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http://jn.sapo.pt/2008/05/17/primeiro_plano/associacao_professores_prefere_model.html
Associação de Professores
prefere modelo finlandês

A Associação de Professores de Português (APP)
defende o modelo de provas de aferição praticado na
Finlândia são provas anuais, feitas por uma amostra
de alunos, a todos os graus de ensino e disciplinas.
Ou seja, de acordo com Paulo Feytor Pinto, para o
modelo ser "realmente" eficaz e até "mais económico"
os alunos do 1º ao 12º ano deveriam fazer provas de
aferição. Duas por ano, escolhendo-se rotativamente,
alunos, graus e disciplinas. Só assim, se "aferiria o
estado do sistema", argumenta. Os exames de acesso
ao Ensino Superior deviam ser feitos pelas
instituições, também à semelhança do que se passa
noutros países europeus, frisou. O presidente da APP
considera que a "previsibilidade" de se saber quem
faz as provas - 4º e 6º anos a Língua Portuguesa e
Matemática - "pode condicionar a forma como as
aulas são dadas". Por exemplo, pode levar os
docentes a negligenciar a matéria que sabem não
sairá nos exames. Tanto Paulo Feytor Pinto como o
secretário-geral da Fenprof não reconhecem
"consequências" às provas de aferição. Mário
Nogueira, tal como o presidente da APP, considera
que o modelo não deveria ser generalizado mas feito
por amostra e alargado a mais níveis e disciplinas.
Ambos criticaram ao JN a divulgação "tardia" dos
resultados. Se fossem revelados mais cedo podiam
proporcionar eventuais alterações dos currículos,
frisou Nogueira.

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