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Guia de

Referência

UNIRIO – Universidade Federal do
Estado do Rio de Janeiro -
Centro de Ciências Exatas e Tecnologia
Escola de Informática Aplicada

Jorge Fiore de Oliveira Júnior
Simone Bacellar Leal Ferreira

Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Sistemas de Informação e Comunicação orientados à Usabilidade e Semântica Guia de Referência

Índice
Páginas

1. Objetivo do Presente Guia ............................................... 01

2. Introdução ........................................................................ 02

3. Sites de Referência .......................................................... 05

4. Validadores, Avaliadores, Verificadores e Simuladores.. 09

5. Principais Navegadores Textuais, Sistemas
Operacionais para Pessoas com Deficiência e
Leitores de Tela ................................................................13

6. Programas e plug-ins para Acessibilidade de Sites Web. 16

7. Acessibilidade utilizando Tecnologias de Informação ..... 18

8. Referências Bibliográficas ................................................20

sem críticas. 1 . leitores de tela entre outras. Inicialmente é apresentada uma breve introdução sobre os principais conceitos de acessibilidade. Em seguida são listados alguns sites de referência e uma série de ferramentas úteis. o que existe no mercado com relação à acessibilidade. ele não se propõe a analisar as ferramentas listadas e o que é indicado é de inteira responsabilidade de seus desenvolvedores.Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Sistemas de Informação e Comunicação orientados à Usabilidade e Semântica Guia de Referência 1. como validadores. Objetivo do Presente Guia O presente guia tem por objetivo apresentar.

Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Sistemas de Informação e Comunicação orientados à Usabilidade e Semântica Guia de Referência 2. até as que incluem o uso de produtos. culturais e sociais. 2007). independentemente de suas capacidades físico-motoras e perceptivas. de conteúdo e apresentação da informação em formatos alternativos (Sales. 2 . A acessibilidade digital refere-se ao acesso a qualquer recurso da Tecnologia da Informação. esse documento constitui a primeira versão das Diretrizes para a Acessibilidade do Conteúdo da Web. 2005). e-mail entre outros. Os membros do W3C/WAI elaboraram o “Estatuto de Recomendação do W3C” (WCAG 1. formado por grupos de trabalho voltados para a elaboração de diretrizes ligadas à garantia da acessibilidade do conteúdo na Web às pessoas com deficiência e às pessoas que acessam a rede em condições especiais de ambiente. ou e- acessibilidade. refere-se especificamente ao componente Web. o W3C criou. o WAI (Web Accessibility Initiative).0). Já o termo acessibilidade na Web. como chats. e até hoje continua sendo a principal referência de acessibilidade na Web (http_2). 2005). Com o objetivo de tornar a Web acessível a todos. 2003) e (Nevile. é a possibilidade de participar de todas as atividades. de acesso físico. com o mínimo de restrições possível (Nicholl. de disponibilidade de comunicação. equipamento. a acessibilidade na Web representa para o usuário o direito de acessar a rede de informações e o direito de eliminação de barreiras arquitetônicas.Introdução Acessibilidade é a possibilidade de qualquer pessoa. de forma ampla. que é um conjunto de páginas escritas na linguagem HTML e interligadas por links de hipertexto. enquanto o termo acessibilidade na Internet é usado. para definir o acesso universal a todos os componentes da rede mundial de computadores. (http_2) e (Enap. lançada em maio de 1999. serviços e informação. de equipamentos e programas adequados. usufruir os benefícios de uma vida em sociedade. em 1999. 2001) e (NBR 9050. 1994). ou seja. navegador e outras ferramentas Web (Nevile.

2005).098. O problema é que essa adaptação requer um conhecimento técnico e pessoas especializadas. definiu regras de acessibilidade e tornou-se assim o primeiro país europeu e o quarto no mundo a legislar sobre acessibilidade na Web. 2007). a fim de viabilizar o acesso dessas pessoas aos recursos computacionais e. foi elaborada pelo Poder Legislativo e trata do atendimento prioritário e de acessibilidade às pessoas portadoras de deficiência nos meios de transportes e outros. muitas vezes. 2005). foi escrita pelo Poder Executivo e estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade (Enap. 2007). Em dezembro de 2004. a acessibilidade só começou fazer parte das políticas públicas a partir do ano 2000.048. Já a lei nº 10. o Conselho Europeu aprovou o plano de ação “e-Europe 2002”. de 8 de novembro de 2000.098. Portais e Sites de interesse público. Além disso. A lei nº 10. o governo de Portugal. de 19 de dezembro de 2000. 2007). a fim fazer com que um computador possa ser usado por pessoas com deficiências (Harrison. motivado pela primeira petição eletrônica apresentada a um parlamento (com 9 mil assinaturas). para isso. com a promulgação das Leis Federais nº 10. garantindo o pleno acesso às informações. estendendo a iniciativa portuguesa para os 15 países da União Européia (http_1). foi criado também um Comitê CB-40. a acessibilidade passou a ser o objeto também de diversas leis estaduais e municipais (Enap.296. Esse decreto estabeleceu um prazo inicial de doze meses. para que todos os portais e sites eletrônicos da administração pública passassem por um processo de acessibilização de modo a viabilizar o acesso de todos. as organizações necessitam adaptar seu do hardware e seus sistemas. pessoas com deficiências possuem limitações sensoriais e motoras. desde o espaço físico até o virtual. atendendo aos preceitos de desenho universal e definindo normas de acessibilidade em todos os níveis. 3 . No Brasil. Por exemplo. as duas legislações foram regulamentadas pelo decreto nº 5. Com a finalidade de se dedicar à normalização da acessibilidade. Apesar de indubitavelmente importante. da ABNT. esse prazo era passível de prorrogação por mais 12 meses (Queiroz.048 e 10. a acessibilidade digital e na Web não é tão simples.Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Sistemas de Informação e Comunicação orientados à Usabilidade e Semântica Guia de Referência Ainda em 1999. que organizações não dediquem os esforços necessários ao processo de acessibilização (Tangarife. que devem ser compensadas de alguma forma. Em junho de 2000. o que faz. que recebem algum financiamento do governo também tiveram que assegurar a acessibilidade.

Esses programas detectam o código HTML e fazem uma análise do seu conteúdo. no final. 2003). eles geram relatórios com uma lista dos problemas encontrados e que devem ser corrigidos para que o site possa ser considerado acessível (Spelta. verificando se está ou não dentro do conjunto das regras estabelecidas.Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Sistemas de Informação e Comunicação orientados à Usabilidade e Semântica Guia de Referência Com base nas recomendações do W3C/WAI. foram desenvolvidos programas que avaliarem o nível de acessibilidade de site. 4 .

1. 3.4. guias sobre acessibilidade.Acessibilidade na Microsoft Corporation (http://www. O site é composto por artigos conceituais e técnicos sobre as áreas listadas acima e sua intenção é divulgar acessibilidade para que seja possível ter uma web para todas as pessoas.microsoft. idosos e pessoas com baixa escolaridade.Acessibilidade na IBM (http://www-03.apple. que têm como interesse comum o apoio. administradores de empresas.5. 3.acessobrasil.br/index. Sites de Referência 3. principalmente em softwares da Microsoft. artigos.org.php) Sociedade constituída por especialistas da área de educação especial. 5 .com/accessibility/) Legislação e recursos de acessibilidade para os programas e equipamentos da Apple.com/able/) Legislação. desenhistas industriais.Acessibilidade na Apple Computer (http://www. professores. analistas de sistemas e jornalistas.ibm. artigos. arquitetos.com/enable/) Pesquisas.Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Sistemas de Informação e Comunicação orientados à Usabilidade e Semântica Guia de Referência 3.3.com/) Site de referência sobre acessibilidade na web.2.Acessibilidade Legal (Marco Antônio de Queiroz (MAQ) – http://www. usabilidade e tecnologias assistivas criado por Marco Antônio de Queiroz.Acessibilidade Brasil (http://www. 3. guias sobre acessibilidade para os produtos da IBM. engenheiros.acessibilidadelegal. ações e projetos que privilegiem a inclusão social e econômica de pessoas com deficiência. 3.

9. Recomendado para acessibilidade na web por desmembrar o estilo do documento estruturado que é renderizado por alguns softwares de acessibilidade. padrões web. design.CSS 2. 3.net/) Grupo de especialistas em acessibilidade.Acesso Digital (http://acessodigital.com/br/accessibility/) Site da empresa Adobe sobre informações.6.com/) Site pessoal de Marco Antônio de Queiroz (MAQ) com diversos artigos nas áreas de acessibilidade na web.7. quando foi percebido o quanto os integrantes possuíam experiências diferentes. diabetes. deficiência visual etc. espaçamento etc.Bengala Legal (Marco Antônio de Queiroz (MAQ) – http://www.8.0 (http://www. porque todos compartilhavam o mesmo sonho: A máxima acessibilidade à informação. usabilidade e tecnologias assistivas cuja união ocorreu naturalmente.1 (Cascading Style Sheets – Folhas de Estilo – http://www.org/Style/CSS/current-work#CSS3) encontra- se em desenvolvimento.Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Sistemas de Informação e Comunicação orientados à Usabilidade e Semântica Guia de Referência 3.w3. documentações. imagens. XML entre outros.1. recursos de acessibilidade de seus programas.adobe. 6 .bengalalegal.org/TR/CSS21/) CSS é a linguagem de folha de estilo que permite a adição de estilos de formatação de fontes. Atualmente encontra-se na versão 2. especialmente. a versão 3.w3. estudo de casos entre outros. 3. 3.Centro de Recursos de Acessibilidade da Adobe (http://www. porém complementares e. para documentos estruturados como (X)HTML.

php). O site é composto por diversos materiais e idéias extraídas de livros e da web.nda.12.Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Sistemas de Informação e Comunicação orientados à Usabilidade e Semântica Guia de Referência 3.ie/it-accessibility guidelines/web/guidelines) Elaborado pela NDA (Autoridade Nacional de Deficiência da Irlanda – http://www.php) Site de referência para aprendizado de CSS. CSS. 3.10. é o guia de recomendações para a acessibilidade do conteúdo da Web elaborado pela WAI acrescido de explicação e ajuda para cada item de recomendação. 7 . referência em usabilidade na web.com/) Site pessoal de Jakob Nielsen.13.maujor. um dos fundadores do Nielsen Norman Group (http://www.useit.Jakob Nielsen (http://www.maujor.ei/). com adaptações e traduções elaboradas pelo próprio Maujor. acessibilidade e conteúdo sobre tableless (design sem formatação através de tabelas).acessibilidadelegal.com/13-irlandesas.br/anexos/e15_1556emag- acessibilidade-de-governo-eletronico-modelo-v20. Este guia irlandês é encontrado no idioma português (http://www. lista de declarações simplificadas de cada item e um sistema de numeração baseada na prioridade.accessit. 3. tutoriais.gov. padrões web e acessibilidade criado pelo Professor Maurício Samy Silva.Modelo de Acessibilidade do Governo Eletrônico – E-MAG (https://www.CSS para Webdesign (Maurício Samy Silva (Maujor) – http://www.nngroup. pensamento.com/). Em seu blog (http://www.com/blog/) encontram-se diversas matérias.com/index.governoeletronico.11.nda.Irish Guidelines for Web Accessibility (http://www. 3.zip) Arquivos em versão texto e pdf com conjunto de recomendações a ser considerado para acessibilidade de sites e portais do governo brasileiro.

0.W3C (World Wide Web Consortium – http://www. em 2006. disponibilizada em 1999.html).15.17.w3. 3.geocities.WCAG Samurai (http://wcagsamurai.access- board.0.com/claudiaad/acessibilidade_ web. na opinião de Joe Clark.org/WAI/).w3. A versão mais estável das recomendações é a 1.gov/sec508/guide/) Lei com diretrizes oficiais norte-americanas para acessibilidade eletrônica e da tecnologia da informação.org/) Elaborado por um grupo de desenvolvedores.org/) O Consórcio World Wide Web (W3C) é o responsável por recomendar padrões técnicos e procedimentos operacionais através de tecnologias interoperáveis (especificações.0.14. o WCAG Samurai é.org/TR/1999/WAI-WEBCONTENT-19990505/) WCAG é um guia de recomendações para a acessibilidade do conteúdo da Web elaborado pela WAI (Iniciativa para Acessibilidade na Web – Grupo da W3C responsável pelas iniciativas na área de acessibilidade na web - http://www. manuais. telefones celulares entre outros). que também é encontrado no idioma português(http://www. software e ferramentas) para o desenvolvimento da utilização da rede mundial da Internet pelos diversos recursos tecnológicos (computadores modelo desktop e handheld.w3c.16-WCAG (Web Content Accessibility Guidelines – http://www. 3.Section 508 of the Rehabilitation Act (http://www. 3. 8 . uma atualização do WCAG 1. um dos participantes da criação do WCAG 1.w3.Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Sistemas de Informação e Comunicação orientados à Usabilidade e Semântica Guia de Referência 3.org/TR/WCAG20/) disponibilizada em dezembro de 2007.0 (http://www. liderados por Joe Clark. respeitando estas recomendações torna o conteúdo web de pleno acesso para todas as pessoas inclusive as pessoas com algum tipo deficiência. apesar de carecer em alguns itens. A versão mais atual é a 2.

Pelo CynthiaSays é possível avaliar a acessibilidade através das recomendações do WCAG ou do Section 508 (Recomendações norte-americanas de acessibilidade na web). reparar e monitorar qualidade e conteúdo na web - http://www. 4.cynthiasays.br/) Site de avaliação de acessibilidade para páginas na web elaborado pela sociedade Acessibilidade Brasil.org/) Site elaborado que ao ser inserido endereço de página web. Pelo DaSilva é possível avaliar a acessibilidade através das recomendações do WCAG e do E-MAG.3. 9 .com/index.Browsershots (http://browsershots.CynthiaSays (http://www. Verificadores e Simuladores 4. serviços entre outros para testar. o pode ser escolhido o modo de exibição da página em diversos navegadores de páginas. 4.hisoftware. Avaliadores.1.html).dasilva.Validadores.DaSilva (http://www.Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Sistemas de Informação e Comunicação orientados à Usabilidade e Semântica Guia de Referência 4.com/) Site de avaliação de acessibilidade para páginas na web elaborado pela Hi Software (empresa fundada em 1998 para prover programas.org.2.

php) Site desenvolvido pelo desenvolvedor web Jonathan Fenocchi e Mike Cherim. 4.org/hera/index. Este teste é importante para avaliar percepção de contraste em página web.php). o site realiza teste on-line convertendo visualmente uma página web colorida para escala de cinza.sidar.org/index.pt/).umic.0.pt) Site de avaliação de acessibilidade para páginas na web elaborado pela Fundação SIDAR – Acesso Universal (Grupo de trabalho permanente e voluntário em que participam pessoas de toda américa ibérica [países que foram colônias dos antigos impérios espanhol e português] possuidores de conhecimento e experiências na área de acessibilidade na web . percorrendo os diversos elementos e atributos existentes na página e contando o número de ocorrências (erros e boas práticas) possíveis de inferir automaticamente.acesso.Examinator (http://www.4.Hera (http://www.Graybit (http://graybit.sidar.http://www.accesible.5. qualificação e investigação - http://www.Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Sistemas de Informação e Comunicação orientados à Usabilidade e Semântica Guia de Referência 4.php). É encontrada versão argentina do site no idioma espanhol (http://www. 4.6. Um dos diferenciais do Examinator é classificar de zero a dez (dez é definidor de boa prática) a acessibilidade da página avaliada.Agência para a Sociedade do Conhecimento (Órgão Público Português responsável por coordenar as políticas para a sociedade da informação e mobilizá-la através da promoção de atividades de divulgação. Muitos desenvolvedores utilizam a nota atribuída pelo Examinator como referencial de acessibilidade técnica da página. considerado por muitos como um dos avaliadores de acessibilidade mais aderentes aos padrões Web.umic.ar/examinator/index. 10 .com. tendo por base o WCAG 1.pt/webax/examinator.php.php) Site de avaliação de acessibilidade para páginas na web em português elaborado pela equipe Acesso da UMIC .com/main.

na visualização das cores azul e amarela). analisador de contraste de luminosidade (http://juicystudio.com/vischeck/vischeckURL.10.7.w3.Vischeck (http://www. 4.Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Sistemas de Informação e Comunicação orientados à Usabilidade e Semântica Guia de Referência 4. 4.Validador de Folha de Estilos (CSS) do W3C (http://jigsaw.php).php).org/) Site de validação de página (X)HTML do Consórcio World Wide Web.8. responsável pelas recomendações de padrões para o desenvolvimento da utilização da rede mundial da Internet. 11 .php) Site verificador de cegueira cromática (Daltonismo) em sites.w3.com/) Site desenvolvido por Gez Lemon que possui diversos artigos e verificadores para páginas na web.Validador de Página (X)HTML do W3C (http://validator.php).9. analisador de links (http://juicystudio.com/services/translations/colourcontrast-pt- br.com/services/linktest.Juicy Studio (http://juicystudio.vischeck. Pelo Vischeck é possível verificar visualização de sites nos três tipos de cegueira cromática conhecida: Deuteranopia (uma deficiência na visualização das cores verde e vermelha). 4. responsável pelas recomendações de padrões para o desenvolvimento da utilização da rede mundial da Internet. Protanopia (outro tipo de deficiência na visualização das cores verde e vermelha) e Tritanopia (uma deficiência.com/services/luminositycontrastratio. muito rara.org/css-validator/) Site de validação de folha de estilos (CSS) do Consórcio World Wide Web. analisador de acessibilidade de imagens (http://juicystudio.com/services/readability.com/services/image.php) e teste de leitura para pessoas com deficiência cognitiva (http://juicystudio. entre eles: Analisador de contraste entre cores de fundo e primeiro plano (http://juicystudio.php).

Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Sistemas de Informação e Comunicação orientados à Usabilidade e Semântica Guia de Referência 4. 12 .WebAIM (http://www.webaim.htm) Organização não governamental que criou em 1999 um site simulador de leitor de tela.org/simulations/screenreader-sim.11. o WebAIM integra o CPD (Centro para Pessoas com Deficiência) que pertence à Utah State University dos Estados Unidos. Neste simulador é proposto tarefas a serem realizadas pelo usuário para um pequeno treino de navegação em um leitor de tela.

é lançada nova versão uma vez a cada ano.com/products/fs/jaws-product- page. coordenado pelo Professor José Antonio Borges. controlador de apresentações com feedback sonoro (pptvox). navegador textual de internet (Webvox). O sistema se comunica com o usuário através de síntese de voz sendo compatível com a interface padronizada SAPI do sistema operacional Windows. 5. é um sistema operacional para computadores PC voltado a atender os deficientes visuais.asp) Software leitor de tela desenvolvido pela empresa norte- americana Freedom Scientific.Dosvox (http://intervox. jogos entre outros.freedomscientific. O sistema é composto por diversos softwares como: editor de textos (Edivox). 13 .1. Sistemas Operacionais para Pessoas com Deficiência e Leitores de Tela 5.nce.2.Principais Navegadores Textuais.Job Access With Speech (http://www.br/dosvox/) Projeto criado em 1993. gerenciador de tarefas (clockvox). em janeiro de 1995 foi lançada a primeira versão para o sistema operacional Windows.Jaws . calculadora (calcuvox). elaborado por uma equipe do Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro(NCE/UFRJ). agenda de telefones (televox). primeira versão foi criada em 1989 para o sistema operacional MS-DOS.ufrj.Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Sistemas de Informação e Comunicação orientados à Usabilidade e Semântica Guia de Referência 5. Considerado como um dos melhores softwares leitores de tela pagos atualmente. Era um dos diversos leitores de tela que davam acesso aos usuários cegos às aplicações em modo de texto no MS-DOS.

O criador que deu o pontapé inicial ao projeto foi o jovem australiano Michael Curran de 24 anos de idade que em 2006 largou o segundo ano do seu bacharelado em Ciência da Computação para começar o projeto junto ao amigo James Teh que também contribuiu com muitas linhas de código para a estrutura inicial do NVDA e continua. criado por Thomas Dickey em 1992 junto ao Grupo de Computação Distribuída e Serviço Acadêmico de Computação da Universidade de Kansas nos Estados Unidos.nvda-project. entre um dos patrocinadores da Organização destaca-se a Mozilla Foundation. Atualmente encontra-se em sua versão 2.4.Linvox (http://intervox. criadora do navegador de internet Mozilla Firefox e do software gerenciador de correio eletrônico Thunderbird. o NVDA tem a vantagem de possuir a mesma versão pronta para ser executada diretamente através de pendrive. atualmente.br/linvox/) Projeto de utilização do sistema Dosvox para o sistema operacional Linux (baseado na distribuição Kurumin).nce. a proposta principal da Organização é dar suporte à projetos e iniciativas para prover soluções em software livre e gratuito para que deficientes visuais tenham acesso à tecnologia. ainda no desenvolvimento do leitor de telas.Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Sistemas de Informação e Comunicação orientados à Usabilidade e Semântica Guia de Referência 5. Além da versão para instalação no computador.Linx (http://lynx.org/) Projeto criado pela Organização NV Acess que foi fundada em março de 2007 na Austrália. 14 .3.8. O NVDA é um software leitor de telas de código-fonte aberto e gratuito para sistema operacional Microsoft Windows XP e Vista no momento.org/) Navegador textual de internet desenvolvido para utilização em sistemas com poucos recursos gráficos. deve ser utilizado junto a um ambiente de emulação do sistema operacional Windows (recomendado pelo NCE/UFRJ o emulador Wine).6 que foi lançada em 11 de outubro de 2006.5. 5. Atualmente encontra-se na versão 2.isc. 5.NVDA – No-Visual Desktop Acess (http://www.0.ufrj.

com/Window-Eyes/) Lançado pela empresa norte-americana GW Micro. 15 .8.jsp) com contribuição de diversas pessoas. entre outros). Através da combinação de narração. o leitor de telas Orca provê acesso ao computador para pessoas com deficiência que utilizam o sistema operacional Linux com plataforma gráfica Gnome. 5.1 (versão 7 em desenvolvimento).Orca (http://live.Window-Eyes (http://www.org/Orca) Projeto elaborado pelo Programa de Acessibilidade da Sun Microsystems Inc.7.Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Sistemas de Informação e Comunicação orientados à Usabilidade e Semântica Guia de Referência 5.br/baixar.com/talks/) Software leitor de tela para ser utilizado em telefones celulares por pessoas cegas ou com baixa visão foi lançado pela empresa norte-americana Nuance Communications. Atualmente encontra-se na versão 3.nuance.com/accessibility/index.( http://www.asp) Programa leitor de telas para computador com sistema operacional Windows lançado pela empresa brasileira Micropower em 1998.virtualvision.Virtual Vision (http://www. MSN.sun. atualmente encontra-se em sua versão 6. Skype. este software leitor de tela para computadores que utilizam sistema operacional Windows e seus aplicativos teve sua primeira versão lançada em 1995.6.Nuance Talks (http://www.gnome. Sistema Braille e ampliador de tela. 5.9. O Virtual Vision é hoje o único software leitor de telas em modo gráfico desenvolvido nacionalmente capaz de funcionar sobre os aplicativos mais comuns utilizados na maior parte dos computadores (reconhece Word. 5. Internet Explorer. Outlook.gwmicro.5 e tem suporte para mais de 20 idiomas. Excel.com.

org/apache2-default/) Elaborado pela Organização Internacional Lighthouse (http://www. um interessado pela área de acessibilidade na internet.org.2. aumento de imagem através de aproximação entre outros.governoeletronico. 6.1.lighthouse. Este plug-in cria uma representação textual da página acessada similar como ela seria lida por um aplicativo leitor de tela.Fangs (http://www.br/index.org/).Avaliador e Simulador de Acessibilidade de Sítios (http://www. corretor de eventos e preenchimento de formulários entre outros.com/projects/fangs/) Criado na Suécia por Peter Krantz (http://www. associador de rótulos. sítios e portais.Lowbrowse (http://lowbrowse. conteúdo alternativo. O Fangs é um plug-in de acessibilidade para o navegador Mozilla Firefox. simular e corrigir a acessibilidade de páginas. links redundantes.gov. Entre algumas funcionalidades do programa: Avaliador de acessibilidade. 16 . importante para desenvolvedores de conteúdo para internet.standards-schmandards.3. ferramenta para selecionar o DocType.br/acoes-e-projetos/e- MAG/ases-avaliador-e-simulador-de-acessibilidade-sitios) Programa feito através da parceria entre o Departamento de Governo Eletrônico Brasileiro e a sociedade Acessibilidade Brasil (http://www. O ASES é um programa que permite avaliar.peterkrantz.com/).acessobrasil.ASES . este plug-in para o navegador Mozilla Firefox permite algumas funcionalidades para que pessoas com baixa visão possam ler documentos na internet mais facilmente.lighthouse.php). avaliador de CSS e HTML. 6. entre as funcionalidades permite: modificação de tamanho de texto. Programas e plug-ins para Acessibilidade de Sites Web 6.Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Sistemas de Informação e Comunicação orientados à Usabilidade e Semântica Guia de Referência 6.

Wrong HTML (Japão). O objetivo deste consórcio é prover uma coleção de ferramentas gratuitas para auxiliar desenvolvedores e designers no desenvolvimento e teste de conteúdo web acessível. 17 .4.Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Sistemas de Informação e Comunicação orientados à Usabilidade e Semântica Guia de Referência 6. Infoaxia (Japão).html) Barra de Ferramentas de Acessibilidade criada pelo Web Acessibililty Tools Consortium formado pelas empresas Accessible Information Solutions (Austrália). Existem versões das barras de ferramentas para os navegadores Internet Explorer.Barra de Ferramentas de Acessibilidade Web (http://www.org/tools/index.Web Acessibility Toolbar . The Paciello Group (Estados Unidos) e Juicy Studio (Reino Unido).wat-c. Opera e Mozilla Firefox (em desenvolvimento).

5.Java Acessível (http://java.Adobe Dreamweaver Acessível (http://help.acesso.Adobe Flash Acessível (http://help.acesso. Acessibilidade utilizando Tecnologias de Informação 7.umic.htm) Página do programa da Agência para a Sociedade do Conhecimento de Portugal (http://www.pt/) sobre a criação aplicativos para web na linguagem de programação web JavaScript de modo acessível.Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Sistemas de Informação e Comunicação orientados à Usabilidade e Semântica Guia de Referência 7. 18 .com/tutorial/ajax-screen- readers. 7.com/pt_BR/Dreamweaver/10.2.Ajax Acessível (http://www. html) Página com informações sobre como implementar acessibilidade em softwares criados com a linguagem de programação Java da Sun Microsystems Inc.maujor.0_Using/WScb b6b82af5544594822510a94ae8d65- 7775a. 7. hospedado no site de Maurício Samy Silva (Maujor).pt/tutor/java_1/index.php) Artigo elaborado por Gez Lemon e Steve Faulkner.JavaScript Acessível (http://www.0_UsingFlash/WSd60f2 3110762d6b883b18f10cb1fe1af6-7c2ba. 7.com/pt_BR/Flash/10.html) Página criada pela empresa Adobe sobre recursos de acessibilidade para criação de páginas com o programa ambiente de criação de conteúdo interativo Adobe Flash.sun.adobe.1.adobe.com/products/jfc/tsc/articles/accessibility/index.umic.3. 7.4. sobre acessibilidade da tecnologia interativa Ajax (JavaScript + XML) com programas leitores de tela.html#WScbb6b82af5544594822510a94ae8d65-7768a) Página criada pela empresa Adobe sobre recursos de acessibilidade para criação de páginas com o programa para design web Adobe Dreamweaver.

Microsoft Expression Web Acessível (http://www.7. 7.microsoft.webaim.Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Sistemas de Informação e Comunicação orientados à Usabilidade e Semântica Guia de Referência 7.org/techniques/msew/) Site criado pela Microsoft Corporation sobre a implementação de conteúdo acessível em sites criados através do software de criação web Microsoft Expression Web.Microsoft Silverlight Acessível (http://msdn. 19 .6.com/en-us/library/bb738083.aspx) Site criado pela empresa Microsoft Corporation sobre recursos de acessibilidade para criação de páginas com a tecnologia para criação de conteúdo Microsoft Silverlight.

A. ABNT.Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Sistemas de Informação e Comunicação orientados à Usabilidade e Semântica Guia de Referência 8. 20 . Mobiliário e Equipamento Urbanos. 1994. “O Ambiente que Promove a Inclusão: Conceitos de Acessibilidade e Usabilidade”. Nevile. Australia . n.Canberra. .Technical Symposium on Computer Science Education . RJ. S. 122 . Marília.Pg: 1 – 10 –Novembro - 2005 Nicholl. 2001. p49-60.J. Referências Bibliográficas Harrison.R. M.Proceedings of the 36th SIGCSE technical symposium on Computer science education – 2005. Espaço. NBR 9050: Associação Brasileira de Normas Técnicas.Vol. Liddy “Adaptability and accessibility:a new framework” - Proceedings of the 19th conference of the computer-human interaction special interest group (CHISIG) of Australia on Computer- human interaction: citizens online: considerations for today and the future .Opening the eyes of those who can see to the world of those who can't: a case study . Acessibilidade de Pessoas Portadoras de Deficiências a Edificações. 2. Revista Assentamentos Humanos. v3.

T.-Remote usability evaluations With disabled people .w3.Proceedings of the 2005 Latin American conference on Human-computer interaction – p.bengalalegal. Asakawa.http://www. Disponível em http://www. M. H.A. Acesso em: 13/12/2006..Hamilton. Acesso em 2/4/2007.& PavanP.Anais do ATIID 2003.: O Papel dos Leitores de Tela na Construção de Sites Acessíveis .2006 Queiroz.http://www. Sites Institucionais http_1: programa acesso . Takagi.. M. São Paulo-SP. Acesso em: 11/12/2006.México – 2005. de & Cybis.. Fukuda K. – Desenvolvimento de um checklist para a avaliação de acessibilidade da Web para usuários idosos . 313 .acesso.318 . 21 .gov. C.pcm.Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Sistemas de Informação e Comunicação orientados à Usabilidade e Semântica Guia de Referência Petrie. Sales. & Mont'Alvão. & Maeda J.F.Proceedings of the ACM SIGACCESS conference on Computers and accessibility – 2004. B. W.King.Proceedings of the SIGCHI conference on Human Factors in computing systems. Spelta.Estudo comparativo utilizando uma ferramenta de avaliação de acessibilidade para Web .Canada. . L. Tangarife. C. http_2: WAI .com/. especialmente para cegos e pessoas de baixa visão.pt/.ACM SIGACCESS Conference on Assistive Technologies .de A.umic. L. – Material de um curso ministrado no SERPRO do Rio de Janeiro por Marco Antonio de Queiroz.ACM International Conference Proceeding Series Proceedings of the Latin American conference on Human-computer interaction – 2003. 23-24/09/2003..org/WAI/.: Accessibility designer: visualizing usability for the blind .N.H.