Legislação Institucional

Apresentação do Professor e da Matéria Caro Aluno do Curso de Aperfeiçoamento em Segurança Pública,

Edição e Organização 2º SGT Job Lopes

Iniciamos a matéria de Legislação Institucional, o conteúdo programático tem por objetivo proporcionar ao discente o conhecimento dos principais documentos da administração policial militar, os quais disciplinam o funcionamento da Instituição e é responsável por regular e garantir os direitos e deveres do Policial Militar Iniciamos a matéria de Legislação Institucional, o conteúdo programático tem por objetivo proporcionar ao discente o conhecimento dos principais documentos da administração policial militar, os quais disciplinam o funcionamento da Instituição e é responsável por regular e garantir os direitos e deveres do Policial Militar Gostaria também de fazer a minha apresentação como professor, já que estarei convivendo por um pequeno, mas importante espaço de tempo, com vocês. Assim, juntos, buscarei, da melhor maneira possível, participar deste processo de crescimento profissional, no qual vocês estão inseridos.

Apresentação do Professor
Nome: Juliano Fábio Lemos Dias, Cap PM Chefe da Assessoria de Efetivo – EMPM-1 Tel.: (31) 3071-2416 – 8659-1800 Cursos na Polícia Militar: Curso de Formação de Oficiais: Centro de Formação de Oficiais de 31Jan94 à 25Out97; Curso de Negociador, Justiça e Disciplina, Assault, Explosivista, entre outros. Unidades em que serviu: 6º BPM (Governador Valadares e Aimorés), 30º BPM (Januária e Brasília de Minas), 5ª Cia PM Ind (Itajubá), 14º BPM (Coronel Fabriciano e Ipatinga), 16ª RPM (Unaí) e, atualmente, PM1 (BH). Cursos fora da Corporação: Cursos e seminários na área do Terceiro Setor; Graduado em Marketing; MBA em Gestão de Recursos Humanos.

Legislação Institucional
Unidade I – Movimentação, Trânsito e Contagem de Tempo Unidade II - Regulamento de Promoção de Praças Unidade III – Recompensas Unidade IV – Código de Ética e Disciplina dos Militares de MG DIVISÃO DA MATÉRIA Aula 01 – Movimentação, Trânsito e Instalação. Aula 02 – Contagem de Tempo de Serviço Aula 03 – Regulamento de Promoção de Praças I Aula 04 – Regulamento de Promoção de Praças II Aula 05 – Direitos Diversos Aula 06 – Falecimento Aula 07 - Diária e Ajuda de Custo e Substituição Temporária Aula 08 – Recompensas Aula 09 – Código de Ética I Aula 10 – Código de Ética II

(AULA 1)

C Ó DIGO DE É TIC A E DISCIPLIN A DOS M ILITARES MILIT AR ES

LEI Nº 14.310, DE 19JUN02, COM ENTRADA EM VIGOR EM 04AGO 02.

SUM Á RIO

DISPOSIÇÕES GERAIS
FINALIDADE: DEFINIR, ESPECIFICAR E CLASSIFICAR TRANSGRESSÕES; ESTABELECER SANÇÕES, CONCEITOS, RECURSOS, RECOMPENSAS, E REGULAR PROCESSO ADMINISTRATIVO. A QUEM SE APLICA: AOS MILITARES DA ATIVA; AOS
MILITARES DA RESERVA REMUNERADA, NOS CASOS EXPRESSOS NO CÓDIGO.

NÃO SE APLICA: CORONÉIS JUÍZES DO TJM.

Pilares de Sustentação da Instituição

HIERARQUIA E DISCIPLINA
SUMÁRIO SUMÁ

ÉTICA MILITAR ÉTICA origina da palavra “éthos” que significa costume ou comportamento. É a ciência da comportamento da conduta humana. Ele determina modos de agir. ÉTICA MILITAR conduta moral e profissional irrepreensíveis imposta pela honra, o sentimento do dever e a correção de atitudes.

TRANSGRESSÃO DISCIPLINAR
Que existe de forma material, que exprime um objeto particular determinado, portanto, tem que ser real, estar claramente definido, e não concebido de maneira abstrata.

Art 9º do CEDM

Injúria, agravo, ultraje, afronta, lesão ou dano, violação de regras ou falta

Art 11 - Transgressão disciplinar é toda ofensa concreta aos princípios da ética e aos deveres inerentes às atividades das IMEs em sua manifestação elementar e simples, objetivamente especificada neste Código, distinguindoCódigo se da infração penal, considerada violação dos bens juridicamente tutelados pelo Código Penal Militar e comum. comum
Deveres, são todas as obrigações oriundas da função exercida pelo militar especificada em normas e regulamentos

Difere a transgressão disciplinar, sendo esta da esfera administrativa, da infração penal militar ou comum.

A situação para constituir transgressão tem que estar textualmente descrita no CEDM ou claramente definida a situação.

TRANSGRESSÃO DISCIPLINAR - podemos definir transgressão disciplinar como sendo: Toda injúria, agravo, ultraje, afronta, violação as regras ou falta, existente de forma material, a um objeto particularmente determinado, aos princípios da honra, o sentimento do dever militar e a correção de atitudes, que impõem conduta moral e profissional irrepreensíveis a todos os integrantes das IMEs, observados os princípios da ética militar, e as obrigações oriundas da função exercida pelo militar, definida em normas e regulamentos, inerentes a atividades da instituição, em sua manifestação elementar e simples, objetivamente descrita textualmente neste Código, distinguindo-se da infração penal, considerada violação dos bens juridicamente tutelados pelo Código Penal e comum.

FALTAS GRAVES
I – praticar ato atentatório à dignidade da pessoa ou que ofenda os princípios da cidadania e dos direitos humanos, devidamente comprovado em procedimento apuratório; II – concorrer para o desprestígio da respectiva IME, por meio da prática de crime doloso devidamente comprovado em procedimento apuratório, que, por sua natureza, amplitude e repercussão, afete gravemente a credibilidade e a imagem dos militares; III - Faltar, publicamente, com o decoro pessoal, dando causa a grave escândalo que comprometa a honra pessoal e o decoro da classe. IV – exercer coação ou assediar pessoas com as quais mantenha relações funcionais; VI – apresentar-se com sinais de embriaguez alcoólica ou sob efeito de outra substância entorpecente, estando em serviço, fardado, ou em situação que cause escândalo ou que ponha em perigo a segurança própria ou alheia; VII – praticar ato violento, em situação que não caracterize infração penal; VIII – divulgar ou contribuir para a divulgação de assunto de caráter sigiloso de que tenha conhecimento em razão do cargo ou função; IX – utilizar-se de recursos humanos ou logísticos do Estado ou sob sua responsabilidade para satisfazer a interesses pessoais ou de terceiros; X – exercer, em caráter privado, quando no serviço ativo, diretamente ou por interposta pessoa, atividade ou serviço cuja fiscalização caiba à Polícia Militar ou ao Corpo de Bombeiros Militar ou que se desenvolva em local sujeito à sua atuação; XI – maltratar ou permitir que se maltrate o preso ou a pessoa apreendida sob sua custódia ou deixar de tomar providências para garantir sua integridade física; XII - Autorizar, promover ou tomar parte em manifestação ilícita contra hierárquico ou contrário a disciplina militar; ato de superior

XIII – autorizar, promover ou tomar parte em manifestação ilícita contra ato de superior hierárquico ou contrária à disciplina militar; XIV – agir de maneira parcial ou injusta quando da apreciação e avaliação de atos, no exercício de sua competência, causando prejuízo ou restringindo direito de qualquer pessoa; XV – dormir em serviço; XVI – retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício; XVII – negar publicidade a ato oficial; XVIII – induzir ou instigar alguém a prestar declaração falsa em procedimento penal, civil ou administrativo ou ameaçá-lo para que o faça; XIX – fazer uso do posto ou da graduação para obter ou permitir que terceiros obtenham vantagem pecuniária indevida; XX – faltar ao serviço;

FALTAS MÉDIAS
I – executar atividades particulares durante o serviço; II – demonstrar desídia no desempenho das funções, caracterizada por fato que revele desempenho insuficiente, desconhecimento da missão, afastamento injustificado do local ou procedimento contrário às normas legais, regulamentares e a documentos normativos, administrativos ou operacionais; III – deixar de cumprir ordem legal ou atribuir a outrem, fora dos casos previstos em lei, o desempenho de atividade que lhe competir; IV – assumir compromisso em nome da IME ou representá-la indevidamente; V – usar indevidamente prerrogativa inerente a integrante das IMEs; VI – descumprir norma técnica de utilização e manuseio de armamento ou equipamento; VII – faltar com a verdade, na condição de testemunha, ou omitir fato do qual tenha conhecimento, assegurado o exercício constitucional da ampla defesa; VIII – deixar de providenciar medida contra irregularidade de que venha a tomar conhecimento ou esquivar-se de tonar providências a respeito de ocorrência no âmbito de suas atribuições; IX – utilizar-se do anonimato ou envolver indevidamente o nome de outrem para esquivar-se de responsabilidade; X – danificar ou inutilizar, por uso indevido, negligência, imprudência ou imperícia, bem da administração pública de que tenha posse ou seja detentor; XI – deixar de observar preceito legal referente a tratamento, sinais de respeito e honras militares, definidos em normas especificas; XII – contribuir para a desarmonia entre os integrantes das respectivas IMEs, por meio da divulgação de notícia, comentário ou comunicação infundados; XIII – manter indevidamente em seu poder bem de terceiro ou da Fazenda Pública; XIV – maltratar ou não ter o devido cuidado com os bens semoventes das IMEs; XV – deixar de observar prazos regulamentares; XVI – comparecer fardado a manifestação ou reunião de caráter político-partidário, exceto a serviço; XVII – recusar-se a identificar-se quando justificadamente solicitado; XVIII – não portar etiqueta de identificação quando em serviço, salvo se previamente autorizado, em operações policiais específicas; XIX – participar, o militar da ativa, de firma comercial ou de empresa industrial de qualquer natureza, ou nelas exercer função ou emprego remunerado.

FALTAS LEVES
I – chegar injustificadamente atrasado para qualquer ato de serviço de que deva participar; II – deixar de observar norma específica de apresentação pessoal definida em regulamentação própria; III – deixar de observar princípios de boa educação e correção de atitudes; IV – entrar ou tentar entrar em repartição ou acessar ou tentar acessar qualquer sistema informatizado, de dados ou de proteção, para o qual não esteja autorizado; V – retardar injustificadamente o cumprimento de ordem ou o exercício de atribuição; VI – fumar em local onde esta prática seja legalmente vedada; VII – permutar serviço sem permissão da autoridade competente.

SANÇÕES DISCIPLINARES
I – ADVERTÊNCIA; II – REPREENSÃO; III – PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE NATUREZA PREFERENCIAL-MENTE OPERACIONAL, CORRESPONDENTE A UM TURNO DE SERVIÇO SEMANAL, QUE NÃO EXCEDA A OITO HORAS; IV – SUSPENSÃO, DE ATÉ DEZ DIAS V – REFORMA DISCIPLINAR COMPULSÓRIA; VI – DEMISSÃO; VII – PERDA DO POSTO, PATENTE OU GRADUAÇÃO DO MILITAR DA RESERVA.

SANÇÕES A SEREM APLICADAS SANÇ
A ADVERTÊNCIA CONSISTE EM UMA ADMOESTAÇÃO VERBAL AO ADMOESTAÇ TRANSGRESSOR. A REPREENSÃO TRANSGRESSOR. CONSISTE EM UMA CENSURA FORMAL AO

A PRESTAÇÃO DE SERVIÇO CONSISTE NA ATRIBUIÇÃO AO MILITAR DE PRESTAÇ SERVIÇ ATRIBUIÇ TAREFA, PREFERENCIALMENTE DE NATUREZA OPERACIONAL, FORA DE SUA JORNADA HABITUAL, CORRESPONDENTE A UM TURNO DE SERVIÇO SEMANAL, QUE NÃO EXCEDA A OITO HORAS, SEM SERVIÇ REMUNERAÇÃO EXTRA. REMUNERAÇ A SUSPENSÃO CONSISTE EM UMA INTERRUPÇÃO TEMPORÁRIA DO INTERRUPÇ TEMPORÁ EXERCÍCIO DE CARGO, ENCARGO OU FUNÇÃO, NÃO PODENDO EXERCÍ FUNÇ EXCEDER A DEZ DIAS, OBSERVADO O SEGUINTE: I – OS DIAS DE SUSPENSÃO NÃO SERÃO REMUNERADOS; II – O MILITAR SUSPENSO PERDERÁ TODAS AS VANTAGENS E PERDERÁ DIREITOS DECORRENTES DO EXERCÍCIO DO CARGO, ENCARGO OU EXERCÍ FUNÇÃO. FUNÇ

OUTRAS PENAS
CANCELAMENTO DE MATRÍCULA, COM MATRÍ DESLIGAMENTO DE CURSO, ESTÁGIO OU EXAME ESTÁ DESTITUIÇÃO DE CARGO, FUNÇÃO OU FRAÇÃO DESTITUIÇ FUNÇ FRAÇ MOVIMENTAÇÃO DE UNIDADE OU FRAÇÃO MOVIMENTAÇ FRAÇ
ESTAS SANÇÕES PODERÃO SER APLICADAS, INDEPENDENSANÇ PODERÃO INDEPENDENTEMENTE DAS DEMAIS SANÇÕES OU CUMULATIVAMENTE SANÇ
FALTA OU ABANDONO AO SERVIÇO OU EXPEDIENTE - PERDE OS SERVIÇ VENCIMENTOS CORRESPONDENTES AOS DIAS EM QUE SE VERIFICAR A TRANSGRESSÃO, INDEPENDENTEMENTE DA SANÇÃO SANÇ DISCIPLINAR.

A SANÇÃO DEVE SER PUBLICADA EM BOLETIM RESERVADO, SANÇ SALVO EM CASOS ESPECIAIS

CAUSAS DE JUSTIFICAÇÃO JUSTIFICAÇ
I – motivo de força maior ou caso fortuito, plenamente comprovado; II – evitar mal maior, dano ao serviço ou à ordem pública; III – ter sido cometida a transgressão: a) na prática de ação meritória; b) em estado de necessidade; c) em legítima defesa própria ou de outrem; d) em obediência a ordem superior, desde que manifestamente legal; e) no estrito cumprimento do dever legal; f) sob coação irresistível. NÃO HAVERÁ PUNIÇÃO QUANDO FOR RECONHECIDA QUALQUER CAUSA DE JUSTIFICAÇÃO

ATENUANTES
I – ser classificado no conceito “A”; II – ter prestado serviços relevantes; III – ter o agente confessado espontaneamente a autoria da transgressão, quando esta for ignorada ou imputada a outrem; IV – ter o transgressor procurado diminuir as conseqüências da transgressão, antes da sanção, reparando os danos; V – ter sido cometida a transgressão: a) para evitar conseqüências mais danosas que a própria transgressão disciplinar; b) em defesa própria, de seus direitos ou de outrem, desde que isso não constitua causa de justificação; c) por falta de experiência no serviço; d) por motivo de relevante valor social ou moral. A CADA ATENUANTE SERÁ DEBITADO UM PONTO DO SOMATÓRIO DA TRANSGRESSÃO IMPUTADA AO MILITAR

AGRAVANTES
I – ser classificado no conceito “C”; II – prática simultânea ou conexão de duas ou mais transgressões; III – reincidência de transgressões, ressalvado o disposto no art. 94; IV – conluio de duas ou mais pessoas; V – cometimento da transgressão: a) durante a execução do serviço; b) com abuso de autoridade hierárquica ou funcional; c) estando fardado e em público; d) com induzimento de outrem à prática de transgressões mediante concurso de pessoas; e) com abuso de confiança inerente ao cargo ou função; f) por motivo egoístico ou para satisfazer interesse pessoal ou de terceiros; g) para acobertar erro próprio ou de outrem; h) com o fim de obstruir ou dificultar apuração administrativa, policial ou judicial, ou o esclarecimento da verdade.

A CADA AGRAVANTE SERÁ ACRESCIDO UM PONTO NO SOMATÓRIO DA TRANSGRESSÃO IMPUTADA AO MILITAR

PONTUAÇÃO A SER ATRIBUÍDA PARA CADA TRANSGRESSÃO

PONTUAÇÃO

PENA BASE 5 15 25

LEVE MÉDIA GRAVE

1 A 10 PONTOS 11 A 20 PONTOS 21 A 30 PONTOS

APÓS A CLASSIFICAÇÃO DA FALTA, VERIFICA-SE AS ATENUANTES E AGRAVANTES, PONTUANDO COMPUTA-SE TAMBÉM A PONTUAÇÃO RELATIVA ÀS RECOMPENSAS JÁ RECEBIDAS COM OS PONTOS ATRIBUÍDOS, TEM-SE A PONTUAÇÃO NEGATIVA ATRIBUÍDA AO MILITAR

RECOMPENSAS E COMENDAS - PONTUAÇÃO PONTUAÇ ELOGIO
NOTA MERITÓRIA

5,0 PONTOS CADA 3,0 PONTOS CADA
FORMALIZADA EM DUAS VIAS

DISPENSA DE SERVIÇO
CANCELAMENTO DE PUNIÇÕES

INERENTE A CADA AUTORIDADE
ALFERES TIRADENTES MÉRITO PROFISSIONAL MÉRITO MILITAR GUIMARÃES ROSA

COMENDAS

3,0 PONTOS CADA

A PONTUAÇÃO RELATIVA À RECOMPENSA TERÁ VALIDADE POR 12 MESES, CONTADOS A PARTIR DA CONCESSÃO, SÓ VALENDO A PARTIR DA ENTRADA EM VIGOR DO CÓDIGO DE ÉTICA.

A PONTUAÇÃO DA RECOMPENSA OU MEDALHA SÓ PODERÁ SER USADA UMA VEZ NOS DOZES MESES DA VALIDADE, PODENDO DEIXAR SALDO POSITIVO SE NÃO FOR USADA NA TOTALIDADE, PARA ANÁLISE DA PRÓXIMA TRANSGRESSÃO, OBSERVADA A VALIDADE.

O CONSELHO DE ÉTICA SERÁ OUVIDO POR OCASIÃO DA CONCESSÃO DA RECOMPENSA

SANÇÕES DISCIPLINARES X PONTUAÇÃO

PONTUAÇÃO

1 A 4 PONTOS 5 A 10 PONTOS 11 A 20 PONTOS 21 A 30 PONTOS

ADVERTÊNCIA REPREENSÃO PRESTAÇÃO DE SERVIÇO SUSPENSÃO DE ATÉ DEZ DIAS

A SANÇÃO TEM CARÁTER PREVENTIVO E EDUCATIVO A PRESTAÇÃO DE SERVIÇO É PREFERENCIALMENTE OPERACIONAL, NÃO SUPERIOR A OITO HORAS

SUSPENSÃO
PONTUAÇÃO DIAS DE SUSPENSÃO

21 A 23 PONTOS 24 A 25 PONTOS 26 A 28 PONTOS 29 A 30 PONTOS

1 A 3 DIAS 4 OU 5 DIAS 6 A 8 DIAS 9 OU 10 DIAS

COMPETÊNCIA PARA APLICAÇÃO DA SANÇÃO
I – AO GOVERNADOR DO ESTADO E COMANDANTE-GERAL, EM COMANDANTERELAÇÃO ÀQUELES QUE ESTIVEREM SUJEITOS AO CÓDIGO; RELAÇ AO II – AO CHEFE DO ESTADO-MAIOR, NA QUALIDADE DE ESTADOSUBCOMANDANTE DA CORPORAÇÃO, EM RELAÇÃO AOS MILITARES CORPORAÇ RELAÇ QUE LHE SÃO SUBORDINADOS HIERARQUICAMENTE; III – AO CORREGEDOR DA IME, EM RELAÇÃO AOS MILITARES SUJEITOS RELAÇ AO CÓDIGO, EXCETO O COMANDANTE-GERAL, O CHEFE DO ESTADOCOMANDANTEESTADOMAIOR E O CHEFE DO GABINETE MILITAR; IV – AO CHEFE DO GABINETE MILITAR, EM RELAÇÃO AOS QUE RELAÇ SERVIREM SOB SUA CHEFIA OU ORDENS; V – AOS DIRETORES E COMANDANTES DE UNIDADES DE COMANDO INTERMEDIÁRIO, EM RELAÇÃO AOS QUE SERVIREM SOB SUA INTERMEDIÁ RELAÇ DIREÇÃO, COMANDO OU ORDENS, DENTRO DO RESPECTIVO SISTEMA DIREÇ HIERÁRQUICO; HIERÁ VI – AOS COMANDANTES DE UNIDADE, CHEFES DE CENTRO E CHEFES DE SEÇÃO DO ESTADO-MAIOR, EM RELAÇÃO AOS QUE SERVIREM SOB SEÇ ESTADORELAÇ SEU COMANDO OU CHEFIA.

ANULAÇÃO DA SANÇÃO ANULAÇ SANÇ
CONSISTE EM TORNAR SEM EFEITO O ATO PUNITIVO DESDE SUA APLICAÇÃO

DEVE SER ANULADO ATO ILEGAL OU INJUSTO DEVE SER ANULADO ATO ILEGAL OU INJUSTO

NO PRAZO MÁXIMO DE CINCO ANOS NO PRAZO MÁXIMO DE CINCO ANOS

PELAS MESMAS AUTORIDADESQUE PODEM PUNIR

CONCEITO

A

C

B

SOVITAGEN SOTNOP 05 ED AMICA
SUM ÁRIO

OMIXÁM ON ,SOVITAGEN SOTNOP 05 ÉTA

SOVITISOP SOTNOP 05

COMPORTAMENTO X CONCEITO

OS OFICIAIS E PRAÇAS PASSAM A TER

CONCEITO, PREVALECENDO AS

PUNIÇÕES SOFRIDAS ATÉ A ENTRADA

EM VIGOR DA NOVA LEGISLAÇÃO

CONCEITO X PONTUAÇÃO
A PONTUAÇÃO NEGATIVA DECORRE DA PONTUAÇÃO FINAL APÓS A ANÁLISE DA TRANSGRESSÃO (A MESMA PONTUAÇÃO QUE DEFINIU A SANÇÃO A SER APLICADA)

A CADA ANO SEM PUNIÇÃO, O MILITAR RECEBERÁ DEZ PONTOS POSITIVOS, ATÉ ATINGIR O CONCEITO “A” (OUSEJA, ATÉ ATINGIR CINQUENTA PONTOS POSITIVOS)

COMUNICAÇÃO E QUEIXA
INOVAÇÕES PARA DEFESA DO ACUSADO QUEIXA DISCIPLINAR RECURSO DISCIPLINAR E SEUS EFEITOS PRAZO PARA DEFESA E RECURSO

COMUNICAÇÕES DISCIPLINARES
A comunicação disciplinar é a formalização escrita por militar e dirigida à autoridade competente, acerca de ato ou fato contrário à disciplina Deve ser clara, concisa e precisa, conter os dados capazes de identificar as pessoas ou coisas envolvidas, o local, a data e a hora da ocorrência. A parte deverá ser apresentada no prazo de cinco dias úteis, contados da observação ou conhecimento do fato. Deverá apresentar as suas razões escritas de defesa dentro do prazo de cinco dias, sob pena de revelia.

caracterizar as circunstâncias que a envolveram, sem tecer comentários ou opiniões pessoais, devendo, ainda, ser a expressão da verdade.

CONCEITOS

A administração encaminhará a comunicação ao acusado através de notificação formal.

TRAMITAÇÃO DA COMUNICAÇÃO DISCIPLINAR TRAMITAÇ COMUNICAÇ
É FEITA A COMUNICAÇÃO PELO SUPERIOR

O ACUSADO É FORMALMENTE NOTIFICADO PARA O ACUSADO É FORMALMENTE NOTIFICADO PARA APRESENTAR SUAS RAZÕES DE DEFESA APRESENTAR SUAS RAZÕES DE DEFESA

O PRAZO PARA A APRESENTAÇÃO APRESENTAÇ DA DEFESA É DE CINCO DIAS

CASO NÃO APRESENTE A DEFESA NO PRAZO LEGAL, OCORRE A REVELIA

QUEIXA DISCIPLINAR
CONCEITO É A COMUNICAÇÃO INTERPOSTA PELO MILITAR COMUNICAÇ DIRETAMENTE ATINGIDO POR ATO PESSOAL QUE REPUTE IRREGULAR OU INJUSTO. DEVE SER FEITA NO PRAZO MÁXIMO DE CINCO MÁ DIAS ÚTEIS. DEVE SER ENCAMINHADA POR INTERMÉDIO DA INTERMÉ AUTORIDADE A QUEM O QUERELANTE ESTIVER QUE SUBORDINADO. SUBORDINADO. A AUTORIDADE TERÁ PRAZO DE TRÊS DIAS TERÁ PARA ENCAMINHAR A QUEIXA.

PRAZOS

TRAMITAÇÃO TRAMITAÇ

PRAZO PARA ENCAMINHAMENTO

AFASTAMENTO

DESDE QUE O QUERELANTE REQUEIRA, PODERÁ PODERÁ SER AFASTADO DO COMANDO CONTRA QUEM SUMÁRIO SUMÁ FORMULOU A QUEIXA.

RECURSOS DISCIPLINARES

À AUTORIDADE IMEDIATAMENTE SUPERIOR (RPM), NO PRAZO DE CINCO DIAS

OBS.: interpretação da Instituição (PM e BM)

CASO HAJA NOVO RECURSO CONTRA A DECISÃO DO COMANDO REGIONAL

DO PROCESSO ADMINISTRATIVO-DISCIPLINAR
DESTINAÇÃO E NOMEAÇÃO MEMBROS PEÇAS FUNDAMENTAIS FUNCIONAMENTO DEFESA DECISÃO

DESTINAÇÃO E NOMEAÇÃO
MODIFICAÇÃO DA NOMENCLATURA DE CONSELHO DE DISCIPLINA E JUSTIFICAÇÃO PARA PROCESSO ADMINISTRATIVO-DISCIPLINAR

DESTINA-SE E EXAMINAR E DAR PARECER SOBRE A DESTINAINCAPACIDADE DE MILITAR EM PERMANECER NA PM
SUBMISSÃO DE MILITAR COM MAIS DE SUBMISSÃO DE MILITAR COM MAIS DE TRÊS ANOS DE SERVIÇO QUE: TRÊS ANOS DE SERVIÇO QUE: NO CONCEITO “C”, COMETER NOVA NO CONCEITO “C”, COMETER NOVA FALTA DISCIPLINAR GRAVE FALTA DISCIPLINAR GRAVE PRATICAR ATO QUE AFETE A HONRA PRATICAR ATO QUE AFETE A HONRA PESSOAL OU O DECORO DA CLASSE PESSOAL OU O DECORO DA CLASSE

COMPETÊNCIA PARA CONVOCAR E MEMBROS
QUEM PODE CONVOCAR A COMISSÃO

COMANDANTE REGIONAL CHEFE DO EMPM CORREGEDOR

QUAIS SÃO OS MEMBROS TRÊS MILITARES DO QOPM, QOA, OU QPPM OBRIGATORIEDADE DE SER MAIS ANTIGO QUE O ACUSADO O OFICIAL DO QOPM MAIS ANTIGO É O PRESIDENTE

DEFESA E PRAZOS
DEFESA PODE SER FEITA PELO PRÓPRIO MILITAR OU SEU DEFENSOR LEGALMENTE HABILITADO, NO PRAZO DE 5 DIAS ÚTEIS AO FINAL DA INSTRUÇÃO

O PRAZO DO PROCESSO É DE 40 DIAS, PRORROGÁVEIS POR ATÉ 20 PRORROGÁ ATÉ
A NOTIFICAÇÃO PARA AUDIÊNCIA DEVE TER PRAZO DE A NOTIFICAÇÃO PARA AUDIÊNCIA DEVE TER PRAZO DE 48 HORAS, EXCETO SE SAIR INTIMADO, QUANDO É DE 24 HORAS 48 HORAS, EXCETO SE SAIR INTIMADO, QUANDO É DE 24 HORAS O ROL DE TESTEMUNHAS É APRESENTADO NA DEFESA PRÉVIA O ROL DE TESTEMUNHAS É APRESENTADO NA DEFESA PRÉVIA NO PRAZO DE 5 DIAS ÚTEIS NO PRAZO DE 5 DIAS ÚTEIS O NÚMERO MÁXIMO DE TESTEMUNHAS DE DEFESA É DE 5 O NÚMERO MÁXIMO DE TESTEMUNHAS DE DEFESA É DE 5 SE FOR MAIS DE 1 ACUSADO = 10 TESTEMUNHAS SE FOR MAIS DE 1 ACUSADO = 10 TESTEMUNHAS

REGRAS GERAIS
O COMANDANTE-GERAL PODE CONCEDER O BENEFÍCIO DA COMANDANTEBENEFÍ SUSPENSÃO DA PENA DE EXCLUSÃO DISCIPLINAR, MAS SE O MILITAR PRATICAR NOVA FALTA SERÁ EXCLUÍDO SERÁ EXCLUÍ PERÍCIA PSICOPATOLÓGICA É SOMENTE EM CASOS DE PERÍ PSICOPATOLÓ FUNDADAS DÚVIDAS QUANTO À SANIDADE MENTAL DO DÚ ACUSADO – NÃO É MAIS OBRIGATÓRIA OBRIGATÓ O CONSELHO DE ÉTICA DÁ PARECER NO PROCESSO ANTES DÁ DA DECISÃO DA AUTORIDADE CONVOCANTE CASO A DECISÃO SEJA PELA DEMISSÃO OU REFORMA DISCIPLINAR COMPULSÓRIA, A DECISÃO É DO CG COMPULSÓ

CONSELHO DE ÉTICA E DISCIPLINA -

CONSULTIVO

1) O CONSELHO DE ÉTICA LAVRA TERMO PRÓPRIO ASSINADO POR TODOS OS MEMBROS 2) DEVE ATUAR SEMPRE COM A TOTALIDADE DOS MEMBROS E A VOTAÇÃO COMEÇA PELO MAIS MODERNO 3) HAVENDO DISCORDÂNCIA ENTRE O PARECER E A DECISÃO DO CMT, O PROCEDIMENTO VAI AO CMT REGIONAL 4) AO MILITAR QUE SERVIR FORA DA SEDE É FACULTADA A PRESENÇA NA REUNIÃO

PRESCRIÇÕES DA AÇÃO DISCIPLINAR 120 DIAS = TRANSGRESSÃO LEVE 1 ANO = TRANSGRESSÃO MÉDIA 2 ANOS = TRANSGRESSÃO GRAVE

(AULA 2)

LEGISLAÇÃO INSTITUCIONAL
Decreto Nº 42.843 de 16 de Agosto 2002

(DAS RECOMPENSAS)

Regulamenta a concessão de recompensas, o Conselho de Ética e Disciplina Militares da Unidade - CEDMU, de que trata a Lei nº 14.310, de 19 de junho de 2002, que dispõe sobre o Código de Ética e Disciplina dos Militares do Estado de Minas Gerais - CEDM, e dá outras providências

Recompensas:

Constituem benefícios materiais e morais, definidos em Legislação e regulamentação especiais, concedidos aos militares.

DECRETO Nº 42.843, de 16 de Agosto de 2002 Para a concessão de recompensas as autoridades devem, nos diversos níveis, atentar para os seguintes princípios:
Proporcionalidade Proporcionalidade Será proporcional ao fato gerador, devendo considerar o nível de relevância de cada Será proporcional ao fato gerador, devendo considerar o nível de relevância de cada um e atendidas as peculiaridades e a intensidade da ação do militar em cada caso. um e atendidas as peculiaridades e a intensidade da ação do militar em cada caso. Individualidade Individualidade Cada militar deverá receber o prêmio na medida exata da sua participação, garantindo Cada militar deverá receber o prêmio na medida exata da sua participação, garantindo distinção que cada um merece, segundo o grau de envolvimento e comprometimento. distinção que cada um merece, segundo o grau de envolvimento e comprometimento. Oportunidade Oportunidade Será concedida no momento certo, de modo a tornar-se fator de motivação, satisfação Será concedida no momento certo, de modo a tornar-se fator de motivação, satisfação e elevação do moral de tropa, devendo ser efetivado o mais próximo possível do fato. e elevação do moral de tropa, devendo ser efetivado o mais próximo possível do fato. Merecimento Merecimento Será precedida de análise acurada da da situação motivadora e demais circunstâncias Será precedida de análise acurada da da situação motivadora e demais circunstâncias que influenciaram a ação ou atividade desempenhada, evitando concessão coletiva. que influenciaram a ação ou atividade desempenhada, evitando concessão coletiva. Justiça Justiça Acompanhamento permanente, para que no ato da concessão todos Acompanhamento permanente, para que no ato da concessão todos os os sejam analisados de forma a propiciar o alcance da justiça neste ato. sejam analisados de forma a propiciar o alcance da justiça neste ato. requisitos requisitos

Constituem recompensa por ordem decrescente de importância:

• • • • • • •

Elogio Comendas concedidas pela Instituição Nota meritória Dispensa do serviço Cancelamento de punições Menção elogiosa escrita Menção elogiosa verbal

Elogio:

Maior reco mpensa que a autoridade pode conceder, devendo ser preferencialmente individual.

Condições para recebimento decorrente de atividade operacional
Ação consci ente e voluntári a Ação consci ente e voluntári a Risco à vida Risco à vida

Atuação destacada, contendo: Atuação destacada, contendo:

Transcendênci a em aud áci a e corag em Transcendênci a em aud áci a e corag em Denote inteligên cia e p erspi cácia Denote inteligên cia e p erspi cácia Inexi stênci a de conduta neg ativa ou ilí cita Inexi stênci a de conduta neg ativa ou ilí cita

Repercussão positiva Repercussão positiva

C o n d iç õ e s p a r a r e c e b im e n to d e c o r r e n te d e a tiv id a d e a d m in is tr a tiv a
I nn o v a ç ã o I ovação CC r aa ç ã o oo u ee x e c u ç ã o cc o m ee x r r e moo gg r a u dd e ri i ç ã o u xecu ção om xttem ra u e dd f i cc u dd a d e ee cc o mpp ee x dd a d e . i ifi u l l a d e om ll xii ade.

A t uu a ç ã o cc o n t e ndd o : A t a ç ão o n ten o :

EE x jiaa uu maa dd e d cc a ç ã o aa éé m dd o nn o m aa l xi j m edii ação ll m o o rrm l CC u m i nn a n d o nn a oo b ee n ç ã o dd e pp ee n o ss u c e s s o u l lm i a n d o a b tt n ção e ll no ucesso

A t uuaa ç ã o dd e s aa c a daa ee m aa i vv ddaa d e qq uee t t e n haa ppr r odd u z dd o ee ee t oo s ppooss t i vv oss , e s tt c a d m tti i i d e u enh o u z i i o ff i it s i iti o , At ção cc o m r r e f ee x o aa éé m dd a uu n ddaa dee o m e fll x o ll m a n ii d

DECRETO Nº 42.843, de 16 de Agosto de 2002

Comendas concedidas pela Instituição
Medalha de Mérito Militar Medalha de Mérito Militar Medalha Alferes Tiradentes Medalha Alferes Tiradentes Medalha de Mérito Profissional Medalha de Mérito Profissional

Além dos requisitos previstos em normas, o militar deverá possuir
Elevado conceito junto a seus superiores, pares e subordinados Elevado conceito junto a seus superiores, pares e subordinados Ficha de alterações exemplar, com predominância de aspectos positivos Ficha de alterações exemplar, com predominância de aspectos positivos Atuação em atividades relevantes na Unidade Atuação em atividades relevantes na Unidade Conduta exemplar na vida pessoal e social Conduta exemplar na vida pessoal e social

Nota Meritória
Para recebimento de Nota Meritória o Militar deverá:
Destacada atuação Destacada atuação Relevantes benefícios para a comunidade na atividade fim Relevantes benefícios para a comunidade na atividade fim Relevantes benefícios para a Unidade na atividade Administrativa Relevantes benefícios para a Unidade na atividade Administrativa
Para ser concedida a mais de um militar é indispensável que Para ser concedida a mais de um militar é indispensável que se possa mensurar a participação individual e se possa mensurar a participação individual e que todos que todos tenham contribuído para o sucesso da missão. tenham contribuído para o sucesso da missão.
DECRETO Nº 42.843, de 16 de Agosto de 2002

Dispensa do Serviço
Para conceder a dispensa a autoridade deverá reconhecer uma ou mais das seguintes situações:
Reiteradas ações destacadas no âmbito operacional ou administrativo Reiteradas ações destacadas no âmbito operacional ou administrativo Atuação em ocorrência que não enquadre outra forma de recompensa Atuação em ocorrência que não enquadre outra forma de recompensa Participação em atividades que ensejam dedicação além da jornada Participação em atividades que ensejam dedicação além da jornada
Deverá ser formalizada em documento escrito, em duas vias Deverá ser formalizada em documento escrito, em duas vias e publicado em boletim, sendo a primeira via arquivada e publicado em boletim, sendo a primeira via arquivada na na pasta funcional do militar e a entregue ao pasta funcional do militar e a segunda segunda entregue ao beneficiário beneficiário

Cancelamento de Punições
As punições canceladas, nos termos do Código de Ética e Disciplina dos Militares, não poderão ser consideradas e nem servir de referência para qualquer fim, a partir do ato de cancelamento. Ou seja, é como se ela nunca tivesse existido

D ECRETO Nº 42.843, de 16 de A gos o de 2002 t

Menção Elogiosa Escrita

A menção elogiosaesc rita será co ncedida pelos Comand antes, A menção elogiosaescritaserá co ncedidapelos Comand antes, nos diver sosnív sos níveis, aossub ordinad que se destacar em no eis, aos sub ordinad os que se destacar os em no nos diver desemp enho ee duasa enho d duas tividad es, em aç es, desemp d atividad em ações ou atuações, que ões ou atuações, que por sua importância eerr eper cussão, sejam merecedor as de cussão, sejam merecedor as de por sua importância eper registr o o registr

Deve ser concedida preferencia lmente de for ma indiv idua l l D eve ser concedida preferencia lmente de for ma indiv idua O C hefe que ssugerir aa menção eelog iosa, descreverá os fatos O C hefe que ugerir menção log iosa, descreverá os fatos A menção elog iosa deverá ser pu bl icada ee m B oletim Intern o A menção elog iosa deverá ser pu bl icada m Bolet im Intern o

Menção Elogiosa Verbal

A menção elogiosa escrita será concedida pelos Comandantes, A menção elogiosa escrita será concedida pelos Comandantes, nos diversos níveis, aos subordinados que se sobressaiam no nos diversos níveis, aos subordinados que se sobressaiam no desempenho de suas atividades, em ações ou atuações que desempenho de suas atividades, em ações ou atuações que sejam merecedoras de destaque. sejam merecedoras de destaque.

Deve ser concedida preferencialmente de forma individual Deve ser concedida preferencialmente de forma individual Priorizar para que a menção seja por ocasião das chamadas, na Priorizar para que a menção seja por ocasião das chamadas, na presença de tropa presença de tropa A menção elogiosa deverá ser concedida o mais próximo da ação ou A menção elogiosa deverá ser concedida o mais próximo da ação ou atuação merecedora de recompensa. atuação merecedora de recompensa.

DECRETO Nº 42.843, de 16 de Agosto de 2002 Competência para concessção
Autoridades/Recompen Elogio sas Governador do Estado Comendas Nota Dispensa Meritória Do Serviço Cancel Punições Menção Elogiosa Escrita Menção Elogiosa Verbal

Comandante Geral
Até 20 dias

Chefe do Estado Maior
Até 15 dias

Chefe GMG, CPM, Diretores, Cmt de RPM, Cmt de UEOp, Chefe de Centro e Chefe de Seção do EMPM Cmt de Cia e Pel Destacados

Até 10 dias

Até 03 dias

( AULA 3) Lei 5301 de 16/10/1969 e suas alterações Art. 2º - São militares do Estado: PM e BM • • • Art.3º - No decorrer de sua carreira pode o militar encontrar-se: Na ativa; Na reserva ou Reformado Art. 4º - A carreira na Polícia Militar é privativa de BRASILEIROS NATOS, para oficiais e NATOS OU NATURALIZADOS para praças, observadas as condições de cidadania, idade, capacidade física, moral e intelectual, previstas em leis e regulamentos. Art. 7º O militar será CONSIDERADO ESTÁVEL APÓS TRÊS ANOS DE EFETIVO SERVIÇO no cargo, mediante avaliação de desempenho individual.

Art. 8º HIERARQUIA 8º militar é a ordem e a subordinação dos subordinaç diversos postos e graduações que graduaç constituem carreira militar

Art. 10º - Postos e graduações será acrescido designação “PM” (Polícia Militar). Art. 11 - A PRECEDÊNCIA HIERÁRQUICA é regulada: I - Pelo posto ou graduação; II - pela antigüidade no posto ou graduação salvo quando ocorrer precedência funcional, estabelecida em lei ou decreto. Art. 12 - A ANTIGÜIDADE será regulada: I - pela data da promoção ou nomeação; II - pela prevalência dos graus hierárquicos anteriores; III - pela data de praça; IV - pela data de nascimento. Nos casos de NOMEAÇÃO COLETIVA mediante concurso, prevalecerá, para efeito de antigüidade, a ordem de classificação obtida no concurso ou curso

Art. 13 Serão organizados anualmente "almanaques“ e distribuídos respectivo quadro ... "almanaques“ distribuí
Oficiais fileira Auxiliar Saúde Musico Comunicações Mecânico Armeiro Corneteiro Médico Psicólogo Dentista Enfermeiro Veterinário Mecânico Musico Saúde Comunicação Armeiro Oficiais do CHO Militares pertencentes ao QOS, QOE e ao QPE poderão ser aproveitados na atividade-fim em circunstâncias especiais ou extraordinárias atividadeextraordiná

Praças fileira

Art. 14 - FUNÇÃO POLICIAL-MILITAR é exercida por oficiais e praças da Polícia Militar, com a finalidade de preservar, manter e restabelecer a ordem pública e segurança interna, através das várias ações policiais ou militares, em todo o território do Estado. Art. 15 - A QUALQUER HORA DO DIA OU DA NOITE, na sede da Unidade ou onde o serviço o exigir, o policial-militar deve estar pronto para cumprir a missão que lhe for confiada pelos seus superiores hierárquicos ou impostos pelas leis e regulamentos. Art. 22 - Aos militares da ativa é VEDADO FAZER PARTE DE FIRMAS COMERCIAIS, DE EMPRESAS INDUSTRIAIS DE QUALQUER NATUREZA OU NELAS EXERCER FUNÇÃO OU EMPREGO REMUNERADO. § 2º - Os militares da ativa podem exercer, diretamente, a gestão de seus bens desde que não infrinjam o disposto no presente artigo.

§ 3º - No intuito de desenvolver a prática profissional e prá elevar o nível cultural dos elementos da Corporação, É ní Corporaç PERMITIDO, NO MEIO CIVIL, aos militares titulados, o exercício do magistério ou de atividades técnicoexercí magisté té cnicoprofissionais, atendidas as restrições previstas em lei profissionais, restriç própria . pró Art. 23 - Cabe aos militares a responsabilidade integral das decisões que tomam ou dos atos que praticam, inclusive na execução de missões por eles taxativamente determinadas Art. 25 – Os títulos, postos e graduações e uniformes da PM tí graduaç são de uso privativo de seus componentes da ativa, reserva e reformado.
LEI DAS CONTRAVENÇÕES PENAIS DECRETO-LEI N.° 3.688/1941 - (Uso ilegítimo de uniforme ou distintivo) Art. 46 - Usar, publicamente, de uniforme, ou distintivo de função pública que não exercer; usar, indevidamente, de sinal, distintivo ou denominação cujo emprego seja regulado por lei. Pena - multa, se o fato não constitui infração penal mais grave.

§ 1º - Os militares da reserva e os reformados só podem usar uniformes por ocasião de cerimônias sociais, militares e cívicas. Os da reserva, quando convocados para o serviço ativo, usam uniforme idêntico aos da ativa, nos termos do RUIPM. Podem ser proibidos de usar uniformes em virtude da prática de atos indignos, por decisão do Comandante Geral

Art. 28 - Só em flagrante delito poderá ser preso por policial civil. Art. 29 - fardado ou em trajes civis, tem as mesmas prerrogativas e as obrigações Art. 30 - proibido o uso de uniforme em manifestações de caráter político-partidário, exceto em serviço. Art. 31 - Não é permitido sobrepor ao uniforme insígnias ou distintivos não previstos no regulamento ou plano de uniforme. Art. 32 - São declaradas nulas as regalias, concessões e prerrogativas decorrentes de leis ou atos anteriores que permitem o uso de uniformes e postos militares a funcionários civis da Polícia Militar. Art. 33 - É vedado o uso individual ou por parte de organizações civis, públicas ou privadas, de uniformes, emblemas, insígnias, denominações ou distintivos que tenham semelhança com os adotados na Polícia Militar, ou que possam com ele ser confundidos; Art. 34 - O uso do uniforme, fora do País, só é permitido aos militares que estiverem em missão oficial. Art . 35 – Vencimentos e proventos: • Vencimento: quantitativo em dinheiro devido ao militar da ativa. Saldo e vantagens Proventos: remuneração devida ao militar da reserva ou reformado.

CARGO: conjunto de atribuições definida por lei ou regulamento a um militar , em caráter permanente. ENCARGO: atribuições de serviço. FUNÇÃO OU EXERCÍCIO: atribuições estipulas para os cargos ou encargos. ENTRADA EM EXERCÍCIO OU EM FUNÇÃO: ocorre quando o militar passa a executar efetivamente as funções do cargo ou encargo. SEDE: região compreendida dentro dos limites geográficos. ORGANIZAÇÃO: denominação genérica dada a qualquer unidade tática , administrativa ou policial COMANDANTE: denominação dada ao policial militar mais graduado ou mais antigo de cada guarnição. GUARNIÇÃO: unidade ou conjunto de unidades existentes em uma localidade. EC nº 18 de 05fev98 = O termo servidor público, ou servidor, deixou de aplicar-se aos militares, passando a designar apenas os servidores civis da Administração Pública

Lei 47 - Continuará com Art. Delegada 37/89. Art 44, I, b)direito ao soldo e vantagens: - for julgado, mediante do serviço: Militar de Saúde, incapaz para o dispensa/licença laudo da Junta núpcias, luto, paternidade, serviço em decorrência e instalação; serviço ou moléstia profissional ou gestante, trânsito de acidente no II - férias; tuberculose ativa, alienação mental, neoplasia maligna, cegueira, lepra, III - férias-prêmio. paralisia, ozena, pênfigo foliáceo, cardiopatia descompensada ou doença se I que o invalide inteiramente, qualquer que seja seu tempo de serviço;

Art. 48 - Soldo e vantagens, exceção, regulamentação:

Art. 52 - O militar que for declarado ausente, por ter excedido a licença ou por qualquer outro motivo, somente terá direito ao soldo e vantagens do posto ou graduação a partir da data de sua apresentação. Art. 54 - Abonam-se o soldo e vantagens do posto ou graduação ao militar: i - preso disciplinarmente, fazendo serviço; ii - respondendo a inquérito ou submetido a processo, solto, sem prejuízo do serviço; iii - no período em que tenha de ficar preso além do tempo correspondente à pena imposta. Art. 55 - Não faz o militar jus ao abono de fardamento: i - respondendo inquérito, preso ou detido, com prejuízo para o serviço; ii - submetido a processo, preso; iii - afastado das funções, por incapacidade profissional ou moral; iv - cumprindo pena. quanto aos abonos de tempo integral e gratificação de função, foram incorporados à remuneração básica do militar, nos termos da lei delegada nº 43 de 07/06/00.

Art 58 a 99 - Capitulo II Das Vantagens Aula especifica sobre Lei Delegada 37/89, com alterações inseridas pela Lei Delegada 43/00;
Art. 101 - Férias anuais:

As autoridades que forem competentes para conceder férias poderão cassálas, antecipá-las ou adiá-las. Férias escolares serão concedidas em conformidade a diretriz de ensino, não podendo gozá-las no mesmo exercício com as anuais. O gozo de férias anuais será necessariamente interrompidos em caso de aplicação de PENA PRIVATIVA DE LIBERDADE E POR MOTIVO DE INTERNAÇÃO OU LICENÇA MÉDICA. Submetido a PAD: não se concede férias, devendo ser cassado o gozo. O militar só não gozará anualmente o período de férias quando ocorrer absoluta necessidade do serviço. Neste caso, poderá gozar cumulativamente as férias do ano corrente com as do ano imediatamente anterior

Art. 107 - Férias prêmio:

O PM poderá desistir do gozo das FP. A administração poderá, por absoluta e expressa necessidade do serviço, determinar a antecipação, adiamento, a cassação, prorrogação ou, ainda, tornar sem efeito a sua publicação. Quando no mês do vencimento não houver o dia correspondente ao do início do prazo, este findará no trigésimo dia. Ex: fevereiro, finaliza em março. Falecimento de militar da ativa com direito a férias-prêmio, a conversão destas em espécie será processada para pagamento integral ao cônjuge sobrevivente ou a seus herdeiros necessários, independentemente de ter o falecido manifestado previamente opção para convertê-las em espécie.

Art. 107 - Férias prêmio:

Pode ser computados para concessão das férias-prêmio: • Tempo relativo a Curso Universitário (QOS). • Tempo de serviço público prestado à União, Estado ou Município e às Forças Armadas desde que tenham sido averbados até 31/12/1995. A Emenda Constitucional nr 018 de 21 de Dezembro de 1995, que entrou em vigor a partir de 01 de Janeiro de 1996, definiu que somente poderá contar para concessão de férias-prêmio o tempo de serviço prestado ao Estado de Minas Gerais. O Militar deverá requerer a concessão das férias-prêmio, a cada período de cinco anos de efetivo serviço.

A r t. 1 0 9 - D is p e n s a s s e r v i ç o :

C o n c e d id a s p o r m o tiv o d e :

A s d is p e n s a s d o s e rv iç o n ã o p re ju d ic a rã o o d ire ito à s fé ria s , p o d e n d o e s ta s s e r c o n c e d id a s e m p ro rro g a ç ã o à q u e la s , a ju íz o d a a u to rid a d e c o m p e te n te

(Aula 4)

LEI DELEGADA 37/89 SUAS ALTERAÇÕES
Reestrutura a remuneração do pessoal da PM

Remuneração
• A remuneração é composta de:
Soldo: parcelas do vencimento atribuídas como estímulo por atividades profissionais, regime de tempo integral e condições pessoais de habilitação. Gratificações: quantitativo em dinheiro para ressarcimento de despesas impostas pelo exercício de suas atividades e atribuições
Soldo Gratificações: •Tempo de serviço; •Subst. Temporária; •Honorários. Diária; Ajuda-custo; Transporte; Fardamento; Assistência saúde; Auxílio funeral; Pensão acidentária Abono família; Abono férias.

Soldo
Haverá um único soldo para cada posto ou graduação da polícia militar. A PRAÇA ESPECIAL tem o soldo igualado: a) O ASPIRANTE-A-OFICIAL ao do Subtenente; b) O ALUNO DO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS do último ano ao do 1º Sgt; c) O Aluno do Curso de Formação de Oficiais dos demais anos ao do 2º Sgt.

Gratificações: tempo de serviço
15/07/2003 – EC 57

Gratificações: substituição temporária
Considerações: Soldados não concorrem a substituição temporária; Cargos/funções privativos de subtenentes e sargentos concorrerão somente os cabos: Cargos/funções privativos de tenentes concorrerão os Aspirantes (período de arregimentação), subtenentes e os 1º Sargentos. Militares pertencentes a fração destacadas não concorrerão a substituição temporária na sede, exceto à do Comandante. Cargos/funções privativos de Oficiais Intermediários e Superiores concorrerão os oficiais dos postos imediatamente inferiores.

Gratificação: honorário
Faz jus a gratificação o militar designado para o exercício de magistério junto aos Cursos Integrantes de Ensino Profissional da Polícia Militar. Aplicação de provas para concursos da Polícia Militar também geram direito a honorários. Indenizações: diária
• São indenizações destinadas a atender às despesas de Con sidera ções: pousada dev idas ao militar que se desloca de sua Con sidera ções alimentação e de sede por motivo de serviço. Se militar dispuser de alimentaç ão ou pousada gratuita - 01 PA; Se militar dispuser de alimentaç ão ou pousada gratuita Diár ia não é dev ida: Diár dev ida
período de trânsito, exceto deslocamento para nova localidade; deslocamento inferior a 6 horas; deslocamento se der para localidade onde militar tenha sede; deslocamentos regiões conurbadas; deslocamentos entre municípios cuja distância seja inferior 50 km.

Consultas HPM, Centro Centro especializada – 01 PA;

Odontológico Odontológico

ou ou

ex ame ame

clinica clinica

Audiências na Justiç a Militar – 01 DI Audiências na Justiç a Militar
Se for reconhecida legitimidade da ação policial – diária período. integral ao

In d e n iz a ç ã o : a ju d a d e c u s to
É A IN D E N IZ A Ç Ã O P A R A C U S T E IO D E D E S P E S A S D E M U D A N Ç A E IN S T A L A Ç Ã O , E X C E T O A S D E T R AN S P OR T E . D ir eito à a ju d a -d e - c u s to : I q u a n d o m o v im e n ta d o p o r c o n v e n iê n c ia d o s e r v iç o , c o m m ud a n ç a d e s e d e d e s lig a m e n to o n d e e x e r c e s u a s a tiv id a d e s , p e r c eb e r á U M A A J U D A D E - C U S T O . e

II - c u r s o s d e in te r e s s e d a P M : a ) c o m d u r a ç ã o s u p e r io r a 6 ( s e is ) m e s e s , p e rc e b e r á um a A jud a -d e -C u s to n a id a e o u tr a a o r e to r n a r ; b ) c o m d u r a ç ã o e n tr e 3 ( tr ê s ) e 6 ( s e is ) m e s e s , p e rc e b e r á u m a A ju d a d e -C u s to n a id a e m e ta d e d o v a lor c o r r e s p o n d e n te , a o r e to r n a r ; c ) c o m d u r a ç ã o ig u a l o u s u p e r io r a 3 0 ( tr in ta ) d ia s e in fe r io r a 3 ( tr ê s ) m e s e s , p e r c eb e rá u m a A ju d a -d e -C u s to . III - q u a n d o fo r tr a n s fe r id o p a r a a IN A T IV ID A D E , s a lv o s e o fo r e m v ir tu d e d e s e n te n ç a ju d ic ia l o u e m d e c o r r ê n c ia d e p a d ) : u m a A ju d a d e C u s to . N ã o t e r á d ir e it o à a ju d a d e c u s to o m ilit a r d e s lig a d o d e c u r s o o u e s c o la p o r f a lt a d e a p r o v e it a m e n to o u t r a n c a m e n t o v o lu n t á r io d e m a t r íc u la .

Valor: 01 mês de vencimento. Admite-se complementação até 03 vezes, mediante comprovação de gastos efetivamente necessários

Indenização: transporte
Movimentado por conveniência do serviço ou da disciplina, tem direito a transporte (passagem para si e seus dependentes e a translação da respectiva bagagem, mobiliária e utensílios domésticos). Militar terá direito, ainda, a transporte ao afastar-se de sua sede por motivo de serviço. A família do militar que falecer em serviço ativo terá, dentro de 1 (um) ano do óbito, direito a transporte, dentro do país, por conta do estado, para o local onde for fixar residência.
O militar transferido para a inatividade, desde que não seja em virtude de sentença judicial ou processo administrativo, e vá residir, no País, em local diverso da sede onde servia, faz jus ao transporte para si e seus dependentes

Dependentes: I - o cônjuge; II - filhos, enteados e irmãos, menores ou inválidos; III - pais e sogros, quando inválidos; IV - o menor sob guarda.

Indenização: fardamento
Indenização para aquisição de fardamento o valor correspondente a 40% (quarenta por cento) da remuneração básica do Soldado de 1ª Classe, a ser paga anualmente no mês de abril. O aluno de curso de formação receberá a indenização de que trata o caput deste artigo no mês de sua inclusão.
Se Perder ou danificar o uniforme em sinistro ou acidente de serviço terá direito, após apuração do fato (PIU), ao ressarcimento do dano.

Indenização: assistência a saúde
O Estado proporcionará ao militar assistência à saúde. A assistência à saúde consiste na ASSISTÊNCIA MÉDICA, DENTÁRIA E HOSPITALAR ao militar, visando mantê-lo em boas condições de saúde.

Indenização: auxílio funeral (Estado)

• Cônjuge sobrevivente; • Descendentes; • Ascendentes; • Enteados; • Menores sob guarda; • Sogros; • Parentes colaterais até 4º grau, inclusive.

Pago integralmente nesta ordem de precedência:

Indenização: auxílio funeral (IPSM)

Auxílio-Funeral pago pelo IPSM: falecimento de segurado, pensionista ou natimorto e filho de segurado. Valor: R$ 1.058,00. Pagamento mediante apresentação atestado de óbito e comprovante de despesas, até o limite estabelecido.

Indenização: pensão acidentária
Beneficiários:
cônjuge sobrevivente; filhos, enquanto incapazes; companheira mantida a mais 5 anos; pais economicamente dependentes do servidor; irmãos órfãos, se incapazes. É intransferível e atualizada junto com os reajustes salariais da Polícia Militar.

Indenização: pensão previdenciária
O direito ao benefício se extingue: pelo falecimento; pelo casamento ou companheirismo; Aos 21 anos, para filho ou irmão inválido; pela cessação da invalidez; pela aquisição de meios de subsistência, para o dependente; por expressa renúncia;

Indenização securitária
Acidente em serviço: evento súbito que provoque, direta ou indiretamente, lesão, perturbação funcional, contaminação ou enfermidade em militar, que determine a perda total ou parcial, definitiva ou temporária, da sua capacidade para o trabalho ou a sua morte. Equipara-se a acidente: agressão sofrida e não provocada pelo militar no exercício de suas atribuições; A morte presumida pelo desaparecimento do militar, quando em serviço, assim declarada por decisão judicial, e enquanto perdurar o seu desaparecimento; É irrelevante para o pagamento da indenização securitária a ocorrência de culpa.

Abono: família e férias
O Abono Familiar constitui o auxílio em dinheiro pago ao militar para tender, em parte, às despesas de assistência à família. É assegurado nas mesmas condições bases estabelecidas na legislação estadual para os servidores públicos em geral. Ao militar em gozo de férias anuais será concedido abono de férias, no valor de 1/3 (um terço) do vencimento. Processado na folha de pagamento do mês que entrar de férias; Ocorrendo aumento de vencimento no mês, diferença será processada na folha do próximo mês.

Provento
• O provento é composto de:

Quinquênio; Adicional trintenário

Proventos:

transferência reserva remunerada

Proventos:

militar da ativa, ao ser reformado

IN T IT U T O DE P R E V ID Ê N C IA S E R V ID O R E S M IL IT A R E S - IP S M • LEI N ° 10366 de 2 8 /1 2 /1 9 90 • C ria o IP S M , co m sed e n a C ap ita l, co m a fin alid a d e d e p restaç ão p rev id en ciária a seu s b e n eficiário s.

DOS

(AULA 5)

LEI DELEGADA 85 DE 29/01/2003
• estabelece que o ipsm tem por finalidade prestar assistências médica, social e previdência a seus beneficiários. DECRETO 43851 DE 11/09/2003 - regulamentou a lei delegada 85 COMPETÊNCIA DO IPSM • • • gerir o regime próprio de previdência dos servidores militares de mg; assegurar a assistência à saúde aos segurados e a seus dependentes; exercer outras atividades correlatas. SÃO SEGURADOS DO IPSM • • EM CARÁTER COMPULSÓRIO - O militar da ativa, da reserva remunerada e o reformado, exceto o Juiz Militar do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. EM CARÁTER FACULTATIVO - Aquele que, tendo perdido a condição de segurado compulsório, manifestar a sua opção em 60 dias.

DAS CONTRIBUIÇÕES
O custeio dos benefícios será mantido através de contribuições dos segurados e do Estado, fixadas em percentuais do estipêndio de contribuição. • 8% para o segurado compulsório; 20% para o Estado. 30% segurado facultativo. O militar que perder a sua condição de militar será automaticamente excluído do IPSM

ESTIPÊNDIO DE CONTRIBUIÇÃO É A SOMA • PAGA OU DEVIDA A TÍTULO DE • REMUNERAÇÃO OU RETRIBUIÇÃO REFERENTE A VENCIMENTOS E PROVENTOS.

ASSISTÊNCIA PREVIDENCIÁRIA PRESTADA PELO IPSM
I - AO SEGURADO
• AUXÍLIO NATALIDADE; • AUXÍLIO FUNERAL.

II - AO DEPENDENTE
• • • • PENSÃO; PECÚLIO; AUXÍLIO-RECLUSÃO; AUXÍLIO-FUNERAL.

DOS DEPENDENTES para fins de prestação previdenciária, são dependentes do • • • segurado, preferencial e excludentemente:

o cônjuge, o companheiro e o filho, de qualquer condição, menor de 21 anos ou inválido; os pais economicamente dependentes; o irmão, menor de 21 anos ou inválido, economicamente dependente; DO AUXÍLIO NATALIDADE

devido pelo nascimento de filho comum do segurado com o conjuge ou companheiro regularmente inscrito. • • • correspondente a um salário mínimo vigente a época do nascimento; tratando-se de pai e mãe segurados, apenas um recebe; esse direito prescreve em 4 meses após o nascimento.

DA ASSISTÊNCIA A SAÚDE • prestada com a participação do segurado em seu custeio, compreende os serviços de natureza médica, hospitalar, odontológica e farmacêutica e aquisição de órtese e prótese DO AUXÍLIO-RECLUSÃO • • • • • é devido ao dependente do segurado detento ou recluso, a partir da data em que se verificar a perda total de sua remuneração; corresponde a 70% do valor da pensãoe será distribuído entre os dependentes; não será admitida a inscrição de dependente posteriormente a data da prisão, ressalvado o nasciturno; o beneficiário equipara-se ao pensionista; falecido o ex-segurado recluso, o benefício é convertido em pensão.

PECÚLIO • pago por morte do segurado; • valor fixado entre 1 1/2 e 3 1/2 vezes o estipêndio de contribuição, proporcionalmente ao número de contribuições recolhidas; estipêndio de contribuição é a remuneração ou o provento e a gratificação natalina percebidas pelo segurado.
• será rateado em partes iguais entre os dependentes; • responderá por débito do segurado perante o ipsm.

DA PENSÃO • • é devida aos dependentes ao a partir do óbito, e o valor global será igual ao estipêndio de benefício do segurado. o direito do beneficiário à cota individual de pensão se extingue:

a) pelo falecimento; b) pelo casamento ou companheirismo; c) aos 21 anos de idade para o filho ou irmão não inválido;
d) e) f) g) pela cessação de invalidez; pela aquisição de meios de subsistência, para o dependente que o seja por dependência econômica; por expressa renúncia. os valores da pensão são reajustados nas mesmas proporções que os reajustes dos vencimentos concedidos pelo estado aos segurados.

(AULA 5)Continuação
DIREITOS DOS FAMILIARES EM CASO DE FALECIMENTO DO MILITAR Caros alunos, nesta aula estudaremos um assunto que, normalmente, não gostamos de abordar, que são os direitos de nossa família caso venhamos a falecer, ou os nossos próprios, em caso de invalidez. É preciso que todos nós admitamos que fazemos parte de um grupo de alto risco, pois, temos uma profissão extremamente perigosa, onde expomos a nossa vida diuturnamente, principalmente, nos dias de hoje em que a fome, recessão, desemprego, miséria provoca o aumento da criminalidade e desencadeia uma desordem social onde o único elo de uma engrenagem, chamada defesa social, que funciona é a nossa .Polícia Militar. O momento exige muito profissionalismo, corporativismo e, acima de tudo, fé em Deus para vencermos cada dia de nossas vidas e obtermos sucesso na carreira que que abraçamos. Portanto, não se esquive de conversar com seus familiares sobre seus direitos no caso de um infortúnio, alertando-os sobre as providências que devem ser tomadas. Ressaltamos que não vamos tratar de restos de vencimentos, que é calculado diretamente pelo CAP, aqui incluindo férias-prêmio, 13º salário, abono de férias anuais dentre outros, embora esteja incluído nos direitos dos dependentes. Trataremos dos direitos para os quais se exige formalidades para o seu recebimento e acionamento da administração para a sua efetivação. Neste caso, são direitos dos familiares, atendidas as peculiaridades específicas de cada um: 1. PENSÃO ACIDENTÁRIA Instituída pela Lei n° 9.683, de 12 de outubro de 1988, e regulamentada por meio da Resolução n° 3507/99, é devida quando o servidor público estadual, civil ou militar, falecer em conseqüência de acidente verificado no desempenho de suas funções ou no estrito cumprimento do dever. Entende-se por acidente todo evento danoso que resulte de causa

externa, imprevista ou fortuita, determinando, mediata ou imediatamente, a morte do servidor.

São beneficiários da pensão acidentária: I – o cônjuge sobrevivente; II – os filhos, enquanto incapazes; III – a companheira mantida a mais de cinco anos ( ressalva-se, no entanto, que a
existência de filhos em comum supre o prazo de 5 anos de convivência);

IV – os pais economicamente dependentes do servidor

Entende-se, assim, os pais que comprovadamente não possuem outra renda ou meio de prover a sua própria subsistência.

IV – os irmãos órfãos, se incapazes. A instauração do processo poderá ocorrer de três formas: I – por determinação de autoridade superior; II – de ofício, pelo Comandante ou Chefe do militar falecido em decorrência de ato de serviço; III – a requerimento do beneficiário ou mediante representação formulada por qualquer militar ou por civil qualificado para fazê-lo. O valor da pensão corresponderá a remuneração do servidor falecido e será sempre atualizado seguindo os reajustes salariais da Polícia Militar. Será pago metade ao cônjuge sobrevivente e metade aos demais beneficiários em cotas iguais. A pensão será devida a partir da data do requerimento do beneficiário. O processo é concluído na Unidade e encaminhado à Diretoria de Recursos Humanos que, por intermédio do Centro de Administração de Pessoal, após análise da Assessoria Jurídica, é remetido a Secretaria da Fazenda para decisão final e adoção das medidas decorrentes. A pensão acidentária é intransferível e será acumulada com os benefícios pagos pelo IPSM. 2. INDENIZAÇÃO SECURITÁRIA Instituída pela Lei Delegada 43, de 07 de junho de 2000, estabelece em seu Art. 6° Os militares : estaduais, os servidores policiais civis e os servidores de classe de Guarda Penitenciário, em atividade, vítimas de acidente em serviço que ocasione aposentadoria por invalidez, nos termos da lei previdenciária, receberão do Estado a quantia equivalente a vinte vezes o valor da remuneração mensal percebida na data do acidente, a título de indenização securitária, até o limite de R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais). Compreende-se por invalidez a perda total da capacidade laborativa do servidor, tanto para atividade militar como para a civil, assim declarada pela Junta Central de Saúde – JCS por meio de laudo de reforma do militar. Este benefício abrange somente o pessoal da ativa e reconvocados (em atividade) quando em serviço ou em conseqüência do desempenho de atividade policial militar ou bombeiro militar. Quando o militar for considerado incapaz pela JCS, mesmo que esta incapacidade culmina com a reforma do militar, este não fará jus a indenização securitária. No caso de falecimento do militar, a indenização securitária será paga aos beneficiários da pensão. Assim, a indenização só será paga em duas situações: ao próprio militar, no caso de invalidez declarada pela JCS, e aos seus dependentes, no caso de morte do militar. O processo é feito nos moldes da pensão acidentária e encaminhado à DRH para análise e decisão final. Em sendo deferido, a DRH repassará o crédito orçamentário à Unidade para que efetue o pagamento ao militar ou aos seus beneficiários. 3. PROMOÇÃO PÓS MORTEN A praça que falecer em virtude de acidente no serviço ou em conseqüência do desempenho de atividade policial militar ou bombeiro militar, poderá ser promovida à graduação imediata, mediante proposta da Comissão de Promoção de Praças, homologada pelo Comandante-Geral. Não se efetuará a promoção se ficar apurado que a morte ocorreu em conseqüência de circunstâncias de natureza negativa, provocadas pela praça ou descumprimento de ordem legal.

4. AUXÍLIO FUNERAL Previsto na Lei Delegada 37 e regulamentado pela Resolução n° 3507/99, é o quantitativo em dinheiro destinado à indenização das despesas com o sepultamento do militar pago pelo Estado. O auxílio funeral eqüivale a um vencimento ou provento do militar, calculado de acordo com a tabela vigente à data de seu óbito. Será pago integralmente e nesta ordem de preferência: I – ao cônjuge sobrevivente; II – aos descendentes; III – aos ascendentes; IV – aos enteados; V – aos menores sob guarda; VI – aos sogros; VII – aos parentes colaterais até 4° grau, inclusive. Em se tratando de sepultamento custeado por terceiros, será pago o auxílio funeral no valor correspondente aos gastos efetivamente comprovados, mediante apresentação do atestado de óbito e das notas fiscais das despesas realizadas, até o limite máximo relativo a um mês de vencimentos integrais do posto ou da graduação do militar falecido. Este auxílio funeral, hoje, é pago por meio de Ordem de Pagamento Especial - OPE - pelo CAP e não mais pela Unidade a que pertencia o militar, embora esta continue responsável pela junção dos documentos necessários a confecção do processo de pagamento e seu devido encaminhamento à Unidade responsável pela efetivação do pagamento. 5. PENSÃO PREVIDENCIÁRIA É previsto na Lei n° 10366, de 28 de dezembro de 1990, que dispõe sobre o Instituto de Previdência dos Servidores Militares do Estado de Minas Gerais – IPSM. Trata-se de pensão por morte do segurado e é devida aos seus dependentes a partir do óbito. O valor global da pensão será igual ao estipêndio de benefício do segurado ( considera-se aqui o último estipêndio de contribuição do segurado, ou seja, seu último vencimento). ( Alteração dada pela Lei 13962, de 27Jul01) Entendese por estipêndio de contribuição a soma paga ou devida a título de remuneração ou de retribuição, referente a vencimentos e gratificações, proventos de aposentadoria e vantagens pessoais por direito adquirido. Isto significa, na prática, que os beneficiários da pensão continuarão a receber o mesmo valor recebido pelo segurado quando em vida. A pensão será distribuída aos dependentes em cotas iguais. O direito do beneficiário à cota individual de pensão se extingue: I – pelo falecimento; II – pelo casamento ou companheirismo; III – aos 21 anos de idade, para o filho ou irmão não inválido; IV – pela cessação de invalidez; V – pela aquisição de meios de subsistência, para o dependente que o seja por dependência econômica; VI – por expressa renúncia. Os valores das pensões serão reajustados simultaneamente e nas mesmas proporções, com os reajustes de vencimentos concedidos pelo Estado aos segurados. Ressalvados os casos em que marido e mulher tenha contribuído para o IPSM em relação a dependente comum, é vedada a cumulação de pensões, devendo o beneficiário optar, em caráter irrevogável, pela que mais lhe convier. 6. AUXÍLIO FUNERAL CONCEDIDO PELO IPSM Ao executor de funeral de segurado, dependente, pensionista ou natimorto, filho de segurado, será pago auxílio-funeral no valor correspondente ao gasto efetuado, observado o limite estabelecido pelo IPSM, que hoje é de R$1058,00 (um mil e cinqüenta e oito reais). Para tanto, o segurado ou dependente deverá comparecer ao IPSM, preencher formulário próprio, anexar cópia do atestado de óbito e comprovante de despesas para liberação do pagamento dos gastos efetivamente comprovados até o limite estabelecido pelo Instituto. Desta forma, verifica-se diferenças básicas entre o auxíliofuneral pago pelo Estado e o pago pelo IPSM, a saber:

a) O Estado paga o vencimento do militar a data do óbito, ou seja, varia de acordo com o posto ou graduação; o IPSM paga um valor fixo independente do posto ou graduação do segurado. b) O estado cobre apenas o sepultamento do militar; o IPSM cobre o sepultamento do segurado e seus dependentes regularmente inscritos; c) Não há necessidade de comprovação de despesas para o Estado, sendo pago o valor total, a não ser os casos em que o sepultamento é feito por terceiros, não relacionados no Art. 84 da Resolução nº 3507, de 17Set99; no IPSM há necessidade de comprovação de despesas e será pago até o limite estabelecido. Você já parou para pensar nessas diferenças? 7. PECÚLIO Embora a palavra pecúlio signifique "prêmio", trata-se de um benefício pago pelo IPSM, no valor fixado entre 11/2 (uma e meia) e 31/2 (três e meia) vezes o estipêndio de contribuição, proporcionalmente ao número de contribuições recolhidas, rateado em partes iguais entre os dependentes. Na realidade, o pecúlio é uma “reserva tática” do IPSM para custear possíveis despesas do segurado perante o Instituto, caso venha a falecer. O pecúlio será pago uma única vez e responderá preferencialmente por débitos do segurado perante o IPSM.

PENSÃO ACIDENTÁRIA
Lei Estadual nº 9.683, de 14Out1988; Lei Delegada nº 37, de 13Jan1989; Resolução nº 3507, de 17Set1999.

(AULA 6)

O que é?
É uma pensão paga à família do militar que falecer em decorrência de acidente no desempenho de suas funções ou de ato por ele praticado no cumprimento do dever profissional, de igual valor ao vencimento que percebia à época do evento ( Art. 40 da Lei Delegada 37/89). ACIDENTE - evento danoso que resulte de causa externa – imprevista ou fortuita – determinando mediata ou imediatamente a morte do militar

Equipara-se a acidente:
A agressão sofrida e não provocada pelo militar no exercício de suas atribuições; A morte presumida pelo desaparecimento do militar, quando em serviço, assim declarada por decisão judicial, e enquanto perdurar o seu desaparecimento. É irrelevante a ocorrência de culpa. A instauração do processo ocorrerá: a) Por determinação de autoridade superior; b) De ofício, pelo comandante ou chefe do militar falecido; c) A requerimento do beneficiário ou mediante representação formulada por qualquer militar ou civil qualificado para fazê-lo.
SÃO BENEFICIÁRIOS DA PENSÃO ACIDENTÁRIA:

O cônjuge sobrevivente; Os filhos, enquanto incapazes; A companheira mantida há mais de cinco anos pelo militar falecido ou que com ela tenha filho em comum, qualquer que seja o tempo; Os pais economicamente dependentes do militar; Os irmãos órfãos, se incapazes. Compete ao Comandante: Designar um Oficial como encarregado pela elaboração do processo; Solucionar o processo com publicação em boletim interno; Remeter toda a documentação à DRH para remessa à Secretaria de Estado da Fazenda via Comandante-Geral. O prazo para conclusão dos trabalhos é de 30 dias, prorrogáveis por mais 10 dias.
acumulação com a pensão paga por outro órgão previdenciário do poder público, como a do ipsm, por exemplo, sem qualquer prejuízo de direito a ambas as pensões.

INDENIZAÇÃO

SECURITÁRIA

Lei Delegada 43, de 07Jun200
Os militares estaduais (...), em atividade, vítimas ví de acidente em serviço que ocasione serviç aposentadoria por invalidez receberão do Estado a quantia equivalente a vinte vezes o valor da remuneração mensal percebida na data do remuneraç acidente, a título de indenização securitária, até o tí indenizaç securitá até limite de R$25.000,00. (Art. 6º da LD 43/00) 6º Em caso de morte, será paga aos beneficiários será beneficiá da pensão da vítima. ví

XXIV - Incapacidade Parcial
Condição física e/ou mental do inspecionado que o impossibilite de exercer definitiva ou temporariamente determinado(s) serviço(s) de natureza policial ou bombeiro militar ou atividade(s) inerente(s) ao cargo ou função, sendo-lhe possível o exercício de outros.

XXV - Incapacidade Definitiva Condição física e/ou mental do inspecionado que, após esgotados os recursos de tratamento, impossibilite-o definitivamente de exercer qualquer serviço de natureza policial ou bombeiro-militar ou atividade inerente ao cargo ou função. XXVII - Invalidez Condição física e/ou mental do inspecionado que o impossibilite, total e permanentemente, de exercer qualquer trabalho ou atividade, tanto na vida militar quanto na civil, e o impeça de prover, por qualquer meio, sua própria subsistência.

(AULA 7)

DAS PROMO ÇÕES DE PRAÇA

DECRETO Nº 44557, de 28Jun07
Decorrente das alterações do EMEMG ocasionadas pela Lei Complementar 95, de 17Jan07 e LC 109, de 26Dez09.

PROMOÇÃO – acesso equânime, gradual, sucessivo, regular e equilibrado das praças às graduações da hierarquia das IME. A promoção é realizada por ato do Comandante-Geral pelos seguintes critérios:
I – Merecimento; II – Antiguidade; III – Ato de bravura; IV – Necessidade do serviço; V – Incapacidade física; VI – Tempo de serviço; VII – Post-mortem; VIII – Trintenária.

PERCENTUAIS E CRITÉRIOS:

I – à graduação de Sd 1ª Cl – 100% pelo critério necessidade do serviço;
II – à graduação de Cb – critério de tempo de serviço ou necessidade do serviço; III – à graduação de 3º SGT – tempo de serviço ou necessidade do serviço; IV – à graduação de 2º SGT a) Por merecimento, no: 1) 5º ano após o ano-base – 1/3 dos 3º Sgt existentes na turma; 2) 6º ano – ½ dos 3º Sgt da turma; 3) 7º ano – antiguidade – os 3º Sgt remanescentes da turma VII – à graduação de 1º Sgt a) Por merecimento: 1) 13º ano após o ano-base – 1/3 dos 2º Sgt existentes na turma; 2) 14º ano – ¼ dos 2º Sgt; 3) 15º ano – 1/5 dos 2º Sgt; 4) 16º ano – ¼ dos 2º Sgt; 5) 17º ano – 1/3 dos 2º Sgt; 6) 18º ano – ½ dos 2º Sgt; 7) 19º ano – antiguidade – os 2º Sgt remanescentes da turma.

NÃO É COMPUTADO, PARA EFEITO DE PROMOÇÃO, O TEMPO DE: Licença para tratar de interesse particular, sem vencimentos; Ausência, extravio ou deserção; Interdição judicial; Exercício de cargo público civil temporário salvo para promoção por antiguidade; Exercício de cargo de direção em entidades associativas de militares, nos casos previstos em lei, salvo promoção por antiguidade; Privação ou suspensão de exercício de cargo ou função; Cumprimento de sentença penal ou de prisão judicial.

A praça que se encontrar em qualquer uma das situações, por períodos contínuos ou não, a cada ano completado, contado o tempo de arredondamento, será remanejada para a turma posterior e terá seu ano-base alterado.

INTERSTÍCIO – período mínimo, contado dia-a-dia, em que a praça deverá permanecer na graduação para que possa ser cogitada para a promoção, a saber: 1. Cinco anos na graduação de 3º Sgt; 2. Seis anos na graduação de 2º Sgt; 3. Quatro anos na graduação de 1º Sgt;
AULA 7( Cont.)

PROCESSO DE PROMOÇÃO DE PRAÇAS
Referência: Lei nº 5.301, de 16Out69 - EMEMG, alterado até Lei Lei Complementar nr 95, de 17Jan07. Lei Complementar nr 109, de 26Dez09. Decreto 44.557, de 28 de junho de 2007.

1. PROMOÇÃO DE PRAÇAS Nesta aula, conheceremos as normas atuais que regulam a Promoção de Praças, buscando as informações que forem úteis e importantes para vocês, como Graduados e concorrentes às futuras promoções. A Lei Complementar nº 95/07 alterou o Estatuto dos Militares do Estado de Minas Gerais, principalmente quanto a critérios para ingresso e promoção na Corporação, determinando, em conseqüência, a reformulação do Regulamento de Promoção de Praças que culminou com a promulgação do Decreto nº 44.557, de 28 de junho de 2007, que regulamaneta os novos critérios para promoção de praças. Os princípios gerais das promoções de praças estão definidos nos artigos 206 a 221 do EMEMG, bem como no Regulamento de Promoção de Praças (RPP).

1.1

Princípios Gerais

O acesso de graduação ou de classe das praças da Polícia Militar, definido pelo termo "promoção", será gradual e sucessivo, exceto quanto à promoção a 3º sargento, que é resultado de aprovação em curso de formação de sargentos ou equivalente, quando decorrente de concurso. As promoções de praças serão realizadas por ato do Comandante Geral, no dia 25 de dezembro, tendo por base as vagas disponíveis para cada turma, por merecimento e por Antigüidade, e por tempo de serviço para Cb e Sd, ou em qualquer época, por necessidade do serviço, incapacidade física, ato de bravura e "post-mortem". Entende-se por necessidade do serviço a promoção realizada por término de curso ou por necessidade de cobrir lacuna de efetivo, a juízo do Comandante-Geral. O Quadro de Acesso (QA) é a relação das praças selecionadas pela Comissão de Promoção, dentre aquelas que preencham as condições para promoção, separadas por graduação, nos respectivos Quadros da carreira (QPPM e QPE) e turmas, organizada pelo critério de merecimento e antigüidade. Os sargentos da Corporação serão relacionados em almanaque, por ordem de antigüidade, dentro de sua especialidade. A praça promovida após a conclusão de curso profissional de formação terá sua antigüidade regulada de acordo com a ordem de classificação no respectivo curso. No caso de empate, na apuração da antigüidade, considerar-se-ão as promoções anteriores a data de praça e finalmente, a idade. As praças serão organizadas em turmas, por Quadros, fixando-se o ano-base a partir da promoção a Terceiro-Sargento, para efeito de cômputo do tempo e percentuais para promoção por merecimento e por antigüidade. Para definição da quantidade de militares existentes nas turmas, serão computadas apenas as praças que preencherem os requisitos para promoção e não se encontrarem impedidas, e será realizada no dia 1º de dezembro, nos termos deste Decreto. 1.2 Período de interstício e arregimentação:

Períodos obrigatórios de interstício na graduação, para promoção por antigüidade ou merecimento:

• 5 (cinco) anos na graduação de terceiro-sargento para promoção a segundosargento; • 6 (seis) anos na de segundo-sargento, para promoção a primeiro-sargento. • 4 (quatro) anos na graduação de primeiro sargento, para promoção a subtenente.
O período de arregimentação, para quaisquer graduação, será de 1 (um) ano, assim considerados os de desempenho de função em Unidades, Serviços e outras organizações da Corporação, Justiça Militar ou em qualquer outra atividade considerada de interesse policialmilitar, por decisão do Comandante-Geral. simultaneamente. Os períodos de interstício e de arregimentado poderão ser cumpridos

1.3 Períodos não computáveis Não será computado, para efeito de promoção, o tempo de: I – licença para tratar de interesse particular, sem vencimentos; II – ausência, extravio e deserção; III – exercício de cargo público civil temporário, salvo para promoção por antigüidade; IV – exercício de cargo de direção em entidades associativas de militares, nos casos previstos em lei, salvo para promoção por antigüidade; V – privação ou suspensão de exercício de cargo ou função, nos casos previstos em lei; VI – cumprimento de sentença penal ou de prisão judicial; e VII – interdição judicial. A praça que se encontrar em qualquer uma das situações previstas neste artigo, por períodos contínuos ou não, a cada ano completado, contado o tempo de arredondamento, será remanejada para turma posterior e terá seu ano-base alterado. Para efeito de arredondamento, considerar-se-á o período superior a cento e oitenta e dois dias igual a um ano. 1.4 DAS PROMOÇÔES

1.4.1 Da Promoção por Merecimento A promoção por merecimento é aquela que se baseia na aferição do mérito, que distinguem o valor da praça entre seus pares, observado no decurso de sua carreira e, especialmente, na graduação atual. São fatores de aferição do mérito das praças: I - avaliação de desempenho; II - formação acadêmica; III - disciplina; IV - tempo de serviço; e V - conceito da CPP. Para cada fator de aferição será atribuída uma pontuação, com aproximação de centésimos, cujo somatório resultará na nota final do candidato. Essa pontuação será aferida e totalizada, no ano da promoção, até 1º de setembro, exceção feita ao resultado final (nota) do CASP, para promoção a 1º Sgt. 1.4.2 Da Promoção por Antigüidade A promoção por antigüidade, até à graduação de Primeiro-Sargento, é devida ao militar remanescente de sua turma no último ano de promoção e que satisfaça as condições legais.

1.4.3 Da Promoção por Ato de Bravura A promoção por ato de bravura é decorrente da ação praticada pela praça, de maneira consciente e voluntária, com evidente risco à vida e da qual não se tenha beneficiado o agente ou pessoa de seu parentesco até 4º grau, cujo mérito transcenda em valor, audácia e coragem a quaisquer atitudes de natureza negativas porventura cometidas. Equipara-se a ato de bravura o acidente decorrente de atuação da praça no serviço efetivamente operacional em fato que, de qualquer forma, afete ou possa afetar a ordem pública, da qual resulte incapacidade definitiva para todos os serviços de natureza policialmilitar ou bombeiro-militar, ou invalidez, mediante parecer da JCS, exceção feita à incapacidade ou invalidez decorrente de atuação em atividade de apoio ao serviço operacional. As condições para estabelecimento do ato de bravura serão apuradas em processo administrativo. Compete à Comissão de Promoção julgar o mérito do ato de bravura. A promoção por ato de bravura ocorrerá a partir da data do evento. Caso a CPP não considere o ato como de bravura, o processo será encaminhado à autoridade competente para fins de apreciação quanto a concessão de recompensa.

1.4.4 Da Promoção por Necessidade do Serviço A promoção por necessidade do serviço é motivada por término de curso ou com vistas à adequação de efetivo, a juízo do Comandante-Geral da IME.

1.4.5 Da Promoção por Incapacidade Física A praça incluída no Quadro de Acesso e que for, posteriormente, julgada incapaz definitivamente para todos os serviços de natureza policial-militar ou bombeiro-militar, ou inválida, em exame de saúde, deverá ser promovida, independente de vaga e data própria. A promoção por incapacidade será feita, em qualquer época, mediante proposta da Diretoria de Recursos Humanos (DRH), encaminhada até 20 (vinte) dias após a expedição do laudo de incapacidade física definitiva ou invalidez pela Diretoria de Saúde (DS) e com retroação ao ato originário.

1.4.6 Da Promoção Post-Mortem A praça que falecer em virtude de acidente no serviço ou em conseqüência do desempenho de atividade policial-militar ou bombeiro-militar poderá ser promovida à graduação imediata, mediante proposta da Comissão de Promoção de Praças (CPP), homologada pelo Comandante-Geral.

A proposta da CPP será fundamentada em processo administrativo instaurado a respeito do evento. Não se efetuará a promoção, se ficar apurado que a morte ocorreu em conseqüência de circunstâncias de natureza negativa, provocadas pela praça ou em descumprimento de ordem legal. A promoção post-mortem se dará a partir da data do fato que a motivou e não implicará em reconhecimento de direito de pensão acidentária, que é regulamentada em legislação própria. 1.4.7 Da Promoção por Tempo de Serviço A promoção por tempo de serviço é devida ao Soldado de 1ª Classe e ao Cabo que tiverem, no mínimo, dez anos de efetivo exercício na mesma graduação, nos termos previstos no EMEMG. Entende-se por tempo de efetivo exercício da atividade o período de tempo contado dia a dia da data da última promoção, descontados os tempos previstos no referido Estatuto, em seu artigo 187. 1.4.8 Da Promoção Trintenária A praça da ativa, ao completar trinta anos de efetivo serviço, será promovida à graduação imediata ou, sendo Subtenente, ao posto de Segundo Tenente, se tiver um ano de exercício na graduação e não se enquadrar nas situações previstas no § 2o do art. 13 do Regulamento de Promoções de Praças. A praça que completar 30 anos de serviço, contando, no mínimo, 20 anos de efetivo serviço, também será promovida ao posto ou à graduação imediata. A Policial Feminina que completar 25 anos de efetivo serviço, poderá ser transferida voluntariamente para a inatividade com o direito à promoção. Para a promoção trintenária considera-se tempo de efetivo serviço o período de prestação de serviços, contado dia a dia, não se computando, para esse efeito, de férias anuais e férias-prêmio em dobro, tempo de contribuição previdenciária (INSS), nem o arredondamento que se refere o § 4º do art. 159 do Estatuto. A DRH encaminhará ao Comandante-Geral a relação das praças que tenham satisfeito os requisitos para promoção trintenária, baseada na certidão de assentamentos de cada militar.

1.5 REQUISITOS PARA A PROMOÇÃO Constituem requisitos para concorrer à promoção: I – idoneidade moral; II – aptidão física; III – interstício na graduação; IV – Curso de Atualização em Segurança Pública (CASP) ou equivalente no Corpo de Bombeiros Militar, para promoção à graduação de Primeiro-Sargento; V – CFS ou equivalente, para promoção à graduação de Terceiro-Sargento; VI – Curso de Formação de Cabos (CFC) ou equivalente para promoção à graduação de Cabo, exceto quando for por tempo de serviço; VII – Exame de Aptidão Profissional - EAP, para promoção a Segundo-Sargento ou Subtenente; VIII – comportamento disciplinar satisfatório; IX – possuir avaliação de desempenho satisfatória.

1. DO QUADRO DE ACESSO PROMOÇÃO DE PRAÇAS O Quadro de Acesso (QA) é a relação das praças selecionadas pela Comissão de Promoção de Praças (CPP), dentre aquelas que preencham as condições para promoção, separadas por graduação, nos respectivos Quadros da carreira e turmas, organizada pelo critério de merecimento e antigüidade. A apuração do número de promoções (vagas) será feita em 1º de dezembro, dentre os militares existentes nas turmas, na mesma graduação, computando-se apenas as praças que preencherem as condições para promoção e não se encontrarem impedidas, nos termos deste Decreto. Serão incluídas no Quadro de Acesso por Merecimento (QAM) ou no Quadro de Acesso por Antigüidade (QAA) tantas praças quantas forem as vagas determinadas para cada turma e graduação. O QA será divulgado e publicado em Boletim Geral da IME, até quinze dias antes da data de promoção. A praça, uma vez incluída no QA, dele não poderá ser retirada, a não ser em caso de morte, incapacidade física ou moral, condenação a um ano ou mais, à pena privativa de liberdade, ocasionada ou verificada anteriormente à sua entrada no QA, ou se tiver atingido o limite de idade para permanência no serviço ativo. Na apuração dos princípios de merecimento serão computados valores por meio da aferição de fatores positivos e negativos definidos no Regulamento de Promoção de Praças (RPP) A promoção por antigüidade caberá aos graduados remanescentes de cada turma. Apurada as vagas existentes para 3º sargento, os cabos que serão promovidos por tempo de serviço serão convocados para o curso de formação específico, observada a antiguidade, número de vagas para o curso, a necessidade e o interesse da Instituição. Já os cabos que serão promovidos por necessidade do serviço (término de curso), submeter-se-ão a processo As promoções de praças, por antigüidade, merecimento e tempo de serviço, obedecerão os seguintes percentuais e critérios, satisfeitos os demais requisitos: a - a graduação de soldado de 1ª classe, 100% pelo critério de merecimento intelectual, aprovado no resultado final do respectivo curso de formação; b - a graduação de cabo, pelo critério de merecimento intelectual, quando aprovado no resultado final do respectivo curso de formação e por tempo de serviço, quando preencher os requisitos previstos no RPP; c - a graduação de terceiro-sargento, por necessidade do serviço, quando aprovado no respectivo curso de formação, quando a matrícula no curso se der mediante processo seletivo interno e por tempo de serviço, quando a matrícula do curso for mediante convocação, nos termos do Decreto; d – a graduação de segundo-sargento: d.1) pelo critério de merecimento, no: 1. quinto ano após o ano-base, 1/3 (um terço) dos Terceiros-Sargentos existentes na turma; e 2. sexto ano após o ano-base, 1/2 (metade) dos Terceiros-Sargentos existentes na turma; d.2) pelo critério de antigüidade, no sétimo ano após o ano-base, os Terceiros-Sargentos remanescentes da turma; e – à graduação de Primeiro-Sargento: e.1) pelo critério de merecimento, no: 1. décimo terceiro ano após o ano-base, 1/3 (um terço) dos Segundos-Sargentos existentes na turma;

seletivo para curso próprio. Em ambos os casos, a promoção fica condicionada a aprovação no curso.

2. décimo quarto ano após o ano-base, 1/4 (um quarto) dos Segundos-Sargentos existentes na turma; 3. décimo quinto ano após o ano-base, 1/5 (um quinto) dos Segundos-Sargentos existentes na turma; 4. décimo sexto ano após o ano-base, 1/4 (um quarto) dos Segundos- Sargentos existentes na turma; 5. décimo sétimo ano após o ano-base, 1/3 (um terço) dos Segundos- Sargentos existentes na turma; 6. décimo oitavo ano após o ano-base, 1/2 (metade) dos Segundos-Sargentos existentes na turma; e.2) pelo critério de antiguidade, no décimo nono ano após o anobase, os Segundos-Sargentos
remanescentes da turma;

f – à graduação de Subtenente, sucessivamente, a partir do décimo nono ano a contar do anobase, 1/5 (um quinto) dos Primeiros-Sargentos existentes na turma. A praça candidata à promoção pelo critério de antigüidade e merecimento deverá satisfazer os requisitos, no ano da promoção, até 1º de dezembro, para a promoção de 25 de dezembro, exceto o interstício, que deverá ser completado até a data da promoção. O cabo candidato à promoção por tempo de serviço deverá satisfazer os requisitos para promoção até a data prevista para matrícula no curso de formação de sargentos ou equivalente, e o soldado, no ano em que completar 10 anos de efetivo serviço. 1.2 Impedimentos para promoção da praça: Não poderá ser promovida, por merecimento ou antigüidade, a praça que se encontrar numa das seguintes situações: I – estiver cumprindo sentença penal (ou presa à disposição da justiça); II – estiver em deserção, extravio ou ausência; III – for submetida a processo administrativo de caráter demissionário ou exoneratório; IV – estiver em licença para tratar de interesse particular, sem vencimentos; V – estiver no exercício de cargo público civil temporário, salvo para promoção por antigüidade; VI – for privada ou suspensa do exercício de cargo ou função, nos casos previstos em lei; VII – estiver em caso de interdição judicial; VIII – for cedida a entidade associativa de militares, salvo para promoção por antigüidade; e IX – estiver sub-judice, denunciada por crime doloso previsto, preso à disposição da justiça ou sendo processado por crime doloso previsto: a) em lei que comine pena máxima de reclusão superior a dois anos, desconsideradas as situações de aumento ou diminuição de pena; b) nos Títulos I e II, nos Capítulos II e III do Título III e nos Títulos IV, V, VII e VIII do Livro I da Parte Especial do Código Penal Militar (CPM); c) no Livro II da Parte Especial do CPM; d) no Capítulo I do Título I e nos Títulos II, VI e XI da Parte Especial do Código Penal; e e) na Lei de Segurança Nacional. A praça incluída no QA que for alcançada pelas restrições dos incisos III e IX e, posteriormente, for declarada sem culpa ou absolvida por sentença penal transitada em julgado será promovida, a seu requerimento, com direito à retroação. A praça enquadrada nas restrições previstas nos incisos III e IX concorrerá à promoção, podendo ser incluída no QA e promovida se for declarada sem culpa ou absolvida por sentença transitada em julgado, que produzirá efeitos retroativos. As restrições do inciso IX não se aplicam à praça, nos crimes dolosos contra a pessoa, quando decorrentes de ação militar legítima, verificada em inquérito regular. Considera-se como avaliação de desempenho insatisfatória da praça que não obtiver, no mínimo, a pontuação 6,0 (seis) na média das avaliações de desempenho a que for submetida na graduação.

A praça punida em decorrência de sua submissão a processo administrativo disciplinar, de natureza demissionária, pela prática de ato que afete a honra pessoal ou o decoro da classe será considerada possuidora do requisito de idoneidade moral, dois anos após o término do cumprimento da sanção disciplinar. Não preencherá o requisito de comportamento disciplinar satisfatório a praça classificada no conceito "C" ou "B", com pontuação igual ou inferior a vinte e cinco pontos negativos. 2. FICHA DE PROMOÇÃO DE PRAÇAS A ficha é preparada com base nos critérios de contagem de pontos estabelecidos no Regulamento de Promoção de Praças – RPP, até a data de 1º de setembro, para cada um dos itens que irão aferir o mérito da praça, estabelecidos no artigo 39, do RPP.. Assim, para entender como se prepara essa documentação, conheceremos e analisaremos tais critérios. Então, para a confecção da ficha, observar-se-á o seguinte no cômputo dos pontos: 2.1 Avaliação de desempenho (um processo que visa a observação sistemática e periódica da atuação profissional da praça, regulamentada em norma própria da IME) – média de todas as notas obtidas nas avaliações a que for submetida a praça na graduação atual; 2.2 Formação Acadêmica: 2.2.1 Será obtida através da média de todas as notas que o candidato lograr na conclusão, com aproveitamento dos seguintes cursos e exames: 1 Curso de Formação de Sargentos (CFS) ou equivalente (CEFS/CIFS); 2 Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS/CASP); 3 Exames de Aptidão Profissional. 2.2.2 Cursos fora da Corporação 1 Graduação – 0,09 pontos; 2. pós-graduação lato sensu – 0,03 pontos; 3. pós-graduação stricto sensu(mestrado) – 0,09 pontos; 4. pós-graduação stricto sensu(doutorado) – 0,09 pontos; Será computado apenas um curso para cada item, sendo aplicado apenas a partir do ano de 2014. 2.3 Disciplina: 2.3.1 Recompensas na graduação atual: 2.3.1.1 Elogio individual, na graduação, até o limite de 5: 0,05 ponto cada; 2.3.1.2 Nota Meritória , na graduação, até o limite de 5: 0,03 ponto; 2.3.1.3 Condecorações (na graduação atual): Até o limite de 5 medalhas na carreira: 0,04 ponto cada; 2.3.2 Conceito disciplinar: para cada ponto de conceito disciplinar será somado 0,02 (dois centésimos) de ponto, a partir do conceito "B" com 24 pontos negativos; 2.3.3 Punições sofridas na graduação, com decréscimo de pontos referentes a cada: a) advertência: 0,03 (três centésimos) de ponto; b) repreensão: 0,05 (cinco centésimos) de ponto; c) prestação de serviço: 0,10 (dez centésimos) de ponto; e d) suspensão: 0,15 (quinze centésimos) de ponto; 2.3.4 condenação, na graduação, por crime doloso com sentença transitada em julgado, com decréscimo de pontos referentes a cada pena: a) privativa de liberdade: 0,30 (trinta centésimos) de ponto; b) restritiva de direitos: 0,20 (vinte centésimos) de ponto; c) de multa: 0,10 (dez centésimos) de ponto.

OBS: Nos casos de reabilitação ou cancelamento de punição, após a data de 1º de dezembro, não haverá alteração na totalização dos pontos da ficha de promoção da praça. Será atribuída a respectiva pontuação na ficha de promoção da praça, caso seja reconhecida, até 1º de dezembro, da concessão retroativa de comenda até 1º de setembro. 2.4 Tempo de Serviço: 2.4.1 na carreira: por ano de efetivo serviço ou fração superior a 182 dias (caso em que se aplica o arredondamento) – 0,01 pontos; 2.4.2 na graduação atual: por ano de efetivo serviço ou fração superior a 182 dias – 0,01 pontos. Desconta-se, antes de considerar os pontos obtidos, o tempo em que o decreto considera como tempo não computável para a promoção (tempo de licença para tratar de interesse particular, sem vencimentos; de prisão ou sentença passada em julgado; de não prestação de serviço por deserção; de privação de exercício de função, nos casos previstos em lei ou regulamento). 2.5 Conceito da CPP O conceito emitido pela Comissão de Promoção de Praças será traduzido em pontos da seguinte forma: I - insuficiente: 0 a 1,9 ponto; II - regular: 2 a 3,9 pontos; III - bom: 4 a 5,9 pontos; IV - muito bom: 6 a 7,9 pontos; e V - ótimo: 8 a 10 pontos. Por força da Lei Complementar 109/09, A CPP deverá fundamentar os conceitos emitidos às praças. A ficha de promoção é elaborada por intermédio do sistema informatizado de recursos humanos (SIRH), onde estão armazenados todos os dados necessários ao cômputo dos pontos. Por isso é importante que cada militar acompanhe e confira a inclusão de seus dados cadastrais junto a Seção de Recursos Humanos (SRH) de sua Unidade. O anexo "B" da ficha de promoção só será juntado às fichas dos candidatos que estejam envolvidos em inquéritos ou processos judiciais ou que estejam condenados, cumprindo pena ou não, ocasião em que o Chefe da SRH da Unidade declarará se o militar está impedido ou não para a promoção. A praça candidata à promoção deverá realizar a conferência de sua ficha, sendo o responsável para comunicar à Administração possível falha que detectar.

MOVIMENTAÇÃO, TRÂNSITO E INSTALAÇÃO (AULA 8)
Referências: Lei nº 5.301, de 16Out69, Resolução nº 3593, de 16Mai01.

MOVIMENTAÇÃO DE PESSOAL
ato administrativo que visa regular a passagem dos oficiais e praças pelas diferentes funções policiais-militares, de modo a satisfazer as necessidades do serviço e distribuir eqüitativamente os ônus e vantagens dele decorrentes. proporciona a todos o conhecimento da tropa e do serviço policial-militar, desenvolvendo o hábito de comandar e de ser comandado,

assegura a permanência de um mínimo necessário de efetivo indispensável à consecução dos objetivos das diversas Unidades da PM.

TIPOS DE MOVIMENTAÇÕES Classificação: movimentação do oficial recém-promovido para uma determinada Unidade; Transferência: movimentação de Oficial ou Praça de uma para outra unidade com autonomia administrativa; Nomeação: movimentação do oficial para uma comissão; Designação: movimentação de Oficial ou Praça, dentro de uma mesma unidade, de uma para outra subunidade, fração ou repartição interna, com ou sem mudança de Sede. FORMAS DE MOVIMENTAÇÃO Por necessidade do serviço: esse tipo de movimentação visa completar os efetivos dos corpos de tropa, isto é das Unidades; bem como possibilitar ao militar sua matrícula nos diversos cursos da Corporação. Por conveniência da disciplina: será feita, em princípio, quando o militar for punido disciplinarmente, tornando-se necessário, de qualquer forma, sua movimentação para manutenção da disciplina. Por interesse próprio: será efetuada quando motivada por solicitação do interessado, em requerimento dirigido à autoridade competente para fazê-la e quando não ocorrer prejuízo para o serviço e a disciplina; no caso de o motivo alegado ser o de sua saúde ou de pessoa de sua família, deverá instruir o requerimento com parecer médico. FINALIDADE DAS MOVIMENTAÇÕES
completar os efetivos dos Corpos de Tropa, Estabelecimentos e Serviços; regularizar a situação do militar, tendo em vista as condições impostas pelas leis e regulamentos; atender aos interesses da disciplina; atender aos interesses individuais ou da saúde do militar ou de pessoa de sua família. promover o desenvolvimento da instrução, através da matrícula em escolas e cursos de formação a ou de aperfeiçoamento;

COMPETÊNCIA PARA MOVIMENTAÇÃO Comandante-Geral: oficiais, inclusive os Coronéis, a exceção do Chefe do Estado-Maior e o do Gabinete Militar, entre todas as unidades da PMMG; Comandantes Regionais e Diretores: transferência de Cap, Ten e Praças, entre unidades integrantes dos respectivos sistemas hierárquicos, isto é, movimentação de uma Unidade para outra que também esteja subordinada ao Comando Regional ou à Diretoria; designação de Oficiais e Praças; Comandantes e Chefes de unidades com autonomia administrativa (Unidades independentes, tanto as operacionais quanto as administrativas): designação de militar de Cap a Sd; Diretor de Recursos Humanos: transferência de militares integrantes de diferentes sistemas hierárquicos, isto é, Unidades que pertençam a comandos distintos, por interesse próprio, com manifestação favorável dos respectivos Comandantes, transferência de militares para início e término de curso, observando as diretrizes expedidas pelo Chefe do EMPM. TRÂNSITO E INSTALAÇÃO Afastamento total do serviço, nos prazos estabelecidos no artigo 112 do Estatuto deo Pessoal da Polícia Militar - EPPM, concedido ao militar movimentado, com mudança de sede e domicílio, em razão de transferência, classificação, nomeação ou designação, na conformidade do EPPM. Permite ao militar preparar sua mudança e instalação na cidade de destino, onde fixará domicílio, especialmente com a família. PERÍODO DO TRÂNSITO oficiais e aspirantes a oficial - 20 (vinte) dias subtenentes e sargentos – 16 (dezesseis) dias cabos e soldados, a 10 (dez) dias. obs.: esses períodos poderão ser ampliados ou reduzidos, não podendo ser inferior a 5 (cinco) dias úteis, qualquer que seja o posto ou graduação do movimentado. TRÂNSITO – PRESCRIÇÕES DIVERSAS quem concede o trânsito é o Comandante da Unidade de origem; militar movimentado por conveniência da disciplina entrará no gozo do trânsito após ter cumprido a punição imposta; militar movimentado a pedido, antes de completado 01 (um) ano da sua última movimentação, não será concedido novo período de trânsito.

CONTINUAÇÃO – AULA 8
MOVIMENTAÇÃO DE PESSOAL/TRÂNSITO E INSTALAÇÃO Ref.: Lei nº 5.301, de 16Out69, Resolução nº 3593, de 16Mai01. 1. MOVIMENTAÇÃO DE PESSOAL 1.1 Definição Dentre os procedimentos administrativos, decorrentes das atividades de administração de recursos humanos, veremos a movimentação de pessoal, normatizada no Título VIII da Lei nº 5.301, de 16out69 – EMEMG. A movimentação do pessoal é o ato administrativo que visa regular a passagem dos oficiais e praças pelas diferentes funções policial-militares, de modo a satisfazer as necessidades do serviço e distribuir eqüitativamente os ônus e vantagens dele decorrentes. Assim, ao mesmo tempo em que a movimentação de pessoal proporciona a todos o conhecimento da tropa e do serviço policial-militar, desenvolvendo o hábito de comandar e de ser comandado, assegura a permanência de um mínimo necessário de efetivo indispensável à consecução dos objetivos das diversas Unidades da PM. Entende-se por movimentação (tipos de movimentação): 1.1.1 Classificação: movimentação do oficial recém-promovido para uma determinada Unidade; 1.1.2 Transferência: movimentação de Oficial ou Praça de uma para outra unidade com autonomia administrativa; 1.1.3 Nomeação: movimentação do oficial para uma comissão; 1.1.4 Designação: movimentação de Oficial ou Praça, dentro de uma mesma unidade, de uma para outra subunidade, fração ou repartição interna, com ou sem mudança de Sede. 1.2. As movimentações acontecerão: 1.2.1 Por necessidade do serviço: esse tipo de movimentação visa completar os efetivos dos corpos de tropa, isto é das Unidades; bem como possibilitar ao militar sua matrícula nos diversos cursos da Corporação. 1.2.4 Por conveniência da disciplina: será feita, em princípio, quando o militar for punido disciplinarmente, tornando-se necessário, de qualquer forma, sua movimentação para manutenção da disciplina. 1.2.3 Por interesse próprio: será efetuada quando motivada por solicitação do interessado, em requerimento dirigido à autoridade competente para fazê-la e quando não ocorrer prejuízo para o serviço e a disciplina; no caso de o motivo alegado ser o de sua saúde ou de pessoa de sua família, deverá instruir o requerimento com parecer médico. 1.3 Finalidade das movimentações A movimentação de pessoal tem por finalidade: 1.3.1 Completar os efetivos dos Corpos de Tropa, Estabelecimentos e Serviços; 1.3.2 Regularizar a situação do militar, tendo em vista as condições impostas pelas leis e regulamentos; 1.3.3 Atender aos interesses da disciplina; 1.3.4 Atender aos interesses individuais ou da saúde do militar ou de pessoa de sua família. 1.3.5 Promover o desenvolvimento da instrução, através da matrícula em escolas e cursos de formação a ou de aperfeiçoamento;

1.4 Competência para movimentação As autoridades competentes para movimentar pessoal militar estão definidas no EPPM, artigo 180, Decreto nº 36885/95 e Resolução nº 3593/2001. Segundo as normas citadas acima, o Governador delegou competência ao CmtGeral para movimentar oficiais, inclusive os Coronéis, a exceção do Chefe do Estado-Maior e o do Gabinete Militar. O Cmt-Geral, por sua vez, delegou competência para movimentação do pessoal, da seguinte forma: 1.4.1 aos Comandantes Regionais e Diretores:

Transferência de Cap, Ten e Praças, entre unidades integrantes dos respectivos sistemas hierárquicos, isto é, movimentação de uma Unidade para outra que também esteja subordinada ao Comando Regional ou à Diretoria;

• Designação de Oficiais e Praças; 1.4.2 aos Comandantes e Chefes de unidades com autonomia administrativa (Unidades independentes, tanto as operacionais quanto as administrativas), para designação de militar de Cap a Sd; 1.4.3 ao Diretor de Recursos Humanos, para transferência de militares integrantes de diferentes sistemas hierárquicos, isto é, Unidades que pertençam a comandos distintos, por interesse próprio, com manifestação favorável dos respectivos Comandantes, e para transferência de militares para início e término de curso, observando as diretrizes expedidas pelo Chefe do EMPM. Existem outros aspectos normativos relativos às movimentações que devem ser observados pela autoridade competente para efetivá-las, dentre os quais destacamos: •
Ao proceder uma movimentação, deve-se observar o interesse do serviço, o custo benefício, a conveniência e a necessidade, a repercussão financeira decorrente desse ato (pagamento de direitos como transporte de mobiliário e do militar, ajuda de custo, etc); Se não existir claro na Unidade de destino, a movimentação é vedada, salvo no caso de permuta; Não serão efetivadas movimentações, de qualquer tipo, exceção feita aos casos de conveniência da disciplina, de militares movimentados há menos de um ano, mesmo que em permuta; Os Cmt, Diretores ou Chefes têm cinco dias, a contar da data da publicação da movimentação, para desligar o militar de sua Unidade e fazê-lo apresentar na Unidade de destino, a exceção dos detentores de cargo administrativo que exija prestação de contas ou conferência patrimonial de bens sob sua responsabilidade, caso em que o prazo máximo para o desligamento será de 30 (trinta) dias, também a partir da data da publicação.

• •

2. TRÂNSITO E INSTALAÇÃO Ref.: Lei nº 5.301, de 16Out69, Resolução nº 3263, de23Jan96. O direito de trânsito e instalação é concedido ao militar movimentado, com mudança de sede e domicílio, em razão de transferência, classificação, nomeação ou designação, na conformidade do EPPM.

Esse direito consiste no afastamento total do serviço, nos prazos estabelecidos no artigo 112 do Estatuto e objetiva permitir ao militar preparar sua mudança e instalação na cidade de destino, onde fixará domicílio, especialmente com a família.
Quem decide sobre a concessão do período de trânsito e instalação é o Comandante da Unidade de origem, isto é, de onde o militar está sendo movimentado, salvo nos casos de gozo posterior, previstos na Resolução nº 3263/1996, que serão decidido pelo Cmt do destino. Os oficiais e aspirantes a oficial tem direito a 20 (vinte) dias de trânsito; os subtenentes e sargentos a 16 (dezesseis) dias e os cabos e soldados, a 10 (dez). Esse período é contado desde a data do desligamento do militar da Unidade de origem até a apresentação na unidade de destino. Em casos especiais, a critério do Comandante-Geral, esses períodos poderão ser ampliados, mediante solicitação fundamentada das autoridades competentes para concessão do benefício. Esse período poderá, ainda, ser reduzido pela autoridade competente para a sua concessão, não podendo ser inferior a 5 (cinco) dias úteis, qualquer que seja o posto ou graduação do movimentado. A redução do período de trânsito e instalação deverá ser publicada, especificando-se formalmente a motivação e os fundamentos do ato, evitando-se a generalização. Isto significa que cada caso é um caso e o Comandante deverá ser bem objetivo ao determinar a redução do período de trânsito do militar movimentado. O militar que for movimentado por conveniência da disciplina entrará em trânsito após ter cumprido a punição imposta.

Ao militar movimentado a pedido, antes de completado 01 (um) ano da sua última movimentação, não será concedido novo período de trânsito.
Por conveniência da administração ou interesse do militar, o gozo do trânsito poderá ser suspenso, devendo, neste caso, ser concedido nos próximos 12 meses. Após a cessão dos fatos que motivaram a suspensão, ex-ofício ou a pedido, o comandante da unidade de destino analisará e decidirá quanto ao período destinado ao trânsito.

CONTAGEM DE TEMPO DE SERVIÇO
CONTAGEM DE TEMPO - DEFINIÇÕES 1. tempo de efetivo serviço:

(AULA 9)

período de tempo contado dia a dia desde a data da inclusão na PMMG e a data em que for realizada a contagem do tempo, deduzindo-se os períodos não computáveis previstos em Lei e/ou acrescentando-se o tempo em dobro de campanha, o de curso universitário, para oficiais do QOS, os períodos de férias anuais não gozadas e férias-prêmio não gozadas e nem convertidas em dinheiro (ambas contadas de forma simples); 2. anos de serviço: são considerados anos de serviço o tempo de efetivo serviço somado aos acréscimos legais, quais sejam: tempo averbado de serviço público federal, estadual e municipal (por exemplo, tempo prestado ao Exército, Marinha ou Aeronáutica, à Prefeitura de BH, etc.); tempo de serviço prestado à atividade pública ou privada, vinculado ao INSS; férias anuais não gozadas, contadas em dobro; férias-prêmio não gozadas nem convertidas em dinheiro, contadas em dobro; arredondamento. 3. arredondamento: o número de dias apurado na contagem de tempo é convertido em anos de 365 dias. Na conversão, os dias restantes acima de 182 dias poderão ser arredondados para 365, a pedido do militar. 4. tempo de serviço de campanha: período passado pelo militar em operações de guerra ou em serviço dela dependente ou decorrente. Se for a pedido do militar, pode ser contado em dobro, como tempo de efetivo serviço. 5. tempo correspondente a curso universitário: Para cada cinco anos de efetivo serviço prestado à PMMG, o Oficial do QOS (quadro de oficiais de saúde) poderá contar, a seu pedido, um ano de tempo acadêmico, até que esse acréscimo atinja o total de anos de duração do curso universitário por ele realizado. 6. férias anuais não gozadas e férias-prêmio não gozadas e nem convertidas em dinheiro: os dias de férias anuais não gozadas e de férias-prêmio não gozadas nem convertidas em dinheiro são considerados tempo de efetivo serviço quando contados simplesmente, só podendo ser usadas para fins de contagem de seu tempo de serviço, a pedido do militar. 7. tempo não computável: licença para tratamento da própria saúde (licença médica com afastamento do serviço) que exceda os 90 (noventa) dias no período de doze meses; licença para tratar de interesse particular (licença sem vencimentos) e por motivo de doença em pessoa da família; ausência e deserção; prisão disciplinar, sem fazer serviço; pena restritiva de liberdade, por sentença condenatória transitada em julgado, caso em que não se computa também o tempo de prisão preventiva; afastamento por motivo de filiação a partido político. O afastamento para fins de candidatura (três meses antes do pleito é computável, desde 1998).

Transferência compulsória para a reserva:trinta anos de efetivo serviço prestados à PMMG, sem os acréscimos legais. Transferência voluntária para a reserva: neste caso, o militar deverá solicitar a contagem de tempo, manifestando sobre os acréscimos legais que deseja computar na apuração. Transferência para a reserva por motivo de diplomação em cargo eletivo: a Administração, de ofício, realizará a contagem de tempo do militar, computando todos os acréscimos a que o mesmo tiver direito, a pedido dele, outros acréscimos legais. Os proventos serão proporcionais, de acordo com o tempo computado, a razão de 1/30 por ano de serviço. Transferência para reserva por motivo de posse em cargo público permanente ou em virtude de permanência, por mais de dois anos, em cargo público civil temporário, não eletivo: o militar não tem direito à remuneração. Reforma: A reforma de militar da ativa é decretada, de ofício, ou por motivo de incapacidade física, ou por decisão de Processo Administrativo-Disciplinar ou de sentença do Tribunal de Justiça Militar. Serão computados os acréscimos constantes nos assentamentos do militar, e, a pedido, outros acréscimos legais. Gratificação por tempo de serviço (qüinqüênio): Pode-se computar, neste caso, a pedido do militar, o tempo de serviço público federal, estadual ou municipal; férias anuais não gozadas (vencidas), contadas em dobro; férias-prêmio não gozadas nem convertidas em dinheiro, contadas em dobro, tempo de serviço vinculado ao INSS, para os servidores que haviam sido incluídos na Corporação até 13jul93, data da Emenda à Constituição do Estado Nº 09, de 13jul93, e o arredondamento. Férias-prêmio: Para a concessão de férias-prêmio, serão computados, a pedido do militar, tempo de serviço relativo a curso universitário, para oficiais do QOS, o tempo de campanha em dobro, o tempo de serviço público prestado no Estado de Minas Gerais (alterado pela Emenda à Constituição Estadual nº 18/95).

Continuação Aula 9- TEXTO COMPLEMENTAR TEMPO DE SERVIÇO
Lei nº 5.301, de 16 de outubro de 1969 (Estatuto dos Militares Estado de Minas Gerais) Art. 159 – a partir da data da inclusão na Polícia Militar, começam os servidores a contar o tempo de serviço. § 1º - Na apuração do tempo de serviço dos servidores, são usadas as seguintes expressões: I – tempo de efetivo serviço; II – anos de serviço. § 2º Definições: I – tempo de efetivo serviço: espaço de tempo contado dia a dia, entre a data inicial da praça ou inclusão e a data de exclusão, transferência para a reserva ou reforma, deduzindo-se, na apuração, os períodos não computáveis e desprezados, os acréscimos previstos na legislação vigente, exceto o tempo dobrado de serviço em campanha, que é considerado efetivo serviço; II – anos de serviço (computáveis para fins de inatividade, cálculo de tempo para efeito de incorporação de gratificações) – soma do tempo de efetivo serviço e dos acréscimos legais. § 3º - O número de dias será convertido em anos, considerando sempre esses como 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias. § 4º Feita a conversão de que trata o parágrafo anterior, os dias restantes até 182 (cento e oitenta e dois) não serão computados, arredondando-se para 1 (um) ano, quando excederem esse número. Art. 160 - Serão considerados de efetivo serviço os dias em que o militar estiver afastado por motivo de: I - férias anuais, escolares e férias-prêmio (férias prêmio – 05 anos de efetivo serviço prestado ao Estado de Minas Gerais – EC18); II - licenças especiais ou previstas no artigo 109 deste Estatuto; III - exercício de outro cargo público em comissões; IV - desempenho de mandato legislativo, federal ou estadual; (inconstitucional -ver Art. 14, § 8º c/c Art. 42, § 2º da CF) V - tempo de serviço público federal, estadual e municipal, comprovado mediante certidão; (inconstitucional - ver EC. 58 e 59 – CE - pode ser contado, mas não como efetivo serviço) VI - licença do militar acidentado em serviço ou acometido de moléstia profissional. Art. 161 - Na contagem de tempo para o efeito de inatividade, computar-se-á o de licença para tratamento de saúde ou baixa hospitalar que não exceda de 90 (noventa) dias, no decurso de 12 (doze) meses. Art. 162 - Na contagem do tempo de serviço para efeito de inatividade e quinquênios, computarse-á, integralmente, o tempo de serviço público prestado à União, aos Estados, aos Municípios, às entidades autárquicas e paraestatais da União e dos Estados, bem como em outras repartições estaduais. Art. 163 - Não se computará como tempo de serviço: I - o de licença para tratamento de saúde que exceda de 90 (noventa) dias no decurso de 12 (doze) meses;

II - o de licença concedida por qualquer outro motivo; III - o de deserção e o de ausência do quartel por mais de 48 (quarenta) e oito horas; IV - prisão disciplinar, com prejuízo do serviço; (Disponibilidade cautelar) V - o de prisão preventiva em processo de que resulte condenação, e o de cumprimento de pena criminal, transitada em julgado. Art. 164 - Entende-se por tempo de serviço em campanha o período em que o militar estiver em operações de guerra ou em serviço dela dependente ou decorrente, ou em que o militar tomar parte, nas mesmas condições, em expedição tendente a restabelecer a ordem interna.
Esclarece sobre a contagem de tempo de serviço dos servidores da Polícia Militar Considerando:

Aviso nº 335, de 29 de julho de 1993

a) o disposto na EC 09 de 12Jul93, que alterou o § 7º do Art. 36 da CE; b) o contido na Lei Complementar nº 28, de 16Jul93, que trata da remuneração de militar transferido para a reserva em decorrência de posse em cargo público civil ou emprego público permanente; c) as disposições da Lei 5.301, de 16Out69, contidas no Título III, Capítulo I e no Título 06; d) as disposições dos artigos 8º e 9º da Lei Delegada nº 37, de 13Jan89; e) as disposições do Art. 31 (Inc. I e § único), Art. 39 (§ 10 e 11) e Art. 282 da CE; f) os esclarecimentos do Aviso 321, de 20Set90; g) as disposições do Art. 14, § 8º, da CF; h) a necessidade de fazer interpretar corretamente, nos assuntos relacionados a contagem de tempo de serviço, as normas constitucionais mencionadas, as disposições estatutárias vigentes, Esclarece: 1. Definições e generalidades a. Tempo de efetivo serviço – espaço de tempo contido dia-a-dia, entre a data de admissão na Polícia Militar e a data em que realizada a contagem, deduzidos os períodos não computáveis, nos termos da lei, ao qual se acrescentam o tempo em dobro de serviço em campanha, o correspondente a curso universitário, os períodos de férias anuais não gozadas e os de férias-prêmio não gozados e nem convertidos em dinheiro. (férias anuais e férias prêmio constadas simples) b. Anos de serviço – soma do tempo de efetivo serviço com os acréscimos legais assim considerados: 1) tempo averbado de serviço público federal, estadual ou municipal; 2) tempo de serviço prestado à atividade pública ou privada, vinculado à previdência social; 3) férias anuais não gozadas, contadas em dobro; 4) férias prêmio não gozadas nem convertidas em dinheiro, contadas em dobro; 5) arredondamento. c. Arredondamento – número de dias apurados na contagem de tempo de serviço convertidos em anos, considerados esses como 365 dias. Feita a conversão, os dias restantes até 182 não serão computados. Porém, quando excederem a esse número, poderão ser arredondados para um ano, sempre a pedido do militar. d. Tempo de serviço em campanha – é o período passado pelo militar em operações de guerra ou em serviço dela dependente ou decorrente. Pode ser contado em dobro, a pedido do militar, como tempo de efetivo serviço.

e. Tempo correspondente a curso universitário – o oficial do QOS poderá contar, a pedido, um ano de tempo acadêmico para cada cinco anos de efetivo serviço, prestando a PMMG, até que este acréscimo perfaça o total de anos de duração do seu curso universitário.

f. Férias anuais não gozadas e de férias-prêmio não gozadas nem convertidas em dinheiro. Os dias de férias anuais não gozadas e de férias-prêmio não gozadas e nem convertidas em dinheiro serão considerados como tempo de efetivo serviço quando computados simplesmente, e só podem ser considerados para fins de contagem de tempo a pedido do militar. g. Tempo não computável – não são computáveis, como tempo de serviço, os períodos correspondentes a: 1) licença para tratamento da própria saúde que exceda noventa dias no período de um ano; 2) licença para tratar de interesse particular e por motivo de doença em pessoa da família; 3) ausência e deserção; 4) prisão disciplinar sem fazer serviço; 5) pena restritiva de liberdade, por sentença transitado em julgado, caso em que não se computa também o tempo de prisão preventiva; 6) (revogado pelo aviso 351 de 21fev97) afastamento por motivo de filiação a partido político * aviso 352, de 26nov98 – o tempo de afastamento do militar que se candidatar a cargo eletivo, correspondnete aos 03 (três) meses que antecedem o pleito eleitoral será computado, na Polícia Militar, como tempo de efetivo serviço”.

2. Contagem de tempo a. Finalidade A contagem de tempo de serviço do militar se destina aos seguintes itens: 1) 2) 3) 4) 5) transferência para a inatividade; concessão de gratificação por tempo de serviço (quinquênio); concessão de adicional trintenário; concessão de férias-prêmio; concessão de certidões.

b. realização da contagem de tempo, segundo os seus fins. 1) transferência para a inatividade a) transferência compulsória para a reserva A transferencia compulsória para a reserva se dá aos trinta anos (líquidos) de efetivo serviço. Para decretá-la a administração contará o tempo de efetivo serviço do militar desde a sua admissão, mas não computará os acréscimos de tempo dobrado de campanha, de tempo relativo a curso universitário, nem os dias de férias anuais não gozadas e de férias-prêmio não gozadas nem convertidas em, dinheiro. b) transferência voluntária para a reserva Ao solicitar contagem de tempo para fins de transferência para a reserva, o militar se manifestará sobre os acréscimos legais que deseja ver computados na apuração, Inclusive declarando conhecer as eventuais perdas de direitos decorrentes. Assim poderá:

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apurar seu tempo de efetivo serviço, computando tempo dobrado de campanha, ou tempo correspondente a curso universitário ou, ainda, os dias de férias anuais não gozadas e férias-prêmio não gozadas nem convertidas em dinheiro; se nessas condições, contar trinta anos de efetivo serviço. Será transferido para a reserva com direito a gratificação por tempo de serviço. aquisição de férias-prêmio relativas ao terceiro decênio e promoção trintenária se satisfizer os requisitos legais exigidos para esta (interstício, desimpedimento, etc.) apurar seu tempo de serviço (anos de serviço) computando tempo de serviço público federal, estadual ou municipal; tempo de serviço prestado em atividade pública ou privada sob o regime geral de previdência social; férias-prêmio não gozadas nem, convertidas em dinheiro, contadas em dobro; férias anuais não gozadas, contadas em dobro e arredondamento. Se nessas circunstâncias, contar trinta anos de serviço, será transferido para a reserva sem direito, entretanto, à promoção trintenária e às férias prêmio do 3º decênio. c) transferência para a reserva por motivo de diplomação em cargo eletivo

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Na ocorrência de tal hipótese a administração computará, de ofício, na contagem de tempo do militar, todos os acréscimos que o mesmo tiver direito, com base em seus assentamentos e, a pedido, outros acréscimos legais já mencionados neste aviso. d) transferência para a reserva por motivo de posse em cargo público permanente ou em virtude de permanência, por mais de dois anos em cargo público civil temporário A transferência para a reserva nessas situações será sem remuneração. A contagem de tempo, para efeito de expedição de certidão, será feita conforme os registros nos assentamentos do servidor (ver Lei Complementar nº 028, de 16jul93) e) Reforma A reforma de militar da ativa será decretada, de ofício, por motivo de incapacidade física, de decisão em Conselho de Disciplina (praças) ou em sentença do Tribunal de Justiça Militar (oficiais). Nos casos de reforma, a contagem de tempo será processada nas mesmas condições previstas para a transferência para a reserva tratadas no subitem “c” acima. 2) Gratificação por tempo de serviço (quinquênio) É definida a cada cinco anos de serviço, computando-se, na apuração desse tempo, a pedido do militar, os acréscimos relativos a: tempo de serviço público federal, estadual ou municipal; férias anuais não gozadas, contadas em dobro; férias-prêmio não gozadas nem convertidas em dinheiro, contadas em dobro, e arredondamento. As férias anuais neste caso, contadas em dobro, são aquelas que não puderem mais ser gozadas (não se consideram as do ano corrente e as do ano imediatamente anterior, exceto quando da transferência para a inatividade). O tempo vinculado à previdência social será computado para efeito de concessão de gratificação de tempo de serviço, desde que o servidor tenha, pelo menos, protocolado em sua unidade, pedido de averbação (requerimento) até 13jul93. * Instrução de Pessoal 091/96 – DP – O tempo vinculado ao INSS será computado para efeito de concessão de gratificação de tempo de serviço, desde que tal tempo tenha sido prestado até 13jul93, mesmo que comprovado por certidão daquele instituto, expedida com dada posterior. Isto é aplicado àqueles que, em 13 de julho de 1993, já eram servidores públicos civis ou militares, do Estado de Minas Gerais. Para concessão da gratificação, ainda que o tempo averbado seja suficiente até a data citada, somar-se-á o que lhe for superveniente (agora somente o da atividade pública) (alterado pelo Aviso nº 343, de 13Dez94).

EC57/2003 – criou o prêmio por produtividade para os servidores nomeados após a publicação da Emenda, mas manteve os 10% para aqueles que já eram servidores (modificou CE nos Art. 112, 113, 114, 115, 116, 117, 118, 119, 120 e 121). 3) Adicional Trintenário

É deferido ao militar que contar trinta anos de serviço, para o que a contagem de tempo é processada com os mesmos acréscimos permitidos para quinquênio.
4) Férias Prêmio São concedidas a cada dez anos de efetivo exercício do serviço público. Na contagem de tempo realizada para fins de concessão de férias-prêmio serão computadas, a pedido do militar: o relativo a curso universitário, o tempo dobrado de serviço em campanha, o tempo de serviço prestado à União, Estado ou Município. (05 anos EC 18 – cita ainda 05 anos de efetivo exercício no serviço público do Estado de Minas Gerais) Na contagem de tempo para transferência para a inatividade, poderão, ainda ser computadas as férias anuais e as férias-prêmio não gozadas e nem convertidas em dinheiro, de forma simples. Nesta situação o militar poderá se beneficiar, na transferência para a inatividade, da contagem daquelas férias para completar o respectivo decênio. EC 57/2003 – Art. 114 - É garantida a contagem em dobro das férias-prêmio não gozadas: I – para fins de concessão de aposentadoria, as férias-prêmio adquiridas até a data da publicação da ECF nº 20; II – para fins de percepção de adicionais por tempo de serviço... Art. 117 – Fica assegurado ao servidor público civil e ao militar, quando de sua aposentadoria, o direito de converter em espécie as férias-prêmio adquiridas até 29Fev04 e não gozadas... Art. 118 – Ao servidor público civil e ao militar do Estado de Minas Gerais em exercício na data de publicação desta emenda à Constituição que for nomeado para outro cargo no Estado em razão de aprovação em concurso público fica assegurado o direito à percepção dos adicionais por tempo de serviço e das férias-prêmio adquiridos e a adquirir. Ver Resolução nº 3812, de 04 de maio de 2005.
5) Compete exclusivamente ao Centro de Administração de Pessoal (CAP), nos termos da Resolução nº 2433, de 08Ago90, expedir certidão de tempo de serviço ao ex-militar e ao ex-servidor civil da Polícia Militar, para fins de comprovação de direito junto a órgãos externos. Quando se tratar de militar inativo, deverá constar no documento o registro de que o tempo certificado serviu, na Polícia Militar, para fins de transferência para a inatividade, taxação de proventos e concessão de vantagens.

2. Orientações Finais a. Deverão ser comprovadas por certidão original expedida pelo órgão competente: 1) o tempo de serviço público federal, estadual ou municipal; 2) o tempo de serviço prestado a entidades públicas ou privadas, sob o regime geral da previdência social, quando do pedido de transferência para a inatividade. (primeiro tenho que averbar para após pedir transferência para a inatividade) a) Em se tratando de atividade rural privada, para cujas declarações tem-se verificado algumas eivas fraudulentas, o Cmt da Unidade em que pertencer o interessado obriga-se a instaurar uma sindicância regular para apuração da autenticidade do tempo de serviço que se pretende averbar, ainda que expressamente declarado por dirigente de sindicato, associação ou qualquer entidade representativa de trabalhadores rurais, ou por empregador rural, ou qualquer outra pessoa, tenha ou não sido a respectiva prova – material ou testemunhal – passada por homologação de representante do Ministério Público ou por justificação judicial ou administrativa. (alterado pelo aviso 337, de 26Jan94).

b) Se autêntica a prova, o requerimento do interessado e a declaração do INSS, instruídos das cópias do relatório e da solução da respectiva sindicância regular, serão encaminhados ao Centro de Administração de Pessoal (CAP) para averbação do tempo de serviço apurado e declarado. (alterado pelo Aviso nº 337, de 26Jan94) c) Constatada a existência de fraude ou qualquer meio espúrio, o Cmt da unidade a que pertencer o interessado declarará insubsistente o processo de contagem de tempo de serviço e adotará as medidas administrativo-disciplinares e de polícia judiciário-militar que a situação exigir, de cujos atos decisórios conclusivos remeterá cópias ao CAP. (alterado pelo Aviso 337) b. O cômputo de acréscimos mencionados na alínea numérica 1) do subparágrafo anterior, em contagem de tempo realizada para qualquer fim, só poderá ser procedido após averbação, pelo CAP, das respectivas certidões. O tempo de serviço vinculado à previdência social que não se enquadre nas situações previstas no item 2.b.2), somente será computado para fins de transferência para inatividade . (alterado pelo Aviso 343, de 13Dez94) (2.b.2) é deferida a cada 5 anos de serviço, computando-se na apuração deste tempo, a pedido do militar, os acréscimos relativos a: tempo de serviço público federal, estadual ou municipal, férias anuais não gozadas, contadas em dobro; férias prêmio não gozadas nem convertidas em dinheiro, contadas em dobro e arredondamento. As férias anuais neste caso, contadas em dobro, são aquelas que não puderem mais ser gozadas (não se consideram a do ano corrente e as do ano imediatamente anterior, exceto quando da transferência para a inatividade)). c. O tempo de serviço anteriormente prestado à Polícia Militar considerado sempre como efetivo serviço, será averbado pelo CAP. 1) Compulsória e automaticamente, no momento da readmissão, quando o ex-militar tiver sido readmitido com os direitos previstos no Art. 156, § 2º e 4º, e no artigo 157 da Lei nº 5.301/69
Art. 156 - Não será readmitida a praça excluída disciplinarmente da Polícia Militar. (...) § 2º - A readmissão, na Polícia Militar, com rematrícula em curso do Departamento de Instrução, será regulada pelo Regulamento da Escola. (...) § 4º - A praça graduada, portadora de curso da Corporação, ao ser reincluída na Polícia Militar, terá direito a todas as vantagens do curso, inclusive concorrer a promoção, desde que o período de afastamento não tenha sido superior a 5 (cinco) anos. Art. 157 - O Oficial que, a pedido, tiver sido excluído do serviço ativo da Polícia Militar, só poderá nele ser readmitido por ato do Governador do Estado, caso haja interesse da Corporação e satisfaça a todas as condições de ingresso previstas nos números 3, 4 e 5, letra "a", item III do artigo 5º deste Estatuto e no item III do parágrafo 1º do artigo anterior. Parágrafo único - A readmissão prevista no artigo se dará no posto em que tenha sido demitido e quando o afastamento não tenha ultrapassado 5(cinco) anos.

2)

A pedido do militar nos casos de nova admissão, mediante concurso.

3. os servidores da corporação que pretenderem se valer da contagem de tempo de serviço prestado a atividade pública ou privada, vinculado à previdência social, somente poderão postular essa pretensão quando da transferência para a inatividade, se militar, ou da aposentadoria, se civil. Os militares transferidos para a inatividade antes de 21Set89, contando referido tempo de serviço, terão direito aos adicionais a partir da vigência da Constituição. 4. Fica revogado o aviso 326, de 14Mar91, com as modificações do Aviso nº 328, de 28Jun91. 5. Por intermédio da Res. 3806, de 10Mar05, subdelegou competência ao DRH para a prática da transferência para os quadros da reserva, sem promoção trintenária, dos oficiais e praças da Corporação e reforma de oficiais e praças a pedido, por incapacidade física e por limite de idade.

DIÁRIA DE VIAGEM
Resolução Nº 3559, de 28 de novembro de 2008.

(AULA 10)

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O militar que se deslocar de sua sede, eventualmente, por motivo de serviço, terá direito à percepção de diária de viagem para fazer face às despesas com alimentação e pousada. PA (parcela de alimentação)+ PP (parcela de pousada) de mesmo valor = Diária integral A diária é devida por fração de dia de afastamento, tomando-se como termo inicial e final para a contagem dos dias a hora de partida e chegada na sede. Diária integral – mais de 12 horas com pernoite.

POUSADA – É O ATO ATRAVÉS DO QUAL O MILITAR HOSPEDA-SE TEMPORARIAMENTE EM HOTEL, ALBERGARIA, ESTALAGEM, POUSADA, HOSPEDARIA OU RESIDÊNCIA, OU CUMPRE DETERMINADA DILIGÊNCIA DO SERVIÇO PÚBLICO, DURANTE O PERÍODO NOTURNO, EM ACAMPAMENTOS, NO INTERIOR DE VIATURAS OU EM DESLOCAMENTO DE LONGA DURAÇÃO.

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De 6 a 12 horas – uma PA. Quando o militar tiver alimentação ou pousada gratuitos – poderá receber ½ PA para despesas em deslocamento. Os Diretores, Comandantes ou Chefes poderão arbitrar quantidade de diárias abaixo dos valores vencidos, observando características da diligência, duração, quantidade de militares envolvidos. A concessão de diária é de competência do Comandante Geral, o Chefe do Gabinete Militar e o Chefe do EMPM. Por delegação, no mês: 1)Comandos Intermediários – até 8 DI; 2) Comandantes de Unidades de Execução – até 6 DI; 3) Comandantes de Cias e Pel Destacados - até 4 DI. Quando o período de afastamento se estender até o exercício (mês) seguinte, a despesa recairá no mês que iniciou. A concessão de diária acima dos limites previstos fica sujeita à autorização do Chefe do EMPM, mediante prévia solicitação do Comando Intermediário, após esgotada a sua competência.

A DIÁRIA NÃO É DEVIDA NAS SEGUINTES SITUAÇÕES • • • I – No período de trânsito; II – DSP menor que seis horas; III – deslocamento para localidade onde o militar tem sede ( região compreendida dentro dos limites geográficos do município ou distrito, em que se localiza uma Unidade ou Fração da PM e onde o militar tem exercício.) IV – Regiões conurbadas;

V - Nos deslocamentos em que sair de sua sede para cumprir escala de serviço, especialmente no policiamento de tipo rodoviário, florestal e de mananciais. VI – Distância entre os munícipios inferior a 50 KM. É VEDADO O PAGAMENTO DE DIÁRIA CUMULATIVAMENTE COM OUTRA RETRIBUIÇÃO DE CARÁTER INDENIZATÓRIO DE DESPESAS DE ALIMENTAÇÃO E POUSADA. • • • • Consulta no HPM, COdont ou clínica especializada – 1 PA + transporte; Audiências na AJME – transporte e uma diária integral. Se figurar como acusado no processo e a ação for considerada legítima – fará jus as parcelas correspondentes ao período de duração da diligência. Diárias não cobrem as despesas devidas – poderá receber a complementação desse valor, mediante comprovação das despesas pagas, através de notas fiscais, faturas em nome do militar. Quando se tratar de transporte aéreo, o fornecimento de passagens somente poderá ser autorizado pelo Chefe do EMPM. O militar não terá direito a diárias, caso extravie o relatório de viagem, devendo devolvê-las se já as tiver recebido. Constitui infração disciplinar grave, punível na forma da lei, conceder ou receber diária indevidamente, sem prejuízo de outras cominações legais.

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Responderão solidariamente pela indevida concessão de diárias:
I – O Ordenador de Despesas; II – Chefe da SOFI; III – Chefe da SRH; IV – todo aquele que inserir informações errôneas no relatório ou assiná-lo com informação parcial ou inadequada, ou mesmo em branco.

AJUDA DE CUSTO
Lei Delegada 37, de 13Jan1989 Resolução nº 3507, de 17Set1999 Instrução de Pessoal nº 192, de 16Mar2001

(Cont. Aula 10)

O que é?
É uma indenização paga pelo Estado para custear as despesas de mudança e instalação, exceto as de transporte. Será paga em quais situações? I – Movimentação por conveniência do serviço, com mudança de sede e desligamento da organização onde exerce suas atividades; II – Movimentação para cursos de interesse da Polícia Militar: a) Igual ou superior a 30 dias e inferior a 3 meses – UMA ajuda de custo; b) De 3 a 6 meses – UMA na ida e ½ ao retornar (para sua unidade de destino); c) Superior a 6 meses – Duas ajudas de custo, sendo uma na ida e outra ao retornar; III – Transferência para a inatividade, desde que vá residir em local diverso da sede onde servia, salvo se o for em virtude de sentença judicial ou em decorrência de processo administrativo - UMA ajuda de custo. * Não fará jus o militar que tiver sido movimentado, por interesse próprio, no prazo mínimo de seis meses que anteceder a sua transferência para a inatividade. * Prescreve em 90 dias, a partir do ato de transferência para a inatividade, o prazo em que o militar deverá se manifestar para o recebimento da ajuda de custo, mediante comprovação de mudança de domicílio.
MUDANÇA DE DOMICÍLIO IMPLICA NA TRANSFERÊNCIA EFETIVA DA RESIDÊNCIA DO MILITAR, COM ÂNIMO DEFINITIVO, PARA LOCALIDADE DIFERENTE DA QUE RESIDIA.

A ajuda de custo compõem-se de parte fixa e parte variável. Parte fixa – um mês de vencimento; Parte variável – Até três vezes o valor da parte fixa, mediante comprovação de despesa. O militar que for desligado de curso ou escola por falta de aproveitamento ou trancamento voluntário de matrícula, não devolverá a ajuda de custo nas seguintes situações: Curso com duração superior a 3 meses, somente se tiver freqüentado mais da metade do curso; Curso superior a 30 dias e inferior a 3 meses – somente se tiver freqüentado mais de 2/3 do período do curso. Prazo para devolução – 60 dias, a contar do desligamento do curso.

NAS REGIÕES CONURBADAS, ASSIM CONSIDERADAS AS CIRCUNSCRIÇÕES DE DOIS OU MAIS MUNICÍPIOS E/OU DISTRITOS, DISPOSTOS UM EM PROLONGAMENTO DO OUTRO, COM EDIFICAÇÕES E VIAS SEQUENCIAIS, O SIMPLES DESLOCAMENTO DO MILITAR, SEM FIXAÇÃO COMPROVADA DE NOVA RESIDÊNCIA, NÃO GERA DIREITO À PERCEPÇÃO DE AJUDA DE CUSTO. EXEMPLO : Um militar foi transferido para a reserva remunerada através da publicação em BGPM datado de 05Jan2010. Apresentou requerimento pleiteando o pagamento de ajuda de custo, sob a alegação de que não iria continuar residindo na localidade onde trabalhava, tendo sido deferido em 09Abr2010. Apesar do requerimento tempestivo, o militar não se mudou à época, só o fazendo sete meses depois. Neste caso, o militar ainda faria jus ao recebimento da indenização pleiteada? Resposta : NÃO Por que? Embora o Art. 62 da Resolução nº 3507, de 17 de setembro de 1999, prevê que o militar transferido para a reserva remunerada deverá formalizar, até 90 dias após a publicação do respectivo ato, o pedido que o habilitará receber ajuda de custo, a IP 192/2001-DRH que define procedimentos sobre pagamento de ajuda de custo, prevê que o requerimento deve conter documento comprobatório da mudança de domicílio (Art. 7º). Desta forma, o militar, ao passar para a inatividade, tem até 90 dias para mudar o seu domicílio, diferente do município sede onde trabalhava, e comprovar para fins de recebimento de ajuda de custo.

Texto complementar - (Diária de Viagem/Ajuda de custo/Substituição Temporária)

DIREITOS DIVERSOS

(Diária de Viagem/Ajuda de custo/Substituição Temporária) Referência: Lei Delegada nº 37, de 13Jan89 Decreto 41515, de 29dez00 Decreto nº 33575, de 13maio92 Resolução 3507, de 17Set99 A ajuda de custo e a diária de viagem são indenizações previstas na Lei Delegada nº 37/89, Lei essa que reestruturou a remuneração do pessoal da Polícia Militar, trazendo mudanças significativas no nosso Estatuto de Pessoal. Entende-se por indenização, o quantitativo em dinheiro devido a que o militar tem direito, com o objetivo de ressarcir despesas impostas pelo exercício de suas atividades e atribuições, bem como valores devidos à família do militar, para cobertura de despesas com o sepultamento e a pensão acidentária estabelecida em virtude de seu falecimento em serviço. Várias são as despesas impostas ao militar em razão do serviço, quais sejam despesas com alimentação e/ou pousada (diária de viagem), com transporte (passagem terrestre ou aérea), com mudança de sede, no caso de transferência (ajuda de custo e transporte de mobiliário), com aquisição de fardamento, entre outras. Nesta aula, em razão do tempo disponível, veremos apenas a diária e a ajuda de custo. Entretanto, esclarecimentos acerca de outras indenizações, estaremos sempre prontos a lhes prestar. É só enviar o email com o questionamento. 1. AJUDA DE CUSTO: Ajuda-de-Custo é a quantia destinada à indenização de despesas com mudança e instalação do militar, exceto as de transporte que é paga separadamente. A Ajuda-de-Custo compõe-se de uma parte fixa que é igual a um mês de vencimento do posto ou graduação da época do desligamento para onde irá servir ou da publicação da transferência para a reserva remunerada, além de outra parte variável que será paga em caso de necessidade de complementação da parte fixa, até o limite de 3 (três) vezes a parte fixa, isto é, até três vencimentos, mediante comprovação da despesa. O militar terá o direito à Ajuda-de-Custo quando movimentado por necessidade do serviço, tendo que mudar de cidade e ser desligado da Unidade onde servia, fazendo jus à uma Ajudade-Custo. Quando movimentado para participar de cursos de interesse da Polícia Militar, com duração superior a 6 (seis) meses, perceberá uma Ajuda-de-Custo na ida e outra ao retornar; curso com duração entre 3 (três) e 6 (seis) meses, perceberá uma Ajuda-de-Custo na ida e metade do valor correspondente, ao retornar, obviamente, para a Unidade de Origem, e com duração igual ou superior a 30 (trinta) dias e inferior a 3 (três) meses, perceberá uma Ajuda-de-Custo. Também terá direito a uma Ajuda-de-Custo, o militar for transferido para a inatividade, desde que não seja em virtude de sentença judicial ou em decorrência de processo administrativo, desde que vá residir em local diverso da sede onde servia. Perde o direito à Ajuda-de-Custo o militar desligado de curso ou escola por falta de aproveitamento ou trancamento voluntário de matrícula, a menos que o desligamento tenha se dado por motivo de força maior, não provocado pelo militar, fazendo ele jus ao correspondente ao tempo em que freqüentou o curso, conforme demonstrado acima. O militar transferido para a reserva remunerada deverá formalizar, até 90 (noventa) dias após a publicação do respectivo ato, o requerimento solicitando a Ajuda-de-Custo, sendo o Cmt da Unidade onde servia, a autoridade competente para solucionar p pedido Quando se tratar de movimentação e desligamento, o pagamento da indenização de que trata este Capítulo deverá acontecer na Unidade de origem, por ocasião do desligamento do desligamento.

Ressalte-se que o militar que for movimentado entre cidades ou distritos conurbados, isto é, municípios e/ou distritos dispostos um em prolongamento do outro, com edificações e vias seqüenciais, o simples deslocamento do militar, sem fixação comprovada de nova residência, não gera direito à percepção de Ajuda-de-Custo. Ocorre que, neste caso, o militar é transferido, mas continua morando na mesma região conurbada, em outro município, deslocando-se todos os dias para exercer suas atividades. Lembre-se que o fator gerador do direito a Ajuda-de- Custo é a fixação de novo domícilio na localidade sede onde irá trabalhar, assim entendendo a administração como o local onde irá residir com ânimo definitivo. 2. DIÁRIA DE VIAGEM Diárias são indenizações destinadas a atender as despesas de alimentação e de pousada devidas ao militar que se deslocar de sua sede por motivo de serviço, entendendo-se como sede a região compreendida dentro dos limites geográficos do município ou distrito, em que se localiza uma Unidade e onde o militar exerce suas atividades. O valor de uma diária é fixado em tabela própria. A diária integral compreende as parcelas de alimentação e de pousada, tendo ambas o mesmo valor. A diária será integral será concedida quando o afastamento se der por um dia ou por mais de 12 (doze) horas e exigir pousada do militar fora da sede onde serve. Será apenas a parcela de alimentação quando o afastamento se der por mais de 6 (seis) horas e até 12 (doze) horas. Ao militar que dispuser de alojamento ou alimentação oficial, assegurado pelo Estado, fará jus a metade de uma diária integral. Para fins de concessão de diárias, conta-se o período de afastamento a partir da hora de partida da sede até a chegada na sede, já no retorno, no final da diligência, verificando-se o número de dias ou fração de dia correspondente. O Cmt-Geral poderá estabelecer o limite máximo de diárias a serem concedidas, em casos especiais ou em diligências de longa duração. A diária não é devida nas seguintes situações: I- no período de trânsito, ao militar que, por motivo de classificação ou transferência, tiver que mudar de sede, exceto durante o deslocamento; II- quando o deslocamento do militar durar menos de 6 (seis) horas; III- quando o deslocamento se der para localidade onde o militar tem sede; IV- quando relativa a sábado, domingo ou feriado, salvo se a permanência do militar fora da sede nesses dias tiver a respectiva prestação de contas aprovadas pela autoridade que determinar a diligência; V- nos deslocamentos em cidades conurbadas, que serão definidas pelo Comandante-Geral. Caso o valor da diária recebida tenha sido insuficiente para o pagamento das indenizações, o militar poderá receber a complementação desse valor, mediante a comprovação das despesas efetivamente pagas e desde que também justificadas, já que o valor correspondente às diárias pode ser pago antecipadamente. Em todos os casos de deslocamentos para viagem, o militar é obrigado a apresentar relatório de viagem, constando local, data e horário do início e término da diligência, mesmo que tenha realizado a diligência em locais diversos, sendo que fará constar apenas o primeiro e o último. A concessão e o pagamento de diária condicionam-se à existência de crédito orçamentário e disponibilidade financeira na Corporação. O militar da Reserva ou Reformado que se deslocar

da localidade onde reside, por motivo de serviço público, fará jus à percepção de diária para custeio de despesas de alimentação e pousada. São competentes para autorizar a concessão de diárias- o Comandante-Geral, o Chefe do Estado-Maior e o Chefe do Gabinete Militar, ficando delegada competência para concessão de diárias, a um mesmo militar, no mês considerado, às seguintes autoridades, nos limites incalculáveis, de: I – Diretores, Comandantes Regionais e Comandante da APM: até 08 (oito) diárias; II - Comandantes de Unidades de Execução Operacional, de Apoio, de Cia PM e BM Independentes e Chefes de Seções do EMPM: até 06 (seis) diárias; III - Comandantes de Cias e Pel Destacados: até 04 (quatro) diárias. Para os militares empregados em apoio ao pessoal de fiscalização da Secretaria de Estado da Fazenda, o limite será de 04 (quatro) diárias. A concessão de diárias acima dos limites estabelecidos anteriormente, fica sujeita à autorização expressa do Chefe do EMPM, mediante prévia solicitação do Comando Intermediário, após esgotada a sua competência, isto é, até oito diárias. Deve-se ressaltar que o militar poderá receber diária quando tiver que se deslocar do interior para realizar consultas no HPM, após avaliação do custo benefício pelo Cmt da Unidade. No caso de audiências na Justiça Militar, o militar terá direito à diária e ao transporte, conforme limites especificados em lei. Não deixem de consultar a legislação da referência, caso queiram saber mais sobre o assunto. 3. SUBSTITUIÇÃO TEMPORÁRIA Trata-se de uma gratificação, portanto, é vencimento, pago ao militar que se encontrar no exercício de cargo privativo de posto ou graduação superior ao seu. Neste caso, o militar só será considerado no exercício interino do cargo ou função, para efeito de percepção de substituição temporária quando for designado por ato formal, próprio, decorrente da existência de claro no efetivo da unidade. Para funções administrativas, onde o militar não irá exercer atividade de linha sobre outros militares, a designação é poder discricionário do Comandante, devendo a autoridade embasar a decisão em suas observações pessoais, referente aos méritos dos concorrentes, principalmente nos aspectos de qualificação profissional, dedicação e capacidade para o exercício do cargo/função. O ato discricionário de que trata a norma refere-se apenas a decisão de escolha do militar para assumir o cargo/função vago e nada tem haver com a arbitrariedade de se colocar um militar na função sem que haja claro no efetivo da unidade, sob pena de responsabilidade. Para cargo ou função situado na linha direta de comando, observado o disposto no art. 4º da Resolução nº 3507/99, só será admitida substituição temporária sob o critério de precedência hierárquica. Isto equivale dizer que é proibido o chamado “rodízio” nas companhias operacionais, sendo que, havendo o claro, o direito é líquido e certo do militar mais antigo. Ainda, é importante salientar que o Comandante não é obrigado a designar militar para preencher claro existente no efetivo da unidade, só o fazendo se julgar conveniente e se o militar for realmente exercer a função para a qual está sendo designado.

Destaca-se também alguns pontos importantes da norma: a) Os soldados não concorrem a substituição temporária, sendo que para os cargos/funções privativos de subtenentes e sargentos concorrerão somente os cabos; b) Para os cargos/funções privativos de tenentes concorrerão os Aspirantes possuidores do período de arregimentação e os Subtenentes. Caso não haja na unidade militar em condição de substituir na forma prevista na norma poderá ser designado um 1º Sargento; c) Os militares pertencentes a frações destacadas não concorrem a substituição temporária na sede da unidade, exceto à do Comandante; do mesmo modo, os militares empregados na sede da unidade não concorrem às substituições nas frações destacadas.