Elaboração de Plano de Negócios

Eng Fernando Camargo MSc IBEC

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Prof.Fernando Camargo
fjrcamargo@terra.com.br

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Critério de avaliação
Participação e estudos de caso
• Individual (debatido em grupos)

40% 60%

Trabalho final

• Em grupos e apresentado no final da disciplina • Desenvolvido conforme indicado no arquivo “PLANO DE NEGOCIOS – DESENVOLVIMENTO” • Apresentado para o “Grupo de Investidores”, conforme a estrutura clássica indicada no slide 64

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O Mundo dos Negócios

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Davos começa com crise financeira como cenário de fundo (23/01/2008)
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Davos começa com crise financeira como cenário de fundo
O Fórum Econômico Mundial, que reúne centenas de políticos e líderes das empresas mais poderosas do planeta, iniciou hoje em Davos seus debates com a crise financeira e a sombra da recessão nos Estados Unidos como cenário de fundo. Cerca de 2,5 mil participantes de 88 países, entre líderes políticos, dirigentes empresariais e de organismos internacionais, discutirão por cinco dias os desafios globais como o risco de recessão, as tendências inflacionários e a mudança climática. A reunião do Fórum Econômico Mundial é comandada, entre outros, pelo ex-primeiro-ministro do Reino Unido Tony Blair ex- primeiroe o antigo secretário de Estado americano Henry Kissinger. Kissinger. A atual secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, Rice, será a encarregada de oferecer o discurso inaugural da reunião, no qual deve abordar dois grandes temas: a mudança climática e o terrorismo
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Novo Ambiente
A demanda por bens industriais no mercado interno brasileiro, em Dezembro, foi algo como não se observava há muitas décadas. A Sondagem da Indústria de Transformação, da FGV – Fundação Getúlio Vargas, mostra que para 37% das empresas industriais, a demanda de Dezembro esteve forte e para apenas 8% delas a demanda esteve fraca. Trata-se, Tratasimplesmente, da maior demanda registrada pelas sondagens da FGV desde Janeiro de 1987, no auge do Plano Cruzado!

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Novo Ambiente
O Ministério do Trabalho e do Emprego está capacitando mais de 3.000 trabalhadores do Município de Porto Velho, capital do Estado de Rondônia, para que possam trabalhar na construção da Central Hidrelétrica de Santo Antônio, que faz parte do Complexo do Rio Madeira. Eles serão treinados para desempenhar a função de armador [montagem da armação de aço do concreto] e de operador de máquinas pesadas, entre outras funções. A capacitação da mão-de-obra está sendo feita mão- deatravés do Planseq - Plano Setorial de Qualificação Hidrelétrica, com recursos do FAT – Fundo de Amparo ao Trabalhador.
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Novo Ambiente
Com a compra da Siderúrgica Tultitlán, fabricante de Tultitlán, aços longos, a brasileira Gerdau, que tem sede no Rio Grande do Sul, entrou no mercado do México. O valor da transação foi de US$ 259 milhões. Localizada na região metropolitana da Cidade do México, a Tultitlán tem capacidade para produzir 350.000 toneladas por ano de vergalhões para a construção civil e 330.000 toneladas por ano de laminados de aço, com faturamento anual de US$ 200 milhões. Hoje, a usina está sendo ampliada para 500.000 toneladas de aços longos e 430.000 toneladas de laminados empregando 550 trabalhadores. Toda a produção é dirigida para o mercado mexicano. Com esta aquisição, a Gerdau amplia a sua atuação nas Américas, onde já possui plantas industriais no Canadá, Estados Unidos, Chile, Colômbia, Argentina, Uruguai e Brasil. Em 2006, a Gerdau faturou R$ 27,5 bilhões e produziu 15,6 milhões de toneladas de aço bruto. O grupo emprega cerca de 32.000 trabalhadores e está presente em 9 países.
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Novo Ambiente
O Calpers, que é o fundo de pensão dos Calpers, funcionários públicos do Estado da Califórnia, uma dos mais ricos do mundo, com ativos de US$ 230 bilhões, está entrando no mercado brasileiro. O Calpers comprou do banco Itaú o prédio que funcionava como sede do Bank of Boston no Brasil. O negócio foi feito por intermédio da incorporadora Hines, Hines, administradora do fundo Calpers para investimentos imobiliários no Brasil. A Hines também comprou, por R$ 40 milhões, o terreno localizado ao lado do prédio adquirido, na avenida Marginal Pinheiros, em São Paulo. O mercado estima que a Calpers pagou R$ 350 milhões pelo prédio. www.fernandocamargo.net

Novo Ambiente
Com o patrimônio de US$ 7 bilhões e gerenciando ativos de US$ 35 bilhões em todo o mundo, a americana Tishman Speyer criou um fundo de investimentos no setor imobiliário brasileiro, que deverá movimentar US$ 500 milhões. Outros fundos estrangeiros estão interessados no mercado imobiliário do país e o que se estima é que algo em torno de US$ 2 bilhões desses fundos estarão sendo investidos no segmento, nos próximos anos.

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Novo Ambiente
O Citigroup foi mais uma vítima da crise do sistema imobiliário americano. O banco anunciou prejuízo de US$ 9,833 bilhões – o maior da sua história. Tudo indica que o Citi foi apenas o primeiro americano – de uma lista bem longa – a assumir o seu problema. Mas outros bancos tradicionais de Wall Street, como Street, o JP Morgan Chase já anunciaram redução no lucro e registro de perdas de US$ 1,3 bilhão por causa de operações com hipotecas subprime

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Novo Ambiente
O Brasil está sendo muito bem visto no exterior e boas notícias sobre a economia do país têm sido mais freqüentes na imprensa especializada estrangeira. Recentemente, o britânico Financial Times publicou longa reportagem em que afirma existir hoje uma onda de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, citando como exemplos a compra por US$ 5,5 bilhões da mineradora MMX pela Anglo American e o investimento de US$ 1 bilhão da Symetrix em uma fábrica de semicondutores do Rio de Janeiro. O jornal lembrou o record de investimentos estrangeiros diretos ocorridos em 2007, que somaram US$ 34,616 bilhões, mais do que o dobro do que foi registrado na Índia. E lembra, também que, ainda que os investimentos estrangeiros diretos seguem sendo maiores na China e na Rússia, a taxa de crescimento desses investimentos no Brasil é maior do que nesses outros dois países do BRIC.

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Novo Ambiente
Para o Financial Times o sucesso do Brasil não resulta apenas dos enormes recursos naturais do país [soja, ferro e petróleo, por exemplo], mas é fruto de um bom trabalho ligado à Macroeconomia, nas áreas monetária e fiscal, que “pavimentou” o caminho para o aumento do crédito e o fortalecimento do mercado interno. O jornal destaca o mercado interno brasileiro e a confiança que o país tem de que sairá ileso da atual crise americana. O economista Emy Shayo, do banco Bear Stearns, Shayo, Stearns, entrevistado pelo Financial Times, declarou que Times, “as pessoas estão totalmente apaixonadas pelo Brasil e os investidores crêem que é o melhor país do mundo.”
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Novas regras no mundo dos

negócios

Novas regras no mundo dos negócios
Regra antiga: os cachorros grandes são os donos da rua Regra nova: ser ágil é melhor; ser grande poderá machucá-lo machucáRegra antiga: seja o nº 1 ou o nº 2 em seu negócio Regra nova: encontre um nicho, crie algo novo
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Novas regras no mundo dos negócios
Regra antiga: os acionistas mandam Regra nova: o cliente é o rei

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Novas regras no mundo dos negócios
Regra antiga: seja enxuto e agressivo Regra nova: olhe para fora, não para dentro

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Novas regras no mundo dos negócios
Regra antiga: classifique os funcionários; fique com os “As” Regra nova: contrate pessoas apaixonadas

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Novas regras no mundo dos negócios
Regra antiga: contrate um CEO carismático Regra nova: contrate um CEO corajoso

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Novas regras no mundo dos negócios
Regra antiga: admire a força Regra nova: admire o espírito

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A empresa ágil
Com energia Foco bem definido Estrutura enxuta Boas parcerias Bom relacionamento com clientes Visão estratégica

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Eras da civilização
Caça/ coleta Agrícola Industrial Pós Industrial

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A componente humana como diferencial
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Empresas são feitas de idéias
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Gerentes de Projetos:
Aprendem a enfrentar desafios com tecnologia Aprendem a transformar recursos naturais produzindo novas soluções Aprendem a trabalhar com inovações técnicas Produzem novas invenções com criatividade Aprendem a analisar racionalmente as questões
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O que está faltando?
Tecnologia? Informações? Oportunidades? Idéias? Modelos de negócios

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Novos Modelos de Negócios
A vitória do consórcio formado pela Construtora Norberto Odebrecht e por Furnas na disputa pelo direito de construir e explorar comercialmente a Hidrelétrica de Santo Antônio, uma das quatro centrais que vão compor o Complexo do Rio Madeira, é mais um fato que comprova o retorno das estatais brasileiras aos grandes investimentos, o que não se verificava há muitos anos. Esta tendência de participação das estatais será mantida na próxima licitação, para a construção da Hidrelétrica de Jirau, que será a segunda central do Complexo do Madeira.
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Novos Modelos de Negócios
A recente vitória do consórcio Furnas-Odebrecht Furnasteve outro significado importante, que foi o compromisso de o consórcio vencedor cobrar a tarifa mais baixa, 35,3% menor que o preço máximo estabelecido pelo Governo Federal para o fornecimento de energia elétrica. O valor da tarifa, de R$ 78,87 por megawatt.hora é comparável aos megawatt.hora valores que serão cobrados pelos consórcios vencedores dos leilões realizados em Outubro de 2007, para a construção da Hidrelétrica de Funil, em Minas Gerais, que vai ser de R$ 125,90 e da Hidrelétrica de Foz do Chapecó, em Santa Catarina, que vai ser de R$ 131,49 por megawatt.hora – isto é – muito mais caros! [Uma megawatt.hora importante redução no valor de tarifas também foi observada nas licitações recentemente realizadas para a exploração comercial de trechos de rodovias federais.] www.fernandocamargo.net

Novos Modelos de Negócios
As licitações realizadas com o objetivo de conceder ao setor privado o direito de exploração comercial de trechos de rodovias federais, resultaram em uma queda mais do que significativa no valor das tarifas a serem cobradas dos usuários. Apenas para efeito de comparação: a tarifa mais barata resultante dessas últimas licitações será de R$ 0,997, cobrada na rodovia Fernão Dias e a mais cara será de R$ 2,94, a ser cobrada na rodovia BRBR393. A tarifa mais barata, resultante das licitações feitas pela administração federal anterior,em 1995, é de R$ 3,50, cobrada na ponte Rio-Niterói, e a mais cara é de R$ 7,80, Rio- Niterói, cobrada na rodovia Rio-São Paulo. Riowww.fernandocamargo.net

Novos Modelos de Negócios
O setor de transporte no país está eufórico com o novo modelo e o resultado da licitação, A estimativa que se faz é de que os custos do transporte rodoviário cairão em 35% com as novas tarifas que serão cobradas pelas novas concessionárias. Nestas últimas licitações de trechos de rodovias, dos 7 trechos licitados, 6 foram para as mãos de grupos espanhóis, que seguem investindo fortemente em infra-estrutura no infraBrasil e que já detêm patrimônio avaliado em mais de US$ 14,2 bilhões [apenas neste ano, os espanhóis investiram US$ 1,6 bilhão em infra-estrutura www.fernandocamargo.net no país.] infra-

O que estamos buscando?

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Negócio - Empreendimento
RECURSOS SISTEMA Produto Serviço Resultado MAIS VALOR AGREGADO $$$$$$$

Natureza Humanos Capital

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ESTUDOS DE CASOS
A Perdigão mais perto da Sadia Ela trouxe a Starbucks para o Brasil O contra-ataque das gravadoras contra-

Revista Exame 7 de junho de 2006 Pag 52 a 64

ESTUDOS DE CASOS
Você foi indicado como Gerente deste projeto. Desenvolva a “declaração de escopo preliminar”. Qual sua avaliação deste projeto quanto à importância e conseqüências nos negócios da organização?

ESTUDOS DE CASOS
Quais os principais recursos envolvidos? Defina e justifique.
• Natureza • Trabalho • Capital

Qual a idéia que sustenta este projeto? O que faz o sistema? Como agrega valor? Quais os produtos, serviços ou resultados deverão ser entregues neste negócio? Indique os principais pontos a serem abordados no Plano de Negócios e quais os stakeholders mais significativos para o sucesso do projeto.

PROJETO

Metodologia para implementar idéias
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CRIAÇÃO MENTAL

CRIAÇÃO FÍSICA
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O pensamento criativo
ILUMINAÇÃO VERIFICAÇÃO

INCUBAÇÃO

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O processo criativo
Incubação: com base nos dados e Incubação: elementos armazenados, o inconsciente entra em ação e, desimpedido pelo intelecto, elabora as inesperadas conexões que constituem a essência da criação. Iluminação: o momento da gênese Iluminação: da idéia, a iluminação ou síntese ocorre nos momentos mais inesperados. Verificação: o intelecto termina a Verificação: obra que a imaginação iniciou. O criador analisa, julga e testa sua idéia para avaliar sua adequação
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GERENCIAMENTO DE PROJETOS
CRIAÇÃO MENTAL PLANOS QUALIDADE CUSTOS PRAZOS GERENCIAMENTO CRIAÇÃO FÍSICA PRODUTO

DESENHOS ESPECIFICAÇÕES ORÇAMENTOS CRONOGRAMAS PLANO DO NEGÓCIO

NOVA FÁBRICA NOVA FRANQUIA NOVO MEDICAMENTO NOVO CANAL TELEVISÃO NOVO NEGÓCIO NOVO HOTEL
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Ciclo de vida de um empreendimento
$

TEMPO
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Ciclo de Vida Atividades típicas por fase
% Fase III execução Fase IV Start up

Fase I concepção
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Fase II projeto
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início

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ão raç pe O término

Fase I: Concepção ou viabilidade
Formulação do projeto Identificação de necessidades Estabelecer viabilidade Identificar alternativas Preparar propostas Desenvolver orçamentos e programas Identificar equipe do projeto
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Fase II: Planejamento ou projeto
Projeto básico Implementação dos programas Condução de estudos e análises Projeto dos sistemas Requisitos de operação/ manutenção Construção e testes de protótipos Planejamento detalhado Custos e programação Condicionantes contratuais Aprovação para execução
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Fase III: Execução
Projeto detalhado Fabricação de fornecimento de materiais e equipamentos Obras civis Montagens eletromecânicas Controle de qualidade e quantidades Comissionamento Treinamento de profissionais para operação e manutenção.
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Fase IV: Entrada em serviço e operação comercial
Comissionamento final Operação e manutenção Treinamento de profissionais especializados Transferência de materiais Transferência de responsabilidades Relocação da equipe do projeto
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Plano de Negócios
É um documento pelo qual se formalizará os estudos a respeito de suas idéias, transformando-as num transformandoNEGÓCIO.

Qual a diferença entre: INVENÇÃO E INOVAÇÃO?
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Plano de Negócios
Inovação é a primeira utilização comercial de um novo produto, processo ou sistema. Novo produto Novo processo Versão modificada de um produto ou processo existente

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Plano de Negócios

A estruturação de um Plano de Negócios pode ajudar a transformar idéias em inovações.
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Plano de Negócios
Para que elaborar um Plano de Negócios? Como viabilizar seu projeto? Tornar claro, objetivo, preciso e de fácil entendimento SEU PROJETO

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Plano de Negócios
No Plano de Negócios estarão registrados o conceito do negócio, os riscos, os concorrentes, o perfil dos clientes, o plano de marketing e o plano financeiro que viabilizará o novo negócio.
PROJETOS PARA:

NOVO NEGÓCIO

NOVOS PRODUTOS NOVOS MERCADOS OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS
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Plano de Negócios
Identificar os pontos fortes e fracos do futuro negócio (mapear os riscos); Avaliar o novo mercadológico, organizacional; empreendimento do ponto de vista técnico, financeiro, jurídico e

Apresentar as perspectivas de crescimento do negócio; Apresentar o negócio a fornecedores e clientes potenciais (DLLU buscar parcerias); Estimar os recursos e investimentos necessários para o projeto (quanto de capital será necessário?), a lucratividade e a rentabilidade do negócio; Simular cenários (análise de sensibilidade);
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Plano de Negócios
Apresentar aos investidores a estrutura do novo negócio: cadeia de valor; Avaliar a evolução da implantação para cada um dos aspectos definidos no Plano de Negócios, podendo assim comparar o previsto com o realizado; Facilitar a obtenção de empréstimos, quando o seu capital não for suficiente para os investimentos iniciais;

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Plano de Negócios
ESTRUTURA CLÁSSICA NEGÓCIOS:
1. 2. 3. 4. 5. 6.

DE

UM

PLANO

DE

Sumário Executivo Missão e Visão da Empresa Definição do Negócio Plano de Marketing Plano de Operações Plano Financeiro
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Plano de Negócios
Sumário Executivo
Espaço onde se sintetiza os principais pontos abordados no Plano de Negócios Deve ser coerente e objetivo Fácil de ler Duas folhas no máximo Deve ser escrito ao final do Plano de Negócios
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Plano de Negócios
Sumário Executivo
1. Enunciado do Projeto 2. Competências dos responsáveis (descrição 3. Os produtos e/ou a tecnologia/processos 4. O mercado potencial 5. Elementos de Diferenciação 6. Previsão de Vendas 7. Rentabilidade e Projeções Financeiras
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da equipe)

Plano de Negócios
Missão da Empresa
Razão da existência da empresa Um parágrafo Seu papel no ambiente Deve ser clara Não pode ser focada num produto
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Plano de Negócios
Exemplos de Missão:
Desenvolver as oportunidades de negócios, presentes e futuras, oferecendo ao consumidor produtos alimentícios e serviços de alta qualidade e de valor agregado, a preços competitivos. (Nestle) Nestle) Agregar valor competitivo às indústrias de fertilizantes e químicas, através da excelência dos nossos produtos e serviços, atendendo às expectativas dos acionistas, colaboradores e das comunidades com as quais interagimos.(Fosfértil) interagimos.(Fosfértil)
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Plano de Negócios
Visão da Empresa
Como a empresa quer ser vista/ percebida pelo ambiente Um parágrafo Deve ser clara Reflete um desafio
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Plano de Negócios
Exemplos de Visão:
A Natura, por seu comportamento empresarial, pela qualidade das relações que estabelece e por seus produtos e serviços, será uma marca de expressão mundial, identificada com a comunidade das pessoas que se comprometem com a construção de um mundo melhor através da melhor relação consigo mesmas, com o outro, com a natureza da qual fazem parte e com o todo. (Natura) Manter a Empresa como a maior em termos de alimentos industrializados e conseguir a liderança nos segmentos em que atua (Nestle); (Nestle);
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Plano de Negócios
Definição do Negócio
Conceito do Negócio O que será oferecido ao cliente Necessidades a serem atendidas Cesta de produtos/serviços (soluções) Novamente deve se ter cuidado para deixar clara a estrutura do negócio. Identifique seus diferenciais (o que há de novo?). www.fernandocamargo.net

Plano de Negócios
Plano de Marketing
Análise de Mercado Estratégia de Marketing
A ANÁLISE DE MERCADO É UMA DAS PARTES MAIS IMPORTANTES DO PLANO DE NEGÓCIOS.

TAMBÉM UMA DAS PARTES MAIS DIFÍCEIS E COMPLEXAS DE SE ELABORAR
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Plano de Negócios
O QUE É ANÁLISE DE MERCADO?
Conhecimento dos clientes, da concorrência, do setor, etc. Conhecimento do Ambiente de Negócios.

O que é AMBIENTE DE NEGÓCIOS?
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Plano de Negócios
O que é analise de mercado?
• Conhecimento • Conhecimento • Conhecimento • Conhecimento dos clientes da concorrência do setor do ambiente de negócios

O que é ambiente de negócios?

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Plano de Negócios
Ambiente de Negócios
Organizações interagem com clientes, fornecedores, parceiros, concorrentes. Fatores políticos, econômicos, legais, sócio-culturais e outros sóciotambém impactam as organizações.

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Plano de Negócios
Ambiente de Negócios
Quais são seus verdadeiros competidores? Qual é a dinâmica de inovação nesse mercado? Quais são as tendências que determinarão os produtos e serviços a serem oferecidos? Como se comporta a demanda e como se comportará no futuro? Quem compra? Quem consome? Quando? Para que?
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Plano de Negócios
Estratégia de Marketing
Público Alvo Produtos e Serviços Comunicação (promoção) Dinâmica de preços Praça e conveniência (canais de venda e relacionamento)

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Plano de Negócios
Estratégia de Marketing
É importante ter claro os diferenciais que permitem a concorrência apresentar propostas únicas de valor. Quais as competências organizacionais que a empresa possui ou deverá buscar para apresentar sua proposta de valor?
COMO LEVAR SUA OFERTA AO MERCADO
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Plano de Negócios
Plano de Operações
Localização do Projeto/ Unidade ( acesso à matéria-prima, condições de transporte, matériaproximidade dos clientes, infra estrutura – água, luz, telefonia, etc, legislação ambiental Tecnologia e Equipamentos Processo Operacional (cadeia de valor) Instalações, lay out, etc.

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Plano de Negócios
Plano Financeiro
Investimento Inicial Projeção de Resultados Fluxo de Caixa Análise de Investimentos (retorno): payback, TIR, VPL, EBTIDA. payback, Custos Fixos e Variáveis
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Você ainda tem tempo para ficar milionário...
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PRESTAÇÃO

=

0,00

3) FLUXOS DE CAIXA COM VALORES VARIADOS E DIVERSOS PERÍODOS PERÍODO VALOR ($) TAXA 0 (30.000,00) 1 12.000,00 2 12.000,00 3 12.000,00 4 12.000,00 5 12.000,00

10,00 %(para cálculo do valor-presente líquido e TIR)

4) ALGUMAS FUNÇÕES FINANCEIRAS ADICIONAIS VALOR-PRESENTE LÍQUIDO TAXA INTERNA DE RETORNO = = 15.489,44 28,65%

SENSIBILIDADE DO VALOR-PRESENTE LÍQUIDO À VARIAÇÃO NA TAXA DE DESCONTO

Plano de Negócios
Construindo um Plano de Negócios...
Passo 1: Sua idéia, seu projeto. Qual o conceito que sua idéia ou projeto sustentam?
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Plano de Negócios
Exemplos
Desenvolvimento de um novo produto Entrada numa região geográfica Troca/Compra de tecnologia Novo posicionamento estratégico/ mercadológico da organização Um novo empreendimento (negócio)
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Exercício em Grupos

Desenvolva passo a passo Seu Plano de Negócios

Plano de Negócio
Hotel Escola Centro comercial Pastelaria

Plano de Negócio
1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11.

Caracterização do projeto Analise de mercado e competitividade Localização e instalação Consumidor Fornecedor Concorrentes Pessoal Produtos e serviços Estratégia competitiva Plano de marketing e comercialização Investimentos e viabilidade econômica

Plano de Negócios
Construindo um Plano de Negócios...
Passo 2: Estudo de Mercado
“As empresas bem sucedidas reconhecem as necessidades e as tendências não atendidas e tomam medidas para lucrar com elas.” Philip Kotler
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Plano de Negócios
Ambiente demográfico 1. Crescimento da população 2. Composição da população (faixa etária) 3. Mercados étnicos 4. Níveis de instrução 5. Etc.

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Plano de Negócios
Ambiente econômico 1. Distribuição de renda 2. Crédito 3. Endividamento 4. Poupança

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Ambiente natural 1. Escassez de matéria-prima 2. Custo mais elevado de energia 3. Níveis mais altos de poluição e maior preocupação com a utilização dos recursos naturais.

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Plano de Negócios
Ambiente político-legal 1. Legislação 2. Acordos mundiais Ambiente socio-cultural 1. Mudanças de valores 2. Nova família/ novos papéis 3. Tecnologia aproximando países e culturas
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Plano de Negócios
É preciso ir além das estatísticas, é preciso compreender quais são os valores, os comportamentos, as crenças dos seus potenciais mercados.

FOCO NA ESTRATÉGIA DOS SEUS CLIENTES
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Plano de Negócios
Analise da industria – modelo de Porter
• Porter propõe uma estrutura de cinco forças que definem a postura básica de competição em uma indústria. A concorrência não se estabelece apenas entre os competidores. • Clientes, fornecedores, potenciais entrantes e produtos substitutos são todos competidores que podem ser mais ou menos ativos ou importantes, dependendo do segmento analisado. • O resultado das ações que essas forças exercem determinam na visão de Porter a lucratividade do setor. www.fernandocamargo.net

Plano de Negócios
Analise da industria – modelo de Porter
• Conhecendo as forças a organização pode entender melhor os pontos fortes e fracos, além de suas oportunidades e ameaças. • Poderá também decidir se deve entrar ou não num novo negócio, ou ainda se deverá ou não sair de um negócio existente. • A habilidade que uma empresa tem para lidar e influenciar as cinco forças competitivas vai lhe garantir maior ou menor competitividade.
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Plano de Negócios modelo de Porter

Novos Entrantes

Fornecedores

Rivalidade entre os Concorrentes

Compradores

Substitutos
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Plano de Negócios
Novos Entrantes Equilíbrio Oferta e Demanda Excesso de Oferta? Demanda não atendida?

PREÇOS
De olho na verticalização. Quem são seus fornecedores e clientes? Como estão crescendo seus negócios? www.fernandocamargo.net O que está acontecendo em outros mercados?

Plano de Negócios
Ameaça de Novos Entrantes – Barreiras à Entrada Economia de escala Diferenciação de produto Necessidade de capital Custo de mudança Acesso a canais de distribuição Desvantagens de custos independente da escala Políticas governamentais Acesso à tecnologia www.fernandocamargo.net

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Fornecedores Os fornecedores podem exercer pressão para elevar preços e podem até restringir o fornecimento de matéria-prima. matériaTendência Mundial: Compras globais (supply chain) chain) Poder de Negociação?
• • • • Nível de concentração Diferenciação do Produto Custo de Mudança Você é importante para seu fornecedor? (% suas compras sobre a receita dele??)
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Plano de Negócios
Compradores São poucos ou muitos? Concentrados ou pulverizados? O produto oferecido pode ser facilmente substituído? Custo de mudança? É essencial para o seu comprador? O que motiva a compra? O que motiva a escolha de um fornecedor? PODER DE BARGANHA www.fernandocamargo.net

Plano de Negócios
Produtos Substitutos Importante acompanhar os progressos tecnológicos Impacto sobre os preços de mercado Impacto sobre a relação atual comprador x fornecedor

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Plano de Negócios
Rivalidade entre os Concorrentes Competidores: muitos ou poucos? Tamanho e poder Diferenciação e custos de mudança A importância da marca e credibilidade Identificar a estratégia de competição da concorrência

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Plano de Negócios
É preciso entender como a organização está preparada para lidar com seus competidores e se sair bem no ambiente de negócios.

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Exercício em Grupos

Desenvolva passo a passo Seu Plano de Negócios

Plano de Negócio
1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11.

Caracterização do projeto Analise de mercado e competitividade Localização e instalação Consumidor Fornecedor Concorrentes Pessoal Produtos e serviços Estratégia competitiva Plano de marketing e comercialização Investimentos e viabilidade econômica

Planejamento estratégico
O que há no ambiente? Análise externa do ambiente Formulação dos objetivos organizacionais Análise interna da empresa O que temos na empresa?
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Oportunidades, ameaças, desafios, restrições Formulação de O que alternativas estratégicas fazer? Pontos fortes, pontos fracos, recursos disponíveis, capacidades e habilidades

Análise SWOT Strength Weakness Opportunities Threats Forças Oportunidades Fraquezas Ameaças

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Análise externa do meio ambiente
Mercados abrangidos pela empresa
• • • • • • • • • características atuais tendências futuras oportunidades e perspectivas quem disputa os mesmos clientes abundância ou não de recursos participação atual da empresa no mercado conjuntura econômica tendências políticas e sociais aspectos legais e fiscais
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Concorrência ou competição

Fatores externos

Análise interna da empresa
Análise dos recursos
• • • • recursos financeiros pessoal equipamentos tecnologia

Análise da estrutura organizacional
• divisão de trabalho (departamentos e unidades) • qualidade da comunicação • comprometimento com os objetivos • • • • lucratividade produtividade inovação e crescimento www.fernandocamargo.net competitividade

Avaliação do desempenho

ANÁLISE EXTERNA
AMEAÇAS I PONTOS FRACOS OPORTUNIDADES II
DESATIVAÇÃO: Área de risco acentuado MELHORIA: Área de aproveitamento potencial

ANÁLISE INTERNA

III PONTOS FORTES
ENFRENTAMENTO: Área de risco enfrentável

IV
APROVEITAMENTO: Área de domínio da empresa

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PRODUTO/SERVIÇO
ATUAL I ATUAL
Penetração no atual mercado

NOVO II
Desenvolvimento de novos produtos

MERCADO

III NOVO
Desenvolvimento de novos mercados

IV
Diversificação: novos produtos e novos mercados

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Plano de Negócios
Estratégia de Marketing - 4 P’s do Marketing

Produto Preço Promoção Praça

MIX DE MARKETING

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Plano de Negócios
Estratégia de Marketing - 4 P’s do Marketing

Que produtos e serviços serão oferecidos? Qual será a base da competição? Competências para diferenciar
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Produto
Geração de idéias Seleção de uma idéia Desenvolvimento do conceito (produtação) (produtação) Confecção e avaliação do plano de negócio Desenvolvimento do protótipo Teste de mercado Lançamento Melhoria
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Fatores de influencia
Design Funcionalidade Preço (e, por tabela, o custo e o mercado alvo) Qualidade (real e percebida) Flexibilidade (abrangência) Escalabilidade Nível de inovação
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Preço
Preço premium Preço de penetração Preço econômico Preço de desnatação Preço de produto cativo (ganho com a manutenção) Preço pacote Continuidade e coerência
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Promoção
Divulgar a oferta e criar o desejo Proposta única de venda Mensagem eficaz Canais adequados
• Publico alvo • Hábitos de compra

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Praça
Distribuição – como levar o produto até o ponto de venda e torná-lo disponível para tornáo cliente Venda direta Distribuidores Varejistas Amplitude da distribuição
• Intensiva – produtos de conveniência • Seletiva – produtos qualificados • Exclusiva – produtos especializados
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Plano de Negócios
Competências Essenciais – Hamel & Prahalad Competências Essenciais: habilidades e Essenciais: capacitações que geram valor para os clientes , são diferenciadas aos concorrentes (raras e não facilmente imitáveis.
É interessante no Plano de Negócios deixar claro quais serão as competências diferenciais em relação aos concorrentes, que poderão trazer competitividade ao negócio. Os projetos demandam competências organizacionais e individuais. É imprescindível reconhecê-las.
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Exercício em Grupos

Desenvolva passo a passo Seu Plano de Negócios

Plano de Negócio
1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11.

Caracterização do projeto Analise de mercado e competitividade Localização e instalação Consumidor Fornecedor Concorrentes Pessoal Produtos e serviços Estratégia competitiva Plano de marketing e comercialização Investimentos e viabilidade econômica

Empreender é sempre um risco, mas empreender sem planejamento é um risco muito maior e que pode ser evitado

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O plano de negócios não é uma bola de cristal que represente uma garantia de sucesso, mas certamente será de grande ajuda na tomada de decisões e na conquista dos objetivos iniciais da sua idéia
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