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Georg Wilhelm Friedrich Hegel V11

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Antônio Fernando Bernadete Souza Jacqueline Valente Márcio Fernando Nilza Ribeiro

Georg Wilhelm Friedrich Hegel
1770 1831
Origens: 
Georg Wilhelm Friedrich Hegel nasceu em Stuttgart na Alemanha em 27 de agosto de 1770 e faleceu em Berlin em 1831. Em 1788 entrou para um seminário de teologia protestante em Tübingen. Nesse seminário travou amizade com Schelling e Hölderlin. Em 1793 Hegel renunciou à profissão de pastor e até 1796 trabalhou como preceptor em Berna, na Suíça. Depois disso, mudou-se para Frankfurt onde permaneceu até 1800 - ainda como preceptor. Em 1801 ingressou como livre-docente da Universidade de Jena e em 1816 foi nomeado professor na Universidade de Heildeberg. Em 1818 transferiu-se para a Universidade de Berlim da qual se tornou reitor em 1829.

Georg Wilhelm Friedrich Hegel
1770 1831 
Escola-Tradição: 
Idealismo, Romantismo e Hegelianismo (por ele próprio fundado) 

Influências: 
Platão, Aristóteles, Descartes, Spinoza, Leibniz, Kant, Fichte, Schelling, Goethe, Hölderlin, Schiller, Vico, Rousseau, Montesquieu. 

Influenciados: 
Karl Marx, Antonio Labriola, Benedetto Croce, Vladimir Lênin, Antonio Gramsci, Georg Lukács, Henri Lefebvre, Guy Debord, Theodor W. Adorno, Herbert Marcuse, Slavoj Zizek, Max Horkheimer, Friedrich Nietzsche, Ludwig Feuerbach, Max Stirner, Bruno Bauer, Maurice Merleau-Ponty, Jean-Paul Sartre, Karl Mannheim, Domenico Losurdo, Jürgen Habermas, Karl Korsch, Ernst Bloch.

Georg Wilhelm Friedrich Hegel
1770 1831
Principais Obras: 
Fenomenologia do Espírito (Phänomenologie des Geistes), 1806 Ciência da Lógica (Wissenschaft der Logik), 1812-1816 Enciclopédia das Ciências Filosóficas (Enzyklopaedie der philosophischen Wissenschaften), 18171830 Elementos da Filosofia do Direito (Grundlinien der Philosophie des Rechts), 1817-1830

- Filósofo da Totalidade, do Saber absoluto, Idealista, da dedução de toda realidade a partir do Conceito, - O objeto ou tarefa da filosofia é o conhecimento real do que é em verdade,ou seja, o absoluto - ´ As partes só podem ser compreendidas se compreendermos o todo ´ - ´ Não é a verdade que é histórica, é a história que é verdadeµ - O conhecimento como meio para alcançar o absoluto - A exposição do saber como fenômeno - Epistemológico (saber fora do saber)

Sistema Hegeliano ´Idealismo Transcendentalµ CONHECIMENTO REALIDADE 1 REALIDADE 2 REALIDADE 3 REALIDADE 4 Linha do Tempo/Espaço .

. que teve impacto profundo no materialismo histórico de Karl Marx.. assim como pela Revolução Francesa. Kant e Rosseau.Hegel era fascinado pelas obras de Spinoza.Muitos consideram que Hegel representa o ápice do idealismo alemão do século XIX. .

Descrição da sua principal obra: Fenomenologia do Espírito (Phänomenologie des (Phänomenologie Geistes). . Geistes). a que não tolera a fixação. 1806 Nesta obra Hegel pensa sobretudo na vida mais viva. o endurecimento. É um projeto completamente inédito: descreve o processo típico da formação da consciência. nem a repetição monótona.

Geistes).Descriçã Fen men l gia Geistes). 1806 a sua principal bra: Espírit (Phän men l gie es (Phän IDÉIA conhecimento SPIRIT conhecimento ATUR ZA onsciência Auto-consciência Razão conhecimento Subjetivo (individuo) spírito bjetivo(sociedade) Direito oralidade ticidade ou moralidade social Arte Religião Filosofia Família Sociedade civil stado Absoluto(deus) .

Dialética y O objetivo deste estudo é refletir sobre a arte de discutir no sentido de melhorar a nossa compreensão do mundo e de nós mesmos. a arte de discutir. propriamente falado. A arte do diálogo. y y . A dialética é.

..a dialética é o movimento do espírito que marcha para a verdade. O sentido depreciativo permanece em Kant: lógica das aparências. O mito da caverna ou da reminiscência das idéias dá embasamento à sua dialética.movimento cujo símbolo ele deu na célebre alegoria da caverna. Engels. reguladora das idéias que não podem ser explanadas por via científica. depois com Marx e Engels. y .Platão Kant. que a dialética apareceu com função essencial na teoria do conhecimento.. Foi primeiro Hegel. Hegel. Marx e Engels. y y y .

que consiste na análise ou investigação da realidade com base nas suas contradições.A Dialética Hegeliana. ou seja. a aceitação da contradição como algo inerente e natural no processo de gestão e aquisição do conhecimento. Hegel conclui que.µ Esse raciocínio é aplicado tanto á aquisição de conhecimentos quanto à explicação dos processos históricos e políticos. ´ Por Heráclito e Platão. y A Dialética é o ponto central da filosofia de Hegel (1770-1831). se impede a visão filosofica de realizar sua principal função... ao se negar a contradição como parte naturalmente do integrante da realidade. y y .

a opinião. aparência superficial. ilusão (parcial e inadequado) EX. o puro conceito : a forma concreta que este assume ao realizar-se ‡ Objetivo: ‡ Desenvolver a partir do Conceito de Direito a Idéia de Direito .: Leis x Conceito de homem em Roma ‡ Verdadeiro Conceito.Princípios da Filosofia do Direito ‡ Objeto ‡ Idéia do Direito ² Conceito + Realização ‡ Conceito: ‡ Não o conceito restrito.

Princípios da Filosofia do Direito ‡ ‡ Conceito de Direito: O conceito do Direito precede a ciência do Direito (ciência positiva do Direito) EX.: Leis x Conceito de homem em Roma (normas incoerentes impossibilitam a formação de conceitos universais) ‡ ‡ A ciência do Direito faz parte da filosofia A ciência do Direito tem como objetivo formular o que é de direito (disposições legais particulares) ´omnis definitio in jure civili periculosaµ .

livre-arbítrio . ainda assim.como oposição violência e tirania (mero acidente) não é desenvolvimento sistemático da filosofia ‡ a) b) c) .Princípios da Filosofia do Direito ‡ ‡ a) b) c) y Direito Positivo: Generalidade Pelo caráter formal de ser validado Pelo caráter Nacional Pela obrigação do sistema de leis O Direito Positivo pode ser fundamentado e coerente com as instituições e. inclinação. ser injusto Elementos: sentimentalidade.

da vontade livre. 1891 ² Princípios da Filosofia do Direito) ‡ ‡ ‡ As normas jurídicas são históricas (valores). e de natureza transitória .Princípios da Filosofia do Direito ‡ ‡ Direito Natural X Direito Positivo O estado natural do homem não é de inocência. onde reina a barbárie (critica o jus naturalismo) Através do alcance do mundo do espírito. a sua justificação ´ (Montesquieu ² Hegel. adquirem elas seu verdadeiro significado e nisso encontram.. o homem pode atingir uma segunda natureza. racional a partir de si mesma O Direito Natural e o Direito Positivo não se contradizem se completam ´ . nesse conjunto. portanto. O verdadeiro ponto de vista filosófico consiste em não considerar isolada a legislação geral e suas determinações. mas vê-las como elemento condicionado de uma totalidade e correlacionada com as outras determinações que constituem o caráter de um povo e de uma época.. mas de brutalidade.

e as determinações através das quais.. O espírito é de início... inteligência.. efetua o seu desenvolvimento desde o sentimento até o pensamento são as jornadas para alcançar produzir-se como vontade .µ .Princípios da Filosofia do Direito ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ Domínio do Direito É o espírito Seu ponto de partida está na vontade livre A liberdade constitui sua substância e seu destino O sistema do direito é o império da liberdade realizada ´. pela representação.

: dialética dos instintos e das tendências 4) Vontade livre. vontade real (suprimi a indeterminação ² decidi algo) 3) Livre-arbítrio ² reflexão livre e subordinação ao conteúdo ² a capacidade de tomar uma decisão e depois abandonála. EX.Princípios da Filosofia do Direito ‡ ‡ 1) Vontade Estágios Vontade imediata ou natural (desejos ² geral e indeterminada) 2) Vontade decisiva. não é infinita pois cada conteúdo é independente. em si e para si - .

. assim como sexual e social A consciência é que faz com que o homem aspire o Direito. o objeto e o fim do querer passam a ser.. como forma infinita. a verdade. da Propriedade. para ser também a vontade livre para si.Princípios da Filosofia do Direito ‡ ‡ ‡ ‡ Vontade Livre O homem tem instinto do Direito. ele mesmo. o querer deixa de ser apenas a vontade livre em si.µ ‡ ‡ ‡ A vontade só é verdadeira vontade como inteligência que pensa Vontade livre (sem em si e para si) é a disposição de liberdade Vontade Livre em si e para si = Liberdade (universal) . o universal. da Moralidade. a Sociedade e a Verdade A reflexão aplicada aos instintos é que seria a lei. Purifica a ferocidade e a barbárie do homem ´A partir do momento que o conteúdo.

no livre-arbítrio ‡ Kant . no espírito como espírito verdadeiro .o elemento essencial é a limitação da minha liberdade (ou a limitação do meu livre-arbítrio) para que ela possa estar de acordo com o livre arbítrio de cada um segundo uma lei geral ‡ Hegel ² a base primitiva e substancial da liberdade deve estar na vontade como existente e racional.Princípios da Filosofia do Direito ‡ ‡ Liberdade Russeu ² a liberdade está na vontade como individuo particular.

como Idéia ‡ O Direito é a existência do Conceito Absoluto da Liberdade.Princípios da Filosofia do Direito ‡ ‡ Direito O fato de uma existência em geral ser a existência da vontade livre constitui o Direito ‡ Direito é a Liberdade em geral. consciente em si .

mas tirando dela e concebendo-o o conteúdo positivo e o resultadoµ . não como um puro limite e um contrário. mas produção das particularidades do universo Dialética Superior do Conceito: ´ Produz a determinação.Princípios da Filosofia do Direito ‡ ‡ Dialética É o principio motor do Conceito ‡ Não é apenas análise.

Princípios da Filosofia do Direito ‡ ‡ Plano da Obra Primeira parte O Direito Abstrato A Propriedade O Contrato A Injustiça Segunda Parte A Moralidade Subjetiva Terceira Parte A Moralidade Objetiva A Família A Sociedade O Estado y y .

.

Princípios da Filosofia do Direito ‡ As Três Esferas rumo a sua realização universal ‡ O Direito Abstrato A Moralidade Subjetiva A Moralidade Objetiva ou Eticidade .

Princípios da Filosofia do Direito ‡ O Direito Abstrato A Propriedade O Contrato A Injustiça .

Princípios da Filosofia do Direito ‡ O Direito Abstrato O Contrato x Livre-arbítrio x Particular x Comum mas não Universal .

Princípios da Filosofia do Direito ‡ O Direito Abstrato A Injustiça x De boa fé x Fraude x Violência e delito .

Princípios da Filosofia do Direito ‡ As Três Esferas rumo a sua realização universal ‡ O Direito Abstrato A Propriedade O Contrato A Injustiça A Moralidade Subjetiva A Moralidade Objetiva A Família A Sociedade O Estado .

momento auto-reflexivo .Princípios da Filosofia do Direito y A Moralidade Subjetiva Ser livre implica reconhecer a condição de todos Instância mediadora do processo.

Princípios da Filosofia do Direito y O Direito da Vontade Moral Subjetiva x O Direito Abstrato ou forma da ação x O particular da ação é o seu conteúdo interior x Este conteúdo como interior que assume a sua universalidade objetiva .

3) . como casamento.A Família em Hegel y A família realiza-se em três aspectos: 1) 2) Na forma do seu conceito imediato. bens de família e cuidados correspondentes. Na existência exterior. Na educação dos filhos e na dissolução da família. propriedade.

como individualidade indivisível. a individualidade exclusiva e imediata. y y O casamento deve ser essencialmente monogâmico. porque quem se situa neste estado e a ele se entrega é a personalidade. para ultrapassá-lo. isto é. o casamento é uma relação moral. ele sai fora do ponto de vista do contrato que é o da pessoa autônoma em sua individualidade. A verdade e interioridade desta união (formas subjetivas da substancialidade) só podem ter origem na dádiva recíproca e indivisa desta personalidade que.A Família em Hegel Na forma y Para Hegel. Ao contrario. Ele não considerava o casamento como a simples união de dois sexos ou como um acordo recíproco através de um contrato. ética. permitindo através dela alcançar a autoconsciência substancial. Prefere considerar o casamento como o simples e livre consentimento de dois para constituírem um só ser. imediata. só quando o outro está incluído nessa identidade como pessoa. abandonando nessa unidade sua personalidade natural e individual. (continua) . Para ele o casamento não é a relação de um contrato que incide sobre a sua base substancial. adquire o seu legitimo direito de ser consciente de si no outro.

O casamento que constitui a família. É através dela que o individuo inicia seu percurso na comunidade.A Família em Hegel Na forma (continuação) y A monogamia estaria fundamentada na moralidade objetiva. não deve ser visto apenas como uma mera relação entre sexos. senão este um dos seus princípios absolutos. o homem tem a sua vida substancial real no estado. Ela é a primeira instituição social porque é a eticidade em sua forma ainda imediata. nem como um mero contrato civil. y y y . possui a ´imóvelµ intuição e o sentimento subjetivo correspondente á moralidade objetiva na família. imediato ou natural. A família é definida por Hegel como ´espíritoµ ético. onde a mulher encontra aquele destino substancial que no amor familiar exprime as disposições morais. na ciência. na luta e no trabalho. Para Hegel. Já a mulher.

para ele enquanto pessoa universal e duradoura. Porém. y . a posse permanente e segura de uma fortuna constitui uma exigência e uma condição. Ela não só é capaz de propriedade como. como pessoa jurídica. tais direitos e atribuições são discutidos entre os membros. a provisão das exigências assim como dispor e administrar os bens da família.A Família em Hegel Na existência y A família tem sua realidade exterior na propriedade. que é o seu chefe. será representada perante os outros pelo homem. A figura do homem como a cabeça da família permanece na visão de Hegel. São os seus atributos e privilégios o ganho exterior. já que para ele a família.

Este novo espaço esta ocupado pela sociedade civil que terá a função de criar um novo âmbito de proteção e educação do individuo. assim como Hegel não admite a coação que obrigue o casamento. Hegel coloca a educação como essencial para a formação do cidadão. dos filhos e de sua educação. do casamento. y y y . e a dissolução da família. a família é berço originário da propriedade. Pela família ascendemos ao mundo da cultura de valores vividos em uma sociedade. A dissolução da família pode ser ética ou natural. um novo espaço faz-se necessário. A dissolução da família é necessária porque a superação deste momento natural da eticidade é condição para a realização da liberdade.A Família em Hegel Na educação y Para Hegel. Com a maioridade dos filhos. Natural quando ocorre a morte dos pais. assim também não há laço de direito positivo que possa manter unidas duas pessoas quando não for o desejo delas. É através da família que damos os primeiros passos em direção a comunidade e ao conjunto de valores apreendidos e vivenciados pela educação. ética quando os filhos crescidos e reconhecidos como maiores juridicamente constituem sua própria família. A família tem como tarefa fundamental a educação de base. Tratando do divórcio.

. ele diz ´a dissolução ética da família reside em que os filhos. em parte de fundar suas próprias famílias (. sejam reconhecidos na maioridade como pessoas de direito e como capazes. educados para livre personalidade. Acerca disso.Trânsito da Família à Sociedade Civil y Hegel salienta que a unidade ética da família se desintegra de maneira natural e essencial.. em parte de ter livre propriedade. y .) §181 da FD.

y y . Primeiro momento da Sociedade Civil/Sistema das Necessidades Necessidade e Satisfação/Trabalho e Ocupações. por conseguinte. Mas a pessoa particular está por essência. por meio de suas necessidades.Sociedade Civil para Hegel Definição y Uma união dos membros como indivíduos independentes em uma universalidade formal. por meio da constituição jurídica e por meio de uma ordem exterior para seus interesses particulares e comuns. Uma pessoa concreta que é para si mesma um fim particular como conjunto de carências e como conjunção de necessidade natural e de vontade arbitrária. em relação com análoga particularidade de outrem de modo que cada uma se afirma e se satisfaz por meio da outra e é ao mesmo tempo obrigada a passar pela forma da universalidade.

Na sociedade civil cada um é um fim para si mesmo e todos os demais não são nada para ele. Mas o fim particular se dá a forma da universalidade. . Ma sem relação com os outros. não pode alcançar seus fins.Sociedade Civil para Hegel Princípios y y Princípio da Sociedade Civil: Hegel estabelece dois princípios fundamentais para sua estruturação: Princípio da particularidade: Uma mistura de necessidade natural e arbítrio. através da relação com os outros e se satisfaz ao satisfazer ao mesmo tempo o bem dos demais. o egoísmo subjetivo se transforma em contribuição a satisfação das necessidades dos demais. O fim egoísta é à base de um sistema de dependência. portanto meios para o fim de um indivíduo particular. os outros são. Tais necessidades de várias espécies levam os homens a dependerem um dos outros para a satisfação das mesmas. Neste momento. uma vez que tal relação se apresentará como necessária para que cada uma das partes atinja seu fim particular. y Princípio da Universalidade: Medeia a relação entre os particulares.

na condição de membro de uma classe que o indivíduo se apresenta na sociedade civil e forma sua identidade. Estes grupos distintos darão lugar às diferenças de classes. A segunda intermediaria. portanto. y y É. A terceira universal. Há três delas segundo Hegel: A primeira substancial. .Sociedade Civil para Hegel Trabalho e Ocupações y Esta divisão dos indivíduos em ocupações específicas segundo seu trabalho será a origem de diferentes grupos no interior da sociedade.

neste momento o Direito se reduz a preservar o que cada um possui. y y . A preocupação do bem estar do indivíduo encontra-se ausente na Administração d a Justiça. portanto. A administração da justiça. pois é tarefa do Poder de Polícia e da Corporação.Sociedade Civil para Hegel Administração da Justiça y Constitui-se em torno da proteção da propriedade. tem a função de proteção da propriedade.

y y y y Na sociedade Civil não há um indivíduo abstrato. todos são membros de uma corporação. Hegel relaciona algumas das tarefas referentes ao poder de polícia: Coibir ações que. Elas são como uma segunda família para os indivíduos. Se na administração da justiça busca-se a segurança da pessoa e da propriedade nesta última etapa. embora legais. realizar funções necessárias a manutenção da sociedade. fiscalizar instituições de utilidade pública. Estas corporações existem para defesa dos interesses comuns daqueles que exercem uma mesma profissão. . sejam prejudiciais. ocupando um espaço mais amplo que aquele da primeira família.Sociedade Civil para Hegel Corporação y Ultimo momento da sociedade civil é constituído pelo poder de polícia e a corporação. a preocupação é com a subsistência e o bem estar do indivíduo.

Universo Ético. Garantidor.O Estado para Hegel Conceito y Estado ideal Liberdade. Estado Guia. A base ética. Espírito de um Povo Caminhar de Deus no mundo e o seu fundamento é a força da razão que se realiza como vontade. Propriedade. .

Corporação Legítima.O Estado para Hegel Indivíduos y Liberdade e Existência Interesses (segurança e proteção da propriedade e das liberdades pessoais) Universal e as leis. Concreta. . Estado e pré-história. Contrato Social de Rousseau. probidade e honra reconhecidas. Os benefícios e o cumprimento das leis. Liberdade Limitada x Liberdade Substancial. no Estado. Essência. Liberdade de um Todo. Estado coercitivo e liberdade. Dever do Homem.

confiança. Direitos e deveres numa mesma relação. Cumprimento dos seus deveres. autoridade e bem estar no Estado. Patriotismo. e orgulho. proteção. deveres e patriotismo Desenvolvimento e pleno econhecimento dos direitos individuais que se integram ao todo. Condições para a força interna dos Estados. .O Estado para Hegel Direito Político Interno y Direitos. interesses. legitimidade.

negócios acontecimentos na realidade. e os manter laços morais objetivos. A religião. leis e o caráter negativo. a indiferença. Ensino O Estado é laico e enraizado. forças para lutar em defesa da razão e da consciência em si. tirania. degradação do homem. base. Religião. religião. Desprendimento da religião.O Estado para Hegel Religião y Estado laico. Procurar Deus e viver dentro das leis. leis e instituições. (continua) . abstração x O Estado.

subjetivo. Giordano Bruno e Galileu. Desconhecimento científico. . Ensino A Igreja e o conteúdo doutrinário fora do Estado.O Estado para Hegel Religião (continuação) y Estado laico. A Igreja não foi só infelicidade para o Estado: razão e moralidade conscientes de si mesma.

produzida no tempo. e os poderes devem ser a totalidade. respeito as atribuições. Quem faz a Constituição? Incriada. O Estado determina e distribui a sua atividade. Conveniência e adequação. a capacidade ética e jurídica do pensar. Este encaixe é a Constituição. .O Estado para Hegel Constituição y Separação de poderes. evolução do povo O Estado como pedras encaixadas. divina e imutável e acima o que é criado. Expressa o espírito do povo.

Divisão dos poderes é essencial: as funções e poderes do Estado não são propriedades do governante. governo. autoridades e ordens. Monarca e Estado e a organização : soberania. Conservação e dissolução dos poderes. y y y y . um monarca e representantes.O Estado para Hegel Poder do Príncipe y O Estado como uma monarquia constitucional. justiça. Legitimidade da monarquia e hereditariedade do trono.

. Democracia no Estado. Publicidade aos atos do governo e opinião pública ciente dos assuntos. Indivíduos. direito elevado e ausência Os indivíduos e a participação nas decisões e deliberações dos assuntos do Estado. Deputados: conhecimento dos assuntos da vida pública e o bem do povo. deputados. benefícios e pagamento ao Estado Leis definidas e sua aplicação literal. Liberdade de comunicação garantida: a imprensa (prevenção ou punição de excessos). publicidade Leis e Constituição. Deputados e as representações da sociedade. Eleição e a indiferença pelo sufrágio.O Estado para Hegel Poder Legislativo y Leis.

Membros do Governo e funcionários do Estado. A classe média: a inteligência culta e consciência jurídica. exame prova. Funcionários capacitados. Administrações de instituições. Aplicação e conservação das leis. .O Estado para Hegel Poder de Governo y Administração do Estado. Confiança e a satisfação dos cidadãos e funcionários bem informados. Cuidado com o abuso do poder. funcionários Cumprimento e aplicação de decisões.

Dever de assegurar a individualidade para manter a independência e a garantia à propriedade e à vida. Fortalecimento para evitar as guerras. . Diferença entre poderes funções. a coragem e a finalidade da soberania do Estado. É o ideal nos domínios e nas atividades do Estado. Liberdade e a honra do povo.O Estado para Hegel Soberania y Soberania para o Interior Reside no povo. y Soberania para o exterior: Autonomia em relação aos outros Estados. Forças armadas. o Estado e a independência perigo: todos os cidadãos em suas defesas.

Os Estados e o respeito aos tratados. As vontades particulares x falta de entendimento: resolução pela guerra. A legitimidade é o governante. e a lei suprema do comportamento para com os outros Estados. o bem de todos. Política interna sem intromissão. . A guerra e a saúde moral dos povos. Paz eterna e a estagnação os povos.O Estado para Hegel Direito Internacional y Legitimidade e guerras O Estado e a relação com outros Estados. A guerra e o mútuo reconhecimento dos estados.

mesmo por meios tortuosos a história é um caminhar inexorável e racional em direção a liberdade. É o estado nação. o tribunal de fato que existe na história. É o tribunal do mundo. .O Estado para Hegel História Universal y Espírito Universal A história universal é o poder político legítimo.

a Filosofia não deve imaginar como o mundo deveria ser. A tarefa da Filosofia é interpretativa.Conclusões sobre sua filosofia y Para Hegel. y y . mas analisá-lo como realização de um principio racional superior. se nega. A Dialética de Hegel: tudo se afirma. mas limita-se a explicá-lo. se supera. A Filosofia não deve se deter no particular em si.

Conclusões sobre sua filosofia: y A dialética Hegeliana : a contradição é o motor do seu pensamento. diversidade significa unicamente contradição. Para ele. ´O absoluto por fim não é Senão aquilo que ele é na Realidade·· y y .

.

Com isso. mas apenas para renováreconhecêreconhecê-la". Não vem a filosofia para renová-la. com sua luz crepuscular. A razão."A coruja de Minerva só inicia seu vôo ao entardecer". é porque alguma manifestação de vida está prestes a desaparecer. afinal. a um mundo que declina. mas não antes dela mesma. descobre o sentido da história. Nas palavras do filósofo: "Quando a filosofia chega. Hegel sustentava que a filosofia só poderia afirmar algo sobre o mundo após a necessidade ter se mostrado. Obrigado! .

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