MESTRADO INTEGRADO EM CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS

FARMACOGNOSIA E FITOQUÍMICA II
PROGRAMA TEÓRICO
ANO LECTIVO 2008/2009
OBJECTIVOS
Os principais objectivos teóricos desta disciplina são:
-Introduzir o conceito de metabolismo secundário e sua importância na obtenção de
substâncias que são usadas para defesa dos organismos.
Estudar as principais matérias primas do grupo dos Terpenóides. Dar ao grupo das
Essências a evidência resultante do seu uso actual.
-Estudar o grupo dos Alcalóides utilizados quer na indústria farmacêutica, quer nas
medicinas alternativas. Dentro deste grupo dar atenção aos seus distintos sub-grupos e
sua via metabólica de síntese.
-Apresentar as principais plantas que contêm alcalóides. Dar a conhecer algumas plnatas
existentes nos Açores.
- Estudar as principais matérias primas com substâncias amargas
-Estudar as principais matérias primas com princípios activos indeterminados
PROGRAMA
1-Metabolismo secundário nas plantas
1.1. Via do mevalonato
1.2 Óleos essenciais
1.2.1 Definição
1.2.2 Distribuição na natureza
1.2.3 Localização nas plantas
1.2.4 Composição química
1.2.5 Métodos de extracção
1.2.6 Beneficiação e transformação
1.2.7 Factores de variabilidade na composição
1.2.8 Análise de fármacos com óleos essenciais
1.2.9 Análise da composição de óleos essenciais
1.2.10 Propriedades farmacológicas
1.2.10.1 Toxicidade
1.2.10.2 Utilização
1.2.11 Principais tipos de Óleos Essenciais
1.2.11.1 Laranja
1.2.11.1.1 Doce
1.2.11.1.2 Amarga
1.2.11.2 Limão
1.2.11.3 Terebentina
1.2.11.4 Zimbro
1.2.11.5 Coníferas
1.2.11.6 Alecrim
1.2.11.7 Alfazema

1

1.2.11.8 Camomila
1.2.11.9 Coentro
1.2.11.10 Hortelã pimenta
1.2.11.11 Flor de Laranjeira
1.2.11.12 Salva
1.2.11.13 Absinto
1.2.11.14 Alcaravia
1.2.11.15 Canela do Ceilão
1.2.11.16 Cúrcuma de Java
1.2.11.17 Melissa
1.2.11.18 Eucalipto
1.2.11.19 Melaleuca
1.2.11.20 Anis estrelado
1.2.11.21 Arnica
1.2.11.22 Cravinho
1.2.11.23 Funcho
1.2.11.24 Noz moscada
1.2.11.25 Serpão
1.2.11.26 Tomilho
1.3-Metabolismo secundário de aminoácidos
1.3.1 Alcalóides
1.3.1.1 Origem biossintética
1.3.1.2 Distribuição na natureza
1.3.1.3 Função dos alcalóides nas plantas
1.3.1.4 Propriedades físico-químicas
1.3.1.5 Métodos de pesquisa
1.3.1.6 Métodos de extracção e purificação
1.3.1.7 Métodos de doseamento
1.3.1.8 Critérios de classificação
1.3.1.9 Alcalóides não heterocíclicos
1.3.1.9.1 Biogénese
1.3.1.9.2 Plantas com alcalóides não heterocíclicos
1.3.1.9.2.1 Efedra
1.3.1.9.2.2 Pimentão
1.3.1.9.2.3 Cólquico
1.3.1.10 Alcalóides Pirrólicos
1.3.1.10.1 Biogénese
1.3.1.10.2 Valeriana
1.3.1.11.Alcalóides piridínicos
1.3.1.11.1 Biogénese
1.3.1.11.2 Pimenta
1.3.1.11.3 Cicuta
1.3.1.11.4 Romeira
1.3.1.11.5 Lobélia
1.3.1.11.6 Tabaco
1.3.1.11.7 Areca
1.3.1.12 Alcalóides de núcleo tropânico
1.3.1.12.1 Alcalóides das Solanáceas midriáticas
1.3.1.12.1.1 Constituição química
1.3.1.12.1.2 Acção farmacológica

2

1.3.1.12.1.3 Métodos analíticos
1.3.1.12.2.1 Biogénese
1.3.1.12.3 Plantas com alcalóides de núcleo tropânico
1.3.1.12.3.1 Beladona
1.3.1.12.3.2 Meimendro
1.3.1.12.3.3 Estramónio
1.3.1.12.3.4 Trombeteira
1.3.1.12.3.5 Coca
1.3.1.13 Alcalóides de núcleo pirrolizidínico
1.3.1.13.1 Biogénese. Composição química
1.3.1.13.2 Acção farmacológica
1.3.1.13.3 Plantas com alcalóides pirrolizidínicos
Biogénese. Composição química
Acção farmacológica
1.3.1.13.3.1 Cinoglossa
1.3.1.13.3.2 Borragem
1.3.1.13.3.3 Consolda
1.3.1.13.3.4 Tussilagem
1.3.1.13.3.5 Eupatório
1.3.1.13.3.6 Tasneirinha
1.3.1.14 Alcalóides quinolizidínicos
1.3.1.14.1 Biogénese. Composição química
1.3.1.14.2 Acção farmacológica
1.3.1.14.3 Plantas com alcalóides quinolizidínicos
1.3.1.14.3.1 Giesta
1.3.1.14.3.2 Tremoço
1.3.1.14.3.3 Codesso
1.3.1.15 Alcalóides quinoleínicos
1.3.1.15.1 Biogénese. Composição química
1.3.1.15.2 Acção farmacológica
1.3.1.15.3 Plantas com alcalóides quinoleínicos
1.3.1.15.3.1 Quinas
1.3.1.16 Alcalóides isoquinoleínicos
1.3.1.16.1 Biogénese. Composição química
1.3.1.16.2 Acção farmacológica
1.3.1.16.3 Plantas com alcalóides isoquinoleínicos
1.3.1.16.3.1 Dormideiras
1.3.1.16.3.1.1 Ópio
1.3.1.16.3.2 Hidraste
1.3.1.16.3.3 Boldo
1.3.1.16.3.4 Ipecacuanha
1.3.1.16.3.5 Abútua
1.3.1.16.3.6 Curares
1.3.1.17. Alcalóides indólicos
1.3.1.17.1 Biogénese. Composição química
1.3.1.17.2 Acção farmacológica
1.3.1.17.3 Plantas com alcalóides indólicos
1.3.1.17.3.1 Maracujá
1.3.1.17.3.2 Mulungu
1.3.1.17.3.3 Rauvólfia

3

1.3.1.17.3.4 Noz vómica
1.3.1.17.3.5 Fava de Santo Inácio
1.3.1.17.3.6 Cravagem de centeio
1.3.1.18 Alcalóides glioxalínicos
1.3.1.18.1 Biogénese. Composição química
1.3.1.18.2 Acção farmacológica
1.3.1.18.3 Plantas com alcalóides glioxalínicos
1.3.1.18.3.1 Jaborandi
1.3.1.19 Alcalóides diterpenóides
1.3.1.19.1 Biogénese. Composição química
1.3.1.19.2 Acção farmacológica
1.3.1.19.3 Plantas com alcalóides diterpenóides
1.3.1.19.3.1 Acónito
1.3.1.19.3.2 Paparraz
1.3.1.20 Alcalóides de núcleo esteróide
1.3.1.20.1 Glico-alcalóides das Solanáceas
1.3.1.20.1.1 Biogénese. Composição química
1.3.1.20.1.2 Acção farmacológica
1.3.1.20.1.3 Plantas com glico-alcalóides das Solanáceas
1.3.1.20.1.3.1 Solano
1.3.1.20.1.3.2 Jurubeba
1.3.1.20.2 Alcalóides dos Veratros
1.3.1.20.2.1 Biogénese. Composição química
1.3.1.20.2.2 Acção farmacológica
1.3.1.20.2.3 Plantas com alcalóides dos Veratros
1.3.1.20.2.3.1 Heléboro branco
1.3.1.20.2.3.2 Cevadilha
1.3.1.21 Alcalóides indolizidínicos
1.3.1.21.1 Biogénese. Composição química
1.3.1.21.2 Acção farmacológica
1.3.1.21.3 Plantas com alcalóides indolizidínicos
1.3.1.21.3.1 Ipomea carnea
1.3.1.21.3.2 Phyllanthus niruri
1.4 Fármacos com Metil-xantinas
1.4.1 Compostos naturais e propriedades
1.4.2 Métodos de doseamento
1.4.3 Doseamento individual das metil-xantinas
1.4.4 Extracção industrial da teobromina e da cafeína
1.4.5 Café descafeinado
1.4.6 Acção farmacológica das bases púricas
1.4.7 Plantas com Metil-xantinas
1.4.7.1 Métodos de doseamento
1.4.7.2 Extracção industrial da Teobromina e Cafeína
1.4.7.3 Café descafeinado
1.4.7.4 Acção farmacológica das bases púricas
1.4.7.5 Principais produtos com Xantinas e Metil-xantinas
1.4.7.5.1 Cola
1.3.7.5.2 Cacau
1.3.7.5.3 Guaraná
1.3.7.5.4 Chá

4

1.3.7.5.5 Café
2 Fármacos com princípios activos de naturesa diversa
2.1 Cânhamo indiano
2.2 Cantáridas
2.3 Alho
2.4 Levedura de cerveja
2.5 Licopódio
3 Substâncias amargas
3.1 Definição e ocorrência
3.2 Composição química
3.3 Métodos e doseamento
3.4 Fármacos contendo amargos
3.4.1 Líquen
3.4.2 Condurango
3.4.3 Calumba
3.4.4 Quássia
3.4.5 Quássia
3.4.6 Chicórea
3.4.7 Taráxaco
3.4.8 Carqueja amarga
3.4.9 Genciana
4 Fármacos com princípios indeterminados
4.1 Pilriteiro
4.2 Grama
4.3 Grama francesa
4.4 Sapé
4.5 Hipericão
4.6 Androsemo
4.7 Estiletes de milho
4.8 Cipó cabeludo
4.9 Guaco
4.10 Grindélia
4.11 Cipó cravo
4.12 Muirapuama
4.13 Chapéu de couro
Terra Chã, 15 de Janeiro de 2009
A Docente
Maria Adelaide Lobo
(Professora Auxiliar)

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