Aula 11

Noções de Direito Administrativo p/ INSS - Técnico do Seguro Social - Com videoaulas 2015

Professor: Daniel Mesquita

Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro
Social -INSS. Teoria e exercícios comentados.
Prof Daniel Mesquita Aula 11

AULA 11: Responsabilidade Civil do Estado

SUMÁRIO
1)

INTRODUÇÃO À AULA 11

2

2) DISCIPLINA CONSTITUCIONAL E OS ELEMENTOS QUE COMPÕEM
A RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO NO BRASIL
2
2.1.
2.2.
2.3.
2.4.
2.5.
2.6.

DANO
ALTERIDADE DO DANO
NEXO CAUSAL
ATO ESTATAL
EXCLUDENTES DE RESPONSABILIDADE
ELEMENTO SUBJETIVO

16
16
22
25
25
27

3)

APLICAÇÃO DA TEORIA DA CULPA DO SERVIÇO NO BRASIL

33

4)

O RISCO INTEGRAL NO BRASIL

42

5)

REPARAÇÃO DO DANO

42

5.1. SUJEITO PASSIVO
5.2. FORMA DE REPARAÇÃO DO DANO

42
43

6)

54

A.
B.
C.
D.
E.

RESPONSABILIDADE EM SITUAÇÕES ESPECÍFICAS
RESPONSABILIDADE POR ATOS LEGISLATIVOS E JURISDICIONAIS
DANOS DECORRENTES DE OBRA PÚBLICA
RESPONSABILIDADE POR ATOS DE MULTIDÃO
POLICIAL DE FATO MORTO EM HORÁRIO QUE PRESTAVA SERVIÇO
ATO DELITUOSO PRATICADO POR FORAGIDO DA PRISÃO
ATO PRATICADO DENTRO DE ESTABELECIMENTO PRISIONAL OU ESCOLAS E

54
56
56
56
57

F.
HOSPITAIS PÚBLICOS

57

G. POLICIAL COMETE CRIME COM ARMA DE FOGO DA CORPORAÇÃO EM DIA DE
FOLGA

59

H. RESPONSABILIDADE DO
ECONÔMICO
I.

7)

ESTADO POR INTERVENÇÃO INDEVIDA NO DOMÍNIO
59
59

ATO DO ESTADO CONTRA O SERVIDOR PÚBLICO
PRESCRIÇÃO

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Social -INSS. Teoria e exercícios comentados.
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8)

RESUMO

64

9)

QUESTÕES

67

10) REFERÊNCIAS

93

1)

Introdução à aula 11

Bem vindos à nossa aula 11 de Direito Administrativo, do curso
preparatório para o concurso para Técnico de Seguro Social-INSS.
Nesta aula 11, abordaremos a matéria “8 responsabilização da
administração: responsabilidade civil do Estado.”.
Abordaremos os principais entendimentos jurisprudenciais do STJ e
do STF sobre responsabilidade civil do Estado, uma vez que não há uma
lei que discipline expressamente esse tema do direito administrativo.
Não se esqueça que, ao final, você terá um resumo da aula e as
questões tratadas ao longo dela. Use esses dois pontos da aula na
véspera da prova!
Chega de papo, vamos à luta!

2) Disciplina constitucional e os elementos
que compõem a responsabilidade civil do Estado
no Brasil
Você já ouviu falar em responsabilidade civil. Se você está dirigindo
falando ao celular, sem prestar a devida atenção no trânsito, e bate o
seu carro no carro de outra pessoa, você deve reparar o dano causado
no outro veículo, pois a culpa pelo acidente foi sua.

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Há o consenso de que. Prof Daniel Mesquita Aula 11 No caso. entre particulares. você foi imprudente ao dirigir falando ao celular. Mas. seja ele lícito ou ilícito. No exemplo. por ação ou omissão. Quando é o Estado quem causa o dano. como a análise da culpa é relevante.com.estrategiaconcursos. ou o ânimo da conduta. Teoria e exercícios comentados.br danielmesquita@estrategiaconcursos. se existir o ato do Estado. aplica-se o instituto da responsabilidade civil. não se investiga se ele agiu com culpa (imprudência. daquele que praticou o ato danoso). a responsabilidade é objetiva. Esse instituto impõe que aquele que. há o dever do Estado de repará-lo. Nesse caso. se houver o dano e se foi esse ato que praticou o dano. ou seja. Responsabilidade civil entre Responsabilidade civil do particulares (regra) Estado (regra) Subjetiva Objetiva Detalharemos todos esses elementos da responsabilidade civil objetiva ao longo desta aula. imperícia ou negligência). ou seja.com. imperícia ou negligência. No caso do acidente de trânsito entre particulares.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. com imprudência. diz-se que a responsabilidade é subjetiva (deve ser analisado o aspecto subjetivo. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. causar dano a outrem é obrigado a repará-lo. nesse caso. deve-se verificar se essa ação ou omissão foi praticada com culpa. por enquanto. você deve se atentar para a seguinte pergunta: Por que há consenso acerca da aplicação da teoria da responsabilidade objetiva do Estado como regra geral no Brasil? Prof.br 3 de 95 Facebook: Daniel Mesquita .

já foi superado. por essa teoria poderá haver excludentes da responsabilidade quando. Teoria e exercícios comentados. Essa teoria se diferencia da teoria do risco integral.estrategiaconcursos. 37. Aprofundaremos nesse tema mais abaixo. como ente soberano. mas. o Estado assume o risco pelas atividades que desenvolve e. causarem a terceiros. desde já. Por essa teoria. por exemplo. quando ocorre o dano.com.br 4 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . O Estado. Prof Daniel Mesquita Aula 11 Esse entendimento decorre do art. nessa qualidade. pois nesta última não há qualquer excludente de responsabilidade do Estado. contudo. Prof. pois nesta o Estado só vai indenizar se comprovado que o ato que gerou o dano foi praticado com dolo ou culpa (se comprovado. Isso.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS.br danielmesquita@estrategiaconcursos. § 6º. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.com. DECORE ESSE DISPOSITIVO: As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes. você deve saber que o Brasil adota a teoria do risco administrativo quando o assunto é responsabilidade civil. Nesse período. a ideia era a da irresponsabilidade estatal. a culpa for exclusiva da vítima (Ex: a vítima se joga na frente de um caminhão de lixo da prefeitura) ou quando houver caso fortuito ou força maior (Ex: um furacão joga um carro da prefeitura em cima de uma casa). por exemplo. não se busca verificar se o Estado agiu com dolo ou com culpa. era imposto aos indivíduos e sua autoridade não podia ser contestada. Também se diferencia da teoria da culpa. por isso. pois o seu poder era divino. uma vez que o rei não errava (“the king can do no wrong”). que o Estado foi negligente). da Constituição. Houve um período em que os Estados se constituíram segundo o modelo absolutista. hoje adotamos a teoria do risco administrativo. IMPORTANTE: como veremos abaixo.

c) subsidiária. (e) ausência de causa excludente da responsabilidade estatal. Francisco. intencionalmente. Em determinada data. Nesse caso. a responsabilidade da sociedade de economia mista pelos danos ocasionados é: a) objetiva. pois o Brasil não adota a teoria da culpa. Veja que a culpa ou o dolo não está entre os requisitos.com. Questão concurso de 1) (2014/ FCC/TRT .16ª REGIÃO (MA)/Técnico Judiciário . prestadora de serviço público. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt prestadoras de serviço público www. também.br é objetiva 5 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . (c) nexo causal. Prof Daniel Mesquita Aula 11 Assim.br danielmesquita@estrategiaconcursos. § 6º. 37. da CF. (d) ato estatal.Área Administrativa) Francisco é servidor de sociedade de economia mista. (b) alteridade do dano. em regra. que a letra (e) indica que o Brasil não adota a teoria do risco integral. Observe.estrategiaconcursos. e) disjuntiva. d) inexistente. RESPOSTA: O STF decidiu que a responsabilidade civil das pessoas jurídicas de direito privado Prof. o STF consagrou o entendimento de que são os seguintes requisitos que compõem a responsabilidade civil no Brasil: (a) dano. no exercício de sua função. Teoria e exercícios comentados. b) subjetiva. sabendo que o Brasil.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. adota a teoria do risco administrativo e partindo da interpretação do art. causou danos a particulares.com.

os cartórios extrajudiciais e as empresas públicas e sociedades de economia mista prestadora. para efeito do dever de indenizar o cidadão. A responsabilidade do Estado pelos danos sofridos pelo cidadão é: a) subjetiva. Essa decisão tem como princípio o art. Prof. o cidadão.com. que é um pequeno empresário. não se pode perder de vista que a responsabilidade objetiva alcança “as pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos”. Quanto ao ato estatal. da Constituição. Prof Daniel Mesquita Aula 11 relativamente a terceiros usuários e não-usuários do serviço. que prevê a adoção da teoria do risco administrativo: As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes. causarem a terceiros. b) objetiva. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. dependendo. fazendo com que o referido cidadão passasse a figurar no cadastro de inadimplentes. pois. Gabarito: A 2) (2015-FCC-SEFAZ/PI – Auditor Fiscal da Fazenda Estadual) Determinado servidor da Secretaria da Fazenda inseriu informações falsas sobre cidadão. especialmente em decorrência de restrições de crédito. § 6º. no cadastro de contribuintes do Estado. 37.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. Desse modo. da comprovação do nexo de causalidade entre a conduta do servidor e os danos sofridos.br 6 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . as entidades do terceiro setor (sistema “S”). nessa qualidade. dependendo.com. da prévia responsabilização do agente público em processo disciplinar ou administrativo.br danielmesquita@estrategiaconcursos.estrategiaconcursos. seu desafeto. Diante dessa situação. sofreu diversos prejuízos morais e patrimoniais. assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa. Teoria e exercícios comentados.

estrategiaconcursos. perante referidos cidadãos. não estando presente na situação narrada em face da conduta dolosa do agente público. Teoria e exercícios comentados. obriga o Estado a indenizar os danos patrimoniais e morais sofridos pelo cidadão.br danielmesquita@estrategiaconcursos.com. circunstância que. por não terem logrado obter certidões necessárias para comprovar a inexistência de antecedentes criminais. b) independe de comprovação de dolo ou culpa do agente. o qual responde civilmente perante o cidadão prejudicado e administrativamente por falta disciplinar. Como vimos no estudo até aqui. se presente. somente. sendo afastada. elementos esses que. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. se comprovada culpa exclusiva do agente público. 3) (FCC-2015-TRT/6º REGIÃO – Juiz do Trabalho Substituto) Em face de greve de serventuários da Justiça alguns candidatos à vagas abertas por uma prestigiada empresa de tecnologia não puderam se submeter ao correspondente processo seletivo. temos que identificar o agente. temos elementos suficientes para verificar que houve a responsabilidade objetiva do Estado.com. Assim. são requeridos para fins do direito de regresso do Estado perante o agente. e) decorrente da prestação do serviço público. Gabarito letra B. Prof Daniel Mesquita Aula 11 c) afastada. a) somente se configura em face de condutas comissivas. Prof. que no uso do seu cargo causou dano a particular com a intensão de prejudicá-lo. quando não identificado o agente causador do dano. dada a sua natureza objetiva. d) condicionada à comprovação de dolo do servidor.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. A responsabilidade civil do Estado. nesse caso foi o servidor da Secretaria de Fazenda.br 7 de 95 Facebook: Daniel Mesquita .

Teoria e exercícios comentados.estrategiaconcursos. d) é de natureza subjetiva.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS..”(Min. da análise das razões do acórdão recorrido.) Com se vê. da comprovação do dano..com. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. não bastando a comprovação do dano e do nexo de causalidade com ação ou omissão de agente público.br 8 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . nos termos da jurisprudência do STJ. Prof Daniel Mesquita Aula 11 c) depende da comprovação de dolo ou culpa dos serventuários.com.br danielmesquita@estrategiaconcursos. bastando a identificação do nexo de causalidade. Caso em que não há como aferir eventual inexistência de nexo de causalidade sem que se abram as provas ao reexame. ensejando o direito de regresso em face dos servidores responsabilizados em processo administrativo. nessa qualidade. Prof. dessa forma. causarem a terceiros. As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes. já temos condições de acertar essa questão. portanto. Gabarito: b 4) (FCC-2014-SEFAZ/PE – Auditor Fiscal do Tesouro Estadual) Considere o trecho do acórdão do Superior Tribunal de Justiça e as assertivas a seguir: “Quanto ao mérito. o dano e o nexo causal entre ambos. assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa. comprovar negligência na atuação estatal. a responsabilidade civil do Estado para condutas omissivas é subjetiva. observa-se que este delineou a controvérsia dentro do universo fático-probatório. Com as explicações anteriores. sendo necessário. (. Rel. e) é de natureza objetiva e independe.

A questão pede que responda de acordo com o texto exposto. o que não afasta a necessidade de demonstração do nexo de causalidade. apenas. d) II. apenas a assertiva II está correta. j.RJ. está correto o que se afirma em: a) III.05. é correto afirmar: Prof. II. Embora a Constituição Federal tenha estabelecido a modalidade objetiva de responsabilidade para o Estado tanto para atos omissivos. Assim podemos concluir com a afirmação da primeira parte do texto. Teoria e exercícios comentados. apenas. O Superior Tribunal de Justiça admite a modalidade subjetiva de responsabilidade para o Estado nos casos de omissão.br 9 de 95 Facebook: Daniel Mesquita .com. Prof Daniel Mesquita Aula 11 Humberto Martins.507 . II e III. AgR no AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL no 501.2014) I. c) I.com. apenas. III. passando-a a subjetiva em ambas as hipóteses. b) I e II. e) I e III. a jurisprudência mitigou esse rigor. Gabarito: D 5) (FCC-2014-DPE/RS – Defensor Público) Acerca da responsabilidade civil do Estado. quanto para atos comissivos. 27. enquanto que na responsabilidade subjetiva. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. Para a comprovação da responsabilidade objetiva não é necessária a demonstração de nexo de causalidade e de culpa do agente público. esses requisitos são indispensáveis.br danielmesquita@estrategiaconcursos.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. apenas.estrategiaconcursos. De acordo com o exposto.

Prof Daniel Mesquita Aula 11 a) Na liquidação dos danos sofridos pelo particular por ato da administração ou de seus agentes. Teoria e exercícios comentados. A letra “a” está errada. geram responsabilidade civil. sendo considerados agentes públicos. d) A responsabilidade civil do Estado pelos danos causados a particular por seus agentes no exercício de suas funções ou a pretexto de exercê-las. 6) (FCC .br danielmesquita@estrategiaconcursos. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. Letra “d” correta. Essa também é tranquila de acertar.com. Prof. os atos legislativos são atos do Estado. e os detentores de mandato eletivo.br 10 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . pode ser feito. não serão aplicáveis as regras do Código Civil. c) Não há responsabilidade civil do Estado pelos danos causados por atos legislativos ou leis declaradas inconstitucionais. sendo defeso acordo administrativo com o lesado. apenas aqueles com vínculo laboral com a Administração. e) Os danos causados pelo poder público somente podem ser reparados através da via judicial.com.20ª REGIÃO (SE) . Letra “c” errada. Gabarito letra D. b) O Estado é solidariamente responsável pelos danos causados a particulares por pessoas jurídicas de sua administração indireta quando prestadoras de serviço público.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. pois as regras do Código Civil são aplicadas.Juiz do Trabalho) De acordo com a Constituição Federal. A letra “b” está errada. quando comprovado o nexo de causalidade. Letra “e” o acordo administrativo não é proibido. ou por concessionários e permissionários de serviços públicos.2012 .TRT . a responsabilização civil do Estado por danos causados a terceiros pressupõe a) que o dano seja causado por agente público que atue nessa qualidade. não há responsabilidade do Estado. para tal finalidade.estrategiaconcursos. celetista ou estatutário.

Letra “b” errada e pelo mesmo motivo a alternativa “c” está certa. A responsabilidade civil do Estado refere-se às pessoas jurídicas de direito público (União. quando ocorre o dano. podendo exercer direito de regresso em face da Administração na hipótese de causas excludentes da ilicitude da sua conduta.br 11 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . por isso.com. e) a comprovação da responsabilidade subjetiva do agente. Pela teoria do risco administrativo adotada pelo Brasil. Prof. Distrito Federal e Municípios. caracterizadora de culpa in vigilando ou in elegendo do Estado. o Estado assume o risco pelas atividades que desenvolve e. salvo se comprovada culpa concorrente da vítima ou outras causas excludentes de ilicitude. caracterizada como a falha na prestação do serviço público aliada à conduta dolosa ou culposa do agente público.com. Estados. Alternativa “a” errada. A comprovação do dolo e culpa do agente será verificada para a ação de regresso que estudaremos logo a seguir. o qual responde pelos danos causados perante os terceiros.estrategiaconcursos. d) a comprovação de dolo ou culpa do agente. não se busca verificar se o Estado agiu com dolo ou com culpa. Não confunda! Alternativas “d” e “e” erradas. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www.br danielmesquita@estrategiaconcursos.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. Gabarito: letra “c”. Teoria e exercícios comentados. as Autarquias e as fundações públicas de natureza autárquica) e as pessoas jurídicas de direito privado prestadoras de serviços públicos. Prof Daniel Mesquita Aula 11 b) a comprovação da responsabilidade objetiva. c) a comprovação do nexo de causalidade entre a ação do agente público e o dano e independe da comprovação de dolo ou culpa do agente.

da existência da culpa do agente público. Prof. antes do Estado de Direito. pois o seu poder era divino.com. sofrendo paulatino abrandamento verificado com a adoção das teorias civilistas.estrategiaconcursos. Houve um período em que os Estados se constituíram segundo o modelo absolutista. a ideia era a da irresponsabilidade estatal. b) a responsabilidade civil do Estado iniciou-se à semelhança do direito civil. uma vez que o rei não errava (“the king can do no wrong”). consolidando-se a responsabilidade subjetiva que vige até os tempos atuais. prevalecendo atualmente a modalidade de responsabilidade subjetiva para atos comissivos e a de responsabilidade objetiva para atos omissivos.br 12 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . até se alcançar as teorias que consolidaram a responsabilidade objetiva do Estado. encontrando fundamento inclusive na Constituição de 1824. Teoria e exercícios comentados. era imposto aos indivíduos e sua autoridade não podia ser contestada. RESPOSTA: a) CORRETA. c) a responsabilidade civil do Estado foi cunhada com base no direito comum. d) o histórico da responsabilidade civil do Estado no ordenamento brasileiro demonstra que a responsabilidade objetiva já se encontrava presente desde a primeira constituição.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. afastando-se do regime comum com o passar do tempo. bem como o que consta da Constituição Federal. O Estado. A propósito da evolução doutrinária acerca da responsabilidade dos entes públicos. em face da identificação da necessidade de estabelecimento de regras próprias. razão pela qual continua a depender.com. Prof Daniel Mesquita Aula 11 7) (2014/FCC/TCE-PI/Assessor Jurídico) A responsabilidade civil do Estado e dos agentes públicos é estudada no Brasil há tempos. é correto afirmar: a) o histórico da responsabilidade civil do Estado trilhou caminho desde a irresponsabilidade total.br danielmesquita@estrategiaconcursos. Nesse período. ainda que não se falasse em teoria do risco. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. e) o histórico da responsabilidade civil do Estado indica que o ordenamento jurídico brasileiro sempre a consagrou. como ente soberano. essencialmente. baseada na culpa do agente público. em variados graus e medidas.

se existir o ato do Estado. hoje adotamos a teoria do risco administrativo. há o consenso de que. e) A responsabilidade civil do Estado vem sendo tratada pela legislação brasileira desde 1016. por isso.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS.br 13 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . independentemente do ato ser comissivo ou omissivo. ou seja. e ainda não se falava em teoria do risco. A primeira Constituição Brasileira a tratar do assunto Responsabilidade do Estado adotou uma teoria baseada na culpa. c)ERRADA. há o dever do Estado de repará-lo. diz-se que a responsabilidade é subjetiva (deve ser analisado o aspecto subjetivo. para concursos públicos prevalece o entendimento de que é aplicável a teoria da culpa do serviço no Brasil quando o assunto é prestação de serviços públicos pelo Estado. Há o consenso de que. nesse caso. o Estado assume o risco pelas atividades que desenvolve e. se houver o dano e se foi esse ato que praticou o dano. Como já falamos. Gabarito: A Prof. d)ERRADA. quando ocorre o dano. a responsabilidade é objetiva.com. a responsabilidade é objetiva. contudo. consolidou-se a ideia de responsabilidade objetiva. b) ERRADA. Teoria e exercícios comentados. Prof Daniel Mesquita Aula 11 Isso. daquele que praticou o ato danoso). Além disso. e não foi sempre contemplada nas Constituições.estrategiaconcursos. ou o ânimo da conduta. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. não se busca verificar se o Estado agiu com dolo ou com culpa.br danielmesquita@estrategiaconcursos. Quando é o Estado quem causa o dano. imperícia ou negligência). entre particulares. Por essa teoria. Mas cuidado! Apesar de divergência doutrinária. nesse caso.com. Como vimos acima. não se investiga se ele agiu com culpa (imprudência. seja ele lícito ou ilícito. inicialmente a ideia era da irresponsabilidade estatal. com o passar do tempo.Quando é o Estado. já foi superado.

br 14 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . d) objetiva.que prescindem de demonstração de culpa do agente causador do dano. a responsabilidade é subjetiva.estrategiaconcursos. São Paulo. que podem ou não demandar a demonstração de culpa do agente causador do dano. De conseguinte.com.2ª REGIÃO (SP)/Analista Judiciário . fundamentada pela teoria do risco administrativo. não é necessário o elemento de culpa para que seja considerado objetiva. Por fim. 27a ed.br danielmesquita@estrategiaconcursos. que prescindem da demonstração de culpa do agente estatal. em regra. que demanda a demonstração de culpa do agente causador do dano.Oficial de Justiça Avaliador) CELSO ANTONIO BANDEIRA DE MELLO. pois segundo o entendimento da doutrina majoritária. b) subjetiva. a letra Prof. noção básica do Estado de Direito. nos casos de atos omissivos.. em decorrência de atos omissivos ilícitos ou lícitos.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. em decorrência de atos comissivos lícitos. Teoria e exercícios comentados. Já a letra “e” está incorreta. que prescinde da demonstração de culpa do agente causador do dano. Sendo assim. As lições trazidas são pertinentes à modalidade de responsabilidade civil. 2010. e) objetiva. p. ensina que o fundamento da responsabilidade estatal é garantir uma equânime repartição dos ônus provenientes de atos ou efeitos lesivos.com. RESPOSTA: A responsabilidade do Estado. Malheiros. evitando que alguns suportem prejuízos ocorridos por ocasião ou por causa de atividades desempenhadas no interesse de todos. é objetiva. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. c) subjetiva imprópria. estão incorretas as alternativas “b” e “c”. Além disso. seu fundamento é o princípio da igualdade. em decorrência de atos comissivos ilícitos. a) objetiva. e do STF. ao tratar de determinada modalidade de responsabilidade civil do Estado. Prof Daniel Mesquita Aula 11 8) (2014/FCC/TRT . 1007). (Curso de Direito Administrativo.

titular do serviço público prestado. pois se trata de exercício de atividade econômica lucrativa. d) responderá a empresa privada objetivamente.br 15 de 95 Facebook: Daniel Mesquita .br danielmesquita@estrategiaconcursos. situação não albergada pelo tratamento especial da responsabilidade civil do Estado. pois o proprietário do veículo estacionado não é usuário direto do serviço público prestado RESPOSTA: Como já visto. nem a empresa privada. com direito de regresso contra o Município. Gabarito: A 9) (2014/FCC/Prefeitura de Recife – PE/Procurador) Um motorista de ônibus de uma empresa privada de transporte coletivo municipal. c) responderá a empresa privada. elas tem caráter lícito. b) responderá o município primária e objetivamente pelos danos causados no veículo estacionado. seja por se tratar de concessionária de serviço público. o STF decidiu que a responsabilidade civil das pessoas jurídicas de direito privado prestadoras de serviço público é objetiva relativamente a terceiros usuários e não-usuários do serviço. e por se tratar de “atividades desempenhadas no interesse de todos”. consoante o mais recente posicionamento do STF. direta e objetivamente.estrategiaconcursos.com. No presente caso. Teoria e exercícios comentados. e) não responderão objetivamente o Município. nem a empresa privada. a) não responderão objetivamente o Município.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. em razão do serviço público prestado ser de titularidade do Município. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. Prof Daniel Mesquita Aula 11 fala em atos comissivos “ilícitos”. ocasionando perda total neste veículo. ao fazer uma curva mais acentuada em determinado ponto de seu itinerário. colidiu com veículo estacionado na via pública em local e horário permitidos. seja em razão do risco inerente à sua atividade.com. Prof.

que prevê a adoção da teoria do risco administrativo: As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes.com.br 16 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . p. a responsabilidade objetiva decorre da natureza da atividade administrativa. a existência do nexo de causalidade entre o ato administrativo e o dano causado ao terceiro não Prof. § 6º. conforme lição de Bandeira de Mello (2010. da Constituição Federal”. 2. Alteridade do dano O ato estatal responsabilidade deve causar extracontratual danos se a terceiros caracterize.estrategiaconcursos. Dano Para que se caracterize o dano.br danielmesquita@estrategiaconcursos. concluiu que “a responsabilidade civil das pessoas jurídicas de direito privado prestadoras de serviço público é objetiva relativamente a terceiros usuários e não-usuários do serviço. seja ele material ou imaterial (inclusive moral!). Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.com. Assim.874.1. Para o STF. § 6º. 1010-1012). apresentamos a nossa primeira questão jurisprudencial que tem GRANDES CHANCES DE CAIR NA SUA PROVA: O STF. 37. segundo decorre do art. Gabarito: C 2. Teoria e exercícios comentados. no julgamento do RE 591.2. Prof Daniel Mesquita Aula 11 Essa decisão tem como princípio o art.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. que teve sua repercussão geral reconhecida. para Nesse que a ponto. nessa qualidade. 37. da Constituição. deve o ato estatal atingir um direito da vítima. deve o bem jurídico lesado ser certo e provocar um transtorno anormal. causarem a terceiros. transferência da a qual não é prestação dos serviços modificada públicos pela a mera empresas particulares concessionárias do serviço.

por atos praticados no exercício das respectivas funções. assinale a opção correta. conforme o Prof. A existência do nexo de causalidade entre o ato administrativo e o dano causado ao terceiro não usuário do serviço público é condição suficiente para estabelecer a responsabilidade objetiva da pessoa jurídica de direito privado. causadores de dados a terceiros.com.br 17 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . não incidindo nas hipóteses de atos lícitos.2010 . lícitos ou ilícitos. respondendo os demais Poderes.SMF-RJ . decorre de atos ilícitos praticados por agentes administrativos. d) A existência de nexo de causalidade entre o dano experimentado pelo particular e o comportamento da Administração é seu fundamento. Prof Daniel Mesquita Aula 11 usuário do serviço público é condição suficiente para estabelecer a responsabilidade objetiva da pessoa jurídica de direito privado. Isso torna a questão “d” correta. Teoria e exercícios comentados. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www.Fiscal de Rendas) No tocante à Responsabilidade Civil do Estado. Gabarito: D 11) (ESAF . e) Não prescinde da prova de culpa ou dolo do agente administrativo que deve ser comprovada pelo terceiro prejudicado. ao contrário do direito privado.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS.br danielmesquita@estrategiaconcursos. b) A responsabilidade patrimonial do Estado.estrategiaconcursos. Isso também cai em concurso.com. mesmo que causadores de danos excessivos a terceiros. em nome próprio. é correto afirmar: a) O Estado só se responsabiliza por atos praticados no exercício da função administrativa. meus amigos – OLHO ABERTO! Questões concurso de 10) (FCC-2014-TCE/PI-Auditor Fiscal de Controle Externo) Quanto à responsabilidade extracontratual do Estado. c) Restringe-se às hipóteses de atos comissivos.

b) É viável ajuizar ação de responsabilidade diretamente em face do agente público causador do dano. E não existe essa excludente dos atos praticados por notários. bem como em relação a terceiros não usuários do serviço público. Não entendi professor! Tenha paciência que já chegaremos a esse ponto da aula. sem maiores distinções em relação aos atos administrativos comuns. Prof Daniel Mesquita Aula 11 entendimento mais recente do Supremo Tribunal Federal sobre a matéria. d) A responsabilidade civil das pessoas jurídicas de direito privado prestadoras de serviço público é objetiva em relação aos usuários. c) O Estado não é passível de responsabilização civil objetiva por atos praticados por notários. Como as questões são de múltipla escolha é evidente que exista um “mix” de toda a matéria. Diferentemente do que afirma a letra “a”.com.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. ao invés de ser proposta contra a pessoa jurídica de direito público.br 18 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . Letra “b” errada. entre particulares. Você sabe quem são os notários? São aqueles Prof. Teoria e exercícios comentados.br danielmesquita@estrategiaconcursos. daquele que praticou o ato danoso).Quando é o Estado há o consenso de que. a responsabilidade é objetiva. Pessoal à relação é entre o Estado e o indivíduo lesado e entre o Estado e o agente estatal que causou o dano. Letra “a” errada. Pessoal quando é o Estado quem causa o dano. ou o ânimo da conduta. Como já falamos. a) Os atos jurisdicionais típicos podem ensejar responsabilidade civil objetiva do Estado. a responsabilidade é objetiva. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www.com. diz-se que a responsabilidade é subjetiva (deve ser analisado o aspecto subjetivo. nesse caso. existe distinção entre os atos em relação ao particular (atos administrativos comuns).estrategiaconcursos. Lembre-se são duas relações distintas. e) Só haverá responsabilidade objetiva do Estado se o ato causador do dano for ilícito.

br danielmesquita@estrategiaconcursos. d) não se aplica aos particulares. c) alcança os atos praticados por pessoa de direito público ou de direito privado prestadora de serviços públicos e atividades econômicas de relevante interesse coletivo.: Tabelião e oficial de registro. da Constituição Federal brasileira a) adota a teoria do risco integral. se houver o dano e se foi esse ato que praticou o dano. 37.com.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. § 6º. em que não se admitem causas excludentes ou mitigadoras da responsabilidade estatal. desde que existente nexo causal entre o evento causador do dano e a atividade objeto de delegação estatal. da Constituição Federal”. o STF concluiu que “a responsabilidade civil das pessoas jurídicas de direito privado prestadoras de serviço público é objetiva relativamente a terceiros usuários e não-usuários do serviço. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. há o dever do Estado de reparálo!!!! Letra “e” errada. Teoria e exercícios comentados. b) alcança os atos praticados por particulares prestadores de serviços públicos.com. visto que esses têm sua responsabilidade regulada pelo Código Civil. a quem é delegado o exercício da atividade notarial e de registro. segundo decorre do art. Era na letra “d” que eu queria chegar! Lembra do julgamento do STF que eu falei que poderia cair? Pois é. na oportunidade. Gabarito: Letra “d”. Letra “c” errada. Prof. 37. Eis a nossa resposta correta! Letra “d” Se existir o ato do Estado. Lembre-se que. Ex.estrategiaconcursos. dotados de fé pública. em relação a usuários e também a não-usuários.874 já foi objeto de cobrança da ESAF. seja ele lícito ou ilícito. mesmo aos que prestam serviços públicos. 12) (FCC - 2010 - PGE-AM - Procurador) O regime de responsabilidade previsto no art. o RE 591.br 19 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . Prof Daniel Mesquita Aula 11 profissionais do direito. § 6º.

o Estado de Pernambuco. pois há fatos que excluem ou reduzem a responsabilidade do Estado. em regra. a) será responsabilizado com fundamento na responsabilidade subjetiva do Estado. Ela. Gabarito: Letra “b”. Como vimos. a culpa exclusiva da vítima. Não se esqueça: a letra “c” está errada. Prof.2011 . 37. desde que existente nexo causal entre o evento causador do dano e a atividade objeto de delegação estatal.com. Mais de uma vez caiu a questão da responsabilidade objetiva com relação ao não usuário! Você verá abaixo em que consiste a teoria do risco integral.br danielmesquita@estrategiaconcursos. atualmente detido em uma Cadeia Pública na cidade de Recife mata a golpes de arma branca um de seus oito companheiros de cela.com.Técnico Judiciário) José. em relação a usuários e também a não-usuários.estrategiaconcursos. como. pois as empresas estatais que exercem atividade econômica não respondem objetivamente. 13) (FCC . uma vez que o dano foi causado por pessoa física que não faz parte dos quadros funcionais do Estado. Teoria e exercícios comentados. por exemplo.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. Por isso. c) não será responsabilizado. o regime de responsabilidade previsto no art. alcança os atos praticados por particulares prestadores de serviços públicos. d) não será responsabilizado. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. na medida em que inexiste prova do nexo de causalidade entre a ação estatal e o evento danoso. § 6º. Neste caso. não é adotada no Brasil. em ação civil indenizatória movida pela viúva do falecido detento. da Constituição Federal. Prof Daniel Mesquita Aula 11 e) exclui os atos praticados no exercício da função legislativa e jurisdicional. b) será responsabilizado apenas se houver comprovação da omissão dolosa dos agentes carcerários. preso provisório. que rompe o nexo de causalidade e afasta o dever do Estado de indenizar.TRE-PE .br 20 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . a letra “a” está errada.

c) subjetiva. Teoria e exercícios comentados. Anotado tal observação. d) subjetiva. os danos sofridos pelos presidiários devem ser reparados pelo Estado. Portanto a letra “e” é a alternativa correta. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. Resposta correta letra “a”.estrategiaconcursos.com. no que concerne à responsabilidade civil do Estado. Como esse dever de cuidado pelos presidiários é um dever básico do Estado. e) subjetiva. quando envolver imputação de responsabilidade subsidiária. independentemente da comprovação de sua culpa. a responsabilidade é objetiva. de seus agentes atuando nessa condição. com base na responsabilidade objetiva do Estado. lembre-se de que quando a responsabilidade do Estado for objetiva este responderá pelos danos causados por seus agentes independentemente de culpa.br 21 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . Prof.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. parágrafo 6o da Constituição Federal.br danielmesquita@estrategiaconcursos. b) objetiva pelos atos comissivos ilícitos e sob a modalidade subjetiva pelos atos comissivos lícitos. Assim. 14) (FCC-2010-TCE-AP-Procurador) Nos termos do que dispõe o artigo 37.com. lícita ou ilícita. quando envolver a imputação de danos morais. quando envolver a prática de atos omissivos lícitos praticados por delegação. este responde sob a modalidade a) objetiva. quando se tratar de atos comissivos lícitos ou ilícitos. O Estado deve velar por sua proteção. não se verifica se este agiu com culpa no ato. Para responder a essa questão você deve ter em mente que o indivíduo preso está sob a custódia e a responsabilidade do Estado. Sabemos que a responsabilidade civil do Estado é a obrigação do Estado de indenizar (reparar) dano (prejuízo) causado a terceiro em razão de conduta. Prof Daniel Mesquita Aula 11 e) será responsabilizado. pois foi ele quem tirou a liberdade do sujeito e o colocou em cárcere. comissiva (ação) ou omissiva.

d) subjetiva relativamente a terceiros usuários.estrategiaconcursos. Gabarito: Letra “a”.3. e) subjetiva.com. e subjetiva em relação a terceiros não usuários do serviço. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. 2. e objetiva em relação a terceiros não usuários do serviço. nos termos do art. Teoria e exercícios comentados. relativamente a terceiros usuários. de modo a considerar que se trate de responsabilidade a) objetiva relativamente a terceiros usuários e a terceiros não usuários do serviço. mesmo quando se tratando de terceiros. da Constituição Federal.SEFAZ-RJ .br danielmesquita@estrategiaconcursos. a jurisprudência mais recente do Supremo Tribunal Federal alterou entendimento anterior. c) objetiva relativamente a terceiros usuários. e objetiva em relação a terceiros não usuários do serviço. Nexo causal Nexo causal ou causalidade material é o elo que existe entre o dano e o comportamento positivo (ação) ou negativo (omissão) do agente público ou da entidade de direito privado prestadora de serviços públicos. porém decorrente de contrato. das empresas que realizam serviço público. 37. § 6º .com.2014 . aqueles que não são usuários do serviço. trazemos outra questão jurisprudencial relevante! Prof. b) subjetiva relativamente a terceiros usuários e a terceiros não usuários do serviço.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. ou seja.Auditor Fiscal da Receita Estadual Prova 1) Em matéria de responsabilidade civil das pessoas jurídicas de direito privado prestadoras de serviço público. Prof Daniel Mesquita Aula 11 15) (FCC .br 22 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . Ele responde à seguinte pergunta: O ato praticado pelo Estado gerou o dano? Novamente. dever de indenizar os danos causados independente da culpa. O Supremo Tribunal Federal definiu que há responsabilidade civil objetiva do Estado.

estrategiaconcursos. nesse caso.br danielmesquita@estrategiaconcursos. Em interessante caso.com. pois o Estado sempre responde objetivamente. a) não está correta. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www.844). c) não está correta. pois. Prof Daniel Mesquita Aula 11 O STJ (Resp 858. nem que esse tiroteio tenha sido efeito necessário da referida deficiência“ (REsp 980. Questões concurso de 16) (2014/FCC/SABESP/Advogado) Analise a seguinte assertiva: Desastres ocasionados por chuvas. o STJ consignou que “não há como afirmar que a deficiência do serviço do Estado (que propiciou a evasão de menor submetido a regime de semi-liberdade) tenha sido a causa direta e imediata do tiroteio entre o foragido e um seu desafeto. inundações e destruições. excluem a responsabilidade estatal. ele responderá pelos danos.br 23 de 95 Facebook: Daniel Mesquita .511) e o STF (AI 239. e) não está correta. não comportando exceção. durante o qual foi disparada a ‘bala perdida’ que atingiu a vítima. o nexo causal entre o evento danoso e a ação ou omissão do Estado. ocorrido oito dias depois. sendo hipótese de responsabilidade subjetiva. mas se for comprovado que o Estado omitiu-se no dever de realizar certos serviços. A assertiva em questão.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. o Estado responde diante de fatos decorrentes da natureza. d) está correta. enchentes.com. O Estado não é um segurador universal. Afastou-se.107) já sedimentaram o entendimento no sentido de que o dever do Estado de assegurar a segurança pública não significa que ele seja responsável por reparar todos aqueles que foram vítimas de crimes ocorridos em locais públicos. Prof. b) está correta. tais como. em regra. pois inexiste excludente da responsabilidade estatal. Teoria e exercícios comentados.

Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. Como vimos anteriormente. córregos. c) ao Estado. ) O motorista de um automóvel de passeio trafegava na contra-mão de direção de uma avenida quando colidiu com uma ambulância estadual que transitava na mão regular da via. represas ou de galerias de águas pluviais. uma vez que um veículo estadual (ambulância) estava envolvido no acidente. em alta velocidade porque acionada a atender uma ocorrência.2013 .Analista Judiciário .com.1ª REGIÃO (RJ) . sob a responsabilidade subjetiva. d) tanto ao civil quanto ao Estado. b) ao Estado. em razão de culpa concorrente. ainda quando verificado seu volume e constância. podemos afirmar que não. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. A responsabilidade civil do acidente deve ser imputada a) ao civil que conduzia o veículo e invadiu a contra. e) ao civil que conduzia o veículo.TRT . o ato praticado pelo Estado gerou o dano? Na hipótese tratada.br 24 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . O particular que Prof. Gabarito: D 17) (FCC . há responsabilidade civil da Administração em razão da omissão dos serviços que poderiam ter evitado o dano. que responde sob a modalidade objetiva no que concerne aos danos apurados na viatura estadual. Teoria e exercícios comentados. não havendo nexo de causalidade para ensejar a responsabilidade do Estado. no caso em questão. dando causa ao acidente. o que enseja a responsabilidade objetiva.estrategiaconcursos.mão. Assim.br danielmesquita@estrategiaconcursos. evitar ou atenuar os efeitos danosos das enchentes ou transbordamentos de rios. Prof Daniel Mesquita Aula 11 RESPOSTA: A responsabilidade civil da Administração decorre da existência de uma falta do serviço ou omissão administrativa na realização de obras necessárias que poderiam prevenir. sob a modalidade subjetiva.Área Judiciária / Direito Administrativo / Responsabilidade civil do estado.com. devendo ser comprovada a culpa do motorista da ambulância.

Gabarito: Letra “a”. Bandeira de Mello (2010.com. 2. é elemento que retira do Estado a responsabilidade pelo dano.com. 1023-1024) ensina que todas as excludentes rompem o nexo de causalidade. pois este que causou o acidente.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. as empresas estatais que executam atividade econômica. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. IMPORTANTE: Se houver culpa da vítima e. Além disso. Desse modo.br 25 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . Excludentes de responsabilidade A excludente de responsabilidade não é elemento da responsabilidade civil. 2. Não se sujeitam à responsabilidade objetiva. não se pode perder de vista que a responsabilidade objetiva alcança “as pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos”. Prof Daniel Mesquita Aula 11 e invadiu a contra. conforme lição de Gasparini (2008. os cartórios extrajudiciais e as empresas públicas e sociedades de economia mista prestadoras de serviço público estão sujeitas à responsabilidade objetiva. as entidades do terceiro setor (sistema “S”). emprego ou função pública da mesma forma que o empregado da empresa prestadora de serviço público deve estar no desempenho de suas atribuições.mão deve ser responsabilizado. Ato estatal Quanto ao ato estatal. 1044). haverá uma redução do valor da indenização na Prof. por outro lado. Teoria e exercícios comentados. ao mesmo tempo. não é demais lembrar. p.estrategiaconcursos.br danielmesquita@estrategiaconcursos. ato estatal danoso. que o agente público causador do dano deve estar no exercício de seu cargo. e  caso fortuito e a força maior.5. São elas:  culpa exclusiva da vítima ou de um terceiro (aplicação da teoria do risco administrativo). p. pelo contrário.4.

649) observa que a culpa de terceiro não retira a responsabilidade daquele que presta serviço público de transporte.br público para 26 de 95 Facebook: Daniel Mesquita .com. Questões concurso de 18) (FCC . 735 do Código Civil prevê que a responsabilidade do transportador por acidente com passageiro não é elidida por culpa de terceiro. na linguagem comum.Oficial de Justiça Avaliador) Diz-se. Assim. b) objetiva.15ª Região . p. uma vez que o art.estrategiaconcursos.2013 . ou seja.com. 945 do Código Civil). fazer referência à Responsabilidade a) objetiva.Analista Judiciário .br danielmesquita@estrategiaconcursos. modalidade de responsabilidade civil que prescinde de comprovação de culpa do agente público. embora não afaste a necessidade de demonstração do nexo de causalidade entre o ato e os danos por este causados. Quando se diz que a responsabilidade civil dos entes públicos é “sem culpa”. modalidade de responsabilidade civil que depende de comprovação Prof. c) subjetiva. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt de culpa do agente ou do serviço www. É o que se denomina culpa concorrente. modalidade de responsabilidade civil que independe da comprovação de culpa e nexo de causalidade entre ação ou omissão de agente público e os danos causados em decorrência desses.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. temos: Culpa concorrente Reduz o valor da indenização IMPORTANTE: Di Pietro (2009.TRT . tecnicamente se está querendo explicar a modalidade de responsabilidade civil aplicável aos mesmos. Prof Daniel Mesquita Aula 11 proporção da participação da vítima pelo evento danoso (art. Teoria e exercícios comentados. que o Poder Público responde civilmente com ou sem culpa.

Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. da comprovação de nexo de causalidade e não admite qualquer excludente de responsabilidade.com. 2.estrategiaconcursos. desse modo.br danielmesquita@estrategiaconcursos. Elemento subjetivo O elemento subjetivo também não é um dos elementos da responsabilidade civil do Estado. que vai poder ressarcir os cofres públicos. na qual não é necessária a presença do elemento culpa. é a responsabilidade civil objetiva do Estado. d) objetiva ou subjetiva. aplicável a primeira nos casos de omissão e a segunda nos casos de atos comissivos praticados por agentes públicos. se o agente estatal atuou com imprudência. A responsabilidade civil dos entes públicos “sem culpa”.br 27 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . bastando tão somente o dano e o nexo causal. 37. cobrando de seu servidor o valor da indenização paga à vítima.6. que o art. cuja culpa deve obrigatoriamente ser demonstrada. Verifica-se. o Prof. que independe da existência de culpa. Gabarito: Letra “a”. MUITA ATENÇÃO!!!! É importante observar. Essa culpa tem relevância apenas para o Estado.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. Teoria e exercícios comentados. Prof Daniel Mesquita Aula 11 configuração do nexo de causalidade.com. imperícia e negligência. contudo. uma vez que a regra no direito brasileiro é a responsabilidade objetiva. § 6º. menciona a culpa do agente causador do dano como elemento a ensejar a sua responsabilidade pessoal perante o Estado. da CF. Caso tenha havido culpa do agente. conforme exposto na questão. aplicável nos casos de ação e omissão. quando esse servidor praticou o dano com dolo ou culpa. CUIDADO: Essa culpa não tem qualquer relação com a vítima que sofreu o dano por ato do Estado. Essa comprovação deverá ocorrer em processo administrativo ou judicial que assegure ao agente público a ampla defesa e o contraditório. e) objetiva pura.

não se discute culpa. Estado. se o Estado reparou os danos. Essa cobrança se opera por meio de processo administrativo ou por meio de ação regressiva (=ação judicial do Estado contra o servidor que praticou o dano ao particular.TRE-RS .br 28 de 95 Facebook: Daniel Mesquita .com. não se esqueça: Como o Estado vai promover essa cobrança perante o seu servidor? De duas maneiras. onde se verifica se esse agente público agiu com dolo ou culpa no evento danoso.br danielmesquita@estrategiaconcursos. Nesta última. Na segunda. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www.com. Questão concurso de 19) (FCC . o Estado só vai conseguir cobrar de seu servidor (por meio de processo administrativo ou ação regressiva) se este praticou o ato danoso com dolo ou culpa. o agente público deve ressarcir ao Estado o valor que este desembolsou para indenizar o particular). Verificado o elemento subjetivo.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS.Técnico Judiciário) É certo que. pelos danos que o agente público. Prof Daniel Mesquita Aula 11 Estado pode cobrar dele o valor ressarcido ao indivíduo que sofreu o dano. causar a terceiros a) não cabe ação regressiva contra agente. ou por meio de uma demanda judicial chamada “ação regressiva” ou por meio de um processo administrativo. para ressarcir a vítima do dano. Assim. o objetivo é do Estado de recompor os cofres públicos em razão do valor gasto por ele. mesmo que tenha agido com culpa ou dolo.2010 . Nessa relação. Prof.estrategiaconcursos. Teoria e exercícios comentados. nessa qualidade. NÃO CONFUNDA: AQUI FALAMOS DE DUAS RELAÇÕES JURÍDICAS: Estado indivíduo lesado Estado agente estatal que causou o dano Na primeira relação. o objetivo é reparar o dano sofrido pelo indivíduo lesado.

br danielmesquita@estrategiaconcursos. A “c” está errada. Após estudar fica fácil. pois ela fala que o Estado é irresponsável. assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa. independentemente de culpa ou dolo do agente. porque cabe ação regressiva do Estado contra o agente público causador do dano se ele agiu com culpa ou dolo.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. c) a ação para reparação dos danos deve ser movida direta e unicamente contra o agente causador do dano. pois corresponde à redação do parágrafo 6º do art. Por fim. Poderá exercer direito de regresso em face do servidor envolvido no incidente a) com base na responsabilidade objetiva do mesmo. A letra “e” está errada. isto é. não fica? Vimos que a letra “a” está errada. nessa qualidade. A letra “b” está errada. pois contraria a teoria do risco administrativo. 20) (FCC . pois a reparação dos danos deve ser promovida contra o Estado. observamos que a correta é a letra “d”. 37 da Constituição.Auditor Fiscal do Município) O Município foi condenado a indenizar particular por danos sofridos em razão da omissão de socorro em hospital da rede pública municipal.2012 .com. Prof. Prof Daniel Mesquita Aula 11 b) o Estado somente responde pelos danos se o agente agiu com dolo ou culpa.SP . d) o Estado responde objetivamente.br 29 de 95 Facebook: Daniel Mesquita .estrategiaconcursos. bastando a comprovação do nexo de causalidade entre a atuação do servidor e o dano. causarem a terceiros. Teoria e exercícios comentados. pois é perante ele que a responsabilidade é objetiva. e) não cabe indenização porque naquele momento o agente representa o Estado. que você deve ler novamente: As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes.com.Prefeitura de São Paulo .

afastada a responsabilidade no caso de culpa decorrente do exercício de sua atividade profissional.estrategiaconcursos. 21) (FCC-2014-PGE/RN-Procurador do Estado de Terceira Classe) O Estado foi condenado judicialmente a indenizar cidadã por danos sofridos em razão da omissão de socorro em hospital da rede pública.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. Alternativa “a” errada. d) com base na responsabilidade subjetiva do servidor. Letra “c” errada. eis que o hospital negou-se a realizar parto iminente alegando falta de leito disponível. situação em que estará configurada a responsabilidade objetiva do servidor. a excludente de responsabilidade não é elemento da responsabilidade civil.br danielmesquita@estrategiaconcursos. lembrado que se verifica o elemento subjetivo e não objetivo. desde que constatado descumprimento de dever funcional. afinal. Alternativa “e” completamente sem lógica! Gabarito: Letra “d”. Na ação de regresso. e) desde que comprove conduta omissiva ou comissiva dolosa.com. A responsabilidade objetiva é do Estado Não cabe direito de regresso quando comprovada a inexistência de responsabilidade. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. Verifica-se que o agente agiu com dolo ou culpa no evento danoso. condicionada à comprovação de dolo ou culpa. c) independentemente da comprovação de dolo ou culpa.com. Prof Daniel Mesquita Aula 11 b) apenas se comprovar a inexistência de causas excludentes de responsabilidade.br 30 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . Diante de tal condenação. Teoria e exercícios comentados. é elemento que retira do Estado a responsabilidade pelo dano. Letra “b” errada. necessariamente deve-se verificar se o agente agiu com dolo ou culpa. pelo contrário. entende-se que o Estado poderá exercer direito de regresso em face do servidor que negou a internação: Prof.

causem danos a terceiros a) independe de comprovação de dolo ou culpa.Auditoria de Obras Públicas) O direito de regresso da Administração em face de agentes públicos que.br danielmesquita@estrategiaconcursos. quando inexistente.com. c) depende da comprovação de dolo ou culpa. d) independentemente da comprovação de dolo ou culpa. Prof Daniel Mesquita Aula 11 a) desde que comprove conduta omissiva ou comissiva dolosa.2012 . condicionada à comprovação de dolo ou culpa. Já estudamos que poderá ser com quando houver a responsabilidade subjetiva do servidor.Analista de Controle Externo .com. bastando a comprovação do nexo de causalidade entre a atuação do servidor e o dano. afastada quando configurada responsabilidade objetiva do Estado. afastada a responsabilidade no caso de culpa decorrente do exercício de sua atividade profissional. b) depende da comprovação de conduta dolosa ou de culpa grave. e) com base na responsabilidade subjetiva do servidor. afasta também a responsabilidade da Administração perante o particular. pelo servidor. salvo se comprovadas. Teoria e exercícios comentados. c) com base na responsabilidade subjetiva do mesmo. que. que decorre automaticamente da condenação do Estado.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. Gabarito: E 22) (FCC . dada a sua natureza objetiva.TCE-AM . b) com base na responsabilidade objetiva do mesmo. causas excludentes de responsabilidade. desde que constatado descumprimento de dever funcional.estrategiaconcursos.br 31 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . condicionada à comprovação de dolo ou culpa. nessa qualidade. A questão afirma que haverá o direito de regresso. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. Prof. então temos que ver em qual circunstância ele ocorre.

É correto afirmar que a) a primeira asserção está correta e a segunda está incorreta. § 6o . 37. com a caracterização da conduta dolosa ou culposa. Analise a seguinte sentença que contém duas asserções: Caso um agente público. e) prescinde da comprovação do nexo de causalidade. d) as duas asserções estão corretas e a segunda justifica a primeira. o agente público deve ressarcir ao Estado o valor que este desembolsou para indenizar o particular. assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa. o Estado responderá.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. Meu caro. cause dolosamente dano a terceiro.br 32 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . Gabarito: Letra “d”. § 6o . bastando a configuração da falha na prestação do serviço.estrategiaconcursos. Prof. nessa qualidade. nessa qualidade. da Constituição Federal. Teoria e exercícios comentados. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. c) as duas asserções estão incorretas. trata da responsabilidade objetiva do Estado. Prof Daniel Mesquita Aula 11 d) depende da comprovação da responsabilidade subjetiva do agente. 37. da Constituição Federal. 37.TJ-PE – Juiz) Considere este dispositivo constitucional: Art.com.com. não há o que se discutir. A ação regressiva é ação judicial do Estado contra o servidor que praticou o dano ao particular. causarem a terceiros. 23) (FCC . Verificado o elemento subjetivo. b) a primeira asserção está incorreta e a segunda está correta. § 6o : As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes.2013 . PORQUE o art.br danielmesquita@estrategiaconcursos. mas o fundamento da responsabilidade civil do Estado não será o art. onde se verifica se esse agente público agiu com dolo ou culpa no evento danoso.

estrategiaconcursos. portanto o dispositivo é fundamento sim para a responsabilização do Estado mesmo que agente tenha agido com culpa ou dolo. meus amigos! Apesar de divergência doutrinária. Assim. funciona mal ou funciona atrasado. De fato o dispositivo citado trata da Responsabilidade Objetiva do Estado. 3) Aplicação da teoria da culpa do serviço no Brasil MUITA ATENÇÃO! VAI CAIR COM CERTEZA NA SUA PROVA! Espere um pouco! Eu falei acima que o Brasil adota a responsabilidade objetiva. Como vimos acima.com. a primeira assertiva está incorreta. há hipóteses em que a teoria da culpa é adotada no Brasil? Há sim. Mas.br 33 de 95 Facebook: Daniel Mesquita .br danielmesquita@estrategiaconcursos.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. causarem a terceiros. porém não se trata da culpa individual do agente estatal. Prof Daniel Mesquita Aula 11 e) as duas asserções estão corretas e a segunda não justifica a primeira.com. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. visto que o Estado responderá pelos danos que seus agentes. ocorre a responsabilidade subjetiva do Estado quando o serviço público é prestado de maneira aquém do que Prof. porém. mas sim do serviço prestado pelo Estado quando ele não funciona. nesta qualidade. Gabarito: Letra “b”. essa teoria tem por fundamento a responsabilidade subjetiva do Estado. para concursos públicos prevalece o entendimento de que é aplicável a teoria da culpa do serviço no Brasil quando o assunto é prestação de serviços públicos pelo Estado. devendo funcionar. Teoria e exercícios comentados.

para evitar que ele atingisse uma casa próxima e causasse o dano.439). a responsabilidade civil por tal ato é subjetiva. nos Prof. será aplicada a teoria do risco administrativo (não se verifica se houve culpa: responsabilidade objetiva). pode comprovar que não agiu de forma negligente e se eximir da responsabilidade. a imperícia ou a imprudência. dado que pode ser atribuída ao serviço público. pois a autora não comprovou a culpa do Estado (REsp 721. não sendo. por parte do Estado em prestar o adequado serviço de policiamento ostensivo. No caso.com. permanente e reiterada. O STJ.com. O STF já teve a oportunidade de se manifestar no seguinte sentido: “Tratando-se de ato omissivo do poder público. Prof Daniel Mesquita Aula 11 se esperava e essa deficiência causou danos.820). entretanto. nesse caso. ou seja. que. O Estado. analisando a responsabilidade civil do Estado por não ter removido entulho acumulado à beira de uma estrada. Assim.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. Recentemente. mesmo nas hipóteses de omissão na prestação de serviços públicos. MUITO IMPORTANTE!!! CONSTITUI EXCEÇÃO À REGRA!!! Somente em casos extremos é que a jurisprudência adota a teoria da responsabilidade objetiva (teoria do risco administrativo) nos casos de omissão estatal. esta numa de suas três vertentes.estrategiaconcursos. a negligência. de forma genérica.br danielmesquita@estrategiaconcursos. Entretanto. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. quando o Estado se omitiu na prestação de um serviço público. necessário individualizá-la. a falta do serviço” (RE 369. a jurisprudência já verificou. concluiu que se tratava de responsabilidade civil subjetiva e que não era devida a indenização. vale a regra: aplica-se a teoria da culpa nas hipóteses de omissão na prestação de serviços públicos pelo Estado. pelo que exige dolo ou culpa. constatou-se a grave omissão. Teoria e exercícios comentados.br 34 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . em casos excepcionais. o STF reconheceu a obrigação do Estado de Pernambuco de custear as despesas necessárias à realização de cirurgia de implante de marcapasso em cidadão que ficou tetraplégico em decorrência de assalto ocorrido em via pública.

sob a acusação de prática de ilícito penal qualificado. como tal. na medida em que os atos de determinar e efetuar a prisão são de natureza comissiva e. Prof. O primeiro cidadão mencionado terminou por ser absolvido e posto em liberdade.estrategiaconcursos. considerando o período em que foi injustamente privado de sua liberdade: a) responde civilmente o Estado. prescindem da demonstração de culpa dos agentes públicos. sob a modalidade subjetiva. portanto. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. Checados os documentos de identificação. Prof Daniel Mesquita Aula 11 locais notoriamente passíveis de práticas criminosas violentas. uma vez que a cirurgia devolveria ao lesado a condição de respirar sem a dependência do respirador mecânico (STA 223).br 35 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . Questão concurso de 24) (2015-FCC-SEFAZ/PI-Analista do Tesouro Estadual) Autoridades policiais efetuaram a prisão de determinado cidadão. afirmando que jamais estivera no local dos fatos.com.com. ocasião em que se constatou homonímia em relação às duas pessoas. b) responde civilmente o Estado em razão da ação ou omissão das autoridades policiais. tendo em vista que não pode ser considerado servidor público e. mas também de suas genitoras. à autonomia existencial e à busca da felicidade. não só o nome dos homônimos.br danielmesquita@estrategiaconcursos. o réu persistia alegando sua inocência. as autoridades policiais locais efetuaram a prisão em flagrante de outro cidadão pela prática de crime da mesma natureza daquele que motivou a condenação acima mencionada. em atendimento de urgência. Em relação a este. Teoria e exercícios comentados. agente público para fins de responsabilização. A responsabilidade objetiva foi reconhecida para fazer prevalecer o direito à vida. não se podendo imputar responsabilidade baseada na atuação do magistrado da ação penal. Durante a tramitação da ação penal. restou apurado que coincidiam.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. Dois anos após o início da ação penal.

salvo se ficar comprovada culpa do magistrado. e todos os demais agentes do Estado envolvidos na prisão do cidadão inocente. que tinha como identificar a homonímia. Prof. Apenas libertando o cidadão tá tudo certo?! Claro que não. que forme nexo de causalidade com os danos experimentados pelo cidadão que ficou preso indevidamente. Ficou constatado que o houve um erro dos agentes do Estado na apuração do crime. Teoria e exercícios comentados. ou seja.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. Em todas as questões de responsabilidade civil. 25) (ESAF .br 36 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . marque a opção correta.MRE . e) não responde civilmente. incluindo o magistrado que decretou a prisão.com. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. Assim. nosso gabarito será letra D.2004 .estrategiaconcursos. incluído o magistrado que atuou na ação penal.com.Assistente de Chancelaria) Acerca de responsabilidade civil do Estado. não se estendendo a responsabilização à atuação dos agentes policiais. o que exclui a responsabilidade ainda que seja identificado nexo de causalidade entre a ação estatal e os danos causados. temos que analisar cada detalhe do caso concreto contado pela banca. Prof Daniel Mesquita Aula 11 c) não responde civilmente o Estado. o estado responderá civilmente no caso da demonstração da ação ou omissão de seus agentes. Terá que ser verificado se houve ação ou omissão dos agentes policiais no serviço. Então identificamos que há a presença do Estado e um particular que sofreu um dano em sua vida por ter sido preso equivocadamente.br danielmesquita@estrategiaconcursos. vindo a restringir a liberdade de um cidadão inocente. Logo. e que formam o nexo de causalidade com os danos que o cidadão sofreu. em razão do ato ser escopo de sua atuação. em razão dos agentes públicos terem agido em estrito cumprimento do dever legal. d) responde civilmente o Estado no caso de ser demonstrada ação ou omissão dos agentes públicos ou mesmo do serviço.

A responsabilidade é objetiva. a não ser quando demonstrada a culpa desses no evento danoso. eventuais danos sofridos por particulares não serão ressarcidos a título de responsabilidade civil do Estado. ao mesmo tempo. d) Em se tratando de atividade lícita do Estado. ATENÇÃO: A regra no Brasil. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. O gabarito correto é a letra “e”. Assim. ato estatal danoso. o Estado sempre responderá inteiramente pelo prejuízo suportado pelo cidadão. Caso ocorra culpa do agente. b) O Estado não pode cobrar do seu servidor a indenização que pagou a particular. Prof Daniel Mesquita Aula 11 a) O Estado não responde civilmente pelos danos causados por seus servidores. haverá culpa concorrente. seja ele lícito ou ilícito.com. A teoria da culpa só é adotada em caso de omissão do Estado ao não prestar (ou mal prestar) um serviço que deveria prestar. Letra “c” errada. se houver o dano e se foi esse ato que praticou o dano. o Estado pode cobrar dele o valor ressarcido ao indivíduo que sofreu o dano (em ação regressiva ou processo administrativo). Teoria e exercícios comentados. letra “a” errada. mesmo que prove a culpa do servidor no evento. ou seja. Se houver culpa da vítima e. e) O Estado também é responsável civilmente por omissão de seus agentes. é a adoção da teoria do risco administrativo (responsabilidade objetiva do Estado). c) Segundo as regras da responsabilidade civil do Estado entre nós. Letra “b” errada. Prof. Meu caro.br 37 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . há o dever do Estado de repará-lo. mesmo que o particular também seja culpado pelo dano causado. a título de responsabilidade civil. Memorize! Letra “d” errada. pois o ato estatal que gera o dever de indenizar pode ser uma ação ou uma omissão do agente público.estrategiaconcursos. que cause dano a particulares.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS.br danielmesquita@estrategiaconcursos. levada a cabo de acordo com o direito.com. como vimos. se existir o ato do Estado.

No entanto. Diante desse cenário e do que prevê a Constituição Federal brasileira. e) o Estado pode ser responsabilizado subjetiva e subsidiariamente pelos danos causados aos civis envolvidos no acidente. aplica-se a teoria da culpa nas hipóteses de omissão (ou demora) na prestação de serviços públicos pelo Estado caso tenha causado dano ao particular. a) o Estado pode ser responsabilizado civil e objetivamente pelos danos causados pela demora no atendimento. será aplicada a teoria do risco administrativo (não se verifica se houve culpa: responsabilidade objetiva).com. b) o Estado não pode ser responsabilizado objetivamente.br danielmesquita@estrategiaconcursos. Teoria e exercícios comentados. Quando outra viatura foi acionada para prestar o atendimento emergencial as outras vítimas. ocorre quando a omissão do Estado é causa direta e imediata do dano Prof.Analista Judiciário . em casos excepcionais. Geralmente. o estado de saúde de uma delas estava bastante agravado.18ª Região (GO) .Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS.TRT . c) somente os agentes responsáveis pelo primeiro socorro podem ser responsabilizados pessoalmente. tendo em vista que não prestaram o adequado atendimento às vítimas. porque a Constituição Federal brasileira não contempla responsabilização por atos omissivos. d) o Estado só pode ser responsabilizado pelos danos causados se os policiais militares envolvidos no acidente tiverem culpa pelo mesmo. os agentes públicos responsáveis pelo resgate prestaram socorro primeiramente aos policiais militares feridos. mesmo nas hipóteses de omissão na prestação de serviços públicos.Área Judiciária ) Numa ocorrência de acidente de trânsito envolvendo uma viatura oficial da polícia militar e um carro particular.2013 . Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www.estrategiaconcursos. Prof Daniel Mesquita Aula 11 26) (FCC . vimos também que. Como vimos.br 38 de 95 Facebook: Daniel Mesquita .com.

atraso no pagamento de tributos. da Constituição Federal e na Lei nº 8.935/94. que tenha atuado com dolo ou culpa. c) possui o direito de ser indenizado pelos danos morais e patrimoniais sofridos. Paulo sofreu sérios prejuízos. mas apenas à reparação do erro verificado. Em face de tal situação. solicitou um empréstimo em instituição financeira e o mesmo foi negado em função de apontamento constante do Tabelionato de Protesto. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. Posteriormente. 27) (FCC .Titular de Serviços de Notas e de Registros . desde que comprovada a responsabilidade subjetiva do tabelião. desde que comprovado dolo ou culpa.2013 . cabendo a responsabilidade. e) possui o direito de ser indenizado. multas. que poderá exercer o direito de regresso em face de preposto responsável pelo erro. tendo em vista tratar-se de serviço público delegado. entre outros. comerciante estabelecido no município do Recife. 37.TJ-PE .Provimento) Paulo. afastada nos casos de falha do serviço que não decorra de dolo ou culpa individual. decorrentes da falta de capital de giro. Em face disso.estrategiaconcursos. eis que a responsabilidade do agente público delegado é de natureza subjetiva. tabelião ou preposto. d) não possui direito a indenização. ao agente causador do dano. Teoria e exercícios comentados.br danielmesquita@estrategiaconcursos.br 39 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . Prof.com.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. incidindo na situação narrada a responsabilidade objetiva do Tabelionato. restou comprovado que o apontamento constou indevidamente da certidão expedida. em decorrência de erro do programa de informática do Tabelionato. Gabarito: Letra “a”. Prof Daniel Mesquita Aula 11 causado. entre os quais a perda de contratos pela impossibilidade de pagamento de seus fornecedores. b) não possui direito à indenização.com. exclusivamente. § 6º. Paulo a) detém o direito de ser indenizado pelos prejuízos sofridos. Por isso a alternativa A está correta ao afirma que o Estado pode ser responsabilizado objetivamente pelos danos causados. com fundamento no art.

ensejando a responsabilidade subjetiva da entidade municipal. provandose o nexo causal e o dano sofrido pelo cidadão. e) a situação ocorrida está no horizonte de previsibilidade da atividade. o que afasta a responsabilidade estatal. o Município alega que se trata de situação de força maior. c) não se trata de situação de força maior. d) por se tratar de morte natural. que tinha o dever de evitar o evento danoso. afastando as causas excludentes de responsabilidade. b) a responsabilidade estatal na prestação de serviços públicos é baseada na teoria do risco integral.com. desde que comprovada o dolo ou culpa. sendo que o referido hospital não possuía geradores de emergência.br 40 de 95 Facebook: Daniel Mesquita .estrategiaconcursos. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. Prof Daniel Mesquita Aula 11 A responsabilidade civil do Estado é objetiva. Em sua defesa. decorrente de uma tempestade na região.br danielmesquita@estrategiaconcursos.Defensor Público) Paciente internada em UTI de hospital público municipal falece em razão da ocorrência de interrupção do fornecimento de energia elétrica. afastando as causas excludentes de responsabilidade.com.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. portando. O Tabelionato.2013 . por mais que a tempestade tenha prejudicado o sistema elétrico. é responsabilidade do Estado possuir um Prof. Gabarito: Letra “e”. o nexo causal não se encontra configurado.DPE-AM . mas sim de fato de terceiro. que não enseja o afastamento da responsabilidade estatal. pois a) a responsabilidade estatal na prestação de serviços públicos é baseada na teoria do risco administrativo. 28) (FCC . uma vez que a falta de energia elétrica em um hospital é um fator comprometedor à saúde dos pacientes. após o pagamento da indenização. decorrente de moléstia contraída antes da internação. Trata-se de uma situação que o Estado deve prever. Tal argumento não se sustenta. Desta forma. terá direito de regresso contra o responsável pelo erro. Teoria e exercícios comentados. sendo desnecessário recorrer à excludente de força maior. este terá direito à indenização por suas perdas.

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gerador no hospital, ensejando a responsabilidade subjetiva no dano
sofrido pela paciente.
Gabarito: Letra “e”
29) (FCC - 2012 - MPE-AL - Promotor de Justiça) Uma servidora
pública estadual é vítima de constantes humilhações de seu superior
hierárquico, culminando a perseguição com a remoção desnecessária e
injustificada para um posto distante de sua residência. Diante de tal
circunstância, a servidora decide ajuizar ação de indenização por danos
morais e materiais – visto que teve gastos médicos decorrentes do
sofrimento psicológico a que foi submetida. Uma vez provados tais
fatos, a responsabilidade
a) é atribuível de forma solidária ao Estado e ao agente público que
submeteu a autora a assédio moral.
b) no tocante aos danos morais é atribuível tão somente ao agente
público, em vista da natureza eminentemente pessoal do conflito.
c) é exclusiva do agente público, visto que a entidade estatal não
obteve nenhum proveito da situação, refugindo ao âmbito da teoria do
risco-proveito, embasadora da responsabilidade objetiva estatal.
d) somente poderá ser atribuída ao ente estatal caso se comprove
a culpa in vigilando em relação à atuação do agente público que
promoveu o assédio moral, por se tratar de conduta omissiva do ente
estatal,

o

que

ensejaria

responsabilidade

na

modalidade subjetiva.
e) é atribuível de forma principal ao agente público, por ser o
causador direto do dano; e de forma subsidiária ao ente estatal, caso o
agente público não tenha patrimônio para reparar o dano causado.
A responsabilidade civil neste caso será subsidiária, cabendo à
servidora buscar reparação em face de seu superior hierárquico,
devendo, para isso, comprovar o dolo ou culpa de sua ação, visto que
este possui responsabilidade subjetiva; ou então buscar reparação em

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face do Estado, bastando comprovar o dano e o nexo causal, em face
da responsabilidade objetiva.
Gabarito: Letra “a”

4)

O risco integral no Brasil

E a teoria do risco integral, é adotada no Brasil?
O art. 21, inc. XXIII, d, da CF, assim dispõe:
d) a responsabilidade civil por danos nucleares independe da existência de
culpa

Apesar

da

divergência

doutrinária,

para

concursos

públicos

prevalece o entendimento de que esse é um dispositivo que prevê a
aplicação da teoria do risco integral – Fiorillo (2006, p. 204) e Ferraz
(2006, p. 214).
Segundo

esses

responsabilidade

autores,

objetiva

se

comum

a

CF

para

quisesse
a

atividade

estabelecer
nuclear

a

não

precisaria consignar um dispositivo somente para essa atividade, seria
suficiente a previsão do art. 37, § 6º. Assim, o Estado assume os
grandes riscos decorrentes dessa atividade e deve responder pelos
danos nucleares, não podendo alegar causas excludentes dessa
responsabilidade.

5)

Reparação do dano

5.1. Sujeito passivo
Quem deve reparar o dano? O Estado ou o agente público?
Segundo o disposto no art. 37, § 6º, da CF, o responsável direto
por ressarcir o lesado pela prática do ato estatal danoso é o Estado. O

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dispositivo constitucional, contudo, não proíbe, de forma expressa, que
o indivíduo busque o ressarcimento do agente estatal causador do
dano.
Diante disso, a doutrina se inclinou no sentido de que o lesado
pode optar, segundo a sua conveniência, por entrar com a ação de
reparação de danos contra o Estado ou contra o agente. Neste último
caso, deveria ser comprovado nos autos o dolo ou a culpa do servidor
ou empregado da Administração.
CUIDADO!!!!
Não foi esse, contudo, o entendimento adotado pelo STF. Já no
julgamento do RE 228.977, a Suprema Corte consignou que o indivíduo
que sofreu o dano deve cobrar somente do Estado quando o lesado
buscar a reparação por um ato praticado por um juiz.
No julgamento do RE 327.904, o STF colocou uma pá de cal sobre
a

matéria

ao

entender

que

a

ação

com

fundamento

na

responsabilidade objetiva somente pode ser ajuizada contra o
Estado e não contra seu agente, uma vez que o disposto no art. 37,
§ 6º, da CF configura dupla garantia: “uma em favor do particular,
possibilitando-lhe ação indenizatória contra a pessoa jurídica de direito
público ou de direito privado que preste serviço público; outra, em prol
do servidor estatal, que somente responde administrativa e civilmente
perante a pessoa jurídica a cujo quadro funcional pertencer”.

5.2.

Forma de reparação do dano

“Como o dano será reparado, professor?”
A reparação do dano pode ser requerida pelo particular no âmbito
administrativo, oportunidade em que será aberto um processo
administrativo no qual se buscará a comprovação do fato e a extensão
do dano. Se a vítima concordar com a conclusão da Administração, a
questão se encerrará.

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Nesse ponto.br danielmesquita@estrategiaconcursos. 70. que o juiz não está obrigado Prof.352). porque a lei define que ele é o responsável pelo pagamento da indenização em ação regressiva.949 e REsp 955. Assim. por outro lado. estamos tentando responder à seguinte pergunta: O Estado deve chamar o servidor que praticou o dano contra você para integrar o processo que você abriu contra o Estado? Primeiramente. ainda é válida a apresentação da discussão doutrinária sobre o tema. jamais. impede que o agente estatal figure numa mesma demanda que a vítima do dano. Nesse ponto da aula. se for condenado. Você será o autor da ação e o Estado o réu. o Estado não perderá o direito de regresso). professor?” Denunciação à lide é um instituto do direito processual que designa. discute a doutrina se nas ações de reparação de danos causados pelo Estado é aplicável o art. O STJ já sedimentou entendimento de que a denunciação da lide não é obrigatória (se não for feita. que dispõe ser obrigatória a denunciação à lide do agente estatal responsável pelo dano. tão somente. III.886.com. deve-se considerar que a “dupla garantia” reconhecida pelo STF no julgamento acima. você vai entrar com a ação de reparação de danos contra o Estado. REsp 903. Contudo. Prof Daniel Mesquita Aula 11 O lesado. pode requerer a reparação diretamente perante o Poder Judiciário contra o ente público ou o prestador de serviço público. Se você sofre um dano por um ato estatal.br 44 de 95 Facebook: Daniel Mesquita .696. ou seja.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. O Estado. Entretanto.estrategiaconcursos. Teoria e exercícios comentados. do CPC. que um terceiro que não faz parte do processo é chamado a nele ingressar. contra o agente estatal. no julgamento REsp 661. a Corte Superior deixou claro. pode cobrar o prejuízo do servidor que causou o dano em ação regressiva. a Suprema Corte não chegou a discutir essa questão no julgado em referência. para o Tribunal é possível a denunciação (ERESP 313. É justamente o caso da responsabilidade civil do Estado.com. “O que é denunciação à lide. se levada às últimas consequências. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. entretanto. como visto.

uma vez que a VARIG teve congeladas as suas tarifas bruscamente enquanto o os equilíbrio seus custos aumentaram. o Estado impôs à empresa prejuízo financeiro. 738 do Supremo Tribunal Federal é indispensável. concessionária de serviço público.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS.com.br danielmesquita@estrategiaconcursos. a leitura do Informativo n. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. Em primeiro lugar. Teoria e exercícios comentados. este deve propor a ação regressiva contra o servidor. Outros julgados importantes. Foram dois os fundamentos do Supremo Tribunal Federal. Em razão do congelamento de preços determinado por lei (“Plano Cruzado”).com.estrategiaconcursos. Isso porque – lembrem-se – o Brasil Prof. Prof Daniel Mesquita Aula 11 a processar a denunciação da lide promovida pelo Estado quando concluir que a tramitação de duas ações em uma só onerará em demasia uma das partes. Para quem está estudando para concursos públicos. pela implementação de política econômica. relativos ao tema “Agentes Públicos”. Isso porque. expressos e demonstrados” ensejam a reparação do dano ao particular. também merecem ser estudados. PESSOAL! Questão certa nas próximas provas! Pois a União vai ter que pagar uma indenização BILIONÁRIA à VARIG! O STF entendeu que o Estado deve indenizar prejuízo causado a empresa privada. Tenha em mente os seguintes entendimentos estabelecidos pelo STF: (a) MUITA ATENÇÃO AQUI. o Tribunal constatou que mesmo o ato lícito do Estado gera responsabilidade objetiva e mesmo os atos legislativos.br 45 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . se geraram “prejuízos específicos. Como o Estado não deve chamar o servidor para a mesma demanda que você propôs contra o Estado. a publicação da Suprema Corte traz um julgado super relevante na matéria “Responsabilidade civil do Estado”. econômico-financeiro do alterando contrato de concessão celebrado com a União. ferindo os princípios da economia e da celeridade na prestação jurisdicional.

O segundo fundamento foi a obrigatoriedade do Estado manter o equilíbrio econômico financeiro dos contratos administrativos (no caso. aos ditames constitucionais. fundada na teoria da responsabilidade Prof. em um Estado de Direito. Leia com atenção o seguinte trecho do Informativo n. O STF destacou que a manutenção do equilíbrio econômico e financeiro do negócio administrativo tem como fonte o art. inconteste que o Estado deveria ser responsabilizado pela prática de atos lícitos quando deles decorressem prejuízos específicos.com. havia cláusula contratual que estipularia a correspondência entre as tarifas a serem aplicadas e os fatores de custo da atividade objeto do contrato de concessão). pois jungida às regras da concessão de serviço público. Assim. submeter-se-iam.br 46 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . considerou irretocável a decisão recorrida. Repisou que não se estaria a discutir a legalidade da decisão política.br danielmesquita@estrategiaconcursos. não poderia a companhia esquivar-se dos danos. Na condição de concessionária. Prof Daniel Mesquita Aula 11 adotou a teoria da responsabilidade objetiva com base no risco administrativo (basta a configuração do dano e a verificação do nexo de causalidade entre aquele e a ação estatal para se impor o dever do Estado de indenizar). expressos e demonstrados. mesmo os legislativos. Esclareceu que a empresa nada poderia providenciar contra o que lhe fora determinado. uma vez que não deteria liberdade para atuar conforme sua conveniência. Destacou que a comprovação dos prejuízos ocorrera nas instâncias próprias de exame do acervo fático-probatório. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. porque plenamente justificados por imperioso interesse do Estado e da sociedade brasileira — teriam provocado diretamente danos à recorrida. Salientou que. da CF (“mantidas as condições efetivas da proposta”) e decorre do princípio da segurança jurídica. no entanto. os atos administrativos.estrategiaconcursos. 37. Teoria e exercícios comentados. Por fim.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS.com. 738: “A Ministra Cármen Lúcia ponderou que os atos que comporiam o “Plano Cruzado” — conquanto não tivessem se afastado do princípio da legalidade. XXI.

b) II.3. o ente público réu pode buscar a responsabilização do agente público autor do dano. nem sempre impede sua responsabilização perante a Administração. Cármen Lúcia.2014. em ação regressiva. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www.com. Em ação de responsabilidade por dano causado a particular. II. por meio da nomeação à autoria. Prof. Está correto o que se afirma APENAS em a) I.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. d) I e II. A absolvição do agente público causador de dano a particular. III.br danielmesquita@estrategiaconcursos. O regime de responsabilidade objetiva da pessoa jurídica prestadora de serviços públicos pelos danos que causar em razão de sua atividade se aplica tanto em favor de usuários do serviço prestado quanto em favor de terceiros não-usuários.br 47 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . Teoria e exercícios comentados. e) II e III. Prof Daniel Mesquita Aula 11 do Estado por ato lícito”. considere as seguintes afirmações: I.18ª Região (GO)/Juiz do Trabalho) Com relação à responsabilidade civil na atuação estatal. Min. RE 571969/DF.com. rel. 12. na esfera penal. (RE-571969) Questões concurso de 30) (2014/FCC/TRT . c) III.estrategiaconcursos.

com. O STJ já sedimentou entendimento de que a denunciação da lide não é obrigatória (se não for feita. o Estado não perderá o direito de regresso). para o Tribunal é possível a denunciação (ERESP 313.696. § 6º. 70. Veja o que diz a súmula 18 do STF: Prof. que dispõe ser obrigatória a denunciação à lide do agente estatal responsável pelo dano. A doutrina discute se nas ações de reparação de danos causados pelo Estado é aplicável o art. REsp 903. este deve propor a ação regressiva contra o servidor.352). 37. ferindo os princípios da economia e da celeridade na prestação jurisdicional.br 48 de 95 Facebook: Daniel Mesquita .949 e REsp 955. ou seja. Teoria e exercícios comentados.br danielmesquita@estrategiaconcursos. o STF decidiu que a responsabilidade civil das pessoas jurídicas de direito privado prestadoras de serviço público é objetiva relativamente a terceiros usuários e não-usuários do serviço. mas sim de denunciação da lide. não trata-se de nomeação à autoria.com. Portanto. a Corte Superior deixou claro.886. A absolvição penal por insuficiência de provas ou por ausência de culpabilidade. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. segundo decorre do art. por exemplo. Como já foi visto. do CPC. II. Contudo. Prof Daniel Mesquita Aula 11 RESPOSTA: Vamos analisar as 3 afirmações: I.estrategiaconcursos. Como o Estado não deve chamar o servidor para a mesma demanda que você propôs contra o Estado.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. III. no julgamento REsp 661. da Constituição Federal. não interfere nas demais esferas. III. que o juiz não está obrigado a processar a denunciação da lide promovida pelo Estado quando concluir que a tramitação de duas ações em uma só onerará em demasia uma das partes. A absolvição penal somente influencia nas demais órbitas (civil e administrativa) quando por negativa de autoria ou inexistência do fato.

br que era de 49 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . reconhecida a responsabilidade do poder público e o dever de indenizar. não compreendida na absolvição pelo juízo criminal.com.estrategiaconcursos. Assim. a ressarcir o valor da indenização que pagou a terceiros em decorrência de conduta daquele. Teoria e exercícios comentados. temos como correta a letra “e”. Prof Daniel Mesquita Aula 11 “Pela falta residual. www. manu militari.com. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt por deficiência de sinalização. o Estado pode propor a ação regressiva (= demanda judicial) contra o servidor ou o prestador de serviço público que agiu com dolo ou culpa no evento danoso. c) ação judicial que o agente público tem contra a vítima de dano se não agiu com culpa. a ação regressiva é uma a) medida de natureza administrativa de que dispõe a Administração para obrigar o agente. O acidente ocorreu Prof. e) ação judicial de natureza civil que a Administração tem contra o agente público ou o particular prestador de serviços públicos causador do dano a terceiros. 32) (FCC-2010-TRT-8ª Reg(PA e AP)-Analista Judiciário) Um motorista dirigindo em uma estrada estadual cai com o veículo em um buraco próximo a uma obra de recapeamento do asfalto. Sabemos que. d) ação judicial que o lesado tem contra o agente público causador do dano para buscar indenização.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. é admissível a punição administrativa do servidor público. b) medida administrativa que o lesado tem contra o agente público causador do dano.” 31) (FCC-2010-TRE-AC-Analista Judiciário) Com relação à responsabilidade civil do Estado. do que resulta danos de grande monta no veículo e lesões graves no motorista.br danielmesquita@estrategiaconcursos.

que é quem deve ser acionado. 33) (2014/FCC/METRÔ-SP/Administrador)Uma ambulância estadual trafegava por via local de determinado Município. b) a vítima pode acionar judicialmente o Estado para reparação dos danos porque ele responde. num dia chuvoso. Nesse caso. considere as seguintes alternativas. No trajeto de retorno.com. responsável pela obra. sem que estivesse atendendo nenhum chamado.com. objetivamente.br 50 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . ele não pode processar o agente que deu causa ao acidente porque este estava no cumprimento do seu dever. não sinalizado. haverá responsabilidade objetiva em razão do dano certo e direto causado pela obra. há pouco. que estava com a tampa erguida. colidiu com um bueiro. Considerando que o serviço prestado pela ambulância estadual também foi prejudicado pela interrupção temporária. Que é exatamente a letra “b” da questão. Prof Daniel Mesquita Aula 11 responsabilidade de funcionário do Estado. ocasionando danos de expressivo valor no veículo. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. na tentativa de desviar de um buraco na pista. e) não cabe ação para reparação dos danos porque a estrada estava sendo recapeada e o motorista deveria tomar cuidado. mas não pelas lesões corporais suportadas pela vítima.estrategiaconcursos. pelos atos dos seus agentes. mesmo sem existência de sinalização adequada. um paciente no hospital público mais próximo. c) a vítima não pode acionar o Estado porque está evidente a culpa do agente. Como vimos. Teoria e exercícios comentados. vez que havia deixado.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS.br danielmesquita@estrategiaconcursos. d) se o Estado for acionado e pagar os danos. a) o Estado responde pelos danos causados ao veículo. com vistas a identificar fundamento da responsabilidade civil nas disposições da Constituição Federal: Prof.

funções.com. Considerando que o Município não agiu com o zelo e responsabilidade esperados. apenas. Prof Daniel Mesquita Aula 11 I. Dentre as assertivas acima. sendo considerados agentes públicos a) os servidores públicos. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. não sendo possível pleitear do Município indenização pelos danos causados na ambulância estadual. por nomeação. mandatos ou comissões. em especial na época de chuvas. Prof. apenas.estrategiaconcursos. excludente de responsabilidade.Agente Técnico Legislativo) A regra da responsabilidade objetiva do Estado exige. está-se diante de hipótese de força-maior. resolvendo-se eventuais intercorrências por meio de cooperação. b) II e III.br 51 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . Considerando que estava chovendo. segundo a previsão constitucional correspondente. sinalizando o buraco e se ocupando de manter em adequado funcionamento as tampas de bueiros. designação ou delegação. deve responder civilmente pelos danos causados na ambulância estadual. que o dano seja causado por agente público que atue nessa qualidade. observado do procedimento legal para tanto. entre entes públicos não incide responsabilidade civil. e) I e II. b) apenas aqueles que atuam investidos em cargos. d) I e III. II.2010 .Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS.com. III.br danielmesquita@estrategiaconcursos. está correto o que consta em : a) III. Teoria e exercícios comentados. Não obstante o Município tenha violado deveres de manutenção e sinalização da via por ele administrada. c) II. 34) (FCC .AL-SP . os agentes políticos e os particulares que atuam em colaboração com o poder público. eleição.

18ª Região (GO) . CORRETA.com. III.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. um dos resgatados que estava Prof. não deve se falar em cooperação na responsabilidade do Estado. Assim.o buraco não saneado pelo Estado é um problema chamado de Culpa Administrativa (Inexistência do serviço. “ um dia chuvoso”. tendo colidido com um veículo particular. Além dia. e os detentores de mandato eletivo. II.Técnico Judiciário) Após o resgate de vítimas de um acidente de trânsito.com. mau funcionamento do serviço ou retardamento do serviço). Para a responsabilização do Estado. e) apenas aqueles com vínculo laboral com a Administração.estrategiaconcursos. todos os itens restringem a responsabilização. celetista ou estatutário. Teoria e exercícios comentados. temos que o dano causado se remete à ausência de serviço do Município.br danielmesquita@estrategiaconcursos. exceto a letra “a”.se em alta velocidade em direção ao hospital público mais próximo. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. não pode ser interpretado como algo que imune o Estado. ERRADO. Prof Daniel Mesquita Aula 11 c) apenas aqueles que possuem vínculo estatutário com a Administração pública. mencionado na questão. RESPOSTA: I. que é o gabarito. Considerando que o Estado não agiu com o zelo e responsabilidade esperados deve responder civilmente pelos danos causados na ambulância estadual. Em decorrência dessa colisão. Entre entes públicos incide responsabilidade civil.TRT . O caso fortuito e força maior são excludentes de Responsabilidade Civil. contudo. Além disso. uma ambulância do serviço de saúde municipal deslocava. d) apenas aqueles detentores de mandato eletivo. ERRADA.br 52 de 95 Facebook: Daniel Mesquita .2013 . observado do procedimento legal para tanto. Gabarito: C 35) (FCC . deve-se entender que todo e qualquer agente que atue em nome do Estado ensejará a responsabilidade civil deste.

Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. 37. do qual não participou qualquer agente público. Prof Daniel Mesquita Aula 11 no interior da ambulância sofreu traumatismo craniano e acabou falecendo. “As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes. o Município a) responde subjetivamente pelos danos materiais causados. nessa qualidade. ficando afastada indenização por danos morais em razão da ausência de culpa a ser imputada ao condutor da ambulância. c) responde indenização aos objetivamente pelos danos familiares vítima que da causados. Prof. Isso configura a responsabilidade objetiva do Estado. tenham cabendo relação de dependência financeira com a mesma.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. Teoria e exercícios comentados. do art. tendo em vista que o nexo de causalidade ensejador da responsabilidade civil remete ao primeiro acidente ocorrido.estrategiaconcursos. em caso de morte deste. tendo em vista que o excesso de velocidade para as ambulâncias configura excludente de responsabilidade.com. b) não responde civilmente pelos danos causados. os familiares.com.br danielmesquita@estrategiaconcursos. Gabarito: Letra C. Comprovado o dano. pois se trata de conduta esperada. causarem a terceiros. De acordo com o § 6º. bem como por danos morais aos familiares da vítima. d) responde objetivamente apenas pelos danos mate. assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa”. o Estado deve indenizar o particular ou.br 53 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . e) não responde civilmente perante os familiares da vítima.riais causados. De acordo com o que dispõe a Constituição Federal. da Constituição Federal.

Essa possibilidade já foi reconhecida pelo STF no MI 384. poderá haver a responsabilidade do Estado. se a norma gerou um dano direto ao cidadão. as atividades tipicamente legislativas e jurisdicionais não ensejam a responsabilidade civil do Estado. Assim. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. Nessa hipótese. em hipóteses em que o Poder Legislativo edita uma lei de efeito concreto.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. pode haver responsabilidade por ato do Poder Legislativo quando: Prof.com.estrategiaconcursos.com. ainda. a. desde que o STF declare o vício. Teoria e exercícios comentados. pois milita a favor das leis a presunção de constitucionalidade. essa irresponsabilidade se justifica na medida em que o Poder Legislativo edita normas gerais e abstratas. Ocorre que. atua no exercício da soberania estatal e vale-se do poder conferido pelo próprio povo mediante a realização de eleição. poderá haver a responsabilidade civil do ente público. fazendo recair o custo da atividade estatal sobre apenas um grupo ou um indivíduo. em resumo.br danielmesquita@estrategiaconcursos. Prof Daniel Mesquita Aula 11 6) Responsabilidade específicas em situações Se você quer acertar todas as questões de responsabilidade civil em sua prova. Responsabilidade jurisdicionais por atos legislativos e Em regra. Com relação aos atos tipicamente legislativos. leia com atenção este ponto da aula. o Estado deverá ressarcir o cidadão em razão dos prejuízos decorrentes da mora legislativa. a responsabilidade civil do Estado em razão da mora do Poder Legislativo.br 54 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . Nesse caso. Nos casos em que a não edição da lei significa privar o indivíduo do gozo de um direito individual assegurado constitucionalmente. Há. essa lei é equiparada a um ato administrativo.

em última análise. No STF. ao final do processo penal. Se houver reforma.br danielmesquita@estrategiaconcursos. pelo povo.com. ao que ficar preso além do tempo fixado na sentença e nas hipóteses em que o juiz proceder com dolo ou fraude ou recusar. Independência não quer dizer irresponsabilidade.977). LXXV. Não se pode olvidar.  Mora do legislador em estabelecer a forma de um exercício de um direito constitucionalmente assegurado. 5º. Neste último. se não houver. Prof. 630 do CPP são expressos ao determinar a reparação dos danos causados ao condenado por erro judiciário. da CF.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. o disposto no art. Ademais. no art. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. a decisão observou o ordenamento jurídico (STF: RE 228. a prisão preventiva do acusado e. que os juízes se enquadram no conceito de agente estatal e que há decisões judiciais que não obedecem à Constituição Federal. sem justo motivo. providência que deva ordenar de ofício. poderá recorrer dela à instância superior. inicialmente. a inconsistência da primeira decisão será superada. ou a requerimento da parte. contudo. Caso o cidadão atingido não concorde com a decisão. Nesse sentido.com. 133 do CPC e no art. o que temos? Com relação aos atos tipicamente jurisdicionais. Prof Daniel Mesquita Aula 11  Lei de efeito concreto declarada inconstitucional. a de pacificar os conflitos existentes na sociedade.br 55 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . a irresponsabilidade se justifica no fato de que o Poder Judiciário exerce função típica de Estado.117 e 429. conclui pela absolvição do réu. prevalece o entendimento de que o Estado somente pode ser responsabilizado por atos de juízes nos casos expressamente previstos em lei. restou consignado que não ocorre erro judiciário quando o magistrado determina. qual seja.estrategiaconcursos. omitir ou retardar.518. conforme decidido nos recursos extraordinários 219. Teoria e exercícios comentados. E com relação ao Poder Judiciário. os magistrados agem com independência e pautados no ordenamento jurídico estabelecido.

omitir ou retardar. Responsabilidade por atos de multidão A regra é a não responsabilização do Estado. haverá responsabilidade solidária. Teoria e exercícios comentados. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www.com. Se a obra é executada por empresa contratada e o dano foi provocado por culpa exclusiva do executor. sem justo motivo. Assim. haverá responsabilidade objetiva em razão do dano certo e direto causado pela obra.393. Danos decorrentes de obra pública Se o próprio Estado é o agente executor. temos a responsabilidade em situações previamente previstas em lei:  erro judiciário  preso além do tempo  juiz proceder com dolo ou fraude  recusar. o STF reconheceu o direito à indenização por danos morais decorrentes de condenação desconstituída em revisão criminal. a responsabilidade do executor será subjetiva e o Estado só responderá subsidiariamente (o Estado responde se a empresa não puder responder).com. c. ALERTA!!! Se o Estado (ainda que por omissão) contribuiu para a ocorrência do dano.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. providência que deva ordenar b. Prof Daniel Mesquita Aula 11 No julgamento do RE 505.br 56 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . salvo se notória a omissão do Poder Público a ensejar a aplicação da teoria da culpa do serviço. para o Poder Judiciário. d.estrategiaconcursos. serviço Policial de fato morto em horário que prestava O STF entendeu que inexistente o nexo de causalidade entre a morte de “policial de fato” ocorrida nas dependências da delegacia em Prof.br danielmesquita@estrategiaconcursos.

O indivíduo comparecia diariamente à delegacia de polícia.376 e RE 369. Nesse caso. f. como não houve qualquer relação entre o exercício da atividade policial e a morte. possuía funções policiais. Assim. mas não integrava os quadros da polícia militar. entende o STF que não há.531. nesses casos. o Estado não é responsável civilmente pelos danos causados em vítima de crime cometido por foragido da prisão. p. o Estado é responsável pelas pessoas presas cautelarmente ou em decorrência de sentença Prof. decorrente de ciúme de sua ex-companheira.br danielmesquita@estrategiaconcursos. o STF excepcionou a regra geral e entendeu que o Estado é civilmente responsável pelo dano sofrido por vítima de estupro praticado por fugitivo que se evadiu oito vezes do cárcere (RE 409. Contudo. Prof Daniel Mesquita Aula 11 que trabalhava e sua atividade exercida irregularmente. AR 1.com.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. Considerou-se que o agente causador do óbito era estranho aos quadros da Administração Pública e que cometera o delito motivado por interesse privado. Assim. afastou-se a responsabilidade civil do Estado em indenizar a família da vítima (RE 341776).com.03. É certo que pode haver responsabilidade do Estado por ato omissivo. Ato praticado dentro de estabelecimento prisional ou escolas e hospitais públicos Conforme ensina Rui Stocco (1999.estrategiaconcursos. Ato delituoso praticado por foragido da prisão Em regra. entendeu-se presente o nexo de causalidade. nexo de causalidade entre o ato delituoso e a omissão da autoridade pública (AI-AgR 463. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www.820). também nessa hipótese. e.br 57 de 95 Facebook: Daniel Mesquita .203). 603). Teoria e exercícios comentados.2006. CASO EXCEPCIONAL!!! Em julgado levado a cabo em 07. uma vez que foi a omissão do Estado ao não promover a regressão do regime prisional do criminoso que possibilitou as reiteradas fugas e a prática do crime em horário em que deveria estar preso. não se pode dispensar a presença do nexo de causalidade.

afirme que. Prof Daniel Mesquita Aula 11 definitiva. a responsabilidade é subjetiva (faute du service). detento morto por outro preso (RE 372. doentes internados em hospitais públicos e outras situações assemelhadas. A jurisprudência pátria é rica em casos de responsabilidade do Estado por inobservância desse dever. é adotada a responsabilidade OBJETIVA do Estado.com. reconheceu-se a aplicação da responsabilidade objetiva do Estado por morte de detentos em rebelião no complexo penitenciário do Carandiru (AI 299. Se cair no seu concurso.566) e por dano causado por um aluno contra outro dentro de estabelecimento da rede oficial de ensino. Teoria e exercícios comentados. se o Estado recolheu ou acolheu essas pessoas em estabelecimentos públicos.615).estrategiaconcursos. alunos de qualquer nível. ele assume o grave compromisso de velar pela preservação da integridade física delas (RE 109615).054). Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. Prof.839. Isso porque.865 e RE 418. No STJ.443). o STF afirmou que o descumprimento do dever de vigilância é uma omissão do Estado e. Há divergência apenas quanto à teoria aplicada. pois é a posição mais recente dos tribunais.054. Assim.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. por morte de detento por colegas de carceragem (RE 272. há precedente recente no sentido de que a responsabilidade civil do Estado. Em outros casos.br danielmesquita@estrategiaconcursos.125).br 58 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . por isso. No STF.472). menores carentes ou infratores internados em estabelecimentos de triagem ou recuperação. é objetiva (REsp 1. nos casos de morte de pessoas custodiadas. se é a que enseja a responsabilidade objetiva ou a subjetiva. afirmou-se a responsabilidade subjetiva nos casos de detento ferido por outro detento (RE 382. AI 603. nesse caso. policial ferido por detento dentro de delegacia (RE 602223).com. levando o indivíduo a perder um globo ocular (RE 109.

por parte do Estado. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. o STF decidiu que é legítima a intervenção no domínio econômico. Prof Daniel Mesquita Aula 11 g. não é possível ao Estado intervir no domínio econômico. há divergência entre a Primeira e a Segunda Turma do STF. em desconsideração ao princípio da liberdade de iniciativa. Já no RE 418. Teoria e exercícios comentados. (RE 418.941). Assim. i. h. Responsabilidade do Estado por intervenção indevida no domínio econômico Sobre o tema.023.estrategiaconcursos. uma vez que o ofensor não se encontra na qualidade de agente do Estado no momento do disparo (RE 508. Ato do Estado contra o servidor público Imagine essa situação: você é aprovado no concurso público. com base na discricionariedade quanto à adequação das necessidades públicas ao seu contexto econômico. a Segunda Turma do STF concluiu que o Estado é responsabilizado objetivamente quando o policial militar pratica crime durante o período de folga.br 59 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . mas tem sua situação questionada na Justiça.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS.423). mas deve o Estado indenizar os prejuízos quando “a fixação. O processo demora e você Prof.023).br danielmesquita@estrategiaconcursos. A Primeira Turma entende que não resta caracterizada a responsabilidade civil do Estado quando o policial militar. de preços a serem praticados pela recorrente em valores abaixo da realidade e em desconformidade com a legislação aplicável ao setor constitui-se em óbice ao livre exercício da atividade econômica. usando arma da corporação.114 e RE 363. Policial comete crime com arma de fogo da corporação em dia de folga Com relação à essa situação.com. causa dano mediante o disparo de arma de fogo pertencente à corporação. em período de folga.com. de modo a desrespeitar liberdades públicas e causar prejuízos aos particulares” (RE 422.

com. Questões concurso de 36) (2014/FCC/TRF . faz jus à indenização por dano patrimonial. consistente no somatório de todos os vencimentos e vantagens que deixou de receber no período que lhe era legítima a nomeação (EREsp 825037/DF. Prof Daniel Mesquita Aula 11 não é nomeado quando deveria ser. Durante uma tempestade ocorrida alguns dias após o início das obras. tanto para a concessionária de serviço público. Prof. em recente julgado.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. Também resta consagrado na jurisprudência o entendimento de que a demora injustificada na concessão da aposentadoria de servidor por ato do Estado enseja a obrigação de indenizar.540. você tem direito! O STJ.3ª REGIÃO/Analista Judiciário . reconhecido judicialmente. houve deslizamento de possibilitando a grande quantidade ocorrência de de acidentes terra de entre os uma encosta.br 60 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . Diante dessa narrativa e levando em conta o disposto na Constituição Federal. CORTE ESPECIAL).estrategiaconcursos. ao afirmar que o candidato aprovado em concurso público e nomeado tardiamente em razão de erro da Administração Pública.br danielmesquita@estrategiaconcursos. sedimentou esse entendimento. quanto para os motoristas envolvidos nos acidentes. Teoria e exercícios comentados. excludente de responsabilidade. a) está-se diante de força maior. você acha que tem direito a ser indenizado pelo período do atraso? Sim.Oficial de Justiça Avaliador) Uma concessionária que explora rodovia estadual.com. meu amigo. Nesse caso. não executou adequadamente as contenções das encostas. veículos que trafegavam pelo local no momento. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. no decorrer da execução das obras de duplicação de determinado trecho. Trata-se de responsabilidade civil objetiva do Estado reconhecida pelo STF no AI 688.

d) o Estado responde.sito para a posse.Juiz do Trabalho) Sandro foi aprovado em concurso público e. Gabarito: B 37) (FCC .2013 . pelos danos causados.6ª Região (PE) . que não executaram adequadamente as obras necessárias para evitar o incorrido.TRT . titular do esta que serviço não que pode era ser prestado pela responsabilizada diretamente. apenas pela via regressiva. pelos atos de suas concessionárias de serviço público. equivocadamente.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. comprovado o nexo de causalidade com o ato dos representantes daquela empresa.estrategiaconcursos. direta e integralmente. desde que reste demonstrada a culpa de. objetivamente.Constatado o erro.com. como requi. ALERTA!!! Se o Estado (ainda que por omissão) contribuiu para a ocorrência do dano. e) o Estado responde. uma condenação por crime doloso. objetivamente. um de seus funcionários que atuavam nas obras de duplicação. Prof Daniel Mesquita Aula 11 b) a concessionária estadual responde. inclusive em razão da ocorrência de força-maior. pelos acidentes ocorridos.br danielmesquita@estrategiaconcursos. Ocorre que referida certidão apontou.br 61 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . Teoria e exercícios comentados. haverá responsabilidade solidária. a responsabilidade do executor será subjetiva e o Estado só responderá subsidiariamente (o Estado responde se a empresa não puder responder). foi exigida a apresentação de certidão de antecedentes criminais. Prof. objetivamente. pelos danos causados. pelo menos. pelos danos causados pela tempestade. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www.a Administração. tendo em vista que o poder público responde. c) a concessionária estadual responde. civilmente. impedindo que Sandro tomasse posse no cargo causandolhe prejuízo financeiro e moral. RESPOSTA: Se a obra é executada por empresa contratada e o dano foi provocado por culpa exclusiva do executor. na qualidade de concessionária.com.

b) responde pelos danos morais e patrimoniais sofridos por Sandro. a responsabilidade do agente público emissor da certidão. a responsabilidade é objetiva. independentemente de comprovação de culpa do agente público responsável pela emissão da certidão. salvo na hipótese de condenação judicial. Há o entendimento de que. ou seja. nesse caso. pelos danos comprovadamente causados a Sandro. Gabarito: Letra “c”. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www.com. c) responde. quando é o Estado quem causa o dano.estrategiaconcursos. há o dever do Estado de repará-lo. Como vimos. Prof Daniel Mesquita Aula 11 a) não pode ser civilmente responsabilizada pelos danos morais sofridos por Sandro. imperícia ou negligência).br 62 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . e) pode ser civilmente responsabilizada pelos danos comprovadamente sofridos por Sandro.br danielmesquita@estrategiaconcursos. por conduta dolosa. não se investiga se ele agiu com culpa (imprudência. na esfera administrativa. desde que caracterizada conduta dolosa ou culposa do agente público.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. se houver o dano e se foi esse ato que praticou o dano.com. Teoria e exercícios comentados. 7) Prescrição Prof. desde que constatada falha na prestação do serviço. se existir o ato do Estado.nos sofridos por Sandro enquanto não apurada. d) não pode ser civilmente responsabilizada pelos da. do agente público responsável pela emissão da certidão. consistente em conduta comissiva comprovadamente culposa de agente público. seja ele lícito ou ilícito. civilmente.

o Decreto 20.br 63 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . Dos Estados E Dos Municípios. Teoria e exercícios comentados.910/32: Art.910/32 deve continuar sendo aplicado. ABRA O OLHO!!! Alguns dispositivos legais tratam da prescrição da pretensão de reparação de danos praticados pelas pessoas jurídicas de direito público e pelas prestadoras de serviços públicos. Por isso. o prazo prescricional para o ajuizamento de ações indenizatórias contra a Fazenda Pública continua sendo de cinco anos (STJ. pois reflete uma discussão jurisprudencial recente na contagem do prazo prescricional para o indivíduo pleitear uma reparação de danos contra o Estado.com. Bem Assim Todo E Qualquer Direito Ou Ação Contra A Fazenda Federal. Estadual Ou Municipal. 1º do Decreto nº 20.494/97 consignaram que prescreve em cinco anos o direito do particular de obter a indenização das pessoas jurídicas de direito público e das privadas prestadoras de serviço público. Há outros prazos prescricionais? Há sim! OLHO ABERTO!! Prof. Desse modo.As Dividas Passivas Da União. o STJ consolidou o entendimento de que o dispositivo do CC/2002 regula relações entre particulares.910/32 e o art. Prescrevem Em Cinco Anos Contados Da Data Do Ato Ou Fato Do Qual Se Originarem. Prof Daniel Mesquita Aula 11 Chegamos. Confira a redação do Decreto nº 20. 1ª Seção: EREsp 1081885/RR). ATENÇÃO!!!! Mesmo após o advento do Código Civil que afirma que o prazo prescricional para a reparação de danos é de 3 anos.com. 1º-C da Lei nº 9. pois é norma especial aplicável à Fazenda Pública. Seja Qual For A Sua Natureza. finalmente. no último ponto da responsabilidade civil do Estado! Esse ponto é muito importante.br danielmesquita@estrategiaconcursos. 1º .Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. O art. Por isso. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www.estrategiaconcursos.

Algumas considerações importantes foram feitas quanto a cada um dos elementos da responsabilidade civil. Teoria e exercícios comentados. (d) ato Prof. da CF. “a Constituição da República não estipulou lapso prescricional à faculdade de agir. conforme consagrado pelo STJ (RESP 1. que podem ser resumidos em: (a) dano. Em resumo.731). Prof Daniel Mesquita Aula 11 Na hipótese específica da ação indenizatória por danos morais decorrentes de atos de tortura ocorridos durante o regime militar de exceção.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS.estrategiaconcursos. 37. assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa. 1040). Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. que destaca a inexistência de prazo prescricional para as ações de ressarcimento do erário (GASPARINI.com. uma vez que. (b) alteridade do dano. § 6º. correspondente ao direito inalienável à dignidade”. O STJ reconheceu a imprescritibilidade do direito de regresso no REsp 328. causarem a terceiros. nessa qualidade. temos: Prescrição da reparação de danos contra o Estado Regra geral Tortura no regime militar Ressarcimento erário 5 anos 8) Imprescritível Imprescritível RESUMO Vale lembrar a redação do art. 2008.com. da Constituição. (c) nexo causal. p.br 64 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . § 5º. que prevê a adoção da teoria do risco administrativo: As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes. nos termos do art.104.br danielmesquita@estrategiaconcursos.391. 37. Também é imprescritível o direito de regresso do Estado contra o agente causador do dano. entende-se que a pretensão é imprescritível.

sim.com. § 6º. Desse modo. segundo decorre do art. da Constituição Federal. Quanto ao ato estatal. Teoria e exercícios comentados. São excludentes que rompem o nexo de causalidade:  culpa exclusiva da vítima ou de um terceiro (aplicação da teoria do risco administrativo). não se pode perder de vista que a responsabilidade objetiva alcança “as pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos”. O STF já teve a oportunidade de se manifestar no seguinte sentido: “Tratando-se de ato omissivo do poder público.br 65 de 95 Facebook: Daniel Mesquita .br danielmesquita@estrategiaconcursos. O STF decidiu que a responsabilidade civil das pessoas jurídicas de direito privado prestadoras de serviço público é objetiva relativamente a terceiros usuários e não-usuários do serviço. Prof Daniel Mesquita Aula 11 estatal. as entidades do terceiro setor (sistema “S”). Não se esqueça das duas relações: Estado Estado indivíduo lesado agente estatal que causou o dano Na primeira relação. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. os cartórios extrajudiciais e as empresas públicas e sociedades de economia mista prestadoras de serviço público estão sujeitas à responsabilidade objetiva. por outro lado. (e) ausência de causa excludente da responsabilidade estatal. e  caso fortuito e a força maior. a responsabilidade civil por tal ato é subjetiva.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. as empresas estatais que executam atividade econômica. Na segunda. não se discute culpa. 37.com. esta numa de suas Prof. Não se sujeitam à responsabilidade objetiva.estrategiaconcursos. pelo que exige dolo ou culpa.

 Mora do legislador em estabelecer a forma de um exercício de um direito constitucionalmente assegurado. em prol do servidor estatal. de forma genérica. necessário individualizá-la. o Estado não é responsável civilmente pelos danos causados em vítima de crime cometido por foragido da prisão. Prof.br danielmesquita@estrategiaconcursos. omitir ou retardar.com. Teoria e exercícios comentados. não se pode dispensar a presença do nexo de causalidade. É certo que pode haver responsabilidade do Estado por ato omissivo. uma vez que o disposto no art.531. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. a negligência. que somente responde administrativa e civilmente perante a pessoa jurídica a cujo quadro funcional pertencer”.904. não sendo.820). também nessa hipótese. 37. nexo de causalidade entre o ato delituoso e a omissão da autoridade pública (AI-AgR 463. § 6º.376 e RE 369.br 66 de 95 Facebook: Daniel Mesquita .Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. nesses casos. Assim. Prof Daniel Mesquita Aula 11 três vertentes. No julgamento do RE 327. Para o Poder Judiciário. a falta do serviço” (RE 369. sem justo motivo. da CF configura dupla garantia: “uma em favor do particular. o STF colocou uma pá de cal sobre a matéria ao entender que a ação com fundamento na responsabilidade objetiva somente pode ser ajuizada contra o Estado e não contra seu agente. temos a responsabilidade em situações previamente previstas em lei:  erro judiciário  preso além do tempo  juiz proceder com dolo ou fraude  recusar. a imperícia ou a imprudência.com. providência que deva ordenar Em regra.820). outra. possibilitando-lhe ação indenizatória contra a pessoa jurídica de direito público ou de direito privado que preste serviço público. entende o STF que não há. Pode haver responsabilidade por ato do Poder Legislativo quando:  Lei de efeito concreto declarada inconstitucional. dado que pode ser atribuída ao serviço público. AR 1. Contudo. entretanto.estrategiaconcursos.

Área Administrativa) Francisco é servidor de sociedade de economia mista.com. 2) (2015-FCC-SEFAZ/PI – Auditor Fiscal da Fazenda Estadual) Determinado servidor da Secretaria da Fazenda inseriu informações Prof. Nesse caso. CORTE ESPECIAL).br danielmesquita@estrategiaconcursos. j) disjuntiva. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. sedimentou esse entendimento. 1ª Seção: EREsp 1081885/RR). reconhecido judicialmente. em recente julgado.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. ao afirmar que o candidato aprovado em concurso público e nomeado tardiamente em razão de erro da Administração Pública. 9) Questões 1) (2014/ FCC/TRT .br 67 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . ATENÇÃO!!!! O STJ consolidou o entendimento de que o prazo prescricional para o ajuizamento de ações indenizatórias contra a Fazenda Pública continua sendo de cinco anos (STJ. intencionalmente. Francisco.estrategiaconcursos. causou danos a particulares. faz jus à indenização por dano patrimonial. Prof Daniel Mesquita Aula 11 STJ. i) inexistente. Teoria e exercícios comentados.16ª REGIÃO (MA)/Técnico Judiciário . consistente no somatório de todos os vencimentos e vantagens que deixou de receber no período que lhe era legítima a nomeação (EREsp 825037/DF. g) subjetiva. a responsabilidade da sociedade de economia mista pelos danos ocasionados é f) objetiva. no exercício de sua função. h) subsidiária. prestadora de serviço público. Em determinada data.com.

dependendo. b) objetiva. Teoria e exercícios comentados. por não terem logrado obter certidões necessárias para comprovar a inexistência de antecedentes criminais. se comprovada culpa exclusiva do agente público. sendo afastada.br 68 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . obriga o Estado a indenizar os danos patrimoniais e morais sofridos pelo cidadão. Prof Daniel Mesquita Aula 11 falsas sobre cidadão. e) decorrente da prestação do serviço público. que é um pequeno empresário. fazendo com que o referido cidadão passasse a figurar no cadastro de inadimplentes. c) afastada.br danielmesquita@estrategiaconcursos. sofreu diversos prejuízos morais e patrimoniais. circunstância que. Diante dessa situação. o cidadão. pois. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. A responsabilidade do Estado pelos danos sofridos pelo cidadão é: a) subjetiva. quando não identificado o agente causador do dano. seu desafeto. dependendo. 3) (FCC-2015-TRT/6º REGIÃO – Juiz do Trabalho Substituto) Em face de greve de serventuários da Justiça alguns candidatos à vagas abertas por uma prestigiada empresa de tecnologia não puderam se submeter ao correspondente processo seletivo. se presente. a) somente se configura em face de condutas comissivas.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. no cadastro de contribuintes do Estado. especialmente em decorrência de restrições de crédito. Prof.estrategiaconcursos. da comprovação do nexo de causalidade entre a conduta do servidor e os danos sofridos. perante referidos cidadãos. o qual responde civilmente perante o cidadão prejudicado e administrativamente por falta disciplinar.com. A responsabilidade civil do Estado. dada a sua natureza objetiva. d) condicionada à comprovação de dolo do servidor. da prévia responsabilização do agente público em processo disciplinar ou administrativo. para efeito do dever de indenizar o cidadão. não estando presente na situação narrada em face da conduta dolosa do agente público.com.

elementos esses que. (.) Com se vê.br danielmesquita@estrategiaconcursos. Embora a Constituição Federal tenha estabelecido a modalidade objetiva de responsabilidade para o Estado tanto para atos omissivos. d) é de natureza subjetiva. comprovar negligência na atuação estatal. Rel. a jurisprudência mitigou esse rigor. quanto para atos comissivos. da comprovação do dano.507 .estrategiaconcursos. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. a responsabilidade civil do Estado para condutas omissivas é subjetiva.com. bastando a identificação do nexo de causalidade. j. Teoria e exercícios comentados. o dano e o nexo causal entre ambos.RJ. observa-se que este delineou a controvérsia dentro do universo fático-probatório. AgR no AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL no 501. c) depende da comprovação de dolo ou culpa dos serventuários. nos termos da jurisprudência do STJ. portanto. ensejando o direito de regresso em face dos servidores responsabilizados em processo administrativo. 4) (FCC-2014-SEFAZ/PE – Auditor Fiscal do Tesouro Estadual) Considere o trecho do acórdão do Superior Tribunal de Justiça e as assertivas a seguir: “Quanto ao mérito.. Prof. são requeridos para fins do direito de regresso do Estado perante o agente. não bastando a comprovação do dano e do nexo de causalidade com ação ou omissão de agente público.”(Min.br 69 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . Caso em que não há como aferir eventual inexistência de nexo de causalidade sem que se abram as provas ao reexame. sendo necessário.com. somente. da análise das razões do acórdão recorrido. 27.. Humberto Martins. passando-a a subjetiva em ambas as hipóteses. e) é de natureza objetiva e independe.2014) I.05. dessa forma.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. Prof Daniel Mesquita Aula 11 b) independe de comprovação de dolo ou culpa do agente.

Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www.com. Prof Daniel Mesquita Aula 11 II. III. d) II. o que não afasta a necessidade de demonstração do nexo de causalidade.br danielmesquita@estrategiaconcursos. De acordo com o exposto. c) Não há responsabilidade civil do Estado pelos danos causados por atos legislativos ou leis declaradas inconstitucionais. c) I. Prof. apenas. Teoria e exercícios comentados. está correto o que se afirma em: a) III. b) O Estado é solidariamente responsável pelos danos causados a particulares por pessoas jurídicas de sua administração indireta quando prestadoras de serviço público. não serão aplicáveis as regras do Código Civil. ou por concessionários e permissionários de serviços públicos. e) I e III.com. 5) (FCC-2014-DPE/RS – Defensor Público) Acerca da responsabilidade civil do Estado.estrategiaconcursos. enquanto que na responsabilidade subjetiva. esses requisitos são indispensáveis. O Superior Tribunal de Justiça admite a modalidade subjetiva de responsabilidade para o Estado nos casos de omissão. apenas.br 70 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . Para a comprovação da responsabilidade objetiva não é necessária a demonstração de nexo de causalidade e de culpa do agente público.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. é correto afirmar: a) Na liquidação dos danos sofridos pelo particular por ato da administração ou de seus agentes. b) I e II. apenas. II e III. apenas. d) A responsabilidade civil do Estado pelos danos causados a particular por seus agentes no exercício de suas funções ou a pretexto de exercê-las.

podendo exercer direito de regresso em face da Administração na hipótese de causas excludentes da ilicitude da sua conduta. caracterizada como a falha na prestação do serviço público aliada à conduta dolosa ou culposa do agente público. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. 7) (2014/FCC/TCE-PI/Assessor Jurídico) A responsabilidade civil do Estado e dos agentes públicos é estudada no Brasil há tempos. celetista ou estatutário.20ª REGIÃO (SE) . A propósito da evolução Prof. d) a comprovação de dolo ou culpa do agente. sendo considerados agentes públicos. e os detentores de mandato eletivo. Prof Daniel Mesquita Aula 11 e) Os danos causados pelo poder público somente podem ser reparados através da via judicial. a responsabilização civil do Estado por danos causados a terceiros pressupõe a) que o dano seja causado por agente público que atue nessa qualidade. o qual responde pelos danos causados perante os terceiros.Juiz do Trabalho) De acordo com a Constituição Federal. e) a comprovação da responsabilidade subjetiva do agente.estrategiaconcursos. salvo se comprovada culpa concorrente da vítima ou outras causas excludentes de ilicitude. b) a comprovação da responsabilidade objetiva. para tal finalidade. sendo defeso acordo administrativo com o lesado. caracterizadora de culpa in vigilando ou in elegendo do Estado.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS.br danielmesquita@estrategiaconcursos. Teoria e exercícios comentados.TRT .com.2012 . 6) (FCC . c) a comprovação do nexo de causalidade entre a ação do agente público e o dano e independe da comprovação de dolo ou culpa do agente.br 71 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . encontrando fundamento inclusive na Constituição de 1824.com. apenas aqueles com vínculo laboral com a Administração.

e) o histórico da responsabilidade civil do Estado indica que o ordenamento jurídico brasileiro sempre a consagrou. baseada na culpa do agente público.br 72 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . ensina que o fundamento da responsabilidade estatal é garantir uma equânime repartição dos ônus provenientes de atos ou efeitos lesivos.com.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. ao tratar de determinada modalidade de responsabilidade civil do Estado. evitando que alguns suportem prejuízos ocorridos por ocasião ou por causa de atividades desempenhadas no interesse de todos. razão pela qual continua a depender. De conseguinte. em face da identificação da necessidade de estabelecimento de regras próprias. ainda que não se falasse em teoria do risco. em variados graus e medidas. d) o histórico da responsabilidade civil do Estado no ordenamento brasileiro demonstra que a responsabilidade objetiva já se encontrava presente desde a primeira constituição. bem como o que consta da Constituição Federal. c) a responsabilidade civil do Estado foi cunhada com base no direito comum. 8) (2014/FCC/TRT . essencialmente. consolidando-se a responsabilidade subjetiva que vige até os tempos atuais. Teoria e exercícios comentados.br danielmesquita@estrategiaconcursos. prevalecendo atualmente a modalidade de responsabilidade subjetiva para atos comissivos e a de responsabilidade objetiva para atos omissivos. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. seu Prof. da existência da culpa do agente público. até se alcançar as teorias que consolidaram a responsabilidade objetiva do Estado.2ª REGIÃO (SP)/Analista Judiciário .Oficial de Justiça Avaliador) CELSO ANTONIO BANDEIRA DE MELLO. é correto afirmar: a) o histórico da responsabilidade civil do Estado trilhou caminho desde a irresponsabilidade total. b) a responsabilidade civil do Estado iniciou-se à semelhança do direito civil. Prof Daniel Mesquita Aula 11 doutrinária acerca da responsabilidade dos entes públicos. afastando-se do regime comum com o passar do tempo. antes do Estado de Direito. sofrendo paulatino abrandamento verificado com a adoção das teorias civilistas.com.estrategiaconcursos.

Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. 2010. a) não responderão objetivamente o Município. noção básica do Estado de Direito. colidiu com veículo estacionado na via pública em local e horário permitidos. Prof Daniel Mesquita Aula 11 fundamento é o princípio da igualdade. c) subjetiva imprópria. que podem ou não demandar a demonstração de culpa do agente causador do dano. As lições trazidas são pertinentes à modalidade de responsabilidade civil. ao fazer uma curva mais acentuada em determinado ponto de seu itinerário. 1007). que demanda a demonstração de culpa do agente causador do dano. 27a ed. d) objetiva..estrategiaconcursos. Teoria e exercícios comentados. b) responderá o município primária e objetivamente pelos danos causados no veículo estacionado. em razão do serviço público prestado ser de titularidade do Município. (Curso de Direito Administrativo. em decorrência de atos comissivos ilícitos.br 73 de 95 Facebook: Daniel Mesquita .com. São Paulo.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS.br danielmesquita@estrategiaconcursos. em decorrência de atos omissivos ilícitos ou lícitos. consoante o mais recente posicionamento do STF. que prescinde da demonstração de culpa do agente causador do dano. situação não albergada pelo tratamento especial da responsabilidade civil do Estado. 9) (2014/FCC/Prefeitura de Recife – PE/Procurador) Um motorista de ônibus de uma empresa privada de transporte coletivo municipal.que prescindem de demonstração de culpa do agente causador do dano. ocasionando perda total neste veículo.com. e) objetiva. a) objetiva. pois se trata de exercício de atividade econômica lucrativa. No presente caso. b) subjetiva. Prof. nem a empresa privada. Malheiros. em decorrência de atos comissivos lícitos. p. que prescindem da demonstração de culpa do agente estatal.

Teoria e exercícios comentados. e) não responderão objetivamente o Município. é correto afirmar: a) O Estado só se responsabiliza por atos praticados no exercício da função administrativa. seja em razão do risco inerente à sua atividade. lícitos ou ilícitos. d) A existência de nexo de causalidade entre o dano experimentado pelo particular e o comportamento da Administração é seu fundamento. titular do serviço público prestado.com. b) A responsabilidade patrimonial do Estado. assinale a opção correta. c) Restringe-se às hipóteses de atos comissivos. Prof Daniel Mesquita Aula 11 c) responderá a empresa privada. 11) (ESAF .Fiscal de Rendas) No tocante à Responsabilidade Civil do Estado. ao contrário do direito privado. pois o proprietário do veículo estacionado não é usuário direto do serviço público prestado 10) (FCC-2014-TCE/PI-Auditor Fiscal de Controle Externo) Quanto à responsabilidade extracontratual do Estado. nem a empresa privada. não incidindo nas hipóteses de atos lícitos. e) Não prescinde da prova de culpa ou dolo do agente administrativo que deve ser comprovada pelo terceiro prejudicado. d) responderá a empresa privada objetivamente.br danielmesquita@estrategiaconcursos.estrategiaconcursos. mesmo que causadores de danos excessivos a terceiros. causadores de dados a terceiros.SMF-RJ .com. por atos praticados no exercício das respectivas funções. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. com direito de regresso contra o Município. seja por se tratar de concessionária de serviço público. conforme o Prof.2010 . em nome próprio. direta e objetivamente.br 74 de 95 Facebook: Daniel Mesquita .Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. decorre de atos ilícitos praticados por agentes administrativos. respondendo os demais Poderes.

a) Os atos jurisdicionais típicos podem ensejar responsabilidade civil objetiva do Estado. em que não se admitem causas excludentes ou mitigadoras da responsabilidade estatal. c) O Estado não é passível de responsabilização civil objetiva por atos praticados por notários.br danielmesquita@estrategiaconcursos. mesmo aos que prestam serviços públicos.com. b) É viável ajuizar ação de responsabilidade diretamente em face do agente público causador do dano. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. bem como em relação a terceiros não usuários do serviço público.br 75 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . b) alcança os atos praticados por particulares prestadores de serviços públicos. 37. d) A responsabilidade civil das pessoas jurídicas de direito privado prestadoras de serviço público é objetiva em relação aos usuários.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS.com. desde que existente nexo causal entre o evento causador do dano e a atividade objeto de delegação estatal. d) não se aplica aos particulares. em relação a usuários e também a não-usuários. e) Só haverá responsabilidade objetiva do Estado se o ato causador do dano for ilícito.estrategiaconcursos. ao invés de ser proposta contra a pessoa jurídica de direito público. sem maiores distinções em relação aos atos administrativos comuns. c) alcança os atos praticados por pessoa de direito público ou de direito privado prestadora de serviços públicos e atividades econômicas de relevante interesse coletivo. Prof Daniel Mesquita Aula 11 entendimento mais recente do Supremo Tribunal Federal sobre a matéria. da Constituição Federal brasileira a) adota a teoria do risco integral. Teoria e exercícios comentados. visto que esses têm sua responsabilidade regulada pelo Código Civil. 12) (FCC - 2010 - PGE-AM - Procurador) O regime de responsabilidade previsto no art. § 6º. Prof.

no que concerne à responsabilidade civil do Estado. Teoria e exercícios comentados. c) não será responsabilizado. a) será responsabilizado com fundamento na responsabilidade subjetiva do Estado. e) subjetiva.br danielmesquita@estrategiaconcursos.TRE-PE . atualmente detido em uma Cadeia Pública na cidade de Recife mata a golpes de arma branca um de seus oito companheiros de cela. e) será responsabilizado. d) subjetiva. 13) (FCC . Neste caso. 14) (FCC-2010-TCE-AP-Procurador) Nos termos do que dispõe o artigo 37. quando envolver a prática de atos omissivos lícitos praticados por delegação. este responde sob a modalidade a) objetiva.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. b) será responsabilizado apenas se houver comprovação da omissão dolosa dos agentes carcerários.2011 . Prof Daniel Mesquita Aula 11 e) exclui os atos praticados no exercício da função legislativa e jurisdicional. quando se tratar de atos comissivos lícitos ou ilícitos. preso provisório. d) não será responsabilizado. o Estado de Pernambuco. em ação civil indenizatória movida pela viúva do falecido detento. uma vez que o dano foi causado por pessoa física que não faz parte dos quadros funcionais do Estado. parágrafo 6o da Constituição Federal. independentemente da comprovação de sua culpa. Prof. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www.estrategiaconcursos. quando envolver a imputação de danos morais. quando envolver imputação de responsabilidade subsidiária. com base na responsabilidade objetiva do Estado. c) subjetiva.br 76 de 95 Facebook: Daniel Mesquita .com. b) objetiva pelos atos comissivos ilícitos e sob a modalidade subjetiva pelos atos comissivos lícitos.Técnico Judiciário) José. na medida em que inexiste prova do nexo de causalidade entre a ação estatal e o evento danoso.com.

nos termos do art.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. inundações e destruições. d) está correta. c) objetiva relativamente a terceiros usuários. Teoria e exercícios comentados. c) não está correta. § 6º . relativamente a terceiros usuários.SEFAZ-RJ . A assertiva em questão.estrategiaconcursos. Prof. enchentes. ele responderá pelos danos. 16) (2014/FCC/SABESP/Advogado) Analise a seguinte assertiva: Desastres ocasionados por chuvas. b) subjetiva relativamente a terceiros usuários e a terceiros não usuários do serviço. em regra. da Constituição Federal. d) subjetiva relativamente a terceiros usuários. pois.Auditor Fiscal da Receita Estadual Prova 1) Em matéria de responsabilidade civil das pessoas jurídicas de direito privado prestadoras de serviço público. mas se for comprovado que o Estado omitiu-se no dever de realizar certos serviços. pois inexiste excludente da responsabilidade estatal. porém decorrente de contrato. não comportando exceção.br 77 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . e) subjetiva. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www.com. tais como. b) está correta. e subjetiva em relação a terceiros não usuários do serviço.br danielmesquita@estrategiaconcursos.com. e objetiva em relação a terceiros não usuários do serviço. e objetiva em relação a terceiros não usuários do serviço.2014 . sendo hipótese de responsabilidade subjetiva. Prof Daniel Mesquita Aula 11 15) (FCC . a) não está correta. 37. o Estado responde diante de fatos decorrentes da natureza. a jurisprudência mais recente do Supremo Tribunal Federal alterou entendimento anterior. de modo a considerar que se trate de responsabilidade a) objetiva relativamente a terceiros usuários e a terceiros não usuários do serviço. excluem a responsabilidade estatal.

com.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. ) O motorista de um automóvel de passeio trafegava na contra-mão de direção de uma avenida quando colidiu com uma ambulância estadual que transitava na mão regular da via. Prof Daniel Mesquita Aula 11 e) não está correta. embora não afaste a necessidade de demonstração do nexo de causalidade entre o ato e os danos por este causados. que o Poder Público responde civilmente com ou sem culpa. que responde sob a modalidade objetiva no que concerne aos danos apurados na viatura estadual. uma vez que um veículo estadual (ambulância) estava envolvido no acidente. dando causa ao acidente.br 78 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . 17) (FCC .Analista Judiciário . Quando se diz que a responsabilidade civil dos entes públicos é “sem culpa”.TRT . sob a modalidade subjetiva. devendo ser comprovada a culpa do motorista da ambulância.Analista Judiciário . não havendo nexo de causalidade para ensejar a responsabilidade do Estado.2013 .br danielmesquita@estrategiaconcursos. d) tanto ao civil quanto ao Estado.Oficial de Justiça Avaliador) Diz-se. modalidade de responsabilidade civil que prescinde de comprovação de culpa do agente público. ou seja. sob a responsabilidade subjetiva. A responsabilidade civil do acidente deve ser imputada a) ao civil que conduzia o veículo e invadiu a contra.com.2013 . o que enseja a responsabilidade objetiva. fazer referência à Responsabilidade a) objetiva. Prof.mão.Área Judiciária / Direito Administrativo / Responsabilidade civil do estado.estrategiaconcursos.TRT .1ª REGIÃO (RJ) . pois o Estado sempre responde objetivamente. na linguagem comum. tecnicamente se está querendo explicar a modalidade de responsabilidade civil aplicável aos mesmos. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. em razão de culpa concorrente. b) ao Estado. Teoria e exercícios comentados. e) ao civil que conduzia o veículo. c) ao Estado. 18) (FCC .15ª Região . em alta velocidade porque acionada a atender uma ocorrência.

modalidade de responsabilidade civil que independe da comprovação de culpa e nexo de causalidade entre ação ou omissão de agente público e os danos causados em decorrência desses. 20) (FCC . que independe da existência de culpa. aplicável a primeira nos casos de omissão e a segunda nos casos de atos comissivos praticados por agentes públicos. b) o Estado somente responde pelos danos se o agente agiu com dolo ou culpa. pelos danos que o agente público. se o Estado reparou os danos. d) objetiva ou subjetiva. e) não cabe indenização porque naquele momento o agente representa o Estado.estrategiaconcursos. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www.com. Prof Daniel Mesquita Aula 11 b) objetiva. c) subjetiva. modalidade de responsabilidade civil que depende de comprovação de culpa do agente ou do serviço público para configuração do nexo de causalidade. cuja culpa deve obrigatoriamente ser demonstrada. aplicável nos casos de ação e omissão.2010 .com. e) objetiva pura. isto é. Teoria e exercícios comentados.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. independentemente de culpa ou dolo do agente.2012 . 19) (FCC . mesmo que tenha agido com culpa ou dolo.br 79 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . c) a ação para reparação dos danos deve ser movida direta e unicamente contra o agente causador do dano.br danielmesquita@estrategiaconcursos. da comprovação de nexo de causalidade e não admite qualquer excludente de responsabilidade. causar a terceiros a) não cabe ação regressiva contra agente.Técnico Judiciário) É certo que.Prefeitura de São Paulo .Auditor Fiscal do Município) O Município foi condenado a indenizar particular por danos sofridos em razão da omissão de socorro em hospital da rede pública Prof.SP . nessa qualidade. d) o Estado responde objetivamente.TRE-RS .

21) (FCC-2014-PGE/RN-Procurador do Estado de Terceira Classe) O Estado foi condenado judicialmente a indenizar cidadã por danos sofridos em razão da omissão de socorro em hospital da rede pública. b) com base na responsabilidade objetiva do mesmo. bastando a comprovação do nexo de causalidade entre a atuação do servidor e o dano. desde que constatado descumprimento de dever funcional. Diante de tal condenação.estrategiaconcursos.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. c) independentemente da comprovação de dolo ou culpa. b) apenas se comprovar a inexistência de causas excludentes de responsabilidade. d) com base na responsabilidade subjetiva do servidor. eis que o hospital negou-se a realizar parto iminente alegando falta de leito disponível. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. afastada a responsabilidade no caso de culpa decorrente do exercício de sua atividade profissional. que decorre automaticamente da condenação do Estado.br 80 de 95 Facebook: Daniel Mesquita .br danielmesquita@estrategiaconcursos. Prof Daniel Mesquita Aula 11 municipal.com. entende-se que o Estado poderá exercer direito de regresso em face do servidor que negou a internação: a) desde que comprove conduta omissiva ou comissiva dolosa.com. bastando a comprovação do nexo de causalidade entre a atuação do servidor e o dano. e) desde que comprove conduta omissiva ou comissiva dolosa. condicionada à comprovação de dolo ou culpa. afastada a responsabilidade no caso de culpa decorrente do exercício de sua atividade profissional. salvo se comprovadas. situação em que estará configurada a responsabilidade objetiva do servidor. Poderá exercer direito de regresso em face do servidor envolvido no incidente a) com base na responsabilidade objetiva do mesmo. c) com base na responsabilidade subjetiva do mesmo. Prof. Teoria e exercícios comentados. causas excludentes de responsabilidade. pelo servidor.

37. b) depende da comprovação de conduta dolosa ou de culpa grave. e) com base na responsabilidade subjetiva do servidor. afasta também a responsabilidade da Administração perante o particular.Analista de Controle Externo . Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. causarem a terceiros. c) depende da comprovação de dolo ou culpa.2012 . nessa qualidade.2013 .estrategiaconcursos. da Constituição Federal. condicionada à comprovação de dolo ou culpa. Prof Daniel Mesquita Aula 11 d) independentemente da comprovação de dolo ou culpa.br danielmesquita@estrategiaconcursos. § 6o . e) prescinde da comprovação do nexo de causalidade.TJ-PE – Juiz) Considere este dispositivo constitucional: Art. § 6o : As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes. cause dolosamente dano a terceiro.com.com. 23) (FCC . dada a sua natureza objetiva. assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.Auditoria de Obras Públicas) O direito de regresso da Administração em face de agentes públicos que. afastada quando configurada responsabilidade objetiva do Estado. com a caracterização da conduta dolosa ou culposa. causem danos a terceiros a) independe de comprovação de dolo ou culpa. Teoria e exercícios comentados. 22) (FCC .Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS.br 81 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . mas o fundamento da responsabilidade civil do Estado não será o art. Analise a seguinte sentença que contém duas asserções: Caso um agente público. d) depende da comprovação da responsabilidade subjetiva do agente. que. o Estado responderá. bastando a configuração da falha na prestação do serviço. 37. desde que constatado descumprimento de dever funcional. nessa qualidade. quando inexistente. Prof.TCE-AM . nessa qualidade.

Teoria e exercícios comentados. § 6o . trata da responsabilidade objetiva do Estado. Durante a tramitação da ação penal. não só o nome dos homônimos. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. 37. considerando o período em que foi injustamente privado de sua liberdade: a) responde civilmente o Estado. Prof. Em relação a este. e) as duas asserções estão corretas e a segunda não justifica a primeira. 24) (2015-FCC-SEFAZ/PI-Analista do Tesouro Estadual) Autoridades policiais efetuaram a prisão de determinado cidadão. b) a primeira asserção está incorreta e a segunda está correta. Dois anos após o início da ação penal. restou apurado que coincidiam. Checados os documentos de identificação. mas também de suas genitoras. afirmando que jamais estivera no local dos fatos. sob a modalidade subjetiva. da Constituição Federal. ocasião em que se constatou homonímia em relação às duas pessoas.com.br 82 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . O primeiro cidadão mencionado terminou por ser absolvido e posto em liberdade. c) as duas asserções estão incorretas. prescindem da demonstração de culpa dos agentes públicos.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. como tal. d) as duas asserções estão corretas e a segunda justifica a primeira. o réu persistia alegando sua inocência. Prof Daniel Mesquita Aula 11 PORQUE o art. na medida em que os atos de determinar e efetuar a prisão são de natureza comissiva e.com. sob a acusação de prática de ilícito penal qualificado.br danielmesquita@estrategiaconcursos.estrategiaconcursos. em atendimento de urgência. as autoridades policiais locais efetuaram a prisão em flagrante de outro cidadão pela prática de crime da mesma natureza daquele que motivou a condenação acima mencionada. É correto afirmar que a) a primeira asserção está correta e a segunda está incorreta.

a) O Estado não responde civilmente pelos danos causados por seus servidores. que tinha como identificar a homonímia.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. Prof Daniel Mesquita Aula 11 b) responde civilmente o Estado em razão da ação ou omissão das autoridades policiais.com.com. em razão do ato ser escopo de sua atuação.MRE . em razão dos agentes públicos terem agido em estrito cumprimento do dever legal. não se podendo imputar responsabilidade baseada na atuação do magistrado da ação penal. mesmo que o particular também seja culpado pelo dano causado. b) O Estado não pode cobrar do seu servidor a indenização que pagou a particular. não se estendendo a responsabilização à atuação dos agentes policiais. c) não responde civilmente o Estado. d) responde civilmente o Estado no caso de ser demonstrada ação ou omissão dos agentes públicos ou mesmo do serviço. 25) (ESAF . mesmo que prove a culpa do servidor no evento. ou seja. Teoria e exercícios comentados.br 83 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . o que exclui a responsabilidade ainda que seja identificado nexo de causalidade entre a ação estatal e os danos causados. a título de responsabilidade civil. portanto. tendo em vista que não pode ser considerado servidor público e.Assistente de Chancelaria) Acerca de responsabilidade civil do Estado.estrategiaconcursos.2004 . Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. c) Segundo as regras da responsabilidade civil do Estado entre nós.br danielmesquita@estrategiaconcursos. marque a opção correta. incluído o magistrado que atuou na ação penal. que forme nexo de causalidade com os danos experimentados pelo cidadão que ficou preso indevidamente. e) não responde civilmente. a não ser quando demonstrada a culpa desses no evento danoso. Prof. o Estado sempre responderá inteiramente pelo prejuízo suportado pelo cidadão. salvo se ficar comprovada culpa do magistrado. agente público para fins de responsabilização.

porque a Constituição Federal brasileira não contempla responsabilização por atos omissivos. e) O Estado também é responsável civilmente por omissão de seus agentes. a) o Estado pode ser responsabilizado civil e objetivamente pelos danos causados pela demora no atendimento.estrategiaconcursos. os agentes públicos responsáveis pelo resgate prestaram socorro primeiramente aos policiais militares feridos.com. Quando outra viatura foi acionada para prestar o atendimento emergencial as outras vítimas.Titular de Serviços de Notas e de Registros .18ª Região (GO) . eventuais danos sofridos por particulares não serão ressarcidos a título de responsabilidade civil do Estado. comerciante estabelecido no município do Recife.Analista Judiciário .Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. d) o Estado só pode ser responsabilizado pelos danos causados se os policiais militares envolvidos no acidente tiverem culpa pelo mesmo.TRT . 27) (FCC . Teoria e exercícios comentados. que cause dano a particulares.TJ-PE .Área Judiciária ) Numa ocorrência de acidente de trânsito envolvendo uma viatura oficial da polícia militar e um carro particular.2013 .br danielmesquita@estrategiaconcursos.br 84 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . e) o Estado pode ser responsabilizado subjetiva e subsidiariamente pelos danos causados aos civis envolvidos no acidente. b) o Estado não pode ser responsabilizado objetivamente. tendo em vista que não prestaram o adequado atendimento às vítimas. solicitou um empréstimo em instituição financeira e o mesmo foi negado em função de apontamento constante do Tabelionato de Prof. Prof Daniel Mesquita Aula 11 d) Em se tratando de atividade lícita do Estado. c) somente os agentes responsáveis pelo primeiro socorro podem ser responsabilizados pessoalmente. levada a cabo de acordo com o direito. 26) FCC .com.2013 .Provimento) Paulo. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. Diante desse cenário e do que prevê a Constituição Federal brasileira. o estado de saúde de uma delas estava bastante agravado.

em decorrência de erro do programa de informática do Tabelionato. decorrentes da falta de capital de giro.com. c) possui o direito de ser indenizado pelos danos morais e patrimoniais sofridos.2013 . restou comprovado que o apontamento constou indevidamente da certidão expedida. o que afasta a responsabilidade estatal. § 6º. pois Prof. desde que comprovada a responsabilidade subjetiva do tabelião. da Constituição Federal e na Lei nº 8. cabendo a responsabilidade. que tenha atuado com dolo ou culpa. Em face disso. e) possui o direito de ser indenizado. ao agente causador do dano. incidindo na situação narrada a responsabilidade objetiva do Tabelionato. atraso no pagamento de tributos.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. entre outros. com fundamento no art.DPE-AM . Paulo sofreu sérios prejuízos. que poderá exercer o direito de regresso em face de preposto responsável pelo erro. mas apenas à reparação do erro verificado. o Município alega que se trata de situação de força maior.com.935/94. Tal argumento não se sustenta. Em sua defesa. desde que comprovado dolo ou culpa.br danielmesquita@estrategiaconcursos. 28) (FCC .estrategiaconcursos. exclusivamente. 37. d) não possui direito a indenização. Posteriormente. entre os quais a perda de contratos pela impossibilidade de pagamento de seus fornecedores. afastada nos casos de falha do serviço que não decorra de dolo ou culpa individual. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. Em face de tal situação.br 85 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . tabelião ou preposto. decorrente de uma tempestade na região. sendo que o referido hospital não possuía geradores de emergência. multas. Prof Daniel Mesquita Aula 11 Protesto. eis que a responsabilidade do agente público delegado é de natureza subjetiva. b) não possui direito à indenização. Paulo a) detém o direito de ser indenizado pelos prejuízos sofridos.Defensor Público) Paciente internada em UTI de hospital público municipal falece em razão da ocorrência de interrupção do fornecimento de energia elétrica. tendo em vista tratar-se de serviço público delegado. Teoria e exercícios comentados.

c) é exclusiva do agente público. embasadora da responsabilidade objetiva estatal. o nexo causal não se encontra configurado. culminando a perseguição com a remoção desnecessária e injustificada para um posto distante de sua residência. c) não se trata de situação de força maior. Uma vez provados tais fatos. ensejando a responsabilidade subjetiva da entidade municipal. Prof Daniel Mesquita Aula 11 a) a responsabilidade estatal na prestação de serviços públicos é baseada na teoria do risco administrativo. em vista da natureza eminentemente pessoal do conflito. b) no tocante aos danos morais é atribuível tão somente ao agente público.com. afastando as causas excludentes de responsabilidade. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. Teoria e exercícios comentados. visto que a entidade estatal não obteve nenhum proveito da situação.MPE-AL . mas sim de fato de terceiro.br 86 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . a servidora decide ajuizar ação de indenização por danos morais e materiais – visto que teve gastos médicos decorrentes do sofrimento psicológico a que foi submetida. d) somente poderá ser atribuída ao ente estatal caso se comprove a culpa in vigilando em relação à atuação do agente público que Prof.estrategiaconcursos. afastando as causas excludentes de responsabilidade.Promotor de Justiça) Uma servidora pública estadual é vítima de constantes humilhações de seu superior hierárquico.br danielmesquita@estrategiaconcursos. que tinha o dever de evitar o evento danoso. refugindo ao âmbito da teoria do risco-proveito.com. decorrente de moléstia contraída antes da internação. e) a situação ocorrida está no horizonte de previsibilidade da atividade. a responsabilidade a) é atribuível de forma solidária ao Estado e ao agente público que submeteu a autora a assédio moral. sendo desnecessário recorrer à excludente de força maior. que não enseja o afastamento da responsabilidade estatal. b) a responsabilidade estatal na prestação de serviços públicos é baseada na teoria do risco integral. 29) (FCC .2012 . d) por se tratar de morte natural. Diante de tal circunstância.

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promoveu o assédio moral, por se tratar de conduta omissiva do ente
estatal,

o

que

ensejaria

responsabilidade

na

modalidade subjetiva.
e) é atribuível de forma principal ao agente público, por ser o
causador direto do dano; e de forma subsidiária ao ente estatal, caso o
agente público não tenha patrimônio para reparar o dano causado.

30) (2014/FCC/TRT - 18ª Região (GO)/Juiz do Trabalho) Com
relação à responsabilidade civil na atuação estatal, considere as
seguintes afirmações:

I. Em ação de responsabilidade por dano causado a particular, o ente
público réu pode buscar a responsabilização do agente público autor do
dano, por meio da nomeação à autoria.

II. O regime de responsabilidade objetiva da pessoa jurídica prestadora
de serviços públicos pelos danos que causar em razão de sua atividade
se aplica tanto em favor de usuários do serviço prestado quanto em
favor de terceiros não-usuários.

III. A absolvição do agente público causador de dano a particular, na
esfera penal, nem sempre impede sua responsabilização perante a
Administração, em ação regressiva.

Está correto o que se afirma APENAS em
a) I.
b) II.
c) III.
d) I e II.
e) II e III.
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31) (FCC-2010-TRE-AC-Analista

Judiciário)

Com

relação

à

responsabilidade civil do Estado, a ação regressiva é uma
a)

medida

de

natureza

administrativa

de

que

dispõe

a

Administração para obrigar o agente, manu militari, a ressarcir o valor
da indenização que pagou a terceiros em decorrência de conduta
daquele.
b) medida administrativa que o lesado tem contra o agente público
causador do dano.
c) ação judicial que o agente público tem contra a vítima de dano
se não agiu com culpa.
d) ação judicial que o lesado tem contra o agente público causador
do dano para buscar indenização.
e) ação judicial de natureza civil que a Administração tem contra o
agente público ou o particular prestador de serviços públicos causador
do dano a terceiros.

32) (FCC-2010-TRT-8ª

Reg(PA

e

AP)-Analista

Judiciário)

Um

motorista dirigindo em uma estrada estadual cai com o veículo em um
buraco próximo a uma obra de recapeamento do asfalto, do que resulta
danos de grande monta no veículo e lesões graves no motorista. O
acidente

ocorreu

por

deficiência

de

sinalização,

que

era

de

responsabilidade de funcionário do Estado, responsável pela obra.
Nesse caso,
a) o Estado responde pelos danos causados ao veículo, mas não
pelas lesões corporais suportadas pela vítima.
b) a vítima pode acionar judicialmente o Estado para reparação dos
danos porque ele responde, objetivamente, pelos atos dos seus
agentes.

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c) a vítima não pode acionar o Estado porque está evidente a culpa
do agente, que é quem deve ser acionado.
d) se o Estado for acionado e pagar os danos, ele não pode
processar o agente que deu causa ao acidente porque este estava no
cumprimento do seu dever.
e) não cabe ação para reparação dos danos porque a estrada
estava sendo recapeada e o motorista deveria tomar cuidado, mesmo
sem existência de sinalização adequada.

33) (FCC - 2010 - AL-SP - Agente Técnico Legislativo) A regra da
responsabilidade

objetiva

do

Estado

exige,

segundo

a

previsão

constitucional correspondente, que o dano seja causado por agente
público que atue nessa qualidade, sendo considerados agentes públicos
a) os servidores públicos, os agentes políticos e os particulares que
atuam em colaboração com o poder público.
b) apenas aqueles que atuam investidos em cargos, funções,
mandatos

ou

comissões,

por

nomeação,

eleição,

designação

ou

delegação.
c) apenas aqueles que possuem vínculo estatutário com a
Administração pública.
d) apenas aqueles detentores de mandato eletivo.
e) apenas aqueles com vínculo laboral com a Administração,
celetista ou estatutário, e os detentores de mandato eletivo.
Para a responsabilização do Estado, deve-se entender que todo e
qualquer

agente

que

atue

em

nome

do

Estado

ensejará

a

responsabilidade civil deste. Assim, todos os itens restringem a
responsabilização, exceto a letra “a”, que é o gabarito.

34) (FCC - 2010 - AL-SP - Agente Técnico Legislativo) A regra da
responsabilidade
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objetiva

do

Estado

exige,

segundo

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a

previsão

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br danielmesquita@estrategiaconcursos. Em decorrência dessa colisão.estrategiaconcursos. e os detentores de mandato eletivo. por nomeação. b) apenas aqueles que atuam investidos em cargos. d) apenas aqueles detentores de mandato eletivo. eleição. pois se trata de conduta esperada.2013 . o Município a) responde subjetivamente pelos danos materiais causados.Técnico Judiciário) Após o resgate de vítimas de um acidente de trânsito. c) responde indenização aos objetivamente pelos danos familiares vítima que da causados. bem como por danos morais aos familiares da vítima. 35) (FCC .com. c) apenas aqueles que possuem vínculo estatutário com a Administração pública. os agentes políticos e os particulares que atuam em colaboração com o poder público.se em alta velocidade em direção ao hospital público mais próximo. e) apenas aqueles com vínculo laboral com a Administração. Prof Daniel Mesquita Aula 11 constitucional correspondente. que o dano seja causado por agente público que atue nessa qualidade. Teoria e exercícios comentados. b) não responde civilmente pelos danos causados.18ª Região (GO) . tendo em vista que o excesso de velocidade para as ambulâncias configura excludente de responsabilidade.TRT . sendo considerados agentes públicos a) os servidores públicos. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www.br 90 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . funções.com. tenham cabendo relação de dependência financeira com a mesma. uma ambulância do serviço de saúde municipal deslocava.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. designação ou delegação. mandatos ou comissões. Prof. tendo colidido com um veículo particular. De acordo com o que dispõe a Constituição Federal. celetista ou estatutário. um dos resgatados que estava no interior da ambulância sofreu traumatismo craniano e acabou falecendo.

br danielmesquita@estrategiaconcursos. do qual não participou qualquer agente público. na qualidade Prof. um de seus funcionários que atuavam nas obras de duplicação. d) o Estado responde. c) a concessionária estadual responde. ficando afastada indenização por danos morais em razão da ausência de culpa a ser imputada ao condutor da ambulância. objetivamente. a) está-se diante de força maior.br prestado pela 91 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . tanto para a concessionária de serviço público.riais causados. 36) (2014/FCC/TRF . quanto para os motoristas envolvidos nos acidentes.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. Diante dessa narrativa e levando em conta o disposto na Constituição Federal. pelos danos causados. excludente de responsabilidade. desde que reste demonstrada a culpa de. Prof Daniel Mesquita Aula 11 d) responde objetivamente apenas pelos danos mate. que não executaram adequadamente as obras necessárias para evitar o incorrido.com. Teoria e exercícios comentados. pelos acidentes ocorridos.3ª REGIÃO/Analista Judiciário .estrategiaconcursos. pelo menos. b) a concessionária estadual responde. houve deslizamento de possibilitando a grande quantidade ocorrência de de acidentes terra de entre uma os encosta. tendo em vista que o nexo de causalidade ensejador da responsabilidade civil remete ao primeiro acidente ocorrido.Oficial de Justiça Avaliador) Uma concessionária que explora rodovia estadual. veículos que trafegavam pelo local no momento. civilmente. objetivamente. e) não responde civilmente perante os familiares da vítima.com. Durante uma tempestade ocorrida alguns dias após o início das obras. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt de titular do serviço que era www. comprovado o nexo de causalidade com o ato dos representantes daquela empresa. no decorrer da execução das obras de duplicação de determinado trecho. não executou adequadamente as contenções das encostas. pelos danos causados.

br 92 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . direta e integralmente. Teoria e exercícios comentados.Constatado o erro. por conduta dolosa.2013 . do agente público responsável pela emissão da certidão. na esfera administrativa.br danielmesquita@estrategiaconcursos.estrategiaconcursos. inclusive em razão da ocorrência de força-maior. desde que constatada falha na prestação do serviço. independentemente de comprovação de culpa do agente público responsável pela emissão da certidão. c) responde.sito para a posse. Ocorre que referida certidão apontou. esta que não pode ser responsabilizada diretamente. pelos atos de suas concessionárias de serviço público. b) responde pelos danos morais e patrimoniais sofridos por Sandro. salvo na hipótese de condenação judicial.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. pelos danos causados pela tempestade. objetivamente. equivocadamente. como requi. civilmente. impedindo que Sandro tomasse posse no cargo causandolhe prejuízo financeiro e moral. a responsabilidade do agente público emissor da certidão. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. Prof. e) pode ser civilmente responsabilizada pelos danos comprovadamente sofridos por Sandro. d) não pode ser civilmente responsabilizada pelos da. desde que caracterizada conduta dolosa ou culposa do agente público. Prof Daniel Mesquita Aula 11 concessionária. foi exigida a apresentação de certidão de antecedentes criminais. 37) (FCC .com.6ª Região (PE) . e) o Estado responde. apenas pela via regressiva. uma condenação por crime doloso. pelos danos comprovadamente causados a Sandro. a) não pode ser civilmente responsabilizada pelos danos morais sofridos por Sandro.com. tendo em vista que o poder público responde.a Administração.Juiz do Trabalho) Sandro foi aprovado em concurso público e. consistente em conduta comissiva comprovadamente culposa de agente público.TRT .nos sofridos por Sandro enquanto não apurada.

Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www.br 93 de 95 Facebook: Daniel Mesquita .Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS.br danielmesquita@estrategiaconcursos. Teoria e exercícios comentados.com. Prof Daniel Mesquita Aula 11 Gabarito: 1) 2) 3) 4) 5) 6) 7) 8) 9) 10) 11) 12) 13) 14) 15) 16) 17) 18) 19) 20) 21) 22) 23) 24) 25) 26) 27) 28) 29) 30) 31) 32) 33) 34) 35) 36) A B B D D C A A A D D B E A A D A A D D D B D E A E E A E E B C A B C C 10) Referências Prof.estrategiaconcursos.com.

Celso Antonio Pacheco. São Paulo. 1927. Juarez.. Marcelo e PAULO. Direito Administrativo. Teoria e exercícios comentados. e ampl. 1995. Manual de Direito Administrativo. MESQUITA. Direito Administrativo – Série Advocacia Pública. 2010. 13ª ed. MEIRELLES.br 94 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . 18ª ed. CAVALIERI FILHO. Direito Administrativo. Paris: Librairie Dalloz. 2003. 2008. Forense. 3. São Paulo: Saraiva. 13ª ed. 2006. São Paulo: Malheiros. Vol. Direito Administrativo brasileiro. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. Direito Administrativo . São Paulo: Método. Salvador: Jus Podivm.br danielmesquita@estrategiaconcursos. São Paulo: Malheiros. 2010. Responsabilidade civil do estado. Daniel. Direito Administrativo descomplicado. 2006. Responsabilidade civil do Estado. Diogenes. MARINELA. Yussef Said. Sérgio. São Paulo: Editora Atlas. Curso de Direito Administrativo. Vicente. Prof. GASPARINI. Ed. Paul. Celso Antônio. São Paulo: Malheiros. 22ª ed. BANDEIRA DE MELLO. 27ª ed. 5ª ed. José dos Santos. Curso de Direito Ambiental brasileiro. Método. Ed. 2009.tomo I. 2011. 2007. FIORILLO. CAHALI.com.estrategiaconcursos. 2005. DI PIETRO. São Paulo: Saraiva. São Paulo: Malheiros. Rio de Janeiro: Lumen Juris. rev.com. Rio de Janeiro.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS. 3ª ed. 2003. atual. Fernanda. Programa de responsabilidade civil. Maria Sylvia Zanella. La responsabilité de la puissance publique. CARVALHO FILHO. DUEZ. São Paulo: Malheiros. 7ª ed. Prof Daniel Mesquita Aula 11 ALEXANDRINO. FREITAS. Hely Lopes.

São Paulo: Revista dos Tribunais.stj.jus. 4ª ed. Daniel Mesquita Twitter: @danielmqt www. Responsabilidade civil e sua interpretação jurisprudencial: doutrina e jurisprudência. em www. Informativos de jurisprudência do Supremo Tribunal Federal. Rui.br danielmesquita@estrategiaconcursos. Prof Daniel Mesquita Aula 11 STOCO. Teoria e exercícios comentados.estrategiaconcursos.Direito Administrativo p/ Técnico de Seguro Social -INSS.stf.jus.com.br. Prof.br 95 de 95 Facebook: Daniel Mesquita . e do Superior Tribunal de Justiça.br.com. 1999. em www.