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AUTO-AVALIAÇÃO

Após a conclusão desta formação, e como auto-avaliação, devo dizer que ela me
elucidou cabalmente quanto à filosofia que subjaz ao MAABE e quanto a todo o processo
da sua aplicação, o que me virá a ser seguramente bastante útil, no futuro.
O ritmo de trabalho que nos foi pedido foi demasiado intenso e exigente, o que me
levou a sentir que as leituras efectuadas precisavam de mais maturação e interiorização,
mas o tempo disponível para isso era muito escasso. Foi uma formação bastante cansativa
para quem tem de cumprir 35 horas semanais na escola e todo o trabalho inerente à BE.
Senti-me várias vezes tentada a desistir, por pura exaustão.
Nem sempre consegui cumprir os prazos estipulados – em três sessões -, o que se
deveu não só às razões que acabei de expor, mas também ao facto de nem sempre a
informática e os ambientes digitais responderem às nossas necessidades, como
oportunamente referi.
No que concerne à qualidade dos meus trabalhos, apenas posso dizer que me
empenhei em executá-los da melhor forma que podia e sabia, no espaço de tempo de que
dispunha.
A concluir, e como balanço geral, creio que posso afirmar que valeu a pena ter-me
imposto a conclusão desta formação, pelos horizontes que ela me abriu no que respeita
quer ao tema que foi desenvolvido, quer ao conceito de biblioteca escolar que se pretende
implementar neste século XXI, em que o professor bibliotecário, se não dispuser de uma
boa equipa multidisciplinar, terá de ser “omnisciente, omnipresente e omnipotente” ao
enfrentar uma verdadeira tarefa titânica neste clima de mudança e inovação, num país em
que os índices de leitura e de literacia ainda são lamentavelmente tão baixos…
Mas, enfim: “O possível está feito. O impossível far-se-á.” – e para isso cá estarão
as BE e os professores bibliotecários, disso não tenho dúvidas.

A Formanda

Luísa Simões

Vila Nova de Cacela, 17 de Dezembro de 2009.