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RADIOBIOLOGIA Marcio Luis Acencio ( mlacencio@ibb.unesp.br ) Departamento de Física e Biofísica Bibliografia

RADIOBIOLOGIA

Marcio Luis Acencio (mlacencio@ibb.unesp.br) Departamento de Física e Biofísica

Bibliografia sugerida:

Eric J. Hall. Radiobiology for the Radiologist. Fifth Edition Lippincott Williams & Wilkins

Para cada evento de quebra simples por radia çã o ionizante ­> 10 7 quebras por processos metabó licos normais

Quebras da dupla fita: causada preferencialmente por a çã o da radia çã o ionizante

Radia çã o ionizante ­> energia depositada ao longo de trajetó rias de partículas carregadas

ao longo de trajet ó rias de part í culas carregadas Raios X e gama: 95%

Raios X e gama: 95% dos eventos de deposição de energia

ao longo de trajet ó rias de part í culas carregadas Raios X e gama: 95%

FORMA ÇÃ O DO CROMOSSOMO DICÊ NTRICO

FORMA ÇÃ O DO CROMOSSOMO DIC Ê NTRICO
NÃO Interações entre dois cromossomos danificados SIM Recombinação Não-Homóloga
NÃO
Interações
entre dois
cromossomos
danificados
SIM
Recombinação
Não-Homóloga

CURVAS DE SOBREVIVÊNCIA CELULAR

Té cnica de cultura de c é lulas para gera ção de curva de sobreviv ência celular

para gera çã o de curva de sobreviv ê ncia celular ­ Cada c é lula

­ Cada célula cultivada formar á um col ô nia

­ Eficiência de plaqueamento (EP):

col ô nias formadas X 100 células cultivadas

­ EP depende:

­ erros na contagem

­ trauma celular

­ condi çõ es sub ó timas do meio

Col ô nias obtidas com cé lulas cultivadas in vitro

Col ô nias obtidas com c é lulas cultivadas in vitro A: n ã o irradiada

A: nã o irradiada B: irradiada com 8 Gy de raios X

S =

a

b x (EP/100)

S ­> fração de sobrevivência

a ­> col ô nias contadas na placa irradiada

b ­> c élulas cultivadas na célula irradiada

EP ­> eficiência de plaqueamento da placa controle

Curvas de sobreviv ência de diferentes tipos celulares

A: c é lulas de mam í feros B: E. coli C: E. coli B/r D: levedo E: bacteri ó fago de estafilococos F: B. megatherium G: v í rus da batata H: Micrococus radioduran

B/r D: levedo E: bacteri ó fago de estafilococos F: B. megatherium G: v í rus

CICLO CELULAR

CICLO CELULAR

Efeito da radia çã o em c é lulas sincronizadas

Mais resistentes na fase S

Efeito da radia çã o em c é lulas sincronizadas Mais resistentes na fase S Menos
Efeito da radia çã o em c é lulas sincronizadas Mais resistentes na fase S Menos

Menos resistentes na fase M

Efeito da radiaçã o em c é lulas sincronizadas

Efeito da radia çã o em c é lulas sincronizadas ES: in í cio da fase

ES: in í cio da fase S LS: final da fase S

Efeito da radiaçã o em c é lulas sincronizadas

Efeito da radia çã o em c é lulas sincronizadas Fase G 1 curta: n ã

Fase G 1 curta: n ã o é

poss í vel detectar­se efeito da radiação

Fase G 1 longa:

mais resistente no in í cio e mais sens í vel no final

Efeito da radiaçã o nas fases do ciclo celular

1. As c é lulas sã o mais sens í veis na mitose

ou pr óxima a ela;

2. A fase G 2 é usualmente sensível;

3. A resist ê ncia é maior no final da fase S

4. Fase G 1 : resistente na parte inicial e mais

sens ível na parte final

EFEITO OXIG Ê NIO

Dentre v á rias mol é culas (agentes qu í micos e farmacoló gicos) que modificam os efeitos biol ó gicos da radia çã o ionizante, nenhuma é mais dr á sticoa quanto o OXIG Ê NIO

Efeito oxig ê nio = dose em hip ó xia / dose em normó xia para produzir mesma fra çã o de sobrevivê ncia (OER)

EFEITO OXIG Ê NIO

EFEITO OXIG Ê NIO Curvas de sobreviv ê ncia na presen ç a de c é

Curvas de sobrevivê ncia na presença de c élulas oxigenadas e células em hip óxia