Ministério da Igreja

IBADEP Instituto Bíblico da Assembléia de Deus Ensino e pesquisa

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IBADEP - Instituto Bíblico da Assembléia de Deus Ensino e Pesquisa
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AEADEPAR - Associação Educacional das
Assembléias de Deus no Estado do Paraná

IB A D E P - Ins tit uto B íbl ic o das A ss e m b lé ia s de Deus
no E s ta d o do Par an á
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C om aux ílio de ad aptação e e sb oç o de vários ensinadores.Abril/2005 Todos os direitos reserv ad os ao IB A D E P .Administração e Liderança P e s q u is a d o e adaptado pe la E qu i pe Redato ri al para Curs o e xcl us iv o do 1BADEP . 4 a E di ção .Ins tit uto Bíblico das Igrejas E v a ng é lic as A ss e m bl é ia s de Deus do Esta do do Paraná.

Pr.2o Tesoureiro IBAD EP Pr. Gilmar Antonio de Andrade .2o Secretário Simão Bilek .2o Tesoureiro A E A D E P A R .2o Secretário Pr.Relator Israel Sodré .C onselho de A d m in istr a ç ã o Pr. Gessé da Silva dos Santos . Pr.I o Vice-Presidente Moisés Lacour . Pr. Hércules Carvalho Denobi .Conselho D eliberativo Pr. Pr. Perci Fontoura .I o Secretário Ev. Pr. José Polini . Pr.I o Tesoureiro Ev.2o Vice-Presidente Ival Theodoro da Silva .Presidente Pr.Vice-Presidente Ev.Coord. José Alves da Silva .Membro Jamerson Xavier de Souza .Presidente Israel Sodré .I o Tesoureiro Mirislan Douglas Scheffel . Pr. Pr. Pr.Membro A E A D E P A R . José Carlos Teodoro Delfino .Membro Mirislan Douglas Scheffel .Presidente de Honra José Alves da Silva . Pr. Pr.Presidente Ival Teodoro da Silva . Pr.Diretorias CIEADEP Pr. José Pimentel de Carvalho .Coord. Robson José Brito . Financeiro . Administrativo Pr.I o Secretário Carlos Soares .Membro Moisés Lacour . Darlan Nylton Scheffel . Pr.Membro Carlos Soares . Pr.Membro Daniel Sales Acioli . Pr.Membro Simão Bilek .

5. 5) Na neces sidad e ab sol ut a do novo nasc ime nto pela fé em Cristo e pelo p o d e r atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus.1-6 e Cl 2 .9). 3) Na concep ção virginal de Jesus.23 e At 3.14-17).4.14. em nome do Pai. Mt 28. 3. 2) Na inspiração verbal da Bíblia Sagrada.Cremos 1) E m um só Deus.29). Rm 8. e que s om ent e o arr ep en dim en to e a fé na obra ex pi at ór ia e re de nt or a de Jesus Cristo é que pode res tau rá -l o a Deus (Rm 3.19). na salvação presente e pe rfeita e na eterna j u s ti fi c a ç ã o da alma recebid os gra tuitam en te de Deu s pela fé no sacrifício efetuad o por Jesus Cristo em nosso favor (At 10. Filho e o Espíri to Santo.19.9). Rm 6. Mc 12. et er n am e n te su bsistente em três pessoas: O Pai.13. 4) Na pe ca m in os id a de do h o m e m que o destituiu da glória de Deus. .25.24-26 e Hb 7. do Filho e do Es pírito Santo.3-8). em sua morte vicária e ex piatória. 7) No ba tismo bíblico e fe tua do por imersão do corpo inteiro uma só vez em águas. em sua ressur reiç ão corporal dentre os mortos e sua asc ensão vitoriosa aos céus (Is 7. (Dt 6. 6) No perdão dos pe cados. para to rn ar o ho me m digno do Reino dos Céus (Jo 3. Rm 10.34 e At 1. c onf orm e det er mi nou o S e nh or Jesus Cristo (Mt 28.19.43. 12 ). única regra infalível de fé n o rm a ti v a para a vida e o caráter cristão (2Tm 3.

10) Na at ual idade dos dons esp irituais dis tr ib u íd o s pelo Espírito San to à Igreja para sua edific açã o.4. para receb er re c o m p e n s a dos seus feitos em favor da c au s a de Cristo na terra (2Co 5.10). Zc 14. com a ev idênc ia inicial de falar em outras línguas. Pr im e ir a . 13) No ju í z o vin douro que re c o m p e n s a rá os fiéis e co nd en a rá os infiéis (Ap 20.8) Na ne ce s si da de e na po ssi bi li da de que te m o s de viver vida santa me dia nt e a obra e xp ia t ó ri a e re de nto ra de Jesus no Calvário.11-15). 10.5.invisível ao mun do. Jd 14). I C o 15. 9) No ba tis mo bíb lic o no Espírito Santo que nos é dado por Deus m e di a n te a int ercessão de Cristo.5154. 11) Na Se gu nd a V i n d a premilenial de Cristo.1-7). s egu nda . 19. para ar re ba ta r a sua Igreja fiel da terra. através do pode r regenerador. 14) E na vida eter na de gozo e felic ida de para os fiéis e de tristeza e to rm en to para os infiéis (Mt 25.46). para rein ar sobre o mun d o dura nte mil anos ( l T s 4. antes da Grande T ri bu la çã o.1-12). que nos capac ita a viver co m o fiéis te st em un ha s do po de r de Cristo (Hb 9.visível e corporal. .5.14 e l P d 1. 2. Ap 20. 12) Que todos os cr istãos co m pa r ec e rã o ante o Tr ibu nal de Cristo. em duas fases distintas.4. c om sua Igreja glorificada.15).16. 17. c on fo rm e a sua so ber ana vontade ( I C o 12. in sp ir a d o r e sa n ti fic ad or do Espíri to Santo. c onf orm e a sua vontade (At 1.44-46.

para assim ga nha r almas para o Reino de Deus. Deus irá iluminar e di re c io na r suas faculd ade s me nta is através do E sp íri to vSanto. não apenas acu mu le c onte údos visando prepar ar. D e s e n v o lv a sua c ap ac idade de raciocínio e de solução de problemas. bem com o se integre na p ro b le m á ti c a atual. para que possa vir a ser um el emento útil a si m e sm o e à Igreja em que está inserido. m e di ta r c om atenção os conteúdos. C onsc ie nt e desta realidade.Metodologia de Estudo Pa ra obter um bom ap ro v e ita m en to . Ele deve ser: . b) C o m a sua hum ildade e oração. Tente seguir o roteiro sugerido abaixo e c o m p ro v e os resultados: 1. c) Para m e lh o r aprove itam ent o do estudo.se para provas ou tr abalhos por fazer. temos que ser organiz ado s. 2. d e sv e nda nd o mistérios contidos em sua Palavra. ler com prec isão as lições. Devo cion al: a) Faç a u m a oração de a gr ad eci me nt o a Deus pela sua salvação e por pro porc io na r-l he a oport u n i d a d e de est ud ar a sua Palavra. Local de estudo: Vo c ê p re cisa dispor de um lugar próprio para est uda r em casa. Le m br e -s e que você é o autor de sua história e que é neces sár io atualizar-se. o aluno deve estar c on sci en te do porqu ê da sua dedi caç ão de tempo e e sf or ço no afã de galgar um degrau a mais em sua for mação.

d ia ria m e nte . int er pre ta ção . b) Reservar. estará de sli gad o de outras ativid ad es. analogia. no .se no que está fazendo. Ass im .a) Bem arejado e com boa il um ina ção prefe rên cia . f) Não ab usar das c a p a c id ad e s físicas e mentais. A pr o v e it a m e n t o das aulas: C ada dis ci plin a a pre sen ta car acterísticas próp rias.se entre as dis ci plin as do cu rrículo (disp en se mais te mp o às maté ria s em que tiver m ai or dif iculdade). di vi di nd o. Po r isso ad qu ira o hábito de estudar volu n ta ria m e nte . faça uma pausa para descansar. (de b) Isolado da circ ula çã o de pess oa s. tele vis ão e conversas. tronc o ereto). C o ns ci en tiz e. para ev ita r o c ans aço físico. c) C oncen tra r. c) Longe de sons de rádio. q u a n d o estudar. a lgu m tempo para de sc an so e lazer. sem im posi ç ões . e) Não pa ssar para outra lição antes de d om in a r bem o que estiv er e st udan do. d) A do tar uma co rre ta p os tu ra (sentar-se à mesa. Disp osi çã o: Tu do o que fa z em o s por op ç ão alcança bons resultados. ap licação ou si m p le sm e n te ha bil ida des motoras.se da im p o r tâ n c ia dos itens abaixo: a) E s ta b el ec er um horário de estudo extra clas se. Q ua ndo pe rc ebe r que está c an s a do e o estudo não alcança mais um bom r e nd im e nto . que a luz venh a da esquerda). Todas . e nv o lv e n d o diferentes co m po rta m e nto s: racio cínio.

d) Materiais que poderão ajudá-lo: ■ Mais que uma versão ou tradução da Bíblia Sagrada. alcançar me lho r ap ro ve ita m en to . você deve: a) Faz er dia ria m e nte as tarefas propostas. dando c ola bor açõ es e sp o n tâ n e as e pe rg unta ndo qua ndo algo não lhe ficar be m claro. ■ D ic io ná r io Bíblico. Estud o extraclasse: O b se rv a nd o as dicas dos itens 1 e 2. que tratem do m esm o . e x ig em sua pa rti cipação ativa. b) Reve r os co nt eú d os do dia. ■ Livros de Histórias Gerais e Bíblicas. • ■ Um bom dic ionário de Português. anote-a. c) Pr ep a ra r as aulas da semana seguinte. ■ Atlas Bíblico. b) Parti cip ar a ti va m en te das aulas. do d) An otar datas de prova s ou entrega de trabalhos. ■ En c ic lo p é d ia Bíblica. Se c ons tata r al guma dúvida. Procure não d e ix ar suas dúvidas se acum ule m. procure: Para a) C o la b o ra r para a m a nut en ção da d is ci pl in a na sala-de-aula. ■ Livros e apostilas assunto.entanto. c) A no ta r as ob ser va çõ es c o m p le m en ta re s m on ito r em cadern o apropriado. e apre sen ta ao mon itor na aula seguinte.

f) R e s o lv a prim eir o as que stõ es ma is acessíveis. ten ha sem pr e em mente: ■ A ne ce s si da de pessoal. d) Não te nh a pressa. g) H a v e n d o tempo. B o m D ese mp en ho! . b) P e r m a n e ç a cal m o e seguro (você estud ou! ).e) Se o e stu do for em grupo. e) Leia a te nt am e nt e todas as quest õe s. re vise tudo antes de e ntre gar a prova. c) C o n c e n tr e -s e no que está fazen do. de dar a sua c ol abo ra çã o * O direito de todos os in te gr an te s opinarem. C om o ob te r m e lh or ap ro v e it am en to em avaliações: a) R ev i se toda a ma téria antes da av aliação.

Ho me m. P ec ado e Salvação 03 He resi o lo g ia 03 Ec le si olo gia / M is s io lo gia J > Bíblia 03 Pentateuco CQ Livros Históricos 03 Livros Poéticos 03 Profetas Maiores 03 Profetas Menor es 03 Os Ev an ge lho s / Atos 09 Epí stolas Pauli na s / Gerais d A pocalipse / E s c at ol ogia .Currículo de Matérias > E du c a çã o Geral 03 H is tór ia da Igreja 09 Ed u ca ção Cristã n/ 03 G eo grafi a B í b l i c a ' / > M ini st ério da Igreja CU Ética Cristã / T e o lo g ia do Obreiro 0 9 H om il é ti c a / H e r m e n ê u t i c a 1^-/ 09 F a m íli a Cristã ^ 0 3 A dm in is tra ç ão E c le si ás ti c a s / > Te olo gia . 09 B i b l i o l o g i a x / CQ A Trindade 0 3 Anjos.

fig.referência. .m a n us c ri to s NT . . .veja .hebraico i.capítulo.N ovo T e s ta m e n to NVI . gr. .A lm e id a Rev is ta e A tua lizada ARC .Sím bo lo de metro. MSS .Im p r en s a B íb lic a Brasileira Km .capítulos. refs. ref.figurado.antes de Cristo. . . ver . v.grego hb.Antigo T e s ta m e n to BV .C. LXX S e p tu a g in ta (versão grega do Antigo T e st am ent o) m . .Abreviaturas a. cf. Fig. . caps. . .literal. . a p r oxim a dam en te . . . séc. ARA .1-25).A lm e id a Revi sta e Corrida AT .e os seg uin tes (isto é. . .por exem pl o. cap. . e.Bíb lia na Li ngu ag e m de Hoje c.Cerca de.versículo.C.e. os ve rsículos c o n se c utiv os de um c apí tu lo até o seu final.página.isto é.versículos.g.século (s).S ím bo lo de quilo me tro lit.Fig urado. . . .1ss. vv. literalmente. d. Por e xem pl o: I P e 2. figurad am en te.N ova V e rs ã o Internacional p. . significa IP e 2.confere.Bíblia Viva BLH . com par e.referências ss.depois de Cristo. IBB .

s

índice

Lição 1 - A I g r e j a ................................................................. 15

Lição 2 - Organização da I g r e j a ........................................ 41

Lição 3 - A Administra ção da I g r e j a .............................. 67

Liçã o 4 - 0 L í d e r ...................................................................99

Li ção 5 - A L i d e r a n ç a .................................................... 125

R ef er ên c ia s B i b l i o g r á f i c a s ............................................ 151

a “E k k l e s i a ” é um grupo de pessoas c ham a da s e separadas da mu lti dã o com um. O vocáb ulo 7 ‘igrej l u / . e “k l e s i s ” . e sc ol h id a para serem santas.^ n i . dentre a massa c om um do povo. batizadas sob prof issão de sua fé em Cristo. investidas nos pri vil ég io s e incu mbi da s dos dever es de cidad an ia no reino de Cristo. ao c on ju n to de todos os crentes em Cristo. É aplicado ao e di fí c io em que se realiza o culto cristão.Lição 1 A Igreja Na ling ua ge m co mu m. em virtude de uma vocação divina. e a um grupo local de discípulos cristãos assoc iados num pacto com prop ós itos religiosos. C on fo rm e o NT.d j í pa lavra g r e g a i e kk le si c r j que si gnifica j^chamado para f o r a gi) ue k ” para fora. No N ovo Te s ta m en to . Entre os gregos. uma Igreja cristã é um grupo de pessoas div in a m e n te ch amadas e s ep arad as do mundo. ou ch am ad o para fora. c on v o c a d o . a um e sta bel eci me nt o religioso. a de ter mi na do tipo de ord em eclesiástica. Este último si gnifi ca do é o c o m um e nte en co n tr ad o no N ovo Te stam ento. 15 . a uma c o n g re g aç ão de adoradores crentes. o termo de sig na va um grupo de pessoas dotad as do privi légio e c id a d a n ia inc um bid os de certas funções públicas ad mi nis tra tiv a s importantes. o vocábulo Igreja tem um significado muito amplo. chamad o.

A Igreja é a represe nta nte de De us na terra.unidas em aliança para o culto e o serviço cristão.18).hierosulos'. sob su pr em a a ut ori da de de Cristo. é o corp o de Cristo e o meio através do qual Ele se ex pre ss a ao mundo. 2 T r o p a . A Igreja não é um e m pr e en dim en to nacionalista. 16 . A Igreja não é um plano paren téti co de Deus. A Igreja é o eterno pro pósi to de Deus (Rm 8.2630).28). A Igreja é um or gani sm o divino (o Corpo de Cristo) em me io a am biente estranho. A Igreja é o f unda m e nto de Cristo (Mt 16. 1 S a co fei to de p ele e d e s t i n a d o ao t r a n s p o r t e de l íq ui d os . cuja Pa la v ra é sua única lei e regra de vida em todas as que stões de fé e prática religiosa. A Igreja é o povo de Deus dentro da raça huma na (G1 3. e x ér c i t o . É o único órgão de rede nçã o que Deus tem no mundo. O que é. A Igreja é o fruto da vontade de Deus (Ef 1. p ro pó s ito de Deus define-se assim: • D e fin id o em vista (Ef 3.11). A Igreja não é o reino de Deus.16). A Igreja é o vinho da nova aliança em novos o d r e s 1. A Igreja não é a c o nti nua ção do j u d a í s m o (Mt 9.2-11). ou não é a Igreja! ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ " ■ " A Igreja não é um edifício material . A Igreja não é uma deno min açã o. as h o s t e s 2 angelicais bem com o os santos do Antigo T e s t a m e n t o ” . “O reino de Deus é mais am plo que a Igreja e en v o lv em o universo.

Em Efésios 3. porque vive m com o não salvos. pela igreja. ■ A Igreja é o mistério de Deus (Dt 29. e a Igreja de Deus.11 diz: “Para que agora. a pregação do E v a ng e lh o a toda cri at ura ao redor do mundo.• No grego p r o t i t h e m a i : c oloc ar diante de. E o conjun to de todos os salvos em todas as épocas e lugares. gentios. A Ig r e ja Universal. c o m p a r t i l h a n d o h i st ó r i a e o r i g e m co mu ns . Ser me mbro da Igreja Universal não quer di z er somen te ser me mb ro 1 População ou g ru p o social que apresenta r e l a t i va h o m o g e n e i d a d e cu l tu ra l e l i n g ü í s ti c a. É a Igreja de Cristo in de pen de de den om in a çã o. ju de us.11). é in c u m b id a de levar os pecadores a Cristo. ■ A Igreja é uma frat e rn id a de ( K o y n o n i a ). a m u lti f o rm e sab ed ori a de Deus seja c on h e c id a dos prin c ip a do s e potestades nos céus.29). ■ As e t n i a s 1 na raça hu ma na. pr in c ip a lm e n te para ser c on tem pl ad o (Ef 3.9). E a de posit ári a da impo rt ant e m e n sa g e m que este mu n do j a m a is ouviu. * A Igre ja é a Nação Santa ( I P e 2. P r o p ó s i t o d e D eu s p a r a c o m a I g r e j a . O prop ós ito de Deus com a Igreja é sem dúvida. segundo o eterno pro pós ito que fez em Cristo Jesus nosso S e n h o r ” . Ela é a grande agência do reino de Deus aqui na Terra. núme ro de m e m bro s ou abran gên ci a territorial. Falando no sentido de no mi na cio na l dizemos que há de no mi naçõ es com pouco s m e mb ros da Igreja Universal.10. expor. 17 .

3-16). que gu ard am a unidade do Es pírito Santo pelo vínculo da paz (Ef 4. o que ele fundou e in a ug ur ou no dia de Pente cos te s foi a sua Igreja. ne m se é me mbr o de ss a Igreja por tocar ou cant ar no coro ou por faz er qu a lq u e r outro serviço. m em br os.11. é uma c o m u n id a d e de crentes unidos em Cristo pelo Espí ri to Santo. A V e rd ad e ira Igreja de Cristo é aq uela que o serve em novida de de vida e pau ta o viver cristão pelos en sinos sagrados. caso contrário. uma criatura nasc ida de novo. ■ Igreja M i l i t a n t e : É a c o m u n id a d e cris tã que pere gri na em direção ao de sc a nso eterno. c ont ra o pecado. mas para isso é preciso ser no va criatura. aqueles que estão den tro da Igreja visível. que é c o m p ro m e ti d a com a pr e ga ção do Ev a ng e lh o de Cristo. dotad a de dons e min is tério s para a per fe iç oa m e nt o dos santos (Ef 4. 18 .de uma Igreja local. revestid a pela a rm ad ur a de Deus para vence r o inferno (Mt 16. Esta luta co ntr a as hostes do ma ligno . R ep r es e n ta d a por todas as igrejas locais: min istro s. verdadeira. mas estão en ganados! Jesus não fun d ou n e nhu m a d e nom in a çã o. a Igreja o rg a nis m o precede a Igreja org an ização. Se não n a sc e r de novo e viver de acordo co m os ensinos bíblicos não é me mbr o da Igreja de Cristo no sentido real. > Asp ec tos dentro do co nceito de Igreja Universal: ■ Ig reja I n v i s í v e l : São os fiéis no Senhor. ■ Igreja O r g a n i s m o : C om o org an is mo . A salvação não é privi légio de n e nhu m a de no mi na çã o.16). não subirá com o Se n h o r na sua vinda.18). alguns pre te ns io s a m en te afir ma m. a fim de promover a salvação dos pecadores. im a c ul ad a e c om pr a da por seu sangu e de rra m a do na cruz.

um corpo c oo per and o com outros de semelhante natureza. Um estudo do N ovo Te s ta m e n to de mo nst ra c lar am e nte que a Igreja local tem uma impo rt ânc ia s u p e r l a t i v a 1. é a m e sm a Igreja Universal do mund o inteiro. É form ada pelo conj unto de salvos por Cristo de um deter min ad o local. Den tro do aspecto geral a Igreja é um grupo unido no m esm o propósito e fé. arreb at ada pelo Seu Se nh or e Salva dor Jesus Cristo. agora unida com Cristo nas Bodas do Cordeiro. não est a va m reunidos em um único lugar. as lágrimas pelos cânticos. R epr ese nta uma parte pe q uen a da Igreja Universal. 19 . ■ Asp ect o Inclusivo da I g r e j a : A Igreja é c o m p o st a de pessoas de todas as raças. A Igreja local é uma célula viva do corpo de Cristo. reina nd o com Cristo. ou no mais alto grau. tribos. A Igreja Pri mi tiv a se re unia para a adoração e edifica çã o. Não de vem os limitar este co n ce ito à reunião dos crentes no prédio da Igreja. e a cruz pela coroa. é a Igreja livre da ação do pecado. Portanto. depois de trocar a espada pela pa lm a da vitória. línguas e nações! A Ig reja Local. 1 Q u e e x p r i m e uma q u a l i d a d e em gr au mu i t o alto. atuando na c om unid a de onde está situada. em edi fícios públicos ou dom icílios particulares. distrito ou munic ípio. em diversos lugares. os crentes ma n ti n h a m suu cond içã o de sal da terra e te stemunhas de Cris to na sociedade em que viviam. nas sinagogas. cidade.■ Ig reja T r i u n f a n t e : É o grupo inc ontável de cristãos que estão nos céus.

fortal ec im en to. desta maneira. c o nq ua nt o não haja igrejas estabelecidas. E ne ce s sá rio que haja uma Igreja e sta b e le c id a que possa e x p re ss a r a vontade e os propó sito s de Deus. A Missão da Igreja Qual o p ro p ós ito de Deus ao m a n te r a Igreja no M undo? Qual sua fin al ida de ou missã o? A Bíblia ensin a que a Igreja está no mund o para uma missã o tríplice: p (1) A do r aç ão (glor ificação ao nome de Deus).18).14-21. co m p le ta n d o sua missão no mundo.15-23. fortalecendo e ed ifi can do a Igreja (Ef 3. 4. Jo 17. c res ci me nto dos salvos).20. 0 (2) Ed ifi ca çã o (a pe rfe iço am en to. Esta é uma missão q u a l i t a t i v a 1 que a Igreja tem para con sig o mesma. A ad oração é prec iosa para Deus. IP e 3. . de l i b e r d a d e .1116. 1 Q u e e x p r i m e ou d e t e r m i n a a(s) q u al i d a d e ( s ) .13). e é ta m b é m o represe nta nte de Deus para e van g e liz ar e testific ar aos pecadores ness a região em particular.A Igreja local é u m a ex pre ssã o do corpo de Cristo na co m u n id a d e onde habita. G1 4. de s e g u r a n ç a ) c o n c e d i d a s p or a u t o r i d a d e ou i n s t it u i ç ã o a um i n d iv í d u o .15. a uma c o l e t i v i d a d e . a um e s ta t ut o. A Igreja é um precioso tesouro de Deus na qual Ele se deleita. A te nd en do às necessidades do m e m b ro e. O ensino é a s a lv a g u a r d a 2 dos que são ganhos para Cristo. 2 P r o t e ç ã o e g a r a n t i a ( de d i r e i t o .19. Não se pode c on si de ra r c o m p le ta a obra de e van ge lis mo . 2Pe 3. Eis a missã o da Igreja: ador ar e glorific ar a Deus em espírito e em verdade (At 13.

igrejas que c o n ti n u e m a ev ang e liz aç ã o (At 19. vivo e ex p er im en ta l de Seu salvador. Paulo de m or ou -s e dois anos em Éf es o e todos os da Ásia ouv iram o Ev a n g e lh o . É ev id en te que a Igreja deve dar o m á x im o de imp ul so à parte evan ge lís tic a de sua missão. M t 28.8. isto é. Todo o bom trab al ho de e van ge liz aç ã o deve ter em mente a p re s er v a ç ão dos frutos e a t ra n s fo rm a ç ão desses frutos em ga nhad o re s de almas. Aspecto Exclusivo da Igreja Os c o m po ne nt es de uma Igreja viva e bíblica deverão: * Te r c o n h e c im e n to ortodoxo. sem co nfia r em seus próprios méritos e obras para salvar-se.18-20. G1 5. Lc 24. co nduta e frutos p a u t a d o s 1 de ve rd a de ir a re g en era ção (Mt 7.10). po s ter ior me nte . a um en ta nd o o n úm e ro de salvos (At 1. A m e lh o r form a para isso. não é. ■ Te r fé. ■ Te r sua ação. 21 . G a nh ar almas é a ma ior missão da Igreja. é a edific açã o. É a nu nc ia r o Ev a ng e lh o e o seu poder.47). a r r o l ad o .fi (3) E v a n g e l i z a ç ã o (testemunho). to da via a única. o que possib il ito u.20. 1 R i s c a d o c o m t r a ç o s p a r a l el o s . a co m p a n h a d o de ve rdadeira c o n v ic ç ã o de pecado e sede de salvaç ão. R e l a c i o n a d o . João es c re v er as cartas às sete igrejas da Ásia. e deve ser c ar act er iz ada por uma entrega total a Cristo e firme cren ça no que a Bíblia revela. orga n iz aç ã o de igrejas respo nsá vei s.22).

5. leis e do gm a s que não e ste ja m c la r am e nt e ex plícitas na Bíblia. através de pro pa ganda. A única f o r m a para dirigir e go ve rn a r a Igreja está na Bíblia.não resta dúvid a de que Cristo é o ca be ç a da Igreja: não só no sentido de Igreja Univ er sal . 2.onde apenas um h om e m faz e desfaz tudo que quer. tanto a ela com o aos seus pastores. isso nunca poderá dar bons resultados. Assim é Cristo em re lação à Igreja (Ef 1. por isso Ele é tam bé m o único le gi sl ad or para a Igreja.15.22.gover no do povo (onde são coloca dos e tirados os gove rna nte s. Pela ressurr eição. Há ministros que co pi am formas de governo m u n d a n a s para. 4. mais tam b é m no de igrejas locais. sem dúvida. Cl 1. ■ D ita d ur a . e os elege por meio de votos.23. a P a la v ra de Deus. através delas. A falta de co n h ec im e n to do m od o de e xer ce r o governo da Igreja te m trazido sérios p ro bl e m a s.Governo Eclesiástico Este é. que é Cristo.10). e deve ser tratado à luz da Bíblia.18. mas a Igreja de Cristo quem dirige é sua cabeça. A n in gu é m cabe o direito de criar doutrinas. ass unto de grande i mp ort ân ci a. > O governo da Igreja não é: ■ D e m oc r ac ia . muitas vezes desonesta). 22 . Ele foi co nst it uíd o cabe ça da Igreja que é o Seu corpo: a ca be ç a é a parte su perior do cor po e é ela que governa. g ove rn a re m a Igreja de D eus. Jesus é o único legis lad or para a Igreja .

Por conse guin te. e que c ont inu a sendo m a n ti d a com diferentes graus de sucesso. org a n iz a d a de c o nfo rm id a de com algum plano definido. governo de Deus. Ex is te m três formas especiais e larga men te diferentes de go ve rno eclesiástico.28. apropriados para a a dm in is tr a çã o de seu go ve rno e para o cu m p ri m e n to de seus propósitos. que é o guia no gover no da Igreja. Na terra. mas nós da mo s graças a Deus pelo governo teocrático. cada uma das quais reiv in dic an do ser a fo r m a original e primitiva. Alguma s igrejas se j a c t a m de tere m o seu governo b a se a do no sistema de m ocr át ic o. que tem obtido pr e va lênci a nas c om u n id a d e s cristãs através dos séculos passad os.8). a da pta do a algum propós ito esta b e le c id o. De us usa os seus mi nis tro s. O go ve rno da igreja na terra é e x e c u ta d o pelo corpo de ministros. Os m in is tro s são eleitos por Deus e são dados à Igreja por Deus. U m a igreja cristã é uma so ciedade com vida coletiva. a do utri na é de Deus e o seu có di go é a Bíblia. Rm 12. con ta co m seus oficiais e ord e na nç a s. suas leis e re g ula me nt os. o cab e ç a da Igreja. a Pa la vra de Deus. Os min is tro s ope ram com o po de r e na direção do Espírito Santo. para governá-la. Na lis^a dos dons m ini st eria is está escrito que De us pôs governo na Igreja ( I C o 12.> O gov erno da Igreja é: * > Te oc r át ic o .isto é. onde o po de r e as leis em an a m de Deus: o en sin o é de Deus. Tu do feito através de Cristo. 23 . que ela propõe realizar. o qual escolhe e c ap ac ita com dons e os dá à Igreja. Gove rno da I gre ja na terra.

1 D e s e n h o r e p r e s e n t a t i v o do perfi l de uma p e s s o a ou o b j e t o . luterana. é o que sucede na Igreja escocesa. e nas várias igrejas pres bit er ian as . Episcopal vem do termo grego “e p i s k o p o s ”. a tradução mais freqü en te desse termo é “ b is p o ” ou “superintendente”. s e g u n d o os c o n t o r n o s q u e a sua s o m b r a p r o j et a . N o rm a lm e n te na f or ma de governo pres biter iana . Seus esc olhidos (g eral me nt e escolhidos por eleição) para ser re pr e se nta nt e s diante da Igreja lidera m nas atividades n or ma is da vida cristã (adoração. an gli can a. grega. a Igreja é regida por níveis. ancião). tal como sucede nas igrejas roman as. Pr e sb it e r ia n a ou O l i g á r q u i c a . O perfil pre s bi te r ia no de co nstituição e cl es iás tic a deriva seu nome do mi nistério bíblico p r e s b u t e r o s (presbítero. 24 . co mo o cabeça da Igreja. F or m a em que o po de r de gove rn a r reside nas a ss em bl éi as.Formas de Governo E p is c o p a l ou P r e lá ti c a. É a s i l h u e t a 1 mais antiga de governo de Igreja local. e no clero mais alto. pres bit éri os e sessões. doutrina e admin is tra ção ). tenha confiado o co ntro le da Igreja na terra a uma ord e m de oficiais c h a m a d o s bispos que seriam os sucessores dos a pós tolos. Fo r m a em que o poder de g o ve rn a r descansa nas mãos de prelados ou bispos dio c es a nos. Esse sist em a tem um co ntrole menos c e n tr aliz a do que o mode lo episc opa l confia na lider an ça de represen taçã o. Os de fe ns or e s desta form a de gov erno de claram que Cristo. sínodos. e na maior parte das igrejas orientais. que si gnifica “ s u p e r v i s o r ” .

el egia seus pró pr io s governantes e m e s t r e s ” . Nean de r. da c o m u n id a d e era ne cessário para a va lid ad e de q u a lq u e r elei ção semelhante. Essas de vem ser as partes co mp onen te s de cada sociedade. “O povo reunido.C o n g r e g a c io n a l ou I n d e p e n d e n t e . Esse sistema é o que dá mais aut ori da de para os m em bro s co mun s da Igreja. “Durante uma grande parte desse século. sobre o próp rio corpo local de crentes. É o que mais se a p ro x im a da de m oc r ac ia pura. pois cada Igreja individual e local ad m in is tr a seu próp rio go ve rno med ia nte a voz da m a io ri a de seus memb ros . ou seja. cada Igreja era uma 25 . “ No toc ant e à eleição de ofi ciais eclesiásticos. diz a respeito do pe río do primitivo: “ As igrejas eram ensina da s a se go v e rn a re m por si m e s m a s ” . é o que acontece entre os ba tistas. independentes umas das outras. ou bispo. pres ide sobre cada Igreja. os indep end en te s. f<\ 3 C om o o próp rio nome sugere seu e n fo q u e de autoridade recai sobre a cong re gaç ão. cada Igreja c ris tã era co mp ost a do povo. Ele era cria do pelo voto c om um do p o v o ” . de sta c ad o historiador. o p rin c íp io antigo c o nti nuou sendo seguido: o c o n s e n ti m e n to . e alguns outros grupos ev an gél ic os . e ca da m e m b ro tinha a lib e rd a de de oferecer razões por sua o p o s i ç ã o ” . A voz pri ncipal pe rtencia ao povo. ele acrescenta: “U m pres iden te. M o sh ie m diz a respeito do pri m eir o século: “Naqueles tempo s prim iti vos . A respeito do segun do século. “ Os irm ãos e sco lh ia m seus pró pr ios oficiais dentre seu pró pr io n ú m e r o ” . e dos assistentes ou diáconos. a todo o grupo de c r i s t ã o s ” . por c onseg uin te. os c ong re ga c io na is . Nesta fo rm a de gov e rn o a entidade pratica o a uto. to da s as igrejas c onti nu a ra m sendo com o no princí pio .gove rno . dos oficiais pres identes .

3. go v e rn a n do -s e por suas próprias leis. bai xad as . dedicação e d)l I Adora ção . edificação e b ) 0 A doração. o reino de Deus. ou pelo menos ap ro vad as pelo p o v o ” . “E k k l e s i a ”.espécie de p e quen a rep úblic a ind ep endente. edificação c)| | A doção .|£l A Igreja é o f un da m e nt o de Cristo. F o r m a de governo onde a a uto ri da de recai sobre a c on gre gaç ão . Questionário ■ Ass ina le com “ X ” as al te rnativas corretas 1. um plano parentético do Pai 5 . A m is são tríplice da Igreja a)| I A doç ão. E Igreja militante é a c o m u n id a d e cristã que p e re gri na em direção ao de sc an so eterno. revestida pela a rm a du ra de Deus para ven cer o inferno 26 . sobre o próprio corpo local de crentes a)l I Epi sco pal ou prelático b)| I Pr esb ite ria no ou oligár quico c)l I Ep is c op al e oligá rquico d ) 0 Cong regac ion al ou i n d e pe nde nt e ■ M ar q u e “ C ” para Certo e “E ” para Err ad o 4. dedicação aqui no m un d o é e va nge liz aç ã o e e v an g e li z aç ã o e va ng e liz aç ã o e juízo . deriva-se de uma pa lav ra grega a)IÃ1 Que significa “c ham ad os para f o r a ” b)l I Que significa “ch am ad os para d e n t r o ” c)l | Que significa “ch am a do s de f o r a ” d)| I Que significa “ch am a dos de d e n t r o ” 2.

15 instrui que qu a n d o alguém adoece alguém. Tt 1. pro m o v e n d o -l h e s em cada Igreja a ele iç ã o de presbíteros. At 20. Deve haver um corpo de pre sbíteros na Igreja local.17-35). A p a la vr a “ pr e s b it é r io ” é e m p r e g a d a para desig na r o c o nj un to ou o corpo de past or es e de presb íteros que c o o p e r a m no governo da Igreja. Cf. pois si gnificam o f ic ia lm e nt e o m esm o (At 20. Paulo 27 . De Mil et o. Bisp o. Os v oc áb ul os acima são e m p re g a d o s para designar o m e sm o ofício. depois de orar com jejuns. para que. Atos 14. l T m 3..1..23 diz assim: “E. O corpo eclesial constitui ba si c a m e n t e de dois ofícios: (1) Pastor.5-7).Corpo Eclesial O pa drã o bíblico para e s c o lh a dos presbíteros e diá co no s nos foi dado pelo apóst ol o Paulo em IT im ó te o 3. M in is tr o. Pre sb íte ro. Ti ago 5.14. O apóstolo Paulo instruiu a Tito que c o nst it uís se pr e s bí te r os na Igreja de Cre ta (Tt 1.5. co nsti tu íss e pre sb íter os. c on fo rm e te p r e s c r e v i ” (Tt 1.5). c h a m e m os presbíteros da Igreja para ungir com óleo.1.. c onfo rm e Filipen se s 1.1-13. o apóst ol o r e c om en do u igualmente: “ .28 . pois as Escrituras se ref e re m ã ex ist ênc ia de pr e s bí ter os ou anciãos nas igrejas. Paulo esc re veu a Ti móteo: “e de ve m ser con sid erad os me re ce do re s de do br ad a honra os presbíteros que pr e s id em bem.. os e n c o m e n d a ra m ao Se n h o r em que haviam c r i d o ” .17 . com e s p e c ia li d a d e os que se afa diga m na palav ra e no e n s in o ” ( l T m 5.17). A Tito. Ha vi a presbíteros e d i á co no s na Igreja de Filipos. Anc ião. em cada cidade.

a líderes oficiais das igrejas. há a b u n d an te s precedentes bíblicos que auto riz am a e x is tê nc ia de pre sbíteros na Igreja.16. P o r essas pass ag ens . Com referê ncia aos pre sb íter os. logo que o Su pre mo Pa s to r se ma nifestar. T a m b é m se pode rá ver.6.7. 15.17).23. que o presbítero é um ob re iro que exerce um m in is té rio do Evangelho. cada Igreja tinha certo núme ro de homens c onsa gra dos que servia 1 Q u e não m u r c h a . e que o termo “ b i s p o ” a seu cuidado. Não há dúv ida que Pedro foi pre g a dor e a póst ol o da mais alta ordem. pastoreai o reba nho de Deus que há entre vós. 3Jo 1). A conclus ão a que se pode chegar. 28 .. pois. Q ua nd o João escr ev eu a se gu nd a e terceira epístolas. portanto.. N outras palavras. pelo e xa me das Esc rit ura s. re cebereis a i m a r c e s c í v e l 1 coroa de gló ri a ” ( I P e 5. eu.1-4). é a seguinte: nas igrejas cristãs prim itivas havia plura lid ad e de presb ítero s ou anciãos. baseada nos pará grafo s acima. Pedro escreveu: “ Rogo.5. Ora. T a m b é m afirmou ser ele mesm o um “p r e s b í t e r o ” que ex ortava os outros pres bíteros..22. e pa rt ic u la rm e n te nos trechos de Tito 1. Parece claro que a palavra “p r e s b í t e r o ” se refere ao ho me m em sua exper iên ci a esp iritu al. em Atos 11. . aos presbíteros que há entre vós.m an d o u c h a m a r os pres bít eros da Igreja de Éfeso (At 20. presbítero co mo eles.28 e 21. Ele instruía aos min istros que c ui da s s em do rebanho. I n co r r u p t í v e l . 20. Assim sendo.18.2.4.4. é evidente que os voc ábu los “pr e s b ít e r o ” (ancião) e “b i s p o ” (su pe rvi so r) são sinônimos. e que a mb os se referem a home ns consa gra do s.1 7.. a si mesmo desi gnou-s e de “ p r e s b ít e r o ” . co n cl u í m o s que um pre sb ítero ou um ancião exerce um ministério.30.(2Jo 1. in a lt e rá v el .

e e st a v a m assim c apa ci tad os a o b s e r v a r as práticas uns dos outros. ha ven do ne ces sid ad e do s ur gim e nt o e aper fe iç oa m e nto de muitos obreiros dessa categoria. atra vés dos quais fossem re so lvi das todas as questões. 29 . que havia certa dis tin ção nas fileiras desses pres bít ero s pa rece ficar en ten di do em I T im ó te o 5. Mas.20). A Igreja de Cristo est av a pa ssa nd o pelo processo de recebei' a re velação total da parte de Deus. de fin in do ju n to o p e n s a m e n to e a mente de Deus no toc an te à Sua verdade re la tiv a às igrejas. Isso in dic a ria que esses tinham uma c ap ac id ad e maior. na 1 L i g e i r e z a . Nos dias dos apóstolos Paulo e Pedro. Através da associação uns com os outros. en qu an to que outros eram m en os capac itados. Isso de se nvo lve u com p r e s t e z a 1 aqueles líderes das igrejas que. em cada ag ru pa m en to evang élic o. med ia nte pad rão de vida conveniente. Alguns talvez se o c up as s em no c ui dad o dos pobr es . A fim de s alva gua rd a r a verdade e re s gu ar dá -l a das “ in te rp reta çõ es pa rt ic u la re s ” (ver 2Pe 1. que p ude ss e m c om par ar entre si suas impres sõe s divinas. pelo que não havia ta m b é m padrões fixos a seguir. como a tarefa de e st ab elece r novas igrejas e treinar novos pr esbítero s ou anciãos. a gi li da de . Ig u alme nt e. a questão de al guém ser um pastor era algo in te ir a m e nte novo para todos. um corpo de homens dirig ido s pelo Es pírito Santo. onde lemos que alguns labora vam na P a la v ra e no ensino. c om p a r ti lh a v a m eles o minist éri o das igrejas primitivas. i nd ub it a ve lm e nte . a p ren den do m u t u a m e n t e da e xper iê nc ia coletiva. p r o n t i d ã o . nesse períod o f or m at iv o. foram capaz es de as s um ir maiores r e s po nsa bil id a des . o Nov o T e s ta m e n to aind a não estava c om ple to. foi plano de D eu s que houvesse. R a p i d e z .17.com o pastores.

Igualmente os pres bít er os ou anciãos podem servir em outras funções espi ri tua is. desd e o sustento dos obreiros à c on str uçã o de te mplos e a ma nu te nç ã o do patri môn io. A fim que os g ov er na nte s tenham c ond içõ es de de se m p e n h a r as suas funções sem embaraço. como j á foi dito. con forme IT i m ó t e o 5.m ú s ic a ou na visitação pess oa l e funç õe s pastorais s em el han te s. dos que a ela perte nce m. e m b o ra relativa. Os primeiros di áco no s fo ram escolhidos pelos crentes. para a te nd e r aos interesses te mp ora is da Igreja. Essa c o o pe r aç ão é ex tens a e com eça com a contri bui çã o com os dízimos e as ofertas. onde a T i m ó te o é rel embrado que o obreiro é digno do seu salário. segundo está regis tra do em Atos 6. Esses homens eram a poiad os e estimados pela Igreja. a fim de que não venha faltar o necessá rio à m a nute nçã o da obra em todas as suas áreas de ação. (2) D iá c o n o s . estando c ap a c it ad o s a exer cer em e v e n tu a lm e n te o ministério de pastor. D iá c o n o significa “ ministro ou s e r v o ” . M e s m o sendo uma te ocracia.17. Participação do Membro no Governo da Igreja Não resta dúv ida de que os m e mb ros devem p a rt ic ip a r do governo da Igreja. 30 . até m esm o como re s p o n sá v ei s por co ng regaçõ es ou igrejas.18. a Igreja não pode deixar de ter a pa rticipação. A relação de pa rti c ip a çã o do povo no go ve rn o da Igreja deve ser opera do pelo menos em três sentidos: (1) C oop er and o.1-7.

qua ndo havia apenas “ um só Senhor. não se trata de prof iss ão de c aráter social. A poi an do as d eci sõ es e de ter m in a çõ e s do m ini st ério que da parte de Deus lhe são r e c o m en da da s. Todav ia. todos os direitos e privilégios de m e m b ro em plena comu nhã o. o ut org an do-lh e im e dia ta m en te . c um pr in do tudo com alegria. como p od e m o s ob ser var fazi am os irmãos na igreja prim iti va (At 15. 31 . da Igreja local. tornar-se m e m br o da organização. Por isso de vem ser o b e dec id os c om alegria (Hb 13. Filiação O ingre sso na Igreja Universal é pela ex per iê nc ia de salvaç ão e não pelo ba tismo em água. (3) R e c o n h e c e n d o que p ro vé m de Deus. de um emp rego. e m b o ra tenham os min istros direito a sustento. o ba tis mo do con vertid o por si. e sp e c ia lm e n te no sentido da c on ser va ção da doutrina. “ o ba tis mo era a porta de entrada na Igreja l o c a l” . O M ini st ér io da Igreja é dado por Deus e é uma vocação celes tial. que nada mais é do que o te st em un ho pú bli co e externo da deci sã o de c on tin u a r segui ndo a Jesus. o co nst it uía me mbr o da Igreja. F or ma s de to r na r -s e me mb ro. iden tif ic an do-s e com Ele e com o Seu povo na terra. uma só fé. a partic ipa ção perde o sentido e a razão de ser.17). e não ex ist ia m d en om in açõ es co m suas div ergências.28-31). Ness e sentido.(2) A p o ia n d o as D e cis õ es. um só b a ti s m o ” . Não ha vendo o be di ên ci a. através do ba tis m o em água. Na era ap ostól ica.

11.se a várias situações. De ve o pastor instruir os novo s membro s nas verdades ess en cia is para o d e s e n v o lv im e n to da Igreja.10. To da s. e som ente os que estão pl e n am en te doutri nados pode rão ser adm iti do s como me mbr os . Pes soa s receb ida s de outros grupos rel igi os os devem ser obs er va da s cu ida do sa me nte . De ve haver e nt en di m en to be m definido acerca do sustento da Igreja. Q u a ndo e xp ed id a por Igreja da me sm a fé e ordem. pois é possível que não se sinta responsável.A tu al me nte . quanto aos díz im os e ache que outros é que devem levar a carga financ eira da obra.19. a situação é difer en te . 32 . Ap lic a.38). se aceita um me mb ro na Igreja: 1) Pelo ba ti sm o (Mt 28. 2) Por carta de trans fe rên ci a. pelo m e m b ro a ser recebido. porém. > Assim. Hb 13. e que tenha e x p e r im e n t a d o a salvação pela fé em Jesus. At 2.2. a fim de desco brir em se de fe nd em doutrinas co ntrárias às dou tri nas bíblicas que esp os am os. 3) Po r ac la m aç ã o. O candi da to deve estar ci ente das norm as de santidade. são precav ida s e caute losas para re ceb ere m pessoas que não viva m em co n fo rm id a d e com os padrõe s bíblicos. É necessário que seja d e v id a m e n te casado ( I C o 7. ex ig em que a Igreja que receberá o m e m b ro j á o tenha ob ser vad o e co ns id e ra do positivo o seu m odo de viver. e ainda que as igrejas de sejem receber novos m e m b ro s .4) ou solteiro.

ta m b é m . pessoas que c rê em K em doutrinas diferentes. ( c) Ter na Igreja. <■ i) Ser separado. / d) Ter na Igreja. e) Votar nas várias re uniões. por aclamação: a) M em br os evangélicas. c) Honrar. g) Visitar e ser visitado. de or ga ni z aç õe s igrejas que não g e nu in am en te dão carta de c) M em bro s cujos d o c u m e n t o s foram extra viad os. b) M em br os de transferência. para obreiro local. > Além do que prescre ve o estat uto . respeitar. f) Par ticipa r da Ceia. b) Pensar demais em apoio financ eiro ou social. co mo me mb ro s. > Perigos a serem evitados: a) Pensar o pastor s om ent e no número de membro s. deve o me mbro: » a) Consagrar-se. ^ h) T o m ar parte nas a ti vid ad es da Igreja. s u st e n ta r a obra com díz im os . c) Aceitar com o m e m bro s pe ssoas que se s ep a ra ra m ^ br u sc ame nt e de suas igrejas originais.> A Igreja poderá receber. A d) A ssistir aos cultos. co mo me mb ro s. pessoas que não ) qu erem se c o m p ro m e te r com o bom exemplo. ev en tu a lm e n te . 33 . a b) Ap re nder a levar as almas a Cristo.

são apenas co ngregados e não m em br os. Declaração. No caso de um me mbr o q u e re r trans ferir -s e para uma Igreja aceita com o evang élic a. passada. o ideal é levar carta de mudança. mas que não seja da m e sm a fé e ordem. é bom c onsu lt ar o pastor ou r e s p on sá ve l de sua 1Repassada. agora. Deve ser e x p ed id a apenas a m e m b ro s em c om un hã o com a Igreja e que farão uma viagem te m p o rá ri a a um ou mais lugares. Cas o o m e m br o vá p e rm a n e c e r em lugar fixo. desligado do rol de m e m b ro s a pedido. 34 . Em todos os casos ver també m questã o de praz o.Cartas Recomendação. portador. A carta de m u d a n ç a é l e g a d a 1 a m e m b ro s em c om unhão c om a Igreja e que e st e ja m tra ns fer ind o resi dên ci a para outra localidade onde e x is t a Igreja da me sm a organiz açã o. Apresentação. destino. d iz en do que foi membr o da Igreja de tanto a tanto. sendo. Mudança. de pa ss a g e m ou mud ança. Pode ainda ser usada para pessoas que. Ent re co ngr eg açõ es de um m e s m o c am p o ou muni cí pio po de -s e dar uma carta de ap res en ta ção . A valid ad e da p rim eir a a pre sen tação é de 30 dias. Antes de receber qua lq ue r p e ss oa de outra Igreja. mais de 3 me ses . p ode m os dar-lhe uma declaração.

N e n h u m a ins tit uiç ão tem co nd iç õe s de atingir os seus ob je tiv os se os m e m br os não o bed ece rem às disciplinas. ler bons livros e estud ar a Bíblia. f a z er q u e d e i x e de v i go r ar . se. não ex ped e qu a lq u e r do c um en to para pessoas que m u d a m de organiz açã o. 2Ts 3. Ap esa r da Igreja não ter co ndição de obri ga r a co nsc iê nc ia do me mb ro. Sem dú vid a um dos fund am en tos da Igreja é a disciplina. O tra ta me nto de qua lq ue r destes casos deve ser feito com sabedoria. ho u ve r motivos suficientes para tal ação.6-14. 17JJT^ IC o 5). i n v a li d a r . Jesus falou sobre "a dis ci pli na (Mt 18. para ser um obreiro aprovado. no e n te n d e r da Igreja. na verdade. se. 2 R e l a t i v o a.5-11). As cartas de mud a nç a ou r e c o m en d a ç ão podem ser r e v o g a d a s 1 em q ua lq uer ocasião. r evocar . ou c o n t i d o e m e s ta t u t o ( s ) . antes de serem usadas. ^ Daí surge à n e ces sid ad e do ob reiro fre qü e n ta r re gu la rm e nte as Esco las Bíblicas. 35 . ela tem de ju l g a r sobre a ob ser vaç ão dos ensinos bíb licos e cristãos por parte dos que a ela perte ncem . A Disciplina na Igreja A dis ci pl in a é uma benção. sem e fe i t o.Igreja. 1 T o r n a r nulo. ou se a pe sso a não está do c u m e n t a d a por outros motivos. a n u la r . C om o um pai dis ci pli na seus filhos na famíl ia (Hb 12. e uma n e c e s s id ade na Igreja (At 5. > Para en sinar é preciso antes aprender. assim deve haver dis ci pli na na Igreja.1-11. co n fo rm e disp osi ti vos e s ta tu tá r io s 2. ^ n T > (J 6 .15-17). Deus é um Deus de ordem. pro cu ran do saber.

1.4. nota-se que ele se dedicav a mais ao ensino que à pre gação.9). se o past or de seja ver uma Igreja bem disciplinada. > Prop ósito da disciplina.15).7). a regra áurea é: “M an da estas coisas e e n s in a .O ob jetivo da dis ci pli na visa tanto pr ep ar ar bons cren tes com o bons obreiros. maior sábio do seu tempo. por e xem pl o. ■ M an te r o bom te st em u n h o da Igreja ( l T m 3.a s ” ( l T m 4. O e xem pl o é um fator impor tante na disciplina. Por isso m e sm o não tinha m autoridade! “Não se deve c on sid erar a dis cipli na com caráter negativo. Assim.6. Quem ensina. > ■ Resta ura r o caído (G1 6. e até mesm o as suas m en sag en s eram saturadas de ensino. Jesus fez uso desse método de ensino. ■ Adv ertir os demais m e mb ros para que não se ' d e scu ide m ( I C o 5. A discip lina tem car áter positivo: ■ C orrigi r uma má situação (2Co 7. repartiu-a com todos os seus.14. mas não praticavam.11). Pela leitura das epístolas de Paulo. e qua nd o foi visitado pela rainha de Sabá.7). Ele c en s uro u os mestres fariseus porque ensi na va m. com o castigo por parte da Ig re ja ” . Mt 6. precisa viver o que fala. e foi isso que garantiu a sua autoridade. Salomão. o que mais a im pr es si on ou foi j u s t a m e n t e a dis ci pli na dos servidores de Sal omã o ( l R s 10. Principal objetivo da disci plina é tr a n s fo rm a r vidas e form ar caracteres. O que ensin a precisa pri m ei ra m e nte dis cipli nar -s e a si mesmo. porque recebeu sua sabedoria dir e ta m e n te de Deus. A disci plina pelo en sino é mais ef iciente que a correção. 36 .5). a fim de dar o exem pl o.

to ma r p r o po r çõ e s e chegar ao c o n h e c im e n to de muitos.15-18. heresias (Tt ■ Filiaç ão à o r g a niz aç ã o ou Igreja inc om pa tív el com o cristia nis mo . > M éto do s do pro c e d im en t o na dis ci p lin a que Jesus ^ en sin ou em M at e u s 18. ou se o caso. l T m 3.11-15). deve ser im e di a ta m en te desligado.17. e a pe dir perdão. ■ Duas ou três test emu nha s. 37 / j ^ J . ao ser c o m p ro v a d o . ■ I m or alid ad e ( I C o 5). se a falta não for tal que ex ija de sl ig am e n to imediato. porém com j us tiça.se levar a Igreja.15. ■ Pr opaga ção 3. 2Co ’ 13. IC o 5.10. Arre pe nd en do-s e . de falsas doutrinas. n/ ■ Espírito co n te n c io s o . ■ N" m e d id a do possível. 2Ts 3. deve-se tratar o pro b le m a ^ entre as pe ssoas afetadas. ■ Caso se recuse hu m ild e m e nte a re c o n h e c e r sua falta. deve o ofe ns or ser de sli gad o do rol de memb ros (Mt 18.11).1. tudo. de ve. que seja pe rdoado.20). v / ■ Não se a rre pen de nd o o ofensor. > Mo tivos para disciplina. ■ Se o caso for de flagrante esc â nd al o para a Igreja.14. divis or (Rm 16.18.■ A pe lar à c o n s c iê n c ia do of e ns or para que pense sobre sua conduta.11). ■ C o n d u ta de so rd en a da ou de sa pr ov a da pela P a l a v r a \ y de Deus (2Ts 3.18.

■ A disci plina não é um castigo. 38 . sim. N unca se deve fa ci lit ar tanto a ponto de se p en sar que o pecado é coi sa tão simples que a Igreja nem seque r se incomoda. pastor não é ditador. ela visa redim ir e restaurar. d e s f o r ç o . um guia e ex em p l o do redil ( I P e 5. E.> C aso s especiais de disci plina a pli cad a por muitos. > A tit ud e do pastor frente di s c i p li n a do membro. v i n g a n ç a . no qual a pesso a tem de de mo nst rar a rre pe nd im en to . ■ A dis ci pli na nunca deve se tr a n s fo rm a r em arma nas mãos do pastor ou dirigente. com o meio de im po r a sua própr ia vontade: N ada há mais re pro vá vel que a m ed r o nt ar membros com dis ci plin a para colocá-los na linha.1). Ex : R eg e n te de coral ao se ar re p en d e r deve voltar i m e d ia ta m e n te a e x ercer a função? E neces sár io um te mp o de prova. r e ta l i a ç ã o . ■ Tu do o que tem espírito de r e p r e s á l i a 1 ou re v a nch e é carnal e dificulta a subm iss ão da pessoa.1-3). ao p ro c e di m en to de ■ De v e min istrá-la com espírito de hum ild ad e e de a m o r (G1 6. d e s p i q u e . Pr ecisa-se dar tempo para que a Igreja veja o a rr e p e n d i m e n to e restab eleça a co nfiança. Casos de perdão para pe ssoas que exercem cargos na igreja ou liderança. 1 D e s f o r r a . Além do mais. * O bom pastor dá a vida e deve esta r ansioso pela volta da ovelha que se perdeu. ■ A dis cipli na deve ser aplic ada impar ci al men te.

pessoas que crê em em doutrin as diferentes ■ Mar que “C ” para Certo e “E ” para Errado 9. é incerto dizer que a)| I Não deve ele s o m en t e pe nsa r no n úm e ro de membros b)l I Deve nao pe ns a r d em ai s em apoio financ eir o ou social c ) @ Deve aceitar c o m o m e m bro s pe ssoas que se separaram b ru s c a m e n te de suas igrejas originais d)l I Não deve ter na Igreja. O ingresso na Igreja Unive rsal a)l I É pelo ba tis mo em água b ) 0 É pela e xp e r iê n c ia de salvação c)l I E pelo ba tis mo no Es pí ri to Santo d)l I E pelo c ada st ro no rol de m em bro s 8.Questionário ■ Assina le com “X ” as a lte rna ti vas corretas 6.|fc| A carta de a p re se nta çã o é p ass ad a aos m e m b ro s que estejam tra nsf e rin do para outra localidade 10. Foram esc olh id os pelos crentes (segundo At 6. para atend er aos int ere sse s te mp ora is da Igreja a) 13 Os prim eir os diá con os b)| I Os prim eir os anciãos c)l I Os prim eir os presb ítero s d)| I Os prim eir os pastores 7. Quanto aos perigos a ser em evitados pelo pastor. como me mb ro s.[£] O que en sin a pre c isa p ri m ei r am e nt e dis ci pli nar se a si me sm o.1-7). a fim de dar o e xem plo .

.

2. a fim de que. tudo funci one com vida. 41 . > Os obje tiv os da organiz açã o eclesiástica. s eg undo a j u s t a coop era ção de ca da parte. como c o nju nto c omp le to. atendendo condições de pre ced ên ci a.16. em sentido fig ur ado . eficiência e ha rmonia. T r ata -s e s im ple sm e nte da inte gra ção de cada ju n ta e pa rte f o r m a n d o uma unida de.21).Lição 2 O rg an ização da Ig reja A o rg a ni z aç ã o da Igreja local é apresenta da. pelo auxílio de toda ju n ta . Deu s ins truiu os filhos de Israe! a se loc omo ve rem em de ter mi na d as fo rm açõ es.s e co m tal precisão que poss ib il it a aos a st rô nom os pr e v e re m o momento ex ato dos eclipses. em relação ao labernáculo que fic a va no centro. be m ajustad o e co nso li da do. sDj z J E m p r im e ir o lugar. na descrição que o apóst ol o Paulo faz de Cristo de qu em todo o corpo. O Senh or Deus é mu ito ordeiro. Seu grande unive rso celestial m o v im e n ta . e s ta be le c e nd o a posição exata de cada tribo no a ca m pa m en to . O pr o p ó s it o da org a niz aç ã o da Igreja é tríplice. tem que mo ld a r-s e à natureza de Deus. efe tua o seu p ró pr io aumen to para a ed ifi c aç ã o de si m esm o em a m o r ” (Ef 4. o a p ar ec im e nto dos cometas e outros f e nôm e no s celestes.

A si ncr onização das batidas cardíacas com a funç ão res pir atóri a dos pulmões . M u i ta s p e s s o a s r e u n i d a s . Em segu ndo lugar. tudo posto em m o v im e n to pela mão do ha bi lid os o Criador.39. que a Sua Igreja. que é o corpo de Seu próp rio Filho. per feita me nt e unida e onde cada qual ocupa o seu de vid o lugar (Mc 3. 42 . O b vi a m en te faz parte do bom senso alguém se p re pa rar para a re alização dessa tare fa da man eira mais e ficiente possível. fun c io na nd o au to m á tic a e in v ol u nt a ri a m e nt e .Quan do Cristo m ulti pl ic ou os pães para os cinco mil homens.34). orde nou que todos se asse ntassem em grupos de cem e de ci n q ü en t a (Mc 6. pode real iza r muito mais para Deus do que uma grande e d e so r g an iz a d a massa de crentes. Do m e sm o modo. no seu modo de ser. a mais s el e c io na da de toda a criação. sendo uma m a r a v il h a de precisão e organização. com a mais exata pr e c is ã o? C ertamente está em pe rfe ita ha rm on ia com o plano e os métodos de Deus. a Igreja local. o prop ós ito de or ga niz aç ã o da Igreja local visa a pro v e r o m á xi m o de eficiência. 1 M u l t i d ã o e m d e s o r d e m. Há muito trabalho a ser feito por este mundo afora. ten ha pelo menos o m e s m j grau de ha rm onia e unidade. o pro ce sso digestivo e sua relação com o si stema ne rvoso e com todas as partes do corpo se ajustam na mais pe rfeita ordem e c oo pe ra ç ão . co mo qua lqu er outra obra.40). med ia nte ordem e fo rm açã o técnica de ação. povo. O própr io corpo humano é obra de Suas mãos. Uma t u r b a 1 de dez mil pe ssoas poderia ser de rro ta da por cem soldados. Pode ria alguém d uvi da r da sabe doria de Deus em tão bem org a ni z ar e c o rr e la ci o n a r a Igreja.

2 I n t e g r i d a d e de c a r á t e r . po de rá oco rrer in jus tiç a no a te n d i m e n to aos m e m bro s como. Jes us Cris to ( I C o 3. por exem pl o. 43 . Pode o c orre r algu ma pa rc ia li dad e na dis tri buiç ão das ta refas do ministé rio e das a ti vid ad es da ass embléia.12. O simples fato de co nse gui r uma a gl o m e ra ç ã o de pe ssoas para pre s ta r culto não si gnifica que esteja edi fic and o uma Igreja. Quão ins ens at o é o pa st or que edifica com ma terial perecível. pois não há outro fu n d a m e n to além daq uele que j á foi posto.V\ Ao p e nsa r-s e sobre a orga niz aç ã o de uma Igreja local. p re s su p õ e -s e a ex ist ên c ia de um gr upo de pe ssoas r e a lm en te n asc id as de novo. feno e palha.s e da queles que p e rt e n ce m ao reino espiritual (Mt 18. nos casos de visitação.3). p u n d o n o r . a saber. 'Yv . naquele dia ( I C o 3. o fim c o l i m a d o 1 por essa org an iz açã o da Igreja local é a sse gurar a p r o b i d a d e 2 em sua ad mi nis tra ção . C o n ta n d o co m o bom material. v i sa d o. será co mo madeira.13). D eve haver ato de in s tit uir e pôr em ordem a Igreja. Jo 3. > Argum en tos a fa vo r do rol de me mbros. que será c o n su m i d o pelo fogo. j á que um pe queno grupo po de rá m o n o p o li z a r a po sse e os privi légios legais.Em terceir o lugar. o b s e r v a d o . o pa st or pode lançar-se tr an qüilo na or ga niz açã o de uma Igreja local. se a Igreja local não for d e v id a m e n te organizada. O p rim ei ro pa sso em direção a torna r a Igreja 1 M i r a d o . A Igreja c o m p õ e . h o n r a d e z .3. Esse é o único material com que se po de levan tar a Igreja local. Q u a lq u e r outro material que não seja almas nasci da s do alto.11). Não ha v en d o registros nem qu a lq u e r sist em a de controle. > Org a ni z aç ão c o m p o s t a de regen erad os. co m o j á de finimos.

i n v en t á r i o. A fim de a ten de r a essa ne ces sid ad e e de c o n ta r com um lugar onde os crentes po s sa m sentir-se em casa. Tal com o a pessoa dese ja pos suir um iar e ali viver. n e c e s s á r i o . Em q u a lq ue r obra org a niz ad a . Dizse d e p e s s o a q u e se e nt r eg a s e x u a l m e n t e c om f a c i l i d ad e . mi st ur a d e s o r d e n a d a e c on f us a. Por isso deve e xis ti r o rol de membro s. Nos dias dos apóstolos e da Igreja Pr im iti va . que evita p r o m i s c u id a d e 3 e co nfusão. é m i s t e r 1 criar uma org an iz açã o c o m po st a de seus próprios membros. poré m o povo lhes tri butava grande admiração.local em um orga nis mo vivo. Qua se três 1 P r e c i s o . em bom núme ro de pa ssagens.15).13. tanto home ns co m o mulheres. assim também as novas criaturas em Cristo anela m por pertencer a uma Igreja que c o n s id e re m com o sua.14). há certa c on diç ão de estab ilidade que n a tu ra lm e nte atrai o povo. dos restantes. que se fazia a con tagem dos me m br os . é que isto é bíblico. 44 . No dia de Pe nt eco st es os irmãos eram 120 (At 1. 3 Q u a l i d a d e de p r o m í s c u o . Outro motivo pelo qual deve hav er um a rr ol a m e nt o definido de me mbr os .. havendo fortes razões para a fo rm ula ç ã o de um rol de membros.se perceber c lar am en te . dandolhes a sati sfa ção de “ p e rt e n ce r” a essa casa. Em pri m ei r o lugar. que não se arriscaria a associar-se a algo transitório. é re c o n h e c e r certo núm ero de memb ros . E crescia mais e mais a multidã o de cre ntes. lista. agregados ao S e n h o r ” (At 5. ning ué m o us av a ajuntar-se a eles. a n e ce s si d a d e instintiva de cada crente é de perte nce r a um lar espiritual. e disso havia registros. 2 L e v a n t a m e n t o . u rgente. consta que “ . Dá a e nt end er que havia um arr o la m e nto bem como uma distinta linha de d e m ar ca ç ão entre os discí pulos e os infiéis. Pod e..

mil foram acres cen ta dos à Igreja naquele dia (At 2.41).
Mais tarde o núme ro a u m e n t o u para cerca de cinco mil
(At 4.4).
As inscrições que c o nce rn e m à d is ci plin a
de ix am claro que havia uma nítida linha de separa ção o lado em que se e n c o n tr a v a m os memb ros e o outro,
onde p e rm a ne c ia m aq ueles que não podiam p a rt ic ip a r
da c o m u n h ã o ( I C o 5.12,13). O apóstolo Paulo
re c o m e n d o u que a c o n g re g aç ão em Corinto e x cl u í ss e
de seu rol aquela pe sso a iníqua. Aqui temos uma
s ituação dos que es ta va m “d e n t r o ” e dos que est a va m
“fo r a ” , o que é possível s om en te com um rol de
m em bro s. O próprio S e n h o r ins truiu que, após os
passos
pre limina res
ap ro pr ia d os
em
direção
à
reco nci li açã o, se o irmão se m o s tr a ss e irr eco nciliável,
de ver ia ser reputado c o m o gentio e pub licano (Mt
18.17). Isso o poria fora do p á l i o 1 da c o m u ni d a de,
r e qu e re nd o que c om eç a ss e tudo de novo se de sej ass e
yoltar a fazer parte da mesma.
Essa e x ig ên c ia ta m b é m revela a vontade de
Jesus, no sentido de que haja de fin iç ão exata sobre a
si tuação dos crentes. Tito 3.10 orde na a rejeição do
herege após a p rim eir a e se g u n d a advertência. C om o
po deria haver a rejeiçã o se não houv ess e pelo me nos
um grupo definido do qual pu de ss e ser e xcluí do? Veja
tam bé m 2Te ssa lo n ic en se s 3.6,14,15.
Ex iste ainda uma outra razão em favor do rol
de me mb ro s. E lógico do po nto de vista de qu a lq u e r
e mp re en di m en to . Q ua nd o pe sso as crentes f r eq üe nt a m
uma Igreja e fazem in v e st im e n t o s nela como seu lar
espiritual, ad quirem por ela um interesse maior. Cas o o
templo seja de p ro pri ed a de de alguém (do pastor, por
ex emplo), e esse alg uém mais tarde o vende e mu da -s e

1 Ma nt o, c ap a.

para outra cidade, ent ão os que tiverem c o la b o r a d o ali
sentirão que de uma hora para outra se viram
desabrig ad os , e co mo neg ar que tais s en ti m en to s são
perfe ita me nt e ju s to s?
Dar aos crentes o direito de voto no con tro le
da prop ri eda de da Igreja parece el ementar. Igu almente,
supondo que a alguém seja dado o direito de votar, só
por se achar pr es ent e a uma re união de me mbr os ,
equ ivale ria a dar a est ra nh os , ou àqueles que rarame nte
freqüentam a Igreja e que não deviam c on st a r do rol, o
direito de c on tr o la re m as pro pr iedades da Igreja tanto
quanto os m e m br os ativos, os quais são fiéis em sua
freqüê nci a e que ali r e a lm en te têm feito inv est im en to s.
Isso seria uma in jus tiç a e ocasiona ria pro te st os jus tos .
Ora, ambas as p o s si bi l id ad e s são ev itadas m e di a nt e o
simples e x pe di e nte de ha ve r um rol de m e m bro s , e em
que a posse da pr o p r ie d a d e tenha sido feita em nome da
Igreja.
Isso não é apenas sensato e e m in e n te m e n te
ju sto, mas tam bé m desf ruta de apoio bíblico que
confirm a esse princípio. Em R om an os 12.17 a co ns e lh a
que façamos coisas direitas e honestas pera nte todos os
homens. E 2C orí nti os 8.21 nos reco men da : “ ... pois o
que nos pr eo cu pa é pr oc e d erm os h on e st a m e nt e , não só
perante o Senhor, co mo tam bé m diante dos h o m e n s ” .
> Norma s para tor nar-se membro.
Antes
que
possa
ser
d e te r m in a d a
e
reco nhe ci da uma lista de memb ros da Igreja, é
necessário re so lv er a questão das exigên ci as me di a nte
as quais serão aceitos os membros.
A questã o da aceitação ou rejeição de
me mbros, ou seu de sl ig am e n to de finitivo, não pode
ficar a critério pessoal do pastor ou de seus auxiliares
diretos. Dev e ha ver uma nor ma escrita, ba sea da na
46

Pala v ra de D eu s, med ia nte a qual se ch eg ue a decis õe s
imp arciais.
N a ju s t i ç a secular a plic am - se as regras sem
ol ha re m pe ssoa s; e por que não p r o c e d e r do m e sm o
mo do em nosso meio? Só pode h av er c o n fi a n ça e
s atisfação entre o povo, qua nd o há um e n te nd i m en to
qua nto às qu a lif ic a çõ e s de c a n did a to s a membro s. Mas,
se as regras forem m e ra m en t e “ s u b e n t e n d i d a s ” , darão
ensejo a muit os de se nte n di m e nt os . N a d a m e lh or do que
di sp or de um do c um en to de finido, s em pr e imparcial,
j a m a is inf lu enc iá vel pelos a r gu m e nt os , e que possa
p re s tar tr a n q ü il a m e n te o v e r e d i c t o 1 ad eq ua do a cada
q ue stã o em debate.
É mister, portanto, que haja um claro
e n te n d i m e n to sobre o que está e n v o lv id o nas questões,
e que isso seja registrado em li ngu a ge m si mples e
c o n c i s a 2, sendo então a pr ova do pelo voto voluntário
dos m e m b ro s da Igreja, ou pelos m e m b ro s oficiais que
são por ela responsável. Isso p or á fim a toda
a rg u m e n ta ç ã o e c ontri bu ir á para a ad mi nis tra ção
h a r m o n io s a das at ividades da Igreja.
A e xp er iê nc ia vital do no vo n a s c im e nto é
im pr es ci n d ív el para que alguém se torne me mb ro de
u m a __Igreja local (2Co 5.17). M as, dev erí am os
co n te n t ar - n o s apenas com a m e ra c o nf is sã o de fé e a
re ci taç ão da sentença: “Creio em Jesus Cristo como
Filho de D e u s ? ” .
M ui to s são os grupos que se têm asso ciad o à
base de tão insu fic iente fu nda me nto . E tudo indica que
ne ss e sc re b ajih os há muitos não j r e g e n e r a d o s y Dev eri a
hav er algo de mais espec ífi co em m a té ri a de ex igências
para que alguém se to rn a sse me mb ro. O Sen ho r nos
ord e na nestes termos: “ Por isso, re tir a i- vo s do meio
1 J u í z o p r o n u n c i a d o em q u a l q u e r ma té ri a.
2 S u c i n t o , r e s u m i d o . P r e c i s o , exat o.

47

deles, s e pa ra i- vos ...” (2Co 6.17). E Ele ta m b é m nos
instruiu~~como segue: “ Sede santos, porqu e eu sou
s a n t o ” ( I P e 1.16). D iz -n o s ainda que “ Se a lguém amar
o mundo, o amor do Pai não está ne le ” ( l J o 2.15). E
tã mbem: “ Ninguém vos engane com palavras vãs;
porque por estas coisas (certos pecados citados nos
ve rsículos 3 à 5) vem a ira de Deus sobre os filhos da
d e s o b e d i ê n c i a " (Ef 5.6).
Que
de ve m os
fazer
em
face
dessas
E sc rit ura s? H a ver ía m os de aceitar em nossas igrejas,
c om o membro s, aqueles que de m on st rar em a mo r ao
m un d o ? Se a ira de D eu s rep ousa sobre os tais e se de
m an ei ra âTgTímã~éntrárao no reino (G1 5.19-21), que
direito temos nós de aceita-los na Igreja? Que
c oe r ên c ia haveria nis to?
Da parte de todo c an did at o a me m br o ,
de veria haver a d e cla ra ção de finida acerca da re nú nc ia
ao pecado e às coisas do mundo, co m pTènà
^compreensão sobre este ponto. Se af ir m a rm os que a
nossa doutrina é co rre ta e bíblica, e que temos
ex per iê nc ia com Deus, então a co erê nc ia re q u e r que
espere mo s dos m e m br os de nossas igrejas um alto
padrão de vida e e xp e r iê n c ia espiritual. Mas, se nos sa
Igreja não é dif erente das demais, nesse caso, por que
ex ist imo s com o d e n o m in a ç ã o separada? Esse é um
desafio direto. (O c r is tia nis m o em vários aspe ct os se
acha dividido em muita s de n om in a çõ e s e seitas). A
m en os que haja clara ju s ti fi c a ti v a para nos sa e xis t ên c ia
separa da com o d e no m in a çã o, estamos c o n den a do s por
estar au me nt an do o núme ro dessas divisões.
N oss a próp ri a existência, como Igreja, exige
que tenh amo s um padrão mais el evado de a c e it a ç ã o .d e
membros;(ê^u g ^ q u è ^ h aja certas q u a li fi c ações') impo st as
aos que que ira m tor nar-se m e m br os de nossas igrejas.
Se a Igreja for pura e santa, g oz ar á da

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de santos. a não ser por m ot iv o de força maior. etc. esc olh ido pelo presb itério . De sse modo as boc as serão fechadas e os c ora çõe s ficarão co nv en c id os da real ida de dessa m a ra vi lh os a salvação. aprecia a co er ên c ia de uma vida santa da parte daqueles que faz em tão vigorosa prof iss ão de fé. nem coisa semelh an te. Suge re -se que haja pelo m en os uma reuniã o mensal do presb itério . mas antes. D eu s derr am ar á Suas bênçã os sobre uma c o m u n h ã o limpa. O pe ca do cru cificou nosso Mestre. A Igreja está a c am in ho de uma pá tria santa e celestial. seja santa e sem defeito. e não sobre aqueles que aco lhe m o pe ca do e o m u n d a n is m o em seu meio. A Diretoria É muito destac ado o lugar do corpo a d m in is tr a tiv o da Igreja local. além de d e m onst ra r p u b li c a m e n te que o pastor os aceite sem restrições.6). Isso dará aos presb íteros e di áco no s “c erto p r e s t í g io ” pera nte a Igreja. O secretário da Igreja. A pós a esc o lh a dos p resb íteros e di áco no s é c o n ve ni e nte e bíblico que haja uma c o n sa g ra çã o pública desses irmãos. como Igreja g l o r i o s a ” (Ef 5. Isso torna necessá rio que os crentes se a p ro x im e m o mais possível do estad o “ sem m á cu la nem ruga. os quais oraram e im p u s e ra m as mãos sobre eles (At 6. quer haja assuntos de re le vân ci a a 49 I _______________________________________________________________ . se m e lh a n te m e n te . O povo. atas.27). e nós ad oramos a um Deus santo. é o guardião e res p on sá ve l por todos os do c u m en t o s im por tante s. E ess a reuniã o deve ser le vada a efeito.aprov a çã o de D eu s e dos homens. estes foram a pre sen tados aos apóstolos. Ao serem se le c io nad o s os prim eiros diá con os . Este mundo vil é ini m ig o da graça de Deus.

E seria co n ve ni e nte que o secretário lavrasse em ata os assuntos tratados. Se h o uv e r um grupo org a ni z ad o da moc ida de. mas. Seu intuito. assembléia. enco raja ndo suas iniciativas. quer não. naqu ele s de talhes que são le git im am en te deles. e m uma q u e s t ã o . a qualquer 50 a c e r c a do e s t u d o d e uma i n c i d e n t e q u e s u r j a nessa . e deve estar pres ente às reuniõ es sem anais ou men sai s dos profes sores e obreiro s da E sc ola D om ini ca l. ou r e l a t i va a s s e m b l é i a . bem co mo da Igreja em geral. visando a pr im ora r o c o nh ec im e nt o dos crentes e a at ividade espiritual. Jam ai s deve pa ssar à frente desses subor din ad os. p r o p os t a . ao fazer-se presen te a essas reuniões. que o faça ao me mb ro encarr eg ad o. O pa sto r é o líder de cada de par tam en to. O pa sto r deve dar valor à sab ed ori a e às opiniões deles. um dever.tratar. o p a st o r será a u to m a tic a m e nt e m e m br o ex-ofício de sua diretoria. H av erá sempre n e ces sid ad e de c o m p a n h e ir i sm o e con selh o. 1 P r o p o s t a . De ve m -s e lavrar atas c on tendo todas as m o ç õ e s 1 aprovad as em cada reunião. Além da re união do presbitério é neces sár io que o pastor se re úna com as outras c omi ssõ e s da Igreja. Há os oficiais da E s c ol a D om in ic al com os quais terá de en trev istar-se. O past or não deve c on si de ra r que fazer-se pres ente a essas reuniões seja um privilégio. e de um pe río do de oração fe rv or os a em favor do bem -es ta r espiritual de toda a Igreja. e este entre em con tato com os demais. sim. Caso tenha qu a lq u e r sugestão a fazer. e se c heg ara m ou não à aprovação. é o de cont rib uir com seus c on sel h os e exer cer uma infl uên ci a benéfica. Sua pres enç a não deve de form a alg uma a baf ar ou in tim id ar e nem tirar deles a re s po ns a bi lid a de no trabalho.

It l A qu est ão da aceitação ou rejeição de m e m br os . dev erá ficar a critério pessoal do past or 51 . os d o c um en to s im p o r ta n te s . o resp onsáv el por tod os . É coer ent e dizer que. etc. Em prim eiro lugar a ) @ Tem que m o ld a r . R e c o m e n d o u que a c ongre gaç ão e xclu ís se de seu rol uma pessoa iníqua a)l I O ap ós to lo Pedro b)| I O ap ósto lo Tiago O r a O apóst ol o Paulo d)l I O ap ós to lo João em C ori nto 3. p re s su p õ e -s e a ex ist ên c ia de um grupo de pessoas re a lm e n t e nascidas de novo 5 .s e à nat ure za de Deus b)| | Visa p ro v e r o m á x im o de efic iê nc ia o D é as s e gu ra r o ajuste em sua a dm in is tr a çã o d)i I Visa e q u ip a r de el evado nível de eficácia 2.[C1 Ao p e n sa r. O p ro pós ito da org a ni z aç ã o da Igreja é tríplice. atas.s e sobre a org an iz açã o de uma Igreja local.Questionário ■ Assinale c om “ X ” as alternativas co rretas 1. da Igreja é o a ) D Di ácono b)| I C o o p e r a d o r c)| I P res bít ero d ) @ Secre tár io ■ M ar qu e “C ” para Certo e “E ” para Errado \ 4. ou seu de sl i g a m e n to de finitivo.

que p e rm a ne c e em ruínas. disse: quão temível é este 1 S e a r a e m b o m e s t a d o de se cei far. diz o Senh or dos Exércitos.8). Todavia.1). e eu não o sabia. “ . ao passo que cada um de voz corre po r c aus a de sua própria c a s a ” (Ag 1. 52 .lhe a p ermi ssã o de ed ificar um lugar mais espa çoso. “Te nd o os sacerdotes saído do santuário. E. foi p ro n u n c ia d a sobre ela a bênção do Senhor. C e i f a . .” (2Rs 6. e neste lugar darei a p a z .. . para ministrar.5). Jacó declarou ao despertar: “Na verdade o Senhor está neste lugar. E acr escentou que Deus havia am al diç oa do a m e s s e 1 do campo.10-11).Im óveis e E q u ip am en to s No que diz respeito aos imóveis e ao e q u ip a m e n to da Igreja.. porque a glória de Deus en che ra a casa do S e n h o r ” ( l R s 8. pode-se dizer algo. porque o nosso De us é ma ior do que todos os d e u s e s ” (2Cr 2. C hegou o tempo em que os filhos dos profetas dis ser am a Eliseu: “Eis que o lugar em que hab ita mo s contigo é estreito demai s para nó s . por causa da minha casa. Sal omã o edificou uma vasta casa: “ .... trazei m ad ei ra e edificai a c a s a ” (Ag 1. de tal sorte que os sac erdote s não puderam p e rm a n e c e r ali. O profeta p Ageu ins truiu ao povo que ouvis se a ord em do Senhor: “ Subi ao monte. uma nuvem en che u a casa do Senhor. qua ndo a casa de Deus ficou te rminada.9). c ol he i ta .” (Ag 2. É verdade que após ha ve r sonhado com a es ca da cujo topo atingia o céu. temendo. por c aus a da nuvem. E solic itar am. “ A glória desta últ im a casa será ma ior do que a da primeira.9).. e Eliseu co nse nt iu nisso e ainda os ajudou nesse e m pre end im ent o.

E do c o n h e c i m e n t o geral que p re ci sam os estar fisic am ente bem ac o m o d a d o s . c e d e r . Por outro lado. É um de par ta m e nt o da Igreja onde é necessá rio in v e st im e n t o consid erá ve l. do m e s m o mo do. Po r outro lado. da m e lh or maneira possível. a nu i r à v o n t a d e ou ao r og o d e a lguém. e que erigiu com o coluna. Também a Igreja deve pos su ir uma a par elhag em de som que pe rm ita uma audição. qua nd o existe a urgente n e ces sid ad e de re cu rso s co ns ag rado s com que po ssa mo s fina nc iar a p ro c la m a ç ã o do Ev a ng e lh o até às e xt re m id a de s da terra. Ass im com o o corpo é o veículo em que nossa nat ure za espiritual está contida. para nos a sse ntar mo s tra n q ü il a m e n te a fim de darmos atenção às questões da alma e do espírito. nos quais Ele c o n d e s c e n d e u 1 em habitar. Naquele local nad a havia além da pedra que havia usado com o tr av ess ei ro . a porta dos c é u s ! ” (Gn 28. 1 T r a n s i g i r e s p o n t a n e a m e n t e . gasta-se e x c e s s iv a m e n te com co nst ru çõ e s e o rn am en taç ões. Em alguns casos. 53 . por parte dos ouvintes e. em certo conforto. de rra ma nd o óleo sobre essa pedra. gerando assim um fruto negativo em função da má qualidad e dos e q u ip a m e n to s sonoros. o edifício de uma Igreja é o meio necessá rio às final ida de s esp irituais e o local onde adoramos a Deus. dos que a estão utilizando. Não é aco n se lh áv el invest ir grandes fortunas co mo fez Salom ão.lugar! É a casa de D eus. está d iv in a m e nte registrado que os filhos de Deus lhe edific aram ta be rn ácu lo s e templos.16. cu m pre -n os pr o cu rar a beleza si mples nas casas de oração que le vantarmos. É a p resen ça de Deus que m o tiv a o lev an ta m e n to de uma casa de Deus.17). sendo m in im iz a do o interesse pela q ua lid ad e sonora p ro d u z id a para àqueles que vão às reuniões.

quando damos um pa sso à frente e pr oc ura mo s à expans ão nece ssária ao d e s e nv ol v im e nt o de Sua obra. 54 . O Se nh or atende à nossa fé ativa. qu ad ros -neg ro s. que. de vem ser provid en ciad os . púlp ito s bem co nf e cc io na do s. as igrejas sejam e qui pad as de mo do a abrigar c on fo rt a v e lm e n t e o público. p a s s a n t e . v i a nd a nt e . cadeiras. já constitui um con vite aos tr a n s e u n t e s 1 a entrarem. c a m i n h a n t e . O ex te ri or do edifício. Bancos e assentos co nfortáveis. Manutenção É para a glória do Senhor.P lanejam ento para o T em plo O te mp lo que consiste em um único salão é quase sempre o primeiro passo na criação de uma Igreja. salas amplas para a E sc ola Dominical que é div id id a em classes. Os ho m e ns procuram a ap arência das coisas e são esses hom en s que pro curamos ga nhar para Deus. uma sala de oração. O m e sm o deve dar-se com os mó ve is da Igreja. Uma pro vid ê nc ia su m am en te interessante é a divu lg a ç ão do 1 I n d i v í d u o q ue vai a n d a n d o ou p a s s a n d o . Um letreiro atraente deve ser c o lo ca d o em lugar apropri ad o no templo. C on fo rm e for aumen tan do em n úm ero e capac ida de fin anceira. salão para reuniões diversas. berçário biblioteca. o j a r d i m e todo o imóvel de ve m ser conse rvad os em boa ordem e sempre limpos. mapas e todo o e q u ip a m e n to que se torne ne ces sár io para o trabalho eficiente. será lógico e ap ropriado pro vid en ci ar melho res acomod aç ões para os diversos usos: o ga binete do pastor. pois o templo. em si. a nd a nt e .

Não qu e re m o s dizer com isso que dev a haver rituais inf le xí v eis. h o n r a d e z .se com todas as cer im ôni as a que um m ini st ro é ch am a do a realizar. No entanto. elas perderão. efe tuar ce r im ô n ia s eclesiásticas. Se um min istro violar a s an ti dad e da ocasião. todos os min is tro s de v e r ia m co nd uzir as dive rs as cer im ôni as e cl es iás tic as co m dig nidade e decoro . Del as pa rticipa m com p ro f u n d o respeito e re ve rência. As pessoas em favo r das quais. será um grande ch oque para tais pe sso as e as levará a pe rd e rem o respeito por ele e por sua Igreja. isto faz parte de seu dev er e ministé rio diário. Se não realiza rmo s nesse espírito de re ve rência. Por essas razões. co nta ndo ao m esm o te mp o com a pres enç a e as bênçãos do Senh or nessas ocasiões. D i g n i d a d e . do e s c r i t o r . r e c e p çã o. 1 S al a de e n t r a d a . mas antes. C o n f o r m i d a d e do e s t i l o do o r a d o r . d e c ê nc i a. tais ce r im ô n ia s são rea lizad as. 2 C o r r e ç ã o m o r a l . co n si d e ra m -n a s como m o m e n to s relevantes em suas vidas. certa ordem digna que honr a a ocasião. artificiais. Cerimônias Talvez seja um tanto difícil para um p r e ga dor não litúrgico do Ev a n g e lh o . Em muita s de ssas oportu ni dad es estar ão pr esentes ob s erv ado res que são revestidos de certa auré ola sagrada.núm e ro do telefone e que tal n úm e ro a par eça tanto na lista te le fô nic a com o nos s a g u õ e s 1 de hotéis da cidade. o propós ito e os ben ef ício s para os quais fo ra m instituídos. e d e ver ia familia riz ar. c om o a s s u n t o de que trata. a pr en den do a oficiá-las co m dig nidade e correção. S em pre deve ser fácil aos estran hos a localização da Igreja para que os intere ssa dos saibam onde se reu nir com os irmãos. 55 .

O minis tro não pode correr o risco de pr ej udic ar sua posiçã o na Igreja. E nt ão será feito o registro p e rm a nen te no livro a pro pri ad o para esse fim e ex igido pelas auto rid ad es do país. por m ot iv o de descuido em tão im port an te questão. A c e r im ô n ia de casam ento . deve ser c u id a d o s a m e n t e observ ada . deve em seguida e x am i n ar os papéis do casal. O min istro ja m a is deve realizar uma c e r im ô n ia de cas am ent o sem prévia in ve stigação sobre o estad o civil das pe ssoas que irão se casar. O ministro. o m ini st ro de rosto voltado para o auditório. c o n v é m que an tec ip a dam en te se faça um ou mais ensaios. Os min istros de v e m conh ece r bem as regras de sua de nom ina ção . será ne cessário que o mi nis tro se familiarize co m as leis do país onde o c a s a m en to está sendo efetuado.A c erim ô n ia de c a s a m e n to . o noivo e a sua te st em un ha de vem ap ar ecer defronte do altar. casa ndo pe ssoas que n ã o sejam solteiras ou viúvas. en quant o que o noivo e sua te st e m u n h a 56 . C ada min istro te nha todo o c uida do em amolda r-s e às mi nú c ia s das leis do país onde serve. e sp e c ia lm en te em lugares onde tem valor legal. E se p e rs is ti re m dúvidas quan to aos cand ida tos . antes de prosseguir. que d iz e m respeito ao seu direito de oficiar cer im ônia s de cas amento. em particular. nas fontes. Es se livro deve ser c u id a d o s a m e n t e guardado. deve o minis tra nte pre e n c h e r o for mulár io e o bt e r as assinaturas n ece ssárias das te st emunhas. Se o m a tr im ôn io tiver de ser e fe tuado no templo ou numa casa particular. . U m a vez seguro da autoridade legal e da aprova ção ecles iástic a no casa mento. Antes de rea liz a r a cer imônia. fará be m em inve st iga r p e ss oa lm en te . T e rm in ad a a cer imôn ia.

para e nco nt rar -se com o noivo.se com os c ost um es da região. D eve usar os cânticos dese ja dos . sob o a co m p a nha m en to de mús ic a nupcial. Ent ão a noiva.c on ve rt id os acerca do perigo de tomá -la sem esta rem de vi d a m e n te pre parados. con forme a von ta de e xpr ess a da família. adapte-se aos c o st u m es locais na me did a do possível. liv rando-s e de censu ra ou culpa. Nas cidades me nor es e áreas rurais também há difere nç as. e então am bos se voltam de frente para o minis tro . O m ini st ro deve atend er aos desejos dos parentes do mort o tanto quanto possível. perante o altar. O culto da C eia do S e n h o r . Esses c ost um es variam qu a nto à hora e dia da seman a e se vai haver ou não um culto a beira do túmulo. p a r c ialm en te de frente para o auditório. A verifi ca ção prévia acerca de todas essas questões será p ro ve it os a e ajudará o pa st or a não violar as tradições de sua c om uni da de. no toc ante à ce ri m ôn ia fúnebre.estarão à e s qu e rd a do ministro. A c erim ôn ia fú n e b r e . que iniciará a cer imônia. às vezes grandes. Há grande va riedade de co st um es . e avisar aos n ã o. E im por ta nt e que 57 . R ec o m e n d a. planej and o a cel e br a ç ão para ser breve ou longa. Na ce le b ra ç ão de funerais será aconselhável ao novo pa sto r familiar iz ar. com a j á co stu m eira ce ri m ônia final. que m arch ará lentamente. mas antes.se que o novo p a st o r não busque alterar os co stu m es da c o m unid a de onde o funeral é efet uad o. O noivo a acolherá ali á e squ erd a. ' \ _ Z ”1 O p a st o r deve a nu nciar co m a devida a ntec ed ên ci a o culto de Santa Ceia ex or ta n do os crentes a ate n ta re m para a prep a raç ã o espiritual.

Ao oficiar a cel e br a ç ão da Ceia do Senhor. 22-25.12. M arcos 14. Após uma oração.26-29. ou Lucas 22.se antes de a pr o x im a re m -s e da mesa do Senhor. G er al mente é de bo m alvitre e xp lic ar que se trata de culto de Co mu nh ão . est ab el eci do de antem ão co m os co o pe r ad ore s .Mateus ~2 6 . o minis tro lerá novam ent e a por çã o c once rne nte ao pão 1 A l v i t r a m e n t o .27-32). É uma ce r im ô n ia solene e sagrada e. Dep ois da e xo rt a çã o. O pastor ta m b é m deve a nu nci a r que tanto ele co mo os demais obreiros estão disp ostos a ajudar esp ir it u a lm en t e a quem lhes pedir.23 à 26 ou 31.se e pro curar o perdão.7-20. deve pr ev al ece r ord e m e si stema durante a celebração. estes d e v e m re co nci li ar. opdonalrnFhtêT-. co nv ém que sejam lidas pa ssa gen s apropriadas. como tam bé m os m in is tro s visitantes. Por isso todo o que desej ar pa rticipar da C ei a do Senhor deve pr ep arar o coração.17-20. .17. os pres bít eros e diáconos. N a tu ra lm e n t e que.os m e m b ro s e nte nd a m que só deve ir à me sa do Senh or aquele que estiv er com o co ra çã o lim po e sem pecado ( I C o 11. Depois que os c o o per ad or e s tiverem tom ad o suas posições. co o p er ar ã o com o pastor nesse culto. mas que os não batizados s eja m ad vertidos a não partic ipa rem . que o past or prossiga c al m a e rever ent eme nte . devido à pre sen ça do E sp íri to Santo em todo o seu transcurso. co nvém que todos se en tre guem à oração e à m e di ta çã o diante de Deus. M ed ia nt e claro e n te nd i m en to . Em caso de ha ver ra ncores e desgostos entre alguns dos me mbros. no va . N ot í c i a . deve-se es p e ra r que produza ricas bênçãos espirituais. O que e sti ver em pecado deve a rre pen de r. pr e fe re n ci a lm e nt e IC o rí n t io s 11. n o v i d a d e .

o 1 B a s t a n t e . praia ou rio.e en tre gar á o e le m e n to aos diácon os . ou no prim eiro do m in go do mês. deve ser realizado no bat is tér io da própr ia Igreja. ou então. A sol en id ad e e a nat ure za sagrad a da ocasião de vem ser sentidas tanto pelos c a n di da to s co mo por toda a ass embléia. 59 . Es sa c eri mô nia . por im ers ão .se esperar que os p ar tic ip an tes recebam ricas bênçã os da parte do E sp íri to Santo ao p e rm a nec e re m em sua pres enç a durante a cer imôn ia. Ela é um ato solene e de ve. que o ba ti z an d o c o m p re e n d e be m o ato e que te nha re al me nt e e x p e r im e n t a d o o novo nascimento. e nqu ant o ele e os c and ida tos se retirarão aos vestiários a fim de se p re pa ra r em para o batismo. No m om e nto ap ro pria d o o pa sto r entre gará o púlpi to a um minis tro c ole ga ou auxiliar. E nt re vis ta s prepar atóri as com os ca nd id a to s são a s s a z 1 opor tun as . O p a st o r deve entrar prim eir o na água. s u f i c i e n t e . Após uma oração. ^>1(9 O ba tis m o em águas. para que o dis tri bu a m si st e m a ti c a m e n te entre o povo. no primeiro sábado do mês. G e ra l m e n te a Santa Ceia é c ele br a d a ao término do culto. co m toda a prop ri eda de . posto que esteja un ida à c onfi ssã o de Cristo com o Salvador. ou mui to. acim a de q u a lq u e r dú vida. pela manhã. se a c er im ôn ia for e fe tu ad a em lugar espa ço so. O b atism o em á g u a s . O ministro dev erá c ertificar -se. o grupo inteiro de c a ndid a to s pode rá apar ecer ao m e sm o tempo. ou em uma lagoa. e os c and ida tos c om p a r e c e rã o um a um. Não se deve apressar esta cer imôn ia. pode ser re al iza da co mo parte do culto notur no de do m in go .

E m s eg uid a co locará a out ra mão sobre as mãos post as do ba tizando. le v a n t a n d o a outra mão ao alto. o teu te st em u n h o e a o rd e m de nosso Se nh or Jesus Cristo. mu ito r e ve re nt em e nt e . e. . ■ O b a ti z an te col oca rá a mão que vai sup ort ar o peso do ba tiz an do um pouco abaixo da nuc a deste e. esp e c ia lm en te irmãs. ■ O of ic ia nte terá sua ve st i m en ta be m ap resentável. o inc linará para trás até submer gi. fará as seguintes pe rguntas: • O(a) irmão(a) crê que Jes us é o Sa lv a dor e Se n h o r de sua vida? • Pr om et e viver para Ele du ra nt e toda a sua e xis tê nc ia ? • Es tá disposto a o b e d ec e r in c o n d ic io n a lm e n te ? à sua Pala vra ■ Apó s ou v ir o “ S i m ” do can did at o. 1Posto em cima. (Esta r e c om en da ç ão é feita para que tão solene ato não se torne uma ocas iã o para esc ândalos ou gracejos).of ic ia nte se col oca rá em posiçã o de e fetu ar a sua im p o r ta n te tarefa. mais que tudo. o oficiante dirá: S e g u n d o a tua co nfis são. 2 Seriedade ou correção circunspeção. eu te batizo em no m e do Pai. co m fi rm eza e delicadeza. o oficiante deve a ca ut el ar -se quanto à má c o m p o s t u r a 2 de algumas p ess oas. ■ D u ra n te a realização do ba tis mo . de 60 maneiras. e do Filho e do Espí ri to Santo. comedimento. modéstia. le van ta ndo-o logo para a p os içã o ereta e o c o n d u z in d o a quem esteja ajudando. e.lo tota lm en te. co m a ma ior rapid ez. ■ O ba tiz and o será orientado a c ol o ca r as mãos e n tr e la ç a d as sobre o peito (mãos s u p e r p o s t a s 1).

ao m esm o tempo em que os pais trazem as cria nça s à frente. A p resen ta çã o de c r ia n ç a s . R ecepção de m e m b r o s . ao m e sm o tempo.s e ao m ini st ério que exerce. (2) Os ad mi tid os por carta de m u d a n ç a e n v ia d a por Igreja irmã. o oficiante fará uma oração. ■ Ao con clu ir o ba tismo .inclusive us and o gravata. 61 . e. C o n v ém que os novos m e mb ros sejam rec eb id os im e dia ta m en te antes do culto de Ceia para que pa rti ci pe m da m esa do Se nh or j á com o membro s. O m ini st ro vai ao e ncontro deles. Pas sa ge ns bíblicas apro pri ad as p od e m 1 A mã o d i rei ta.á en toar um cânti co infantil. os candida tos j á terão sido e x am i n ad o s e feito sua de claração c o n c o r d a n d o com os c ost um es e do ut ri na s da Igreja a que estão se unindo. Na rec ep ç ão de m em bro s na Igreja. por ser mais pr u d e n te e oportuno. desta car -se dos demais que irão às águas do batismo. para bem re c o m e n d a r. Na a pr ese nta ção de crianças p o d e r.se batizá-lo por último. ■ Se ho uver algu ém enfe rmo ou com d ifi cu ld a d e de locomo ve r-s e. Es sa c e r im ô n ia é sim ple sm e nt e o “e s te n d e r a d e s t r a 1 da c o m u n h ã o ” àqueles que j á ha v iam sido regu la rm e nt e a d m iti do s com o me mbros. Os c and ida tos serão de duas classes: (1) A queles que for am ad mitidos por c on fis são de fé e ba tis m o em águas. A m bo s p od e rã o ser recebid os do m e s m o modo. a co ns el ha. após dar ciência ao dir igente do traba lho que conclui o ato.s e.

en tre gue por Ele aos pais.os n o v a m e n t e nas mãos do Se n h o r que lhe confiou. É m is te r que todos os pais r e c o nh eç am essa ob rig aç ão e re s po nsa bili da de perante Deus. tom a ndo a 62 .na s e as tre ine m para a Sua glória. As crianças são h eran ças do Senhor. dirigir-se o pa sto r aos pais nos seguin tes termos: “A vista de Deus e na pr es enç a de todas estas te st em unh as . Os pais de nos sos dias. no tocante a isso. A virgem M aria ta m b é m troux e o menino Jesus ao templo..ser c ita das. s e m e lh a n te m e n te . devem re c o n h e c e r a sua sagrada obr ig a ç ão para com seus filhos. após tê-lo dedi cad o ao Senhor. a famíl ia é uma ins tit uiç ão divina de te r m in a d a por Deus. E ntã o o pa sto r diri gir -s e-á à Igreja ou aos am igos ali reu nidos mais ou menos nestes termos: “M eu s qu e rid os . Ao faz ere m assim.1315. nos dias antigos. co m o M ar co s 10. desde o princípio. pois. no c am in ho da retidão e piedade” . os irmãos p ro me te m so le n e m e n te criar seus filhos no temo r e na a dm o e s ta ç ã o do S e n h o r ? ” E ainda: “P r o m e t e m di li g e n c ia r desd e cedo para que seu filho (ou filha) aceite a J esu s Cristo como S a lv a do r e S e n h o r ? ” . e ntr eg and o. tanto qua ndo d e pen de r dos irmãos. A n a rec on he c eu que seu filho Samuel pe rtencia ao Senhor. D ev e. “E ta m b é m p r om e te m . que seu fil ho(a) veja nos irmãos ex em plo s de vidas cristãs pie do sa s e c o e r e n t e s ? ” . etc. que p ro va m que a apre sen ta ção de cr ianças ao Se n h o r não é o bat is mo infantil p ra ti c ad o em certas d e n om in a çõ e s. “ O ba tis m o bíblico re a liz a r. E então. criou nas coisas de Deus seu próp rio filho Moisés. re c o n h ec em e ratif ic am p u b li c a m en te a re s p o n s a b il id a d e que têm de criá-los no temo r e a d m o e s ta ç ã o do Senhor.se -á após a c onfis sã o de f é ” . para que c u id e m delas. J o q u e b e d e .13-16 ou M ate us 19. p ro te ja m.

p o d e rá en to ar um outro hino infantil. ■ Ex e rc íc io de prof issã o i n c ô m o d a ou ruidosa. A cong reg ação . ■ Pr o v o c a ç ã o de animal. co n st i tu i. R ef er im o. e à or d e n a ç ã o de min is tro s do Eva ng el ho . E em seguida fará uma oração de de dicação.s e co nt ra ve nçã o penal (f ica nd o o infr ator sob as pen as da lei) q u a lq uer p e rt ur ba ç ão ao sossego alheio. do que aos encargos de um p a st o r local. Perturbação ao Sossego Alheio C on fo rm e a legislaç ão em vigor no país. em co nclusão.c r ia n ç a nos braços. Outras Cerimônias Ex is te m algumas outras cerim ônia s que p e r t e n c e m mais a p ro pri a da m en te às in c um bê n cia s dos re s p o n sá v e i s e c onven çõ es e st a du a is ou regionais de nt ro da de no m in a çã o. em de sa c ord o com as pre scr iç õe s legais. É bom atent armo s pa ra isso. ou não pr oc ura nd o im pe d ir b a ru lh o pro du zi do por animal sob a sua guarda. ou im p o n d o as mãos sobre sua cabeç a. ■ A bu so de in st rum en tos son oro s ou sinais acústicos (b u z in a ou apito). de di co esta criança (nome da cria nça ) a Deus e ao Seu santo se r v iç o ” .no s à d e d ic a ç ão de um templo. ao la nça m e n to de uma p e dr a fu nd am en tal . te rm in a da a dedicação de todas as crianças. o pa st or dirá: “No n o m e do Se nho r Jesus. por meio de: ■ G rit aria ou algazarra. pois algumas igrejas tê m sido fechadas por pe rtu rb a ç ão ao sossego 63 .

26.7-20 64 .29 b)[Xl Pre fe re nc ia lm en te I C o r í n t i o s 11.alheio (exces so de ba rul ho) . será ne ce s sá rio que o minis tro se fa m ili a riz e com a ) 0 As leis do país onde o cas a m en to está sendo e fet uad o b ) D O s c onvid ado s do casal a se casar c)l I As leis da Igreja onde será re alizado o cas a m en to d)l I A lin guagem e o ra tó ri a para esse tipo de c er im ônia 7. 17. pelas prefeituras do m un ic íp io onde estão localizadas. para que fiquem surpresos e espe rto s a não errarem d)[ I D eve pr os seg uir c al m a e re ve re nt em e nt e ao ofic ia r a celebr aç ão da C ei a do Senhor 8. evite barulho a cim a dos decibéis permitidos.12. Ante s de realizar a c e r im ô n ia de c as am ent o.17.23 à 26 ou 31 c ) @ Pr ef er e nc ia l m en t e M ar co s 14.20. é inc erto dizer que a)| I D eve avisar aos nã o -c o n v e rt id o s acerca do perigo de tomá -la sem e st a re m preparados b)l I De ve exor ta r aos cren tes a at entarem para a p rep ara çã o espiritual c)[y| Dev e anun ciar no dia da cel ebração. P a s sa g e n s apropriadas para Ceia do Senhor a )8§ Pr ef er e nc ia lm en te M at e u s 26. 22-25 d)fli] P r ef er e nc ia l m en t e Lucas 22. Para evitar t ra ns to rn os com os vizinhos e c om a lei. Q u a nt o ao past or no culto da Ceia do Senhor. Questionário ■ Ass in a le com “X ” as alter nat iva s corretas 6.

M ar qu e “C ” para C ert o e “E ” para Errado
9.IM O prof eta Ageu ins tru iu ao povo que ouvi sse a
ordem do Senhor: “ Subi ao monte, trazei m a de ir a e
edificai a c a s a ”
l O . d O batis mo em águas, por aspersão, deve ser
realizado no bat is tér io da próp ri a Igreja, ou em uma
lagoa, praia ou rio

65

Lição 3
A A d m in istração da Igreja

*7?

IL

A d m i n i s t ração é um con ju nt o de princ ípios ,
normas e funç õe s destinadas a ord en ar , dirigir e
co ntr ola r os e sf orços de grupos de in div íd u o s para
ob te nçã o de um r e s ulta do comum. Po r ex te ns ã o, função
que e st ab el ece as diretrizes da e m pr e sa , de fo rm a a
org an iz ar os fatores de p ro duçã o e co n tr o la r os
resultados.
Jcr
A A d m in is tr a ç ã o E c le si ás ti c a é essencial à
fo rm açã o do pastor. Es cr ev e o pro f es so r Pl ín io M ore ir a
da Silva: “Ass im co mo o pastor pass a a ter uma visão
me lh or de sua fu nç ã o com o c on se lh e iro , depois que
estuda Ps ic o lo g ia Pastoral; de mestre, depois que
estuda E d u cação Rel igiosa: de {jp reg ad oiy depois que
estud a jHxjmilética^i ele só vai e n t e n d e F m e s m o a sua
função de pastor, depois que e st u d a r A dm in is tr a ç ão
Eclesiástica. Só assim, ele e n co n tr ar á o verd ad eiro
signific ad o do título que o s te n t a ” .
Não é bem sucedido em seu m ini st ério por
não ter n e n h u m a noç ão de A dm in is tr a ç ã o Ec le siástica.
Entret ant o, os ju iz e s , profetas, reis e os apóstolos
foram not áv ei s adm ini st rad ore s. O E s c ri to r da E p ís to la
aos Hebr eus afirma que M oisés foi fiel em toda a casa
de Deus (Hb 3.2). O grande le gis lador, em outras
pa lavras, soube a dm in is tra r p r o f i c i e n t e m e n t e 1 os bens
sagrados.
1 C o m c o m p e t ê n c i a , c a p a c i d a d e , h a b i l i d a d e , d es t r e z a .

67

Mas c e r ta m e nt e a sabed oria que cap a c ita alguém para c on st i tu ir uma org anização bíblica. orga nis mo e org an ização. ta m b é m deveria c ap ac itá-l o a cuidar da sua adminis tra ção . r e u n ir .O Se nh or Jes us e x or ta -no s a sermos ad m in is tr a d o re s prec avi dos (Lc 14. mas que represente um o rg a n is m o vivo. a a dm in is tr a çã o da Igreja visa a m an te r unidos tais me mbr os . Alguns ass ev era m que é mais fácil e st a b e le c e r uma or ga niz açã o que fazê. 68 .28-32). O que sign ifi ca “ A dm in is tra ç ão E c l e s i á s t i c a ? ” . é a bso lu t am e nte necessário que uma Igreja seja não apenas be m organizada. d e ve. E a a dm in is tra ção dessa. do reparo de peças e de seu uso con tín uo. ligar. 1 U n ir . Da mesma man eira que a or ga niz açã o de uma Igreja c o me ça com a a g l u t i n a ç ã o 1 dos m em bro s. L e m bre m o. Cria-se uma no rm a de aceitação de me mbr os .se adm iti r que a p a ciê nc ia ne ce s sá ri a para cuid ar do fu n c io n a m en t o de talhado d u m a máquina. Toda via .la funcionar. Ad mi n is tra ç ão E c le s i á s ti c a é o estudo dos div ersos assu nto s ligados ao traba lho do pastor no que tange a sua função de líder ou a d m in is tr a d o r principal da Igreja a que serve. em muitos casos falta ao gênio do indivíduo que a co nstruiu. um arrol am en to definido. adm inis trad o de mo do eficiente e fiel. c on sis te em pô-la em fun ci onam en to . Seja com o for. É o povo de De us orga niz ado para a ten der à missã o que Deus a c on st it uiu nu m tríplice a s p e c to: ■ Es pir it ual v / ■ Social v / ■ Ec o n ô m ic o {/* A org anização de uma Igreja local consiste em arti cu la r o seu governo.no s que a Igreja é s im ulta ne a m e nt e .

dis ci pl in an do co m ma ns id ão os que se opõe.com as que fale ce ra m ou m u d a ra m para outras cidades. com oração. Estas última s po de m ter os nom es arrolad os em um rol de ina tivos..Daí por dia nt e cabe ao past or adotar s em pr e esse padrão de a cei tação e dis ci pli na dos m e m b ro s faltosos. pode obter resul tad os pos itivos. aqueles que se opõem: “ . As instruções que o Se nhor Jesus dá em Mateus 18. E ss a ação não deve ser to m a da pe ss o a lm en t e por qu em 69 .o com o espírito de brandura. Após uma pe rs istê nc ia séria. IC o 5. para c um pri re m a sua vo n ta d e ” (2Tm 2. am oro sa.26).14. deve.se re mo ve r do rol o nome das pe ssoas e n vo lv id a s . tendo sido feitos cativ os por ele.6. liv rando -se eles dos laços do diabo. caso c ontrá rio será neces sár io to ma r m e did as disci pli nar es.15. Faz parte da in c u m b ê n c ia do servo do Se n h o r instruir. Qu an to àqueles que se de svi am ou d e ix am de viver segundo o pa drã o bíblico. que sois espirituais. para que pe rm a neç a nítida a linha de s epa ração entre os que são m e mb ros e os que não o são. na ex pe c ta tiv a de que Deus lhes co nc e da não só o a rre pe nd im en to para re c on he c er em pl e n a m e n te a verdade.1 é outra pa ss a ge m bíblica que prec isa ser observada: “ Irmãos.15-17 de vem ser seguidas à risca. de ve m m e re ce r uma atenção particular.2. se alguém for su rp re en d i d o n a lg um a falta. Gálatas 6.13). e guarda-te para que não sejas ta m bé m t e n ta d o ” . na hipóte se de a usê nc ia te mporária. hu m il d e m e n te .. s em el ha nte à lo nga ni m id a de de Deus. corrig e. vós. re tir an do seus nomes do rol de m e m b ro s (2Ts 3. Co nse rve s em pr e atualiza do o rol de m e mb ros da Igreja. mas tam bé m o retorno à sensatez. Q ua nd o houver ocorrê nci as graves.25.

e em Tiatira.14.20). Isso evi ta rá q u a lq u e r dúvid a sobre a le git im ida de da posse. não deve ha ver ne g li g ê n ci a nem fr aq ue za ness es casos. D e ix a r de fazê. O no me e ender eço da Igreja local devem co nst ar c la r a m e n te no título de com pra . O Se n h o r não deixa pa ssar os p e ca do s nas igrejas. sempre que queira. os que ad ot av am a do utri na de Balaão. A Administração Patrimonial Eficiente A direção dos negócios da Igreja deve ser eficiente e co mp le ta. pode -s e obt er uma cópia por certidão.lo é rea lment e perigoso. q u a lq ue r que seja a na tu re za destes. e Ele' re p ree ndeu s e v e ra m e n te a Igreja de P érga mo . papéis de seguro. C om essa prov idê nc ia. pois Deus é santo. por pe rm iti r que c o nt in u a ss em em seu meio. Jezabel (Ap 2.quer que seja. E ain da apoiou a igreja de Efes o por não poder tolerar os in íqu os (Ap 2. e se de sc u id a m disso. Os bens e a pro pri ed ad e onde cu ltu am a Deus. e outros) em local à prov a de fogo ou no cofre de um banco. se não for em c erc ad os de pro vid ên ci as legais correm riscos de pre ju íz os incalculáveis. por tolerar o e ns in o da quel a mulher. d e v id am en te quitado e re gi st ra do no Car tório de Im óveis. 70 . En t re t an to . O secretário é o guardiã o oficial dos d o c um en to s da Igreja. É prudente c on se rv a r todos os doc um en to s im port ant es (títulos. Alguns pastores são com o o h om e m que edi fic ou sobre a areia. Mas o pastor deve ter acesso aos m esm os. mas em consulta co m pre sb ítero s e diáconos. caso haja uma perda acidental do título original.2).

• de J e r u sa lé m por Esdras e Jesus c onv oc a os d is cí pu lo s. en tre outros. D a n ie l. ■ E outros como: J • A técnica ad m in is tr a ti v a de Jo sé do Egito. • Sa lo m ã o recebeu todas as orienta çõe s para co n st r u çã o do templo.22). Sente-se vito ri os o quando ajuda outros a fazer bem o seu trabalho.ma iorais do santuário e ma iorais da casa de Deus ( l C r 24). "■/• A rec onstr uç ã o N eemias. E m muitos casos. seis for am os dias da c ria ção (Pv 8. N e n h u m a Igreja vive sem a d m in is tr a çã o.13-27). e antes de m u lt ip l ic a r os cinco pães. V e ja m o s alguns exemplos: C o n se lh o de Jetro a M ois és (Êx 18. Muit os ex em plo s bíbl ic os vêm de ho m e ns que fo ra m verda deiro s a dm in is tr a d o re s. O pr óp ri o Deus e st ab el ece u regras fixas para o universo. J o sé no Egito. quan to na so b re v iv ên c ia de seu povo: J etro. ord en ou a seus 71 . O un ive rso teve o seu p la nej am e nto .A Administração Eclesiástica Sob o Ponto de Vista Bíblico O ad m in is tr a d o r é um e sp e c ia li st a na arte de tr a b a lh a r com pessoas. ou to rg o u . a B íb li a tem sido ci tada por sua de m on st raç ã o de pri nc íp io s ad mi nis tra tiv o s. quer na c o n d u ç ã o dos ass untos re la ci ona do s c om a obra de Deu s. e org a ni z aç ã o de seu rein a do (2Cr 3). A a dm in is tra çã o pe rfe ita e stá nos céus. após instruí-los cu id ad o s a m en t e.lh es auto rid ad e e poder. assim co mo n e n h u m a e m p r e s a sobr ev ive de so rg an iz a da . M oisés. ^ j a Davi divide os sacerdotes em 24 turnos . e os en vio u ao cam po. D avi.

com a ne cessária a nt ec e d ê n c ia através de p ro gra ma s de ação.discíp ulos que m a n d a s s e m a m ult id ã o assentarse em grupos de ce m e cinqüenta. p re oc upan d o. a p r o du ti vid ad e . 2) F in a n c e ir o : despesas. na tu ra lm e n te para lhes faci lit ar o trabalho. O Que é Administrar A pa lav ra “ a d m i n i s t r a ç ã o ” é orig in ári a do latim e significa lit e ra lm e nt e “ su stentar co m as m ã o s ” . d is tr ib uíd os r a c io na lm en te e de tal forma h a rm o n iz a d o s que p o s sa m f unc io na r com o um todo. o tr e in a m e n to .s e c om a situação dis ciplinar. a integração. es ta be le c e nd o as se qü ê nc ia s mais lógicas e o tempo preciso. A d m in is tr a r é e sse n ci a lm e n te .se para o futuro. as férias. 72 . A d m in is tr a r é a um só tempo: ■ P r e v e r : É p rep ara r. a su bstituição e etc. a ad mi nis tra ção . É p r e d e t e r m i n a r uma ação. * O r g a n iz a r : É re un ir meios e recursos mate ria is e hum anos. a dem issã o. an ali sa a rec eita e p ro g r a m a de 3) O rg a n iza çã o e M éto d o s (O & M): es tu d a e p e sq u is a a m a n e i ra de a e m p re sa operar. e sem soluçã o de continuidade. A Administração Secular > J Possui três grandes áreas: 1) P e s s o a l: cui da das pe ssoas de que c om põe a firma. “fazer fu n c io n a r um s i s t e m a ” .

p ro cu ran do m a nt e r o e qu ilí brio do sistema ope rac iona l. veículos e etc. pe rda de tempo e c om p li c a ç õ e s indesejáveis. deve fazer a sua a d m in is tra çã o sempre de acordo com os demais m e m b ro s da diretoria. ■ C oordenar: É manter o o rg a nis m o em fu n c io n a m e n t o h o m o g ê n e o 1 e in te gra do em suas diversas atividades. O principal alvo da Igreja é a prega ção do Ev a nge lh o. ■ C o n t r o l a r : (Organ izaç ão ) aval ia r e regu la r o trab al ho em an dam e nt o e acabado. 73 ou quase não . D e ssa forma. É p r o p o r c io n a r o d e s e n v o lv im e n to de cada órgão. a pro pa ga ção do Rein o de D eu s no mundo. altos e b ai xos . A Administração dos Bens da Igreja A Igreja não é uma s oci e da de com fins lucrativos nem o seu objetivo é co me rci al . dos díz imos e das ofertas. A a dm in is tr a ç ã o patrimonial da Igreja deve ser e ficiente e com pleta. isto é.■ C o m a n d a r : É d et erm in ar as p r ov id ê nc ia s . 1 Cu j as p a r t es ou u n i d a d e s não a p r e s e n t a m a p r e s e n t a m d e s i g u a l d a d e s . bem co mo co m a Igreja. e s pe c ia lm en te . Origem dos Bens da Igreja Os bens da Igreja provem. O principal resp onsáv el pela a d m in is tra çã o da Igreja é o pa st o r presid ente o qual. To da via . a fim de que toda a or ga niz açã o fun ci one de acordo com as no rm a s vigentes. casas de mo ra dia s.ão atritos. da co ntri buiç ã o sist e m á tic a dos seus m em br os. é claro. e vit ar-s e. ela possui bens ma teriais como: temp los .

O a dm in is tr a do r dos bens não deve ser um di tador. in fo r m aç õe s de todas as a ti vid ad es pr ogra ma da s. portanto. Na secre ta ria deve-se ter todo o m ob ili á ri o necessário para o bom a nd am en to dos traba lho s pertinentes à secretaria. Departamento de Administração (Área Principal) S e c r e ta r ia . 74 . l ogr o. tanto das coisas e spi ri tua is co mo das materiais. 1 D o l o . A sala deve ser bem il um in a da e agradável. se bem a tu al iz a da nos seus serviços. O obreiro é um de spe ns eir o de Deus. P ode rá fo r n ec er a direção. Se isso vier acontecer. deve a Igreja d is por de um local (sala) própr io para a secretaria. f r a ud e . Há casos de en riq ue ci m en to por adm ini st ração d o l o s a 1 dos bens da Igreja. e de fácil acesso para os me mb ro s. e sp e c ia lm en te levan do -s e em conta que a pr o p r ie d a d e não é sua. maquinação. po de ndo levar a Igreja ao descrédito. m á . O a dm ini st rad or nunc a deve sob rec ar rega r de dívidas a Igreja.Q u a l q u e r ato c o n s c i e n t e c o m q u e a l g u é m i nduz. mas da entidade. tor nar-se-á a ad m in is tra çã o em de seq uil íbr io. Para um perfeito des e m p e n h o de suas ativid ad es. gera ndo boa impressão. bem c o m o atend er às mais diversas solicitações. ast úc ia . > In sta la ç õ es da S ecreta ria . A a dm in is tr a çã o não deve ser feita em prove ito próprio.fé . devem ser fiéis. Este é um órgão de grande im p or tân ci a para o bo m f u n c io na m en to de uma Igreja organizada. m a n t é m o u c o n f i r m a o u t r e m em er r o.

deve desi gn ar alguém para que o faça. Ser zeloso. v Se possível p o s s u ir tempo. Boa redação. oficiais da Igreja. Assinar. sob a sua su per visão. Tr ata r co m afa bi lid a de e amor cristão todas as \ J pessoas que n e c e s si ta m de seus serviços. M an te r a tu al iz a do s todos os dados estatís tic os \ / na sua gestão. > V arian d o de a c o rd o com o e sta tu to . É n e ce s sá ri o que o secretário p o s su a hab ili da de pro fi ssi onal para o de se m p e n h o da função. em livro próprio. Q ua ndo o volume de tr a ba lh o exigir que dê ex p ed ie n te em tempo integral. 75 . os do c u m en t o s M ant er em dia o fichário de m e m br os e todos . P re st ar relat óri o de suas atividades. e o secretário da diretoria não dispõe de tempo para tal. ^ C o n fe c c io n a r e e x p e d ir toda a c o rr e s p o n d ê n c ia sob sua r e s ponsa b ili da de . c om o pre sidente. Boa caligrafia. p r in cip a is a tr ib u iç õ e s do sec r etá r io são: as Lavra r atas da A ss e m blé ia. assiná-las e apre sen tá -la s para a pr ovaçã o nas ass em blé ia s seguintes.> A tr ib u içõ e s do S e c re tá r io (D ireto ria ). os serviços rel a ci o n a d o s à secretaria. ' / Ed uca ção ex em p l ar . O s ec re tá rio deve pos sui r as seguintes qualificações: M atu ri dad e espir itu al.

não foram anotad os . O trabalho torna-se mais fácil quando o secre tário recebe a ordem do dia. Um bloco especial é o ideal. ■ Ap onta r. sua carteira assina da e todas as obr igações sociais satisfeitas (CLT . ■ Os a p o nt am en to s não devem ser feitos num ped aç o de papel qualquer. ■ O la nç a m e nt o da ata deve ser feito na me sm a sem a na da realização da A ss e m blé ia. que tenham algo a tratar. 76 . os assuntos de m an eira clara e objetiva.C on so li d a ç ã o das Leis do Trabalho). ■ As dúvida s quanto às decisões to ma da s devem ser tiradas no mo m e nt o com o pa st or da Igreja. ■ D i f ic il m e n te um secretário lavra as atas no m o m e n to em que a assembléia se re al iza a não ser em c o n v en ç õ e s em que as sessões seguintes ex ig em a leitura da ata da sessão anterior (g e ra lm e nte as sessões das igrejas são mensais. recebend o da Igreja o seu salário e tendo. Q ua se sempre é do sexo femin ino .■ C u m p r i r outras pr ovi dê nc ias d e te r m in a d a s pela di re ção da Igreja. Tão logo term ine a sessão. o que facilita a co nfe cç ão da ata com maior atenção e cuidado). então. pois o te mp o e as múltip las oc upaçõ es apagam de nos sa mente fatos im po rt an te s que. para ev itar o perigo de extravio. > C o m p e tê n c ia do S ecretário (F u n c io n á r io ). no m o m e n to da sessão. inclusi ve. Função: ■ R e c e p c io n a r todos os m e m b ro s e visitantes dura nte o exp edi en te da semana. deve o bloco ser levado à guar da da secretaria.

E ss a n um e ra çã o deve ser in in te rr up ta no 77 . faz er ■ A c o m p a n h a r e verifi ca r o e st oque de material. classificar. E A te nd er às soli ci taç õe s da diretoria. da E s c o la Bíblica ■ Pr o v id en c ia r cópias dos d o c u m e n t o s a serem e n c a m in ha dos às A s s e m b lé ia s Gerais. É ele o registro de todos os m e m bro s b a ti z ad o s nas águas. ■ O rga niz ar arqu ivo s. pr es tan do as in fo r m aç õe s perti ne nte s. ■ A te nd er as en co me nda s. * C o n fe cc io n a r cart ões de m e m b r o s . ■ C o n fe c c io n a r o bo letim D om in ic al e da Igreja. que revela qu an to s m e mb ros ao todo j á pa ss a ram pela Igreja. im pr es so s e pacotes. etc). ■ E nde re ç ar e p o s ta r cartas. > D o c u m e n to s de um a Secretaria: Rol de M em br os . A e la b o r aç ã o do Rol de M e m b r o s de uma Igreja é de gra nde im p or tân ci a. deslig ame nto . C ha m a-s e. dis tri buir e a rq ui va r as c o rr e sp o n d ê n c ia s . ■ C ontr ol a r a ss e n ta m e n to s nas fichas dos me mb ros da Igreja ( m ud a nç a. Há o rol per ma nen te . O Rol pode ser de m e m b r o s ativos e inativos. pois através dele todas as in fo r m a ç õ e s serão obtidas p ro nta m e nte . são incluíd os os no m e s de m e mb ros por or de m de chegada. receb er. * Pla ne ja r a rotina do escritório. r e c lam a ç õ es e ped ido s.■ D ig it a r ou d a til og ra fa r as c orr e sp o n d ê n c ia s de rotina. ta m b é m . r e c om en da ç ão . ^ ■ A te nd er te le fo ne m as du ra nt e o exped iente. o livro de registros n u m é ri c o s dos m e m b ro s da Igreja. Nele.

dirigir e c ont rol ar a)| IPa st ore ar b)| ISub or di na ç ã o c)| IPresidir d)FZl A dm in is tra ç ão 2. RH Igreja é uma soci ed ad e c om fins luc rativos e seu alvo é a pr e ga ção do E v a n ge lh o 5. C onj unt o de pri nc ípi os .FCI O principal re s po nsá vel pela a dm in is tra çã o da Igreja é o secretário 78 . É co erente di z er que. no rm as e funções dest in ada s a ordenar. Questionário ■ A ssinale com “X ” as al te rnativas corretas 1.registro dos no me s. É o estudo dos div erso s assuntos ligados ao trab al ho do pa sto r no que tange a sua função de líder a)| I A dm in is tr a ç ão Geral b)[R| A dm in is tr a ç ão Ec le si ás tic a c)l I A dm in is tra ç ão O rg an izaci ona l d)| | A dm in is tr a ç ão Se c ul ar e Ci entífica 3.á verifi ca r qua is os m e m bro s mais antigos. em caso de morte ou e xc lu s ã o do rol. O núme ro dado a um membr o ja m a is deve ser outro. pois nas futuras c o m e m o r a ç õ e s pode r-s e. N un c a se substitui um n o m e já registrado. s om en te para aprovei tar o nú m e ro . lavra r atas da A ss e m b lé ia a)l IÉ atributo do pa st or da Igreja b)| 1 É atributo do presbíter o da Igreja c ) @ É atributo do secretário da Igreja d)| I É atributo do tesou reiro da Igreja ■ Mar que “ C ” para Certo e “E ” para Errado 4 .

III . II . o leg is lad or c on st it u in te . títulos ou direitos. na verdade. e ao prin cíp io fu nda me nta l e p é t r e o 1 da lib e rd a de religiosa. Sem p r e ju í z o de outr as g a r a n ti a s a s se g u ra d a s ao con tribuinte . 1 C o m a p a r ê n c i a o u r e s i s t ê n c i a de p e d r a. aos Estados. e sp e c if ic an d o . com base no p rin c ip io da igualdad e de todo s pe ra nte a lei. estão sujeitas às normas de tri buta ç ã o.o na C onst it ui çã o Fe de ral . de term in ou um tra ta m e nt o trib utári o ex ce pc io nal .As Igrejas e o Direito Tributário Os te m pl os de sti nados a p rá tic as de fé. em vi rt ud e da e xc e lê nc ia da po s iç ã o da Igreja na o rg a ni z aç ã o da sociedade. Todav ia. para esta ins tituição. in d e pe nd e nt e m en te da d e n o m in a ç ã o j u r í d i c a dos rendimentos.c o b r a r tributos: a) em relaçã o a f a t o s ge ra dor e s oc o r r id o s antes do inicio da vi gência da lei que os h o u v e r instituído ou au me nta do. ao D is tr it o F e d e r a l e aos M uni cípio s: I . 79 . à sem e lh a nça de todas as pe ssoas ju rí di ca s. 150.in s tit ui r tr a ta m en to de sig ua l entre c o ntr ib ui nt es que se e n co nt r e m em s it uaç ão equivalente. proibida q u a lq u e r di st inç ão em razão de oc u p a ç ã o p r o f i s s i o n a l ou f u n ç ã o p o r eles exercida. entre as limi ta çõ es c on st i tu c io n a is ao po de r de tr i b u ta r do Estado. as igrejas.ex ig ir ou a u m e n t a r tributo sem lei que o estabe leça . A ss im co ns ta da Carta C o n s ti tu c io n a l no seu artigo 150: Seção I I Das Lim itações do Poder de Tributar Art. é ved ado à União. p e t r o s o .

c) patr im ônio. à renda e aos serviços. uns dos outros. 153. renda ou ser viços dos par ti d o s políticos. a.: B a n c o Ce ntr al) . p e r i ó d i c o s e o p a p e l destin ad o a sua impressão. a t iv i d a d e s t í p i c a s da a d m i n i s t r a ç ã o p ú b l i c a (p. c o m p a t r i m ô n i o e r e c ei t a p r ó p r i o s . ressal vad a a co brança de pe d á g io pe la utilizaç ão de vias c o ns er vad as pelo P o d e r Público. b) tem plos de qu al qu e r culto (grifo nosso). inclusive suas fundações.b) no m esm o exercício f i n a n c e i r o em que haja sido p u b l i c a d a a lei que os instituiu ou aumentou. e 154. I. VI . . I V e V. II. de f o r m a d e s c e n t r a l i z a d a . no que se refere ao patrim ônio . v in cul ado s a suas f i n a l i d a d e s essenciais ou às delas decorrentes.in st itu ir impostos sobre: a) pa tr im ônio . § I o A vedação do inciso III. II. das instituições de e d uca çã o e de assis tênci a social.e s ta b e le c e r limitações ao tráfego de p e s s o a s ou bens. p o r meio de tributos inter esta dua is ou int er municipais. é extensiva às a u ta r q u i a s 1 e às f u n d a ç õ e s instituídas e m a ntid as p e lo P o d e r Público. das en tid ad es sindicais dos trabalhadores. § 2° A vedação do inciso VI. ex. não se aplica aos im postos pr ev is to s nos arts. I V .util iz ar tributo com efeito de confisco. sem f i n s lucrativos. a ten d id o s os requisitos da lei. 1 E n t i d a d e e st a ta i a u t ô n o ma . V . renda ou serviços. jor nais . c r i a d a p o r lei p ar a e x e cu t a r . d) livros. b.

à renda e aos serviços. § 5° A lei d e te r m in a r á m ed ida s p a r a que os c onsu m id or e s sejam e scl ar eci dos acerca dos impos tos que incidam sobre m e r c a d o r i a s e serviços. cujo f a t o g e r a d o r deva oc or r e r po s te r io r m e n te . c o m p re e n d e m so m e nt e o pa tr im ôn io .§ 3 o As v e d a ç õ e s do inciso VI. anistia ou remissão. caso não se realize o f a t o g e ra do r pre su m id o. a. sem p r e ju í z o do disposto no ar tigo 155. alín ea s b e c. § 2 o XII. que regule ex c lu s iv a m e n te as maté ria s ac ima e n u m e r a d a s ou o c o r r e s p o n d e n te tributo ou con tribuição. § 6 o Q ualq ue r su b sí d io ou isenção. relativos a impostos. rela ci on ad os com exp lo ra çã o de ati vidades e c o n ô m ic a s regidas p e la s n o r m a s aplicáv eis a e m p r e e n d i m e n to s pr iva d os . red ução de base de cálculo. § 7° A lei p o d e r á a tr ib u ir a sujeito p a s s i v o de obri ga ção tr ib u tá r ia a cond ição de re s ponsá v e l pe lo p a g a m e n t o de im posto ou con tribu ição. e do p a r á g r a f o an te ri or não se ap lic am ao p a tr im ôn io . só p o d e r á ser c o n ce did o me dia nte lei esp ec ífi ca f e d e r a l. a renda e os ser viços rela ci on ad os com as f i n a l i d a d e s ess enciais das e nt id ad e s nelas men cio nad as . taxas ou con tribu içõe s. ou em que haja co nt ra p r e st a ç ã o ou p a g a m e n t o de p r eç os ou tarif as p e l o usuário. nem exo ner a o p r o m i te n t e c o m p r a d o r da ob r ig aç ão de p a g a r imposto r el at iv am e nt e ao bem imóvel. as se gura da a imed iat a e p r e fe r e n c ia l restit uiç ão da quan tia pag a. g. est adual ou municipal. c o nc e s sã o de crédito p r e s u m id o . § 4 o As ved aç õe s e xpr ess as no inciso VI. 81 .

do artigo 150). telefone. Na relação desses recibos e con tra tos . a fim de evitarem pr ej uí zo s futuros. Não se deve fazer recibo co mu m. Os re cibos de aluguel das co ngre gaç õe s . letra “ b ” . bem como os resp ect iv os contratos de locação. ou por serem mal info rm ado s. M uni cí pio s e ao Dis tri to Federal. Est ad os. que te nham co mo fato gerador da obrigaç ão tributária o pa tri m ôn io . 150. os teso ur eir os auxiliares das c on gr eg açõ es de vem ter a m a io r caute la com os rela tórios fin an cei ro s e com despe sas que não inspirem confia nça . inciso VI. não por má fé dos re s po nsá vei s pela área fin an cei ra da Igreja. Medidas a serem Adotadas Pela Matriz e suas Filiais > C ui da d os com a te souraria da Igreja. To do s os doc um ent os. mas por falta de co nh ec im e nt o e sp ec ifi co sobre o assunto. a renda e os serviços re la ci ona dos (isto é. Os tesoureiros da Igreja matriz e das co ngre gaç õe s de vem ter o m á x im o c ui dad o com os d o c um en to s de despesas irregulares. em nome da Igreja matr iz (ou outra razão social).Da leitura do texto co ns ti tu cion a l é de clar eza s in gula r o e nt en di m en to de que é defeso à União. de vem estar em nome da Igreja m a tr iz. instituir im pos to s sobre templos de q u a lq u e r culto. Po r isso. dev erão estar. Erros têm ocorrido. água. referente a pa g am e n to s de conta de luz. c o m pro va nt es de de spesas. ob rig a to ri am e nte . farmácia 82 . d ir e ta m e nt e vinc ulados) com as final ida de s essenciais das e nt ida des nelas m en ci onada s (art. deve co nstar a expre ssão: “ co ntrato (ou recibo) de aluguel de s al ã o ” . De maneira al gu ma p od e rã o estar em n o m e de terceiros ou dos própr ios dirigentes.

(nome e assinatura do vendedor) * O b s . mas. a p res en ta r o próprio do cu men to . i mp o r o ôn u s. (data) (mês) (ano) (nome do responsável pela entidade compradora) Declaro ter recebido a importância acima declarada. Segu ram en te. telefone e outras. existe uma man eira de tor ná -lo válido. pela compra de ________________ . ju ro s etc. declara haver pago a (nome do vendedor). Quan do e fe tu ar co mpras em s u pe r m er ca dos.etc. pois os p a gam e nt os ef e tu ad os co m atraso de um dia j á o n e r a m 1 a Igreja com multas. usado e em perfeito estado de funcionamento. j u n t a m e n t e c om o ticket da caixa regis tra dora . i mp o r p e s a d o s t r i b ut o s. (Cidade). Para tanto. o valor de R $ ____________(_________ ). 83 . o recibo deve ser feito c o n fo rm e o modelo a seguir: A Igreja Evangélica (ou entidade sem fins lucrativos). os p a ga m e nto s de contas de água. deve-se exigir s em pr e nota fiscal. 1 S uj e i t a r . pois os segu intes d o c um en to s não p o s su e m cred ibilida de ne m serv em como c o m pr ov a n te s perante o fisco. luz. muitas igrejas e c on gr eg açõ es têm as suas despesas one radas po rqu e pagam as suas con tas com con sid eráv el atraso. Quand o a Igreja fizer uma co mp ra por recibo. para os devidos fins. até a data do ven cim ent o. e não por nota fiscal. Exi gir sem pr e a I o via da nota fiscal. sim. portador da RG N°_________ e do CPF N ° _____________ . ou o b r i g a ç ã o a. E fetu ar rig oro sam en te.

Est a tu to registrado em Car tório de Registro Civil pe ssoas jurídicas. e x em pli fic at iv am e nt e . 84 . Atos de Constituição De acordo com a na tureza j u r í d i c a da entidade.Se as igrejas fizerem tudo c on fo rm e esclarecido aqui. todavia. o tipo de doc ume nt o que marca a sua constituição. qu a lq uer m odif ica ç ão no núme ro de inscrição anterior. para as várias mo da lid a des associativas. com certeza ficarão isentas de probl em as futuros co m as autoridades fiscais. e não som ent e uma pessoa de fato. é ne cessário à pessoa ju r í d i c a fo r m a li z a r a sua ex ist ên c ia física. para tanto. m e nc i on am os . Desse modo. vários são os docu me nt os c o ns id e ra d os atos co nst itutivos. ■ E n tid a d e sem fin s lu cra tiv o s. Registro no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) O Cad as tro Nacional da Pe s so a Jurídi ca (CNPJ) su bstituiu o C adastro Geral de C ontri b ui n te s do Mi nistério da Fa z e n d a (o antigo CGC). in c lu siv e fu n d a çã o p rivada. sobretudo porqu e a co m p a n h a m a pe sso a ju rí d ic a durante todo o seu períod o de existência. cada re s pon sáv el deve atentar para estas orientações. os cartões CGC não mais valem j u r i d ic a m e n te a parti r de 01/07/99. alguns d o c um en to s são muito im por tantes. a fim de c um pri r satisf atori am en te as suas tarefas. Po r isso. Não ocorreu. e. Documentação da Igreja Para c on sid era r-s e uma pessoa ju r í d ic a de direito.

o C N P J é uma ne c e s si d a d e do e st a b e le c im e n to da matriz be m co mo de todas as filiais que p o s s u ir a p e ss oa ju rí dic a. com fir ma r e c o n h ec id a em cartório. O P e di do de inscrição será e fe tu ad o nas un ida des de cad as tro da Secr et ari a da Re c e ita Fed er al da região do d o m ic íli o fiscal do e sta be lec im en to. alteraç ão de dados c ad as tra is be m como o c a n c e la m e n to no CNPJ deverão ser proce dido s me d ia n te util iz açã o do D o c u m e n to B á s ic o de En tr ad a do C N P J .D e s d e a data m e nc io nad a . da Fi ch a Cadastral da P e s s o a Jur ídi ca (F CPJ).381. A lt e rn a ti v a m en te . e ambas de v e m estar d e v id am en te pr e e n ch id a s e assinadas. alínea “ a ” ). é ne ce s sá rio a seguinte do c um ent ação : 1. A inscr ição no C N P J não se limita s im p le s m e n te à ex ist ên c ia da p e ss oa ju rí d ic a . As pessoas físicas eq uip ar ad as à p e ss oa ju r í d i c a ta m b é m estão ob rig a da s a inscreverse no C ad a st ro N a cio na l da Pe sso a J ur íd ic a (CNPJ) no prazo de n ov e nta dias c o nta do s da data da e q u ip ar aç ã o (Decreto-Lei n° 1. 9o. art. em duas vias. devem e st a r ins cr ita s no CNPJ. e s o m en t e para a 2a via. pela pe sso a física re s po ns á ve l pela e m p r e s a perante o CNPJ. ■ A in scr içã o no C N P J é o b rig a tó ri a para todas as pe sso as jurídicas inc lusive àquelas que como tais são e quip ar ad a s . isto é. do Q ua dro de Sócios ou A dm in is tr a d o re s (QSA) e da Fi ch a C o m p le m e n t a r (FC). Para os e st a be le c im e nt os ma triz e filial. ela ta m b é m se est en de à sua estr utura. todas da m e s m a forma. § I o. D o c u m e n t o Básico de En t ra d a do C N P J (DBE). de 1974. 85 . po d e rá ser ap re se n ta da em có pi a si mples e servirá co mo rec ibo de e nt reg a da FC P J /Q S A . q u a l q u e r registro de inscr içã o.

No caso espe cifico de cada filiaL deverá ser a pr ese nt ad o o original ou a cópia a utent ica da do ato pelo qual se de m onst ra a abertura da filial. jR. ^ > Livro Caixa. contend o o Te rm o de Abe rtura e o de 86 . tanto da matriz quanto da filial. A Igreja é ob ri ga da a possu ir um Livro Caixa. Faz-se neces sár io que se tenha disp oníve l o c ar im bo do CN PJ para a Igreja matriz e suas filiais. Esta d o c um en ta ç ão deverá assim ser a pre sen ta da para fins do registro j u n to ao FCPJ. mesm o não tendo emp reg ado s regis tra do s. Uma vez que a Igreja foi fun da da e a A ss e m bl é ia Geral E x t ra o r d in á r ia aprovou o estatuto. 3. Nas ci rcunstâ nc ias em que a matriz e a filial se local izar em em E s ta dos diferentes. Outros Documentos da Igreja As instituições sem fins lucrativos. deverão po ssu ir br ig a to ri am e nt e os seguintes do cu mentos: J > Estatuto. (esta ficha é a pr e se nt a da em disquete). com o no caso das igrejas e en tidades de outras naturezas. ter registros em ambos os órgãos de ju ri s d iç ã o para fins deste registro. ne ce s sa ria m e nte . 4 > Car imb o do CNPJ. o pr im eir o passo a ser dado é registrá-lo no cartório c ompetente. F ic ha Cadastral da P e s so a Ju ríd ic a (FCPJ) e Quadro de Sócios e A dm in is tr a d o re s (QSA).2. no caso de sociedade. os atos co nst it uti vos das filiais de vem . Original ou cóp ia a u te nti ca da do ato consti tut ivo d e vid a m e n te registrado.

R es sal ta -s e que a Re c e ita Federal de te r m in a ser a aprese nta ção de sta de claração. a tu al m en te de n o m in a d a de cla ra ç ão de Info rma çõe s E c o n ô m ic o . > Ata da eleição da últi ma diretoria. 87 . c ont end o o Te rm o de A be rtu ra e o de Enc e rra m e nto . se s ujei tam ao risco de sofrer e lev ad as multas e outras pe n alid ad e s. > Livro Ata. c on diç ão e sse nci al para garantir o be n ef íc io da im un id ad e ou is enç ão do Im posto de Renda. estão sujeitas a obri gação de a p re s e n ta r a nualm en te a de cla ra ç ão de rendim en tos . ainda que ben eficiárias de isen çã o ou imunid ad e. > Outros D o c u m e n t o s Obrigatórios ■ Es c rit ur a d e fi ni tiv a de imóveis. depois de reg is tra do em car tório.En c e rr a m e nto . deve iniciar a e sc ri tu r aç ã o como Ba la nç o de Abertura. A ma ior ia das igrejas regis tra m em car tório o estatuto e c ad a s tr a m -s e no CNPJ. ■ C ont rat o de ces são de direito dos imó ve is . > D ecl ar açã o de Isençã o do Im pos to de R e n d a de Pes soa Jurídica. Todas as pessoas ju rí di ca s . \ s ■ C ont rat o de locação dos salões alugados. além de co m et er gra ví s si m o erro de não c u m p ri r as ob rig aç ões exigidas por lei. As igrejas e en tidades de outras na tu re za s devem tra ns cr ev e r em Ata a eleição da dir etoria. e pro v id e n c ia r o seu regis tro em cartório.F is c a is da P e s so a Jurídica. o qual. D esse modo. V A Igreja é ob rig ad a a p o s su ir tam bé m um Livro Ata d e v id a m e n te registrado em car tório. de pen de ndo do caso.

A tenção: A matriz é o órgão central e m an te n ed o r da cong reg ação. além de co nst ar que ela é su bord in a da à matriz. todos os atos civis. S O Livro Ata da c ongre ga ç ão deve con ter o en der eço da mesma. 1 Q u e m a n t é m . co n ta b i li d ad e e balanços são da c o m p e t ê n c ia da Igreja matriz. re pre sentação pera nte terceiros. 88 / . N o m e do secretário auxiliar. No Livro Ata da c o ng re gaç ão . p r o t e g e ou d e f e n d e .Documentos Necessários para as Congregações > Livro Ata. no m e ad o pelo x / dir ig en te da congregação. N ú m e ro de crianças a pre sen ta das . e o no me do pastor \ / N om e do tesoureiro auxiliar. por tempo in de te rm in a d o. processos. s us t en ta . co ntraío s. a qual é sua fiel m a n t e n e d o r a 1./ congreg ação . no m e ad o pelo V / diri gen te da congregação. re ceb im en to de verbas. To d o s os casos de m e m b ro s dis ci pl in ad o s p e l a ' . ao seu dirigente. serão transcritos s om ent e os seguintes assuntos: N ú m e ro de memb ros em co m u n h ão . isenção de im po s to s . registros. Este livro deve ser ass ina do pelo presidente da entidade. A c ong reg ação deve p o s su ir uma cóp ia da ata que deu posse. o Ter mo de A b e rt u ra e o de En c e rr a m e n to . Assim. sua fiel mantenedora. V N ú m e r o de memb ros ap re se nta do s batismo. finan ci am ent os . v 7 para o v/ / N ú m e r o de casam ent os celebrante.

. com a fin alida de esp ecifica de se re g is tra r as cel eb raçõ es de c as a m en to s na co ngregação. Para se e fe tu ar o traba lho correto e ev itar possí ve is erros. ■ O referido livro deve ser rubricado. a seg u nd a é fixa. a se gu nd a via ficará fixa no referido livro da c on gre gaç ão. > Livro de Registro de Casa me nt o. para ser c ar im bad o. ■ O Livro M o v im e n to Cai xa deve ser levado me nsa lm e nt e para a sede m an te ned ora . ■ A primeira via do Livro M ov im e n to Caixa. pelo tesou reiro e pelo diri gente da congregação. Este livro possui duas vias: a prim eir a é de stacável. ad quiri do em q u a lq ue r papelaria. de vid a m e n te rubr ica da pelo teso ur eir o oficial.”1 As c o n gr e gaç õe s deverão pos sui r um Livro M o v i m e n t o Caixa. d e v id am en te com provados. de vem ser obser vad os os seguintes quesitos: ■ Cabe ao te so ure ir o da c o ng re gaç ão e sc rit ur ar todas as receitas e despesas. após o fec ha m e n to das contas.> Car tão do C N P J . Deve ser e scr itu ra do com uso de papel car bono. para fins de co ntabil iza ç ão . ' 7' > Ca ri m bo do C N P J . Este livro é do m esm o tipo que se usa para ata. no prazo má xim o de cinco dias (ou seja. ^ > Livro M ov im e nt o C ai xa. assina do em todas as folhas. de ven do co nter os term os de ab ertura e de e n ce rr a m e nt o. ficará em p o d e r da sede m an tened ora . até o quin to dia do mês seguinte). datado e ass inado pelo tesoureiro oficial.

É utiliz ad o com a fin alidade espe cífica de fazer as an otações dos nomes de crianças apresentadas na co ngregação. para m a nt e r a Sede inf or m ad a de todos os assuntos. con tendo os itens seguintes: ■ Q u a n ti d ad e de celebr aç ão de c as a m en to s . > Bol et im Inf orm ativo. O livro deve ser assinado pelos dirigentes da cong re gaç ão. ■ Outros dados que se fizerem neces sár ios . secretário auxiliar. a di sc uss ão sobre a base ju r í d i c a da relação de trabalho entre as instituições religiosas e os seus 90 . a fim de atend er pos síveis e x ig ên ci as do IBGE (Instituto B rasil eir o de Geo grafia e Estatís tic a). Aspectos da Legislação Trabalhista Te m se tornad o rotineiro. ^ ■ Q ua n ti d ad e de crianças ap resentadas. no Livro Ata. \ / É vedad o à congreg ação lavrar assuntos estranhos à c o m p e t ê n c ia da mesma. As co ngre gaç õe s devem e la b o r ar um boletim infor mativ o. S e m e lh a n te m e n te ao anterior. ■ N úm e ro de pe ssoas visitadas (enfe rma s ou n ã o ) \ / pela co m is sã o de visitas da c ongre gaç ão. secretário oficial e pre si den te da ma ntenedora.> Livro R egi str o de A p resen ta ção de Criança. na ju s t i ç a do Trabalho. -/ ■ N úm ero de m e mb ros bati zad os no Espírito Santo. sem o co n se n ti m e n to da Igreja Sede. J ■ Q ua n ti d ad e de novo s co nvertidos. ■ N úm e ro de m e m b ro s batiz ado s em águas. este livro tam bé m deve co nt er os termos de aber tur a e encer ra mento.

as pe ssoas físicas. As car acterísticas muito espe ciais da Igreja. cient íficas ou literárias e as associações de utilidade pública.obreiros.e me di a nt e o pa gam en to de q u a ntia p re via m en te est a be lec id a neste contrato. a re tri bui ção pelo trabalho. em seu papel ímpar de tra ns fo rm a do ra das civiliza çõ es. distinto da qu el e aplicável às demais pessoas ju rí d ic a s . irm an a das através daq uel a fé alicer ça da nos fu n d a m e n to s ap regoados pela sua c onfi ssã o religiosa. inciso I do Cód igo Civil) serão em pr e g ad or es . pias. en qu an to pessoa ju rí d ic a . org an izaçõ es religiosas. nos termos constantes da legislação que re g u la m e n t a as relações do trabalho assalariado.por força do contrato ass ina do com o seu empregador com a im pos iç ão de normas e pro c e d im en t o s opera cion ais . 91 . e ou seus integrantes. d e s e nvo lv id o sob a d e p en dê n c ia j u rí d ic a do e m p r e g a d o r . se fi rm arem e. morais. sendo este trab al ho rotineiro. Este é o co nceito e st a be le c id o nos artigos 2o e 3o da C o n so li d aç ã o das Leis do T r aba lho e c onsa gra do em toda a nossa ju r i s p r u d ê n c i a trabalhista. As associaç õe s e in st itu iç ões civis. o salário. que a le ga ndo vinculo trab al his ta bus cam obter ganhos sem e lh a nte s aos e m pre ga do s am par ado s sob as regras da Co nso li daç ã o das Leis do T r aba lho (CLT). os seus funcioná rios e ainda com outros prestad ores de serviços. como sujeitos de direito (pessoas ju rí dica s de direito privado artigo 44. sempre que firm ar em con tra to de trabalho com p e ss oa física. o qual se d e s e n v o lv e rá nas próxim as linhas b us ca nd o de m onst ra r qual o verd ad eiro e nt en di m en to e o fiel vínculo de traba lho firmad o entre a Igreja. demandam tra tame nto ju rí d ic o espe cial.

sobretudo.s e de. Não se trata de comen tá ri os c o r r o b o r a d o r e s 1 de q ua lq uer t e nd ên c ia política. serviços de limpeza. 92 . c o n f i r m a r . c o m p r o v a r . alista além das atividades que po de ría mo s c on si de ra r genéricas a todas as en tidades. f o rt a l e c e r .Do Aspecto Jurídico-Doutrinário do Trabalho Pastoral e de seus Auxiliares . um senti men to de c o m pl e ta indepen dê nc ia. zeladoria. a mp arad os pelas regras do Dire ito do Trabalho. para ser a d eq u a d a m en te in terpretad a e enten di da. a fim de que possa ser. 2 D i z . def in id or a de sua na tureza jur íd ica . is enção e ética. deve ser co n si d e ra d a no seu aspecto técnico e ju rí d ic o .Presbíteros. so bretudo e le m en to ag lut ina do r de um p e nsa m e nt o de me lh or ia e a per fei çoa me nto nas relações interpessoais do grande povo de Deus em nossa terra. da essên cia de sua ex ist ên c ia e. Diáconos e Demais Obreiros P r ea m bu la rm e nte re ssa lta mo s que a leitura desta matéria. sequer de polít ic a eclesiástica. outras funções de na tureza espec ifi ca. com o toda a entidade civil (pessoa ju r í d i c a que de sen volve uma atividade civil). o u f u n c i o n á r i o c uj o v í n c u l o e m p r e g a t í c i o é r e g i d o p e l a CLT. f or t i f i c a r . (tais como. serviços adminis tra tiv os ). A Igreja. Repetidas são as reclam aç ões ju di c ia is de m an da da s por min istros religiosos e demais auxiliares do trabalho religi os o que bus cam receber co nj et ur ad os direitos traba lhis tas por se ju lg a r e m na qua lid a de ju rí d ic a de em pre gad os c el e ti s ta s 2. No rol de suas atuações próprias destac a-se a função relativa ao trabalho ministerial que c onte m pl a o 1 D a r f o rç a a. demais disto. demanda.

P or ta nt o é 93 . Não a co nt ec e este cresc ime nto por resu ltad o de inércia. e em e x c lu s iv o ex ercício de sua fé. re c o lh er e co n ta r dízimos e ofertas.15). estas ações re lig ios as são praticadas por m e m b ro s co ngregados. no cu m p ri m e n to do Ide ord en ad o por Jesus Cris to (Mc 16. e a isso tudo se agrega m ui tí s s im o trabalho. no alar gam en to das práticas da fé na po pu lação onde se encontra. dirigir cer imon iais fúnebres. Não te nham os dúvida: a at ividade religiosa. Tr ata-se. Via de regra. dentre outras atividades de se n v o lv id a s consoante as n e ce s si da de s da Igreja. realizar festas ce r im o n ia is . na form açã o de uma ver da dei ra base sustentá vel de influên cia religiosa. batizar os co nversos. aj ud ar no preparo e c el e bra r cultos. este trabalho. tra ns fo rm a r o ho me m da c on di çã o de vil pe ca dor em um militante do Ev a ng e lh o por a mo r de Cristo. controlar. É desta fo r m a que se obser va o c re sc im e n to do povo de D eu s através deste inigualável pr oc e ss o de tr an sf or ma ção da soci ed ad e e do ho me m que só a Igreja consegue pe rpetrar. a p re sen tar as crianças. mais do que todas as demais. gra tui ta e voluntária a sua pa rcela individual de ajuda. amor pela obra. m in is tra r preleções. pres tam de forma esp ontâ nea. realizar c as a m en to s . e nt reg a co nt in ua da. no de se m pe nh o de sua efet iva parti cipa ção social. en fim uma m a io r a br an gên ci a do Rein o de Deus j u n t o à socied ad e. org a n iz a r e dirigir estudos te oló gic os.pasto rear a Igreja. co lab ora nd o com a o r ga ni z aç ã o e e xp ans ão da Igreja. de uma pr es taç ão de serviços so lidária à en tid ad e religiosa na c o n se c u çã o do proc ess o de in te gra ção da Igreja na c o m u n id a d e . que na qu a lid a de de fiéis. exige de dic a ç ão com ple ta. faz er ord en açõ es de obreiros.

por ci rc un st â nc ia. A celet is ta é terre na por natureza. vinculada a m o ti v a ç ã o pessoal de in tim i dad e da consciência. a reli gio sa ocorre na terra. q u a n do o religioso. quando em A po c alip s e 22.8 ” ). mas cada um receberá o seu ga lardão. na bu sc a do bem maior. todavia. e o traba lho para Deus não está sujeito à lei dos ho m e n s. Ju ri d ic a m e n te é mais sucin ta a exp licaç ão que tem c o m o norte o fato de que o trab al ho religioso é vocac ion al . Esse pa nora m a g a la r d o a d o r pode ser id e ntif ic a do em todo o cenário bíblico .12. O e nt en di m en to deve. aos em p re en d im en to s eco nô m ic os. de dim e n s ão maior. caracte riza do pela sep a ra çã o de tudo.se fu n d a m e n ta l m e n te ao fato de que esta labuta tem um a es s ê nci a diversa da relação tra ba lh is ta celetista. mas sim às re tri bui çõe s por Ele. porém a sua na tu re z a é divina. o que pla nta e o que rega são um. Não se tr a ba lh a para o homem. re s er va da s a cada um segun do a pe rs on al ís s im a de dic aç ão a sua obra (“Ora. norm a r e gu la m en ta do ra de sti nad a às empresas. co m ênfase em suas última s letras. co ncl ui -se que: “Eis que cedo venho. em p re ferê nc ia a Deus e a sua obra. que se m a te ria liz a no pr o c e d im e n t o de santi fica ção . se abdica dos valores terrestres. no c on ti n u a d o no proc ess o de ap erfe iç oa m e nto esp iritu al. superior. e o meu galardão 94 . ne st a relação não existe pa cto de emprego. de se n v o lv id a por co nvicção pe rs o n al ís s im a . Deus. I C o 3 . e porta nto às suas at ividades não se aplicam as regras da Co ns ol id açã o das Leis do Trabalho. senão para D eus. sem fun da me nt o e c on ôm i co . A atividade relig ios a decorre de dev er da própr ia religião. a ela é estr anh a. como vere mos .in co nce bív el não se admitir a e xis t ên c ia d e um vinculo de traba lho. seq ue r para o irmão. segundo o seu traba lho. A Igreja é entid ad e sem fins lucrativos.

Vínculo Empregatício do Pastor e a Lei Previdenciária A legislação atual e sobretudo o D ecr et o 3. class ifi ca com o co ntribu inte indiv idu al . devendo ser in te rp re ta da segundo o Cód igo Divino. a sujeição do crente para com a Igreja. a fazer. que na legislação anterior era c on tri buin te por eq uip ar aç ã o ao profissional aut ôno mo.11: “ O bom Pastor dá a vida pelas suas o v e lh a s ” . onde alguém se co ns tr an ge a dar. pois que não permite a el abo ra çã o de contrato. o traba lho religioso não se e nq ua dra no am biente celetista. uma vida muitas vezes destituída de regalias. Não existe te cni cam en te obrigaç ão fir ma da entre as partes. uma vida de entre ga total. Não se ob ser va nos deveres religiosos. para dar a cada um segundo a sua o bra ” . pe ns a m e nto s difere nc iad os . ou ainda. so bretudo no que tange ao seu aspecto material. alg uma coisa em proveito de terceiro. o minis tro de co nfissão religiosa. 95 .(a m inh a re co mp ens a) está comigo. a não fazer. com alteraç õe s posteriores.048 de 1999. uma vida de sacrifícios. interesses opos tos . c onf orm e João 10. dentre outros. J uri dic am ent e. ser a vida pastoral. Por ser uma relação religiosa sua essê ncia é divina. em bora de vam os co mo cristãos não a dm iti r um trata me nto humi lh an te aos nossos pastores e demais obreiros. que é no sentido de que. que levam as pessoas a aderir em livre e e sp o n tâ n e a m a ni fest ação de vontade caracte rís tic a do espírito de fé. razões que fun da m e nt am a ex ist ênc ia de um contrato. que se e m p e n h a m na obra de Deus. Esta afirm aç ão nos traduz. e c on ôm i co . visto que não se e nco ntr a nesta relação. ao contrário identifica-se a gen ero sid ad e.

para fins de co n tri bu iç ã o pre videnciária. únic a e ex cl us iv a m e nt e ao pastor fazer o seu pa g a m e n to mensal à P r ev id ê nc ia Social. não é j u ri d ic a m e n te . e ap lic an do -s e a realidade c ot id ia na das nossas Igrejas. Em outras palavras. O Pagamento da Contribuição Mensal O p a ga m e nto da p r e vi dê nci a social a ser efetuado pelo pa st o r in de pen de de qua lq uer en vo lv im e nto da Igreja. po d e m o s afirmar que o valor que se paga ao Pa st or da Igreja como retribuição a sua dedica ção ex clu si va a obra do Senhor. não se co nsi de ra como re mu ne ração . inclusive para fins do INSS. c on sid er ad o rem un e ra çã o.recolhendo a sua co n tr ib u iç ã o à P r e v id ê n c ia Social nesta m o da lid a de de contribuinte. e st ip ula da com base em períodos de inters tíc ios de pagamentos. cabe ju rí dic a . portanto. as im port ânc ia s pagas pelas en tid ad es religiosas e in st itu iç ões de ensino vocacional ao min istro de co nfis são religiosa. através de uma tabela bá sica de contrib uiç õe s prev ide nci ária s. na qualida de de co ntri buin te 96 . não tem remuneração. Por tanto. direta ou indireta. C on so a n te a lei previde nci ária . que j u r i d ic a m e n te não tem qua lqu er vínculo posto pela legislação p r e vid e nc iá ri a decorrente desta relação. membros de ins tituto de vida c onsa gra da. em c o n so n â n c ia com o en ten di me nto que o Pa st or não tem vinculo traba lhista regido pela C o n so li d aç ã o das Leis i do T ra ba lh o e. de congre gaç ão ou de ordem religiosa em face de seu mis ter ou para sua sub sis tê nci a desde que for necidos em condições que in d e p en d a m da n a tu re za e quan tid ad e do trabalho executad o.

co ntr ib ui ç ão . Questionário ■ Ass in a le com “X ” as alternativas corretas 6. a im p o r tâ n c ia desconta da. atent and o para que o v a lo r base de sua c o nt ri bu iç ã o esteja entre os valores m ín im o e m á xim o do sal á rio -d e. U m dos ma ior es erros j u rí d ic o s que uma Igreja pode cometer é a)| I E n t re g a r à R ec e ita Fe deral. dev erã o estar. To d o s os do c um en to s. sua declar aç ão de is enç ão do impo st o de r e nda de p e ss oa j u rí d ic a b)| | Pr o v id en c ia r a in scr içã o de ta xa de fu n c io n a m e n t o e p ub lic id a de 97 . Não mais se a pli ca a antiga ta bela de esca la de salário-base. d e ve r á fornecer ao pastor o recibo de p a gam en to de seu re ndim en to mensal. a iden tif icaçã o da Igreja com o n úm e ro de inscrição no C N PJ e a iden tif ic açã o o c on tr ib u in te (no caso o pastor) e v id e n c ia n d o o seu n úm e ro de inscr ição no INSS. e vid en c ia ndo o valor da rem u ne ra çã o.in div idu al . A Igreja. por seu turno. U ma vez qu é a Igreja foi f unda da e a A ss e m b lé ia Geral E x t ra o r d in á r ia ap rovou o o pri m ei ro passo a ser dado é reg istrá-lo a)| I Livro Ata b)| I Li vro Caixa c)| I Livro de Inspeção do Traba lho d)lx1 Es ta tu to 8. em n om e a ) 0 D a Igreja matriz (ou outra raz ão social) b)l I De terceiros c)l I Dos próp rios dirigentes d)l I D o tesou reiro 7. c o m p ro v a n te s de despesas. obri ga tor ia me nte .

1771 Pelo reg ula m en to do Im po s to de Renda. através do carnê ■ M ar q u e “ C ” para Certo e “E ” para Errado 9. a Igreja é o br ig a da a possuir um Livro Caixa 1 0 . na P r ef eitu ra Mu nicip al 98 .c ) 0 .Regi str ar em Car teira Pr ofission al de Traba lho e Pr evi dê nc ia Social o seu pastor d)| I C on tri bu ir para a Pr e v id ê n c ia Social. ® Os pastores são obri ga do s a inscrev er -se no ISS (Impo sto Sobre Serviços).

No entan to . Um líder em especial tem q u a lid a des que pod em ul tr ap a ss a r as de seus liderados e lhe gara ntir essa posição. mas.q u e n ã o d e s a j e i t a d o . O líder prec isa ter sab ed ori a para a dm in is tr a r suas carac terís ticas negativas ou aquilo que pode refletir ne g a ti v a m e n te em seus liderados. i napto.s e com os pro bl e m a s que tem sob o risco de se ver ab sorvido por eles. exist em c ar ac te rís tic as pos itivas e ne gativas. a i n a b i l i d a d e 1 dele em saber a dm in is tr a r os seus pontos falhos. Não são os liderados que ti ram um líder de seu posto. As imperfeiçõ es na vida de um líder não o to rn a m inútil' para o trabalho. sim. ele não pode c o n fo rm a r. O fato de uma pe sso a ser líder não si gnifica que não tenha defeitos. é h áb il . e ambas infl uenciam os liderados. Q u a lq u e r p e ss o a que queira liderar o povo de Deus ou as or g a n iz aç õ e s que tra ba lh am em prol do 1 I ná bi l . . No entanto. Q u a li da de s e s p i r i t u a i s . São nestas áreas que ele prec isa ter mais ha bi lid a de e destreza para que não seja de rrubado por si próprio. Os segr edo s mais íntimos de um líder env olv em as áreas mais profu nda s da sua vida. s em 99 destreza ou competência.Lição 4 O L íd er l Características da Vida de um Líder J Toda p e ss oa tem qualidades.

você não co nseguirá ver direito os caminhos pelos quais deve con duzir o povo de Deus ou a org a ni z aç ã o que você lidera. pa ss a ra m a procurar algo em que pudessem sur pr e en dê -lo na lei do seu Deus e não conseguiram. Se na sua vida moral houver sujeira. e esta regra faz parte do maior segredo de um líder. Todo líder deve procurar. você usa óculos ou lentes para ver melhor. O m a io r segredo que um líder pode ter é possuir uma vida espiritual tão e x tr a o rd in á ri a que cause vontade aos outros de imitálo. prec isa ter as qualidad es espiri tua is como p ri or id ad e absolu ta de sua vida. e não através de um ma rk et in g pessoal que pode ser for jad o a qua lquer tempo. Q uan do seus olhos não en xer gam bem.Reino. pois o povo não acredi tará mais nele. Líderes de todas as épocas têm caído por causa d e ^ d i n h e i r o ^ s e x o )ou qu al qu er outra 100 .5 diz que os inimigos de Daniel não c on seg uir am achar nad a de errado nele. Então. Não deve haver mot ivo para que algum liderado ch egu e até o líder e diga que ele não está c u m p ri n d o este ou aquele m a n d a m e n to bíblico que ensina. Satanás tem us ado este artifício em todos os tempos. Q u a l id a d e s m o r a i s . ser irr epr eensível. p re pa ra r am uma armadjUia^para Daniel ir para a co va dos leões. D epois. a todo custo. U m líder de sm o ra li za do ja m a is co nseguirá d e s e n v o lv e r o seu trabalho no v a m en te . Lo g i ca m e n te isso acontecerá pelo e xem plo prático que ele re fletirá nas pessoas. O texto de Daniel 6. Um líder deve cuid ar da sua vida moral. Par a ser líder no Reino de Deus é preciso que a sua vida seja limpa. Por não co n se g u ir de rrubar os líderes de outra forma. assim como cuida de seus próprios olhos. Daniel foi^ i j r e p r e e n s í v e l ^ m sua vida.

que. outros falam s om ent e o ne cessário. a ute nti ci da de e c om un ic aç ão . e. a sua visão clara das coisas o levará a atin gir obje tiv os significativos. Você pode não c on se gu ir pra ticar todas as regras para tor nar-se um líder ex cepcional.9. O que vem na seqü ên ci a é a a ni quila ção da carreira. e que p ode m se c onst it ui r em verda deiro s segredos para o suces so na liderança. e assim por diante. Até m e sm o Davi caiu no pe ca do de adultério e sofreu co nse qüê nc ia s desas tro sas em sua vida. Algun s são mais org a niz ad os que outros. De us ta m b é m quer líderes que te nham o desejo de ser limpos por caus a dele e não por m ed o dos seus liderados. ialma e olhar de c o n d u to r de vidas. Ele q ue ria ser jpurõ /aos olhos de Deus. José se negou a m a nt e r re lações sexuais com a m u lh e r de Poti far não por c au sa do que as pessoas fa la ria m dele. Se gue -se a tenac ida de aliada à serenidade. Todo líder pos sui car acterísticas de finida s. Q ualidades pessoais. Deus p re c is a de líderes limpos. > As qua lificações n e ces sár ia s de um líder. No entanto. 101 .co isa que traz s om ent e p ra z er mo me ntâ ne o. que te n h am uma visão clara e sem distúrbios. s e gu r an ç a e confiança. Em Gênesis 39. mas porque ele não de sej av a comet er esse peca do co ntra o Senhor. ao lado da simpatia. \ / O líder pre c isa ter ideal. Este é um seg re do da lid erança que não te m preço. ex is t em algu ma s qua lidades pe sso ai s c om as quais cada líder deve preoc upa r. aliada a este. se tiver fuma vida l i m p a ^diante de Deu s.se. Li der an ça sem m o ral id ad e é ilusão. fo r m am o perfil do líder cristão. Uns são ex tro ve rti do s até dem ais. ter '|VÍsão. E m seguida. mas.

Integridade (tr ansparente em suas atitudes e sj relações). ■ Paci ênc ia (Lc 21. básico. J 1 E s se n c i a l . \l D is ci p l in a (é capaz de dirigir outros porque ^ d is ci pl in ou -s e a si mesmo). f u n d a m e n t a l . c e rt e za .No m ín im o as seguintes q u a lid a des podem ser destacadas: ■ Fé (aceita os desafios do mom en to). ■ D e te r m in aç õ e s (toma decisões q u a ndo outros V vacilam). são ig ua lm en te b a s i l a r e s 1. P e r s u a s ã o 2 (persuade seus liderados a se V dedica rem).4. C o n fi a nç a (SI 40. sábios e objetivos). \ J ■ C ora gem (não cede aos derrotistas). Tr e in a m e n to (a Igreja de Jesus Cristo prec isa d e ^ líderes sadios. 2 C o n v i c ç ã o . mas procura atingir os obje tiv os ). 102 . que é o “ partir para a a ç ã o ” . ^ Persistên cia . 4 ■ B en ig nid ad e (aplicação do amor fraternal). ■ H um il d a de (adm ite seus erros. . ^ O b je tiv id a de (não se interessa s om ent e por atividades. V ■ A mo r (imparcial para prod uz ir c o n fi a n ça mútua v em seus seguidores). Hb 10.36). \J ■ En t u si a s m o (inclui o otim is mo e a e s p e r a n ç a ) .4). \J ■ C o m p e tê n c ia (exige de si eleva dos padrõ es de d e se m pe nh o pessoal).19. 2Co 6. t Espírito de servo e capac ida de ad m in is tra tiv a . “É uma virtude que resu lta do senti men to de nos sa s u b m i s s ã o ” ). a co m p et ên c ia e o espírito ^ de iniciativa.

plen itude do Espí ri to Santo. Os líderes são ex or ta do s a ficarem firmes tendo em vista a rec om pe ns a . e tolerar os demais). Em 2C rôn ic as 15. Po rém.32). Não é in dig no para um líder tra ba lha r esp e ra n d o alg uma reco mpens a. l T m 3.3 d esc rev e o equilíbrio desejado: boa reputa ção (cf. uem tr ab al ha e sp er an do r e c om pe ns a s materiais não e nt e n d e u o bê-á-bá da lid erança cristã) A Bíblia nos a pre sen ta as rec om pe ns a s cele stia is com o sendo um forte im p u ls io n a d o r de nosso serviço cristão. v P r ud ên c ia (evite os perigos). mas celestial (aliás. porém. e não d e s f a le ç a m as vossas mãos.5).Atos 6. e s f o r ç a i . ^ .2). so br ie dad e. \ / T e m p e ra n ç a (mode raç ão.“O Que Deve Impulsionar Um Líder?” Recompensa. ■ Lea ldade.■ T ol e râ n c ia (o líder deve ter co mo meta m u d a r o qua nt o puder.y ■ ■ ■ ■ ■ H um or.8 ele nos m o s tr a que os crentes serv em a Deus em 103 . \J ■ Eq u i li b ra d o . plen itude de sab ed ori a e de fé ( l T m 3.v o s . Em IC orí nt io s 3. 14 fala co mo a e xpe ct at iva de um ("prêmio celestiaT) o i m p u l s i o n a v a a um serviço perfeito. C on tr ol e emoci onal (não e x t r a v a s a ) . Paulo em F i l i p e nses 3 . não de vem os es p e ra r uma r e c o m p en s a material. D is ci p l in a própria (Pv 16.7 lemos: “Vós. Motivações . porqu e a vossa obra terá u m a r e c o m p e n s a ” . e c o n o m i a ) / ' J us ti ç a (dar a cada um o que lhe c orre spo nde ). 1 3 . V R e c o n h e c im e n to (méritos de terceiros).

Por fim em C ol oss en ses 3. d e se nvo lv e r atividades. o nosso serviço visa a edificaç ão de nossos irmãos. sabendo que recebe re is do Se nhor o galardão da herança. Que privilégio. ^ A glória de Deus deve ser o nosso principal fator de motiva ção. mas que s om ent e Ele rec eba a glória. co mo ao Se nh or e não aos ho me ns. faça a si m e sm o esta pergunta: Isto contribui para a glória de Deu s? A lider an ça cristã deve ter com o objetivo essencial a glória de Deus. honrad o. Duas palavras finais: T ra b a lh a r no Rein o de Deus é um privilégio. ao c resci me nto espiritual do nosso irmão em Cristo. se rv is ” . M a tu r id a d e dos C r e n t e s . tudo qua nto fizerdes.29). na c ondiç ão de líder. “Ora. o que planta e o que rega são um. mas cada um receberá o seu galardão. louva do em c o n se q ü ê n ci a de nosso trabalho. pe nsar em progr ama s. o Senhor. O que nós prec isa mo s desejar a rd en tem en te é que Deus seja adorado.23.31 rec om en d a que façamos tudo vis ando à glória de Deus. ^ Todo o nosso traba lho na causa do Mestre preci sa visar à ed ificação. ob je tiv ar o seu cre sc im e nt o cristão. engran dec ido . segun do o seu tr a b a lh o ” .24 lemos: “ E. porque a Cristo. Paulo diz que tra ba lh av a a rdu am ent e para c onduzi r os crentes à m at ur id ad e (Cl 1.funç õe s variadas. mas todos re ceb er ão do Se nho r algo em comum: galard ão segu ndo o seu trabalho.28. Pedro diz: “ Servindo uns aos outros co nf orm e o dom que cada um r e c e b e u ” ( I P e 4. Ao planejar. ajudar o irm ão a cre scer em direção à maturidade. Paulo em IC orí nt io s 10. Em suma. Glória de Deus. fa zei-o de todo coração. N e nh um de nós é m e re ce do r 104 .10).

a / fim de que este possa d e s e m p e n h a r o seu papel v no pla no de D eu s aqui na terra. Aperfeiçoando o Líder A pr e se n ta m o s alguns itens que de vem ser de se nvo lvi do s na vida do líder.44).41. (05) Cortesia. e do am or que para com o seu no m e mostrastes.7) e c u m p ri r de fo rm a irrepreensível o seu ministério. sorrir qua nd o ne ce s sá rio e ex pr e ss ar amor.42). que de fato só fize mo s a nossa obrigação (Lc 17. e não ser servido). após termos feito tudo. Deus é justo.12). para torna r.10 lemos: “ Po rq ue Deus não é injusto. será e sq ue ci do pelo S e n h o r (Mt 10.( l T m 1. ^ / opiniõ es e s en ti me nto s das outras pessoas. por quan to servistes aos santos. Em Hebr eus 6.se padrão de boas obras (Tt 2. To d o s nós devem os re co nhe cer . c o n fi a n ça e c o m p re e n s ã o no tom da voz e na e xp re ss ão facial. (02) De ve p ro c ura r sempr e a glória de Deu s e n u nc a V a sua próp ri a (Jo 5.10). (01) A vida e pa lav ras do líder (o pro pós ito dev e ser \ J servir. e ainda o s e r v is ” . N a d a do que viermos a fazer para a glória de Deus. cuja finalida de é re s pe ita r os d i r e i t o s . pela Sua causa. ^ (04) C o n h e c e r as manei ras de mo tiv a r o grupo. (03) Te r c o m o base de r e la ci on a m e nto o amor. para se e sq u e c e r da vossa obra. \ J (07) A pr e se n ta r um bom senso de humor. (06) Sin c e rid a de (na da de oport un is mo) . 105 / .

re ve la do no fruto do Espírito: não pode tra ns m it ir medo. co ntro le da situação e avaliação do realizado. (12) T e r interesse sincero nos de talhes da vida de •/ seus superiores. J ( 11 ) Ser hábil em in cen ti var e in s pi ra r outros a V e xe c uta re m o seu trabalho. das pres ente e das tendências do e rapidez de rac iocínio. * O ut ra impo rt ante função da lide ra nça é a defesa. inveja. avareza. sem som bra de a co n te c im e nt os do passado. ■ P la n e ja m e n to que e n vo lv e algu ma s análises prelim ina res: es ta be le c im e nt o de obj etivos. escolha dos meios para a re al iza ção do pla nejamento. E dentro disso.se tão c onf us o que vem sendo usado como q u a lq uer tipo de inf lu ênc ia de um ind iv íd u o sobre outro. po de n do ir desd e a persuasão lógica até a mais brutal d o m in a ç ão física. vale ressaltar. não perdendo o con tro le da voz ou falar ^ fora de turno. às pos turas e aos valores da instituição. Funções do Líder ■ Pr ev is ã o e visão dú vida. ira. dip lomacia e tato.se afetivam ente em público. ódio. análise dos c irc un stâ nc ia s do futuro. pares e cooper ado res . 106 . Estilos do Líder O termo liderança to rno u. (09) Ter controle emo ci ona l. imaginação que env olve . de sconfian ça. a p o s tu ra apologética diante das ameaças à doutrina. j ( 10 ) Ex pr es s ar .(08) Tr a ta r os irmãos com na tu ra lid a de. etc.

po de mo s ter os seguintes estilos des e n v o lv id o s pelo líder: A u t o c r á t i c o 1. e não o que ela é ” . surge uma no va in te rp reta ção de liderança. Não tem c ab im en to . na q u el a ocasião. Ao us arem uma ex pre ssã o tão ampla. ou os que po de m estar obs er van d o de fo r a ” . Estilo. Vários autores procu ram ev id en c ia r o pr o b le m a através de seus conceitos. é o mais indicado para as s u m ir a liderança. Esse estilo pre s su põ e que q u a lq u e r dificu lda de pode ser afa sta da qua ndo todos acatam os re g ula me nt os. com certeza busca de sc re ve r a maneira com o a p e ss oa opera. falar-se de líder “n a t o ” ou “qua lid ad e de lí d e r ” . ^ Esse estilo d e se s tim ula inovações. 107 . assim. Burocrático. os teóricos da a dm in is tra ção tentem visualizá-la em termos de estilo. as decis õe s import ant es são to ma da s por ele. e a m an ei ra como o perceb em os que ele pro cu ra liderar. Porém. então. pois o au tocrático vê-se a si próp rio como indis pe nsá vel e deix a que o grupo vá deb ili ta nd o através de de bat es sobre questões sem impo rtân cia . “Talvez ansio so s por enco ntr are m uma definição para liderança. Dentro da organ izaçã o. uma vez que tãosoment e a c ir c un st â nc ia dirá que me mb ro de grupo. e o líder é uma espécie de n e g o c ia d o r entre as partes e a to m a d a de decisão resulta de um critério parlamentar. vem a ser o “ som ató rio do tipo de ação de se n vo lv id a pelo líder no cu m p ri m e n to de sua liderança.Atualmente. 1 G o v e r n o c o m p o d e r e s i l i m i t a d o s e a b so l ut os .

Democrático. e q u e t eve o r i g e m na F r a n ç a e na G r ã .n ou s f a i re . a r e s po ns a bi lid a de é co m p ar ti d a pelo grupo. ma ior c o n h e c im e n to dos an tec edentes. um pa st or estará sujeito a e xe r ce r uma autoridade apenas nom inal à medida que a lidera nça mostrar-se in te re ss a da somente em sua negaç ão .f a i r e 1. produz indiv ídu os im at uro s depois de certo te mp o porque de sen vol ve o c r e sc im e nt o apenas dos líderes e não dos elem entos do grupo. e nqu ant o que os po rm e no re s de que depend e a org a niz aç ã o são deix ados para outros executarem. isto é. por isso m esm o. N esse tipo de am biente o líder ped e e leva em co nsi de ra ç ão as opiniões do grupo antes de tomar decisões. Paternalista. E muito adotad o nas igrejas e. o q ue i m p l i c a v a a não i n t e r f e r ê n c i a g o v e r n a m e n t a l . ha bilidades e interesses dos demais 1 D o u t r i n a d e f e n d i d a p r i n c i p a l m e n t e p o r A d a m S m it h. O líder dá e xp lic aç ões e aceita as críticas. P a r t ic ip a t iv o .B r e t a n h a . pois a função do líder rest rin ge -s e apenas na tarefa de ma nu te nçã o. o líder é cordial e amável. Há mais amizade. 108 . Na e str utu ra pa rticip ativa há um grau elevado de relações interpessoais saudá ve is. Os membros do grupo têm liberdade para o trabalho e a esc ol h a dos subgrupos e c oord e nad ore s respectivos. Ness e estilo. L a i s s e z . Não c heg a este a se c on st it uir p ro pri am e nt e um estilo. s e g u n d o a q ua l os p r o d u t o r e s d i z i a m ao g o v e r n o l a i s s e z . d ei xe nos agir. e os membros d e m o n s t r a m grande identifi ca ção com o grupo. Por ex emplo.

o líder prec isa e x e r c e r o dis cipulado. F r eq ü e n te m en t e há liderados que tentam imita r as atitudes de seus líderes nas pró prias vidas. Além da infl uên ci a natural. Um aspecto ne gativ o da vida de um líder pode ser tran sm itido a outros. Esta influên cia pode ser pos iti va quando ele está c on sc ie nte de seu papel e pr oc u ra dar o me lho r de si m e sm o naquilo que faz. moti va ção mais in te ns a pelo trabalho e os su bg ru pos e sp ont ân eo s são em m a io r número. ou se você fará uma vítima através do seu discipulado. que é uma infl uên c ia planejada. tr a n s m is sã o de vida. 109 . O dis ci pu la do surge da vonta de de que mais pessoas se d e s e n v o lv a m para a lid erança e se cap acitem para o b om de se m p e n h o desta função. difi cil m ent e ele será c on te s ta d o e sua liderança será sempr e re forçada por sua inf lu ên c ia natural sobre as situ açõ es e as pessoas. Pode ta m b é m ser negativa se ele tem uma vida d e so r ga ni z a da e sem rumo. é preciso tomar muito c uid ad o co m as atitudes e p r oc e dim en t os. Não se pode ne gar a inf lu ên c ia natural do líder sobre os seus liderados. ou a form a de liderar. Quando isso ocorre. No entan to . mas. sem que se perceba. pra você e x ercer o d is c i p u la d o é preciso c o n si d e ra r alguma s coisas: *■ Se a sua vida tem algo a t r a n s m it ir a alguém. A Influência do Líder nos Liderados Todo líder ex erce infl uê nc ia em seus liderados. Aqui o p r o b l e m a é a de mo ra da ação em te mp os de crise. e sem im p or sua vontade. sobretudo. Por isso. Um dos segredos do líder é saber exer cer sua infl uê nc ia sem que os outros p e rc eb a m .m e m b ro s . D is ci pula do não é s om en te a trans mis são de dados ou inform açõ es sobre a fé cristã. A c o n v iv ê n c ia provo ca isso inc on sc ie n te m en te .

e uma grande ide ntificação co m o grupo a)l I Pate rna lis ta b)l I Buro cr ático c)| I Laissez -faire d)[§L Participativo ■ M arque “C ” para Certo e “E ” para Errado 4.1X1 O estilo autocr áti co de se s tim u la in ova çõe s. o líder prec isa e x erc er o discipulado. nad a de o po rtu nis m o 3. e. Há um grau elev ad o de relações in te rpe sso ai s saudáveis. e não de servir d)l I Te r si nceridade. É incerto dizer que a)| I Todo líder possui car acterísticas de finidas b ) [ > ^ 0 fato de uma pesso a ser líder si gnifica que não tenha defeitos c)l I O líder prec isa ter ideal. Para se aper fei çoa r o líder não deve a)| I E xp re ss ar -s e afet ivam ent e em público b)l I P ro cur ar sempr e a glória de Deus e nun c a a sua própr ia . Questionário ■ Assinale com “X ” as al te rnativas corretas 1. aliada a este. c ) 0 .■ Não criar di scí pul os dep end en te s de você. que é uma influên cia pla nej ada 110 . alma e olh ar de co n du to r de vidas d)| I As im pe rfe ições na vida de um líder não o tornam inútil para o trabalho 2. ter visão. ■ Não s ub est im ar as qu alida des do discípulo. T e r o pro pós ito de ser servido.ÍL1 Além da infl uên ci a natural. pois o vê-se a si próp rio com o indispe nsá vel e as decisões importantes são to ma da s pelo líder 5.

Te mo s dif iculdades em nos auto-aceitar. E ne cessário que s aib am os dos nossos próp rios pr obl em as e nos c o n sc ie n ti z em o s deles.2 fala sobre a r en ova ção da mente. os que dizem: “ sou assim mesmo. Muitas vezes a mente serve com o um reser va tór io para 1 C o n h e c i m e n t o d e si me smo. e isso si gnifica cura interior. as em oçõ es . E preciso curar a mente. ou então es c o n d e m o s as dificuld ad es. se você não sabe o que tem dentro de você para e nsi na r aos outros. inclusive os líderes. não tem j e i t o ” . Marcas que. C om o seria possível liderar e ajudar outras pessoas sem pos sui r uma visão de sua própr ia estrutura em o ci o n al ? É prec iso fazer isto para ev itar a hipoc risia no E v a nge lh o em que vivemos. Só por meio da oração é que a libertação será possível. O texto de Ro mano s 12. às vezes. Há. / N ã o basta o desejo de ser o e xe mp lo .Autognose1 e as Marcas da Vida K-b A u to g n o s e é o c onhec im e nto que cada líder deve ter de si m e s m o . O h om e m é um labirinto e poucos se c onhece m a si mesmos. Todos têm prob le ma s. ainda. as le m br a nç a s desagra dáv eis etc. C o n fo rm e o hom em c on hec e os seus pro bl e ma s. ele passa a pe rce be r as marcas exist ent es em sua vida. 111 . Às vezes olh a m os para os nossos pro bl e m a s internos com o se eles não e xis ti sse m. P rec is am os ser nós me sm os. prec isa m de rem éd io e cura. Às vezes. De vem os rec on hec er a di m e ns ão de nossas limitações e saber até aonde vai c ap ac id ad e no ssa e a de Deus. pode m exi st ir em você tantas coisas ruins que isso o coloca rá em situação de d úv id a diante de seus liderados.

durante toda uma noite. até mesm o as da infância. Quan do estiver. Alguns pre cisam de cura para mágoas pro fu ndas causadas por probl em as de for mação (rel a c io na m e nt o com os pais). Deveres dos Líderes ■ Todo líder deve sentir o que todo mund o sente. O líder deve fazer uma au to-análise de sua vida. 112 . Este é um segredo que o levará a ser um líder mais firme e autêntico. Aí será possível viver uma vida feliz e estaremos pron tos para servir a Deus c o m o líderes.se nas mã os de Deus e Ele o usará no traba lho do Reino. por alguma coisa que fizeram (adultério. col oque. pequen as e grandes. Há outros ainda. É preciso e ntre ga r ao Senhor todas as mágoas. sua visão do futuro estará fir mad a em barreiras superadas. O dia que o líder não co n se g u ir isto estará isolado e fora da realidade.gu ar da r a raiva que se ma nif est a em nós. Outros. ou para livrar-se de algum preconceito (defeito físico). Ver se está realmente pro nto para liderar. De ve m os receber o perdão e també m perdoar aqueles que pe car am c ont ra nós. olh ar para suas emoções e verificar suas qualidades. para am an he c er com a garganta doe ndo e ardida. que precisam de cura para algo que aconteceu (acidente). por exem plo ). m esm o que seja com a cabeça enfiada no tra vesseiro. Liber ta ndo-s e das feridas do passado. ■ Todo líder deve chorar. A pessoa do líder é funda mental no de sen v o lv im e n to das igrejas e or gan izações. Líderes d e sp r eo c up ad os com a própr ia vida para nada serv em a não ser para causar mais proble ma s.

Todo líder deve usar no vocabulário: obrigado. feliz aniver sár io. muito bom. falando-o. * N e n h u m líder deve mentir. 113 . sabedoria. Tod o líder deve ter uma mente tão pur a que não c onsi ga sequer pe ns a r em um palavr ão e. To do líder decisões. tudo para a glória de Deus. parabéns. / To do líder deve pe ns a r nos mais fracos na hora de ^ e x p re ss a r seus sen timentos. Todo líder deve orar d iaria me nte p e di nd o \ j hum ildad e. para saber o que sentem e tornar os seus pró pr ios senti me nto s mais sensíveis. honra. d is ce rn im en to . T od o líder deve c om pa r til ha r do s ofri m e nto do lvJ m enos fa vore cido. ^ / N e n h u m líder deve ser maledicente. muito menos. O Que o Líder não Deve Ser e Fazer / N e n h u m líder deve ser hipócrita. V N e n h u m líder deve permi tir que seus s en ti m en to s o traiam. Nenhum líder deve e s c on de r s en ti m en to s %J p r oc ur a ndo a pa re nt a r o que não é. deve dar e xem pl o de fi r m e z a nas V Tod o líder deve ex pr e ss ar seus s en ti m en to s aos seus liderados para lhes m os tra r que ta m b é m é de carne e osso. To do líder deve sentir a perda de um liderado seu com o tendo pe rdi do uma parte do seu próp rio corpo. e x p re ss a r seu sen timento.

c o locan do tudo a perder. ex tr e m a m e n te abertos. mas. por bem in te nc io na da que seja. existe uma série de atos e ex pressões de uma pesso a que dão m arge m a inúm er as interpretações por parte das outras pessoas. go st am de brincar. Po r outro lado. Ser irrepreensível não significa c onse gui r e s c o n d e r as coisas que você faz. de tal form a que n in g u é m consig a acusá-lo. 114 . Pode mo s lemb ra r qua nd o Paulo rec omenda. Assim. sim. Alguns líderes são imorais em sua pe rs ona lid ad e. e outros não. O tempo tem m os tra do que os líderes n o r m a lm e n te ch egam à ruína por causa de sexo. v ' Alguns líderes são extrov er tid os . di nhe iro e poder. tocar em todo mundo.2). no N ovo T e st am ent o. que os bispos sejam irrepr een sí veis ( l T m 3. Outros falh a ra m nu m deter min ad o m o m e n to de suas vidas. O Líder e a Vida Moral N ã o d a r l u g a r à a p a r ê n c i a do m a l . um líder deve pe nsa r antes de falar ou agir. Todos estes fatores estão ligados à vida moral de um líder. Isto significa que uma atitude.Moralidade sem Segredos Nen hum segredo de sucesso de um líder pode salvá-lo da ruína se ele tiver segredos em sua vida moral. pode dar lugar à aparência do mal. ter uma vida limpa que possa ser e xi bid a sem co nst ra ngi m ento. Tod o líder deve le m b ra r que seus atos. No entanto. sua vida moral deve ser tão tr a ns par ente que nunca dê margem para alguém levantar uma s us pe ita ou acusação. ex pr e ss ões e palavras são obser vad os .

No entanto. past or es e líderes acabam se iso la nd o na posição em que estão e não têm amigos para c o m p a r ti lh a r suas fr aqu eza s e nece ssidades. tem cu idados e precauções. Q uan do isto acontece. a p r o b a b il id a d e de cair é muito grande. e que c o n ti n u a a ser forte naquilo. E isto acontece em q u a lq u e r área da vida. Um líder que não tenha uma vida espir itu al sólida j á tem meio c am in ho andado para cair em qua lq ue r outra área de sua v id a . acaba não se pre oc up an do com aquilo que pode lhe sobrevir. N o r m a lm e nt e . e to m a pr e cau çõ es extras. O líder ger alme nt e não tem alguém que olhe para sua vida e apon te para ele fraquezas ou áreas em que ele prec isa crescer. A ca da min uto obser va para que nen h u m passo seja dado em falso. não tom a os m e sm o s cuidados. causan do e n f ra qu ec im e nto . Se alguém acha que a sua vida espiritual é muito boa. Após algum tempo.7 N o r m a l m e n t e um líder não toma cuidad o em áreas de sua vida em que se acha forte. q u a nd o está fraca. i? /'(? Ex is te ta m b é m outro fator que contribui para a qíieda: a so lid ão do líder. em sua mente c ont inu a a achar que está tudo bem. A pe sa r de uma pe sso a estar enfraq uec ida. Nos setores em que uma pess oa r e c o n h e c e que é fraca.Um líder cai naquilo em que se acha forte. nas áreas em que uma pesso a se j u l g a firme.. é que pe rcebe que basta só um passo para a queda. O diabo ap roveita o de scu ido e gra d a tiv am en te c o m e ç a a m in a r essa área da vida. a pe sso a c o m e ç a a aceitar com o pa ss ív e is d e te r m in a do s c o nce ito s e princíp ios que são c ontra a Pa la vr a de Deus. e que c or ro e ra m toda aq uel a base sólida que ela p e ns a va ter. Neste ponto.f U m líder cas ad o que iiáo tenha u ma^~v idã“ se x üál s ati s'fa t ó ri a com a e sp os a 115 .

D in h e ir o . \ / C h am e sempre seus “in i m i g o s ” (ou pelo menos aqueles que não s im pa tiz a m mu ito com você) para fazer o exame das contas ou auditoria. Pr in cí pi os pessoais em re la ção a estas três áreas que s ervem como estratégias para ter uma vida moral sem segredos. > Dinheiro: ÎN - c N unc a assine chequ es de sua organ izaçã o sozinho. sexo e poder. é c o n v e n ie n te saber se está c o m p r o m is s a d o co m uma vida de p ur e z a sexual e se tem c o n se gu id o resistir às pressões do inimigo. O dinheiro que você ad m in is tr a é de Deus. org a ni z aç ã o em y y Pres te sempre relatórios m in uc io s os. 116 . Não beneficie amigos ou pare ntes c om dinhe iro y de sua organização. Assine sempre j u n to com o tesoureiro ou outro responsável. 1 P o n t o o u l a d o a c e s s ív e l. e x p u g n á v e l . Nã o tome dinheiro e m p re s ta d o de sua organiz açã o.estará co m um flanco aberto para os ataques do inimigo. Se a sua vida fina nc ei ra pessoal esti ver de sregu la da . a org a niz aç ã o que você dirige irá pelo m e sm o caminho. m esm o que esteja p a ss a ndo fome. j preste relatório de cada centavo. Não m a nte nha dinhe iro da contas bancárias pessoais. Se for um líder solteiro. .

pr oc ure sempre uma pe sso a do m esm o sexo. achan do que / você é im po rt an te . 117 . a d u l a d o r . i Q u e b aj ul a. seja firme. se entregue total me nte ao seu cônjuge. nu nc a se ilu da v 7 com os b a j u l a d o r e s 1.> Sexo:V * Se você é solteiro. ■ Não se deixe e ng an a r pelo poder. olhar para alguém atraente. i n c e n s a d o r . I ■ Quan do você e st iv er em algu ma dif ic ul da de e precisar de ajuda. ■ Semp re que se de se ja ard e nt em e nt e o poder. quan do se c heg a lá. a pe sso a não sabe o que ^ fazer. ■ O diabo é sem pr e u m a pessoa atraente. ■ Se você é cas ad o. depois que a b an d o n a r o v cargo n in g u é m mais se lem bra rá de você. xe reta. ■ Faz parte do ins tinto hum ano. tr a n s fo rm a -s e de en g an a d o r e m ' acusador. o pro b le m a é sempr e o \ | segundo olhar. e \ / ■ De diq ue o te mp o que você tem no cargo que exerce para fazer o m e l h o r para o Senhor. \ / ■ U m cargo só é ve rd a d ei r am e n te ab en ç oa do quan do foi dado por D e us a alguém. depois que ele seduz. > Poder. ou o tempo da pr im eir a “o lh a d a ” . ■ Não ab an do ne sua sincer ida de e sp o n ta n e id ad e ao a s s u m ir qua lq uer cargo. * Quan do e x er cer al gu m cargo. vale a p e n a V e spe rar o cas am ent o. e vira um dragão esp al ha ndo fogo.

de m uitos líde res é não estarem q ue bra nta doy ..—_________ / É pre ci so ser de fato um ho m e m esp iritu al} e não s im p le sm e n te se co m po rta r com o um...como o fluir de correntes de águas.... A for ça interior de um líd er deveria e qu iv al er à sua força exterior. inquietações.. Ao fazer a obra de D eu s aprenda a ouvir aos outros.lhe a Sua bênção. falta no trans bor da r.. Só po d e m o s dar aquilo que há em nosso co ração e tudo o que e ma na dele é .........Conselhos aos Líderes na Casa de Deus \j f  p r e n d a m a amar aos ou tr os ^ a pen sar no bem deles. ainda que se sinta como se nada tivesse... alguém queb ra nta do e est e ja pronto para o u v i r . isto é. tensões.. ... apertos.se a si próprios por c a u s a deles e a dar a eles tudo o que têm. Esfor ços em demasia. Dê a eles opo rtu nid ad e s il im it ad a s de falar.. pois ao recusar ouvir a voz dos irmãos. ser-lhe-á impo ssí vel co nduzi r alguém no c am i n h o espiritual.... ________ ____________________ ____— _______ ___ r õ problemjL.. a ter cuidad o por eles. . o Se nho r c o m e ç a r á a derr am ar. a ne ga r... Seja gentil...' Po de ser que tenham ouvid o muito. A p re n d a a dar aos outros o que você tem.... Todos aqueles e nv o lv id o s em lid erança de vem ass en tar-se para ouvi-los.. Então... e não exi st em esfor ços de ma si a do s de sua parte. a 118 . são todas as coisas que não devem ocorrer. ouvir o ponto de vista de outros irmãos porqu e o Espírito Santo po de rá falar por meio deles.. avanços de sn e c es sá rio s . você po de rá estar dei xan do de ou vir a voz do Espírito Santo. O en si na m e n to de Atos 15 consiste em ouvir. Seja c uid ad os o . .. planos huma nos e avanç os na frente do Se nhor. Se al gué m não c onse gue negar-se a si pr óp r io em beneficio dos outros.

você deve e xp or -lh e s re s u m id am en te os p r in c íp io s fun da m e nta is a segu ir e depois se cer tif ic ar de que agira m de acordo.res p ei to de serem “q u e b r a n t a d o s ” p o ré m não p o s su e m rev e la ç ã o dessa verdade. Se algu ém está qu e bra ntado . A pre nda a ter c o n f ia n ç a nos irmãos e a d is tri bu í.. Não inc lua pe n sa m e n to s superficiais ou afi rm aç ões rasteiras no c o n te ú d o da m e nsa ge m. qua nd o Ele cess ar de ungi-lo. Se o meu espírito estiv er co nfia do em Deus. o que inclusive com c er tez a será prejudicial. a Igreja se sentirá ca ns a da ou até m esm o enfadada. ele alcan çar á e to m a rá a au diência em po uc o s minutos. Em pri m eir o lugar. bem 119 . Não deve exi st ir nas re uniões n e n h u m a te nsão. não te nt a rá chega r as suas próp ri as decisões no que toca às questões im por tante s ou aos en sin am en to s. Ao preg ar uma m e nsa ge m . C om r e s peito às coisas da I g r e ja /a p re n d a a não fazer tudo você mesmo> D is tr ib ua as tarefas entre os outros e os leve a aprender a usar suas próp ri as cap a c id ad e s de ex ecutar.á enfadado.la entre eles. não dirá que é capaz de c o m p r e e n d e r as pe ssoas ou de faz er c oisas. nem se a v en tu r ar á a criticar os irm ãos ou tratá-los com pre su n çã o. V ocê p re c is a ser s ub mi sso a Ele. O Espí ri to de Deu s não pode ser c o n s tr a n g id o na Igreja. pois. tamp ouco na Igreja. evite e xem pl os infantis. caso contrário. se e sti ve r de sc re nte não adiant ará grit ar pa lav ra s estrond osa s ou g ast ar um tempo mais longo. Evite ta m b é m se e x p o r demais na reunião.fcaso co ntrário o e sp ír ito dos santos se nti r-s e. caso c ontrá rio os irmãos p ode rã o ter a sensação de que você está fazendo tudo so zinho. não ousará tom ar para si à aut ori da de ou im p o r a sua própr ia autori da de sobre os outros. não fa ça \ demasiadamenLe 1o n ga ou trabalhada.

A pre nda a co ncl uir o ponto alto da m e nsa ge m dentro de um período de meia hora. Onde não estiver sendo m an if e st ad o a 120 . o fato de estar gostando de sua própr ia mensage m. A qui lo que con sideras corre to pode ser errado e aq uilo que con sideras errado pode ser correto. Uma te n t ação que freq ü e n te m e n te nos / de paramos nu ma reunião de oração é q u e re r e n t r e g a r ^ uma me nsa ge m ou falar por tempo demas mdc ^^U nia reunião de oração deve ser co nsa gra da à ora ção. com cert eza poucos anos para termi na r de fazê-lo. terão di fi cul da de s para lidar com os outros. Com um a pre ndiz a do inad equ ad o. Não imagine que. qu e b ra nt am e nto in co mp le to e ju íz o não digno de confiança.lo antes que você p os sa c om p re en d e r a von tade de Deus e ser de fi n it iv a m e n te “ au toridade de D e u s ” . A a ut ori da de se baseia no c o n h e c im e n to da vontade de Deus. A p re n d a a não confia r u nic am en te em seus próprios ju íz os . levará. m e s m o qua ndo estiv er prestes a to m a r alguma decisão deve ser com tem or e tremor. O Se nh or op e ra rá em você para tratar seus pe nsa m e nt os e para qu eb ra n tá . muito falatório levará à sensação. Não . com o que a reunião se tornará um f r ac as so. si gnifica que as suas pal avr as são ne ce ssa ria me nte de Deus. de sentir-se pesado. N un c a trate com lev ia nda de as coisas espirituais.como rac ioc íni os passíve is de serem c o n si d e ra d o s pelas pessoas com o infantis. Se alguém está deter min ad o a a p re n d e r com humildade. tire co nc lu sõ e s precipitadas. Você não deve confi ar de m a s ia d a m e n te em si m esm o ou esta r mu ito segur o a respeito do seu mo do de pensar. /O s obreiros prec isa m ap rcndef WütTtr» antes de a ss umi rem umã p o s i ç ã o ' o n d e tenham de lidar com proble ma s ou com pessoas. in su fic iê nc ia de co n h ec im e n to . ponde re-as no coração.

porém. por ém eu vos escolhi a vós e vos designei para que vades e deis frutos e o vos so fruto p e rm an eça afim de que tudo o que pedi rde s ao Pai em meu nome Ele vos c o n c e d a ” (Jo 15.lo. a me-o de todo o coração. ali não há autoridade de Deus. Jesus disse: “ sem mim nad a poder ei s fa z e r” . a p e r g u n ta é: Será que é pos sív el ser um líder co mp et en te . (Wurman p. Um Líder Quase Perfeito N u m mu ndo que produ z in fo r m a ç ã o de forma tão veloz. j a m a i s abra mão da: I n ti m id ad e com Deus.vonta de e o pro pós ito de Deus. A c a p a c id a d e de um servo de D e u s com certeza será e x p an di d a . nos senti mos pr e s si o n a d o s a saber cada vez mais. poré m pelo m e s m o Deus que o c apa ci tou . da atualização. elas sa be m o que não sabem. e isso as deixa a n s i o s a s ”. e o c o ns e lh o dos sábios que Deus c olo co u na Igreja.16). pois isso po d e ri a desa nim á. D e sca ns e em Deus. 358). N un c a olhe para dentro de você mesmo. A tu alm ent e. as p e s s o a s não p e r c e b e r a m o quanto não sa bia m —não s abiam que não sabiam. Par a nós líderes cr istãos sem pr e em busca da c o m p et ên c ia . “E s ta m o s cada vez ma is p r e o c u p a d o s com a no s sa ap ar en te in c ap ac id ade de tratar. entender. porém. (W u rm a n p. uP o r um longo tempo. “ Não fostes vós que me e sc ol h e st e s . m a n i p u l a r ou c o m p r e e n d e r a e p id e m ia de dados que c o m eç a a t om ar conta da nossa v i d a ”. A a uto rid a de ne ce ssá ria para o d e s e m p e n h o do ministério é fruto de nosso relaci ona me nto . a tu al iza do sem sofrer de ste tipo de mal? 121 . a estar atualizados. E st a m o s sofre ndo de um mal c onh eci do c om o ansi ed ad e de informação. 40).

rec o n h e ce n d o que a q u a n ti d a d e de inf or ma ção é tanta que você não p o d e ler t u d o ”. 339). (Wurman p. ou são co nheci do s por terem dedicado suas vidas a um prop ós ito . Refl ita m sobre a história dos grandes homens. q u a n d o há interesse. (W urm a n p. 122 . e ma nter o foco. “Se você acei ta r que não p o d e s aber tudo. 344). mas sim que. e sc o lh e r c u i da do sa m e n te que tipo de inform ação m e re ce seu tempo e sua a t e n ç ã o ”.A lg un s conselhos: Ao longo dos anos. Muito da no ssa bu sc a por maior c o n h e c im e n to e habilidade pro cede de-um sen ti me nto de obrigação: • • Eu tenho que. 341). Tem os que fazer algumas esc olh as. \ / Mas o segredo para uma boa a pr e n d iz a g e m é o prazer. “ O seg re do p a r a p r o c e s s a r in fo r m a çã o é lim ita r seu cam po de in fo r m aç ão dentro do que é relevante para sua vida. a uma causa? “R e du z a os s e nti m e nt os de culpa em relação ao que não leu. Seleci one o que é essencial para a sua vida. isto é. Nem tudo o que est uda mo s será u m a tarefa fácil e repleta de prazer. Você terá con tro le sobre o fluxo de in fo r m aç ã o se souber discer nir o que r e a lm en te é essencial à sua vida. s / Eu preciso. ad quiri r c o n h e c im e n to torna-se mais fácil. temos ass im ila do a idéia que para sermos c o m p e t e n te s temos que sabe r a respeito de tudo e sabe r fazer tudo. Ning ué m c onse gue ser bom em tudo. (Wurma n p. ao seu trabalho. O interesse é a chave para o ap rendiza do. Eles foram bons em tudo. f i c a r á muito ma is à vontade com a idéia de de sc o n h e c e r al g um a c o i s a ”.

350). (Wurma n p. m e sm o qu a n d o ele não p a s s a de uma lista de crimes e catástrofes. esta i n fo r m a ç ã o é p r o v a v e l m e n t e s u p é r f l u a ”. 123 . M ui ta s p e s s o a s se sentem na o b r ig aç ão de as sis tir em ao noticiár io loc al toda noite. Se vo cê não é c r im in a l is ta ou bombeiro.Po r que tenho que me to rn a r “ fe ra ” em in fo r m á t ic a se uso em meu trab al ho apenas um editor de te xt o? Por que tenho que c o n h ec e r p r o f u n d a m e n te a p s ic olo gi a se a co n s e lh am e n to é apenas uma das áreas do meu t ra ba lh o? P o r que tenho que ler a m o n ta n h a de revistas que ch eg a m pelo correio se a ma ioria não acr es ce nt a quase nad a ao que j á sei? Só para dizer que li? W u r m a n nos aco nselha: “M in i m i ze o tempo que ga st a lendo ou as si m il a n d o notí ci as que não sej am p e r t i n e n t e s ao seu tr aba lho ou à sua vida.

Qua nto ao dinheiro. aponte a sen tença incorreta a)|X] Semp re assine cheq ue s de sua org an iz açã o sozinho b)l I Não m a nte nh a dinhe iro da org an iz açã o em contas bancárias pessoais c)[ | Não beneficie am igos ou pare ntes com •dinheiro de sua org an iz açã o d)| I Preste sempre rela tório s minuc ios os 8.Questionário ■ A ssi na le com “X ” as alternativas corretas 6. É errado afirm ar que a)| I A força interi or de um líder deveria eq u iv al er à sua força exter ior b)l I Ao fazer a obra de Deus aprenda a ou vi r aos outros c ) @ Esforços em dem asia . planos hu m a no s são todas as c ois a s que de ve m ocorrer d)| I O pro ble m a de mui tos líderes é não esta rem quebran tado s ■ M ar qu e “C ” para Certo e “E ” para Errado 9.RH Um líder cai naquilo em que se acha fraco 1 0 . É o c o nh ec im e nt o que cada líder deve ter de si mesm o a)| I Ataraxia b ) | Autognose c )Q j Acribia d)| | Adia stas ia 7. [ 3 Existe tam bé m outro fator que contribui para a queda: a solidão do líder 124 .

“ mos tra o c a m i n h o ” ou “ segue o c a m i n h o ” . L i de ra nç a é. W ill ia m J ame s diz que “ o i nd ivídu o comu m não de se nv olv e nem 10% do seu p o t e n c i a l inato. pois. Os líderes são aqueles que m a x im iz a m suas r e c ô n d i t a s 1 poten ci alid ad es. O s ur gi m e nto de um líder é um fato natural. pois as pessoas têm n ece ssi dad e de ter alguém que as represente. í n t i m o . 1 O c u l t o . e s c o n d i d o . Se p u d e r um ho m em m a x im iz a r o p o t e n c i a l de sua memória. mas está disp osto a servir à causa. e c o m u m e n te ele é ap re sen ta do como aquele que “co n h ec e o c a m i n h o ” . s abe ndo que sua a u to co nf ianç a se origi na de uma fé p r o f u n d a em Deus. um co m p o rt a m e n to . p r o f un d o . Vem à~sêr a a s c e nd ên c ia e au toridade de um indivíd uo sobre o grupo. e nu nc a um fato isolado. m e sm o que signifique um fardo d e m a s ia d a m e n te pesado.Lição 5 A L id eran ça Seg undo os mais ren om a dos dic ionários. 125 . p o d e r á d o m in a r q ua r en ta lí nguas difer entes O líder cris tão é aquele que aceita suas r e s po ns a bi li da de s .r L i d e ra n ç a ” é a fo r m a de de n o m in a çã o ba se a da no prestígio pessoal do líde r e aceita pelos liderados. que o c ha m ou para c u m p r ir seu desígnio em sua Igreja aqui na terra. Y .

e xc lu in do as conven iê nc ias e tradiç ões religiosas.. atend o-se unic am ente à Bíblia Sagrada.1. o governo através de homens que Ele m e sm o capa cita e que são rec onhec id os pela Igreja co mo líderes espirituais e cheios do Espíri to Santo (At 20. foi im possível a um homem só carregar a carga de todo o rebanho e alim en tá. 14. em um de seus trabalhos.11). ■ Derbe (At 14. ■ Creta (Tt 1. poder á fazê-lo. nu m dos ex em pl os mais notá vei s do Antigo Test am ent o.28.4 e 20. ■ Éfes o (Ef 4.17 vêem um ministério colegiado. Sendo a Igreja de Jesus Cristo.lo a d eq ua d a m en te (At 6.. 15...1).20. \X \ . I P e 5. 23). muito men os. ■ Filipos (Fp 1.21).5).Conceitos Básicos Sobre a Liderança da Igreja .30. e hoje...2. pois ela é o prin cí pio fundamental para sust en ta r o equilíbrio. O Pas tor Ren ato Cobra. Ele exerce co mo cabeça. A p lu ra lid a d e da liderança. a ha rm o n ia e o crescime nto da Igreja local: ■ A nti oqu ia (At 13. Moisés.1). 126 .21.13-26. pois ficará altamente “d e sp r ot eg id o quanto aos ataques da soberba. Em Atos 11. quando Jetro ins truiu seu genro. É ensinado em Ê xodo 18. da in fl ex ib il id ad e do co ração e dos e xtr em is mo s que p e rs eg u e m o r e b a n h o ” . i D e s d e o princípio. No Novo Te s ta m e n to e ncon tr amos vários e x e m p l o s de plu ralidade na lide rança da Igreja.1-4). no ssa única regra de fé. descreve alguns co nceitos básicos sobre a liderança da Igreja.

f / • • Falar ( I C o 1.46).- Hebr eus (Hb 13. não pode agir com base em divisões entre ma ior ia s e minorias. 15.26. • Pens ar (Fp 2.6). .1-3).5.17). IP e 4. O Novo T e s ta m en to d esc rev e a Igreja com o a “à un iv e rs al ass em bléia e Igreja dos p r im o g ê n it o s ” (Hb 12.14. Assim com o a m ult ip l ic i d ad e de memb ros de nosso corpo forma uma unidade. 1 Q u a l i d a d e ou e s t a do p e r m u t a ç ã o . At 13.7.3).23).23).1). A u n a n i m i d a d e da lider anç a.5. 4. ■ Je ru sa lé m (At 11.me mb ro servir a outro usando os dons do Espíri to Santo ( I C o 12. 6. 4.21. para c um pri r seu pro p ó s it o aqui na terra e c o m p r o m e t i d a com um p r o c e d im e n t o c ar act er iz ad o pela: ■ U ni da de do Espí ri to (Ef 4. ■ Icônia (At 14. C onv o c a d a por Jesus Cristo. Tt 1. N / • Oração (At 1. O Es p ír i to Santo une em um só corpo ( I C o 12.24-27. jX reciprocidade.10).2. IP e 4. y / ' • • Reuni ões (At 2. - Listra (At 14. do que 127 é m út uo . H U na nim ida de e m : ^ / • Coração e alma (At 4.23).15. ■ M u t u a l i d a d e 1 no serviço . o m esm o sucede com o corpo de Cristo: não há acepç ão de pessoas.12-27). 3.2.22). E c om o um corpo. y / D e ci dir (At 1.32).4.10).27. l / Sentir (Rm 15.24). troca. e m bo ra de mui tos m e m br os .21.

H o m e m su bm is s o à vontade de Deus (Js 6. treinou os líderes esco lhi dos dentre critérios bem de terminad os: que fos se m capazes.se de que liderança cristã é “o trabalho de de sp e rta r e c on du zi r o ser hum a n o para Deus e para tudo o que dEle r e c e b e u ” . que sejam idôneos para ta m bé m en si na re m os o u t r o s ” . pe ssoas de palavra e não avarentos (Êx 18. ^ c O líder cristão deve agir com fé.2). C om o parte do seu ap rendizado. Qu a nt o à lide rança espiritual e à pr ep ara çã o de outros líderes da Igreja apostólica.2: “e o que de mim ouv is te diante de muitas te st em unh as . Assim acont ec eu com Moisés. trans mite-o a homens fiéis. J os ué é outro exemplo.20.10). Hb 11. e em dar ordens claras (Js 6. pois essa virtude d e te r m in a o ve rda deiro objetivo da lid erança 128 . mas no seu apren diz ad o verificou a impo rt ânc ia de deleg ar (Êx 18. pois sem e ssa virtude é impo ssí vel agradar a Deus (cf. hábil na dis tri buiç ã o de tarefas (Js 6. falemos ig ua lm e nte de fé. com Josué e com os apóstolos. há de ser lembra da a palav ra de Paul o em 2Ti mót eo 2.7). Dess e modo.6). tementes a Deus. Teologia da Liderança R ec or de. e Moisés reconhecia as suas próprias (Êx 4. Um líder tem limitações. foi hum ilde bastante.Fundam ento B íblico da L iderança C ristã Deus utiliza seres humanos com o seu método.6.27). a ponto de atender conselhos que lhe foram dados.10).21). Se es ti ver m os falando de c o n d u z ir para Deus.

O líder tem po de r ou autoridade.24-31. livres. Mas o líder cris tão rec onh ece que não faz por mérito próprio: Deus e stá com ele (Êx 3. Porque o serv iço é inerente à função. traduz “força. g e r o n t o c r a c i a 1 ve ic ul am a idéia de “ pode r do p o v o ” . pela fé a unidade da Igreja é mantida. 129 . é um com o seu povo. a u to ri d a d e ” . o líder é servo. e n e r g ia ” .4). libertos e escra vos . Pela fé. o líder é e st i m u la d o a d e se nvo lv e r seu pote nc ia l ( I C o 11. Não é demais dizer que a Igreja é variada e mu lti fo rm e . e d a n d o -n o s vocábulos co mo dína mo. Duas palav ras gregas são el uc id ativ as do con cei to de poder: kra tos e dynamis. Pelo próprio co ncei to da pa lav ra (leacler líder). au to ri d a d e de m a n d o ” .19.28. dina mit e e d in a m is m o. “ poder da té c n i c a ” e “ au toridade dos i d o s o s ” . o líder cristão ex erc e a perseverança. pe rm iti nd o que se ch eg ue ao universo s em â n ti c o de “ força ou e spiritua l. Lc 22. e s p e c ia lm e n te no sentido de “p o d e r político. Além disso.10-12.cris tã que é o de ser servo (cf. Mt 20. c om and o. j u d e u s e gentios. e desse m od o leva os seus li de ra dos aos c om et im en t os pr op os to s . o líder é um c ondu tor . p o t ê n c i a ” . todos agindo. I C o 9. Vo c áb ulo s co mo demo cracia . Fp 1. 1 G o v e r n o e x e r c i d o por a n c i ã os . K ra to s é “poder. reagindo e inte ra gi nd o para o bem c o m u m e para o bem da c aus a de Jesus Cristo.13. É o b s er v ar o que diz 2C oríntios 11. jo v e n s e idosos.27. homens. te cno crac ia. IC o 12. e utiliza para tanto os dons dos seus liderados e associados. G1 5. atividade. R om a no s 16 lembra com e xt rema clareza: havia na que la c o m u n id a d e cristã: mu lhe re s.1).1). D yn am is . por outro lado. e pela fé.

para a falta de integridade. W ier sbe lembra que Paul o ex cla mo u com as v e r a s 1 da sua alma: “ não me e nver gon ho do E v a n g e l h o ! ” . verdade.41-48 apresenta uma pa lav ra de Jesus Cristo a esse respeito. de din a m is m o ungido. ass umi ndo . Um deles é no di z er de Warren Wier sbe uma crise de i n t e g r i d a d e . de ter m in a dos títulos “re l i g i o s o s ” com o propósito de “ a u te n t ic a r ” o poder de m a ndo e com and o. Lucas 12. E sugere que talvez o E va nge lho afirme: “ (mas)(eu me env ergonh o dos c r i s t ã o s ”> ~“~Q'úãnta coisa tem sido prat ic ada em nome do Ev a n g e lh o . aparência e ling ua ge m de Evan ge lho . e o resu ltad o é superf ic iali dad e de co nvicçõ es. 130 . de de ten çã o de poder de ci só rio que só e vi de nci am que. a pre e m in ên c ia . conf us ão mental e espiritual. passam a bus ca r o controle.liderança da Igreja de Jesus Cristo. Desafios da Liderança Cristã A verdade é que e ntra mo s neste século com tr e m e nd o desafio para a lide ra nça na Igreja. têm aberto campo para a falta de ética. realidade. Exce len te palavra a que traduz o co nceito de in te gr id a de na língua hebraica: sh alom . mesmo. pastores ou não. -^ E ela atinge o cerne da a uto rid ad e e da . e e n fr a q u e c im e n to da fé porque os líderes. para a m a nip ula ção dos sen timentos. na falta de autêntica au to rid ad e espiritual.Do líder cristão é e sp er ad a a dy na m is como fu n d a m e n to e veículo da sua au to rid ad e espiritual e da sua a ti vid ad e de co nduto r de vidas. L a m e n ta ve lm e nt e . o bs er va. a qual é vertida 1 Coisas verdadeiras.s e uma profusão de kratos em num eros os líderes com sede de ma ni pu la ção .

Além disso.. . Outras c o m u n id a d e s têm utilizado a termino log ia : Culto Jovem c o n tr a p o n d o -s e ao estilo receb ido de liturgia e rito.13). [O líder há de ser J íntegro. Não p od e m os faz er por menos: o ins tru me nt o que Deus tem para unir as pessoas. 2. na ép oca de J er em ia s . saúde. sucesso. IC o 2. E ev id en te que o culto é m e nsu r ad o pela tr a ns fo rm a ç ão ca us a da nos que cu ltu am a Deus. ta mbé m p a z ” . Ç^ j i m p õ .17. Outros desafios às portas do presente século são os jnovos estilos de culto. re c o n h ec im e n to .23 .24) . tais c om o “ inteireza.para o português c o m alguns ricos si gnificados.__ fato s e a co nt e c im e nt os é a Igreja de Cristo. O que em outros países é d e no m in a d o his tórico ou c onte m po râ ne o. afirmam.4). O líder cristão deve p o s s u i r | u m a ' mente com o ã de Cri st o) (cf. É só co nfe rir co m as e x cl a m a çõ e s do pro fe ta que não tolera va os abusos (ver Jr 5.9. Cl 1.. ou não há de ser culto. pois o que cria não fazia diferença qu a nto ao modo de viver.4). ple nitud e. sua vontade é ho ne sta (Ed 9. mas havia influência secularista. salvação. Esse m e sm o “tra ta m e nt o c o m e r c i a l ” é resp ons áv el pelo p ra g m a ti s m o religioso: (‘vTstO~~queTa Igrcja está cheia.6). O ideal e va ngé lic o está e x p re ss o em 2Corí nti os 5. e há de ser semp re “em esp írito e em v e rd a d e ” (Jo 4.30.16). Tu do isso é o que A. SI 24. E gratidão.d~e mãos**) (cf. a religião havia se to rna do um v 'grande ~ n e g ó c i o ” . p ro s p e ri d a d e e. em no s so país é objeto da pe rg un ta “ tradicional ou r e n o v a d o ? ” .') De us está a b e n ç o a n d o ” . T oz e r c ham ou de “tra ta m e nto c o m e r c i a l ” do Eva ng el ho .31 e Lm 4.10.3. 131 .10. W. inte gri da de . O fato é que na é poc a de J er em ias a religião pa recia com esta do pr e s en te século: O povo dizia crer. e ^“puro de c o r a ç ã o l (cf. louvor.3. e (e m b or a não seja o pro pós ito prim ári o) terapêutico. SI 24.

en volve mu d an ças . e a s ing ula rid ad e da obra re de nt or a de Cristo. então. e c ap ac itadore s e líderes da Igreja de Deus sem pe rd e r a visão da c o m u n id a d e como e xp res são local dess a Igreja. mas vive em a cr éscim o num ambie nte esp iritual onde “ pri nc ipa dos . som os líderes e ca p a c ita dore s n um a c o m u n id a d e local sem perde r a visão do todo da Igreja de Jesus Cristo. . vive num mu n do físico. N u m a análise do que c h am a “ a Igreja do F u t u r o ” . ma s não p o s s u i \ p o d e r e s pi r itu al p a r a dar à luz outra g e r a ç ã o de ^ c r is tã o s ”. viva. te m mais uma: altura. Mas o m ét odo pode m u d a r porque não são estátic os . príncipes do m u nd o destas trevas.a<Palavra de Deus n ã o \ m u d a . mas se ajustam aos te m po s e circu nstân cias. por ser din âm ic o. ou seja. Q u e st io n a -s e a re ssu rr eiç ão de Jesus Cristo. Ralp h W. Afinal. c o m p r im e n to e p r o fu ndid ade . A Igreja e sua lide ra n ça não são si gnificativas pelo que pos sue m. além dessas di me ns ões . pote st ade s. de e xa m i n a r o que N e i g h b o u r destac a quanto ao que c ar ac te ri z a essa Igreja dinâ mi ca. a realidade do pe cado. N ei g h b o u r destac a que a “Igreja do P r e s e n te ” se c ar act eriz a por ser tri dim en s io na l: “ Tem largura. ' D e u s não m u d a . É o caso. É só p e rm iti r que Ele a co nt ro le nos termos de Efés ios 3. A “Igreja do Futuro”. mas porqu e são usadas por Deus. a ne ce s si d a de de salvaç ão. qua drim e nsi o na l: ■ Espíri to Santo é que m a dirige.16.] a s verdades eternas não ' mud am . ativa. 132 .O culto. A lide ran ça da Igreja há de esta r aber ta para o novo sem p e rd e r a visão do p e rm a ne nt e na Igreja. de três d im en sõ es com o a outra. mas e nv o lv e igua lme nte o que n u nc a deve ser m u d a d o . hostes espirituais da iniqüidade” são di a ria m e nt e en frentados.

■ Isaías nunca mais foi o m e s m o depois da visão s / de Deus (Is 6 .3.1ss).19).11-24). Não é de estranhar.8ss). e desde esse m om e nt o tornou -s e “ o príncipe de D e u s ” (Israel.22-32). a lid erança tr a ba lh a para o povo. ■ Foi o caso de Paulo (At 9. Jo 3.ss). ■ Gideão que teve um e nc ontr o t ra n s fo rm a d o r co m o T od o. H um a n os . porta nto . sem q ua lq ue r alusão à ideologia esp os a d a pelo pa st or coreano D a v i d (antes Paul) Yonggi Cho. liderança desse povo. Afinal. \ J 133 . ■ Abraão viu a Deus. é e xp e r iê n c ia de prim eir a mão: ■ Noé teve uma ex p er iê n c ia sensorial com Deus e / torno u. a lide ra nça tr ab al ha com o povo. Gn 32. V er a Deus. ■ Elias recup erou -se de um pr oce sso de de pre ssão para a vitória porqu e viu a Deus ( l R s 19. ■ M oisés viu a Deus e isso fez diferença em sua vida (Êx 3. nas q u a dr im e ns i onai s .P ode ro s o (Jz 6.29-35). e não de seg unda mão.13). cf. e ainda mais.18.■ E ss a Igreja vive na quarta di m e n s ã o . e isso resultou num ro m p i m en to com a velha e surrada vida no p ol ite ís mo de sua terra natal (Gn 12.se o arauto divino para o arr ep en dim en to do seu povo (Gn 6. lss). é ness a dim e ns ão que o po de r de Deus se revela e Satanás é vencido (cf. por e xe mp lo . temos por con cei to o su blime e urge nte de ver de ser q ua dr im e ns io na is . ■ Jacó viu a Deus. Ef 2. 34. Onde se enf atiza m as três dim en sõ es. que na Igreja onde se enfat iza m as quatro d im e ns õe s a liderança seja c o m p o s t a por aqueles em quem os milagres de Deus a c o n te c e m de modo pessoal. somos seres tridi me ns ion ais.1. mas co mo povo de Deus.1-12.

Q u a n d o se ex p er im en t a p e ss o a lm e n t e o poder de Deus. D e p en d ê n ci a de Deus. v / Usa os próp rios m é t o d o s . U m líder que tenha tido uma visão de fin id a de Deus será capaz de amar. V É m o tiv a do pelo a mo r a Deus e aos hom ens. Ness e ponto. >/ 1 P i c a r ou f er ir co-n a g u i l h ã o . \ / É mo tiv ad o por que stõ es pessoais. V É independente. > O líder espiritual: í\- o - C onfia em Deus. terá todas as co nd iç õe s de rep assar e spe ran ça. \ / Con hec e os ho m e ns e c onhec e a D e u s . V Faz a vontade de Deus. 134 . Se gun do Sanders. assim como ca p a c id ad e de c o m u n ic a r a fé. ^ C onhec e os h o m e n s . o paralelo entre estas duas qu alidades de líderes é o seguinte: > O líder natural: É auto con fiant e.E “ ver a D e u s ” dá novas energias. só pode mo s in fl uen ci ar e liderar outros até o ponto a que nós me sm os cheg am os . ^ To m a as próprias decisões. V Usa o m é to do de D eus. vai se re ve lar o líder espiritual em c ontr a po si ç ã o ao líder natural. a fe r ro a r. Na verdade. x / Gosta de c o m a n d a r os outroS (e ser obed eci do). \ / É humild e. não se nece ssita ser a g u i l h o a d o 1 para crer que todas as coisas são pos síve is por meio de Cristo Jesus. v Busca ob e dec e r a Deus.

D iretrizes para L iderança Se o líd er não tem c onfia nça em si mesmo. “ A co n fia nç a tem de p e rm e a r o grupo e tem de partir pr im ei ro dos líderes. pois será inte rp re ta do em suas ações e caráter. * M e s m o que não esteja de acordo com o que ouve. E m todas as fases tem que ha ve r uma seg u ra n ç a be m sólida. ■ O p a st or deve ser acessível e e st a r s em pr e \ / dis ponív e l para atend er os m e m b ro s da Igreja. * Não atue de mod o pre ci pi tado e n quan to não ^ e st iv er de po sse de todos os fatos. E se o líder não se sente pe s s o a lm e n t e capaz de super ar um trab al ho superior ao seu. ■ D e ix e t ra ns pa r ec er interes se e a m o r cristão. e. \ / ■ O ve rd a d eiro p ro bl e m a ne m sem pr e está na »v p ri m ei r a que ixa. os m e m b ro s da Igreja senti r-se-ão seguros. o pa sto r lidará e x c lu s iv a m e n te com p ro bl e m a s e pess oa s. q u a ndo o pa st or re ve la r c oe r ê n c ia de motiv os e a pr e se n ta r car áter íntegro e i m p a rc ia li d a d e nos ju lg a m e n to s. ninguém mais lhe ded ica rá confiança. para fazer um ' ju l g a m e n t o correto. ao ouvi-lo. no caso. m o s tr e -s e si mpático c om a p e ss oa ouvida. n/ orando c om as pessoas co m qu em trabalha. por isso m e sm o. não pod er á dei xar rastros co nfu so s ou e ng an a d or e s. Em sua vida mini st eria l. * Es te ja pre p a ra d o para agir de m a nei ra cora josa . uma con vic çã o de co m p et ên c ia ba sea da na pre p a ra ç ã o e numa a cu m u l a ç ã o gradual de e xp e r iê n c ia e t a l e n t o ” . 135 . não c onse gu irá c o n v e n c e r os outros de sua habilidade. > T r a t a n d o das c aus as pessoais. sendo p ru de nte iso la r o p r oble m a .

>/■ R es p e it a r sempre o direito dos outros . não. v " F a la r bem das outras pess oa s. A lé m disso. deve o pastor: ■ Ser hum ild e para a dm iti r que esteja errado. ■ Pe s q u is e formas de a nt ec ip a r e int ercep ta r o curs o dos pro blemas. F ic a r calado quan do não se pode dizer na da de bom de outrem. de v em o s c um pr ir com a no ssa palav ra na solução de um p ro b le m a de um m e m b ro da Igreja. para não o c ri tic arem após s ab ere m do fato depois de co nsu m a do . ^ a D e ix e que o pessoal c om q u e m trabalha perceba que você sabe que ha ve rá pro ble m a s .P e ç a à pessoa i n te re s s a d a para lhe dizer o que ela pe nsa que seja a re sp os ta ou solução do pr o bl em a. Ent re outras coisas. nV ■ Po rq ue o nosso falar deve ser sim. Não pa ssa r adiante os boatos.assim não se surp ree nder ão qua n do surgirem. isto evita rá que c o m et a o erro por duas vezes. v/« M a n t e n h a sua Igreja in for ma da . não. da ndo o devido crédito a q u e m mere ce. sim. e corrigir-se. Ser um b o m ouvinte. V > T r a t a n d o das causas co letiva s. ■ P e rm i ta que as pe ssoas a p re se nt e m as suas idéias e e n fre nt e m c ole t iv a m e n te as áreas do problema. para não in c ri m in a r o inocente.o que se n te m o que pe nsa m e e x pr ess am . ^ ■ F a z er uma ap reciação h o n e st a e sincera. 136 . deve o p a st o r apr en der a tirar v a n ta g e m dos próprios erros.

■ Nunca força r uma relação. Questionário ■ A ssinale com “X ” as alternativas corretas 1. foi impos sí vel a um h o m e m só car reg ar a carga de todo o rebanho e alim e n tá-l o a d eq ua d a m en te 5 . Virtud e que d e te r m in a o verdadeiro obje tiv o da lide ran ça cristã a)l I O r a tó ri a b)| | C o n h e c im e n to te oló gic o c)|y] Fé d)| I In te le ct ua lid a de 3. É a forma de de n o m in a ç ã o ba seada no prest ígi o pessoal do líder e acei ta pelos liderados a ) Q Lidera nç a b)l I Pas tor ad o c)l I Pr es id ê nci a d)l I A dm in is tr a ç ão 2.■ P ro cu ra r c o m p r e e n d e r e sentir o que a out ra s / pesso a sente no mo me nto . fCl A lid erança da Igreja há de estar aberta para o novo sem pe rd e r a visão do p e rm a n en te na Igreja 137 . segundo Sanders a)l I É s ome nt e au to co nf ia nt e b)| I E m o tiv a do po r que stões pessoais c)| I T om a as p ró pr ia s decisões d)P1 Faz a vo nta de de Deus ■ Mar que “C ” para Certo e “E ” para Errado 4. pois a c on diç ão de y líder pode de ix ar as pessoas pou co à vontade. Qua nto ao líder e spiritua l. e aceitá-la ple nam ent e.[C1 Desde o pr inc ípi o.

Mui tos . na sua c ondiç ã o de líder. es p e c ia lm en te os que se dis põe m ao exer cíc io do ministério: A bu so do p o d e r . Preferiu liderar um povo pelo de serto a ser ch am a do filho da filha de Faraó. é c o lo ca da n u m a posição le gítima para e xe r ce r controle e eficiência. ma ior será o pre ço a pagar. estão a tratar as pe ssoas c o m o objetos que p o d e m ser m a n ip u la d o s de um para outro lado. p é rf i do : 138 . T r a i ç o e i r o . que. é um c o n d u to r de almas. en tretanto . Isto é um perigo. isso é uma e xa lt aç ão do ego e leva à autocracia. revoltado com a br u ta li d a d e dos egípcios e a triste sorte de seu povo. e não “d o n o ” delas. Em q u a lq uer org a niz aç ã o. pois quanto m a io r for à con quista. inc lu si ve nos grupos cristãos. He rodes. Belo e x em p l o vemos na história de Moisé s. 1 Q ue é d a d o a a r m a r ins ídias .24-26). em posição de man do. O pastor. o G rande. Ve ja m os alguns aspectos co n si d e ra d o s de custo elev ad o para os que o s te nt am uma liderança.O Preço da Liderança T o d a lid erança tem o seu preço. quando uma p e sso a rec ebe au toridade. Para muitas pessoas. a fim de s atis faz er seus instintos de su premacia. matou a esposa e dois filhos para não lhe su cederem. M ato u també m os m e n in o s de Belém. subiu ao trono e o c o ns e rv ou por meio de crimes brutais. porqu e tinha em vista a r e c o m p en s a (Hb 11. e há de se pag ar o preço para se ev ita r cair nessa in s i d i o s a 1 tentação. c o m p r e e n d e u que algum dia seria obrigado a defen der a ju s t i ç a a despeito de q u a is q u e r sacrifícios pesso ais que isso envolvesse.

f ino. De ve o líder bu s ca r o eq uil íb ri o a fim de r e d u z ir o e str ess e em sua vida. Se alguém não pode su po rta r a crítica. ainda está e m o c i o n a lm e n te im aturo. Competição. vitórias e defeitos. que assume a fo rm a de frac ass o ou me do do êxito.Crítica. c o m p a r ti lh a r suas em oçõ e s. De ve h av er alguma dis tâ nc ia entre o líder e seus segui dor es. P e s s o a q u e age c o m o m á q u i n a . P e q u e n í s s i m o . tão preju dic ia l à co nt in ua çã o de seu desígnio. ao m e s m o tempo. A linha divi só ria e t ê n u e 1. O cuidad o ad eq ua do c om a saúde. e im pe dir á o progresso do líder e do grupo em direção ao alvo comum. 1 D e l g a d o . P o u c o i m p o r t a n t e o u p o n d e r á v e l . sutil. aberto e honesto. D é bi l . Há um preço a pa ga r qua ndo o líder sofre de uma “ ansi ed ad e de c o m p e t i ç ã o ” . Esse defeito virá à tona mais cedo ou mais tarde. Identificação. d e s u b s t â n c i a e sc ass a. g rá ci l. 139 . O líder am ad u r ec id o é capa z de aceitar a c rítica e fazer as neces sár ia s correções. o desca nso e o e qui líb rio ajudar ão o líder a m an ter a sua ca p a c id ad e de resistência. s em r a c i o c í n i o e s em v o n t a d e p r óp r i a . f r ág il . e não ser visto c o m o um a u t ô m a t o 2. c om receio de que o seu ve rd a dei ro ego apareça. Fatiga. D eve p e rm a n e c e r à frente do grupo e. Isso significa que ele deve de se ja r ser hu m a no . 2 Fig. ga star te m po em conh ecê -lo . c am in har co m o pov o que lidera. Pr ecisa id e ntif ic a r-s e co m o povo.

Solidão. 140 . m esm o em face de grande oposição (Mt 27. A p opula rid a d e pode afetar o d e s e m p e n h o da liderança. O pa sto r deve ser capaz de aceitar amiz ade s. Ta m bé m às vezes. Rejeição. S e n tim e nt o de infali bil ida de pode co rro er sua eficiência.se um camin ho difícil para pa lm ilh a r se o pa st or sente a indi fe renç a dos m e m bro s de sua Igreja ou a falta de afeição. Pode tornar.Or gul ho e i n v e j a . Tempo para p e n s a r . Estes são irm ãos gêmeos. S e m pre há forte po ssi bil idade de al gué m ser calun iado por sua fé. M uitas pe sso as rejeitadas só tê m o r e c on he c im e nt o de sua força depois que tenham deix ado o cargo ou mo rr id o (Lc 4. O líder or gulh os o aceita fa c ilm e n te a ra ci ona li zaç ão de que está menos sujeito a c o m e t e r erros do que os outros. n/ Mui tos estão tão oc upado s (Lc 10. O orgulho se torna e g oí sm o qua ndo en alte c em os a nós mesmos.46). As pe ssoas norm ais e ajustadas que re m ser amadas. s * / É pre ciso ter uma forte pe rs onal id a de para o líder ser capaz de e nf re nta r a rejeição. prec isa ser capaz de re si sti r ao louvor.41) que não têm te mp o para pensar. mas deve ser su fic ie nt em e nt e am ad ur eci do e ter bastante força inte rior para estar só. Um tempo deve ser dedicado à m e di ta çã o e ao p e nsa m e nt o criativo.16-29).

O líder cristão muitas vezes te m pro ble ma s nessa q u e st ã o. na sc e m os com pre g ui ç a c o n g ê n i t a 1. > A ti t u d e s e sse nc ia is à lider anç a. A d m in is tr a r o nosso te mp o significa a d m in is tr a rm o -n o s a nós mesm os. c o n a t o . e st u d a rm o s a Pala vra de Deus. co nvic ç õe s que você precisa ter be m arraigadas. Não basta liderar. 141 . porqu e pa rece que nós. e n qu an to d e s e m p e n h a suas funções. C o m que atitudes de vem servir? 1 N a s c i d o c o m o i n d i v í d u o . H á preço a ser pago no uso de nosso tempo. c o n a t u r a l . para orarmos. A fim de aj udá-lo ne sta tarefa vam os falar sobre alguns princípios bíbl ic os de liderança. inato.T o m a r d e c is õ e s d e s a g r a d á v e i s . m e sm o frente ao p r o c e d im e n t o de dis ci pl in a do memb ro. U t ili za ç ão do t e m p o . é preciso fazer u m a av ali aç ão pe rió di c a de nossa s mo tiv a ç õ es e atitudes para verificar se elas estão à altura do ideal bíblico. D e v e m o s inc lui r um tempo pa ra esta rm os a sós com D eus. N os sa s mo tiv a ç õe s e atitudes são a alma da liderança. To d o s os líderes de vem esta r be m dispostos a pa gar este preço para o bem da Igreja. e x a m i n a r m o s a si me sm os. A Alma da Liderança T e r mo tiv a ç ões e atitudes corretas é e s s e n c ial pa ra o des e m p e n h o da lide ra nça cristã. porqu e são n at u ra lm e n te relutantes em ferir as pessoas. seres hu ma nos. to m a rm o s de cisões e rea ni m ar m os.

Por Ele que fez e faz tanto por nós. no p r o c e d e r . d e s m a z e l o . a alegria é a pos tura ad eq ua da de que m lidera. Não ouse fazer a obra do Senhor de q u a lq ue r j e i t o ! ' ■ C o n s t â n c i a : “E não nos ca ns e m os de fazer o bem. Q ua nta s vezes somos tentados a desistir. Quem quer servi-lo deve estar be m c on sci en te de que Ele não admite d i s p l i c ê n c i a 1 ou ne g lig ê nc ia (Rm 12. Isto não significa dizer que na da nos en tristece no de se m p e nho da liderança. no vest ir.10a). ■ D e d i c a ç ã o : “Maldi to aq uele que fizer a obra do Senhor n e g l i g e n t e m e n t e ” (Jr 48. Q ue m desiste diante do prim eir o ob st ác ul o não “ serve para ser vir” . mas depois de 2 ou 3 meses d e ix am o serviço entrar num m a r a s m o 2 sem fim. mas ta m b é m muito exigente. mas sim que temos conv icç ão da benção que é poder fazer algo pelo Senhor. mas q u e m desiste perde a oportu ni dad e de c ol he r os frutos. d e s ca s o .2a). ou m e s m o d e s l e i x o . Servir a Deus é algo muito sério.11). D e ve m os estar c on st a nte m e nte a gr ad ecen do a Deus pela op or tu nid ad e que Ele nos co ncede de O servirmos. d e s â n i m o .\J • A l e g r i a . “ Servi ao Se n ho r com al eg ri a ” (SI 100. porque a seu te mp o c eif ar em os . Por tanto. nas m a n e i r a s . Deus é um “ p a t r ã o ” muito bom. Quantos c om eça m o ano com tanta dispo siçã o. Liderar um grupo é um teste “consta nte à nossa c o n s tâ n c ia ” . C om o você e nca ra o serviço no reino de Deus: peso ou pr ivi lég io? Servir a Deus é um privilégio.6-8 e IP ê 4. É co mo aquele líder que 1 D e s c u i d o . 142 .10. se não ho uv er mo s d e s f a le c id o ” (G1 6. n e g l i g ê n c i a .9). “ E n f r a q u e c i m e n t o da s f or ç as m o r ai s .

r e s po ndeu um dos liderados. E verdade. e I T i m ó t e o 3. A ss im é que E fés ios 4. 1 E m p r e e n d i m e n t o . Parec e ser o óbvio. a c o m e t i m e n t o . sede firmes e const an te s. meus amados irmãos.estava a ss u m in d o um cargo. mas era tam bé m um ho me m de po uc as ‘a c a b a t i v a s ’” .6). a r r i s c a d a e / o u de g r a n d e v ul to . detêm as fun ç õe s de lidera nça aqueles s o b er an a m e n te esc olh ido s pa ra esse c o m e t i m e n t o 1. Paulo usa a e xp re ssão “ a graça que nos foi d a d a ” (Rm 12.1-13 oferece o pa drã o pa ra o m ini st ér io pastoral (ali de no m in a d o “e p i s c o p a d o ” ) e diaconal. 143 .58). \ / ^ ■ As que o b s e r v a m o que está aco nte cen do. v / \ ■ As que fa zem c o m que as coisas acon te çam . Na Igreja de Cristo. Há três tipos de pessoas no mundo: . t e n t a t i v a ou e m p r e s a d i fí cil .8). Refletindo Sobre Liderança Cristã Há um lugar esp e c ia lí ssi m o para a li de ra nç a na visão do No vo T es tam ent o. mas de p re s id ên c ia a ser e xe r ci da zelos am ent e. Não é função de mando. ■ As que não sa be m o que está a co nte cen do. ^ São essas última s que detêm o dom de liderança. Paul o diz: “Por tan to . semp re a bun dan te s na obra do S e n h o r ” ( I C o 15. mas a função do líd er é liderar. Ele elo gio u o seu an tec ess or di z e n d o aos seus liderados: “ Ouvi dizer que meu a ntec ess or era um ho m e m de muitas inic iativa s. s eg undo a Versão da Im pr es s a B íb lic a B rasileira (Rm 12. 11-16 apre sen ta a pla ta fo rm a de lide ra nça da Igreja Apo st óli ca.

144 . por sinal. r e c ep tiv a à cap acitação. pois é s om en te o b s e r v a r a ênfase dada por Jesus ao cuidado. ou seja. va lor izar a pa rt ic ipa ção dos outros. j á é uma seleção. É um faci litador no en sin o dos novos dis cí pul os e na participação deles no global do processo.A Liderança Cristã e o Discipulado D e v e m o s c om pr e en de r que a li de ran ça cristã tem o tra ba lh o de despe rta r e c o n d u z ir o ser humano para Deus e para tudo o que de Deus recebeu. e isso com o objetivo de treiná-las de modo a que em dado mom en to a orga ni z aç ã o pos sa fun ci onar sem ele. disp oníve l (Lc 9. car inho. U m a liderança c o m p r o m e ti d a é fiel ( I C o 4. Mt 6. o que. “c a r i s m á t i c a ” para o be n ef íc io da Igreja de Cristo. Cre r ta m b é m no di s ci pula do cristão.21). para que todo o edifício be m ajustado cresça para te mp lo santo cuja glória seja u ni c am en te a de Deus.2).33). ao tre in am en to (um teste é c o n v id a r 12 a 20 pess oas para reuniões de trein am en to. e ob s er va r quem retorn a a p a rti r da segunda reunião). é uma q ua lid a d e. 1993): “É em Cristo que todo o edifício está seguro e cresce até se tr a n s fo rm a r n u m templo que honre ao S e n h o r ” (Ef 2. é e xem plo e ajuda em vez de apenas ve rbalizar. aliás. Dev em os crer n u m a liderança c o m p ro m e ti d a com o Reino de Deus (cf. é pa cie nte e c onfia no Es pírito Santo co mo c on sel he iro e auxílio nas dificuldades. D e sc o b ri r pessoas que p os su a m po te nc ia l é tarefa do líder.57-62).c ha ve do líder cristão. b u s c a e instrução dos que O seguiam. ou co mo coloco u a Bíblia em Po rt ug uê s Corrente (edição da Soc ie d ad e Bíblica de Por tugal. O trein am en to. C re r na liderança c ap a c ita da pelo Espírito de Deus.

Ir para o Cal vário é e sc ol hi do d e li be ra da m e nte .31).4.26 e Mateus 16.8). O ver da dei ro discípulo se caracte riz a pela estab ilidad e. Billy G ra ha m afirmo u que “a s a lv aç ão é de graça. por sinal. O líder cristão do presente século não se pode esquecei' que as c ondiç õe s do dis cípulo são um d aq ue le s princ ípios im utáveis. pela qual a Igreja de Cristo vem pa ssa nd o através dos séculos. União frutífera c om o Senhor (Jo 15. A brinque do. ve rg o nh a e m un d o jo g o u sobre o Filho de Deus e os que e sco lh em na v e g a r c ont ra a discípulo.33). adminis tra tiv as. p e rm a ne c e r nEle. todos os demais serão dim in uíd os. Aparece 269 vezes nos Eva ng e lh os e no livro dos Atos dos Apóstolos. o v / 2) R e n ú n c i a (Lc 14.24. mas o d is ci pu la d o custa tudo o que t e m o s ”. visto que s ímbo lo da pe rs egu iç ão . mas in st ru m e n to de morte. nos termos de Luca s J ‘ 14. em co m pa ra ç ã o. parece ser a p a la vr a fa v o ri ta de Jesus para aqueles cuja vida estava ligada a dEle.“D i s c í p u l o ” . que é entre ga irr evogável a •p J esu s Cristo.5).27). segui-Lo. dev ia morrer. É viver em c o m pan hi a de Jesus. au to ne g aç ão . 145 . co mu nh ão de desti nos com Ele. 4) P r o d u ç ã o de f r u t o s (Jo 15. N oss o am or a Jesus e à Sua cau sa há de ser tão e v id en te que. 3) C o n s t â n c i a (Jo 8. Q ue m as declara são os Evan ge lhos : -J 1) T r a n s p o r t a r a c r u z (Lc 14. apesar das tr a n s fo rm a ç õ es litúrgicas. cruz não é na qual o eu um c am in ho a cruz é o abuso que o j o g a rá sobre corrente.

27). A Liderança Pastoral \ / Gra nde é o privilégio que Deus c o n ce d e ao hom em . O alvo do disci pulad o deve p e rm a n e c e r bem definido na mente do líder cristão: é a s e m e lh a n ç a de Cristo em car áte r e em serviço. o fruto do Es pí ri to é o retrato desse caráter: amor. 146 do . Afinal. alegria. de me ditação.1. fidelidade. Paulo usa inúm eras vezes a ex pr e ssã o “em C r is to ” para co m isso significar que nós estam os nEle e Ele está em nós (Cl 1. Em re la ção ao primeiro aspecto. em mo st rar o ser hu m a n o em sua realidade e pelos seus efeitos na vida do ho me m que é t ra ns fo rm a do em discípulo de Jesus Cristo. m a n si d ão e autodomínio. a B íb lia se ev ide nc ia Pala vra de D eu s nas profecias e c um p ri m e n to s .✓ O líder cristão há de ob s er va r os aspectos básico s do dis cipulad o em sua própria ex per iênci a de vida: a un ião com Cristo e a d e di c aç ão sem reservas.3). de dis ci pu la do e c am in ho de vida. Por sua vez. ben ign ida de.Liderança e a Palavra de Deus A li de rança cristã não pode p re s c in d ir de utilizar a B íblia Sa gr ad a como fonte de reflexão . Por essa razão. paci ên ci a. A. e nessa linha de raciocínio. Jo 15.1-12 indica o sign ifica do do regime de dedica ção exclu si va a Jesus. paz. O Es pírito Santo dá-nos o caráter de filhos de D eus. de nela viver e c on he c ê -la para cr escer em graça (SI 1. O de sen v o lv im e n to do Salmo 119 bem o de mon stra. qua ndo o c h a m a para o minist ério da Palavra. bondad e.2). que Jesus Cristo de screveu em termos de videira e ramos (cf.5ss). há o líder de nela m ed ita r (SI 1. R om a no s 6.

“M ald it o aquele que fizer a obra do Senhor r e l a x a d a m e n t e ” (Jr 48. esta at ividade in te ns a gera lment e não pr odu z os me lho res frutos. pl a n ej am e n to e e x ec u ç ão cu idadosa. relax ados (2Co 11. p or qua nt o na obra do E sp íri to Santo as coisas são basta nte s claras. É um trab al ho c om ple xo. mas orient açã o clara.Paulo c h a m a de coisa excelente: “ Q ue m deseja o ep isc op a do . c o m p re e n s ã o e visão pa norâ m ic a .10). mo ti v a ç ão bem definidas.13). aten ta r ou contribuir. e xce le nte coisa a l m e j a ” ( l T m 3.1). de m o v im e nto s . atitudes positivas. em resp on sab ili d ad e. de Satanás e levá-las a Jesus. No entanto. É c o s tu m e de Deus usar p ess oa s respo nsá vei s. Po r quê? Po rq ue a tarefa de dirigir uma Igreja não é tão simples como parece. Princípios do Trabalho Pastoral O pa st or geral me nt e se c o n s id e r a uma pe sso a de ação. Com o sua missã o é tirar as almas do d o m ín io das trevas. todo pri vi lég io implica. T a m b é m não pe rmite pa sto rado de longo alcance. Por ém. e uma c ap a c id ad e cada vez ma ior de 147 . Creio não haver dúvidas quan to a sua c h am a d a para o minis té rio da Palavra. Pou co s são aqueles que têm este privilégio de pa st o r e a r o reba nho do Senhor. Tud o isso p r e c ed id o por uma vida de íntimo re la ci o n a m e n to com q u e m guia a Igreja. o Espíri to Santo. V is ita e prega todos os d i a s ” . nota -se que grandes são as suas lutas. As igrejas gos tam de dizer: “No sso p a st o r é muito ativo. di fi cul da de s e re s po nsa bili da des . fata lm en te. Paulo afirm a que os falsos apósto los são obreiros fraud ule nto s. O verbo m in is tra r significa servir. Pa st or é um guia espiritual. É uma r e s p o n s a b il id a d e que não exige un ic am en te “ ação v is ív e l” .

med ia nte in s tru ç õe s muito c ui da do s a s e claras. Quem tr a b a lh a mu ito tempo com pessoas. me nsal. ■ A tarefa que ambos estão ex ecutando. e n s in a v a m -l h e s coisas novas. Para que a tare fa min isteria l seja bem feita. e outras vezes. os env iou a pregar. a lgu ma s vezes. co m base em tais e xper iên cias. libertar de opressõe s satânicas. curar. em que. depois e sc u ta v a seus relatórios e. T a m b é m é im port an te ver com o o Se nho r. no devido tempo. ensinar. ensi no u seus discí pulo s a atender às m ul tid õe s além de suas pró pr ias capac ida de s. O pa sto ra do tem fu nda m e nto s próp rios que são de valor pe rm a nen te e universal. e c o n ô m i c a ou política. si m p le sm e n te os afastou delas e os levou a um lugar à parte.d is ce rn im en to da me nte e pla nos divino s para seu corpo. 148 . Três são os seus e n un ci a dos básicos: ■ A exi st ênc ia de um D eu s (Deus está in te ns am e nt e pr e oc upado e oc upado c o m o de stino do ser humano). A a u to rid a de que reveste esta obra não procede de uma si mples tradição re lig io sa ou cultural. é ind is pe ns áv el ori e nt a r o trab alho pratico diário. ■ A ex ist ênc ia de um povo esc olh ido por D eu s (o povo é especial. e ne ce s si ta de direção. O Salmo 23 ilustra com clar eza isso). anual ou por longos períodos. Também não se f un da m e n ta em um de te r m in a do sist em a de orga ni z aç ã o social. recursos e tempo. Fundamentos do Trabalho Pastoral O fu n d a m e n to do trab al ho pastoral r e po us a na Pala vra de Deus. é sem pr e instrut ivo ver co m que de te rm in a çã o Jesus.

é c o n si d e ra d o a m ad ur ec id o e m o c i o n a lm e n te b)| I Há um preço a pagar quan do o líder sofre de uma “a n si e d a d e de c o m p e t i ç ã o ” c)l I O org u lh o se torna e g oís m o qua nd o e nal te c em os a nós mesmos d)| I O líder deve p e rm a n e c e r à frente do grupo e. São as pe sso as que detêm o dom de liderança a ) Q As que não sab em o que está ac on te c en do b)F1 As que ob s e r v a m o que está a co nte c en do c)ÍH As que fazem com que as coisas ac onte ç am d)l I As que av isa m o que está ac on te c en do 8. a de dic aç ao e a c o n st â n c ia são atitudes essenciais à liderança 10. c am in har co m os liderados 7. É entre ga irr ev og á v e l a Jesus Cristo.Questionário * Ass ina le com “ X ” as alternativas corretas 6.26 e Mateus 16. H A alegria. nos termos de Lucas 14. autoneg aç ão. Aponte a s en te n ç a errada a ) Q M es m o o líder não pode ndo su po rta r a crítica.Q] Os dois aspectos básicos do dis ci pu la do são: a união com Cris to e a dedi caç ão sem reservas 149 . ao m esm o temp o.24 a)l I Pr o d u ç ã o de frutos b)| I C o n st â n c ia c)l I T r a n s p o r ta r a cruz d)|Ã| R en ú n c ia ■ Mar que “ C ” para Certo e “E ” para Errado 9 .

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