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O único problema do mundo: a superpopulação.

(Antonio Jaques de Matos)

É ela a causa de todas as calamidades que vivemos.


Quando uma mãe e um pai, às vezes só há uma mãe, decide ter muitos filhos apesar de ser
incapaz de lhes dar o que precisam, ela ou ele estarão condenando as crianças à fome, ao
analfabetismo, ao desemprego e à criminalidade.
Não se pode reclamar do capitalismo que trata os seres como recursos, porque a lei da
oferta e da procura é uma regra da natureza que busca equilibrar o que tem para continuar
tendo, do contrário, empresas faliriam e, então, em vez de todos perderem perdem alguns.
O socialismo não percebeu que quando há muito mais pessoas que a economia pode
suportar estes muitos trabalharão por pouco e continuarão pobres.
O planeta sofre com a superpopulação com os recursos naturais limitados, com o
crescimento sem freios da emissão de gases, da extração de recursos naturais e com a
produção de lixo.
Por que os ditadores e os líderes religiosos fanáticos têm espaço em um mundo caótico?
Por que a multidão populosa, assustada, procura desesperadamente por salvadores!
A saúde sofre com as epidemias, quando milhões vivem em espaços apertados
disseminando doenças.
A educação perde, pois os governos exigem a produção em série de mentes, só que uma
mente não se constrói instantaneamente, é um trabalho artesanal. Exige-se para melhorar a
qualidade da educação quantidade!, 200 dias letivos e 800 horas de aula/ano.
A humanidade é um grupo estranho: crê ser escolhida por um Deus, mas se comporta como
bactéria!