Reflexões do Poeta

Canto I - O poeta reflete acerca das ciladas e da efemeridade da vida.
Canto II – O poeta comenta o amor entre D.Fernando e Leonor de Teles – o baixo amor que
aos fortes enfraquece.
Canto IV – O velho do Restelo – episódio que transmite a voz do poeta – O poeta era contra
a ida para a índia e preferia que os portugueses investissem na fixação do norte de África.
Canto V – Reflexão sobre o valor da Cultura – O poeta comenta a ingratidão dos
portugueses, pelo facto de estes não apoiarem a cultura. O poeta refere ainda heróis
antigos que eram bons guerreiros e que também eram cultos.
Canto VI – (Os portugueses estão saem de Melinde para Calecute, a viagem entrelaça-se
com o concílio dos Deuses no fundo do mar) – Chegados a Calecute o poeta reflete sobre
como os portugueses lá chegaram e caracteriza o herói (dizendo o que se deve fazer e não
fazer para alcançar a glória).
Canto VII – No início: Reflexão sobre a guerra dos cruzados. O poeta enaltece os
portugueses por espalharem a fé cristã em detrimento dos outros países europeus que se
concentram em guerras civis e em guerras religiosas, contra a Igreja Católica.
No fim: (Paulo da Gama explica as bandeiras e os símbolos portugueses (nos escudos)) O
poeta interrompe esta narração de Paulo da Gama para refletir sobre o facto de ele estar a
cantar um povo que não se agradece – Reflexão autobiográfica – os portugueses não lhe
agradecem pelos seus trabalhos.
Canto VIII – Reflexão sobre o poder corruptor do ouro e sobre a corrupção – Vasco da
Gama apenas foi libertado em Calecute em troco de ouro
Canto IX – No final do canto o poeta comenta o significado da ilha dos amores – A ilha
representa as honras, a glória, o triunfo e a fama (merecidas com esforço pelos
portugueses) .