Novenas Marianas

2007
Instruções para as novenas marianas 4 Caso no segundo dia da novena mariana (domingo), a liturgia oficial da Igreja prescreva festa ou solenidade (tempo pascal, pentecostes...), esta deve prevalecer sobre a liturgia da novena; A abertura é própria para ser cantada pelo presidente da celebração. Caso isto não seja possível, que a equipe de cantos se prepare e se responsabilize por este momento; Durante a Novena Mariana, os Grupos Bíblicos de Reflexão se reunirão e virão em procissão, rezando... até a Igreja, cada um com seu padroeiro, nome do grupo, cartazes... Envolver as turmas de Catequese, Infância Missionária; Motivar o povo a trazer a Bíblia e o Livro de Cantos todos os dias; Para todas as celebrações, deverá haver muito ensaio, preparo, não somente em sua estrutura, mas também em seus mínimos detalhes;

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10 Os cantos deverão ser muito bem ensaiados, já que são eles que irão abrilhantar boa parte das celebrações; 11 As músicas destas novenas estão gravadas em sua maior parte no CD elaborado especialmente para as Novenas Marianas; 12 Seria muito bom iniciar e terminar as celebrações com cânticos animados onde as pessoas possam expressar a sua alegria e emoção através dos cantos; 13 O sucesso da novena depende, também, de uma boa divulgação. 14 Partilhas para as novenas (nas duas primeiras celebrações, distribui-se a Eucaristia):

3ª novena: Maria mole 4ª novena: Toicinho do céu e suco 5ª novena: Pudim/gelatina 6ª novena: Bolinho de chuva e suco 7ª novena: Bolo e suco 8ª novena: Pão e ervas amargas

N° 1 Ladainha de Nossa Senhora (após cada invocação, repete-se: “Maria, clamamos a vós”; após cada 5
invocações, repete-se: “Mãe de Deus, clamamos a vós”.

S: Os coros dos anjos vos louvam. T: Maria, clamamos a vós. Saúdam-vos todos os santos. O mundo dos astros vos louva. A santa Igreja vos louva. Os homens na terra vos louvam. T: Mãe de Deus, clamamos a vós. S: Vós sois medianeira das graças. T: Maria, clamamos a vós. Sois sede da sabedoria. Sois Mãe da eterna beleza. Sois Mãe do perpétuo socorro. Sois Mãe do amor verdadeiro. T: Mãe de Deus, clamamos a vós. S: Vós sois a alegria dos santos. T: Maria, clamamos a vós. Dos mártires sois a Rainha. Vós sois a Rainha dos justos. Vós sois o socorro na luta. Da paz sois de toda a virtude.

T: Mãe de Deus, clamamos a vós. S: Sois fonte de toda a virtude. T: Maria, clamamos a vós. Sois templo do Espírito Santo. Sois arca da nova aliança. Do reino do céu sois a porta. Sois glória da santa Igreja. T: Mãe de Deus, clamamos a vós. S: Vós sois o refúgio nas dores. T: Maria, clamamos a vós. Vós sois o auxílio do povo. Vós sois dos enfermos saúde. Consolo dos desamparados. Na morte sois nossa esperança. T: Mãe de Deus, clamamos a vós.

N° 2
Cântico de Maria Com Maria, serva do Senhor e figura da Igreja, cantemos as maravilhas que o Senhor fez por nós por meio de Jesus Cristo, e façamos nosso o projeto de Deus. A minh’alma engrandece o Senhor, Meu coração muito se alegrou Em Deus, meu Salvador, Em Deus, meu Salvador! 1. Minh’alma exalta o Senhor E o meu coração, vibrando, se alegra Em Deus que é meu salvador O Deus que minh’alma alegre celebra. 2. Ele voltou seu olhar Para a pequenez de sua servidora E todas as gerações Me proclamarão feliz e ditosa! 3. Ele que é todo poder Me fez grandes coisas, santo é seu nome! Sua bondade se estende

De pais para filhos sobre os que o temem! 4. Ele agiu com braço forte E os cheios de orgulho ele dispersou! Botou abaixo os potentes, Humildes, pequenos, ele elevou! 5. Ele enricou os famintos E os ricos, sem nada, embora mandou! Ele a seu povo acudiu, De sua promessa aos pais se lembrou! 6. Ele aliou-se a Abraão E a seus descendentes, sem fim, também! Glória ao Pai por seu Filho, No Espírito Santo, pra sempre. Amém!

N° 3 Bênção da Refeição Fraterna P6 O Senhor esteja com vocês! T: Ele está no meio de nós! P: Demos graças ao Senhor, nosso Deus! T: É nosso dever e nossa salvação! É justo e faz teu povo ser mais santo louvar a ti, ó Pai, no mundo inteiro, de dia e de noite, agradecendo por tuas incontáveis maravilhas! Bendito sejas tu, Deus do universo! Pelos frutos do trabalho, te louvamos, pelo pão, pela bebida, bendizemos... É por eles que na vida nos sustentas v e nos dás a alegria da partilha.

Bendito sejas tu, Deus do universo! Com prazer, ó Senhor, te bendizemos por Jesus, o teu filho bem-amado, que no tempo marcado enviaste pra teu reino ao mundo anunciar. Bendito sejas tu, Deus do universo! Esta ceia aqui agora nos relembra tantas vezes que Jesus com seus amigos repartiu o alimento, dando graças, se fazendo companheiro no caminho. Bendito sejas tu, Deus do universo! E agora te pedimos, ó Senhor, que derrame sobre nós teu Santo Espírito. Que ele venha abençoar esta partilha e firmar na tua paz as nossas vidas. Bendito sejas tu, Deus do universo! E assim nos alegremos co'a presença daquele que morreu e ressurgiu, e unidos num só corpo nós seremos pela santa unção do seu Espírito. Bendito sejas tu, Deus do universo! Protege tua Igreja que caminha nas estradas deste mundo rumo ao céu, que seja testemunha do teu reino e com toda a humanidade alcance a paz. Bendito sejas tu, Deus do universo! E agora com Maria e os teus santos, e com todos que partiram desta vida, invocamos o teu nome santo e grande com a oração que aprendemos de Jesus.

N° 4
Bênção da Refeição Fraterna P: Irmãos e irmãs, louvemos ao Senhor porque ele é bom!

T: Eterno é seu amor! P: Louvemos a Deus porque ele nos amou primeiro! T: Eterno é seu amor! P: Por todas as maravilhas de Deus em favor do seu povo, bendigamos ao Senhor! T: Graças a Deus! Para nós é um prazer bendizer-te, ó Senhor, celebrar o teu amor por Jesus teu bem-querer! Te louvamos, ó Senhor, pela nossa humana história, que revela tua glória, teu poder libertador. (bis)
Apresentando a comida:

Ó Senhor, te bendizemos por comida tão gostosa, que com mãos bem generosas entre nós partilharemos! E agora, ó Senhor, sobre nós e nossa mesa, tua luz e fortaleza, manda o Espírito de amor! N° 5 Bênção da Refeição Fraterna P: O Senhor esteja com vocês! T: Ele está no meio de nós. P: Demos graças ao Senhor nosso Deus! T: É nosso dever e nossa salvação. É prazer para nós a Deus louvar, Bendizer-te, ó Pai, é salvação, Deus eterno em poder, amor e ação Por Jesus, Senhor nosso, celebrar... Com Maria teu nome gloriar, Pois olhaste pra sua humilhação E a fizeste da tua salvação Portadora primeira e preferida. Por sua fé, tu nos deste a luz da vida, Jesus Cristo, que é nossa redenção!

Mãe fiel junto à cruz assim se achou, De seu filho os discípulos herdando, E entre dores mãe nossa se tornando, Co’a vitória de Cristo se alegrou... Co’a Igreja orante se encontrou E, aguardando a graça prometida, Alegrou-se no espírito da vida, E assim completou sua missão. Como mãe e modelo dos cristãos, Nos convida a cantar tuas maravilhas. Com Maria em alegres louvações Pelos frutos da terra generosa, Vimos hoje fazer feliz memória De Jesus em suas santas refeições... Sobre nós, ó Pai santo, e nossos dons Manda o Espírito, a graça, a santidade, A juntar numa só fraternidade Este povo, u’a só alma e coração, Pra dizer-te de Cristo a oração, Pai de todos que vivem na irmandade. P: O Senhor esteja com vocês! T: Ele está no meio de nós! P: Demos graças ao Senhor, nosso Deus! T: É nosso dever e nossa salvação! N° 6 Bênção da Refeição Fraterna É bom cantar um bendito, Um canto novo, um louvor! Ao Deus do céu, Pai bondoso, Por Cristo, nosso Senhor! Ao Deus que enche de graça Maria, mãe do Senhor! Ao Deus que fez maravilhas Naquela que acreditou! Maria, serva fiel, Do Filho a voz escutou. Maria, mãe dos que crêem, Aos pés da cruz se encontrou.

Maria, vitoriosa, Com Cristo à glória chegou. Co’a mãe, os filhos exultam, Cantando a Deus salvador.

1° Dia – Maria, Mãe de Deus
Música acolhendo à porta (com exceção na quaresma) 10 minutos antes: animação Chegada – silêncio, oração pessoal e mantra: Ave Maria, Ave Maria, Ave, Ave Maria (Frei Luiz Turra). Acendimento da vela da novena
Uma mulher acende a primeira vela e reza:

Bendito sejas, Deus das promessas, Porque iluminas as nossas vidas Com a luz de Jesus Cristo, teu Filho, A quem Maria gerou Com toda a ternura do coração. Amém. Abertura - Vem, ó Deus da vida, vem nos ajudar! (bis) Vem, não demores mais, vem nos libertar! (bis) - Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito. (bis) Glória à Trindade Santa, glória ao Deus bendito. (bis)

- Aleluia, irmãs, aleluia, irmãos! (bis) Com a Mãe do Senhor, a nossa louvação. (bis)
Quaresma

- Meus irmãos, irmãs, cantem com fervor, (bis) Deus é maravilhoso na Mãe do Senhor. (bis) Acolhida Irmãos e irmãs, a graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco! - Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo. Recordação da vida Estamos iniciando a novena mariana em preparação à festa do(a) padroeiro(a) de nossa comunidade, tornando bem presentes todas as nossas preocupações, dificuldades, angústias, mas também realizações, anseios, esperanças... Enfim, nossa vida que pede mais vida. (Citar espontaneamente alguns fatos, acontecimentos e pessoas que queremos colocar em oração.
Terminar com a recordação da criação da Diocese)

Neste Ano Mariano, estamos comemorando os 80 anos da Criação da Diocese de Joinville, pelo Papa Pio XI, no dia 17 de janeiro de 1927. Por todas as maravilhas que Deus realizou em nossa Igreja durante estas oito décadas, cantemos: Querida Joinville, vibrante diocese, tua fé jamais vacile, teu povo cante e reze. Igreja missionária, unida a seu pastor, profeta e operária do Reino do Senhor. Juntamente com toda a diocese, digamos juntos o tema e o lema deste “Ano Mariano”: “Com Maria, discípula e missionária de Jesus Cristo, somos Igreja solidária”; “Fazei tudo o que ele vos disser”. Celebramos hoje o Deus que escolhe Maria para ser a mãe do Salvador e nossa mãe. Hino (Maria de Nazaré – n° 1411). Oração Ó Deus, fonte de toda a bênção, Por Maria deste à humanidade o teu Filho Jesus, Príncipe da Paz e Sol da Justiça. Abençoa todas as pessoas E grupos que trabalham pela paz e pela preservação da terra. Que Maria, Mãe do Senhor, Inspire a nossa vida e a nossa missão Ao longo deste Ano Mariano Diocesano. Por Cristo, Nosso Senhor. Amém. Salmo 131 (130) “Quem não acolher o Reino de Deus como uma criancinha, não entrará nele” (Lc 18,17)

Como pobres e carentes da proteção de Deus, confiemo-nos totalmente nas mãos do Pai, que escolhe os pequeninos para confundir os grandes deste mundo. 1. Senhor, não sou orgulhoso, nem tenho olhar arrogante. Não ando atrás de grandezas, Além do que é meu alcance Minha alma em mim silencia E a tenho em paz repousante (bis). 2. Igual a uma criança que já deixou de mamar e está no colo materno em mim assim minh’alma está. Confia Israel no Senhor, Com Deus sempre hás de contar (bis).

Feita após um momento de silêncio

Oração sálmica Senhor, nosso Deus, Sempre fiel às vossas promessas, Pusestes sobre o trono de Davi, Como tínheis jurado, Jesus, vosso Filho e vosso Messias, E fizestes da Igreja Vossa morada para sempre. Levantai-vos e vinde à vossa casa E fazei que vossos sacerdotes e vossos fiéis Guardem sempre vossa aliança E sejam fermento de santidade no mundo. Por Cristo, nosso Senhor. Amém. Aclamação (à escolha da equipe de cantos) Evangelho (Lc 2,16-21) Meditação Maria, mãe de Deus e nossa, leva-nos ao encontro do seu Filho Jesus. Assim, olhando para Maria mãe, somos convidados a percebermos o rosto de seu Filho, “[...] nascido de mulher... para que recebêssemos a adoção de filhos” (Gl 4,4-5). Ele, por amor de nós e para nossa salvação, encarnou-se no seio de Maria pelo poder do Espírito Santo e assim nos trouxe a redenção. Este mistério divino nos é revelado e continuado na Igreja, que o Senhor constituiu como seu corpo. Ao iniciarmos esta novena mariana, tendo os olhos fixos em Jesus, reflitamos sobre aquilo que hoje estamos rezando: Maria, mãe de Deus e nossa. Para muitos, isso

pode parecer muito estranho, até contraditório. Como poderia Maria ser a mãe de Deus? Este primeiro dogma mariano da história da Igreja (depois vieram mais três: o dogma da virgindade, da imaculada conceição e, por último, da assunção) foi proclamado no ano 431, no Concílio de Éfeso. O dogma é uma “verdade de fé proclamada pela Igreja”. Por causa de erros na interpretação da fé, a Igreja, em vários momentos de sua história, teve que afirmar inúmeros dogmas. Em Éfeso, naquele ano, os bispos afirmaram que Maria era mãe de Deus e nossa por ser ela mãe de Jesus Cristo, o Filho de Deus. Maria é, de verdade, a mãe de Jesus de Nazaré. Ele, por sua vez, é o Filho de Deus. Maria, então, é a mãe do Filho, a segunda pessoa da Santíssima Trindade. Assim sendo, os bispos não tiveram dúvidas: como Pai, Filho e Espírito Santo são eternos, Maria, por ser a mãe do Filho – de igual natureza ao Pai (Deus-Pai, Deus-Filho e Deus-Espírito Santo) – é, também, mãe de Deus e, por conseqüência, nossa. Quando os cristãos daquele tempo souberam dessa notícia, alegraram-se, pois para eles não havia dúvidas. Hoje, iniciando nossa novena mariana, também queremos fazer esta grande proclamação de fé: Maria, tu que és mãe de Deus e nossa, leve-nos ao encontro do Teu Filho, para sermos mais semelhantes a Ele. Ao longo de todos esses séculos, a Igreja, com muita insistência, vem anunciando essa verdade de fé. Mesmo que vozes se levantem contra tais palavras, talvez por falta de uma maior compreensão do mistério, não podemos deixar de nos alegrar com a maternidade divina de Maria. Por isso, na Igreja, principalmente a partir do Concílio de Éfeso, o culto prestado a Maria pelo povo de Deus cresceu admiravelmente, em veneração, amor, invocação e imitação, de acordo com as palavras proféticas da própria Virgem: “Todas as gerações me chamarão bem-aventurada, porque fez em mim grandes coisas o onipotente” (Lc 1,48). Ladainha de Nossa Senhora - pg ____n°____
(após cada invocação, repete-se: “Maria, clamamos a vós”; após cada 5 invocações, repete-se: “Mãe de Deus, clamamos a vós”. Para a Missa, seguir roteiro n° 1; para a Celebração da Palavra, n° 2.

Roteiro n° 1 - missa Apresentação das oferendas (canto n° 370) Oração sobre as oferendas
(Comum de Nossa Senhora, n° 3, p. 735 do missal)

Oração Eucarística
(Prefácio - p. 445 do missal; Oração Eucarística I ou II ou III)

Rito da comunhão Canto de comunhão (n° 614) Cântico de Maria – pg _____n°______
Com Maria, serva do Senhor e figura da Igreja, cantemos as maravilhas que o Senhor fez por nós por meio de Jesus Cristo, e façamos nosso o projeto de Deus.

Oração pós-comunhão
(Comum de Nossa Senhora, n° 3, p. 736 do missal)

Avisos Bênção (cantada) A bênção do Deus de Sara, Abraão e Agar, A bênção do Filho, nascido de Maria, A bênção do Espírito Santo de amor, Que cuida com carinho, Qual mãe cuida da gente, Esteja sobre todos nós. Amém!

Roteiro n° 2 – Celebração da Palavra Coleta (canto n° 1426) Bênção da refeição fraterna – pg ____n°____ Rito da comunhão T: Pai nosso... P: Assim disse Jesus: “Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim nunca mais terá fome E o que crê em mim nunca mais terá sede”.
Mostrando o pão consagrado:

P: Eis o Cordeiro de Deus, Aquele que tira o pecado do mundo! T: Senhor, eu não sou digno... Partilha do pão consagrado (canto n° 614) Oração após a comunhão Nós te damos graças, ó Pai Santo, Pela vida que recebemos de ti! Nós te damos graças e te bendizemos Pela ressurreição de Jesus e Pela esperança que fizestes nascer em nossos corações! Caminha conosco hoje e sempre. Por Cristo, Jesus, nosso Senhor. Amém!

Avisos Bênção (cantada) A bênção do Deus de Sara, Abraão e Agar, A bênção do Filho, nascido de Maria, A bênção do Espírito Santo de amor, Que cuida com carinho, Qual mãe cuida da gente, Esteja sobre todos nós. Amém! 2° Dia – Maria sempre Virgem Música acolhendo à porta (com exceção na quaresma) 10 minutos antes: animação Chegada – silêncio, oração pessoal e mantra: Ave Maria, Ave Maria, Ave, Ave Maria (Frei Luiz Turra). Acendimento da vela da novena
Uma mulher acende a segunda vela e reza:

Bendito sejas, Deus das promessas, Porque iluminas as nossas vidas Com a luz de Jesus Cristo, teu Filho, Nascido da sempre Virgem Maria. Amém. Abertura (quando a celebração for pela manhã) - Estes lábios meus, vem abrir, Senhor, (bis) Cante esta minha boca sempre o teu louvor! (bis) - Venham, adoremos a nosso Senhor, (bis) Com a Virgem Maria, Mãe do Salvador! (bis) - Vibra de alegria o meu coração, (bis) Ao meu Senhor e Rei eu canto esta canção. (bis) - Teu ouvido inclina, vê teu Rei, Senhor, (bis) Com tua formosura ele se encantou. (bis) - Vão lembrar teu nome, gerações inteiras, (bis) Vão te louvar os povos, de toda maneira. (bis) - Glória ao Pai, ao Filho e ao Santo Espírito. (bis) Glória a Trindade Santa, glória ao Deus bendito. (bis) - Aleluia, irmãs, aleluia, irmãos! (bis) Com a Mãe do Senhor, a nossa louvação. (bis)
Quaresma

- Meus irmãos, irmãs, venham com fervor, (bis) Com a Mãe do Senhor, a Deus o louvor. (bis)

Abertura (quando a celebração for à noite) - Vem, ó Deus da vida, vem nos ajudar! (bis) Vem, não demores mais, vem nos libertar! (bis) - Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito. (bis) Glória à Trindade Santa, glória ao Deus bendito. (bis) - Aleluia, irmãs, aleluia, irmãos! (bis) Com a Mãe do Senhor, a nossa louvação. (bis)
Quaresma

- Meus irmãos, irmãs, cantem com fervor, (bis) Deus é maravilhoso na Mãe do Senhor. (bis) Acolhida Irmãos e irmãs, a graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco! - Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo. Recordação da vida Estamos no segundo dia desta novena mariana em preparação à festa do(a) padroeiro(a) de nossa comunidade, tornando bem presentes todas as nossas preocupações, dificuldades, angústias, mas também realizações, anseios, esperanças... Enfim, nossa vida que pede mais vida. (Citar espontaneamente alguns fatos, acontecimentos e pessoas que queremos colocar em oração.
Terminar com a recordação da criação da Diocese)

Neste Ano Mariano, estamos comemorando os 80 anos da Criação da Diocese de Joinville, pelo Papa Pio XI, no dia 17 de janeiro de 1927. Por todas as maravilhas que Deus realizou em nossa Igreja durante estas oito décadas, cantemos: Querida Joinville, vibrante diocese, tua fé jamais vacile, teu povo cante e reze. Igreja missionária, unida a seu pastor, profeta e operária do Reino do Senhor. Juntamente com toda a diocese, digamos juntos o tema e o lema deste “Ano Mariano”: “Com Maria, discípula e missionária de Jesus Cristo, somos Igreja solidária”; “Fazei tudo o que ele vos disser”. Celebramos hoje a ação de Deus na vida de Nossa Senhora sempre Virgem. Hino (Graças demos a Senhora - n° 1408) Aspersão e canto
(fora da quaresma: n° 1808; na quaresma: n° 1119).

Glória Oração Ó Deus, promessa de alegria,

Consagraste a Virgem Maria Com a força santificadora do teu Espírito. Dá a nós também a força renovadora do teu Espírito, Para que possamos caminhar Sempre em teus caminhos. Por Cristo, Nosso Senhor. Amém. 1ª leitura (Gl 4,4-7) Salmo 145 (144) “Ó Deus, como são grandes tuas obras, justos e verdadeiros os teus caminhos” (Ap 15,3). Com uma antiga oração de louvor, contemplamos a soberania e a realeza de nosso Deus. Proclamamos a grandeza de seu nome: que o Senhor apresse a vinda do seu Reino. Grande, eu proclamo, és meu Deus, Sempre irei te louvar. Teu nome eu vou bendizer, Todo dia eu vou cantar! 1. O Senhor é grande e louvável, sem medida é sua grandeza, gerações de uma pra outra anunciem as tuas proezas. 2. Tua fama é glória e esplendor maravilhas de ti vou cantar teu poder é terrível, dirão, tua grandeza eu vou celebrar! 3. Vão lembrar tua imensa bondade, tua justiça irão proclamar. O Senhor, ele é só compaixão, lento a irar-se, só sabe amar. 4. O Senhor, sim, é só compaixão, tem carinho por tudo o que fez, que te louvem as tuas ações, teus fiéis te bendigam também. 5. Do teu reino proclamem a glória falem sempre de tuas proezas, anunciem as tuas façanhas, do teu reino, a imensa grandeza!

6. O teu reino é reino sem fim gerações sem cessar tu governas. O Senhor é que ampara os caídos e os curvados, Senhor, endireitas. 7. Os olhares de todos se voltam para ti esperando alimento tua mão generosa se abre e a seu tempo lhes dás o sustento. 8. Seus caminhos são todos justiça, o Senhor é fiel em suas obras. Está perto de todos que clamam de quem sinceramente o invoca. 9. Dos que temem sacia os desejos e os salva ao ouvir seus clamores. O Senhor seus amigos protege, mas destrói todos os malfeitores! 10. Minha boca bendiga o Senhor, quem for vivo seu nome bendiga. Glória ao Pai, pelo Filho, no Espírito, para sempre, ao Senhor Deus da vida.
Feita após um momento de silêncio

Oração sálmica Pai nosso, que estais nos céus, Quisestes que a Boa Nova do Evangelho, Fosse revelada aos pobres e oprimidos. Volvei vosso olhar para nós, Seres de pó cujos planos perecem, E fazei-nos gozar do vosso auxílio, Pois esperamos unicamente em vós. Por Cristo, Nosso Senhor! Amém. Aclamação (à escolha da equipe de cantos) Evangelho (Lc 1,26-38) Homilia A Palavra que ouvimos nesta segunda novena enfatiza a virgindade de Maria, o segundo dogma mariano proclamado pela Igreja. O próprio evangelista são Lucas, já no início do seu evangelho, afirma: “[...] o nome da virgem era Maria”, e mais adiante: “Como será isso, se não conheço homem algum?” De acordo com tais palavras, é certo que a sua maternidade foi virginal e, como tal, aceita por ela. Na profissão de fé – o nosso “Creio” –, desde os primeiros tempos, afirma-se que Cristo nasceu da Virgem Maria. Talvez essa afirmação de fé, nós a façamos sem

muita atenção ou até não compreendendo bem aquilo que estamos afirmando: virgem e mãe, como isso é possível? Esse dogma foi formulado no II Concílio de Constantinopla, no ano 553. Naquela ocasião, os bispos fizeram três afirmações importantes referentes ao tema:  a Virgem Maria concebeu Jesus por ação do Espírito Santo, sem ter relações sexuais com José (concepção virginal): quer nos dizer que a encarnação de Jesus é uma nova criação de Deus, um presente divino à humanidade. Por isso, falso é associar a virgindade de Maria com a sua santidade, como se uma possível vida sexual de Maria com José significasse perda da graça divina ou da sua pureza.  ela fez uma opção pelo celibato por toda a vida (virgindade perpétua): a Igreja católica afirma que Maria não teve outros filhos além de Jesus. Com base na Bíblia e nos documentos de homens e mulheres que viveram e testemunharam a fé desde o início, Maria sempre foi reconhecida como aquela que foi abençoada por Deus e como tal viveu toda a sua vida, dedicando-se totalmente à causa de Jesus e do Evangelho, tendo, para isso, renunciado a ter outros filhos. Como membro e mãe da comunidade cristã, Maria consagrou-se de forma radical a Deus, abraçando livremente a castidade.  aconteceu algo extraordinário no momento do parto (virgindade no parto): com certeza, precisamos entender bem essa afirmação, pois ela precisa de interpretação. A “virgindade no parto” tem uma grande força simbólica. Em Gn 3,16 diz-se que uma das marcas do pecado no mundo é a dor de parto e a dominação do homem sobre a mulher. A interpretação do dogma nos diz que, no nascimento de Jesus, foi quebrada essa maldição. Ele é o novo ser humano, que abre para nós um caminho original, repleto de bênçãos, no qual serão superadas a dominação e a dor, a começar do nascimento. Com isso, não podemos entender a afirmação da virgindade de Maria “ao pé da letra”, porque a sua virgindade apresenta quatro significados, que vão muito além do sentido unicamente da sexualidade: 15 Sentido cristológico: a concepção virginal sinaliza que Jesus é um ser verdadeiramente novo, dom gratuito de Deus, nova criação no Espírito; 16 Sentido salvífico: Deus escolhe meios pobres para realizar a salvação. A impotência do corpo virgem de Maria é figura da pobreza da humanidade para realizar a sua própria salvação sem a graça divina. Alerta as pessoas orgulhosas e convencidas de si mesmas que sem Deus nada é possível; 17 Sentido existencial: a virgindade de Maria é expressão de sua consagração total a Deus; 18 Sentido antropológico: a virgindade de Maria ilumina a questão sobre quem é o ser humano diante de Deus: um terreno virgem, pleno de possibilidades, onde tudo pode acontecer. Cada ser humano, independentemente de sua condição e identidade sexual, tem algo de virgem. Pode tornar-se templo de Deus e fazer-se espaço aberto de multiplicação das sementes do Reino. Maria sempre Virgem, modelo de nossa humanidade, ajude-nos a vivermos uma virgindade moral, uma virgindade social, uma virgindade sexual... uma virgindade que traga sempre mais vida e esperança. Creio Preces

P: Proclamemos a grandeza de Deus Pai todo-poderoso. Ele quis que Maria, Mãe de seu Filho, fosse celebrada por todas as gerações. Peçamos humildemente: R: Mãe de Deus, clamamos a vós! Vós, que fizestes de Maria a Mãe da misericórdia, concedei a todos os que estão em perigo sentirem o seu amor materno. Vós, que confiastes a Maria a missão de mãe de família no lar de Jesus e José, fazei que, por sua intercessão, todas as mães vivam em família o amor e a santidade. Vós, que destes a Maria força para ficar de pé junto à cruz e a enchestes de alegria com a ressurreição de vosso Filho, socorrei os atribulados e confortai-os na esperança. Vós, que fizestes de Maria a serva fiel e atenta à vossa Palavra, iluminai todos os vocacionados e vocacionadas de nossa comunidade, a fim de também serem fiéis à vocação. Vós, que enviastes Maria a visitar sua prima Isabel, ajudai nossas famílias a formarem mais grupos bíblicos de reflexão. P: Acolhei estes pedidos, ó Pai, por meio de Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.
Para a Missa, seguir roteiro n° 1; para a Celebração da Palavra, n° 2.

Roteiro n° 1 - missa Apresentação das oferendas (canto n° 383) Oração sobre as oferendas
(Comum de Nossa Senhora, n° 1, p. 733 do missal)

Oração Eucarística
(prefácio - p. 445 do missal; oração eucarística I ou II ou III)

Rito da comunhão Canto de comunhão (à escolha da equipe de cantos) Cântico de Maria - pg _____n°______ Com Maria, serva do Senhor e figura da Igreja, cantemos as maravilhas que o Senhor fez por nós por meio de Jesus Cristo, e façamos nosso o projeto de Deus. Oração após a comunhão
(Comum de Nossa Senhora, n° 1, p. 734 do missal)

Avisos Bênção (cantada) A bênção do Deus de Sara, Abraão e Agar, A bênção do Filho, nascido de Maria, A bênção do Espírito Santo de amor, Que cuida com carinho, Qual mãe cuida da gente, Esteja sobre todos nós. Amém! Roteiro n° 2 – Celebração da Palavra Coleta (canto n° 383) Bênção da Refeição Fraterna - pg ____n°_____ Rito da comunhão T: Pai nosso... P: Assim disse Jesus: “Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim nunca mais terá fome E o que crê em mim nunca mais terá sede”.
Mostrando o pão consagrado:

P: Eis o Cordeiro de Deus, Aquele que tira o pecado do mundo! T: Senhor, eu não sou digno... Partilha do pão consagrado (à escolha de equipe de cantos) Cântico de Maria - pg _____n°______ Com Maria, serva do Senhor e figura da Igreja, cantemos as maravilhas que o Senhor fez por nós por meio de Jesus Cristo, e façamos nosso o projeto de Deus. Oração após a comunhão Nós te damos graças, ó Pai Santo, Pela vida que recebemos de ti! Nós te damos graças e te bendizemos Pela ressurreição de Jesus e Pela esperança que fizestes nascer em nossos corações! Caminha conosco hoje e sempre. Por Cristo, Jesus, nosso Senhor. Amém! Avisos

Bênção (cantada) A bênção do Deus de Sara, Abraão e Agar, A bênção do Filho, nascido de Maria, A bênção do Espírito Santo de amor, Que cuida com carinho, Qual mãe cuida da gente, Esteja sobre todos nós. Amém! e

3° Dia – Imaculada Conceição de Maria Música acolhendo à porta (com exceção na quaresma) 10 minutos antes: animação Chegada – silêncio, oração pessoal e mantra: Ave Maria, Ave Maria, Ave, Ave Maria (Frei Luiz Turra). Acendimento da vela da novena
Uma mulher acende a terceira vela e reza:

Bendito sejas, Deus das promessas, Porque iluminas as nossas vidas Com a luz de Jesus Cristo, teu Filho, Nascido da imaculada e virgem Maria. Amém. Abertura - Vem, ó Deus da vida, vem nos ajudar! (bis) Vem, não demores mais, vem nos libertar! (bis) - Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito. (bis) Glória à Trindade Santa, glória ao Deus bendito. (bis) - Todas essas coisas em seu coração, (bis) Maria meditava, ó recordação! (bis) - Aleluia, irmãs, aleluia, irmãos! (bis) Com a Mãe do Senhor, a nossa louvação. (bis)
Quaresma

- Meus irmãos, irmãs, cantem com fervor, (bis) Deus é maravilhoso na Mãe do Senhor. (bis) Acolhida Irmãos e irmãs, a graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco! - Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

Recordação da vida Estamos no terceiro dia desta novena mariana em preparação à festa do(a) padroeiro(a) de nossa comunidade, tornando bem presentes todas as nossas preocupações, dificuldades, angústias, mas também realizações, anseios, esperanças... Enfim, nossa vida que pede mais vida. (Citar espontaneamente alguns fatos, acontecimentos e pessoas que queremos colocar em oração.
Terminar com a recordação da criação da Diocese)

Neste Ano Mariano, estamos comemorando os 80 anos da Criação da Diocese de Joinville, pelo Papa Pio XI, no dia 17 de janeiro de 1927. Por todas as maravilhas que Deus realizou em nossa Igreja durante estas oito décadas, cantemos: Querida Joinville, vibrante diocese, tua fé jamais vacile, teu povo cante e reze. Igreja missionária, unida a seu pastor, profeta e operária do Reino do Senhor. Juntamente com toda a diocese, digamos juntos o tema e o lema deste “Ano Mariano”: “Com Maria, discípula e missionária de Jesus Cristo, somos Igreja solidária”; “Fazei tudo o que ele vos disser”. Celebramos hoje a ação de Deus que preserva Maria, desde antes de seu nascimento, das conseqüências do pecado original, mantendo-a imaculada. Hino (Imaculada Maria de Deus - n° 1409) Oração Ó Deus da vida, tu derramaste toda a tua graça Sobre a bem-aventurada Virgem Maria Preparaste nela uma morada digna para teu Filho. Celebramos hoje a Imaculada Conceição da Virgem Maria, Nós te pedimos que sejamos abrasados E tomados pelo teu amor, Para sempre mais consagrar-nos a ti E responder ao teu chamado! Por Cristo, Nosso Senhor. Amém. Salmo 147 B “Agradeçam sempre a Deus por todas as coisas, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo”. O hino pela restauração de Sião louva ao Senhor, que mostra seu poder na criação e em nossa história. Vamos cantá-lo com Maria, agradecendo ao Senhor que se aproxima de nós, como se aproximou dela, e conta conosco assim como contou com ela, para realizar seu Projeto de libertação e felicidade para a humanidade. Ave, Maria, cheia de graça, Mãe do Senhor, “Bendita és tu entre as mulheres”, diz Isabel; todas as gentes celebram hoje o teu louvor,

tu és na terra a virgem bela que encanta o céu! 1. Louva, Jerusalém, Louva o Senhor teu Deus: Tuas portas reforçou, E os teus abençoou; Te cumulou de paz, E o trigo em flor te traz! 2. Sua Palavra envia Corre veloz sua voz. Da névoa desce o véu, Unindo a terra e o céu; As nuvens se desmancham, O vento sopra e avança. 3. Ao Povo revelou Palavras de amor. A sua Lei nos deu E o Mandamento seu; Com ninguém fez assim, Amou até o fim. 4. Ao Deus do céu louvemos E ao que vem, cantemos; E ao Divino, então, A nossa louvação! Os Três, que são um Deus, Exalte o povo seu!
Após um momento de silêncio

Oração sálmica Deus eterno e todo-poderoso, Fizestes de vossa Igreja o lugar de todas as bênçãos, Santificando-a por vossa Palavra E vosso Espírito. Multiplicai seus filhos, Concedei-lhes anunciar vosso Evangelho Por toda a terra E saciai-os com a flor do trigo da Eucaristia; Para que o vosso povo reconheça Com que amor e predileção vós o amais. Por Cristo, Nosso Senhor. Amém. Aclamação (à escolha da equipe de cantos) Evangelho (Mt 1,18-25)

Homilia Em 08 de dezembro de 1854, o papa Pio IX, depois de consultar os bispos do mundo, define o dogma da Imaculada Conceição da Virgem Maria. A declaração escrita anuncia que a bem-aventurada, foi no primeiro instante de sua concepção, por graça de Deus e por privilégio, já que seria a mãe do salvador da humanidade, preservada de qualquer mancha do pecado original. Não temos um texto bíblico que afirme claramente a Imaculada Conceição. Em Lc 1,28 , na saudação do anjo, diz-se somente que Maria é “cheia de Graça”. Mas podemos lembrar que há outros textos que nos abrem horizontes para esta compreensão: “Antes de formar-te no seio de tua mãe, eu já te conhecia [...], eu te consagrei [...]” (Jr 1,5); “Desde o seio materno, o Senhor me chamou” (Is 49,1); “Deus nos escolheu, antes da fundação do mundo, para sermos santos e íntegros diante dele, no amor” (Ef 1,4). Mas, como entender este dogma Imaculada Conceição? Deus nos cria por amor, com amor e para o amor por que Ele é amor (1Jo 1,4). Mas ninguém nasce pronto. Cada um no decorrer de sua existência vai se desenvolvendo e constituindo-se como pessoa. Vamos crescendo e aprendendo a amar, a ser amados. Desde o útero da mãe a criança está recebendo amor, desamor, acolhida, rejeição, afeto ou violência. Somos solidários no bem e no mal. Cada um tem dentro de si projetos, desejos, intenções, impulsos, tendências... bons na medida em que estão integrados ao projeto de vida. Por exemplo: todos nós temos o desejo de possuir coisas, vestir-nos bem, ter alguns objetos que tornam a vida mais prática. Porém, este desejo desordenado torna-se consumismo, cria pessoas apegadas e dependentes às coisas arruinando assim sua vida em vista da conquista de bens materiais. Não é fácil entendermos nossos impulsos, e muito menos é fácil ordená-los sempre a serviço do projeto da vida. Os impulsos do ter, do poder e do prazer podem nos afastar de Deus. Na teologia estes impulsos desordenados são chamados de “concupiscência”. É o que São Paulo diz: “[...] em nosso coração queremos fazer o bem, mas acabamos fazendo o mal que não desejamos” (Rm 7,14-24). Mas acreditamos que a graça de Deus que nos cria e nos salva, é mais forte que o “pecado original”. Portanto, é importante sabermos que o “pecado original” não é algo que faz parte da natureza do ser humano e nem é um pecado no sentido de um ato cometido livremente contra Deus ou seu projeto, mas significa que somos limitados e aprendizes e que nas nossas escolhas acabamos nos deixando arrastar pelo mal e negamos crescer no bem. O dogma da Imaculada Conceição afirma que o segredo de Maria é que ela respondeu a Deus de maneira total. E isso foi possível pela graça de Deus. Ela recebeu do Senhor um dom especial. Nasceu com maior condição de na liberdade escolher somente o que agrada Deus. O fato de Maria ter recebido uma graça especial de Deus não lhe tira a necessidade de crescer na fé. Ela não nasceu prontinha. Também teve que crescer e se desenvolver na vida. Também teve dificuldade e dúvidas, experimentou processos de mudanças e de conversão. Não do pecado para o bem, mas do bem para o bem maior. Assim, Maria torna-se o modelo de pessoa, com maior liberdade interior, aberta para a graça de Deus; ela realiza em sua vida o sonho de Deus para a humanidade.

O fato de ela ser “privilegiada” a coloca com maior intensidade ao serviço do projeto de Deus. Quanto maior for a abertura à graça de Deus, mais perfeitamente devemos nos colocar a serviço da construção de um mundo melhor com mais vida. Historinha para exemplificar. Vocês já viram como as goiabas são saborosas, cheirosas, vermelhas e bonitas? Infelizmente, as nossas goiabas têm muito bicho. O bicho-da-goiaga as estraga. Como seria bom se todas as nossas goiabas fossem grandes, doces e sem bicho. Dentro do projeto, Deus queria que cada um de nós fosse como uma goiabeira sem bicho. Deus sonhou que fôssemos como árvores bonitas, cheias de bons frutos de bondade, amor e justiça. Mas cada um de nós sabe que não é assim. Sentimos o pecado que nos atrapalha, como o bicho-da-goiaba atrapalha a goiabeira. Ao olharmos para a Imaculada Conceição, nossas esperanças devem ser renovadas, pois como Maria, todos nós podemos realizar aquilo que Deus sonhou para cada um de nós, desde que nos abramos a Sua graça. Ladainha de Nossa Senhora pg _____n°_____
(após cada invocação, repete-se: “Maria, clamamos a vós”; após cada 5 invocações, repete-se: “Mãe de Deus, clamamos a vós”.

Coleta (à escolha da equipe de cantos)
Enquanto o povo contribui com as despesas da novena, a equipe de celebração traz em procissão bandejas com a “maria-mole” para todos os participantes, colocando-as sobre o altar.

Bênção da Refeição Fraterna - pg ____n°_____ T: Pai nosso... Rito da partilha
Após o pai-nosso, o(a) coordenador(a) convida a comunidade a partilhar os alimentos:

P: Como Jesus que, muitas vezes, reuniu-se com os seus para comer e beber juntos, revelando que o teu Reino havia chegado, nós também nos alegramos na partilha destes alimentos. Vocês todos que tem fome e sede de justiça, venham e comam. E o Deus da paz esteja com vocês. Canto da partilha (à escolha da equipe de cantos) Cântico de Maria - pg _____n°______ Com Maria, serva do Senhor e figura da Igreja, cantemos as maravilhas que o Senhor fez por nós por meio de Jesus Cristo, e façamos nosso o projeto de Deus. Oração após a partilha Ó Deus, promessa de alegria, consagraste a Virgem Maria Com a força santificadora do teu Espírito E a livreste de toda a culpa. Dá-nos a nós também a força renovadora do teu Espírito,

Para que possamos caminhar sempre Em teus caminhos. Por Cristo, Nosso Senhor. Amém. Avisos Bênção O Criador e Pai, que fez Maria cheia de graça, O Filho Jesus, que associou Maria a sua glória, O Espírito Santo, a qual Maria exulta eternamente, Deus Pai, Filho e Espírito Santo nos abençoe E nos guarde nesta noite e sempre. Amém.

4° Dia – Maria Assunta ao Céu Música acolhendo à porta (com exceção na quaresma) 10 minutos antes: animação Chegada – silêncio, oração pessoal e mantra: Ave Maria, Ave Maria, Ave, Ave Maria (Frei Luiz Turra). Acendimento da vela da novena
Uma mulher acende a quarta vela e reza:

Bendito sejas, Deus das promessas, Porque iluminas as nossas vidas Com a luz de Jesus Cristo, teu Filho, Cuja mãe foi assunta ao céu. Amém. Abertura - Vem, ó Deus da vida, vem nos ajudar! (bis) Vem, não demores mais, vem nos libertar! (bis) - Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito. (bis) Glória à Trindade Santa, glória ao Deus bendito. (bis) - Aleluia, irmãs, aleluia, irmãos! (bis) Com a Mãe do Senhor, a nossa louvação. (bis)
Quaresma

- Meus irmãos, irmãs, cantem com fervor, (bis)

Deus é maravilhoso na Mãe do Senhor. (bis) Acolhida Irmãos e irmãs, a graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco! - Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo. Recordação da vida Estamos no quarto dia desta novena mariana em preparação à festa do(a) padroeiro(a) de nossa comunidade, tornando bem presentes todas as nossas preocupações, dificuldades, angústias, mas também realizações, anseios, esperanças... Enfim, nossa vida que pede mais vida. (Citar espontaneamente alguns fatos, acontecimentos e pessoas que queremos colocar em oração.
Terminar com a recordação da criação da Diocese)

Neste Ano Mariano, estamos comemorando os 80 anos da Criação da Diocese de Joinville, pelo Papa Pio XI, no dia 17 de janeiro de 1927. Por todas as maravilhas que Deus realizou em nossa Igreja durante estas oito décadas, cantemos: Querida Joinville, vibrante diocese, tua fé jamais vacile, teu povo cante e reze. Igreja missionária, unida a seu pastor, profeta e operária do Reino do Senhor. Juntamente com toda a diocese, digamos juntos o tema e o lema deste “Ano Mariano”: “Com Maria, discípula e missionária de Jesus Cristo, somos Igreja solidária”; “Fazei tudo o que ele vos disser”. Celebramos hoje a ação de Deus que livra Maria da corrupção da morte. Hino (Maria da Assunção - n° 1428) Oração Ó Deus, que te dignaste alegrar o mundo Com a ressurreição do teu Filho, Jesus Cristo, Concede-nos a graça de gozar um dia das alegrias eternas, com sua Mãe, a Virgem Maria. Pelo mesmo Cristo, Nosso Senhor. Amém. Salmo 45 (44) “Felizes os convidados para as núpcias do Cordeiro” (Ap 19,9) Lembrando o cântico do casamento de um rei com uma princesa estrangeira, celebremos a aliança que Deus fez conosco, representada como relação de casamento. De alegria vibrei no Senhor, Pois vestiu-me com sua justiça, Adornou-me com jóias bonitas,

Como esposa do rei me elevou (bis). 1. Transborda o meu coração em belos versos ao rei, um poema, uma canção co’a língua escreveu: De todos és o mais belo, a graça desabrochou em teu semblante, em teus lábios pra sempre Deus te abençoou. 2. Valente, forte, herói, pela verdade a lutar, a justiça a defender, vitorioso serás. Lutas com arma e poder, o inimigo a correr, eterno é teu trono, ó Deus, é retidão a valer! 3. Amas, ó rei, a justiça, odeias sempre a maldade; com o óleo da alegria ungiu-te o Deus da verdade. Os mais suaves perfumes as tuas vestes exalam; no teu luxuoso palácio belos acordes te embalam! 4. Princesas são tuas damas, a mãe-rainha lá está toda de ouro adornada, à sua direita a pousar... “Escuta, ó filha, atenção! O rei de ti se encantou, esquece os teus, tua casa, adora o rei, teu Senhor!” 5. “Gente importante de longe vem te homenagear!” Eis a princesa tão linda, vestida em ouro a brilhar.

Em meio a damas de honra ao rei vai se apresentar, por entre grande alegria vai no palácio entrar. 6. Lugar que foi de teus pais teus filhos vão ocupar, herdeiros do teu poder a terra vão governar... Teu nome eu celebrarei, os povos se unirão, os pais, os filhos, sem fim, teu nome, ó rei, louvarão!
Após um momento de silêncio

Oração sálmica Deus eterno e todo-poderoso, Não temos medo, embora trema a terra, Porque sabemos que vós sois a nossa fortaleza, Que estais conosco e vindes em nosso socorro Como poderoso defensor nos perigos. Fazei que cresça sempre esta nossa esperança Até que um dia Possamos contemplar, face a face, Vossas maravilhas, na cidade eterna, Pelos séculos dos séculos. Amém. Aclamação (à escolha da equipe de cantos) Evangelho (Lc 1,39-56) Homilia A solenidade da Assunção de Maria é um dogma que se refere a Mãe de Deus: “Declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que a Imaculada Mãe de Deus e sempre Virgem Maria, terminado o curso da sua vida terrena, foi assunta em corpo e alma à glória do céu”. Este dogma foi proclamado pelo Papa Pio XII, no dia 1º de novembro de 1950. Nós não encontramos nada na Bíblia que fale a respeito do final da vida de Maria. São João mostra que ela, aos pés da cruz, foi adotada pela comunidade como mãe (Jo 19,27). Lucas nos diz que ela estava com os discípulos que se preparavam para a vinda do Espírito Santo em Pentecostes (At 1,13; 2,1). Assim como na Bíblia não encontramos detalhes de como viveu seus últimos dias aqui na terra, quando ela morreu e com que idade, também não há registros históricos do momento da morte de Maria. O que se sabe é que desde os primeiros séculos usou-se o termo dormitio (dormição) no lugar de morte de Maria. A partir do século VIII, no ocidente, o termo Dormição foi

substituído por Assunção. Como compreender melhor o dogma da Assunção? Nós acreditamos que a vida que recebemos de Deus não termina com a morte. Em Cristo Ressuscitado temos a garantia de que Deus nos oferecerá algo melhor uma vida glorificada, onde viveremos em comunhão com a Santíssima Trindade e com todos os nossos irmãos e irmãs. Deus dá a todos a possibilidade de ressuscitar, de entrar na vida eterna. O dogma da Assunção anuncia que Maria tem um lugar especial na comunhão dos santos, como uma confirmação de Deus por ela ter deixado que a vontade de Deus acontecesse em sua vida. Temos que compreender a Assunção de Maria em relação à ressurreição de Jesus. Os relatos dos evangelhos sobre a ressurreição mostram que o Cristo Ressuscitado é o mesmo Jesus, pois os discípulos podem comer com ele e tocar nele (Jo 20,27). Porém esse corpo ressuscitado de Jesus só é reconhecido com fé (Jo 20,14-16). Cremos que Maria está junto com Jesus, e que Deus assumiu e transformou toda sua história, suas ações e seu corpo, isto é, está glorificada por inteiro. Histórinha para exemplificar Lucia era a coordenadora de catequese da paróquia. Havia anos que animava as catequistas, preparava com elas os encontros e organizava os cursos de formação. O trabalho estava indo muito bem e Lucia resolveu colaborar na coordenação comarcal. Enquanto isso, chegou uma nova coordenação na paróquia e começou a desfazer tudo o que ela tinha construído. Lucia ficou tão triste e perguntava se tinha sido valido tanto esforço. Então uma catequista, abraçando-a, disse: “Minha filha, eu sei que tudo parece perdido agora. Nenhuma de nós queria que isso acontecesse. Mas eu creio que tudo de bom que você realizou está marcado como uma tatuagem na vida das catequistas e das crianças. Nada vai apagar, nem o nosso fracasso. E eu tenho uma certeza que vem de minha fé: tudo de bom que a gente faz neste mundo, mesmo as coisas mais pequenas, ninguém pode destruir, pois é de Deus”. O dogma da Assunção estimula nossa fé, principalmente nos momentos de crise. Sabemos que Deus transformou toda a vida de Maria, tudo o que ela construiu aqui na terra, até seu corpo em corpo glorioso. Olhando para Maria ressuscitada e glorificada, que seguiu os passos de seu Filho Jesus, a gente se anima a lutar pelo bem, pela verdade e pela justiça. Jesus nos dá, nesta vida, um pouquinho do que nos promete depois da morte. Você já experimentou aquela sensação de estar tão leve, alegre, sintonizado com Deus e com os irmãos, que parece estar voando, subindo para o céu? Sentimos que Deus nos toma pela mão e nos eleva. É um pedacinho da experiência da Assunção. A Assunção de Maria foi o resultado de sua caminhada neste mundo. No seguimento de Jesus, na busca da realização da vontade de Deus, o Senhor vai assumindo e transformando sua pessoa até que chegou o momento final. Isso acontece conosco parecido. Na medida em que vamos caminhando nesta vida e vamos nos deixando moldar pela vontade de Deus, permitindo que a vontade de Deus se realize em nós, Ele nos

acolhe, toma-nos pela mão, assume-nos e nos transforma em seu amor. Preces P: Celebremos nosso Salvador, que se dignou nascer da Virgem Maria, e peçamos: R: Senhor, que a vossa Mãe interceda por nós! Sol de justiça, a quem a Virgem Assunta precedeu como aurora resplandecente, concedei que caminhemos sempre à luz da vossa presença. Palavra eterna do Pai, que escolhestes Maria como arca incorruptível para vossa morada, livrai-nos da corrupção do pecado. Salvador do mundo, que tivestes Mãe junto à cruz, concedei-nos, por sua intercessão, a graça de participar generosamente nos vossos sofrimentos. Pai das vocações, que fizestes de Maria a serva fiel e atenta à vossa Palavra, iluminai todos os vocacionados e vocacionadas de nossa comunidade, a fim de também serem fiéis à vocação. Deus-Trindade, que enviastes Maria a visitar sua prima Isabel, ajudai nossas famílias a formarem mais grupos bíblicos de reflexão. P: Pai de bondade, Tu que conheces o nosso coração, acolhei estes pedidos, por Cristo, na unidade do Espírito Santo. Amém. Coleta (n° 377)
Enquanto o povo contribui com as despesas da novena, a equipe de celebração traz em procissão bandejas com toicinhos do céu e suco para todos os participantes, colocando-as sobre o altar.

Bênção da refeição fraterna - pg ___n°___ T: Pai nosso... Rito da partilha
Após o pai-nosso, o(a) coordenador(a) convida a comunidade a partilhar os alimentos:

P: Como Jesus que, muitas vezes, reuniu-se com os seus para comer e beber juntos, revelando que o teu Reino havia chegado, nós também nos alegramos na partilha destes alimentos. Vocês todos que tem fome e sede de justiça, venham e comam. E o Deus da paz esteja com vocês. Canto da partilha (n° 717) Cântico de Maria - pg _____n°______ Com Maria, serva do Senhor e figura da Igreja, cantemos as maravilhas que o Senhor fez por nós por meio de Jesus Cristo, e façamos nosso o projeto de Deus.

Oração após a partilha Ó Deus, alegria dos teus pequenos, Que renovaste nesta celebração a aliança conosco, Cuida sempre do teu povo. E sob o olhar de Nossa Senhora Assunta ao Céu, Possamos dedicar-nos ao serviço da paz e da justiça. Por Cristo, Nosso Senhor, Amém! Avisos Bênção (cantada) A bênção do Deus de Sara, Abraão e Agar, A bênção do Filho, nascido de Maria, A bênção do Espírito Santo de amor, Que cuida com carinho, Qual mãe cuida da gente, Esteja sobre todos nós. Amém!

5° Dia – Genealogia e Natividade de Nossa Senhora Música acolhendo à porta (com exceção na quaresma) 10 minutos antes: animação Chegada – silêncio, oração pessoal e mantra: Ave Maria, Ave Maria, Ave, Ave Maria (Frei Luiz Turra). Acendimento da vela da novena
Uma mulher acende a quinta vela e reza:

Bendito sejas, Deus das promessas, Porque iluminas as nossas vidas Com a luz de Jesus Cristo, teu Filho, Que por Maria, filha do seu povo, Anunciou um mundo novo. Amém. Abertura - Vem, ó Deus da vida, vem nos ajudar! (bis) Vem, não demores mais, vem nos libertar! (bis) - Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito. (bis)

Glória à Trindade Santa, glória ao Deus bendito. (bis) - Todas essas coisas em seu coração, (bis) Maria meditava, ó recordação! (bis) - Aleluia, irmãs, aleluia, irmãos! (bis) Com a Mãe do Senhor, a nossa louvação. (bis)
Quaresma

- Meus irmãos, irmãs, cantem com fervor, (bis) Deus é maravilhoso na Mãe do Senhor. (bis) Acolhida Irmãos e irmãs, a graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco! - Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo. Recordação da vida Estamos no quinto dia desta novena mariana em preparação à festa do(a) padroeiro(a) de nossa comunidade, tornando bem presentes todas as nossas preocupações, dificuldades, angústias, mas também realizações, anseios, esperanças... Enfim, nossa vida que pede mais vida. (Citar espontaneamente alguns fatos, acontecimentos e pessoas que queremos colocar em oração.
Terminar com a recordação da criação da Diocese)

Neste Ano Mariano, estamos comemorando os 80 anos da Criação da Diocese de Joinville, pelo Papa Pio XI, no dia 17 de janeiro de 1927. Por todas as maravilhas que Deus realizou em nossa Igreja durante estas oito décadas, cantemos: Querida Joinville, vibrante diocese, tua fé jamais vacile, teu povo cante e reze. Igreja missionária, unida a seu pastor, profeta e operária do Reino do Senhor. Juntamente com toda a diocese, digamos juntos o tema e o lema deste “Ano Mariano”: “Com Maria, discípula e missionária de Jesus Cristo, somos Igreja solidária”; “Fazei tudo o que ele vos disser”. Celebramos hoje a ação de Deus que escolheu a jovem Maria, filha do seu povo, para ser a mãe do Salvador. Hino (Ave, cheia de graça - n° 1435) Oração Ó Deus da vida, Partilha com teus servos e servas A riqueza de tua graça; e assim como A maternidade de Maria foi o início da salvação, A festa do seu nascimento nos faça crescer Em tua alegria e paz. Por Cristo, Nosso Senhor. Amém.

Salmo 136 (135) “Deus amou tanto o mundo que lhe deu o seu Filho único” (Jo 3,16). Como nas liturgias solenes do antigo templo, cantemos nosso louvor a Deus pelas maravilhas que ele fez na história antiga e em nossa vida. 1. Em coro a Deus louvemos, eterno é seu amor! Pois Deus é admirável, eterno é seu amor! Criou o céu e a terra, eterno é seu amor! Criou o sol e a luz, eterno é seu amor! Por nós fez maravilhas, louvemos ao Senhor! 2. Fez águas, nuvens, chuvas, eterno é seu amor! Fez pedras, terras, montes, eterno é seu amor! O Egito ele feriu, eterno é seu amor! Seu povo libertou, eterno é seu amor! Por nós fez maravilhas, louvemos ao Senhor! 3. A Israel guiou, eterno é seu amor! O mar Vermelho abriu, eterno é seu amor! Levou pelo deserto, eterno é seu amor! Seu povo perseguido, eterno é seu amor! Por nós fez maravilhas, louvemos ao Senhor! 4. Matou os poderosos, eterno é seu amor! Tomou as terras deles, eterno é seu amor! Seu povo assentou, eterno é seu amor! Na terra da herança, eterno é seu amor! Por nós fez maravilhas, louvemos ao Senhor! 5. De nós ele se lembra, eterno é seu amor! Livrou-nos do opressor, eterno é seu amor! Com o povo o pão reparte, eterno é seu amor! Nos faz agradecidos, eterno é seu amor! Por nós fez maravilhas, louvemos ao Senhor! 6. A ele demos glória, eterno é seu amor! Ao Deus Trindade Santa, eterno é seu amor! Por nós fez maravilhas, louvemos ao Senhor!
Após um momento de silêncio:

Oração sálmica

Senhor Deus, se o mundo nos persegue Por causa do nome de Jesus, lembrai-vos de nós. Ajudai-nos a perdoar em nome do vosso Filho, Sem jamais pactuar com o mal. Ensinai-nos a nos entregar a vós Para nossa libertação e salvação. Por Cristo, Nosso Senhor. Amém. Aclamação (à escolha de equipe de cantos) Evangelho (Mt 1,1-16.18-23) Homilia Queridos irmãos e irmãs, que alegria podermos chegar nesta quinta novena! Com certeza, Maria caminha ao nosso lado se estivermos caminhando nos passos de seu Filho Jesus. Nesta novena, a Palavra de Deus nos leva a refletir sobre a origem e o nascimento de Maria. Para tanto, reflitamos melhor o evangelho de Mateus, que acabamos de ouvir. Nesta passagem, o evangelista nos apresenta a genealogia de Jesus Cristo, para dizer que Ele realmente é judeu, descendente de Davi que, por sua vez, é descendente de Abraão. Bom, isso quer dizer que Jesus, o filho de Maria, é filho de Abraão, um judeu com raízes, com tradição, com história. Em meio a tantos nomes masculinos, aparecem cinco nomes femininos. Embora sejam tão poucos, esses cinco nomes têm muito a nos dizer: todas essas mulheres, num primeiro momento, foram excluídas do seu povo e depois, com a bênção de Deus, tornaram-se “heroínas” pela coragem, pela defesa da vida e pela vivência da Palavra. Então o evangelista, em meio a um mundo machista, vem nos dizer que não são somente os homens que fazem história; ao contrário, esta é construída tanto por homens quanto por mulheres. E Maria, a cheia de graça, filha do seu povo, sem temer às leis do seu tempo, por causa da vida e da Palavra, aceitou ser a mãe do Salvador. Sem dúvida, Maria era especial, desde o seu nascimento. Mas não porque Deus a fez melhor que as outras, não porque Deus a amasse mais que as outras; mas porque Maria, filha da tradição das mulheres proféticas, abriu-se à Palavra e não teve medo de dizer “sim” aos planos de Deus. E para tanto, contou com a educação de seus pais, de sua família, a fim de que pudesse ser sensível ao chamado do Senhor. Hoje, celebramos o nascimento de Maria no meio do povo judeu. Ao fazermos isso, celebremos também o nosso nascimento, a nossa história, o nosso povo. Não tenhamos vergonha do que somos. Orgulhemo-nos do sobrenome que carregamos, da história de nossos antepassados, da tradição e cultura do nosso povo. Conservemos aqueles valores que são duradouros, defendamos o que é a favor da vida; ao mesmo tempo, denunciemos tudo aquilo que vai contra o Reino, contra a vida, a exemplo de Maria e tantas outras mulheres de coragem e ousadia. Hoje, a nossa genealogia se une a de Jesus. Se Jesus é filho de Maria que, por sua vez, é filha de Abraão, pudemos dizer que cada um de nós é filho de Jesus. Assim, com uma origem comum, abracemos juntos o projeto do Pai, do qual Abraão é filho.

Ladainha de Nossa Senhora - pg ____n°____
(após cada invocação, repete-se: “Maria, clamamos a vós”; após cada 5 invocações, repete-se: “Mãe de Deus, clamamos a vós”.

Coleta (à escolha da equipe de cantos)
Enquanto o povo contribui com as despesas da novena, a equipe de celebração traz em procissão bandejas com pudim/gelatina para todos os participantes, colocando-as sobre o altar.

Bênção da Refeição Fraterna - pg ____n°___ T: Pai nosso... Rito da partilha
Após o pai-nosso, o(a) coordenador(a) convida a comunidade a partilhar os alimentos (pudim/gelatina):

P: Vocês todos que buscam a justiça e esperam a nova vinda do Senhor, venham e comam. E o Deus da paz esteja com vocês. Canto da partilha (à escolha da equipe de cantos) Cântico de Maria - pg _____n°______ Com Maria, serva do Senhor e figura da Igreja, cantemos as maravilhas que o Senhor fez por nós por meio de Jesus Cristo, e façamos nosso o projeto de Deus. . Oração após a partilha Abri, ó Deus, para os vossos servos e servas Os tesouros da vossa graça: E assim como a maternidade de Maria Foi aurora da salvação, A festa do seu nascimento Aumente em nós a vossa paz. Por Cristo Jesus, Nosso Senhor. Amém. Avisos Bênção O Deus, que olhou para Maria, sua fiel servidora, Conceda-nos uma noite tranqüila E a Luz que brilha para sempre. Amém. Abençoe-nos o Deus todo amoroso, Pai, Filho e Espírito Santo! Amém. Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo. Para sempre seja louvado!

6° Dia – Visitação da Santa Virgem Maria à Isabel Música acolhendo à porta (com exceção na quaresma) 10 minutos antes: animação Chegada – silêncio, oração pessoal e mantra: Ave Maria, Ave Maria, Ave, Ave Maria (Frei Luiz Turra). Acendimento da vela da novena
Uma mulher acende a sexta vela e reza:

Bendito sejas, Deus das promessas, Porque iluminas as nossas vidas Com a luz de Jesus Cristo, teu Filho, A quem Maria foi portadora E saudada por Isabel como Mãe do Senhor. Amém. Abertura - Vem, ó Deus da vida, vem nos ajudar! (bis) Vem, não demores mais, vem nos libertar! (bis) - Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito. (bis) Glória à Trindade Santa, glória ao Deus bendito. (bis) - Todas essas coisas em seu coração, (bis) Maria meditava, ó recordação! (bis) - Aleluia, irmãs, aleluia, irmãos! (bis) Com a Mãe do Senhor, a nossa louvação. (bis)
Quaresma

- Meus irmãos, irmãs, cantem com fervor, (bis) Deus é maravilhoso na Mãe do Senhor. (bis) Acolhida Irmãos e irmãs, a graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco! - Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo. Recordação da vida Recordamos a visita de Maria a sua prima Isabel e a comunhão que se estabeleceu entre elas. Maria, arca da nova aliança, a portadora de Deus, é saudada por Isabel como Mãe do Senhor. Louvamos, com Maria, o Deus que faz maravilhas. (Citar espontaneamente alguns fatos, acontecimentos e pessoas que queremos colocar em oração.
Terminar com a recordação da criação da Diocese)

Neste Ano Mariano, estamos comemorando os 80 anos da Criação da Diocese de Joinville, pelo Papa Pio XI, no dia 17 de janeiro de 1927. Por todas as maravilhas que

Deus realizou em nossa Igreja durante estas oito décadas, cantemos: Querida Joinville, vibrante diocese, tua fé jamais vacile, teu povo cante e reze. Igreja missionária, unida a seu pastor, profeta e operária do Reino do Senhor. Juntamente com toda a diocese, digamos juntos o tema e o lema deste “Ano Mariano”: “Com Maria, discípula e missionária de Jesus Cristo, somos Igreja solidária”; “Fazei tudo o que ele vos disser”. Hino (Maria, mãe dos caminhantes – n° 1413) Oração Ó Deus de ternura, No teu plano de amor inspirastes à santa Virgem, Tornada mãe do redentor, visitar sua prima Isabel, Dá-nos a graça de sermos dóceis À ação do Espírito, e de engrandecer Com Maria, o teu santo nome, Para cantar com ela o vosso louvor. Por Cristo, Nosso Senhor! Amém. Salmo 147 B “Agradeçam sempre a Deus por todas as coisas, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo”. O hino pela restauração de Sião louva ao Senhor, que mostra seu poder na criação e em nossa história. Vamos cantá-lo com Maria, agradecendo ao Senhor que se aproxima de nós, como se aproximou dela, e conta conosco assim como contou com ela, para realizar seu Projeto de libertação e felicidade para a humanidade. Ave, Maria, cheia de graça, Mãe do Senhor, “Bendita és tu entre as mulheres”, diz Isabel; todas as gentes celebram hoje o teu louvor, tu és na terra a virgem bela que encanta o céu! 1. Louva, Jerusalém, Louva o Senhor teu Deus: Tuas portas reforçou, E os teus abençoou; Te cumulou de paz, E o trigo em flor te traz! 2. Sua Palavra envia Corre veloz sua voz. Da névoa desce o véu, Unindo a terra e o céu; As nuvens se desmancham, O vento sopra e avança.

3. Ao Povo revelou Palavras de amor. A sua Lei nos deu E o Mandamento seu; Com ninguém fez assim, Amou até o fim. 4. Ao Deus do céu louvemos E ao que vem, cantemos; E ao Divino, então, A nossa louvação! Os Três, que são um Deus, Exalte o povo seu!
Após um momento de silêncio:

Oração sálmica Deus eterno e todo-poderoso, Fizestes de vossa Igreja o lugar de todas as bênçãos, Santificando-a por vossa Palavra E vosso Espírito. Multiplicai seus filhos, Concedei-lhes anunciar vosso Evangelho Por toda a terra E saciai-os com a flor do trigo da Eucaristia; Para que o vosso povo reconheça Com que amor e predileção vós o amais. Por Cristo, Nosso Senhor. Amém. Aclamação (à escolha da equipe de cantos) Evangelho (Lc 1,39-56) Homilia Nossa sexta novena nos faz refletir sobre a nossa vocação à missão, a exemplo de Maria missionária que “apressadamente” vai visitar sua prima Isabel, a fim de servirlhe. Neste “Ano Mariano”, nossos grupos bíblicos de reflexão precisam se fortalecer, nas ruas onde ainda não existem, precisam ser fundados, e aqueles que já estão caminhando, precisam ser fortalecidos. Então, olhemos para Maria e a partir dela, não tenhamos medo de visitar nossos vizinhos, visitar nossos irmãos e irmãs, levando a boa nova de Jesus. O evangelista Lucas nos diz que Isabel, ao ouvir a saudação de Maria, ficou repleta do Espírito Santo e a criança que estava no seu ventre, pulou de alegria. O mesmo não acontece com a gente, quando alguém nos vem visitar? Parece que nosso dia fica melhor, parece que a nossa criança interior pula de alegria, parece até que nossa vida adquire um outro colorido. Quanto melhor quando todas as semanas nossas famílias se

visitarem nos grupos... Maria compreendeu o mistério de Deus e agiu. Com alegria e decisão, aderiu ao projeto do Pai e por causa disso ficou cheia do Espírito e pôde caminhar de coração alegre, de ânimo aberto, mesmo por estradas fatigantes. Façamos o mesmo, sem medo dos muros que cercam as nossas e as casas dos outros. Precisamos romper os limites que hoje isolam as pessoas umas das outras. Maria, às pressas, pôs-se a caminho. Cada um de nós faça o mesmo. Nossas casas, nossas ruas, nossa comunidade, serão transformadas pela missão e pelos grupos bíblicos de reflexão. Preces P: Proclamemos a grandeza de Deus Pai todo-poderoso: Ele quis que Maria, Mãe de seu Filho, fosse celebrada por todas as gerações. Peçamos humildemente: R: Cheia de graça, intercedei por nós! Deus, autor de tantas maravilhas, que fizestes a Imaculada Virgem Maria participar plenamente da glória celeste de Cristo, conduzi para a mesma glória os corações de vossos filhos e filhas. Vós, que nos destes Maria por Mãe, concedei, por sua intercessão, saúde aos doentes, consolo aos tristes, perdão aos pecadores, e a todos a salvação e a paz. Vós, que fizestes de Maria cheia de graça, concedei a todos a abundância da vossa graça. Vós, que fizestes de Maria a serva fiel e atenta à vossa Palavra, iluminai todos os vocacionados e vocacionadas de nossa comunidade, a fim de também serem fiéis à vocação. Vós, que enviastes Maria a visitar sua prima Isabel, ajudai nossas famílias a formarem mais grupos bíblicos de reflexão. P: Acolhei estes pedidos, ó Pai, por meio de Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém. Coleta (à escolha da equipe de cantos)
Enquanto o povo contribui com as despesas da novena, a equipe de celebração traz em procissão bandejas com bolinhos de chuva e suco para todos os participantes, colocando-as sobre o altar.

Bênção da Refeição Fraterna - pg ___n°____ T: Pai nosso... Rito da partilha
Após o pai-nosso, o(a) coordenador(a) convida a comunidade a partilhar os alimentos (bolinho de chuva com suco):

P: Vocês todos que buscam a justiça e esperam a nova vinda do Senhor, venham e comam. E o Deus da paz esteja com vocês.

Canto da partilha (à escolha da equipe de cantos) Cântico de Maria - pg _____n°______ Com Maria, serva do Senhor e figura da Igreja, cantemos as maravilhas que o Senhor fez por nós por meio de Jesus Cristo, e façamos nosso o projeto de Deus. Oração após a partilha Ó Deus, que a vossa Igreja vos glorifique Pelas maravilhas que fizestes em vossos fiéis, E possa acolher com alegria o Cristo sempre vivo, Que João Batista pressentiu com exultação Oculto no seio materno. Por Cristo, Nosso Senhor! Amém. Avisos Bênção O Deus, que olhou para Maria, sua fiel servidora, Conceda-nos uma noite tranqüila E a Luz que brilha para sempre. Amém. Abençoe-nos o Deus todo amoroso, Pai, Filho e Espírito Santo! Amém. Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo. Para sempre seja louvado!

7° Dia – Bodas de Caná Música acolhendo à porta (com exceção na quaresma) 10 minutos antes: animação Chegada – silêncio, oração pessoal e mantra: Ave Maria, Ave Maria, Ave, Ave Maria (Frei Luiz Turra). Acendimento da vela da novena
Uma mulher acende a sétima vela e reza:

Bendito sejas, Deus das promessas, Porque iluminas as nossas vidas Com a luz de Jesus Cristo, teu Filho, Que num casamento em Caná da Galiléia,

A pedido de Maria, Levou a alegria do teu amor e a certeza Da tua presença. Amém. Abertura - Vem, ó Deus da vida, vem nos ajudar! (bis) Vem, não demores mais, vem nos libertar! (bis) - Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito. (bis) Glória à Trindade Santa, glória ao Deus bendito. (bis) - Todas essas coisas em seu coração, (bis) Maria meditava, ó recordação! (bis) - Aleluia, irmãs, aleluia, irmãos! (bis) Com a Mãe do Senhor, a nossa louvação. (bis)
Quaresma

- Meus irmãos, irmãs, cantem com fervor, (bis) Deus é maravilhoso na Mãe do Senhor. (bis) Acolhida Irmãos e irmãs, a graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco! - Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo. Recordação da vida Estamos no sétimo dia desta novena mariana em preparação à festa do(a) padroeiro(a) de nossa comunidade, tornando bem presentes todas as nossas preocupações, dificuldades, angústias, mas também realizações, anseios, esperanças... Enfim, nossa vida que pede mais vida. (Citar espontaneamente alguns fatos, acontecimentos e pessoas que queremos colocar em oração.
Terminar com a recordação da criação da Diocese)

Neste Ano Mariano, estamos comemorando os 80 anos da Criação da Diocese de Joinville, pelo Papa Pio XI, no dia 17 de janeiro de 1927. Por todas as maravilhas que Deus realizou em nossa Igreja durante estas oito décadas, cantemos: Querida Joinville, vibrante diocese, tua fé jamais vacile, teu povo cante e reze. Igreja missionária, unida a seu pastor, profeta e operária do Reino do Senhor. Juntamente com toda a diocese, digamos juntos o tema e o lema deste “Ano Mariano”: “Com Maria, discípula e missionária de Jesus Cristo, somos Igreja solidária”; “Fazei tudo o que ele vos disser”. Celebramos hoje a ação de Deus que renova a sua aliança, por meio de Jesus Cristo, com toda a criação. Hino (Ó Maria, serve o vinho) 1. Ó Maria, serve o vinho, um copo pra todos nós. /: Um pão pra todas as fomes, um só canto em toda voz :/.

O mesmo canto, o mesmo copo, um grande brinde ao nosso amor (bis). 2. Nos beijemos irmãos todos, mulheres, jovens, crianças, /: os velhos contando histórias, comunhão de esperança:/. 3. A luz sangra em nosso peito, cheiro bom transborda no ar, /: em cada rosto um sorriso, muito axé pra partilhar:/. 4. Tantos trigos num só pão, tantas uvas para o vinho. /: Todos num só coração, tanta fé, tanto carinho:/. 5. Palavras de amor bem claras, verde-vida-flor-semente, /: e a glória se faz em nós, divina e humanamente:/. Oração Ó Deus de ternura e compaixão, Quiseste que a mãe do teu Filho, Presente nas bodas de Caná, Fosse amada e querida por todos os teus filhos. Derrama sobre nós A alegria do teu amor E reforça a nossa esperança em ti e no teu Reino. Por Cristo, Nosso Senhor! Amém. Salmo 42
“Quem tiver sede venha a mim, e beba aquele que crê em mim” (Jo 7,37).

Façamos nossa a súplica do exilado e do migrante saudoso da sua terra e da sua comunidade. Que cada dia se reavive em nós a caminhada para as fontes do batismo e o desejo da intimidade com o Senhor. A minh’alma tem sede de Deus, Pelo Deus vivo anseia com ardor: Quando irei ao encontro de Deus E verei tua face, Senhor? 1. A ovelha sedenta procura o riacho, a minh’alma suspira por Deus, meu amparo! Dor e lágrimas são noite e dia meu pão, “Onde está o teu Deus?”, ouço só gozação. 2. As saudades que sinto me fazem chorar, quanta coisa se foi, nao é bom nem lembrar... Quando a gente andava pra casa de Deus, era festa, alegria, louvores, um céu!

3. Por que estás abatida e confusa, ó minh’alma? Canta esta esperança: “Meu Deus, tu me salvas!” Se a tua esperança é o Deus que te salva, por que estás abatida e confusa, ó minh’alma? 4. A minh’alma se curva por dentro de mim, qual montanha me faz só lembrar-me de ti... Entre fontes e montes, saudades de ti, pequenina montanha, mais nunca de ti! 5. São cascatas que estrondam e abismos que ecoam, sobre mim tuas vagas, tuas ondas reboam. Pelo dia o Senhor vai mandar seu amor, pela noite a meu Deus vou fazer meu clamor. 6. Digo a Deus: “Meu rochedo, por que me esquecer? O inimigo me oprime e minh’alma esmorece”... Minha vida esmagam os meus opressores, “Onde está o teu Deus?”, ouço sempre agressores. 7. Por que estás abatida e confusa, ó minh’alma? Canta esta esperança: “Meu Deus, tu me salvas!” Glória ao Pai, pelo Filho, no Espírito Santo, Mãe que escuta o lamento e me enxuga este pranto.
Após um momento de silêncio:

Oração sálmica Senhor Deus, fonte de todo bem, Em vossa Palavra nos destes água viva, Que mata toda a sede e, Mergulhando-nos nas águas do batismo, Nos fizestes passar do abismo da morte Ao abismo da vida. Por Cristo, Nosso Senhor. Amém. Aclamação (à escolha da equipe de cantos) Evangelho (Jo 2,1-11) Homilia “Com Maria discípula e missionária de Jesus Cristo, somos Igreja missionária”. Este tema de nosso ano mariano precisa ficar gravado em nosso coração, para podermos nos assemelhar mais a Jesus Cristo. O evangelho de hoje nos faz contemplar o milagre das Bodas de Caná. Jesus, com sua mãe e discípulos, estão numa festa de casamento. O Casamento humano na Escritura serve várias vezes para expressar a relação de amor de Deus para com a humanidade. O grande desejo de Deus é que o povo viva feliz, realizado numa união

perfeita de fidelidade e de amor com Ele. Deus quer que cada um viva sua vida num relacionamento de comunhão e fidelidade com Ele, que se estende aos irmãos. Vivendo essa união estaremos realizando vontade de Deus e seremos felizes. Todos nós queremos ter uma vida de alegrias. Se vivermos uma vida de autêntica união com Deus alcançaremos essa alegria. Imaginar nossa vida sem alegria é imaginar um casamento que acaba o vinho na metade... a tragédia para aqueles noivos, a decepção frente a seus amigos e convidados. Maria, no casamento em Caná, estava atenta com a falta de vinho. Poderíamos dizer que ouve uma falta de atenção dos noivos na hora de preparar a festa. Não houve um bom planejamento. Com facilidade podemos perceber que nós tomamos certas atitudes em nossa vida é a falta de vinho, atitudes que nos afastam de Deus. Rompemos a comunhão, a fidelidade, a unidade que gera alegria. Acabamos assumindo um estilo de vida que nos trás a tristeza e não a alegria – infidelidade, medo, injustiça, auto-suficiência, egoísmo, indiferença, exploração, mentira, ganância, famílias que vivem em “pé de guerra”... Nossa vida está sem vinho, sem alegria. Para que nós estejamos sempre com nossas talhas cheias do melhor vinho precisamos ter as mesmas atitudes de Maria: 19 Presença: “Havia um casamento e a mãe de Jesus, estava presente”. Quem não está presente não pode saber o que se passa (lá em casa, como anda a minha presença? Quanto tempo dedico em estar presente com a família? E minha presença na comunidade?); 20 Atenção: “O vinho veio a faltar”. Estava atenta com tudo o que está acontecendo, “estava ligada”, atenta aos acontecimentos em sua volta e principalmente percebendo a necessidade de irmãos (onde está nossa atenção?) Maria, vendo o grande “mico” que seria acabar o vinho, não saiu fofocando, criticando, mas buscou uma solução, pois é uma mulher de fé; 21 Intercessão: “Eles não tem mais vinho”. Maria, sensível à situação, fez aquilo que podia: aproximou-se de seu Filho e relatou a situação do casamento. Diante dos acontecimentos, também fazemos aquilo que nos compete?; 22 Fé: “Fazei tudo o que ele vos disser”. Temos que fazer a nossa parte e sabermos deixar espaço para a graça de Deus. Saber ouvir a Palavra de Deus e colocá-la em prática, para sermos participantes da família de Cristo. Vamos encher nossas talhas de águas para que sejam transformadas. Destas águas nascem esperança de uma vida melhor. Vamos transformar o desemprego, a falta de educação, a descriminação, a impunidade para com os poderosos, a falta de um sistema de saúde digno, a exploração infantil, a prostituição... vamos transformar tudo isso, assim como a água foi transformada em vinho. Quem melhor do que Maria para nos mostrar o caminho para a alegria na união com Deus. Foi ela que na escuta da Palavra deu a Luz ao Verbo de Deus, e por isso é cheia de graça não para si, mas para fazer em tudo a vontade de Deus. É nosso modelo para que nos abramos e acolhamos em nossa vida a alegria das bodas. Ela nos inspira a fazermos o que Ele nos disser. É Jesus que compartilha de sua alegria, que revitaliza, impulsiona à comunhão, nele formamos novas relações de vida, de gratuidade e de ternura. Ele nos comunica esperança, novos sonhos, re-encantamento pelo ideal de uma sociedade mais humana e fraterna. Que sejamos taças transbordantes de ternura pela vida e pela esperança.

Ladainha de Nossa Senhora - pg ___n°____
(após cada invocação, repete-se: “Maria, clamamos a vós”; após cada 5 invocações, repete-se: “Mãe de Deus, clamamos a vós”.

Coleta (à escolha da equipe de cantos)
Enquanto o povo contribui com as despesas da novena, a equipe de celebração traz em procissão bandejas com bolo e suco para todos os participantes, colocando-as sobre o altar.

Bênção da Refeição Fraterna - pg ___n°___ T: Pai nosso... Rito da partilha
Após o pai-nosso, o(a) coordenador(a) convida a comunidade a partilhar os alimentos:

P: Vocês todos que buscam a justiça e esperam a nova vinda do Senhor, venham e comam. E o Deus da paz esteja com vocês. Canto da partilha (à escolha da equipe de cantos) Cântico de Maria - pg ____n°_____ Com Maria, serva do Senhor e figura da Igreja, cantemos as maravilhas que o Senhor fez por nós por meio de Jesus Cristo, e façamos nosso o projeto de Deus. Oração após a partilha Ó Deus, alegria dos teus pequenos, Que renovaste nesta celebração a aliança conosco, Cuida sempre do teu povo, Para junto com Maria Trabalharmos na acolhida do vosso Reino. Por Cristo, Nosso Senhor! Amém. Avisos Bênção O Deus, que olhou para Maria, sua fiel servidora, Conceda-nos uma noite tranqüila E a Luz que brilha para sempre. Amém. Abençoe-nos o Deus todo amoroso, Pai, Filho e Espírito Santo! Amém. Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo. Para sempre seja louvado!

8° Dia – Maria aos Pés da Cruz Música acolhendo à porta (com exceção na quaresma) 10 minutos antes: animação Chegada – silêncio, oração pessoal e mantra: Ave Maria, Ave Maria, Ave, Ave Maria (Frei Luiz Turra). Acendimento da vela da novena
Uma mulher acende a oitava vela e reza:

Bendito sejas, Deus das promessas, Porque iluminas as nossas vidas Com a luz de Jesus Cristo, teu Filho, Que por fidelidade ao Reino, Passa pela cruz e ressurreição. Amém. Abertura - Vem, ó Deus da vida, vem nos ajudar! (bis) Vem, não demores mais, vem nos libertar! (bis) - Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito. (bis) Glória à Trindade Santa, glória ao Deus bendito. (bis) - Todas essas coisas em seu coração, (bis) Maria meditava, ó recordação! (bis) - Aleluia, irmãs, aleluia, irmãos! (bis) Com a Mãe do Senhor, a nossa louvação. (bis)
Quaresma

- Meus irmãos, irmãs, cantem com fervor, (bis) Deus é maravilhoso na Mãe do Senhor. (bis) Acolhida Irmãos e irmãs, a graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco! - Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo. Recordação da vida Estamos no oitavo dia desta novena mariana em preparação à festa do(a) padroeiro(a) de nossa comunidade, tornando bem presentes todas as nossas preocupações, dificuldades,

angústias, mas também realizações, anseios, esperanças... Enfim, nossa vida que pede mais vida. (Citar espontaneamente alguns fatos, acontecimentos e pessoas que queremos colocar em oração.
Terminar com a recordação da criação da Diocese)

Neste Ano Mariano, estamos comemorando os 80 anos da Criação da Diocese de Joinville, pelo Papa Pio XI, no dia 17 de janeiro de 1927. Por todas as maravilhas que Deus realizou em nossa Igreja durante estas oito décadas, cantemos: Querida Joinville, vibrante diocese, tua fé jamais vacile, teu povo cante e reze. Igreja missionária, unida a seu pastor, profeta e operária do Reino do Senhor. Juntamente com toda a diocese, digamos juntos o tema e o lema deste “Ano Mariano”: “Com Maria, discípula e missionária de Jesus Cristo, somos Igreja solidária”; “Fazei tudo o que ele vos disser”. Celebramos hoje a ação de Deus que na cruz manifesta o seu poder vivificador, mesmo diante da morte. Hino (Sobe a Jerusalém - n° 383) Oração Ó Deus de misericórdia, Quiseste que junto do teu Filho, Exaltado sobre a cruz, estivesse Maria, sua mãe. Dá a tua Igreja, unida a Maria na paixão de Cristo, Participar das alegrias da ressurreição do Senhor, Que contigo vive e reina Na unidade do Espírito Santo. Amém. Salmo 31 “Pai, tudo está consumado. Em tuas mãos entrego o meu espírito” (Lc 23,46). Com Jesus na cruz, entreguemos nas mãos do Pai o grito de todos os condenados à morte. Que o Senhor responda ao clamor dos sofredores. Pai, em tuas mãos Entrego o meu espírito. 1. Senhor, eu ponho em vós minha esperança que eu não fique envergonhado eternamente! Porque sois justo, defendei-me e libertai-me, apressai-vos, ó Senhor, em socorrer-me! 2. Sede uma rocha protetora para mim, um abrigo bem seguro que me salve! Sim, sois vós a minha rocha e fortaleza;

por vossa honra orientai-me e conduzi-me! 3. A vós, porém, ó meu Senhor, eu me confio, e afirmo que só vós sois o meu Deus! Eu entrego em vossas mãos o meu destino; libertai-me do inimigo e do opressor! 4. Como é grande, ó Senhor, vossa bondade, que reservastes para aqueles que vos temem! Para aqueles que em vós se refugiam, mostrando, assim, o vosso amor perante os homens.
Após um momento de silêncio

Oração sálmica Deus de misericórdia, Carregastes o peso de nossos pecados nos ombros De vosso Filho inocente E aceitando seu sacrifício, nos justificasts. Acolhei os filhos pródigos Que voltam à casa do Pai, Reconhecendo os erros diante de vós, Para que, absolvidos de suas faltas E plenificados de vossa graça, Exultem de alegria em Jesus Cristo, Que convosco vive e reina Pelos séculos dos séculos. Amém. Aclamação (à escolha da equipe de cantos) Evangelho (Jo 19,25-27) Homilia Oitava novena. Com certeza, seguindo os passos de Jesus e de Maria, nossas famílias e comunidade estão sendo fortificadas. Com certeza, essa caminhada está marcada por muitas alegrias e tristezas, risos e sofrimento. Hoje, queremos fixar nossos olhos no mistério da dor de Jesus na cruz, amparado pela Mãe das Dores. Esta cena da paixão de Cristo nos fala do amor máximo. É a hora de Jesus, o momento da sua vitória, porque a sua morte termina com a ressurreição. Aí na cruz, Jesus, num gesto de grande doação, deu-nos Maria como mãe, mãe de toda a humanidade. “Tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim”. Quando Maria e o discípulo estão aos pés da cruz e o Senhor diz: “Eis aí tua mãe”, Ele foi se desprendendo de tudo. Não lhe restava mais que a sua mãe e também a entrega às pessoas em sinal do seu amor por elas. A partir daquele momento o discípulo a levou para a sua casa, cumprindo a vontade de Jesus. Maria torna-se para o discípulo um dom que o Mestre lhe colocou nas mãos como um sinal, o mais precioso, da sua

confiança. Também para Jesus, como homem, a sua mãe era a menina dos seus olhos. Por isso Maria se torna sinal do amor de Deus do qual não se pode duvidar. O cristão há de receber Maria como dom de Cristo e amá-la com o mesmo amor. O amor a Cristo incluirá Maria e o amor a Maria incluirá o amor a Cristo, de quem ela é sinal e dádiva. Maria foi acolhida pelo discípulo e, por sua vez, acolheu-o no seu coração. Somos todos confiados por Jesus a sua mãe. Para ela, somos sinal do amor do Filho e nos ama no amor que lhe tem. Se Maria não pode esquecer de seu Filho, também não se esquecerá de nós. A maternidade de Maria que Jesus anunciou no Calvário nos será nesses momentos um incentivo à esperança. Ali está Maria ao lado de seu Filho, interessando-se pelas pessoas. A sua oração não pode separar-se deles. A lembrança da mãe será um estímulo que nos abre a esperança e ao encontro direto com Cristo. Ela continua a repetir a palavra que disse em Caná: “Ide ter com Ele e fazei tudo o que Ele vos disser”. Maria aos pés da cruz se apresenta cheia da serenidade do Filho, já participante da sua vitória. Cristo venceu morrendo. Maria, sofrendo. A sua dor é provocada pela dor do filho. Ninguém o viveu com maior profundidade do que ela. A sua paixão é a do Filho. Ao lado de Jesus, Maria não vive a dor como castigo, mas como uma mãe. A sua dor é de compaixão. A dor de Maria é transcendente. Não sofre sozinha. Sofre identificada com amor da paixão, sua dor é também redentora, não por ser de Maria, mas por estar, por amor, incorporada na de Jesus. No Calvário a dor humana começa a ser redentora. Ladainha de Nossa Senhora - pg ___n°___
(após cada invocação, repete-se: “Maria, clamamos a vós”; após cada 5 invocações, repete-se: “Mãe de Deus, clamamos a vós”.

Coleta (à escolha da equipe de cantos)
Enquanto o povo contribui com as despesas da novena, a equipe de celebração traz em procissão bandejas com pão e ervas amargas para todos os participantes, colocando-as sobre o altar.

Bênção da Refeição Fraterna - pg ___n°___ T: Pai nosso... Rito da partilha
Após o pai-nosso, o(a) coordenador(a) convida a comunidade a partilhar os alimentos:

P: Vocês todos que buscam a justiça e esperam a nova vinda do Senhor, venham e comam. E o Deus da paz esteja com vocês. Canto da partilha (à escolha da equipe de cantos) Cântico de Maria - pg _____n°______ Com Maria, serva do Senhor e figura da Igreja, cantemos as maravilhas que o Senhor fez por nós por meio de Jesus Cristo, e façamos nosso o projeto de Deus. Oração após a partilha

Ó Deus, nós vos pedimos humildemente Que, recordando as dores de Nossa Senhora, Completemos em nós, para o bem da Igreja, O que falta à paixão do Cristo. Que vive e reina para sempre. Amém. Avisos Bênção O Deus, que olhou para Maria, sua fiel servidora, Conceda-nos uma noite tranqüila E a Luz que brilha para sempre. Amém. Abençoe-nos o Deus todo amoroso, Pai, Filho e Espírito Santo! Amém. Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo. Para sempre seja louvado!

9° Dia – Festa do padroeiro Liturgia própria do dia.

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