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1 INTRODUÇÃO

O relatório de estágio descreve as etapas das atividades realizadas na área
de Redes de Computadores e Infraestrutura, no Departamento de Gestão de
Tecnologia da Informação (DGTI) do Instituto Federal de Educação, Ciência e
Tecnologia de Pernambuco (IFPE) - Campus Recife.
O DGTI é um departamento que possui 25 funcionários, sendo 15 o número
de estagiários e 10 o número de servidores, divididos nos seguintes grupos: Redes
de Computadores e Infraestrutura, Desenvolvimento de Softwares, Suporte e
Manutenção de Computadores, Telefonia e Administrativo (APÊNDICE I).
A instituição de ensino IFPE é um órgão Federal que tem por finalidade
promover a qualificação profissional, tanto em nível técnico quanto em nível superior,
de jovens e adultos para que estes últimos disponham de uma formação e sejam
capazes de ingressar no mercado de trabalho.
A experiência somada, além de acrescentar novos conhecimentos, serviu
também de complemento aos conhecimentos adquiridos durante o curso, onde estes
últimos foram utilizados através da prática na área de Redes de Computadores e
Infraestrutura. Com isso, cumpriu-se a carga horária prática do curso estabelecida
por lei, bem como informou as referidas relações entre estagiário e empresa.

Prof° Luiz Freire. as Escolas passaram a ser denominadas Liceus Industriais. Em 23 de setembro de 1909. Ciência e Tecnologia de Pernmabuco . Em 2009 foi que passou a se configurar como instituto e recebeu o nome de IFPE – Instituto Federal de Educação. O atual IFPE antes funcionava no bairro do Derby e só após a enchente do Rio Capibaribe. de 30 de Janeiro de 1942) veio modificar completamente as antigas Escolas de Aprendizes Artífices que passaram a oferecer ensino médio e. .4 2 A EMPRESA O relatório descreve as atividades desenvolvidas na área de Redes de Computadores e Infraestrutura.Campus Recife. pela Lei 378. procurando ampliar a sua missão de centro de Educação Profissional. ocorrida em 1975. A Escola do Recife iniciou suas atividades no dia 16 de fevereiro de 1909 e favorecia os jovens pobres. o Presidente Nilo Peçanha criava em cada uma das capitais dos Estados do Brasil uma escola de aprendizes artífices. aos poucos foram se integrando como instituições abertas a todas as classes sociais. "Escola Técnica Federal de Pernambuco" e "Centro Federal de Educação Tecnológica de Pernambuco" tem servido à Região Nordeste e ao País. N°500 na Cidade Universitária. Em 13 de janeiro de 1937. no Departamento de Gestão de Tecnologia da Informação (DGTI) do IFPE que é uma empresa de órgão federal. destinadas a ministrar o ensino profissional primário gratuito. Desde o período de 1942 a 1990 e até os dias atuais. o IFPE passou a funcionar na atual sede que fica na Av. As escolas tinham o objetivo de formar operários e contra-mestres.073. pelo Decreto nº 7566. pois existem outros oito campus no Estado de Pernambuco. a Escola do Recife. "Escola Técnica do Recife". "Liceu Industrial de Pernambuco". A Lei orgânica do Ensino Industrial (Decreto-Lei nº 4. com as denominações sucessivas de "Escola de Aprendizes Artífices".

Em resumo.br) para cadastrar as contas de emails institucionais dos servidores e estagiários do IFPE Campus Recife (APÊNDICE IV). 3. o chamado era transferido para uma empresa terceirizada que oferece este serviço no Campus Recife senão.5 3 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO ESTÁGIO 3. resetar senhas dos usuários. verbalmente ou por memorando. caso estivesse relacionado à equipe de Manutenção de Computadores. Após o término do atendimento. um sistema open-source que é acessado através da interface web (http://servglpi/glpi/) (APÊNDICE II e APÊNDICE III). Antes de tudo. SIAP). onde eram colocadas todas as informações repassadas pelo usuário. O gerenciamento (criar contas e grupos. bem como a sua solicitação. ramal. onde este tinha que ser um usuário do tipo admin para poder realizar o gerenciamento.2 GERENCIAMENTO DA CONTA DE E-MAIL Utilizou-se de um domínio do Gmail (@recife.1 SUPORTE AO USUÁRIO O primeiro contato realizado pelo usuário. o GLPI serve para gerenciar todos os problemas de inventário de ativos/hardware e software e auxiliar no suporte ao usuário (helpdesk).edu.ifpe. deveria ser verificada a qual equipe do DGTI estava direcionada a realização da determinada tarefa. . nome do setor. Todos os chamados eram registrados no GLPI. o técnico esclarecia a solução do problema na descrição do chamado aberto anteriormente e consequentemente fechava tal chamado. de um email. dentre outras atividades) ficava sob responsabilidade da equipe de Redes de Computadores e era realizado através da própria conta de e-mail do técnico. geralmente eram realizados através de uma ligação. a equipe de Redes de Computadores tomaria as devidas providências para resolução do problema e colheria os dados do usuário (nome.

. sistema operacional entre outros componentes de uma máquina física. onde este último deveria estar cadastrado no Active Diretory. foi criada uma pasta pública a todos os usuários onde era possível a comunicação entre todos os departamentos. Acessandoo via Terminal Service. logo. o problema era solucionado resetando-a para uma senha padrão que deveria ser alterada no próximo logon do usuário solicitante. Quando ocorriam casos em que o usuário esquecia sua senha de acesso a rede. Esta ferramenta permite que sejam criadas máquinas virtuais. configurando espaço em disco. Durante o estágio houve a necessidade de administrar e a criar máquinas virtuais para melhor aproveitamento do hardware da instituição através da ferramenta VMWare (APÊNDICE VII). Para que houvesse compartilhamento de arquivos entre os setores. era realizado o gerenciamento das informações dos usuários da rede através do serviço de diretório Active Directory (APÊNDICE VI). cada pasta era direcionada a apenas um setor (APÊNDICE V). Caso necessário.4 GERÊNCIA DE SERVIDORES O DGTI contava com quatorze servidores físicos dos quais cinco hospedavam trinta e cinco servidores virtuais.6 3. 3. onde cada grupo correspondia a um setor e cada pasta só possuia permissão de acesso para o seu grupo. adicionando-os em seu grupo de trabalho com seu script específico. também era possível dar permissões por usuário.3 SERVIDOR DE ARQUIVOS E ACTIVE DIRETORY Era possível realizar o gerenciamento de acesso a pastas e arquivos de todos os departamentos. setores e coordenações do IFPE. Cada pasta possuia um grupo que continha usuários previamente cadastrados no Active Diretory. Através de um servidor físico que possuia como sistema operacional o Windows Server 2003. memória. era no AD onde eram criadas as contas dos usuários para ter acesso a rede.

e isto foi feito com o auxílio do programa File Server Resource Manager (APÊNDICE X).6 COMPARTILHAMENTO DE IMPRESSORAS As impressoras no Campus Recife se encontravam tanto local em uma estação de trabalho como em rede. que rodava o Windows Server 2003. com os scripts. 3.7 Para uma maior organização dos dados e das características de cada servidor. respectivamente). escolhido a partir do modelo e do nome do setor. cotas e filtros criados e aplicados e os usuários cadastrados no novo domínio. O que diferencia as duas situações é a maneira de compartilhamento. uma documentação dos servidores foi criada para facilitar o gerenciamento dos mesmos. atualizando as siglas de cada departamento e renomeando as pastas compartilhadas quando necessário. Tal documentação continha os chamados logbooks de cada servidor e uma tabela com um resumo das informações de todos eles (APÊNDICE VIII E APÊNDICE IX. marcava-se com o responsável pelos setores uma data pré-determinada para poder realizar a migração dos computadores e transferir os arquivos presentes nos antigos perfis dos usuários para os novos. Desta forma. foi criado um novo domínio em uma máquina física. Além dessas alterações também foram criados e aplicados um filtro e uma cota padrão para todas as pastas compartilhadas. . 3. As impressoras em rede eram mapeadas a partir do servidor que grenciava esses equipamentos.5 MIGRAÇÃO DE COMPUTADORES PARA NOVO DOMÍNIO Com o objetivo de organizar o servidor de arquivos e atualizar as informações dos funcionários do IFPE no serviço de diretório (Active Directory). dando as devidas permissões. Foi necessário fazer um levantamento de todos os usuários locados nos setores e recriar os scripts de cada grupo. Esse acesso era feito através do endereço ip reservado para aquele aparelho.

pois. só havia compartilhamento caso os computadores estivessem na rede cabeada.7 CONECTIVIDADE E SEGURANÇA A rede do Instituto Federal de Educação. onde tal gerenciamento era de inteira responsabilidade da equipe de Redes de Computadores. o que garantia seu acesso. Access Points e Firewall. 3. O cadastro do endereço físico era feito no próprio DGTI. Era nele que eram aplicadas as políticas de cada rede sem fio. Ciência e Tecnologia de Pernambuco – Campus Recife era e ainda é formada por equipamentos responsáveis pela transmissão e controle de dados. como por exemplo: Switches. 3. além do cadastro do endereço MAC de cada máquina que tinha acesso a uma determinada rede de acordo com a sua necessidade. e logo após a realização de tal cadastro. estava instalado o WMS que era o software responsável pelo gerenciamento da rede sem fio do Campus Recife.8 Já para as impressoras locais. 3. era necessária a realização de várias e indispensáveis configurações. a senha da rede era colocada na máquina.9 ALTERAR O ACESSO DA REDE SEM FIO . a rede sem fio se tornava instável e impossibilitava a impressão.8 GERENCIAMENTO DA REDE SEM FIO Em uma máquina virtual que possuia como sistema operacional o Windows Server 2003. Para mantê-la funcionando de forma segura e eficiente.

Como os usuários não tinham permissão para alterar a rede. tal rede era a IFPE_REC_VISITANTE. departamentos e coordenações eram configuradas para acessarem ou a rede IFPE_REC_ADM ou a rede IFPE_REC_LAB. que foi criada com o intuito de ser acessada por alunos e visitantes do IFPE. Sempre que era necessário realizar alguma configuração de DNAT. menos segura e desprovida de certos privilégios (no caso. Tal equipamento é utilizado pelo IFPE .9 Era comum o recebimento de chamados de usuários que não conseguiam fazer login na rede pelo fato de o domínio estar indisponível. alterasse a rede a ser acessada e excluísse a rede anteriormente acessada para evitar que a máquina se conectasse automaticamente a ela no futuro. mais lenta. era necessária a presença do técnico para que este entrasse como administrador local da máquina. SNAT.11 MONITORAMENTO DA REDE(NAGIOS) . 3. 3. liberar ou bloquear portas para todos os computadores da rede ou apenas para uma estação específica.10 FIREWALL O Firewall é considerado o principal equipamento para a segurança de uma rede de computadores. As máquinas dos setores. O problema se devia ao fato de que os computadores destes se conectavam a uma rede sem fio diferente.Campus Recife até hoje e é um aparelho da Juniper Networks que opera um sistema operacional próprio chamado JunOS. facilitando o manuseio deste último. o firewall era acessado através da interface gráfica do Network and Security Manager – NSM (APÊNDICE XI). onde a primeira era voltada para os computadores dos setores e computadores dos funcionários e a segunda era voltada para os computadores das salas de aula e computadores dos professores. o acesso ao domínio). um equipamento que foi adquirido juntamente com o firewall.

O funcionamento do Nagios se dá através de solicitações de PING para o IP dos hosts que estão em sua base de dados e a espera da resposta deles. com suas devidas informações (Nome. caso contrário.Reiniciar o(s) serviço(s) para que as novas configurações fossem atualizadas. o equipamento fica demarcado em vermelho e se faz necessária a verificação do mesmo. Descrição. se uma solicitação obtiver uma resposta.Adicionar o equipamento do qual havia a necesseidade de monitoramento. .12 CABEAMENTO ESTRUTURADO . Ele pode monitorar tanto hosts quanto os serviços destes hosts. Endereço de IP e Parents (equipamento ao qual o host a ser adicionado estava diretamente ligado). para que na tela de monitoramento aparecesse uma imagem que representava a sua natureza. Assim que o serviço era reiniciado. servidores e etc.10 O Nagios é uma popular aplicação de monitoramento de rede de código aberto distribuída sob a licença GPL.Campus Recife.Adicionar o nome do host em seu grupo. Instalado em uma máquina virtual Linux. 3.Adicionar o host aos serviços que desejavam ser monitorados no mesmo. mostrando que ele está em rede e em perfeito funcinamento. era utilizado o Nagios (APÊNDICE XII). onde eram realizadas as seguintes configurações: . alertando quando ocorrerem problemas e também quando os problemas forem resolvidos. o equipamento ao qual ela referencia é demarcado em verde na tela de monitoramento. . a tela de monitoramento recebia os novos dados e mostrava o(s) novo(s) host(s) adicionado(s) (APÊNDICE XIII). como por exemplo: switches. onde cada grupo representava um host diferente. Para monitorar toda a rede do IFPE . o servidor do Nagios era acessado através de uma conexão SSH (Porta 22). . Analisando cada solicitação isoladamente. access points.

a organização. O backup diário era realizado automaticamente através do programa chamado DPM – Data Protection Manager da Microsoft (APÊNDICE XIV). o servidor de arquivos. 3. Além disso. em média.13 BACKUP Mensalmente era realizado o procedimento de backup de todos os servidores virtuais do IFPE – Campus Recife e diariamente era realizado outro backup que abrangia apenas alguns servidores que continham informações mais importantes. como por exemplo. O que também teve de ser realizado com certa frequência foi a organização dos cabos de rede e dos racks. era feita a análise da situação e caso fosse necessário passava-se um cabo de rede para o local. Em várias ocasiões foram presenciados problemas com cabos de rede. o que fazia com que não fosse possível estabelecer conexões do equipamento ao qual o cabo se ligava com a rede. como por exemplo. pois muitos cabos de rede haviam sido incorretamente organizados e crimpados durante o desenvolvimento das redes da empresa. Então. Essa ferramenta se torna . a crimpagem do conector RJ45 (geralmente de acordo com o padrão A) e o teste do cabo. o sinal baixo da rede sem fio. Tal programa permitia a recuperação de arquivos que foram apagados/modificados em até cinco dias anteriores ao dia da realização do backup. Nestes casos. quando algum departamento ou laboratório tinha sinal de rede sem fio muito baixo. Também analisava-se. era realizado um teste no cabo utilizando o testador de cabos chamado Fluke para identificar a causa do problema que geralmente tinha como soluções apenas um aperto no conector com o alicate de crimpagem ou então a troca dos RJ45 por conta da má crimpagem. Mas também haviam as ocasiões em que era preciso substituir o cabo pelo fato do mesmo não estar mais funcionando. também foi necessária a realização da remontagem da maioria dos patch cords e a documentação de todos os serviços prestados.11 A realização da atividade de cabeamento estruturado era apenas uma via alternativa para a resolução de problemas de conectividade. o tamanho do(s) cabo(s) que seria(m) utilizado(s) e realizava-se a passagem.

localizações e a que switches estão ligados).Switches (Suas marcas.14 DOCUMENTAÇÃO E PROCEDIMENTOS “HOW TO” Para maior organização e eficiência nos trabalhos realizados.Telefones úteis e horários dos funcionários. Ele respeitava a seguinte sequência: . criação. ou até mesmo o desativamento de algum desses componentes possa vir a ser feito com agilidade e eficácia : . .Durante a segunda semana do mês seguinte: Os backups. espaço disponível em disco. . IPs.Access points (Suas marcas. eram documentos que explicavam/ensinavam a realizar procedimentos e/ou configurações que resultaram em êxito em outras . . funções. espaço disponível em memória.IPs da rede (Range de IPs de cada subrede (Onde cada subrede corresponde a um bloco do IFPE). Já o backup mensal era realizado manualmente através de vários scripts. . . bem como as reservas do DHCP de cada subrede). IPs.Durante a última semana do mês vigente: Todas as máquinas virtuais de cada servidor físico tinha todos os seus arquivos mandados para um outro servidor que servia só para armazenar os backups. IPs. localizações e de onde vem seu uplink). agora gravados em fita. Logbooks e em qual máquina física se encontra (se o servidor for virtual)). eram guardados no DGTI. 3. Já os procedimentos “How To”. .Durante a primeira semana do mês seguinte: Os backups armazenados no servidor central de backups eram enviados a outro servidor para que pudessem ser transferidos para fitas. todo o maquinário é armazendado e catalogado para que no futuro o suporte. sistemas operacionais.12 muito útil em vista de que usuários por vezes perdiam arquivos os quais podiam ser recuperados caso a requisição estivesse dentro do prazo de armazenamento. Nomes.Servidores (Seus nomes.

. . .Pregos e Parafusos.Switches. .Tesouras.Computadores desktop.13 ocasiões para que se. como tarefas básicas.CDs e Pen-drives. estar com o conhecimento necessário para tanto. . . posteriormente.Calhas e Canaletas. viesse a ser necessário realizar o serviço novamente. foram utilizados diversos equipamentos para auxílio na realização dos trabalhos. .Cabos de rede Cat5e. .Etiquetadoras. .Velcro. . mais especificamente no setor DGTI.Access points. .Cabos de energia.Testadores de cabo de rede. .Conectores RJ45. pois armazena tanto os procedimentos menos rotineiros.15 EQUIPAMENTOS UTILIZADOS Durante a realização do estágio no IFPE – Campus Recife. mas que podem necessitar de certa pesquisa e desenvolvimento. .Notebooks. .Cabos USB. Essa utilização da documentação facilita o serviço de todos.Alicates de crimpagem. . 3. . são eles: .Pilhas recarregáveis. .Fitas para armazenar dados. .

É no estágio também que o aluno cresce em relação aos seus valores pessoais. pois além de abrirem suas portas aos alunos de diversos cursos do SENAI Areias. bem como com suas dificuldades. Enfim. no que se refere ao diversos âmbitos existentes dentro da área de Tecnologia da Informação. É nele que o aluno se depara de fato com o ambiente de trabalho. tanto em relação as atividades bem desenvolvidas quanto aos erros cometidos.14 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS É fato que é no estágio que o aluno põe em prática todos os conhecimentos teóricos adquiridos durante o curso. Deixo meus sinceros agradecimentos a todos os funcionários do DGTI. . me fizeram sentir o peso da responsabilidade em fazer parte dos futuros profissionais do mundo globalizado. pois é estagiando que se aprende melhor a trabalhar em grupo. a se relacionar com pessoas diferentes. a respeitar hierarquias e a ter mais responsabilidade para com seus compromissos. levando em consideração toda a experiência adquirida. A realização deste estágio tornou ainda mais clara a necessidade que o Técnico em Redes de Computadores tem de se preparar para atender a demanda do mercado. conclui-se que o estágio é totalmente indispensável para formação de um profissional. regras e vantagens.