investimentos, etc.
2 - ")S.(OS AD/."R"DOS DE #ERCE"ROS :soma dos ítens -.! a -.F;
2.%) (a<Crias1primas consumidas :incluídas no custo do produto vendido;
2.2) Cus<o das mercadorias e ser=i@os =endidos :não inclui gastos com pessoal prJprio;
2.3) (a<eriais ener?ia ser=i@o de <erceiros e ou<ros :inclui valores relativos às aquisiç%es e pagamentos a
terceiros;
9os valores dos custos dos produtos e mercadorias vendidas, materiais, serviços, energia etc., consumidos
deverão ser considerados os impostos :73I> e 7'7; incluídos no momento das compras, recuper#veis ou não.
2.2) 0erda B Recupera@Ao de =alores a<i=os
4
7nclui valores relativos a valor de mercado de estoques e investimentos etc. :se no período o valor líquido for
positivo dever# ser somado;.
3 - ,ALOR AD"C"O)ADO !R.#O :diferença entre ítens ! e -;

2 - RE#E)*3ES
2.%) Deprecia@Ao amor<iDa@Ao e e>aus<Ao
4ever# incluir a despesa conta$ili&ada no período.
H K CA<O? A4737O9A4O <1M.74O '?O4.N74O '"<A "9874A4" :diferença entre os ítens 2 e F;
L K CA<O? A4737O9A4O ?"3"674O "I 8?A9>@"?O937A :soma dos ítens L.! e L.-;
L.!; ?esultado de equival)ncia patrimonial (inclui os =alores receEidos como di=idendos rela<i=os a
in=es<imen<os a=aliados ao cus<o)
O resul<ado da eFui=alGncia poderH represen<ar recei<a ou despesaI se despesa de=erH ser inJormado
en<re parGn<eses.
L.-; ?eceitas financeiras (incluir <odas as recei<as Jinanceiras independen<emen<e de sua ori?em).
' - ,ALOR AD"C"O)ADO #O#AL A D"S#R"!."R :soma dos ítens H e L;
: - D"S#R"!."*+O DO ,ALOR AD"C"O)ADO :soma dos ítens G.! a G.H;
:.%) 0essoal e encar?os
9esse item deverão ser incluídos os encargos com férias, !2P sal#rio, @Q8>, alimentação, transporte etc.,
apropriados ao custo do produto ou resultado do período :não incluir encargos com o 79>> K ve,a tratamento a
ser dado no item seguinte;.
:.2) "mpos<os <a>as e con<riEui@Kes
Além das contri$uiç%es devidas ao 79>>, imposto de renda, contri$uição social, todos os demais impostos,
taxas e contri$uiç%es deverão ser incluídos neste item. Os valores relativos ao 73I> e 7'7 deverão ser
considerados como os valores devidos ou ,# reconhecidos aos cofres pA$licos, representando a diferença entre
os impostos incidentes so$re as vendas e os valores considerados dentro do item - K 7nsumos adquiridos de
terceiros.
:.3) Luros e alu?uCis
4evem ser consideradas as despesas financeiras e as de ,uros relativas a quaisquer tipos de empréstimos e
financiamentos ,unto à instituiç%es financeiras, empresas do grupo ou outras e os aluguéis :incluindo(se as
despesas com leasing; pagos ou creditados a terceiros.
:.2) Luros sB capi<al prMprio e di=idendos
5
7nclui os valores pagos ou creditados aos acionistas. Os ,uros so$re o capital prJprio conta$ili&ados como
reserva deverão constar do item “lucros retidos.
:.&) Lucros re<idos B preNuODo do e>ercOcio
4evem ser incluídos os lucros do período destinados às reservas de lucros e eventuais parcelas ainda sem
destinação específica.
'. REESTRUTURAÇ/O SOCIETÁRIA 1 CIS/O2 FUS/O E INCORPORAÇ/O.
'.1 P"cesss #e "eest"$t$"3)* sc&et4"&3
As Reorganizações, Concentração, Extinção ou Dissolução que pode ocorrer nas sociedades ercantis e !inanceiras"
#ode se caracterizar pelos seguintes processos$
1. D&ss.$)*
'. L&5$&#3)*
+. E,t&!)*
0 &!c"p"3)*
0 ($s*
0 c&s*
6. T"3!s("-3)* 0 5$3!# c""e 3 -$#3!)3 #e t&p 7$"8#&c #3 sc&e#3#e 9 #e S:A p3"3 Lt#3 2 p" e,.;
DISSOLUÇ/O 0 % o ato pelo qual se ani!esta a &ontade 'expont(nea ) ou a o*rigação !orcada de encerrar a exist+ncia da
#essoa ,ur-dica" A dissolução acontece por tr+s razoes$
1. e,p&"3)* # p"3< c!t"3t$3.=
'. #e.&>e"3)* #s s%c&s #e #&ss.?e" 3 sc&e#3#e=
+. e (3.@!c&3 .
Decidida a dissolução da sociedade, a #essoa ,ur-dica entra e !ase de liquidação"
LIAUIDAÇ/O . % o con/unto de atos destinados a realizar o ati&o ' trans!ora.lo e oeda corrente dispon-&el ), pagar o
passi&o e de&ol&er o saldo que restar aos 01cios na !ora da legislação coercial, ou do estatuto ou do contrato social
' #2 C03 454672 e arts" 2896249 da lei :"48467:)"
Durante o per-odo de liquidação su*siste a personalidade /ur-dica da sociedade e não se interrope e ne se odi!ica
suas o*rigações !iscais, quaisquer que se/a as causas da liquidação"
#ortanto, nesse per-odo , de&e o liquidante anter escrituração, le&antar o *alanço ou *alancetes peri1dicos, apresentar
declaração, pagar tri*utos e pagar todas as deais o*rigações pre&istas na legislação tri*utaria e coercial"
EBTINÇ/O 0 !inda a liquidação, a #essoa ,ur-dica extingue.se" A extinção da #, %, portanto, o terino de sua exist+ncia,
que decorre da *aixa dos respecti&os registros, das inscrições e atriculas nos 1rgãos copetentes" 'art" 245 da lei
:"48467: )"
Al% desta odalidade de extinção, o par;gra!o << do art" 245 da =ei das 06A cita tr+s outras aneiras que a #essoa
,ur-dica extingue.se$
:
1. Pe.3 &!c"p"3)*=
'. ($s*= $
+. c&s*.
“E,t&!C$e0se 3 c-p3!D&3E
I 1 pe. e!ce"3-e!t #3 .&5$&#3)*2
II 1 Pe.3 &!c"p"3)* $ ($s*2 e pe.3 c&s* c- ?e"s* #e t# p3t"&-F!& e- $t"3s sc&e#3#es” 9 3"t.
'GH #3 .e& I.6G6:JI ;
DIREITO DE RECESSO 1 >s s1cios inorit;rios, de acordo co o art" 437, ainda que se direito a &oto ou a &oz,
adquire o direito de recesso, quando descontentes das reestruturações processadas na Cia" > Direito de recesso consiste
na prerrogati&a de solicitar o seu desligaento da Cia, e ser ree*olsado de seus ?a&eres, e conseq@+ncia &ender suas
ações pelo &alor patrionial da %poca" >s ?a&eres são.l?es restitu-dos na !ora deterinado pelo Estatuto da Cia, e na
oissão desse, con!ore deterina o art" 45 das =eis das 06A > acionista te o prazo de 38 dias para se ani!estar apos
a pu*licação do #rotocolo e6ou da AAE que o apro&a"
A CBC, editou, por ultio a Resolução 345655 ' D>D E 8:.42.55), e seguida corrigida pela Res" 328655, regulando
disposições pertinentes as separações de <ncorporação, Fusão e Cisão" Ai são a*ordados aspectos de$
a" di&ulgação de in!orações so*re esses atos incorporação, cisão e !usão ' art 2o")
*" apro&eitaento econGico no trataento do ;gio e des;gio
c" a relação de su*stituição das ações dos acionistas não.controladores
d" o*rigatoriedade de auditoria independente so*re as Deonstrações Financeiras
e" so*re o conteHdo do relat1rio da Adinistração
!" ?ip1teses do exerc-cio a*usi&o do poder de controle e
g" o !luxo de caixa de di&idendos dos acionistas não controladores
'.' I!c"p"3)*
De!inido nos arts" 223 I 234 da lei das 06A, conce*e.se coo a operação pela qual ua ou ais sociedade são a*sol&idas
por outra, que l?e sucede e todos os direitos e o*rigações"
Con!ore o art" 224, da lei das 06A, o processo de dissolução, !usão ou cisão, requer ua s%rie de edidas preliinares de
car;ter legal tais coo $
4" u protocolo !irado pelos s1cios
2" a ?oologação e apro&ação desse protocolo pela AAE, acrescido de /usti!icati&a e exposição de oti&os so*re a
reorganização da sociedade"
3" a noeação dos peritos para a&aliação dos patriGnios da sociedades en&ol&idas" E no caso de incorporação
de&er;, igualente, ser autorizada pela AAE o auento de capital"
O P"tc. detal?ando todas as condições e pro&idencias a sere toadas !irados pelos s1cios e apro&ado e AA,
de&er; conter, pelo enos, os seguintes itens$
4" o nuero, esp%cie e classe das ações que serão atri*u-das aos s1cios e os crit%rios de relação de trocas,
2" os eleentos de ati&os e passi&os que !orarão cada parcela do patriGnio no caso de cisão,
3" os crit%rios de a&aliação do patriGnio liquido, a data *ase da sua a&aliação e o trataento das &ariações
patrioniais posteriores,
4" a solução a ser adotada quanto Is ações e6ou cotas de capital de ua das sociedades possu-das por outras,
7
5" o &alor do capital das sociedades a sere criadas ou do auento ou redução das sociedades que !arão parte na
operação
:" o pro/eto de estatuto, ou de alterações estatut;rias, que de&erão se apro&ados para e!eti&ar a operação,
7" todas as deais condições acordadas entre as partes interessadas no processo
9" As p"&!c&p3&s 7$st&(&c3t&?3s 0 sendo essas as seguintes E a) os oti&os ou !ins da operação e o interesse da
copan?ia e sua e!eti&ação E *) as ações que os acionistas pre!erenciais rece*erão e as razões para a
odi!icação de seus direitos, se ?ou&er E c) a coposição, ap1s a operação, segundo esp%cie e classes das
ações, do capital das copan?ias que de&erão eitir ações e su*stituição Is que de&erão extinguir.se E c) o
&alor do ree*olso das ações a que t+ direito os acionistas dissidentes"
Esse protocolo detal?ando todas as pro&idencias e condições ser; le&ado a Asse*l%ia Aeral Extraordin;ria, da qual de&e
rece*er apro&ação para sua ipleentação" Co a apro&ação do protocolo pela Asse*l%ia Aeral, inicia.se, de !ato, o
processo de incorporação ou de !usão ou de cisão"
>s procedientos cont;*eis da incorporação coeça co o le&antaento du *alancete para a&aliação e decisão inicial"
3erina co u outro *alancete ap1s e!eti&ação de todas as alterações pre&istas no protocolo apro&ado pela AAE" e então
se procede co o zeraento das contas coo segue$
D 0 C&3 “B” c!t3 &!c"p"3)*
C . Disponi*ilidade
C . Clientes
C . Estoque
C . <1&eis
C . Caquinas, etc"""
Jeradas as contas do ati&o passa.se as do passi&o$
D . duplicatas descontadas
D . Depreciação
D . !ornecedores
D . Epr%stios
D . Capital
D . Reser&a d lucro, etc"""
C 0 C&3 “B” 3 c!t3 &!c"p"3)*
Depois, &olta.se a lançar na incorporadora os &alores dasru*ricas da incorporada$
D . Disponi*ilidade
D . Clientes
D . Estoque
D . <1&eis
D . Caquinas, etc"""
C 0 C&3 “B” c!t3 &!c"p"3)*
D 0 C&3 “B” c!t3 &!c"p"3)*
C . Depreciação
C . Duplicatas descontadas
C . Fornecedores
C . Epr%stios
C . Capital, etc"""
9
Ap1s os lançaentos acia le&anta.se o *alancete da Cia incorporadora"
Apresentareos alguns exeplos so*re <ncorporação esqueatizando o assunto e$
3. &!c"p"3)* #e e-p"es3s se- 5$3.5$e" p3"t&c&p3)*.
>. &!c"p"3)* #e e-p"es3s c- p3"t&c&p3)* 1 tt3. 0 p3"c&3.
c. &!c"p"3)* #e e-p"es3s c- 4C& $ #es4C&
#. &!c"p"3)* #e e-p"es3s c- p3"t&c&p3)* pe. 1 MEP $
e. &!c"p"3)* #e e-p"es3s c- p3"t&c&p3)* pe. C$st c- . .$c" $ pe"#3s
a" 2o prieiro caso toareos coo exeplo essas duas epresas A=FA e AACA, que a incorporadora
não ant% qualquer participação societ;ria na 0egunda$
ALFA GAMA
ATIVO ATIVO
Caixa e Kancos
Clientes
Cercadorias
Lipoteca a Rece*er
Tt3. # At&?
2"888
49"888
24"888
5"888
6I.GGG
Caixa e Kancos
Clientes
Cercadorias
3erreno
Tt3. # At&?
3"888
4:"888
44"888
5"888
6K.GGG
PASSIVO PASSIVO
Fornecedores
Epr%stios
Capital
Reser&as
Tt3. # P3ss&?
45"888
5"888
28"888
:"888
6I.GGG
Fornecedores
Epr%stios
Capital
=ucro
Tt3. # P3ss&?
44"888
42"888
28"888
5"888
6K.GGG
3ereos coo o*/eti&o duas noções E a prieira deonstrar o processo de trans!er+ncia dos &alores da incorporada para
a incorporadora e a segunda, deterinar e de!inir o ontante de capital"
P"cess E &aos zerar os saldos da incorporada co os lançaentos na conta INCORPORAÇ/O.
D <2C>R#>RAMN> 49"888
C Caixa e Kancos
Clientes
Cercadorias
3erreno
3"888
4:"888
44"888
5"888
D Fornecedores
Epr%stios
Capital
=ucro
44"888
42"888
28"888
5"888
C <2C>R#>RAMN> 49"888
5
Estes lançaentos anula os saldos da Epresa que est; sendo incorporada e tudo !ica na conta transit1ria de
<2C>R#>RAMN>" Dela ireos, co lançaentos in&ersos desses, apropriar na epresa incorporadora$
<2C>R#>RAMN>
Caixa e Kancos
Clientes
Cercadorias
3erreno
3"888
4:"888
44"888
5"888
Fornecedores
Epr%stios
Capital
=ucro
44"888
42"888
28"888
5"888
=ançaentos de apropriação na Epresa <ncorporadora$
D Al!a <ncorporadora 49"888
C Caixa e Kancos
Clientes
Cercadorias
3erreno
3"888
4:"888
44"888
5"888
D Fornecedores
Epr%stios
Capital
=ucro
44"888
42"888
28"888
5"888
C Al!a <ncorporadora 49"888
Kalanço apos apropriação dos &alores da <ncorporada$
ALFA
ATIVO
Caixa e Kancos
Clientes
Cercadorias
Lipoteca a Rece*er
3errenos
Tt3. # At&?
45"888
34"888
35"888
5"888
5"888
H6.GGG
PASSIVO
Fornecedores
Epr%stios
Capital
Tt3. # P3ss&?
2:"888
47"888
54"888
H6.GGG
*" Cas digaos que no segundo caso, a incorporadora anti&esse 488O do capital da incorporada e cu/os
*alancetes !osse$
ALFA GAMA
ATIVO ATIVO
Caixa e Kancos
Clientes
Cercadorias
<n&estientos e Aaa
Lipoteca a Rece*er
Tt3. # At&?
2"888
49"888
28"888
25"888
5"888
JG.GGG
Caixa e Kancos
Clientes
Cercadorias
3erreno
Tt3. # At&?
43"888
4:"888
44"888
5"888
6K.GGG
48
PASSIVO PASSIVO
Fornecedores
Epr%stios
Capital
Reser&as
Tt3. # P3ss&?
45"888
3"888
4:"888
:"888
JG.GGG
Fornecedores
Epr%stios
Capital
=ucro
Tt3. # P3ss&?
44"888
42"888
28"888
5"888
6K.GGG
2o caso acia teriaos que prieiro eliinar a participação do capital na incorporada, e para tal !ar-aos o seguinte
lançaento$
4) Registro E DE E=<C<2AMN> DE <2BE03<CE23>0 2A A00>C<ADA
De>&t30seE PL Assc&3#3
C"e#&t30seE INVESTIMENTOS 1 AP Assc&3#3 G3-3
E.&-&!30se &!?est&-e!t2 3!tes #e p"ce#e"-s 3 &!c"p"3)*.
E ta*% seria salutar constituir u apa dos *alanços consolidados$
ALFA BETA S-3 De>&t3 C"e#&t3
BALANÇO
CONSOLIDADO
Caixa e Kanco
Clientes
Cercadorias
<n&estientos e Aaa
Lipoteca a rece*er
3erreno
Tt3. At&?
Fornecedores
Epr%stios
Capital
Reser&as
=ucros
#=
Tt3. P3ss&?
2"888
49"888
28"888
25"888
5"888
JG.GGG
45"888
5"888
4:"888
:"888
52"888
JG.GGG
3"888
4:"888
44"888
5"888
6K.GGG
44"888
42"888
28"888
5"888
25"888
6K.GGG
5"888
34"888
34"888
25"888
5"888
5"888
11K.GGG
2:"888
47"888
::"888
:"888
5"888
77"888
11K.GGG
28"888
5"888
25"888
5"888
34"888
34"888
. 8 .
5"888
5"888
H+.GGG
2:"888
47"888
4:"888
:"888
. 8 .
77"888
H+.GGG
01 apos a eliinação do in&estiento % que se procede na incorporação" E se &ai notar que o #= da <ncorporadora
peranecer; o eso ap1s a incorporação, pois o capital da incorporada /; est; coputado na incorporadora, antes
eso do processo"
c" > seguinte exeplo % para explicitar o caso de incorporação e que a incorporada ante e seu K# a
!igura do ;gio ou des;gio"
>s procedientos, para quando o in&estiento !or a&aliado pela Equi&al+ncia patrionial e que ti&er ;gio ou des;gio %
procurar de!inir qual se/a o !undaento do ;gio ou do des;gio, e de acordo co a natureza do !undaento proceder
con!ore as noras a seguir$
F$!#3-e!t # ÁC& $ #es4C& T"3t3-e!t !3 I!c"p"3)*
44
10 ÁC& #ec""e!te #e ?3." #e -e"c3# ! 3t&? #3
&!c"p"3#3.
1. De?e se" 3#&c&!3# 3 &!?est&-e!t 5$e Ce"$
'. ÁC& #ec""e!te #e e,pect3t&?3 #e "es$.t3# ($t$" '. P3ss3 p3"3 BP #3 &!c"p"3#"3 e L 3-"t&<3# !
te-p e !s -#s 3 5$e ("3 p"7et3#
+. Des4C& #ec""e!te #e ?3." #e -e"c3# ! 3t&? #3
&!c"p"3#"3
+. De?e se" #e#$<&# # &!?est&-e!t 5$e Ce"$ 3
p3ss3" p3"3 BP #3 &!c"p"3#"3.
6. Des4C& #ec""e!te #e e,pect3t&?3 #e "es$.t3#
($t$"
6. P3ss3 p3"3 BP #3 &!c"p"3#"3 e L 3-"t&<3# #e
3c"# c- 5$e ("3 p.3!e73#
M. Des4C& c- ($!#3-e!t ec!F-&c !*
&#e!t&(&c3#
M. 3; L 3-"t&<3# !3 &!?est&#"3 s-e!te pe.3 >3&,32
3.&e!3)* $ pe"ec&-e!t.
>; $ e!t*2 ! p"cess #e &!c"p"3)*2 L .3!)3#
#&"et3-e!te ! "es$.t3# #3 &!c"p"3#"3 c- pe"#3.
ALFA GAMA
ATIVO ATIVO
Caixa e Kancos
Clientes
Cercadorias
<n&estientos e Aaa 78O
Lipoteca a Rece*er
Tt3. # At&?
2"888
49"888
28"888
29"888
5"888
JJ.GGG
Caixa e Kancos
Clientes
Cercadorias
<n&estientos
Pgio
3erreno
Tt3. # At&?
3"888
4"888
4"888
28"888
5"888
38"888
I+.GGG
PASSIVO PASSIVO
Fornecedores
Epr%stios
Capital
Reser&as
Tt3. # P3ss&?
48"888
45"888
45"888
7"888
JJ.GGG
Fornecedores
Epr%stios
Capital
=ucro
Tt3. # P3ss&?
44"888
42"888
35"888
5"888
I+.GGG
> processo aqui, no c, coeça co a eliinação do in&estiento da incorporada" Depois o*ser&a.se os aspectos co
re!erencia ao ;gio na incorporada que de&e ser considerado con!ore a sua natureza" > resto do processo % igual aos
deais casos /; explicitados"
2o !inal &eri!ica.se que o consolidado da incorporação incorporou a parte re!erente ao capital dos socios inorit;rios e as
deais ru*ricas que se acuula con!ore o pricipio de sucessão"
Caso ?a/a descontentaento por parte de alguns s1cios inorit;rios o &alor correspondente aos seus ?a&eres ser;
registrado no #assi&o Circulante para posterior ressarciento desses"
INCORPORADORA 0 C!s.&#3#3
ATIVO P3ss&?
Caixa e Kancos
Clientes
5"888
45"888
Fornecedores
Epr%stios
24"888
27"888
42
Cercadorias
<n&estientos 6 Pgio 'Cercado)
Lipoteca a Rece*er
3erreno
Tt3. # At&?
24"888
25"888
5"888
38"888
11'.GGG
Capital
=ucro
Reser&as
Tt3. # P3ss&?
52"888
5"888
7"888
11'.GGG
d" #or !i &e/aos u exeplo e que a incorporadora participa da incorporada co u in&estiento
3?3.&3# pe. CUSTO" Coo % sa*ido que os in&estientos a&aliados por custo não so!re teporariaente
atualização coo o CE#, as depois tal&ez de longo per-odo &+.se coo no caso na o*rigação de a&alia.lo, e ai surge
ou gan?o ou perda 2este caso, toa.se o K# da Cia a ser incorporada, e copara.se o in&estiento conta*ilizado"
Caso ?a/a gan?o apropria.se na incorporadora lançando.o e O$t"3s Rece&t3s . lucros operacionais, antes do
processo de incorporação" La&endo perda lança.se no "es$.t3# #3 &!c"p"3#"3 antes do processo de
incorporação ' coo perdas )
4) Registro E A#R>#R<AMN> 2A <2C>R#>RAD>RA
De>&t30seE INVESTIMENTOS
C"e#&t30seE O$t"3s "ece&t3s 1 L$c"s Ope"3c&!3&s
N c3s 5$e D373 C3!D !s &!?est&-e!ts2 pe. -Lt# #e c$st.
2) Registro E A#R>#R<AMN> 2A <2C>R#>RAD>RA
De>&t30seE O$t"3s Rece&t3s DRE 9Pe"#3s c- I!?est&-e!ts;
C"e#&t30seE INVESTIMENTOS 9Ret&(&c3!#;
N c3s 5$e D373 pe"#3s c- &!?est&-e!ts2 pe. -Lt# #e c$st.
'.+ F$s*
R a operação pela qual se une duas ou ais sociedades para !orar ua no&a, que l?es sucede e todos os direitos e
o*rigações, os procedientos legais para a !usão ta*% estão pre&istos nos arts" 223 a 234 da =ei das 06A" A di!erença
entre !usão e incorporação % que na incorporação desaparece as sociedades incorporadas, as a incorporadora,
ant%.se e ua sociedade preexistente, que peranece co suas ati&idades norais, enquanto na !usão
desaparece todas as sociedades que se en&ol&e no processo de !usão e surge ua sociedade no&a"
3al coo se preconiza para a incorporação na !usão exige.se u protocolo apro&ado pela AAE, que de!ine e detal?es os
o*/eti&os que se ale/a alcançar, e os procedientos que se de&e toar para e!eti&ar a !usão"
ALFA 9E-p"es3 F$!#&#3; GAMA 9E-p"es3 F$!#&#3;
ATIVO ATIVO
Caixa e Kancos
Clientes
Cercadorias
<1&eis
Lipoteca a Rece*er
Tt3. # At&?
2"888
49"888
28"888
25"888
5"888
JG.GGG
Caixa e Kancos
Clientes
Cercadorias
3erreno
Tt3. # At&?
3"888
4:"888
44"888
45"888
6K.GGG
PASSIVO PASSIVO
Fornecedores
Epr%stios
Capital
Reser&as
Tt3. # P3ss&?
45"888
5"888
4:"888
4"888
JG.GGG
Fornecedores
Epr%stios
Capital
=ucro
Tt3. # P3ss&?
44"888
42"888
28"888
5"888
6K.GGG
43
> registro cont;*il na FD0A> % *astante siples, pois coo /; !oi dito, cria.se ua no&a epresa atri*uindo.se u capital
decorrente das epresas !undidas #ara se e!eti&ar a trans!er+ncia introduz.se ua conta transit1ria de dissolução das
epresas que se !unde e suas contas são zeradas atra&%s dessa conta, coo &e/aos a*aixo$
D 0 C!t3 #&ss.$)*
C E Disponi*ilidade de Al!a ou de Aaa
C . Clientes
C . <o*ilizado, etc"""
C 0 C!t3 D&ss.$)*
D . Fornecedores de Al!a ou de Aaa
D . Conta a #agar
D . Capital, etc""
CONTA TRANSITNRIA 1 DISSOLUÇ/O
At&? #e A.(3 P3ss&? #e A.(3
Caixa e Kancos
Clientes
Cercadorias
<1&eis
Lipoteca a Rece*er
Tt3. # At&?
2"888
49"888
28"888
25"888
5"888
JG.GGG
Fornecedores
Epr%stios
Capital
Reser&as
Tt3. # P3ss&?
45"888
5"888
4:"888
4"888
JG.GGG
At&? #e G3-3 P3ss&? #e G3-3
Caixa e Kancos
Clientes
Cercadorias
3erreno
Tt3. # At&?
3"888
4:"888
44"888
45"888
6K.GGG
Fornecedores
Epr%stios
Capital
=ucro
Tt3. # P3ss&?
44"888
42"888
28"888
5"888
6K.GGG
Tt3. 11K.GGG Tt3. 11K.GGG
E-p"es3 S$cess"3
ATIVO
Caixa e Kancos
Clientes
Cercadorias
<1&eis
Lipoteca a Rece*er
3erreno
Tt3. # At&?
5"888
34"888
34"888
25"888
5"888
45"888
11K.GGG
PASSIVO
Fornecedores
Epr%stios
Capital
Tt3. # P3ss&?
2:"888
47"888
75"888
11K.GGG
44
3ereos, no caso da !usão, o eso esquea que !izeos para a incorporação, no que tange a natureza das sociedades
!undidas$
a) !usão de epresas se quaisquer participações societ;rias
*) !usão de epresas co participações societ;rias
. parcial ou
. total
c) !usão de epresas que possue in&estientos a&aliados pelos %todos de
. equi&al+ncia
. de custo
d) !usão de epresas que se sues ati&os possue
. ;gio ou
. des;gio
>s procedientos, para quando o in&estiento !or a&aliado pela Equi&al+ncia patrionial e que ti&er ;gio ou des;gio %
procurar de!inir qual se/a o !undaento do ;gio ou des;gio, e de acordo co a natureza do !undaento proceder con!ore
as deterinações que de!ine as noras que no quadro a*aixo exporos$
F$!#3-e!t # ÁC& $ #es4C& T"3t3-e!t ! p"cess #e FUS/O
4. Pgio decorrente de &alor de ercado no ati&o da
!usionada"
4" De&e ser adicionado ao RE0#EC3<B> A3<B>
2" Pgio decorrente de expectati&a de resultado !uturo 2" #assa para o K# da FD2D<DA e % aortizado no tepo
e nos odos a que !ora pro/etado
3" Des;gio decorrente de &alor de ercado no ati&o da
!usionada
3" De&e ser deduzido do in&estiento que o gerou ao
passar para o K# da FD2D<DA
4" Des;gio decorrente de expectati&a de resultado !uturo 4" #assa para o K# da FD2D<DA e % aortizado de acordo
co que !ora plane/ado
5" Des;gio co !undaento econGico não identi!icado 5" a) % aortizado na in&estidora soente pela *aixa,
alienação ou pereciento"
*) ou então, no processo de FD0N> e, % lançado
diretaente no resultado da !usionada coo perda"
Fusão de epresas co participação pelo CE# ou Custo
2o caso de existir in&estientos societ;rios entre as epresas e esses !ore a&aliados pelo CE#, antes de iniciaros o
processo de FD0N>, !az.se necess;rio, a eliinação dos in&estientos e a integralização dos lucros e das reser&as, para
e&itar qualquer pre/u-zo aos in&estidores"
#; &!c"p"3)* #e e-p"es3s c- p3"t&c&p3)* pe. C$st c- . .$c" $ pe"#3s
>s in&estientos a&aliados pelos custos !oge do principio de copet+ncia e desta aneira s1 so!re atualização quando
são alienados ou !undidos, incorporado etc"""" Assi, couente, encontrareos sepre u &alor a aior ou enor que
denoinaos de gan?o ou perda" 2essas circunst(ncias o procediento ser;, antes da FD0N>, apropriaros esse &alor
no patriGnio da epresa copetente !undida"
ALFA GAMA
45
ATIVO ATIVO
Caixa e Kancos
Clientes
Cercadorias
<n&estientos e Aaa 48O
Lipoteca a Rece*er
Tt3. # At&?
4"588
49"888
28"888
3"588
47"888
IG.GGG
Caixa e Kancos
Clientes
Cercadorias
<n&estientos
Pgio
3erreno
Tt3. # At&?
3"888
4"888
4"888
28"888
5"888
38"888
I+.GGG
PASSIVO PASSIVO
Fornecedores
Epr%stios
Capital
Tt3. # P3ss&?
48"888
45"888
35"888
IG.GGG
Fornecedores
Epr%stios
Capital
=ucro
Tt3. # P3ss&?
44"888
42"888
35"888
5"888
I+.GGG
Apuração se o in&estiento, pelo %todo de custo cont% gan?o ou perda"
Beri!icaos que o in&estiento consistia e 48O do #= da in&estidora no oento da aquisição, e isto seria E 3"588, as
atualente, esse &alor c?ega a 48 x 48"888 Q 4"888 portanto ?; u gan?o de 588" Rue de&e ser apropriado a outras
receitas operacionais da in&estidora, co lançaento$
De>&t3!#0seE I!?est&-e!ts A.(3
C"e#&t3!#0seE O$t"3s "ece&t3s !*0pe"3c&!3&s MGG
Registro E DE E=<C<2AMN> DE <2BE03<CE23>0 2A A00>C<ADA
De>&t30seE PL Assc&3#3
C"e#&t30seE INVESTIMENTOS 6.MGG
E.&-&!30se &!?est&-e!t2 3!tes #e p"ce#e"-s 3 ($s*
Os L3!)3-e!ts C!t4>e&s # p"cess #e FUS/OE
As epresas que se !unde te suas contas zeradas atra&%s de ua conta transit1ria denoinada de #&ss.$)*.
D 0 C!t3 #&ss.$)*
C . Disponi*ilidade
C . Clientes
C . <o*ilizado, etc"""
C 0 C!t3 D&ss.$)*
D . Fornecedores
D . Conta a #agar
D . Capital, etc"""
>*ser&a.se tr+s coisas pelo enos no procediento cont;*il da !usão$
4) > prieiro que a a&aliação do ati&o peranente dessa te coo contrapartida as reser&as de rea&aliação"
2) 0egundo que as depreciações de&e ser descontadas dos &alores dos seus respecti&os ati&os e entrarão na no&a
Cia" pelos &alores l-quidos"
4:
3) D terceiro aspecto que de&e ser le&ado e conta na !usão % a repartição do ontante das ações /unto as antigos
propriet;rios das epresas !undidas, isso porque os &alores aceitos na !usão não são, necessariaente, aqueles
cont;*eis das epresas !undidas"
Duas advertências que se deve levar em conta nos processos de Fusão ou Incorporação ou Cisão:
a) a DEPRECIAÇ! dos "ens do AP das empresas envolvidas em um dos processos deve ser# antes deste#
su"tra$da dos valores dos respectivos "ens%
") ! IR e C&&' (contri"uição social so"re lucro) não podem ser repassados para as empresas )undidas ou
incorporada ou cindida# deverão ser pa*os no ato da )usão ou cisão ou incorporação e em nome da pr+pria
empresa que deu ori*em a essas o"ri*aç,es%
'.6 C&s*
S a operação pelo qual ua sociedade trans!ere parcela do seu patriGnio para ua ou ais sociedades, existentes ou
constitu-das para esse !i, extinguindo.se a sociedade cindida, se ?ou&e &ersão total do seu capital . esse tipo denoina.
se, cisão total" 2o caso de s1 ?a&er separação de parte do capital da epresa cindida, então, denoina.se de cisão parcial"
Esqueatizando ter-aos$
C<0N> 3>3A=
a) para duas 'ou ais) epresas no&as
*) para duas 'ou ais) epresas /; existentes
c) para ua'ou ais) epresa no&a T ua'ou ais) /; existente
C<0N> #ARC<A=
a) co ua 'ou ais) epresa 2o&a
*) co ua 'ou ais) epresa existente
c) co ua 'ou ais) epresa existente T ua 'ou ais) 2o&a
#ara se e!etuar a cisão, usa.se no procediento cont;*il, paripassu coo se !ez nas deais operações ua conta
transit1ria denoinada . c!t3 espec&3. #e c&s* 0 C&3 B2 e coo odelo de lançaentos ter-aos$
D 0 C!t3 espec&3. C&s*
C . Disponi*ilidade
C . Estoque
C . <n&estientos, etc"""
D . Epr%stios a curto prazo
D E Capital, etc"""
C 0 C!t3 espec&3. C&s*
CIS/O TOTAL % a operação pela qual a sociedade trans!ere parcelas do patriGnio para ua ou ais sociedades,
constitu-das para esse !i ou /; existentes, extinguindo.se a copan?ia cindida"
CIS/O PARCIAL % a operação pela qual a sociedade trans!ere apenas parte de seu patriGnio, e continua a operar co
redução de seu capital e se !or o caso co odi!icação de seu estatuto
I 0 Os p"ce#&-e!ts 3 se"e- seC$&#s !s .&?"s #3 &!c"p"3#"3
Copiar o *alanço que ser&iu de *ase I a&aliação do patriGnio liquido" >s saldos desse *alanço ser&irão de *ase aos
lançaentos cont;*eis da incorporação, de resultados a sere registrados nos li&ros da incorporadoraU
47
#rosseguir escriturando noralente as operações, at% a data e que se e!eti&ar a incorporaçãoU
=e&antar e copiar u *alancete, na data da incorporação, a*rangendo as operações realizadas no per-odo copreendido
entre a data *ase e a data da incorporação"
As utações patrioniais re!letidas nesses *alancetes, relati&os ao per-odo copreendido entre a data da a&aliação do
patrionial liquido e a data e eu !or e!eti&ada a incorporação serão registradas nos li&ros da incorporadoraU
Ap1s copiados os *alancetes retroencionados, transcre&er no li&ro Di;rio u tero de Esclareciento, dando por
encerrada a respecti&a escrituração"
<< . Aplica.se as seguintes noras no caso de pre/u-zos nas !usões, incorporação e cisão.$
a pessoa /ur-dica incorporadora ou sucessora resultante de !usão ou que a*sor&er patriGnio da cindida não poder;$
a) copensar os pre/u-zos !iscais das pessoas /ur-dicas incorporadas, !uncionadas e cindidas, ne eso o pre/u-zo !iscal
apurado na deonstração do lucro real do per-odo *ase encerrado e &irtude do e&ento e" ta*% não poder; $
*) copensar seus pr1prios pre/u-zos !iscais apurados e per-odos.*ase anteriores ao e&ento, no caso de incorporação ou
cisão, co lucros reais das sucedidas"
c) 2as cisões parciais, os pre/u-zos !iscais da pessoa /ur-dica cindida, apurados at% o per-odo.*ase encerrado e
decorr+ncia da cisão, soente poderão ser copensados, proporcionalente I parcela reanescente do patriGnio
liquido"
E qualquer caso a sucessora pode continuar copensando seus pr1prios pre/u-zos !iscais co seus pr1prios lucros reais,
o*ser&ados os liites ipostos pela legislação"
A atual legislação do iposto de renda pro-*e I epresa a copensação de pre/u-zos !iscais acuulados, se ocorrer
cuulati&aente, entre a data da apuração e a da copensação, os !atos$
4 . odi!icação do seu controle societ;rioU e
2 . udança do seu rao de ati&idade"
>s citados e&entos não precisa ocorrer na esa data para caracteriza o ipediento da copensação"
<<< E As principais pro&idencias a sere toadas /unto as repartições !iscais e outras entidades"
+. AVALIAÇ/O DE INVESTIMENTOS PERMANENTES
+.1 I!?est&-e!ts Te-p"4"&s e Pe"-3!e!tes
TIPOS DE INVESTIMENTOS
TEMPORÁRIOS PERMANENTES
CONCEITO CONCEITO
V Aplicações de recursos !inanceiros e t-tulos e
&alores o*ili;rios resgat;&eis e deterinados
per-odos de tepo, co o o*/eti&o de copensar
perdas in!lacion;rias co as disponi*ilidades"
V Aplicações de recursos !inanceiros e
participações societ;rias peranentes e e direitos
e *ens não destinados I anutenção das ati&idades
da epresa, não classi!icados no Ati&o Circulante e
no Realiz;&el a =ongo #razo"
PRINCIPAIS TIPOS PRINCIPAIS TIPOS
49
V Fundos de Aplicação <ediata
V Fundos de <n&estientos de Renda Fixa ou
Bari;&el"
V 3-tulos do Kanco Central
V 3-tulos do 3esouro 2acional
V Dep1sitos a #razo Fixo
V Certi!icados de Dep1sito Kanc;rio
V Ações Adquiridas ou Cotadas na Kolsa de Balores
V Aplicações 3epor;rias e >uro
V =etras de c(*io
V De*+ntures
V #articipações peranentes e outras epresas
V <ncenti&os !iscais
V <1&eis não destinados a uso pela epresa
V >*ras de arte
CLASSIFICAÇ/O CONTÁBIL CLASSIFICAÇ/O CONTÁBIL
V Ati&o Circulante, su*grupos Dispon-&el e Realiz;&el
a Curto #razo ou Cr%ditos '<n&estientos
3epor;rios)
V Ati&o Realiz;&el a =ongo #razo, no su*grupo
Cr%ditos '<n&estientos 3epor;rios)
V Ati&o #eranente, no su*grupo <n&estientos"
MOTODOS DE AVALIAÇ/O MOTODOS DE AVALIAÇ/O
V Custo de aquisição, acrescido de /uros e
atualização onet;ria"
V Balor de ercado, se enor"
V Custo de aquisição, enos pro&isão p6 perdas
pro&;&eis"
V Equi&al+ncia patrionial
CONTABILIPAÇ/O CONTABILIPAÇ/O
V Custo de aquisição
V Receita au!erida
V <posto de Renda Retido na Fonte
V Resgate da aplicação
V Custo de aquisição do in&estiento
V Rendientos au!eridos
V #ro&isão para perdas
V <ncenti&os !iscais
V Kaixa do in&estiento
+.1.1 I!?est&-e!ts te-p"4"&s c!t3>&.&<3)Qes 9C!t3>&.&<3)*;
CD03> DE ARD<0<MN> DA A#=<CAMN> EC 38"85"W8 2> BA=>R DE X 788,88 C>C RE0AA3E
#ARA 25"83"W4 #E=> BA=>R DE X 948,88 C>C <RRF DE X 44,88
DSK<3> CRSD<3>
<2BE03<CE23>0 3EC#>RPR<>0
3-tulos e Balores Co*ili;rios
788,88
D<0#>2<K<=<DADE0
Kancos
788,88
RE2D<CE23>0 ADFER<D>0 DE 38"85"W8 A 34"42"W8 DSK<3> CRSD<3>
<2BE03<CE23>0 3EC#>RPR<>0
3-tulos e Balores Co*ili;rios
72,88
RECE<3A0 F<2A2CE<RA0
Receitas so*re >utros <n&estientos 3epor;rios
72,88
45
RE0AA3E DA A#=<CAMN> EC 25"83"W4, RE03A23E D> RE2D<CE23>
RE=A3<B> A W4 E RE3E2MN> D> <RRF
DSK<3> CRSD<3>
D<0#>2<K<=<DADE0
Kancos
92:,88
<C#>03>0 A C>C#E20AR
<RRF a Copensar
44,88
<2BE03<CE23>0 3EC#>RPR<>0
3-tulos e Balores Co*ili;rios
772,88
RECE<3A0 F<2A2CE<RA0
Receitas so*re >utros <n&estientos 3epor;rios
:9,88
#R>B<0N> #ARA #R>BPBE= #ERDA EC 34"42"W8, CA0> > BA=>R DE CERCAD> F>00E X
758,88, <2FER<>R A> BA=>R A3DA=<JAD> DE X 772,88 DA A#=<CAMN> 2ARDE=A DA3A,
C>20<DERA2D> A<2DA DCA DE0#E0A DE C>RRE3AAEC DE X 5,88
DSK<3> CRSD<3>
RECE<3A0 F<2A2CE<RA0
Receitas so*re >utros <n&estientos 3epor;rios
27,88
<2BE03<CE23>0 3EC#>RPR<>0
#ro&isão para Redução ao Balor de Cercado
27,88
Fonte: -A./A' DE C!.0A1I'IDADE DA& &!CIEDADE& P!R AÇ2E&# Ed% Atlas#3445# &ão Paulo%
+.1.' P"&!c&p3&s -t&?s 5$e 7$st&(&c3- &!?est&-e!ts pe"-3!e!tes e- $t"3s e-p"es3s
D&?e"s&(&c3)* #3s 3t&?&#3#es S o caso de ua instituição !inanceira que adquire
participação societ;ria de ua indHstria, para não depender
apenas do ercado !inanceiro"
Ve"t&c3.&<3)* #3 p"#$)* >corre quando ua indHstria autoo*il-stica adquire o
controle acion;rio de ua !;*rica de pneus, que era sua
!ornecedora"
G3"3!t&3 #e s$p"&-e!ts #e -3tL"&3s0p"&-3s
est"3tLC&c3s
Da indHstria de !ios e ca*os el%tricos6eletrGnicos adquire
participação societ;ria e ua epresa iportadora de
co*re, &isando I garantia !utura de suprientos de co*re
para sua produção"
A.te"!3t&?3 #e &!?est&-e!ts #ara as epresas capitalizadas, a aplicação de recursos
e outras epresas rent;&eis pode ser ua *oa alternati&a
de in&estiento"
R4p&#3 e,p3!s* # C"$p >corre quando u deterinado grupo econGico quer
expandir rapidaente suas ati&idades, para apro&eitar u
*o oento da econoia" Ao in&%s de construir ua
no&a epresa, que noralente % u processo deorado,
pre!ere adquirir ua copan?ia e ati&idade"
E.&-&!3)* #3 c!c""@!c&3 Acontece que u deterinado grupo econGico que
explora deterinada ati&idade no 0ul do Krasil, quer se
expandir ta*% para o 2ordeste" Existe, no entanto, ua
outra grande epresa que doina o ercado nordestino,
não ?a&endo ercado consuidor para a entrada de u
concorrente" A solução, portanto, % tentar adquirir a
epresa /; existente, alternati&a que pode ser ais &i;&el
28
do que en!rentar u !orte concorrente /; enraizado na
região"
A5$&s&)* #e -3"c3s e p3te!tes S a situação onde existe ua epresa produzindo e
coercializando u produto *astante con?ecido pelos
consuidores, sendo uito alto seu potencial de lucro" A
epresa detentora da patente deste produto não consegue
explorar todo este potencial de lucro, por !alta de
experi+ncia adinistrati&a, coercial ou insu!ici+ncia de
capital para expandir suas ati&idades, in&estir e
propaganda, !inanciar seus clientes, etc" 2estas
circunst(ncias, tal&ez se/a ais &anta/oso &ender a
epresa, incluindo a patente, para u in&estidor co
capital su!iciente para ala&ancar as ati&idades"
P.3!e73-e!t t"&>$t4"& S o caso de ua indHstria paulista de coponentes
eletrGnicos que gan?ou ua grande concorr+ncia
internacional, para exportação de seus produtos por
di&ersos anos" 0a*e.se que a Jona Franca de Canaus
concede di&ersos incenti&os !iscais, na !ora de isenção de
di&ersos tri*utos" Co certeza esta indHstria paulista
gan?ar; uito ais din?eiro se conseguir coprar o
controle acion;rio de ua indHstria do setor /; instalada e
Canaus e trans!erir para l; sua produção"
+.' MLt# #e C$st #e A5$&s&)* 1 MCA e MLt# #3 E5$&?3.@!c&3 P3t"&-!&3. 1 MEP
+.'.1 MLt# #e C$st #e A5$&s&)* 1 MCA
• #or este %todo, os in&estientos decorrentes de participações societ;rias peranentes e outras epresas são
a&aliados ao preço de custo, enos pro&isão para perdas consideradas de natureza peranente" A sua adoção
iplica e que as operações que altera a situação patrionial da in&estida não são recon?ecidas ou registradas
na in&estidora no oento de sua ocorr+ncia, o que ocorre apenas co *ase e atos !orais"
• Assi, no %todo de custo não iporta a geração e!eti&a de lucros na in&estida, as as datas e os atos !orais
de sua distri*uição, isto %, deixa.se de recon?ecer na epresa in&estidora os lucros gerados e não distri*u-dos e
outras utações no patriGnio da coligada ou controlada" 2o CCA, quando a in&estida declara ou distri*ui
di&idendos estes são registrados neste oento coo receita na epresa"
+.'.' MLt# #3 E5$&?3.@!c&3 P3t"&-!&3. 1 MEP
• S o %todo de a&aliação e que a epresa in&estidora recon?ece os resultados de seus in&estientos e
quaisquer &ariações patrioniais rele&antes e coligadas e controladas no oento e que estes resultados são
gerados nas epresas in&estidas e não apenas quando são distri*u-dos na !ora de di&idendos, coo ocorre no
%todo de custo" Assi, a Equi&al+ncia #atrionial pressupõe a aplicação do percentual de participação no capital
da in&estida so*re o &alor do #atriGnio =-quido da coligada ou controlada"
• 0egundo o art" 249 da =ei nY :"48467:, % o*rigat1ria a aplicação deste %todo soente na a&aliação de
in&estientos rele&antes, assi considerados aqueles e sociedades coligadas, so*re cu/a adinistração a
in&estidora ten?a in!lu+ncia signi!icati&a ou de que participe co 28O ou ais do capital social, e e sociedades
controladas e e outras sociedades que !aça parte de u eso grupo ou este/a so* controle cou"
• 0egundo a <nstrução CBC nY 24765:, este %todo de&e ser aplicado pelas copan?ias de capital a*erto ta*%
e relação Is epresas equiparadas Is coligadas, assi consideradas$
24
a; as sociedades quando ua participa indiretaente co 48O ou ais do capital &otante da outra, se
control;.laU
$; as sociedades quando ua participa diretaente co 48O ou ais do capital &otante da outra, se
control;.la, independenteente do percentual da participação no capital total"
+.'.+ De-!st"3)* #s e(e&ts #s -Lt#s MCA e MEP
RESULTADOS DA CONTROLADA S:A 9SUBSIDIÁRIA TOTAL;
D<0CR<C<2AMN> W8 W4 W2 W3 W4
0aldo no in-cio do Ano
Cais$ =ucro do ano
Cais$ <ntegralização de Capital
Cenos$ Di&idendos distri*u-dos
0aldo no !i do ano
.o.
.o.
48"888
.o.
48"888
48"888
3"888
.o.
'4"888)
42"888
42"888
4"988
.o.
'4"288)
45":88
45":88
:"888
.o.
'4"588)
28"488
28"488
48"888
.o.
'2"588)
27":88
INVESTIMENTOS NA CONTROLADORA S:A
D<0CR<C<2AMN> W8 W4 W2 W3 W4
C%todo de custo
C%todo da equi&al+ncia patrionial
Di!erença não registrada na Controladora 06A
2o Ano
Acuulada
Balor do in&estiento por ação$
C%todo de custo
C%todo da equi&al+ncia patrionial
Di!erença percentual
48"888
48"888
.o.
.o.
4,88
4,88
8O
48"888
42"888
.o.
2"888
2"888
4,88
4,28
28O
48"888
45":88
.o.
3":88
5":88
4,88
4,5:
5:O
48"888
28"488
.o.
4"588
48"488
4,88
2,84
484O
48"888
27":88
.o.
7"588
47":88
4,88
2,7:
47:O
+.'.6 C!t3>&.&<3)* #3s pe"3)Qes >4s&c3s #e p3"t&c&p3)Qes pe"-3!e!tes e- $t"3s e-p"es3s.
AAUISIÇ/O DE INVESTIMENTOS PERMANENTES
Conta*ilidade <n&estidora Conta*ilidade <n&estida
MLt# # C$st MLt# #3 E5$&?3.@!c&3
Caixa Caixa
488 488
<n&estiento <n&estiento #atriGnio =-quido e Capital e Reser&as
488 488 488
APURAÇ/O DE RESULTADO PELA INVESTIDA
Conta*ilidade <n&estidora Conta*ilidade <n&estida
MLt# # C$st MLt# #3 E5$&?3.@!c&3
Caixa Caixa
488 488
<n&estiento <n&estiento #atriGnio =-quido e Capital e Reser&as
488 488
28
488
" 28
22
428 428
Resultado >peracional Resultado do #er-odo
28 28
DISTRIBUIÇ/O DE DIVIDENDOS PELA INVESTIDA
Conta*ilidade <n&estidora Conta*ilidade <n&estida
MLt# # C$st MLt# #3 E5$&?3.@!c&3
Caixa Caixa
488 488
Di&idendos a Rece*er Di&idendos a Rece*er Di&idendos a #agar
45 45 45
<n&estiento <n&estiento #atriGnio =-quido e Capital e Reser&as
488 488
28
428
" "
485
45 45
488
" 28
428
" "
485
Receita de Di&idendos Resultado >peracional Resultado do #er-odo
45 28 28
PAGAMENTO DE DIVIDENDOS
Conta*ilidade <n&estidora Conta*ilidade <n&estida
MLt# # C$st MLt# #3 E5$&?3.@!c&3
Caixa Caixa
45
488
45
488
Di&idendos a Rece*er Di&idendos a Rece*er Di&idendos a #agar
45
45
45
45 45
45
<n&estiento <n&estiento #atriGnio =-quido e Capital e Reser&as
488 488
28
488
" 28
23
428
" "
485
45 45
428
" "
485
Receita de Di&idendos Resultado >peracional Resultado do #er-odo
45 28 28
.!0A: material e6tra$do do livro Conta"ilidade Avançada# de 7os8 9ernande: Pere: 7unior e 'u$s -artins de !liveira# da Editora Atlas# 3; Edição#
<==>%
+.'.M MEP 1 A.C$-3s De(&!&)Qes
• C>=<AADA
0ão coligadas as sociedades quando ua participa, co 48O 'dez por cento) ou ais, do capital da outra, se
control;.la, segundo o Z 4Y do art" 243 da =ei nY :"48467:"
• C>23R>=ADA
Considera.se controlada a sociedade na qual a controladora, diretaente ou atra&%s de outras controladas,% titular
de direitos de s1cio que l?e assegure, de odo peranente, preponder(ncia nas deli*erações sociais e o poder
de eleger a aioria dos adinistradores, con!ore preceitua o Z 2Y do art" 243 da =ei nY :"48467:"
• <2BE03<CE23> RE=EBA23E
A rele&(ncia % deterinada pela relação percentual entre o &alor cont;*il dos in&estientos no ati&o da
in&estidora e o &alor do patriGnio l-quido da pr1pria in&estidora na data do *alanço" #elo par;gra!o Hnico
do art" 247 da =ei nY :"48467:, considera.se rele&ante o in&estiento$
a) e cada sociedade coligada ou controlada, se o &alor cont;*il % igual ou superior a 48O do &alor do
patriGnio l-quido da in&estidoraU
*) no con/unto das sociedades coligadas e controladas, se o &alor cont;*il % igual ou superior a 45O do &alor
do patriGnio l-quido da in&estidora"
.!0A: de acordo com a Instrução C?- n@ 3ABC=D# o valor contE"il do investimento em coli*ada e controlada
a"ran*e o custo de aquisição mais a equivalência patrimonial e o E*io não amorti:ado# dedu:ido do desE*io não
amorti:ado e da provisão para perdas% Para determinação dos percentuais que caracteri:am o investimento como
relevante# ao valor contE"il do investimento deve ser adicionado o montante dos cr8ditos da investidora contra
suas coli*adas e controladas%
Assi, resuidaente, são tr+s tipos distintos de sociedades, quais se/a$
a) c!t".3#3s E aquelas co participação aior que 58O do capital &otante"
*) c.&C3#3s E aquelas co participação igual a ou aior que 48O e igual a ou enor que 58O do capital total"
c) $t"3s E aquelas co participação enor que 48O do capital &otante"
+.'.I Rep"ese!t3)* C"4(&c3 #s t&ps #e sc&e#3#es 5$3!t 3 ("-3 #e p3"t&c&p3)* sc&et4"&3 #e 3c"#
c- 3 Le& !R I.6G6:JI
24
+.'.J Rep"ese!t3)* C"4(&c3 #s t&ps #e sc&e#3#es 5$3!t 3 ("-3 #e p3"t&c&p3)* sc&et4"&3 #e 3c"#
c- 3 &!st"$)* CVM !R '6J:HI
+.'.K Dete"-&!3)* # ?3." #s &!?est&-e!ts "e.e?3!tes e- $t"3s e-p"es3s.
Exeplo$
• A <n&estidora 06A te in&estientos e cinco outras epresas, sendo que o &alor cont;*il de seus in&estientos
% o seguinte$
EMPRESAS
INVESTIDAS
VALOR CONTÁBIL DO
INVESTIMENTO
PARTICIPAÇ/O
NO CAPITAL
2A EC#RE0A A
2A EC#RE0A K
2A EC#RE0A C
2A EC#RE0A D
2A EC#RE0A E
3>3A=
458"888
258"888
928"888
:48"888
398"888
2"248"888
9O
45O
25O
48O
58O
PATRIMSNIO LTAUIDO DA INVESTIDORA
NA MESMA DATA
U I.6'M.GGG
• #ara se deterinar se os in&estientos são rele&antes para adoção do %todo da equi&al+ncia patrionial,
de&e.se apurar as percentagens indi&iduais e a coleti&a so*re o patriGnio l-quido" <sso % !eito soente para as
coligadas 'participação aior que 48O) e controladas, oti&o pelo qual a Epresa A % exclu-da, /; que a
participação no capital % de soente 9O" Entretanto, se <n&estidora 06A !or copan?ia a*erta, a Epresa A
poder; ser equiparada I coligada, se tal participação !or aior ou igual a 48O do capital &otante" Assi, te.se$
EMPRESAS VALOR CONTÁBIL DO V SOBRE O PATRIMSNIO
25
INVESTIDAS INVESTIMENTO LTAUIDO
2A EC#RE0A K
2A EC#RE0A C
2A EC#RE0A D
2A EC#RE0A E
3>3A=
258"888
928"888
:48"888
398"888
2"248"888
3,95O
42,7:O
5,5:O
5,54O
32,52O
• 2esta situação, apesar de ter apenas u caso indi&idual acia do liite de 48O do patriGnio l-quido da
<n&estidora 06A, e seu total são superiores a 45O e, assi, o %todo da equi&al+ncia patrionial ser; aplicado
co certeza Is epresas C, D e E" Entretanto, no caso da epresa K, poder; deixar de ser aplicado se, apesar
de ter ua participação no capital de 45O, se tratar de coligada so*re a adinistração da qual a <n&estidora 06A
não ten?a in!lu+ncia" #or outro lado, se a <n&estidora 06A !or ua copan?ia a*erta, eso que não ten?a essa
in!lu+ncia so*re a adinistração da Epresa K, as se os 45O de sua participação no capital da K
correspondere a 48O ou ais do capital &otante, eso não controlando.a, de&er; a&aliar seu in&estiento nela
pelo %todo da equi&al+ncia patrionial, e !unção de disposição da CBC"
• E ?a&endo cr%ditos de natureza não operacional da in&estidora contra as coligadas e controladas estes serão
acrescidos ao &alor do in&estiento para e!eito de deterinação da rele&(ncia"
.!0A: apesar de# Fipoteticamente# ocorrer perda de relevGncia do investimento em um determinado ano# 8
recomendEvel que FaHa uma uni)ormidade na adoção do m8todo da equivalência no decorrer dos anos# isto 8# se
se passou a adotar o -EP# esse m8todo deve ser mantido uni)ormemente# mesmo que# em certo ano# o cElculo da
relevGncia esteHa a"ai6o dos limites# desde que# l+*ico# a redução seHa considerada transit+ria# ou seHa# não
permanente% Esse tratamento 8 previsto para os investimentos em coli*adas pelas companFias a"ertas# nos
termos do art% >@ da Instrução C?- n@ 3ABC=D%
Fonte: -A./A' DE C!.0A1I'IDADE DA& &!CIEDADE& P!R AÇ2E&# Atlas# 3445# &ão Paulo%
+.'.H TLc!&c3 #e e.3>"3)*
• Considerando que a ess+ncia do %todo % a participação percentual no #atriGnio =-quido da coligada ou
controlada, isto %, o in&estiento equi&ale a WO do capital social da in&estida, a seguir % deonstrado u quadro
que e&idencia a t%cnica de c;lculo da equi&al+ncia$
SOCIEDADE INVESTIDORA S:A
EC#RE0A0
<2BE03<DA0
#A3R<C[2<>
=\RD<D>
O DE
#AR3<C<#AMN>
2> CA#<3A=
ERD<BA=]2C<A
#A3R<C>2<A=
BA=>R
C>23PK<=
A,D03E
ADCE23>
'D<C<2D<MN>)
Epresa K
Epresa C
Epresa D
Epresa E
2":25"439
4":92"527
4"427"958
5:8"528
45O
25O
48O
58O
353"94:
4"478"732
574"448
584"929
2":48"54:
258"888
928"888
:48"888
398"888
2"858"888
443"94:
358"732
':9"9:8)
424"929
558"54:
Fonte: -A./A' DE C!.0A1I'IDADE DA& &!CIEDADE& P!R AÇ2E&# Atlas# 3445# &ão Paulo%
+.'.1G C!t3>&.&<3)* # Res$.t3# #e E5$&?3.@!c&3 P3t"&-!&3.
2:
• Coo as &ariações no patriGnio da coligada ou controlada de&e ser registradas na in&estidora, t+.se os
seguintes lançaentos cont;*eis$

#ela Equi&al+ncia #atrionial #ositi&a DSK<3> CRSD<3>
<2BE03<CE23>0 3EC#>RPR<>0
3-tulos e Balores Co*ili;rios
488"888
>D3RA0 RECE<3A0 >#ERAC<>2A<0
Resultado #ositi&o da Equi&al+ncia #atrionial
488"888
#ela Equi&al+ncia #atrionial 2egati&a DSK<3> CRSD<3>
>D3RA0 RECE<3A0 >#ERAC<>2A<0
Resultado #ositi&o da Equi&al+ncia #atrionial
28"888
<2BE03<CE23>0 3EC#>RPR<>0
3-tulos e Balores Co*ili;rios
28"888
+.'.11 C!t3>&.&<3)* ! -Lt# #e E5$&?3.@!c&3 P3t"&-!&3. #e 3.C$!s t&ps #e ?3"&3)Qes ! &!?est&-e!t
pe"-3!e!te e ! p3t"&-F!& .85$&# #3 c.&C3#3 $ c!t".3#3
• Considerando que o ite <<<, do art" 249, esta*elece que a di!erença entre o &alor do in&estiento, pelo %todo da
equi&al+ncia patrionial, e o custo de aquisição, soente ser; registrada coo resultado do exerc-cio$
( se decorrer de lucro ou pre/u-zo apurado na coligada ou controlada"
( se corresponder, copro&adaente, a gan?os ou perdas e!eti&os"
( no caso de copan?ia a*erta, co o*ser&(ncia das noras expedidas pela Coissão de Balores Co*ili;rios
'CBC)
• Dessa !ora, segue alguns exeplos de conta*ilização de &ariações$
+.'.1' V3"&3)* !3 p"ce!t3Ce- #e p3"t&c&p3)* 0 P3t"&-F!& L85$&# #3s I!?est&#3s
• Co &istas a não gerar distorções na a&aliação dos in&estientos na epresa in&estidora, as deonstrações
cont;*eis das in&estidas de&e re!letir todas as ?ip1teses de a/ustes 'pro&isões para ipostos, participações e
contri*uições so*re o lucro), de odo que seu #atriGnio =-quido e resultado econGico se/a adequados aos
crit%rios cont;*eis legais"
• Considerando, por !i, que o #= das coligadas e controladas % a *ase deterinante do &alor da equi&al+ncia
patrionial na in&estidora, o art" 249, ite <, da =ei nY :"48467:, deterina que$
Io valor do PatrimJnio '$quido da coli*ada ou da controlada serE determinado com "ase no "alanço ou "alancete
de veri)icação levantado# com o"servGncia das normas desta 'ei# na mesma data# ou at8 D4 (sessenta) dias# no
mE6imo# antes da data do "alanço da companFiaK%
• Estas condições se aplica, igualente, I coligada ou controlada que ant%, ta*%, in&estientos rele&antes
e outras sociedades, pass-&eis de a&aliação pelo %todo da equi&al+ncia patrionial, onde seu *alanço /; de&e
re!letir a atualização de tais in&estientos, o*ser&ando.se sepre a uni!oridade de crit%rios cont;*eis"
+.'.1+ C-p3!D&3s ! E,te"&"
27
• >s procedientos cont;*eis relacionados não s1 co a consolidação de deonstrações cont;*eis, as ta*%
os in&estientos considerados rele&antes e epresas coligadas e controladas sediadas no exterior de&e ser
a&aliados pelo %todo da equi&al+ncia patrionial, cu/a operacionalização pressupõe a an;lise, entre outros, dos
seguintes aspectos e pro*leas$
a; conta*ilização dos in&estientos no exterior e na adoção da equi&al+ncia patrionial"
$; uni!oridade de crit%rios cont;*eis pelas in&estidas no exterior"
c; t%cnicas adequadas de con&ersão das deonstrações cont;*eis de outras oedas para a oeda
nacional"
d; legislação so*re reessa de lucros e retorno do capital"
+.'.16 Res$.t3#s !* "e3.&<3#s #e pe"3)Qes &!te"c-p3!D&3s
• 2os teros da =ei :"48467:, não serão coputados os resultados não realizados decorrentes de neg1cios co a
copan?ia, ou co outras sociedades coligadas I copan?ia, ou por ela controladas, co o o*/eti&o de que
soente se/a recon?ecido o lucro decorrente de operações praticadas co terceiros, &ez que as transações entre
a in&estidora e a in&estida não gera lucro do ponto de &ista econGico no que se re!ere ao grupo epresarial"
+.'.1M E.&-&!3)* #e "es$.t3#s !* "e3.&<3#s #e pe"3)Qes &!te"c-p3!D&3s
DE3ERC<2AMN> D> BA=>R DA ERD<BA=]2C<A #A3R<C>2<A= D> <2BE03<CE23> C>C E=<C<2AMN> DE=DCR>0
2N> REA=<JAD>0 DE >#ERAM^E0 <23ERC>C#A2L<A0
• Exeplo$
Considerando ua Controladora A que deten?a 58O de ua Controlada K, e cu/o *alanço da K deonstre u
patriGnio l-quido de X 4"888, por% co a inclusão de X 488 de lucros não realizados, decorrente de transações
realizadas co a epresa A$
DISCRIMINAÇ/O DOS ELEMENTOS VALOR 0 U
. #atriGnio =-quido da Controlada K
. -enos: =ucros não realizados de operações <ntercopan?ias
. #atriGnio =-quido a/ustado
. #orcentage de participação
. Balor da equi&al+ncia patrionial do in&estiento
4"888
'488)
588
58O
948
Fonte: -A./A' DE C!.0A1I'IDADE DA& &!CIEDADE& P!R AÇ2E&# Atlas# 3445# &ão Paulo%
• Assi, deduziu.se a totalidade dos lucros não realizados de &endas da Controlada _a Controladora, pois para
a*as, coo u con/unto, esse lucro não % realizado porque não !oi &enda a terceiros"
• Entretanto, o c;lculo apresentado, nos teros da =ei :"48467: e da <nstrução CBC nY 84 're&ogada pela <nstrução
CBC nY 24765:), apresenta di&erg+ncias co relação I t%cnica correta de consolidação, o que indica, portanto, não
ser a !ora ais adequada" Considera.se ais correto, a aplicação da porcentage de participação so*re o
patriGnio l-quido da controlada ou coligada antes da dedução dos lucros não realizados e soente depois disso,
e!etuar a dedução de tais lucros para se c?egar ao &alor da equi&al+ncia patrionial do in&estiento"
• Dessa !ora, considerando o exeplo acia, o c;lculo ais adequado seria$
DISCRIMINAÇ/O DOS ELEMENTOS VALOR 0 U
. #atriGnio =-quido da Controlada K
. -enos: =ucros não realizados de operações <ntercopan?ias
. #atriGnio =-quido a/ustado
4"888
58O
588
29
. #orcentage de participação
. Balor da equi&al+ncia patrionial do in&estiento
'488)
988
Fonte: -A./A' DE C!.0A1I'IDADE DA& &!CIEDADE& P!R AÇ2E&# Atlas# 3445# &ão Paulo%
NOTA: dei6ouLse de relacionar e6emplos de apuração de valores de resultados não reali:ados neste t+pico (-EP) em
)unção de que isso serE )eito no t+pico relacionado com o estudo da consolidação de demonstraç,es contE"eis#
quando o procedimento de eliminação de resultados e operaç,es intercompanFias serE "astante e6ercitado%
+.+ ÁC& e Des4C& !3 35$&s&)* #e p3"t&c&p3)* sc&et4"&3
A) 2>M^E0 AERA<0
• #ara os e!eitos do %todo de equi&al+ncia patrionial, ocorre o ;gio quando o preço de custo das ações !or aior
que seu &alor patrionial, assi coo o des;gio surge quando este custo !or enor" Exeplo$
DISCRIMINAÇ/O VALOR 0 U VALOR 0 U
. #reço de custo
4"888"888 de ações
. Balor patrionial do in&estiento
4"888"888 de ações a X 2,88
. Pgio 'Des;gio)
2"588"888
2"888"888
588"888
4"588"888
2"888"888
'588"888)
Fonte: -A./A' DE C!.0A1I'IDADE DA& &!CIEDADE& P!R AÇ2E&# Atlas# 3445# &ão Paulo%
K) 0EAREAAMN> C>23PK<=
• 2a conta*ilização dos custos de aquisição de ações ou quotas de capital de outra epresa, de&e ser separados,
e contas distintas, os &alores relati&os ao in&estiento pelo %todo da equi&al+ncia patrionial e ao &alor do
;gio ou des;gio, coo segue$
#AR3<C<#AM^E0 #ERCA2E23E0 EC >D3RA0 0>C<EDADE0
ABA=<ADA0 #E=> CS3>D> DA ERD<BA=]2C<A #A3R<C>2<A=
Balor da Equi&al+ncia #atrionial
Balor do Pgio ou Des;gio dos <n&estientos
C) DE3ERC<2AMN> DE BA=>RE0 '0EAREAAD>)
DO PREÇO DE VENDAS DAS AÇÕES VALOR 0 U
. Balor do patriGnio l-quido cont;*il da epresa <n&estida 06A e
38"89"W8
. Cais$ Di!erença para ais entre o &alor de ercado e o =-quido cont;*il
do io*ilizado
. #atriGnio a/ustado
. Balor patrionial a/ustado das ações negociadas '98O das ações)
. Cais$ Fundo de co%rcio
. #reço total das ações copradas
343":79"888
4:2"42:"888
58:"484"888
484"993"288
488"888"888
584"993"288
Fonte: -A./A' DE C!.0A1I'IDADE DA& &!CIEDADE& P!R AÇ2E&# Atlas# 3445# &ão Paulo%
DO CUSTO DAS AÇÕES NA INVESTIDORA VALOR 0 U
25
. Balor da equi&al+ncia patrionial '98O do #atriGnio =-quido de X
343":79"888)
. Balor do ;gio 'por di!erença)
. 3otal pago
274"542"488
225"548"988
584"993"288
Fonte: -A./A' DE C!.0A1I'IDADE DA& &!CIEDADE& P!R AÇ2E&# Atlas# 3445# &ão Paulo%
D) 2A3DREJA E >R<AEC
• A <nstrução da CBC e a legislação !iscal deterina a separação e su*contas do ;gio ou des;gio e !unção de
sua natureza, co a indicação do !undaento econGico que l?e deu orige, tais coo$
 por di!erença entre o &alor cont;*il e o &alor de ercado de ati&os da in&estida"
 por di!erença entre o &alor pago e o &alor de ercado dos ati&os da in&estida, pro&eniente de$
. expectati&a de resultado !uturo 'renta*ilidade !utura)"
. direito de exploração, concessão ou perissão delegados pelo #oder #H*lico"
 por !undo de co%rcio, intang-&eis e outras razões econGicas 'pre&isto na legislação !iscal)"
• A seguir % deonstrado u su;rio da conta*ilização da copra das ações pela in&estidora por X 584"993"288$
C>23AK<=<JAMN> DA C>C#RA DA0 AM^E0 2A <2BE03<D>RA DSK<3> CRSD<3>
<2BE03<CE23>0
#AR3<C<#AM^E0 #ERCA2E23E0 EC >D3RA0
0>C<EDADE0 #E=A ERD<BA=]2C<A #A3R<C>2<A=
Balor da equi&al+ncia patrionial
Pgio dos in&estientos
. por di!erença de &alor de ercado
. por expectati&a de renta*ilidade !utura
274"542"488
425"548"988
488"888"888
KA2C>0 >D 3\3D=>0 A #AAAR 584"993"288
Fonte: -A./A' DE C!.0A1I'IDADE DA& &!CIEDADE& P!R AÇ2E&# Atlas# 3445# &ão Paulo%
• Al% dos aspectos /; analisados, quanto a este tea de&erão ser estudados os seguintes t1picos$
 a deterinação do &alor do ;gio ou des;gio, especialente quando ?ou&er di&erg+ncias de
datas na ela*oração das deonstrações cont;*eis das epresas en&ol&idas"
 os crit%rios de aortização do ;gio ou des;gio considerando as razões econGicas que l?es
dera orige, assi coo o trataento dispensado pela legislação !iscal"
 a rea&aliação pela in&estida de *ens que dera orige ao ;gio"
 a ?ip1tese de ;gio na su*scrição de capital"
+.+.1 A-"t&<3)* # 4C& e #es4C&
• Exeplo$
Considerando o exeplo anterior, e que na Epresa A 'in&estidora) ?a&ia u ;gio de X 425"548"988 relati&o ao
&alor de ercado de *ens da Epresa K 'in&estida) superior ao cont;*il, correspondente a$
ELEMENTOS PATRIMONIAIS VALOR 0 U
KE20 D> <C>K<=<JAD>
3errenos
Edi!-cios
Caquin;rios
48"888"888
38"888"888
38"888"888
38
0DK3>3A=
E03>RDE0
3>3A= D> PA<>
488"888"888
25"548"988
425"548"988
Fonte: -A./A' DE C!.0A1I'IDADE DA& &!CIEDADE& P!R AÇ2E&#Atlas#3445# &ão Paulo%
• A aortização do ;gio seria deterinada coo a seguir$
Terrenos E se aortização, as co *aixa total no ano de sua &enda pela Epresa A"
Edifícios E supondo que a Epresa K deprecie seus edi!-cios e 4O ao ano e, que nessa data, a &ida Htil
reanescente dos edi!-cios que dera orige ao ;gio se/a de 45 anos, a aortização do ;gio de&e ser
proporcional a esse tepo reanescenteU o ;gio de&e ser aortizado e 45 anos, o que iplica ua despesa
anual de aortização de X 2"888"888 'X 38"888"888 do ;gio di&idido por 45 anos de &ida Htil reanescente), ou
nua taxa anual de aortização de :,:7O 'X 2"888"888 de despesa anual de aortização di&idido pelo ;gio total
de X 38"888"888)"
Maquinários E supondo que a Epresa K deprecie seu aquin;rio e 48O ao ano e que, nessa data, a &ida Htil
reanescente das ;quinas que dera orige ao ;gio se/a de : anos, a aortização do ;gio de&e ser
proporcional a esse tepoU o ;gio de&e ser aortizado e : anos, o que iplica ua despesa anual de
aortização do ;gio de X 5"888"888 'X 38"8888"888 do ;gio di&idido por : anos de &ida Htil reanescente) ou ua
taxa anual de aortização de 4:,:7O 'X 5"888"888 de despesa anual de aortização di&idido pelo ;gio total de X
38"888"888)"
• Entretanto, nos tr+s casos acia, ser; )eita a "ai6a do saldo do E*io no e6erc$cio em que os "ens )orem
eventualmente "ai6ados pela Empresa 1%
Estoques E coo não são depreciados, as realizados por &enda a terceiros, a aortização do ;gio ser; pelo seu
total de X 25"548"988 dentro do exerc-cio seguinte, supondo que se/a &endidos totalente nesse per-odo
su*seq@ente"
• S iportante notar que a conta*ilização da aortização das su*contas de ;gio ou des;gio de&e ser registrada e
contas separadas da do custo e, no *alanço, deonstradas pelo &alor l-quido, as co indicação de seu &alor"
Enquanto que, as contrapartidas da aortização do ;gio ou des;gio são lançadas coo despesas ou receitas
operacionais, con!ore o caso, no su*grupo >utras Receitas e Despesas >peracionais relati&as a =ucros ou
#re/u-zos de #articipações e >utras 0ociedades pela Equi&al+ncia #atrionial, na conta pr1pria de Aortização"
6. TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS
6.1 C!s&#e"3)Qes Ce"3&s
A necessidade de in!orações acerca das exist+ncias por parte de que te a incu*+ncia de toar decisões % cada &ez
ais urgente" Assi, a di&ulgação das transações ocorridas no per-odo 'exerc-cio social) entre partes relacionadas,
corro*ora na o*tenção de su*s-dios para a toada de decisões atra&%s da an;lise das deonstrações !inanceiras"
> legislador, ao regulaentar as ati&idades das sociedades por ações e as responsa*ilidades do seu acionista controlador
e dos seus adinistradores '=ei nY :"48467: E artigo 447), preocupou.se especialente e proteger o acionista inorit;rio,
inserindo naquela lei dispositi&os concernentes coo$ penalidades ao des&io de poder dos adinistradores, a !igura do
con!lito de interesses, o direito de dissid+ncia e a di&ulgação 'e*ora de!inida e !ora incopleta) das transações entre
partes relacionadas"
> art" 447 cuida especialente da responsa*ilidade do acionista controlador quando ele atua co a*uso de poder"
Art% <<B% ! acionista controlador responde pelos danos causados por atos praticados com a"uso de poder%
34
M <@ &ão modalidades de e6erc$cio a"usivo de poder:
a) orientar a companFia para )im estranFo ao o"Heto social ou lesivo ao interesse nacional# ou levELla a )avorecer
outra sociedade# "rasileira ou estran*eira# em preHu$:o da participação dos acionistas minoritErios nos lucros ou no
acervo da companFia# ou da economia nacionalN
") promover a liquidação de companFia pr+spera# ou a trans)ormação# incorporação# )usão ou cisão da companFia#
com o )im de o"ter# para si ou para outrem# vanta*em indevida# em preHu$:o dos demais acionistas# dos que
tra"alFam na empresa ou dos investidores em valores mo"iliErios emitidos pela companFiaN
c) promover alteração estatutEria# emissão de valores mo"iliErios ou adoção de pol$ticas ou decis,es que não
tenFam por )im o interesse da companFia e visem a causar preHu$:o a acionistas minoritErios# aos que tra"alFam
na empresa ou aos investidores em valores mo"iliErios emitidos pela companFiaN
d) ele*er administrador ou )iscal que sa"e inapto# moral ou tecnicamenteN
e) indu:ir# ou tentar indu:ir# administrador ou )iscal a praticar ato ile*al# ou# descumprindo seus deveres de)inidos
nesta 'ei e no estatuto# promover# contra o interesse da companFia# sua rati)icação pela assem"l8iaL*eralN
)) contratar com a companFia# diretamente ou atrav8s de outrem# ou de sociedade na qual tenFa interesse# em
condiç,es de )avorecimento ou não eqOitativasN
*) aprovar ou )a:er aprovar contas irre*ulares de administradores# por )avorecimento pessoal# ou dei6ar de apurar
denPncia que sai"a ou devesse sa"er procedente# ou que Husti)ique )undada suspeita de irre*ularidade%
F) su"screver aç,es# para os )ins do disposto no art% <B4# com a reali:ação em "ens estranFos ao o"Heto social da
companFia% (Al$nea inclu$da pela 'ei n@ =%AQB# de Q%Q%<==B)
M 3@ .o caso da al$nea e do M <@# o administrador ou )iscal que praticar o ato ile*al responde solidariamente com o
acionista controlador%
M 5@ ! acionista controlador que e6erce car*o de administrador ou )iscal tem tam"8m os deveres e
responsa"ilidades pr+prios do car*o
%
#ara peritir ua adequada interpretação das deonstrações !inanceiras por parte de seus usu;rios e de que co *ase
nelas &; toar decisões de car;ter econGico.!inanceiro, % necess;rio que as transações entre partes relacionadas se/a
di&ulgadas de odo a !ornecer ao leitor, e principalente aos 3c&!&st3s -&!"&t4"&s, eleentos in!orati&os su!icientes
para copreender a agnitude, as caracter-sticas e os e!eitos deste tipo de transações so*re a situação !inanceira e so*re
os resultados da copan?ia"
> ercado de capitais dos pa-ses te.se desen&ol&ido de !ora uito acelerada nas Hltias d%cadas" Co isso, os
in&estidores requere in!orações cada &ez ais urgentes so*re essas transações, ca*endo I Conta*ilidade !ornec+.las"
#odeos, dentre outros, relacionar os principais interessados nessas in!orações geradas pela Conta*ilidade para toada
de decisões, que são$
a) Ac&!&st3s M&!"&t4"&sU
*) A!3.&st3 #e I!?est&-e!tsU
c) I!?est&#"es ! Me"c3# #e C3p&t3&s"
Assi, para en!atizar, pode.se dizer que a e&idenciação das operações entre partes relacionadas % !undaental para
atender, principalente, 3c&!&st3 -&!"&t4"& e $s$4"& e,te"!, pois os analistas de in&estientos e os in&estidores
no ercado de capitais são considerados usu;rios externos, ao passo que o acionista inorit;ria, eso sendo parte da
epresa, ne sepre te acesso Is in!orações necess;rias a sua an;lise"
S ua caracter-stica das epresas di!icultar o acesso Is suas in!orações internas coo as transações entre partes
relacionadas" #or%, a di&ulgação inadequada dessas in!orações por parte das epresas pode a!etar as decisões dos
interessados na in!oração cont;*il, le&ando.os a não realizar deterinadas transações ou as realizando e condições
ad&ersas"
32
2este contexto, o papel da Conta*ilidade % ser&ir de eio adequado para a di&ulgação de todos os aspectos rele&antes,
possi*ilitando que os acionistas inorit;rios, clientes, credores e deais usu;rios externos, ten?a acesso a essas
in!orações e o*ten?a a correta situação patrionial, !inanceira e econGica da epresa na qual in&estira ou estão
propensos a in&estir"
#ara que possaos entender adequadaente as transações entre partes relacionadas, % necess;rio que sai*aos, antes,
quais são os principais tipos de sociedades relacionadas" Constata.se na legislação p;tria que os tipos de epresas
relacionadas são$
 Sc&e#3#es C!t".3#3s=
 W.#&!C=
 C!s%"c& #e Sc&e#3#es=
 G"$ps #e Sc&e#3#es= e
 Sc&e#3#es C!t".3#3s e- C!7$!t 1 X&!t Ve!t$"es.
Sc&e#3#e c!t".3#3 % aquela que possui a aioria do seu capital &otante nas ãos de ua Hnica pessoa, se/a ele !-sica
ou /ur-dica ou u grupo de pessoas, que exerce so*re elas in!lu+ncia"
W.#&!C são as sociedades que possue coo principal ou Hnico o*/eti&o participar no capital social de outras sociedades"
As ?oldings pode ser puras, istas ou !ailiares" 0ão c?aadas de ?oldings puras aquelas que são criadas co o
o*/eti&o especi!ico de participar de outras sociedades" Cistas são as ?oldings que al% de possu-re o*/eti&os di&ersos,
possue o o*/eti&o social de participar no capital social de outras sociedades" C?aa.se de ?olding !ailiar Iquele
epreendiento criado para a!astar da direção dos neg1cios os acionistas e ?erdeiros inexperientes"
> c!s%"c& #e sc&e#3#es est; pre&isto na =ei nY :"48467:, nos arts" 279 e 275" 0egundo esses dispositi&os, o cons1rcio
de sociedades % despro&ido de personalidade /ur-dica, operando, noralente, e noe de cada ua das epresas que
copõe o cons1rcio"
> C"$p #e sc&e#3#es % outra !igura regulado pela =ei nY :"48467:, por eio do arts" 2:5 a 277, cu/o estudo detal?ado
ser; !eito no cap-tulo relati&o a consolidação das deonstrações cont;*eis"
Da X&!t Ve!t$"e se caracteriza pelo copartil?aento do controle societ;rio por di&ersas epresas ou in&estidores"
6.' C!ce&t #e p3"tes "e.3c&!3#3s
> esta*eleciento de crit%rios tendentes I identi!icação das transações que necessita adequada di&ulgação, requer u
de!inição precisa de partes relacionadas, *e coo de quais transações erece tal di&ulgação"
#artes relacionadas são aquelas entidades !-sicas ou /ur-dicas, co as quais ua copan?ia ten?a possi*ilidade de
contratar e condições que não se/a as de coutati&idade e independ+ncia que caracterize as transações co
terceiros al?eios I copan?ia, ao seu controle gerencial ou qualquer outra ;rea de in!lu+ncia" >s teros `contratoa e
`transaçãoa re!ere.se, neste contexto, a operações tais coo$ coprar, &ender, eprestar, toar eprestado, reunerar,
prestar ou rece*er ser&iços, condições de operações, dar ou rece*er e consignação, integralizar capital, exercer opções,
distri*uir lucros etc"
Essa possi*ilidade de contratar e condições que não as de coutati&idade e independ+ncia se d;, geralente, entre
entidades nas quais ua delas, ou seus acionistas controladores, det% participação a l?es assegurar preponder(ncia nas
deli*erações sociais da outra" Cas o conceito de partes relacionadas de&e estender.se, ta*%, ao relacionaento
econGico$
33
• entre epresas que, por &ia direta ou indireta, responda ao eso controle societ;rioU
• entre epresas co adinistradores couns ou que possa in!luenciar e6ou se *ene!iciar de
deterinadas decisões nas re!eridas epresas, toadas e con/unto ou indi&idualenteU
• de ua epresa co seus acionistas, quotistas e adinistradores 'quaisquer que se/a as
denoinações dos cargos), e co e*ros da !a-lia, at% o terceiro grau, dos indi&-duos antes
relacionadosU
• de ua epresa co suas controladas diretas ou indiretas e coligadas, ou co acionistas, quotistas ou
adinistradores de suas controladas e coligadas e &ice.&ersaU e
• de ua epresa co !ornecedores, clientes ou !inanciadores co os quais anten?a ua relação de
depend+ncia econGica e6ou !inanceira, ou de outra natureza que perita essas transações"
Do conceito acia apresentado, depreende.se que ua das partes relacionadas exerce signi!icati&a in!lu+ncia so*re a
outra, !ato que !az co que a parte pass-&el da in!lu+ncia não ten?a condições de toar decisões pr1prias, seguindo a
orientação da outra parte, a que det% o controle ou coando"
Assi, a sociedade ou parte controladora decide e esta*elece as diretrizes de negociações, deixando a &ontade da outra
sociedade a erc+ de sua pr1pria &ontade e interesses"
#erce*e.se, ainda, da conceituação apresentada que se !az re!er+ncia a entidades !-sicas ou /ur-dicas, isto %, partes
relacionadas são todas as pessoas !-sicas ou /ur-dicas que ant% &-nculo entre si capaz de gerar depend+ncia ou
in!lu+ncia de ua na outra, o que acarreta a realização de transações que não se/a coutati&as"
3ransações coutati&as são aquelas e que as partes se coloca e igualdade de condições, !ato que não ocorre quando
ua das partes en&ol&idas nua transação exerce controle de qualquer !ora so*re a outra parte"
2ão estaos a!irando, de aneira nen?ua, que as transações entre partes relacionadas são realizadas e condições
!a&orecidas a ua delas" Estaos apenas le&antando a ?ip1tese que nessas condições pode ua das partes se !a&orecer
e detriento da outra" #or isso, todas as transações entre partes relacionadas de&e ser e&idenciadas para a!astar
qualquer possi*ilidade de algua transação o*scura passar desperce*ida ou !icar !ora de an;lise dos interessados na
in!oração"
Desta !ora, os eleentos necess;rios para se caracterizar partes relacionadas, consoante o conceito acia apresentado,
e relação a ua sociedade são$
• as suas epresas controladoras ou controladasU
• as epresas que este/a so* controle cou de ua terceiraU
• as epresas coligadasU
• as epresas co acionistas ou adinistradores couns, que possa in!luenciar ou *ene!iciare.se de
decisões toadas pela epresaU
• os diretores e acionistas a/orit;riosU
• as pessoas detentoras de poder decis1rio da adinistraçãoU
• os clientes, !ornecedores ou !inanciadores, co os quais se/a antidas relações de depend+ncia
econGica, tecnol1gica ou !inanceira"
6.+ I#e!t&(&c3)* #3s t"3!s3)Qes
A di&ulgação das transações de&er; o*ser&ar os seguintes aspectos, so*re os quais se dar; aior ou enor +n!ase$
34
• se a transação !oi e!etuada e condições seel?antes Is que seria aplicadas entre partes não
relacionadas 'quanto a preços, prazos, encargos, qualidade, etc") que contratasse co *ase e sua
li&re &ontade e e seu el?or interesseU e
• se as transações por si ou por seus e!eitos a!eta ou possa a &ir a a!etar, de !ora signi!icati&a, a
situação !inanceira e6ou os resultados e sua correspondente deonstração, das epresas inter&enientes
na operação"
Entre outras transações entre partes relacionadas que de&e ser di&ulgadas, as a seguir listadas são de di&ulgação
o*rigat1ria quando constatada sua ocorr+ncia por parte das epresas relacionadas$
• Copra ou &enda de produtos e6ou ser&iços que constitue o o*/eto social da epresa"
• Alienação ou trans!er+ncia de *ens do ati&o"
• Alienação ou trans!er+ncia de direitos de propriedade industrial"
• 0aldos decorrentes de operações e quaisquer outros saldos a rece*er ou a pagar"
• 2o&ação, perdão ou outras !oras pouco usuais de cancelaento de d-&idas"
• #restação de ser&iços adinistrati&os e6ou qualquer !ora de utilização da estrutura !-sica ou de pessoal
de ua epresa pela outra ou outras, co ou se contraprestação"
• A&ais, !ianças, ?ipotecas, dep1sitos, pen?ores ou quaisquer outras !oras de garantias"
• Aquisição de direitos ou opções de copra ou qualquer outro tipo de *ene!-cio e seu respecti&o exerc-cio"
• Ruaisquer trans!er+ncias não reuneradas"
• Direitos de pre!er+ncia I su*scrição de &alores o*ili;rios"
• Epr%stios e adiantaentos, co ou se encargos !inanceiros, ou a taxas !a&orecidas"
• Rece*ientos ou pagaentos pela locação ou coodato de *ens i1&eis ou 1&eis de qualquer
natureza"
• Canutenção de quaisquer *ene!-cios para !uncion;rios de partes relacionadas, tais coo$ planos
supleentares de pre&id+ncia social, plano de assist+ncia %dica, re!eit1rio, centros de recreação, etc"
• b =iitações ercadol1gicas e tecnol1gicas"
6.6 C"&tL"&s #e #&?$.C3)*
>s saldos existentes I data do *alanço e as transações ocorridas que ereça di&ulgação de&e ser destacados nas
deonstrações !inanceiras coo segue"
• 0aldos e transações inseridos no contexto operacional ?a*itual das epresas de&e ser classi!icados e
con/unto co os saldos e transações da esa natureza"
• 0aldos e transações não inseridos no contexto operacional de&e ser classi!icados e itens separados"
A di&ulgação de tais operações pode ser !eita no corpo das deonstrações !inanceiras ou e notas explicati&as" E
qualquer caso, de&e.se !ornecer detal?es su!icientes para identi!icação das partes relacionadas e de quaisquer rele&antes
ou não estritaente coutati&as e relação a tais transações" De&e.se en!atizar se as transações !ora realizadas a
&alores e prazos correntes no ercado, isto %, e condições coutati&as"
>s saldos das transações co !ornecedores, clientes ou !inanciadores co os quais a epresa ant% ua relação de
depend+ncia econGica, !inanceira ou tecnol1gica de&erão ser di&ulgados co ua explicação sucinta da natureza do
relacionaento ou da depend+ncia" Esta di&ulgação poder; ser inclu-da na nota explicati&a re!erente Is operações ou
saldos norais do eso tipo 'por exeplo$ clientes, !inanciaentos, etc") ou e nota espec-!ica"
3oda&ia, nas deonstrações !inanceiras consolidadas que inclua as partes relacionadas, coo regra geral não ser;
necess;ria a di&ulgação da aioria dos saldos e transações co partes relacionadas, /; que eles são eliinados no
35
processo de consolidação" Entretanto, tanto as transações co a pessoa !-sica dos adinistradores e6ou controladores,
coo as operações que re&ela depend+ncia econGica e6ou !inanceira, não são eliinadas no re!erido processoU
portanto, esses ontantes de&e ser re&istos, desta &ez e relação co a signi!ic(ncia dos saldos consolidados"
6.M Aspects LeC3&s
6.M.1 Le& #3s S.A.
Em relação aos administradores
Art% <QA% ! administrador deve e6ercer as atri"uiç,es que a lei e o estatuto lFe con)erem para lo*rar os )ins e no
interesse da companFia# satis)eitas as e6i*ências do "em pP"lico e da )unção social da empresa%
%%%
M3@ R vedado ao administrador:
%%%
") sem pr8via autori:ação da assem"l8ia *eral ou do conselFo de administração# tomar por empr8stimo recursos
ou "ens da companFia# ou usar# em proveito pr+prio# de sociedade em que tenFa interesse# ou de terceiros# os
seus "ens# serviços ou cr8ditoN
%%%
Art% <QD% R vedado ao administrador intervir em qualquer operação social em que tiver interesse con)litante com o
da companFia# "em como na deli"eração que a respeito tomarem os demais administradores# cumprindoLlFe
cienti)icELlos do seu impedimento e )a:er consi*nar# em ata de reunião do conselFo de administração ou da
diretoria# a nature:a e e6tensão do seu interesse%
M<@ Ainda que o"servado o disposto neste arti*o# o administrador somente pode contratar com a companFia em
condiç,es ra:oEveis ou eqOitativas# idênticas Ss que prevalecem no mercado ou em que a companFia contrataria
com terceiros%
%%%
Art% 3AQ% !s administradores não podem# em preHu$:o da companFia# )avorecer sociedade coli*ada# controladora
ou controlada# cumprindoLlFes :elar para que as operaç,es entre as sociedades# se Fouver# o"servem condiç,es
estritamente comutativas# ou com pa*amento compensat+rio adequadoN e respondem perante a companFia pelas
perdas e danos resultantes de atos praticados com in)ração ao disposto neste arti*o%
%%%
Art% 3AB% As notas e6plicativas dos investimentos relevantes devem conter in)ormaç,es precisas so"re as
sociedades coli*adas e controladas e suas relaç,es com a companFia# indicando:
I T a denominação da sociedade# seu capital social e patrimJnio l$quidoN
II T o nPmero# esp8cies e classes de aç,es ou quotas de propriedade da companFia# e o preço de mercado das
aç,es# se FouverN
III T o lucro l$quido do e6erc$cioN
I? T os cr8ditos e o"ri*aç,es entre a companFia e as sociedades coli*adas e controladasN
? T o montante das receitas e despesas em operaç,es entre a companFia e as sociedades coli*adas e
controladas%
ParE*ra)o Pnico% ConsideraLse relevante o investimento:
a) em cada sociedade coli*ada ou controlada# se o valor contE"il 8 i*ual ou superior a de: por cento do valor do
patrimJnio l$quido da companFiaN
") no conHunto das sociedades coli*adas e controladas# se o valor contE"il 8 i*ual ou superior a quin:e por cento
do valor do patrimJnio l$quido da companFia%
6.M.' CVM
3:
A CBC, so*re o assunto, apro&ou atra&%s da Deli*eração nY 2:69: o #ronunciaento do <KRAC>2 denoinado
`3ransações entre #artes Relacionadasa$
<% /ma das evidentes intenç,es do le*islador# ao re*ulamentar as atividades das sociedades por aç,es e as
responsa"ilidades do seu acionista controlador e dos seus administradores ('ei n@ D%A4ACBD L arti*o<<B)# )oi a da
proteção do acionista minoritErio% R neste conte6to que se inserem dispositivos tais como: as penalidades ao
desvio de poder dos administradores# a )i*ura do con)lito de interesses# o direito de dissidência e# sem dPvida
al*uma# a divul*ação (em"ora de)inida em )orma incompleta) das transaç,es entre partes relacionadas%
3% Para permitir uma adequada interpretação das demonstraç,es )inanceiras por parte de seus usuErios e de quem
com "ase nelas vE tomar decis,es de carEter econJmicoL)inanceiro# 8 necessErio que as transaç,es entre partes
relacionadas seHam divul*adas de modo a )ornecer ao leitor# e principalmente aos acionistas minoritErios#
elementos in)ormativos su)icientes para compreender a ma*nitude# as caracter$sticas e os e)eitos deste tipo de
transaç,es so"re a situação )inanceira e so"re os resultados da companFia%
Conceituação
5% Para poder esta"elecer os crit8rios para identi)icação das transaç,es que devem ser divul*adas e a e6tensão
dessa divul*ação# 8 mister de)inir dois conceitos )undamentais:
• transaç,es que merecem divul*ação (ou# ao menos# especial atenção)%
A% Partes relacionadas podem ser de)inidas# de um modo amplo# como aquelas entidades# )$sicas ou Hur$dicas# com
as quais uma companFia tenFa possi"ilidade de contratar# no sentido lato deste termo# em condiç,es que não
seHam as de comutatividade e independência que caracteri:am as transaç,es com terceiros alFeios S companFia#
ao seu controle *erencial ou a qualquer outra Erea de in)luência% !s termos IcontratoK e Itransaç,esK re)eremLse#
neste conte6to# a operaç,es tais como: comprar# vender# emprestar# tomar emprestado# remunerar# prestar ou
rece"er serviços# condiç,es de operaç,es# dar ou rece"erem consi*nação# inte*rali:ar capital# e6ercer opç,es#
distri"uir lucros etc%
Em *eral# a re)erida possi"ilidade de contratar em condiç,es que não as de comutatividade e independência se dE
entre entidades nas quais uma delas# ou seus acionistas controladores# det8m participação a lFes asse*urar
preponderGncia nas deli"eraç,es sociais da outra% -as o conceito de partes relacionadas deve estenderLse#
tam"8m# ao relacionamento econJmico:
• entre empresas com administradores comuns ou que possam in)luenciar eCou se "ene)iciar de
determinadas decis,es nas re)eridas empresas# tomadas em conHunto ou individualmenteN
• de uma empresa com suas controladas diretas ou indiretas e coli*adas ou# com acionistas# quotistas ou
administradores de suas controladoras e coli*adas e viceLversaN e
• se a transação )oi e)etuada em condiç,es semelFantes Ss que seriam aplicadas entre partes não
relacionadas(quanto a preços# pra:os# encar*os# qualidade etc%) que contratassem com "ase em sua livre
vontade e em seu melFor interesse# e
• Rece"imentos ou pa*amentos pela locação ou comodato de "ens im+veis ou m+veis de qualquer
nature:a%
• 'imitaç,es mercadol+*icas e tecnol+*icas%
!PI.I! D! I1RAC!.
Critérios de divulgação
>% !s saldos e6istentes S data do "alanço e as transaç,es ocorridas que mereçam divul*ação devem ser
destacados nas demonstraç,es )inanceiras como se*ue:
U &aldos e transaç,es não inseridos no conte6to operacional normal devem ser classi)icados em itens separados%
37
=% A re)erida divul*ação pode ser )eita no corpo das demonstraç,es )inanceiras ou em notas e6plicativas# qual seHa
o mais prEtico# respeitada a condição de )ornecer detalFes su)icientes para identi)icação das partes relacionadas e
de quaisquer condiç,es essenciais ou não estritamente comutativas inerentes Ss transaç,es em pauta% Deve ser
indicado# em todos os casos# se as transaç,es )oram )eitas a valores e pra:os usuais no mercado ou de
ne*ociaç,es anteriores que representam condiç,es comutativas%
<4% .o caso de transaç,es com )ornecedores# clientes ou )inanciadores com os quais a empresa mant8m uma
relação de dependência econJmica# )inanceira ou tecnol+*ica# os saldos ou os montantes das operaç,es
e)etuadas durante o e6erc$cio deverão ser divul*ados como uma e6plicação sucinta da nature:a do
relacionamento ou da dependência% Esta divul*ação poderE ser inclu$da na nota e6plicativa re)erente Ss operaç,es
ou saldos normais do mesmo tipo (por e6emplo: clientes# )inanciamentos etc%) ou em nota espec$)ica%
<<% Por )im# deveLse ressaltar que o conceito de apresentação adequada das demonstraç,es )inanceiras
pressup,e um )ator importante no processo de tomada de decisão quanto S divul*ação ou não das transaç,es
com partes relacionadas# que 8 a relevGncia dos mesmos% DeveLse medir convenientemente a relevGncia de
quaisquer discrepGncias ou variaç,es em relação Ss prEticas aceitas decorrentes daquelas transaç,es# antes de
se decidir pela sua divul*ação%
<3% .as demonstraç,es )inanceiras consolidadas que incluam as partes relacionadas# como re*ra *eral não serE
necessEria a divul*ação da maioria dos saldos e transaç,es com partes relacionadas# HE que eles são eliminados
no processo de consolidação% Entretanto# tanto as transaç,es com a pessoa )$sica dos administradores eCou
controladores# como as operaç,es que revelam dependência econJmica eCou )inanceira# não são eliminadas no
re)erido processoN porquanto# esses montantes devem ser revistos# desta ve: em relação com a si*ni)icGncia dos
saldos consolidados%
Aplicação deste pronunciamento
<5% Este procedimento deverE ser aplicado em demonstraç,es )inanceiras com e6erc$cios sociais encerrados a
partir de <@ de HunFo de <=>DN entretanto# sua aplicação imediata 8 encoraHada%
6.M.+ CFC
> Consel?o Federal de Conta*ilidade 'CFC), por eio da RE0>=DMN> CFC 2Y 573683, que apro&a a 2ora Krasileira de
Conta*ilidade . 2KC 3 47 E #artes Relacionadas, assi se expressa so*re o assunto$
Esta norma esta"elece crit8rios e procedimentos espec$)icos de divul*ação de in)ormaç,es relativas a partes
relacionadas e se aplica a quaisquer demonstraç,es contE"eis ou in)ormaç,es contE"eis ela"oradas para
quaisquer )ins%
Para permitir uma adequada interpretação das demonstraç,es contE"eis por parte de seus usuErios e de quem#
com "ase nelas# vE tomar decis,es de carEter econJmicoL)inanceiro# 8 necessErio que as transaç,es entre partes
relacionadas seHam divul*adas de modo a )ornecer ao usuErio e# principalmente# aos acionistas ou s+cios
minoritErios elementos in)ormativos su)icientes para compreender a ma*nitude# as caracter$sticas e os e)eitos
dessas transaç,es so"re a situação patrimonial e )inanceira e so"re os resultados da entidade%
A administração da entidade 8 responsEvel pela identi)icação e divul*ação das partes relacionadas e das
transaç,es com tais partes% Essa responsa"ilidade e6i*e que a administração implante sistemas contE"eis e de
controle interno adequados# para asse*urar que as transaç,es com partes relacionadas possam ser identi)icadas
nos re*istros contE"eis ou e6traLcontE"eis e apropriadamente divul*adas nas demonstraç,es contE"eis e em
outras in)ormaç,es contE"eis ela"oradas para
39
quaisquer )ins%
A'CA.CE
Esta norma aplicaLse Ss divul*aç,es de transaç,es entre uma entidade e suas partes relacionadas# com relação
aos aspectos contE"eis# não se estendendo:
a) aos estudos para determinação da anElise dos preços de trans)erência requeridos pela le*islação )iscal para as
transaç,es praticadas com entidades li*adas )ora do 1rasilN e
") ao tratamento contE"il e divul*ação de in)ormaç,es so"re investimentos em controladas e coli*adas%
Esta norma aplicaLse somente Ss relaç,es entre as partes relacionadas descritas a se*uir:
a) entidades que# direta ou indiretamente# por meio de uma ou mais entidades intermediErias# controlam a entidade
que apresenta suas demonstraç,es contE"eis# ou são por ela controladas# ou estão so" controle comum% /ma
entidade 8 controlada quando a entidade controladora# direta ou por meio de outras controladas# 8 titular de
direitos de s+cios eCou quotistas que lFe asse*urem# de modo permanente# preponderGncia nas deli"eraç,es
sociais e o poder de ele*er a maioria dos administradores% /ma entidade 8 coli*ada quando uma participa com
<4V ou mais do capital da outra# sem a controlar%
/ma entidade 8 li*ada quando# por al*uma )orma# e6iste relação entre as entidades# seHa pelo )ato de serem
coli*adas ou controladas ou por manterem acionistas eCou quotistas em comumN
*) pessoas que possuem# direta ou indiretamente# in)luência no poder de voto da entidade# tendo com isso uma
in)luência si*ni)icativa so"re a entidade e os mem"ros mais pr+6imos da )am$lia dessas pessoasN
c) pessoasLcFave da administração# isto 8# pessoas que têm autoridade e responsa"ilidade de planeHar# diri*ir e
controlar as atividades da entidade# inclusive diretores e e6ecutivos das entidades e mem"ros pr+6imos da )am$lia
de tais pessoasN e
d) entidades nas quais in)luência su"stancial no poder de voto seHa detida# direta ou indiretamente# por quaisquer
das pessoas descritas em " ou c acima# ou entidades so"re as quais tais pessoas possam e6ercer in)luência
si*ni)icativa%
Isto inclui entidades controladas por seus diretores ou seus principais acionistas da entidade e entidades que têm
um mem"roLcFave da administração em comum%
.o conte6to desta norma# não se consideram partes relacionadas:
a) duas entidades simplesmente porque têm um diretor em comumN mas 8 necessErio considerar a possi"ilidade e
avaliar a pro"a"ilidade de que o diretor possa ser capa: de a)etar as diretri:es de am"as as entidades nas
transaç,es entre siN
*) )inanciadores# companFias de utilidade pP"lica# sindicatos e +r*ãos e a*ências *overnamentais# no curso de
suas transaç,es normais com uma entidade# em"ora essas transaç,es possam resultar em acordos que venFam a
in)luenciar o processo decis+rio da entidadeN e
c) um Pnico cliente# )ornecedor# concessionErio# distri"uidor ou a*ente *eral# com o qual a entidade mant8m um
volume si*ni)icativo de ne*+cios# meramente em ra:ão da dependência econJmica%
!s se*uintes termos são usados nesta norma com os seus si*ni)icados:
a) transação entre partes relacionadas T uma trans)erência de recursos ou o"ri*aç,es entre partes relacionadas#
ainda que a t$tulo *ratuitoN
*) controle T titularidade# direta ou indireta# por interm8dio de outras entidades# de direitos de s+cio que
asse*urem# de modo permanente# preponderGncia nas deli"eraç,es sociais e o poder de ele*er ou destituir a
maioria dos administradores ou por disposição estatutEria ou por e)eito de contrato ou acordo# as pol$ticas
)inanceiras e operacionais da administração da entidadeN
c) in)luência si*ni)icativa T participação nas decis,es so"re as pol$ticas )inanceiras e operacionais de uma
entidade# mas não o controle dessas pol$ticas% A in)luência si*ni)icativa pode ser e6ercida de diversas maneiras#
*eralmente pela representação no conselFo de administração# mas tam"8m# por e6emplo# pela participação no
35
processo de de)inição das diretri:es# transaç,es relevantes intercompanFias# intercGm"io de pessoas da
administração ou dependência de in)ormaç,es t8cnicas% A in)luência si*ni)icativa pode ser conse*uida por meio de
participação acionEria# disposiç,es estatutErias ou acordo de acionistas# como no caso de sociedades nas quais a
entidade e6erça in)luência so"re as decis,es da administração# em"ora não tenFa participação direta ou indireta#
mas dela usu)rui "ene)$cios ou assume riscosN e
d) mem"ros mais pr+6imos da )am$lia T são o cJnHu*e ou companFeiro(a)# e os parentes em linFa reta# ou colateral
ou transversal# at8 o terceiro *rau# e os parentes por a)inidade at8 o se*undo *rau%
Partes relacionadas são de)inidas# de um modo amplo# como aquelas entidades# pessoas )$sicas ou Hur$dicas com
as quais uma entidade tenFa possi"ilidade de contratar# no sentido lato deste termo# em condiç,es que não seHam
as de comutatividade e independência que caracteri:am as transaç,es com terceiros alFeios S entidade# ao seu
controle *erencial ou a qualquer outra Erea de in)luência% !s termos IcontratoK e Itransaç,esK re)eremLse# neste
conte6to# a operaç,es tais como: comprar# vender# emprestar# tomar emprestado# remunerar# prestar ou rece"er
serviços# condiç,es de operaç,es# dar ou rece"er em consi*nação# inte*rali:ar capital# e6ercer opç,es# distri"uir
lucros# etc%
Em *eral# a re)erida possi"ilidade de contratar em condiç,es que não as de comutatividade e independência se dE
entre entidades nas quais uma delas# ou seus acionistas ou s+cios controladores# det8m participação a lFes
asse*urar preponderGncia nas deli"eraç,es sociais da outra% -as o conceito de partes relacionadas deve
estenderLse# tam"8m# ao relacionamento econJmico:
a) entre empresas que# por via direta ou indireta# respondam ao mesmo controle societErioN
*) entre empresas com administradores comuns ou que possam in)luenciar determinadas decis,es nas re)eridas
empresas# tomadas em conHunto ou individualmente# ou que possam se "ene)iciar destas decis,esN
c) de uma empresa com seus acionistas# quotistas e administradores (quaisquer que seHam as denominaç,es dos
car*os)# e com mem"ros mais pr+6imos da )am$lia dos indiv$duos antes relacionadosN
d) de uma empresa com suas controladas diretas ou indiretas e coli*adas# ou com acionistas# quotistas ou
administradores de suas controladoras e coli*adas e viceLversaN e
e) de uma empresa com )ornecedores# clientes ou )inanciadores com os quais mantenFam uma relação de
dependência econJmica eCou )inanceira# ou de outra nature:a que permita essas transaç,es# quaisquer que seHam#
sem a o"servGncia da independência e comutatividade%
As de)iniç,es de partes relacionadas e transaç,es com partes relacionadas sãoportanto# no sentido de que partes
são consideradas relacionadas se uma delas puder controlar a outra ou se e6ercer in)luência si*ni)icativa so"re as
decis,es )inanceiras e operacionais tomadas por essa outra%
0ransaç,es com partes relacionadas envolvem trans)erências de recursos ou o"ri*aç,es entre si# a t$tulo oneroso
ou não% Essa de)inição não es*ota necessariamente# os elementos a serem levados em conta para a identi)icação
das partes que devem ser quali)icadas como IrelacionadasK# nem restrin*em as in)ormaç,es que devem ser
divul*adas devido aos requerimentos previstos em lei ou por +r*ãos re*uladores%
Ao considerar cada relacionamento poss$vel entre partes relacionadas# a atenção deve ser diri*ida para a
su"stGncia do relacionamento# e não meramente para a sua )orma le*al%
RE'ACI!.A-E.0! E.0RE PAR0E& RE'ACI!.ADA&
! relacionamento entre partes relacionadas 8 normal nos ne*+cios% .este sentido# entidades )reqOentemente
e6ercem uma parte de suas atividades por meio de controladas ou coli*adas e adquirem participação em outras
entidades T com prop+sitos de investir ou por motivos comerciais T que são de proporção su)iciente para que a
investidora controle ou e6erça in)luência si*ni)icativa so"re as decis,es )inanceiras e operacionais da investida%
48
! relacionamento entre partes relacionadas pode ter e)eito so"re a posição patrimonial e )inanceira e os resultados
das respectivas entidades% As transaç,es entre partes relacionadas podem# em al*umas circunstGncias# ser
reali:adas em "ases di)erentes daquelas que seriam ne*ociadas e aceitas entre partes nãoLrelacionadas%
!s resultados e a posição patrimonial e )inanceira de uma entidade podem ser a)etados pelo relacionamento entre
partes relacionadas# ainda que não se reali:em transaç,es entre essas% A simples e6istência do relacionamento
pode ser su)iciente para a)etar as transaç,es de determinada entidade com terceiros% Por e6emplo# uma
controlada pode cancelar as transaç,es com determinada entidade com a qual mantinFa operaç,es# quando a sua
controladora adquire outra entidade com a mesma atividade% Por outro lado# uma parte pode a"sterLse de a*ir# em
virtude da in)luência si*ni)icativa de outra% /ma controlada pode ser instru$da por sua controladora para não se
envolver em atividades de pesquisa e desenvolvimento% !s e)eitos dessas situaç,es não são divul*ados dada a
di)iculdade de uma mensuração o"Hetiva%
! reconFecimento contE"il de uma trans)erência de recursos 8 normalmente "aseado no preço acordado entre as
partes% Entre partes nãoLrelacionadas o preço não indu: a )avorecimentos% As partes relacionadas podem ter um
*rau de )le6i"ilidade no esta"elecimento de preços# o qual não estE presente nas transaç,es entre partes nãoL
relacionadas%
/tili:aLse de uma variedade de m8todos para esta"elecer o preço nas transaç,es entre partes relacionadas% !s
comentErios a se*uir têm por o"Hetivo demonstrar que# de uma maneira *eral# as transaç,es )oram praticadas em
condiç,es normais de mercado%
/ma maneira de esta"elecer o preço em uma transação entre partes relacionadas pode ser o m8todo do preço
nãoLcontrolado comparEvel# o qual )i6a o preço com "ase em mercadorias comparEveis# vendidas em mercado
economicamente comparEvel a um comprador nãoLrelacionado com o vendedor% Wuando as mercadorias ou
serviços )ornecidos numa transação entre partes relacionadas e as respectivas condiç,es são semelFantes Ss
transaç,es comerciais entre partes independentes# muitas ve:es# esse m8todo 8 utili:ado%
Wuando mercadorias são trans)eridas entre partes relacionadas para venda su"seqOente a terceiros# o m8todo de
preço de revenda 8 *eralmente utili:ado% Por esse m8todo# o preço de revenda 8 redu:ido por uma mar*em que
representa uma importGncia que servirE para o revendedor recuperar seus custos e o"ter um retorno comparEvel
com empresas semelFantes
%
!utro m8todo 8 o custo acrescido de uma mar*em# o qual o"Hetiva acrescentar uma mar*em apropriada ao custo
do )ornecedor% Poderão sur*ir di)iculdades para determinar tanto os elementos atri"u$veis ao custo como S
mar*em% Entre os parGmetros que podem aHudar na )i6ação do preço )inal estE o retorno comparEvel com
indPstrias semelFantes%
Xs ve:es# os preços adotados para transaç,es entre partes relacionadas não são esta"elecidos de acordo com os
m8todos descritos anteriormente% Wualquer que seHa o m8todo adotado# transaç,es entre partes relacionadas
devem ser divul*adas nas demonstraç,es contE"eis ou em outras in)ormaç,es contE"eis# mencionando as
condiç,es em que )oram praticadas e os respectivos valores%
Em certos casos# devido a caracter$sticas espec$)icas dos produtos e do tipo de indPstria# podem ser )a"ricados
produtos para atender Ss necessidades de partes relacionadas# não tendo outro mercado consumidor% .esse caso#
a operação deverE ser divul*ada em notas e6plicativas Ss demonstraç,es contE"eis# "em como Ss condiç,es
utili:adas na transação%
DI?/'YAÇ!
44
-aior ou menor destaque na divul*ação das transaç,es deve ser dado# considerando os se*uintes )atos:
a) se a transação )oi e)etuada em condiç,es semelFantes Ss que seriam aplicadas entre partes nãoLrelacionadas
(quanto a preços# pra:os# encar*os# qualidade# etc%) que contratassem com "ase em sua livre vontade e em seu
melFor interesseN e
*) se as transaç,es por si ou por seus e)eitos a)etam ou possam vir a a)etar# de )orma si*ni)icativa# a situação
patrimonial e )inanceira eCou os resultados e sua correspondente demonstração# das empresas intervenientes na
operação%
A se*uir# são mencionadas situaç,es em que as transaç,es entre partes relacionadas podem e6i*ir divul*ação
pela entidade nas demonstraç,es contE"eis ou em outras in)ormaç,es contE"eis# no per$odo em que re)eridas
transaç,es ocorreram%
A relação a"ai6o 8 meramente de transaç,es que normalmente ocorrem# todavia# não 8 e6austiva de transaç,es
entre partes relacionadas:
a) compra ou venda de produtos eCou serviços (produtos aca"ados ou em processo# etc%)N
*) compra ou venda de imo"ili:ado ou outros ativos# inclusive alienação ou trans)erência de direitos de propriedade
industrialN
c) prestação ou rece"imento de serviçosN
d) contratos de a*enciamento ou de licenciamentoN
e) saldos decorrentes de operaç,es e quaisquer outros saldos a rece"er ou a pa*arN
!) novação# perdão ou outras )ormas pouco usuais de cancelamento de d$vidasN
g) prestação de serviços administrativos eCou qualquer )orma de utili:ação da estrutura )$sica ou de pessoal de
uma empresa pela outra ou outras# com ou sem contraprestaçãoN
?) avais# )ianças# Fipotecas# dep+sitos# penFores ou quaisquer outras )ormas de *arantiasN
i) aquisição de direitos ou opç,es de compra ou qualquer outro tipo de "ene)$cio e seu respectivo e6erc$cio do
direitoN
/) quaisquer trans)erências de "ens# direitos e o"ri*aç,es nãoLremuneradas ou em condiç,es )avorecidasN
c) rece"imentos ou pa*amentos pela locação ou concessão de comodato de "ens im+veis ou m+veis de qualquer
nature:aN
l) manutenção de quaisquer "ene)$cios para )uncionErios de partes relacionadas# tais como: planos suplementares
de previdência social# plano de assistência m8dica# re)eit+rio# centros de recreação# etc%N
) limitaç,es mercadol+*icas e tecnol+*icasN
n) )inanciamentos e contri"uiç,es de capital em dinFeiro ou em "ensN e
o) trans)erência de pesquisas e desenvolvimento# tecnolo*ia# etc%
!s saldos e6istentes na data do "alanço e as transaç,es ocorridas durante o e6erc$cio ou no per$odo que
mereçam divul*ação devem ser destacados nas demonstraç,es ou in)ormaç,es contE"eis com a identi)icação das
partes relacionadas e a indicação dos seus montantes# nature:a e condiç,es% 0ransaç,es anormais com partes
relacionadas ap+s o encerramento do e6erc$cio ou per$odo tam"8m devem ser divul*adas%
A re)erida divul*ação pode ser )eita no corpo das demonstraç,es contE"eis eCou em notas e6plicativas# qual seHa o
mais prEtico# respeitada a condição de )ornecer detalFes su)icientes para a identi)icação das partes relacionadas e
das transaç,es reali:adas entre as partes# para entendimento das demonstraç,es contE"eis% Deve ser indicado#
em todos os casos# se as transaç,es )oram )eitas a valores e pra:os usuais no mercado ou de ne*ociaç,es
anteriores que representam condiç,es comutativas%
Por )im# deveLse ressaltar que o conceito de apresentação adequada das demonstraç,es contE"eis pressup,e um
)ator importante no processo de tomada de decisão quanto S divul*ação ou não das transaç,es com partes
relacionadas# que 8 a
42
relevGncia destas% DeveLse medir convenientemente a relevGncia de quaisquer discrepGncias ou variaç,es em
relação Ss prEticas aceitas decorrentes daquelas transaç,es# antes de se decidir pela sua divul*ação%
.as demonstraç,es contE"eis consolidadas que incluam as partes relacionadas# como re*ra *eral# não serE
necessEria a divul*ação da maioria dos saldos e transaç,es com essas partes relacionadas# uma ve: que estes
são eliminados no processo de consolidação%
A )im de que o usuErio das demonstraç,es contE"eis possa )ormar uma id8ia dos e)eitos do relacionamento entre
partes relacionadas nas demonstraç,es contE"eis consolidadas# 8 apropriado divul*ar o relacionamento quando o
)ator controle estE presente# ainda que não tenFa Favido transaç,es entre as partes%
!s detalFes das transaç,es com partes relacionadas normalmente incluem:
a) uma indicação do volume das transaç,es# seHa por meio de valores# ou por meio da proporção em relação ao
volume total das transaç,es da entidadeN
*) montante ou respectiva proporção dos saldos e6istentes na data do "alançoN e
c) o(s) m8todo(s) e as pol$ticas adotado(s) para a determinação dos preços%
As transaç,es e os saldos com a(s) pessoa(s) )$sica(s) dos administradores eCou controladores e demais partes
relacionadas devem ser divul*ados em notas e6plicativas Ss demonstraç,es contE"eis com detalFes su)icientes
que permitam ter uma noção e6ata do tipo de transação e os valores e as condiç,es envolvidos%
Em"ora não seHam inte*rantes de partes relacionadas# transaç,es com )ornecedores# clientes ou )inanciadores
com os quais a entidade mant8m uma relação de dependência econJmica# )inanceira ou tecnol+*ica# os saldos ou
os montantes das operaç,es e)etuadas durante o e6erc$cio deverão ser divul*ados# se*uidos de uma e6plicação
sucinta da nature:a do relacionamento ou da dependência% Esta divul*ação poderE ser inclu$da na nota e6plicativa
re)erente Ss operaç,es ou saldos normais do mesmo tipo (por e6emplo: clientes# )ornecedores# )inanciamentos#
etc%) ou em nota e6plicativa espec$)ica%
S de ressaltar que a nora expedida pelo CFC est; de acordo co pronunciaento pro!erido pelo <nternational Accounting
0tandart Coittee E <A0C 'Coissão de 2oras <nternacionais de Conta*ilidade), do qual o Krasil % e*ro"
Assi, con&% estudar atentaente esta Resolução, pois nas pro&as, principalente as ela*oradas pela Esa!, o assunto %
co*rado co esse en!oque"
6.I M3t"&< e (&.&3.
Este tea não est; explicitaente no prograa do concurso, por% costua ser co*rado" Ruanto I sua inclusão e partes
relacionadas não se encontra unaniidade entre os principais autores" Entendeos, pelas caracter-sticas que en&ol&e as
transações entre atriz co suas !iliais, que podeos enquadr;.lo neste t1pico ou e algu outro" > iportante % que ele
se/a inclu-do e algu lugar para que os concursandos possa estud;.lo"
A lei nY :"48467:, tratando so*re o registro do co%rcio, no art" 57, Z 3Y, asse&era que a criação de sucursais, !iliais ou
ag+ncias de&er; ser arqui&ada no registro do co%rcio"
Art% =B% Cumpre ao re*istro do com8rcio e6aminar se as prescriç,es le*ais )oram o"servadas na constituição da
companFia# "em como se no estatuto e6istem clEusulas contrErias S lei# S ordem pP"lica e aos "ons costumes%
%%%
M 5@ A criação de sucursais# filiais ou a*ências# o"servado o disposto no estatuto# serE arquivada no re*istro do
com8rcio%
43
6.I.1 C!ce&ts &!&c&3&s
M3t"&<E S o esta*eleciento sede, o que ant% o controle adinistrati&o, onde !unciona a direção da epresa e onde são
toadas as decisões ou onde são centralizadas as operações" En!i, % o esta*eleciento de coando da copan?ia"
F&.&3.E S qualquer esta*eleciento ercantil industrial ou ci&il, dependente ou ligado a outro que, e relação a ele, te ou
det% o poder de coando" As !iliais possue, noralente, u grau de autonoia adinistrati&a delegada da atriz a
seus gerentes ou prepostos"
S$c$"s3.E S o esta*eleciento que depende de outro esta*eleciento, no caso a atriz" Cant% estoques de ercadorias
e possui certa li*erdade adinistrati&a"
AC@!c&3E > agente noralente rece*e certa reuneração do esta*eleciento atriz" A atriz, de regra, assue a
responsa*ilidade econGica e !inanceira da ag+ncia"
C.&C3#3E Epresa que participa co 48O ou ais do capital social de outra se control;.la"
C!t".3#3E S aquela epresa que est; so* in!lu+ncia adinistrati&a rele&ante de outra que % sua controladora" Cuitos
autores não !aze distinção entre 0ucursais, Ag+ncias e Filiais, tratando.as da esa !ora" De certa !ora estão certos,
pois as di!erenças são uito pequenas e para !ins de concurso pH*lico não nos interessa os aspectos !orais relati&os a
parte adinistrati&a" <nteressa.nos os aspectos relati&os a conta*ilização dos !atos cont;*eis"
6.I.' C!t3>&.&#3#e #e (&.&3&s
As operações geradas pelas !iliais de&e ser apresentadas e relat1rios distintos do relat1rio geral da atriz que
englo*ar; os relat1rios das !iliais"
Desta !ora, e !ace da necessidade de cada !ilial apresentar relat1rios indi&iduais, a sua conta*ilidade pode ser
centralizada no esta*eleciento da atriz ou descentralizada"
S de ressaltar que a apresentação de relat1rios indi&iduais por parte das !iliais decorre da necessidade de in!orações para
que a atriz ou a epresa coo u todo, toe suas decisões e !aça suas an;lises co &istas ao plane/aento"
2a c!t3>&.&<3)* ce!t"3.&<3#3 poder; ?a&er su*di&isão de tare!as dependendo dos poderes atri*u-dos ao gerente da
!ilial"
2a c!t3>&.&<3)* #esce!t"3.&<3#3 ?; registros indi&idualizado de todas as !iliais" Assi, elas possue li&ros pr1prios
coo o Di;rio, o Razão, Caixa, Registro de <n&ent;rio, Apuração de <#< etc" S recoend;&el que a !ilial adote igual plano e
classi!icação de contas e se utilize dos esos crit%rios cont;*eis adotados pela atriz"
2o plano de contas da atriz ?; ua contracorrente para cada ua de suas !iliais" 2esta contracorrente a atriz registrar;
todas as transações realizadas co a !ilial" As transações en&ol&e o o&iento de quaisquer *ens" Assi, no plano de
contas da atriz tereos as contas `Filial W. contracorrentea, `Filial d . contracorrentea, `Filial J . contracorrentea etc",
con!ore o nHero e noe das !iliais"
E cada ua das !iliais ?a&er;, ta*%, ua contracorrente, correspondente a conta da atriz `Catriz E contracorrentea" S
de ressaltar que esta conta su*stituir; a conta capital na !ilial"
Assi, o capital ou os recursos que a atriz en&iar; para a !ilial serão registrados a d%*ito na conta `Filial W E conta
correntea, pela atriz e a cr%dito na conta `Catriz E contracorrentea, pela !ilial W"
44
L; de se salientar que e uitos casos as !iliais possue apenas o li&ro Caixa" 2este caso, registra apenas os &alores
rece*idos da atriz e os pagaentos a ela e!etuados" As despesas serão realizadas contra u Fundo Fixo de Caixa
suprido pela atriz ediante copro&ação de despesas pagas pela !ilial"
Be/aos u exeplo de conta*ilização relati&o ao !orneciento de capital pela atriz, e esp%cie, no &alor de RX
288"888,88$
ReC&st" !3 -3t"&<$ ReC&st" !3 F&.&3.$
Filial E contracorrente Caixa
a Caixa RX 288"888,88 a Catriz contracorrente RX 288"888,88
M. REAVALIAÇ/O DE ATIVOS
M.1 I!t"#$)*
E o*ser&(ncia ao princ-pio cont;*il do Registro #elo Balor >riginal, o qual preceitua que os eleentos patrioniais de&e
ser registrados, conta*ilente, pelos &alores e!eti&aente ocorridos nas transações co terceiros e que esses &alores
peranecerão inalterados enquanto os *ens, direitos e o*rigações !izere parte do patriGnio da entidade, pode ocorrer,
ao longo do tepo, alguas distorções"
Essas distorções se de&e *asicaente a tr+s !atores$ 1; e &irtude de deterinados *ens sere pass-&eis de &alorização
ao longo do tepoU '; e !unção de a &ariação do poder aquisiti&o da oeda não resultar de&idaente corrigido pelos
-ndices o!iciais de in!lação, principalente a partir de 4Y de /aneiro de 455: quando !oi extinta a correção onet;ria pela =ei
nY 5"245655U +; ou e !unção de os crit%rios utilizados de depreciação, aortização e exaustão não re!letire a real
depreciação ou desgaste ou perda de &alor desses *ens"
#ara dar a de&ida diensão ao presente tea, *uscou.se na legislação !iscal a taxa de depreciação de &e-culos aditida
pelo <posto de Renda que % de 28O ao ano, o que causa a depreciação total dos *ens dessa esp%cie e apenas 5 anos"
>ra, sa*eos que u &e-culo co apenas 5 anos de uso possui, na aioria das &ezes, &alor de ercado e torno de 58O
do &alor de u &e-culo no&o, as na conta*ilidade da epresa que utilizou aquela taxa de depreciação o &alor cont;*il %
nulo ou apresentado apenas co o &alor residual se esse ten?a sido o crit%rio adotado"
Fatos dessa natureza pode trazer transtornos coo$
 >s interessados na in!oração cont;*il não possue a exata diensão do patriGnio da entidadeU
 >s in&estidores pode a!ugentar.se por !alta de garantiasU
 As operações de partil?a, cisão, !usão e incorporação pode gerar intrigas e descon!ianças se deixaros para
!azer sua a&aliação soente para estas !inalidades"
> legislador da =ei n e :"4846457: '=ei das 0ociedades por Ações), atento I ocorr+ncia dessas ?ip1teses, esta*eleceu e
seu art" 492, Z 3e, ua exceção ao princ-pio cont;*il do Registro pelo Balor >riginal, pois adite que deterinados ati&os,
integrantes do Ati&o #eranente, se/a a&aliados a &alores de ercado" A esa lei ainda !az re!er+ncia a rea&aliação de
ati&os no art" 479, Z 2Y" A lei societ;ria !oi regulaentada pelas Deli*erações CBC nYs 493655 e 28:65:" >s dispositi&os da
lei societ;ria !ora conce*idos nos seguintes teros$
Art% <B>% .o "alanço# as contas serão classi)icadas se*undo os elementos do patrimJnio que re*istrem# e
a*rupadas de modo a )acilitar o conFecimento e a anElise da situação )inanceira da companFia%
%%%
M 3@ .o passivo# as contas serão classi)icadas nos se*uintes *rupos:
%%%
45
d) patrimJnio l$quido# dividido em capital social# reservas de capital# austes de avaliação patri!onial# reservas
de lucros# aç,es em tesouraria e preHu$:os acumulados% (Redação dada pela 'ei n@ <<%D5>#de 344B)
%%%
Art% <>3% A conta do capital social discriminarE o montante su"scrito e# por dedução# a parcela ainda não reali:ada%
%%%
M 5o &erão classi)icadas como austes de avaliação patri!onial# enquanto não computadas no resultado do
e6erc$cio em o"ediência ao re*ime de competência# as contrapartidas de aumentos ou diminuiç,es de valor
atri"u$do a elementos do ativo (M Qo do art% <BB# inciso I do caput do art% <>5 e M 5o do art% 33D desta 'ei) e do
passivo# em decorrência da sua avaliação a preço de mercado% (Redação dada pela 'ei n@ <<%D5>#de 344B)%
%%%
'gri!ou.se)"
Encontraos, ta*%, o recon?eciento do processo de rea&aliação na legislação !iscal, ais especi!icaente a
legislação do iposto de renda, por eio do Decreto nY 3"888, de 2: de arço de 4555, que apro&ou o Regulaento do
<posto de Renda 'R<R655)" >s dispositi&os da legislação !iscal que recon?ece a exist+ncia da rea&aliação de ati&os são
os arts, 274U 524, Z 4YU e 53:, Z 2Y, que esta*elece$
Art% 3B<% Devem ser re*istradas na escrituração comercial a apuração do resultado de contratos de lon*o pra:o# a
avaliação de investimentos em sociedades coli*adas ou controladas pelo valor do patrimJnio l$quido# inclusive de
)iliais# sucursais# a*ências e representaç,es no e6terior# a apuração de resultados de empreendimentos
imo"iliErios e a reavaliação de "ens do ativo
%
Art% Q3<% !s *anFos de capital# os rendimentos e *anFos l$quidos au)eridos em aplicaç,es )inanceiras# as demais
receitas e os resultados positivos decorrentes de receitas não a"ran*idas pelo art% Q<=# serão acrescidos S "ase
de cElculo de que trata este &u"t$tulo# para e)eito de incidência do imposto e do adicional# o"servado o disposto
nos arts% 35= e 3A4 e no M 5@ do art% 3A5# quando )or o caso ('ei n@ =%A54# de <==D# art% 3Q# inciso II)%
%%%
M A@ .a apuração de *anFo de capital# os valores acrescidos em virtude de reavaliação somente poderão ser
computados como parte inte*rante dos custos de aquisição dos "ens e direitos se a empresa comprovar que os
valores acrescidos )oram computados na determinação da "ase de cElculo do imposto ('ei n@ =%A54# de <==D# art%
Q3)%
%%%
Art% Q5D% &erão acrescidos S "ase de cElculo os *anFos de capital# os rendimentos e *anFos l$quidos au)eridos em
aplicaç,es )inanceiras# as demais receitas e os resultados positivos decorrentes de receitas não a"ran*idas pelo art% Q5<#
au)eridos no per$odo de apuração# o"servado o disposto nos arts% 35=# 3A4# Q55 e Q5A ('ei n@ =%A54# de <==D# art% 3B# inciso
II)%
%%%%%%%
M 3@ .a apuração de *anFo de capital# os valores acrescidos em virtude de reavaliação somente poderão ser
computados como parte inte*rante dos custos de aquisição dos "ens e direitos se a empresa comprovar que os
valores acrescidos )oram computados na determinação da "ase de cElculo do imposto ('ei n@ =%A54# de <==D# art%
Q3)" 'gri!ou.se)"
Con!ore se depreende da leitura do art" 492 da lei coercial, as rea&aliações de&e ter por *ase u laudo de a&aliação
nos teros do art" 9Y da esa lei, que, por seu turno, esta*elece as condições para a a&aliação e a responsa*ilidade pela
a&aliação desses *ens" > dispositi&o se re!ere Is a&aliações de *ens para integralização de capital social, no entanto ele
de&e ser o*ser&ado no processo de rea&aliação no que !or ca*-&el"
Be/aos o re!erido dispositi&o$
4:
Art% >@% A avaliação dos "ens serE )eita por três peritos ou por empresa especiali:ada# nomeados em assem"l8ia
*eral dos
su"scritores# convocada pela imprensa e presidida por um dos )undadores# instalandoLse em primeira convocação
com a presença de su"scritores que representem metade# pelo menos# do capital social# e em se*unda
convocação com qualquer nPmero%
M <@% !s peritos ou a empresa avaliadora deverão apresentar laudo )undamentado# com a indicação dos crit8rios
de avaliação e dos elementos de comparação adotados e instru$do com os documentos relativos aos "ens
avaliados# e estarão presentes S assem"l8ia que conFecer do laudo# a )im de prestarem as in)ormaç,es que lFes
)orem solicitadas%
%%%
M D@% !s avaliadores e o su"scritor responderão perante a companFia# os acionistas e terceiros# pelos danos que
lFes causarem por culpa ou dolo na avaliação dos "ens# sem preHu$:o da responsa"ilidade penal em que tenFam
incorrido% .o caso de "ens em condom$nio# a responsa"ilidade dos su"scritores 8 solidEria%
#ortanto, a a&aliação dos *ens, que serão su*etidos ao processo de rea&aliação, de&e ser realizada por e-p"es3
espec&3.&<3#3 ou por t"@s pe"&ts" S certo que a epresa e os peritos ten?a que ter especialização e grau de
con?eciento so*re os *ens que irão a&aliar" A lei não !az re!er+ncia quanto I independ+ncia do a&aliador, entretanto %
prudente que ele se/a independente, pois dar; aior credi*ilidade e iparcialidade ao laudo de a&aliação"
>utro aspecto a ser considerado % que a lei não discriina a que *ens se pode aplicar o processo de rea&aliação de
ati&os" A CBC, por seu turno, por eio da Deli*eração nY 493, de 4568:64555, liitou a rea&aliação aos *ens tang-&eis do
Ati&o #eranente <o*ilizado e desde que não ?ou&esse pre&isão de sua descontinuidade" Ressalte.se que os *ens do
Ati&o <o*ilizado são os que geralente so!re as aiores distorções de &alores e relação aos &alores de ercado, &isto
que estes são os *ens co aior tepo de peran+ncia na entidade"
> laudo de a&aliação que d; *ase I rea&aliação % ua peça rele&ante, de&endo !azer parte de arqui&o cont;*il e !iscal, pois
!az pro&a do lançaento da rea&aliação e porque nele estão contidas as razões que le&ara ao &alor de ercado e que
precisa ser copro&adas"
Bios, desta !ora, que a legislação *rasileira, tanto a coercial quanto a !iscal, perite que as epresas a&alie seus
ati&os a &alores de ercado, consistindo esse processo nua a!ronta ao princ-pio cont;*il do Registro pelo Balor >riginal,
por% !undaentado nu princ-pio aior que % a e&idenciação da real posição patrionial dos *ens rea&aliados" S de
ressaltar que e alguns pa-ses o processo de rea&aliação de ati&os não % aceita e !unção de a!rontar o princ-pio do
registro pelo &alor original ou ta*% c?aado de custo ?ist1rico"
M.' C!ce&t #e "e3?3.&3)* #e 3t&?s
Diante do que se disse no ite anterior, pode.se conceituar o processo de rea&aliação de ati&os coo sendo o
recon#eci!ento de que os valores dos "ens estão conta"ili$ados a preços a"ai%o do valor de !ercado" > ati&o %
rea&aliado tendo coo contrapartida a conta A/ustes de A&aliação #atrionial" > &alor atri*u-do ao ati&o, o*rigatoriaente
*aseado e laudo t%cnico, passa a ter o &alor de ercado ou de reposição, inclusi&e para !ins de depreciação"
Rea&aliação % a di!erença entre o &alor cont;*il dos *ens e o &alor de ercado" Desta !ora, rea&aliação signi!ica que os
*ens !ora a&aliados a &alor de ercado a re&elia do princ-pio do custo ori*inal corri*ido monetariamente" Co a adoção
desse procediento, os *ens constantes no *alanço patrionial estarão uito pr1xios aos &alores de reposição no estado
e que se encontra"
47
>utra iportante conseq@+ncia do processo de rea&aliação % que os *ens rea&aliados serão depreciados, o que perite
que os custos ou despesas decorrentes da depreciação se/a le&ados ao resultado, apresentando.se este de !ora ais
realista"
A par de tantas &antagens I epresa, o processo de rea&aliação se constitui nu procediento optati&o, não ?a&endo
exigi*ilidade para tanto, sal&o nos casos de reorganização societ;ria e que a a&aliação dos *ens a &alor de ercado %
exigida"
2ão se de&e con!undir a rea&aliação de ati&os co a Correção Conet;ria do Kalanço" A Correção Conet;ria, extinta pela
=ei nY 5"245655 a partir de 846846455:, era era atualização do &alor original na tentati&a de se tra*al?ar co oeda
constante, ao passo que a rea&aliação se constitui na ele&ação do &alor do *e ao &alor de ercado ou de reposição"
E !ace da possi*ilidade de ocorrer con!usão acerca de Correção Conet;ria do Kalanço e a Rea&aliação de Ati&os, &aos
esta*elecer as principais di!erenças existentes ou que existia entre elas$
C""e)* -!et4"&3 #e B3.3!) Re3?3.&3)* #e At&?s
4. *aseada e -ndices econGicos di&ulgados pelo
Ao&ernoU
2. aplicado so*re *ens do Ati&o #eranente, #atriGnio
=-quido e outros eleentos esta*elecidos por leiU
3. contrapartida e resultado 'Resultado Co Correção
Conet;ria E RCC)U
4. dispensa laudo, pois utiliza -ndices econGicosU
5. e!etuada e todos os *alanços, independenteente da
&ontade do epres;rio, pois era copuls1ria"
4. *aseada e &alor de ercado ou de reposiçãoU
2. aplicado so*re *ens do Ati&o #eranente E <o*ilizadoU
3. contrapartida e A/ustes de A&aliação #atrionial, no
#atriGnio =-quidoU
4. o*rigat1rio laudo de peritos, so*re o qual eles t+
responsa*ilidadeU
5. de acordo co a necessidade da entidade e &ontade da
entidade" 2ão % o*rigat1ria"
E !ace da constante utilização, alguns teros necessita de adequada de!inição$
C$st C""&C&# $ C$st At$3.&<3# M!et3"&3-e!te$ % o custo de aquisição original ou o dese*olso e!etuado na
aquisição do *e, considerado e teros de oeda de poder aquisiti&o constante, ou se/a, corrigido onetariaente"
V3." #e Me"c3#$ % o &alor de reposição do *e nua operação noral entre partes, considerando.se o preço I &ista do
*e no estado e que se encontra"
V3." C!t4>&. $ V3." L85$&# C!t4>&.$ % o &alor pelo qual u *e est; registrado na conta*ilidade, deduzido de
depreciação, aortização ou exaustão acuulada" Ressalte.se que o &alor do *e pode estar corrigido onetariaente ou
at% eso estar rea&aliado"
V3." Rec$pe"4?e.$ % o &alor que a entidade espera recuperar pelo uso do *e e suas operações, inclusi&e o &alor
residual na *aixa"
M.+ F&!3.&#3#es #3 "e3?3.&3)*
>s oti&os que sustenta a &ontade de ua epresa e rea&aliar seu Ati&o são uitos, dentre os quais podeos
encionar os seguintes$
• Cel?or apresentação da posição patrionial da epresa, o que possi*ilita a o*tenção de epr%stios /unto a
instituições !inanceirasU
49
• #ela rea&aliação as epresas intenta, por &ezes, reduzir a distri*uição de di&idendos, pois possi*ilita que os
*ens rea&aliados ten?a o seu &alor depreciado sendo a contrapartida ua despesa, o que diinui o lucroU
• #ossi*ilita ua apresentação ais realista do patriGnio o que pode propiciar el?or gerenciaento de custosU
• E&itar !raudes e elisão !iscal por ocasião da alienação desses *ensU
• Coo a rea&aliação % aplicada soente so*re *ens integrantes do Ati&o #eranente, os -ndices de rotati&idade de
estoques, considerado e relação ao ati&o total, apresenta.se co per!orance el?or"
M.6 T"3t3-e!t c!t4>&. e .eC3.
>*ser&ados os crit%rios legais pertinentes I a&aliação de *ens, os &alores constantes no laudo dos peritos são le&ados I
Asse*l%ia Aeral para apro&ação" E sendo apro&ado o laudo, proceder.se.; a conta*ilização da rea&aliação"
#ara proceder.se I rea&aliação, de&e.se, prieiraente, &eri!icar o Balor Cont;*il do custo corrigido" Balor Cont;*il de *e
do Ati&o, con!ore /; &isto, pressupõe o &alor l-quido, isto %, expurgado de depreciação, aortização e exaustão
acuulados"
Con!ore est; estapado no art" 9Y da lei das sociedades anGnias, o laudo de a&aliação de&e indicar o &alor de ercado
do *e e o prazo reanescente I sua utilização ou depreciação"
M.6.1 A "e3?3.&3)* e s p"&!c8p&s ($!#3-e!t3&s #e c!t3>&.&#3#e
A rea&aliação de ati&os, con!ore &isto, % aplaente aceita e nosso #a-s, tanto pela legislação coercial quanto pela
legislação !iscal" E outros pa-ses, entretanto, esse procediento não possui taan?a a*rang+ncia, pois entende que a
adoção do &alor de ercado para os *ens contraria o conceito de custo coo *ase de &alor"
A utilização do processo de rea&aliação de ati&os não pode se constituir e pr;tica de a*uso contra os interessados na
in!oração cont;*il da entidade" L; de se respeitar crit%rios t%cnicos que de&e ser in!orados nas deonstrações
cont;*eis e notas explicati&as, dispondo, principalente, a !ora de apuração dos &alores e dos re!lexos so*re o
patriGnio, de odo que a rea&aliação re!lita a posição ais realista poss-&el"
2ão podeos perder de &ista que a regra geral da a&aliação de ati&os % o custo corrigido onetariaente, insculpida no art"
493 da =ei nY :"48467:, consagrado princ-pio !undaental de conta*ilidade" A rea&aliação, /; o disseos, não % o*rigat1ria
e se constitui nu crit%rio alternati&o que, quando utilizada, de&e o*ser&ar par(etros e crit%rios t%cnicos aceitos pela
legislação coercial e !iscal"
2o procediento de rea&aliação de&e ser o*ser&ado o &alor de recuperação, pois se o ati&o ti&er &alor in!erior ao de
recuperação ele de&e ser a/ustado ao &alor de recuperação, quando então se !ar; a "e3?3.&3)* !eC3t&?3, ?a/a &ista que
u ati&o não pode apresentar &alor cont;*il superior ao &alor de ercado e !ace da correta aplicação do #rinc-pio da
#rud+ncia"
M.6.' Aspects (&sc3&s
A correção onet;ria, quando e &igor, tin?a seus -ndices ditados pela legislação !iscal a re&elia dos princ-pios
!undaentais de conta*ilidade e da legislação societ;ria, pois aquela deterina&a que a correção onet;ria re!letisse a
perda no poder aquisiti&o da oeda" >s -ndices o!iciais, ditados segundo as noras da legislação !iscal, ne sepre
re!letia a real perda da oeda, &isto que utiliza&a, indistintaente para todos os segentos de epresas, par(etros
%dios" As epresas poderia utilizar par(etros ais reais para !ins cont;*eis, desde que a/ustasse os &alores na
apuração do =ucro Real, no entanto, utiliza&a os -ndices o!iciais de&ido a coodidade e por respaldo legal"
45
Essa pr;tica causou, e uitas epresas, di!erenças entre o &alor cont;*il dos *ens e seu &alor de ercado,
ipulsionando.as a perseguir o procediento da rea&aliação desses *ens para eliinar essas discrep(ncias de &alores"
Con&% !risar que o esp-rito da rea&aliação era, originalente, a/ustar o &alor dos *ens de&ido Is !lutuações no seu &alor
de ercado" A adoção desse procediento para suprir ua correção onet;ria de!iciente !oi introduzida e &irtude dessa
discrep(ncia entre os -ndices o!iciais de in!lação e a real in!lação so!rida por cada segente de epresas"
A legislação !iscal, atenta a essas discrep(ncias, adotou edidas especiais, tais coo correções onet;rias especiais ou
copleentares, &isando eliinar ou reduzir essas di!erenças.
Ruanto aos e!eitos !iscais da rea&aliação, a legislação do iposto de renda deterina&a que a rea&aliação de&eria copor
a *ase de c;lculo do <posto de Renda e da C00= quando !* esti&esse pautada e laudo, nos teros do art" 9Y da =ei nY
:"48467:" 3a*% incidia os esos tri*utos quando a rea&aliação não era de *ens do ati&o peranente ou se !osse
utilizada para auento de capital" Essa nora pre&aleceu at% 3464264555"
A partir de 8468462888, por !orça da =ei nY 5"555, de 27 de /aneiro de 2888, precedida pela C# nY 4"524655, o procediento
de apuração do =ucro Real /; não a*arca aqueles &alores, tendo e &ista o disposto no art" 4Y dessa nora, senão
&e/aos$
Art% A@ A contrapartida da reavaliação de quaisquer "ens da pessoa Hur$dica somente poderE ser computada em
conta de resultado ou na determinação do lucro real e da "ase de cElculo da contri"uição social so"re o lucro
l$quido quando ocorrer a efetiva reali$ação do "em reavaliado% 'Ari!ou.se)"
A prop1sito, são !oras de realização do *e rea&aliado$ alienação, so* qualquer !oraU depreciação, aortização ou
exaustãoU *aixa por pereciento"
>utro aspecto que de&e ser o*ser&ado % que o dispositi&o legal se re!ere a rea&aliação de quaisquer *ens" Desta !ora,
para a legislação !iscal, não ?; a o*rigatoriedade de a rea&aliação ser e!etuada soente aos *ens intang-&eis do ati&o
peranente io*ilizado"
As epresas ne sepre utiliza a rea&aliação co o o*/eti&o para o qual ela !oi institu-da" Dtiliza.na para as ais
di&ersas !inalidades, tais coo, entre outras$ a) para copensar correções onet;rias insu!icientesU *) para suprir a
conta*ilização de depreciações aceleradas ou superiores ao e!eti&o desgaste !-sico dos *ensU c) para deonstrar custos
ais atualizados na tentati&a de /usti!icar auentos de preçosU d) para a!etar a distri*uição de lucrosU e) para o*ter
*ene!-cios !iscais coo a copensação contra pre/u-zos !iscais prestes a decairU e !) para alterar a relação entre capital
pr1prio e de terceiros"
M.6.+ EspLc&es #e "e3?3.&3)*
A CBC, por eio da Deli*eração 493, apro&ou pronunciaento do <KRAC>2, que esta*elece as seguintes ?ip1teses de
aplicação do procediento de rea&aliação pre&istas nas legislações societ;ria e !iscal$
3) rea&aliação &olunt;ria de ati&os pr1priosU
>) rea&aliação de ati&os por controladas e coligadasU
c) rea&aliação na su*scrição de capital e outra epresa co con!er+ncia de *ensU
#) rea&aliação nas !usões, incorporações e cisões"
M.M Re3?3.&3)* ?.$!t4"&3 #e 3t&?s p"%p"&s
M.M.1 At&?s p3ss8?e&s #e "e3?3.&3)*
58
A =ei nY :"48467: não discriina a quais *ens % aplicado o processo de rea&aliação, esta*elecendo apenas que a
rea&aliação se aplica a fe.e-e!ts # 3t&?f"
Essa expressão da lei % uito &aga e pode le&ar a entendientos di&ersos coo o de se aplicar a rea&aliação a todo o ati&o
ou ao ati&o peranente"
A legislação !iscal, inicialente, !oi ais criteriosa e restringiu a rea&aliação aos *ens do Ati&o #eranente não a*arcando,
portanto, eleentos coo os estoques ou outros ati&os constantes do Circulante ou Realiz;&el a =ongo #razo" Entretanto,
co a edição da =ei nY 5"555, de 27 de /aneiro de 2888, precedida pela C# nY 4"524655, a rea&aliação % aplic;&el a
quaisquer *ens"
> entendiento da CBC, entretanto, apro&ando o pronunciaento do <KRAC>2, % ais restriti&o, pois entende que a
rea&aliação se/a aplicada exclusi&aente aos >e!s t3!C8?e&s do ati&o &->&.&<3#, desde que não este/a pre&ista sua
descontinuidade operacional"
2o nosso odo de entender o assunto soos de opinião de que o entendiento da CBC % o correto, pois os estoques
de&e ser a&aliados pelo custo de aquisição ou &alor de ercado, dos dois o enorU os in&estientos e controladas e os
rele&antes e coligadas e equiparadas a coligadas quando a in&estidora exerce in!lu+ncia de&e ser a&aliados pela
equi&al+ncia patrionialU e outros in&estientos de&e ser a&aliados pelo custo de aquisição, a/ustados por pro&isões para
perdas pro&;&eis quando estas esti&ere copro&adas coo peranentes"
Desta !ora, escapa das ?ip1teses perissi&as de rea&aliação os in&estientos e o*ras de arte e os i1&eis não de
uso, que soente, e circunst(ncias especiais, poderia ser rea&aliados"
M.M.' Pe"&#&c&#3#e e 3>"3!C@!c&3 #3 "e3?3.&3)*
M.M.'.1 Pe"&#&c&#3#e
Coo o o*/eti&o da rea&aliação % apresentar o *e co &alor ais realista, ua epresa que realiza e conta*iliza a
rea&aliação passa a usar este procediento coo crit%rio de a&aliação desses *ens" Diz a legislação coercial e cont;*il
que os crit%rios de a&aliação de&e ser uni!ores no tepo e, caso se/a adotado outro crit%rio, os seus re!lexos de&e ser
encionados e notas explicati&as" E o*ser&(ncia aos preceitos da legislação, este de&er; ser o crit%rio para a&aliação
do seu io*ilizado dali para !rente" #ortanto, co a adoção do crit%rio da rea&aliação do io*ilizado a epresa deixa de
utilizar o crit%rio do &alor de custo corrigido" Ressalte.se que as rea&aliações de&e ser peri1dicas para que o &alor cont;*il
dos *ens este/a, sepre, o ais pr1xio poss-&el do &alor de ercado"
Assi, para anter o &alor do io*ilizado o ais pr1xio poss-&el do &alor de ercado, de&eos rea&aliar o io*ilizado,
de pre!er+ncia, nos seguintes inter&alos de tepo$
a) anual, para as contas que representa *ens cu/os &alores de ercado possue oscilações expressi&as e curto
per-odoU
*) a cada quatro anos, para os *ens que apresenta pouca oscilação no seu &alor de ercado, inclusi&e os *ens
adquiridos ap1s a Hltia rea&aliaçãoU
c) desde que o*ser&ados o conceito e prazos acia, a entidade pode utilizar u fsistea rotati&of, realizando,
periodicaente, rea&aliações parciais, por rod-zio, co cronograas de!inidos, que cu*ra a totalidade dos ati&os
a rea&aliar a cada per-odo"
M.M.'.' A>"3!C@!c&3
Ruando a epresa decide utilizar o crit%rio de rea&aliação para a&aliar o io*ilizado tang-&el, ela de&e a*ranger todos os
*ens deste su*grupo que possua a natureza de tang-&el para ipedir que certas contas se/a a&aliadas por u crit%rio e
54
outras por crit%rio di!erente"
3oda&ia, os io*ilizados tang-&eis que estão e &ias de sere descontinuados e os que não de&e ser repostos, não
de&e ser rea&aliados por !ugire ao princ-pio da rea&aliação que % o &alor de reposição, &isto que nestas circunst(ncias
esses ati&os não serão repostos"
A rea&aliação parcial do io*ilizado não % recoend;&el, as % adiss-&el" 0e a epresa pre!erir rea&aliar o io*ilizado
de !ora parcial, apenas alguns *ens, de&er; !az+.lo para todos os itens da esa natureza ou da esa conta" 2este
caso não poder; &aler.se do `sistea rotati&oa &isto no ite anterior" De&er;, ta*%, e&idenciar o !ato de !ora uito
precisa nas notas explicati&as, indicando quais *ens !ora rea&aliados co o respecti&o &alor cont;*il antes da rea&aliação,
o &alor constante no laudo de a&aliação do *e e o &alor da rea&aliação que de&e ser indi&idualizado por conta ou natureza
de cada *e"
Assi, por exeplo, se a epresa decidir rea&aliar deterinado &e-culo, soente poder; !az+.lo se adotar esse
procediento e todos os &e-culos que estão registrados no io*ilizado"
#or outro lado, ua epresa pode decidir por encerrar deterinada ati&idade ou rao de neg1cio, o que gera a
descontinuidade da ati&idade ou rao de neg1cio" 2este caso, se os ati&os ali epregados !ora rea&aliados, de&eos
&oltar ao conceito de custo corrigido para esses *ens, ediante estorno da parcela da rea&aliação e*utida no ati&o e a
respecti&a A/ustes de A&aliação #atrionial"
M.M.+ A7$stes e- ($!)* #3 "e3?3.&3)* !eC3t&?3
A legislação deterina que a contrapartida da rea&aliação se/a escriturada e conta espec-!ica de A/ustes de A&aliação
#atrionial, no grupo do #atriGnio =-quido" Entendida desta !ora, a rea&aliação de&e ser oriunda de auento de
coponentes do ati&o, particularente do <o*ilizado" <sto, contudo, não signi!ica que não possa ?a&er ua redução de
&alor dos coponentes do io*ilizado ou eso a sua eliinação"
#ara en!atizar a ocorr+ncia dessa ?ip1tese, iagineos que deterinada epresa que atue no rao da educação, ua
uni&ersidade, por exeplo, se instale nu local que ela /ulgue ser o ais apropriado para essa ati&idade, isto %, e ;rea
*e ar*orizada, longe de ru-dos e de !;cil acesso" En!i, tudo o que o estudante ais quer e e !unção disso, ela passa a
ser uito procurada o que &alorizada, inclusi&e o seu io*ilizado" E decorr+ncia da &alorização do seu io*ilizado, ?ou&e
a necessidade de passare pelo processo rea&aliação na edida da &alorização do dos *ens e teros de ercado"
Entretanto, ap1s alguns anos de !uncionaento, o poder pH*lico resol&e construir, nas suas ad/ac+ncias, u aeroporto
coercial de grande !luxo de aerona&es" Co isso, praticaente todas as &antagens que a epresa o!erecia !ora
suplantadas por ru-dos de a&iões decolando e pousando, o tr(nsito !icou congestionado e o a*iente polu-do" A procura
pela uni&ersidade caiu &ertiginosaente e, e conseq@+ncia, os *ens do ati&o peranente E io*ilizado, desta epresa,
certaente ti&era des&alorização signi!icati&a e não poderão ou nãode&erão peranecer co &alor supera&aliado, pois tal
!ato se constitui a!ronta ao #rinc-pio da #rud+ncia, &isto que não poderão ser realizados pelos &alores que consta nos
registros cont;*eis"
Desta !ora, os peritos ou a epresa encarregada de ela*orar o laudo de a&aliação poderão apurar u &alor de ercado
in!erior ao &alor cont;*il pelo qual o *e est; registrado no patriGnio da entidade" E ocorrendo !ato dessa natureza, %
entendiento que de&eos recon?ecer, nos registros cont;*eis, esse decr%scio dos *ens decorrente da no&a a&aliação,
desde que ?a/a A/ustes de A&aliação #atrionial, at% o liite desta"
Assi, quando a a&aliação dos *ens, e con/unto, !or in!erior ao &alor de ercado, de&eos adotar os seguintes
procedientos$
52
a) se estaos diante de ua prieira rea&aliação ou se não ?ou&er saldo na A/ustes de A&aliação #atrionial, o
e!eito negati&o não de&e ser recon?ecido" Ceso nesse caso, a epresa de&er; &eri!icar se o &alor cont;*il dos
ati&os, considerados econ/unto, % recuper;&el atra&%s de suas operações !uturas"
> &alor de recuperação de u io*ilizado % a quantia que a epresa espera poder depreciar, aortizar ou exaurir pelo uso
!uturo e suas ati&idades, soado ao &alor residual na *aixa por alienação ou pereciento" De regra, todos os itens
constantes no *alanço patrionial são recuper;&eis" Entretanto, /; &ios acia, existe a possi*ilidade de o &alor de
recuperação ser in!erior ao &alor cont;*il" 0e essa redução !or peranente, o &alor de ercado de&e ser reduzido ao &alor
de recuperação, ediante re&ersão de ua rea&aliação e contrapartida de u d%*ito na conta de A/ustes de A&aliação
#atrionial"
A/ustes de A&aliação #atrionial
a Rea&aliação de Ati&o
0e, e algu per-odo seguinte, ?ou&er auento no &alor de recuperação desses *ens, de&eos re&erter a *aixa anterior,
isto %, de&eos re&erter a re&ersão" <sto se !az ediante lançaento cont;*il que se asseel?a ao da conta*ilização da
rea&aliação"
Rea&aliação de Ati&os
a A/ustes de A&aliação #atrionial
> que de&e di!erenciar esse registro do de rea&aliação % o ?ist1rico do lançaento" Ressalte.se, ais ua &ez, que todos
esses !atos ?ão de ser registrados, inuciosaente, e notas explicati&as"
S oportuno !risar, ainda, que a &eri!icação ?; de le&ar e conta os *ens do io*ilizado que !ora u con/unto ou pro/eto
e os deais ati&os correspondentes, e especial o ati&o di!erido" #ara apurar o &alor de recuperação de&eos ter e
ente o (.$, ($t$" #e c3&,3 #esc!t3# 3 ?3." p"ese!te" 2este particular, de&e.se considerar as ati&idades da
entidade e con/unto"
Assi, por exeplo, se ua locadora de &e-culos possuir u &e-culo, cu/o &alor cont;*il se/a de RX 42"888,88 e e!etuar a
sua rea&aliação para RX 28"888,88, apresentar; A/ustes de A&aliação #atrionial no &alor de RX 9"888,88" 0e, e ato
cont-nuo, alugar esse &e-culo a ua terceira epresa pelo prazo de : eses co &alor de RX :88,88 por +s,
esta*elecendo no contrato opção de &enda no !inal desse per-odo por RX 45"888,88, então o !luxo !uturo de caixa
descontado a &alor presente ser; de RX 49":88,88 ': x RX :88 T RX 45"888,88)" <sto %, o &alor do !luxo !uturo de caixa
descontado a &alor presente representa o &alor l-quido de realização" Coo nesse exeplo o &alor de realização % in!erior
ao &alor cont;*il rea&aliado 'RX 28"888,88), de&eria ser recon?ecida ua *aixa da A/ustes de A&aliação #atrionial no
&alor de RX 4"488,88"
*) quando ?ou&er saldo na A/ustes de A&aliação #atrionial o e!eito negati&o de&e ser conta*ilizado da seguinte
!ora$
>.1) a di!erença de &alor reduzir; o io*ilizado e contrapartida a A/ustes de A&aliação #atrionial" <portante
destacar que a redução de&e ser !eita e conta de A/ustes de A&aliação #atrionial correspondente aos esos
*ens e originada de rea&aliações anteriores"
A/ustes de A&aliação #atrionial
a Ati&o <o*ilizado 3ang-&el
>.') ocorrendo a ?ip1tese de a A/ustes de A&aliação #atrionial ser insu!iciente para a*sor&er a redução de &alor
do ati&o, signi!ica que o &alor de ercado ou rea&aliado % in!erior ao &alor do custo original corrigido l-quido das
depreciações" 2este caso, se a perda !or considerada coo peranente, de&eos constituir ua pro&isão para
53
perdas pela di!erença" Essa perda se constitui e despesa não.operacional e ir; copor o resultado do per-odo
e que a rea&aliação negati&a ocorrer"
Despesa co pro&isão
a #ro&isão para #erda peranente de Ati&o
M.M.6 P"cess #e "e3?3.&3)* e .3$# #e 3?3.&3)*
Con!ore esta*elecido no art" 9Y da =ei nY :"48467:, a a&aliação de&e ser !eita por t"@s pe"&ts ou por e-p"es3
espec&3.&<3#3" Re!erencia aquele dispositi&o que os peritos ou a epresa a&aliadora, e caso de sociedade por ações,
de&e ser noeados e Asse->.L&3 Ge"3. E,t"3"#&!4"&3 que de&er; ser con&ocada, especi!icaente, para esse !i"
A =ei nY :"48467:, inicialente, !oi conce*ida para deandar as necessidades das sociedades anGnias, e teros de
legislação" #or%, co o tepo, ela passou a ser aplicada, ta*%, Is deais sociedades, as ditas sociedades de
pessoas, das quais a ais largaente utilizada % &ociedade por Wuotas de Responsa"ilidade 'imitada" > procediento de
rea&aliação de ati&os, assi coo a aioria dos dispositi&os da lei societ;ria, !oi estendida a essas sociedades de pessoas
e, quando !ore a&aliar os seus ati&os, de&erão adotar procediento seel?ante as sociedades por ações"
E*ora a lei não !aça qualquer enção so*re a especialização dos peritos ou da epresa a&aliadora, entende.se que
estes de&e possuir quali!icação t%cnica e con?eciento so*re os *ens que irão a&aliar, &isto que a per-cia % u exae ou
&istoria de car;ter t%cnico e especializado" A par dessa especialização que se requer dos a&aliadores, se *usca, ta*%,
que eles se/a independentes e relação I epresa ou a seus acionistas ou s1cios para que possa produzir laudos
incontest;&eis quanto a esse aspecto"
> conteHdo do laudo de a&aliação de&e estar !undaentado, !azendo constar nele os c"&tL"&s #e 3?3.&3)* 3#t3#s e
os eleentos de coparação que !ora utilizados para a toada da decisão, no concernente ao &alor dos *ens a&aliados e
o seu te-p #e ?&#3 Yt&. "e-3!esce!te"
2a ela*oração do laudo de a&aliação, os a&aliadores de&e ter e ente o #rinc-pio Cont;*il da Continuidade, isto %,
de&e &eri!icar se os ati&os so* a&aliação poderão ser recuperados pelo uso nas ati&idades operacionais da entidade, pois
o &alor in!orado no laudo se constitui no no&o &alor do *e e seus e!eitos serão re!letidos nas deonstrações cont;*eis
das epresas"
L; de ser ter e ente que os *ens do io*ilizado se destina I anutenção das ati&idades da epresa, serão utilizados
coo eios de produção, portanto não se destina a &enda, por isso a a&aliação de&e ser pautada no &alor de reposição
do *e no estado e que ele se encontra"
Desta !ora, o a&aliador ela*orar; o laudo de a&aliação, que de&e conter, no -nio, as seguintes in!orações$
 Descrição detal?ada de cada *e a&aliado e a respecti&a docuentação cont;*il 'notas !iscais de copra,
contratos etc")U
 <denti!icação cont;*il dos *ens a&aliados 'atr-cula, ano de !a*ricação, c?assi, s%rie etc")U
 Crit%rios utilizados para a&aliação e sua respecti&a !undaentação t%cnica 'inclusi&e eleentos de coparação
adotados)U
 Bida Htil reanescente do *eU
 Data da a&aliaçãoU
 Ruali!icação dos a&aliadores"
Al% desses itens que de&e constar no laudo de a&aliação, os a&aliadores de&e assinar tero de responsa*ilidade
t%cnica pelo laudo eitido, !oralizando, assi, sua responsa*ilidade"
54
M.M.M A "e3?3.&3)* e &!#&?&#$3.&<3)* #s >e!s
>s *ens que so!rerão rea&aliação de&e ser indi&idualente identi!icados ediante descrição detal?ada e conta*ilização
e conta que e&idencie o custo corrigido e a correspondente depreciação acuulada" > &alor da a&aliação constante no
laudo de&e ser coparado co o &alor cont;*il do eso *e na esa data" A di!erença entre os &alores corresponde a
parcela de rea&aliação e ser; registrada, a d%*ito do *e rea&aliado e a cr%dito e conta espec-!ica de A/ustes de
A&aliação #atrionial no #atriGnio =-quido"
Bale repetir que o laudo de a&aliação e a data da rea&aliação de&e ser coincidentes" Caso ?a/a algua de!asage entre
essas datas e ocorrendo de!asage nos &alores, de&e.se proceder a atualização desses &alores para que não se ten?a, /;
de in-cio, ua rea&aliação que não re!lita o &alor real do *e rea&aliado" A &ida Htil reanescente do *e rea&aliado, no
caso de *ens su/eitos a desgaste pass-&el de depreciação, de&er; le&ar e consideração as !uturas taxas de depreciação"
EBEMPLO
A epresa #o*os 0"A", cu/o o*/eto social % a coercialização de ensagens extraterreneas, possui registrado e seu
Ati&o #eranente E <o*ilizado, o &e-culo intergal;ctico, co o qual desen&ol&e suas ati&idades" > re!erido &e-culo possui
&alor cont;*il de RX 258"888,88, assi deonstrado$
Custo de aquisição corrigido onetariaente RX 558"888,88
'.) Depreciação acuulada RX '388"888,88)
Q Balor cont;*il RX 258"888,88
A adinistração da epresa est; ciente de que o &e-culo se encontra su*a&aliado e possuindo &alor de ercado superior
ao &alor conta*ilizado" Ruando ua entidade possui u ati&o su*a&aliado, ela ter; ta*% o #atriGnio =-quido
su*a&aliado" #ara re&erter essa situação, a adinistração da epresa de&e contratar tr+s peritos ou ua epresa
especializada, co apro&ação e asse*l%ia geral, a !i de o*ter u laudo que ateste o &alor de ercado do i1&el e o
tepo estiado de &ida Htil que l?e resta"
2o caso da epresa #o*os 0"A", o laudo apresentado por peritos noeados e Asse*l%ia Aeral Extraordin;ria, de!ine
que o &alor de ercado do &e-culo % de RX 958"888,88 e que sua &ida Htil restante % de 28 anos"
> lançaento cont;*il da rea&aliação dar.se.; atra&%s dos seguintes passos$
3; 0 Ap$"3)* # ?3." c!t4>&. # &-%?e. 3!tes #3 "e3?3.&3)*E
C!t3>&.&<3)*E
Depreciação acuulada . &e-culos
a Be-culos RX 388"888,88
R3<!etesE
Be-culos Depreciação Acuulada
Be-culos
558"888,88 388"888,88 '4) '4) 388"888,88 388"888,88
258"888,88
>; 1 Ap$"3)* # ?3." #3 "e3?3.&3)*E
55
Balor de ercado RX 958"888,88
'.)Balor cont;*il RX '258"888,88)
Balor da rea&aliação RX :88"888,88
c; C!t3>&.&<3)* #3 "e3?3.&3)*E
Be-culos
a A/ustes de A&aliação #atrionial RX :88"888,88
R3<!etesE
Be-culos A/ustes de A&aliação #atrionial
258"888,88
:88"888,88
:88"888,88 '2)
958"888,88
M.M.I T"&>$ts &!c&#e!tes s>"e 3 A7$stes #e A?3.&3)* P3t"&-!&3.
A rea&aliação, quando positi&a, representa acr%scio de &alor do *e rea&aliado e contrapartida do #atriGnio =-quido"
<sto quer dizer que o auento do ati&o não transitou por contas de resultado, escapando, e prieiro oento, da
incid+ncia dos tri*utos '<posto so*re a Renda e Contri*uição 0ocial 0o*re o =ucro =-quido)"
Entretanto, o &alor da rea&aliação ser; tri*utado e oento !uturo, quando da realização desses ati&os rea&aliados, o que
constitui o di!eriento da tri*utação"
M.M.I.1 D&(e"&-e!t #3 t"&>$t3)*
3odo increento de &alor nos *ens do ati&o, quando não ?ou&er sacri!-cio !inanceiro da entidade para esse !ato, ?; de ser
o!erecido I tri*utação do iposto de renda e da C00=" A legislação do iposto de renda, entretanto, possi*ilita que o &alor
do iposto se/a di!erido, desde que atendidas as condições que esta*elece para tal" Be/aos o que diz o R<R655 so*re o
assunto$
Art% A5A% A contrapartida do aumento de valor de "ens do ativo permanente# em virtude de nova avaliação "aseada
em laudo nos termos do art% >@ da 'ei n@ D%A4A# de <=BD# não serE computada no lucro real enquanto mantida em
conta de AHustes de Avaliação Patrimonial (DecretoLlei n@ <%Q=># de <=BB# art% 5Q# e DecretoLlei n@ <%B54# de <=B=#
art% <@# inciso ?I)%
M <@ ! laudo que servir de "ase ao re*istro de reavaliação de "ens deve identi)icar os "ens reavaliados pela conta
em que estão escriturados e indicar as datas da aquisição e das modi)icaç,es no seu custo ori*inal%
M 3@ ! contri"uinte deverE discriminar na AHustes de Avaliação Patrimonial os "ens reavaliados que a tenFam
ori*inado# em condiç,es de permitir a determinação do valor reali:ado em cada per$odo de apuração (DecretoLlei
n@ <%Q=># de <=BB# art% 5Q# M 3@)%
M 5@ &e a reavaliação não satis)i:er aos requisitos deste arti*o# serE adicionada ao lucro l$quido do per$odo de
apuração# para e)eito de determinar o lucro real (DecretoLlei n@ Q%>AA# de <=A5# art% A5# M <@# al$nea ZFZ # e 'ei n@
<QA# de <=AB# art% <@)%
Assi, a legislação do iposto de renda ipõe as seguintes condições Is pessoas /ur-dicas que pretenda usu!ruir do
direito ao di!eriento$
 Candar ela*orar laudo de a&aliação de acordo co o artigo 9Y da =ei nY :"48467:U
 > laudo, al% das exig+ncias pre&istas no citado art" 9Y, de&er; identi!icar os *ens rea&aliados pela conta e que
estão escriturados e indicar as datas da aquisição e das odi!icações no seu custo originalU
5:
 A contrapartida do &alor da rea&aliação de&er; ser lançada no #atriGnio =-quido, e conta de reser&a
denoinada A/ustes de A&aliação #atrionialU
 A A/ustes de A&aliação #atrionial de&er; indi&idualizar os *ens rea&aliados, de !ora a peritir o controle da
rea&aliaçãoU e
 Ruando essas noras não !ore atendidas no processo de rea&aliação, a A/ustes de A&aliação #atrionial ser;
iediataente tri*utada pelo <posto de Renda e da Contri*uição 0ocial so*re o lucro"
M.M.I.' T"&>$t3)* !3 "e3.&<3)*
> art" art" 435, do R<R655 deterina que a A/ustes de A&aliação #atrionial, quando !or utilizado para auento do capital
social, de&e ser tri*utada pelo iposto de renda"
Assi, essa legislação considera !ora de realização do *e rea&aliado o uso da reser&a para auento de capital social" >
eso regulaento apresenta exceção no art" 43:"
As outras !oras de realização dos *ens rea&aliados decorre da alienação, depreciação, aortização, exaustão ou *aixa
por pereciento" Be/aos os dispositi&os encionados$
0ri"utação na Reali:ação
Art% A5Q% ! valor da reserva re)erida no arti*o anterior serE computado na determinação do lucro real (DecretoLlei
n@ <%Q=>#
de <=BB# art% 5Q# M <@# e DecretoLlei n@ <%B54# de <=B=# art% <@# inciso ?I):
I L no per$odo de apuração em que )or utili:ado para aumento do capital social# no montante capitali:ado#
ressalvado o disposto no arti*o se*uinteN
II L em cada per$odo de apuração# no montante do aumento do valor dos "ens reavaliados que tenFa sido reali:ado
no per$odo# inclusive mediante:
a) alienação# so" qualquer )ormaN
") depreciação# amorti:ação ou e6austãoN
c) "ai6a por perecimento%
Reavaliação de 1ens Im+veis e de Patentes
Art% A5D% A incorporação ao capital da AHustes de Avaliação Patrimonial constitu$da como contrapartida do aumento
de valor de "ens im+veis inte*rantes do ativo permanente# nos termos do art% A5A# não serE computada na
determinação do lucro real (DecretoLlei n@ <%=B># de 3< de de:em"ro de <=>3# art% 5@)%
M <@ .a companFia a"erta# a aplicação do disposto neste arti*o )ica condicionada a que a capitali:ação seHa )eita
sem modi)icação do nPmero de aç,es emitidas e com aumento do valor nominal das aç,es# se )or o caso
(DecretoLlei n@ <%=B># de <=>3# art% 5@#
M 3@ Aos aumentos de capital e)etuados com a utili:ação da reserva de que trata este arti*o# constitu$da at8 5< de
de:em"ro de <=>># aplicamLse as normas do art% D5 do DecretoLlei n@ <%Q=># de <=BB# e Ss reservas constitu$das
nos anos de <==A e <==Q aplicamLse as normas do art% DQ> (DecretoLlei n@ <%=B># de <=>3# art% 5@# M 5@)%
M 5@ ! disposto neste arti*o aplicaLse S reavaliação de patente ou de direitos de e6ploração de patentes# quando
decorrentes de pesquisa ou tecnolo*ia desenvolvida em territ+rio nacional por pessoa Hur$dica domiciliada no Pa$s
(DecretoLlei n@ 3%535# de 3D de )evereiro de <=>B# art% 34)%
Art% A5B% ! valor da reavaliação re)erida no arti*o anterior# incorporado ao capital# serE (DecretoLlei n@ <%=B># de
<=>3# art% 5@# M <@):
I L re*istrado em su"conta distinta da que re*istra o valor do "emN
II L computado na determinação do lucro real de acordo com o inciso II do art% A5Q# ou os incisos I# III e I? do
parE*ra)o Pnico do art% A5=%
M.M.I.+ F"-3 #e c!t3>&.&<3)*
57
M.M.I.+.1 C!st&t$&)*
,; &ios que o lançaento cont;*il da rea&aliação ser; e!etuado por eio de d%*ito na conta correspondente do ati&o
rea&aliado e contrapartida de cr%dito na conta de A/ustes de A&aliação #atrionial"
D E Ati&o <o*ilizado
C E A/ustes de A&aliação #atrionial
> pro&isionaento do <posto de Renda e da C00=, o que constitui o di!eriento desses tri*utos, de&er; ser realizado
ediante d%*ito na conta de A/ustes de A&aliação #atrionial e contrapartida de cr%dito e conta de #assi&o Exig-&el a
=ongo #razo, da seguinte !ora$
D E A/ustes de A&aliação #atrionial
C E #ro&isão de <R 'E=#)
M.M.I.+.' Re3.&<3)* #3 A7$stes #e A?3.&3)* P3t"&-!&3.
Ap1s e!etuaros a rea&aliação, de&eos proceder a depreciação, aortização ou exaustão dos *ens rea&aliados, caso
se/a aplic;&el, as quais serão calculadas e conta*ilizadas so*re esse no&o &alor total, considerando a &ida Htil econGica
reanescente indicada no laudo"
Desta !ora, a A/ustes de A&aliação #atrionial ser; realizada pela incorporação de!initi&a ao patriGnio do &alor da
rea&aliação" Realiza.se a reser&a pelas seguintes !oras$
 Depreciação, aortização ou exaustãoU
 Alienação do *e, so* qualquer !oraU
 Kaixa do *e por perecientoU
A realização da reser&a ser; conta*ilizada ediante d%*ito na conta de reser&a e de cr%dito na conta =ucros Acuulados
ou Receitas não >peracionais" Ressalte.se que a realização pode ser parcial ou total"
D . A/ustes de A&aliação #atrionial
C . =ucros Acuulados
ou
D . A/ustes de A&aliação #atrionial
C . Receitas não operacionais
Caso o cr%dito se/a e!etuado na conta de =ucros Acuulados, o &alor correspondente I *aixa da Reser&a, não transitar;
por resultado, o que, pela legislação do iposto de renda, não % aditida, de&endo o &alor ser adicionado ao lucro do
exerc-cio na apuração do =ucro Real '=ucro Fiscal)" Entretanto, so* o ponto de &ista t%cnico, e o*edi+ncia ao princ-pio da
copet+ncia, o procediento ais correto % utilizar coo contrapartida da realização os lucros acuulados, pois o &alor da
realização não se re!ere soente ao exerc-cio e que se recon?ece a realização, as a todos os exerc-cios
copreendidos entre a data da rea&aliação e sua realização"
EWEC#=>$
A Cia 3ucunar% possui e seu Ati&o <o*ilizado o seguinte &e-culo$
59
Be-culos
Ferrari RX 358"888,88
'.) Depreciação Acuulada de Be-culos RX '388"888,88)
Q Balor cont;*il RX 58"888,88
Co intenção de registrar o re!erido &e-culo a &alor de ercado, a adinistração da Cia 3ucunar% contratou tr+s peritos
indicados pela asse*l%ia geral extraordin;ria, que e!etuara a a&aliação e !ornecera o laudo t%cnico, o qual ser;
su*etido I Asse*l%ia Aeral co as seguintes in!orações$
Balor de ercado do &e-culo rea&aliado RX 388"888,88
Bida Htil reanescente para depreciação$ 48 anos
C!t3>&.&<3)*E
4 . #ela *aixa da depreciação acuulada de &e-culos$
Depreciação acuulada de &e-culos
a Be-culos 'Ferrari) RX 388"888,88
2 . #ela rea&aliação con!ore laudo t%cnico$
Be-culos
a A/ustes de A&aliação #atrionial RX 258"888,88
3 . #ela conta*ilização do encargo de depreciação no !inal do exerc-cio ap1s a rea&aliação$
Ke rea&aliado RX 388"888,88
'x) taxa de Depreciação 48 O
Q Depreciação RX 38"888,88
Despesas de Depreciação
a Depreciação Acuulada RX 38"888,88
4 . #ela realização da reser&a$
A/ustes de A&aliação #atrionial RX 258"888,88
'x) taxa de depreciação 48 O
'Q) realização RX 25"888,88
a) Conta*ilização no Resultado do Exerc-cio$
A/ustes de A&aliação #atrionial
a Receitas não operacionais RX 25"888,88
*) Conta*ilização no #atriGnio =-quido, na conta =ucros Acuulados$
A/ustes de A&aliação #atrionial
a =ucros ou #re/u-zos Acuulados RX 25"888,88
5 E Apresentação no Kalanço #atrionial
5"4 E Antes da depreciação$
Ati&o #eranente
<o*ilizado
#atriGnio =-quido
"""
55
. Be-culos
Ferrari RX 388"888,88
Reser&as de Rea&aliações
Rea&aliação de &e-culos RX 258"888,88
5"2 E Ap1s a depreciação$
Ati&o #eranente
<o*ilizado
. Be-culos RX 388"888,88
'.) Dep" Acu" Be-c" RX '38"888,88)
#atriGnio =-quido
"""
Reser&as de Rea&aliações
Rea&aliação de &e-culos RX 225"888,88
0e a epresa resol&er &ender o &e-culo, não sendo esta de iediato, de&er; *aix;.lo ao Ati&o Circulante ou Ati&o
Realiz;&el a =ongo #razo, isto não signi!ica que a reser&a ten?a sido realizada" 0e, por%, o *e perecer ou !or
e!eti&aente alienado, a epresa de&er; *aix;.lo por pereciento ou alienação" 2este caso a realização da A/ustes de
A&aliação #atrionial ser; total" Considerando que ?a/a alienação ap1s o per-odo e que !oi e!etuada a prieira
depreciação, pelo &alor de RX 298"888,88, tereos os seguintes registros$
4 . #ela &enda a &ista do &e-culo$
Caixa
a Receitas não operacionais RX 298,888,88
2 . #ela *aixa do &e-culo &endido$
Despesa não operacional
a Be-culos RX 388"888,88
3 . #ela *aixa da depreciação acuulada do Be-culo &endido$
Depreciação Acuulada Be-culos
a Despesa não operacional RX 38"888,88
4 . #ela realização total da A/ustes de A&aliação #atrionial no Resultado do Exerc-cio$
'RX 258"888,88 . RX 25"888,88 Q RX 225"888,88)"
A/ustes de A&aliação #atrionial
a Receita não operacional RX 225"888,88
5 E A apuração do Resultado do Exerc-cio ser; assi apresentada$
Apuração do Resultado do Exerc-cio
'2) 388"888,88 298"888,88 '4)
38"888,88 '3)
225"888,88 '4)
388"888,88 535"888,88
'388"888,88)
235"888,88
#erce*e.se que o resultado da alienação desse *e % de RX 235"888,88, isto % assi porque t-n?aos o *e co &alor
cont;*il de RX 278"88,88 e e conta de A/ustes de A&aliação #atrionial, que !oi realizada, o &alor de RX 225"888,88"
#or !i, co *ase no entendiento da CBC, ca*e ressaltar que a A/ustes de A&aliação #atrionial não pode ser utilizada
para auento de capital ou aortização de pre/u-zo enquanto não realizada, esse, entretanto, não % o entendiento da
legislação !iscal"
:8
M.M.J Re3?3.&3)* #e 3t&?s p" c!t".3#3s e c.&C3#3s
M.M.J.1 I!t"#$)*
>s in&estientos e sociedades controladas e coligadas, principalente os a&aliados pelo C%todo da Equi&al+ncia
#atrionial, não são pass-&eis de rea&aliação"
A in&estidora, toda&ia, quando recon?ece o auento do #atriGnio =-quido da sociedade in&estida pelo C%todo da
Equi&al+ncia #atrionial, recon?ecer; e&entual rea&aliação que a sociedade in&estida ten?a processado"
A adoção de crit%rios uni!ores de a&aliação de ati&os % !undaental I correta e&idenciação e entendiento dos usu;rios"
Desta !ora, e !unção da uni!oridade, quando ua epresa rea&aliar seus pr1prios ati&os as suas controladas ta*%
de&e !az+.lo e % recoend;&el que as coligadas ta*% o !aça" A legislação so*re a&aliação de in&estientos pelo
C%todo de Equi&al+ncia #atrionial requer que os ati&os se/a a&aliados segundo os esos crit%rios" A uni!oridade,
entretanto, gan?a aior +n!ase na consolidação de deonstrações !inanceiras" >s e!eitos tri*ut;rios na controlada ou
coligada serão registrados pela sociedade in&estidora coo redução do in&estiento e respecti&a A/ustes de A&aliação
#atrionial" Caso o in&estiento deixar de ser rele&ante e passar a ser a&aliado pelo %todo de custo corrigido, a
sociedade in&estidora de&er; *aixar as rea&aliações anteriores e adotar controles para sua realização !utura se não !ora
realizados pela *aixa do in&estiento"
A sociedade in&estidora que a&alia seu in&estiento pelo CE# soente poder; recon?ecer o e!eito de rea&aliação da
sociedade in&estida se atender Is seguintes condições$ '3) se o ati&o rea&aliado !or recuper;&el na in&estida, e '>) o seu
in&estiento acrescido do &alor decorrente da rea&aliação !eita pela in&estida !or considerada recuper;&el coo
in&estiento peranente"
M.M.J.' C!t3>&.&<3)* !3 c!st&t$&)*
,; &ios que a rea&aliação de ati&os nas sociedades in&estidas, a&aliadas pelo CE#, traz re!lexo no &alor do in&estiento"
S prudente que esse re!lexo se/a conta*ilizado na esa data nas duas sociedades" > registro do acr%scio do
in&estiento de&e ter coo contrapartida ua A/ustes de A&aliação #atrionial no patriGnio l-quido, e conta pr1pria que
identi!ique tratar.se de rea&aliação de controlada ou coligada"
S *o re!orçar que a A/ustes de A&aliação #atrionial decorrente de rea&aliações de controladas e coligadas de&e estar
conta*ilizada no #atriGnio =-quido e conta espec-!ica, isto %, separado da A/ustes de A&aliação #atrionial de ati&os
pr1prios"
D E <n&estiento
C E A/ustes de A&aliação #atrionial e controladas e coligadas
Ruando a controlada reduzir seus ati&os tendo e contrapartida ua despesa 'rea&aliação negati&a) ou eso co a
recuperação !utura de despesa anteriorente constitu-da, a in&estidora de&er; recon?ecer o e!eito coo resultado
operacional de equi&al+ncia patrionial" >*ser&e que a perda de ati&o % considerado despesa não operacional na
sociedade in&estida e ser; despesa operacional na sociedade in&estidora, por !orça da aplicação do CE#"
M.M.J.+ A-"t&<3)* #e 4C&. $ #es4C& c- "e3?3.&3)*
A constituição do ;gio ou do des;gio de&e ser !undaentada, con!ore &ios no cap-tulo relati&o a a&aliação de
in&estientos" Da das ?ip1teses de sua razão % que o &alor cont;*il do ati&o na sociedade in&estida est; su*a&aliado ou
supera&aliado"
Desta !ora, o &alor do ;gio ou do des;gio de&e ser deduzido quando do recon?eciento de rea&aliação e!etuado pela
in&estida" #or%, o ;gio ou o des;gio a ser deduzido de&e ser o correspondente aos *ens que dera orige"
:4
Assi, o ;gio pago por ati&os su*a&aliados soente pode ser aortizado pela rea&aliação, na in&estida, dos *ens que
originara o ;gio" Da esa !ora o des;gio soente poder; ser aortizado quando a in&estida !izer rea&aliação negati&a
dos *ens que originara o des;gio ou pela *aixa por pereciento ou alienação"
M.M.J.6 Re3.&<3)* #3 A7$stes #e A?3.&3)* P3t"&-!&3.
A realização da A/ustes de A&aliação #atrionial na in&estidora, decorrente da a&aliação de *ens e!etuada por controladas
ou coligadas, se dar; co os seguintes !atos$
3) proporcionalente ao &alor da realização da A/ustes de A&aliação #atrionial na sociedade in&estidaU
>) na *aixa dos in&estientos nas respecti&as controladas ou coligadas que dera orige I rea&aliação"
0alienta.se que a utilização da A/ustes de A&aliação #atrionial, pe.3 sc&e#3#e &!?est&#3, para auento de capital ou
a*sorção de pre/u-zos acuulados, não representa ua realização da A/ustes de A&aliação #atrionial na &!?est&#"3,
portanto nesta ?ip1tese não poder; ocorrer a *aixa da A/ustes de A&aliação #atrionial na sociedade in&estidora pela
incorporação da reser&a de esa natureza ao capital da sociedade in&estida"
A conta*ilização da realização da A/ustes de A&aliação #atrionial se dar; por d%*ito na conta respecti&a de reser&a e por
cr%dito na conta de lucros ou pre/u-zos acuulados no patriGnio l-quido"
A/ustes de A&aliação #atrionial e controladas e coligadas
a =ucros ou #re/u-zos Acuulados
ou
A/ustes de A&aliação #atrionial e controladas e coligadas
a Receita >peracional
2o pertinente a tri*utos, ressalte.se que o art" 439 do R<R655 dispõe que o auento do in&estiento decorrente de
rea&aliação na sociedade in&estida ser; tri*utado pelo <R e pela C00=, pois tal &alor ser; coputado na deterinação do
=ucro Real$
Art% A5>% &erE computado na determinação do lucro real o aumento de valor resultante de reavaliação de
participação societEria que o contri"uinte avaliar pelo valor de patrimJnio l$quido# ainda que a contrapartida do
au!ento do valor do investi!ento constitua Austes de Avaliação &atri!onial (DecretoLlei n@ <%Q=># de <=BB#
art% 5Q# M 5@)% 'Ari!ou.se)"
Ruando o in&estiento a&aliado pelo CE# que gerou a A/ustes de A&aliação #atrionial !or descontinuado, isto %, não
puder ser recuperado, de&eos e!etuar o estorno da A/ustes de A&aliação #atrionial contra a respecti&a conta de
in&estiento"
M.M.K S$>sc"&)* #e c3p&t3. e- $t"3 e-p"es3 c- >e!s "e3?3.&3#s
0a*eos que o capital su*scrito pode ser integralizado co a entrega de *ens" A =ei nY :"48467: deterina que os *ens
usados para integralização de capital se/a a&aliados por tr+s peritos ou por epresa especializada noeados e
asse*l%ia dos su*scritores" A epresa su*scritora pode, por%, atri*uir.l?es &alor in!erior ao do constante no laudo
apresentado pelos peritos ou epresa especializada"
:2
Ressalta.se que a a&aliação dos *ens para integralização de capital su*scrito !az parte do processo negocial, não
representa, na ess+ncia, ua rea&aliação espont(nea nos oldes antes &isto"
M.M.K.1 C!t3>&.&<3)*
2a epresa que rece*eu os *ens para integralização de capital, estes de&e ser registrados e classi!icados pela sua
natureza e o &alor atri*u-do pela asse*l%ia ou no contrato social, isto %, a sociedade receptora dos *ens na realização de
capital de&e registr;.los pelo &alor do capital por eles integralizado"
> &alor assi registrado representa o custo original dos *ens para essa epresa receptora, não iportando se no laudo
consta &alor superior" > que não pode ocorrer, e ?ip1tese algua, % que os *ens se/a registrados por &alor superior ao
do constante no laudo de a&aliação"
Kens do Ati&o
a Capital 0ocial '&alor do capital integralizado)
A epresa in&estidora ou integralizadora de capital co *ens de&er; registrar coo custo de in&estiento 'ações
su*scritas integralizadas) o &alor pelo qual esses *ens !ora registrados na sociedade in&estida"
2ão raro, o &alor dos *ens dados na integralização de capital ser; di!erente do registrado conta*ilente" 2este caso e se o
in&estiento não ti&er de ser a&aliado pelo C%todo da Equi&al+ncia #atrionial, a sociedade in&estidora recon?ecer;
resultado não operacional ao dar *aixa dos *ens contra o &alor de custo das ações ou quotas rece*idas, quando isso
representar resultado realizado"
Ruando o in&estiento ti&er de ser a&aliado pelo CE# e a integralização de capital se der co io*ilizado tang-&el, o
acr%scio, li&re de tri*utos, de&e ser registrado e conta de A/ustes de A&aliação #atrionial no #atriGnio =-quido, caso
esse acr%scio patrionial não esti&er realizado"
M.M.K.' Re3.&<3)* #3 A7$stes #e A?3.&3)* P3t"&-!&3.
A A/ustes de A&aliação #atrionial ser; realizada quando ocorrer algua das seguintes situações$
3) a alienação da participação societ;riaU
>) a realização dos ati&os pela in&estida que rece*eu os *ens proporcionalente I$
'>.1) alienação dos *ens, so* qualquer !oraU
'>.') depreciação, aortização ou exaustãoU
'>.+) *aixa por pereciento"
A conta*ilização da parcela da A/ustes de A&aliação #atrionial realizada ser; e!etuada ediante d%*ito na conta reser&a
e contrapartida de lucros ou pre/u-zos acuulados no #atriGnio =-quido"
D E A/ustes de A&aliação #atrionial
C E =ucros ou #re/u-zos Acuulados
>u
A/ustes de A&aliação #atrionial
a Resultado do Exerc-cio 'receita operacional)
A legislação !iscal perite, toda&ia, que tal gan?o ten?a sua tri*utação postergada, se o re!erido gan?o !or conta*ilizado
coo A/ustes de A&aliação #atrionial no #atriGnio =-quido" > assunto % tratado pelo art" 435 do R<R655$
:3
Art% A5=% A contrapartida do aumento do valor de "ens do ativo incorporados ao patrimJnio de outra pessoa
Hur$dica# na su"scrição em "ens de capital social# ou de valores mo"iliErios emitidos por companFia# não serE
computada na determinação do lucro real enquanto mantida em conta de AHustes de Avaliação Patrimonial
(DecretoLlei n@ <%Q=># de <=BB# art% 5D)%
ParE*ra)o Pnico% ! valor da reserva deverE ser computado na determinação do lucro real (DecretoLlei n@ <%Q=># de
<=BB# art% 5D# parE*ra)o Pnico# e DecretoLlei n@ <%B54# de <=B=# arts% <@# inciso ?II# e >@):
I L na alienação ou liquidação da participação societEria ou dos valores mo"iliErios# pelo montante reali:adoN
II L quando a reserva )or utili:ada para aumento do capital social# pela importGncia capitali:adaN
III L em cada per$odo de apuração# em montante i*ual S parte dos lucros# dividendos# Huros ou participaç,es
rece"idos pelo contri"uinte# que corresponder S participação ou aos valores mo"iliErios adquiridos com o aumento
do valor dos "ens do ativoN
ou
I? L proporcionalmente ao valor reali:ado# no per$odo de apuração em que a pessoa Hur$dica que Fouver rece"ido
os "ens reavaliados reali:ar o valor dos "ens# na )orma do inciso II do art% A5Q# ou com eles inte*rali:ar capital de
outra pessoa Hur$dica%
M.M.H Re3?3.&3)* !3 "e"C3!&<3)* sc&et4"&3
> pronunciaento do <KRAC>2, apro&ado pela Deli*eração nY 493 da CBC, esta*elece que$
&imilarmente ao caso anterior# nas )us,es# incorporaç,es ou cis,es de empresas podem sur*ir tam"8m as
reservas de reavaliação% AliEs# são nessas reor*ani:aç,es societErias que as reavaliaç,es "aseadas em laudos
são de )ato importantes e requeridas# di)erentemente das reavaliaç,es voluntErias# que são optativas% Esse )ato
ocorre nesses casos# HE que são e)etuadas assem"l8ias onde os valores de ativos# passivos e conseqOente
PatrimJnio '$quido são de)inidos entre os acionistas das partes envolvidas# como resultados da ne*ociação entre
estes# "aseados em laudos de avaliação%
.os casos de cisão# a AHustes de Avaliação Patrimonial deve ser atri"u$da Ss empresas resultantes# com "ase nos
respectivos ativos%
A conta*ilização e a realização da A/ustes de A&aliação #atrionial segue igual roteiro ao das deais reser&as de
rea&aliação"
D aspecto interessante que de&e ser o*ser&ado e relação a rea&aliação ou a&aliação de ati&os, no processo de
incorporação, diz respeito a incorporação, pela controladora, de copan?ia controlada, pois, se nesse processo ?ou&er o
en&ol&iento de copan?ia a*erta, a a&aliação ser; !eita soente por epresa especializada" S o que dispõe o Z 4Y, do
art" 2:4, da =ei nY :"4846457:$
Art% 3DA% .a incorporação# pela controladora# de companFia controlada# a Husti)icação# apresentada S assem"l8iaL
*eral da controlada# deverE conter# al8m das in)ormaç,es previstas nos arts% 33A e 33Q# o cElculo das relaç,es de
su"stituição das aç,es dos acionistas não controladores da controlada com "ase no valor do patrimJnio l$quido
das aç,es da controladora e da controlada# avaliados os dois patrimJnios se*undo os mesmos crit8rios e na
mesma data# a preços de mercado# ou com "ase em outro crit8rio aceito pela Comissão de ?alores -o"iliErios# no
caso de companFias a"ertas% (Redação dada pela 'ei n@ <4%545# de 5<%<4%344<)
M <o A avaliação dos dois patrimJnios serE )eita por 5 (três) peritos ou empresa especiali:ada e# no caso de
companFias a"ertas# por empresa especiali:ada% (Redação dada pela 'ei n@ <4%545# de 5<%<4%344<)
Ruanto I legislação !iscal, o R<R655 disciplina o assunto nos arts" 448 e 444 e esta*elece que o auento de &alor dos *ens
decorrente de rea&aliação e !unção de !usão, incorporação e cisão não serão tri*utados pelo <R e da C00= enquanto
esti&ere registrados coo A/ustes de A&aliação #atrionial"
:4
Art% AA4% A contrapartida do aumento do valor de "ens do ativo em virtude de reavaliação na )usão# incorporação
ou cisão não serE computada para determinar o lucro real enquanto mantida em AHustes de Avaliação Patrimonial
na sociedade resultante da )usão ou incorporação# na sociedade cindida ou em uma ou mais das sociedades
resultantes da cisão (DecretoLlei n@ <%Q=># de <=BB# art% 5B)%
ParE*ra)o Pnico% ! valor da reserva deverE ser computado na determinação do lucro real de acordo com o
disposto no M 3@ do art% A5A e no art% A5Q (DecretoLlei n@ <%Q=># de <=BB# art% 5B# parE*ra)o Pnico)%
Art% AA<% As reservas de reavaliação trans)eridas por ocasião da incorporação# )usão ou cisão terão# na sucessora#
o mesmo tratamento tri"utErio que teriam na sucedida%
M.M.1G D&st"&>$&)* #e #&?&#e!# s>"e A7$stes #e A?3.&3)* P3t"&-!&3.
> art" 497, Z 2Y, da =ei nY :"4846457:, &eda expressaente a distri*uição de di&idendo tendo por *ase o &alor da A/ustes de
A&aliação #atrionial, se/a ela decorrente de rea&aliação &olunt;ria, de ati&os pr1prios ou não"
Z 2Y > auento do &alor de eleentos do ati&o e &irtude de no&as a&aliações, registrados coo A/ustes de
A&aliação #atrionial 'artigo 492, Z 3Y), soente depois de realizado poder; ser coputado coo lucro para e!eito
de distri*uição de di&idendos ou participações"
Co esse dispositi&o, a lei est; alin?ada ao preceituado no #rinc-pio Cont;*il da Continuidade, pois se peritisse a
distri*uição de di&idendo so*re u gan?o eraente econGico, poria e risco a liquidez da entidade, o que poderia
ocasionar a sua descontinuidade"
A realização do *e ocorre, e!eti&aente, quando ele % *aixado por alienação ou pereciento ou pelo registro da
depreciação, aortização ou exaustão" Desta !ora, a distri*uição de di&idendo poder; ocorrer soente se ?ou&er a
realização, se/a por alienação ou por depreciação, aortização ou exaustão"
M.M.11 Nt3s e,p.&c3t&?3s
De&erão constar e notas explicati&as Is deonstrações !inanceiras, entre outros, os seguintes eleentos relati&os I
rea&aliação$
a) as *ases da rea&aliação e os a&aliadoresU
*) o ?ist1rico e a data de rea&aliaçãoU
c) o su;rio das contas o*/eto da rea&aliação e respecti&os &aloresU
d) o e!eito no resultado do exerc-cio, oriundo das depreciações, aortizações ou exaustões so*re a rea&aliação, e
*aixas posterioresU
e) o trataento quanto a di&idendo se participaçõesU
!) trataento e &alores en&ol&idos quanto a ipostos e contri*uições"
I. CONSOLIDAÇ/O DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
I.1 I!t"#$)*
 S a t%cnica de e&idenciação cont;*il desen&ol&ida co a !inalidade de apresentar aos leitores ou usu;rios da
in!oração cont;*il, e especial acionistas e credores, os resultados das operações e a posição !inanceira de
deterinado grupo de epresas, isto %, a posição patrionial da controladora e suas controladas % deonstrada
coo se !osse ua Hnica epresa" Assi, se pre/u-zo das deonstrações cont;*eis de cada epresa e da
adoção do %todo da equi&al+ncia patrionial, se !or o caso, a controladora de&er; ela*orar e pu*licar
deonstrações cont;*eis consolidadas co &istas a e&idenciar o desepen?o glo*al do grupo epresarial,
:5
oportunidade e que são eliinadas as transações praticadas entre as epresas do grupo para que os
deonstrati&os cont;*eis re!lita soente os resultados decorrentes das operações realizadas co terceiros,
assi considerados as pessoas al?eias ao grupo"
 2os teros do disposto no art" 245 da =ei nY :"48467:, a ela*oração e pu*licação de deonstrações cont;*eis
consolidadas % o*rigat1ria para$
• copan?ias a*ertas que ti&ere ais de 38O do seu patriGnio l-quido representado por in&estientos
e sociedades controladas (vide Instrução C?- 3ABC=D)%
• grupos epresariais que se constitu-re !oralente e Arupos de 0ociedades 'disciplinados pelos
arts" 2:5 a 277 da =ei nY :"48467:), independenteente de sere ou não copan?ias a*ertas, sendo
aplic;&el ainda que a sociedade de coando não se/a por ações '06A), coo ua sociedade de
responsa*ilidade liitada, por exeplo"
 Ainda, consoante o par;gra!o Hnico do art" 245 retrocitado, a Coissão de Balores Co*ili;rios 'CBC) pode
expedir noras so*re as sociedades cu/as deonstrações de&a ser a*rangidas na consolidação, e$
• deterinar a inclusão de sociedades que, e*ora não controladas, se/a !inanceira ou
adinistrati&aente dependentes da copan?ia controladora"
• autorizar, e casos especiais, a exclusão de ua ou ais sociedades controladas"
 2este sentido, por eio da I!st"$)* !' '6J2 #e 'J.G+.1HHI, a CBC expediu noras e procedientos a sere
o*ser&ados pelas copan?ias a*ertas e pelas sociedades de coando de grupo de sociedades que inclua
copan?ia a*erta, cu/os teores deterina, entre outros, a continuidade das pu*licações de deonstrações
consolidadas independenteente do percentual que os in&estientos representa no pr1prio #atriGnio =-quido
da controladora"
 Assi sendo, o art" 24 da <nstrução CBC esta*elece que ao !inal de cada exerc-cio social, deonstrações
cont;*eis consolidadas de&e ser ela*oradas por$
• c-p3!D&3 3>e"t3 5$e pss$&" &!?est&-e!t e- sc&e#3#es c!t".3#3s2 &!c.$&!# 3s sc&e#3#es
c!t".3#3s e- c!7$!t.
• Sc&e#3#e #e c-3!# #e C"$p #e sc&e#3#es 5$e &!c.$3 c-p3!D&3 3>e"t3 9t3->L-
#e!-&!3#3s #e “7&!t ?e!t$"es”.
 Entretanto, nas seguintes situações pode ser exclu-das da consolidação das deonstrações, se pr%&ia
autorização da CBC, as sociedades controladas que se encontre nas seguintes condições$
• co e!eti&as e claras e&id+ncias de perda de continuidade e cu/o patriGnio se/a a&aliado ou não a
&alores de liquidação 'quando a controlada este/a e processo de concordata, !al+ncia ou e
reorganização legal)"
• cu/a &enda por parte da in&estidora, e !uturo pr1xio, ten?a e!eti&a e clara e&id+ncia de realização
de&idaente !oralizada"
 #or outro lado, não % /usti!ic;&el a exclusão de controladas cu/as operações se/a de natureza di&ersa das
operações da in&estidora ou das deais controladas (M 5@ do art% 35 da Instrução C?- n@ 3ABC=D)%
I.' TLc!&c3s #e C!s.&#3)*
 Considerando que as deonstrações consolidadas *usca e&idenciar a posição !inanceira e os resultados das
operações das epresas do grupo e que de&e ?a&er u alto grau de uni!oridade de crit%rios cont;*eis entre as
epresas consolidadas, co &istas a e&itar distorções nas a&aliações e registros dos eleentos patrioniais ou
de resultados, pode.se exepli!icar a t%cnica da seguinte !ora, usando as disponi*ilidades$
::
DISPONIBILIDADES DO GRUPO VALOR 0 U
Epresa A
Epresa K
Epresa C
4"348
945
455
0A=D> C>20>=<DAD> D> D<0#>2\BE= 2":48
 Do exposto, pode.se concluir que a consolidação peritiu e&idenciar a soat1ria dos su*grupos das
Disponi*ilidades do Ati&o Circulante da controladora e suas controladas, isto %, o usu;rio da in!oração cont;*il
te a posição !inanceira de todo o grupo de epresas"
 Co relação aos deais eleentos patrioniais e de resultados, o procediento % igual, ressal&ando.se a
necessidade de eliinação dos saldos de *alanço de eleentos do ati&o e das transações realizadas entre as
epresas do grupo, cu/o conteHdo % apresentado no pr1xio t1pico"
I.+ E.&-&!3)Qes #e s3.#s e t"3!s3)Qes
 De acordo co o art" 258 da =ei nY :"48467:, das deonstrações cont;*eis consolidadas serão exclu-das
'eliinadas)$
• as participações de ua sociedade e outra"
• os saldos de quaisquer contas entre as sociedades"
• as parcelas dos resultados do exerc-cio, dos lucros ou pre/u-zos acuulados e do custo de estoques ou
do ati&o peranente que correspondere a resultados, ainda não realizados, de neg1cios entre as
sociedades"
 <gualente, de con!oridade co o art" 24 da <nstrução CBC nY 24765:, para a ela*oração das deonstrações
cont;*eis consolidadas a in&estidora de&e$
• excluir os saldos de quaisquer contas ati&as e passi&as, decorrentes de transações entre as sociedades
inclu-das na consolidação"
• eliinar o lucro não realizado que este/a inclu-do no resultado ou no patriGnio l-quido da controladora e
correspondido por inclusão no *alanço patrionial da controlada"
• eliinar do resultado os encargos de tri*utos correspondentes ao lucro não realizado, apresentando.os
no ati&o circulante6realiz;&el a longo prazo E tri*utos di!eridos, no *alanço patrionial consolidado"
 >s arts" 25 e 25 da citada instrução esta*elece ainda, respecti&aente, que a participação dos acionistas não
controladores 'inorit;rios) no$
• patriGnio l-quido das sociedades controladas, de&e ser destacada e grupo isolado, no *alanço
patrionial consolidado, iediataente antes do patriGnio l-quido"
• lucro l-quido ou pre/u-zo do exerc-cio das controladas de&e ser destacada e apresentada,
respecti&aente, coo dedução ou adição ao lucro l-quido ou pre/u-zo consolidado"
 Alguns tipos de pap%is de tra*al?o utilizados na consolidação de deonstrações cont;*eis$
• consolidação do *alanço . A3<B>"
• consolidação do *alanço . #A00<B>"
• consolidação do resultado do exerc-cio"
• deonstração da e&olução do patriGnio l-quido consolidado"
• resuo dos lançaentos de eliinações na consolidação"
:7
 0ão tipos de saldos e transações a sere eliinados na consolidação$
A; ELIMINAÇ/O DE INVESTIMENTOS
Considerando a situação e que a Controladora A ten?a constitu-do ua Controlada K, participando co 488O de seu
capital, e que$
• a integralização do capital !oi toda e din?eiro no &alor de X 425"888"
• a Controlada K não realizou nen?ua outra transação"
• o *alanço da Controlada K apresentou apenas X 425"888 no Dispon-&el e igual &alor na conta Capital, !ato que
ense/a a eliinação soente dos in&estientos, e !unção de não existire outras transações ou saldos entre as
epresas"
C>23R>=AD>RA A E 0DA C>23R>=ADA K
RESUMO DOS LANÇAMENTOS DE ELIMINAÇÕES DE CONSOLIDAÇ/O
+1 #e #e<e->" #e B1
=A2MACE23> 2Y DSK<3> . X CRSD<3> . X
'4) CA#<3A= 'Controlada K)
<2BE03<CE23>0 'Controladora A)
425"888
425"888
C>23R>=AD>RA A E 0DA C>23R>=ADA K
CONSOLIDAÇ/O DE BALANÇO
+1 #e #e<e->" #e B1
E=ECE23>0 #A3R<C>2<A<0
C>23R>=AD>R
A A
C>23R>=AD
A K
E=<C<2AMN> DE
C>20>=<DAMN>
0A=D>0
C>20>=<DAD
>0 DSK<3> CRSD<3>
A3<B>
Dispon-&el
Contas a Rece*er de terceiros
Estoques
<n&estiento na Controlada K
<o*ilizado
3>3A= D> A3<B>
#A00<B>
Contas a #agar a 3erceiros
Capital
=ucros Acuulados
3>3A= #A00<B>
75"888
458"888
388"888
425"888
358"888
4"888"888
258"888
588"888
258"888
4"888"888
425"888
ggggggg
425"888
425"888
ggggggg
425"888
ggggggg
'4) 425"888
ggggggg
425"888
'4) 425"888
ggggggg
425"888
gggggggg
288"888
458"888
388"888
358"888
4"888"888
258"888
588"888
258"888
4"888"888
B; ELIMINAÇ/O DE SALDOS INTERCOMPANWIAS
Considerando aquela situação e que a Controladora A ten?a constitu-do ua Controlada K, participando co 488O de
seu capital, e que$
• a <n&estidora A &endeu pelo preço de custo X 488"888 de ercadorias para Controlada K"
:9
• a Controlada K, no dia do *alanço, antin?a e estoque os X 488"888 de ercadorias"
• a Controlada K nada pagou I Controladora A, registrando, assi, u passi&o de X 488"888"
• a Controladora A, por sua &ez, apresenta&a os X 488"888 e contas a rece*er da Controlada K"
C>23R>=AD>RA A E 0DA C>23R>=ADA K
RESUMO DOS LANÇAMENTOS DE ELIMINAÇÕES DE CONSOLIDAÇ/O
+1 #e #e<e->" #e B1
=A2MACE23> 2Y DSK<3> . X CRSD<3> . X
'4) CA#<3A= 'Controlada K)
<2BE03<CE23>0 'Controladora A)
'2) C>23A0 A #AAAR 'Controlada K)
C>23A0 A RECEKER 'Controladora A)
'3) BE2DA0 'Controladora A)
CD03> CERCAD>R<A0 BE2D<DA0 'Controladora A)
425"888
488"888
488"888
425"888
488"888
488"888
C>23R>=AD>RA A E 0DA C>23R>=ADA K
CONSOLIDAÇ/O DE BALANÇO
+1 #e #e<e->" #e B1
E=ECE23>0 #A3R<C>2<A<0
C>23R>=AD
>RA A
C>23R>=
ADA K
E=<C<2AMN> DE
C>20>=<DAMN>
0A=D>0
C>20>=<DA
D>0 DSK<3> CRSD<3>
A3<B>
Dispon-&el
Contas a Rece*er de terceiros
Contas a Rece*er da Controlada K
Estoques
<n&estiento na Controlada K
Ati&o <o*ilizado
3>3A= D> A3<B>
#A00<B>
Contas a #agar a terceiros
Contas a #agar I Controladora A
Capital
=ucros Acuulados
3>3A= #A00<B>
75"888
458"888
488"888
288"888
425"888
358"888
4"888"888
258"888
588"888
258"888
4"888"888
425"888
488"888
ggggggg
225"888
488"888
425"888
ggggggg
225"888
ggggggg
'2) 488"888
'4) 425"888
ggggggg
225"888
'2) 488"888
'4) 425"888
ggggggg
225"888
gggggggg
288"888
458"888
388"888
358"888
4"888"888
258"888
588"888
258"888
4"888"888
C>23R>=AD>RA A E 0DA C>23R>=ADA K
CONSOLIDAÇ/O DE BALANÇO
+1 #e #e<e->" #e B1
E=ECE23>0 DE RE0D=3AD>
C>23R>=AD
>RA A
C>23R>=
ADA K
E=<C<2AMN> DE
C>20>=<DAMN>
0A=D>0
C>20>=<D
AD>0 DSK<3> CRSD<3>
Bendas
Custo Cercadorias Bendidas
=ucro Kruto
Despesas
4"388"888
788"888
:88"888
488"888
'3) 488"888
ggggggg
488"888
gggggg
'3) 488"888
488"888
gggggg
4"288"888
:88"888
:88"888
488"888
:5
=ucro =iquido 288"888 488"888 488"888 288"888
C; ELIMINAÇ/O DE LUCROS NAS TRANSAÇÕES INTERCOMPANWIAS
Considerando os seguintes exeplos$
• ,uros co*rados"
• Coissões so*re &endas"
• Di&idendos rece*idos, se creditados I receita"
C>23R>=AD>RA A E 0DA C>23R>=ADA K
RESUMO DOS LANÇAMENTOS DE ELIMINAÇÕES DE CONSOLIDAÇ/O
+1 #e #e<e->" #e B1
=A2MACE23> 2Y DSK<3> . X CRSD<3> . X
'4) ,DR>0 C>KRAD>0 #E=A C>23R>=AD>RA A DA C>23R>=ADA K
Receitas Financeiras 'Controladora A)
Despesas Financeiras 'Controlada K)
'2) C>C<00^E0 0>KRE BE2DA0 C>KRADA0 #E=A C>23R>=AD>RA A DA
C>23R>=ADA K
Receitas de Coissões so*re Bendas 'Controladora A)
Despesas de Bendas 'Controlada K)
'3) D<B<DE2D>0 REA<03RAD>0 C>C> RECE<3A 2A C>23R>=AD>RA A
'quando o in&estiento peranente % a&aliado pelo %todo de custo)
Receitas de #articipações 0ociet;rias 'Controladora A)
=ucros Acuulados 'Controlada K)
48"888
28"888
78"888
48"888
28"888
78"888
D1; ELIMINAÇ/O DE LUCROS NOS ESTOAUES
Considerando as ?ip1teses e que$
• a epresa Controlada K &ende ercadorias I Controladora A, por X 448"888, cu/o custo de aquisição para a
Controlada K !oi X 488"888"
• a adquirente &endeu todas as ercadorias para terceiros, ao preço de X 4:8"888, at% a data da consolidação,
portanto, não apresentou saldo no estoque naquela data"
>#ERAMN> DE BE2DA 2A C>23R>=ADA K
=A2MACE23> C>23PK<= DSK<3> . X CRSD<3> . X
BE2DA0
CD03> DA0 CERCAD>R<A0 BE2D<DA0
=DCR> KRD3>
488"888
448"888
48"888
>#ERAMN> DE BE2DA 2A C>23R>=AD>RA A
=A2MACE23> C>23PK<= DSK<3> . X CRSD<3> . X
78
BE2DA0
CD03> DA0 CERCAD>R<A0 BE2D<DA0
=DCR> KRD3>
488"888
4:8"888
28"888
C>23R>=AD>RA A E 0DA C>23R>=ADA K
RESUMO DOS LANÇAMENTOS DE ELIMINAÇÕES DE CONSOLIDAÇ/O NA DEMONSTRAÇ/O DOS
RESULTADOS DO EBERCTCIO
=A2MACE23> 2Y DSK<3> . X CRSD<3> . X
'4) BE2DA0 'Controlada K)
CD03> CERCAD>R<A0 BE2D<DA0 'Controladora A)
448"888
448"888
2ote que neste caso$
• o custo das &endas a ser eliinado % de X 448"888 'e não apenas X 488"888 do custo da Controlada K), pois a
ercadoria !oi &endida a terceiros por X 4:8"888 pela Controladora A, onde no seu custo de &endas estão inclu-dos
os X 48"888 de lucro da Controlada K au!eridos na &enda e!etuada I Controladora A"
• dessa !ora, o custo de &endas a eliinar % assi representado$
. Custo das Bendas na Controlada K"""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 488"888
. Custo das Bendas na Controladora A, copreendendo
apenas a arge de lucro au!erida pela Controlada K na Controladora A"""""""" 48"888
. 3>3A=""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 448"888
C>23R>=AD>RA A E 0DA C>23R>=ADA K
CONSOLIDAÇ/O DE BALANÇO
+1 #e #e<e->" #e B1
E=ECE23>0 DE RE0D=3AD>
C>23R>=AD
>RA A
C>23R>=
ADA K
E=<C<2AMN> DE
C>20>=<DAMN>
0A=D>0
C>20>=<D
AD>0 DSK<3> CRSD<3>
Bendas
Custo Cercadorias Bendidas
=ucro Kruto
4:8"888
448"888
28"888
448"888
488"888
48"888
'4) 448"888
ggggggg
448"888
'4) 448"888
448"888
4:8"888
488"888
:8"888
>*ser&e que os saldos consolidados de &endas e custos das ercadorias &endidas representa e!eti&as operações
realizadas pelo grupo co terceiros, onde o lucro consolidado 'X:8"888) não so!reu alteração, sendo !orado pela soa do
lucro da Controladora A 'X 28"888) e o da Controlada K 'X 48"888)"
D'; ELIMINAÇ/O DE LUCROS NOS ESTOAUES
Considerando o exeplo anterior, ?ip1tese e que$
• a Controlada K &ende ercadorias I Controladora A, por X 448"888, cu/o custo de aquisição % X 488"888"
• a adquirente não &endeu nada de tais ercadorias a terceiros, antendo e estoque os X 448"888 at% o oento
da consolidação"
C>23R>=AD>RA A E 0DA C>23R>=ADA K
RESUMO DOS LANÇAMENTOS DE ELIMINAÇÕES DE CONSOLIDAÇ/O NA DEMONSTRAÇ/O DOS
RESULTADOS DO EBERCTCIO
=A2MACE23> 2Y DSK<3> . X CRSD<3> . X
'4) BE2DA0 'Controlada K)
CD03> CERCAD>R<A0 BE2D<DA0 'Controlada K)
E03>RDE0 'Controladora A)
448"888
488"888
48"888
74
C>23R>=AD>RA A E 0DA C>23R>=ADA K
CONSOLIDAÇ/O DE BALANÇO
+1 #e #e<e->" #e B1
E=ECE23>0 DE RE0D=3AD>
C>23R>=AD>RA
A
C>23R>=ADA
K
E=<C<2AMN> DE
C>20>=<DAMN>
0A=D>0
C>20>=<DAD>0
DSK<3> CRSD<3>
Bendas
Custo Cercadorias Bendidas
=ucro Kruto
ggggggg
448"888
488"888
48"888
'4) 448"888
ggggggg
448"888
'4) 488"888
488"888
ggggggg
2ote que neste caso$
• os saldos consolidados de resultados são nulos, pois não ?ou&e &enda a terceiros, sendo que no *alanço
consolidado de&e ser esse o &alor respecti&o dentro do #atriGnio =-quido"
• ressalte.se que a eliinação de X 48"888 no &alor do estoque da Controladora A de&e aparecer no papel de
tra*al?o de consolidação do *alanço, não tratada nesta oportunidade"
D+; ELIMINAÇ/O DE LUCROS NOS ESTOAUES
Considerando o exeplo anterior, por% co a Controladora A &endendo a terceiros 58O das ercadorias adquiridas, pelo
&alor X 98"888"
Dessa !ora, o lucro no estoque ser; assi calculado$
4" CP=CD=> DA CARAEC DE =DCR>
#reço de &enda pela Controlada K"""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 448"888
Custo das ercadorias &endidas na Controlada K"""""""""""""""" 488"888
=DCR> KRD3>"""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 48"888
Carge de =ucro
'lucro *ruto 6 preço de &enda) ou '48"8886448"888)""""""""""" 29,57O
2" CP=CD=> D> =DCR> 2> E03>RDE
3odos estoques adquiridos da Controlada K"""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 448"888
'.) Estoques &endidos a terceiros '58O)"""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 78"888
0aldo e estoque na Controladora A"""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 78"888
=DCR> <23ER2> C>23<D> 2> E03>RDE RE3R> CA=CD=AD>
#E=A CARAEC DE 29,57O 'x 78"888)""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 28"888
E03>RDE 0EC =DCR>, A #REM> DE CD03> D> C>2,D23> """"""" 58"888
C>23R>=AD>RA A E 0DA C>23R>=ADA K
RESUMO DOS LANÇAMENTOS DE ELIMINAÇÕES DE CONSOLIDAÇ/O NA DEMONSTRAÇ/O DOS
RESULTADOS DO EBERCTCIO
=A2MACE23> 2Y DSK<3> . X CRSD<3> . X
'4) BE2DA0 'Controlada K)
CD03> CERCAD>R<A0 BE2D<DA0 'Controladora A)
E03>RDE0 'Controladora A)
448"888
428"888
28"888
Coo a situação neste caso en&ol&eu lucros não realizados /; detectados na equi&al+ncia patrionial, te.se a seguir o
papel de tra*al?o de resuo dos lançaentos de eliinação de consolidação do *alanço e da deonstração dos
resultados do exerc-cio$
C>23R>=AD>RA A E 0DA C>23R>=ADA K
RESUMO DOS LANÇAMENTOS DE ELIMINAÇÕES DE CONSOLIDAÇ/O
72
+1 #e #e<e->" #e B1
=A2MACE23> 2Y DSK<3> . X CRSD<3> . X
'4) Eliinação dos saldos intercopan?ias
C>23A0 A #AAAR 'Controladora A)
C>23A0 A RECEKER 'Controlada K)
'2) Eliinação do in&estiento '488O)
CA#<3A= 'Controlada K)
=DCR>0 ACDCD=AD>0 'Controlada K)
<2BE03<CE23>0 'Controladora A)
'3) Eliinação do lucro nos estoques
=DCR>0 ACDCD=AD>0 'Controlada K)
E03>RDE0 'Controladora A)
'4) Eliinação das &endas internas
BE2DA0 'Controlada K)
CD03> DA0 CERCAD>R<A0 BE2D<DA0 'Controladora A)
E03>RDE0 'Controladora A)
'5) Eliinação da Receita de Equi&al+ncia #atrionial
#AR3<C<#AMN> 2> =DCR> DA C>23R>=ADA K
<2BE03<CE23>0 'Controladora A)
448"888
425"888
28"888
28"888
448"888
28"888
448"888
445"888
28"888
428"888
28"888
28"888
>*ser&e que$
• os &alores lançados a cr%dito de Estoques 'X 28"888, lançaento 4) e de <n&estientos 'X 28"888, lançaento 5),
não são, anoalaente, registrados no papel de tra*al?o, isto porque nesse papel os cr%ditos a Estoques e
<n&estientos /; !ora !eitos pelos lançaentos 3 e 2, respecti&aente"
• essa aparente duplicidade de lançaento 'que precisa ser cuidadosaente e&itada) de&e.se ao !ato de que nesse
papel de tra*al?o, os lucros estão colocados duas &ezes, ua so* a !ora de =ucros Acuulados no *alanço e
outra coo saldo !inal na Deonstração do Resultado"
• nesse sistea, os lançaentos re!erentes a a/ustes e eliinações na Deonstração do Resultado s1 são
considerados, no papel de tra*al?o, nas parcelas que se re!ere Is contas do Resultado"
C>23R>=AD>RA A E 0DA C>23R>=ADA K
CONSOLIDAÇ/O DE BALANÇO
+1 #e #e<e->" #e B1
E=ECE23>0 #A3R<C>2<A<0
C>23R>=AD>
RA A
C>23R>=
ADA K
E=<C<2AMN> DE
C>20>=<DAMN>
0A=D>0
C>20>=<DA
D>0 DSK<3> CRSD<3>
A3<B>
Dispon-&el
Contas a Rece*er de terceiros
Contas a Rece*er da Controlada A
Estoques
<n&estiento na Controlada K
Ati&o <o*ilizado
3>3A= D> A3<B>
#A00<B>
Contas a #agar a terceiros
Contas a #agar I Controladora K
Capital
75"888
98"888
78"888
445"888
358"888
728"888
58"888
448"888
588"888
425"888
448"888
ggggggg
2:5"888
488"888
425"888
ggggggg
'4) 448"888
'2) 425"888
'4) 448"888
'3) 28"888
'4) 445"888
ggggggg
385"888
288"888
98"888
58"888
358"888
:98"888
458"888
588"888
73
=ucros Acuulados
3>3A= #A00<B>
38"888
ggggggg
728"888
ggggggg
225"888
'2) 28"888
'2) 28"888
385"888
gggggggg
38"888
gggggggg
:98"888
DEMONSTRACAO
Bendas
Custo das Bendas
=DCR> KRD3>
#artic" no lucro da Controlada K
=DCR> =<RD<D>
98"888
78"888
48"888
28"888
38"8888
448"888
488"888
48"888
ggggggg
48"8888
'4) 448"888
ggggggg
448"888
'5) 28"888
4:8"8888
'4) 428"888
428"888
ggggggg
428"8888
98"888
58"888
38"888
ggggggg
38"8888
Apuração do &alor do in&estiento na
Controladora$
#= da Controlada K
Capital
=ucros Acuulados
3>3A=
'.) =ucros não realizados 'nos estoques)
BA=>R A,D03AD>
425"888
48"888
4:5"888
28"888
445"8888
Balor da equi&al+ncia Q 488O x X 445"888 Q X 445"888
0aliente.se que na adoção da equi&al+ncia soente são
eliinados os lucros não realizados de &endas da
Controlada para a Controladora 'e !unção do #= da
in&estida ser a *ase da equi&al+ncia), o que não ocorre na
consolidação, onde ta*% são eliinados os lucros não
realizados de &endas da Controladora para a Controlada"
E; ELIMINAÇ/O DE LUCRO OU PREXUTPO EM INVESTIMENTOS
<sso ocorre quando ua epresa &ende co lucro para outra do eso grupo ua participação acion;ria nua terceira
epresa" Exeplo a seguir, considerando que$
• a Controladora A ten?a o controle acion;rio da Controlada K e participação e 38O do capital de ua Coligada C,
sendo que os 78O restantes do capital pertence a pessoas !ora do grupo epresarial"
• a Controladora A &ende sua participação na Coligada C para a Controlada K pelo &alor de X :"888"888, cu/o &alor
cont;*il % de X 4"888"888, o*tendo.se, assi, u lucro de X 2"888"888"
• tanto a Controladora A, quanto a Controlada K, adota o %todo da equi&al+ncia patrionial para a&aliação do
in&estiento"
ARD<0<MN> D> <2BE03<CE23> #E=A C>23R>=ADA K
=A2MACE23> C>23PK<= DSK<3> . X CRSD<3> . X
<2BE03<CE23>0 2A C>=<AADA C
Balor da Equi&al+ncia #atrionial
Pgio
Kancos
4"888"888
2"888"888
:"888"888
BE2DA D> <2BE03<CE23> #E=A C>23R>=AD>RA A
=A2MACE23> C>23PK<= DSK<3> . X CRSD<3> . X
Kancos
<2BE03<CE23>0 2A C>=<AADA C
Balor da Equi&al+ncia #atrionial
Receita 2ão.>peracional . =ucro na Benda de <n&estientos
:"888"888
4"888"888
2"888"888
Coo o lucro au!erido na transação intercopan?ia est; inclu-do no ati&o da Controlada K e coo receita do ano na
Controladora A, este de&er; ser eliinado na consolidação"
C>23R>=AD>RA A E 0DA C>23R>=ADA K
RESUMO DOS LANÇAMENTOS DE ELIMINAÇÕES DE CONSOLIDAÇ/O NA DEMONSTRAÇ/O DOS
RESULTADOS DO EBERCTCIO
74
=A2MACE23> 2Y DSK<3> . X CRSD<3> . X
'4) RECE<3A 2N>.>#ERAC<>2A= 'Controladora A)
=ucro na Benda de <n&estientos
<2BE03<CE23>0 'Controlada K)
2"888"888
2"888"888
Fonte: -A./A' DE C!.0A1I'IDADE DA& &!CIEDADE& P!R AÇ2E&# Atlas# 3445# &ão Paulo%
Foi considerado no exeplo exposto que a &enda ocorreu durante o ano e que se est; realizando a consolidação, o que
oti&ou a eliinação de parte do in&estiento contra a receita do exerc-cio"
Agora, te.se a seguir o papel de tra*al?o de resuo dos lançaentos de eliinação considerando a consolidação do ano
seguinte, onde o lucro na &enda do in&estiento estaria na conta =ucros Acuulados de exerc-cios anteriores$
C>23R>=AD>RA A E 0DA C>23R>=ADA K
RESUMO DOS LANÇAMENTOS DE ELIMINAÇÕES DE CONSOLIDAÇ/O NA DEMONSTRAÇ/O DOS
RESULTADOS DO EBERCTCIO
=A2MACE23> 2Y DSK<3> . X CRSD<3> . X
'4) =DCR>0 ACDCD=AD>0 . A2>0 A23ER<>RE0
'Controladora A)
PA<> 'Controlada K)
2"888"888
2"888"888
Agora ser; desen&ol&ida a eliinação de saldos e transações considerando o eso exeplo, por% nas seguintes
condições$
• a Controlada K registrou o ;gio de X 2"888"888 e conta de ati&o, para aortiz;.lo e cinco anos, o que le&a a
eliinação da consolidação, anualente, a ser di!erente, &isto que I edida que tal ati&o &ai sendo aortizado
contra conta de despesas, o lucro nos ati&os so!re ua redução at% zerar, quando não ?a&eria ais lucro nos
ati&os a ser eliinado"
• co o eso exeplo, e na suposição de que a transação de &enda ocorreu no !inal de W4, e que a Controlada K
optou por aortizar o ;gio de X 2"888"888 e cinco anos, correspondente a X 488"888 por ano a partir do exerc-cio
de W5, pode.se e&idenciar a e&olução do ati&o e sua aortização no quadro a seguir$
A2>0
2A C>23R>=ADA K 2A C>23R>=AD>RA A
Pgio =-quido Aortização
'Despesas do Ano)
=ucros Acuulados
'Anos Anteriores)
Receita =ucros Acuulados
'Anos Anteriores)
E W4
E W5
E W:
E W7
E W9
E W5
E d8
2"888"888
4":88"888
4"288"888
988"888
488"888
488"888
488"888
488"888
488"888
488"888
488"888
988"888
4"288"888
4":88"888
2"888"888
2"888"888
2"888"888
2"888"888
2"888"888
2"888"888
2"888"888
2"888"888
2ote.se que o lucro nos ati&os so!re reduções anuais at% ser eliinado e W5, quando encerra.se os lançaentos de
eliinação"
C>23R>=AD>RA A E 0DA C>23R>=ADA K
RESUMO DOS LANÇAMENTOS DE ELIMINAÇÕES DE CONSOLIDAÇ/O NA DEMONSTRAÇ/O DOS
75
RESULTADOS DO EBERCTCIO
=A2MACE23> DSK<3> . X CRSD<3> . X
EC W4
Receita não.operacional
Pgio
2"888"888
2"888"888
EC W5
=ucros Acuulados . Anos Anteriores
Pgio
Despesa . Aortização do Ano
2"888"888
4":88"888
2"888"888
EC W:
=ucros Acuulados . Anos Anteriores
Pgio
Despesa . Aortização do Ano
=ucros Acuulados . Anos Anteriores
2"888"888
4"288"888
488"888
488"888
EC W7
=ucros Acuulados . Anos Anteriores
Pgio
Despesa . Aortização do Ano
=ucros Acuulados . Anos Anteriores
2"888"888
988"888
488"888
988"888
EC W9
=ucros Acuulados . Anos Anteriores
Pgio
Despesa . Aortização do Ano
=ucros Acuulados . Anos Anteriores
2"888"888
488"888
488"888
4"288"888
EC W5
=ucros Acuulados . Anos Anteriores
Despesa . Aortização do Ano
=ucros Acuulados . Anos Anteriores
2"888"888
488"888
4":88"888
EC d8
=ucros Acuulados . Anos Anteriores
=ucros Acuulados . Anos Anteriores
2"888"888
2"888"888
>*ser&e que no ano de d8 não % ais necess;rio o lançaento de eliinação, &ez que o lançaento de d%*ito e de cr%dito
de&e acontecer na esa conta, que no caso % =ucros Acuulados . Anos Anteriores, o que não a!eta os saldos
consolidados"
F; ELIMINAÇ/O DE LUCRO OU PREXUTPO EM ATIVO IMOBILIPADO
<sso ocorre quando ua epresa &ende a outra do eso grupo, ;quinas, equipaentos, terrenos, &e-culos, etc, para
incorporação ao seu ati&o io*ilizado, cu/a transação ocorre co lucro ou pre/u-zo" Agora u exeplo co as seguintes
condições$
• a Controladora A &ende I Controlada K, da qual det% 58O das ações, u terreno no &alor de X 48"888"888, cu/o
custo na &endedora % de X :":88"888"
BE2DA D> 3ERRE2> #E=A C>23R>=AD>RA A
=A2MACE23> C>23PK<= DSK<3> . X CRSD<3> . X
Kancos
3errenos. Custo
Receita não.operacional 'lucro na &enda de terreno)
48"888"888
:":88"888
3"488"888
ARD<0<MN> D> 3ERRE2> #E=A C>23R>=ADA K
7:
=A2MACE23> C>23PK<= DSK<3> . X CRSD<3> . X
3errenos E Custo
Kancos
48"888"888
48"888"888
Fonte: -A./A' DE C!.0A1I'IDADE DA& &!CIEDADE& P!R AÇ2E&# Atlas# 3445#
&ão Paulo%
Considerando o terreno não so!reu depreciação at% o oento da consolidação, a eliinação necess;ria %$
C>23R>=AD>RA A E 0DA C>23R>=ADA K
RESUMO DOS LANÇAMENTOS DE ELIMINAÇÕES DE CONSOLIDAÇ/O NA DEMONSTRAÇ/O DOS
RESULTADOS DO EBERCTCIO
=A2MACE23> 2Y DSK<3> . X CRSD<3> . X
'4) RECE<3A 2N>.>#ERAC<>2A= 'Controladora A)
=ucro na &enda de *e do io*ilizado
3ERRE2>0 'Controlada K)
3"488"888
3"488"888
2ote.se que$
• o exeplo ora apresentado se re!ere I &enda de u terreno da Controladora para a Controlada, cu/o ati&o não
so!re depreciação" E ?a&endo lucro intercopan?ia e *ens depreci;&eis, aortiz;&eis ou exaur-&eis, as
eliinações de consolidação torna.se ais coplexas, e !unção de &ariare de ano a ano, cu/a situação exige
a anutenção de controles adequados para apuração de seus e!eitos" Entretanto, os procedientos são os
esos adotados no trataento da aortização do ;gio e in&estientos"
• % necess;rio considerar na apuração de tais e!eitos, e nos respecti&os lançaentos de eliinação, se esses
a/ustes /; !ora ou não considerados redução do #atriGnio =-quido das controladas para !ins de a&aliação do
in&estiento, ?ip1tese que, se ocorrida, não de&e ?a&er eliinações na consolidação, so* pena de pro&ocar
duplicidade" 3oda&ia, sepre reanesce por eliinar na consolidação o lucro não realizado por &endas da
controladora para controlada, situação não alcançada pela equi&al+ncia patrionial"
I.6 P3"t&c&p3)Qes -&!"&t4"&3s e- c!t".3#3s
A; CONSIDERAÇÕES INICIAIS E FORMA DE APRESENTAÇ/O DA PARTICIPAÇ/O NO CAPITAL DA CONTROLADA
 Considerando que a consolidação % !eita pela epresa controladora e que as deonstrações cont;*eis de&e
re!letir sua participação na controlada, % necess;rio destacar no *alanço consolidado a parcela de capital
pertencente Is pessoas naturais '!-sicas) ou /ur-dicas, denoinadas de inorit;rias 'ou a/orit;rias não
controladoras), isto %, terceiros !ora do grupo, para que o patriGnio consolidado se/a a parte que e!eti&aente
pertence aos acionistas da epresa controladora, nos teros do disposto no Z 4Y do art" 258 da =ei nY :"48467: e
no art" 25 da <nstrução CBC nY 24765:"
 #ara atendiento desta disposição legal % preciso proo&er ua segregação de contas no *alanço consolidado,
co &istas a que a participação inorit;ria se/a e&idenciada, o que da seguinte !ora$
BALANÇO PATRIMONIAL CONSOLIDADO
#A00<B>
#A00<B> C<RCD=A23E
#A00<B> EW<A\BE= A =>2A> #RAJ>
RE0D=3AD>0 DE EWERC\C<>0 FD3DR>0
#AR3<C<#AMN> C<2>R<3PR<A EC C>23R>=ADA0 C>20>=<DADA0
#A3R<C[2<> =\RD<D>
3>3A= D> #A00<B>
Fonte: -A./A' DE C!.0A1I'IDADE DA& &!CIEDADE& P!R AÇ2E&# Atlas# 3445# &ão Paulo%
77
B; APURAÇ/O DO VALOR DA PARTICIPAÇ/O MINORITÁRIA
 A seguir são deterinadas as participações no capital da controlada$
CA#<3A= 0>C<A= DA C>23R>=ADA K BA=>R . X #AR3" O
Detido pela Controladora A
Detido pelos s1cios ou acionistas inorit;rios
3>3A= D> CA#<3A=
58"888
48"888
488"888
58O
48O
488O
 #or outro lado, coo o s1cio ou acionista inorit;rio te direito, ta*%, aos outros eleentos do #atriGnio
=-quido, % necess;rio identi!icar essa participação O não s1 na conta capital coo nas reser&as e lucros
acuulados"
 A seguir são deonstrados os coponentes do #atriGnio =-quido da controlada$
CA#<3A= 0>C<A= DA C>23R>=ADA K BA=>R . X
288"888 ações a X 4,88 cada ua
Reser&a de Capital
Reser&as de =ucros
=ucros Acuulados
3>3A= D> #A3R<C[2<> =\RD<D>
288"888
78"888
55"328
:2"438
427"758
 A seguir são deonstradas as participações no nHero de ações do capital social su*scrito e integralizado da
controlada$
CA#<3A= 0>C<A= DA C>23R>=ADA K BA=>R . X #AR3" O
Detido pela Controladora A
Detido pelos di&ersos acionistas inorit;rios
3>3A= DE AM^E0 D> CA#<3A=
4:8"888
48"888
288"888
98O
28O
488O
 #ara e!eito de identi!icar o direito dos acionistas inorit;rios so*re as deais contas do #atriGnio=-quido, de&e.
se aplicar a porcentage encontrada no quadro anterior '28O) so*re os &alores destas contas, coo segue$
C>23R>=AD>RA A E 0DA C>23R>=ADA K
C>23A0 BA=>R
3>3A=
C<2>R<3PR<>0
28O
C>23R>=AD>RA A
98O
Capital 0ocial
Reser&as de Capital
Reser&as de =ucros
=ucros Acuulados
3>3A= D> #A3R<C[2<> =\RD<D>
288"888
78"888
55"328
:2"438
427"758
48"888
44"888
45"8:4
42"49:
95"558
4:8"888
5:"888
7:"25:
45"544
342"288
 Da an;lise do quadro anterior, &eri!ica.se que o &alor a ser segregado no *alanço consolidado % de X 95"558, que
representa a participação dos acionistas inorit;rios, cu/o lançaento de eliinação %$
C>23R>=AD>RA A E 0DA C>23R>=ADA K
RESUMO DOS LANÇAMENTOS DE ELIMINAÇÕES DE CONSOLIDAÇ/O NA DEMONSTRAÇ/O DOS
RESULTADOS DO EBERCTCIO
=A2MACE23> 2Y DSK<3> . X CRSD<3> . X
'4) CA#<3A= 0>C<A= 48"888
79
RE0ERBA0 DE CA#<3A=
RE0ERBA0 DE =DCR>0
=DCR>0 ACDCD=AD>0
#AR3<C<#AMN> C<2>R<3PR<A EC C>23R>=ADA0 C>20>=<DADA0
44"888
45"8:4
42"49:
95"558
 #or outro lado, na Deonstração do Resultado do Exerc-cio de&er; ser eliinada a parcela do lucro das
controladas consolidadas a que t+ direito os s1cios ou acionistas inorit;rios por sua participação no capital
social da in&estida 'de acordo co o art" 25 da <nstrução CBC nY 24765:)"
 #ara adoção desse procediento, ser; utilizado o exeplo anterior e considerando os seguintes aspectos$
• a participação dos inorit;rios corresponde a 28O do lucro da controlada"
• o suposto resultado apresentado pela controlada % de X 588"888, cu/a participação % assi calculada$
h Balor do lucro da Controlada K"""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""" 588"888
h #ercentual de participação dos acionistas inorit;rios""""""""""""""" 28O
h Balor da participação inorit;ria no lucro '8,28 x 588"888)""""""""" 498"888
• al% dos X 588"888 de lucro apresentado pela Controlada K, a Controladora A o*te&e u lucro no per-odo
equi&alente a X 4"988"888, totalizando, portanto, e teros de grupo, X 2"788"888"
 A seguir a apresentação da deonstração consolidada co o destaque da parcela de lucro pertencente aos
acionistas inorit;rios$
C>23R>=AD>RA A E 0DA C>23R>=ADA K
DEMONSTRAÇ/O CONSOLIDADA DO RESULTADO DO EBERCTCIO
D<0CR<C<2AMN> BA=>R . X
RECE<3A KRD3A
=DCR> KRD3>
DE0#E0A0 >#ERAC<>2A<0
>D3R>0 RE0D=3AD>0
=DCR> =\RD<D> 3>3A=
-enos: #articipação inorit;ria nos Resultados da Controlada K
=DCR> =\RD<D> C>20>=<DAD>
2"788"888
'498"888)
2"528"888
2ão % oti&o de odi!icação na participação dos inorit;rios 'ou não controladores) a exist+ncia de lucros não realizados
no patriGnio l-quido das controladas, os quais a!eta o resultado da controladora" >s inorit;rios t+ direito a participar
dos resultados das controladas, ainda que parte do lucro pro&en?a de operações co a controladora"
I.M I-psts !3 c!s.&#3)*
 S sa*ido que e &;rias situações de&e.se proo&er alteração do resultado consolidado e !unção de a/ustes
oriundos de lucros não realizados e outros !atores, sendo que uitos desses lucros conta*ilizados indi&idualente
e eliinados por ocasião da consolidação das deonstrações cont;*eis, constitue.se e resultados tri*ut;&eis
nas epresas e que !ora apurados" 2este caso, ocorre de ?a&er u lucro eliinado, as ua despesa co o
iposto de renda presente, o que le&a Is seguintes considerações$
• caso esse lucro se/a eliinado agora, as reinclu-do coo lucro na consolidação no !uturo, ?a&er; ta*% a
necessidade de eliinar agora o iposto so*re ele incidente, de tal !ora que se/a inclu-do quando !or
apresentado aquele lucro na consolidação"
• por outro lado, ocorrendo que esse lucro se/a eliinado agora e nunca ais apareça na consolidação, não
?a&er; a/uste a !azer, pois a despesa co a tri*utação do iposto % de !ato ua despesa conta*ilente de
agora ta*% para o consolidado ou o a/uste ser; concretizado na !ora de acr%scio ao custo do *e"
75
 Coo exeplo, pode.se citar o caso e que ua controlada &ende estoques I sua controladora, o*tendo lucro e
so!rendo incid+ncia do iposto nessa transação, sendo que parte de tais estoques não ten?a sido ainda
realizada, ense/ando a que a parcela do lucro não realizado e o*/eto de eliinação na consolidação acarretar;
ta*% a/ustes relacionados co o iposto a ele proporcional, os quais ocorrerão$
• no "alanço, co a/uste nos =ucros Acuulados 'cr%dito), pela retirada da despesa co o iposto inclu-do, e
ainda a/uste no Ati&o Circulante 'd%*ito), pelo !ato de que aquele iposto de&ido indi&idualente pela
&endedora nada ais % do que ua antecipação do iposto na &isão da controladora"
• no resultado, co a/uste do &alor da parcela relati&a I pro&isão para o iposto de renda"
 Lipoteticaente, supon?a.se os &alores a seguir$
• lucro "ruto o*tido pela &endedora, ainda existente nos estoques da copradora no &alor de X 3"888"888"
• i!posto de renda incorrido pela &endedora e relação a esse lucro, calculado na proporção de 35O de X
3"888"888 Q X 4"858"888"
 Co esses dados, são necess;rios os seguintes a/ustes$
• no "alanço consolidado, os X 4"858"888 ense/arão lançaentos a d%*ito no Ati&o Circulante e cr%dito e
=ucros Acuulados"
• na de!onstração do resultado consolidada, ense/a o lançaento de a/uste apenas na parte relati&a a
despesa do iposto, coo se !osse partida siples, &ez que o a/uste no Ati&o Circulante /; !ora realizado no
lançaento anterior"
>*ser&e que assi procedendo, te.se o acerto glo*al, ua &ez que co a &enda do estoque intercopan?ias,
esta&a.se auentando o lucro não pelo seu total de X 3"888"888, as pelo &alor l-quido de X 4"558"888, porque o
iposto de renda reduzira aquele ontante"
 2a ?ip1tese de transação co &enda de ati&os io*ilizados, o a/uste no *alanço ser; no Realiz;&el a =ongo
#razo, &ez que a recuperação do iposto ser; deorada, acontecendo na esa proporção que esses ati&os
!ore sendo *aixados por !orça de depreciação, aortização, alienação e outros !atores"
 Dtilizando o exeplo anterior, se no exerc-cio seguinte a controladora adquirente agora realiza todos os estoques,
por &enda, de&er; aparecer no resultado consolidado aquele lucro de X 3"888"888, se contar e&entuais &alores
agregados" Assi, ser; *aixado aquele iposto de X 4"858"888, co sua eliinação do ati&o e o apareciento no
resultado consolidado do no&o exerc-cio"
 Do ponto de &ista da controladora e das deonstrações consolidadas, estes procedientos de a/ustes redunda,
portanto, e eliinação, no prieiro exerc-cio, do resultado l-quido da transação interna, e na trans!er+ncia para o
segundo exerc-cio, quando de !ato ?a&er; sua realização"
 2a ?ip1tese de ocorrer a situação in&ersa, ediante o registro de u pre/u-zo nua transação intercopan?ias,
onde ocorre ua redução do iposto de&ido na &endedora, este de&er; ser eliinado ediante o a/uste do &alor
da despesa co !oração da pro&isão do iposto, no resultado, para o saldo que teria caso não ?ou&esse aquela
diinuição" Assi, a eliinação do pre/u-zo se dar; e contrapartida a u auento no &alor consolidado do ati&o
que l?e deu orige, e o acr%scio da despesa co o iposto ser; contra o #assi&o Circulante, ou Exig-&el a
=ongo #razo, se !or o caso, no *alanço consolidado"
 0e os resultados !ore totalente realizados dentro do eso exerc-cio não ?a&er; necessidade de a/ustes, pois
o e&entual acr%scio de iposto incidente no resultado de ua sociedade ser; copensado co a redução no
da outra, &ez que esta registrar; u custo de produto &endido aior"
 E ocorrendo a ?ip1tese de que esse iposto não se/a recuper;&el, onde, por exeplo, ua controladora &ende
co lucro u ati&o para ua controlada conteplada co isenção do iposto, sta não ter; coo copensar"
2este caso, a &endedora apurar; o resultado e pagar; o iposto"
 A epresa copradora !ar; aparecer o ati&o no *alanço, e na consolidação o lucro intercopan?ias ser;
eliinado, por% quando a adquirente &end+.lo, *aixar; u custo que inclui aquele lucro, se contudo, se
*ene!iciar co a redução de seu iposto e !unção de não estar su/eita I tri*utação" 2esta ?ip1tese, não !az
sentido !azer aparecer no *alanço consolidado u <posto de Renda a Copensar, pois a despesa de iposto
98
incorrida na &enda % incopens;&el, podendo, desde /;, ser *aixada ta*% nas deonstrações consolidadas,
caso e que a eliinação ocorreria apenas quanto ao lucro *ruto" #oder; surgir ua alternati&a de se considerar
esse a/uste do iposto não coo <posto a Recuperar, as adicionando.o ao &alor do pr1prio eleento do ati&o
'estoque, io*ilizado, etc) na consolidação, coo se de&ido I transação, o iposto incidente representasse u
acr%scio de custo, o qual no consolidado, ser; *aixado /untaente co o ati&o, integrando seu no&o &alor"
Ressalte.se que esse acr%scio não pode pro&ocar u &alor tal no ati&o o*/eto da transação no *alanço
consolidado que exceda seu &alor l-quido de realização, para não !erir a regra de a&aliação, ou se/a, do custo ou
de ercado para ati&os circulantes, e &alor de uso para ati&os peranentes" 2esta Hltia ?ip1tese, o iposto
pode ser tratado coo despesa antecipada no exerc-cio de sua geração, caso o acr%scio ao custo se ostrar
se sentido por não ter de !ato sido auentada a utilidade do ati&o na no&a situação"
B; ICMS E IPI NA TRANSAÇ/O COM ATIVOS
 Coo se sa*e, o <CC0 e o <#< não copõe o custo de aquisição dos estoques quando são recuper;&eis pelo
adquirente, não !azenda parte, ta*%, da receita l-quida de &endas, por% são pass-&eis de alguns a/ustes"
 #or suposição, ua controlada &ende, por X 4"888"888, incluso o <CC0 de 49O e 4,:5O de #<0, ais <#< no &alor
de X 288"888, produtos 'estoque) cu/o custo l-quido do <CC0 e <#< iporta e X :88"888, operação assi
deonstrada$
E=ECE23>0 BA=>RE . X
Faturaento Kruto
' E ) <#<
Receita Kruta
' E ) <CC0
' E ) #<0
Receita =-quida
' E ) Custo dos #rodutos Bendidos
=ucro Kruto
4"288"888
'288"888)
4"888"888
'498"888)
'4:"588)
983"588
':88"88)
283"588
 Considerando que re!erido estoque este/a no *alanço da controladora adquirente, ?a&er; a necessidade de$
• no "alanço consolidado, eliinar o lucro não realizado de X 283"588, as nen?u a/uste quanto ao <#< e
<CC0, sendo que os saldos a pagar ou a copensar de tais ipostos são o*rigações ou direitos ta*%
&;lidos no consolidado"
• na de!onstração consolidada do resultado, eliinar todos os deais itens do deonstrati&o acia
relati&os Iquela transação, da seguinte !ora$
=A2MACE23>0 DE E=<C<2AM^E0 DE C>20>=<DAMN> DSK<3> . X CRSD<3> . X
Faturaento Kruto
<#<
<CC0
#<0
Custo dos #rodutos Bendidos
Estoques 'lucro não realizado)
4"288"888
288"888
498"888
4:"588
:88"888
283"588
2ote que e se a/ustando os eleentos retro, autoaticaente estarão a/ustadas a Receita Kruta, a Receita =-quida e o
=ucro Kruto"
94
 2ão sendo recuper;&eis os re!eridos ipostos, a copradora acrescer; seus &alores ao custo de aquisição dos
estoques, onde o a/uste % o eso /; &isto" Ressalte.se, adeais, que se os ipostos !ore recuper;&eis, na
copradora o &alor dos estoques % de X 983"588, ou se/a, X 4"288"888 deduzidos de X 288"888 de <#<, X 4:"588
de #<0 e X 498"888 de <CC0, sendo, por outro lado, não recuper;&eis, o &alor ati&ado ser; de X 4"288"888"
 Considerando esta Hltia ?ip1tese, ao se eliinar o lucro não realizado de X 283"588, o estoque consolidado
*aixar; de X 4"288"888 para X 55:"588, re!erentes aos X :88"888 originais ais os X 35:"588 relati&os aos
ipostos não recuper;&eis, sendo que a copradora incorre, inclusi&e, nesses custos quando as transações
acontece co terceiros"
C; ISS2 COFINS E OUTROS
 E se tratando da C>F<20, ela incide na epresa &endedora se qualquer oportunidade de recuperação, sendo,
assi, tratada na consolidação coo despesa ou coo acr%scio ao custo do *e negociado 'neste caso,
soente na consolidação), podendo, ainda, ser tratado coo despesa antecipada" Considerando sua pequena
rele&(ncia, % ais adequado trat;.lo coo despesa, e !unção da Con&enção do Conser&adoriso"
 Ruanto ao <00 e ta*% da C>F<20 so*re receitas de ser&iços, duas situações são pass-&eis de ocorrer, quais
se/a$
• a epresa usu;ria ou copradora do ser&iço considera.o coo despesa, caso e que de&e se proceder
apenas o a/uste noral de eliinação no resultado consolidado, de*itando.se a Receita Kruta 'na prestadora
dos ser&iços) e creditando.se a conta respecti&a de Despesa 'na usu;ria do ser&iço) pelo &alor total dos
ser&iços prestados" Estar; so*rando no consolidado o &alor do iposto que se trans!orou de !ato nua
despesa no consolidado, e !unção da incid+ncia ocorrer so*re trans!er+ncia interna de ser&iços e de
recursos, sendo incorreto colocar esse &alor coo dedução da receita na deonstração consolidada, &ez que
não se re!ere a receitas perante terceiros" >s &alores do <00 e C>F<20, se !or o caso, são despesas
operacionais norais"
• a epresa usu;ria ou copradora do ser&iço pode ati&ar o seu &alor desde que se re!ira a custo de colocação
do io*ilizado, por exeplo, ou de produção, onde a eliinação ocorrer; atra&%s de d%*ito na Receita Kruta e
cr%dito no Custo do ati&o ou da produção a que se re!erir" 2os esos oldes do <posto de Renda não
recuper;&el, pode.se ta*% de*itar o custo do ati&o &inculado ao ser&iço e creditar a conta de <00 e6ou
C>F<20, situação e que tal &alor não ser; tratado coo despesa no consolidado, as coo acr%scio do
custo do io*ilizado ou do estoque onde !oi adicionado o &alor do ser&iço utilizado"
 0ão &;lidas as esas ?ip1teses para o caso de incid+ncia do <posto de Renda so*re resultados na prestação
de ser&iços, sendo os &alores incidentes so*re o lucro o*tido pela prestadora considerados coo despesas
norais, não necessitando de a/ustes se a usu;ria do ser&iço der.l?es trataento diretaente coo despesas,
por%, e ati&ando.os, a incid+ncia ou % deixada coo despesa ou adicionada ao custo do eleento ati&ado"
 Re!eridos coent;rios e a/ustes são &;lidos Is despesas co transportes suportados pela &endedora e
coissões de &endas, por exeplo, as quais continua coo despesas no consolidado ou seus &alores são
agregados aos custos dos ati&os, se !or o caso"
I.I O$t"s 37$stes !3 c!s.&#3)*
 >utros cuidados e a/ustes de&e ser adotados na consolidação de deonstrações cont;*eis, cu/os
procedientos são de!inidos pela legislação 'societ;ria e CBC), especialente e relação aos seguintes
aspectos$
• ;gio na consolidação"
• di!erenças entre o lucro no %todo da equi&al+ncia patrionial 'CE#) e o lucro consolidado"
• consolidação na exist+ncia de de!asage nas datas dos *alanços"
• rea&aliação de ati&os na consolidação"
I.J F"-3 #e e?&#e!c&3)* #3 c!s.&#3)*
92
 As disposições do art" 245 da =ei nY :"48467: deterina a necessidade de pu*licação das deonstrações
cont;*eis consolidadas por parte da epresa controladora, não sendo.l?e peritido pu*licar as suas
deonstrações indi&iduais de !ora separada das consolidadas, o que % poss-&el soente para as epresas
controladas, e*ora quando estas pertença a u Arupo de 0ociedades, precisa indicar onde e quando !ora
pu*licadas as deonstrações da sociedade de coando"
 Al% destes aspectos legais, a Coissão de Balores Co*ili;rios, por eio da <nstrução CBC nY 24765:, rati!ica
re!eridas exig+ncias e deterina que as deonstrações consolidadas se/a di&ulgadas /untaente co a
indicação dos &alores correspondentes Is deonstrações do exerc-cio iediataente anterior, cu/as peças
cont;*eis de&e ser su*etidas I auditoria por parte de pro!issionais independentes"
 2a ela*oração das 2otas Explicati&as relati&aente Is deonstrações consolidadas % dispens;&el a repetição
das in!orações que /; !ora prestadas nas deonstrações indi&iduais, e !unção da pu*licação con/unta de
todas as peças, ressal&ando.se, no entanto, as discriinações inerentes ao ati&o peranente, exig-&el a longo
prazo, a/ustes de exerc-cios anteriores, as quais noralente não são pu*licadas /unto co as deonstrações
das epresas controladas"
 Ainda, consoante a re!erida instrução, de&e ser di&ulgados nas deonstrações cont;*eis consolidadas os
seguintes eleentos 'e notas explicati&as E 2E)$
• crit%rios adotados na consolidação"
• denoinação das sociedades controladas inclu-das na consolidação, *e coo o percentual de participação
da controladora e cada sociedade controlada englo*ando participação direta e participação indireta atra&%s
de outras sociedades controladas"
• exposição das razões que deterinara a exclusão de sociedades controladas na ela*oração das
deonstrações cont;*eis consolidadas"
• *ase e !undaento para aortização do ;gio ou do des;gio não a*sor&ido na consolidação"
• e&entos su*seq@entes I data de encerraento do exerc-cio social que ten?a, ou possa &ir a ter, e!eito
rele&ante so*re a situação !inanceira e os resultados !uturos consolidados"
• e&entos que ocasionara qualquer di!erença entre os ontantes do patriGnio l-quido e do lucro l-quido da
controladora, e con!ronto co os correspondentes ontantes do patriGnio l-quido e do lucro l-quido
consolidado apresentados nas deonstrações cont;*eis consolidadas"
 0e pre/u-zo de outros aspectos, dentro dos crit%rios adotados na consolidação, serão explicados todos os
procedientos adotados, ainda que se/a aqueles considerados eraente norais, sendo o*/eto de destaque
as situações espec-!icas relacionadas co os ipostos, inclusi&e as ?ip1teses de di!eriento do iposto de renda
nas deonstrações consolidadas e de apropriações de deterinados ipostos e outros gastos coo despesa ou
acr%scio ao custo de aquisição de eleentos do ati&o"
93
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94

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