IBADEP Instituto Bíblico da Assembléia de Deus Ensino e pesquisa

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DIGITALIZAÇÃO

ESDRAS DIGITAL E PASTOR DIGITAL

Geografia Bíblica

Pesqui sado
e
adapt ado
pela
Equipe
Redatorial
para
Curso
exclusivo
do
IBADEP
Inst it ut o Bíblico das Igrejas Evangél icas A ss em bl éi as
de Deus do Estado do Paraná.

Com auxílio
vários ens inadores

de

adapt ação

e

esboço

de

M ap a s T01 a T04: Extraí do da Bíblia de Referência
Tho mp son, Frank Charl es Tho mp son, Mapas 1 a
16, São Paulo: Editora Vida, 1992.
M ap as P01 a P15: Extraí do da Bíblia de Estudo
Pentecostal, Donald C. Stamps, Rio de Janeiro:
CPAD, 1995.
Mapas T01 a T04 foram utilizados com a devida
autorização da Editora Vida. Todos os direitos reservados.
Os infratores estarão sujeitos às penalidades da lei.
Mapas P01 a P15 foram utilizados com a devida
autorização da Sociedade Bíblica do Brasil. Todos os
Direitos Reservados. Os infratores estarão sujeitos às
penalidades da lei.

9 a Edição - Abril /2007

Todos os direitos reser vados ao IBADEP

Pr.Presidente Robson José Brito . Pr. Administrativo Pr. Pr. Pr. Pr. Pr.2o Secretário Edilson dos Santos Siqueira .Membro Samuel Azevedo dos Santos . Pr. Pr. Hércules Carvalho Denobi . Financeiro .Presidente Ival Teodoro da Silva . Israel Sodré .Membro Mirislan Douglas Scheffel . Pr.Membro AEADEPAR Pr. José Carlos Teodoro Delfino . Pr.Coord.I o Tesoureiro Mirislan Douglas Scheffel .Membro Moisés Lacour .2o Tesoureiro IBADEP Pr.I o Secretário Samuel Azevedo dos Santos . Pr.Membro José Carlos Correia . Pr. Pr. Pr.Diretorias CIEADEP Pr. Pr.Presidente José Anunciação dos Santos . Pr. Pr. Pr. - Co ns el h o de A d m i n i s t r a ç ã o José Polini .2o Secretário Simão Bilek .Membro Perci Fontoura .Coord.Relator José Anunciação dos Santos .Presidente de Honra Israel Sodré .I o Vice-Presidente Moisés Lacour .Vice-Presidente Moysés Ramos . Pr.2o Tesoureiro A E A D E P A R .Co ns el h o D e l ib e ra t iv o Pr.Membro Simão Bilek . Pr. José Pimentel de Carvalho .I o Tesoureiro Luiz Carlos Firmino .I o Secretário Hercílio Tenório de Barros .2o Vice-Presidente Ival Theodoro da Silva .

2) Na inspiração verbal da Bíblia Sagrada.14-17).19.19. (Dt 6.1-6 e Cl 2.34 e At 1. na sal vação presente e perfeita e na eterna ju sti fi c aç ão da alma recebidos gra tu i ta me nt e de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor (At 10. 5.4. Rm 8. 6) No perdão dos pecados.13. 4) Na pecami nos id ade do homem que o destituiu da glória de Deus. Filho e o Espírito Santo.23 e At 3.9).43.19).12). em nome do Pai.Cremos 1) Em um só Deus. em sua ressurreição corporal dentre os mortos e sua ascensão vitoriosa aos céus (Is 7. Mc 12. em sua morte vicária e expiatória. e t er name nt e subsi st ent e em três pessoas: O Pai.25.24-26 e Hb 7. 7) No batismo bíblico ef et uado por imersão do corpo inteiro uma só vez em águas. 5) Na necessidade absoluta do novo nascimento pela fé em Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus.14. confo rme determinou o Senhor Jesus Cristo (Mt 28. .29). Mt 28. única regra infalível de fé normati va para a vida e o carát er cristão (2Tm 3. Rm 10. 3.9). do Filho e do Espírito Santo. e que somente o a rr ep end iment o e a fé na obra expiatória e redentora de J esus Cristo é que pode restaurálo a Deus (Rm 3. para t orn ar o homem digno do Reino dos Céus (Jo 3. 3) Na concepção vi rginal de Jesus. Rm 6.3-8).

46).16.5.4. 12) Que todos os cristãos c om pa rec er ão ante o Tribunal de Cristo. 2.11-15). 9) No batismo bíblico no Espírito Santo que nos é dado por Deus medi ante a i nt er cessão de Cristo. ins pi rador e s a n ti f i ca d or do Espírito Santo.4. com a evidênci a inicial de falar em outras línguas.5.10). 19. Primeira invisível ao mundo. Zc 14.51-54.1 ­ 12). 17.15). segunda . c on fo rme a sua vont ade (At 1. com sua Igreja gl orificada. 11) Na Segunda Vinda premilenial de Cristo. para receber reco mp ensa dos seus feitos em favor da causa de Cristo na terra (2Co 5.1-7). antes da Grande Tribul ação. 14) E na vida eterna de gozo e f elici dade para os fiéis e de tristeza e t orment o para os infiéis (Mt 25. Ap 20. para ar rebat ar a sua Igreja fiel da terra.8) Na nec es si dad e e na possibi li dade que t em os de vi ver vida santa medi ante a obra expi at óri a e redentora de Jesus no Calvário. c onforme a sua soberana vont ade ( I C o 12 .44-46. em duas fases distintas.14 e I Pe 1. I Co 15. at ravés do poder regenerador. que nos capacita a vi ver como fiéis t es t em u n h a s do poder de Cristo (Hb 9. Jd 14). para reinar sobre o mundo durante mil anos ( l T s 4.visível e corporal. 13) No juízo vi ndouro que recompens ará os fiéis e c ondenar á os infiéis (Ap 20. 10) Na at ual i dade dos dons espi rituais di stri buídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação. 10. .

Ele deve ser: próprio para . des vend and o mistérios conti dos em sua Palavra. ler com precisão as lições. L embre-se que você é o autor de sua história e que é necessário atuali zar-se. Local de estudo: Você precisa di spor de um lugar e st udar em casa. b) Com a sua humi l dade e oração. para assim ganhar almas para o Reino de Deus. temos que ser organi zados. Devocional : a) Faça uma oração de a gr adec imen to a Deus pela sua salvação e por propor cionar. para que possa vir a ser um el emento útil a si mesmo e à Igreja em que está inserido. 2.lhe a op ort uni dade de e s tu d ar a sua Palavra. c) Para melhor apr ov e it a me n to do estudo. Tent e seguir o roteiro sugerido abaixo e compr ove os resultados: 1. Deus irá i luminar e di rec iona r suas f ac ul dades mentais através do Espírito Santo. não apenas acumul e conteúdos vi s ando preparar-se para provas ou t rabal hos por fazer. o aluno deve estar con sc ient e do porquê da sua dedicação de t empo e esforço no afã de gal gar um degrau a mais em sua formação. medi tar com at enção os conteúdos.Metodologia de Estudo Para obter um bom apr ove it ame nt o. Desenvolva sua c apaci dade de raciocínio e de solução de probl emas. bem como se integre na problemática atual. Consciente desta realidade.

env ol vendo di ferent es comp o rt am en to s. 3. di ari amente.a) Bem arej ado e com boa il umi nação (de preferência. A p r o v e i t a m e n t o das aulas: Cada disciplina apresent a caract erí s ti cas próprias. a saber: raciocínio. b) Reservar.se da importância dos itens abaixo: a) Est abe lecer um horário de estudo extr aclasse. algum t empo para descanso e lazer. Assim. anal ogia. Quando perc eber que está cansado e o estudo não alcança mais um bom rendi ment o. Di sposição: Tudo o que f azemos por opção alcança bons resultados. que a luz venha da esquerda). físico. faça uma pausa para descansar. f) Não abusar das c apac idades físicas e mentais. c) Conc en tr a r. c) Longe de sons de rádio. Por isso adquira o hábito de e st ud ar vo lunt ar i ame nt e. apl i caç ão ou . televisão e conversas. 4. di vi di ndo -s e entre as di sci plinas do currí culo (dispense mais tempo às matérias em que tiver maior dificuldade). postura ( sent ar-se à para evitar o cansaço e) Não passar para outra lição antes de do mi nar bem o que est iver estudando. i nterpretação. sem imposições. estará desl igado de outras atividades. quando estudar. b) Isolado da circul ação de pessoas. tronco ereto). Cons c ie n ti z e.se no que está fazendo. d) A do ta r uma correta mesa.

s im pl es me nt e habilidades motoras. Todas, no
entanto, exigem sua par ti ci pação ativa. Para
a l can çar melhor apr ove it ame nt o, procure:
a) C ol ab or ar para a manut en ção da disciplina na
sala-de-aula;
b) Parti cipar
at iv ame nt e
das
aulas,
dando
cola boraçõ es
es pont âne as
e
pergunt ando
quando algo não lhe ficar bem claro;
c ) Anot ar as ob se rv a çõ e s c o mp l em en ta re s
monitor em caderno apropriado.

do

d) Anot ar
datas
trabalhos.

de

de

provas

ou

entrega

. Estudo e x t r a d a s s e :
O bs erv ando as dicas dos itens 1 e 2, você deve:
a) Fazer di ariament e as taref as propostas;
b) Rever os conteúdos do dia;
c) Preparar as aulas da semana seguinte. Se
c on st at ar alguma dúvida, anote-a, e apresenta
ao monitor na aula seguinte. Procure não
deixar suas dúvi das se acumul em.
d) Materiais que poderão ajudá-lo:
s

Mais que uma versão ou t radução da Bíblia
Sagrada;

y Atlas Bíblico;
s

Dicionári o Bíblico;

s

Enci clopédia Bíblica;

s

Livros de Histórias Gerais e Bíblicas;

s

Um bom dici onári o de Português;

s

Livros e apostilas
assunto.

que

tratem

do

mesmo

e) Se o estudo for em grupo, tenha s em p r e em
mente:
v' A necessidade
pessoal;

de

dar

a

sua

col aboraç ão


S O direito de todos os i nt egrant es opinarem.
. A p r o v e i t a m e n t o nas a vali ações:
a) Revise toda a matéria antes da avaliação;
b) Permaneça calmo e seguro (você estudou!);
c) Concen tr e-s e no que está fazendo;
d) Não tenha pressa;
e) Leia a t ent am en te todas as questões;
f) Resolva primeiro as quest ões mais acessíveis;
g) Havendo tempo, revise tudo antes de e nt r egar
a prova.

Bom D es e mp e nh o !

Abreviaturas
a . C.
ARA
ARC
AT
BV
BLH
c.
cap.
cf.
d . C.
e.g.
Fig.
fig.
gr.
hb.
i.e.
IBB
Km
lit.
LXX

antes de Cristo.
Almei da Revista e Atuali zada
Almeida Revista e Corrida
Antigo T es t am ent o
Bíblia Viva
Bíblia na Linguagem de Hoje
Cerca de, a pr o xi mad ament e,
capítulo; caps. - capí tulos,
confere, compare.
depois de Cristo.
por exemplo.
Figurado.
figurado; figuradament e,
grego
hebraico
isto é.
Imprensa Bíblica Brasileira
Símbolo de qui lometro
literal, literalmente.
Sept uagint a (versão grega do AT)

m
MSS
NT
NVI
p.
ref.
ss.

Símbolo de metro.
manuscri tos
Novo Tes tament o
Nova Versão I nternaci onal
página.
referência; refs. - ref erênci as
e
os
seguintes
(isto
é,
os
versículos
consec ut ivos de um capí tul o até o seu final.
Por exemplo: IP e 2.1ss, significa I P e 2.1-25).

séc.
v.
vv.
ver

sécul o (s).
versículo;
versículos,
veja

.. 95 Lição 5 ................. 39 Lição 3 ..........índ ic e Lição 1 .............................0 Mundo B í b l i c o .............. 141 Mapas Bíblicos .......Geografia Política daP a l e s t i n a ........ 143 ...............119 Referências B i b l i o g r á f i c a s ..... 13 Lição 2 ................................Geograf ia Econômica e Humana da P a l e s t i n a ........................................................A Ásia Menor e as Viagens do Após tol o P a u l o .............................................................. 71 Lição 4 ..........................Geografia Física daP a l e s t i n a .......

.

esse poderoso s emicírculo em redor do deserto da Arábia. Há quatro mil anos. Canaã e a Península O Fértil Crescente Se t raç armos uma linha curva parti ndo do Egito. Ali foi o centro de civilizações desde a chamada "I dade da Pedra até a Idade do Ouro" da cultura greco-romana. í Jafé povoou a Europa e parte da Ásia. a África. seguindo depois até ao Golfo Pérsico. entre os rios Tigres e Eufrates. 13 . É ele o humana. t Cão povoou Arábica. Na di spersão das raças após 10 e 11): atual Oriente Medit errâneo.Lição 1 O Mundo Bíblico O mundo bíblico sit ua. nas pl aní cies berço da raça o dilúvio (Gn t Sem povoou o s udoest e da Ásia. passando pela Palestina e a Síria Medi terrânea. Dela irradiou luz clara para toda humani dade. denominado " Fért il C resc ent e" abrigava grande número de cultura e civilizações ligadas umas às outras como pérolas e um colar.se no Médio e terras do c ontorno do Mar mais precisament e na Mesopot âmi a. teremos uma meia lua r a zoav el ment e perfeita. e.

Quando Napolassar. Canaã se tornou o centro do Fértil Crescente. Jerusalém e al cançavam o Egito. no meado do século passado. rei dos persas. Desde que os ju d eu s se i mpl ant aram na Palestina. l igavam-se por estradas reais. deram inicio ao progresso e os l evaram para outras partes da terra. Ci vil izações importantes. a faixa de terra estreita que vai de Ur. que passavam por Harã. Sendo assim. auxi liado por Ciaxiares. destruiu Nínive e sepultou ogrande Império Assírio e lançou as bases do Império Caldeu. Assíria e Egito se tornaram potências. a Acádia e a Aramita.C. todas estas potências persegui ram Israel e at acaram o Egito. Alepo. antes e depois do dilúvio. Damasco. e até 14 . Em algum ponto dessa imensa região.Como já vimos. Caldéia. e o Egito revidou t ambém com suas tropas. Tigre e Eufrates. os romanos subjugaram Israel e destruí ram J erusalém em 70 d. o mundo todo passou a se despert ar pelo Ori ente Médio. A terra de Canaã era uma passagem obrigatória para assírios. no Oriente e no Ocidente. caldeus e egípcios. com capital em Babilônia. Judá não se livrou. no sul da antiga Caldéia. até as proxi mi dades do Nilo.C. rec orrendo ao poder militar do Egito e vi ce-versa. a h uman idad e teve o seu berço. e só foi rest aurado o Estado Judaico em 1948 d. tais como a Suméria. terras di sput adas pelas potências do Mundo Antigo. o Velho T es t am ent o registra muitas vezes Israel sendo ameaçad o pelos assírios e caldeus. Essas potências di sput avam em campo de batalha o domínio do mundo. Canaã estava no centro dessas potências entre a Mesopot âmia e o Nilo. Do poder dos gregos. é chamado então de Fértil Crescente. Por isto.

abr angen do o Egito e as regiões do norte da África. passando pela Etiópia e termi nan do no deserto da Líbia. 15 . à Volta de Cristo e o Milênio. sendo a coroa para todos os povos. partindo do Mar Arábico. passa pelo norte da Itália e Mar Negro e vai até ao Mar Cáspio. q u e s o b r e s s a i . ® Ao leste: uma linha reta que parte do Mar Cáspio. vai à direção oeste. esq uec ido s por séculos. passaram a ocupar um lugar p r o e m i n e n t e 1 entre as nações. Os árabes se impõem pelo petróleo e os ju d eu s pelo valor espiritual. Israel mais uma vez. Israel retornou à terra que Deus deu a Abraão e à sua descendê nci a em poss ess ão perpétua. ocupando o centro das atenções da terra e Jerusalém. conduzido pelo braço do Senhor. e entre 10° e 45° latitude norte. papel i mpo rt ant e nos ac on t ec im en to s que precederão ao ar rebat ament o da Igreja. Em termos mais específ icos di rí amos que a referida área fica situada entre longitude 5 o oeste e 55° leste. porque lhe está reservado por profecias. e passando pelo Golfo Pérsico vai até o Mar Arábico. 1 Q u e se a l t e i a a c i m a do q u e o c i r c u n d a . Limites do Mundo Bíblico Em termos gerais pode-se deli near a área do Mundo Antigo da segui nt e maneira: Ao norte: começa na Espanha. à Gna_ad_e T ri bul ação.mesmo os árabes. (§ ) Ao sul: uma linha reta que. no c onti nente africano. ® Ao oeste: uma linha reta que parte do sul do deserto da Líbia e t ermina na Espanha.

localizada no sudeste de Elã é 16 . Do cument os de sent er rad os nas últimas décadas revel am-nos existirem duas Pérsias. Outros nomes antigos: Caldéia (Ez 11. É hoje parte do Iraque. Pérsia. É o norte da Mesopot âmi a. países e aci dent es naturais.10. Capital: Nínive.) e Sela (hb. 10. Si near (Gn 14. ao Norte da A ssíria. A Grande Pérsia.se dois países: s B a b i l ô n i a . A região de Ofir. áreas. Não é verdade o que muitos manuai s de História Geral declaram ser o Egito o berço da humanidade. É o sul da Mesopotâmia.14. Arábia. Os mitânios habi tavam em volta de Haran. Aqui existiu o Éden Adâmico. A ve rdade está na Bíblia. C it aremos apenas alguns casos.4. dado o limitado espaço que temos. de capital do mesmo nome.C.24). f ornecedor a de ouro ficava pos si vel ment e na Arábia (1 Rs 9. Dt 23. •/ Assí ria (Gn 2.9).28). Berço da humanidade. Capital: Petra (gr. A parte da Península do Sinai era chamada Arábia Pétrea.11)..A Extensão do Mundo Bíblico No Mundo Bíblico e n co n tr am -s e di versas regiões.). Local onde Israel peregrinou à procura de Canaã. At 2.1). A Lei foi dada nessa terra e o tabernáculo foi erigido pela primeira vez nesse lugar. Sumer. Vai da foz do Nilo ao Golfo Pérsico. Mes op ot âmi a (Gn 24. Na Mesopot âmia d est ac am. destruída em 607 a. Ao oeste ficava o Reino de Mari.

localiza-se na Ásia Ocidental. ao sul do Mar Cáspio e partes da Armênia. ao leste da Assíria. Esta região ficava ao norte de Elão. o t erritório persa compr eendi a o Planalto do Irã. ainda. At 2. 17 . do Danúbio ao Mar Negro. e ao oeste da Pártia.at ualmente o Irã e a P eq ue n a Pérsia l imitava-se. ao sul pelo Golfo Pérsico.9). os vales do Ti gre e do Ciro. marido de Ester.8). e do Monte C á ucaso ao Mar Cáspio ao norte e atingia. Hoje i ncorpor ado no Irã. onde se faz referência aos povos represent ados em Je rus al ém no dia de Pentecostes. ao norte. Capital: Susã (Gn 14. limitada ao norte pela Síria e pela Média. Seu t erritório não é o mesmo da Síria moderna (At 11. pela Magna Média. É o lugar das nascentes dos rios Eufrates.1. Mesmo que Arã (Não c o nf undi r com Harã). ao ori ente da Babilônia. o desert o da Arábia e Núbia. pela Pérsia. Jaxart es e Indo. Em sua parte enco nt ra-s e o planalto c hamado ant ig ament e de Ararat e (Gn 8. o Mar Cáspio e os rios Oxus. ao oriente e ao sudeste. Média.4) que por sua vez. Capital: Damasco (Is 7.9. ** Armênia. toda a região confinada pelo Golfo Pérsico. No t empo de Assuero. Região além do Tigre. Tigre e Aras. as possessões persas es te nd i am -s e da índ ia à Grécia. Elão. em Atos 2. Síria. Há uma única menç ão dos partas na Bíblia.26). Em um sentido amplo.

22. Os fenícios eram navegant es famosos e pri mi ti vos exploradores.cidade da Líbia (Mt 27. da qual fazia parte a Palestina (Lc 2. 1 Na antiga Roma. A t ual ment e é o Líbano. Em hebraico seu nome é Mi.26-28. Mt 11. A Síria era na época governada por um le g a d o 1 r o m ano. fundaram Cartago. É o país mais citado na Bíblia depois da Palestina. Fica ao sul do Egito. está em Ezequiel 29. 18 encarregado de . na África do Norte (hoje Túnis). Egito.a chamada Terra de Cush (hebraico). A capital dessa província era A n t i o a u i a . Teve várias capitais nos t empo s bíblicos. em parte. Cidades principais: Tiro e Sidon. o que ajudou Jesus a levar a cruz. Líbia.32). Extensa região da África do Norte. existia outra Etiópia na região norte da Mesopot âmia . comissário do Senado fiscalizar a administração das províncias. quando a fé cristã foi ali introduzida. 15.31 a respeito da Etiópia. Fenícia. Etiópia. Simão.C. É país de princípios cristãos até hoje. pro fet i cament e falando.13. Nosso alfabeto vem dos f ení cios cerca de 1500 a.15.zraim (Gn 10. teve seu c umpr i me nt o a partir de Atos 8 .2).6).Nos dias de Jesus t orn ara-se sede da província romana.21). 2 6 ­ 39. A profecia em Salmos 68. Fica ao norte da África. ( I R s 9. era natural de C i rene . Parte do seu futuro. A Etiópia da Bíblia c ompr eend e hoje a Abissí nia e a Somália. Segu ndo Gênesis 2.

19). Nesse tempo. A capital da Macedônia era Pella.10). Grécia e Macedôni a. A Ásia dos t empo s bíblicos não era como o atual conti nent e asi ático atual. era uma província romana situada na parte ocidental da c ham ad a Ásia Menor ou Anatól ia (At 6. Capital dessa província: Éfeso. é Java ou Iônia (Gn 10.2. ** Macedôni a (At 19. Ásia. A antiga Macedônia é hoje parte do t erritório de vários países. Iugoslávia e parte da Turquia. 19. não Atenas. 19 . A parte principal da I ugoslávia de hoje é a antiga Dalmácia de 2 Ti mót eo 4. No Antigo Tes t am en to . É hoje a Albânia e parte da Iugoslávia.10. ■ ** Grécia ou Hélade (At 20. Ap 1.4. em hebraico. A mai or parte da Grécia Anti ga era conhecida pelo nome de_Acaia_. Toda a região dessa antiga Ásia Menor compr eend e hoje o t erritório da Turquia. nome esse derivado dos aqueus . I P e 1. sua capital política era Corinto.I gual ment e.4.5).12). Ficava ao norte da Grécia.povo que a habitou. a saber: norte da Grécia^ sul da^ Bul gária. O ministério do apóst olo Paulo ocorreu na Ásia Menor. no dia de Pentecostes est avam cireneus em Jerusal ém (At 2.2). 27.9. pri ncipal ment e.21).11).1.(At 18. Ilírico (Rm 15. Em Corinto residia o procônsul romano.22. Na época do Novo T es t am en to a Grécia era consti tuída de estados i solados sob os romanos. Região eur opéi a onde Paulo mi nistrou a Palavra de Deus.

1 M u i t o a f a s t a d o no e s p a ç o . que mais tarde viria a ser s enhor absoluto do mundo c onhec ido .24). É desi gnação aplicada na Bíblia às ilhas do Medit errâneo e Mar Egeu. Hb 13. S amotrácia e talvez Malta e Sicília. Para a Itália Paulo viajou e pregou o Evangel ho como prisioneiro. foi f undado um di minut o reino em 753 a . 4.24. País banhado pelo Medit errâneo. pouco c on hec ida s nos tempos bíblicos. Patmos. das quais as principai s são: Creta.O I mpéri o Romano. sendo que ao sui t ambém fica parte do Egito.2.28). Paulo manif estou o propósi to de vi ajar para a Espanha. 20 . As suas carac terí sti cas serão estudadas d e ta l hada me nt e mais adiante neste livro. bem como de regiões mais r e m o t a s 1.C. ficava ao sul da Espanha. e ao leste e sul da Arábia. Ilhas dos Genti os ou Ilhas do Mar.. situado ao sul da Europa. Foi a Espanha grande persegui dora dos cristãos durante a Idade Média. *■ Espanha (Rm 15. Chipre.3. a cidade de Társis mencionada em Jonas 1. d i s t a n t e . sua capital.1. t endo ao norte a Fenícia ea Síria. d i s t a n c i a d o .Itália (At 27. Palestina ou Canaã. Rodes. Mitilene. sendo no t empo de Jonas o extremo do mundo conhecido do povo comum. Segundo os est ud ios os da Bíblia. Região banhada pelo Medit errâneo ao oeste.. Em Roma. especi al ment e através dos tribunais da sinistra Inquisição.

21 por de sert a todos os e lados. na qual predominam a topograf ia mont anhosa. Local izado no extremo s udoest e da Ásia. A península da sua natureza d i vi d e . Fica no sudest e da Armênia. as quatro mais importantes são as seguintes: ■*' Ararate.na lição 2 deste livro .s e em duas partes: s Uma ao norte.Montanhas Uma vez que vamos e st ud ar s e p a r ad am en te . com menos . Destas. pr edomi nant e. entretanto. s Outra ao sul. que tem forma t r i a n g u l a r e que é banhado por dois braços do Mar V er mel ho chamados Golfo de Suez e Golfo de Á caba. leves el evações. embora a tradi ção apont e a montanha mais alta da região como tal e cujo nome é Ararate. Portanto i gnora-se o local exato do pouso da arca. de elevações entre 1000 e 2000 metros de altitude cortada por val es de di mensões variadas. na P e n í n s u l a 1 do Sinai. que o texto bíblico em Gênesis 8. p e l o q u a l se l i ga a o u t r a t e r r a . tem cerca de 5.000 metros de altitude. Sinai ou Horebe. cobert as de alguma 1 Porção de terra cercada de água u m. célebre pelo encalhe da a r ca de IMoé.a Geografia da Palestina. Devemos notar. t rataremos neste tópico das m on t a n h a s ex tr apalest ínicas do Mundo Ant igo r elacionadas com a história bíblica.4 diz que a arca parou sobre "os mont es de Ararate". ficando este do lado oriental da penínsul a e aqu el e do lado ocidental.

que corre paralelament e à costa oriental do Mediterrâneo. fica na parte ocidental da Síria. mas vem desde os t empo s da do mi nação grega e persiste até hoje. a nacional idade hebraica com seus aspect os religioso e civil. Hoje o Sinai é conhecido pelo nome de J ebel -Mus a. .quando apa sc ent ava os rebanhos do seu sogro .900 e 3. A sua extensão na direção norte-sul é de a p r o xi m ad a me nt e 180km e na direção oeste-leste varia entre 20 e 30 km em linha aérea.300 metros. ori gi nando-se.v e get ação em certas épocas do ano. No monte Sinai Moisés recebeu a Lei com a qual se firmou o pacto entre Deus e o povo de Israel. g e r a l m e n t e p a r a l e l a s e p r ó x i m a s ao l i t o r a l . assim. A altitude de ambas as cadeias varia entre 1. É nesta região sul da penínsul a que se localiza o monte Sinai. também chamado Horebe. Moi sés teve a visão da sarça ardente . No mesmo monte. Esta divisão não é conhecida nas Escrituras Sagradas. apesar da idolatria de Israel havia muitos jo e lho s em seu meio que não se haviam dobrado a Baal. 1 Sistema de altas montanhas que se desenvolvem em e x t e n s ã o .e seis sécul os depois Elias. c ad e ia s de m o n ta n h a s se cu nd ár ia s. e a pr esent a-se em duas divisões: Líbano e Antel íbano. o profeta. que significa "m on te de Moisés". uns poucos anos antes. Líbanos. teve a visão de Deus ( l R s 19) em que lhe foi revelado que. A c o r d i l he i r a 1 dos mont es Líbanos. ao norte da Palestina. 22 grande lançando . A cadeia de mont anhas que fica ao oeste é conhecida como Líbano e a que fica ao leste como A ntelíbano.

entre o sul do Mar Morto e o es tremo norte do Golfo Ácaba. ■ s E do centro para o norte toma o nome de vale do Orontes. enfim. por de v' Ao sul é chamado vale do corre o rio do mesmo nome. à p r o c u r a de. irmão de Moisés. na Arábia Ocidental (durante a do mi nação romana denomi nad a Arábia Pétrea). du rant e a peregrinação de Israel em d e m a n d a 1 à terra da promessa. por serem de grande duração. habitava Esaú. Um pouco afastado da serra. Era f amos o pela sua fertilidade. mas pertencendo ao mesmo sistema. cuja altitude varia entre 300 e 2.000 metros na encosta leste. madei ras empre gad as na construção do templo de Salomão. onde morreu Arão. Seir. Na real idade Seir não é um monte isolado e sim uma serra de mont anhas que corre na di reção norte-sul na região de Edom. 23 . Nas encost as dos Líbanos cresciam os f amosos cedros e as esbeltas faias. No t empo de Josué o vale era con heci do si mpl es me nt e como vale do Líbano. i nst r ume nt os musicais. palácios dos reis. cobertura de navios. Nas mont an has de Seir. p ro v av e lm en te na sua parte norte. pois serve de leito para o rio do mesmo nome. onde •/ Pouco mais para o norte é conhecido como o vale de Mispá. fica o monte Hor.0 vale que separa as duas mont anhas toma nomes diferentes: c ade ias Leontes. que se estende por ent re os contrafort es das duas cadeias. Os montes Líbanos são f r e qü e nt em en te cit ados nas Escrituras. na região central dos 1 E m b u s c a de.

fica no Marque "C" para Certo e "E" para Errado 4. berço da humanidade. 0 O Egito foi o procura de Canaã local 24 onde Israel peregrinou à . é chamado então de Fértil Crescente 5 . no sul da antiga Caldéia. Célebre pelo encalhe sudeste da Armênia. destacamse dois países: a ) D Fenícia e Egito b ) 0 Egito e Babilônia c)[3 Babilônia e Assíria d)D Espanha e Palestina 3. O Mundo Bíblico situa-se no atual: a)[H Continente Asiático e parte da Oceania b ) H Oriente Médio e terras do contorno do Mar Mediterrâneo c ) D Ocidente. t ambém conhecida como Selá. até as proximidades do Nilo.montes Seir onde ficava a ci dade-f ort al ez a Petra. precisamente no continente europeu e africano d ) D Oriente Próximo e terras do litoral do Golfo Ácaba 2. Questionário f Ass inal e com "X" as alt ernat ivas corretas 1.ICI A faixa de terra estreita que vai de Ur. Na Mesopotámia. posto militar guardião das f ront ei ras meridionais do Impéri o Romano. a)EH Monte Seir b ) 0 Monte Sinai c ) D Monte Horebe d)Q3 Monte Ararate f da arca de Noé.

1. Com cerca de 6. área do Mundo Antigo podemos rios importantes: Nilo.500 km de compr i ment o. A parte navegável ia até a Ilha Elefanti na. f or mado pelo os três braços (que ant ig ament e eram sete).Rios Na vasta considerar quatro Eufrates e Jordão. As chuvas produzidas pelas nuvens formadas sobre o Oceano Índico e levadas pelos ventos sobre as cordil hei ras da África Ori ental e Equatorial faziam t ra ns b or da r o Nilo e seus afluentes. ant igament e c hamada Yeb. . j unt o da primeira catarata. n o ta dament e na região do delta. O t ra ns b or da me n to do Nilo nas regiões áridas do Egito e c on seqüe nt es abu ndân ci a das colheitas. de cascalho. Há mais cinco 1 Tipo de f o z em que o curso de á g u a se a b r e mais e ar gi l a que forma ou menos largamente. ou à f o z d o s areia rios. levando para o Egito a a l u v i ã o 2 f ertili zante das vertentes das montanhas. 2 Depósito margens alúvio. O Nilo corre na direção sul -norte at ravés do Egito. d e s aguan do no Medit errâneo através de um vasto e s t u á r i o 1 de 250 km de largura. proveniente 25 se junto às do t r a b a l h o d e e r o s ã o . é 0 primeiro rio do conti nent e a f r i cano e o s eg u nd o do mundo.145 km ao sul de Cairo. tendo suas nascentes na região dos grandes lagos da África Equatorial. Tigre Nilo. por onde se est ende seus dois braços cha ma d os Nilo Branco e Nilo A z u l e seus afluentes. denomi nado delta. era considerado pelos egípcios obras dos seus deuses. Carát er sagrado que o povo atribuía ao rio.

Além de ser o ponto final da rota comerci al. sup lement and o. e artificiais (canali zação) . ficam as ruínas da antiguíssima 26 . of erec endo novos dados sobre a di spersão dos ju d eu s pelo mundo de então.C. hoje despeja as águas no Eufrates que daí para frente recebe o nome de Shat-el-Arab. devido ao aluvião f ormado na baixa Mesopot âmi a. a Ilha Elefantina t ambém era o posto mil itar mais av ançado do go verno egípcio na di reção sul. na altura de seu terço superior. assim. Nos t empos remotos ele desaguava di r et ament e no Golfo Pérsico. que fica em frente da ilha.) ou Hidéquel (hb.outras cataratas no alto Nilo que não permitem a navegação.780 e 2. Este é o rio que nasce nas mont anhas da Armênia. referida em Ezequiel 29.pelos os meios naturais (i nundações). corre na di reção sudeste banhando o lado oriental da Mesopot âmia até j unt ar -s e com o rio Eufrates.e também preferências de suas di versas nascentes. Na mesma ilha ainda foram encont radas ruínas de colônias ju da ic as e d oc um ent os em papiro em grande qu ant idade que relatam acont ec iment os entre 400 e 525 a. pois as es cav ações nela efetuada mostram ve stí gios de fortificações que abr igavam guarnições militares.10.). Em sua margem esquerda.. a narrati va bíblica relativa ao assunto. cerca de 160 km antes do Golfo Pérsico. ■*" Tigr e (gr.300 km segundo os dados of erecidos pelos di versos autores. Provas iguais nos of erecem as ruínas da cidade de Siene (moderna Assuã). Devido à mudança do leito do rio através dos tempos . o percurso total do Tigre varia entre 1. mas.

pouquí ss imas são as referências bíblicas ao Tigre. cheg and o a uma di stância de ape nas 93 km do Mediterrâneo. o Golfo Pérsico tenha recuado cerca de 250 km. C. De início. Eufrates. Hoje. cuja história começa no t erceiro milênio a . na margem direita. ou baixa . i númeras vezes referido nas Escrituras Sagradas. fica a cidade de Bagdá.330 km. Depois toma a direção sudeste.880 e 3. o rio corre para o ocidente. També m o Eufrates nos tempos antigos desaguava di ret ament e no Golfo Pérsico. Na época da maior glória do domínio hebreu o rio Eufrates era o seu limite nordeste.s e com o Tigre e daí em diante é chamad o Shat-el-Arab. também chamada Caldéia. e no seu terço inferior. at ravessando a célebre cidade de Babilônia a cerca de 140 km do seu estuário. Todos os anos os dois rios deposit am uma faixa de terra no f undo do Golfo Pérsico f azendo-o recuar. O curso total deste rio também varia entre 2. Calcula-se que desde os tempos de Abraão.Mesopot âmia. cerca de 160 km ao norte do referido Golfo j u n t a . As suas nascent es acham-se no maciço mont anhoso da Armênia. segundo diversos autores.. Fora os pri meiros capí tulos de Gênesis. Também consti tuí a o limite ocidental da Mesopotâmia e x t r e ma me n t e fértil e sp e ci al me nt e na região sul. A p ar ent ement e esta diferença se explica pelas mesmas razões citadas com referência ao c ompr iment o do rio Tigre. Este é o rio da terra santa. o " Gr an de Rio". Jordão.cidade de Nínive. quando a sua cidade (ür) era porto marítimo. É f or mado por 27 .

ou se i nfiltrando pelas brechas do solo até f or mar as nascentes do rio Jordão. No seu curso superior. A peculi ari dade do J ordão é que este é o único rio do mundo cujo leito é i nferi or ao nível do mar. Ledã e Bani as . e em vi rtude de sua grande s inuosi dade. Hasbani. ao oeste do monte Hermom. O Jordão nasce nas mont anhas do A nti líbano. Seu nome significa " d e c ai m en t o" ou "aquele que desce". ao norte. di vidindo o estado ju d ai c o em duas partes difer ent es deixando na região leste a Tran sj ord âni a e na região oeste. e é o principal rio da Palestina. N a s c e n t e s : Esse rio inicia-se nos montes do Antilíbano. j o rd an o -i sr ae l en se .sendo quatro as principais: a Bareighit. No seu percurso total. A depressão começa desde 3 km ao sul das águas de Merom e conti nua cada vez mais acentuada até cheg ar a 426 metros no Mar Morto. .o de Merom (atualmente c hamad o Hulé) e o da Galiléia d es ag ua n do no Mar Morto. ondulante. cerca de 340 km pelo leito s i n u o s o 1. t orna-s e líquida e vai se deslizando pela superf ície da terra. 1 Que apresenta curvas irregulares. tem sido apelidado de "serpent ina". (es peci al men te o Hermom) em cujos picos a neve cai o ano todo. estão as frontei ras s írio-israel ense e. atravessa dois lagos . Portanto.várias nascentes nas encos tas noroeste e oeste do monte Hermom . e quando esta sofre a alta t emperatura. a terra de Canaã. flexuoso. tortuoso. cuja pr of undi dade chega a 400 metros.e corre na di reção norte-sul. trata-se de uma depressão de 826 metros sendo a mais profunda do globo terrestre. ele corre na direção nortesul. 28 em sentidos diferentes.

13). Iniciase perto de Tel-el -Cadi . onde a altitude é de cerca de 520 metros acima do nível do mar. esses três se aj untam ao de Hasbani. é e xat ament e a que a cab amos de d e s c r ev er nos seus aspectos mais set ent ri onai s que se estende até o lago de Meron. Esse riacho nasce perto das ruínas de Banias . e um pouco mais ao sul. s Bareighit. Primeiro se encont ram as vert ent es.antiga Cesaréia de Filipe (Mt 16. s Região das Nascentes. Esse riacho é mais oci dental e mais alto. Após a fusão das quatro nascentes já descritas. e logo após Ledã. Está a 157 metros acima do nível do mar. no sopé do monte Hermom. o Jordão atravessa uma 29 . onde a elevação é de 348 metros acima do nível do mar. e cujas fontes não se alimentam das torrent es do Hermom. s Ledã. s Banias. Essa é a fonte central e mais vol umosa. com cerca de 300 metros de profundi dade. ini ciando a 563 metros acima do nível do mar.O início do rio propriament e dito começa através do encont ro de quatro principais riachos: s Hasbani.se de uma poderosa nascent e que brota do solo naquele ponto. a saber: A Regi ão das Nascentes. Para um estudo mais detalhado. cost umase dividi r o curso do rio Jordão em três trechos. É um riacho com cerca de 40 km de extensão. que mana de uma grande fonte chamada "Ain Furar". a antiga Dã da Bíblia. Banias e Bareighit. É o mais oriental de todos. Essa região. Cujo nome significa "o deus da fertilidade". Trat a. e assim está formado o início do rio Jordão. o J o r dã o S u p e r i o r e o J ordão Inferior.

1 Sinuosidade. É a região que fica entre o Mar da Galiléia e o Mar Morto. são eles: Leontes e O rontes na Síria . causando enormes erosões. de caminho. v' J or dã o Inferior. com uma largura que oscila entre 25 a 35 metros. etc. onde o seu leito percorre um terreno rochoso entre uma veget ação média.o primeiro correndo no seu último trecho pelo limite norte de Canaã e o segundo banhando a cidade de Antioquia . porém sem i mport ância para a geografiar bíblica.se da parte que está entre o lago de Meron e o Mar da Galiléia. Há outros três grandes rios no Mundo Antigo. A sua largura varia muito nesse trecho. alargando o vale até uma extensão de 15 km. e cerca de 340 km pelo leito t ort uoso do rio. em cuja margem esquerda fica Roma. e a p r o f undi dade varia de 3 a 4 metros. A largura do rio nesse trecho varia entre 8 a 15 metros.planície pantanosa numa ex te ns ão de 11 km e entra no lago de Meron. . s J or dã o Superior. o suficiente para fazer com que as águas fiquem al tamente impetuosas. a ponto de quase 20 km adentro do Mar da Galiléia ainda dá para perc eber a sua correnteza. Esse trecho mede cerca de 117 km em linha reta. O declive desse trecho é de 200 metros. com uma extensão de 20 km. como ocorre nas proxi mi dades de Jericó. indo 1 a 4 metros de prof undi dade. com uma caída de 225 metros. volteio de 30 curso de água. Trat a. Esse trecho é quase reto. A velocidade das águas nesse trecho é tão grande. rodeio. levando o rio a descer pr eci pi tadament e f ormando meandros1 e cascatas.e Tibre na Itália.

que se ef etuou esp ec ial ment e nos des ert os do êxodo. e isto em virtude das p eregri naç ões dos patriarcas e do povo de Israel bem como da formação de Moisés.se a linha Mar Morto .22). o grande guia do povo de Deus. 31 . que alguns identificam como o de Etam (Êx 13. deixando os pal est ínicos para mais adiante (lição 2). s Midbar ou Arabah: deserto com certas possibili dades de vida animal e vegetal que. Aqui a b o rd ar e mo s os desertos extr apal est ínicos. onde não possibili dade de sobrevi vênci a animal vegetal. est end e-s e pelo noroeste da Península do Sinai.Golfo de Ácaba como divisória: O grupo do oeste: s Shur (Êx 15. ao largo da fronteira nordeste do Egito e costa oriental do Mar Vermel ho (Golfo de Suez) à altura do seu terço superior. Os israelitas peregrinaram 40 anos em desertos destes aspectos. na época chuvosa do ano t r a n s f or m av a .Desertos Na Bíblia enco nt ramos várias r ef erênci as a desertos.20). A idéia de deserto entre os ju deus abrangia três aspectos: ■s Y eshimon: deserto absoluto. t om and o. em c ons eqüênci a de destruição. Os desert os extr apal est íni cos relaci onados com as narrativas bíblicas podem ser di vidi dos em dois grupos. É o caso da cidade destruída pela guerra. desértico. há ou s Heraboth: lugar devast ado.se em campo.

Cidades O estudo das ci dades do Mundo Antigo requer que as di vi da mo s em dois grupos: ex tr apal est ín ic o e p a l est í ni co (este será est udado na lição 4). A ex pres são "de Dã a Ber seba" era maneira de definir a exte nsão norte-sul do território palestínico. Diblat e Beser. s Sinai. o marco meridional da terra santa. s Qued emo te. pequena fica ao norte do Parã e leste de Shur. s Moabe. s Cades. Este é um pequeno deserto em torno da cidade de Berseba.Ba rn é ia . nordeste da área que O grupo do leste: s Idumeu.s Sin. ao norte de Moabe. da penínsul a. s Zim. fica ao leste de Cades. ao nordeste do mesmo mar. que fica ao s udeste do Mar Morto. cuja l ocalização é desconhecida. são desertos de pouquíssima importância histórica. também conhecidos pelo nome de Negeb. bem como a parte oriental da mesma até o f undo do Golfo de Ácaba. Estes dois últimos desertos consti tuíam o limite sul da Palestina. 32 . que abrange toda a parte sul da península incl uindo o monte Sinai. que é o pro lo ng a me nt o do ant eri or na direção sul da costa ori ental do mesmo mar. que cobre todo o centro desl ocand o-s e um pouco para mesma. s Berseba. ou Ca d es . abrangen do o terço médio da mesma. s Parã.

terminando assim a sua glória. 2. localizada ao sul planalto oriental do Antel íbano.C. Nas escavações a r queol ógi cas de Ur temos as mais antigas evidências da cultura sumeriana. centro industrial. Ficava a margem ori ental do Tigre Superior. Foi tomada pelos babilônios em 612 a .*■ Ci dades principais do gru po ext ra pa les tí ni co . Damasco. Destacam. 50 km ao norte da confluência do rio Zabe com o Tigre. Dois dos livros prof éti cos do Antigo Tes tament o têm Nínive por objetivo: Jonas e Naum. porto marítimo. Ur. 3. Cidade natural do patriarca Abraão. a n t e d i l u v i a n a . as seguintes: 1. Segundo os hi st ori adores é "a mais antiga da terra". no a capital da estratégico t ratar-se de . segundo as descober tas arqueológicas (o Golfo Pérsico ant igament e ia até Ur). T o r n ou . Através dos sécul os tem sido Síria.s e a capital do mundo no período áureo do Impéri o Assírio. por 33 cidade viva da Síria.. pela sua importância e relação com os hebreus e com o crist ianismo primitivo. Notável por se con sti tu ir centro para o comércio do Mundo Antigo. hoje chamada Mughei r (perto das esc av ações da antiga Ur).se neste grupo.11 foi uma das antigas cidades da Assíria. Segundo Gênesis 10. agrícola e comercial de grande importância. Situada no sul da Babilônia ou Caldéia. Nínive.

empregada no a s s e n ta m e n t o de alve na ri a. notável pelos seus maravil hosos palácios. l a d r i l h o s . e t c . 2 Invencível. cerca de 20 km ao sul de Cairo. 3 Mistura de um aglutinante com ar ei a e água. 5. atual capital do Egito. É citada f r eqü ent em ent e nas Escrit ur as Sagradas em que as ref erências vão desde os dias das pe regrinações de Abraão (Gn 14) até o t empo do apóstolo Paulo (Gl 1. q u e e n du r ec e com o tempo.13). 4. na Ásia Menor). teria sido edificado por Menes. Segundo Heródoto. hi storiador grego citado por J. localizada na margem ocidental do Nilo. Babilônia e Roma (via Éfeso. de d u a s ou mais coisas. jardins suspensos. 34 . indestrutível. inabalável. A cidade mais import ant e do Egito setentri onal que. Mênfis. Babilônia. tijolos. mural has quase i n e x p u g n á v e i s 2. . Davis em seu Di cionário da Bíblia as muralhas que cercavam a "cidade m a rav il hos a" do Mundo Antigo eram duplas e tinham cerca de 28 metros de largura e até 112 metros de altura e 96 km de extensão. da q u a l r e s u l t a u m a m a s s a de c o n s i s t ê n c i a m a i s ou m e n o s p l á s t i c a . s egundo Heródoto. As pirâmides egípcias mais f amosas ficam perto desta cidade.17). A antiga e bela capital do f amoso Império Babilónico. primeiro rei do Egito menc ionado na história.um ponto de e n t r o n c a m e n t o 1 das est radas que c omun icavam Egito e Arábi a com Assíria. construí da de tijolos com a r g a m a s s a 3 de betume com 250 torres e 100 portões de cobre. D. 1 Ponto de j u n ç ã o de d o i s ou mais cam inh o s. Os hebreus a conheciam pelo nome de Nofe (Is 19.

cerca de 500 km ao noroeste do Golfo Pérsico (250 km no t empo de Abraão. depois de sete meses de cerco. Ásia Menor. Harã. tendo 1 C a b o f o r m a d o de r o c h a s e l e v a d a s ou a l c a n t i s .Esta cidade foi edifi cada sobre as duas margens do rio Eufrates.750 anos a.. Entretanto. a cidade foi edificada sobre um pequeno p r o m o n t ó r i o 1. Poucos informes têm dessa cidade. no pl analto setentri onal da Mesopotâmia.C. Padã-Arã. Tiro. Babilônia. t r ansf er in do. em torno do local da torre de Babel. 7. o Grande. onde pe rma neceram por algum t empo Tera e seu filho depois de deixarem Ur. Foi na cidade de Babilônia que Alexandre. sua fundação remonta a 2. De início. As suas ori gens pré-hi st ór ic as remontam aos dias de Ninrode (Gn 10. cidade do patriarca. pelo que se pode concluir de alguns dados arqueológicos. 35 . Conf orme relatos de escritores e histori adores antigos (Heródot o e outros).. Porém sabemos que ficava na região chamada Harã Naaraim.C. 6. terminou seus dias em 323 a. Cidade antiga e muito i mportante na Fenícia. pois Ur.8-9). t omou a Ilha de Tiro em 332 a.C. ponto de convergênci a dos c aminhos da Assíria. o grande.se mais tarde para uma ilha mais próxima a fim de resistir melhor aos constant es at aques dos inimigos. Alexandre. Egito (via Palestina) e Síria. trat ava-s e de um i mportante centro militar e comerci al. era cidade marítima conforme provam as escavações em suas ruínas que hoje ficam a cerca de 250 km do fundo do Golfo Pérsico). Mas..

A importância desta cidade foi tão grande que os historiadores da ant igüidade f re qü e nt em en te referia-se aos sidônios como sinônimo de fenícios. na África setentri onal. Sidon. porto marítimo do Medit errâneo.C. Foram eles que f undaram Cartago. Atenas.. no século IX a.c o r r e n t e ou c a i s a c o s t á v e l . ) . Um dos reis sidônios. 36 s e r v i r de .m a r (q.C. sendo seu porto comercial mais próximo Falero. g u i a .21-31). v.manteve estreita amizade com Israel. Este é o nome da capital Ática. e reconstruída. 1 E s t r u t u r a m a r í t i m a e n r a i z a d a em t e r r a . Outra cidade import ant e e muita antiga da Fenícia.. Foi arrasada.Hirão . rei de Israel. O nome moderno dessa cidade é Sur. que em 1834 t ornou-se a capi tal de todo o reino da Grécia.c onstruído um m o l h e 1 através do estreito que separava do conti nente. é f r e qü ent em ent e referida na Bíblia. 8. era pai de Jezabel. Foram os tírios navegant es e c om er ci ant es famosos que mant inham relações com as mais di stantes regiões. e q u e p o d e q u e b r a . a terrível mulher de Acabe. aj udando com sua madeira e artífice a construi r os pal ácios e o templo (2Cr 2. pelos c onquist adores. f undada em 1156 a. muitas vezes. Hoje seu nome é Saida. 9. Está cerca de S km de di stância do mar Pireu. Etbaal. as únicas em t erritório est rangeiro que Jesus visitou durante o seu mini stéri o terreno (Mt 15.1-16). um dos estados da Grécia. Foram as c idades fenícias: Tiro e Sidon. cerca de 30 km ao norte de Tiro. o rei de Tiro . Na época de Davi e Salomão.

As referênci as bíblicas a esta ci dade são todas elas relacionadas com a obra mi ssionária de PâliLo (At 17.)c ei t a. Seu teatro com capacidade para 25 mil pessoas a ssen tad as e seu hipódromo eram de famõ mundial. Seu magnífi co templ o cons agrad o à deusa Diana (Ártemi s dos gregos). A data de sua fundação. Famosa por ter sido a capital política e cultural do mundo por vários séculos. na província. uni versal ment e . at raindo inúmeros es tud ant es de todas as regiões. Éfeso.. 37 . na costa ocidental da península. Era a um só t empo o porto mais importante do Egeu Oriental.At en as era célebre como centro da ciência.C. cerca de 18 km da d e s em bo ca d ur a deste no Mar Egeu. edificada sobre sete colinas. Roma. é 753 a . localizada na margem direita do rio Caister.1). da literatura e das artes do Mundo Antigo.1. Paulo. C.8-10) entre os anos 54 e 57 d . na margem osquerda do rio T i b re. Cidade das mais antigas da Península itálica.C. Cidade mais i mport ant e da costa ocidental da „Ásia Menor. cuja ori gem remonta o sécul o XI a. r ec onhec en do a importância estratégica de Éfeso. 11. levou 220 anos para ser construído e tinha 55 metros de largura por 112 metros de compr iment o. l T s 3. 10.15-18. a 24 km da de semboc ad ura deste no Mar Ti rreno.de Lídia. ficou ali durant e dois anos e •rês meses (At 19. a capital da Ásia proconsular e o ent ro n ca me nt o das duas estradas mais i mport ant es (l este-oeste e norte-sul) da grande península no t empo dos romanos. leal i zando o seu maior trabalho missionário..

onde não há possibilidade de sobrevivência animal ou vegetal é: a ) D O Midbar b ) D O Arabah c ) D O Heraboth d) EU O Yeshimon 8. Tigre Eufrates e Jordão d ) 0 Caister. Segundo os judeus. Caister.000.já possuía cerca de 1. Jordão e Quisom b)CH Belus.|C I O rio Nilo tem comprimento e é o africano cerca de 6. Quatro rios mais importantes do Mundo Antigo: a)[ZI Zabe. Tigre e Nilo 7. Questionário f Assinale com " X" as alt ernat ivas corretas 6. o deserto absoluto.como é c hamada . Banias.000 (um milhão) de habitantes.No t empo do apóst olo Paulo a "c idade et erna" . Paulo esteve preso em Roma durante dois anos e dali escreveu quatro epístolas: E Filipenses. Cidade natural do patriarca Abraão.L y Paulo esteve preso em Roma durante dois anos e dali escreveu duas epístolas 38 . Zabe e Banias c ) Q Nilo. C ol oss ens es e Filemom. Eufrates.500 km de primeiro rio do continente 10. de importância econômica nos tempos bíblicos a ) D Ur b)C] Damasco c ) D Sidon d ) D Nínive grande Marque "C" para Certo e "E" para Errado 9.

ao largo do Mar Medit errâneo até ao Egito. s Terra Gloriosa (Dn 11. figuras como Plínio e Josefo.3).ARA). Is 26.20).41).19. s Terra dos Hebreus (Gn 40. 2Rs 5.14. s Terra da 11. Outros nomes s ã o : v'' Canaã ou Terra de Canaã (Gn 13. Jo 3.2.Lição 2________________ Geografia Física da Palestina O nome "P al est ina " d er iva. a terra habitada pelos filisteus. s Terra de Judá ou Judéia (Ne 5.1. ^ Terra Formosa (Dn 8. E desde os t em po s do domínio romano até os dias que prec ederam a f undação do moderno Estado de Israel.9). Mt 2. Promessa ou dos Terra I srael itas Promet ida ✓ Terra Santa (Zc 2. SI 78.9). s Terra do Senhor (Os 9.39). / Terra dos Amorreus.22.54 . Palestina era o nome mais usado. ^ Terra de Israel ou Terra 13.12. Posteri ormente. At 10.15). ou seja.se do termo Filistia. Na Bíblia este nome é dado a uma faixa de terra ao sudoeste de Canaã. 39 (ISm (Hb . passaram a c hamar por este nome toda a região de Canaã.12).

2). Com isso. chamado de Mar Grande (Dn 7. razão pela qual estas se interessavam por sua conquista e fortificação. literalmente.18). Topografia O termo " T o po g ra fi a" significa. a Palestina sofreu d evas taçõe s em repetidas ocasiões durante a sua história. @ Limite sul: Cades -Barnéi a e o ribeiro el-Arish. el-Arish é o "rio do Egito" (Gn 15. havendo épocas em que eles sofriam algumas modifi cações resul tantes das conquist as ou perdas nas guerras. a Palestina consti tuía-se num centro de gravidade para o mundo e as civilizações da antiguidade. na Arábia. 40 . e do ponto de vista político era passagem inevitável dos exércitos conquist adores das grandes potências ao seu redor. banhada pelo Mar Medit errâneo (extremo leste) em toda a extensão do seu limite ocidental. a 30° latitude norte. @ Limite leste: Síria e Arábia.Localizada no conti nente asiático. a saber: 1 Que dista ig ualmente. É na Bíblia Nat uralmente estes são os limites médios ou prevalecentes da história política da Palestina. A Palestina pode ser dividida em quatro seções. @ Limite norte: Síria e Fenícia. (§ Limite oeste: Mar Mediterrâneo. bem como entre o norte e o sul. Do ponto de vista comercial ficava na rota obrigatória do tráfego entre o oriente e o ocidente. descrição de um lugar ou de uma região. mais ou menos e q ü i d i s t a n t e 1 dos pontos principai s do Mundo Antigo.

1 M o n t e de a r e i a m o v e d i ç a f o r m a d o p e l a a ç ã o do v e n t o . 41 . Planície Costeira. fizeram pressão em direção às colinas. mas durante a maior parte da história israelita foram os filisteus que.se das mont an has centrais. O primeiro grande porto nesta faixa costeira foi o porto oficial de Cesaréia. a partir das suas cinco cidades. e nquant o que "p la na lt o " significa uma grande porção de t erreno plano sobre montes ou serras. o grande. não muito t empo antes do nascimento de Jesus Cristo. Davi conseguiu controlá-la por um momento. quando ocupou a terra prometida. construída pelo rei Herodes. na Transj ordânia.s Planície da costa do Medi terrâneo. Mas esta região estava ocupada pela poderosa nação dos filisteus. ou zona Gileade. Ao sul do monte Carmelo não apr esent ava grandes pontos naturais. ■ s Planalto Oriental. e consistia em uma faixa de d u n a s 1. Israel apossou. areia misturada com bosques e alguns pântanos. s Região mont anhosa central. Naquela época o litoral não era região par ti c ul arment e atraente. mont anhosa de Planícies A palavra "planície" significa uma grande porção de t erreno plano. e depois. s Vale do Jordão. fez tentativa esporádi ca de est end er seu domínio até o litoral. Os filisteus não eram navegadores.

No norte ela é mais estreita. e vai se alargando pouco a pouco. medi ndo apr oxi mad ament e 5 km. Ela se alarga na direção das mont anhas da região central à medi da que avança para o sul. e os C r u z a d o s 1 lhe deram o nome de "São João de Acre". a saber: o rio Belus ao norte e o rio Quisom ao sul.Ao sul do monte Carmelo a área era chamada de Planície da Filistéia e Planície de Saron. Esta região coube por sorte a tribo de As er (Js 19. É irrigada por dois pequenos rios. 42 que se fazia na Idade . Cont inuando para o norte a planície se restringe. ■*" Planície de Saron. a partir dos quais operavam os fenícios navegadores e comerci antes. c o n t r a h e r e g e s ou i n f i é i s . medi ndo 85 km no sentido norte-sul. onde as areias são muito quentes. mas em comp e ns aç ão oferece melhores portos naturais. ao pé do monte Carmelo. A palavra " S ar o n" é semítica. e significa "zona de bosques". Planície do Aco (ou Acre). Essa planície está entre o sul do monte Carmel o e a cidade de Jope. com uma 1 Expedição militar de caráter religioso M é d i a . Esta pl anície está na região do extremo noroeste da costa palestínica. A palavra Acre (hb. As terras do centro que rodeia os montes são f ertilíssimas. a k k o ) significa "areia quent e" (Jz 1. ao sul da Fenícia e se est endendo até o monte Carmelo. com exceção da parte praiana. ao norte do Carmelo Planície de Aser. até alcançar 17 km ao sul.25-28) que não conseguiu expulsar os cananeus.31).

f ort ement e muradas. Planície de Sefelá. Essa planície compr eend e a faixa de terra habitada pelos filisteus. 12. é mais uma faixa de terra do que uma planície. eram: Gaza.33. As três primeiras eram marít imas e as duas últimas ficavam no interior. Planície de Jezreel ou Esdrael on.7.largura que varia de 15 a 25 km. vegetando. Tais c idades eram as f ortalezas da planície. l it eralmente significa "terras boas" ou "mais baixas". que fica entre Jope e Gaza.1-2). Essa região propriament e dita. ao sul com o vale de Aijalom e Berseba. medi ndo cerca de 75 km de c ompr iment o por 25 km de largura. O nome profético dessa região " Ar mage dom" . Esta planície t ornou-se famosa por causa das v ar iedad es de flores e lírios que ali m e d r a v a m 1 (Ct 2.10. Planície da Filistia. 1 Crescer. A palavra Sefelá. 2Cr 26. rumo sudeste. no sudeste da Palestina. Na sua região norte ela limita-se com a Filistia. As cinco cidades pri ncipai s dos filisteus. Js 10.18). desenvolver-se. 43 é . Ascalon. preferimos qual ificá-la de planície. t rat a-se de um altiplano rochoso que corre da costa. e ao leste com as mont anhas de Judá. tendo a sua faixa mais estreita que se encontra nas pro xi mi dades do monte Carmelo. A p e sa r dessa região ser classificada como vale. 28. Gate e Ecrom. se est end end o até a fronteira da tribo de Judá (Dt 1. 15. Azoto. pela sua extensão e aspecto do conjunto.40.8.

que desce a br u pt a me nt e para o Jordão. É o Jezreel. a de Genezaré etc. a de Dotam. especialment e nos tempos da monarquia. que significa. m o n t e . Suas terras eram a b u n da n t em en t e férteis. 44 .se na confl uência de três vales. 1 A p a r t e i n f e r i o r . Há quem pensa que Jezreel e Esdraelon não sejam o mesmo lugar. é grego e não aparece na Bíblia. A entrada do vale está na cidade de Jezreel que foi a capital do Reino do Norte. O termo "esdraelon". Essa é a maior planície de todo o Israel. regadas pelas constantes chuvas. Além dessas. e nquant o "Jez reel " aparece por 29 vezes no Antigo Tes tament o. como a de Jericó.22 esse lugar é chamado de "Val e de Megido". medi ndo 40 km de c ompr iment o por 20 km de largura. que está situado entre os montes da Galiléia e os de Samaria. o s o p é ( de s e r r a . A planície é cortada pelo rio Quisom do leste para o oeste. colina ou montanha de Megido. Alguns int érpret es vêem na palavra "A r m ag e d o m " uma t rans li teração do hebraico Armegi do . Os três vales se formam ao leste da imensa planície separada pelo monte Gilboa e o pequeno Hermom. o mais i mport ant e é o de Jezreel. existem outras planícies menores espalhadas pelo interior da Palestina.Esse local enc ont ra. et c) . al argando-se para o noroeste até as f r a l d a s 1 do monte Carmelo e sul dos montes Líbanos. as a b a s .16 e 2Crôni cas 35. com destino ao Mar Mediterrâneo. Essa região foi na verdade o celei ro de Israel. a de Moabe. pelo orvalho que caia do céu e pelos rios. O do centro é o maior. Em Josué 17.

t erminando no Golfo de Ácaba. No seu ponto inicial esse vale é um tanto estreito medi ndo 100 metros. mas na medi da em que vai se alargando ele cresce pouco a pouco. 1 1 ): 1. Por este grande vale corre o rio Jordão. os lados seguem duas falhas paralelas da crosta t errestre até a depressão conhecida pelo nome de Arabá. e depois começa a est reitar-se no vament e antes de chegar ao Mar Morto. A distância entre a linha do hori zonte das mont anhas de um lado para outro do vale é de 15 a 20 km. É uma depressão geológica. escarpado. c a l m o s o .se 388 metros abaixo do nível do mar.Vales Ap es a r de ser a Palestina. seu ponto final. e s t i v o . terra de muitos vales conforme disse Moisés. que tem forte declive. nlcantilado 1 R e f e r e n t e ao. abrupto. ' Ba s e ( d e m o n t a n h a ) . c on te n te mo s em estudar apenas alguns dos mais i mport ant es (Dt 1 1 . do qual o seu nome deriva. até t ermi nar no Mar Morto. Vale do Jordão. E logo um pouco abaixo do Mar da Galiléia ele mede 3 km. 1 0 . As falhas são a causa que explica o c arát er í n g r e m e 1 do vale. na região de Jericó ele chega até 15 km. 1 Di f í c i l de subir. Nenhuma estrada i mportante percorre este vale. que inicia no s o p é 3 do monte Hermom (extremo norte) e desce em direção sul. ou p r ó p r i o d o e s t i o . f a l d a . o que se explica pelo f undo difícil e c onti nuament e int errompido pelo rio e seus afl uentes e ainda pelas altas t emper at ur as e st i va is 2. Este é o maior vale de toda a Palestina. e s t i o . As praias do Mar Morto enc o nt ra m. 45 .

Grande parte desse vale é de f erti lidade exuberante. 3. 2.12). e termina no Mar Morto com cerca de 426 metros abaixo do nível do mar. Este é o vale de mai or contraste geológico da face da terra. ao sul de Jericó. Este vale tem uma extensão de 18 km de c om pr i me nt o na direção do Mediterrâneo. A palavra "A i j a l o m " significa "das gazelas".24-26).000 metros de altitude. Como já vi mos. com a agr avant e deste ter a pr o xi mad am ent e 400 metros de profundi dade. Vale de Aijalom (Js 10. O nome desse vale deriva-se de Acã. pêras e uvas. Onde ele nasce. produzi ndo até maçãs. sua t emper atura climática é bastante fria. em uma distância de 215 km em linha reta desde o monte Hermom até ao Mar Morto. 46 .Este é o mais prof undo vale de toda a face da terra. A sua veget ação não é muito diferente. o que enriqueci a a agr icultura israelense. Vale Acor. com 426 metros abaixo do nível do Mar Mediterrâneo. A palavra " Ac or " significa "pert urbação". 24 km ao noroeste de Jerusalém. Este vale situa-se na região de Sefelá. no monte Hermom. em virtude da neve. Foi neste vale que ocorreu o triste episódio que envolveu a vida de Acã e sua família (Js 7. ele inicia no sopé do monte Hermom a 3. Este vale fica entre as terras que pert enciam às tribos de Judá e Benjamim. a temper atura chega a 50° no verão. no Mar Morto. A natureza do terreno desse vale é das mais variadas que se pode imaginar. por 9 km de largura. enquanto no seu término.

medi ndo de *■ Pl analto Central. 47 . A palavra "Es co l" em hebraico significa "cacho". Efraim e Judá. ao centro. c o rr es pon de à região da Galiléia ao norte.4. Vale de Escol (Nm 13. Este vale fica ao oeste de Hebrom. Ambos variam 650 a 1. Esse vale fica cerca de 30 km a sudoest e de Jerusalém. a saber: s O Pl anal to Central. que pode ser c ons iderado como conti nuação do Anti líbano. Vale de Hebrom.300 metros. A Palestina é ge ral ment e vista com dois pl analtos. Planaltos A definição de planalto é: uma grande extensão de terras sobre mont anhas ou serras. em altitude. andando na mesma rota do anterior. entre Betei e Hebrom. em cujas cercanias fixou-se por longo tempo a família de Abraão. onde foi edifi cada a cél ebre c idade de Hebrom. Esse pl analto é c om pr e en d id o pela região onde habitavam as tribos de: Naftali. s O Pl anal to de Naftali. e s O Pl anal to de J udá situa-se ao sul.22-27). 5. ^ O Pl anal to de Efraim c o rr es pon de à região de Samaria. e é muito f amoso pela sua fertilidade e sp e ci al me nt e na plantação de uvas. que existe como a conti nuação dos montes Liba nos e se estende pelo centro do país na direção norte-sul. e ^ O Pl anal to Oriental.

esta é a razão da Bíblia chamá-la de " terra de mont es e vales" (Dt 11.37). Esta região é um tanto rochosa ent re cort ado de prados e de lindas pastagens.Pl analt o Oriental. próximo a Hebrom. Essa região. Que se situa entre o Iarmuque e o Hebrom. A ferti lidade dessa região é mais apropriada para o plantio de trigo e pastagem para o gado. cortado pelo rio Jaboque. Localiza-se ao leste da última parte do curso do rio Jordão e do Mar Morto. que de um lado desce para o litoral e do outro para o vale do Jordão. ■ s Planalto de Basã. Esse pl analto si tua-se ao oriente do rio Jordão e também está subdivi dido em três partes di ferentes. Essas terras são f amosas pela abu ndan te produção do bálsamo. També m conhecido como Auran. Essa região levou esse nome em virtude de ter sido coloni zada pelo filho de Ló (Gn 19. Montes da Palestina Canaã é uma terra mont anhosa por excelência. indo até o rio Arnon. esta éuma região f e r t i l í s s i m a .22). é hoje chamada de Jordânia.000 metros no seu ponto culminante. O núcleo central dos reinos enc ont ra-s e na região mont an hos a ao longo do di visor de águas. muito apr eci ado no período do AT (Jr 8. a saber: Basã. •/ Planalto de Gileade. Gíl eade e Moabe. s Planalto de Moabe.11). que se estende desde o sul do monte Hermom até o vale por onde corre o rio Iarmuque. Estas alturas atingem acima de 1. 48 .

s eparadas entre si por estérei s encostas de calcário. l . A agricul tura é praticada em terraços e em c ampos de animais. leste do Jordão. Montes Palestínicos. destituída das f lorestas que cobrem as encost as das montanhas mais altas ao norte. c'ls vezes subdi vidida em alta e baixa Galiléia. e s t é r i l . c a l v o . Os mais baixos destes " degr au s de esc ada" eram e são uma espéci e de bacias férteis.se gradat ivament e à medida que se aproxima dos altos montes do Líbano. avança na direção norte. no limite sul da Síria e I al t a d e v e g e t a ç ã o . Na ex tr e mi da d e set ent ri onal desta região certo números de coli nas isoladas voltam à vi zi nha planície de Jezreel. a saber: s Mont es P alest ínicos.se escal vadas e batidas pelo vento até consti tuí rem uma área desolada e estéril. e que s Mont es Transj ordânicos. as plataformas t or nam. e s c a l v a d o . À medida que aumenta a altitude. ele v an d o. a cadeia mont anhosa retoma o seu caminho. ficam que ao oeste do se localizam ao I. á r i d o . 49 t empo. Hermom. Este monte fica no extremo sul da cadeia dos montes Anti líbano. Mas ao norte a divisa se perde nas montanhas. i . Os limites meri dionai s e ori entais da região são claros. É consti tuída de pat amares que g er al ment e se voltam para o sul ou sudoeste. Toda esta parte forma a região da Galiléia. . Os montes da Palestina no rma lme nt e são divididos em dois grupos gerais. Jordão.O declive de sapareceu há muito dando lugar a d e s c a l v a d o s 1 tabul ei ros de calcári o e terrenos pobres.

há uma escassez de veget ação (exceto nas encos tas inferi ores onde a veget ação é ex tr e ma me n te rica). ficando no seu tríplice cume (f ormado por três el evações ou picos di spostos em t riângulo) uma calota de gelo que reflete os raios solares. Fenícia e Mediterrâneo. Em hebraico significa " p edr ei r a" ou si mpl es me nt e "montanha". Isto.365 metros). como cat al isador das correntes de ar quente e úmido vindas do Medit errâneo e p r e c ip it ad o r2 das mesmas em forma do orvalho denso em áreas mais próximas e chuvas abundant es em regiões próxi mas e distantes. Síria.500 metros.ex tr emo norte da Palestina. 1. podendo ser avistado de muitas partes da Palestina. formando fios de água e riachos que descem pelas encostas e regam as partes inferiores do monte e os vales.750 e 3. a di stânci as enormes. oscilando entre 2. conheci do como monte Sirion e monte Senir. Arábia.000 metros (os dados of ereci dos pelos vários autores di vergem c o n s id er av e lm en te quanto à altitude deste monte. lançar. Durante o inverno o enorme véu de neve baixa até cerca de 1. Este monte está a 615 metros acima do nível do Mar Medit errâneo e tem 1 Que impõe admiração. Hermom tem um papel importante na f ormaç ão do clima da região. magnificente. Devido à sua altitude que atinge pouco mais de 3. À medida que avança o verão a neve vai derret endo. Sua c obertura é permanent e de neve e gelo. Monte Tabor. a r r e m e s s a r 50 . 2 Atirar. devido à baixa temper atura reinante em suas cul mi nâncias. majestoso.2. pri ncipal ment e da Palestina. como um espelho. Este monte se reveste de uma i m p o n ê n c i a 1 majestosa. t ambém.

f ormando um promont óri o . na parte nordeste da exuberante Planície de Esdraelon. Monte Gilboa. u h : l a t e r a l de q u a l q u e r o b j e t o . i|iii> pelos seus aspe ct os internos parecem que já Im em habitadas. i‘iii sua extr emi dade nordeste.ilcstina que avança mar adentro. até à Planície de Dotã. com cerca de 543 metros de altitude. I stá localizado na Galiléia. na di reção noroesteuil< ste. parece ser mais uina pequena cordilhei ra.im uma pequena cordilhei ra.3. e que fica cerca de 19 I m i distante da beira-mar. tem uma di stância ili' 10 km da cidade de Nazaré e 16 km do Mar da (i<11i Ié i a . 51 . Não é pr opri ament e dito um monte.ui sul da Planície do Acre.io necessitam de muita umidade. A cadeia mont anhos a do Carmelo se ■ b l e n d e por cerca de 48 km. ao m i I da baía de Acre. sendo a única parte da M. r .li melo é o pico principal dessa curta cadeia nmiitanhosa. situada no Planalto i i Mitral na direção oeste.4. Em um sentido mais estrito. desde as margens do Mar Mediterrâneo. Nele •hi■cultivam oliveiras. f ormando. f igueiras e alguns cereais que ii. o monte i . 1. Em seus f l a n c o s 1 existem várias cavernas. l a do .120 metros de altitude. O monte Gilboa tem 13 km ili1 comprimento. com uma largura que varia entre 5 8 km. que alcança um máximo de 531 metros. Monte Carmelo. mas •. É mais que um monte. e fica t ot almente isolado. a baía do Acre onde está situada a atual i ui.ide de Haifa. 1. ao imite.

resse qu ir. e não se refere 1 T o r n a r resseco. O monte Ebal tem 300 metros e est mais de 100 metros acima do nível do Mar Medi terrâneo. Monte Sião.5. Montes de Efraim. Jr 31. 52 . 27. Esta região é também conheci da como "m on te de NaftaIi". tendo na sua parte mais baixa o monte Ofel. Monte Moriá.5-6). A primeira vez que a palavra "Moriá" aparece na Bíblia é em Gênesis 22. meia tribo de Manassés e um pouco da tribo de Benjamim. Este monte situa-se na região leste da cidade de Jerusalém. nas proxi mi dades deste monte estava a fortaleza dos j e b us eu s (2Sm 5. É de forma alongada. conhec ido s também como montes das bênçãos e monte das maldi ções (Dt 11.6. Segundo a tradi ção judai ca. sendo a mont anha mais alta da cidade sagrada. 1. Ant igame nt e. I C r 11.se de uma região localizada no Planalto Central.7.7. onde se localiza a tribo de Efraim. não falta quem defende o significado "colina r e s s i c a d a 1 pelo sol". mas. Alguns ent endem que significa " mon ta nha ereta". este monte está localizado ao lado leste do monte Sião. Js 8. outros dizem que é " est ru tu ra". 1.2. medi ndo cerca de 800 metros de altitude.29.1-13.33). ressecar. Trat a.17. com a p r o xi m ad a me nt e 800 metros de altitude. Os mais i mport ant es desses montes são: Ebal e Gerizim. bem como norte de Israel e monte de Samaria (Js 20.5).1.

outrora cobert as de florestas i‘ s ic ô m o r o s 1. Hoje grande parte dessa região é i ultivada. de o i t o a q u i n z e m e t r o s de a l t u r a . vinhedos. Montes da T r a ns jo r dâ ni a .a um monte. cerca de 2. Os montes da Tr an sj or dâni a são aqueles i|iie ficam ao lado oriental do rio Jordão. era coberta por grandes oli veiras. 1.) significa ''prensa de azeite". significa "casa da t âmara". A distância deste monte até o centro de Jerusalém era de 15 est ádios (Jo 11. Monte das Oli vei ras. lietfagé significa "casa do figo". "j o r n a d a de um s áb a d o " (At 1.18). Este monte está situado na região oriental da cidade de Jerusal ém. Betfagé e Betânia es tavam neste monte.12). 2 . Ii(i ii Ai r a . Nos tempo s do AT. a uma região onde tem muitos montes.775 metros.9. A palavra " G e t s ê m a n i " (hb. i i í í n e r o de á r v o r e s da f a m í l i a d a s a r t o c á r p e a s . Na encosta ocidental deste monte rstava o Jardim do Getsêmani . com cerca de 3 km de compr iment o. essa região de muita lisrtilidade. onde se i ".labeleceram as tribos de Rúberi. s eparado da ci dade pelo vale do Cedron. figueiras e outras árvores f rut íf eras e ui namentais. e Betânia. Áreas ao pé dos montes. e foi em um destes montes o lugar em que Abraão iria sacri ficar Isaque por ordem de Deus. mas.8. Gade e a meia iiibo de Manassés. Ele faz parte de uma pequena cordilheira. 1.io pé das mont anhas. 53 espécie de . Entre o litoral e as al ti tudes mont an hosas r st ende-s e uma zona consti tuí da de coli nas baixas .

As mont anhas sobem de 600 a 700 metros ao leste da Galiléia para quase 2. ficando ao norte a tribo de Gade e ao sul a tribo de Rúben.A Tran sj ord âni a é uma região mont an hos a s emel hant e à ocidental. Ao norte faz divisa com o monte Hermom. e o deserto arábico. de um lado. 2. em duas partes quase iguais. Este é mais um conjunto mont an hoso.2. A área é rica de água e fornece ótimas past ag ens para grandes rebanhos de ovinos e bovinos. por 30 km de largura. de leste a oeste.000 metros ao leste e ao sul do Mar Morto. este monte localiza-se a cerca de 15 km ao leste da foz do rio 54 . Monte Nebo ou Pisga. Toda sua extensão era de 90 km de c ompr iment o. que está situada no Planalto Oriental.15.46-48). Montes de Basã. porém mais elevada. O rio J aboque divide esta região montanhosa. que vai do sul do rio I armuque e se es tende até o Mar Morto. Com 800 metros de altitude. 2. Nos tempos de Jesus. Monte de Gileade. Estas são cada vez mais c huvosas à medida que se elevam.3. e ao sul com o vale do Iarmuq ue e ao oeste com o rio Jordão e o Mar da Galiléia. e logo após com o Anjo do Senh or (Gn 32). O nome " Gi leade " tem ori gem no encontro de Jacó com Labão (Gn 31. c on st i tu indo uma faixa fértil entre o vale árido. É uma região mont an hos a de muita f ertilidade. ao leste. Este monte é referido no Salmo 68. esta região era chamada de Peréia. 2. do outro.1. limita-se com o deserto da Síria e parte do deserto da Arábia.

Passou a ser tido como o de Cristo. Calvário.20) é um ac ident e geográf ico do monte Abarim. No local acima. Jo 19.33). onde se localizava também o pico do monte Nebo. perto da Porta de Damasco (Lc 23. perto do Mar Morto.17). que compr eendia toda a região mont anhosa. Al guns pal est inólogos ent en dem que o monte Pisga (Nm 21. Fica ao norte. Calvário vem do latim " c a l v á r i a " . em 1885 o general inglês Charles George Gordon descobriu um túmulo. 55 .crânio.crânio. cujas pesquisas revelaram nunca ter sido o mesmo ocupado conti nuament e.33. caveira (Mt 27. Em hebraico é Gólgota . Pequena el evação fora dos muros de Jerusalém.Jordão e por trás da Planície de Moabe.

O termo "Topografia" significa.C O Planalto Oriental está subdividido partes diferentes: Basã. Gileade e Moabe 56 em três . A Palestina é geralmente vista com dois planaltos: a ) 0 O Planalto Oriental e o Planalto de Ur b ) 0 O Planalto de Ur e o Planalto de Basã c ) D O Planalto de Basã e o Planalto Central d ) 0 O Planalto Central e o Planalto Oriental f Marque "C" para Certo e "E" para Errado 4. O mais profundo vale de toda a face da terra.P=] A palavra "planalto" significa uma grande porção de terreno plano 5. com 426 metros abaixo do nível do Mar Mediterrâneo: a ) Q Vale de Escol b ) 0 Vale do Jordão c ) D Vale de Aijalom d ) 0 Vale de Hebrom 3.Questionário f Assinale com " X" as alternativas c orretas 1. literalmente: a ) D Grande porção de terreno plano b)[ZI Descrição de um lugar ou de uma região c ) D Grande porção de terreno plano sobre montes ou serras d ) D Conjunto de estados da atmosfera próprios de um lugar 2.

Ásia. não aparece na lUblia nenhuma vez. Apes ar de todas estas deficiências. Mares Mar Medit err âneo. Liga três conti nentes. a África Setentrional e toda a costa ocidental da Palestina. a Ásia Ocidental. A palavra "Me di t er rân eo" .24). esse mar é mencionado na híblia com o nome de Mar Grande (Js 1. Banha a Europa Meridional. o termo mais usado na llíblia para se referir a este mar é "O Mar".4). Apesar de todos estes nomes.3). a saber: Mares. Mar ocident al (Dt 11. 1 A palavra llldro" Hidrografia (água) e é formada "graphein” por dois (descrever). . onde as chuvas são mais f reqüentes. 57 gregos assim. vocábulos sendo H i d r o g r a f i a é a c i ê n c i a q u e e s t u d a as r e g i õ e s a q u á t i c a s . "j a r d i m regad o" (Gn 13. " terras das c huvas" (Dt 11.31).10.11).Hidrografia 1 O sistema hidrográf ico da Palestina é talvez um dos mais pobres do mundo. Lagoas e Rios. Africa e Europa e era o único mar navegado nos I( mpos bíblicos.11). com exceção da orla marítima. Mar dos Filisteus (Êx 23. Mesmo com toda eng enhari a desenvolvi da no atual Estado Israelense a terra ainda sofre com as terríveis secas. Desde os tempos patri arcais vemos o quant o aquela terra tem sido castigada pela seca. a " terra da abundância" (Dt 28. a Palestina é chamada na Bíblia de "terra que mana leite e mel" (Êx 33. Is 58.11). A hidrografia da Palestina pode ser dividida i:m três partes.

Zc 14. Neste mar estão as ilhas de Chipre (At 4. o que faz o mais baixo lençol de água do mundo.18.3. Jl 2.20. 11. entre as m ont an has de Judá e as mont anhas de Moabe. na região mais profunda do planeta. uma vez que na sua costa não havia nenhum porto exceto o da cidade de Jope. " Ma r do Orient e" (Ez 47. sua água contém 25% de salinidade. Mar Morto. 4. 58 . medi ndo cerca de 300 metros de profundidade. Seu ponto mais profundo tem 410 metros. a uma di stância de 24 km ao leste de Jerusal ém. Fica a quase 369 metros abaixo do nível do Mar Medi terrâneo.21. Não tem saída. Fica na foz do rio Jordão. em seu flanco ocidental.49). 1 2 ­ 13.4.4). e os romanos de " In te r nu m M a r é ” .5) e Malta (At 28. O Mar Morto é prof undí ssimo. a t emper atura chega até 50°.12).Os gregos o c ha ma v am de " Ma r Grande".1). o Med it errâne o é o maior dos mares internos. o suf iciente para c ontrol ar suas di mensões. Está situado entre Israel e a Jordâni a. Creta (At 2 7 . mas produz uma imensa ev apor ação de a p r ox im ad a me nt e oito milhões de toneladas de água por dia. Tt 1. No verão. " M ar do Arabá" (Dt 3. esse mar tem sido conhecido por di versos nomes.19. Tem cerca de 74 km de norte a sul e 16 km de leste a oeste. Para os j u deus . Com uma extensão de 4. 15.8). com um total de 930 km. em al gumas passagens bíblicas ele é chamado de " Ma r S al gado" (Gn 14. 7 . o Medi terrâneo consti tuía numa enorme defesa natural. O Mar Morto é um dos mais sal gados do planeta. Localiza-se no extremo sul do rio Jordão. 27. Nm 34. 13.17.36. Ao longo da história.500 km.39.

lusada por uma grande falha geológica. mas um grande lago de água doce. enquanto o seu lado ocidental e 11a parte noroeste e st end em. ( .ilém de 50 metros de profundi dade. | t suas águas são r el ati vament e limpas. cálcio. nos lembra uma pêra. a saber: 1 Io r na d o oval. existem em abundância nas águas desse mar outros e le men tos químicos como magnésio. ■*' Mar da Galiléia. potássio. Tem em média 45 metros de profundidade.íío mont anhosas. deságua exausto sobre este Uiande lago de água doce o rio Jordão. ii sua parte mais rasa não chega menos de 4 metros (1(5 profundidade. Entretanto. Com águas ivermelhadas e turvas.se pl anícies férteis com (Idades que foram muito impo rt ant es nos tempos bíblicos. suas praias localizadas ao norte e ao leste são barrentas e i nchosas. O Mar da Galiléia que não é propriament e um mar. As suas margens que dão para o ori ente . Além do rioJordão. num I recho do seu curso. Com uma forma o v a l a d a 1. bromo e enxofre. 59 . ele recebe muitas Imites em suas margens. cloro. e 96 km ao norte de Jerusal ém. Apes ar disso. Este mar está a p r o xi m ad a me nt e a 18km ao sul do lago de Meron. está localizado ao lado norte da Palestina e é f ormado exclusivament e pelo alarg ament o do rio Jordão.Além do sal. e a sua parte mais funda não vai . Fica situado em uma grande bacia. I stá a 212 metros abaixo do nível do mar Mediterrâneo. medindo a p r o xi m ad a me nt e 18 km de • umpri mento e cerca de 14 km de largura. O Mar da Galiléia nos t empos bíblicos í i p ir ec e com vários nomes.

✓ Quineret e (Dt 3.17; Js 13.27; 19.35; Nm
34.11). Esse vocábul o vem de " K i n n o r ", que
significa "cítara", pelo fato de par ecer com este
instrumento musical, que é ovalado, em forma
de uma pêra.
s

Lago de Gen e sa ré (Lc 5.1; Mc 6.53). Ganhou
esse nome, pelo fato de estar localizado em
uma planície no seu ângulo noroeste chamada
"Genesaré". Este nome significa "Jardi m do
príncipe".

s

T ib er í ad es (Jo 6.1,23; 21.1) recebeu esse
nome, por causa da cidade de Tiberí ades,
construída
pelo
rei
Herodes
Antipas,
em
homenagem ao impe rador Tibério César.

s

Mar da Galiléia (Mt 4.18). Esse nome lhe foi
dado pelo fato de estar l ocalizado em uma
divisão
política
do
Império
Romano
na
Palestina, chamada de "Galiléia".

Lagos

O
único lago existente em todo o t e
pal estínico é o Lago de Merom; menci onado apenas
duas vezes no livro de Josué (Js 11.5,7) com o nome
de "águas de Merom". O seu nome atual é "Lago de
Hulé" (nome árabe).
Esse
lago
mede
cerca
de
8 km
de
compr iment o por 6 km de largura, tendo 3 a 4
metros de profundi dade, está a 2 metros acima do
nível do Mar Medit errâneo e a 280 metros acima do
Mar da Galiléia, lugar aonde iam as águas que por
ele passava.
O
seu
nome
significa
li tera
"superior", talvez pela sua posição geográfi ca, ao
compará-lo com o Mar da Galiléia e o Mar Morto.

60

As suas águas eram doces e produziam
muitos peixes. A sua parte norte era i n ó s p i t a 1, e
icpleta de mosquito t rans mi ss or da malária.
Ant i game nt e,
nas
margens
desse
lago
vicejava2 o papiro. Esse lago não existe mais, porque
foi t ot almente drenado pela engenharia de Israel,
ioduzindo-o a uns pequenos açudes.

Rios
Tod o s os cursos de água da Palestina (com
exceção do Jordão) são de pouca expressão. A
palavra "Ri o" no hebraico aparece em di versas
lormas:
s " W a d i " , Trata-se de uma r a v i na 3, ou de um
leito seco onde só correm águas em seu leito
no período do inverno ou de chuvas.
S

" N ã h ã r " , é o vocábul o no rma lme nt e
para designar um rio comum.

usado

Os rios da Palestina são di vidi dos em duas
hiicias hidrográficas: B a c ia do M ed it er râne o e Bacia
tio Jordão,
l. Bacia do Medit errâneo.
1.1. Belus.
Esse não é pro pri amen te dito um rio de
.'i()uas perene, mas tão somente um "Wadi", que fica
•,eco por quase dois terços do ano. T r ad ic iona lm ent e
irm
sido
identificado
com
o
rio
Sior-Li bnate
mencionado em Josué 19.26.
Apes ar de não ser i dentificado a localidade
deste rio, muitos autores dizem que ele deveria
estar ao sul da tribo de Aser, onde corria um riacho.
I [Ti q u e n ã o se p o d e v i v e r .
I l r ot ar , p r o d u z i r , l a n ç a r .
1I s c a v a ç ã o p r o v o c a d a pela e n x u r r a d a ;

1

61

barranco.

O nome "Bel us" foi dado pelos gregos. Os j u de u s e
os árabes o chamam hoje de "Nannã".
1.2. Qui som ou Kschon.
Trat a-se de um rio profundo e de águas
rápidas, em certos meses do ano quase não pode ser
atravessado.
Este
é
o
maior
rio
da
Bacia
do
Mediterrâneo, e o s eg undo de toda a Palestina,
perdendo somente para o Jordão. Esse rio nasce nas
pequenas correntes dos montes Gilboa e Tabor, e vai
recebendo águas de outras pequenas vertentes;
correndo na direção noroeste do monte Carmelo, ele
passa pela planície de Esdraelon; e em fim, deságua
no Mar Mediterrâneo, na parte sul da baía de Acre.
Sem muita certeza, alguns autores dizem
que o seu nome significa "turvo e tortuoso".
Em Juizes 5.19 esse rio é chamad o de
"águas de Megido". Em virtude do grande episódi o
que envolveu o profeta Elias e os profetas de Baal
( l R s 18.40), é at ual ment e chamado de " Nah el
Muk at ta" que significa "rio da matança".
1.3. Caná (Js 16.8; 17.9).
Trata-se de um " Wad i" e não de um rio de
águas perenes. Nascendo em Samaria, esse rio se
estende pela planície de Saron irrigando suas terras
em di reção ao mar Medit errâneo onde termina o seu
curso.
Tem esse nome, em virtude do seu leito
correr nas proximidades da cidade de "Caná de
Efraim".
1.4. Gaás (2Sm 23.30; l C r 11.32).
Aqui
temos
um
outro
" Wa di ”, que
atravessa o território de Saron na direção lesteoeste
t ermi nando
no
Mar Medi terrâneo,
nas
proximi dades da antiga cidade de Jope.
62

Querite.s e como Bacia do Jordão. localiza-se nas vi zi nhanças de Ziclague. Agora.111ue Ias fontes de água que des águam no leito do rio lordão. um "Wadi". ao sudoeste da cidade de Jerusalém. . Aqui temos mais um dos muitos "Wadi" existentes na Palestina. e elas estão tanto na parte leste como oeste ilo Jordão. Nasce no sul das mont anhas de Judá. con ti nuamos a ver mlros riachos importantes: 2. na região sul de J u d á .6. Este rio nasce nas mont an has de Judá. S or eq ue (Jz 16. ' i. Até hoje se discute a verdadeira localidade desse ribeiro de águas iiil o r mi t en te s 1.1. não muito longe da cidade de Zorá.4).21). C o mpr ee nde. na região setentri onal da l ilistia. 63 não contínuo. indicava tanto um ribeiro quanto um vale. 2. 1. A palavra " Be sor" no hebraico significa "Refrigério".9. Este também não é um rio perene.1. iiassa pelo lado sul de Berseba e precipita-se no Mar Mediterrâneo cerca de 8km ao sul da cidade de Gaza.M11' a p r e s e n t a i n t e r r u p ç õ e s ou s u s p e n s õ e s . entre Asquelom e Gaza. . Na lição 1 est udamos sobre o rio Jordão e Muatros principais riachos. porém. A palavra Soreque. O nome " S or e qu e" si gnifica "vinha seleta". e anda em direção noroeste f indando o seu trecho no Mar Mediterrâneo entre Jope e Ascalom. Bacia do Jordão. Besor ( I S m 30.5. Este é o maior " W ad i " da Palestina.

O termo é apl icado tanto ao riacho ao vale por meio do qual flui.Baseando em I Re is 17. O seu encontro com o rio Jordão ocorre 6 km ao sul do Mar da Galiléia. até de spej ar 64 . 22. O seu corpo é formado por três braços.3. Este rio nasce no sul do monte Gil eade. Ent ende-se que esse "Wa d i" desce dos montes de Efraim e desemboca no Jordão. 23). 2Cr 15. por um leito profundo e sinuoso (1 Rs 2. J ab oq ue (Gn 32. onde diz que esse ribeiro está ao oriente do Jordão. pela margem ocidental. este rio é o principal afluent e na região leste do rio Jordão. e deságua no Mar Morto. Nasce a 2 km ao noroeste de Jerusalém e. sendo que o mais setentri onal recebe abu ndan tement e águas das vertentes orientais e meridionais do monte Hermom. Iarmuque. 2Sm 15. um pouco ao norte de Jericó. a maiori a dos autores diz que tal ribeiro situa-se na margem ocidental. 2. Cedron (Jo 18. 2. depois para o norte e noroeste.37.40. passa ao lado da cidade de Jerusalém. a princípio corre para o leste. alguns autores i dent if icam-no na margem oriental do Jordão. O seu nome significa "turvo".16.4. 15. povoada de corvos e águias.2. Soment e nos tempos chuvosos é que produz águas impetuosas. 2. Jr 31. numa distância de 40 km. Porém.13. fazendo uma semi-elípse. Trata-se t ambém de um " Wad i" e não de um rio perene. que atravessa o vale de Josafá. correndo na direção sudeste.23).5. Apesar de não ser menc ionado na Bíblia. " mel an cól ico " (no hebraico).1). Não passa de apenas um riacho com regime de inverno. depois de percorrer uma região agreste.

o rei Josafá obteve estrondosa vitória sobre as forças moabitas e . Zife e En-Gedi. um longo desfiladeiro i nchoso de cerca de 15 km que desce de Jerusalém a lericó. perambulou Davi quando era persegui do pelo rei Saul. significa Desertos Palestínicos Deserto da Judéia.uas águas no Jordão entre o Mar da Galiléia e o Mar Morto.24). após um trajeto de 130 km. segundo descreve o pastor Tognini. esse rio separava os moabitas dos amorreus e depois os moabit as do lerritório israelita da Tran sj ord âni a. P rimeirament e.13. As áreas localizadas do Leste dos montes de Judá ao rio Jordão e ao mar Morto formam o deserto da Judéia. Em épocas de chuva é bastante volumoso. mas no rigor do verão ( hega a secar. Nessa árida região. 2. Nasce nas mont an has de Moabe e ao leste do Mar Morto termina o seu leito.5. O seu nome significa "o que derrama".'. Nm 21. Esse desolado t erritório forma. Eis mais alguns desertos de Judá: Tecoa e Jeruel. Desertos de Jericó. Arnon (Is 16. o profeta Amós exerceu o seu ministério e João Batista clamou i ontra seus reticentes c on temporâneos.-irnonitas. O deserto de Jericó fica no território henjamita. Nessa mesma região. 65 . Nesse território. S ubdi vi de-se este em vários desertos sem importância: Maon. Bete-Áven e Gabaom. Formado por dois braços esse rio percorre 80 km.2. Dt 2. O seu nome no hebraico "murmúrio".

Israel é bafejado por reconf ort adoras e constantes brisas. há muitas cavernas. esse quadro altera-se um pouco. por seu turno. Um país mont anhoso. O clima nas mon tanhas . por exemplo. Bete-Áven e Gabaom são outros import ant es desertos de Jericó. em conseqüência das corrent es de ar quente provenientes do Sul e do Ocidente. ge ograf i camen te. Generi cament e. pri nci pal ment e à noite. a t emperatura chega a 6 graus positivos. Essa região serviu de cenário para a Parábola do Bom Samari tano. Hebrom é o ponto mais elevado do t erritório israelita. apenas duas estações s obressaem na Terra Santa: a chuvosa e a seca. Ambas são ac om pa nha d as . 66 . os t ermômet ro s oscilam entre 14 e 29 graus.Nessa área. r espect ivamente. o clima é fresco e bastante ventilado. contudo. No verão. portanto. Clima da Terra Santa Israel. obteve Josué i mportante vitória sobre os inimigos dos israelitas. nas quais e sc on dem -s e mal feitores. durante o inverno. com neves e f reqüentes geadas. assim é Israel. enc ontra-se a 800 metros de altura. O clima no litoral. localiza-se na faixa subtropical. Jerusalém. contada por Jesus Cristo. com mais de mil metros. Na cidade santa. No verão. Explica-se. a variedade de seu clima. Encont rando-se ao ocidente do mar Mediterrâneo. Em Gabaom. com muito frio e calor. Nas montanhas.

Ventos. ^ Eis como os hebreus cl assi ficavam os ventos: Safon. c og nomi nada Sirô. o Vale do Jordão. O clima no deserto. e As quentes. o inverno t o r n a ­ se insuportável. De uma maneira geral. nos desertos de Israel. As frias. no Oriente Médio. entre 43°.se das chuvas. no verão. 67 . Esses ventos são tão quentes que chegam a q uei mar a lavoura. Há. das regiões desérticas. No pico do verão. havia s omente duas estações: inverno e verão. do mar Mediterrâneo. Estações.Durante o inverno. e ^ Darom é mensageiro do calor. Inclui-se.mimais da terra inv er nar ão s obre eles" (Is 18.6). port ador de geadas. Diz o profeta Isaías: "E/es s erão dei xados luntos às aves dos m on te s e aos ani mai s da terra e •iobre eles ver anearão as aves de rapina. t ambém. faz crescer a vegetação. De preen demos de al gumas passagens bíblicas (|ue.se da f ormação do clima da Terra Santa: As úmidas. s O do Oeste enc arrega. As correntes de ventos que varrem o Oriente Médio e nca rr egam. s Quadi m. a t emper at ur a baixa para menos de 14° em Gaza e Jafa. nessa classificação. as temper atu ras oscilam. uma corrente de ar proveni ente da Arábia. os t ermômetros chegam a registrar 3 4 o ! Em algumas localidades situadas mais ao norte. e todos os . 47° e 50°. dos montes do Norte.

Começava o inverno em outubro e est endi a-se até o mês de março. Nessa época. ele construiu uma f ortaleza em Massada com grandes cisternas. por exemplo. O orvalho de Hermom. o Grande. as chuvas em Israel são abundantes. No deserto não chove. notadament e. Ao contrário do Egito. para c apt ar água proveniente das chuvas. no litoral. as precipitações são fracas e finas. os montes c obriam-se de neve. 68 . O verão tinha o seu início em abril e ia setembro. As pri meiras chuvas começam em outubro e. Chuvas. O orvalho continua a cair na Terra Santa. as chuvas não eram escassas nas regiões desérticas. porém. no t empo de Herodes. é proverbial. Os agr icultores apr ovei tavam bem essa estação para colher e preparar a terra. Eis a média das precipitações pluviais: 1. A mesmo as áreas desérti cas recebem essa dádiva dos céus.090 mm por ano. Isto porque. Nas montanhas. Al guns estudi osos. c on st i tu em-s e em fortes aguaceiros. acreditam que.

Quanto ao Mar Morto.Questionário >’ Assinale com "X" as alt ernat ivas corretas 6. Os rios da Palestina são divididos em duas bacias hidrográficas. Bacia do Mediterrâneo e Bacia do Jordão d)EH Bacia do Jordão e Bacia do Golfo Pérsico ' Marque "C" para Certo e "E" para Errado '• £ j "Wadi". a saber: a)CH Bacia da Galiléia e Bacia do Atlântico b ) 0 Bacia do Atlântico e Bacia do Mar Morto c)H. é INCERTO afirmar que: a) EU É profundíssimo. medindo cerca de 300 metros b)[H Em algumas passagens bíblicas ele é chamado de "Mar Salgado" c ) Q É um dos mais salgados do planeta. mas um grande lago de água doce 69 . e os romanos de " Internum Maré" /. O único lago existente palestínico é o Lago de: a)CU Ledã b|)KI Merom c ) D Orontes d ) Q Leontes em todo o território H. sua água contém 25% de salinidade d ) 0 Os gregos o chamavam de "Mar Grande". é o vocábulo hebraico normalmente usado para designar um rio comum III-[«'_] O Mar da Galiléia não é propriamente um mar.

.

mostarda. o lírio do campo e a rosa de mon. cebola. a faia. Das plantas sil vestres podemos citar: o i *dro. 71 .Lição 3________________ Geografia Econômica e Humana da Palestina Devido a variedade do clima e do solo a Palestina oferece também abu ndant e va ri edad e de produtos nos três reinos da natureza: vegetal. Estes eram os elementos básicos da alimentação dos hebreus e lormavam o t rinômi o tão repetido na Bíblia . a acácia.se enco nt rar toda esta flora pela extensão total Hn território palestino. melão e etc. feijão. < mimai e mineral. a murta. 11 (i(Ie . e vinho". Convém notar aqui que: 11 Na Judéia são mais c omuns os olivais e vi nhedos."pão. o pinheiro.i/eite. Embora em maior ou menor proporção. a lul mei ra. que prosperam mesmo em terrenos pedregosos. a oliva e a uva. També m era comum: cevada. . lentilha. o carvalho. Reino Vegetal No reino vegetal os produtos mais comuns <’ram o trigo. figo. alho. pepino.

rola. cegonha. lebre. assim retirando-lhe os intestinos. e do qual João Batista se alimentava. chacal. cedros e pinheiros. especialment e pela classe pobre. formigas. c amal eão e outros na ordem dos selvagens. na ordem dos do mést icos que serviam tanto para o alimento como para o trabalho e transporte. galinha. Reino Animal Os animais pal estínicos mais import ant es eram: s A vaca. os cereais. puxa-se a cabeça. na ordem Referência especial merece o gafanhoto que até hoje é c ons umi do como alimento. o camelo. espécies. dos quais somente uns poucos podiam servir para o consumo. mosquitos. avestruz. são os bosques de acácias. s Abel has e gaf anhot os de várias moscas. leão. tostado no fogo ou frito no azeite. embora estes sejam também comuns nos vales e planícies de outras regiões. s Perdiz. a ovelha. a mula. o ju ment o.lhe as asas e os pés. ■ s Na Galiléia.■ / Em Samaria. e s Uma abundante va ri edade de peixes (cerca de 43 espécies). leopardo. dos insetos. raposa. s Corça. codorniz. o cavalo e o cão.. corvo e tantas outras aves. pombo. víbora. compr imindo ao mesmo t empo o corpo. etc. pelicano. a cabra. Depois o corpo do gafanhoto é secado ao sol. 72 . Arranc ando. lobo. e está pronto para o consumo. hiena.

Dt 7. r a ç a . l i n h a g e m . a Palestina c omerci ava os ■'. Pelo que nos informa Moisés em Gênesis ui i 5 20. As cidades desses povos eram muradas e i"i i II Içadas. ferro.1).ilestino. etc. depois cobre. 73 . estanho. cobre.17). Egito e in incipalmente com a Fenícia (Ez 27.. a região era ocupada por di versas 11ihos conhecidas sob o nome geral de canan eus (Gn I ’ (>. quase todos os povos da região da Terra 'Li Promessa eram da e s ti r p e2 camita. O comérci o nos tempos bíblicos variava i onforme as ci rc unst ânci as políticas em relação aos l>uses vizinhos. chamad o 1. potassa. porém. com exceção de betume (Gn 14.|ã. i 'Mluzindo-se para sete no t empo da conquista (Gn i 18-21.3-37).Reino Mineral Entre os metais o mais abu ndan te parece t<?r sido a prata ( l R s 10. a princípio.-ui. pois eram cndent es do filho mais moço de Cão. há bastante mineração de carvão. essas tribos eram dez.lllO. Hoje. Arábia.%us produtos com Síria. enxofre. Assim. a Bíblia não indica que estes minerais nos tempos antigos fossem extraídos do solo p. *11 1111' m . ao sul do Mar Morto. i utretanto. Os Habitantes Primitivos da Palestina Bem nos pri mórdi os da história étnica da i'|l«stina.10) na i rgião de Sodoma e Gomorra. '. enxofre.imada Canaã. 24. t r o n c o . a s c e n d ê n c i a .27). c e p a . betume1 e também ouro. antes da chegada de Abraão a terra então ■li. l . i humbo.ilgema. cada uma tendo o seu próprio rei.

no sentido mais restrito se limitava aos d e s cende nt es de Canaã que habitavam na costa do Mediterrâneo. filho de Cão.29). desde o Medit errâneo até o vale do Jordão. baseados em Deut eron ômi o 1. a Tran sj ord âni a (Nm 13. filho de Canaã e neto de Cão (Gn 10. ao norte da Palestina. Esses reinos eram. desde a baía do Acre até Jope. na linguagem bíblica. Os amorreus ocupavam no t empo da conquista à região ao sul e leste de Jerusalém e a vasta região mont anhosa ao leste do Jordão. Também estes são camitas.exceto umas poucas que eram de natureza mais nômade. @ Heteus. e ao longo do vale do Jordão até ao sul do Mar Morto. Os mais i mport ant es deles são os seguintes: @ Cananeus. mais razoável fazer uma distinção entre os dois povos parentes. pois desc endem de Hete. aplicada. geral mente. 1 H a b i t u a d o à gu er ra. As provas arqueol ógi cas nos dão a idéia desta distribuição. Hoje são conhec ido s como hiteus e hititas. Alguns desses reinos. e em certas épocas quase todos eles. @ Amorr eus . a todos os povos da Palestina primitiva. nos registros históri cos e arqueológicos. Ainda que esta des ignação seja. o c lassif iquem como cananeus. 74 . É outro povo de sc ende nt e de Canaã. embora alguns historiadores. indepen den te s e bastante b e l i c o s o s 1 para alcançar a s upremaci a. porém. eram sub ordi nado s ao Egito.15). Parece.44.

Pouco se sabe desua história. em mistura com algumas outras tribos. pri meirament e.3. este povo também era camita.Parece que no t empo de A braão era um povo que rivalizava com os c anan eus e os amorre us em poder e número. Abraão os encontrou t ambém em Hebrom (Gn 23). Segu ndo Gênesis 10. uma vez que a sua ocupaç ão era a 75 . foi ao oeste de Hermom (Js 11. Jz 3. A área maior por eles ocupada.15-20. Encast elado na sua ci dadela de Ofel (Sião?) resistiu aos ataques de Josué e seus exércitos. era um povo valente. Heveus.3).24). Síria. Parece que não era muito numeroso.imita. pois descendi a da família de Canaã.i lista dos filhos de Cão em Gênesis 10. indo até o rio Eufrates. as áreas por eles ocupadas. Pelo que já se conhece deste povo. Jebuseus.15-17. Porém. filho mais novo de Cão. em di versas épocas de sua história. embora este lograsse apr isi ona r e mat ar a M'u rei (Js 10. e i.nnbém por não ter o cost ume de murar as suas i idades. Nos dias de Jacó uma colônia deles enc ont rava -se em Siquém. 'f1 Perizeus. e st end iam. Este era um dos povos que habitavam na ivrra de Canaã e que parece evi dente não ter ori gem i . pois não é mencionada mitraárea ocupada por eles.se desde a Ásia Menor. por não c on s ta r o seu nome ii. norte da Palestina. ainda que pequeno.23. Jebus ou Jerusal ém era o único lugar onde luibitava este pequeno povo.

T ambém estes não parecem possuir qu al qu e r parentesco com os cananeus. 76 autóctone. A lguns desses povos vi zi nhos eram f ranc amen te hostis ao povo de Deus.de atitudes cordiais. pert encendo a uma raça a b o r í g e n e 1 de gigant es (Dt 2. São várias vezes menc io nado s na Bíblia. e só uns poucos .16. vários foram os povos que se limitavam com ela. Alguns admit em que tenham ocupado alguma área na margem ocidental do Jordão.como os fenícios .21 e Dt 2.10-11). . mas não se sabe em que parte da Palestina habitavam. de origem muito incerta. como provam levando. eram camitas. as es cav aç ões um tipo de vida @ Refains. nômade. Habitavam em algumas regiões de ambos os lados do Jordão e de Hebrom. arqueológicas.agricultura. @ Amal equi ta s. Freq üent eme nt e citados na Bíblia. @ Gi rgazeus. di ferente. s empre hostis ao povo de Deus. ou ao oeste de Jericó.10). in dígena. nativo. Era um povo numer oso e poderoso. portanto. outros apenas desconf iados. cujo 1 D i z .s e de h a b i t a n t e de r e g i ã o d e q u e é o r i g i n á r i o . Também c on hec ido s como anaquins e emi ns (Js 11. Segundo Gênesis 10. Os Habitantes Vizinhos da Palestina nos Tempos da Conquista pelos Hebreus Devido a posição geográfica da Palestina.

i idumeu. Portanto.8). i*i.37 os moabitas eram descendentes de Moabe. Bosra (Gn 36. Estes são semitas.26).isto maciço mont anhoso de cerca de 180 km de extensão.rber (Dt 2. . A pe sa r do parentesco. O capí tulo 36 de Gênesis fala da numerosa descendência de Esaú que se est abel eceu na montanha de Seir.7). que governou cerca de 10 anos sobre os ju d eu s durante o domíni o romano.■nina t o t a l . irmão de Jacó. ^ Edomi tas ou Idumeus. a n i q u i l a m e n t o . Neguebe (área deserta entre o sul da Palestina e Egito) ao oeste e l dom ao leste (sul do Mar Morto). c onqui st ado pelos abo rí ge nes horeus onde llnresceram cidades como Elath ( l R s 9. também eles eram semitas.U:rritório principal era de guerril has e p i l h a g e n s 1 e hcava entre o Mar Vermelho ao sul.3-5). s a q u e . filho de Ló que era sobrinho di' Abraão.33) e Selá ou Petra (J Rs 14. Herodes. que é um v. que foi a capital. S egundo Gênesi s 19. ou seja. i ui Lo p r a t i c a d o p e l a s t r o p a s q u e o c u p a m c i d a d e s c o n q u i s t a d a s ii i o m b a t e s . a s s o l a ç ã o . c h a c i n a . na região entre o sul de Moabe e Mar Morto e o Golfo de Ácaba. Ezion(. Moabitas.como no caso de Davi e sua família quando P*1! seguidos por Saul ( I S m 22. d e sc ende nt es de Esaú. ( I S m 15. o Grande. Deus usou os amal equi tas como instrumentos para casti gar o seu povo rebelde (Jz 1.3). embora algumas v*ies demo nst rass em boa vontade para com alguns drlfts . 77 .12-13. sempre foram Inimigos declarados dos hebreus. Durante vários sécul os antes do seu extermí nio2.7). pois são parentes dos hebreus. 6..

at acando e pi lhando muitas vezes por longos anos durante os períodos dos Juizes e do Reino.25.15-22). Moabe foi reduzido à ruína por Nabuc odonosor. a linhagem de Jesus.36). onde o venderam como escravo ao capi tão da guarda de Faraó. para nunca mais se reerguer. pois nos tempos de Moisés parece que a "terra de M i d i ã ”. Deus honrou uma mulher moabita.38). dando como seu local de habitação as proximidades da cidade de Meca. para onde este fugira do Egito e onde se casara (Êx 2. seu filho José foi vendido a uma caravana de mercadores midianitas que o levaram ao Egito. entre o Jordão e o deserto arábico. Como f izeram os edomitas. pois descendi a de Midiã. ao norte do rio Arnon. 78 . Rute. t ambém os moabitas recusaram a Israel passagem pelo seu t erritório quando este já se aproximava de Canaã. Eram semitas. de sc endent es de Ló (Gn 19. ficava ao leste do Sinai. pois. Tudo faz crer que mais tarde se expandiram para oeste-norte. (Gn 25. integrando. e scol hendo-a para bi savó de Davi. filho de Abraão com Cetura (Quetura).1-6). portanto. Nos dias do patriarca Jacó. Antigas listas genealógicas árabes mencionam uma tribo por nome Ketura.Ocupavam o t erritório ao leste do Mar Morto e do Jordão até a altura do rio Jaboque. Contudo. Parece.28. I gualment e semitas. viviam nômades na região da Transj ordânia. @ Amonitas. Potifar (Gn 37. É o que ameniza a triste memória daquele povo. @ Midianitas. Foram muito cruéis e vi ngat ivos para com o povo de Israel. t ratar-se de um povo nômade que f inal ment e desapareceu.

uma vasta riqueza (Ez .>/). f ' Filisteus. possa 79 . Este povo. ora hostis. Ao nordeste e norte da Palestina fi cavam os domínios da Síria cujas relações com o povo de Deus foram ora fraternai s. mais s Zobá (ou Aram-Zobá). e •/ Maaca (ou Aram-Maa ca). As duas cidades que sobressaíam em 'Inerentes épocas eram Tiro e Sidon. eram da estirpe semita. sempre c onheci dos pelo nome de sua cidade principal. Este povo era camita (Gn 10. embora ■■na língua pert encesse ao grupo semita. indo até os limites da Fenícia ( l C r 19. em que os lilrleus são c hamad os "i nci rc unc iso s".@ Sírios. As di vindades iMlncipais dos fenícios eram Baal e Astarote. indo até Hamate ( I S m 14. Três destes reinos sírios li mi tavam-s e com a Palestina e em diversas épocas guerreavam com esta. cuja origem é desconhecida (umbora pela referência de Juizes 14.15-19). I><*Ia navegação e comérci o. cujo ' 111to se infiltrou em Israel e atingiu o auge no n i n a d o de Acabe que se casou com a princesa meia Jezabel. que foi poderoso e mais hostil para com Israel. Este foi um grande povo que habitava na estreita faixa de terra ao norte da Palestina. entre os montes Líbanos e o Medi terrâneo. Sabemos que os sírios (ou arameus) aos quais nos t empos do Reino Unido de Israel eram organizados em pequenos reinos independentes.47). desenvo lven do. situado ao oeste Damasco. de ^ Fenícios.3.7-19). eram eles: ^ Damasco (ou Ar am -D ama sc o) . ao oeste de Zobá.

Na divisão da Terra da Promessa. Estiveram em lutas c onstantes durante toda a história de Israel.18). ou belicosas. razão por que Deus não permi tiu que o seu povo por ocasi ão do êxodo seguisse o caminho mais curto para Canaã que passava pela terra dos filisteus (Êx 13. isto é. mas c onfederados.17). Além desses povos vi zi nhos mais próximos que apreciamos neste estudo. que os filisteus de sapareceram para sempre como povo. Azdod e Ecrón. do Reino Unido.conclui r-se que. devemos menci onar os grandes povos mais di stantes dos limites da Palestina e com os quais Israel teve relações diplomáticas. 80 da foi . Gaza. São eles: s Os egípcios ao sul. uma vez que esta já abordada na parte ref erente ao Mundo Antigo. ocu pava m uma área de terra no extremo sul da costa pal estínica e eram ex tr e ma me nt e belicosos. Gat. a Filistia coube às tribos de Judá e Dã. a última cidade fortificada que resistiu. durante os períodos dos Juizes. Asquelom e Ecrón (Jz 1. o Grande. As cinco c idades fort if icadas dos f ilisteus represent avam os cinco estados independentes. dos Dois Reinos e de Judá quando ficou sozinho na Palestina. deveriam ser camitas). Não nos de te remos nos detalhes história dessas relações. Depois do cati vei ro de Judá. Soment e depois da morte de Josué é que Judá atacou a Filistia e t omou Gaza. que destruiu Gaza. a Síria anexou a Filistia e só depois das c onqui st as de Alexandre. e cujos nomes foram Asquelom. não sendo semitas. Nunca foi possível uma paz permanent e entre os filisteus e os hebreus. e s Babilónicos e assí rios ao leste.

o trigo e o arroz d ) D O arroz. é Antes da chegada de Abraão à Canaã. o feijão e a mandioca Foi alimento de João Batista e até hoje consumido. a oliva e a uva b ) d O mel. e pertencem a uma raça aborígene de < i ic)a nte s 81 . a região era ocupada por diversas tribos conhecidas sob o nome geral de: a )ED Assírios b)El Cananeus c ) D Palestinos d ) D Filisteus Marque "C" para Certo e "E" para Errado i |l | Os amonitas e os moabitas são descendentes de i'có. neto de Abraão I I1 | Os refains também são conhecidos como anaquins f emins. o feijão e a oliva c)CH O milho. Assinale com "X" as al ternativas corretas Elementos básicos da alimentação dos hebreus: a ) B O trigo. especialmente pela classe pobre a ) 0 Chacal b)D Hiena c ) D Camaleão d ) 0 Gafanhoto I.Questionário y I.

com torres de vigia sobre os muros e ainda uma v a l a 1 circul ando-as por fora dos muros (Dt 3. a 272 metros abaixo do nível do Mediterrâneo. Jericó era uma cidade grande e bem fortificada. Fica localizada na parte inferior do vale do Jordão.Cidades Palestínicas Abraão. 82 . Segundo alguns pesquisadores. No tempo da conquista de Canaã pelo povo de Israel. ao oeste do Mar Morto. Passemos em revista as principais cidades palestínicas: ® Jericó. ^ Hebrom. ainda. a 12 km ao norte do Mar Morto e 24 km de Jerusalém na direção leste. a 8 km deste na direção oeste. ju nt o à fonte de Elizeu ou Ain es-Sultan. cercadas de muros defensi vos de altura e largura variadas. se não é a cidade mais antiga do mundo. Jericó. Geral mente as ci dades pal estíni cas antigas eram construí das sobre elevações ou mesmo montes.5). e. quando chegou à Terra da Promessa (Canaã). Situada ao sul das mont anhas de Judá. 1 V a l a p r o f u n d a q u e s e r v e p a r a d e m a r c a r t e r r a s ou d o m í n i o s . c ert ament e é a mais antiga de toda a Canaã. com portas pesadas providas de trancas seguras. já enc ontrou muitas cidades. figura t ambém entre "as ci dades mais antigas do mundo". do mi nando a passagem do Jordão ao sudeste da Palestina à margem do caminho de Jerusal ém para a Transj ordâni a. das quais algumas são m enc io nada s no livro de Gênesis. a 32 km ao sul de Jerusal ém.

numa icgião sobremodo fértil.15. era o porto da I finplo maometano.C. para distinguir de outra cidade de igual nome existente na Planície de E s d r a e l o n . Jz 1. na morte de Raquel. habitada em sua grande maioria por maomet ano s que construíram sobre a ■i n ti g a cova de Macpela uma m e s q u i t a 1.10). Segundo os registros egípcios o seu nome |.2.). iid estrada que vai de Hebrom.irtas de Tel-EI-Amarna. Situada cerca de 60 km ao noroeste de ii iusalém. Situada a 10 km ao sul de Jerusalém. Hebrom não é mencionada no Novo Tes tament o.C. bem como nos de Faraó A m enot ep e IV (( . Segundo al guns escri tores antigos lul est íni cos e romanos . Seu nome bíblico é Bet hl ehem-Efrat a (que '. É outra ci dade das mais antigas da l'. Também é uma das mais antigas cidades dii Palestina. destina. interd itada. 83 . impedida. que ocorreu pouco ao norte desta i idade por ocasião do nasciment o de Benjamim (Gn i s . Existe até hoje.i era conheci do nos dias de Faraó Tot mes III (1490I 'I i5 a.ignifica "casa de pão") ou Belém de Judá. 1370 a. o notável rei de Ijrael. numa colina de 700 metros de altitude nas mont an has de Judá. na costa do Mediterrâneo. Js 14. 16-19).). 35.Seu nome primitivo foi Quiriate-Arba (Gn 23. ^ Jope (Jafa ou Yafa).27. Belém. A primeira menção de Belém na Bíblia é i H at i va nos tempos patriarcais.1 amada de Jacó. inm o nome de el-Khalil. . onde é vodada2 a entrada de cristãos. e Jesus o Filho de Deus e Salvador do mundo. Também ali nasceu Davi. proibida.é até ant ediluviana.

reparo. X I X . Jafa. fez de Siquém a capital do Reino do Norte ( l R s 12). na Samaria. pois a sua história r e mo n ta 2 a mais de 2.18-20). q u e v i s a v a ao r e s t a b e l e c i m e n t o .24 c ert ament e também Siquém 1 M o v i m e n t o p o l í t i c o e r e l i g i o s o j u d a i c o i n i c i a d o no s é c . no fértil vale de Siquém e ali erigiu o seu primeiro altar na terra de Canaã após a aparição do S enhor que lhe declarou: "À tua s ement e darei esta terra" (Gn 12.6. de u m E s t a d o j u d a i c o . ao voltar da Mesopotâmia.capital israelita. Ainda em Siquém Roboão.C. mas. 0 Si quém. devido à sua imprudência e arrogânci a.. ergue-se a moderna Tel-Aviv. Porém. Jacó. filho de Salomão. Mais tarde. isto é. e hoje. o rei das dez tribos revoltadas. e Jeroboão. sempre voltou a prosperar. Havia uma vila na Galiléia com o mesmo nome. gregos. turcos.32). nas peregri nações de Abraão. f ixou-se ali e levantou um altar ao Senh or (Gn 33. Conf orme 2Reis 17.7). romanos. egípcios. junt o da velha Jope. ou Jafia. cruzados e franceses. e que se tornou vitorioso em p r o c l a m a d o o E s t a d o de I s r a e l . 2 C ons ert o.000 anos a . Nas cercanias de Siquém Jacó cavou um poço que se tornou célebre pelo encontro que se deu junto do mesmo entre Jesus e a mulher samari tana. Fica situada entre os montes Ebal e Gerezim. assírios. quando foi . Esta é mais uma das cidades antigas da Palestina. Também ali foram enter rados os ossos de José trazidos do Egito (Js 24. bem no centro geográfico da Palestina. Jope sofreu muitos ataques e arrasamen tos dos exércit os inimigos através dos t empos. do lado norte. reforma. o grande centro dos s i on i s t a s 1 judeus. na P a l e s t i n a . o reino foi dividido. 84 maio de 1948. foi coroado rei de Israel.

Fundada em 921 a . rodeada de ruínas que estão sendo '■xploradas e est udadas por várias ent idades . ilnje é a cidade palestina de mai or proporção de ustãos entre os seus habitantes. que apesar dos dois mil anos decorri dos lá <**. razão IK-la qual Ele foi conhecido como Jesus de Nazaré. C. Situada a 8 km ao noroeste de Siquém.Lã o como t es t emunh as da antiga glória de . Samaria. A cidade foi destruída e reconstruída várias vezes..li queológicas. de dois qu il ômet ros de extensão. rei de Israel e pai de Acabe. invencível. Caiu sob o poder da Assíria em 722 a .inscorreu a infância e a j u v e nt u d e de Jesus. num monte apr ox im ad a me nt e de 100 metros de ■ iltitude.recebeu os colonos assírios que após a queda do Ueino do Norte e st ab el eceram-se nas ci dades de Samaria e de cuja mistura com os ju d eu s remanescentes resultou a raça samaritana.i direção oeste fica a cidade de Nazaré onde ii. Hoje no local há uma pequena povoação por nome Sebustieh. rodeada de muralhas quase i n e x p u g n á v e i s 1 < ■foi capital do Reino do Norte durant e 200 anos. 85 . M od er namen te é chamada Neblús. tlnpois de um prolongament o do cerco que começou no tempo de S al manas ar V e t erminou no de Sargão II. Nazaré. C. in abalável. ii.imaria. esta cidade foi uma das mais Importantes e influentes na vida de Israel. A 22 km do extremo sul do Mar da Galiléia. Notávei s são os restos da chamada t ol unat a2 de Herodes". por Onri. < ■r ie de c o l u n a s d i s p o s t a s s i m e t r i c a m e n t e . indes tru tí vel .

Fica a 75 km ao noroeste de Jerusalém.@ Cesaréi a. seu protetor. Foi c onstruída por Herodes. Ampliando e e mbe lez ando a cidade que se encontra ao sopé do monte Hermom. @ Cesaréi a de Filipo. o templo. 1 D esigna r por cogn ome. apelidar. os teatros. no litoral do Mediterrâneo. etc. 86 . fizeram a glória da cidade. ruas pavimentadas. entre Jope e o monte Carmelo. Filipe fê-la uma espécie de estância de veranei o para a aristocracia da época. E para di sti nguí -la da Cesaréia do Medit errâneo acres ce nt ou-l he o seu próprio nome. alcunha r. O tetrarca Filipe deu este nome à antiga vila fenícia de Baal -Gade em honra a Tibério César. i nstalações de água e esgoto. e c o g n o m i n a d a 1 Cesaréia em ho me nagem a César August o. A cidade não é mencionada no AT e uma única vez seu nome aparece no NT (Jo 6. embora por pouco tempo. o anfiteatro. no local da antiga cidadela dos filisteus chamada Torre de Strato. imperador romano. o Grande. chamar. Lá estava a sede de administ ração civil e militar da província romana.23). o hipódromo. Os grandes edifícios. Foi ali que nasceu o célebre Eusébio primeiro hi storiador da Igreja Cristã e o primeiro geógraf o da Palestina. Fica na margem ocidental do Mar da Galiléia (ou lago de Ti beríades) a 8 km de ex tr emi dades sul do referido mar. @ Tiberí ades. Nos tempos do NT foi a cidade mais célebre da Palestina por trat ar-se de sua capital política.

ide.9. 8. etc.24). em J e r u s a l é m . E no que diz respeito à história bíblica »■la ocupa o primeiro lugar. o s c r i m e s p o l í t i c o s i m p o r t a n t e s . no seu •■rntido religioso. Para lá foi transferido o S i n é d r i o 1 e foram construídas muitas s i na g og a s2. t r i b u n a l . posto militar rorriano (Mt 4. o T al mud e Palestínico (também chamado T al mude de Jerusalém) que é uma coleção de tradi ções e int er pret ações do AT. l el i tas.Depois da destruição de Jerusalém veio a ser o centro do ju da ís mo na Palestina.14-17). nem em sua riqueza ou expressão cultural e artística. Entre í s cidades mais célebres do mundo encontramos lerusalém.1. També m foi ali q ue o Salvador realizou o mai or número de mi|a g res e pronunciou os mais profundos ensinamentos. 17. 8. f ormado p o r i c e r d o t e s . p a r a a l e i t u r a da B í b l i a e a p r e c e . Mas o fato mais import ant e para os estudiosos da Bíblia é que Caf arnaum era a cidade residencial de Jesus.se a célebre academia rabínica que preparou o Mischná. ) . A p a r t i r do e x í l i o b a b i l ó n i c o ( s é c . Sabemos. VI a . que era cidade da costa noroeste do Mar da Galiléia. 87 . @ Caf arnaum. C . I nt r e os a n t i g o s j u d e u s . Não há certeza absoluta do local exato de Cafarnaum. Esta posição pri vilegiada de Jerusalém não i‘stá em sua extensão.i .13. e sim em sua profunda r ampla relação com a revelação. f und an do . bem como do seu discípulo Pedro (Mt 9. a n c i ã o s e e s c r i b a s . porém. "L ug a r de paz". l o c a l de reuni ão d o s i-. ou seja. Jerusal ém. a principal entre outras tantas da região. o q u a l j u l g a v a as q u e s t õ e s i i i i n i n a i s ou a d m i n i s t r a t i v a s r e f e r e n t e s a u m a t r i bo 0u a Um a i hl.5) e centro de recolhimento de impostos do império (Mt 9. " habi tação segura".

Ci dade de Davi ou Cidade do Grande Rei. ou seja. na mesma latitude do extremo norte do Mar Morto. o inferno (Mt 13.Ela foi. Jr 7. assim como: Urasal im. a 21 km ao oeste do mesmo e a 51 km ao leste do Mediterrâneo.1-4. Ap 21). Salém. a pal avra grega Gehena .31-34) e dos fogos que ardiam c ons tant ement e. Jerusal ém fica situada na parte sul da cordilhei ra central da Palestina. Jebus. c o n su mi nd o o lixo da cidade.veio a de si gnar o lugar de castigo eterno dos c ondenados. ■f Nome. Ao leste do promont óri o fica o vale de Josafá ou Cedron que separa a cidade do Monte das Oliveiras. subdivi dido em uma série de montes ou elevações. da misericórdia. os d e t r i to s1 dos hol ocaust os pagãos. por analogia. enfim. nas mont anhas de Judá. Durante a sua longa história. da sabedoria. r e s t o s .que significa "vale de Hi nom" . da bondade. J erusalém. de um modo especial. Aelia Capitolina.10. da justi ça. Ao oeste e ao sul fica o vale de Hinon (gr. Por isto as alusões proféticas e apostól icas a apr esent am como o próprio símbolo do céu (Is 52. 88 . Daí. Está edificada sobre um promontóri o a 800 metros de altitude. G e h e n a ) que em certa época da história foi o "vale da matança".43-48). Cidade de Deus ou Cidade Santa. Cidade de Judá. assim chamado por causa dos sacrifícios das crianças em holocausto ao ídolo Mol oque (2Rs 23. a cidade era conhecida por vários nomes. 1 R e s í d u o d e u ma s u b s t â n c i a . etc. Mc 9. s Local ização e T op og r af i a . da grandeza de Deus.000 anos. Sião. cerca de 4.42. o cenário das m ani fest ações patentes e evi dentes do poder.

1-4).30. pois geral ment e era uma serva (escrava) ou pri sioneira de guerra. Família Hebraica Casamento. nobres e reis (Gn 16.Costumes Os habit ant es do Oriente Próxi mo. a poligamia era tolerada no Anti go Tes tament o. como ainda têm. os seus estilos peculiares de vida.9. o c asament o havia de ser m o n o g â m i c o 1 (Mt 19. A posição da concubina sempre era de uma «■sposa secundária. c o s t u m e ou p r á t i c a s o c i a l m e n t e r e g u l a m e n t a d a s e g u n d o (|ual u m a p e s s o a n ã o p o d e t e r m a i s d e u m c ô n j u g e . Isto se deve às par ti cul ari dades geográficas. da tribo e da pureza da raça (Dt 7.3).2.28. O casament o misto «•ra proibido em defesa da família. 2Sm 5.3.18). porém no Novo Testamento int ei rament e repudiada. étnicas e reli giosas dos mesmos. Entretanto. social e nacional (Gn 1. Jz 8. 30. S egundo o ideal divino. ' R e g r a . Os hebreus c onsideravam o cas ament o de origem divina e de importância básica para a vida individual.10-14). a Bíblia não esconde os males da poligamia e da c onc ubi nagem. 2. es peci al ment e entre os ricos. e poderia ser despedida em qu al que r t empo e sem qu a lq ue r direito de amparo (Dt 21. de expressão e de pensamento. 89 .13. s empre tiveram. ou das terras bíblicas.2. mas f r e qü e nt em en te l ambém fora desta condição. I S m 1.4. l R s 11. A con cubi nagem era tolerada nos casos de esterilidade da mulher legítima.1-8).

porém. e nos acertos quanto ao dote que o noivo havia de pagar ao pai da moça (uma espécie de dádiva que c o mpe ns ava a perda da filha). com t erceiros as negociações (Gn 34. Êx 22. Os cas ament os con s an gü í ne os entre os hebreus eram proibidos (Lv 18. como no caso de Jacó (Gn 29. 34.38. Este. e só e x c epc io nal ment e pela mãe (Gn 21.25. **" Cont rat o de c asamento. quando por morte do marido que não deixava filhos. mas que podia ser efetuado também em forma de trabalho.se com a c un h a da ' v i ú v a para suscit ar de scendênci a ao seu irmão falecido (Dt 25. embora fossem comuns entre os caldeus (Gn 20. Gn 24.que não poderiam enf raquecer a tribo e nem expor a moça ao de samp aro (Nm 36).12).4).12. porém tão i mportante que s omente a morte ou infidelidade podiam di ssolvê-lo. ou a r e g r a m a t r i m o n i a l qu e p r e s c r e v e e s se tipo de c a s a m e n t o 90 .21. 34. o irmão deste deveria casar.5). Em alguns casos o próprio filho fazia a sua escolha.1-18). O dote da c oncubina era o preço da compra (no caso de serva ou escrava). Este era o "pri meiro ato" do casamento. 1 P r á t i c a s o c i a l m e n t e i n s t i t u c i o n a l i z a d a d o c a s a m e n t o de u ma v i ú v a c o m o i r m ã o de s e u m a r i d o . I S m 18. Noivado. ou algum amigo muito chegado. Estas consistiam nas consult as quanto ao destino dos bens por força do enl ace . geralmente. era feito por terceiros pai do noivo. geralment e oscilava entre 30 e 50 siclos e selava o c ontrato matrimoni al.15-20. persas e outras nações orientais. 24.25-53).8).Havia também o c as ament o por l e v i ra t o1. ficando. tio. egípcios. seu irmão mais velho.17.

acompanhada das bênçãos paternais. ou ao rep res ent an te dela.Desde o momento em que o noivo entregava à noiva. A lua de mel legal era de um ano. Recebendo a esposa na casa dos pais desta. sete dias (Jz 14.1-10. durante a qual o marido estava Isento das ob rigações militares. di stribuía roupa nupcial aos c on vi dados (Mt 22. 9 ­ 11) consi derado casado. para a casa de seus pais ou para a sua própria. O noivo.uma espécie de j u r am e n t o .se excepci onalment e.se o c ostume de lavrar um com pr o mi ss o escrito. as festas continuavam. na presença de t es t em un h as uma moeda com a inscrição "Seja consagrada (casada) a mim" . p r o l ong and o. Depois do exílio babilónico adot ou. até catorze dias. as pessoas que ac om pa nh av a m o cortejo muniam-se de tochas (lâmpadas). sendo rico. 25.11). embora mais resumi das. segundo o Tal mude. embora a sua vida conjugal se efet uasse só depois das núpcias (Mt 1. poderiam oc orrer um mês depois para as vi úvas e um ano depois para as virgens (no caso de Jacó duraram sete anos). Nos seis dias sub seqüe nt es . . o esposo a conduzia.o jovem casal era (Rt 4 . Quando as núpcias^ eram real izadas à noite.1-13). ac om pa nh ad o de seus amigos e vestido de sua melhor roupa. Núpcias. em cortejo ainda maior. com rosto velado. geralment e.12). ao som de música e de cânti cos ia à casa dos pais da noiva. A festa de núpcias durava. Durante o noivado o homem era isento do serviço militar. Sainée-^Tâ sua casa. onde se seguia o banquete depois o qual os noivos eram c on duz i do s à câmara nupcial (Mt 22.18) que.

3. També m Jesus repudiou o d i v ór ci o . já não poderia reconciliar-se com o primeiro.1. viesse a di vorciar-se do seu segundo marido. uma vez se encontrava contaminada pela coabi tação com outro h o m e m (Dt 24.13-16). O s filhos.15-17).3-5). exceto no caso de adultério (Mt 19.1-3).4).3-9). A herança era di vidida s omente entre os f i l h o s do sexo masculino. As filhas solteiras eram sustentadas pelos irmãos até que se casassem. Ml 2. porém não aprovada. Seu casamento podia ocorrer somente com alguém de d e n t r o da mesma tribo. esp eci al ment e os do sexo masculino. para lhe dar direito a um novo casamento. ou mesmo se este viesse a morrer. Áquila. e mesmo repudiada já na última parte do Antigo Test ament o (Dt 24.Di v ór ci o . assumia a di reção da família e as f u n ç õ e s sacerdotais da mesma (na época ant eri or à d o a ç ã o da lei mosaica). A primogenitura era honrada e respeitada e n t r e todos os povos ori entais. Quanto à educação o pai era obrigado a ensinar-lhes desde cedo um ofício que lhe garantisse a subsistência (Nm 27. A dissolução dos laços mat rimoni ais entre os hebreus era permitida como uma " neces si dade calamitosa". Se p o r é m . Priscila e Paulosabiam fabri car t endas (At 18. chamado "carta de di vórci o" que era entregue à mulher pelo marido (Dt 24. com a m o r t e do pai. Estes eram c on si der ad os dádivas di vinas (SI 127. 7 ) . Dt 21. Mt 1 9 . 92 . O pri mogêni to rece bia a porção dobrada dos bens paternos. Por issoa esterilidade era j ul gad a como uma falta do f avo r de Deus. 0 divórcio tinha que ser efetivado por um documento escrito.

A festa de núpcias: a ) 0 Eram realizadas somente à tarde b)D Durava geralmente um mês. expressão cultural e artística c ) Q No que diz respeito à história bíblica ocupa o primeiro lugar d ) d Está entre as cidades mais célebres do mundo 8. Quanto à Jerusalém. prolongando-se excepcionalmente. assim como: Jebus. Cidade de Judá.ÍF1 Na família hebraica. é INCOERENTE dizer que a)[U Era conhecida por vários nomes. a herança era dividida entre os filhos sem distinção de sexo 10. Cidade de Davi. etc b ) 0 Seu privilégio está em sua extensão.Questionário f Assi nale com "X" as al ternativas corretas 6. C A cidade de Nazaré foi onde infância e a juventude de Jesus 93 transcorreu a . distribuía roupa nupcial aos convidados d ) d A lua de mel legal era de um mês e o marido estava isento até das obrigações militares f Marque "C" para Certo e "E" para Errado I 9. até dois meses c ) 0 O noivo. É a cidade mais antiga de Canaã e segundo alguns pesquisadores pode ser a mais antiga do mundo a ) 0 Cafarnaum b)[H Samaria c ) D Nazaré d ) E l J e r ic ó 7. riqueza. Sião. sendo rico.

A .

Origem dos Hebreus Deus tomou um caldeu.000 a . para nele consti tuir um povo seu que viesse benef iciar todas as demai s raças com a revelação que lhe daria do seu caráter. ambiente idólatra e po li t eí st a1. Abraão. morrendo seu pai Tera. apr esent amos aqui um resumo do aspecto ético dos hebreus. no que diz respeito. Algum t empo depois. localizada ao noroeste da Mesopotâmia. parti cularment e. e emigrou em companhia de seu pai e seu sobrinho Ló para Harã. mas a época geralmente aceita é o ano 2. 95 . Abraão deixa Harã com sua mulher Sara e seu sobrinho Ló e parte para Canaã ou Palestina. à sua origem. Com 75 anos de idade o patriarca deixou a sua cidade natal. sua natureza e seu propósito (Gn 12. no sul da Babilônia. de origem semita.1-3). A data de nasciment o de Abraão não é possível de te rmi nar com precisão. terra que Deus havia promet ido 1 R e l i g i ã o e m q u e há p l u r a l i d a d e d e d e u s e s .C. ao sudoeste de Harã. Ur dos caldeus.Lição 4________________ Geografia Política da Palestina Antes dos aspectos geográf icos relacionados com as fases pol ít ico-hist óricas.

ao
patriarca
e sua
de scendência
por
herança
perpétua (Gn 12.1-9).
Não sabemos em que t empo também Naor,
irmão de Abraão, fixou-se em Harã, mas tudo faz
crer que foi ali que Abraão mandou buscar esposa
para
seu
filho
Isaque
Filho
da
Promessa,
enc ont rand o-a na pessoa de sua sobrinha-net a,
Rebeca, ou seja, neta de seu irmão Naor.
Mais
tarde
o neto
de Abraão,
Jacó,
encontra na mesma parentela e no mesmo lugar as
suas duas esposas - Lia e Raquel, filhas de Labão,
irmão de Rebeca. Destas duas uniões e mais duas
com as concubi nas, Bila e Zilpa, que eram servas
das suas esposas, nasceram a Jacó doze filhos, cujas
famílias deram origem às doze tribos de Israel.
Depois de a p r ox im ad a me nt e 100 anos de
peregri naç ão na Terra da Promessa, Abraão morreu
aos 175 anos de idade. Seu filho Isaque, seu neto
Jacó, e os doze bisnetos com as respect ivas famílias,
habi taram na mesma terra, porém sem possuí-la,
durante mais ou menos 215 anos, quando a tribo de
Jacó desceu para o Egito onde já estava José, filho
de Jacó, como primeiro ministro de Faraó. Nesta
altura eram 70 os de sc ende nt es de Jacó em sua
tribo.
A área geográfica percorrida pelos três
patri arcas
durante
as
suas
pe regrinações
na
Palestina ficava entre Siquém, Betei, Hebrom e
Berseba; portanto, a parte central e a do sul,
próximo ao Egito.
Naquela época da f ormação pré-tribal dos
hebreus, a Palestina estava ocupada por vários
povos, uns maiores, outros menores, sendo que o
pr edomi nant e era o cananeu.
Durante
a
permanência
dos
israelitas
(como são c hamados os filhos de Israel ou Jacó) no
Egito - que durou 215 anos, segundo a Sept uagi nt a
96

(tradução grega do Antigo T es t am ent o) e 430 anos
segundo
Êxodo
12.40
- a_s^doze
t ribos
d e senvo lver am- se num grande povo que no t empo
do Êxodo deve ter chegado a cerca de três milhões
de pessoas, segundo os cálcul os dos entendidos.
Este povo, que junto do Sinai foi consti tuí do em
nação, entrou em Canaã pra ti came nt e com o mesmo
número de almas (cf. Nm 1.46 e 26.51).
A área
c onqui st ada por
Josué somada
àquela que na T r a n s i ordânia já fora conqui stada por
Moisés, j unt as não represent ava mais que uma sexta
parte da área prometida por Deus a Abraão, que era
desde o Egito até o rio Euf rates (Gn 15.18). Não
foram conquist adas a Filistia, a Fenícia, as terras de
Emate (Síria) e nem as partes de Edom e Moabe ao
sul e leste do Mar Morto.
Conf orme Atos 7.2-4, Abraão habitava em
Ur dos caldeus quando Deus o chamou para uma
terra desconhecida. Mas, de acordo com o que
Moisés relata no
capítulo 11 e 12 de Gênesis, a
chamada dele só se deu em Harã, após a morte de
seu pai.
Alguns eruditos ent endem que Moi sés não
narrou a chamada de Abraão em Ur porque o seu pai
ainda vivia, visto que no regime patriarcal o filho
não podia aparec er com proeminência enquant o o pai
vivesse. Mas com a morte do seu pai em Harã, ele
passa a assumir a chefia da expedição.

Divisão Política da Palestina
No AT foi a Palestina di vidida entre as 12
tribos de Israel.
Manassés
(parcial ment e),
ficaram ao leste do Jordão;

Gade

e

Rúben;

Aser, Manassés (em parte), Efraim, Dã
parte) e Judá; ficaram na área litorânea;
97

(em

Naftali,
Zebulom,
Issacar
e
e s ta b el ec er am -s e na região central;
Duas ficaram nas extremidades:
Simeão (Sul).

Benjamim;

Dã (Norte), e

A divisão política da Palestina mudou com
o correr dos tempos e dos governos.

A Palestina e Jerusalém
A Palestina teve várias capitais, a saber:
Gilgal, no t empo de Josué (Js 10.15);
Siló, no t empo dos ju i ze s ( I S m 1.24);
Gilbeá, no t empo do rei Saul ( I S m 15.34; 22.6);
J e r u s a l é m , da época de Davi em diante (2Sm
5.6-9).
Seu primitivo nome foi Salém (Gn
14.18), depois Jebus (Js 18.28) e por fim
Jerusalém
(Jz
19.10).
Nos
dias
do
Novo
Te st am en to a capital política da Judéia era
Cesaréia, não Jerusalém, como já mostramos.
Mispá (Jr 40.8). Por pouco tempo
durante o cativeiro babilónico.

foi

capital,

Tiberíades. Foi outra capital da Palestina, isso
após a revolta de Bar-Cóchega, em 135 d.C.

*" J e rus al ém como capital da Palestina.
Fundada pelos hititas (Nm 13.29; Ez 16.3).
Fica a 21 km ao oeste do Mar Morto, e a 51 ao leste
do Mar Mediterrâneo.
Nos t empos bíblicos tinha cinco zonas ou
bairros: Ofel, ao sudeste; Moriá, ao leste; Bezeta, ao
norte; Acra, ao noroeste e Sião, ao sudeste.
Na
di stri buição
da
terra
de
Canaã,
Jerusalém ficou situada no território de Benjamim
(Js 18.28). Foi conquist ada em parte por Judá, mas
pertencia de fato a Benjamim (Jz 1.8,21). Tinha

98

A partir de 1948 passou a ser cidade s oberana (isto é. de Neemias e de Herodes. salvo uns 100 anos durante as Cruzadas. É chamada Santa Cidade. ficando a Palestina depois sob seu mandato por delegação da então Liga das Nações..1. Jerusal ém permanece a Cidade Eterna do mundo.59) 99 .63). o setor novo). Nesse tempo Israel estará à testa das nações. Zc 8.5. em Neemias 11. Jr 31. quando estará vestida do seu prometido espl endor (Is 2.3.38.28) ® Caná (Jo 2. e. durante o Milênio. porém. Nazaré (Lc 4.5) ® Naim (Lc 7. Em 1518 os turcos con qui st aram. Na Jerusalém de hoje nada pode ver-se da Jerusalém de Davi. na Guerra dos Seis Dias em 1967. foi reconqui stada aos árabes. ^ Ci dades vi si ta da s por Jesus. Jerusalém será então metrópole mundial.16) Betânia (Jo 1.11) Cafarnaum (Jo 6. de Ezequias. de Salomão. os quais dela tinham se assen horead o na guerra de 1948.1) Sicar (Jo 4. Jerusalém saindo do ju g o romano caiu em poder dos árabes em 637 d. os britânicos assumiram o controle. Mateus 4. Tudo se acha s epul tado sob os escombros de muitos séculos. símbolo da Nova Je rusal ém que se há de e st abel ecer na con sumaç ão dos sécul os.C.na.povo de Judá e Benjamim (Js 15. daí sempre cidade muçulmana. Reedificada s empre sobre suas próprias ruínas. Em 1917. sob metros e metros de entulho. Isso.22).

1) at> Emaús (Lc 24. 100 . seria di vidida entre os seus dois filhos. Na época.13) Jericó (Lc 19.41).14) No Tempo da Conquista e dos Juizes Esse período tem sido datado entre 1400 a. que estava destinada a e xercer efeitos du rado uros sobre a espirit ualidade do mundo. isso já nos leva à chamada idade do ferro.10) Corazim (Mt 11. Uma vez encerradas as ca mp an h as da conquista.Betsaida (Lc 9.. mas que se rebelavam. enquanto os israelitas procuravam do mi nar os povos por eles conquistados. Se essa data po st eri or for aceita. outra vez o número de 12 as heranças na terra conquistada. Para f acilitar a fixação da posição das 12 tribos na terra c onqui stada. filho de Jacó. Cesaréia de Fiiipe (Mt 16. assim. Efraim e Manassés. embora com período de ap o s t a s i a 1. e s p e c i a l m e n t e a c r i s t ã . o mais tardar.21) Tiro e Sidom (Mt 15.13. Josué repartiu a terra entre as doze tribos da seguinte maneira: A tribo de Levi não teria herança.21). Emergiu daí uma notável fé monoteísta. di vidi mos a di stri bui ção 1 A b a n d o n o da fé d e u ma i g r e j a . A parte de José. os ganhos territoriais de Israel foram al t er nadament e desafi ados e confirmados.C. mas teria 48 cidades entre as demai s tribos por todo o t erritório c onqui st ado (Js 21. perfazendo. A fé dos hebreus c onsol idou-se em torno da adoração a Jeová.

aquela que fora prometida por Deus a Abraão. Estas são duas e meia: Rúben. e Tribos Palestina O c i d e n t a l . Foi quando. ->• Grupo do Sul . ou Galiléia.delas em dois grandes agr upamen to s: Tribos Palestina Oriental.Issacar. ou mais tarde Samaria. Manassés Ocidental (meia tribo de Manassés). Estas podem ser divididas em três grupos: Grupo do Norte . conhecida como Judéia. Meia tribo de Manassés. Efraim. posteriormente Durante o período dos Juizes esta di visão permaneceu prati camente a mesma. Mediterrâneo e Jordão. porém com menos precisão devido às mi sturas dos el ement os das tribos pelo casament o e emi gração de áreas mais desertas para as mais propícias à agricultura e pecuária. ou Canaã. ou Manassés Oriental. ou Canaã p ro pr iamen te dita. 2.Divisão Política no Período do Reino Unido Neste período a Palestina possuía a sua maior área em toda a sua história. da da 1. logo ao norte de Moabe e ao leste do Jordão. ou Transjordânia. Berseba e o Golfo . ao norte de Gade e ao leste do Jordão e do Mar da Galiléia. Grupo do Centro . Tribos da Palestina Ocidental. como no caso da tribo de Simeão que se c onfundi u com a de Judá. Tribos da Palestina Oriental. Benjamim e Dã. o t erritório hebreu est endeu. Gade. devido às conquist as de Davi e Salomão. ou T r a n s j o r d â n i a .Judá e Simeão. ao norte de Rúben e ao leste do Jordão. Aser e Zebulom. entre Fenícia. .Naftali.se desde Filistia. ou seja.

A partir de então as datas podem ser f ixadas com exatidão. Divisão Política no Período dos Dois Reinos Como sabemos. Efraim e uma parte de Benjamim. após a morte de Salomão o reino hebreu c i n d i u . até a Babilônia ao leste. iniciada por Saul.de Ácaba (ou cidades de Ez ion -Geb er e Élate ao sul). A monarquia adquiriu maior ímpeto com o rei Davi. A era áurea de Sal omão fica entre 961 e 922 a. Reino do Norte ou de Israel. Os Reis de Israel O período dos Juizes terminou com o início da monarquia israelita. a saber: Dã (no extremo norte. e Sal omão desfrutou de um período pacífico. Recorde-se que a tribo de Levi não recebeu herança territorial na divisão da terra conquist ada 1 Separar. Moabe e Amon. ao pé do Hermom.s e 1 em dois: 1. até Hamate e Damasco. Issacar. Com a capital i ni cialmente em Siquém e depois em Samaria. Zebulom. Israel atingiu o máximo de sua extensão territorial.C. Nesse tempo. a br angen do Edom. ao oeste do Jordão. ou Síria ao norte (2Sm 8). integrado pelas áreas ocupadas por 10 tribos. dividir 102 . Gade e Rúben ao leste do Jordão. Aser. para onde havia emigrado do sul devido à pressão dos f ilisteus e cananeus nos dias dos Juizes). filho de Davi. Manassés Ocidental (meia tribo). e Manassés Oriental (meia tribo). e atingiu seu ponto c ul mi nant e de glória com o rei Salomão. Naftali.

Em lugar do povo de Israel. o Reino do Norte caiu nas mãos deste império e o povo foi levado em cativeiro em 722 a.6) para nunca mais vol tar às suas herdades. e cujo 103 . Hamate. raça esta que evoluiu para uma seita que adotava apenas o Pentateuco. Assim os limites do território de Israel na parte norte voltaram ao que eram antes da época davídica.primeiro rei do Reino do Norte . como algumas cidades dos filisteus e o reino de Edom. 2. voltaram à sua i ndependência.que i mpediam o d e senvo lvi men to de uma unidade política sólida.se para Judá. reduzindose. assim. Simeão e parte de Benjamim. com variant es samarit anas. às barreiras naturais .em Dã e Betei. abrangen do o t erritório das tribos de Judá. os reinos de Damasco. Com a capital em Jerusalém.por ser tribo sacerdotal. a extensão territorial da parte sul do antigo Reino Unido. E devido à i ncapacidade dos reis.como o vale do Jordão e mont an has na vasti dão territorial . ( l C r 5. Amon e Moabe sacudi ram o jugo hebreu e um após outro recuperaram a sua i ndependênci a. muitos dos levitas ret irar am. 2Rs 17. es pec ial ment e em Samaria e seus arredores (áreas de Efraim e Manassés) de cuja mescla com os r emane scent es judeus ori ginou-se a raça dos samaritanos. Com a ascensão da Assíria. Como se vê. Reino do Sul.26. ou Reino de Judá. As partes ant eri orment e s ub jug adas por Davi. os reis assírios c olocaram populações de outras áreas conqui st ad as do seu império (2Rs 17. mas 35 de suas 48 cidades que foram dadas aos levitas est avam localizadas na área do Reino do Norte.C. Com o culto idólatra est abelecido por J eroboão .21-41). a área deste reino era muito menor e mais pobre que a do norte.

A invasão ocorreu em 605 a. Porém. f ormando um s i n c r e t i s m o 1 religioso sempre hostilizado pelos j u d eu s (2Rs 17. embora a queda definitiva do reino só ocorresse em 587 a. A Palestina no Período de Judá Sozinho Depois da queda do Reino do Norte. a t é m e s m o i n c o n c i l i á v e l . bast ant e reduzido.C. p o r v e z e s . Judá foi reduzido a um estado de vassal agem e a maioria dos habit ant es entre eles Daniel .33). o estudant e pode encont rar um resumo dos acon teci ment os deste período e assim perceber as ci rc unst ânci as em que se deu o térmi no do es tado j udeu na Palestina. ao templo de Nabucodonosor. quando o rei de Judá era Joaqui m. com a destruição de Jerusalém. 1 T e n d ê n c i a à u n i f i c a ç ã o d e i d é i a s ou d e d o u t r i n a s d i v e r s i f i c a d a s e.C.. e como tributário da Assíria durant e maior parte desse período. Em 2Crônicas 32-36.foi levado em cativeiro para a Babilônia. 104 .centro religioso era o templo construído no monte Gerizim.. com a as censão da Babilônia sobre a Assíria veio o cati vei ro de Judá pela Babilônia. de modo que aquela data assinala o começo dos 70 anos de cativeiro babilónico. o Reino de Judá p er ma nec eu mais cerca de 135 anos em seu território.

Questionário
y

Assi nale com "X" as alt ernat ivas corretas

1. No Antigo Testamento foi a Palestina dividida em:

a)CH 2 tribos
b)Q 7 tribos
c)EI 12 tribos
d)[H 14 tribos
2. Não possuía herança no Tempo das Conquistas:
a)EH Tribo de Dã
b) ® Tribo de Levi
c)[H Tribo de Naftali
d)[U Tribo de Zebulom
3. Período em que a Palestina possuía
área em toda a sua história:
a ) 0 Período dos Juizes
b ) 0 Período do Reino Unido
c ) D Período dos Dois Reinos
d)EH Período de Judá Sozinho
y

a sua

maior

Marque "C" para Certo e "E" para Errado

4.1£-1 Logo após a morte de Saul o reino hebreu dividiuse em dois: Reino do Norte ou de Israel e Reino do
Sul ou Reino de Judá
5.1 Q Alguns eruditos entendem que Moisés não narrou
a chamada de Abraão em Ur porque o seu pai ainda
vivia, pois no regime patriarcal o filho não podia
aparecer com proeminência enquanto o pai vivesse

105

Durante o Cativeiro e a Restauração
Durante os 70 anos do cativeiro babilónico
a Palestina como tal deixou de existir, senão como
uma província da Babilônia subdivi dida em setores
de influência de govern os f ant oches das áreas da
Síria, Samaria e Judá.
Os
tri butos
pesados
i mpostos
pela
Babilônia e a insuportável influência das populações
pagãs a l i e n í g e n a s 1 a mod if ic ar os cost umes j u dai co s
e a pureza racial e n t r e os c o s t u m es j u dai co s e entre
os r e m a n e s c e n t e s 2 (exceto na área de Judá no que
diz
respeito
à mjj sogenaç ão3 das
populações),
f izeram com que muitos ju deus que ficaram na
Palestina emigrassem mais tarde, como refugiados,
para o Egito, pois t emos referências bíblicas e
descober tas arq ueol ógi cas que indicam este fato
(Tafnes, Migdol, Nofe ou Mênfis e Patros, referida em
Jeremias 44.1, e Ilha Elefantina).
O
cativeiro
babijônico
cessou
com
a
supremacia da Pérsia sobre o Mundo Antigo. Quando
o rei persa, Ciro, s ubjugou o rei da Babilônia,
decretou no mesmo ano uma lei pela qual foi dada
permissão aos ju d eu s que qui sessem voltar para a
sua terra, Judéia, r ec ons trui r o seu templo em
Jerusalém e rest aurar o seu culto (2Cr 36.22,23).
Isto aconteceu
em 538 a.C., quando,
então, começou o longo e penoso período da
restauração do estado j udeu na Palestina, ou mais
propriament e nos limites reduzi dos do antigo Reino
de Judá.
O
panorama
geográf ico
da
nova
comunidade j udaica,
restaurada sob a proteção
persa e admi ni st rada por g over nador es no meados
1 Q u e ou q u e m é de o u t r o p aí s ; e s t r a n g e i r o .
2 Que remanesce; restante, reman en te .
3 C ruz a m e n to inter-racial; m e s ti ç a m e nto , c a ld ea m ent o.

106

pela Pérsia - como foram Zorobabel e Neemias - era
muito i ns ignificante.
O seu limite setentri onal c omeçava na margem
ocidental do rio Jordão pouco acima de Jericó, e
passando ao norte de Betei findava em Jope, na
costa do Mediterrâneo.
O limite do flanco oeste partia
di reção sudeste ia até H e b r o m .

de Jope e em

Ao sul o limite era uma linha entre Hebrom
Mar Morto na direção leste.
4

e

E ao leste o seu limite era a costa ocidental da
parte noroeste do Mar Morto e a margem
ocidental do rio Jordão até um ponto pouco ao
norte de Jericó.

Entretanto, o fator import ant e era a cidade
de Jerusalém, a antiga capital, no centro desta área.
A sua reconst rução (n ot adamen te o Templ o e os
muros
da
cidade)
requereu
muito
sacrifício,
polarizando
as
futuras
e sp er anç as
pelo
ressurgimento da vida nacional na Terra Santa.

A Palestina no Período Grego
A dominação grega s e c u n d o u 1 os persas
em 331 a.C. com a marcha de Alexandre, o Grande,
sobre
Jerusalém.
Porém,
a
s ituação
políticogeográfica da Palestina não se alterou muito.
Com a morte do grande c on qui st ad or
macedônio, as áreas con qui st ad as passaram às mãos
dos seus quatro generais, dos quais, dois - Ptolomeu
e__Se]euco, resp ec ti vamen te reis gregos do Egito e da
Síria - passaram a d i sput ar a Palestina. Por 122
anos, isto é, de 320 a 198 a.C., a Palestina
permaneceu sob os pt olomeus do Egito. Durante este
1 Auxiliar, a ju d a r (em funções); c oad ju va r.

107

que em 167 a. etc. 1 U s o p r o f a n o de p e s s o a . aliás. Como resul tado da tirania s a c r í l e g a 1 dos greco-síri os e c lo di u2 a revolta dos macabeus.C. As nações do passado. porém.C. Sob o Domínio dos Romanos .. Seguiu-se. permi tindo. por força da política hel enizadora dos ptolomeus. então. como Gajjléia. (um idumeu) foi nomeado. . a dos ptolomeus era apenas persuasiva. os judeus aos poucos iam se fixando em outras áreas da Pajestina. saiu vitorioso da luta. quem mais aproveitou de tudo isto foram os romanos. l u g a r ou o b j e t o s a g r a d o . Antíoco. da família dos hasmoneus. mas Judéia. que era o 6 o rei selêucida da Síria.período. Nesta altura a Judéia já não era apenas a antiga área do Reino de Judá. o Grande. quando o general romano Pompeu tomou a cidade de Jerusal ém.. s u r g i r . 108 profanação. egípcios.C. como. que os macabeus con ti nuas sem na posse do trono até 40 a. Peréia (ou Tran sj ord âni a) . Porém a política de h el en i z aç ão dos selêucidas foi muito mais vi olenta que a aos ptol omeus.C. um período de i ndependência sob o governo dos reis-sacerdotes. medo -pe rsas e gregos se valeram muito dessas vantagens. 2 V i r à luz. ao passo que a dos selêucidas foi de uma vi olênci a cruel. pelo senado romano. rei da Jjjdéja. s empre foi um lugar al tamente estratégico. macabeus até 63 a. Samaria. a p a r e c e r .Divisão Política no Tempo do Novo Testamento A Palestina. o Grande. Tr aconit es e Peréia. assírios. entretanto.. Na guerra entre Egito e Síria em 198 a. caldeus. arrebatou a Palestina ao Egito. quando Herodes.. Galiléia.

entrou em Jerusalém e através de um tratado possuiu o Estado judaico. o general romano Pompeu. As províncias ocident ais são: Galiléia. s endo a ss im . v e g e t a n d o .C. ficavam ao l a d c P õ c í d e n t a l do rio Jordão. na região central e Judéia. Aser." P o r s eus t erritórios p a s s a v a m as g ran des estradas. com o Mar Mediterrâneo e com a Fenícia. tinham na mão a chave do Oriente Médio". a Palestina era di vidida em cinco r e giões di ferent es que podemos c hamar de distrito ou província. sendo a mais set ent ri onal de todas as proví ncias ao lado oeste da Palestina. no extremo sul da Palestina. Essa região mede a p r o xi m ad a me nt e 50 km de largura. Naftali e grande parte de Issacar. p o s s u in d o os r o m a n o s a Palestina. e duas ficavam ao lado oriental. No ano 63 a. no t ocante à religião eles eram b e m f l e xíveis. ou "círculo". Nos t empo s de Cristo. Essa província ficou f amosa em vi rtude da exuberante fertilidade exist ent e em suas terras. Possui um clima c o m pl e t am en te Iropical. 109 . Limitava-se na parte sul com Sánrraria. o seu nome significa "rodar". No t ocante a assuntos admi ni st rat ivos os romanos eram rígidos. mas. águas de Meron e com o mar que leva o seu nome. Samari a. ao leste com o rio Jordão. d e s e n v o l v e r . que l ev avam a todas as p a r t e s do mundo.s e . Galiléia.. Essa província ficava na região onde antes pertencia as tribos de Zebulom. no extcemo norte. e das grandes vari edad es de pl antas que ali m e dr a va m1. por 100 km de c ompr iment o. Estava localizada no terreno m ont an hos o ao norte de Samaria. ao oeste. 1C r e s c e r . Três dessas r eg i õ e s.

diz que Onri. Era nos seus t ermos que se encont rava a famosa Planície de Saron. norte com a Galiléia e ao sul a Judéia. ao leste com o rio Jordão e ao oeste com o Mar Morto. Em I Re is 16. oeste com o Mar Medjterrâneo.9. Localizada na região central da Palestina. Nesta divisão política ficava o centro religioso do iudaLsmor a cidade de Jerusalém.20). a 60 km ao norte de Jerusalém.8. A origem dos habit ant es dessa região é descrita em 2 Reis 17. Era a maior província da Palestina. L imitando-se no seu lado leste com o rio Jordão. Essa região consistia ex at ament e no que antes eram os t erri tórios das t r ib os de Judá. No decorrer da história houve muitas mudanças nos limites geográf icos. 8. rei de Israel. Jo 3. Gl 1.65. comprou um outeiro de um homem chamado Semer^ onde construiu a cidade de Samaria em honra ao antigo proprietário. Lc 1. essa província sit uava-se entre a __Judéia e a cordilhei ra do Carmelo. etc).22. Simeão.22. @ Judéia. Tinham construído um t emplo igual ao de Jerusalém no monte Gerizim (Jo 4. que na época era ocupada quase ex cl usi vament e por gent_e pagã. Os s amari t ano s eram hostis para com os judeus.r$> Samari a. 110 . podemos descrever mais ou menos esses limites da seguinte forma: iniciando ao extremo sul da Palestina até ao norte onde se limita com Samaria. entretanto. 2. Dã e Benjamim.1.24-33.24. onde foi construí do o templo (At 1.

40). A pal avra "Peréi. @ Decápolis. situada um pouco mais ao norte. Essa di visão política (província) l imitava-se ao oeste do rio Jo rdão e uma porção nordeste do Mar Morto. + Damasco. que ficava na margem oriental do Mar da Galiléia. Nos tempos antigos essa região pertencia à tribo de Rúben.As provínci as orientais Decápol is. Esta província era um distrito que começava na Planície de Esdraelon. Diom. Pela. referi ndo-a como "a outra banda do J o rd ã o " (Mt 3.28. e se abria para o vale do Jordão se e x pand indo para o lado do oriente. essa divisão é descrita por inferência. T ra t a v a .Jordão". Essas dez c idades eram: Hipos. 111 situavam-se ao .26. isto é. A p es a r de não ser mencionada pelo nome em toda a Bíblia. 3.7-8. Filadélfia extremo sul. 10. Sua capital era a çidiLd_e de Gadara. 4.15-25. A palavra " De cá po l is " vem do grego " de ca" que significa "dez cidades". Gade e a meia tribo de M a.5-6. Gadara e Citiópolis. que se l oca li zavam ao extremo oeste. cultura grega. Era c ompos ta de dez cidades. Raf ana e Canata. que não pode ser confundi da com a cidade homôni ma da província de Decápolis. como sugere o próprio nome. Mc 3.s e de uma conf ederação de dez cidades uni das em um só costume e uma só cultura. e Gerasa. Jo 1.nesses. ao sul com o rio Arnon.a" vem do grego e significa "Terra d° al ém. cujas di visões políticas leste do rio Jordão. que ficavam no ex tr e mo leste. ® são: Peréia e se localizam ao Peréia.

que levou o título de e t n a r c a 1 . Marcos 5. passou a g over nar a Judéia em nome de Roma. Além dessas cidades.Do extremo norte ao extremo sul. o Grande.. que não era de scende nt e de Herodes. localizada entre Líbano e Antelíbano. Assim: A Herod es A rq ue l au . el evando o número total de dezoito cidades. Ituréia e Traconites.C. no B a i x o . Herodes sup eri nt en di a toda a área da Palestina nesse tempo.foi dada a tetrarquia de Samaria. A Herodes Filipe a região de Basã. a t et rarquia c ompr ee nd e nd o a Galiléia e Peréia. dando-se o nome de T et rarqui a a cada divisão territorial. mais oito aldeias ao sul de Damasco foram ac resc ent adas por Ptolomeu. a área cobria cerca de 190 km.25. e A Lisânias.. Herodes Agripa I. em 63 a. inclusive aregião de Decápolis. de Galiléia. quando Herodes. A Herod es Antipas. 112 .C. dividida em cinco distritos: Gaulani tes. Entre 41 e 44 d. Batanea. abrangen do as áreas de Samaria. neto de Herodes. região pert encente à Palestina nos dias de Salomão.31. Porém. Com este feito a Judéia dos macabeus passou a ser uma província romana.I m p é r i o .C. só em 37 a. coube a tetrarqui a de Abilene. Porém no ano 4 d. Esta região é menc ionada em Mateus 4. após a morte de Herodes. Como sabemos.20. o Grande. toda esta região foi dividida com os seus três sucessores. 7. o Grande. Pompeu tomou a cidade de Jerusalém. como o advento de Calígula 1 G o v e r n a d o r d e p r o v í n c i a . Aurani tes. é que o domínio romano como tal se fez sentir.C. Judéia e Iduméia.

com sede em Cesaréia. sendo dividida em duas províncias: Ao norte. Só depois do ano 323 d . Após a morte de Agripa I. destr uído o Templo e arrasada a cidade de Jerusalém. mas com a decadênci a do Império Romano (476 d. Ambas pe rma nec eram até o ano 70 d.) a Palestina foi relegada a um longo es quec iment o até quase o fim da Primeira Guerra Mundial. onde morreu i g nomi ni osament e (At 12).C. as portas do país à i migração judai ca em ampla escala.. Galiléia e Peréia. com a famosa Proc lamação de Bal four (1917). governada por procuradores romanos.ao trono do Impéri o R o m a n o . C. Samaria. porém. . sob o comand o geral de Tito. g o v e r n o u sozinho sobre todo esse vasto t erritório das quatro tetrarquias. quando os aliados invadiram e libertaram a Palestina do Império Ot omano abrindo em seguida. com sede em Cesaréia. que se compunha das t et rarquias de Filipe e de Lisânias. quando o I mperador Cons tant in o abraçou o Cristianismo.C. a br angen do Judéia. devastadas as cidades e po voações de toda a área da Judéia reduzidas à escravos f ugi ti vos ou cadáveres. cessaram as pe rs egui ções aos ju d eu s e cristãos e a Palestina gozou de alguma importância.. Breve Cronologia da Palestina Depois do ano 70 da nossa era. a Palestina deixou de ter qu al que r i mportância política. governada por Herodes Agripa II. quando a revolta dos ju d eu s sufocada pelos romanos. a região recebeu uma nova divisão política. e Província de Judéia. a chamad a Quinta Província. liquidou de novo o Estado judaico. ane xando-o à Síria.

4 2 De 1095 a 1187: Período das Cruzadas parai libertar a Terra Santa das mãos dos muçulmanos. de um lar para o povo judeu e que l envidará o máximo esforço para a conquista desse i objetivo". ______________________ ____________________________________________________________________________ J 1 i De 1914 a 1918: Após a invasão da Palestina | pelos aliados.Desde a queda do Império Romano Ocidental até os dias atuais a Palestina esteve sob as mais variadas inf luências políticas. . a Inglaterra. nas < aspirações do movimento sionista em toda a ! Palestina. 1 De 750 a 960: Torna-se parte do governo sírio [ dos domínios árabes. S De 1250 a 1517: Governam a Palestina os ■ mamelucos egípcios (forças militares egípcias: formadas pelos escravos). --------------------------------------------------------------------------. _____________ _______ _____________________ ________________ ) 2 De 634 a 750: É governada pelos califas I (soberanos muçulmanos) do reino de Damasco. estabelecido pelo sultão Selim I. declaração esta que passou a ser! 114 . ---------------------------------------------------------------------------^ 2 De 1517 a 1914: A Palestina faz parte do Império . sob a chefia de Saladino. Otomano. cujo quadro cronológico segue abaixo: 2 De 476 a 634: A Palestina é uma província | longínqua e insignificante do Império Romano j Oriental como sede em Constantinopla. é dominada pelo • . _ do Exterior Lord Balfour. apoiando a criaçao. emite uma declaração j oficial em 2 de novembro de 1917. j '£ De 1187 a 1250: A Palestina torna-se do Império Muçulmano. i conquistados pelos árabes. E De 960 a 1095: A Palestina califado egípcio. pelo Secretário.

excluindo a Transjordânia da Palestina.conhecida como a D e c l a r a ç ã o de B a l f o u r . | que só terminou em 1949 com a assinatura de | 115 . Palestina. cujo conteúdo responsabiliza "a Potência Mandatária por colocar o país em condições políticas. Egito e > Arábia Saudita . j . os Estados da Liga ( Árabe . votou a ] resolução que recomendava o estabelecimento. O mandato terminou em 15 de maio de 1948. Síria. o primeiro governo j autônomo judaico em mais de 2. . No mesmo mandamento foram delimitadas as fronteiras do país. exatamente quando terminaram oj mandato inglês na Palestina. ' .Jordânia. j1 De 1918 a 1948: Por delegação da Liga das Nações. a Inglaterra assume. república democrática. não conformados] com a partilha. que foi a própria organização sionista. meses.invadiram o território do Estado : de Israel com o propósito de liquidá-lo. com a retirada da administração britânica que o cumpriu procurando restaurar o país com a colaboração da Agência Judaica. o Mandato da Palestina. em poucos . No dia i seguinte. Líbano. logo deram início a uma série de i hostilidades contra a população judaica que j resistiu heroicamente. Estava j deflagrada a Guerra Israelense de Independência. i | j I I ' De 1948 a 1949: Em 29 de novembro de 1947 a I Assembléia das Nações Unidas. Iraque. de um Estado Judeu e de um Estado 1 Árabe. I i j ‘ . liquidando. administrativas e econômicas que garantam a instalação do lar nacional judeu e o desenvolvimento de instituições a ut ônomas". a provocação. Já em 1918 incrementou-se consideravelmente a■ imigração dos judeus para a Palestina. na . Os árabes palestinianos. sob a presidência j do eminente brasileiro Oswaldo Aranha.000 anos. em 1922. Em 14 de maio de 1948 foi proclamado o Estado de Israel com a estrutura de .

1 S u s p e n s ã o das hostilidad es entre be li g eran te s co m o resultado de u ma convenção. com Egito. j Egito e Argélia. (aliado da Síria. provocação que resultou na j invasão da Península do Sinai por Israel em . . em separado. frentes .Síria. no sentido de .destruindo o 1 poder beligerante dos mesmos em cerca de 100 \ horas e ocupando todas as áreas ao ocidente do i Jordão e quase toda a Península do Sinai. terminando por vencer o inimigo ■ e destruir suas bases de penetração. porto de Eilat no extremo sul do país.Síria. a fronteira com 1 Egito para fazer cessar as incursões provocadoras. Mediante j a um apelo das Nações Unidas. 116 pôr fim à guerra. provocadora da tensão) as forças internacionais ! foram retiradas da fronteira israelense e em 5 de \ junho de 1967 Israel foi invadido pelos quatro ! países árabes simultaneamente . arrastando consigo mais 8 Estados j árabes. depois.armistícios1. mas dez anos. que impedia a navegação com o. Jordânia. a chamada Guerra do Sinai. as | Nações Unidas constrangeram as forças israelenses i a se retirarem às suas fronteiras anteriores. Jordânia e Egito . sob í promessa de levantar o bloqueio egípcio à entrada j do Golfo de Ácaba. Israel enfrentou os inimigos em três . a pedido do Egito. trégua. sem contudo S u s p e n s ã o de g u e r r a . I Terminou. depois de varridas as forças atacantes nas três frentes. registrar-se incursões de bandos armados egípcios' no território israelense. . Jordânia. resultando em uma "ampliação da área do Estado além das fronteiras propostas pelas Nações Unidas" na chamada R e s o l u ç ã o da P a r t i l h a . e guarnecer. assim. . com força internacional neutra. ■ ! \ í j S De 1 94 9 a 1967: Já em 1955 voltaram a . Porém. De j fato as promessas foram cumpridas. Líbano e Síria. saqueando bens e matando i centenas de judeus. outubro de 1956. .

é conhecida como a ) ® Declaração de Balfour b ) d Declaração de Belfort c)[H Declaração de Baalate d ) 0 Declaração de Balaque 117 . sozinho. mas Israel respondeu que só aceitaria quaisquer discussões de condições de paz definitiva. Rei que subjugou o rei da Babilônia e decretou uma lei que dava permissão aos judeus voltar a sua terra a ) S Ciro b ) D Faraó c ) D Joaquim d ) Q Nabucodonosor 7. de um lar para o povo judeu e que envidará o máximo esforço para a conquista desse objetivo". nas aspirações do movimento sionista em toda a Palestina. início do conflito. Questionário y Assinale com "X" as alt ernat ivas corretas 6. derrotou uma aliança de 12 nações. Por proposta da União Soviética a ONU apelou para que as forças israelenses voltassem às posições anteriores ao . A declaração: "a criação. Nos tempos de Cristo era a maior província Palestina e lá estava a cidade de Jerusalém a)CH Samaria b ) U Galiléia c ) S Judéia d ) Q Peréia da 8. vantagens para Israel que.cessar fogo. direta e separadamente com seus vizinhos. a luta terminou com grandes .

4> Marque "C" para Certo e "E" para Errado 9. C Em 14 de maio de 1948 foi proclamado o Estado de Israel com a estrutura de república democrática 118 .1 fr| A Peréia era uma confederação de dez cidades unidas em um só costume e uma só cultura 10.

prel imi narmente. Situação e Extensão Ásia Menor.000 K m 2. o mais j ovem dos doze que andaram com Jesus. Silas e Tito. que a limitam com Síria. bem como econômico e t ambém político. foi palco das muitas at ividades missionári as do apóstolo Paulo e seus c ompanheiros: Barnabé. cerca de 520. ou seja. Timóteo. É muito provável que João. a enorme península do extremo ocidental do conti nent e asiático. o Mar Egeu ao oeste.Lição 5_________________ A Ásia Menor e as Viagens do Apóstolo Paulo Os aspect os bíblicos r elacionados com a Ásia Menor são os da e xpansão missionária do Cristianismo no pri meiro século da nossa era. seu aspecto físico. tenha t ermi nado o seu ministério em Éfeso e que as sete igrejas da Ásia (Ásia. fica entre o Medit errâneo ao sul. Mes opot âmia e Armênia ao leste. Lucas. o Mar Negro ao norte e os montes Taurus. Para se ent en de r melhor esta expansão t orna-se necessário apreciar. Frigia e Cária) tenham estado por algum t empo sob os seus cuidados. 119 . quando já em avançada idade. abr ange a província romana com os antigos distritos de Mísia. Toda esta vastí ssi ma região. Lídia. a extensão dessa região. na concepção do Apocalipse de João.

terra natal de Paulo. distando 20 km do Mar Egeu. nas margens do qual ficavam as cidades de Colossos e Laodicéia. rodeado de cadeias de mont anhas e de costa acidentada. consi derando apenas de um modo geral os fatores 120 . ficava a antiga Pérgamo. e v' Caico. na di reção do leste para oeste. e quase todos eles de curso r elati vament e pequeno. s Hermo. os seguintes: Píramo. s emeado de lagos de água doce e salgada. Ao sul. em cuja parte s up er ior enc ont ra-se o t ributário Licos.Aspecto Físico É um planalto pedregoso. há quatro rios dignos de referência: s Meandro. e um dos três maiores centros intel ectuais do Mundo Antigo. em cuja margem direita. s Caister. sendo os outros dois . d e se mb oc an d o no Mar Egeu. O maior deles é o Halis que percorre uma vasta área ao leste da península para finalmente d es aguar no Mar Negro. despej ando suas águas no Mediterrâneo. o apóstolo. dadas as di ferenças de altitude. mais tarde s uplant ada por Éfeso. devido à natureza lacustre da pení nsul a. Ao oeste. temos. que banha já célebre cidade de Éfeso.At enas e Alexandri a. Saros e Sidno. cujo t ributário Pactolo banha as cidades de Filadélfia e Sardes. os ventos do mi nant es e a conf ig uraç ão física. quase na sua foz a O clima da região é de grandes variedades. Os rios navegávei s são poucos. Entretanto. capital de um antigo reino do mesmo nome e depois capital da província romana da Ásia. Às margens deste último ficava a célebre cidade de Tarso.

ao passo que nas partes sul e oeste é seco e tropical. níquel e prata. e para sudeste. sendo esta cobiçada pelos anti gos assírios. o clima na região norte. e outra para as regiões de Bitínia e Ponto. a saber: 1.temper atura e umidade. Na parte cent ral -lest e pre domi nam as chuvas e a temperatura amena. cobre. Oest e-lest e: parti ndo de Éfeso e passando por Laodicéia. 2. porém foi levado. Icônio. 121 . desde as mais remotas épocas. na di reção de Ant ioquia da Pisídia. Listra. na costa do Mar Negro. Inúmeras outras ramif icações ligavam esses dois rumos fund ament ai s. C o los so s e Apaméa. penet rand o na Síria onde se ent roncava com as vias m es op ot âmi cas e pal est ino-egípcias. Pérgamo e Adramitio. Aspecto Econômico s A região é rica em minéri os como carvão. por direção divina. ferro. rumo oeste. como aqueles segui dos por Paulo na sua s egunda vi agem missionária quando de Listra di rigiu-se para a Bitínia. emb ar c ad ou r os para Macedônia e Grécia. obedeci am a dois rumos f undament ai s com ramif icaç ões na direção nordeste. bi furc ava.se para o nordeste rumo a Anatól ia e Capadóci a. p r ovo cando até guerras. é frio e úmido. para Trôade. As est radas da Ásia Menor. zinco. nas proximidades do Mar Negro. Sul-norte: ac om p a n h a n d o a costa do Mar Egeu desde Éfeso at rav és de Esmirna. indo uma das ramif icações para os portos de Tr ôa de e Tróia. Derbe e Tarso.

As chamadas " T a b ui n h as Capadócias". na parte central da penínsul a. com sua capital Carquemi s. refere-se a 10 pequenos pri ncipados existentes naquela região pelos idos de 1900 a. grupos de tribos i ndo-européias penetraram na região central. pouco ou nada se sabe da longínqua península. d es cober tas em Kanish. desde a ant iguidade. quando os assírios o derrotaram.C. p ri ncipal ment e a criação de ovelhas e cabras. verif ica-se que lá pelo sécul o XX a. e depois babilónico e persa. a região (de origem j afét ica) foi dividida em várias províncias para melhor administração.C. Já no tempo das con qui st as dos gregos. ou Anatólia. Aspecto Político Até onde a história permite est udar o aspecto político da Ásia Menor. Cerca de 200 anos depois já havia um forte Reino Hitita na Ásia Menor que estendeu o seu domínio até a Mesopotâmia e que perdurou influente e d o mi n an te me nt e sob a f orma de Impéri o Hitita.•/ A pecuária é muito de senvol vi da. os r omanos já haviam feito os seus reajustes políticos na admi ni st raç ão da 122 . devido à natureza do terreno que é extr emame nt e pedregoso.C. até o século VIII a. Durante o domínio assírio. s A agricultura vem em terceiro lugar. algumas das quais eram conhecidas por nome de Hati.. que et ni cament e consti tuí ram desde longa data o elemento principal da população ocidental da península. di visão esta que post eri ormente foi modificada em algumas áreas pelos romanos de modo que no tempo do apóstol o Paulo. ou da e x pansão do cristianismo da Palestina para o ocidente.

9).se crentes dessa raça mista na igreja cristã. Filipe foi c onduzido pelo Espírito Santo a um ponto de uma estrada que ia de Jerusalém para Gaza. C onvertido. e outras partes da Frigia. 123 . como Pisídia e Licaônia. onde obteve um notável êxito. via Azoto. onde fixa residência e evangeliza j u n t a m en t e com suas filhas (At 21. Mísia e partes da Frigia. Expansão do Cristianismo para o Ocidente Este estudo deve ser precedido de um rápido preâmbulo de atividades apost ólicas na di reção do ocidente de Jerusalém. porque assinalou a queda do muro de s eparação entre ju d eu s e gentios. Cária. o primeiro impulso ev angelí st ico para fora de Jerusalém na di reção dos gentios foi a viagem de Filipe . Foi ali que ele enc ontrou o ilustre Ministro da Fazenda da rainha de Candace. foram a ne xada s à Galácia. També m o apóstol o Pedro fez uma vi agem curta. dos etíopes.para a Samaria. mas muito importante. antes da passagem dos mi ssionários da equipe de Paulo para a Ásia Menor. Filipe viaja para Cesaréia.vasta região. de origem grega . pois. Lídia. ao sudoest e daquela.um dos sete di áconos da Igreja de Jerusalém. eram c hamadas s i mpl esme nt e "Ásia". a porta estava aberta para a admissão dos gentios t ambém.8. os samari t ano s serviram de ponte entre os ju d eu s e os gentios para a ev ange li zaç ão do mundo. o etíope é logo batizado e leva o Evangel ho para a sua terra no conti nent e africano. Dali. Depois da ascensão de Cristo. a dmi t in do. perto do Mediterrâneo. reunindo várias das antigas províncias gregas e dando novos nomes a outras. por exemplo. Assim. Assim. De Samaria.

pois era oficial do exército romano de ocu paç ão da Palestina . L embre-se então que Saulo. a chamada de uma comissão enviada de Jope a propósito do fal ec imento da j ovem Tabita ou Dorcas. para f inal ment e refugiar-se em Tarso. situada poucos qui lômet ros ao sudeste de Jope.1-18). De Jerusalém.42). vi sit ando novamente Damasco e Jerusal ém. sua cidade natal. j unto à praia. um gentio . 124 . E assim estava o caminho aberto para a evangel iz ação dos gentios (At 11. depois da sua conversão. e numa hora de oração no terraço tem uma visão que o autoriza ir a Cesaréia.21). Este. Em seguida surge um outro movimento missionário por meio de uma persegui ção.Segundo Atos 9.35). Pedro vai a Jope. onde curou o paralítico Enéas e levou à conversão " todos que hab it avam" naquela cidade e a vizinha localidade de Sarona (At 9. servo do Senhor. resul tando o seu t rabalho em vários batismos que foram os primeiros entre os gentios (fora o eunuco etíope batizado por Filipe. que conclui pela aut ent ic idade evangélica do movi ment o (At 1 1. e t ambém ali " muitos creram no S en h or " (At 9. At 8). Gl 1. a Igreja envia para lá o seu represent ante. Barnabé. De Lida.29. o di ácono. estava em Tarso.e ali pregar o Evangelho. Em Jope Pedro ho speda -s e na casa de um crente por nome Simão.30. t ambém atinge os gregos em Anti oquia da Síria. Este. Pedro obedece e pela graça de Deus opera maravil has naquele local. pois havia sido prevenido sobre um plano assassino dos gregos de Jerusal ém (At 9. consola os que choram a perda sentida e ressuscita a jovem. 19 ­ 24). havia se retirado para algum lugar da Arábia.32 notamos que o apóstolo passou em muitos lugares para f inal ment e cheg ar a Lida. à casa de Cornélio. além de judeus .

com uma c ompe tent e equipe de obreiros. no sentido longitudinal da ilha.23. A c o m p a n h a .o s o jovem João Marcos. A mão de Deus esteve com os seus dois servos de tal maneira que dentro de apenas um ano já havia em A nt ioqui a uma notável igreja. foram pregando por todas as povoações até cheg ar a: 125 25 km de para a Ilha da Síria. à Antioquia. Dali.1-3). ori entada pelo Espírito Santo. p r e dom in ant em ent e gentílica.Traz en do Saulo para A nt ioqui a da Síria (At 11. De Ant ioquia.27). descendo a serra da costa. e de cobre. . os missionári os c hegaram ao porto marítimo de: @ Selêuci a. Barnabé prestou o maior serviço à causa das missões.4-14. comissi ona Barnabé e Saulo para a pregação das Boas-Novas ao mundo gentílico. t om an d o o rumo leste-oeste. porto oriental da ilha. de onde partiu o pri meiro movimento de missões estrangeiras.os seguidores de Cristo passaram a ser c hamad os de " C r is t ão s" (At 9. à 85 km ao oeste da costa famosa pelas suas antigas minas d e sembar cand o em: ® Sal amina. onde havia várias s inagogas dos ju d eu s nas quais os missionários pregaram o Evangel ho de Jesus Cristo. de Jerusalém (Ver descrição detalhada desta vi agem em Atos 13.25). 13. Desse mov iment o resultou o c él ebre apelido que passou a ser o qualif icat ivo s up remament e honroso dos crentes de todo o mundo . na foz do rio Orontes. a igreja local. Primeira Viagem Missionária de Paulo Cons ol idad o o trabal ho evangél ico em Antioquia. de onde t omaram um navio de Chipre.

Paulo (este é o nome pelo qual Saulo é c onheci do daí por di ante) repreendeu o feiticeiro ferindo-o com cegueira por alguns dias. não querendo prosseguir. Ali os mi ssi onários enf rent aram um feiticeiro de nome Bar. devota da deusa Ártemi s (a mesma que em Éfeso era conhecida como Diana). razão pela qual no início da s egunda vi agem missionária de Paulo este de forma alguma quis levar j unto a João Marcos. Para penet rar no conti nent e era necessário at rav es sar a perigosa cordilhei ra dos montes Taur us que se levantam logo atrás da cidade. capital da província romana da Panfília. des pert and o o interesse de 126 . i nf estados de salteadores. o procônsul rendeu-se ao Evangel ho. Não consta que na ida tivessem os mi ssionários pregado o Evangel ho nesta cidade. sabemos que o fizeram na volta. na di reção do conti nent e da Ásia Menor. porém. di stante cerca de 160 km de Salamina. mas adiante dos quais habitavam populações nec essit adas do Evangel ho da Graça. De Perge os dois missionários partiram para: @ A nti oqui a da Pisídia. Porém.Jesus ou Elimas. Esta atitude de Paulo redundou em separação entre ele e Barnabé na obra missionária (At 15. voltou a Jerusalém.35-39). capital da ilha e sede do governo p r oc ons ul ar romano. Paulo pregou por dois sábados na sinagoga local. não obstante a insistência de Barnabé. aport ando em: @ Perge. centro comerci al e político daquela província. ev angel iz ado por eles. Diante deste fato. Parece que na ida foram pert urbados pela atitude de João Marcos que. o qual estava t entando desviar do caminho da salvação o procônsul Sérgio Paulo.0 Pafos. Daí os mensagei ros das Boas-Novas navegam para o norte.

i nci tando mul heres e aut oridades. Dali os valorosos pregoeiros da verdade parti ram para: @ Icônio.l o s 1 de tal intento. quase 100 km ao leste de Antioqui a. preferiu volt ar pelo mesmo caminho por onde haviam passado na ida. De Derbe poderiam volt ar para Tarso e A nt ioqui a da Síria com muito mais facilidade. Depois de uma cura milagrosa do coxo. talvez 1 T i r a r de um p r o p ó s i t o . a ponto de os expul sar em da cidade. os homens de Listra quiseram t ri bu tar culto aos pregadores. 127 . j u n t a m e n t e com Barnabé. Então f oram para: ® Listra. Porém ali ficou uma igreja de Cristo. moveram uma t remenda pe rsegui ção contra os pregadores. colônia romana. para: ® Derbe. d e s a c o n s e l h a r . Porém. Sendo esta cidade o ponto final desta primeira vi agem missionária de Paulo. os judeus . porém. porém Paulo. sendo estes a pedrej ados e Paulo arrastado para fora da cidade como morto. à 32 km de Listra. Mas os di scí pulos cuidaram de Paulo e o despedi ram. cheio de ent us iasmo pela obra do Evangel ho. Ali tiveram muita l iberdade de pregar o Evangelho. à 35 km ao leste de Icônio. logo depois um grupo de ju d eu s de Ant ioquia da Pisídia e de Icônio chegou a Listra e incitou o povo contra os missi onários.ju deus e gregos. i mpressionados pela enorme aceitação que a palavra dos mi ssi onári os tivera entre os gentios. e só a muito custo foi que Paulo consegui u d i s s u a d i . também dali foram expulsos os mi ssionários. No segundo sábado. d e s p e r s u a d i r . Depois de algum t empo de permanência e intensa at ividade evangel íst ica. na estrada de Éfeso para Tarso e partes do Oriente.

Atália. Esta vi agem ocorreu. de onde embar caram para a Antioquia da Síria.es t abel ecendo mais outras igrejas das quais não t emos notícias. etc. entre os anos 46 e 48 d . A igreja os recebeu com alegria e ouviu o relatório cheio de inspiração e gozo no S enh or pela operação patente do Espírito Santo na proclamação do Evangel ho aos gentios. C. ponto inicial de sua vi agem. De Perge. na Panfília. segundo c ronol ogia. e c onfi rmando os irmãos nos lugares onde havia deixado igrejas es tabelecidas. di rigiram-se para o porto de: 0 A t á l i a . inclusive elegendo anciãos para as mesmas. 128 a melhor . como em Perge.

1 Cl O aspecto físico da Asia Menor é um planalto pedregoso. à 25km de Antioquia b)CU Perge. na foz do rio Orontes. onde havia várias sinagogas dos judeus y Marque "C" para Certo e "E" para Errado 4. semeado de lagos de água doce e salgada. capital da ilha de Chipre e sede do governo proconsular romano d)[H Salamina. porto oriental da ilha de Chipre. Ali os missionários enfrentaram um feiticeiro de nome Bar-Jesus ou Elimas: a) CU Selêucia.Questionário y Assinale com "X" as al ternativas c orretas 1. Enorme península continente asiático: a ) 0 Ásia Maior b ) ^ Ásia Menor c ) □ Oriente Médio d ) 0 Oriente Próximo 2. devota da deusa Ártemis c)IKl Pafos. rodeado de cadeias de montanhas e de costa acidentada 129 . capital da província romana da Panfília.1 H O ponto final da primeira viagem missionária de Paulo foi em Antioquia da Psídia 5. do extremo ocidental Local onde Filipe deu o primeiro evangelístico direcionado aos gentios: a ) 0 Perge b ) Q Judéia c ) 0 Peréia d ) H Samaria do impulso 3.

1. De Antioquia. isto é. viajando por terra. Depois de a p r ox im ad a me nt e três anos de intervalo.22. na volta. vi sitando os f ormados na região norte passaram . Paulo teve a inspiração do alto para f azer uma segunda viagem missionária pela Ásia._na ida. para: ® Síria. Isto trouxe uma contenda entre os dois obreiros. durante os quais dois valorosos obreiros ficaram em Anti oquia pregando e ensi nando. C ert ament e ele nem por sonho teria imagi nado o alcance desta viagem no que diz respeito à penetração do Evangel ho na Europa. a Palavra do Senhor. 3. com muitos outros. 2.Segunda Viagem Missionária de Paulo A narrativa desta vi agem enc ont ra-s e em Atos 15. O da Europa. de onde . O da Ásia. resultando a s eparação em duas equipes uma composta de Barnabé e João Marcos.36-18. que estava em Antioquia. Ao preparar a s egunda viagem.pa ra: 130 grupos de crentes da Síria. Paulo não c oncordou com Barnabé em levar de novo com eles João Marcos. pois este os havia deixado no meio da viagem pela sua inconstância. As etapas desta vi agem podem ser di vidi das em três itinerários: 1. e outra de Paulo e Silas. O da Á s i a . jovem da Igreja de Jerusalém. Paulo e Silas tomaram rumo ao norte. O i t i n e r á r i o da Á s i a na i d a . c onfi rmando o t rabalho realizado na primeira incursão evangel ística naquela área. que se dirigiu para Chipre.

talvez pr et enden do vi sitar as igrejas de Icônio. Dali j ul ga ra m conveni ent e ir e a n u nc ia r o Evangel ho no extremo norte.0 Cilicia. Foi ali que Paulo teve uma visão de um homem da Macedônia (parte da Europa que fica defronte da Mísia). chegaram a: @ Derbe e Listra. na costa do Egeu. cuja capi tal era Tarso."nós". Partindo dali. f oram passando pelas regiões da Frigia e da Galácia. penet rando no Mundo Ocidental com a mensagem gloriosa de salvação dos pecadores. Lucas não menciona os nomes das l ocalidades desta província. pedindo que passasse aquela região e ali a nu nci as se o Evangelho. província de Bitínia. Mas no vament e o Espírito do Senh or lhes impediu o intento e eles desceram para a cidade marítima da Mísia. A t ra v e s s a n d o os montes Taurus. Anti oquia da Pisídia e outras. chamada: ® Trôade. que foram os pontos finais da primeira viagem. fácil é perceber que por lá já havia igrejas es tab el eci das ant eri orment e. Nesta altura nota-se que o autor do livro de Atos . que lhe pareceu apto para o trabalho missionário e o convidou para int egrar a sua equipe. antes da partida para Antioquia a convit e de Barnabé. depois de c o n fi r ma r na fé os irmãos. e por certo. Assim os missionários chegaram c o nhecer a vont ade de Deus e partiram para Europa. at ingidas pelos missionários. o que leva a crer que foi em Tr ôa de que ele j u n t ou .passa ao uso do pronome pessoal na primeira pessoa do plural . entretant o foram i mpedidos de alguma forma pelo Espírito Santo que os enca mi nhou para a Mísia. entretanto. o foram pelo próprio apóstolo durant e a sua permanência em Tarso. isto é. 131 .s e aos três mi ssionários a aj udá-los na obra.Lucas . Em Listra Paulo encont rou o j ovem T imót eo.

c ert ament e pela pressa do navio. cidade marítima do conti nent e europeu. na providência de Deus. Mas. o princípio de um t rabalho que foi o mais querido do grande apóstolo. Logo após foram para: @ Tessalônica. da j o vem adi vinhadora e do c arcereiro e toda a sua casa. assim. T ambé m em Neápolis os missi onários não demoraram. pois o carcereiro veio a c onvert er. Paulo est abeleceu ali uma igreja c omposta dos ju d eu s fanáticos. porto que servia a import ant e cidade de Filipos. prossegui ndo para: 0 Neápolis. mas di rigiram-se i medi at ament e para: @ Filipos. ponto es trat égico para difusão do Evangel ho. porém. onde os missi onári os obtiveram magnífi cos resultados em suas pregações manifestas na conversão de uma distinta senhora chamada Lídia.se com toda a sua família. Os missionári os Paulo e Silas (parece que Lucas e Ti mót eo haviam 132 . até a prisão teve resultados favorávei s para o Evangelho. Tes sal ôni ca era uma cidade histórica. ponto inicial de Paulo na evange li zação da Europa. grande centro comerci al e militar. que é uma ilha à 33 km da costa.2. tendo passado por A nf il ópolis e Apolônia. De Trôade (na Ásia) navegaram para: @ Samotrácia. O i t i n e r á r i o da E u r o p a . colônia romana. Paulo e Silas foram presos. Foi neste lugar que os pregadores das Boas -Novas sofreram as primeiras persegui ções na Europa por parte das aut oridades e dos prejudi cados devido à c onversão da adi vi nhadora. Deixando. lugares em que não se deti veram por razões desconhecidas. portanto. Ali não demoraram.

tendo sofrido t remend as perseguições. Porém o orgulho e a corrupção dos at eni ens es não permiti am que estes aceit assem a mensagem do apóstolo. deixando os c om pa n he ir o s para trás. Nesta cidade. onde o Evangel ho foi muito bem aceito. Falando no a r e ó p a g o 1. à 13 km ao leste de Corinto. Dali o missionário di rigi u-se para: @ Corinto. para: c on ti n ua r o t rabalho) Beréia. Paulo permanec eu 18 meses. 133 . met rópole comercial e política da Grécia naquele tempo. T am bé m foi ali que o apóstolo conheceu o consagrad o casal Priscila e Áquila.ficado em Filipos para seguiram. à 80 km de Tess al ôni ca. c ert ament e estabeleci da durant e a estada do apóstolo em Corinto. Depois de uma rápida olhada pela cidade o apóstolo percebeu a idolatria dominante. c hegando a: @ Atenas. Entretanto. onde também já havia uma igreja. os ju de us f anáticos de Tessalônica foram à Beréia e alvoroçaram o povo contra os missionários a ponto de Paulo ter necessidade de retirar-se via mar para Grécia. Dali navegou em di reção leste. 3. situada à 70 km de Atenas. Paulo embarcou no porto de Cencréia. De volta para a Antioquia da Síria. fez uma extr aordi nária defesa do crist ianismo perante os filósofos gregos. que foi o ponto final da sua segunda viagem missionária na direção do ocidente. a import ant e capital da cultura grega. de noite. O i t i n e r á r i o da Á s i a na v o l t a . 1 L u g a r de d i s c u s s õ e s p ú b l i c a s e de s e n t e n c i a r a s c a u s a s . com os quais iniciou o trabal ho em Corinto e depois também em Éfeso.

agigantado. p r a d o . Galácia e Frigia. saudando os irmãos da igreja e relatando-l hes as maravi lhas que o Senh or havia operado durante os quase três anos (51 a 53) gastos na segunda viagem.23-21. seu h i p ó d r o m o 1 e seu c o l o s s a l 2 templo cons agrad o à deusa Diana (ou Ártemis). de onde subiu para: @ Jerusalém.at ravessando o mar Egeu. novamente. c onfi rmando na fé todos os discípulos c onvert idos nos lugares ant eri orment e vi sitados. famosa pelo seu teatro. Nesta cidade ficou o casal de auxiliares do apóstolo que o a comp anhou desde Corinto. para: @ Éfeso que é o ponto principal de suas atenções nesta viagem. 134 . Paulo di rige-se. na Palestina. ju nt o à foz do rio Caister. todas as viagens. descrita em Atos 18. através das províncias de Cilicia. mais tarde. 2 Enorme.8. De Éfeso Paulo navegou di ret ament e para: 0 Cesaréia. partindo de: 0 A a t i o q u i a.se ao j ovem Apoi o f or ma nd o -s e um grupo que atuou ef ic ient ement e para pre parar o terreno para o trabalho de Paulo que bre vement e voltaria para lá. capital da Ásia proconsular. seu ponto de partida para Terceira Viagem Missionária de Paulo Depois de breve período de descanso. aj unt ou. Paulo empreendeu uma terceira viagem missionária. p a r a : 0 Éfeso. em companhi a de Priscila e Áquila. ao qual. De Jerusalém dirigiuse p a r a : 0 Antioquia da Síria. Para ev ange li zar este centro da 1 L o c a l o n d e se r e a l i z a m c o r r i d a s d e c a v a l o s .

já os ju d eu s no vament e preparav am-l he ciladas para eliminálo do cenário. di rigi u-se para Mitilene. passando dali para Macedônia. Ex c epc io nal ment e notável foi a atuação do apóstolo em Éfeso frente às persegui ções e o alvoroço que o seu t rabalho trouxe no seio daquela população. dirigindo-se para: 0 Trôade. capital da ilha mont anhos a do Egeu. a pa r ent em ent e sob pressão de novas e mais vi olent as ameaças de persegui ção.10). na Ásia. Finalmente teve que se despedi r dos discí pulos. a fim de de spi st ar os seus a l g o z e s 2 voltou pela costa do mar Egeu. De Filipos regressou a Trôade.província e suas adjacênci as. 135 praticar morticínio. durante os seus dois anos de at ividade nesta cidade. onde esperou o seu novo compa nhei ro de trabalho. onde pôs em ordem as i rregulari dades oc orridas na igreja e de onde es creveu as duas i mport ant es epístolas aos Gál atas e Romanos. também ilha do mesmo mar. subindo até Filipos e dali talvez tinha ido ao Ilírico. promont óri o da 1 C r e n ç a p o p u l a r a b s u r d a e r idí cul a. A c r e n d i c e 1 devotada à deusa Diana sofreu sérios abalos. província situada na costa do Mar Adri áti co da Macedôni a. supliciar. que lhe t rouxe notícias de Corinto. pro vav el ment e vi sitando os lugares em que na viagem ant eri or havia est abelecido igrejas. Tito. e mais adi ante para Samos. torturar. . e. c r e n d e i r i c e . três meses depois de sua chegada. A feitiçaria perdeu seu prestígio pela queima pública de livros dos muitos c onvert idos em Éfeso. Dali desceu para: 0 Corinto. 2 Algozar: mart iri zar . deve ter dado origem às chamadas "s et e igrejas da Á s i a ” referidas no Apocalipse (At 19. depois passando a Assôs. t omand o rumo a Trojilo.

para chegar a Jerusalém. vendo a i mpossi bili dade de c ons eguir garantias na província. Partindo de Jerusalém deu-se o início da sua última viagem para o ocidente. e depois para o porto de Cesaréia. Pátara. e depois para Mileto. Reconhecida a sua presença em Je rus al ém e par ti cularment e no Templ o. Se não fosse a pronta intervenção dos sol dados romanos. Diante do perigo de ser arrebatado pela t u r b a 1 enfurecida de ju d eu s 1 Mu ltidão em de so rd em . visitando outro grupo de irmãos. por certo. visitando o evangelista Filipe com as suas filhas. foi para Ptolemaida (ou Acra). Viagem de Paulo a Roma Ao c oncl ui r a sua terceira vi agem missionária Paulo chegou a Jerusalém por ocasi ão da Festa de Pentecostes. onde o amor dos irmãos o envol veu mas o ódio dos ju d eu s o descobriu par a. Prosseguindo.costa da Ásia. por ocasião da festa de Pentecostes. naquela ocasião Paulo teria perecido. e por isto foi envi ado a Roma na qu al idade de prisioneiro. passou por Cós. ti rar-l he a vida. de onde o apóstolo manda chamar os anciãos de Éfeso dos quais se despede para sempre. Cont inu ando . num acesso de cólera seus inimigos t entaram liquidá-lo.. apelou para César. 136 . . O apóstolo. O ódio dos j u d eu s havia crescido diante dos sucessos do Evangel ho pregado por Paulo. porque a t endênci a das aut ori dades romanas era não j u l ga r a Paulo por tratar-se de uma quest ão religiosa. c on fort ando irmãos de uma igreja cuja origem não nos é conhecida. Ilha de Rodes. de onde navegou di r et ament e para Tiro. na costa da Fenícia.

fanáticos. Festo e Agripa. . o oficial da Torre de Antônia (parte da fortaleza de Birá ju nt o ao Templ o de Jerusalém) tomou a providência de conduz ir o apóst ol o de noite. Públio. naufra gando nas proxi mi dades da: 0 Ilha de Melita. tendo tido a o port uni dade de pregar o Evangel ho às aut oridades romanas: Félix. até: 0 Anti pátride ou Antipatri s. 137 Sicília. para: da Dali de lá navegando 1 Pa ssar (m er c ad o r ia s ) de um para ou tro navio. onde es peraram mel horar o tempo. onde permanec eu preso por dois anos. sob forte guarda. porto da província de Lícia. tendo Paulo curado o pai do homem principal da localidade. foi até: 0 Bons Portos. ou Malta. que se encontra ao sul da Sicília. Dali foi remetido para: 0 Cesaréia. e depois partiu para Roma. partindo dali para: 0 Mirra. Navegando dali foram apa nhados por uma tremenda t empes tad e que durante 14 dias mant iveram eles entre a vida e a morte. Paulo foi a c om panhad o de seus amigos Lucas e Arist arco (de Tessalônica). a grande ilha italiana. e abas teci dos dos ví veres necessários à vi agem e mbar caram num navio alexandri no rumo à: Siracusa. De Cesaréia navegaram para: 0 Sidon. na costa seguiram para: 0 oriental Régio. onde lhes foi permitido visitar os amigos crentes. Depois de passarem alguns dias ali. já na Península Itálica. levado pelos ventos. Na viagem. na Ilha de Creta. Neste porto fizeram a b a l d e a ç ã o 1 para outro navio que. na Ásia Menor.

De modo que o itinerário que segue uma conjectura. Ali o apóstolo ficou preso durant e dois anos.0 Potéoli. ponto final da vi agem marítima. Este gesto dos irmãos deu mais ânimo a Paulo. antes de c heg ar a Roma. foram: 0 Praça de Ápio e Três Vend as (At 2 8 . é coberto de incerteza quanto às suas at ividades e os lugares onde elas foram exercidas. capital política e cultural do Império. a sua prisão foi bastante suave. Embora ac or rent ado a um soldado. de que ele foi absolvido e que reassumi u o seu antigo t rabalho de visitar as igrejas já est abelecidas e organi zar outras novas. pelo que e nc ont r am os nas c hamadas "ep ís tol as pastorais". apesar de suas cadeias. prevendo ele a vitória do Evangelho t ambém em Roma. Fili penses. C ol ossenses e Filemom. Depois de longa espera Paulo foi absol vi do e posto em liberdade. Este período entre a sua primeira prisão em Roma e a segunda. 138 . As duas últimas etapas. aonde vários irmãos vieram da capital do Impéri o para receber o apóstolo e seus companheiros. ficando ali sete dias. Dali Paulo escreveu as seguint es epístolas: Efésios. à 40 km ao s udoest e de Roma. onde acharam alguns crentes que solicitaram a sua permanênc ia. tendo sido preso novamente pouco depois. Final ment e chega Paulo a: 0 Roma. 1 5 ) . Viagem de Paulo entre a sua Primeira e Segunda Prisão em Roma Há evidências claras. morando em casa parti cul ar alugada perto do quartel pretoriano.

pois pede ao seu j o vem c o mpa nhei ro que traga a Roma.5 e 2Timóteo 4. P e l e d e a n i m a l p r e p a r a d a p a r a se e s c r e v e r . Era uma cidade da Frigia.13. 0 Trôade. Pelo que se lê em 2Timóteo 4. 0 Filipos teria sido outro lugar visi tado por Paulo nesse período (Fp 2. Em Creta apa r en te me nt e Paulo desejava d e se nv o lv er t rabal hos amplos para adi ant ament o da obra do Evangel ho. o que provocou a terrível persegui ção neroniana.22. 139 .24). teria sido mais outro lugar vi sitado pelo apóstolo. O ministério de Paulo estava já no fim. C ert ament e o bravo soldado de Cristo pereceu na onda desta perseguição. a sua capa e os p e r g a m i n h o s 1 de ixados ali. na rota terrestre entre o oci dente e o oriente. mas teve que deixar os planos nas mãos de Tito. situado na região grega de Epiro. A suposição é que Paulo tenha sido preso em Trôade e levado para Éfeso para o interrogatóri o prévio. antes de ser remeti do a Roma. s eg undo Tito 3. onde está preso. e no delírio de sua loucura incendiou a cidade de Roma. @ Éfeso.20. lugares es calados na vi agem de Jerusal ém para Roma. s egundo se conclui de Filipenses 1. 0 Mileto e Creta. às margens do rio Lico. no litoral do Mar Adriático. 0 Nicópolis. parece que Paulo teve que deixar apr es s ad am en te este lugar. atribuindo a culpa aos cristãos.0 Colossos teria sido o seu novo campo de trabalho. após a l ibertação da sua primeira prisão em Roma. É o que se de preende de Tito 1.12. 1 ( L a t i m p e r g a m in a ) . Ali havia uma igreja que teria sido fundada pelo t r abal ho de Epafras e Arquipo. Nero estava no trono do Impéri o naquel es dias. Ásia Menor.

da Ásia e da Europa na volta 7. Imperador romano que incendiou a cidade de Roma atribuindo culpa aos cristãos. Cidade que era o ponto de partida segunda e terceira viagem de Paulo a)EU Roma b ) D Atenas c ) D Jerusalém d)K] Antioquia da Síria da primeira. da África e da Ásia b ) D O da Ásia. a ) Q Tito b)[X] Nero c ) D César d ) 0 Augusto Marque "C" para Certo e "E" para Errado 9. do Oriente Médio e da África c)(Xi O da Ásia na ida. usando de pretexto para perseguí-los.1 c I A cidade de Corinto foi o ponto inicial de Paulo na evangelização da Europa 10. da Europa e da Ásia na volta d ) 0 O da Europa na ida. 8.[ç] Ao concluir a sua terceira viagem missionária Paulo chegou a Jerusalém por ocasião da festa de Pentecostes 140 . As etapas da segunda viagem de Paulo podem ser divididas em três itinerários. a saber a)CU O da Europa na ida.Questionário ^ Assinale com "X" as al ternat ivas corretas 6.

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................................................................................. P03 Os Reinos de Saul.................................................................................... P06 Impér i os Babil ónico................. P12 Vi agem de Paulo a R o m a ..............Geografia Bíblica Mapas Bíblicos Ma p a s T01 a T04 foram uti l izados com a devida a u tor i zaç ão da Editora Vida...... P14 Plantas do T emp l o descr i to no livro deE z e q u i e l ...... P05 O Impér i o Assí ri o .................... T o d os os Di reitos Reservados.................................................................................................. Os i nf r at ores estarão s uj ei tos às penal id ad es da lei.............. Persa e G r e g o ...................... índice O Ori ente Médio na Época dos P a t r i a r c a s .... P09 Palesti na nos T emp os de J e s u s .......... P12a J e r u s al ém do Vel ho T e s t a m e n t o ............................. P08 Relevo da Palesti na ............................................................. P15 143 .......................... P l l Segunda Vi agem de Paulo ........................ P01 Egito e Sinai ...... Os i nf r at ores estarão s uj ei tos às p enal idades da lei................................................................................ PIO Pri mei ra Vi agem de P a u l o ....... P02 A Di vi são das Tri bos ...... P i l a Tercei ra Vi agem de P a u l o ............................................. T02 Mapa Físico da Terra S a n t a ... P13 J e r u s al ém nos T e mp os de C r i s t o ...................... P07 O Impér i o Romano nos T e mp o s de C r i s t o ......T04 O Mundo Ant i go .... Todos os di rei tos r eservados............................................ T03 J e r u sal ém Atual (Centro) ................. Mapas P01 a P15 foram u t i l izados com a devida aut ori zaç ão da S oc iedad e Bíblica do Brasil.. P04 Os Reinos de Israel e Judá ......................... Davi e Sal omã o ......................... T01 O Êxodo e a Conqui st a de C a n a ..........................

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A S S ÍR IA M É D IA • N inive • As sVI r • Ribla ^ 2 » s Susã "d • Dam asco . M a r M editerrâneo Alexandria E G IT O ■ • Ribla D a m a sco * % M ËD IA -j- "o.° % • Babilónia Jerusalem • ARABES M ênfis* (. M or Cáspio C arq u e m is .l' tí \ 1 » 1 1 1 1 Ci 1 II 1 1 .ir Mediterrâneo o Cv R. 1 1 K 1 . o -i00 (juAimetmv © S<k K<Lack~s lUik a«» Urwb\ Im p é r io s B a b iló n ic o . P e r s a e G r e g o TRACIA Mcir N egro MACEDONIA G R E C IA Líd Atenãs Sardeso ' ^*/ò V ia M ar C áspio ASIA M E N O R ARMENIA C arq u em is .\/. * ' «N ínive r\ • B abilónia Sam aria» Jerusalém » PARTIA • A c m e tá •Su sã M ê n f is « Mapa P 07 'Antioquia PERSIA >Persépolis ARABES G o lfo Pérsico Império Grego Tebas « I Império Persa Império Babilónic o M ar V e r m e lh o 0 250 500 ---------1 _________ L 1 A Quilômetros 1000 ____ O Sociedade« Bíblicas Unidas 1995 I .o / fo \ O I m p é r io A s s ír io Pérw to S S I iniEMwi Avwwk» E G IT O A 0 125 250 ♦ 1 1 1 Mar V e r m e lh o %.

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R o m a • Très Vendas •Pozuoli ^ ITÁLIA Cnido SIC ÍLIA LiC lA ' Régio • Siracusa MALTA SÍRIA Mirra RO DES C H IP R E Bon» Portos Viagem de Paulo a Roma f Vn m l « I m IW *’ •» l'nuit' W ' Sidont ■ CRETA Mdr Mediterrâneo Cesaréia # Jerusalém * .Mapa P 12 » c k M A C E D O N IA Anfípolis Filipos Tessalònica • « " «N eápolis Beréia • A polónia A C A IA Assós ■ Tróade Corinto M ilile n e » # pérgamo c Esm irna •Éfeso Á SIA • M ile lo A ntioquia P's*d'a ■Icônio Rodes ■ L is .vW Bíblicji Urudas I W î M apa P 12-A .ra * Pálara • Derbe Tarsn • Antioquia SIRIA Terceira Viagem de Paulo Mar M editerrâneo Cesaréia k »Tiro Ptolem aida QuilAtnctios Jerusalém fl boCitlJ.

R o g t '1 ) K .M apa P 13 A B C D Ê j F C H I J Jerusalém Vale de H inom © Sociedades Bíblicas Unidas 1995 ® F o n t e d e R o g C ‘ 1 ( E n .

Mapa P 14 .

49) Pilares do vestíbulo (40. Altar (40. Sala para lavar os animais (40. Salas do norte (42.15-20) 2. Porta norte (40. Porta oriental (40.48-41. 10. Parede exterior (41.4) Sociedade!.49) Colunas (40. Salas do sul (42. 11.10-11) 17.3) Lugar Santissimo (Santidade das Santidades) (41.9) Espaço livre (41. Templo propriamente dito (ver planta abaixo) 14. 2. Sala para os sacerdotes (40. Átrio interior (40. Porta sul do átrio interior (40. Edifício ocidental (41.17) 6.14) .5) Câmaras anexas (41. 7. 16.47.5) Parede exterior das câmaras (41. Muralha exterior (40. Pavimento (40.15) 1.35-37) 11.32-34) 10.2) Pilares (41. 5.20-23) 4.5.24-27) 5.49) Pilares (41.9) Muro (41. 8.21-22) 18.5-16) 3. 15.28) 8. Porta sul (40.38) 12. 6.13-17) ’ '*■ O TEMPLO PROPRIAMENTE DITO (40. 13. 12.1) Salão central (41. Porta oriental do átrio interior (40. PLAN O G E R A L D O TEM PLO 1. 3.44-46) 13.Mapa P 15 Plantas do Templo descrito no livro de Ezequiel Estas plantas se baseiam na visão de Ezequiel (capítulos 40 a 46) e não representam o templo de Salomão nem o segundo templo.11) Edifício ocidental (41.42.12) Parte do pátio fechado que fica para o oriente (41. 14.48) Vestíbulo (40. Porta norte do átrio interior J40.12) 15. Pátios (46.12) Pátio fechado (41.1-10) 16. 43. Hihlk as Unidas I c)11" 9. 4. Escada (40.17-18) 7. Átrio exterior (40. construído depois do exílio.28-31) 9.

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