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XI CONGRESO INTERNACIONAL DE REHABILITACIÓN DEL PATRIMONIO ARQUITECTÓNICO Y EDIFICACIÓN

MODULO 1

O RESTAURO VIRTUAL NO BRASIL - UMA APRECIAÇÃO METODOLÓGICA
A. Tâmisa (1), R. T. M. Ribeiro (2)
Programa de Pós-graduação em Arquitetura.
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo. Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Av. Pedro Calmon, 550/sl.433. Prédio da Reitoria, Ilha do Fundão. Rio de Janeiro-RJ, Brasil
aurelia.tamisa@gmail.com (1)

rosinatrevisan@gmail.com

(2)

ÁREA TEMÁTICA: INOVAÇÃO E NOVAS TECNOLOGIAS APLICADAS A DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO DO
PATRIMÔNIO CULTURAL
RESUMO
O universo da computação gráfica associada ao patrimônio
histórico, apesar de constituir um território ainda incipiente,
tem se difundido e se mostrado cada vez mais eficiente em
iniciativas com vistas a políticas de educação patrimonial,
principalmente no sentido de resgate da memória/história
quando se trata de edificações, monumentos e sítios
históricos que já não existem ou se encontram em ruínas.

 

O artigo aqui proposto apresenta uma breve síntese do
restauro virtual no Brasil a partir da exposição de três
trabalhos considerados os mais representativos do campo,
capazes de oferecer um amplo panorama de diretrizes
teóricas e metodológicas, delineando um cenário
relativamente nítido da pesquisa em restauro virtual no
país. O objetivo da pesquisa passa então por sistematizar
em que medida cada caso representa uma matriz
metodológica específica capaz de nortear futuras

apesar de constituir um território ainda incipiente.C. Não é raro encontrar na web projetos deste tipo que promovem passeios virtuais imersivos ou não imersivos em edifícios que possuam significado histórico.XI CONGRESO INTERNACIONAL DE REHABILITACIÓN DEL PATRIMONIO ARQUITECTÓNICO Y EDIFICACIÓN 110 MODULO 1 intervenções e iniciativas dentro desse novo campo disciplinar que ainda está em vias de consolidação. como por exemplo. . PALAVRAS CHAVE: Restauro virtual. com alguma nitidez. apesar de estar sendo amplamente discutido. uma série de projetos. o ‘estado da arte’ desse campo. Patrimônio histórico. os projetos de reconstrução digital Archeoguide e 3D Murale que encontram-se em andamento sob a égide da União Europeia. o History Virtual Tours da BBC. até 500 d.C. o conceito de ‘restauro virtual’ é relativamente recente e. que o visitante se desloque nos ambientes internos do edifício explorando suas características. que resgata a história da Grécia Antiga através da reconstituição de edifícios do período helênico. Dentre eles destaca-se o ambicioso projeto Rome Reborn desenvolvido em conjunto com a Universidade da Virgínia e com o Politécnico de Milão que consiste na recriação tridimensional da Roma Antiga de 900 a. Ainda assim. grupos de pesquisas e laboratórios especializados observados ao longo das duas últimas décadas possibilita que enxerguemos. principalmente no sentido de resgate da memória/história quando se trata de edificações. em Atenas. monumentos e sítios históricos que já não existem ou se encontram em ruínas. Outros exemplos de relevância são as exibições do centro cultural Foundation Hellenic World (FHW). através da web. Na esfera acadêmica. tem se difundido e se mostrado cada vez mais eficiente em iniciativas com vistas a políticas de educação patrimonial. UMA INTRODUÇÃO AO RESTAURO VIRTUAL O universo da computação gráfica associada ao patrimônio histórico.   No âmbito internacional vale destaque o Laboratório de Realidade Virtual Cultural (CVRLab – Cultural Virtual Reality Lab) da Universidade da Califórnia (UCLA). ainda não foi alvo de debates mais consistentes na comunidade científica que tenham produzido um conjunto de orientações consensuais à sua execução. que desenvolve uma série de projetos de reconstrução digital do patrimônio arquitetônico mundial através da realidade virtual. e o Fórum Flaviano de Conimbriga totalmente reconstruído em VRML (Virtual Reality Modeling Language) que permite. Metodologia 1.

e eventos científicos como o GRAPHICA e o SIGRADI estão   cada vez mais consolidando essa temática. de objetos arquitetônicos (existente ou não mais) cuja instância histórica e/ou estética justifique sua documentação e divulgação enquanto artefato patrimonial. 2009)[1] a expressão diz respeito ao “uso de tecnologias digitais para registrar. Adiante trataremos separadamente dos projetos selecionados enfatizando seus aportes teóricos e partidos metodológicos. Para Addison (2006. utilizaremos aqui o termo restauro virtual como sendo o laboro de construção. destaca-se o sofisticado trabalho O Restauro Digital de Arquitetura Histórica de Cronologia Construtiva Complexa: A Casa De Dona Yayá. Na Universidade Federal da Bahia. Aliado a esse conceito. sob a coordenação da pesquisadora Regina Tirello. Na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Em virtude do tamanho da comunicação. a partir de modelagem tridimensional em suportes digitais. 2. A GRANDES RASGOS.111 XI CONGRESO INTERNACIONAL DE REHABILITACIÓN DEL PATRIMONIO ARQUITECTÓNICO Y EDIFICACIÓN MODULO 1 Para fins de embasamento conceitual. vale menção o chamado patrimônio virtual (virtual heritage) que vem sendo cada vez mais empregado nesse ínterim da gráfica digital. Também pela USP. Em São Paulo. Atualmente importantes projetos vêm sendo desenvolvidos em diversos laboratórios de universidades brasileiras. modelou digitalmente o conjunto arquitetônico do povoado jesuíta de São Miguel Arcanjo. optou-se pelos trabalhos com objetos especificamente . o Laboratório de Computação Gráfica Aplicada à Arquitetura e ao Desenho (LCAD) vem promovendo eventos de alcance nacional na divulgação e exploração de novas tecnologias aplicadas à documentação do patrimônio arquitetônico. num trabalho pioneiro. apud PARAIZO. o Laboratório de Análise Urbana e Representação Digital (LAURD) coordena projetos de modelos urbanos digitais desde meados da década de 1990 quando iniciou a elaboração de um amplo modelo topográfico digital da cidade do Rio de Janeiro. o Laboratório de Sistemas Integrados da Universidade de São Paulo (LSI-USP) trabalha na reconstrução para caves de alguns edifícios de valor histórico da cidade retratados em sua constituição de 1911. modelar e visualizar o patrimônio cultural e natural” (grifos no original). construído no século XVII. O CASO BRASILEIRO No Brasil as pesquisas nesse campo datam do início da década de 1990 quando o Núcleo de Computação Gráfica da UNISINOS no Rio Grande do Sul.

por ocasião da edição do livro ‘Missões’. não sendo mencionados os de caráter urbanístico. construída entre 1735 e 1745.12ª SR/RS). pioneiro no país. 3. Em 1983 as ruínas foram declaradas Patrimônio Histórico da Humanidade. encontram-se preservadas as ruínas da Igreja de São Miguel. também relevantes dentro do cenário nacional. em 1991. no qual foi transformado num aplicativo disponibilizado em CD-ROOM editado pela UNISINOS.UNISINOS O projeto consiste na recuperação digital da configuração arquitetônica das edificações permitindo ao público um passeio virtual através do conjunto em sua conformação original. Elaborado entre 1990 e 2001.XI CONGRESO INTERNACIONAL DE REHABILITACIÓN DEL PATRIMONIO ARQUITECTÓNICO Y EDIFICACIÓN 112 MODULO 1 arquitetônicos. Nele. projetada pelo arquiteto jesuíta italiano Gian Batista Primoli. O projeto de reconstrução digital. o levantamento gráfico e fotogramétrico elaborado pelo IPHAN/RS e as . O conjunto compõe um dos sítios arqueológicos mais completos das reduções localizadas no Brasil. passou por uma reestruturação em 2001. o projeto de modelagem virtual da Redução de São Miguel Arcanjo foi desenvolvido pela equipe do Núcleo de Computação Gráfica do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) em convênio com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN . REDUÇÃO DE SÃO MIGUEL ARCANJO Amplamente divulgado na década de 1990.[2]   Figura 1: Ruínas da Igreja Fonte: NCG . foi apresentado à comunidade acadêmica no 1º Congresso Latino-Americano de Cultura Arquitetônica e Urbanística em Porto Alegre. Foi elaborado tendo como base as iconografias existentes (incluindo o projeto original).

frontão.113 XI CONGRESO INTERNACIONAL DE REHABILITACIÓN DEL PATRIMONIO ARQUITECTÓNICO Y EDIFICACIÓN MODULO 1 próprias ruínas – os remanescentes construtivos e arqueológicos do conjunto.UNISINOS A partir desses dados foi gerado no AutoCAD um modelo tridimensional aramado do conjunto. Figura 2: Projeto Original da Igreja Fonte: NCG . estrutura.UNISINOS . Figura 3: Modelo Digital Fonte: NCG . cobertura e ornamentos separados em layers e blocos para diferentes utilizações. pórtico. foram modelados separadamente os elementos como fachada. as possibilidades advindas das novas versões do AutoCAD e do 3D Studio possibilitaram um aprimoramento em relação às texturas. Embora a modelagem básica utilizada em 2001 tenha sido a original executada em 1991. cores e às simulações tridimensionais e dinâmicas. Considerando os princípios de composição e decomposição da forma arquitetônica.   A visualização do modelo foi elaborada a partir de vistas aéreas e de percursos de animação nas ruas principais e no interior da nave central da igreja.

quando foram iniciados os estudos para   recuperação do conjunto coordenados pelo arqueólogo Wagner Bornal.XI CONGRESO INTERNACIONAL DE REHABILITACIÓN DEL PATRIMONIO ARQUITECTÓNICO Y EDIFICACIÓN 114 MODULO 1 Tais percursos resultaram em vídeos recheados de recursos artísticos – desde trilha sonora original até o tratamento de luz e fotografia – conferindo uma certa dramaticidade ao aplicativo. Integram o sítio. sistemas de captação de água. A partir da análise da documentação histórica e vestígios materiais do sítio formularam-se as hipóteses sobre as características originárias que fundamentaram a recomposição de edificações e terreno. atribuindo ao modelo uma poética particular. litoral paulista. Almeida[3] indica que a categoria de representação gráfica digital adequada para representação do patrimônio histórico (edificado ou em ruínas) estrutura-se a partir de seqüências específicas de levantamento e registro: avaliações empíricas de campo. arqueólogos e historiadores da UNICAMP em 2007. sondagens superficiais. 2007. levantamentos fotográficos. que possibilita uma reconstrução com alto grau de verossimilhança (com o seu correspondente físico). estradas. Trata-se aqui de um caso de restauro a partir de remanescentes construtivos e amplo respaldo documental. quase cinematográfica. As ruínas foram estudadas e virtualmente reconstruídas apoiadas em trabalhos realizados por arquitetos. prospecções arqueológicas. . Figura 4 Representação geral das ruínas e dos vestígios da casa de morada Fonte: Almeida. bolsões de cultura agrícola e áreas de descarte de material que compunham uma fazenda do século XVIII que permaneceram totalmente ignorados até o início da década de 1990. vestígios de casas. e cujo tratamento plástico se utiliza de recursos artísticos para aprimorar a experiência do modelo pelo usuário. é formado por ruínas arquitetônicas que evidenciam uma unidade produtiva implantada sobre terraços construídos numa encosta. 4. SÍTIO ARQUEOLÓGICO SÃO FRANCISCO O sítio arqueológico São Francisco localizado em São Sebastião. inserido no Parque Estadual da Serra do Mar.

sendo possível passar de um modelo descritivo estático para modelos descritivos dinâmicos – em especial em ambiente 3D – com inúmeras vantagens em relação aos métodos convencionais de documentação. Para as composições tridimensionais foram utilizados os programas AutoCAD e o PhotoModeler que permite a modelagem a partir de levantamentos fotográficos. cortes. registro de materiais e técnicas construtivas além das pesquisas históricas convencionais. Após as modelagens. perímetros . Sobre a base da modelagem dos vestígios arquitetônicos.115 XI CONGRESO INTERNACIONAL DE REHABILITACIÓN DEL PATRIMONIO ARQUITECTÓNICO Y EDIFICACIÓN MODULO 1 levantamentos métrico e arquitetônico. De acordo com ele. . foi utilizado o programa 3D Studio para criação de imagens mais elaboradas. pôde-se formular as hipóteses sobre as características construtivas originais das edificações. com aplicação A partir da análise dos dados levantados à luz das pesquisas sobre os aspectos sócio-econômicos do litoral norte-paulista contemporâneos ao período da fazenda.com outros exemplares edificados com a mesma técnica e tipologia arquitetônica caracterizadoras das construções do período em questão. Figura 5: Representação gráfica das hipóteses da casa e da capela Fonte: Almeida. o uso de meios digitais para a representação gráfica dos dados levantados em campo pode facilmente combinar modelos conceituais (textos) e modelos físicos de dois tipos: iconográficos (fotos) e analógicos (plantas. formas. Tais formulações volumétricas foram possibilitadas pela análise comparativa dos vestígios . procurou-se reconstituir virtual e indicativamente os tipos de construções presentes no sítio correspondentes ao período do apogeu construtivo do complexo que se deu no século XIX.materiais. 2007.   de texturas e simulação de iluminação adequada. maquetes).

sondagens cromáticas e arquitetônicas e análises laboratoriais de caracterização. relativas a medições. o registro e a representação dos trabalhos de prospecção arqueológica de superfície para datação relativa das etapas construtivas e ornamentais da edificação. A Casa de Dona Yayá é um edifício de cronologia construtiva ornamental complexa. A documentação dos demais ciclos ficou por conta do projeto digital que visou. onde o caráter hipotético é preponderante e pode ser trabalhado a partir do que chamamos de estudos especulativo-tipológico ou especulativo-comparativo.XI CONGRESO INTERNACIONAL DE REHABILITACIÓN DEL PATRIMONIO ARQUITECTÓNICO Y EDIFICACIÓN 116 MODULO 1 Neste caso. composta por quatro fases construtivas diversas relacionadas a cada um de seus proprietários que resultaram em alterações consideráveis no perímetro e nas características arquitetônicas e ambientais do edifício ao longo de mais de um século. podemos instituir uma metodologia aplicável a casos de ruínas com baixo grau de indicativos históricos. e estas dispensam um maior detalhamento ou tratamento plástico mais elaborado. Tais estudos possibilitam as chamadas interpretações volumétricas. 2006 .[4] No âmbito do projeto de pesquisa “Arqueometria e Restauração: Sistemas de Documentação para Registro e Leitura Estratigráfica de Edifícios Históricos” da Universidade de São Paulo. A opção pelo restauro “físico” de um único ciclo decorativo nos cômodos foi direcionada pelo estado de conservação e de unidade ornamental e cromática dos murais em prol da comunicação adequada de um determinado período. 5. foi desenvolvido um dos mais representativos projetos de restauro virtual no Brasil: O Restauro Digital de Arquitetura Histórica de Cronologia Construtiva Complexa: A Casa De Dona Yayá. avaliações dos sistemas e técnicas construtivas presentes.   Figura 6: Síntese gráfica da cronologia histórica da edificação Fonte: Arquivo CPC-USP. entre outros aspectos. CASA DE DONA YAYÁ O método utilizado apoiou-se na análise combinada de fontes indiretas (as pesquisas histórico-documentais convencionais) e fontes diretas.

Figura 8: Representação gráfica de dois ciclos decorativos em um mesmo ambiente Fonte: Arquivo CPC-USP. Foram utilizados para os desenhos de precisão o software AutoCAD. possibilita uma representação hiperverossímil da edificação. elevações e montagens e o Adobe PhotoShop para o tratamento de imagens.117 XI CONGRESO INTERNACIONAL DE REHABILITACIÓN DEL PATRIMONIO ARQUITECTÓNICO Y EDIFICACIÓN MODULO 1 O restauro virtual propriamente dito se deu na elaboração de ambientes tridimensionais de alta resolução gráfica integrados numa única interface em 3D por meio da qual se acessam todas as informações multimídia e a documentação associadas à história construtiva e ao restauro da edificação e de suas pinturas murais. o aplicativo oferece ainda um sofisticado padrão de tratamento de imagens. o CorelDRAW para ornamentos. 2006   . 2006 Além da riqueza documental que o projeto geriu e disponibilizou. que além de fornecer os indicativos históricos. com aplicação de texturas e iluminação. Figura 7: Registro das sondagens prospectivas Fonte: Arquivo CPC-USP.

que a ausência do conjunto físico nos priva. .[7] todos que refletiram sobre esse tema têm ciência que o caráter essencial da arquitetura. está no fato de agir com um vocabulário tridimensional que inclui o homem. e que não se faz imediata a partir das informações bidimensionais das fontes primárias”. que a imagem plana não dá conta. em 1996. de forma mais aprofundada.XI CONGRESO INTERNACIONAL DE REHABILITACIÓN DEL PATRIMONIO ARQUITECTÓNICO Y EDIFICACIÓN 118 MODULO 1 Conclusões A reflexão sobre o conceito de espaço na arquitetura foi uma das principais premissas teóricas consideradas na elaboração do projeto da Redução de São Miguel Arcanjo. E não por acaso vem constantemente entremeando o aporte teórico dos trabalhos de restauro virtual. por Gordon Cullen. A questão do movimento. fazendo com que seja possível uma compreensão espacializada daquilo que está sendo construído digitalmente. com a obra   Paisagem Urbana. mas que agora pode ser reexperimentado: a dimensão temporal da arquitetura. pois ultrapassa o chamado paradigma da imagem estática:[5] “A partir da modelagem tridimensional. o que a distingue das outras atividades artísticas. Mas pode-se dizer que sua gênese encontra-se no conceito corbusiano do promenade architecturale ou no la marche da arquitetura Beaux Arts. O uso da ferramenta em 3D permite a reinserção de um elemento capital no universo conceitual da arquitetura. Para Bruno Zevi. Da fruição através da experiência espacial.[6] A questão do observador em movimento tratado enquanto componente fundamental na percepção do espaço construído foi trabalhada primeiramente. as fontes iconográficas originais ganham uma dimensão a mais.

Universidade Federal do Rio de Janeiro. 2007. limites e possibilidades de ações educacionais: Sítio Arqueológico São Francisco”. . 4o SIGRADI. 2009. Tirello. Hoon. Rio de Janeiro. 2003. [5] N.119 XI CONGRESO INTERNACIONAL DE REHABILITACIÓN DEL PATRIMONIO ARQUITECTÓNICO Y EDIFICACIÓN MODULO 1 Referências R. [4] M. Rocha. FAU. [3] R. Zevi. “A representação gráfica digital de edifícios históricos. Almeida. Indianapolis. Kehoe. São Paulo. Rio de Janeiro. FAU. 2000. [1] I. Rio de Janeiro. A. 2008. “A Esplanada do Castelo: Fragmentos de uma História Urbana”. [2] F. São Paulo: Martins Fontes. Vilas Boas. C. Association for Computer Aided Design in Architecture. Paraizo. “Patrimônio virtual: representação de aspectos culturais do espaço urbano”. p.49   [6] B. 2008. “Multimídia da Reconstituição Computadorizada da Redução de São Miguel Arcanjo no Rio Grande do Sul”. São Paulo. B. M. “Enhancing Architectural Communication with Gaming Engines”. 2002. Seminário de Computação gráfica. Seminário de Computação gráfica. “Saber Ver a Arquitetura”. M. A. “Restauro Digital de Arquitetura Histórica de Cronologia Construtiva Complexa: A Casa De Dona Yayá”. Universidade Federal do Rio de Janeiro.