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O Projeto Informatica Educativa em 2007

O Projeto Informatica Educativa em 2007

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De que forma foi a implantação do Projeto Informática Educativa de Diadema
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Published by: Maria Isabel Schulz Pimentel on Jun 18, 2008
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O desenvolvimento do Projeto Informática Educativa em 2007 A partir de 2007, o Projeto Informática Educativa tem atuado com maior ênfase

na formação dos professores para desenvolver sua autonomia no uso da Informática e das demais mídias vinculadas às Tecnologias da Informação e da Comunicação. Elaboramos os objetivos de aprendizagem por segmentos, conforme os Eixos Curriculares, que são as referências para os profissionais de educação lidarem com as especificidades do conhecimento de informática. É sempre bom lembrar que o acesso à linguagem informática é um direito do aluno, portanto, ele não pode ser privado ao uso desses recursos tecnológicos, especialmente quando eles estão disponibilizados na escola. Enquanto procedimentos de formação e de acompanhamento do professor e seus alunos no laboratório de informática, esse processo vem se dando da seguinte forma: no primeiro semestre de 2007, foi composta uma equipe de quatro profissionais da rede com jornada integral e disponibilidade para acompanhar agrupamentos de escolas em todos os seus horários de funcionamento, conforme agendamento prévio. Cada formador ficou responsável por duas a três escolas (ou mais, de acordo com a demanda de salas de aula), por isso foi elaborada uma agenda de acompanhamentos com cada escola, escalonando períodos e suas respectivas salas de aula em periodicidade quinzenal. Dentro dos procedimentos, o formador teve como atribuição auxiliar o professor a elaborar seu planejamento de aulas no laboratório e o ajudar a planejar a rotina de trabalho de forma a assegurar sua autonomia e maior grau de segurança no desempenho das atividades. No segundo semestre de 2007, demandas referentes a melhor organização dos laboratórios em termos de manutenção, reinstalação e atualização da distribuição do sistema operacional Linux utilizada, obrigou a equipe de formadores a redirecionar seu trabalho. Havia muitos problemas de manutenção e configuração das máquinas, tais como a dificuldade no manuseio do Edubuntu 6.10, distribuição utilizada até então, porque demandava muito tempo e muitos detalhes e para deixá-lo em perfeito funcionamento, de modo a abrir arquivos de som e de vídeo, alguns programas e disquetes. Isso gerou situações de estresse com os usuários (especialmente os professores), o que levou a equipe a refazer as instalações dos laboratórios, de modo a solucionar os problemas mais agravantes. Aquilo que estava previsto para durar uma semana, consumiu um mês de trabalho (agosto/07), com resultados insatisfatórios, pois o Edubuntu continuava apresentando alguns problemas, uns mais graves, outros nem tanto. Em 31 de agosto, houve uma reunião conjunta entre a Secretaria de Educação e o Departamento de Informática da Prefeitura, no intuito de buscar soluções para as constantes reclamações vindas das escolas a respeito do mal funcionamento das máquinas e dos laboratórios. A partir daí, formou-se uma força-tarefa entre a equipe de formadores em informática educativa, a equipe de manutenção de informática e o Departamento de Informática para resolver os problemas de manutenção e de instalação de programas nas máquinas. Tomamos a decisão de substituir a distribuição Edubuntu por outra distribuição Linux, o Kurumim 7, mais completo do ponto de vista dos programas e pacotes já instalados automaticamente, mais fácil de usar, originalmente me português, e voltamos às escolas

refazendo quase todas, inclusive a parte de manutenção de hardware (parte física das máquinas). A nova distribuição também consumiu parte do tempo no estudo de suas especificidades que, somado aos conhecimentos já acumulados em torno do Edubuntu, possibilitaram um conhecimento em Linux que muitos técnicos da área de informática ainda não possuem. Por isso, mantivemos o atendimento às escolas suspenso, embora conscientes de que haveria reflexos na qualidade da rotina de trabalho na escola. É preciso entender que lidar com informática consome um tempo razoável de trabalho, porque envolve estudo, pesquisa, planejamento, execução e verificação constante de erros e as correções necessárias. O mesmo é válido para o professor que não tem uma prática rotineira com o computador: ele precisa de tempo para se apropriar desse recurso e, quanto mais ele conhece e o utiliza, melhor sabe o que desenvolver com o aluno. Todo profissional da educação deve ter clareza sobre a necessidade de adquirir conhecimentos específicos de informática, minimamente básicos, para entender e se engajar na cultura contemporânea. Afinal, atuar com Educação é estar constantemente se atualizando, se educando, e, do ponto de vista das novas tecnologias, estar conhecendo, entendendo, questionando e incorporando as mudanças tecnológicas na perspectiva da qualidade de vida. Ao final de setembro a equipe participou de uma formação sobre Internet com a Fundação Telefônica e o Portal Educarede, desdobrada num curso de formação – Internet na Escola – oferecido à rede ao final de outubro e início de novembro, que também demandou muita dedicação na sua preparação. Esse curso ofereceu-nos uma boa radiografia dos professores e seus conhecimentos de informática, indicando a necessidade de intensificar as possibilidades de formação para o próximo ano. O trabalho iniciado no primeiro semestre de 2007 já demonstrou resultados concretos. O uso da Série Educacional Gcompris foi de fundamental importância para desenvolver nos alunos as habilidades com o uso dos recursos do computador, especialmente o mouse e o teclado. O Gcompris possui enormes possibilidades de contribuir com o processo de alfabetização, de raciocínio lógico-matemático e de criação, que ainda precisam ser melhor explorados pela escola e será um dos enforques na formação com os professores para o próximo ano. Em 2007 também foram viabilizadas as conexões à Internet para todas as escolas, banda larga, via rádio, que vai possibilitar o desenvolvimento de atividades de pesquisa e de uso das ferramentas de comunicação instantânea. Para 2008, o enfoque, mais do que nunca, será oferecer oportunidades de cursos e formações para os professores, assessorá-los no planejamento de suas atividades com a informática e viabilizar respaldo no trabalho de organização do laboratório.

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