ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLA DE GOVERNO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR E PROFISSIONAL

CRISTINA SANTOS VILELA SÉRGIO MOURA DUARTE FRANCISCO A. P. MARQUES

AUDITORIA OPERACIONAL COM ENFOQUE EM PROGRAMAS GOVERNAMENTAIS

ii CUIABÁ-MT 2005

ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLA DE GOVERNO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR E PROFISSIONAL

CRISTINA SANTOS VILELA SÉRGIO MOURA DUARTE FRANCISCO A. P. MARQUES

AUDITORIA OPERACIONAL COM ENFOQUE EM PROGRAMAS GOVERNAMENTAIS

Monografia apresentada à Banca Examinadora da Escola de Governo de Mato Grosso como exigência parcial para obtenção do Certificado de Conclusão do Curso de Aperfeiçoamento para Auditores do Estado sob a orientação da Profª Ms. Guaracy Lara Souza Prado.

iii CUIABÁ-MT 2005

CRISTINA SANTOS VILELA SÉRGIO MOURA DUARTE FRANCISCO A. P. MARQUES

AUDITORIA OPERACIONAL COM ENFOQUE EM PROGRAMAS GOVERNAMENTAIS

Monografia defendida e aprovada em 10 de junho de 2005, pela Banca Examinadora constituída pelos membros:

__________________________________ Profª Ms. Guaracy Lara Souza Prado _________________________________ Profª Neuza do Nascimento _________________________________ Prof° Hercules Assunção _________________________________ Auditor Norton Glay Sales Santos _________________________________ Auditor José Gonçalves Botelho do Prado

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“O Senhor é meu rochedo, e o meu lugar forte, e o meu libertador; o meu Deus, a minha fortaleza, em quem confio; o meu

v escudo, a força da minha salvação, e o meu alto refúgio”. (Salmos 18:2)

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO.....................................................................................................................1 CAPITULO I.........................................................................................................................4 AUDITORIA.........................................................................................................................4 1.1 – AUDITORIA INTERNA...........................................................................................4 1.1.1 – AUDITORIA CONTÁBIL....................................................................................5 1.1.2 – AUDITORIA OPERACIONAL............................................................................6 1.1.3 – AUDITORIA DE GESTÃO.................................................................................6 1.1.4 – AUDITORIA DE SISTEMAS INFORMATIZADOS............................................7 1.1.5 – AUDITORIA DE QUALIDADE..........................................................................7 1.1.6 – AUDITORIA AMBIENTAL.................................................................................8 1.2 – AUDITORIA EXTERNA..........................................................................................9 CAPÍTULO II......................................................................................................................11 AUDITORIA GOVERNAMENTAL...............................................................................11 2.1 – CONCEITO..............................................................................................................11 2.2 – TIPOS DE AUDITORIA GOVERNAMENTAL....................................................11 2.2.1 – AUDITORIA DE AVALIAÇÃO DE GESTÃO...................................................12 2.2.2 – AUDITORIA DE ACOMPANHAMENTO DE GESTÃO..................................12 2.2.3 – AUDITORIA CONTÁBIL..................................................................................12 2.2.4 – AUDITORIA ESPECIAL...................................................................................13 2.2.5 – AUDITORIA OPERACIONAL..........................................................................13 CAPITULO III....................................................................................................................14 AUDITORIA OPERACIONAL........................................................................................14 3.1 - CONCEITO..............................................................................................................14 3.2 – AUDITORIA DE DESEMPENHO OPERACIONAL............................................15 3.3 – AUDITORIA DE AVALIAÇÃO DE PROGRAMAS............................................17 3.4 – ALCANCE DA AUDITORIA DE DESEMPENHO OPERACIONAL E DA AVALIAÇÃO DE PROGRAMA.....................................................................................18 3.5 – ETAPAS DA AUDITORIA DE NATUREZA OPERACIONAL...........................19 3.5.1 – ESCOLHA DO OBJETO DA AUDITORIA......................................................19 3.5.1.1 – MATRIZ DE CRITÉRIOS PARA A ESCOLHA DE PROGRAMA.......20 3.5.1.1.1 – VOLUME DE RECURSOS................................................................20 3.5.1.1.2 – PROGRAMAS PRIORITÁRIOS.......................................................22 3.5.1.1.3 – IMPACTO SOCIAL...........................................................................23 3.5.1.1.4 – FINALÍSTICOS..................................................................................23 3.5.1.1.5 – PONTO DE CORTE...........................................................................24

vi 3.5.1.1.6 – MODELO DE APLICAÇÃO DA MATRIZ......................................24 3.6 – LEVANTAMENTO DE AUDITORIA...................................................................25 3.6.1 – PLANEJAMENTO DO LEVANTAMENTO DE AUDITORIA..........................26 3.6.2 – ANÁLISE PRELIMINAR DO OBJETO DE AUDITORIA................................27 3.6.3 – COLETAS DE DADOS SOBRE DESEMPENHO............................................28 3.6.4 – ESPECIFICAÇÃO DOS CRITÉRIOS DE AUDITORIA..................................30 3.6.5 – PREPARAÇÃO DO RELATÓRIO DE LEVANTAMENTO DE AUDITORIA. .30 3.7 – EXECUÇÃO............................................................................................................32 CONCLUSÃO.....................................................................................................................35 ANEXO I..............................................................................................................................37 ANEXO II.........................................................................................................................38 ANEXO III...........................................................................................................................41 ANEXO IV...........................................................................................................................46 BIBLIOGRAFIA.................................................................................................................49

INTRODUÇÃO

A carga tributária brasileira é uma das maiores do mundo. Esse tema é constantemente abordado tanto por especialistas em finanças públicas como por leigos. Em razão dos vários planos econômicos vivenciados por cada um de nós, além de "técnicos de futebol", nos tornamos também "economistas". Falar sobre carga tributária ou do tamanho ideal do Estado é um assunto complexo e polêmico. Sem pretensão de colocarmos um ponto final nesse assunto, entendemos que o que a população deseja é pelo menos uma simetria entre o sacrifício (carga tributária), e os benefícios oferecidos pela atuação do Estado, ou seja, o cumprimento dos objetivos já petrificados em nossa Carta Constitucional: "construir uma sociedade livre, justa e solidária; garantir o desenvolvimento nacional; erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais; promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação". Em síntese o bem-estar social. O Estado para atingir esse bem-estar utiliza-se de programas, que é a mola mestra para aplicação das políticas públicas. É nesse diapasão que a Constituição do Estado de Mato Grosso imputa ao controle interno a responsabilidade de "avaliar o cumprimento das metas previstas no plano plurianual, a execução dos programas de governo e dos orçamentos do Estado" Artigo 52 inciso I (grifo nosso). A Auditoria Geral do Estado - AGE é o órgão superior de controle interno do poder executivo estadual, e tem no seu escopo de trabalho a execução da auditoria de programas.

2 Historicamente, a AGE realiza prestações de contas e auditorias: especial, contábil, de conformidade e de fiscalização. A auditoria de programas é um instrumento que avalia eficiência, eficácia, economicidade e a efetividade dos programas governamentais, também é uma ferramenta utilizada para propor melhorias nos serviços postos à disposição da população, nosso objetivo e razão de existir. O Tribunal de Contas da União - TCU e o Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso - TCE já estão realizando auditorias de programas. No âmbito federal a criação da Secretaria de Fiscalização de Programas de Governo - SEPROG, no final de 2000, representou a efetiva institucionalização dos trabalhos de avaliação de programa no TCU e o reconhecimento de sua importância para o desempenho das funções de controle. Em 2002, foram realizadas cinco auditorias em programas do Governo Federal das áreas de saneamento, segurança, assistência social, educação e infra-estrutura. Além dessas, o TCU realizou auditoria no Cadastro Único dos Programas Sociais do Governo Federal. Recentemente o TCE realizou auditoria dos programas: "Estradeiro" e "Meu Lar", considerados "carros-chefes" do Governo do Estado de Mato Grosso. Em visita àquele egrégio tribunal, fomos informados que em 2005 outros programas do governo serão auditados. O quadro reduzido dos servidores da AGE não permitia a execução de auditoria operacional em programas governamentais, visto que esta modalidade exige um dispêndio maior de tempo, recursos humanos e financeiros. Em 2004, o Governo do Estado realizou concurso público para o provimento de 28 vagas de Auditores do Estado, bem como, disponibilizou para a AGE uma nova sede, o que possibilita condições para uma atuação mais efetiva e uma maior extensão de seus trabalhos, dentre eles a auditoria de programas.

3 A proposta deste trabalho é disponibilizar aos Auditores do Estado uma Matriz de Critérios para a Escolha de Programas, essa ferramenta tem por objetivo a seleção de programas segundo critérios técnicos pré-definidos.

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CAPITULO I
AUDITORIA

Segundo Inaldo da Paixão Santos Araújo (2001) o termo auditoria, etimologicamente falando, originara-se do latim audire, “ouvir”. Inicialmente os ingleses o traduziram como auditing para designar, exclusivamente, o conjunto de procedimentos técnicos para a revisão dos registros contábeis. Em nossos dias, é praticamente uníssono o entendimento de que prevalece o seu sentido mais amplo, que consiste na ação independente de se confrontar uma determinada condição com o critério preestabelecido, que se configura como a situação ideal, para que se possa opinar ou comentar a respeito.

1.1 – AUDITORIA INTERNA
Auditoria interna pode ser conceituada como um controle gerencial que funciona por meio de medição e avaliação da eficiência de outros controles. Sendo entendida como uma atividade de assessoramento à administração quanto ao desempenho das atribuições definidas para área da empresa, mediante as diretrizes políticas e objetivos por aquela determinada. Já o Conselho Federal de Contabilidade através da Resolução CFC nº 780/95, que aprova a NBC T 12, conceitua auditoria interna como sendo o conjunto de procedimentos técnicos que tem por objetivo examinar a integridade, adequação e eficácia dos controles internos e das informações físicas, contábeis, financeiras e operacionais da entidade. Os tipos de auditoria interna podem ser definidos de acordo com a atuação do auditor interno e os tipos e abrangências dos trabalhos com enfoques diferentes, podendo em algumas áreas ter a colaboração de outros profissionais especializados. Seguese uma breve descrição de cada uma delas:

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1.1.1 – AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria na Área Contábil é a auditoria realizada junto a área contábil tem por objetivo identificar a adequação dos registros e procedimentos levados a efeito na empresa, a qualidade dos controles internos existentes, a observação das normas e regulamentos traçados pela administração, bem como a avaliação da correta aplicação dos Princípios Fundamentais de Contabilidade e as Normas Brasileiras de Contabilidade. Dentro desta área, cabem as seguintes avaliações e exames:  Exatidão, fidedignidade, justeza, completabilidade, tempestividade da apresentação e da publicação das Demonstrações Contábeis, de qualquer relatório formal ou institucional, de natureza orçamentária, financeira, contábil ou tributária;  Fidedignidade, integridade, adequação, confiabilidade e utilidade dos registros orçamentários, financeiros, econômicos e contábeis;  Correção, eficácia e adequação dos controles da guarda, da divulgação, do arquivo, dos meios de consulta e da informatização da documentação pertinente à área contábil, bem como das formas de identificação, classificação, comunicação e divulgação das respectivas informações;  Adequação e eficácia dos controles, registros e meios de proteção dos ativos e da comprovação de sua existência real, utilidade, ociosidade e economicidade, bem como a comprovação da autenticidade e completabilidade dos passivos;  Eficiência, eficácia e economicidade na utilização de recursos e na administração contábil-financeira e tributária de fundos e programas;  Cumprimento das políticas, procedimentos, normas legais e regulamentos, metas e objetivos compreendidos na área auditada;  Exame e avaliação das aplicações de recursos, observando o cumprimento de normas legais, institucionais e aspectos contratuais pertinentes;  Avaliação do alcance dos objetivos das operações financeiras, investimentos, imobilizações, obrigações, despesas, receitas, fundos e programas, etc.;

6  Exame e avaliação das fontes de recursos, observando os aspectos econômicos acerca da tempestividade de sua aplicação;  Exame e avaliação da rentabilidade das aplicações e sua contribuição na formação do resultado da empresa;  Transparência, adequação e tempestividade das informações, particularmente em relação aos Princípios Fundamentais de Contabilidade;  Emissão de opinião sobre as Demonstrações Contábeis, fundos e programas e planos de natureza financeira, instituídos ou administrados pela empresa;  Assessoramento ao Conselho Fiscal, em matéria compreendida no âmbito de sua competência específica e;  Acompanhamento dos trabalhos de auditoria independente.

1.1.2 – AUDITORIA OPERACIONAL
O objetivo da Auditoria na Área Operacional é assessorar a administração no desempenho efetivo de suas funções e responsabilidades, avaliando se a organização, departamento, sistemas, funções, operações e programas auditados estão atingindo os objetivos propostos com identificação de falhas e irregularidades no sistema operacional.

1.1.3 – AUDITORIA DE GESTÃO
A Auditoria Interna em nível gestão desempenha suas atividades participando de reuniões de diretoria, comitês operacional-financeiros, grupos envolvidos com projetos de qualidade total, etc. Trabalha em nível de planejamento estratégico, tático e no processo decisório decorrente da aplicação de sistemas, políticas, critérios e procedimentos.

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1.1.4 – AUDITORIA DE SISTEMAS INFORMATIZADOS
A Auditoria de Sistemas Informatizados teve sua aplicação tão ampliada com o passar dos anos, que hoje é quase impossível imaginar uma entidade sem ela. Instituições financeiras, indústrias, comércio, serviços, tudo está estruturado em nível de controles sobre os sistemas informatizados. Dessa forma, o auditor interno não pode furtar-se à possibilidade de examinar e avaliar esses sistemas. O auditor interno envolve-se no processo de planejamento, desenvolvimento, testes e aplicação dos sistemas, preocupando-se com a estrutura lógica, física, ambiental, organizacional de controle, segurança e proteção de dados. Cabe-lhe informar a administração sobre: adequação, eficácia, eficiência e desempenho dos sistemas e respectivos procedimentos de segurança em processamento de dados.

1.1.5 – AUDITORIA DE QUALIDADE
Com o aumento da competitividade em função da globalização da economia e das exigências de novos mercados, passou-se a conviver diariamente com novos conceitos em produtos e serviços, designado qualidade. As normas ISO 9000 definem claramente as exigências que devem ser perseguidas a fim de obter a qualidade. O auditor interno mais uma vez é chamado a dar sua contribuição, assessorando a alta administração. A Auditoria da Qualidade é uma avaliação planejada, programada e documentada, executada por pessoas independentes da área auditada, visando a verificar a eficácia de um sistema implantado, no atingimento dos objetivos e padrões preestabelecidos, servindo como mecanismo de retroalimentação e aperfeiçoamento do próprio sistema.

8 As Auditorias de Qualidade podem ser classificadas em internas e externas. Por exemplo:  Auditoria Interna da Qualidade – quando ocorre avaliação do plano de desenvolvimento do produto, para verificar o atendimento dos requisitos do cliente.  Auditoria Externa da Qualidade – avaliação de fornecedores de matérias-primas. Quanto ao objeto, a Auditoria de Qualidade classifica-se em: Auditoria de Sistemas, Auditoria de Processos e Auditoria de Produtos.

1.1.6 – AUDITORIA AMBIENTAL
Talvez o ramo mais recente da Auditoria Interna seja a Auditoria Ambiental. Prática corrente em países do chamado primeiro mundo, é o ramo da Auditoria Interna que examina e analisa os prováveis impactos que as empresas possam causar ao meio ambiente, com reflexo direto sobre a imagem delas no mercado e, conseqüentemente, sobre a captação de recursos, sob a forma de financiamentos ou lançamento de ações no mercado financeiro. O trabalho da Auditoria Interna deverá caminhar no sentido de formar opiniões consistentes, não apenas em relação aos custos dos empreendimentos, como também aos riscos ambientais previstos com sua implantação e às medidas compensatórias e reparadoras a serem tomadas. Um exame de auditoria em atividades com envolvimento em relação ao meio ambiente deverá considerar a existência de relatório de impacto ambiental; as políticas traçadas pela alta administração. É preciso saber como e quanto a utilização predatória dos recursos naturais degrada a qualidade do meio ambiente, afeta a vida de uma população ou mesmo o valor de uma propriedade próxima às instalações da empresa.

9 Os procedimentos da auditoria interna são os exames, incluindo testes de observância e testes substantivos, que permitem ao auditor interno obter provas suficientes para fundamentar suas conclusões e recomendações. Sendo que os testes de observância visam a obtenção de uma razoável segurança de que os controles internos estabelecidos pela administração estão em efetivo funcionamento, inclusive quanto ao seu cumprimento pelos funcionários da entidade. E os testes substantivos visam à obtenção de evidência quanto à suficiência, exatidão e validade dos dados produzidos pelos sistemas de informações da entidade. As informações que fundamentam os resultados da auditoria interna são denominadas de “evidências”, que devem ser suficientes, fidedignas, relevantes e úteis, de modo a fornecerem base sólida para as conclusões e as recomendações.

1.2 – AUDITORIA EXTERNA
O Conselho Federal de Contabilidade através da resolução CFC nº 820/97, que aprovou a NBC T 11, conceitua a auditoria das demonstrações contábeis como o conjunto de procedimentos técnicos que tem por objetivo a emissão de parecer sobre a sua adequação, consoante os Princípios Fundamentais de Contabilidade e as Normas Brasileiras de Contabilidade e, no que for pertinente, a legislação específica. A auditoria externa é feita por um profissional totalmente independente da empresa auditada. O objetivo do auditor externo é emitir uma opinião (chamado parecer) sobre as demonstrações financeiras. Conclui-se que a auditoria externa não é realizada para detectar fraudes, erros ou para interferir na administração da empresa, ou ainda, reorganizar o processo produtivo ou demitir pessoas ineficientes. Naturalmente, no decorrer do processo de auditoria, o auditor pode encontrar fraudes ou erros, mas o seu objetivo não é este.

10 Os principais motivos que levam uma empresa a contratar o auditor externo ou independente são:      Obrigação legal: As companhias abertas são obrigadas por lei; Imposição de bancos para ceder empréstimo; Imposição estatutária; Imposição dos acionistas minoritários; Para efeito de fusão, incorporação cisão ou consolidação; Observe-se que o parecer deve ser emitido por um profissional, o mais independente possível da empresa auditada. Um banco, por exemplo, para conceder um empréstimo a uma sociedade, quer ter segurança de que as demonstrações financeiras apresentadas são confiáveis. O banco teria dúvidas caso a opinião fosse emitida por um profissional que tivesse vínculos com a empresa. As demonstrações financeiras, que para as quais o auditor deve emitir seu parecer, segundo a Lei das Sociedades Anônimas são:   Balanço Patrimonial; Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados ou Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido;   Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos; Demonstração do Resultado do Exercício; A Lei das Sociedades Anônimas dá opção à empresa de elaborar uma das duas demonstrações financeiras: Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados ou Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido.

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CAPÍTULO II
AUDITORIA GOVERNAMENTAL

2.1 – CONCEITO A Instrução Normativa nº 01, de 06 de abril de 2001, da Secretaria Federal de Controle Interno conceitua a auditoria governamental como o conjunto de técnicas que visa avaliar a gestão pública, pelos processos e resultados gerenciais, e a aplicação de recursos públicos por entidades de direito público e privado, mediante a confrontação entre uma situação encontrada com um determinado critério técnico, operacional ou legal. Tratase de uma importante técnica de controle do Estado na busca da melhor alocação de seus recursos, não só atuando para corrigir os desperdícios, a improbidade, a negligência e a omissão e, principalmente, antecipando-se a essas ocorrências, buscando garantir os resultados pretendidos, além de destacar os impactos e benefícios sociais advindos. A auditoria governamental tem por objetivo primordial o de garantir resultados operacionais na gerência da coisa pública. Essa auditoria é exercida nos meandros da máquina pública em todos as unidades e entidades públicas, observando os aspectos relevantes relacionados à avaliação dos programas de governo e da gestão pública.

2.2 – TIPOS DE AUDITORIA GOVERNAMENTAL Há uma classificação de auditoria governamental efetuada pela Instrução Normativa nº 01, de 06 de abril de 2001, da Secretaria Federal de Controle Interno, onde os tipos de auditoria governamental são: Auditoria de Avaliação da Gestão, Auditoria de Acompanhamento da Gestão, Auditoria Contábil, Auditoria Especial e Auditoria Operacional. A seguir uma breve explicação.

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2.2.1 – AUDITORIA DE AVALIAÇÃO DE GESTÃO
Esse tipo de auditoria objetiva emitir opinião com vistas a certificar a regularidade das contas, verificar a execução de contratos, acordos, convênios ou ajustes, a probidade na aplicação dos dinheiros públicos e na guarda ou administração de valores e outros bens da União ou a ela confiados, compreendendo, entre outros, os seguintes aspectos: exame das peças que instruem os processos de tomada ou prestação de contas; exame da documentação comprobatória dos atos e fatos administrativos; verificação da eficiência dos sistemas de controles administrativo e contábil; verificação do cumprimento da legislação pertinente; e avaliação dos resultados operacionais e da execução dos programas de governo quanto à economicidade, eficiência e eficácia dos mesmos.

2.2.2 – AUDITORIA DE ACOMPANHAMENTO DE GESTÃO
Realizada ao longo dos processos de gestão, com o objetivo de se atuar em tempo real sobre os atos efetivos e os efeitos potenciais positivos e negativos de uma unidade ou entidade federal, evidenciando melhorias e economias existentes no processo ou prevenindo gargalos ao desempenho da sua missão institucional.

2.2.3 – AUDITORIA CONTÁBIL
Compreende o exame dos registros e documentos e na coleta de informações e confirmações, mediante procedimentos específicos, pertinentes ao controle do patrimônio de uma unidade, entidade ou projeto. Objetivam obter elementos comprobatórios suficientes que permitam opinar se os registros contábeis foram efetuados de acordo com os princípios fundamentais de contabilidade e se as demonstrações deles originárias refletem, adequadamente, em seus aspectos mais relevantes, a situação econômico-financeira do patrimônio, os resultados do período administrativo examinado e as demais situações nelas demonstradas. Tem por objeto, também, verificar a efetividade e

13 a aplicação de recursos externos, oriundos de agentes financeiros e organismos internacionais, por unidades ou entidades públicas executoras de projetos celebrados com aqueles organismos com vistas a emitir opinião sobre a adequação e fidedignidade das demonstrações financeiras.

2.2.4 – AUDITORIA ESPECIAL
Objetiva o exame de fatos ou situações consideradas relevantes, de natureza incomum ou extraordinária, sendo realizadas para atender determinação expressa de autoridade competente. Classifica-se nesse tipo os demais trabalhos de auditoria não inseridos em outras classes de atividades.

2.2.5 – AUDITORIA OPERACIONAL
Consiste em avaliar as ações gerenciais e os procedimentos relacionados ao processo operacional, ou parte dele, das unidades ou entidades da administração pública, programas de governo, projetos, atividades, ou segmentos destes, com a finalidade de emitir uma opinião sobre a gestão quanto aos aspectos da eficiência, eficácia e economicidade, procurando auxiliar a administração na gerência e nos resultados, por meio de recomendações, que visem aprimorar os procedimentos, melhorar os controles e aumentar a responsabilidade gerencial. Este tipo de procedimento de auditoria consiste numa atividade de assessoramento ao gestor público, com vistas a aprimorar as práticas dos atos e fatos administrativos, sendo desenvolvida de forma tempestiva no contexto do setor público, atuando sobre a gestão, seus programas governamentais e sistemas informatizados. No Capítulo III, a Auditoria Operacional será abordada com profundidade.

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CAPITULO III
AUDITORIA OPERACIONAL

3.1 - CONCEITO

Segundo Inaldo da Paixão Santos Araújo (2001), a Auditoria de Natureza Operacional consiste no acompanhamento e avaliação da ação governamental, compreendendo a implementação de programas, a execução de projetos e atividades, a gestão de sistemas e a administração de órgãos e entidades, tendo em vista a utilização econômica dos recursos públicos, a eficiente geração de bens e serviços, o cumprimento das metas programadas e o efetivo resultado das políticas governamentais. O Tribunal de Contas da União – TCU em seu Manual de Auditoria Operacional conceitua auditoria de natureza operacional como sendo o acompanhamento e avaliação da ação governamental, compreendendo a implementação de programas, a execução de projetos e atividades, a gestão de sistemas e a administração de órgãos e entidades, tendo em vista a utilização econômica dos recursos públicos, a eficiente geração de bens e serviços, o cumprimento das metas programadas e o efetivo resultado das políticas governamentais, abrangendo duas modalidades: a Auditoria de Desempenho Operacional e a Avaliação de Programas. O objetivo da auditoria de desempenho operacional é examinar a ação governamental quanto aos aspectos da economicidade, eficiência e eficácia, enquanto a avaliação de programas busca examinar a efetividade dos programas e projetos governamentais.

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3.2 – AUDITORIA DE DESEMPENHO OPERACIONAL

A auditoria de desempenho operacional está voltada para o exame da ação governamental quanto aos aspectos da economicidade, eficiência e eficácia e tem como foco principal os seguintes aspectos: • • • • como os órgãos e entidades públicas adquirem, protegem e utilizam seus recursos; as causas de práticas anti-econômicas e ineficientes; o cumprimento das metas previstas; a obediência aos dispositivos legais aplicáveis aos aspectos da economicidade, eficiência e eficácia da gestão. Portanto, o foco da auditoria de desempenho operacional é o processo de gestão nos seus múltiplos aspectos de planejamento, de organização, de procedimentos operacionais e de acompanhamento gerencial, inclusive quanto aos seus resultados em termos de metas alcançadas. Ao se proceder a uma auditoria de desempenho operacional, é utilizado três abordagens, de acordo com o problema e as questões que se pretende examinar: análise da estratégia organizacional, análise da gestão e análise dos procedimentos operacionais. A primeira abordagem, análise da estratégia organizacional, envolve, basicamente, os seguintes aspectos: • • o cumprimento da missão definida em lei; a adequação dos objetivos estratégicos às prioridades de Governo;

16 • • • a identificação dos principais produtos, indicadores de desempenho e metas organizacionais; a identificação dos pontos fortes e fracos da organização, e das oportunidades e ameaças ao desenvolvimento organizacional; a existência de superposição e duplicação de funções. A segunda abordagem, denominada análise da gestão, abrange as seguintes questões: • • a adequação da estrutura organizacional aos objetivos do órgão ou entidade; a existência de sistemas de controle adequados, destinados a monitorar, com base em indicadores de desempenho válidos e confiáveis, aspectos ligados à economicidade, à eficiência e à eficácia; • o uso adequado dos recursos humanos, instalações e equipamentos voltados para a produção e prestação de bens e serviços na proporção, qualidade e prazos requeridos; • a extensão do cumprimento das metas previstas pela administração ou legislação pertinente. A terceira abordagem, análise dos procedimentos operacionais, está voltada para o exame dos processos de trabalho e pode envolver a análise dos seguintes fatores: • • • • a existência de rotinas e procedimentos de trabalho documentados e atualizados; o cumprimento das práticas recomendadas pela legislação para aquisição de bens e serviços; a adequação das aquisições no que se refere aos prazos, à quantidade, ao tipo, à qualidade e aos preços; a guarda e manutenção dos bens móveis e imóveis.

17 3.3 – AUDITORIA DE AVALIAÇÃO DE PROGRAMAS O objetivo da avaliação de programa é examinar a efetividade dos programas e projetos governamentais. Enquanto a auditoria de desempenho operacional verifica, comparando metas previstas com metas realizadas, a avaliação de programa busca apurar em que medida as ações implementadas lograram produzir os efeitos pretendidos pela administração. A avaliação de programa distingue-se de uma auditoria de desempenho operacional porque permite responder a questões não abordadas por essa última. A avaliação de programa é, via de regra, mais ambiciosa em relação à análise dos objetivos e dos resultados da intervenção governamental. Essa modalidade de Auditoria de Natureza Operacional utiliza estratégias metodológicas raramente empregadas em auditoria de desempenho operacional, tais como, pesquisa, delineamento experimental e delineamentos quase experimentais. Um exemplo permite esclarecer o exposto: uma auditoria de desempenho operacional em um programa de nutrição infantil procurará verificar o alcance das metas propostas, sugerindo, eventualmente, o aumento da eficiência do programa mediante uma seleção mais adequada dos beneficiários e uma melhoria dos sistemas de aquisição, distribuição e oferta de alimentos. Mas nada dirá sobre se essas correções diminuirão a desnutrição. Por outro lado, a avaliação de programa procurará estabelecer em que medida o programa consegue melhorar a situação nutricional da população alvo, se houve mudanças, a magnitude das mesmas e que segmentos da população-alvo foram afetados. Entre os aspectos a serem examinados, mediante uma avaliação de programa, destacam-se:   a sua concepção lógica; a adequação e a relevância de seus objetivos, declarados ou não, e a consistência entre esses e as necessidades previamente identificadas;

18        a consistência entre as ações desenvolvidas e os objetivos estabelecidos; as conseqüências globais para a sociedade; os efeitos não incluídos explicitamente nos seus objetivos; a relação de causalidade entre efeitos observados e política proposta; os fatores inibidores do seu desempenho; a qualidade dos efeitos alcançados; a existência de outras alternativas de ação, consideradas ou não pela administração, e os respectivos custos envolvidos (análise de custo efetividade);  o cumprimento de dispositivos legais aplicáveis à sua natureza, aos seus objetivos e à população-alvo. No entanto, uma avaliação de programa pode não tratar, necessariamente, de todos os aspectos acima mencionados. A ênfase em um ou outro desses aspectos dependerá das questões específicas que se pretende abordar, desde que o rigor metodológico esteja sempre presente. No anexo I encontra-se modelo de questionário de avaliação de programas.

3.4 – ALCANCE DA AUDITORIA DE DESEMPENHO OPERACIONAL E DA AVALIAÇÃO DE PROGRAMA A auditoria de desempenho operacional focaliza o processo de gestão, enquanto a avaliação de programa prioriza os efeitos produzidos pela intervenção governamental. No primeiro caso, investiga-se o funcionamento dos programas e projetos e o cumprimento de metas quantificáveis, como, por exemplo, o número de escolas construídas, de vacinas aplicadas, de servidores treinados ou de estradas recuperadas em relação ao previsto nos planos de governo ou na legislação específica. No segundo, deve-se agregar à análise dimensões que permitam à equipe pronunciar-se, por exemplo, sobre a redução da evasão escolar, a erradicação de doenças contagiosas, a qualidade dos serviços prestados pela administração ou a redução dos índices de acidentes no trânsito.

19 É importante fazer a distinção entre essas duas abordagens, uma vez que o cumprimento de uma meta física ou a disponibilidade de um serviço pode ser uma condição necessária, mas não suficiente para que determinado problema seja efetivamente resolvido ou para que determinada necessidade seja atendida. Muitas vezes, o efeito esperado pode não ocorrer ou ser insignificante. Além do mais, uma intervenção governamental específica pode provocar efeitos inesperados, tanto negativos, quanto positivos.Nas duas situações, ao proceder a uma avaliação de programa, deve-se buscar identificar as relações de causa e efeito subjacentes aos fenômenos observados, procurando identificar os efeitos atribuíveis exclusivamente ao programa ou projeto. Trata-se, portanto, de verificar, valendo-se de uma estratégia metodológica apropriada, em que medida os efeitos observados, intencionais ou não, foram causados por essa intervenção específica. Embora a auditoria de desempenho operacional e a avaliação de programa possam ser realizadas de maneira independente, as informações produzidas em cada uma delas proporcionam uma análise completa da atuação governamental, tanto em relação aos aspectos operacionais, quanto em relação ao impacto das ações implementadas. Nesse sentido, as duas abordagens da Auditoria de Natureza Operacional podem ser entendidas como complementares.

3.5 – ETAPAS DA AUDITORIA DE NATUREZA OPERACIONAL Para a realização de auditorias de natureza operacional, devem ser observadas as seguintes etapas: • • • Escolha do objeto de Auditoria; Levantamento de Auditoria; Execução.

3.5.1 – ESCOLHA DO OBJETO DA AUDITORIA

20 Na Administração Pública os objetos da auditoria de natureza operacional são variados, podendo ser: programa, projeto, atividade, sistema, órgão ou entidade. Caso a equipe opte por auditar um programa, surge o seguinte questionamento: qual o critério para a escolha de um programa específico? Com o objetivo de auxiliar a equipe de auditoria na escolha do programa, elaboramos uma matriz de critérios, a qual denominamos: “Matriz de Critérios para a Escolha de Programa.”

3.5.1.1 – MATRIZ DE CRITÉRIOS PARA A ESCOLHA DE PROGRAMA

É uma ferramenta que tem por objetivo a seleção de programas para a execução de auditoria operacional de avaliação de programas segundo critérios técnicos pré-definidos. Tendo em vista o tamanho da equipe de auditoria e do tempo disponibilizado para a auditoria interna torna-se inexeqüível a avaliação de todos os programas do governo. A equipe de auditoria deverá priorizar quais programas estarão dentro do seu escopo de trabalho, levando em consideração os seguintes critérios: • • • • volumes de recursos; programas prioritários; impacto social; finalísticos;

3.5.1.1.1 – VOLUME DE RECURSOS

21 Na atividade de auditoria, a equipe deverá considerar a relevância dos recursos alocados ao programa, bem como, o custo benefício da implementação dos seus trabalhos. Para a ponderação desse critério utilizamos o método de Pareto ou Classificação ABC. Para o cálculo das classes utilizamos como parâmetro o valor total da LOA 2005 menos as Operações Especiais e a Previdência de Inativos e Pensionistas do Estado (LOA ajustada). Para a classe “A” foram selecionados os programas com recursos acima de 1% da LOA ajustada (R$ 31 milhões). Para a classe “B” foram selecionados os programas com recursos entre R$ 5 milhões e R$ 31 milhões. Para a classe “C” foram selecionados os programas com recursos abaixo R$ 5 milhões. Desta forma os 103 programas da LOA 2005 ficaram agrupados em três classes, conforme abaixo: • • Classe “A” – composta por 12 programas, que representam 11,65% dos programas e 87,47% dos recursos da LOA ajustada. Para essa classe foi atribuída o peso 6 (seis). Classe “B” – composta por 29 programas, que representam 28,15% dos programas e 9,65% dos recursos da LOA ajustada. Para essa classe foi atribuída o peso 4 (quatro). • Classe “C” – composta por 62 programas, que representam 60,20% do programas e 2,88% dos recursos da LOA ajustada. Para essa classe foi atribuída o peso 1 (um). No anexo II, encontra-se o quadro com a relação dos programas e dos recursos da LOA 2005.

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3.5.1.1.2 – PROGRAMAS PRIORITÁRIOS
A LOA 2005 é composta por 103 programas, executar a avaliação de todos eles é uma tarefa inexeqüível. O critério a ser utilizado é verificar quais os programas o Governo priorizou para compor sua agenda de governo. Para esse critério foi atribuído o peso 4 (quatro). Essa priorização pode ser implícita ou explícita: a) Explícita: são aqueles divulgados pelo governo através da mídia, ou publicados na Lei de Diretrizes Orçamentárias. Conforme o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentária para o ano de 2006 os programas prioritários do governo estadual serão (vide anexo III):            Geração de trabalho, emprego e renda; Implementação e efetivação da microrregionalizacao da saúde; Incentivo a organização da produção da agricultura familiar; Inclusão pela educação IPE; Redução da criminalidade; Meu lar; Nossa terra, nossa gente; Desenvolvimento científico e tecnológico de Mato Grosso; Desenvolvimento industrial e comercial; Estradeiro; Gestão de recursos da fauna e flora. No anexo IV encontra-se o quadro comparativo, elaborado pela SEPLAN, dos programas priorizados pelos órgãos e entidades do Governo Estadual, que serviu de parâmetro para os programas que serão priorizados em 2006.

23 b) Implícita: trata-se de uma avaliação subjetiva por parte da equipe de auditoria quanto à efetividade da execução dos programas. Visto que programas explicitamente priorizados, poderão não vir a ser executados em sua totalidade, devido à existência de fatores que influenciam na execução dos programas: políticos, financeiros, recursos humanos, etc. O Tribunal de Contas da União realizou recentemente a Auditoria do Programa Fome-Zero, considerado um programa carro-chefe do Governo Federal. Seguindo esta mesma linha o Tribunal de Contas do Estado efetuou auditoria do Programa Meu Lar e Estradeiro.

3.5.1.1.3 – IMPACTO SOCIAL
São exemplos de programas de impacto social: habitação, educação, saúde, segurança e infra-estrutura. Para esse critério foi atribuído o peso 3 (três). A equipe poderá restringir ou ampliar essa lista, levando em consideração, a publicidade (exposição na mídia), o contexto social e político. A partir da analise da justificativa, do público-alvo e do objetivo geral discriminado na LOA a equipe poderá verificar se o programa se enquadra nas áreas sociais previamente escolhidas.

3.5.1.1.4 – FINALÍSTICOS
De acordo com o Manual Técnico de Orçamento – 02, os programas finalísticos são aqueles que apresentam como resultado bens e serviços ofertados diretamente à sociedade e que, portanto, estão vinculados claramente à área-fim dos órgãos.

24 Para os programas finalísticos atribuímos o peso 1 (um), visto que a maioria dos programas se enquadram neste tipo. A LOA 2005 especifica o tipo de cada programa.

3.5.1.1.5 – PONTO DE CORTE
A escolha do ponto de corte é um passo fundamental para a delimitação do escopo de trabalho da equipe de auditoria. É através do ponto de corte que a equipe irá selecionar qual programa ou programas que serão selecionados, priorizando os que obtiverem maior pontuação.

3.5.1.1.6 – MODELO DE APLICAÇÃO DA MATRIZ
A seguir, um modelo de aplicação da matriz de critérios:

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MATRIZ DE CRITÉRIOS PROGRAMAS MEU LAR FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃO DOS SERVIDORES ESTRADEIRO CONSCIÊNCIA FISCAL ATENÇÃO INTEGRAL ÀS FAMÍLIAS REDUÇÃO DA CRIMINALIDADE GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO COOPERAÇÃO SOCIAL PARA PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA E DROGAS DESENVOLVIMENTO DO LAZER INTERCÂMBIO E INTEGRAÇÃO CULTURAL REDUÇÃO DE ACIDENTES DE TRANSITO CRITÉRIOS VOLUME DE RECURSOS ACIMA DE R$ 31 MILHÕES VOLUME DE RECURSOS ENTRE R$ 5 MILHÕES E R$ 31 MILHÕES VOLUME DE RECURSOS ATÉ R$ 5 MILHÕES AGENDA DO GOVERNO IMPACTO SOCIAL FINALÍSTICOS VOLUME DE RECURSOS 6 1 6 1 1 6 6 1 1 1 4 PESOS 6 4 1 4 3 1 PRIORITÁRIO 4 0 4 0 0 4 0 0 0 0 0 IMPACTO SOCIAL 3 0 3 0 0 3 0 3 0 0 0 FINALÍSTICOS 1 0 1 0 1 1 0 1 1 1 1 PONTUAÇÃO 14 1 14 1 2 14 6 5 2 2 5

Considerando o exemplo acima, se a equipe definir como o ponto de corte a pontuação mínima de 8 (oito), os programas sinalizados para a execução de uma auditoria de avaliação de programas será: • • • Meu Lar – 14 pontos; Estradeiro – 14 pontos; Redução da criminalidade – 14 pontos.

3.6 – LEVANTAMENTO DE AUDITORIA
O levantamento de auditoria visa determinar se um trabalho proposto é exeqüível e relevante. Caso esses requisitos sejam atendidos, o levantamento deverá proporcionar uma visão integrada do objeto que será auditado, fornecendo elementos suficientes para que a equipe encarregada opte, no final do levantamento, por uma das

26 modalidades de Auditoria de Natureza Operacional: a auditoria de desempenho operacional ou a avaliação de programa. Ademais, baseada nessa visão, a equipe delimitará os objetivos e a extensão da auditoria, bem como a estratégia metodológica a ser utilizada. O levantamento de auditoria deve conter as seguintes etapas: • • • • • Planejamento do Levantamento de Auditoria; Análise Preliminar do Objeto da Auditoria; Coleta de Dados sobre Desempenho; Especificação dos Critérios de Auditoria; Preparação do Relatório de Levantamento de Auditoria.

3.6.1 – PLANEJAMENTO DO LEVANTAMENTO DE AUDITORIA
No início do trabalho, a equipe deve elaborar um plano de levantamento de auditoria, composto pelos elementos a seguir discriminados: • • • • • • tamanho da equipe, período do levantamento e custo estimado; programação de visitas; estratégia de coleta e análise de dados; pauta de temas que serão debatidos com os gestores do objeto da auditoria; data para a apresentação do relatório de levantamento de auditoria; cronograma de atividades com indicação de responsáveis. Convém frisar que o êxito do levantamento depende, em boa medida, da cuidadosa organização dos contatos com os gestores do objeto da auditoria. O estabelecimento de boas relações com esses gestores é de suma importância. O contato inicial deve ser por telefone, seguido de uma comunicação escrita, especificando a natureza do trabalho que será realizado.

27 Compete ao coordenador da equipe assegurar que o trabalho seja planejado corretamente e que os demais membros da equipe e os gestores do objeto da auditoria estejam suficientemente informados acerca do propósito do levantamento. Durante os trabalhos de levantamento, é importante que o coordenador da equipe avalie os prazos estimados inicialmente. Se houver necessidade de readequação desses prazos, o coordenador da equipe deve submeter um novo cronograma de atividades ao seu superior hierárquico, tendo em vista as informações obtidas até aquele ponto do levantamento. Recomenda-se que essa proposta seja feita logo que a necessidade for identificada, para que providências sejam encaminhadas em tempo hábil. Uma vez acertados, os novos prazos devem ser estritamente observados pela equipe.

3.6.2 – ANÁLISE PRELIMINAR DO OBJETO DE AUDITORIA
A análise preliminar do objeto da auditoria visa compreender como esse objeto está estruturado, permitindo que a equipe identifique questões que mereçam ser examinadas mais detalhadamente. Com esse intuito, a equipe deve buscar, acerca do objeto, informações como: • • • • • • • os objetivos (gerais ou parciais, dependendo da extensão do trabalho); as ações desenvolvidas, as metas fixadas, os clientes atendidos, os procedimentos e recursos empregados, os bens e serviços ofertados e os benefícios proporcionados; as linhas de subordinação e de assessoramento previstas e sua relação com as atividades desenvolvidas; as partes interessadas (reais ou em potencial) e as características do ambiente externo (dinâmico ou estático; previsível ou imprevisível); as restrições enfrentadas (imposições legais e limitações impostas pela concorrência, pela tecnologia), pela escassez de recursos ou pela necessidade de cooperar com outras entidades.

28 Essas informações podem advir das fontes discriminadas abaixo, entre outras: • • • • • • legislação pertinente; pronunciamentos feitos e decisões tomadas pelas autoridades competentes; missão declarada, planos estratégicos e relatórios de gestão; organogramas, diretrizes internas e manuais operacionais; sistemas de informações gerenciais; entrevistas com os gestores e especialistas; relatórios de auditoria interna e de avaliação de desempenho institucional; Compete ao coordenador da equipe se assegurar de que os demais membros da equipe tenham investigado, documentado e compreendido os aspectos centrais do programa, projeto, atividade, sistema, órgão ou entidade auditada.

3.6.3 – COLETAS DE DADOS SOBRE DESEMPENHO
Os dados sobre desempenho são fundamentais para a avaliação dos aspectos da economicidade, eficiência, eficácia e efetividade do objeto da auditoria. Embora ocupem uma posição central no levantamento de auditoria, informações sobre desempenho nem sempre estão disponíveis e o seu desenvolvimento pela gerência enfrenta vários problemas: • • • • a dificuldade de desenvolver indicadores de desempenho a partir de objetivos definidos de forma imprecisa; o efeito de fatores externos sobre o desempenho de programas, dificultando a identificação dos resultados diretamente atribuíveis às ações e políticas específicas; a dificuldade de mensurar produtos essencialmente não homogêneos e de incorporar a dimensão qualitativa nos indicadores de desempenho; a necessidade freqüente de múltiplos indicadores para se obter um quadro da eficiência e da efetividade de um programa; e,

29 • a subjetividade quase sempre presente nos indicadores qualitativos. Em função das dificuldades apontadas, ao examinar informações sobre desempenho, a equipe deve apurar o seguinte:  Os procedimentos de coleta de dados sobre desempenho são suficientes e adequados?  Os indicadores de desempenho usados são válidos, completos e justificáveis à luz da relação custo benefício?  Os indicadores de desempenho são parte integrante do processo de tomada de decisões? As questões acima relacionadas devem servir como base para a delimitação da extensão da auditoria, a qual ater-se-á às questões com maior probabilidade de proporcionar conclusões significativas, respeitado o orçamento preestabelecido. Compete ao coordenador da equipe, por sua vez, zelar para que os objetivos da auditoria sejam fixados à luz dos dados disponíveis sobre desempenho. A equipe deve empregar o tempo e o esforço estritamente necessários para concluir se um trabalho proposto deve ou não ser executado. Em geral, isso exige a realização de todas as etapas do levantamento de auditoria. Contudo, é possível que a equipe já possua os elementos exigidos para que seja definida a exeqüibilidade e a relevância de uma auditoria, bem como os seus objetivos, a sua extensão e a estratégia metodológica a ser empregada. Nesse caso, a equipe pode dispensar a presente etapa e partir para a especificação dos critérios de auditoria e a preparação do relatório de levantamento de auditoria.

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3.6.4 – ESPECIFICAÇÃO DOS CRITÉRIOS DE AUDITORIA
Os critérios de auditoria são fixados no decorrer do levantamento, ao final do qual devem estar suficientemente precisos e detalhados, para que possam desempenhar, em relação à auditoria que será executada, os papéis descritos abaixo:    delimitação do escopo da auditoria, tornando palpáveis os seus objetivos; orientação da coleta de dados, indicando como obter evidências significativas; fixação de parâmetros balizadores das conclusões e recomendações da auditoria. Os critérios de auditoria variam conforme os objetivos do trabalho proposto. Os relatórios de auditorias de desempenho já realizadas, no país ou no exterior, podem fornecer indicações valiosas sobre quais critérios podem ser usados em dada situação. Outras fontes podem ser encontradas na legislação pertinente, nas normas internas do objeto da auditoria, nas informações prestadas pelos gestores e no desempenho observado no passado ou em situações similares. Ademais, como esses critérios balizarão as conclusões da auditoria, os gestores devem ser consultados acerca da sua pertinência. Compete ao coordenador da equipe zelar para que sejam fixados critérios apropriados para as diversas dimensões do objeto da auditoria.

3.6.5 – PREPARAÇÃO DO RELATÓRIO DE LEVANTAMENTO DE AUDITORIA
No final do levantamento de auditoria, a equipe deve preparar um relatório, que será submetido à aprovação do Relator. O relatório deve sintetizar os dados coletados e as conclusões alcançadas, indicando o tipo de trabalho de auditoria que se pretende realizar. Se a equipe entender que o trabalho inicialmente proposto não é

31 exeqüível, deverá justificar a sua opinião e apresentar proposta de encaminhamento, com as sugestões que se aplicarem ao caso. Na hipótese de ser recomendável a execução da auditoria, a equipe deve propor um projeto de auditoria de desempenho operacional ou de avaliação de programa, conforme a modalidade de Auditoria de Natureza Operacional mais adequada ao objeto do trabalho. Compete ao Coordenador da equipe assegurar que o relatório de levantamento de auditoria contenha todas as informações necessárias à correta e oportuna deliberação por parte das autoridades responsáveis. Formalmente, os relatórios de levantamento de auditoria devem obedecer à estrutura indicada abaixo:          sumário; resumo; introdução; atividades realizadas na fase de levantamento de auditoria; projeto de auditoria, quando couber; comentários do gestor; conclusão; proposta de encaminhamento; apêndices.

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3.7 – EXECUÇÃO
A etapa seguinte da Auditoria de Natureza Operacional envolve o desenvolvimento dos trabalhos de campo, baseados no projeto de auditoria de avaliação de programa e a elaboração do relatório final. Para garantir o bom andamento dos trabalhos de campo, assim como a qualidade do relatório final, é fundamental que a equipe de auditoria tenha pleno conhecimento das suas responsabilidades e dos objetivos do trabalho. Nesse sentido, o papel do coordenador da equipe é fundamental na distribuição de tarefas e no acompanhamento dos trabalhos. Portanto, cabe ao coordenador manter com a equipe reuniões periódicas, nas quais são discutidos os problemas surgidos durante os trabalhos de campo e as adaptações suprimíveis necessárias na Matriz de Planejamento. É importante lembrar que, ao contrário de um projeto de auditoria de conformidade, que segue um padrão razoavelmente estável e consistente, o projeto de auditoria de avaliação de programa é específico para cada auditoria, podendo ser revisto e adaptado à medida que se desenvolvem os trabalhos de campo. Nesse sentido, a Matriz de Planejamento de Auditoria deve ser considerada um instrumento dinâmico, que permite à equipe visualizar o encadeamento lógico do trabalho, podendo ser modificada de maneira a assegurar que os objetivos da auditoria sejam alcançados e que as evidências apropriadas sejam obtidas. Durante os trabalhos de campo, é importante que o coordenador da equipe avalie os prazos estimados inicialmente. Se houver necessidade de redimensioná-los, em função de mudanças na estratégia proposta, o coordenador da equipe deve submeter, ao seu superior hierárquico, um novo cronograma de atividades. Recomenda-se que essa proposta seja feita logo que a necessidade for identificada, para que as providências sejam encaminhadas em tempo hábil. Uma vez acertados, os novos prazos devem ser estritamente observados pela equipe.

33 A identificação dos achados de auditoria e dos efeitos correspondentes tem início, muitas vezes, já na fase de planejamento, na seleção das questões que serão investigadas. As evidências identificadas no levantamento de auditoria (achados em potencial) são, então, examinadas mais detalhadamente durante os trabalhos de campo. Nas auditorias de desempenho operacional, as evidências coletadas são comparadas com os critérios de auditoria, previamente selecionados e identificados pela equipe. As diferenças observadas constituem os achados de auditoria. Uma vez caracterizado o achado de auditoria, deve-se proceder à verificação dos efeitos e à identificação das causas do desempenho observado. Em geral, esses procedimentos só são concluídos no final do trabalho de campo. Entretanto, em função da complexidade do tema e de evidências supervenientes, a análise pode estender-se até a fase do relatório, quando então a equipe deve chegar a uma decisão final sobre os achados apurados. O efeito associado a um achado de auditoria, sempre que possível, deve ser mensurado. No caso de, por exemplo, processos antieconômicos, aquisições mal planejadas ou equipamentos improdutivos, os efeitos podem ser estimados em valores monetários. Já os efeitos decorrentes de procedimentos ineficientes, recursos ociosos ou gerenciamento deficiente podem ser dimensionados em termos de descumprimento de prazos e de desperdício de recursos físicos. Por outro lado, os efeitos qualitativos também devem ser mencionados, como ausência de controle, decisões inadequadas ou descompromisso com a qualidade do bem ou serviço oferecido. O efeito deve demonstrar a necessidade de ação corretiva e pode ter ocorrido no passado, estar ocorrendo no momento da auditoria ou vir a ocorrer no futuro. A causa de um achado de auditoria é a base para as recomendações. Caso haja múltiplas causas para um mesmo achado, a equipe deve identificar aquela que, se modificada, pode prevenir situações similares. Deve-se considerar, ainda, a possibilidade de a causa identificada estar fora do controle do auditado, fazendo com que o foco das recomendações transcenda o objeto da auditoria.

34 As recomendações que visem à melhoria do desempenho administrativo ou operacional são os aspectos mais importantes das auditorias de natureza operacional. Conquanto os aperfeiçoamentos requeridos, e não os meios para alcançá-los, constituam o foco das recomendações, convém indicar os aspectos que devem ser examinados pelo gestor na busca de soluções. consideradas. Ao formular recomendações, a equipe deve estimar a economia líquida de recursos decorrente da sua implementação, especificando, dessa maneira, o valor agregado e os benefícios advindos da Auditoria de Natureza Operacional. Essa estimativa reforçará a necessidade de mudança nos procedimentos administrativos ou operacionais. As dificuldades de quantificar os benefícios potenciais variam segundo o tipo de benefício. Entretanto, em muitos casos, os impactos financeiros podem ser estimados com razoável segurança. Portanto, não é suficiente declarar que a gestão de determinado programa requer aperfeiçoamentos, devendo-se indicar alternativas a serem

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CONCLUSÃO

No Brasil, os cursos de graduação em Ciências Contábeis dão maior ênfase à contabilidade empresarial. A disciplina de contabilidade pública, geralmente não ocupa mais do que um semestre na grade curricular. Na prática, porém, constatamos um expressivo número de bacharéis ingressando no serviço público, o que indica a necessidade de uma revisão no conteúdo programático dos cursos oferecidos tanto pelas universidades públicas como pelas universidades particulares. Essa concentração do conhecimento na área comercial se reflete também na produção literária. Há uma preferência das editoras pela publicação de livros de contabilidade e de auditoria voltados para a área privada. Para o embasamento teórico desse trabalho, consultamos vários autores e até mesmo trabalho monográficos, onde constatamos essa tendência acadêmica. São poucos os livros direcionados à Auditoria Governamental. Nosso trabalho foi estruturado em publicações disponibilizadas pela internet, em particular por manuais elaborados pela Secretaria Federal de Controle Interno e pelo Tribunal de Contas da União, que no Brasil é pioneiro na execução da auditoria operacional de avaliação de programas. Foram consultados também sites de tribunais de contas de outros estados e do Fórum Nacional de Controle Interno. Realizamos também visitas ao Tribunal de Contas do Estado e às Secretarias de Planejamento e Coordenação Geral – SEPLAN e de Trabalho, Emprego e Cidadania – SETEC, visando subsidiar nossas abordagens. Em conversa com o Gestor Governamental Edmar Augusto Vieira, verificamos que está sendo elaborado pela SEPLAN um anteprojeto de norma que aborda o programa como elemento estruturante para se enfrentar o problema da baixa responsabilização e da desarticulação. A Auditoria do Geral do Estado não pode ficar alheia aos anseios da sociedade, que mais esclarecida e consciente de seus direitos, requer que os órgãos

36 responsáveis pelo controle não se atenham apenas ao exame sob o aspecto formal e legal, mas da eficiência, eficácia, economicidade e efetividade, quando da execução dos programas governamentais. E o instrumento que a Auditoria Geral do Estado dispõe para responder a esse chamamento é a auditoria operacional com enfoque em programas. Sabemos também, que os demais tipos de auditoria não se excluem, mas se completam.

37 ANEXO I QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DE PROGRAMAS

PROGRAMA "X"
1 - O objetivo estabelecido no programa está adequado necessidades previamente identificadas que se pretende atender? às

SIM

NÃO

2 - As ações implementadas estão corretamente relacionadas ao objetivo do programa? 3 - Existem indicadores? 4 - Os indicadores são adequados, servindo como um instrumento de medida que permita avaliar se as ações estão efetivamente contribuindo para o resultado pretendido? 5 - O público-alvo está claramente definido no programa? 6 - Está havendo o cumprimento dos dispositivos legais aplicáveis à sua natureza, aos seus objetivos e à população-alvo? 7 - Há uma relação de causalidade entre os resultados produzidos e a política proposta? 8 - Existem fatores de externalidades que dificultam a análise dos resultados produzidos? 9 - Os recursos disponibilizados ao programa foram suficientes? 10 - Existe parceria na alocação dos recursos ao programa? 11 - Existe parceria em relação à implementação das ações do programa?

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ANEXO II

LEI O M T RIAA U L - LO 2 0 RÇA EN Á NA A 05 DEM NSTRATIVO DE DESPESA POR PROGRAM O A ESPECIFICAÇÃO APO ADM IO INISTRATIVO ESTRADEIRO IM PLEMENTAÇÃO E EFETIVAÇÃO D M A ICRO RREGIO NALIZAÇÃO DA SAUDE M LAR EU RESERVA D CO E NTINGÊNCIA GESTÃO DA TECNO GIA DE INFO AÇÃO LO RM REDUÇÃODA CRIM INALIDADE REESTRUTURAÇÃODA ASSISTENCIA FARM ACEUTICA M ELHO DA GESTÃO INSTITUCIO RIA NAL RESSOCIALIZAÇÃO DO REEDUCANDOS E ADOLESCENTES INFRATO S RES DESENVO LVIM ENTO DA PO LITICA DE INVESTIM ENTOEMSAUDE M ELHO DOAM RIA BIENTE DA ESCOLA DO ENSINOFUND AMENTAL GRUPOA:TOTAL DOS RECURSOS D PROGRAM CO VALO OS AS M RES ACIM DE 31M A ILHO (1 DA LO ES % A AJUSTAD A) DESENVO LVIM ENTO M UNICIPAL FO RTALECIM ENTO DA ATENÇÃO BÁSICA DESENVO LVIM ENTO INDUSTRIAL E CO ERCIAL M PRESTAÇÃOJURISDICIO NAL - AÇÃO JUDICIARIA DESENVO LVIM ENTO CIENTIFICOE TECNO GICO D M LO E ATO GROSSO RECEITA PÚBLICA REDUÇÃODE ACIDENTES DE TRANSITO FO AÇÃOQ RM UALIFICADA DE RECURSO HUMANOS/EDUCAÇÃOPRO S FISSIONAL M ELHO DOAM RIA BIENTE DA ESCOLA DO ENSINOM EDIO M ELHO DA APRENDIZAGEMDOENSINO FUNDAM RIA ENTAL FO RTALECIM ENTODA ATENÇÃO AS PO PULAÇÕ EMSITUAÇÕES DE VULNERABILIDAD ES E ASSISTENCIA A SAUDE FO RTALECIM ENTODOCO PLEXOREG M ULADO DO SUS R FO RTALECIM ENTODOENSINO SUPERIO R GESTAO DE RECURSO DE FAUNA E FLO S RA ATENÇÃOAOS PO RTADO RES DE DEFICIÊNCIAS INCENTIVOA ORGANIZAÇÃO DA PRO DUÇÃO D AGRICULTURA FAM A ILIAR M ELHO DA APRENDIZAGEMDOENSINO M RIA EDIO AÇÃO LEGISLATIVA IM PLEMENTAÇÃO DAS AÇÕES DE VIGILANCIA A SAUDE ATENDIM ENTOA JO VENS E AD ULTO S OBRAS PÚBLICAS E INFRA ESTRUTURA GERAÇÃODE TRABALHO, EM PREGOE RENDA DEFESA DOINTERESSE CO LETIVO FISCALIZAÇÃO D RECURSO PÚBLICO OS S S DESENVO LVIM ENTO ENERGETICO VALO RIZAÇÃODO PRO S FISSIO NAIS DA EDUCAÇÃO D ENSINO FUNDAM O ENTAL PREVENÇÃO E ATENDIM ENTO A SINISTROS E EM ERGENCIA FO AÇÃOE CAPACITAÇÃOPERM RM ANENTE EMSAUDE GRUPOB:TOTAL DOS RECURSOS D PROGRAM CO VALO OS AS M RES ENTRE R$ 5 M ILHOES E 1% DA LOA AJUSTAD A

VALO RES R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 1 1 0 6 .8 2.2 8.27 ,00 2 5.01 1 1 2.2 7,00 1 7.82 8 5 9.5 7,00 9 2.5 ,00 1.90 09 7 6.5 ,00 8.45 74 7 0.2 ,00 1.47 39 6 9.7 ,00 2.92 78 5 7.3 ,00 4.44 16 5 6.3 ,00 2.98 77 4 2.8 ,00 5.85 08 3 5.9 ,00 8.88 93 3 4.7 ,00 7.06 84 2.7 9.04 .45 1 6 8,00

R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$

2 4.3 ,00 9.46 20 2 0.1 ,00 6.97 05 1 5.3 ,00 6.80 95 1 7.9 ,00 5.78 76 1 4.8 ,00 3.37 34 1 3.8 ,00 2.75 40 1 8.7 ,00 2.42 95 1 9.4 ,00 1.97 68 1 2.1 ,00 1.75 95 1 1.2 ,00 1.45 02 1 6.5 ,00 0.59 23 1 4.9 ,00 0.40 31 9.1 5.2 ,00 8 11 8.5 1.0 ,00 1 91 8.4 4.9 ,00 7 68 8.4 4.4 ,00 6 19 7.9 5.9 ,00 8 04 7.8 9.4 ,00 0 10 7.4 0.0 ,00 9 00 6.9 1.0 ,00 8 89 6.9 7.4 ,00 1 58 6.0 9.1 ,00 6 22 5.9 7.4 ,00 2 13 5.7 0.7 ,00 7 68 5.6 2.7 ,00 8 20 5.4 5.0 ,00 2 90 5.2 0.7 ,00 8 58 5.2 7.4 ,00 7 04 5.1 0.9 ,00 4 03 3 .1 1 0 00 63.3 2,0

39

G S A E D S N O IM N OIN T U IO A E T O E E V LV E T S IT C N L C A A IAPA AT D S ID D N R OO FO M Ç OE C PA IT Ç OD SS V O E R AÃ A C A Ã O ER ID R S D S V LV E T D A R U U A E EN O IM N O A G IC LT R G S Ã D PE S A E TO E S OS M D N A Ã D S T M D S G R N APÚ LIC O ER IZ Ç O O IS E A E E U A Ç B A D S V LV E T D D S R O E EN O IM N O O E PO T G S A D PO IC FIN N E AE T D A E T O A LIT A A C IR S A U L A IOA D SE V LV E T D PE Q IS EPÓ -G A U Ç O PO O E N O IM N O A S U A S RDAÃ G S A D R U S SH R O E T O E EC R O ID IC S E T N Ã U IV R IT R E C LT R L X E S O N E S A IA U U A M R OR U T R D SE V O PÚ L O D LE A O A C EG LA O IO O R IÇ S B IC S E G D S C O D N Ç OD PO IC SPÚ LIC S O R E A Ã E LÍT A B A N S AT R A N SS G N E OS E R, O A E T GSA D B D E S AE E T O E IO IV R ID D G S A IN EG A AD PA R O IOPU LIC E T D A E T O T R D O T IM N B O SAUL D S V LV E T ES R T G OD C D IAPR D T AD T R O E EN O IM N O T A E IC A A E O U IV O U ISM FO T LEC E T D G S Ã D S U E R A IM N O A E T O A A D G S Ã D IN R A Ã A PO IC S PÚ LIC S E T O A FO M Ç O S LIT A B A G S Ã D PO IC D A S T N IAS C L E T O A LÍT A A S IS Ê C O IA C O R Ç OS C LPA APR V N Ã D V LE C ED O A O PE A Ã O IA R E E Ç O A IO N IA R G S C N R LE D LE A A EE D S D E T D OTO A G LID D EFE A O S A O V LO IZ Ç OD S PR FIS IO A D E U A Ã D E S OM D A R AÃ O O S N IS A D C Ç O O N IN E IO M D N A Ã D E T U U AO G N A IO A D PO E E E U IV E T D A O ER IZ Ç O A S R T R R A IZ C N L O D R X C T O S A U L S R IÇ S D M T O G E Q A A E E V O E E R LO IA U LID D D FE AS N A IAA IM L E S A IT R N A FO EN OA R PE U R M T G O C A IO PR SE V Ç OD PA R O IOC LT R L E A B N A E R A Ã O T IM N U U A M IE T L FO EN OAA IV A E M E A M T T ID D IN R L R V A A Ã D E PA E IT LIZ Ç O A M ER C N R LE D A IV A E PO ID R S OTO E T ID D S LU O A IN E C M IOEIN EG A Ã C LT R L TRA B T RÇO U UA G S A D R ID O S LID S E T O E ES U S O O M LH R D U OD S S LO EIN U O A R O SN E T D E O IA O S O O S S M S G IC LA O S A O EUAÃ N CM D C Ç O O A PO O G N A Ã D A S C T ISM R A IZ Ç O O S O IA IV O D FE AS N A IAV G T L E S A IT R E E A E U A Ã A B N A IN E R D D C Ç O M IE T L T G A A D S V LV E T D LA E E EN O IM N O O Z R A IOA S N A E T B S ON SM N ÍPIO PO O A E M N O A IC O U IC S E T D S E G A Ã D C N E IM N OE PO IC S PÚ LIC S SUO ER Ç O E O H C E T M LIT A B A D S V LV E T R G N L /M - R G N L E EN O IM N O E IO A T E IO A G S Ã D A E SD G A A A E T O E R A E R DDS G S A D M C A AD S S ETO E ORT O U C A EC A Ã ID D ID D R G LA IZ Ç OFU D R R R L E U R AÃ N IA IA U A A E Ç OA C IA Ç S, A O S E T S E JO E S TNÃ S R NA D LE C N E VN A Ã PO IC Ç O LÍT A M LH R D A A T IM N OE C M R IA A Ã E O IA O B S EC E T O E C LIZ Ç O A LO E A OU B N C IA A A Z AG A D G M R D R A O U B /V R E R N E C N E O N C N T U Ã D C N R LES C L O S LH S A O S R Ç O O O T O O IA Q A A E N S R IÇ PÚ LIC U LID D O E V O B O A E OAJU T A C SS S IÇ C N C N IAFIS A O S IE C CL A E Ç OIN E R LA FA ÍLIA TNÃ TGA S M S D S V LV E T FLO ES A E EN O IM N O R TL IN Ç OD PR D T S D O IG MA IM L SPE Ã E O U O E R E N A D S V LV E T D T R M EMA E S N T R IS E EN O IM N O O U IS O RA AUA FO T LEC E T D C N R E IN E N D PO E E E E T D A R A IM N O O O T O L T R O O D R X C S A U L A E Ç OA ID S TNÃ O OO PR V N Ã E C N R LE D E A Ã FIS A ER U R Ç OD R C IT EEÇO OTO A V S O C L EC PE A Ã A E E A M LH R M T D PE U R - PR M E E O A EN O A C A IA O MP G U C O A D SR C R O D SPR G A A C MV LO E A A OD R 5M Õ S R PO :T T L O E U S S O O R M S O A R S B IX E $ ILH E T T LD LO 2 0 A S A A O A A A 0 5 JU T D *

R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $ R $

4 9 .6 6 0 .8 9 5 ,0 4 6 .2 2 0 .6 6 0 ,0 4 1 .9 1 0 .6 3 4 ,0 4 4 .4 9 0 .2 7 4 ,0 4 9 .2 0 0 .0 8 7 ,0 3 4 .3 0 0 .7 4 5 ,0 3 1 .0 0 0 .6 5 0 ,0 3 4 .4 5 0 .3 5 0 ,0 3 9 .4 1 0 .2 0 9 ,0 2 7 .3 5 0 .6 5 6 ,0 2 3 .5 1 0 .4 5 7 ,0 2 2 .5 0 0 .3 6 4 ,0 2 1 .5 7 0 .3 4 7 ,0 2 8 .3 1 0 .2 7 3 ,0 2 2 .0 1 0 .1 1 5 ,0 1 7 .4 0 0 .8 4 0 ,0 1 2 .2 2 0 .8 7 7 ,0 1 8 .7 7 0 .6 3 3 ,0 1 9 .3 6 0 .4 1 9 ,0 1 7 .5 8 0 .4 4 8 ,0 1 5 .5 7 0 .4 0 7 ,0 1 9 .4 0 0 .3 6 3 ,0 1 7 .5 6 0 .3 6 6 ,0 1 7 .7 5 0 .3 2 0 ,0 1 3 .4 0 0 .3 5 4 ,0 1 9 .3 1 0 .2 0 2 ,0 1 2 .8 3 0 .2 4 8 ,0 1 9 .6 8 0 .1 5 4 ,0 1 4 .9 6 0 .1 1 3 ,0 1 7 .1 0 0 .0 8 5 ,0 1 5 .9 8 0 .0 1 7 ,0 1 3 .5 3 0 .0 0 6 ,0 1 0 .9 3 0 .0 1 1 ,0 9 1 8 ,0 9 .8 1 0 9 7 7 ,0 3 .4 9 0 8 3 0 ,0 9 .4 0 0 7 3 9 ,0 6 .7 3 0 7 6 2 ,0 4 .2 7 0 7 2 0 ,0 4 .0 0 0 7 2 1 ,0 3 .1 4 0 7 2 0 ,0 2 .4 0 0 6 6 4 ,0 9 .3 0 0 6 5 3 ,0 7 .1 7 0 6 1 0 ,0 7 .8 8 0 6 2 6 ,0 5 .3 0 0 6 1 4 ,0 3 .0 5 0 5 5 7 ,0 2 .9 2 0 4 9 7 ,0 3 .5 3 0 4 2 9 ,0 3 .2 6 0 4 0 9 ,0 2 .9 8 0 3 7 7 ,0 9 .7 8 0 3 7 0 ,0 6 .6 0 0 3 5 1 ,0 6 .4 8 0 3 0 0 ,0 4 .6 5 0 2 9 3 ,0 5 .7 6 0 2 9 6 ,0 5 .1 5 0 2 3 4 ,0 5 .9 8 0 1 5 4 ,0 4 .2 1 0 1 6 0 ,0 3 .0 0 0 1 0 0 ,0 2 .0 0 0 7 .7 0 0 2 5 ,0 4 .0 0 0 8 0 ,0 8 .4 0 6 ,0 9 2 .7 6 0 3 0 .6 0 3 ,0 .1 8 3 .5 6 0

40

OPERAÇÕES ESPECIAIS: OUTRAS OPERAÇÕES ESPECIAIS : SERVIÇOS DA DIVIDA INTERNA PREVIDENCIA DE INATIVOS E PENSIONISTAS DO ESTADO OPERAÇÕES ESPECIAIS : SERVIÇOS DA DIVIDA EXTERNA OPERAÇÕES ESPECIAIS: CUMPRIMENTO DE SENTENÇAS J UDICIAIS TOTAL TOTAL DO ORÇAMENTO CONFORME LOA 2005 * LOA 2005 AJ USTADA =LOA - ( OPERAÇÕES ESPECIAIS +PREVIDENCIA DE INATIVOS E PENS ) CONSIDERAÇÕES : GRUPO A (12 PROGRAMAS ) ALOCA 87,47 %DOS RECURSOS DA LOA AJ USTADA GRUPO B (29 PROGRAMAS) ALOCA 9,66 %DOS RECURSOS DA LOA AJ USTADA GRUPO C ( 63 PROGRAMAS) ALOCA 2,88%DOS RECURSOS DA LOA AJ USTADA

R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$

1.020.770.991,00 520.947.186,00 476.425.416,00 47.929.300,00 9.279.279,00 2.075.352.172,00 5.183.982.706,00

41 ANEXO III PROGRAMAS PRIORITÁRIOS – LDO 2006
OB JETIV ES O TRATÉGICO 0 - “ 1 MELHORAR A QUALIDADE DE V IDA PARA PROM ER A CIDADANIA” OV . PROGRAMAS / PROJETOS / ATIVIDADES GERAÇÃO DE TRABALHO, EMPREGO E RENDA QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL PARA GERAÇÃO DE TRABALHO, EMPREGO E RENDA FORTALECIMENTO DO SISTEMA DE GARANTIA DAS POLITICAS DE GERAÇÃO DE RENDA CAPACITAÇÃO PARA CLASSIFICAÇÃO E LAPIDAÇÃO DE PEDRAS CORADAS (POLO CUIABÁ) INTERMEDIAÇÃO DE MAO-DE-OBRA ENTRE TRABALHADOR E EMPREGADOR - SINE HABILITAÇÃO AO SEGURO DESEMPREGO - SINE FINANCIAMENTO A MICROEMPREENDEDORES-MICROCRÉDITO IMPLEMENTAÇÃOE EFETIVAÇÃO DA MICRORREGIONALIZACÃO DA SAÚDE FORTALECIMENTO DAS UNIDADES HEMOTERÁPICAS FORTALECIMENTO DOS SERVIÇOS SUBSTITUTIVOS EM SAÚDE MENTAL IMPLANTAÇÃO DOS SERVICOS AMBULATORIAIS DE MÉDIA COMPLEXIDADE AMPLIAÇÃO E REESTRUTURAÇÃO DOS CONSÓRCIOS INTERMUNICIPAIS DE SAÚDE MANUTENÇÃO DE SERVICOS HOSPITALARES DE REFERÊNCIA PARA ATENDIMENTO DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA IMPLANTAÇÃO DA CASA DA GESTANTE IMPLANTAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DO PLANO DIRETOR DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA FORTALECIMENTO E IMPLEMENTAÇÃO DA DESCENTRALIZAÇÃO DO CONTROLE E AVALIAÇÃO FORNECIMENTO DE HEMOCOMPONENTES E HEMODERIVADOS DE QUALIDADE AOS USUARIOS DO SUS COOPERAÇÃO TÉCNICA PARA ESTRUTURAÇÃO DOS SERVICOS HOSPITALARES MANUTENÇÃO DA ASSISTENCIA AMBULATORIAL ESPECIALIZADA AMPLIAÇÃO DOS SERVICOS DE ASSISTENCIA HOSPITALAR GESTÃO PLENA DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE FORTALECIMENTO DOS SERVICOS DE ALTA COMPLEXIDADE NOS MUNICÍPIOS DE REFERÊNCIA MANUTENÇÃO DOS SERVICOS DOS HOSPITAIS REGIONAIS MANUTENÇÃO DE CENTROS ODONTOLÓGICOS ESPECIALIZADOS FORTALECIMENTO DAS UNIDADES DE REABILITAÇÃO DESCENTRALIZADAS AMPLIAÇÃO E MANUTENÇÃO DE LEITOS DE UTI INCENTIVO A ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO DA AGRICULTURA FAMILIAR PROMOÇÃO DO ACESSO AO CRÉDITO RURAL (PRONAF) INCENTIVO A CRIAÇÃO E CAPACITAÇÃO DOS CONSELHOS MUNICIPAIS DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL CMDRS ELABORAÇÃO DE PLANOS DE DESENVOLVIMENTO LOCAL SUSTENTÁVEL REORDENAÇÃO FUNDIÁRIA ESTRUTURAÇÃO DOS COMITÊS DE SAÚDE ANIMAL E VEGETAL EM ASSENTAMENTOS HABILITAÇÃO DE AGRICULTORES EM ELABORAÇÃO DE PROJETOS PARA CAPTAÇÃO DE CRÉDITO RURAL FAMILIA ATENDIDA CONSELHEIRO CAPACITADO PLANO ELABORADO FAMILIA ASSENTADA COMITE DE SAÚDE ANIMAL E VEGETAL CRIADO E MANTIDO AGRICULTOR COM PROJETO DE CRÉDITO ELABORADO FAMILIA PESSOA UNIDADE FAMILIA UNIDADE PESSOA 7.500 695 20 2.500 4 13.285 UNIDADES HEMOTERÁPICAS MANTIDAS UNIDADE MANTIDA SERVICO DE REFERÊNCIA AMBULATORIAL IMPLANTADO CONSÓRCIOS INTERMUNICIPAIS IMPLANTADOS E IMPLEMENTADOS MUNICÍPIO COM SERVICO DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA DE REFERÊNCIA GARANTIDO CASA DA GESTANTE IMPLANTADA PLANO DIRETOR DE URGENCIA E EMERGENCIA IMPLANTADO ESCRITORIOS REGIONAIS COM CONTROLE E AVALIAÇÃO DESCENTRALIZADOS USUÁRIO ATENDIDO COOPERAÇÃO TÉCNICA REALIZADA PROCEDIMENTOS REALIZADOS LEITO HOSPITALAR DISPONIBILIZADO REPASSES EFETUADOS MUNICÍPIO DE REFERÊNCIA COM ATENDIMENTO DE ALTA COMPLEXIDADE GARANTIDO HOSPITAL REGIONAL COM SERVIÇO MANTIDO CENTRO ODONTOLÓGICO MANTIDO UNIDADE DESCENTRALIZADA APOIADA LEITO DE UTI DISPONIBILIZADO PERCENTUAL PERCENTUAL UNIDADE UNIDADE UNIDADE UNIDADE PERCENTUAL UNIDADE PERCENTUAL UNIDADE UNIDADE UNIDADE PERCENTUAL UNIDADE UNIDADE UNIDADE UNIDADE UNIDADE 100 100 2 12 5 5 90 3 90 37 106.224 20 100 11 4 3 10 98 PESSOA CAPACITADA BENEFICIÁRIO APOIADO PESSOA QUALIFICADA PESSOA ATENDIDA PESSOA ATENDIDA MICROEMPREENDEDOR FINANCIADO PESSOA PESSOA PESSOA PESSOA PESSOA PESSOA 36.817 930 40 12.000 25.000 3.000 META FÍSICA (PRODUTO) UNIDADE DE MEDIDA QUANTID.

42
INCLUSÃO PELA EDUCAÇÃO - IPE ABERTURA DOS ESPAÇOS ESCOLARES PARA A COMUNIDADE - ABRINDO O JOGO ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS - LETRAÇÃO ATENDIMENTO A ALUNOS PORTADORES DE NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS - DE IGUAL PRA IGUAL ATENDIMENTO E MANUTENÇÃO DO TRANSPORTE ESCOLAR DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS - EJA FORTALECIMENTO DA EDUCAÇÃO NO CAMPO FORTALECIMENTO DA MERENDA ESCOLAR - VITAMINA FORTALECIMENTO DA ORGANIZAÇÃO CURRICULAR NO ENSINO FUNDAMENTAL FORTALECIMENTO DA ORGANIZAÇÃO CURRICULAR NO ENSINO MÉDIO FORTALECIMENTO DA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA PROMOÇÃO DE AÇÕES DE CULTURA, ARTE, ESPORTE E LAZER - APLAUSO 0031 REDUÇÃO DA CRIMINALIDADE MANUTENÇÃO DA ESCOLA SUPERIOR DE SEGURANÇA PÚBLICA MANUTENÇÃO E COORDENAÇÃO DOS CENTROS INTEGRADOS DE SEGURANÇA E CIDADANIA-CICS AÇÕES INTEGRADAS DE REPRESSÃO QUALIFICADA IMPLEMENTACAO DA COMUNICACAO SOCIAL NOS ORGAOS DA SE JUSP IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES INTEGRADAS EM SEGURANÇA PÚBLICA IMPLEMENTAÇÃO E MANUTENÇÃO DOS CENTROS INTEGRADOS DE SEGURANCA E CIDADANIA IMPLEMENTAÇÃO DA DESCENTRALIZAÇÃO INTEGRADA E COMPATIBILIZAÇÃO DE ÁREAS OPERACIONAIS CONSOLIDAÇÃO DO POLICIAMENTO COMUNITÁRIO MODERNIZAÇÃO OPERACIONAL DA POLITEC IMPLEMENTAÇÃO E MANUTENÇÃO DO SUBSISTEMA DE INTELIGÊNCIA DA SEGURANCA PÚBLICA IMPLEMENTAÇÃO E MANUTENÇÃO DA SEGURANCA INTEGRADA DA FRONTEIRA OESTE - CISCS REESTRUTURAÇÃO OPERACIONAL DA INVESTIGACAO DE ILÍCITOS PENAIS REESTRUTURACAO OPERACIONAL DO POLICIAMENTO OSTENSIVO REESTRUTURAÇÃO FÍSICA DA ESCOLA SUPERIOR DE SEGURANÇA PÚBLICA MANUTENÇÃO E COORDENAÇÃO DAS AÇÕES DE POLICIAMENTO OSTENSIVO MANUTENÇÃO E COORDENAÇÃO DO CENTRO INTEGRADO DE OPERAÇÕES DE SEGURANCA PÚBLICA -CIOSP MANUTENÇÃO E COORDENAÇÃO DAS AÇÕES DE PERÍCIA OFICIAL E IDENTIFICAÇÃO TÉCNICA - POLITEC MANUTENÇÃO E COORDENAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO DE ILÍCITOS PENAIS MANUTENÇÃO DA SEGURANÇA INTEGRADA NA FRONTEIRA OESTE GEFRON ESCOLA ATENDIDA AÇAO MANTIDA AÇAO INTEGRADA REALIZADA UNIDADE IMPLANTADA AÇÃO IMPLEMENTADA CENTRO INTEGRADO DE SEGURANCA PÚBLICA E CIDADANIA IMPLEMENTADO E MANTIDO AREAS INTEGRADAS COMPATIBILIZADAS CONSELHO COMUNITÁRIO CRIADO UNIDADES REESTRUTURADAS RELATÓRIOS EXPEDIDOS AÇAO IMPLEMENTADA UNIDADES POLICIAIS REESTRUTURADAS UNIDADES POLICIAIS MILITARES REESTRUTURADAS ESCOLA REFORMADA E ADEQUADA ATENDIMENTO REALIZADO ATENDIMENTO REALIZADO DOCUMENTO EXPEDIDO INQUÉRITOS INSTAURADOS E CONCLUÍDOS UNIDADE MANTIDA UNIDADE UNIDADE UNIDADE UNIDADE PROJETO UNIDADE UNIDADE UNIDADE UNIDADE UNIDADE UNIDADE UNIDADE UNIDADE METRO QUADRADO UNIDADE UNIDADE UNIDADE UNIDADE UNIDADE 1 6 220 7 6 3 3 37 4 300 2 43 83 1.922 105.000 521.732 126.140 10 5 ESCOLA ATENDIDA CIDADÃOS ALFABETIZADOS ALUNOS ATENDIDOS MUNICÍPIOS ATENDIDOS JOVENS E ADULTOS ATENDIDOS ESCOLAS ATENDIDAS ESCOLAS ATENDIDAS ESCOLAS ATENDIDAS ESCOLAS ATENDIDAS ESCOLAS INDÍGENAS ATENDIDAS MUNICÍPIOS ATENDIDOS UNIDADE PESSOAS PESSOAS UNIDADE PERCENTUAL UNIDADE UNIDADE UNIDADE UNIDADE PERCENTUAL UNIDADE 100 20.000 5.750 141 20 30 633 633 633 30 120

43

44
O JETIV ES B O TRATÉGICO 0 “ 2 REDUZ O NÚM IR ERO DE P S ASEMCO ES O NDIÇÕ DE V ES ULNERAB ILIDADE S CIAL” O . ME LAR U E U AÇ P A C AD IA - C N D C ÃO AR ID AN O STR IR C AD IA U ID AN C N O STR Ç D H U ÃO E ABITAC S U BAN EIN A- E OE R AS FR STR TU A U R C N O STR Ç D H U ÃO E ABITAC S R R OE U AIS E IN A-E FR STR TU A U R D ISTR IÇ IBU ÃO D BOLSAS M E ATE IAL D C N R E O STR Ç U ÃO E LABO AÇ D P O TOS TE N OS D H R ÃO E R JE C IC E ABITAÇ ÃO N SSA TE R N SSA G N O R A, O E TE IM LAN P TAÇ ÃO D VILAS R R E U AIS ASSE TAM N S R R N E TO U AIS FAM ÍLIA BE E IAD E VILA R R N FIC A M U AL FAM ÍLIA D TR E ABALH OR S R R AD E U AIS ASSE TAD N OS FAM ILIA FAM ILIA 750 480 FAM ÍLIA ATE D A N ID C ASA C N O STR ÍD U A C ASA C N O STR ÍD U A C ASA C N O STR ÍD U A P O TO E R JE LABO AD R O FAM ILIA U ID E N AD U ID E N AD U ID E N AD U ID E N AD 15.000 340 6.545 2.144 12

O JETIV ES B O TRATÉGICO 0 "P 3 ROM ER O DES OV ENV LV ENTO S TENTÁV DA ECO M F RTALECENDO A COM ETITIV O IM US EL NO IA, O P IDADE, A DIV ERS ICAÇÃO E A P IF ARTICIP AÇÃO NO M S ERCADO NACIO S NAL E INTERNACIONAL, COMB E NASP AS OTENCIALIDADESREGIO NAIS , AM LIANDO A P P ARTICIP AÇÃO DO M ICRO D SE VOLVIME TO CIE TÍFICO ETE O GICO D MATO G O E N N N CN LÓ E R SSO AP OIO A P SQU E ISA C N IE TÍFIC A C N E O C SSÃO D BO E LSAS D FOR AÇ E M ÃO AR U TIC LAÇ P A P U ÃO AR OP LAR IZAÇ ÃO D C N IA A IÊ C P P LAR OU IZAÇ ÃO D C N IA A IÊ C AR U TIC LAÇ P A IN VAÇ TE N LÓG A ÃO AR O ÃO C O IC IN OVAÇ TE N ÃO C OLÓG A IC D SE VOLVIME TO IN U E N N D STR IAL E CO R ME CIAL FO E TO AO AR SAN MN TE ATO M ATO -GR SSE SE O N IN E TIVO À IN U CN D STR IALIZAÇ D C E ÃO AS AD IAS P O U R D TIVAS IN E TIVO A P O TO D FO E TO IN U CN R JE S E M N D STR E C M R IAL IAL O EC FO E TO AO D SE VOLVIM N D C M R IO E R . MN E N E TO O O É C XTE IOR FO E TO AO D SN MN E VOLVIM N D M R EP Q E AS E P E E TO E IC O E U N M R SAS E C TAR SE VIÇ D R GISTR D E P E XE U R O E E O E M R SAS G STÃO, M N IP E U IC ALIZAÇ D D ÃO OS ISTR S IN U ITO D STR IAIS ESU OR P TE TÉ N O AO M N ÍP C IC S U IC IOS IN E TIVO AO D SE VOLVIM N IN U CN E N E TO D STR IAL E STR E O AD IR IM LAN P TAÇ ÃO D P E OSTO D FISC S E ALIZAÇ ÃO D TR SITO E ÂN IM LAN P TAÇ ÃO D P E OSTO D C N O D C GA S E O TR LE E AR O AS D AR S E E IAIS BR E TE SP C C N O STR Ç U ÃO, R C N E O STR Ç E R FO M D P TE D M E A U ÃO E R A E ON S E AD IR R STAU AÇ D R D VIAS N P E R ÃO E O O ÃO AVIM N E TAD AS P STO D FISC O E ALIZAÇ ÃO D ON ISP IBILIZAD E O E U AD Q IP O P STOS E P AC D P SAGE O R AS E E M C N O STR ID S O AD QU O U O U E AD S P N D FIN O TE E ITIVA IM LAN P TAD A P N D M E AC N O TE E AD IR O STR ÍD U A, R C STR ÍD ER FO M A E ON U A E R AD E STR A E TE R M TID AD M R A AN A U ID E N AD M TR E O QU R O AD AD M TR E O QU R O AD AD M TR E O QU ILOM TR E O 3 3.305 1.033 9.098 551 P O TO AP IAD R JE O O E P E BE E IAD M R SA N FIC A E P E BE E IAD M R SA N FIC A E P E ATE D A M R SA N ID E P E FIN C A M R SA AN IAD E PE RG M R SA E ISTR A AD D ISTR IN U ITO D STR ATE D O IAL N ID E P E BE E IAD M R SA N FIC A U ID E N AD U ID E N AD U ID E N AD U ID E N AD U ID E N AD U ID E N AD U ID E N AD U ID E N AD 20 30 30 300 61 10.124 3 3 P O TO ATE D O R JE N ID BO LSA C C D A ON E ID P O TO AR U R JE TIC LAD O P O TO ATE D O R JE N ID P O TO AR U R JE TIC LAD O P O TO AP IAD R JE O O U ID E N AD U ID E N AD U ID E N AD U ID E N AD U ID E N AD U ID E N AD 150 500 5 5 26 16

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OBJETIVO ESTRATÉGICO 04 “GARANTIR O USO ORDENADO DOS RECURSOS NATURAIS VISANDO O DESENVOLVIMENTO SÓCIO-ECONÔMICO COM QUALIDADE AMBIENTAL”. GESTAO DE RECURSOS DA FAUNA E FLORA REALIZAÇÃO DE PESQUISAS SOBRE OS RECURSOS PESQUEIROS DO ESTADO. GERENCIAMENTO DOS RECURSOS PESQUEIROS DA BACIA DO ALTO PARAGUAI (PROGRAMA PANTANAL). LICENCIAMENTO DE PROPRIEDADES RURAIS FISCALIZAÇÃO DE DESMATAMENTO FISCALIZAÇÃO DE FOCOS DE CALOR ILEGAIS MONITORAMENTO DA COBERTURA VEGETAL E DOS FOCOS DE CALOR MONITORAMENTO DA ATIVIDADE REPRODUTIVA DA ICTIOFAUNA FISCALIZAÇÃO DA PESCA PESQUISA REALIZADA BACIA GERENCIADA. AREAS LICENCIADAS OPERAÇAO REALIZADA OPERAÇAO REALIZADA RELATORIOS DISPONIBILIZADOS OPERAÇAO DE COLETA REALIZADA OPERAÇAO DE FISCALIZAÇÃO REALIZADA UNIDADE UNIDADE HECTARE UNIDADE UNIDADE UNIDADE UNIDADE UNIDADE UNIDADE METRO CÚBICO 2 1 2.000.000 4 2 2 24 75 1 2.000.000

DIFUSÃO E TRANSFERÊNCIA DE INFORMAÇÕES SOBRE OS RECURSOS DE CAMPANHA INFORMATIVA REALIZADA PESCA ANATOMIA E IDENTIFICAÇÃO DE MADEIRAS MADEIRA IDENTIFICADA

46 ANEXO IV COMPARATIVO DO ORÇAMENTO DOS PROGRAMAS PRIORIZADOS PELOS ORGÃOS/ENTIDADES
ÓRGÃO COMPARATIVO DO ORÇAMENTO DOS PROGRAMAS PRIORIZADOS PELOS ÓRGÃOS/ENTIDADES Programas Priorizados valor orçado inicial Valor total dos participação participação LOA 2005 Programas relativa entre os relativa entre os priorizados no Programas Programas órgão/entidade finalístico do finalístico do orgão Estado % % Estradeiro R$ 215.012.218,00 68,6975 23,1073 R$ 312.983.845,00 Meu Lar R$ 91.902.509,00 29,3633 9,8767 Obras Públicas R$ 6.069.118,00 1,9391 0,6522 Desenvolvimento da Agricultura Melhoramento da pecuária PROMMEP Incentivo à Organização da Produção da Agricultura Familiar Educação ambiental integrada Gestão de recursos da Fauna e da Flora Controle de atividades Poluidoras Nossa Terra, Nossa Gente Cidade Cidadã Revitalização da EMPAER Defesa Sanitária Animal Defesa Sanitária Vegetal Melhoria da gestão institucional Melhoria da aprendizagem do ensino fundamental Melhoria do ambiente da Aprendizagem do ensino médio Valorização dos profissionais da Educação Melhoria do ambiente da Escola do ensino médio Desenvolvimento do desporto Desenvolvimento do Lazer Desenvolvimento industrial e comercial Desenvolvimento energético Fomento a atividade mineral Prevenção a atendimento a sinistros e emergência R$ 4.247.448,00 R$ 48.000,00 R$ 7.985.906,00 R$ 746.225,00 R$ 8.474.968,00 R$ 1.051.978,00 R$ 2.287.331,00 R$ 652.360,00 R$ 1.078.150,00 R$ 1.290.321,00 R$ 763.793,00 R$ 52.986.377,00 R$ 11.451.202,00 R$ 7.809.410,00 R$ 5.280.758,00 R$ 11.752.195,00 R$ 3.615.000,00 R$ 742.000,00 R$ 4.357.000,00 R$ 89.279.942,00 R$ 10.273.171,00 R$ 12.281.354,00 34,5845 0,3908 0,8582 0,6502 7,2638 82,4961 10,2401 77,8086 22,1914 100,0000 62,8164 37,1836 59,3486 12,8262 0,8393 8,7471 0,5675 5,9148 1,2630 13,1633 82,9699 17,0301 0,3885 0,0797 1,8061 R$ 16.805.395,00 R$ 5.425.090,00 R$ 1.141.936,00 R$ 23.372.421,00 71,9027 23,2115 4,8858 0,5830 0,1227 0,5672 100,0000 0,0802 0,9108 0,1131 0,2458 0,0701 0,1159 0,1387 0,0821 5,6944 1,2307 0,4565 0,0052

SINFRA

SEDER

FEMA

INTERMAT EMPAER INDEA

R$ 2.939.691,00 R$ 1.078.150,00 R$ 2.054.114,00

SEDUC

SEL

SICME

BOMBEIRO

R$ 5.277.404,00

R$ 5.277.404,00

47
ÓRGÃOS Programas Priorizados valor orçado inicial LOA 2005 Valor total dos Programas priorizados no órgão/entidade participação relativa entre os Programas finalístico do orgão % 100,0000 55,2125 40,2297 R$ 45.852.809,00 R$ 1.450.578,00 R$ 3.744.351,00 R$ 26.970.090,00 R$ 113.977.524,00 1,2727 3,2852 10,4120 4,0909 R$ 10.596.532,00 R$ 157.829.592,00 R$ 9.185.211,00 R$ 54.447.316,00 R$ 4.666.203,00 R$ 5.927.412,00 R$ 893.400,00 R$ 11.487.015,00 R$ 259.028.741,00 60,9313 3,5460 21,0198 40,6215 51,6010 7,7775 26,2913 R$ 2.000.562,00 73,7087 0,1585 16,9619 0,9871 5,8514 0,5015 0,6370 0,0960 0,0565 0,1559 0,4024 2,8985 1,1388 participação relativa entre os Programas finalístico do Estado % 1,3357 6,7630 4,9278

DETRAN

Redução de acidentes de transito Redução da criminalidade Ressocialização dos reeenducandos e adolescentes infratores Cooperação Social para prevenção da violência e drogas Modernização do Sistema de Segurança Pública Fortalecimento da atenção básica Fortalecimento da atenção às populações em situação de vulnerabilidade

R$ 12.428.795,00 R$ 62.929.786,00

R$ 12.428.795,00

SEJUSP

SES

Implementação e efetivação da microrregionalização de saúde Fortalecimento do complexo regulador Reestruturação da assistência farmacêutica Cidadania para todos Geração de trabalho, emprego e renda Organização do Associativismo Atenção as crianças, adolescentes e jovens Gestão da Política de Assistência Social Preservação do Patrimônio Cultural e ambiental Intercambio e integração Cultural Desenvolvimento do Turismo em áreas naturais Desenvolvimento estratégico da Cadeia Produtiva do Turismo

SETEC

PROSOL

R$ 525.973,00 R$ 1.474.589,00

SEC

R$ 1.195.646,00 R$ 1.030.563,00

R$ 2.226.209,00

53,7077 46,2923 7,3632

0,1285 0,1108 0,0156 0,1964 0,0107

SEDTUR

R$ 145.241,00 R$ 1.827.272,00 R$ 100.000,00

R$ 1.972.513,00 92,6368 R$ 100.000,00 100,0000

MT FOMENTO Fomento ao crédito

48
ÓRGÃOS Programas Priorizados valor orçado inicial LOA 2005 Valor total dos Programas priorizados no órgão/entidade participação relativa entre os Programas finalístico do orgão % 18,6880 R$ 1.372.700,00 R$ 4.098.270,00 R$ 1.874.400,00 R$ 11.979.468,00 R$ 13.374.833,00 R$ 8.511.091,00 R$ 3.290.491,00 R$ 2.435.571,00 R$ 12.753.840,00 R$ 3.345.403,00 R$ 340.605,00 R$ 930.495.123,00 R$ 16.439.848,00 R$ 14.237.153,00 R$ 25.354.301,00 52,7517 59,7808 23,1120 17,1071 77,5788 20,3494 2,0718 R$ 930.495.123,00 1,4374 0,9147 0,3536 0,2618 1,3707 0,3595 0,0366 100,0000 R$ 7.345.370,00 55,7939 25,5181 47,2483 participação relativa entre os Programas finalístico do Estado % 0,1475 0,4404 0,2014 1,2874

SAD

Modernização da Estrutura Organizacional do Poder Executivo Gestão de Pessoas Gestão integrada do Patrimônio Público Estadual Formação qualificada de Recursos Humanos Desenvolvimento Cientifico e tecnologico de Mato Grosso Fortalecimento do Ensino Superior Apoio ao Desenvolvimento da pesquisa e pós-graduação Extensão Universitária e Cultura Receita Pública Gestão da Política Financeira Estadual Consciência Fiscal TOTAL DOS PROGRAMAS

SECITEC

UNEMAT

SEFAZ

49

BIBLIOGRAFIA

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Auditoria: um curso moderno e completo. 5 ed. São Paulo: Atlas, 1996. ARAÚJO, Inaldo da Paixão Santos. Introdução a auditoria operacional. Rio de Janeiro: FGV, 2001. ARRAS, Maria da Glória; MACHADO, Peter Marcus Vinicius. Manual de auditoria governamental. São Paulo: Atlas, 2003. ATTIE, Willian. Auditoria: conceito e aplicações. 3 ed. São Paulo: Atlas, 1998. CRUZ, Flávio da. Auditoria governamental. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2002. FRANCO, Hilário; MARRA, Ernesto. Auditoria contábil. 2 ed. São Paulo: Atlas, 1995. GIL, Antonio de Loureiro. Auditoria operacional e de gestão: qualidade da auditoria. São Paulo: Atlas, 1992. JUND, Sérgio. Auditoria: conceitos, normas, técnicas e procedimentos: teoria e 550 Questões – estilo ESAF, UNB e outras. 3 ed. Consulex: Rio de Janeiro, 2002. LIMA, Diana Vaz de Castro, Róbison Gonçalves de. Fundamentos da auditoria governamental e empresarial. São Paulo: Atlas, 2003. MOTA, Francisco Glauber Lima. Contabilidade aplicada à administração pública. 6 ed. Brasília: Vestcon, 2004. PAULA, Maria Goreth Miranda Almeida. Auditoria Interna: embasamento conceitual e Suporte tecnológico. São Paulo: Atlas, 1999. SÁ, A. Lopes de. Curso de auditoria. 7ed. São Paulo: Atlas, 1993.

50 SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO. Instrução normativa nº 1, 6 de abril de 2001. TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO. Manual de auditoria de natureza operacional. Brasília: TCU, Coordenadoria de fiscalização e controle, 2000. Em nossas pesquisas, visitamos os seguintes sites: www.tcu.gov.br www.fnci.com.br www.planalto.gov.br/cgu/ www.secom.mt.gov.br www.sinfra.mt.gov.br www.tce.ba.gov.br

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