Educação Prof issional

Curso Técnico em Mecânica

Módulo I – Mecânico I ndust rial

MATEMÁTI CA APLI CADA

















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SUMÁRI O

1 – CONJUNTOS NUMÉRI COS 03
1.1 – CONJ UNTOS DOS NÚMEROS I NTEI ROS 04
1.2 – FRAÇÕES 07
1.3 – NÚMEROS DECI MAI S 11
1.4 – RAZÃO 13
1.5 – PROPORÇÃO 14
1.6 – REGRA DE TRÊS 16
1.7 – PORCENTAGEM 18

2 – EQUAÇÕES 20
2.1 – EQUAÇÕES DO 1º GRAU COM UMA VARI ÁVEL 20
2.2 – EQUAÇÕES DO 2º GRAU 25
2.3 – EQUAÇÕES BI QUADRADAS 32
2.4 – SI STEMAS DO 1º GRAU 33
2.5 – SI STEMAS DO 2º GRAU 34

3 – GEOMATRI A 36
3.1 – PONTO, RETA E PLANO 36
3.2 – SEGMENTO DE RETA 37
3.3 – SEMI -RETA 37
3.4 – TRI ÂNGULOS 38
3.5 – TEOREMA DE TALES 39
3.6 – TI POS DE RETAS 41
3.7 – FI GURAS GEOMÉTRI CAS 42
3.8 – POLÍ GONOS 42

4 – MEDI DAS 44
4.1 – MEDI NDO COMPRI MENTO 44
4.2 – MÚLTI PLOS E SUBMÚLTI PLOS DO METRO 44
4.3 – TRANSFORMANDO UNI DADES 44

5 – PERÍ METRO 45
5.1 – MEDI NDO SUPERFÍ CI ES 46
5.2 – UNI DADE DE MEDI DA DE SUPERFÍ CI E 46
5.3 – QUADRO DE UNI DADES USADAS PARA MEDI R SUPERFÍ CI ES 47
5.4 – LENDO UNI DADES DE ÁREA 47
5.5 – TRANSFORMANDO UNI DADES 47
5.6 – ÁREAS DAS PRI NCI PAI S FI GURAS PLANAS 47
5.7 – CALCULANDO ÁREAS 50

6 – CI RCUNFERÊNCI A E CÍ RCULO 51
6.1 – REGI ÃO I NTERI OR E EXTERI OR DE UMA CI RCUNFERÊNCI A 51
6.2 – CORDA, DI ÂMETRO E RAI O 51
6.3 – ARCO DA CI RCUNFERÊNCI A 51
6.4 – SEMI CI RCUNFERÊNCI A 51
6.5 – CÍ RCULO 51
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6.6 – POSI ÇÕES RELATI VAS DE RETA E CI RCUNFERÊNCI A 53
6.7 – COMPRI MENTO DA CI RCUNFERÊNCI A 53
6.8 – CALCULANDO P 54
6.9 – CALCULANDO O COMPRI MENTO DA CI RCUNFERÊNCI A 54
6.10 – CALCULANDO A ÁREA DE UM CÍ RCULO 55
6.11 – VOLUME 55
6.12 – MEDI NDO VOLUME 55
6.13 – MÚLTI PLOS E SUBMÚLTI PLOS DO METRO CÚBI CO 55
6.14 – LENDO UNI DADES DE VOLUME 56
6.15 – TRANSFORMANDO UNI DADES 56
6.16 – VOLUME DOS PRI NCI PAI S SÓLI DOS GEOMÉTRI COS 56
6.17 – CALCULANDO VOLUMES 59

7 – RELAÇÕES MÉTRI CAS NO TRI ÂNGULO RETÂNGULO 59
7.1 – TEOREMA DE PI TÁGORAS 61
7.2 – TRI GONOMETRI A NO TRI ÂNGULO RETÂNGULO 62

BI BLI OGRAFI A 64


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1 - CONJUNTOS NUMÉRI COS
Números Nat urais
N = { 0 , 1 , 2 , 3 , ... }
Números I nt eiros
Z = { ... , -2 , -1 , 0 , 1 , 2, ... }
Obs. : Todo númer o nat ur al é int eir o, ist o é, N é um subconj unt o de Z.
Números Racionais
São aqueles que podem ser expr essos na f or ma a/ b, onde a e b são númer os int eir os quaisquer ,
com b dif er ent e de 0.
Q ={x/ x = a/ b com a e b pert encent es a Z com b dif erent e de 0 }
Assim, como exemplo, podemos cit ar o -1/ 2 , 1 , 2,5 , et c...
Númer os decimais exat os são r acionais, pois:
0,1 = 1/ 10
2,3 = 23/ 10
Númer os decimais per iódicos são r acionais.
0,1111... = 1/ 9
0,3232 ...= 32/ 99
2,3333 ...= 21/ 9
0,2111 ...= 19/ 90
Toda dízima per iódica 0,9999 ... 9 ... é uma out r a r epr esent ação do númer o 1.
Números I rracionais
São aqueles que não podem ser expr essos na f or ma a/ b, com a e b sendo númer os int eir os e b
dif er ent e de 0.
)
`
¹
¹
´
¦
= e e = = 0 , , q Z q Z p
q
p
x I
Alguns números irracionais:
7182818 , 2
7320508 , 1 3
4142135 , 1 2
1415926 , 3
=
=
=
=
e


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São compost os por dízimas inf init as não per iódicas.
Números Reais
É a r eunião do conj unt o dos númer os ir r acionais com o dos r acionais.

1.1 - CONJ UNTO DOS NÚMEROS I NTEI ROS
Você viu ant er ior ment e, o Conj unt o dos Números Nat urais r epr esent ado pela let r a N. Obser vou
ainda que o conj unt o dos númer os int eir os é r epr esent ado pela let r a Z.
O conj unt o N = {0,1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14........................}, est e conj unt o é inf init o, ou sej a,
não t em f im.
Est e f icou pequeno par a a mat emát ica, obser ve os exemplos:
a) 9 - 12 = ?
b) 8 - 100 = ?
Dent r o do conj unt o dos númer o nat ur ais não exist e r espost a par a est as per gunt as, ou sej a as
r espost as est ão dent r o do conj unt o dos númer os int eir os.
Vamos conhecer est e conj unt o:
O conj unt o Z = {....-5,-4,-3,-2,-1,0,+1,+2,+3,+4,+5....}.
Obser ve que est e conj unt o é f or mado por númer os negat ivos, zer o e númer os posit ivos. Vale
lembr ar , que zer o é um númer o nulo ou neut r o, não é negat ivo e nem posit ivo.
No seu dia a dia, você j á dever t er depar ado com númer os int eir os. Quando se t em um cr édit o,
t em um númer o posit ivo, um débit o é um númer o negat ivo, t emper at ur as acima de zer o são
posit ivas, abaixo de zer o são negat ivas, t ambém em r elação ao nível do mar , os países que est ão
acima do nível do mar t em alt it udes posit ivas, abaixo do nível do mar alt it udes negat ivas, se você
pr est ar at enção ao seu r edor vai encont r ar muit os númer os negat ivo e posit ivos.

1. 1. 1 - Ret a Numérica I nt eira


Obser ve que a r et a t em uma set a que indica a or dem de cr esciment o dos númer os, eles est ão
cr escendo da esquer da par a a dir eit a, -7 é menor que -6, 0 é maior que -1 e assim em diant e.
Compar e alguns númer os int eir os.
a) -5 > -10
b) +8 > -1000
c) -1 >-200.000
-4 -3 -2 -1 0 +1 +2 +3 +4 +5
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d) -200 <0
e) -234 <-1
f ) +2 >-1
Lembret e:
1º : Zer o é maior que qualquer númer o negat ivo.
2º : Um é o maior númer o negat ivo.
3º : Zer o é menor que qualquer númer o posit ivo.
4º : Qualquer númer o posit ivo é maior que qualquer númer o negat ivo.

1. 1. 2 - Adição e Subt ração de Números I nt eiros
Exemplos:
a) (+3) + (+7) = + 3 + 7 = +10 (t ir e os par ent es e conser ve os sinais dos númer os)
b) (-9) + (-8) = - 9 - 8 = -17 (t ir e os par ent es e conser ve os sinais dos númer os)
c) (+12) + (-10) = + 12 - 10 = +2 (t ir e os par ent es e conser ve os sinais dos númer os)
d) (+15) - (+25) = + 15 - 25 = - 10 (t ir e os par ent es e t r oque o sinal do númer o que est ava depois
da subt r ação)
e) (-18) - (-12) = -18 + 12 = -6 (t ir amos os par ent es e t r ocamos o sinal do númer o que est ava
depois da subt r ação)

Lembret e:
Par a f acilit ar o ent endiment o, ef et ue est as oper ações pensando em débit o (númer o negat ivo) e
cr édit o (númer o posit ivo), + 3 + 7, t enho 3 r eais se ganhar 7 f ico com 10, - 15 + 10, devo 15
r eais se t enho só dez par a pagar ainda f ico devendo set e ou sej a - 7, - 5 - 8, t enho uma dívida
de 5 r eais f aço mais uma dívida de 8, eu f ico devendo t r eze ou sej a -13.

1. 1. 3 - Mult iplicação e Divisão de Números I nt eiros
Exemplos:
a) (+5) x (+8) = + 40 ( + x + = +)
b) (-8) x (-7) = + 56 (- x - = +)
c) (-4) x (+7) = - 28 (- x + = -)
d) (+6) x (-7) = - 42 (+ x - = -)
e) (-8) : (-2) = + 4 (- : - = +)
f ) (+18) : (-6) = - 3 (+ : - = -)
g) (+48) : (+2) = + 24 (+ : + = +)
h) (-14) : (-7) = + 2 (- : - = +)

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1. 1. 4 - Pot enciação de Números I nt eiros
Exemplos:
a) (+3)2 = (+3) x (+3) = + 9
b) (-2)5 = (-2) x (-2) x (-2) x (-2) x (-2) = - 32
c) (-8)0 = 1
d) (18)1 = 18

1. 1. 5 - Radiciação de Números I nt eiros
Exemplos:
a) 25 = 5 (lembr e-se que 5x5 = 25)
b) 49 = 7 (lembr e-se que 7x7 = 49)
c) 9 ÷ = (lembr e-se não exist e r aiz quadr ada de númer o int eir o negat ivo)
d) - 16 = - 4 (obser ve que nest e caso o menos est á da r aiz, sendo assim exist e r aiz r eal)
e)
3
8 ÷ = -2 (lembr e-se (-2)x(-2) x(-2)= -8 – nest e caso é r aiz cúbica e não r eal)
f )
3
8 = 2 (lembr e-se (2)x(2) x(2)= 8)

1. 1. 6 - Resolvendo Expressões Numéricas com Números I nt eiros
a) - [ - 3 + 2 - ( 4 - 5 - 6)]
= - [ - 3 + 2 - 4 + 5 + 6]
= 3 - 2 + 4 - 5 – 6
= 7 – 13
= - 6
Pr imeir o elimine os par ênt eses, como ant es
dele t inha um sinal de menos t odos os
númer os saír am com sinais t r ocados, logo
depois elimine os colchet es, como t ambém
t inha um sinal de menos t odos os númer os
saír am com os sinais t r ocados, some os
posit ivo e o negat ivos

b) { - 5 + [ - 8 + 3 x (-4 + 9) - 3] }
= { - 5 + [ - 8 + 3 x ( + 5 ) - 3] }
= { - 5 + [ - 8 + 15 - 3] }
= {- 5 - 8 + 15 - 3}
= - 5 - 8 + 15 - 3
= - 16 + 15
= - 1
Pr imeir o r esolva dent r o do par ênt eses, depois
mult iplique o r esult ado por 3, logo após
elimine os colchet es, como ant es dest e t inha
um sinal de mais, t odo os númer os saír am sem
t r ocar sinal, elimine t ambém as chaves,
obser ve que t ambém não t eve t r oca de sinais
pelo mesmo mot ivo ant er ior , j unt e posit ivo e
negat ivos.
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1.2 - FRAÇÕES
O símbolo
b
a
, signif ica a : b, sendo a e b númer os nat ur ais e b dif er ent e de zer o.
Chamamos:
b
a
de f r ação - a de numer ador e b de denominador .
Se a é múlt iplo de b, ent ão a f r ação
b
a
r epr esent a um númer o nat ur al.
Vej a o exemplo:
A f r ação
3
12
é igual a 12 : 3. Nest e caso, 12 é o numer ador e 3 é o denominador .
Ef et uando a divisão de 12 por 3, obt em-se o quocient e 4. Assim,
3
12
é um númer o nat ur al e 12 é
múlt iplo de 3.
Dur ant e muit o t empo, os númer os nat ur ais f or am os únicos conhecidos e usados pelos homens.
Depois começar am a sur gir quest ões que não poder iam ser r esolvidas com númer os nat ur ais.
Ent ão, sur giu o conceit o de númer o f r acionár io.

1. 2. 1 - O signif icado de uma f ração
Uma f r ação envolve a seguint e idéia: dividir algo em part es iguais. Dent r e essas par t es,
consider e uma ou algumas, conf or me nosso int er esse.
Exemplo:
Aline comeu
7
4
de um bolo. I sso signif ica que o bolo f oi dividido em 7 par t es iguais, Aline t er ia
comido 4 par t es:
xxxx xxxx xxxx xxxx xxxx xxxx xxxx

Na f igur a acima, as par t es pint adas ser iam as par t es comidas por Aline, e a par t e br anca é a
par t e que sobr ou do bolo.

1. 2. 2 - Como se lê uma f ração
As f r ações r ecebem nomes especiais quando os denominador es são 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e t ambém
quando os denominador es são 10, 100, 1000, ...

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½ Um meio 2/ 5 Dois quint os
1/ 3 Um t er ço 4/ 7 Quat r o sét imos
¼ Um quar t o 7/ 8 Set e oit avos
1/ 5 Um quint o 12/ 9 Doze nonos
1/ 6 Um sext o 1/ 10 Um décimo
1/ 7 Um sét imo 1/ 100 Um cent ésimo
1/ 8 Um oit avo 1/ 1000 Um milésimo
1/ 9 Um nono 5/ 1000 Cinco milésimos

1. 2. 3 - Como podem ser as f rações
Frações Próprias
5
1
,
8
5
,
90
50

Frações I mpróprias
3
5
,
10
7
,
4
10
,
Frações Mist as
1 5/ 3 , 5 2/ 3 , 1 1/ 2

1. 2. 4 - I mplif icando Frações
Quando mult iplicar ou dividir o numer ador e o denominador de uma f r ação pelo mesmo númer o,
est a não se alt er a. São encont r adas as f r ações equivalent es a f r ação dada.
Exemplos:
3/ 4 = 6/ 8 - obser ve que numer ador e denominador f or am mult iplicados por 2.
12/ 18 = 4/ 6 - obser ve que numer ador e denominador f or am divididos por 3.

1. 2. 5 - Reduzindo Frações ao Mesmo Denominador
Exemplo:
2/ 3, 5/ 4 e 7/ 2 - Bast a det er minar o m.m.c ent r e os denominador es, que nest e caso é 12.
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8/ 12, 15/ 12 e 42/ 12 - par a obt er , pega-se o m.m.c, dividi-se pelo denominador , pega-se o
r esult ado e mult iplica-se pelo numer ador .

1. 2. 6 - Adição e Subt ração de Frações
1.2.6.1 - Denominador es iguais
Par a somar f r ações com denominador es iguais, bast a somar os numer ador es e conser var o
denominador .
Par a subt r air f r ações com denominador es iguais, bast a subt r air os numer ador es e conser var o
denominador .
Exemplos:
4/ 5 + 3/ 5 = 7/ 5 8/ 15 - 7/ 15 = 1/ 15

1.2.6.2 - Denominador es dif er ent es
Par a somar f r ações com denominador es dif er ent es, deve-se r eduzir as f r ações ao menor
denominador comum (achar o mmc) e, em seguida, adicionar ou subt r air as f r ações equivalent es
às f r ações dadas. Par a obt er as f r ações equivalent es, deve-se det er minar o m.m.c ent r e os
denominador es dest as f r ações.
Exemplo:
5/ 4 + 1/ 6 = 15/ 12 + 2/ 12 = 17/ 12
Obt endo o m.m.c dos denominador es t em-se m.m.c (4,6) = 12.

1. 2. 7 - Mult iplicação e Divisão de Frações
1.2.7.1 - Mult iplicação
Na mult iplicação de númer os f r acionár ios, deve-se mult iplicar numer ador por numer ador , e
denominador por denominador .
Exemplo:
3/ 5 x 3/ 6 = 9/ 30
1.2.7.2 - Divisão
Na divisão de númer os f r acionár ios, deve-se mult iplicar a pr imeir a f r ação pelo inver so da
segunda.
Exemplo:
2/ 5 : 3/ 7 = 2/ 5 x 7/ 3 = 14/ 15

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1. 2. 8 - Pot enciação e radiciação de números f racionários
1.2.8.1 - Pot enciação
Na pot enciação, quando se eleva um númer o f r acionár io a um det er minado expoent e, est á
elevando o numer ador e o denominador a esse expoent e:
Exemplos:
9
4
3
2
3
2
3
2
2
= = |
.
|

\
|
x
64
27
4
3
4
3
4
3
4
3
3
= = |
.
|

\
|
x x 1
9
5
0
= |
.
|

\
|


1.2.8.2 - Radiciação
Na r adiciação, quando aplica-se a r aiz a um númer o f r acionár io, est á aplicando essa r aiz ao
numer ador e ao denominador :
Exemplos:
4
3
16
9
=
9
5
81
25
=
3
2
27
8
3
=

1. 2. 9 - Fração Gerat riz
Conf or me est udado, t odo númer o r acional (Conj unt o Q), r esult a da divisão de dois númer o
int eir os, a divisão pode r esult ar em um númer o int eir o ou decimal.
Convém lembr ar que se t em decimais exat o.

Exemplos: 2,45; 0,256; 12,5689; 12,5689
E t ambém decimais não exat o (dízima per iódica)
Exemplo: 2,555555.... ; 45,252525....; 0,123123123...; 456,12454545; 7,4689999....
Você deve saber , que em uma dízima per iódica a par t e decimal que r epet e, r ecebe o nome de
per íodo, a par t e que não r epet e é chamada de ant e-per íodo, a par t e não decimal é a par t e int eir a.

1. 2. 10 - Encont rando a Fração Gerat riz de uma Dízima Periódica
1.2.10.1 - Dízima per iódica simples
Deve-se adicionar a par t e decimal à par t e int eir a. Deve-se lembr ar que a par t e decimal ser á
t r ansf or mada em uma f r ação, cuj o numer ador é o per íodo da dízima e o denominador é um númer o
f or mado por t ant os noves quant os sãos os algar ismos do per íodo.
Exemplos:
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0,2222.... = 0+
9
2
9
2 0
9
2
=
+
= 0,252525.... = 0+ 0
99
25 0
99
25
=
+
= 1,444.... = 1+
9
13
9
4 9
9
4
=
+
=

1.2.10.2 - Dízima per iódica compost a
Deve-se adicionar à par t e int eir a uma f r ação cuj o numer ador é f or mado pelo ant e-per íodo,
seguindo de um per íodo, menos o ant e-per íodo, e cuj o denominador é f or mado de t ant os noves
quant os são os algar ismos do per íodo seguidos de t ant os zer os quant o são os algar ismos do ant e-
per íodo.
Exemplos:
Per íodo = 47 ( implica em dois noves) ant e-per íodo = 1 ( implica em um 0)
2,1474747.... =
495
1063
495
73 990
495
73
2
2 990
2 146
2
990
1 147
2 =
+
= + =
÷
÷
+ =
÷
+

1.3 - NÚMEROS DECI MAI S
1. 3. 1 - Fração Decimal
São f r ações em que o denominador é uma pot ência de 10.
Exemplos:
3/ 10, 3/ 1000, 3/ 10000

1. 3. 2 - Lendo número decimais
0,25 = Vint e e cinco cent ésimos
2,24 = Dois int eir os e vint e e quat r o cent ésimos
12,002 = Doze int eir os e dois milésimos
0,0002 = Dois décimos de milésimos

1. 3. 3 - Transf ormando uma f ração decimal em número decimal:

25/ 100 = 0,25 13/ 10 = 1,3 121/ 10 = 12,1
325/ 100 = 3,25 45/ 1000 = 0,045 4225/ 10 = 422,5
Obser ve: Denominador 10 um númer o depois da vír gula, denominador 100 dois númer os depois da
vír gula, denominador 1000 t r ês númer os depois da vír gula e assim por diant e.
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O cont r ár io ser ia um númer o depois da vír gula denominador 10, dois númer os depois da vír gula
denominador 100, t r ês númer os depois da vír gula denominador 1000 e assim por diant e.

1. 3. 4 – Propriedade
Um númer o decimal não se alt er a ao acr escent ar mos zer os a dir eit a do seu últ imo númer o.
Exemplos:
0,4 = 0,400 = 0,4000 = 0,40000
0,23 = 0,230 = 0,2300 = 0,23000 = 0,230000
1,2 = 1,20 = 1,200 = 1,2000, 1,20000

1. 3. 5 - Operações com números Decimais
1.3.5.1 – Adição
Na adição de númer os decimais devemos somar os númer os de mesma or dem de unidades, décimo
com décimo, cent ésimo com cent ésimo. Ant es de iniciar a adição, deve-se colocar vír gula debaixo
de vír gula.
Exemplos:
0,3 + 0,81 = 1,42 + 2,03= 7,4 + 1,23 + 3,122
7,400
0,30 1,42 1,230
+0,81 +2,43 +3,112
1,11 3,45 11,742

1.3.5.2 – Subt r ação
A subt r ação de númer os decimais é ef et uada da mesma f or ma que a adição.
Exemplos:
4,4 - 1,21= 2,21 - 1,211= 9,1 - 4,32
4,40 2,210 9,100
-1,21 -1,2 11 -4,323
3,19 0,999 4,777

1.3.5.3 – Mult iplicação
Ef et ua-se a mult iplicação nor malment e. Em seguida, cont am-se as casas decimais de cada númer o
e o pr odut o f ica com o númer o de casas decimais igual à soma das casas decimais dos f at or es.

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Exemplos:
4,21 x 2,1= 0,23 x 1,42= 0,42 x 1,2=
4,21 0,23 0,42
x 2,1 x 1,42 x 1,2
421 046 084
+ 842= +096= + 042=
8,841 023== 0,504
0,3266

1.3.5.4 - Divisão
Na divisão de númer os decimais, o dividendo e o divisor devem t er o mesmo númer o de casas
decimais. Deve-se igualá-las ant es de começar a divisão. I gualadas as casas decimais, elimine a
vír gula e af et ue a divisão nor malment e.
Exemplos:
11,7 2,34 11,70 2,34
I guala-se o númer o de casas decimais.

1170 234
-1170 5
0000

1.3.5.5 - Pot enciação
Ef et ue da mesma f or ma com os númer os nat ur ais.
Exemplos:
(0,2)² = 0,2 x 0,2 = 0,04
(1,23)
0
= 1
(1,2) ²= 1,2 x 1,2 = 1,44
(23,5)
1
= 23,5

1.4 - RAZÃO
Chama-se de r azão ent r e dois númer os r acionais a e b, com b¹ 0, ao quocient e ent r e eles. I ndica-
se a r azão de a par a b por a/ b ou a : b.
Exemplo:
Na sala da 6ª B de um colégio há 20 r apazes e 25 moças. Encont r e a r azão ent r e o númer o de
r apazes e o númer o de moças. (lembr ando que r azão é divisão)
Obser ve que, a vír gula f oi eliminada e se ef et uou a divisão.
Rest o igual a zer o divisão exat a
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5
4
5 25
5 20
=
÷
÷
(I ndica que par a cada 4 r apazes exist em 5 moças)
Volt ando ao exer cício ant er ior , encont r e a r azão ent r e o númer o de moças e r apazes.
4
5
5 20
5 25
=
÷
÷
(I ndica que par a cada 5 moças exist em 4moças)

1. 4. 1 - Lendo Razões
5
2
, lê-se, 2 est á par a 5 ou 2 par a 5
9
8
, lê-se, 8 est á par a 9 ou 8 par a 9
Obs.:Os t er mos de uma r azão são Ant ecedent e e Consequent e.

1.5 - PROPORÇÃO
Pr opor ção é uma igualdade ent r e duas r azões. Dados os númer os r acionais a, b, c e d, dif er ent es
de zer o, eles f or mam, nessa or dem uma pr opor ção quando a r azão de a par a b f or igual a r azão de
c par a d.

d
c
b
a
=

Ext r emos
a : b = c : d
Meios
Os ext r emos são 2 e 10, os meios são 5 e 4.

1. 5. 1 - Propriedade Fundament al das Proporções
Em t oda pr opor ção, o pr odut o dos meios é igual ao pr odut o dos ext r emos.
Exemplo:
4
8
3
6
= , é uma pr opor ção, pr odut o dos meios é igual ao pr odut o dos ext r emos, 6x4=3x8.

1. 5. 2 - Trabalhando com Proporção
Det er mine o valor de x nas seguint es pr opor ções:
a) 2
15
30
30 15 10 * 3 * 15
10
3
15
= ¬ = ¬ = = = ¬ = x x x x
x


Meios
Ext r emos
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1. 5. 3 - Grandezas Diret ament e e I nversament e Proporcionais
Ent ende-se por gr andeza t udo aquilo que pode ser medido, cont ado.
O volume, a massa, a super f ície, o compr iment o, a capacidade, a velocidade, o t empo, são alguns
exemplos de gr andezas.
No nosso dia-a-dia são encont r adas var ias sit uações em que duas ou mais gr andezas as
r elacionam.
Em uma cor r ida quant o maior f or a velocidade, menor ser á o t empo gast o nessa pr ova. Aqui as
gr andezas são a velocidade e o t empo.
Numa const r ução , quant o maior f or o númer o de f uncionár ios, menor ser á o t empo gast o par a que
est a f ique pr ont a. Nesse caso, as gr andezas são o númer o de f uncionár io e o t empo.

1. 5. 4 - Grandezas Diret ament e Proporcionais
Em um det er minado mês do ano, o lit r o de gasolina cust ava R$ 0,50. Tomando como base esse
dado pode-se f or mar a seguint e t abela.
Quant idade de
gasolina (em lit r os)
Quant idade a pagar
(em r eais)
1 0,50
2 1,00
3 1,50
Obser ve:
Se a quant idade de gasolina dobr a o pr eço a ser pago t ambém dobr a.
Se a quant idade de gasolina t r iplica o pr eço a ser pago t ambém t r iplica.
Nest e caso, as duas gr andezas envolvidas, quant ia a ser paga e quant idade de gasolina, são
chamadas gr andezas dir et ament e pr opor cionais.
Duas gr andezas são chamadas, dir et ament e pr opor cionais quando, dobr ando uma delas a out r a
t ambém dobr a; t r iplicando uma delas a out r a t ambém t r iplica.

1. 5. 5 - Grandezas inversament e proporcionais
Um pr of essor de mat emát ica t em 24 livr os par a dist r ibuir ent r e os seus melhor es alunos. Se ele
escolher apenas 2 alunos, cada um deles r eceber á 6 livr os. Se ele escolher 4 alunos, cada um
deles r eceber á 6 livr os. Se ele escolher 6 alunos, cada um deles r eceber á 4 livr os.

Obser ve a t abela:
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Númer o de alunos
escolhidos.
Númer os de livr os
par a cada aluno
2 12
4 6
6 4
Se o númer o de aluno dobr a, a quant idade de livr os cai pela met ade.
Se o númer o de alunos t r iplica, a quant idade de livr os cai par a a t er ça par t e.
Duas gr andezas são inver sament e pr opor cionais quando, dobr ando uma delas, a out r a se r eduz
par a a met ade; t r iplicando uma delas, a out r a se r eduz par a a t er ça par t e... e assim por diant e.
Quando duas gr andezas são inver sament e pr opor cionais, os númer os que expr essam essas
gr andezas var iam um na r azão inver sa do out r o.

1.6 - REGRA DE TRÊS
Const a na hist ór ia da mat emát ica que os gr egos e os r omanos conhecessem as pr opor ções, por ém
não chegar am a aplicá-las na r esolução de pr oblemas.
Na idade média, os ár abes r evelar am ao mundo a r egr a de t r ês. Nos século XI I I , o it aliano
Leonar do de Pisa dif undiu os pr incípios dessa r egr a em seu livr o Líber Abaci, com o nome de
Regr a de Tr ês Númer os Conhecidos.

1. 6. 1 - Regra de t rês simples
Regr a de t r ês simples é um pr ocesso pr át ico par a r esolver pr oblemas que envolvam quat r o valor es
dos quais conhecemos t r ês deles. Deve-se, por t ant o, det er minar um valor a par t ir dos t r ês j á
conhecidos. Passos ut ilizados numa r egr a de t r ês simples:
 Const r uir uma t abela, agr upando as gr andezas da mesma espécie em colunas e mant endo na
mesma linha as gr andezas de espécies dif er ent es em cor r espondência.
 I dent if icar se as gr andezas são dir et ament e ou inver sament e pr opor cionais.
 Mont ar a pr opor ção e r esolver a equação.
Exemplos:
a) Se 8m de t ecido cust am 156 r eais, qual o pr eço de 12 m do mesmo t ecido?
Tecido (m) Pr eço
8 156
12 x

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Obser ve que as gr andezas são dir et ament e pr opor cionais, aument ando o met r o do t ecido aument a
na mesma pr opor ção o pr eço a ser pago.
234
8
1876
1872 8 156 * 12 8
156
12
8
= ¬ = ¬ = ¬ = ¬ = x x x x
x

Obser ve que o exer cício f oi mont ado r espeit ando o sent ido das set as.
A quant ia a ser paga é de R$234,00.
b) Um car r o, à velocidade de 60km/ h, f az cer t o per cur so em 4 hor as. Se a velocidade do car r o
f osse de 80km/ h, em quant as hor as ser ia f eit o o mesmo per cur so?
Velocidade (Km/ h) Pr eço
60 4
80 x
Obser ve que as gr andezas são inver sament e pr opor cionais, aument ando a velocidade o t empo
diminui na r azão inver sa.
3
8
24
24 8 6 * 4 8
60
80 4
= ¬ = ¬ = ¬ = ¬ = x x x x
x

O t empo a ser gast o é 3 hor as.
Obser ve que o exer cício f oi mont ado r espeit ando os sent idos das set as.

1. 6. 2 - Regra de Três Compost a
A r egr a de t r ês compost a é ut ilizada em pr oblemas com mais de duas gr andezas, dir et a ou
inver sament e pr opor cionais.
Exemplo:
a) Em 8 hor as, 20 caminhões descar r egam 160m3 de ar eia. Em 5 hor as, quant os caminhões ser ão
necessár ios par a descar r egar 125m3?
Hor as Caminhões Volume
8 20 160
5 x 125
Aument ando o númer o de hor as de t r abalho, pode-se diminuir o númer o de caminhões. Por t ant o, a
r elação é inver sament e pr opor cional (set a par a cima na 1ª coluna).
Aument ando o volume de ar eia, deve-se aument ar o númer o de caminhões. Por t ant o, a r elação é
dir et ament e pr opor cional (set a par a baixo na 3ª coluna). Deve-se igualar a r azão que cont ém o
t er mo x com o pr odut o das out r as r azões de acor do com o sent ido das set as.

20 10 8
1000
800 20
8
5
125
160 20
x x
x
x
x
= ¬ = ¬ =
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25
8
200
200 8 = ¬ = ¬ = x x x
Ser á pr eciso de 25 caminhões.

1.7 - PORCENTAGEM
Toda f r ação de denominador 100, r epr esent a uma por cent agem, como diz o pr ópr io nome por cem.
Exemplo:
Obser ve que o símbolo % que apar ece nos exemplos acima signif ica por cent o. Se r epar ar em sua
volt a, per cebe-se que est e símbolo % apar ece com muit a f r eqüência em j or nais, r evist as,
t elevisão e anúncios de liquidação, et c.
Exemplos:
O cr esciment o no númer o de mat r ícula no ensino f undament al f oi de 24%.
A t axa de desempr ego no Br asil cr esceu 12% nest e ano.
Descont o de 25% nas compr as à vist a.
Apenas 20% da mão-de-obr a é r ealment e especializada.
Deve-se lembr ar que a por cent agem, t ambém pode ser r epr esent ada na f or ma de númer os
decimal, obser ve os exemplos:
Exemplos:
% 12
100
12
= % 5
100
5
= % 78
100
78
=
Alguns cálculos que envolvem por cent agens.
Exemplos:
01 - Uma t elevisão cust a 300 r eais. Pagando à vist a você ganha um descont o de 10%. Quant o
pagar ei se compr ar est a t elevisão à vist a?
(pr imeir o r epr esent amos na f or ma de f r ação decimal)
10% de 100
10% x 100
300 - 30 = 270
Logo, pagar ei 270 r eais.

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02 - Pedr o usou 32% de um r olo de mangueir a de 100m. Det er mine quant os met r os de mangueir a
Pedr o usou.
32% x 100 = 32
Logo, Pedr o gast ou 32 m de mangueir a.

03 - Compr ei uma mer cador ia por 2000 r eais. Por quant o devo vende-la, se quer o obt er um lucr o
de 25% sobr e o pr eço de cust o.
25% x 2000 = 5000
O pr eço de venda é o pr eço de cust o somado com o lucr o.
Ent ão, 2000 + 500 = 2500 r eais.
Logo, devo vender a mer cador ia por 2500 r eais.

04 - Compr ei um obj et o por 20 000 r eais e o vendi por 25 000 r eais. Quant os por cent o eu obt ive
de lucr o?
Lucr o: 25 000 - 20 000 = 5 000 ( pr eço de venda menos o pr eço de cust o)
(r esult ado da divisão do lucr o pelo pr eço de cust o)
Por cent agem Pr eço
100% 20 000 20000 x = 500000 => x = 500000/ 20000 => x = 25%
X 5 000

05 - O pr eço de uma casa sof r eu um aument o de 20%, passando a ser vendida por 35 000 r eais.
Qual er a o pr eço dest a casa ant es dest e aument o?
Por cent agem Pr eço
120% 35 000 120 x = 3500000 => x = 35000/ 120 => x = 29.166,67
100% x
Logo, o pr eço ant er ior er a 29 166,67


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2 - EQUAÇÕES
2.1 - EQUAÇÕES DO 1º GRAU COM UMA VARI ÁVEL
Equação é t oda sent ença mat emát ica aber t a r epr esent ada por uma igualdade, em que exist a uma
ou mais let r as que r epr esent am númer os desconhecidos.
Exemplo: X + 3 = 12 - 4

 É uma sent ença mat emát ica aber t a;
 É uma igualdade
 Por t ant o, é uma equação
Forma geral: ax = b, em que x r epr esent a a var iável (incógnit a) e a e b são númer os r acionais,
com a = 0. Dizemos que a e b são os coef icient es da equação.(ax = b, é a f or ma mais simples da
equação do 1º gr au)
Exemplos:
x - 4 = 2 + 7, (var iável x)
2m + 6 = 12 - 3 ,(var iável m)
-2r + 3 = 31, (var iável r )
5t + 3 = 2t - 1 , (var iável t )
3(b - 2) = 3 + b,(var iável b)

4 + 7 = 11, (é uma igualdade, mas não possui uma var iável, por t ant o não é uma equação do 1º gr au)
3x - 12 > 13, (possui uma var iável, mas não é uma igualdade, por t ant o não é uma equação do 1º
gr au)
Obs: Deve-se obser var duas par t es em uma equação, o 1º membr o à esquer da do sinal de igual e o
2º membr o à dir eit a do sinal de igual.

Conj unt o Universo: Conj unt o f or mado por t odos os valor es que a var iável pode assumir .
Repr esent e pela let r a U.
Conj unt o Solução: Conj unt o f or mado por valor es do conj unt o U que t or nam a sent ença
ver dadeir a. Repr esent e pela let r a S.
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Exemplo:
Dent r e os element os do conj unt o F = {0, 2, 3, 6, 8, 9}, qual deles t or na a sent ença mat emát ica
2x - 4 = 2, ver dadeir a.
2(0) - 4 = 2 Er r ado
2(2) - 4 = 2 Er r ado
2(3) - 4 = 2 Verdadeiro
2(6) - 4 = 2 Er r ado
2(8) - 4 = 2 Er r ado
2(9) - 4 = 2 Er r ado
Deve-se obser var que o conj unt o U = {0, 2, 3, 6, 8, 9}, e conj unt o S = {3}

2. 1. 1 - Raiz da equação
Um dado númer o é chamado de r aiz da equação, quando est e t or na a igualdade ver dadeir a.
Ver if icando se um dado númer o é r aiz da equação:
Exemplos:
01 - Ver if ique se o númer o 4 é r aiz da equação 9a - 4 = 8 + 6a
Equação 9a - 4 = 8 + 6a
Subst it ua a por 4 9(4) - 4 = 8 + 6(4) 36 - 4 = 8 + 24 32 = 32
Ent ão, o númer o 4 é r aiz da equação ou sej a conj unt o solução.
02 - Ver if ique se o númer o - 3 é r aiz da equação 2x - 3 = 3x + 2.
Vamos subst it uir x por – 3 2(-3) - 3 = 3(-3) + 2 - 6 - 3 = - 9 + 2 - 9 = - 7 , sent ença f alsa - 9
é dif er ent e de -7 (- 9 - 7).
Ent ão - 3 não é r aiz da equação ou sej a não é conj unt o solução da equação.
Obser ve que em t odas as equações apr esent adas a r aiz ou o conj unt o solução é o mesmo. Por esse
mot ivo, são chamadas equações equivalent es.

2. 1. 2 - Resolvendo Equações do 1º grau
Resolver uma equação do 1º gr au em um det er minado conj unt o univer so signif ica det er minar a
r aiz ou conj unt o solução dessa equação, caso exist a solução.
Exemplo:
5a + 11 = - 4
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5a = - 11 - 4
a = - 15/ 5
a = - 3
S = {-3}
OBS: Se você pr est ou at enção na r esolução, deve t er obser vado que o númer o que est ava em um
membr o com det er minado sinal apar ece no out r o membr o com sinal dif er ent e, e quem est ava
mult iplicando apar ece no out r o membr o dividindo. No pr ocesso pr át ico é f eit o assim.

2. 1. 3 - Resolvendo equações pelo mét odo prát ico
Exemplos:
1) Resolva as seguint es equações do 1º gr au com uma var iável sendo U=Q
a) Y + 5 = 8
Y = 8 – 5
y = 3
S = {3}

b) 13x – 16 = - 3x
13x + 3x = 16
16x = 16
x = 1
S = {1}

c) 3(x-2) – (1-x) = 13
3x – 6 – 1 + x = 13
3x + x = 13 + 6 + 1
4x = 20
x = 5
S = {5}


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d) t / 4 – 7/ 10 = 2t / 5 – 1 ( t ir e o mmc)
5t – 14/ 20 = 8t – 20/ 20
5t – 14/ 20 = 8t – 20/ 20 ( cancele os denominador es)
5t – 14 = 8t – 20
5t – 8t = -20 + 14
-3t = -6 (x1)
3t = 6
t = 6/ 3
t = 2
S = {2}

e) 5x – 7 = 5x – 5
5x – 5x = -5 + 7
0x = 2
x = 2/ 0
x = 0  Não exist e divisão por zer o, ent ão f ala-se que, a equação é impossível em Q,
ent ão S = { } (vazio).

f ) 5x – 4 = -4 + 5x
5x – 5x = -4 + 4
0x = 0  Fala-se que est a equação é indet er minada ( inf init as soluções)

2. 1. 4 - Resolvendo Problemas do 1º grau
Ant es de iniciar a r esolução de um pr oblema usando as equações, deve-se det er minar a equação
que o r esolve.
1º . I dent if ique uma incógnit a do pr oblema que ser á r epr esent ada por uma let r a (x, y, m...);
2º . Escr eva a equação do pr oblema;
3º . Resolva a equação;
4º . Ver if ique se o r esult ado encont r ado at ende ao pr oblema;

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Exemplos:
a) Um númer o: x ( a let r a x é a incógnit a ou o t er mo desconhecido);
b) O t r iplo de um númer o: 3x
c) O dobr o de um númer o acr escido de 4: 2x+4
d) Um númer o somado com seu dobr o é igual a 10: x+2x=10
e) A met ade de um númer o: x/ 2
f ) Um númer o somando a sua t er ça par t e: x+x/ 3

Exemplos:
a) Um númer o somado com o seu dobr o é igual a quinze. Det er mine est e númer o.
x+2x=15
3x=15
x=5
O númer o pr ocur ado é 5.

b) Em um t er r eir o há galinhas e coelhos, num t ot al de 13 animais e 46 pés. Quant as galinhas e
quant os coelhos há nesse t er r eir o?
Coelho = x
Galinhas= 13 – x ( t ot al de animais menos o númer o de coelhos)
Logo, 4x + 2(13-x)=46 ( númer o de pés de coelho vezes o númer o de coelhos + númer o de pés de
galinhas vezes o númer o de galinha é igual ao t ot al de pés).
4x + 2(13 - x)=46
4x + 26 – 2x = 46
4x – 2x = 46 – 26
2x = 20
x = 10
Númer o de coelhos = 10
Númer o de galinhas = 13 – 10 = 3


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2.2 - EQUAÇÕES DO 2º GRAU
De f or ma ger al, chama-se equação do 2º gr au com um var iável t oda equação que pode ser escr it a
na f or ma, ax² + bx + c = 0, em que x é a var iável e a, b, c são os coef icient es da equação do 2º
gr au.
 A r epr esent a o coef ient e de x²;
 B r epr esent a o coef icinet e de x;
 C r epr esent a o t er mo independent e.
Exemplos de equações do 2º gr au:
5x² - 3x + 3 = 0  onde: a =5; b = -3 e c = 2
x² + 6x + 9 = 0  onde: a = 1; b = 6 e c = 9
-3x² + 7x + 1 = 0  onde: a = -3; b = 7 e c = 1
-x² + 5x – 6 = 0  onde: a = -1; b = 5 e c = -6
3x² - 5 = 0  onde: a = 3; b = 0 e c = -5
x² + 4x = 0  onde: a = 1; b = 4 e c = 0

2. 2. 1 - Equações do 2º grau complet as e incomplet as
Complet as: ax² + bx + c = 0
Quando possui os coef icient es a, b e c.
Exemplos:
x² - 4x – 12 = 0  onde: a = 1; b = -4 e c = -12
-x² + 11x – 18 = 0, onde: a = -1, b = 11 e c = -18
I ncomplet as: ax
2
+ bx = 0, ax
2
+ c = 0 ou ax² = 0
Quando b ou c é igual a zer o, ou ambos iguais a zer o.
Exemplos:
3x – 4a = 0, onde: a = 3, b = - 4 e c = 0
2x
2
+ 5 = 0, onde: a = 2, b = 0 e c = 5
3x
2
= 0, onde: a = 3, b = 0 e c = 0

2. 2. 2 - Raízes de uma equação do 2º grau
Fala-se que um númer o é r aiz da equação, quando est e t or na a sent ença mat emát ica ver dadeir a.
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Exemplos:
1. Ver if ique se o númer o 9 é r aiz da equação x
2
– 11x + 18 = 0.
x
2
– 11x + 18 = 0
(9)
2
– 11(9) + 18 = 0 (subst it ua a var iável x por 9)
81 – 99 + 18 = 0
0 = 0 (sim, 9 é r aiz da equação, obser ve que os dois membr os são iguais)
2. Ver if ique se 3 é r aiz da equação 2x
2
+ 5x – 3 = 0.
2x
2
+ 5x – 3 = 0
2(3)
2
+ 5(3) – 3 = 0 (subst it ua a var iável x por 3)
2(9) + 15 – 3 = 0
18 + 15 – 3 = 0
30 = 0 (não, 3 não é r aiz da equação, obser ve que os dois membr os são def er ent es)

2. 2. 3 - Resolvendo Equações do 2º Grau
2.2.3.1 - Equações I ncomplet as
ax
2
– bx = 0, (c = 0)
a) x
2
– 4x = 0
x(x – 4) = 0 (obser ve: x f oi colocado em evidência)
x = 0
x – 4 = 0
x = 4
S = {0;4}
b) -2x
2
– 8x = 0
x(-2x – 8) = 0 (obser ve: x f oi colocado em evidência)
x = 0
-2x = 8 (-1)
2x = - 8
x = - 4
S = {0;-4}
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Educação Prof issional 27
Conclusão: Nest e t ipo de equação sempr e umas das r aízes vai ser igual a zer o.
ax
2
+ c = 0, (b = 0)
a) x
2
– 16 = 0
x² =16 (dois númer os que elevado ao quadr ado dê dezesseis, -4 e +4).
16 ± = x
x=±4
S = {- 4; 4}

b) -2x
2
+ 8 = 0
-2x
2
= - 8(-1)
2x
2
= 8
x
2
= 8/ 2
X
2
= 4
4 ± = x
x = ± 2
S = {- 2; + 2}
Conclusão: Nest e t ipo de equação sempr e as r aízes vão ser opost as.

ax
2
= 0, (b = 0, c = 0)
5x
2
= 0
X
2
= 0/ 5
X
2
= 0
x = 0 (zer o é nulo)
S = { 0 }
Conclusão: Nest e t ipo de equação sempr e a r aiz vai ser igual a zer o.

2.2.3.2 - Equações Complet as
ax
2
+ bx + c = 0 ->Use a f ór mula de Báskar a.
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a
b
x
2
A ± ÷
=
= A lê-se Delt a
ac b 4
2
÷ = A
, A é o discr iminant e da equação
Obser ve, que a, b e c são os coef icient es da equação do 2º gr au.

Resolução
Exemplos:
x
2
– 8x + 12 = 0 -> a = 1, b = - 8 e c = 12
ac b 4
2
÷ = A ( pr imeir o vamos calcular o valor de delt a)
) 12 )( 1 ( 4 ) 8 (
2
÷ = A (subst it ua a por 1, b por -8 e c por 12)
A= 64-48
A= 16 (delt a posit ivo)
a
b
x
2
A ± ÷
= (f ór mula de Baskar a)
a
b
x
2
A ± ÷
= (subst it ua b por –8, delt a por 16 e a por 1.
2
4 8
÷
±
= x

6
2
12
2
4 8
' ÷ =
÷
=
÷
+
= x

2
2
4
2
4 8
' ' ÷ =
÷
=
÷
÷
= x

{ } 2 ; 6 ÷ ÷ = S

x
2
– 12x + 36 = 0 ->a = 1, b = - 12 e c = 36
ac b 4
2
÷ = A

( ) ( )( ) 36 1 4 12
2
÷ ÷ = A

144 144 ÷ = A
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0 = A (Delt a igual a 0)

a
b
x
2
A ± ÷
=

( )
( ) 1 2
0 12 ± ÷ ÷
= x

2
0 12 ±
= x

6
2
12
2
0 12
' = =
+
= x

6
2
12
2
0 12
' ' = =
÷
= x

{} 6 = S


2x
2
– 4x + 3 = 0 -> a = 2, b = - 4 e c = 3
ac b 4
2
÷ = A

( ) ( )( ) 3 2 4 4
2
÷ ÷ = A

24 16 ÷ = A

8 ÷ = A (delt a negat ivo)
S = { }, não exist e r aiz de númer o r eal negat ivo

I mport ant e:
 > 0 (Posit ivo) -> A equação possui duas r aízes r eais e dif er ent es. (x’ = x”)
 < 0 (Negat ivo) -> A equação não possui r aízes r eais.
 = 0 -> A equação possui duas r aízes r eais e iguais. (x’ = x”)
Problemas Envolvendo o Discriminant e (Delt a)
Exemplo:
Det er mine o valor de m na equação 2x
2
+ 3x + m, par a que as r aízes sej am r eais e iguais.
 = 0 -> (Raízes r eais e iguais) -> a = 2, b = 3 e c = m
ac b 4
2
÷ = A

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0 4
2
= ÷ ac b

( ) ( )( ) 0 2 4 3
2
= ÷ m

0 8 9 = ÷ m

( ) 1 9 8 ÷ ÷ = ÷ m

9 8 = m

8
9
= m
(Est a equação só vai possuir r aízes r eais e iguais quando m = 9/ 8)

Det er mine o valor de m na equação 2x
2
- 4x + 5r , par a que as r aízes sej am r eais e dif er ent es.
 > 0 - > a = 2, b = - 4 e c = 5r
ac b 4
2
÷ = A

ac b 4
2
÷ >0

( ) ( )( ) r 5 2 4 4
2
÷ ÷ >0

0 40 16 > ÷ r

) 1 ( 16 40 ÷ ÷ > ÷ r

16 40 < r


8 : 40
8 : 16
< r

5
2
< r
(Est a equação só vai possuir r aízes r eais e dif er ent es quando r <2/ 5)
Det er mine o valor de k na equação -3x
2
+ 5x – 2k, par a que não exist a r aízes r eais.
 < 0 -> a = - 3, b = 5 e c = -2k
ac b 4
2
÷ = A

0 4
2
< ÷ ac b

( ) ( )( ) 0 2 3 4 5
2
< ÷ ÷ ÷ k

0 24 25 < ÷ k

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( ) 1 25 24 ÷ ÷ < ÷ k

25 24 > k

24
25
> k

Soma e Produt o das Raízes da Equação do 2º Grau
É possível calcular a soma ou pr odut o das r aízes da equação do 2º gr au sem pr ecisar r esolver a
equação. Gr aças as r elações de Gir ar d.
Soma das raízes
a
b
x x
÷
= + " ' ou
a
b
S
÷
=
Produt o das raízes
a
c
x x = " '. ou
a
c
P =

Exemplos:
Calcule a soma e o pr odut o das r aízes equações do 2º gr au.
x
2
+ 7x + 12 = 0 ->a = 1, b = 7 e c = 12
( )
7
1
7
÷ = ¬
÷
= ¬
÷
= S S
a
b
S

12
1
12
= ¬ = ¬ = P P
a
c
P

Det er mine o valor de pm na equação 4x
2
– (m – 2)x + 3 = 0 par a que a soma das r aízes sej a 3/ 4.
a
b
S
÷
=

( ) | | | |
=
÷
¬ =
+ ÷ ÷
¬ =
÷ ÷ ÷
¬ =
÷
¬ =
4
2
4
3
4
2
4
3
4
2
4
3
4
3 m m m
a
b
S

( ) ( ) 8 12 4 12 8 4 3 . 4 2 4 + = ¬ = ÷ ¬ = ÷ m m m

5
4
20
20 4 = ¬ = ¬ = ¬ m m m


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Educação Prof issional 32
2.3 - EQUAÇÕES BI QUADRADAS
Você j á est udou ao longo de sua vida escolar as equações de 1º gr au, as equações de 2º gr au,
agor a chegou a hor a de apr ender as equações biquadr adas (Bi = duas vezes)
É def inido como equações biquadr adas as equações escr it as na seguint e f or ma:
ax
4
+ bx
2
+ c = 0
a, b e c são chamados coef icient e numér icos.
a per t ence a R* Ou sej a a é um númer o dif er ent e de zer o.
b per t ence a R e c per t ence a R, Ou sej a "b" e "c" podem ser
qualquer númer o r eal.

Exemplos:
x
4
- 2x
2
+ 6 = 0 9x
4
- 42x
2
= 0
3x
4
- x
2
+ 8 = 0 -x
4
+ 6 = 0
-7x
4
- 5x
2
+ 8 = 0 -2x
4
- x
2
+ 8 = 0

Obs: Not e que nos exemplos t emos equações biquadr adas complet as (quando possui t odos os
coef icient es numér icos) e incomplet as (quando f alt a um dos coef icient es numér icos b ou c,
lembr ando que o coef icient e “a” exist ir á sempr e).

2. 3. 1 - Resolvendo equações biquadradas
Resolva a equação x
4
- 10x
2
+ 9 = 0, obser vando que se t r at a de uma equação biquadr ada x
4
=
(x
2
)
2
, que est á elevado ao quadr ado duas vezes (biquadr ada).
Escr eva a equação x
4
- 10x
2
+ 9 = 0, da seguint e f or ma (x
2
)
2
- 10x
2
+ 9 = 0 obser ve que t emos
x
2
duas vezes, vamos subst it uí-lo por y ou qualquer let r a, sendo assim a nova equação ser á y
2
-10y
+ 9 = 0.

0 9 10
2
= + ÷ y y

, 1 = a e b 10 ÷ = 9 = c

ac b 4
2
÷ = A

( ) ( )( ) 64 36 100 9 1 4 10
2
= A ¬ ÷ = A ¬ ÷ ÷ = A

a
b
y
2
A ± ÷
=

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( )
( ) 2
8 10
1 2
64 10 ±
= ¬
± ÷ ÷
= y y

9
2
18
2
8 10
1 = =
+
= y

2
2
2
2
8 10
1 = =
÷
= y

Lembr e-se que x² =y logo:

3 9 9
2
± = ¬ ± = ¬ = x x x

1 1 1
2
± = ¬ ± = ¬ = x x x

{ } 3 ; 1 ; 1 ; 3 ÷ ÷ = S

2.4 - SI STEMAS DO 1º GRAU

Af ir ma-se que duas equações do 1º gr au, f or mam um sist ema quando possuem uma solução comum
(mesma solução).
Nesse caso as duas equações t em o mesmo conj unt o univer so.

2. 4. 1 - Resolvendo sist emas do 1º grau
1º ) Mét odo da adição:
Esse mét odo consist e em adicionar as duas equações membr o a membr o, obser vando que nest a
oper ação dever e eliminar uma var iável.
Exemplo 1:


1º some as duas equações membr o a membr o:
Logo:
2x = 14
x = 14/ 2
x = 7

Volt e na 1ª ou 2ª equação:
14 0 2
) ª 2 ( 5
) ª 1 ( 9
= +
¹
´
¦
= ÷
= +
y x
y x
y x
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1ª equação:
x + y = 9
2 + y = 9
y = 9 – 2
y = 7
S = {(2;7)}

Obs: no conj unt o solução de um sist ema, deve colocar o par de númer os dent r o de um par ênt ese
por ser um par or denado, pr imeir o x depois y.
Exemplo 2:
¹
´
¦
= ÷
= ÷
11 3 7
5 3 4
y x
y x

Obser ve que na f or ma em que se encont r am as equações. Se adicionar mos não eliminar emos
nenhuma das var iáveis. Mult iplique a 1ª ou 2ª equação por (-1), par a que os coef icient es de y
f iquem opost os –3 e +3.
6 0 3
11 3 7
5 3 4
11 3 7
) 1 ( 5 3 4
= ÷
¹
´
¦
= ÷
÷ = + ÷
¬
¹
´
¦
= ÷
÷ = ÷
y x
y x
y x
y x
y x

Volt ando na 1ª equação subst it ua x por 2.
3x = 6
x = 6/ 3
x = 2
s = {(2;1)}

2.5 - SI STEMAS DO 2º GRAU
Vej a os seguint es sist emas de equações, com var iáveis x e y.
¹
´
¦
=
= +
6
5
xy
y x
e
¹
´
¦
= +
= ÷
2
4
2 2
y x
y x


Not e que, em cada sist ema t emos uma equação do 2º gr au e uma equação do 1º gr au. Est es são
chamados sist emas do 2º gr au.
2. 5. 1 - Resolvendo sist emas do 2º grau
Resolva pelo mét odo da subst it uição.
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¹
´
¦
=
= +
) ª 2 ( 6
) ª 1 ( 5
xy
y x


I solando a var iável x na 1ª equação.

x + y = 5
x = 5 – y
Subst it ua o valor de x na 2ª equação.
xy = 6
Y (5 - y) = 6
5y - y
2
= 6
- y
2
+ 5y - 6 = 0
Resolvendo a equação do 2º gr au.
0 6 5
2
= ÷ + ÷ y y

( ) ( )( ) 6 1 4 5
2
÷ ÷ ÷ = A logo 24 25 ÷ = A logo 1 = A

2
1 5
÷
± ÷
= y logo
2
6
'
÷
÷
= y logo y’=3

2
4
"
÷
÷
= y logo y”=2

Volt ando na 1ª equação.
x = 5 – y
x" = 5 - 3
x" = 2
x' = 5 - 2
x' = 3
S = {(3;2),(2;3)
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3 - GEOMETRI A
O nome Geomet r ia, em gr ego, signif ica medida da t er r a (geo = t er r a e met r ia = medida). No
ant igo Egit o, a geomet r ia er a amplament e ut ilizada. Os agr imensor es usava-na par a medir
t er r enos, enquant o os const r ut or es r ecor r iam a ela par a f azer edif icações. As f amosas pir âmides
const r uídas pr óximas ao r io Nilo, é um ót imo exemplo disso.
Os Egípicios ganhar am t ant a f ama que os mat emát icos gr egos iam const ant ement e ao Egit o em
busca de novas aplicações na geomet r ia.
Por volt a de 600 a.C. os mat emát icos gr egos começam a sist emat izar os conheciment os
geomét r ico que f or am adquir indo, f azendo com que o Geomet r ia deixasse de ser pur ament e
exper iment al.
Esse t r abalho de or ganização lógica dos conheciment os f oi f eit o, pr incipalment e, pelo mat emát ico
gr ego Euclides, por volt a de 300 a.C., e r euniu uma obr a de 13 volumes, chamada os Element os.
Toda a geomet r ia que est uda-se hoj e é pr at icament e a mesma daquela época.

3.1 - PONTO, RETA E PLANO
Pont o, r et a e plano não são def inidos, apenas se t em a idéia int uit iva de pont o (olhando uma
est r ela no céu, localizando uma cidade no mapa, et c.), de r et a (obser vando as linhas do campo de
f ut ebol, de uma quadr a de f ut sal, os f ios da r ede elét r ica bem est icado, et c.), de plano
(obser vando o piso de sua casa, o campo de f ut ebol, a super f ície de uma psicina, et c.).
Obser vando bem a nossa volt a, vamos nos depar ar com est es a t odo moment o.
Pont o O pont o não possui dimensões, é r epr esent ado por uma let r a maiúscula do alf abet o lat ino.

Pont o A

Pont o B

Pont o H

Ret a A r et a é imaginada sem espessur a, não t em começo e nem f im, sendo r epr esent ada por
uma let r a minúscula do alf abet o lat ino, quando desenha-se uma r et a no cader no ou quadr o, est a
r epr esent ado par t e da r et a.
Exemplos:

Os pont os F, H, A e D per t encem a r et a r
Plano O plano é imaginado como um conj unt o inf init o de pont os. Plano é imaginado sem limit es
em t odas as dir eções, como acont ece com a r et a é impossível r epr esent ar o plano no papel ou no
quadr o. Por isso, r epr esent a-se par t e dest e. O plano é r epr esent ado por uma let r a do alf abet o
gr ego. Como alf a (a), bet a (b) e gama (g).


r
F H A D
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Exemplos:
Plano alf a
Obser ve:

Deve-se lembr ar que, usa-se per t ence e não per t ence par a r elacionar element o e conj unt o, est á
cont ido e não est á cont ido par a r elacionar conj unt o com conj unt o. Vale lembr ar que, pont o e
element o, r et a e plano são conj unt os.

3.2 - SEGMENTO DE RETA
Dados dois pont os dist int os (dif er ent es), a r eunião do conj unt o desses dois pont os com o
conj unt o dos pont os que est ão ent r e eles é um seguiment o de r et a.
Exemplo:


TR é um segment o de r et a sendo T e R suas ext r emidades.
Repr esent amos assim: TR

3.3 - SEMI -RETA
Em geomet r ia, a r et a é consider ada um conj unt o de pont os. Consider e um pont o O que per t ence a
uma r et a r. Af ir mar que esse pont o O separ a a r et a em dois conj unt os de pont os. Cada um desses
conj unt os de pont os é denominado semi-r et a. O pont o O é chamado or igem das semi-r et as.
Exemplo:


T
R
m
A O B
A r et a r e o pont o P per t encem ao plano alf a, por
est ar dent r o dele.
A r et a m e o pont o E não per t encem ao plano alf a,
por est ar f or a dele.
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OA Semi-r et a de or igem O passando pelo pont o A.
OB Semi-r et a de or igem O passando pelo pont o B.

3.4 – TRI ÂNGULOS
Chama-se de t r iângulos t odo polígono que possui t r ês lados.
Exemplo:


3. 4. 1 - Classif icando os t riângulos quant o aos lados
Triângulo isósceles: Possui dois lados congr uent es (iguais) e o t er ceir o lado dif er ent e.


AB igual a AC


Triângulo eqüilát ero: Possui os t r ês lados congr uent es (iguais).

Os lados BC AB, e AC são iguais.


Triângulo escaleno: Possui o t r ês lado com medidas dif er ent es.

Os lados BC AB, e AC são dif er ent es.


CD BC AB , , são os lados do t r iângulo.
a, b, e c são os ângulos int er nos do t r iângulo.
A, B e C são os vér t ices do t r iângulo.

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3. 4. 2 - Classif icando os t riângulos quant o aos ângulos
Triângulo ret ângulo: Possui um ângulo r et o (ângulo de 90º )

Obser ve que o ângulo A mede 90°.


Triângulo acut ângulo: Possui t r ês ângulos agudos (ângulos menor es que 90°)

Obser ve que as medidas dos ângulos A, B e C são menor es que 90°.


Triângulo obt usângulo: Possui um ângulo obt uso (ângulos maior es que 90º )


Obser ve que o ângulo A é maior que 90°.



3.5 - TEOREMA DE TALES
Feixe de ret as paralelas:
Quando se t êm mais de duas r et as par alelas em um mesmo plano, denomina-se f eixe de r et as
par alelas.





h / / m / / r
Feixe de r et as par alelas
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Educação Prof issional 40
Um f eixe de ret as paralelas det erminam sobre duas t ransversais segment os proporcionais.
Obser ve:
Pelo Teor ema t emos:
LO
PL
DV
AD
=
Lemos: AD est á par a DV assim como PL est á par a LO.

Pode-se f alar t ambém que:
EF
EH
AB
AC
PH
EH
BC
AC
FH
BC
EF
AB
= = = ; ;

Exemplos:
Det er mine os valor es desconhecidos dos segment os abaixo.
FH
EF
BC
AB
= logo
4
10
6
=
x
logo 60 4 = x logo
4
60
= x logo 15 = x
FH
EF
BC
AB
= logo
2 4
5
÷
=
x
x
logo ) 2 ( 5 4 ÷ = x x logo 10 5 4 ÷ = x x logo x 4 - 5x = -10
Logo ) 1 ( 10 ÷ = ÷ x logo 10 = x



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Educação Prof issional 41
3.6 - TI POS DE RETAS
Ret as paralelas: Duas r et as são par alelas quando est ão em um mesmo plano e não t em pont o em
comum.
Exemplo:
As r et as r e m são par alelas r / / m (/ / par alelas )
As r et as s e b não são par alelas.
Obser ve que elas vão se encont r ar .

Ret as concorrent es: Duas r et as são concor r ent es quando possui um único pont o em comum.
Exemplo:

As r et as f e p encont r am em um único pont o (A).


Ret as perpendiculares: Duas r et as são per pendicular es se, e soment e se, são concor r ent es e
f or mam ângulos de 90º .
Exemplo:
A r et a m é per pendicular a r et a p.
m ± p
± (per pendicular )

Ret as oblíquas: Duas r et as são oblíquas, quando são concor r ent es e não são per pendicular es.
Exemplo:

As r et as r e f são oblíquoas.





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3.7 - FI GURAS GEOMÉTRI CA
Figura geomét rica plana: Uma f igur a é geomét r ica plana se t odos os seus pont os per t encem a um
mesmo plano.
Exemplos:

Obser ve que t odos os pont os dest a f igur a per t encem a
um só plano.

Figura geomét rica não plana: Se nem t odos os seus pont os per t encem a um mesmo plano. A
maior ia dos obj et os que nos cer cam não são planas.

A f igur a ao lado não per t ence a um só plano.


3.8 - POLÍ GONOS
Poli (Vár ios ), gono (ângulos) , f igur a geomét r ica plana de vár ios ângulos.
Polígono é a r eunião de uma linha poligonal simples f or mada apenas por segment os de r et a com a
sua r egião int er na.
Exemplos:
Quadr ilát er o (4 lados) Tr iângulo (3 lados) Hexógono (6 lados)
3. 8. 1 - Tipos de polígonos
Convexos:
Exemplos:
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Não convexos:
Exemplos:

3. 8. 2 - Part es de um Polígono

DA CD BC AB , , , são lados.



3. 8. 3 - Classif icação dos Polígonos
Os polígonos são classif icados de acor do com o númer o de lados, deve-se obser var que em
qualquer polígono o númer o de lados é igual ao númer o de ângulos e igual ao númer o de vér t ice.

NÚMERO
DE LADOS
NOME
3 Lados Tr iângulo
4 Lados Quadr ilát er o
5 Lados Pent ágono
6 Lados Hexágono
7 Lados Hept ágono
8 Lados Oct ógono
9 Lados Eneágono
10 Lados Decágono
11 Lados Undecágono
12 Lados Dodecágono
15 Lados Pent adecágono
20 Lados I coságono


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4 - MEDI DAS
4.1 - MEDI NDO COMPRI MENTO
Deve-se saber que a unidade f undament al par a medir compr iment o é o met ro, que é r epr esent ada
pela let r a m.
A palavr a met r o vem do gr ego, met ron, que signif ica o que se mede.
Est a medida f oi adot ada como padr ão.

4.2 - MÚLTI PLOS E SUBMÚLTI PLOS DO METRO
Múlt iplos Unidade
principal
Submúlt iplos
qui lomet r o hect ômet r o decâmet r o met r o decímet r o cent ímet r o mi límet r o
km hm dam m dm cm mm
1.000m 100m 10m 1m 0,1m 0,01m 0,001m
Obser ve que cada unidade de compr iment o é dez vezes maior que a unidade imediat ament e
inf er ior .
At enção: Deve-se obser var que exist em out r as unidades de medidas, bast ant e usadas.
Polegada, que equivale a 25,4 mm.
J ar da, que equivale a 91,44 cm.
Milha, que equivale a 1069 m.
Légua, que equivale a 5555 m.
Pé, que equivale a 30,44 cm.
Lendo Medidas de Compriment o deve-se obser var que a leit ur a das medidas de compr iment o é
f eit a de f or ma semelhant e a leit ur a dos númer os decimais.
Exemplos:
2, 23 m = dois met r os e vint e e t r ês cent ímet r os ou t r ês vír gula vint e e t r ês met r os.
12, 45 dm = doze decímet r o e quar ent a e cinco cent ímet r o ou doze vír gula quar ent a e cinco
decímet r o.
0, 23 km = zer o quilômet r o e vint e e t r ês decâmet r o ou zer o vír gula vint e e t r ês quilômet r o.
13, 47 m = t r eze met r os e quar ent a e set e cent ímet r o ou t r eze vír gula quar ent a e set e met r os.

4.3 - TRANSFORMANDO UNI DADES
Ao t r abalhar , com o mét odo de andar com a vír gula, o númer o de casas necessár ias par a chegar
na unidade desej ada.
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Exemplos:
2, 3 m para cm = 230,0 ou 230 cm (par a chegar at é o cent ímet r o desloca-se a vír gula duas casas
par a a dir eit a) ·
12, 47 m para dm = 124,7 dm (par a chegar at é o decímet r o desloca-se a vír gula uma casa par a
dir eit a)
3 m para mm = 3000,0 ou 3000 mm (par a chegar at é o milímet r o desloca-se a vír gula t r ês casas
par a a dir eit a)
4, 23 km para m = 4230,0 ou 4230 m (par a chegar at é o met r o desloca-se a vír gula t r ês casas
par a a dir eit a)
300 cm para m = 3,00 ou 3 m (par a chegar at é o met r o desloca-se a vir gula duas casas par a a
esquer da)
123, 4 mm para m = 0,1234 m (par a chegar at é o met r o desloca-se a vír gula t r ês casas par a a
esquer da)
14 m para km = 0,014 km (par a chegar at é o quilômet r o desloca-se a vír gula t r ês casas par a a
esquer da, como f alt ou númer o complet a-se com zer o) .

5 - PERÍ METRO
Per ímet r o é cont or no de um polígono, ou sej a é a soma das medidas dos lados de um polígono
medida na mesma unidade.
Exemplos:
Calcule o per ímet r o das seguint es f igur as.
a)

b)

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c)

Paulo desej a cer car seu t er r eno de f or ma r et angular com 5 volt as de ar ame f ar pado. Calcule a
quant idade de ar ame a ser gast o, sabendo que o t er r eno possui 26 m de compr iment o por 20 m de
lar gur a.

5.1 - MEDI NDO SUPERFÍ CI ES
Assim como se mede compr iment o, t ambém se mede super f ícies planas. Quando se f ala em medir
uma super f ície plana, t em-se que compar á-la com out r a t omada como unidade padr ão e ver if ica-se
quant as vezes essa unidade de medida cabe na super f ície que se quer medir .

5.2 - UNI DADE DE MEDI DA DE SUPERFÍ CI E
Deve-se saber que a unidade f undament al usada par a medir super f ície é o met r o quadr ado(m² ),
que cor r esponde a ár ea de um quadr ado que possui os lados medindo 1 m cada um.


Est e quadr ado possui 1m de cada lado logo possui um met r o
quadr ado.



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5.3 - QUADRO DE UNI DADES USADAS PARA MEDI R SUPERFÍ CI ES
Múlt iplos Unidade
f undament al
Submúlt iplos
km² hm² dam² m² dm² cm² mm²
1.000.000m² 10.000m² 100m² 1m² 0,01m² 0,0001m² 0,000001m²
Obser ve que cada unidade é 100 vezes maior que a unidade imediat ament e ant er ior .

5.4 - LENDO UNI DADES DE ÁREA
4,35 cm
2
= Quat r o cent ímet r os quadr ados e t r int a e cinco milímet r os quadr ados ou quat r o vír gula
t r int a e cinco cent ímet r os quadr ados.
12,12 m
2
= Doze met r os quadr ados e doze decímet r os quadr ados ou doze vír gula doze met r os
quadr ados.

5.5 - TRANSFORMANDO UNI DADES
2,234 m
2
par a dm
2
= 223,4 dm
2
(Obser ve que a vír gula deslocou par a dir eit a 2 casas)
4,4567 dm
2
par a cm
2
= 445,67 cm
2
(Obser ve que a vír gula deslocou par a dir eit a 2 casas)
4567,5 dm
2
par a dam
2
= 0,45675 m
2
(Obser ve que a vír gula deslocou par a esquer da 4 casas)
45 cm
2
par a m
2
= 0,0045 m
2
(Obser ve que a vír gula deslocou par a esquer da 4 casas como não
t ínhamos mais númer os complet amos com zer os)

5.6 – ÁREAS DAS PRI NCI PAI S FI GURAS PLANAS
5. 6. 1 – Área do quadrado



5. 6. 2 – Área do ret ângulo
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5. 6. 3 – Área do t riângulo

5. 6. 4 – Área do paralelogramo

5. 6. 5 – Área do t rapézio





5. 6. 6 – Área do losango



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5. 6. 7 – Área do círculo



EXERCÍ CI OS RESOLVI DOS
1) Tr ansf or me:
a) 1,02 hm² em dam²
b) 0,05 m² em cm²
c) 1,36 mm² em cm²
d) 4,1 dm² em dam²
Solução:
No sist ema mét r ico decimal, as medidas de super f ícies apr esent am a seguint e escala:
km² hm² dam² m² dm² cm² mm²
a) 1,02 hm² = 102 dam²
b) 0,05 m² = 500 cm²
c) 1,36 mm² = 0,0136 cm²
d) 4,1 dm² = 0,00041 dam²
2) Calcular a ár ea de um quadr ado, sabendo-se que seu per ímet r o é 8 cm.
Solução:
ì 4 = P
cm 2
4
8
4 8 = = ¬ = ì ì ì
2
ì = A
2
2 = A
2
4cm A =
3) Calcule as dimensões de um r et ângulo, sabendo-se que a medida da base é o dobr o da alt ur a e a
sua ár ea é de 16cm² .
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Solução:
= A b . h
cm h h h h h h 2 2 8
2
16
2 16 . 2 16
2 2 2
= ¬ = ¬ = ¬ = ¬ =
cm b b h b 2 4 2 2 . 2 2 = ¬ = ¬ =

R: As dimensões do r et ângulo são: base cm 2 4 e a alt ur a cm 2 2 .

4) Calcular a ár ea de um cír culo, que t em 6 cm de diâmet r o.
Solução:

2
2
2
9
3 .
3
2
6
2 6
2
cm A
A
r A
cm r r r
r d



=
=
=
= ¬ = ¬ =
=


5.7 - CALCULANDO ÁREAS
Exemplos:
01) Calcule a ár ea de um t er r eno quadr ado de 25 m de lado.
A = l
2
=> A = 25
2
=> A = 625 m
2

02) Calcule a ár ea de um campo de f ut ebol cuj as dimensões são, 150m de compr iment o por 75m
de lar gur a. (o campo t em a f or ma r et angular , com est a na hor izont al eu f alo compr iment o vezes
lar gur a).
A = b x h => A = 150 x 75 => A = 11.250 m
2

RESOLVA OS EXERCÍ COS ABAI XO.
01. Det er mine a ár ea de um par alelogr amo em que a alt ur a mede 10 cm e sua base mede 6 cm. (R =
60)
02. Sabendo-se que a alt ur a de um t r iângulo mede 8 cm e sua base mede 13 cm. Det er mine sua
ár ea. (R = 52)
03. Um losango possui a diagonal maior medindo 8 cm e a menor medindo 6 cm. Calcule a ár ea
dest e losango. (R = 24)
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04. A base maior de um t r apézio mede 40 cm e sua base menor mede 25 cm. Calcule sua ár ea
sabendo que a alt ur a mede 20 cm. (R = 650)
Observação: Exist em medidas específ icas par a medir gr andes ext ensões, como sít ios, chácar as
e f azendas.
São elas o hect ar e e o ar e.
1 hect ar e(ha) = 10.000(m² ) 1 ar e(a) = 100(m² )
Exemplos:
Uma f azenda possui 120 000 m² de ár ea, qual a sua medida em hect ar e?
120.0000 : 10.000 = 120 ha.
Uma f azenda possui 23,4 ha de ár ea, qual a sua ár ea em m² ?
23,4 x 10.000 = 234.000 m²

6 - CI RCUNFERÊNCI A E CÍ RCULO
Cir cunf er ência é um conj unt o de pont os de um mesmo plano que est ão a uma mesma dist ância de
um pont o per t encent e a est e mesmo plano.
Est e pont o é o cent r o da cir cunf er ência, a dist ância do cent r o à cir cunf er ência chamamos de r aio
(r ).
Exemplo:
O é o cent r o da cir cunf er ência e OP é o r aio da cir cunf er ência.
6.1 - REGI ÃO I NTERI OR E EXTERI OR DE UMA CI RCUNFERÊNCI A
Exemplo:

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6.2 - CORDA, DI ÂMETRO E RAI O
Corda: é um segment o de r et a que t oca a cir cunf er ência em dois pont os dist int os.
Diâmet ro: é a cor da que passa pelo cent r o e divide a cir cunf er ência em duas par t es iguais.
Raio: é o segment o de r et a que t em uma ext r emidade no cent r o da cir cunf er ência e o out r o na
pr ópr ia cir cunf er ência.
Exemplo:

OP r aio da cir cunf er ência
TE cor da da cir cunf er ência
SF diâmet r o da cir cunf er ência

6.3 - ARCO DA CI RCUNFERÊNCI A
Exemplos:

6.4 - SEMI CI RCUNFERÊNCI A
Not a-se que o diâmet r o divide a cir cunf er ência em duas par t es, cada uma dest as par t es é
chamada de semicir cunf er ência.
Exemplo:





6.5 - CÍ RCULO
É a r eunião da cir cunf er ência com sua r egião int er na. Cent r o, r aio, cor da, diâmet r o e ar co de um
cír culo são o cent r o, o r aio, a cor da, o diâmet r o e o ar co da cir cunf er ência.
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Exemplo:

6.6 - POSI ÇÕES RELATI VAS DE RETA E CI RCUNFERÊNCI A
Ret a secant e: é a r et a que t oca a cir cunf er ência em dois pont os dist int os.
Exemplo:

Ret a t angent e: é a r et a que t oca a cir cunf er ência em apenas um pont o.
Exemplo:

Ret a ext erna: é a r et a que não t oca nenhum pont o da cir cunf er ência.
Exemplo:



6.7 - COMPRI MENTO DA CI RCUNFERÊNCI A
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O compr iment o de uma cir cunf er ência é o númer o que r epr esent a os per ímet r os dos polígonos
inscr it os nessa cir cunf er ência quando o númer o de lados aument a indef inidament e.
Ent ende-se compr iment o como sendo o cont or no da cir cunf er ência.
Exemplo:
Uma volt a complet a em t or no da t er r a.
O compr iment o de um ar o de biciclet a.
O compr iment o da r oda de um car r o.
O compr iment o da bola cent r al de um campo de f ut ebol.

6.8 – CALCULANDO t
Est a é uma const ant e (seu valor não muda nunca).
Est a sur giu da divisão do compr iment o pelo diâmet r o da cir cunf er ência. Ver if icou-se que não
impor t ava o compr iment o da cir cunf er ência, sempr e que dividia o compr iment o pelo diâmet r o o
r esult ado er a o mesmo (3,14159265....), par a não t er que escr ever est e númer o a t odo o moment o
f icou def inido que est a ser ia r epr esent ado pela let r a t (pi) do alf abet o gr ego, lembr e-se usa-se
apenas com duas casas decimais = 3,14.

6.9 - CALCULANDO O COMPRI MENTO DA CI RCUNFERÊNCI A
Par a calcular o compr iment o da cir cunf er ência, D C
D
C
  = ¬ = devemos lembr ar que r D 2 =
diâmet r o é igual ao dobr o do r aio.
logo r C  2 = (compr iment o =2 vezes  vezes o r aio).
Par a calcular o compr iment o de uma cir cunf er ência usa-se a f ór mula.
Exemplos:
01. Det er mine o compr iment o de uma cir cunf er ência em que o r aio mede 3 cm.
r C  2 = bast a subst it uir mos o r por 3cm e  por 3,14.
cm C cm x x C 84 , 18 3 14 , 3 2 = ¬ =
02. Vamos calcular o r aio de uma cir cunf er ência sabendo que o compr iment o mede 62,8 m.
r C  2 = bast a subst it uir mos C por 62,8m e  por 3,14.
m r
m
r xr m xr x m 10
28 , 6
8 , 62
28 , 6 8 , 62 14 , 3 2 8 , 62 = ¬ = ¬ = ¬ =

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6.10 - CALCULANDO A ÁREA DE UM CÍ RCULO
Par a calcular a ár ea de um cír culo usa-se a f ór mula:
2
r A  =
Exemplos:
01. Calcule a ár ea de um cír culo, sabendo que seu r aio mede 4 m.
2
r A  = devemos subst it uir  por 3,14 e r por 4m.
2 2 2
24 , 50 16 14 , 3 ) 4 ( 14 , 3 m A m x A m x A = ¬ = ¬ =

02. Det er mine o r aio de uma cir cunf er ência sabendo que sua ár ea é igual 314 cm² .
2
r A  = vamos subst it uir A por 314cm²  por 3,14.
10 100 100
14 , 3
314
14 , 3 314
2
2
2 2 2
= ¬ = ¬ = ¬ ¬ = r r r
cm
r xr cm cm²
6.11 - VOLUME
Chama-se de volume de um sólido geomét r ico, o espaço que esse sólido ocupa.
6.12 - MEDI NDO VOLUME
Par a medir volume, usamos a unidade denominada met r o cúbico (m³ ).
O que é 1 m³ ?
É o volume de um cubo, em que suas ar est as medem 1m.
Exemplo:

6.13 - MÚLTI PLOS E SUBMÚLTI PLOS DO METRO CÚBI CO
Múlt iplos Unidade
f undament al
Submúlt iplos
km³ hm³ dam³ m³ dm³ cm³ mm³
1 000 000 000 m³ 1 000 000 m³ 1 000 m³ 1 m³ 0,001 m³ 0,000 001 m³ 0,000 000 001 m³
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At enção: Você deve t er not ado que cada unidade é maior que a unidade imediat ament e inf er ior
1000 vezes ou 1000 vezes menor que a unidade imediat ament e super ior .
No seu dia a dia, você deve t er obser vado que as unidades mais usadas são, o m³ , cm³ e dm³ .

6.14 - LENDO UNI DADES DE VOLUME
4,35 cm³ = Quat r o cent ímet r os cúbicos e t r int a e cinco milímet r os cúbicos ou quat r o vir gula 35
cent ímet r os cúbicos.
12,123 m³ = Doze met r os cúbicos e cent o e vint e e t r ês decímet r os cúbicos ou doze vír gula cent o
e vint e e t r ês met r os cúbicos.

6.15 - TRANSFORMANDO UNI DADES
2,234 m³ par a dm³ = 2234 dm³ (Obser ve que a vír gula deslocou par a dir eit a 3 casas)
4,4567 dm³ par a cm³ = 4456,7 cm³ (Obser ve que a vír gula deslocou par a dir eit a 3 casas)
4567,5 dm³ par a m³ = 4,5675 (Obser ve que a vír gula deslocou par a esquer da 3 casas)
45 cm³ par a m³ = 0,000045 (Obser ve que a vír gula deslocou par a esquer da 6 casas como não
t ínhamos mais númer os complet amos com zer os)

6.16 – VOLUME DOS PRI NCI PAI S SÓLI DOS GEOMÉTRI COS
6. 16. 1 – Cubo


3
a V =



6. 16. 2 - Paralelepípedo Ret ângulo

3
a V =



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6. 16. 3 – Cilindro


H A V
b
. =



6. 16. 4 – Prisma


H A V
b
. =

6. 16. 5 - Pirâmide


3
.H A
V
b
=




6. 16. 6 – Cone


3
.H A
V
b
=



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6. 16. 7 - Esf era


3
3
4
r V  =



EXERCÍ CI OS RESOLVI DOS
1) Tr ansf or me:
a) 2,6 hm³ = 2600 dam³
b) 0,016 km³ = 16000 dam³
c) 1,06cm³ = 0,00106 dm³

2) O volume de um cubo é 27 cm³ . Calcule a medida da ar est a desse cubo.
Solução:

cm a
a a
a V
3
27 27
3 3 3 3
3
=
= ¬ =
=



3) O volume de um par alelepípedo r et ângulo é de 24cm³ , sabendo-se que o compr iment o é 4cm, a
lar gur a é 3cm. A alt ur a desse par alelepípedo é:

cm c
c
c
c b a V
2
12 24
. 4 . 3 24
. .
=
=
=
=




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6.17 - CALCULANDO VOLUMES
Det er mine o volume da seguint e f igur a.
Exemplos:
Calcule o volume de uma caixa cúbica, cuj a ar est a mede 9 m.
V = a
3
V = (9 m)
3
V = 729 m
3

Quant os m
3
de água são necessár ios par a encher uma piscina em que as dimensões são:
compr iment o = 12 m, lar gur a = 6 m e pr of undidade = 1,5 m.
V = c x l x h
V = 12 m x 6 m x 1,5 m
V = 108 m
3


7 - RELAÇÕES MÉTRI CAS NO TRI ÂNGULO RETÂNGULO
Tr iângulo r et ângulo é aquele que possui um ângulo de 90º .

Relações
Podemos af ir mar que: b² = am, c² = an, h² = mn, ah = bc e a = m+n

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Det er mine o valor de x nas seguint es f igur as:






Relação b² = am
6 , 3
10
36
36 10
) 1 ( 36 10
10 36
10 6
2
=
=
=
÷ ÷ = ÷
=
=
x
x
x
x
x
x


Relação h² = m n
6
36
36
36
4 , 9
2
2
2
=
=
=
=
=
x
x
x
x
x


Relação ah = bc
10
8 , 4
48
48 8 , 4
6 , 8 8 , 4 .
=
=
=
=
x
x
x
x



Relação c² = na
6
36
36
4 , 9
2
2
2
=
=
=
=
=
x
x
x
x
an x

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7.1 - TEOREMA DE PI TÁGORAS
O quadrado da hipot enusa é igual a soma dos quadrados dos cat et os.
Exemplos:
Calcule o valor de x nas seguint es f igur as:






5
25
25
9 16
3 4
2
2
2 2 2
=
=
=
+ =
+ =
x
x
x
x
x


6 "
2 '
1
8 4
) 1 ( 2
64 ) 4 (
64
48 16
) 12 )( 1 ( 4 ) 4 (
0 12 4
4 4 16 8
4 4 16 8
) 2 ( ) 4 (
2
2
2 2 2
2 2 2
2 2 2
=
÷ =
÷
± ÷
=
÷
± ÷
=
= A
+ = A
÷ ÷ = A
= + + ÷
÷ ÷ ÷ ÷ + +
+ + + = + +
+ + = +
x
e
x
x
x
x x
x x x x x
x x x x x
x x x

Como não exist e medida negat ivo x=6



9
81
81
225 144
144 225
12 15
2
2
2
2 2 2
=
=
=
÷ = ÷
+ =
+ =
x
x
x
x
x
x

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7.2 - TRI GONOMETRI A NO TRI ÂNGULO RETÂNGULO
A palavr a t r igonomet r ia signif ica medida dos t r ês ângulos de um t r iângulo e det er mina um r amo
da mat emát ica que est uda a r elação ent r e as mediadas dos lados e dos ângulos de um t r iângulo.
Cont a a hist ór ia da mat emát ica que Tales f oi um gr ande est udioso desse r amo da mat emát ica,
mas não podemos af ir mar que est e f oi seu invent or . A t r igonomet r ia não f oi obr a de um só
homem, nem de um povo só.

7. 2. 1 - Seno, Cosseno e Tangent e de um Ângulo Agudo
Obser ve o t r iângulo r et ângulo abaixo, onde a é a hipot enusa (lado opost o ao ângulo de 90º ), b e c
são os cat et os do t r iângulo r et ângulo.
Observação: Cat et os são os lado que f or mam o ângulo de 90º .


Lembr e-se, os cat et os var iam de nome de acor do com a posição do ângulo.
Seno de y =
Hipotenusa
y toaoângulo CatetoOpos
ou sem
a
c
y =
Cosseno de y =
Hipotenusa
uloy centeaoâng CatetoAdja
ou cos
a
b
y =
Tangent e de y =
uloy centeaoâng CatetoAdja
y toaoângulo CatetoOpos
ou t g
b
c
y =
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Educação Prof issional 63
Razões Tr igonomét r icas Especiais
30° 45° 60°
Seno
2
1

2
2

2
3

Cosseno
2
3

2
2

2
1

Tangent e
3
3

1
3

Exist em out r o ângulos, seus senos, cossenos, t angent es e cot angent es, se encont r am em uma
t abela chamada t abela t r igonomét r ica.
Exemplos:
1. Calcule o valor de x na f igur a abaixo.(obser ve na t abela sen 30º )

2. Det er mine o valor de y na f igur a abaixo.(obser ve na t abela con 30º )











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Educação Prof issional 64
BI BLI OGRAFI A
Colet ânia Obj et ivo par a concur sos – Mat emát ica e Raciocínio Lógico e Quant it at ivo – 2003.
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SUMÁRIO

1 – CONJUNTOS NUMÉRICOS 1.1 – CONJUNTOS DOS NÚMEROS INTEIROS 1.2 – FRAÇÕES 1.3 – NÚMEROS DECIMAIS 1.4 – RAZÃO 1.5 – PROPORÇÃO 1.6 – REGRA DE TRÊS 1.7 – PORCENTAGEM 2 – EQUAÇÕES 2.1 – EQUAÇÕES DO 1º GRAU COM UMA VARIÁVEL 2.2 – EQUAÇÕES DO 2º GRAU 2.3 – EQUAÇÕES BIQUADRADAS 2.4 – SISTEMAS DO 1º GRAU 2.5 – SISTEMAS DO 2º GRAU 3 – GEOMATRIA 3.1 – PONTO, RETA E PLANO 3.2 – SEGMENTO DE RETA 3.3 – SEMI-RETA 3.4 – TRIÂNGULOS 3.5 – TEOREMA DE TALES 3.6 – TIPOS DE RETAS 3.7 – FIGURAS GEOMÉTRICAS 3.8 – POLÍGONOS 4 – MEDIDAS 4.1 – MEDINDO COMPRIMENTO 4.2 – MÚLTIPLOS E SUBMÚLTIPLOS DO METRO 4.3 – TRANSFORMANDO UNIDADES 5 – PERÍMETRO 5.1 – MEDINDO SUPERFÍCIES 5.2 – UNIDADE DE MEDIDA DE SUPERFÍCIE 5.3 – QUADRO DE UNIDADES USADAS PARA MEDIR SUPERFÍCIES 5.4 – LENDO UNIDADES DE ÁREA 5.5 – TRANSFORMANDO UNIDADES 5.6 – ÁREAS DAS PRINCIPAIS FIGURAS PLANAS 5.7 – CALCULANDO ÁREAS 6 – CIRCUNFERÊNCIA E CÍRCULO 6.1 – REGIÃO INTERIOR E EXTERIOR DE UMA CIRCUNFERÊNCIA 6.2 – CORDA, DIÂMETRO E RAIO 6.3 – ARCO DA CIRCUNFERÊNCIA 6.4 – SEMICIRCUNFERÊNCIA 6.5 – CÍRCULO Educação Profissional
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03 04 07 11 13 14 16 18 20 20 25 32 33 34 36 36 37 37 38 39 41 42 42 44 44 44 44 45 46 46 47 47 47 47 50 51 51 51 51 51 51 1

6.6 – POSIÇÕES RELATIVAS DE RETA E CIRCUNFERÊNCIA 6.7 – COMPRIMENTO DA CIRCUNFERÊNCIA 6.8 – CALCULANDO P 6.9 – CALCULANDO O COMPRIMENTO DA CIRCUNFERÊNCIA 6.10 – CALCULANDO A ÁREA DE UM CÍRCULO 6.11 – VOLUME 6.12 – MEDINDO VOLUME 6.13 – MÚLTIPLOS E SUBMÚLTIPLOS DO METRO CÚBICO 6.14 – LENDO UNIDADES DE VOLUME 6.15 – TRANSFORMANDO UNIDADES 6.16 – VOLUME DOS PRINCIPAIS SÓLIDOS GEOMÉTRICOS 6.17 – CALCULANDO VOLUMES 7 – RELAÇÕES MÉTRICAS NO TRIÂNGULO RETÂNGULO 7.1 – TEOREMA DE PITÁGORAS 7.2 – TRIGONOMETRIA NO TRIÂNGULO RETÂNGULO BIBLIOGRAFIA

53 53 54 54 55 55 55 55 56 56 56 59 59 61 62 64

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2

4142135 3  1. 3 . onde a e b são números inteiros quaisquer.5 ..1111.= 19/90 Toda dízima periódica 0.3 = 23/10 Números decimais periódicos são racionais. pois: 0. com b diferente de 0. etc. q  0  Alguns números irracionais:   3.... 1 . Números Irracionais São aqueles que não podem ser expressos na forma a/b.= 21/9 0. é uma outra representação do número 1... = 1/9 0. como exemplo.3232 . 1 . -2 . q  Z . isto é.. 2. . } Números Inteiros Z = { ..novaPDF.7320508 e  2. 1 . 2 . -1 .. 0.. 9 . 2..1 .. Números Racionais São aqueles que podem ser expressos na forma a/b.9999 . Q ={x/x = a/b com a e b pertencentes a Z com b diferente de 0 } Assim.... com a e b sendo números inteiros e b diferente de 0. 0 .3333 .1415926 2  1.. podemos citar o -1/2 .1 = 1/10 2.. Números decimais exatos são racionais.  p I  x  q   p  Z .CONJUNTOS NUMÉRICOS Números Naturais N = { 0 . .: Todo número natural é inteiro. N é um subconjunto de Z.= 32/99 2..2111 .7182818 Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www..com) 3 .. } Obs. .

.7. Vale lembrar.}..}. não é negativo e nem positivo.novaPDF..9.2.-5.. 0 é maior que -1 e assim em diante. -7 é menor que -6.12.0. eles estão crescendo da esquerda para a direita.1 .. ou seja as respostas estão dentro do conjunto dos números inteiros..com) 4 .. Quando se tem um crédito..13.1.11.... Este ficou pequeno para a matemática. Observou ainda que o conjunto dos números inteiros é representado pela letra Z. zero e números positivos.+2...14. 1. Compare alguns números inteiros. 1.1. Vamos conhecer este conjunto: O conjunto Z = {. também em relação ao nível do mar.-2. este conjunto é infinito.5.8.. não tem fim. observe os exemplos: a) 9 . os países que estão acima do nível do mar tem altitudes positivas.São compostos por dízimas infinitas não periódicas. que zero é um número nulo ou neutro. No seu dia a dia.. Números Reais É a reunião do conjunto dos números irracionais com o dos racionais. ou seja. tem um número positivo.-3.100 = ? Dentro do conjunto dos número naturais não existe resposta para estas perguntas.Reta Numérica Inteira -4 -3 -2 -1 0 +1 +2 +3 +4 +5 Observe que a reta tem uma seta que indica a ordem de crescimento dos números..-1. um débito é um número negativo..... O conjunto N = {0...000 Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.12 = ? b) 8 . a) -5 > -10 b) +8 > -1000 c) -1 > -200. o Conjunto dos Números Naturais representado pela letra N.. abaixo de zero são negativas.10. Observe que este conjunto é formado por números negativos.3.4. se você prestar atenção ao seu redor vai encontrar muitos números negativo e positivos.-4.+1.6. abaixo do nível do mar altitudes negativas..1 .....CONJUNTO DOS NÚMEROS INTEIROS Você viu anteriormente.+3.+5..+4. temperaturas acima de zero são positivas. você já dever ter deparado com números inteiros.

= -) e) (-8) : (-2) = + 4 (. efetue estas operações pensando em débito (número negativo) e crédito (número positivo).= +) f) (+18) : (-6) = .= +) c) (-4) x (+7) = .3 (+ : .x + = -) d) (+6) x (-7) = . 2º: Um é o maior número negativo.(-12) = -18 + 12 = -6 (tiramos os parentes e trocamos o sinal do número que estava depois da subtração) Lembrete: Para facilitar o entendimento. .8 = -17 (tire os parentes e conserve os sinais dos números) c) (+12) + (-10) = + 12 .1.10 (tire os parentes e troque o sinal do número que estava depois da subtração) e) (-18) .10 = +2 (tire os parentes e conserve os sinais dos números) d) (+15) . 3º: Zero é menor que qualquer número positivo.9 . 4º: Qualquer número positivo é maior que qualquer número negativo. 1. 1.Adição e Subtração de Números Inteiros Exemplos: a) (+3) + (+7) = + 3 + 7 = +10 (tire os parentes e conserve os sinais dos números) b) (-9) + (-8) = .(+25) = + 15 .25 = .5 . + 3 + 7.x . devo 15 reais se tenho só dez para pagar ainda fico devendo sete ou seja -7. .= -) g) (+48) : (+2) = + 24 (+ : + = +) h) (-14) : (-7) = + 2 (.novaPDF.8. tenho 3 reais se ganhar 7 fico com 10. tenho uma dívida de 5 reais faço mais uma dívida de 8.= +) Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.: .Multiplicação e Divisão de Números Inteiros Exemplos: a) (+5) x (+8) = + 40 ( + x + = +) b) (-8) x (-7) = + 56 (.42 (+ x .d) -200 < 0 e) -234 < -1 f) +2 > -1 Lembrete: 1º: Zero é maior que qualquer número negativo.15 + 10.: .com) 5 .28 (.1.3 . eu fico devendo treze ou seja -13.2 .

3]} = {.3} = .8 + 15 . observe que também não teve troca de sinais pelo mesmo motivo anterior.1.4 + 5 + 6] =3-2+4-5–6 = 7 – 13 =-6 Primeiro elimine os parênteses.6 .8 + 15 .5 + [ .4 .8 + 3 x (-4 + 9) .5 + [ . junte positivo e negativos.( 4 . logo depois elimine os colchetes. some os positivo e o negativos b) { . sendo assim existe raiz real)  8 = -2 (lembre-se (-2)x(-2) x(-2)= -8 – neste caso é raiz cúbica e não real) 8 = 2 (lembre-se (2)x(2) x(2)= 8) 3 1.3]} = { .6)] = . depois multiplique o resultado por 3.com) 6 .5 .3 + 2 . elimine também as chaves.32 c) (-8)0 = 1 d) (18)1 = 18 1.3 = . logo após elimine os colchetes.8 + 3 x ( + 5 ) .[ .4 (observe que neste caso o menos está da raiz. como antes deste tinha um sinal de mais. todo os números saíram sem trocar sinal.5 + [ . como também tinha um sinal de menos todos os números saíram com os sinais trocados.1. como antes dele tinha um sinal de menos todos os números saíram com sinais trocados.8 + 15 .1. Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.[ .5 .Resolvendo Expressões Numéricas com Números Inteiros a) .Radiciação de Números Inteiros Exemplos: a) b) c) d) e) f) 3 25 = 5 (lembre-se que 5x5 = 25) 49 = 7 (lembre-se que 7x7 = 49)  9 = (lembre-se não existe raiz quadrada de número inteiro negativo) 16 = .novaPDF.5 .16 + 15 =-1 Primeiro resolva dentro do parênteses.3 + 2 .5 .Potenciação de Números Inteiros Exemplos: a) (+3)2 = (+3) x (+3) = + 9 b) (-2)5 = (-2) x (-2) x (-2) x (-2) x (-2) = .1.3]} = { .

1 . Depois começaram a surgir questões que não poderiam ser resolvidas com números naturais.2. Aline teria 7 xxxx xxxx xxxx xxxx xxxx xxxx xxxx comido 4 partes: Na figura acima. 9 e também quando os denominadores são 10. b Se a é múltiplo de b. 8.novaPDF. 1. significa a : b. . os números naturais foram os únicos conhecidos e usados pelos homens. 12 é o numerador e 3 é o denominador.2 . conforme nosso interesse. b 12 é igual a 12 : 3. 4. obtem-se o quociente 4. 3. Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www. sendo a e b números naturais e b diferente de zero. Neste caso.. 5.2.a de numerador e b de denominador. considere uma ou algumas. é um número natural e 12 é 3 A fração múltiplo de 3. então a fração Veja o exemplo: a representa um número natural. 3 12 Efetuando a divisão de 12 por 3. 1000. Assim. Isso significa que o bolo foi dividido em 7 partes iguais. b a de fração . 100. Então.FRAÇÕES O símbolo Chamamos: a . e a parte branca é a parte que sobrou do bolo. Exemplo: Aline comeu 4 de um bolo. surgiu o conceito de número fracionário.com) 7 . Durante muito tempo.. 7. as partes pintadas seriam as partes comidas por Aline.1.O significado de uma fração Uma fração envolve a seguinte idéia: dividir algo em partes iguais.Como se lê uma fração As frações recebem nomes especiais quando os denominadores são 2. 6. 1.2 . Dentre essas partes.

2. Exemplos: 3/4 = 6/8 . São encontradas as frações equivalentes a fração dada.Implificando Frações Quando multiplicar ou dividir o numerador e o denominador de uma fração pelo mesmo número. 1 1/2 1. 5/4 e 7/2 .Reduzindo Frações ao Mesmo Denominador Exemplo: 2/3.2. . Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.2. 1.observe que numerador e denominador foram divididos por 3.m. esta não se altera.5 . 5 8 90 Frações Impróprias 5 7 10 .½ 1/3 ¼ 1/5 1/6 1/7 1/8 1/9 Um meio Um terço Um quarto Um quinto Um sexto Um sétimo Um oitavo Um nono 2/5 4/7 7/8 12/9 1/10 1/100 1/1000 5/1000 Dois quintos Quatro sétimos Sete oitavos Doze nonos Um décimo Um centésimo Um milésimo Cinco milésimos 1. .com) 8 .Como podem ser as frações Frações Próprias 1 5 50 . .3 . que neste caso é 12. 12/18 = 4/6 .c entre os denominadores.4 . 3 10 4 Frações Mistas 1 5/3 .observe que numerador e denominador foram multiplicados por 2. 5 2/3 .Basta determinar o m.novaPDF.

c. e denominador por denominador.Adição e Subtração de Frações 1. Para subtrair frações com denominadores iguais.8/12.c (4.1 . deve-se determinar o m.7.6. deve-se reduzir as frações ao menor denominador comum (achar o mmc) e.2.com) 9 . 1.2. Exemplo: 2/5 : 3/7 = 2/5 x 7/3 = 14/15 Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.2. Exemplo: 5/4 + 1/6 = 15/12 + 2/12 = 17/12 Obtendo o m.Denominadores diferentes Para somar frações com denominadores diferentes.6) = 12.2. adicionar ou subtrair as frações equivalentes às frações dadas.m. basta somar os numeradores e conservar o denominador.6 .7 .c dos denominadores tem-se m.Multiplicação Na multiplicação de números fracionários. deve-se multiplicar numerador por numerador.2.c entre os denominadores destas frações.Multiplicação e Divisão de Frações 1. 1. em seguida.para obter.Denominadores iguais Para somar frações com denominadores iguais. pega-se o resultado e multiplica-se pelo numerador. Exemplos: 4/5 + 3/5 = 7/5 8/15 . dividi-se pelo denominador. 15/12 e 42/12 .Divisão Na divisão de números fracionários.7/15 = 1/15 1.2 .2.m.1 .m. Exemplo: 3/5 x 3/6 = 9/30 1.novaPDF. basta subtrair os numeradores e conservar o denominador. pega-se o m.6. deve-se multiplicar a primeira fração pelo inverso da segunda.7.2 . Para obter as frações equivalentes.m.

2.2. Convém lembrar que se tem decimais exato. 7.1 .10.Radiciação Na radiciação. 1.10 . 12. Deve-se lembrar que a parte decimal será transformada em uma fração.8.novaPDF.45.Potenciação Na potenciação..2. está aplicando essa raiz ao numerador e ao denominador: Exemplos: 9 3  16 4 25 5  81 9 3 8 2  27 3 1.. quando aplica-se a raiz a um número fracionário...Dízima periódica simples Deve-se adicionar a parte decimal à parte inteira.. a parte que não repete é chamada de ante-período.1 . 456..256.. cujo numerador é o período da dízima e o denominador é um número formado por tantos noves quantos sãos os algarismos do período. .5689.2.9 .555555. 45.252525.8. resulta da divisão de dois número inteiros. Exemplos: 2. a parte não decimal é a parte inteira.123123123.com) 10 .12454545... está elevando o numerador e o denominador a esse expoente: Exemplos: 2 2 4 2    x  3 3 9 3 2 3 3 3 27 3    x x  4 4 4 64 4 3 5   1 9 0 1. Você deve saber. que em uma dízima periódica a parte decimal que repete.Encontrando a Fração Geratriz de uma Dízima Periódica 1.Potenciação e radiciação de números fracionários 1.. quando se eleva um número fracionário a um determinado expoente.1. recebe o nome de período.2. Exemplos: Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.2 ..4689999.Fração Geratriz Conforme estudado. 0. todo número racional (Conjunto Q). 0. a divisão pode resultar em um número inteiro ou decimal...5689 E também decimais não exato (dízima periódica) Exemplo: 2.8 . 12.2.

.0002 = Dois décimos de milésimos 1.3 ..NÚMEROS DECIMAIS 1. 3/10000 1. menos o ante-período.. e cujo denominador é formado de tantos noves quantos são os algarismos do período seguidos de tantos zeros quanto são os algarismos do anteperíodo. Exemplos: 3/10.25 13/10 = 1.1474747.1 4225/10 = 422.Fração Decimal São frações em que o denominador é uma potência de 10.25 325/100 = 3. denominador 1000 três números depois da vírgula e assim por diante.com) 11 . Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www. = 2 147  1 146  2 73 990  73 1063 2 2   990 990  2 495 495 495 1.252525.2.2222.5 Observe: Denominador 10 um número depois da vírgula.0.2 .24 = Dois inteiros e vinte e quatro centésimos 12.2 . = 1+ 4 9  4 13   9 9 9 1.novaPDF. 3/1000..10...002 = Doze inteiros e dois milésimos 0.25 = Vinte e cinco centésimos 2.444.045 121/10 = 12. seguindo de um período. denominador 100 dois números depois da vírgula.Lendo número decimais 0. = 0+ 2 02 2   9 9 9 0.1 .3.3.... = 0+ 25 0  25  0 99 99 1..Transformando uma fração decimal em número decimal: 25/100 = 0.Dízima periódica composta Deve-se adicionar à parte inteira uma fração cujo numerador é formado pelo ante-período.3 ..3. Exemplos: Período = 47 ( implica em dois noves) ante-período = 1 ( implica em um 0) 2..3 45/1000 = 0.

5.11 1.1.4 = 0.1 – Adição Na adição de números decimais devemos somar os números de mesma ordem de unidades.100 -4.21= 4.2 = 1.777 1.5 . 2.200 = 1.30 +0.23 = 0.81 1.1 . 1.2300 = 0.3 + 0.230 = 0. Exemplos: 0.20000 1.2 1 1 0.19 1.03= 7.novaPDF.400 0. décimo com décimo.O contrário seria um número depois da vírgula denominador 10.5.3.122 7.1. três números depois da vírgula denominador 1000 e assim por diante.742 Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.40000 0. deve-se colocar vírgula debaixo de vírgula.21 .45 1. Antes de iniciar a adição.211= 2. contam-se as casas decimais de cada número e o produto fica com o número de casas decimais igual à soma das casas decimais dos fatores. Exemplos: 4.4.210 -1.42 + 2.3 – Multiplicação Efetua-se a multiplicação normalmente.3.com) 12 .2000.230 +3.Operações com números Decimais 1.21 3.3.2 – Subtração A subtração de números decimais é efetuada da mesma forma que a adição.20 = 1.4000 = 0.400 = 0. centésimo com centésimo. Em seguida.999 9. 1.4 + 1.4 . Exemplos: 0.43 3.5.23 + 3.23000 = 0.81 = 1.3.40 -1.323 4.4 – Propriedade Um número decimal não se altera ao acrescentarmos zeros a direita do seu último número.42 +2.32 9. dois números depois da vírgula denominador 100.230000 1.3.1 1 2 11.

Encontre a razão entre o número de rapazes e o número de moças.5. 1170 -1170 0000 234 5 Observe que.34 Iguala-se o número de casas decimais.com) 13 .2 = 0. Exemplos: 11.2 x 1.04 (1.2= 0.3266 0.42 x 1.2 x 0.21 x 2.42= 4. ao quociente entre eles.Potenciação Efetue da mesma forma com os números naturais.3.23) = 1 (23.1= 0.2 084 + 042= 0. com b¹ 0.5 1 0 1.21 x 2.42 x 1. o dividendo e o divisor devem ter o mesmo número de casas decimais.5) = 23.504 1.4 . a vírgula foi eliminada e se efetuou a divisão.42 046 +096= 023== 0.2 = 1. Deve-se igualá-las antes de começar a divisão.5 .Divisão Na divisão de números decimais.2) ²= 1. Indicase a razão de a para b por a/b ou a : b. Exemplo: Na sala da 6ª B de um colégio há 20 rapazes e 25 moças.4 .70 2. (lembrando que razão é divisão) Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.23 x 1.Exemplos: 4.RAZÃO Chama-se de razão entre dois números racionais a e b.2)² = 0.34 11.3.novaPDF.7 2.841 0. elimine a vírgula e afetue a divisão normalmente. Resto igual a zero divisão exata 1. Igualadas as casas decimais.5.44 (1.1 421 + 842= 8.23 x 1. Exemplos: (0.

é uma proporção.5. 25  5 5  (Indica que para cada 5 moças existem 4moças) 20  5 4 1.Propriedade Fundamental das Proporções Em toda proporção.4. os meios são 5 e 4. encontre a razão entre o número de moças e rapazes. 1.2 . lê-se.novaPDF. c e d. Extremos a c  b d Meios Extremos a:b=c:d Meios Os extremos são 2 e 10. 8 está para 9 ou 8 para 9 9 Obs. 3 4 1. eles formam. Exemplo: 6 8  .Lendo Razões 2 . 2 está para 5 ou 2 para 5 5 8 . Dados os números racionais a.com) 14 .20  5 4  (Indica que para cada 4 rapazes existem 5 moças) 25  5 5 Voltando ao exercício anterior.Trabalhando com Proporção Determine o valor de x nas seguintes proporções: a) 15 10 30   15 * x  3 * 10  15 x  30  x  x2 3 x 15 Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.:Os termos de uma razão são Antecedente e Consequente.5. o produto dos meios é igual ao produto dos extremos. nessa ordem uma proporção quando a razão de a para b for igual a razão de c para d. b.PROPORÇÃO Proporção é uma igualdade entre duas razões. diferentes de zero.5 . produto dos meios é igual ao produto dos extremos. 1.1 . lê-se.1 . 6x4=3x8.

cada um deles receberá 6 livros.Grandezas inversamente proporcionais Um professor de matemática tem 24 livros para distribuir entre os seus melhores alunos.5. Se a quantidade de gasolina triplica o preço a ser pago também triplica. Observe a tabela: Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www. a capacidade. No nosso dia-a-dia são encontradas varias situações em que duas ou mais grandezas as relacionam. o comprimento.50 1. O volume. o tempo. cada um deles receberá 4 livros.50. quantia a ser paga e quantidade de gasolina.3 . Aqui as grandezas são a velocidade e o tempo. o litro de gasolina custava R$ 0.com) 15 .50 1. Se ele escolher apenas 2 alunos.Grandezas Diretamente e Inversamente Proporcionais Entende-se por grandeza tudo aquilo que pode ser medido. menor será o tempo gasto nessa prova.00 1. as grandezas são o número de funcionário e o tempo.novaPDF. menor será o tempo gasto para que esta fique pronta.1.5 .4 . Nesse caso. cada um deles receberá 6 livros. Quantidade de gasolina (em litros) 1 2 3 Observe: Se a quantidade de gasolina dobra o preço a ser pago também dobra. Se ele escolher 4 alunos. a massa. a velocidade. diretamente proporcionais quando. a superfície. Neste caso. contado. as duas grandezas envolvidas. são chamadas grandezas diretamente proporcionais.Grandezas Diretamente Proporcionais Em um determinado mês do ano. Se ele escolher 6 alunos. 1. são alguns exemplos de grandezas. quanto maior for o número de funcionários. Em uma corrida quanto maior for a velocidade. Tomando como base esse dado pode-se formar a seguinte tabela. Quantidade a pagar (em reais) 0.5. dobrando uma delas a outra também dobra.5. Duas grandezas são chamadas. triplicando uma delas a outra também triplica. Numa construção .

os números que expressam essas grandezas variam um na razão inversa do outro. com o nome de Regra de Três Números Conhecidos. triplicando uma delas. agrupando as grandezas da mesma espécie em colunas e mantendo na mesma linha as grandezas de espécies diferentes em correspondência. 2 4 6 Números de livros para cada aluno 12 6 4 Se o número de aluno dobra. a quantidade de livros cai pela metade. Quando duas grandezas são inversamente proporcionais.Número de alunos escolhidos.com) 16 .6. Identificar se as grandezas são diretamente ou inversamente proporcionais.6 .   Exemplos: a) Se 8m de tecido custam 156 reais. e assim por diante. determinar um valor a partir dos três já conhecidos. qual o preço de 12 m do mesmo tecido? Tecido (m) 8 12 Preço 156 x Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www. Duas grandezas são inversamente proporcionais quando.1 . Na idade média. 1.REGRA DE TRÊS Consta na história da matemática que os gregos e os romanos conhecessem as proporções. Se o número de alunos triplica. 1. Deve-se. a outra se reduz para a metade.. porém não chegaram a aplicá-las na resolução de problemas. a quantidade de livros cai para a terça parte. portanto. a outra se reduz para a terça parte.Regra de três simples Regra de três simples é um processo prático para resolver problemas que envolvam quatro valores dos quais conhecemos três deles. Passos utilizados numa regra de três simples:  Construir uma tabela. os árabes revelaram ao mundo a regra de três. dobrando uma delas. o italiano Leonardo de Pisa difundiu os princípios dessa regra em seu livro Líber Abaci..novaPDF. Montar a proporção e resolver a equação. Nos século XIII.

em quantas horas seria feito o mesmo percurso? Velocidade (Km/h) 60 80 Preço 4 x Observe que as grandezas são inversamente proporcionais. aumentando a velocidade o tempo diminui na razão inversa. 8 156 1876   8 x  12 * 156  8 x  1872  x   x  234 12 x 8 Observe que o exercício foi montado respeitando o sentido das setas. b) Um carro. 20 caminhões descarregam 160m3 de areia. quantos caminhões serão necessários para descarregar 125m3? Horas 8 5 Caminhões 20 x Volume 160 125 Aumentando o número de horas de trabalho.00. 4 80 24   8 x  4 * 6  8 x  24  x   x3 x 60 8 O tempo a ser gasto é 3 horas. A quantia a ser paga é de R$234. Observe que o exercício foi montado respeitando os sentidos das setas. 20 160 5 20 800  x    8 x  10 x 20 x 125 8 x 1000 Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www. Portanto. Se a velocidade do carro fosse de 80km/h. a relação é inversamente proporcional (seta para cima na 1ª coluna).novaPDF. Exemplo: a) Em 8 horas. pode-se diminuir o número de caminhões. direta ou inversamente proporcionais. Em 5 horas.2 . à velocidade de 60km/h. faz certo percurso em 4 horas.Regra de Três Composta A regra de três composta é utilizada em problemas com mais de duas grandezas. a relação é diretamente proporcional (seta para baixo na 3ª coluna).com) 17 . Aumentando o volume de areia. Portanto.Observe que as grandezas são diretamente proporcionais. Deve-se igualar a razão que contém o termo x com o produto das outras razões de acordo com o sentido das setas.6. aumentando o metro do tecido aumenta na mesma proporção o preço a ser pago. 1. deve-se aumentar o número de caminhões.

Pagando à vista você ganha um desconto de 10%.com) 18 . observe os exemplos: Exemplos: 12  12% 100 5  5% 100 78  78% 100 Alguns cálculos que envolvem porcentagens. Quanto pagarei se comprar esta televisão à vista? (primeiro representamos na forma de fração decimal) 10% de 100 10% x 100 300 . Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www. Apenas 20% da mão-de-obra é realmente especializada. Deve-se lembrar que a porcentagem. revistas. pagarei 270 reais. também pode ser representada na forma de números decimal. 200  x  25 8 1.novaPDF. Exemplos: O crescimento no número de matrícula no ensino fundamental foi de 24%.8 x  200  x  Será preciso de 25 caminhões.30 = 270 Logo.7 . Se reparar em sua volta.PORCENTAGEM Toda fração de denominador 100. percebe-se que este símbolo % aparece com muita freqüência em jornais.Uma televisão custa 300 reais. Desconto de 25% nas compras à vista. etc. representa uma porcentagem. Exemplos: 01 . televisão e anúncios de liquidação. A taxa de desemprego no Brasil cresceu 12% neste ano. como diz o próprio nome por cem. Exemplo: Observe que o símbolo % que aparece nos exemplos acima significa por cento.

Comprei um objeto por 20 000 reais e o vendi por 25 000 reais. 03 .novaPDF. 2000 + 500 = 2500 reais.166. Pedro gastou 32 m de mangueira. 25% x 2000 = 5000 O preço de venda é o preço de custo somado com o lucro.20 000 = 5 000 ( preço de venda menos o preço de custo) (resultado da divisão do lucro pelo preço de custo) Porcentagem 100% X Preço 20 000 5 000 20000 x = 500000 => x = 500000/20000 => x = 25% 05 .02 . se quero obter um lucro de 25% sobre o preço de custo.67 Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.67 Logo. passando a ser vendida por 35 000 reais.Comprei uma mercadoria por 2000 reais. Então. Quantos por cento eu obtive de lucro? Lucro: 25 000 . 04 . 32% x 100 = 32 Logo. Por quanto devo vende-la. devo vender a mercadoria por 2500 reais.Pedro usou 32% de um rolo de mangueira de 100m.com) 19 .O preço de uma casa sofreu um aumento de 20%. Qual era o preço desta casa antes deste aumento? Porcentagem 120% 100% Preço 35 000 x 120 x = 3500000 => x = 35000/120 => x = 29. Logo. o preço anterior era 29 166. Determine quantos metros de mangueira Pedro usou.

(variável t) 3(b . em que x representa a variável (incógnita) e a e b são números racionais. Represente pela letra S. mas não possui uma variável. Dizemos que a e b são os coeficientes da equação. (é uma igualdade. é a forma mais simples da equação do 1º grau) Exemplos: x . Exemplo: X + 3 = 12 .EQUAÇÕES 2. o 1º membro à esquerda do sinal de igual e o 2º membro à direita do sinal de igual. é uma equação Forma geral: ax = b. (possui uma variável. Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www. (variável r) 5t + 3 = 2t .1 .com) 20 .12 > 13.EQUAÇÕES DO 1º GRAU COM UMA VARIÁVEL Equação é toda sentença matemática aberta representada por uma igualdade. em que exista uma ou mais letras que representam números desconhecidos.3 .novaPDF. com a  0. portanto não é uma equação do 1º grau) Obs: Deve-se observar duas partes em uma equação.(variável m) -2r + 3 = 31.(variável b) 4 + 7 = 11. portanto não é uma equação do 1º grau) 3x . Conjunto Universo: Conjunto formado por todos os valores que a variável pode assumir. (variável x) 2m + 6 = 12 . É uma igualdade Portanto.4    É uma sentença matemática aberta. mas não é uma igualdade.2) = 3 + b.(ax = b.4 = 2 + 7.1 .2 . Conjunto Solução: Conjunto formado por valores do conjunto U que tornam a sentença verdadeira. Represente pela letra U.

4 = 2 Errado 2(3) . 2(-3) .Verifique se o número 4 é raiz da equação 9a . 02 .Verifique se o número .4 = 8 + 24 32 = 32 Então.3 não é raiz da equação ou seja não é conjunto solução da equação.4 = 8 + 6a Equação 9a .4 = 2.1. 8. 9}.9 . 8. Verificando se um dado número é raiz da equação: Exemplos: 01 . 9}. Exemplo: 5a + 11 = .7 .Raiz da equação Um dado número é chamado de raiz da equação. Vamos substituir x por – 3 é diferente de -7 (.3 = 3x + 2. 3.4 = 2 Verdadeiro 2(6) .4 = 2 Errado Deve-se observar que o conjunto U = {0.4 = 2 Errado 2(2) .Resolvendo Equações do 1º grau Resolver uma equação do 1º grau em um determinado conjunto universo significa determinar a raiz ou conjunto solução dessa equação. quando este torna a igualdade verdadeira. 2. 2.7).4 = 8 + 6a Substitua a por 4 9(4) . sentença falsa .4 = 8 + 6(4) 36 . 2.Exemplo: Dentre os elementos do conjunto F = {0.9 Então . 2(0) .4 = 2 Errado 2(9) . 6. o número 4 é raiz da equação ou seja conjunto solução. qual deles torna a sentença matemática 2x .9 = . Por esse motivo.novaPDF.com) 21 .3 é raiz da equação 2x . 3.2 .4 Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.1.4 = 2 Errado 2(8) .3 = 3(-3) + 2 -6-3=-9+2 . são chamadas equações equivalentes. 6. e conjunto S = {3} 2.1 . Observe que em todas as equações apresentadas a raiz ou o conjunto solução é o mesmo. verdadeira. caso exista solução.

2. e quem estava multiplicando aparece no outro membro dividindo.3 .com) 22 . No processo prático é feito assim.Resolvendo equações pelo método prático Exemplos: 1) Resolva as seguintes equações do 1º grau com uma variável sendo U=Q a) Y + 5 = 8 Y=8–5 y=3 S = {3} b) 13x – 16 = .5a = .1.3x 13x + 3x = 16 16x = 16 x=1 S = {1} c) 3(x-2) – (1-x) = 13 3x – 6 – 1 + x = 13 3x + x = 13 + 6 + 1 4x = 20 x=5 S = {5} Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.15/5 a=-3 S = {-3} OBS: Se você prestou atenção na resolução.11 . deve ter observado que o número que estava em um membro com determinado sinal aparece no outro membro com sinal diferente.4 a = .novaPDF.

1. 1º. então S = { } (vazio). Identifique uma incógnita do problema que será representada por uma letra (x. f) 5x – 4 = -4 + 5x 5x – 5x = -4 + 4 0x = 0  Fala-se que esta equação é indeterminada ( infinitas soluções) 2. m.d) t/4 – 7/10 = 2t/5 – 1 ( tire o mmc) 5t – 14/20 = 8t – 20/20 5t – 14/20 = 8t – 20/20 ( cancele os denominadores) 5t – 14 = 8t – 20 5t – 8t = -20 + 14 -3t = -6 (x1) 3t = 6 t = 6/3 t=2 S = {2} e) 5x – 7 = 5x – 5 5x – 5x = -5 + 7 0x = 2 x = 2/0 x = 0  Não existe divisão por zero.. 4º. Escreva a equação do problema.com) 23 .novaPDF. 2º.Resolvendo Problemas do 1º grau Antes de iniciar a resolução de um problema usando as equações. Resolva a equação. então fala-se que. 3º. y. deve-se determinar a equação que o resolve.4 ..). Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www. Verifique se o resultado encontrado atende ao problema. a equação é impossível em Q.

b) O triplo de um número: 3x c) O dobro de um número acrescido de 4: 2x+4 d) Um número somado com seu dobro é igual a 10: x+2x=10 e) A metade de um número: x/2 f) Um número somando a sua terça parte: x+x/3 Exemplos: a) Um número somado com o seu dobro é igual a quinze.novaPDF.Exemplos: a) Um número: x ( a letra x é a incógnita ou o termo desconhecido). 4x + 2(13 . Determine este número. x+2x=15 3x=15 x=5 O número procurado é 5. Quantas galinhas e quantos coelhos há nesse terreiro? Coelho = x Galinhas= 13 – x ( total de animais menos o número de coelhos) Logo. num total de 13 animais e 46 pés. b) Em um terreiro há galinhas e coelhos. 4x + 2(13-x)=46 ( número de pés de coelho vezes o número de coelhos + número de pés de galinhas vezes o número de galinha é igual ao total de pés).com) 24 .x)=46 4x + 26 – 2x = 46 4x – 2x = 46 – 26 2x = 20 x = 10 Número de coelhos = 10 Número de galinhas = 13 – 10 = 3 Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.

ax2 + c = 0 ou ax² = 0 Quando b ou c é igual a zero.2 .novaPDF. onde: a = 2. c são os coeficientes da equação do 2º grau. b = 7 e c = 1 -x² + 5x – 6 = 0  onde: a = -1. Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.    A representa o coefiente de x². b = -3 e c = 2 x² + 6x + 9 = 0  onde: a = 1.1 .Raízes de uma equação do 2º grau Fala-se que um número é raiz da equação. C representa o termo independente.com) 25 . b = 4 e c = 0 2. b = 5 e c = -6 3x² . b e c.EQUAÇÕES DO 2º GRAU De forma geral.Equações do 2º grau completas e incompletas Completas: ax² + bx + c = 0 Quando possui os coeficientes a. b = 6 e c = 9 -3x² + 7x + 1 = 0  onde: a = -3.2.2. b = 0 e c = -5 x² + 4x = 0  onde: a = 1.3x + 3 = 0  onde: a =5. B representa o coeficinete de x. b. quando este torna a sentença matemática verdadeira.4 e c = 0 2x2 + 5 = 0. b = 11 e c = -18 Incompletas: ax2 + bx = 0. b = 0 e c = 5 3x2 = 0. ax² + bx + c = 0. em que x é a variável e a. onde: a = -1.2. b = . Exemplos: 3x – 4a = 0. b = -4 e c = -12 -x² + 11x – 18 = 0. Exemplos: x² . ou ambos iguais a zero.2 . b = 0 e c = 0 2.5 = 0  onde: a = 3.4x – 12 = 0  onde: a = 1. onde: a = 3. Exemplos de equações do 2º grau: 5x² . onde: a = 3. chama-se equação do 2º grau com um variável toda equação que pode ser escrita na forma.

Resolvendo Equações do 2º Grau 2. 2x2 + 5x – 3 = 0 2(3)2 + 5(3) – 3 = 0 (substitua a variável x por 3) 2(9) + 15 – 3 = 0 18 + 15 – 3 = 0 30  0 (não. (c = 0) a) x2 – 4x = 0 x(x – 4) = 0 (observe: x foi colocado em evidência) x=0 x–4=0 x=4 S = {0.2.3. Verifique se o número 9 é raiz da equação x2 – 11x + 18 = 0. 3 não é raiz da equação. x2 – 11x + 18 = 0 (9)2 – 11(9) + 18 = 0 (substitua a variável x por 9) 81 – 99 + 18 = 0 0 = 0 (sim. 9 é raiz da equação.3 .4} b) -2x2 – 8x = 0 x(-2x – 8) = 0 (observe: x foi colocado em evidência) x=0 -2x = 8 (-1) 2x = .com) 26 .Exemplos: 1. observe que os dois membros são iguais) 2. observe que os dois membros são deferentes) 2.8 x=-4 S = {0.novaPDF. Verifique se 3 é raiz da equação 2x2 + 5x – 3 = 0.-4} Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.Equações Incompletas ax2 – bx = 0.2.1 .

ax2 = 0.8(-1) 2x2 = 8 x2 = 8/2 X2 = 4 x 4 x=±2 S = {. (b = 0) a) x2 – 16 = 0 x²=16 (dois números que elevado ao quadrado dê dezesseis. ax2 + c = 0.2. 4} b) -2x2 + 8 = 0 -2x2 = . (b = 0.com) 27 .3.4. x   16 x=4 S = {. 2. Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.novaPDF. -4 e +4). + 2} Conclusão: Neste tipo de equação sempre as raízes vão ser opostas.Conclusão: Neste tipo de equação sempre umas das raízes vai ser igual a zero.Equações Completas ax2 + bx + c = 0 -> Use a fórmula de Báskara.2 .2. c = 0) 5x2 = 0 X2 = 0/5 X2 = 0 x = 0 (zero é nulo) S={0} Conclusão: Neste tipo de equação sempre a raiz vai ser igual a zero.

12 e c = 36   b 2  4ac    12  4 36  1   144  144 Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.x b   2a   lê-se Delta   b 2  4ac . b e c são os coeficientes da equação do 2º grau.novaPDF. b = . Resolução Exemplos: x2 – 8x + 12 = 0 -> a = 1.com) 2 28 .2  x2 – 12x + 36 = 0 -> a = 1. b = . b por -8 e c por 12)  = 64-48  = 16 (delta positivo) x b   (fórmula de Baskara) 2a b   (substitua b por –8.8 e c = 12   b 2  4ac ( primeiro vamos calcular o valor de delta)   (8) 2  4(1)(12) (substitua a por 1. é o discriminante da equação Observe. que a. 2a 84 2 8  4 12   6 2 2 84 4   2 2 2 x x x'  x' '  S   6. delta por 16 e a por 1.

para que as raízes sejam reais e iguais.4 e c = 3   b 2  4ac    4   423   16  24   8 (delta negativo) S = { }.  = 0 -> A equação possui duas raízes reais e iguais.  0 (Delta igual a 0) x b  2a   12  0 2  1 12  0 2 12  0 12  6 2 2 12  0 12  6 2 2 x x x'  x' '  S  6 2x2 – 4x + 3 = 0 -> a = 2.novaPDF.com) 29 . b = .  = 0 -> (Raízes reais e iguais) -> a = 2. (x’  x”)  < 0 (Negativo) -> A equação não possui raízes reais. não existe raiz de número real negativo 2 Importante:  > 0 (Positivo) -> A equação possui duas raízes reais e diferentes. (x’ = x”) Problemas Envolvendo o Discriminante (Delta) Exemplo: Determine o valor de m na equação 2x2 + 3x + m. b = 3 e c = m   b 2  4ac Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.

3. para que não exista raízes reais.com) 30 . para que as raízes sejam reais e diferentes.  > 0 -> a = 2.novaPDF.  < 0 -> a = .4x + 5r.b 2  4ac  0 32  42 m   0 9  8m  0  8m  9 1 8m  9 m 9 8 (Esta equação só vai possuir raízes reais e iguais quando m = 9/8) Determine o valor de m na equação 2x2 . b = 5 e c = -2k   b 2  4ac b 2  4ac  0 52  4 3 2k   0 25  24k  0 Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www. b = .4 e c = 5r   b 2  4ac b 2  4ac >0  4 2  42 5r >0 16  40r  0  40r  16(1) 40r  16 r 16 : 8 40 : 8 2 5 r (Esta equação só vai possuir raízes reais e diferentes quando r < 2/5) Determine o valor de k na equação -3x2 + 5x – 2k.

Soma das raízes x' x"  b b ou S  a a Produto das raízes x'.novaPDF. 24k  25 1 24k  25 k 25 24 Soma e Produto das Raízes da Equação do 2º Grau É possível calcular a soma ou produto das raízes da equação do 2º grau sem precisar resolver a equação. Graças as relações de Girard. b = 7 e c = 12 S b  7  S  S  7 a 1 c 12  P   P  12 a 1 P Determine o valor de pm na equação 4x2 – (m – 2)x + 3 = 0 para que a soma das raízes seja 3/4. S b a 3 b 3   m  2  3   m  2 3 m2         4 a 4 4 4 4 4 4 S 4m  2  4.com) 31 .x"  c c ou P  a a Exemplos: Calcule a soma e o produto das raízes equações do 2º grau.3 4m  8  12  4m  12  8  4m  20  m  20 m5 4 Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www. x2 + 7x + 12 = 0 -> a = 1.

42x2 = 0 -x4 + 6 = 0 -2x4 .x2 + 8 = 0 -7x4 . vamos substituí-lo por y ou qualquer letra. b pertence a R e c pertence a R. sendo assim a nova equação será y2 -10y + 9 = 0.10x2 + 9 = 0.1 . b e c são chamados coeficiente numéricos.3. Exemplos: x4 . y 2  10 y  9  0 a  1.10x2 + 9 = 0. 2. lembrando que o coeficiente “a” existirá sempre). da seguinte forma (x2)2 -10x2 + 9 = 0 observe que temos x2 duas vezes. as equações de 2º grau.EQUAÇÕES BIQUADRADAS Você já estudou ao longo de sua vida escolar as equações de 1º grau.x2 + 8 = 0 Obs: Note que nos exemplos temos equações biquadradas completas (quando possui todos os coeficientes numéricos) e incompletas (quando falta um dos coeficientes numéricos b ou c. observando que se trata de uma equação biquadrada x4 = (x2)2 . agora chegou a hora de aprender as equações biquadradas (Bi = duas vezes) É definido como equações biquadradas as equações escritas na seguinte forma: ax4 + bx2 + c = 0 a. b  10e   b 2  4ac c9    10  4 9    100  36    64 1 2 y b  2a Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.5x2 + 8 = 0 9x4 .novaPDF. que está elevado ao quadrado duas vezes (biquadrada). a pertence a R* Ou seja a é um número diferente de zero.Resolvendo equações biquadradas Resolva a equação x4 . Ou seja "b" e "c" podem ser qualquer número real.2.com) 32 .2x2 + 6 = 0 3x4 .3 . Escreva a equação x4 .

4 .1 .1. Nesse caso as duas equações tem o mesmo conjunto universo. formam um sistema quando possuem uma solução comum (mesma solução).com) 33 .SISTEMAS DO 1º GRAU Afirma-se que duas equações do 1º grau. Exemplo 1:  x  y  9(1ª )   x  y  5( 2 ª ) 2 x  0 y  14 1º some as duas equações membro a membro: Logo: 2x = 14 x = 14/2 x=7 Volte na 1ª ou 2ª equação: Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.y   10  64 10  8  y 2  1 2 10  8 18  9 2 2 10  8 2  2 2 2   y1  y1  Lembre-se que x²=y logo: x 2  9  x   9  x  3 x 2  1  x   1  x  1 S   3. 2.Resolvendo sistemas do 1º grau 1º) Método da adição: Esse método consiste em adicionar as duas equações membro a membro. observando que nesta operação devere eliminar uma variável.3  2.novaPDF.4.1.

1 . Multiplique a 1ª ou 2ª equação por (-1).5.  4 x  3 y   5  4 x  3 y  5(1) 7 x  3 y  11   3x  0 y  6 7 x  3 y  11 Voltando na 1ª equação substitua x por 2. 3x = 6 x = 6/3 x=2 s = {(2.7)} Obs: no conjunto solução de um sistema. primeiro x depois y. deve colocar o par de números dentro de um parêntese por ser um par ordenado.novaPDF. em cada sistema temos uma equação do 2º grau e uma equação do 1º grau.Resolvendo sistemas do 2º grau Resolva pelo método da substituição. Estes são chamados sistemas do 2º grau. Exemplo 2: 4 x  3 y  5  7 x  3 y  11 Observe que na forma em que se encontram as equações. 2. Se adicionarmos não eliminaremos nenhuma das variáveis.5 .1)} 2. x  y  5   xy  6 e x 2  y 2  4  x  y  2 Note que. para que os coeficientes de y fiquem opostos –3 e +3.com) 34 . com variáveis x e y.SISTEMAS DO 2º GRAU Veja os seguintes sistemas de equações.1ª equação: x+y=9 2+y=9 y=9–2 y=7 S = {(2. Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.

2).y2 + 5y .novaPDF.3 x" = 2 x' = 5 .y2 = 6 . x=5–y x" = 5 . x+y=5 x=5–y Substitua o valor de x na 2ª equação.(2.y) = 6 5y .  y 2  5y  6  0   5  4 1 6  2 logo   25  24 logo y’=3 logo  1 y  5 1 2 4 2 logo y'  6 2 y"  logo y”=2 Voltando na 1ª equação. x  y  5(1ª )   xy  6(2ª ) Isolando a variável x na 1ª equação.6 = 0 Resolvendo a equação do 2º grau.com) 35 .3) Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.2 x' = 3 S = {(3. xy = 6 Y (5 .

Toda a geometria que estuda-se hoje é praticamente a mesma daquela época. localizando uma cidade no mapa. Exemplos: F H A D r Os pontos F. etc. Esse trabalho de organização lógica dos conhecimentos foi feito.com) 36 . enquanto os construtores recorriam a ela para fazer edificações. como acontece com a reta é impossível representar o plano no papel ou no quadro. Ponto A Ponto B Ponto H Reta A reta é imaginada sem espessura. por volta de 300 a.). Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www. de plano (observando o piso de sua casa. 3. é um ótimo exemplo disso.). Ponto O ponto não possui dimensões. a superfície de uma psicina. reta e plano não são definidos. os fios da rede elétrica bem esticado. Os agrimensores usava-na para medir terrenos.C. quando desenha-se uma reta no caderno ou quadro. No antigo Egito.1 . pelo matemático grego Euclides. A e D pertencem a reta r Plano O plano é imaginado como um conjunto infinito de pontos. RETA E PLANO Ponto. Os Egípicios ganharam tanta fama que os matemáticos gregos iam constantemente ao Egito em busca de novas aplicações na geometria. vamos nos deparar com estes a todo momento. principalmente. é representado por uma letra maiúscula do alfabeto latino. a geometria era amplamente utilizada. As famosas pirâmides construídas próximas ao rio Nilo. os matemáticos gregos começam a sistematizar os conhecimentos geométrico que foram adquirindo. esta representado parte da reta. H.3 . significa medida da terra (geo = terra e metria = medida). Observando bem a nossa volta. em grego. etc.novaPDF. beta (b) e gama (g).GEOMETRIA O nome Geometria. de uma quadra de futsal. apenas se tem a idéia intuitiva de ponto (olhando uma estrela no céu.PONTO. sendo representada por uma letra minúscula do alfabeto latino. o campo de futebol.C. representa-se parte deste. não tem começo e nem fim.). Por volta de 600 a. Como alfa (a). Por isso. de reta (observando as linhas do campo de futebol.. e reuniu uma obra de 13 volumes. fazendo com que o Geometria deixasse de ser puramente experimental. etc. O plano é representado por uma letra do alfabeto grego. Plano é imaginado sem limites em todas as direções. chamada os Elementos.

por estar dentro dele. está contido e não está contido para relacionar conjunto com conjunto. Exemplo: A O B Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www. Exemplo: T R m TR é um segmento de reta sendo T e R suas extremidades. Vale lembrar que.novaPDF.SEGMENTO DE RETA Dados dois pontos distintos (diferentes). Considere um ponto O que pertence a uma reta r.3 . a reta é considerada um conjunto de pontos.com) 37 . reta e plano são conjuntos. Afirmar que esse ponto O separa a reta em dois conjuntos de pontos. a reunião do conjunto desses dois pontos com o conjunto dos pontos que estão entre eles é um seguimento de reta. Representamos assim: TR 3. Cada um desses conjuntos de pontos é denominado semi-reta. por estar fora dele. ponto e elemento. 3.2 . A reta m e o ponto E não pertencem ao plano alfa.Exemplos: Plano alfa Observe: A reta r e o ponto P pertencem ao plano alfa.SEMI-RETA Em geometria. O ponto O é chamado origem das semi-retas. usa-se pertence e não pertence para relacionar elemento e conjunto. Deve-se lembrar que.

3. 3. Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.OA Semi-reta de origem O passando pelo ponto A.Classificando os triângulos quanto aos lados Triângulo isósceles: Possui dois lados congruentes (iguais) e o terceiro lado diferente. AB igual a AC Triângulo eqüilátero: Possui os três lados congruentes (iguais). e c são os ângulos internos do triângulo. B e C são os vértices do triângulo. BC e AC são diferentes.4 – TRIÂNGULOS Chama-se de triângulos todo polígono que possui três lados. BC .com) 38 .4. Exemplo: AB. Triângulo escaleno: Possui o três lado com medidas diferentes. b. Os lados AB. BC e AC são iguais. A. OB Semi-reta de origem O passando pelo ponto B.novaPDF.1 . CD são os lados do triângulo. a. Os lados AB.

3.com) 39 .2 .Classificando os triângulos quanto aos ângulos Triângulo retângulo: Possui um ângulo reto (ângulo de 90º) Observe que o ângulo A mede 90°. B e C são menores que 90°. Triângulo obtusângulo: Possui um ângulo obtuso (ângulos maiores que 90º) Observe que o ângulo A é maior que 90°.4. denomina-se feixe de retas paralelas. Triângulo acutângulo: Possui três ângulos agudos (ângulos menores que 90°) Observe que as medidas dos ângulos A.5 . h // m // r Feixe de retas paralelas Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.3.TEOREMA DE TALES Feixe de retas paralelas: Quando se têm mais de duas retas paralelas em um mesmo plano.novaPDF.

 EF FH BC PH AB EF Exemplos: Determine os valores desconhecidos dos segmentos abaixo.Um feixe de retas paralelas determinam sobre duas transversais segmentos proporcionais.  . Pode-se falar também que: AB BC AC EH AC EH  .novaPDF. AB EF x 10 60  logo  logo 4 x  60 logo x  logo x  15 6 4 4 BC FH AB EF 5 x  logo  logo 4 x  5( x  2) logo 4 x  5 x  10 logo 4 x .com) 40 .5x = -10 4 x2 BC FH Logo  x  10( 1) logo x  10 Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www. Observe: Pelo Teorema temos: AD PL  DV LO Lemos: AD está para DV assim como PL está para LO .

Observe que elas vão se encontrar. Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.3. Exemplo: A reta m é perpendicular a reta p. Exemplo: As retas r e m são paralelas r // m (// paralelas ) As retas s e b não são paralelas. Exemplo: As retas r e f são oblíquoas. m  p  (perpendicular) Retas oblíquas: Duas retas são oblíquas.com) 41 .6 . Retas concorrentes: Duas retas são concorrentes quando possui um único ponto em comum. Exemplo: As retas f e p encontram em um único ponto (A). são concorrentes e formam ângulos de 90º. quando são concorrentes e não são perpendiculares.novaPDF.TIPOS DE RETAS Retas paralelas: Duas retas são paralelas quando estão em um mesmo plano e não tem ponto em comum. e somente se. Retas perpendiculares: Duas retas são perpendiculares se.

figura geométrica plana de vários ângulos. A figura ao lado não pertence a um só plano. A maioria dos objetos que nos cercam não são planas.com) 42 .7 .3.Tipos de polígonos Convexos: Exemplos: Triângulo (3 lados) Hexógono (6 lados) Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.1 .novaPDF. Exemplos: Observe que todos os pontos desta figura pertencem a um só plano. 3.8. Exemplos: Quadrilátero (4 lados) 3.FIGURAS GEOMÉTRICA Figura geométrica plana: Uma figura é geométrica plana se todos os seus pontos pertencem a um mesmo plano. Polígono é a reunião de uma linha poligonal simples formada apenas por segmentos de reta com a sua região interna. Figura geométrica não plana: Se nem todos os seus pontos pertencem a um mesmo plano. gono (ângulos) .8 .POLÍGONOS Poli (Vários ).

Classificação dos Polígonos Os polígonos são classificados de acordo com o número de lados.com) 43 .Partes de um Polígono AB.3 .Não convexos: Exemplos: 3. BC .8.novaPDF.2 . DA são lados.8. NÚMERO DE LADOS 3 Lados 4 Lados 5 Lados 6 Lados 7 Lados 8 Lados 9 Lados 10 Lados 11 Lados 12 Lados 15 Lados 20 Lados NOME Triângulo Quadrilátero Pentágono Hexágono Heptágono Octógono Eneágono Decágono Undecágono Dodecágono Pentadecágono Icoságono Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www. deve-se observar que em qualquer polígono o número de lados é igual ao número de ângulos e igual ao número de vértice. 3. CD.

44 cm. Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www. Jarda. 12. que equivale a 5555 m. que equivale a 25. que é representada pela letra m. 4. Polegada.MÚLTIPLOS E SUBMÚLTIPLOS DO METRO Múltiplos quilometro km 1.MEDIDAS 4. que significa o que se mede.com) 44 .MEDINDO COMPRIMENTO Deve-se saber que a unidade fundamental para medir comprimento é o metro.2 .47 m = treze metros e quarenta e sete centímetro ou treze vírgula quarenta e sete metros.1 .4 mm. que equivale a 1069 m. Atenção: Deve-se observar que existem outras unidades de medidas. Esta medida foi adotada como padrão.44 cm.1m Submúltiplos centímetro cm 0. Exemplos: 2.45 dm = doze decímetro e quarenta e cinco centímetro ou doze vírgula quarenta e cinco decímetro.23 km = zero quilômetro e vinte e três decâmetro ou zero vírgula vinte e três quilômetro. A palavra metro vem do grego.TRANSFORMANDO UNIDADES Ao trabalhar. metron. Légua. que equivale a 91. bastante usadas. 0. 13.4 . Lendo Medidas de Comprimento deve-se observar que a leitura das medidas de comprimento é feita de forma semelhante a leitura dos números decimais. o número de casas necessárias para chegar na unidade desejada.000m hectômetro hm 100m decâmetro dam 10m Unidade principal metro m 1m decímetro dm 0. que equivale a 30.001m Observe que cada unidade de comprimento é dez vezes maior que a unidade imediatamente inferior.23 m = dois metros e vinte e três centímetros ou três vírgula vinte e três metros.01m milímetro mm 0.3 . 4. com o método de andar com a vírgula.novaPDF. Pé. Milha.

1234 m (para chegar até o metro desloca-se a vírgula três casas para a esquerda) 14 m para km = 0. ou seja é a soma das medidas dos lados de um polígono medida na mesma unidade. 5 . Exemplos: Calcule o perímetro das seguintes figuras.0 ou 230 cm (para chegar até o centímetro desloca-se a vírgula duas casas para a direita) · 12.0 ou 4230 m (para chegar até o metro desloca-se a vírgula três casas para a direita) 300 cm para m = 3.PERÍMETRO Perímetro é contorno de um polígono.Exemplos: 2.3 m para cm = 230. como faltou número completa-se com zero) .novaPDF.23 km para m = 4230.014 km (para chegar até o quilômetro desloca-se a vírgula três casas para a esquerda.00 ou 3 m (para chegar até o metro desloca-se a virgula duas casas para a esquerda) 123.0 ou 3000 mm (para chegar até o milímetro desloca-se a vírgula três casas para a direita) 4. a) b) Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.47 m para dm = 124.7 dm (para chegar até o decímetro desloca-se a vírgula uma casa para direita) 3 m para mm = 3000.com) 45 .4 mm para m = 0.

2 . Calcule a quantidade de arame a ser gasto. que corresponde a área de um quadrado que possui os lados medindo 1 m cada um. sabendo que o terreno possui 26 m de comprimento por 20 m de largura.novaPDF. 5.c) Paulo deseja cercar seu terreno de forma retangular com 5 voltas de arame farpado. 5. tem-se que compará-la com outra tomada como unidade padrão e verifica-se quantas vezes essa unidade de medida cabe na superfície que se quer medir. Quando se fala em medir uma superfície plana. Este quadrado possui 1m de cada lado logo possui um metro quadrado.1 .MEDINDO SUPERFÍCIES Assim como se mede comprimento.com) 46 .UNIDADE DE MEDIDA DE SUPERFÍCIE Deve-se saber que a unidade fundamental usada para medir superfície é o metro quadrado(m²). também se mede superfícies planas. Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.

01m² Submúltiplos cm² 0.4567 dm2 para cm2 = 445.6 – ÁREAS DAS PRINCIPAIS FIGURAS PLANAS 5. 5.12 m2 = Doze metros quadrados e doze decímetros quadrados ou doze vírgula doze metros quadrados.com) 47 .67 cm2 (Observe que a vírgula deslocou para direita 2 casas) 4567.45675 m2 (Observe que a vírgula deslocou para esquerda 4 casas) 45 cm2 para m2 = 0.TRANSFORMANDO UNIDADES 2.1 – Área do quadrado 5.5. 5.000.5 .QUADRO DE UNIDADES USADAS PARA MEDIR SUPERFÍCIES Múltiplos km² 1.0001m² mm² 0.4 dm2 (Observe que a vírgula deslocou para direita 2 casas) 4.3 .0045 m2 (Observe que a vírgula deslocou para esquerda 4 casas como não tínhamos mais números completamos com zeros) 5.000m² dam² 100m² Unidade fundamental m² 1m² dm² 0.6.novaPDF.35 cm2 = Quatro centímetros quadrados e trinta e cinco milímetros quadrados ou quatro vírgula trinta e cinco centímetros quadrados.4 .5 dm2 para dam2 = 0.234 m2 para dm2 = 223.000001m² Observe que cada unidade é 100 vezes maior que a unidade imediatamente anterior.000m² hm² 10.6.2 – Área do retângulo Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.LENDO UNIDADES DE ÁREA 4. 12.

com) 48 .4 – Área do paralelogramo 5.5.6.5 – Área do trapézio 5.novaPDF.6.3 – Área do triângulo 5.6.6 – Área do losango Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.6.

5.6.7 – Área do círculo

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 1) Transforme: a) 1,02 hm² em dam² b) 0,05 m² em cm² c) 1,36 mm² em cm² d) 4,1 dm² em dam² Solução: No sistema métrico decimal, as medidas de superfícies apresentam a seguinte escala: km² hm² dam² m² dm² cm² mm²

a) 1,02 hm² = 102 dam² b) 0,05 m² = 500 cm² c) 1,36 mm² = 0,0136 cm² d) 4,1 dm² = 0,00041 dam² 2) Calcular a área de um quadrado, sabendo-se que seu perímetro é 8 cm. Solução:

P  4

8 8  4      2cm 4

A  2

A  22
A  4cm 2
3) Calcule as dimensões de um retângulo, sabendo-se que a medida da base é o dobro da altura e a sua área é de 16cm².

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Solução:

A b . h

16  2h.h  16  2h 2  h 2 

16  h 2  8  h  2 2cm 2

b  2h  b  2.2 2  b  4 2cm

R: As dimensões do retângulo são: base 4 2cm e a altura 2 2cm .

4) Calcular a área de um círculo, que tem 6 cm de diâmetro. Solução:

d  2r 6  2r  r  A  r 2 A   .3 2 A  9cm 2 6  r  3cm 2

5.7 - CALCULANDO ÁREAS Exemplos: 01) Calcule a área de um terreno quadrado de 25 m de lado. A = l2 => A = 252 => A = 625 m2 02) Calcule a área de um campo de futebol cujas dimensões são, 150m de comprimento por 75m de largura. (o campo tem a forma retangular, com esta na horizontal eu falo comprimento vezes largura). A = b x h => A = 150 x 75 => A = 11.250 m2 RESOLVA OS EXERCÍCOS ABAIXO. 01. Determine a área de um paralelogramo em que a altura mede 10 cm e sua base mede 6 cm. (R = 60) 02. Sabendo-se que a altura de um triângulo mede 8 cm e sua base mede 13 cm. Determine sua área. (R = 52) 03. Um losango possui a diagonal maior medindo 8 cm e a menor medindo 6 cm. Calcule a área deste losango. (R = 24) Educação Profissional
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04. A base maior de um trapézio mede 40 cm e sua base menor mede 25 cm. Calcule sua área sabendo que a altura mede 20 cm. (R = 650) Observação: Existem medidas específicas para medir grandes extensões, como sítios, chácaras e fazendas. São elas o hectare e o are. 1 hectare(ha) = 10.000(m²) 1 are(a) = 100(m²) Exemplos: Uma fazenda possui 120 000 m² de área, qual a sua medida em hectare? 120.0000 : 10.000 = 120 ha. Uma fazenda possui 23,4 ha de área, qual a sua área em m²? 23,4 x 10.000 = 234.000 m²

6 - CIRCUNFERÊNCIA E CÍRCULO
Circunferência é um conjunto de pontos de um mesmo plano que estão a uma mesma distância de um ponto pertencente a este mesmo plano. Este ponto é o centro da circunferência, a distância do centro à circunferência chamamos de raio (r). Exemplo:

O é o centro da circunferência e OP é o raio da circunferência. 6.1 - REGIÃO INTERIOR E EXTERIOR DE UMA CIRCUNFERÊNCIA Exemplo:

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4 . Diâmetro: é a corda que passa pelo centro e divide a circunferência em duas partes iguais. corda.3 . raio.ARCO DA CIRCUNFERÊNCIA Exemplos: 6. Exemplo: 6.2 . diâmetro e arco de um círculo são o centro. cada uma destas partes é chamada de semicircunferência.6. Exemplo: OP raio da circunferência TE corda da circunferência SF diâmetro da circunferência 6. o diâmetro e o arco da circunferência. Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www. a corda.SEMICIRCUNFERÊNCIA Nota-se que o diâmetro divide a circunferência em duas partes. Raio: é o segmento de reta que tem uma extremidade no centro da circunferência e o outro na própria circunferência.novaPDF.CORDA.CÍRCULO É a reunião da circunferência com sua região interna. o raio. DIÂMETRO E RAIO Corda: é um segmento de reta que toca a circunferência em dois pontos distintos.5 . Centro.com) 52 .

Exemplo: 6.COMPRIMENTO DA CIRCUNFERÊNCIA Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.7 . Exemplo: Reta tangente: é a reta que toca a circunferência em apenas um ponto. Exemplo: Reta externa: é a reta que não toca nenhum ponto da circunferência.POSIÇÕES RELATIVAS DE RETA E CIRCUNFERÊNCIA Reta secante: é a reta que toca a circunferência em dois pontos distintos.6 .com) 53 .Exemplo: 6.novaPDF.

14. Para calcular o comprimento de uma circunferência usa-se a fórmula.novaPDF..).8 m.O comprimento de uma circunferência é o número que representa os perímetros dos polígonos inscritos nessa circunferência quando o número de lados aumenta indefinidamente.8m  6. C  2r basta substituirmos o r por 3cm e  por 3. Exemplos: 01.28 xr  r  62.14 xr  62.8m  2 x3.CALCULANDO O COMPRIMENTO DA CIRCUNFERÊNCIA Para calcular o comprimento da circunferência. Vamos calcular o raio de uma circunferência sabendo que o comprimento mede 62. O comprimento da bola central de um campo de futebol. Determine o comprimento de uma circunferência em que o raio mede 3 cm. Exemplo: Uma volta completa em torno da terra.14159265.14.8m  r  10m 6. Entende-se comprimento como sendo o contorno da circunferência. para não ter que escrever este número a todo o momento ficou definido que esta seria representado pela letra apenas com duas casas decimais = 3. logo C  2r (comprimento =2 vezes C    C  D devemos lembrar que D  2r D  vezes o raio)..14 x3cm  C  18. O comprimento da roda de um carro.28 Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www. lembre-se usa-se 6..9 . C  2 x3.8 – CALCULANDO  Esta é uma constante (seu valor não muda nunca).8m e  por 3. Verificou-se que não importava o comprimento da circunferência. O comprimento de um aro de bicicleta.  (pi) do alfabeto grego. 6. diâmetro é igual ao dobro do raio.84cm 02. sempre que dividia o comprimento pelo diâmetro o resultado era o mesmo (3. Esta surgiu da divisão do comprimento pelo diâmetro da circunferência. C  2r basta substituirmos C por 62. 62.com) 54 .14.

usamos a unidade denominada metro cúbico (m³).000 001 m³ mm³ 0. sabendo que seu raio mede 4 m.14 x (4m) 2  A  3.13 .11 . A  3.MEDINDO VOLUME Para medir volume. Determine o raio de uma circunferência sabendo que sua área é igual 314 cm². A  r 2 devemos substituir  por 3.24m 2 02.000 000 001 m³ 1 000 000 000 m³ 1 000 000 m³ Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www. Exemplo: 6.10 . A  r 2 vamos substituir A por 314cm²  por 3.novaPDF.001 m³ cm³ 0.14 e r por 4m.14 2 2 2 6.12 .6.14 x16m 2  A  50. O que é 1 m³? É o volume de um cubo. 6. o espaço que esse sólido ocupa.VOLUME Chama-se de volume de um sólido geométrico. em que suas arestas medem 1m. 314cm 2 314cm  3.14.MÚLTIPLOS E SUBMÚLTIPLOS DO METRO CÚBICO Múltiplos Unidade fundamental km³ hm³ dam³ 1 000 m³ Submúltiplos m³ 1 m³ dm³ 0.com) 55 .14 xr  r  r 2  100  r  100  r  10 cm² 3. Calcule a área de um círculo.CALCULANDO A ÁREA DE UM CÍRCULO Para calcular a área de um círculo usa-se a fórmula: A  r 2 Exemplos: 01.

16 – VOLUME DOS PRINCIPAIS SÓLIDOS GEOMÉTRICOS 6.16.5 dm³ para m³ = 4. você deve ter observado que as unidades mais usadas são.2 .16.234 m³ para dm³ = 2234 dm³ (Observe que a vírgula deslocou para direita 3 casas) 4.35 cm³ = Quatro centímetros cúbicos e trinta e cinco milímetros cúbicos ou quatro virgula 35 centímetros cúbicos.5675 (Observe que a vírgula deslocou para esquerda 3 casas) 45 cm³ para m³ = 0.novaPDF.14 . 6.TRANSFORMANDO UNIDADES 2.7 cm³ (Observe que a vírgula deslocou para direita 3 casas) 4567. 12.com) 56 .4567 dm³ para cm³ = 4456. 6.Atenção: Você deve ter notado que cada unidade é maior que a unidade imediatamente inferior 1000 vezes ou 1000 vezes menor que a unidade imediatamente superior.LENDO UNIDADES DE VOLUME 4.15 . cm³ e dm³.123 m³ = Doze metros cúbicos e cento e vinte e três decímetros cúbicos ou doze vírgula cento e vinte e três metros cúbicos. No seu dia a dia.000045 (Observe que a vírgula deslocou para esquerda 6 casas como não tínhamos mais números completamos com zeros) 6. o m³.1 – Cubo V  a3 6.Paralelepípedo Retângulo V  a3 Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.

novaPDF.Pirâmide V Ab .16.4 – Prisma V  Ab .6 – Cone V Ab .5 .H 6.16.com) 57 .3 – Cilindro V  Ab .H 3 Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.6.16.16.H 6.H 3 6.

Calcule a medida da aresta desse cubo.00106 dm³ 2) O volume de um cubo é 27 cm³.Esfera 4 V  r 3 3 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 1) Transforme: a) 2.06cm³ = 0.16.com) 58 .6 hm³ = 2600 dam³ b) 0.c 24  3. Solução: V  a3 27  a 3  3 27  3 a 3 a  3cm 3) O volume de um paralelepípedo retângulo é de 24cm³.016 km³ = 16000 dam³ c) 1. A altura desse paralelepípedo é: V  a.6. a largura é 3cm.7 .b.4.novaPDF.c 24  12c c  2cm Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www. sabendo-se que o comprimento é 4cm.

largura = 6 m e profundidade = 1.17 .5 m. V = a3 V = (9 m)3 V = 729 m3 Quantos m3 de água são necessários para encher uma piscina em que as dimensões são: comprimento = 12 m. h² = mn.5 m V = 108 m3 7 . c² = an.6.novaPDF. Exemplos: Calcule o volume de uma caixa cúbica.CALCULANDO VOLUMES Determine o volume da seguinte figura. cuja aresta mede 9 m.RELAÇÕES MÉTRICAS NO TRIÂNGULO RETÂNGULO Triângulo retângulo é aquele que possui um ângulo de 90º. ah = bc e a = m+n Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www. Relações Podemos afirmar que: b² = am. V=cxlxh V = 12 m x 6 m x 1.com) 59 .

8 x  48 48 x 4.6 4.com) 60 .6 x Relação h²= m n x 2  9.4 x 2  36 x  36 x6 Relação b²= am 6 2  10 x 36  10 x  10 x  36(1) 10 x  36 36 10 x  3.8 x  10 Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.novaPDF.Determine o valor de x nas seguintes figuras: Relação c²= na x 2  an x 2  9.8  8.4.4 x 2  36 x 2  36 x  36 x6 Relação ah = bc x.

7.1 .TEOREMA DE PITÁGORAS O quadrado da hipotenusa é igual a soma dos quadrados dos catetos.novaPDF. Exemplos: Calcule o valor de x nas seguintes figuras: x 2  4 2  32 x 2  16  9 x 2  25 x  25 x5 152  12 2  x 2 225  144  x 2  x 2  144  225 x 2  81 x  81 x9 ( x  4) 2  ( x  2) 2  x 2 x 2  8 x  16  x 2  4 x  4  x 2 x 2  8 x  16  x 2  4 x  4  x 2  x 2  4 x  12  0   (4) 2  4(1)(12)   16  48   64  (4)  64 2(1) 48 x 1 x'  2 x e x"  6 Como não existe medida negativo x=6 Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.com) 61 .

A trigonometria não foi obra de um só homem.2. nem de um povo só. 7. Seno de y = CatetoOpostoaoânguloy c ou sem y  Hipotenusa a CatetoAdjacenteaoânguloy b ou cos y  Hipotenusa a CatetoOpostoaoânguloy c ou tg y  CatetoAdjacenteaoânguloy b Educação Profissional 62 Cosseno de y = Tangente de y = Created with novaPDF Printer (www.com) . Conta a história da matemática que Tales foi um grande estudioso desse ramo da matemática.TRIGONOMETRIA NO TRIÂNGULO RETÂNGULO A palavra trigonometria significa medida dos três ângulos de um triângulo e determina um ramo da matemática que estuda a relação entre as mediadas dos lados e dos ângulos de um triângulo.novaPDF. b e c são os catetos do triângulo retângulo. Observação: Catetos são os lado que formam o ângulo de 90º. mas não podemos afirmar que este foi seu inventor. Lembre-se. onde a é a hipotenusa (lado oposto ao ângulo de 90º). Cosseno e Tangente de um Ângulo Agudo Observe o triângulo retângulo abaixo.1 .2 . os catetos variam de nome de acordo com a posição do ângulo.7.Seno.

cossenos. seus senos. se encontram em uma tabela chamada tabela trigonométrica.Razões Trigonométricas Especiais 30° Seno 45° 60° 1 2 2 2 2 2 1 3 2 1 2 Cosseno 3 2 3 3 Tangente 3 Existem outro ângulos. Calcule o valor de x na figura abaixo.com) 63 . Determine o valor de y na figura abaixo.(observe na tabela sen 30º) 2. Exemplos: 1.(observe na tabela con 30º) Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www. tangentes e cotangentes.novaPDF.

5ª. A conquista da Matemática. 6ª série – São Paulo. Linaldo. 6ª. 6ª.hpg. MALVEIRA. 7ª e 8ª séries.novaPDF.com) 64 . JAKUBO e LELLIS. 5ª. GIOVANNI. Editora FTD.br www.com.br www. Matemética na Medida Certa.com.com. 7ª série – São Paulo. www. Matemática Fácil. 1988.br Educação Profissional Created with novaPDF Printer (www.terra. Castrucci e GIOVANNI Jr.exatas.com. José e Marcelo. 1994. José Ruy. GIOVANNI.com.somatematica. 1988. São Paulo – Editora Ática. 1993. Editora FTD. A conquista da Matemática.br/matematica www.zmais. São Paulo – Editora Scipione.matematica. 7ª e 8ª séries.br www.BIBLIOGRAFIA Coletânia Objetivo para concursos – Matemática e Raciocínio Lógico e Quantitativo – 2003.

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