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Fotos raras mostram como o

cérebro de Albert Einstein era
diferente dos outros
Por: George Dvorsky

O córtex cerebral de Albert Einstein foi capturado em imagens para ser
estudado

posteriormente.

Mais

de

50

anos

depois,

as

imagens

ressurgiram. No primeiro estudo formal sobre elas, descobrimos algumas
pistas sobre a inteligência extraordinária do cientista.
Pesquisadores da Florida State University analisaram 14 fotografias do
cérebro de Einstein, e as compararam com 85 cérebros humanos
“normais”. Não surpreendentemente, eles notaram algumas diferenças
marcantes.
Segundo os pesquisadores, o cérebro de Einstein tinha algumas
diferenças morfológicas notáveis. Sim, a dimensão global e formato
assimétrico do cérebro eram normais. No entanto, o córtex pré-frontal,
somatossensorial,

motor,

parietal,

temporal

“extraordinários”, nas palavras dos pesquisadores.

e

occipital

eram

a partir dos quais foram criados diversos slides. Logo após a morte de Einstein. Mas a sua recente redescoberta permitiu a neurocientistas dar uma olhada neles.Os neurocientistas. e analisá-los usando as mais recentes tecnologias de imagem do corpo. e Noe Adrianne. no entanto. Ele também foi seccionado em 240 blocos. uma equipe liderada por Dean Falk. o estudo foi conduzido por Frederick E. Imagens via Florida State University . Infelizmente. muitos desses blocos e slides se perderam do público por mais de meio século. em 1955. Isso também pode explicar sua preferência por experimentos mentais. Junto com Falk. Lepore da Robert Wood Johnson Medical School. seu cérebro foi removido e fotografado de vários ângulos não-convencionais. diretor do Museu Nacional de Saúde e Medicina. O estudo completo pode ser encontrado no periódico Brain. suspeitam que essas anomalias possam ter dotado Einstein com suas habilidades visuais-espaciais e matemáticas.