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Sessão 6

O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares: metodologias


de operacionalização (Parte II)
Acções futuras D.3

Ao longo do tempo, como coordenadora da BE/CRE, nestes últimos anos, vamo-


nos apercebendo de algumas acções que dispensaríamos fazer, assim como sentimos a
necessidade de encetar outras, melhorando e inovando, enquanto damos continuidade a
outras boas práticas que consideramos positivas para uma Biblioteca Escolar que se
quer funcional e que evidencie objectivos bem definidos para o sucesso das
aprendizagens dos alunos e que fornece um bom serviço aos seus utilizadores.

Duas Coisas a Deixar de Fazer:

 A Biblioteca Escolar deve deixar de ser encarada como


um espaço de castigo, de aulas de substituição em
bloco, sem orientação organizada de um docente;

 A Biblioteca Escolar deve deixar de ser encarada como


um depósito de livros, um espaço isolado sem
articulação com os docentes dos diversos departamentos
da escola.

Duas coisas que a BE deve continuar a fazer:

 Fazer inúmeras actividades de promoção da


leitura e
da literacia digital, em articulação com os diversos
departamentos e com protocolos com outras instituições e
entidades;

 Aquisição de livros e documentos digitais


actualizados
e de acordo com as constantes necessidades e interesses
dos alunos e dos departamentos disciplinares.

Duas coisas que a BE deve começar a fazer:

 Avaliar sistematicamente as diversas


actividades que
vão sendo feitas, promovendo uma auto-avaliação regular
e encarada como mais uma actividade do quotidiano da
BE;

 Informatizar urgentemente o catálogo da BE.


Isabel Trabucho