E-QP-ECD-073

REV.

B

01/Abr/2008

- PROCEDIMENTO DE CONTROLE DIMENSIONAL NÓS DE ESTRUTURAS TUBULARES APÓS SOLDAGEM

ENGENHARIA

Os comentários e sugestões referentes a este documento devem ser encaminhados ao SEQUI, indicando o item a ser revisado, a proposta e a justificativa.

SL
SERVIÇOS E LOGÍSTICA
Este documento normativo tem a validade de 2 (dois) anos a partir da sua edição, prazo máximo para a realização da próxima revisão. Este prazo poderá ser alterado em razão de requisitos operacionais, ou alterações em requisitos dos SNQC’s ou Sistema Petrobras.

SEQUI
CERTIFICAÇÃO, QUALIFICAÇÃO E INSPEÇÃO
1. OBJETIVO 2. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 3. TERMINOLOGIA 4. REGISTROS DE RESULTADOS 5. INSTRUMENTOS

ÍNDICE

6. DIMENSÕES A SEREM VERIFICADAS 7.EXECUÇÃO

Apresentação Este procedimento visa estabelecer os critérios, para o Processo de Qualificação de Pessoal, nas Provas de Controle Dimensional.

GESTOR: SL/SEQUI - CI

APROVADOR: SL/SEQUI - CI

UMBERTO EZIO ENRICO TOMASI Matrícula 610277-1

JOSÉ ANTONIO DUARTE Matrícula 572212-6

PROPRIEDADE DA PETROBRAS

11 páginas

A IMPRESSÃO E REPRODUÇÃO DESTE DOCUMENTO TORNA A CÓPIA NÃO CONTROLADA

0 A B Emissão original Revisão Geral Revisão Geral DESCRIÇÃO REV. B 01/Abr/2008 DATA 10/01/2005 25/04/2007 01/04/2008 PROPRIEDADE DA PETROBRAS 2 .E-QP-ECD-073 CONTROLE DE REVISÕES REV.

Plano de Gestão Integrada do SEQUI.PI-25SL/SEQUI-001. B 01/Abr/2008 Este procedimento tem por objetivo descrever os instrumentos. além das citadas nas figuras 1 e 2.Descrição das Juntas Tubulares PROPRIEDADE DA PETROBRAS 3 . 2 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA PI-25-SL/SEQUI-001 . 9 3 7 7 6 8 1 1 1 1 3 4 1 1 e 5 2 5 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Virola Tramo: Antes da soldagem a outro componente Membro Tubular Nó Subconjunto Tronco (Can) Ramificação (Stub) Cone Contraventamento Figura 1.E-QP-ECD-073 1 OBJETIVO REV. as dimensões a serem verificadas e os processos adotados para a inspeção dimensional em nós de estruturas tubulares. 3 TERMINOLOGIA São adotadas as definições constantes do Plano de Gestão Integrada do SEQUI . N: 1852 – Estruturas Oceânicas – Fabricação e Montagem de Unidades fixas.

E-QP-ECD-073 REV. B 01/Abr/2008 JUNTA TUBULAR SOBREPOSTA (OVERLAPPING JOINT) JUNTA LONGITUDINAL JUNTAS TUBULARES JUNTAS CIRCUNFERÊNCIAIS Figura 2 – Nome das juntas em nós 4 REGISTROS DE RESULTADOS Ao final da inspeção deverá ser confeccionado um relatório. PROPRIEDADE DA PETROBRAS 4 . contendo croqui. 5 INSTRUMENTOS Régua rígida (comprimento mínimo 1 metro) Trena de aço (resolução 1 mm) Clinômetro (resolução 1 minuto) Mangueira d´água Prumo Gabarito Medidor ultrasônico de espessuras Goniômetro Esquadro Riscador Suporte magnético 6 DIMENSÕES A SEREM VERIFICADAS Conforme norma da Petrobras N-1852. do nó inspecionado e detalhando todos os itens verificados.

através do perímetro. próximos às juntas e 2 na região central. após a calandragem (ver fig.Circularidade dos componentes A circularidade será medida em todas as bocas do nó e nas juntas circunferenciais. anéis internos de reforço e nervuras externas.Comprimento do tronco (CAN) O comprimento do tronco (CAN) será medido com trena nas quatro geratrizes. 180. . . . A espessura das virolas deve ser determinada em seis outros. Figura 3 – Esquadro de Virola . B 01/Abr/2008 Deve-se medir a diferença na direção longitudinal entre bordas. Essa medida deve ser repetida em quatro pontos do perímetro do tronco (0. .Esquadramento no fechamento de virola REV. . 270).Diâmetro e perímetros Devem ser verificadas nas extremidades e no corpo das virolas. deve ser verificada com gabarito. a partir de uma boca do tronco. 4).Alinhamento de Juntas de Topo Deverão ser medidas através de calibres específicos (soldagem).E-QP-ECD-073 7 EXECUÇÃO . . sendo 4 ortogonais.Ângulo dos Chanfros Deve ser uniforme e sua verificação deve ser feita através de goniômetro ou calibre específico. PROPRIEDADE DA PETROBRAS 5 . 3). levando-se em consideração as tolerâncias de norma. até a sua junta com a parede de virola (Ver Fig. antes da montagem de ramificações (STUB). medido com trena.Espessura das paredes A espessura da parede será verificada com um aparelho de ultra-som para medição de espessuras ou equivalente.Posicionamento e Forma dos Reforços Internos Posicionamento dos reforços será medido com trena. 90.

Ela servirá de referência para o nivelamento e posicionamento radial das derivações. no menor raio possível. medidos em raios intermediários serão realizados. . A régua deverá estar tocando no anel de reforço nas suas duas extremidades. Assim o tronco deve estar nivelado com nível de bolha sobre sua geratriz superior. conforme o projeto. uma maneira de se traçar as geratrizes do tronco é nivelando uma das derivações. bem como para a traçagem das demais geratrizes. entre a régua e o anel. As medidas serão tomadas.Nivelamento com mangueira d’água O nivelamento com mangueira d’água deverá ser feito conforme figura 5. Caso o nó não apresente essa geratriz “de referência”. Essa medição se repetira a 90º da primeira.Traçagem das linhas de eixos principais (geratrizes) Uma geratriz (pelo menos) deverá ser traçada na chapa. antes da fabricação da virola. Caso o anel de reforço seja de grande diâmetro. com um nível de bolha em sua geratriz superior. . B 01/Abr/2008 0° A Anel A E D 70° B 90° B/D F C C 180° Figura 4 As deformações dos anéis do reforço serão medidas com uma régua ou gabarito retilíneo no lado côncavo. traçando em seguida suas geratrizes laterais. PROPRIEDADE DA PETROBRAS 6 .E-QP-ECD-073 REV.

6). escala g e ra triz n fio d e n y lo Figura 6 – Geratriz PROPRIEDADE DA PETROBRAS 7 . etc. usar bloquinhos de mesma altura. Usar um fio de nylon (bem tensionado). B 01/Abr/2008 0° 0° 270° 90° 270° 90° 1ª ETAPA 180° 180° 2ª ETAPA 0° 0° 270° 90° 270° 90° 180° 3ª ETAPA 180° 4ª ETAPA Figura 5 – Nivelamento de Tramos O nivelamento deverá ser executado estando a peça apoiada em dispositivos que permitam o ajuste do nivelamento tais como: roletes. nas extremidades da virola (Ver Fig.Flechas de Possíveis Arqueamentos Deve ser medido nas quatro geratrizes do tronco (CAN).E-QP-ECD-073 REV. Para isso. . sem tocar na virola. cunhas. macacos hidráulicos. e deixá-lo paralelo à geratriz teórica.

7). B 01/Abr/2008 Quando não for possível medir por fora (devido à interferência com derivações) fazê-lo por dentro da virola. 8). . Quando utilizado um esquadro. 1 Figura 8 – Verificação de Ângulos PROPRIEDADE DA PETROBRAS 8 . isto é. 2 1 2 B A 1 B A A . . dispensa-se o nivelamento da peça. Descontar a altura dos bloquinhos. Fi gura 7 – Esquadrejamento de Extremidades de Tramos. Observar possível deformação devido ao sistema adotado como suporte do nó (roletes). No caso de bocas de derivações utiliza-se somente o esquadro (Ver Fig.Linha de nível para a ramificação 1 B . no plano que contem os dois.E-QP-ECD-073 REV. no mínimo.Ângulo da ramificação em relação ao eixo do tronco A verificação é feita colocando-se a linha de centro da ramificação num plano vertical.Linha de nível para a ramificação 2 Nó nivelado p/ ramific. conseguido através do nivelamento do conjunto para a checagem de uma ramificação especificamente (Ver Fig. Nas extremidades do tubo pode se empregar prumo. duas posições defasadas de 90º. perpendicular à geratriz e ao fio. Para se medir as flechas utiliza-se uma escala milimetrada.Perpendicularidade das bocas (esquadro) Deverá ser verificada em.

e uma régua rígida sobre a geratriz superior ou lateral (fixada com suporte magnético) da ramificação efetuando-se a medição (Ver Fig. maiores que 10 minutos. coloca-se um clinômetro.E-QP-ECD-073 REV. Em seguida. 2 1 B A Nó nivelado para a ramificação 2 Figura 10 PROPRIEDADE DA PETROBRAS 9 . 10). verificar possível erro na traçagem das geratrizes. “A” ou “B”. Régua Rígida clinômetro Prumo Figura 9 – Verificação de Ângulos Da mesma forma procede-se para a ramificação 2 (Ver fig. O correto é verificar nas duas geratrizes laterais. 9). conforme a ramificação a ser inspecionada. B 01/Abr/2008 As geratrizes laterais do tronco deverão ser niveladas. a fim de confirmação. Em caso de diferenças.

O ponto de trabalho deverá estar identificado na superfície do tronco. tomadas diretamente. 12). Esse “prolongamento” deverá ser feito com o emprego de um colimador. . em relação ao tronco deverá ser verificado considerando o ponto de trabalho das mesmas. Com a mangueira d’água (ou nível ótico) compara-se às geratrizes da ramificação. Pode-se desta forma. PROPRIEDADE DA PETROBRAS 10 . B 01/Abr/2008 Para ramificações a 90º o modo de verificação do ângulo é análogo aos descritos anteriormente: procede-se o nivelamento do CAN para ramificação e. posteriormente. é deixar as geratrizes laterais da ramificação “próxima” do plano horizontal (as geratrizes laterais do tronco é que serão colocadas no plano horizontal com a devida precisão). São utilizadas régua e trena (Ver fig. prumos e clinômetro. verificar deslocamento e desvio angular do eixo da ramificação. mede-se o ângulo da ramificação. .Comprimento das ramificações O comprimento das ramificações.Posicionamento das ramificações em relação ao tronco Geratriz R S Escala X CAN(Horizontal) Prumo Prumo Figura 11 Medem-se as distâncias entre os fios de prumo e a geratriz da ramificação.E-QP-ECD-073 REV. até que cruze com as geratrizes do tronco. O desvio será dado pela fórmula: X = R-S 2 Uma maneira eficiente de se verificar a posição do eixo da ramificação. sendo as medidas em relação a este ponto. ou nível ótico. conforme a figura 13. Devem-se medir as duas geratrizes laterais. utilizando-se de régua rígida. em relação ao eixo do tronco. Caso não exista o ponto de trabalho já traçado. ele poderá ser localizado prolongando as geratrizes laterais da ramificação.

B 01/Abr/2008 Ge ra tri zS TU B to en m i pr om C UB ST PT PT Geratriz CAN Figura 12 – Comprimento da Ramificação a partir do ponto de trabalho(PT) .3 COLIMADOR Figura 13 – Prolongamento das Geratrizes PROPRIEDADE DA PETROBRAS 11 .E-QP-ECD-073 REV.item 5.Critério de aceitação Conforme norma Petrobras N-1852 .2.

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