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UNIDADE 5 O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares: metodologias de operacionalização

TAREFA: Acções futuras decorrentes da auto-avaliação

O Modelo de Auto Avaliação das Bibliotecas Escolares: Metodologias de Operacionalização

(Parte II - 30 de Novembro a 6 de Dezembro)

Acções futuras decorrentes da auto-avaliação

Cristina Alves T 9

UNIDADE 5 O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares: metodologias de operacionalização

TAREFA: Acções futuras decorrentes da auto-avaliação

Subdomínio D (D3) Gestão da colecção

Subdomínio D (D3) Gestão da colecção

Acções Futuras

Duas coisas a deixar de fazer

Justificação

Deixar o empréstimo domiciliário de registo manuscrito e só permitir o empréstimo online através do cartão de utente.

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Uma única base de dados permite melhor utilização dos recursos, eficiência e incremento de produtividade.

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- Acabar com as restrições do empréstimo domiciliário. Os utilizadores podem requisitar todo o acervo documental, não limitando o empréstimo às obras de literatura.

Maior incentivo à leitura e facilitar o estudo/a pesquisa em ambiente familiar.

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Duas coisas para continuar a fazer

Justificação

Incentivar a formação para a localização e utilização dos recursos, de acordo com o ano de escolaridade (Exemplos: pedi-papers, caças ao tesouro, enigmas, uso do catálogo…)

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Estas actividades ajudam os alunos a aprenderem a localizar e usar os recursos documentais da BE.

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- Manter a parceria do catálogo online entre as BEs e a BM.

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Esta parceria permite ter o catálogo actualizado e disponível para

todos os utentes do concelho. Outro dado importante é que o utilizador possa localizar o documento pretendido e assim requisitá-lo.

Duas coisas para começar a fazer

Justificação

Produzir instrumentos de apoio ao uso da informação e desenvolver competências de investigação junto dos utilizadores.

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A equipa produz instrumentos de apoio ao uso da informação para

que os docentes recorram à documentação para a sua actividade, incentivando o uso da mesma e apresentando propostas de trabalho.

-Definir uma gestão cooperativa da colecção, a nível concelhio, na selecção das obras a adquirir.

É necessário definir uma política de aquisição no agrupamento e com outras bibliotecas, sobretudo a Biblioteca Municipal. Essa politica permitirá fazer uma gestão mais adequada do fundo documental e das verbas disponíveis.

Cristina Alves T 9