NORMAS PARA A APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS (ABNT/NBR-14724, AGOSTO 2002

)

OSASCO 2002

Reitor José Maria de Mello Freire

Pró-Reitor Acadêmico Luiz Carlos de Azevedo

Pró-Reitor de Extensão e Cultura José Cassio Soares Hungria

Pró-Reitor Administrativo Luiz Fernando da Costa e Silva

Documento elaborado por: Maria Luiza Rigo Pasquarelli

Ficha Catalográfica UNIFIEO – Centro Universitário FIEO Normas para a apresentação de trabalhos acadêmicos [ABNT/NBR-14724] / elaborado por Maria Luiza Rigo Pasquarelli - - Osasco: [s.n.], 2002. 50p.

SUMÁRIO

1 2 2.1 2.1.1 2.1.2 2.1.3 2.1.4 2.1.5 2.1.6 2.1.7 2.1.8 2.1.9 2.1.9 2.1.10

APRESENTAÇÃO GERAL ............................................................. ESTRUTURA ................................................................................... ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS ....................................................... Capa ................................................................................................ Lombada ......................................................................................... Folha de Rosto ............................................................................... Errata .............................................................................................. Folha de Aprovação ...................................................................... Dedicatória ..................................................................................... Agradecimentos ............................................................................. Epígrafe .......................................................................................... Resumo na Língua Vernácula ...................................................... Resumo em Língua Estrangeira ................................................... Listas de Ilustrações (figuras, quadros, tabelas, gráficos e outros) ..............................................................................................

04 06 06 06 06 07 07 07 07 08 08 08 08

08 15 15 15 16 17 17 17 17 17 17 17 18 19

2.1.11 2.1.12 2.1.13 2.2 2.2.1 2.2.2 2.2.3 2.3 2.3.1 2.3.2 2.3.2 2.3.3 3

Lista de Abreviaturas e Siglas ..................................................... Lista de Símbolos .......................................................................... Sumário .......................................................................................... ELEMENTOS TEXTUAIS ................................................................ Introdução ...................................................................................... Desenvolvimento ........................................................................... Conclusões .................................................................................... ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS ....................................................... Referências .................................................................................... Glossário ........................................................................................ Apêndices ....................................................................................... Anexos............................................................................................. CITAÇÕES EM DOCUMENTOS: DEFINIÇÕES E REGRAS GERAIS ...

3.1 3.2

CITAÇÃO DIRETA ........................................................................... CITAÇÃO INDIRETA .......................................................................

19 19

3.3 3.4 3.4.1 3.4.2 3.4.3

CITAÇÃO DE CITAÇÃO .................................................................. REGRAS GERAIS ........................................................................... Citação de Informações ................................................................ Citação em Notas de Rodapé ....................................................... Documentos Anônimos, Documentos Considerados no Todo ou de Autoria Coletiva ...................................................................

19 20 20 20

22 23

3.5 3.6

APRESENTAÇÃO DE AUTORES NO TEXTO ............................... SISTEMA DE CHAMADA E APRESENTAÇÃO DE CITAÇÕES NO TEXTO ......................................................................................

24 24 25 26 26

3.6.1 3.6.2 4 4.1 4.1.1

Sistema de Chamada Autor-Data ................................................. Sistema de Chamada Numérico ................................................... REFERÊNCIAS ............................................................................... DOCUMENTOS BIBLIOGRÁFICOS ............................................... Critérios e Exemplos mais Comuns na Elaboração de Referências ....................................................................................

26 29 32

4.2 4.3

TRANSCRIÇÃO DOS ELEMENTOS DA REFERÊNCIA ................ APRESENTAÇÃO DE AUTORES NA REFERÊNCIA, SEGUNDO A ORIGEM .......................................................................................

4.4 4.5 4.6

DOCUMENTOS ELETRÔNICOS .................................................... DOCUMENTOS ESPECIAIS ........................................................... ORDENAÇÃO DAS REFERÊNCIAS ............................................... ANEXOS ......................................................................................... A – Exemplo: Capa .......................................................................... B – Exemplo: Folha de Rosto ......................................................... Ficha Catalográfica .................................................................... C – Exemplo: Tabelas ..................................................................... Quadros .................................................................... Lista de Tabelas ....................................................... D – Exemplo: Resumo ..................................................................... E – Exemplo: Abstract ..................................................................... BIBLIOGRAFIA CONSULTADA ..................................................... ÍNDICE DE ASSUNTO...................................................................

34 37 38 39 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48

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NORMAS PARA A APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS (ABNT/NBR-14724)

Estas normas são aplicadas para: dissertação, tese e trabalhos de conclusão de curso / trabalho de graduação interdisciplinar.
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Dissertação: Documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico retrospectivo, de tema único e bem delimitado em sua extensão, com o objetivo de reunir, analisar e interpretar informações. Deve evidenciar o conhecimento da literatura existente sobre o assunto e a capacidade de sistematização do candidato. É realizado sob a coordenação de um orientador, visando a obtenção do título de mestre. Tese: Documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico de tema único e bem delimitado. Deve ser elaborado com base em investigação original, constituindo-se em real contribuição para a especialidade em questão. É realizado sob a coordenação de um orientador e visa a obtenção do título de doutor. Trabalhos de conclusão de curso/ trabalho de graduação interdisciplinar: Documento que representa o resultado de estudo, devendo expressar conhecimento do assunto escolhido. Deve ser emanado da disciplina, módulo, estudo independente, curso, programa e outros ministrados. Deve ser feito sob a coordenação de um orientador.

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1 APRESENTAÇÃO GERAL
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As dissertações a serem apresentadas ao Curso de Pós-Graduação devem ser submetidas à Comissão de Pós-Graduação, obedecida a regulamentação vigente. Devem ser entregues à Comissão de Pós-Graduação, 5 exemplares do trabalho encadernados com capas aspiraladas. A monografia, após a defesa, se for aprovada pela banca examinadora, com a correção dos erros apontados, deve ser encadernada com capa dura. Os demais trabalhos devem ser apresentados aos orientadores de TCC, aos professores de disciplina, dependendo do tipo de trabalho. A quantidade de exemplares e as regras de apresentação desses trabalhos devem seguir as normas estabelecidas pelo curso. O texto deve ser digitado em espaço 1,5 - exceto as referências que devem ter espaço 1 – e ocupar apenas o anverso da página. Recomenda-se a utilização da fonte arial ou times new roman, tamanho 12 para o texto e, tamanho 10 para a citação direta de mais de três linhas. Tipos itálicos são usados para nomes científicos e expressões latinas. As citações longas, as notas, as referências e os resumos em vernáculo e em língua estrangeira devem ser digitados em espaço simples. Os títulos das seções devem ser separados do texto que os precede ou

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As margens devem permitir encadernação e reprodução corretas: Margem esquerda: Margem direita: Margem superior: Margem inferior: 3. Quando forem utilizadas folhas em branco para abrir os capítulos. Para evidenciar a sistematização do conteúdo do trabalho. A imagem impressa deve ser de boa qualidade. estas não devem ser contadas para efeito de paginação. As abreviaturas e siglas quando aparecem pela primeira vez no texto. porém não numeradas. por exemplo 5. caixa alta ou versal. deve-se adotar a numeração progressiva para as seções do texto.7cm). q Para efeito de alinhamento.6024. com caracteres nítidos.0 cm q q q Todas as folhas a partir da folha de rosto devem ser contadas. itálico. resumo. Destacam-se gradativamente os títulos das seções.0 cm 3.0 cm 2.0 cm 2. no texto. Os títulos das seções primárias. Os exemplares devem ser reproduzidos pelos processos modernos de reprografia existentes.6024. se foram utilizadas quatro folhas anteriormente. O indicativo numérico de uma seção precede seu título alinhado à esquerda. acrescentando-se a abreviatura ou a sigla entre parênteses.5 que os sucede por uma entrelinha dupla (um espaço duplo ou dois espaços simples). referências e outros. A impressão deve ser feita exclusivamente em papel branco formato A4 (21. A numeração deve ser indicada a partir da INTRODUÇÃO. utilizando-se os recursos de negrito.0 x 29. q q q . devem ser centralizados conforme a NBR. separado por um espaço de caracteres. devem ter os nomes colocados por extenso. de boa opacidade e de qualidade que permita a impressão e leitura. que poderá ser. devem iniciar em folha distinta. conforme a NBR. deve ser utilizado o justificado. Nos títulos sem indicativo numérico como lista de ilustrações.

subtítulo se houver. textuais e pós-textuais. ano de depósito (data da entrega).1. onde as informações devem ser impressas conforme a NBR 12225: . na seguinte ordem: nome completo do aluno. de acordo com a ABNT/NBR-14724 (jul.2001).1 Capa q § § § § § Elemento obrigatório. q Os elementos pré-textuais são compostos de: § Capa (obrigatório) § Lombada (opcional) § Folha de rosto (obrigatório) § Errata (opcional) § Folha de aprovação (obrigatório) § Dedicatória (opcional) § Agradecimentos (opcional) § Epígrafe (opcional) § Resumo na língua vernácula (obrigatório) § Resumo em língua estrangeira (obrigatório) § Lista de ilustrações (opcional) § Lista de abreviatura e siglas (opcional) § Lista de símbolos (opcional) § Sumário (obrigatório) Os elementos textuais são compostos de: § Introdução § Desenvolvimento § Conclusão Os elementos pós-textuais são compostos de: § Referências (obrigatório) § Glossário (opcional) § Apêndice (opcional) § Anexo (opcional) § Índice (opcional) q q 2.1. sobre o qual se imprimem as informações indispensáveis à indicação do trabalho.6 2 ESTRUTURA A estrutura de tese e/ou dissertação.2 Lombada q Elemento opcional. compreende três elementos: pré-textuais.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS: 2. título do trabalho. 2. cidade da Instituição onde o documento deve ser apresentado.

onde o aluno presta homenagem ou dedica seu trabalho. § nome. 2. se houver. . área de concentração. dissertação) e objetivo (aprovação em disciplina.5 Folha de Aprovação q Elemento obrigatório. grau pretendido). a folha de aprovação deve conter: § nome do autor. § subtítulo se houver. impresso da mesma forma que o nome do autor. elementos alfanuméricos de identificação. § nome do orientador. assinatura e instituição dos membros componentes da banca examinadora.3. § titulo por extenso. § subtítulo. Esta forma possibilita a leitura quando o trabalho está no sentido horizontal. § local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado. § natureza do trabalho (tese. § título do trabalho. com a face voltada para cima. 2. nome da instituição a que é submetido. § local e data de aprovação.1. § ano de depósito (da entrega). Deve ser inserida após a folha de rosto. 2.6 Dedicatória Folha opcional. O verso da folha de rosto deve conter a ficha catalográfica conforme os Dados Internacionais de Catalogação-na-publicação.4 Errata A errata consiste em uma lista das folhas e linhas em que ocorrem erros.1. título do trabalho. seguida das devidas correções.1.3 Folha de Rosto q q O anverso da folha de rosto deve conter os elementos na seguinte ordem: § nome completo do aluno. por exemplo: v. O texto da errata é disposto da seguinte maneira: Ø Exemplo: Folha 32 Linha 3 ERRATA Onde se lê Adnistração Leia-se Administração 2.1.7 § § § nome do autor. impresso longitudinalmente e legível do alo pra o pé da lombada.

1. Constitui-se em uma seqüência de frases objetivas e não uma simples enumeração de tópicos.9 Resumo na língua vernácula (ABNT/NBR-6028) Resumo consiste na apresentação concisa dos pontos principais de um texto. palavras-chave e/ou descritores. com o termo Figura. de forma clara. § usar frases precisas e informativas. q 2. os objetivos.1.. 2..1. com exceção de tabelas. § evitar adjetivos. As i lustrações. dirigida àqueles que contribuíram para a elaboração do trabalho. podem ser sinalizadas no texto ou entre parênteses no final da frase. É recomendável que sejam feitas listas separadas para cada tipo de ilustração.8 2. isto é. podem ser agrupadas no final do trabalho como APÊNDICES.1. 2. seguida de indicação de autoria. o desenvolvimento e as conclusões.11. Devem ser apresentados.11 Listas de Ilustrações (figuras.7 Agradecimentos Folha opcional. palavraschave e/ou unitermos. Ø Exemplo: A Figura 25 mostra o comportamento do aluno . Deve ser seguido das palavras representativas do conteúdo do trabalho. isto é. quadros e gráficos.. relacionada com a matéria tratada no corpo do trabalho..1 Apresentação de ilustrações (figuras. Em cada lista devem constar: número.8 Epígrafe Elemento opcional.10 Resumo em língua estrangeira Consiste em uma versão do resumo em idioma de divulgação internacional.. gráficos e outros) As ilustrações devem ser numeradas na ordem em que aparecem no texto.1. gráficos) no texto . onde o aluno apresenta uma citação. quadros. quadros. q Na redação do resumo: § evitar termos redundantes: O autor trata neste trabalho. preferindo a substantivação. Deve ser seguido das palavras representativas do conteúdo do trabalho. título e página Quando as ilustrações forem em grande número e/ou em tamanho maior. As epígrafes também podem se apresentadas nas folhas de abertura das seções primárias.1. 2. § não utilizar parágrafos. tabelas. No final do resumo devem constar os unitermos ou palavras-chaves já determinados pelos aluno e orientador e que também constarão dos Dados Internacionais de Catalogação-na-publicação. tabelas. 2. na língua.

com o título voltado para a margem esquerda da folha. O título deve ser apresentado logo após o quadro. A identificação se fará com o nome do elemento Quadro por extenso. fotografias. § Ø Exemplo: . deve ser colocada em posição horizontal. na mesma linha deste. para cuja compreensão não seria necessária qualquer elaboração matemático-estatística. a tabela deve ser colocada em posição vertical. destacando-se do mesmo por um hifen (-). Os títulos devem ser colocados abaixo das figuras. seguido do número de ordem em algarismo arábico. para facilitar a leitura dos dados. com os respectivos títulos precedidos da palavra Figura e do número de ordem em algarismo arábico. q q § q Elementos componentes das Tabelas : § Referência: elemento usado para identificar a tabela. seguido de um número de ordem (indicativo). Se a tabela ou quadro não couber em uma página. A referência é composta do termo Tabela. Neste caso o final não será delimitado por traço horizontal na parte inferior e o cabeçalho será repetido na página seguinte. em algarismos arábicos. Tabelas: são conjuntos de dados numéricos.9 A apresentação de quadros e tabelas está regida pelas Normas de Apresentação Tabular do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (1993). organogramas. no texto devem ser indicadas pela palavra Tabela acompanhada do número de ordem em algarismo arábico. No caso em que isso seja impossível. A finalidade básica da tabela é resumir ou sintetizar dados de maneira a fornecer o máximo de informações num mínimo de espaço. Na apresentação de uma tabela devem ser levados em consideração os seguintes critérios: § § toda tabela deve ter significado próprio. Procedimento para a apresentação de tabelas: ü a referência deve ser colocada precedendo o título da tabela. deve ser continuado na página seguinte. esquemas etc. Outros elementos do quadro deverão ser descritos de acordo com o padrão usado para apresentação tabular. colocado entre espaços correspondentes a uma letra. fotomicrografias. Quadros: denomina-se quadro a apresentação de dados de forma organizada. dispostos numa determinada ordem da classificação. dispensando consultas ao texto. q Figuras: são desenhos. No texto devem ser indicados pela abreviatura Figura acompanhada do número de ordem. Expressam as variações qualitativas e quantitativas de um fenômeno. associados a um fenômeno.

Quando a numeração for feita por capítulo. É precedido pela referência da qual é separado por um hífen colocado entre espaços correspondentes a uma letra. por sexo e por situaçãodo domicílio. local a que se refere o conteúdo e a data a que se referem os dados. o local de ocorrência do fato e a época em que o mesmo foi registrado. separada da parte descritiva por meio de um hífen colocado entre espaços correspondentes a uma letra. separado desta por um ponto (. ü a descrição do conteúdo da tabela deve ser feita. . Ø Exemplo: Tabela 2 – Título § Procedimento para a apresentação do título: ü deve ser escrito em caracteres minúsculos (apenas a primeira letra da primeira palavra em letra maiúscula) precedendo a tabela. deve-se tomar como referência para o alinhamento das linhas. o número de ordem deve ser precedido do número do capítulo. Ø Exemplo: Tabela 15 – Altitude e coordenadas geográficas dos pontos mais altos do Brasil -1992 § Data: a data é parte integrante do título. por capítulo ou no documento como um todo.1 Tabela 4. ou Tabela 1 Tabela 2. deve conter a designação do fato observado. etc. Ø Exemplos: Tabelas do capítulo 4 Tabela 4. informar o mais detalhadamente possível o conteúdo da tabela. ü em títulos longos que ocupam mais de uma linha. § Título: é a indicação que precede a tabela.2. isto é. ü deve ser auto-explicativo. de preferência.10 Tabela 9 – Pessoas residentes em domicílios particulares.). nesta ordem: descrição do cabeçalho e indicador de linha (descrição das colunas pelas linhas). no Paraná – 2000 ü as tabelas devem ser numeradas de 1 a n. a 1ª letra do título. etc.

colocado na parte superior da tabela. Ø Exemplos: 1981/1985 (apresenta os dados numéricos para os anos de 1981 e 1985.11 § Procedimentos para a apresentação da data: ü não deve ser colocado ponto final após a data. ü não se abreviam os meses designados por palavras de quatro ou menos letras. fevereiro e março de 1992). que especifica o conteúdo das colunas . novembro e dezembro de 1991 e janeiro. por seus pontos. 1992 (apresenta dados numéricos para os meses de outubro de 1991 e março de 1992. 1991/mar. 1991. ü toda série temporal consecutiva deve ser apresentada. out. 1983. Maio . Ø Exemplos: January . ligados por hífen (-). ligados por barra (/). § Cabeçalho: é o conjunto de termos.Jan. não sendo apresentados dados numéricos de pelo menos um dos meses desta série temporal). out. Abril . em uma tabela. 1992 (apresenta dados numéricos para os meses de outubro. não sendo apresentado dados numéricos de pelo menos um dos anos desta série temporal). ü toda série temporal não consecutiva deve ser apresentada. inicial e final. ü a abreviação dos meses. 1984 e 1985). inicial e final.maio July – July Dezembro – dez. 1982. deve ser feita no seu idioma original. Ø Exemplos: 1981-1985 (apresenta dados numéricos para os anos de 1981.abr. por seus pontos. em uma tabela.mar.

em que seja necessário ressaltar alguma indicação.12 § Procedimentos para a apresentação do cabeçalho: ü a indicação do conteúdo das colunas deve ser feita com palavras ou com notações. exceto nos casos. Casa: é o elemento do corpo de uma tabela. ü recomenda-se que a indicação com palavras seja feita por extenso. Linha: é o conjunto de elementos dispostos horizontalmente no corpo da tabela. colocado na parte superior da tabela que especifica o conteúdo das linhas. sem abreviações. ü conteúdo do cabeçalho deve ser apresentado apenas com a primeira letra inicial maiúscula. Traço: é o elemento utilizado para delimitar o cabeçalho e o limite inferior da tabela. Procedimentos para apresentação do indicador de linha: ü é indiferente que o cabeçalho do indicador de linha esteja no singular ou plural mas. identificado pelo cruzamento de uma linha com uma coluna. ü as especificações do indicador de linha devem ser seguidas de uma linha pontilhada até o início do corpo da tabela. § § § § § § Corpo: é a parte da tabela onde estão colocados os dados e/ou informações e os sinais convencionais. de forma clara e concisa. adotada uma forma. Procedimento para uso do traço: § . esta deve ser mantida durante todo o trabalho. Coluna: é o conjunto de elementos dispostos verticalmente no corpo da tabela. exceto nos casos em que seja necessário ressaltar alguma indicação. ü conteúdo do indicador de linha deve ser apresentado apenas com as letras iniciais maiúsculas. caso haja necessidade de uma melhor visualização. § Indicador de Linha: é o conjunto de termos.

sem repetição do título. na apresentação da tabela. a separação deve ser feita por traço horizontal duplo. Procedimentos para a apresentação de Nota: ü a 1ª letra da descrição ou esclarecimentos da Nota deve ser escrita em caracter maiúsculo. ü a separação entre a palavra Nota e o esclarecimento deve ser feita com a utilização de dois pontos. Quando utilizadas. § Nota: denomina-se Nota a informação de natureza geral. ü recomenda-se que em tabelas com dados numéricos extraídos de um documento.13 ü os traços do corpo e do indicador de linha. devem ser indicadas na tabela § § . ü deve ser localizada logo abaixo da Fonte. alinhada com as especificações do 1º nível da coluna indicadora. são obrigatórios no cabeçalho e no limite inferior da tabela. ü quando uma tabela composta de poucas colunas e muitas linhas for apresentada em duas ou mais partes colocadas lado a lado. ü quando uma tabela for apresentada em duas partes colocadas uma imediatamente após a outra. a separação entre estas deverá ser feita com traço vertical duplo. Contudo. repetindo-se o cabeçalho. a identificação da fonte indique a referência completa do documento. devem ser omitidos fisicamente. § Chamada ou Nota específica: são informações de natureza específica sobre determinada parte da tabela e destinadas a desenvolver conceitos ou a esclarecer dados. Procedimento para apresentação das fontes: ü a palavra Fonte deverá ser colocada imediatamente após o traço inferior da tabela. ü as tabelas não devem ser delimitadas à direita e à esquerda por traços verticais. § Fonte: é a indicação do autor ou da entidade responsável pelo fornecimento ou elaboração dos dados e informações contidas nas tabelas. ü separação entre a palavra Fonte e a referência do documento deve ser feita com a utilização de dois pontos. destinada a conceituar ou esclarecer o conteúdo da tabela ou a indicar a metodologia adotada na coleta ou na elaboração dos dados.

Data: é parte integrante do título. igual à da tabela. e b) escala horizontal ou das abscissas que se refere ao campo de variação do fenômeno. separada da parte descritiva por um hífen. A referência deve ser colocada separada do título por um hífen. colocado entre espaços correspondentes a uma letra. Gráfico 1. os dados podem ser apresentados em gráficos. acompanhada do número de ordem em algarismo arábico. Escala: é a seqüência ordenada de valores que descreve o campo de variação de fenômeno.14 § e no rodapé da mesma. na ordem de sua sucessão na tabela. No tracejado da maioria dos gráficos. na ordem citada. tornando claros os fatos que poderiam passar despercebidos em dados apenas tabulados. Serve para representar qualquer tabela de maneira simples. são consideradas duas escalas: a) escala vertical ou das ordenadas que se refere aos valores observados ou a freqüência dos itens. No texto devem ser indicados pela palavra Gráfico.2. por algarismos arábicos colocados entre parênteses. Gráfico 2 etc. § . Os elementos componentes de um gráfico são descritos a seguir: § Referência: é o elemento de identificação ordenado do gráfico. de cima para baixo e da esquerda para a direita. com a finalidade de proporcionar ao interessado uma visão rápida do comportamento do fenômeno. Gráficos numerados sem considerar o capítulo: Gráfico 1. q Gráficos : Depois de sintetizados em tabelas. q Ø Exemplos: Gráficos do capítulo 1 utilizar Gráfico 1. onde e quando os dados ocorreram. Deve ser colocado abaixo da parte gráfica. legível e interessante. ou seja. O procedimento da apresentação da data dos gráficos é o mesmo da apresentação de tabelas. § Procedimentos para apresentação das chamadas ou notas específicas: ü a numeração das chamadas ou notas específicas deve ser sucessiva.1. mostrando o quê. as chamadas devem ser colocadas após a Nota. § § entre Título: deve ser claro. ou logo após a Fonte quando não existir Nota. ü em rodapé. espaço correspondente a uma letra. o número de ordem do mesmo no trabalho.

Tem por objetivo informar sobre a procedência original dos dados e habilitar o interessado a obter outros elementos. Recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo. deve ser adotada a numeração progressiva. colocada logo abaixo da Fonte. São indicadas no gráfico (normalmente no título e na legenda) e no rodapé do mesmo. § § § 2. de acordo com a ABNT/NB-6024. O procedimento para apresentação da Nota nos gráficos é o mesmo adotado para a apresentação nas tabelas. logo após a fonte. Pode ser colocada preenchendo os espaços vazios deixados pelo tipo de representação utilizada.1. à direita do gráfico. 2. As divisões devem estar numeradas em algarismos arábicos. na ordem em que aparecem no texto. acompanhadas da página inicial . Chamada ou Notas específicas: as informações de natureza específica sobre determinada parte do gráfico são dadas sob a forma de chamada ou notas específicas.1. Havendo subdivisões. É dispensável a colocação da palavra legenda antecedendo as explicações bem como o uso de molduras em torno delas. Legenda: também chamada convenção ou chave. . a partir da Introdução até as Referências. Deve ser colocada imediatamente abaixo do gráfico.1. 2. seguidas das palavras ou expressões correspondentes grafadas por extenso. É obrigatório seu uso sempre que forem representadas divisões variáveis num mesmo gráfico. ou ainda. sempre em número arábico e a distinção de caracteres. caso o deseje.13 Lista de Símbolos Os símbolos devem ser apresentados na lista na ordem em que aparecem no texto. recorrendo à entidade geradora dos mesmos. é a descrição das convenções utilizadas na elaboração do gráfico. com o devido significado. Notas: sempre que for necessário prestar uma informação de natureza geral sobre o gráfico.15 § Fonte: é indispensável sua indicação. nota e chamadas.14 Sumário (ABNT/NBR-6027) Consiste na enumeração das principais divisões. por algarismos arábicos colocados entre parênteses. seções e outras partes do trabalho. deve ser feita uma nota.12 Lista de Abreviaturas e Siglas Consiste na relação alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas no texto. abaixo deste.

..2 4...... ................3................................................................1 3. esta deve entrar em desenvolvimento)............................1.....1........16 Ø Exemplo de Sumário: SUMÁRIO 1 2 2......................1 4... B ..... Análise de conteúdo ..........Regulamentação da profissão de administrador ............................... A perspectiva tradicional ..............2.3.. Deve conter as informações relativas a : Introdução............ ilustrações relevantes .............................................. Comparação do survey com outros métodos .......................................... A ciência na prática ......2 2.....................2........................1.................. A PESQUISA DE SURVEY COMO MÉTODO DAS CIÊNCIAS SOCIAIS ......Conclusões........2 3..... De painel ...3 4 4.......................1 4..1............... Finalidades da pesquisa de survey ... B .............Código de ética profissional do administrador .............................................................. Características científicas da pesquisa de survey ...1 4.................1.........2 4......................... DESENHO DE PESQUISA DE SURVEY ...................................... A ÉTICA NA PESQUISA DE SURVEY ...1....... Um código de ética profissional .. Variações dos desenhos básicos ...... TIPOS DE DESENHOS DE PESQUISAS .............. Escolhendo o desenho apropriado .............1 3.....1.............Erro estimado de amostragem para uma bionomial .....................................2. A desmistificação da ciência .....2 INTRODUÇÃO ....1 3..............1..........1.....1...1.1 4...1.2.............. História de vida ........1.1...............1 2.....3 3 3.. Observação direta .... Unidades de análise .....................3...... APÊNDICES A ................. Desenhos básicos de survey ..............1 5...2 ELEMENTOS TEXTUAIS Texto é a parte do trabalho em que é exposta a matéria.........2.......... Desenvolvimento (caso a dissertação/tese contenha apenas Revisão da Literatura............................. Interseccional ... A PESQUISA DE SURVEY NO CONTEXTO SOCIAL .... BREVE HISTÓRIA DA PESQUISA DE SURVEY....1...................... REFERÊNCIAS......................1........................................ 9 10 12 15 17 19 21 23 25 27 29 35 37 39 41 43 45 49 51 53 55 57 59 63 67 70 73 82 85 89 91 2.......................1 2.......... A LÓGICA DA CIÊNCIA .......3....................... O CONTEXTO CIENTÍFICO DA PESQUISA SURVEY ........2 3......3 4....1 5..........2 5 5.............................................................. ANEXOS A ............1........................ Ética...Tabela de números aleatórios .....

2.3. Ø Para a normalização de Referências veja o Item 4. Denomina-se ainda de Referências a lista composta de documentos padronizados e utilizados na elaboração de um trabalho acadêmico. com paginação seqüencial à do texto. travessão e pelos repectivos títulos. retirados de um documento.2. Ø Para a normalização de Citação de Autores no Texto veja o Item 3.2.1 Referências É o conjunto padronizado de elementos descritivos.2 Glossário Lista em ordem alfabética de palavras ou expressões técnicas de uso restrito ou de sentido obscuro. 2.2 Desenvolvimento Parte do texto que contém a exposição ordenada e pormenorizada do assunto.1 Introdução Parte inicial do texto onde devem constar a delimitação do assunto tratado.3 Conclusões Parte final do texto na qual se apresentam as conclusões correspondentes aos objetivos ou hipóteses.2. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS Os elementos pós-textuais são apresentados no sumário.3 Apêndices Consiste em um texto ou um documento elaborado pelo autor. que permite a sua identificação individual.3. sem prejuízo da unidade nuclear do trabalho. 2.3.fim de complementar sua argumentação. 2. acompanhadas das respectivas definições.17 2. utilizadas no texto. os objetivos da pesquisa e os outros elementos necessários para situar o tema do trabalho. Divide-se em seções e subseções. mas não recebem numeração progressiva. que variam em função da arbordagem do tema e do método. . a . 2. 2.

4 Índice Elemento opcional. elaborada pela CAPES. comprovação e ilustração. 2. ANEXO B .Representação gráfica dos docentes dos cursos de pósGraduação. elaborado conforma a NBR 6034. .Erro estimado de amostragem para uma bionomial 2. que serve de fundamentação.2. Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas. travessão e pelos respectivos títulos.Representação gráfica dos cursos de pós-graduação.18 Ø Exemplo: APÊNDICE A . Ø Exemplo: ANEXO A elaborada .Tabela de números aleatórios APÊNDICE B .3 Anexo Consiste em um texto ou documento não elaborado pelo autor.2. pela CAPES.

a taxas de juros inf eriores à da inflação. indireta e citação de citação.19 3 CITAÇÕES EM DOCUMENTOS: DEFINIÇÕES E REGRAS GERAIS ABNT/NBR-10520 ( AGO. Simonse e Mota (1983. sem aspas.3 CITAÇÃO DE CITAÇÃO É citação direta ou indireta de um documento ao qual não se teve acesso ao original. são subsídios sem rastros jurídi cos. em bloco recuado – de 4 cm da margem esquerda – com letras tamanho 10. também não se pode discutir se o valor e os preços são governados pela utilidade ou pelo custo de produção”. No texto deve ser indicado o(s) Sobrenome(s) do(s) autor(es) citado(s). Ø Exemplo: A produção acadêmica sobre varejo no Brasil fica muito a quem da importância do segmento na economia (ANGELO. As citações indiretas ou parafraseadas dispensam o uso de aspas duplas e do número de páginas.1 CITAÇÃO DIRETA É a transcrição textual dos conceitos de um autor consultado. SILVA.249) “da mesma forma que não se pode afirmar se é a lâmina inferior ou superior de uma tesoura que corta uma folha de papel.. p. E com isso passa a dispor de um instrumento sutil de redistribuição de propri edade em favor de certos grupo s privilegiados. 3. Ø Exemplo: Valendo-se de várias hipóteses. 3. constando o número da página.237) constata que [. Deve ser citado em nota de rodapé.] só o governo pode permanecer ofertando esses empréstimos a prazo mais longo.2 CITAÇÃO INDIRETA É a transcrição livre do texto do autor consultado. 2002) Citação é a menção. 3. no texto. Esse tipo de citação só deve ser utilizado nos casos em que realmente o documento original não pode ser recuperado (documentos muito antigos). Pode ser direta. 1993). Citação mais longa deve figurar abaixo do texto. pois os empréstimos a longo prazo.. p. Ø Exemplos: De acordo com as conlusões de Marshall (1980. seguido(s) da expressão apud e Sobrenome do(s) autor(es) da referência fonte. de uma informação colhida de outra fonte. sendo obrigatória a indicação da referência de onde foi extraída a informação. .

eventos não impressos (conferências. Revista de Administração. Ø Exemplo: Marcovitch constata que o principal problema na gestão de recursos hídricos é o da coordenação em termos de processo (informação verbal). No prelo. Ø Exemplo: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DO TRABALHADOR – ABT (1985) 3.. (em elaboração). LEPSCH.4. n. No prelo. desde que na primeira vez em que forem mencionadas apareçam por extenso. congressos. Sergio Luiz. entre parênteses.4. Trabalho em fase de elaboração deve ser mencionado o fato. anotações de aulas.. 2000.). de autoria de Antonio Siqueira. referenciando os dados disponíveis em nota de rodapé. entre parênteses.21) chegou às mesmas conclusões.4 REGRAS GERAIS 3. indicando-se os dados bibliográficos disponíveis em nota de rodapé.20 Ø Exemplo: Enguita (apud SILVA. Devem ser reduzidas ao mínimo necessário e situar- . simpósios etc. Trabalho comprovadamente em fase de impressão deve ser mencionado na lista final de Referências. 1991. Alterações recentes na Economia do setor supermercadista brasileiro. volume. pela Universidade Federal de Minas Gerais . v. Ø Exemplo: Poder e cultura em empresas de transporte coletivo por ônibus. tais como. Ø Exemplo: SILVEIRA.. seminários. As entidades coletivas podem ser citadas pelas respectivas siglas. a expressão: informação verbal. palestras. O título do periódico.35. 3..2. São Paulo..1 Citação de Informações Quando as informações são obtidas através de canais informais. deve-se indicar. número e ano devem ser precedidos na informação. comunicações pessoais.2 Citação em Notas de Rodapé As notas de rodapé têm por finalidade prestar esclarecimentos ou tecer considerações que não devam ser incluídas no texto para que não haja interrupção da seqüência lógica da leitura. p. JOSÉ Augusto G.

Passim = aqui e ali. 1994. na entrelinha superior do texto. = na obra citada . p. 2 1 1 _____________________ ANDRADE. sem parênteses. Usa-se espaço duplo para separar as notas entre si.. R. p. 2 _____________________________________ 1 ANDRADE.54. São Paulo: Saraiva. Conhecendo a universidade. p. p. expressões e abreviaturas latinas. R. 2 . cit. A prática da pesquisa. devem ser usados algarismos arábicos. cit. = confira .. FONTES. São elas: . p. M. = no lugar citado . remetendo o leitor a outras partes do trabalho ou outros trabalhos para a comparação de resultados. = do mesmo autor .305. . v. Elas só podem ser utilizadas quando fizerem referência às notas de uma mesma página ou em páginas confrontantes. Planejamento estratégico.163. 1985. p.Ibidem ou Ibid. Para se fazer a chamada das notas de rodapé. Entretanto.21 se em local próximo ao texto. 3 MELLO. p. Ibid. 2000. cit.3. = na mesma obra . 245. = seguinte ou que se segue .Op. em notas de rodapé.Cf. o uso de termos. 2 1 É muito comum.Idem ou Id. Planejamento estratégico. op. Petrópolis: Vozes.2. Há dois tipos de notas de rodapé: bibliográficas e explicativas. 1997. 235. Quando as notas forem em número reduzido pode-se adotar uma seqüência única para todo o texto. NOBREGA.Et seq. 1999. 171-72. Não é aconselhável reuni-las no final dos capítulos ou da publicação. N.Loc. Cidadania. 3 Ibid. São Paulo: Atlas. desta maneira Exemplos: _______________________________ FURTADO. São separadas do texto por um traço contínuo de 4 cm e digitadas em espaço simples com caracteres menores do que o usado para o texto. essas expressões devem ser evitadas porque dificultam a leitura. Deve-se evitar recomeçar a numeração a cada página. Idem. A . A arte de negociar. Indicam textos relacionados com as afirmações contidas no trabalho. Devem estar localizadas na margem inferior da mesma página onde ocorre a chamada numérica recebida no texto. São Paulo: Saraiva. São Paulo: Abril. 2000. 79-80. 1995. Incluem também a tradução de citações feitas em língua estrangeira ou indicação de língua original de citações traduzidas. q Bibliográficas: São utilizadas para indicar fontes bibliográficas.163. 2000. Ø Exemplos: ________________________ CASTRO.. p. p. 42. p. 3 ANDRADE. A primeira citação de uma obra em nota de rodapé deve ter a sua referência completa. N. São Paulo: Abril. em vários trechos ou passagens . 117-20. p. cap. 3 Idem. 2000.Sic = assim mesmo.29.

usa-se a expressão grifo do autor. eventos no todo. Verifica-se que a universalização dos princípios de governança e do comportamento empresarial responsável teria. p. nomes de instituições e endereços. q Para enfatizar trechos da citação deve-se destacá-los indicando esta alteração com a expressão grifo nosso entre parênteses. p. documentos cuja entrada é pelo título (obras anônimas. o virtual desaparecimento de políticas econômicas e sociais realmente autônomas. ou Compete a todo país-membro formular uma política para impedir a discriminação em emprego e profissão (ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO. a trabalhos apresentados e não publicados. 2000.4.. ________________________________ Trabalho recebido para publicação em 03/02/2000. acréscimos ou comentários: [ ] Ênfase ou destaque: grifo ou negrito ou itálico. São também usadas para indicar dados relativos a comunicações pessoais. Interpolações. grifo do autor). após a idealização da citação. 23) q Nas citações de texto devem ser indicadas as: Supressões [ . Ø Exemplos: Trata-se de um pensamento que se dispõe a compreender a realidade em constante mudança.. 3 SILVEIRA.85. compete a todo país-membro formular uma política para impedir a discriminação em emprego e profissão. na forma em que aparecem na lista de Se o título for muito longo. grifo nosso). Comunicação pessoal. 1990.]. Caso o destaque seja do autor consultado.46. (MORIN. p. Trabalho realizado com o auxíli o financeiro da CAPES E CNPq.3 Documentos Anônimos. . 2 1 3. ou tiver subtítulo. a incerteza. (Centro Universitário FIEO. como conseqüência prática. 23). p. reticências. A. 2001. Documentos Considerados no Todo ou de Autoria Coletiva No texto de considerados as primeiras Referências.22 q Explicativas: Referem-se a comentários e/ou observações pessoais do autor: concessão de bolsas. devem ser usadas Ø Exemplo: Conforme a Organização Internacional do Trabalho (1997. etc. na qual estão implícitas a aleatoriedade.) a citação deve ser feita com palavras deste título. São Paulo). Curso de Pos-Graduação em Administração de Empresas – Osasco. (ALVES. 1997. obras de autoria múltipla.

q Dois autores Deve-se indicar os dois autores unidos pela preposição e acrescidos da data. 1986). Mckinsey (1997). quando citados em bloco no texto. Ø Exemplo: ordem alfabética: Coopers (1996).23 3. Dwyer (1987). Ø Exemplos: Miller e Toulouse (1986) verificaram que o traço de personalidade dos proprietários-administradores pode ser fortemente correlacionado com certos tipos de estratégias adotadas por pequenas empresas. TOULOUSE. em toda a matéria.. Ø Exemplo: Gibb (1985). pela instituição responsável ou pelo título incluído na sentença devem ser em letras maiúsculas e minúsculas. As entradas pelo sobrenome do autor. seguido da expressão et al.5 APRESENTAÇÃO DE AUTORES NO TEXTO Deve-se obedecer aos seguintes critérios: q Um autor Indicação do Sobrenome do autor. (1998) (WHITE et al. quando estiverem entre parênteses devem ser em letras maiúsculas. acrescido da data e número da página. Ø Exemplos: White et al. 1998) q Vários trabalhos A citação de vários autores numa frase poderá obedecer a ordem alfabética ou cronológica. empreendeu um estudo com 16 pequenas companhias. seguido da data. A opção por qualquer dos critérios deverá ser seguida uniformemente. Morehouse (1995) . ou O traço de personalidade dos proprietários-administradores pode ser fortemente correlacionado com certos tipos de estratégias adotadas por pequenas empresas (MILLER. q Três ou mais de três autores Indicação do primeiro autor. com o intuito de decifrar os caminhos percorridos pelas empresas para a concepção de estratégias de desenvolvimento de produto e mercado.

(1995) ou (BARBOSA. 1990a) Quando houver coincidências de autores com o mesmo sobrenome e data. Ø Exemplos: Mills (1993). do artigo ou do trabalho. Em apresentação de dissertações/teses.6. em sua análise sobre organizações e gênero.6 SISTEMA DE CHAMADA E APRESENTAÇÃO DE CITAÇÕES NO TEXTO As citações no texto devem ser indicadas pelo sistema autor-data ou sistema numérico. em uma única ordem alfabética. são distinguidas pelo acréscimo de letras minúsculas do alfabeto após a data.. Ø Exemplos: Powell (1993a) ou (POWELL. GLINOV. 1992a) Morrison . deve ser referido ao longo de todo o trabalho.1 Sistema de Chamada Autor-Data (ordem alfabética) Neste sistema as citações indicam os documentos pelo Sobrenome do autor e data de publicação. ROSENER. As citações de diversos documentos de um mesmo autor. e sem espacejamento. N. O sexo de uma pessoa ocupa importante aspecto na formação de expectativas de papel nas relações interpessoais e de trabalho (LODEN . Coopers (1996). 1991). N. (1995) ou (BARBOSA. Ø Exemplos: Barbosa. publicados em um mesmo ano.24 Ø Exemplo: ordem cronológica Dwyer (1987). 1993a) Jacobs (1992a) ou (JACOBS. acrescentar as iniciais de seus prenomes. dá-se preferência ao sistema de chamada autor-data. Glinov (1990a) ou (MORRISON . 1995) Se for utilizado o sistema autor-data para a citação no texto. refere que as organizações não se configuram em espaços nos quais as pessoas ingressam. Qualquer que seja o método adotado. .. 3. R. as referências devem ser reunidas no final do capítulo. Mckinsey (1997) 3. mas em redes emaranhadas de relações. 1995) Barbosa. R. Morehouse (1995).

Cultura e razão prática. o social e o político na pós-modernidade. Porto: Edições Afrontamento. 1995. Salvador: [s. Marshall. Qualificação. Boaventura de Sousa.n]. 1999. N. 1979. Ø Exemplos: O comprometimento com a carreira envolve os componentes de persistência e identidade (15). mercados e processos de trabalho. Pela mão de Alice. 1987. Porto: Edições Afrontamento. as referências devem seguir a ordem numérica crescente. A economia das trocas simbólicas. 1994. O sentido dos outros. CASTRO. ou entre colchetes. 3. Ø Exemplos: 1 CASTRO. 1979. Petrópolis: Vozes. BOURDIEU. Pierre. Santos. Rio de Janeiro: Zahar. mercados e processos de trabalho. O comprometimento com a carreira envolve os componentes de persistência e identidade [15]. Marc. 4 BOURDIEU. N. São Paulo: Perspectiva. 1987. Rio de Janeiro: Zahar. Marshall. Boaventura de Sousa.25 Ø Exemplos: AUGÉ. 2 SAHLINS. Este sistema não é o ideal para ser utilizado em dissertações e teses. Cultura e razão prática. 3 AUGÉ. 1994. Salvador: [s. Pierre. 5 Santos. o social e o político na pós-modernidade. Se for utilizado o sistema numérico para citação no texto. 1999. O comprometimento é expresso na habilidade de lidar com decepções ao buscar os objetivos da carreira 15.6. Petrópolis: Vozes.2 Sistema de Chamada Numérico (ordem de citação no texto) Neste sistema os autores são indicados por número arábico colocado pouco acima da linha do texto ou entre parênteses. . SAHLINS. A. Marc. acompanhando a numeração utilizada no texto. Pela mão de Alice.n]. São Paulo: Perspectiva. A. Qualificação. O sentido dos outros. 1995. A economia das trocas simbólicas.

Novo dicionário da língua portuguesa. teses. 4. Tese (Livre-Docência em Administração de Empresas) – Faculdade de Economia. Denomina-se ainda de Referências a lista composta de documentos padronizados e utilizados na elaboração de um trabalho acadêmico. São Paulo.1 DOCUMENTOS BIBLIOGRÁFICOS Para as referências. M. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) – Curso de Turismo. 4. FISCHMANN. INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO. Osasco.). português/inglês. dissertações. Universidade de São Paulo. São Paulo: Folha da Manhã.26 4 REFERÊNCIAS É o conjunto padronizado de elementos descritivos. A. guias) Ø Exemplos: CHIAVENATO. que permite a sua identificação individual. dicionários. 2. retirados de um documento. folhetos. In: ENCICLOPÉDIA e Dicionário Internacional. CUSTEIO.2002). 1988. Jackson. 818 p.1 Critérios e Referências Exemplos mais Comuns na Elaboração das q Monografia Considerada no Todo (livros. 52 f. DF. 1999. como aparece no texto). (Ed. deve ser usada a Norma ABNT/NBR-6023 (ago. Aurélio Buarque de Holanda. Ecoturismo em Florianópolis. p. 1993. São Paulo: Makron Books. 1996. Implementação de estratégias: identificação e análise de problemas. 1987. CIÊNCIA E TECNOLOGIA. 1993. Teoria geral da administração. Novo dicionário Folha Webster’s: inglês/português. Adalberto. 6. 639. In: FERREIRA. MORENO. Idalberto. 4. Rio de Janeiro: W.1. ed. EMPRESA. 41 p. Edição exclusiva para o assinante da Folha de São Paulo. Manual de normas de editoração do IBICT. 2. ed. O arranjo das referências deve estar de acordo com o sistema de chamada autordata (em ordem alfabética) ou numérica (em ordem numérica. Brasília. . 1999. HOUAISS. v. Administração e Contabilidade. 1986. Co-editor Ismael Cardim. 1983. 200 f. 32-37. Eduardo. p. ed. Não devem ser referenciadas fontes bibliográficas não citadas no texto. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. Centro Universitário FIEO.

CODA. 1994. volume e outras partes de uma obra com autores e/ou títulos próprios) Ø Exemplo de mesmo autor para o livro e capítulo: CHIAVENATO. ed. 113 p.27 BRASIL: roteiros turísticos. p. Ø Exemplo de Livro tendo a Entidade como autor: INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Teoria comportamental. São Paulo: Pioneira. editor): WILLIAM. q Parte de monografia (capítulos. 3-24. 1992. 319 p. ed. 4. Florianópolis: SEC/UDI. Roberto. . Título original: The university of success. 6. The economic institutions of capitalism. Ø Exemplo de documento sem autor: GLOSSÁRIO de termos técnicos. In : BERGAMINI. 1994. Inclui mapa rodoviário. São Paulo: Makron Books. p. estatísticos e educacionais. 1985. demográfico de 1991. A universidade do sucesso. Ø Exemplo de autores diferentes para o livro e capítulo: ARCHER. O. 1992. Guia preliminar de fontes para a história da educação brasileira. O mito da motivação.). 2.). Rio de Janeiro: Campus. Oloe Edward (Ed. Rio de Janeiro: Record. 1993. Psicodinâmica da vida organizacional. 562 p. 1990. NUNES. 70 p. coordenador. Clarice (Coord. Jeanne C. Ernest R. 1995. Rio de Janeiro. Tracy. Tradução de Eugenia Loureiro. 1977. Tradução de Insight Serviços de informática. São Paulo: Folha da Manhã. Teoria geral da administração. Original em inglês. (Roteiros turísticos Fiat). com um responsável intelectual destacado (organizador. New York: The Free Press. fragmentos. il. Censo Ø Exemplos de documentos elaborado por vários autores. ed. Idalberto. LAQUEY. Ryer. trechos. O manual da Internet: um guia introdutório para o acesso às redes globais. 78-159. Cecilia . 270 p. Ø Exemplos de Livros Traduzidos: MANDINO. Brasília: INEP. In: ______.

Journal of Business Strategies. v. Germano Mateus. Rio de Janeiro: Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais. 13. Encarte técnico. Ricardo. Contribuição social do INSS. 1982.14. São Paulo. 80-88. LEAL. Fernando Carlos. 1. Suplemento Agrícola. n.32. 21-40. Ø Exemplo de Artigo de Jornal Não Contendo Parte: Seção. n.U. 2 A. Jornal da Tarde. No prelo. q Artigo e/ou Matéria de Revista Ø Exemplos de Artigo de Revista: COSTA JUNIOR. 1997. Neroton. jna. q Artigo e/ou Matéria de Jornal Ø Exemplo de Artigo não Assinado: COSTURA x P. Persio de Oliveira.1. Anisya Susa. p. Supplmentum 17. A distribuição de alimentos no Brasil. 1997. fev. p. Celso. 17 mar.R. 2000 .18-23. Revista de Direito Tributário./mar. Consulex: revista jurídica. São Paulo. DF. v. n. Ø Exemplo de Artigo de Jornal Diário Contendo Seção. 23 jun. São Paulo. Revista de Administração. ano 1. Ø Exemplo de Artigo de Revista com Suplemento: THOMAS. 8. Ø Exemplo de Artigo de Revista no Prelo: LIMA. O Estado de São Paulo. TOURINHO NETO.53. n. 1996. São Paulo. n.2. 1984. evitando colocar abreviaturas não padronizadas. nov. p. O impacto dos juros. Caderno ou Parte: SILVEIRA.27. Mercosul e a globalização dos mercados de capitais: textes de causalidade. v. The impact of managerial discretion on firm performance. recomenda-se colocar nas Referências o título do periódico por extenso. Aldus. PEYREFITTE. ano 1. Brasília. Para facilitar a recuperação da informação. v. 1997. 1. São Paulo.28 q Publicações Periódicas no Todo Ø Exemplo: EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS SOCIAIS. p. Joseph. 1999. p. p. Caderno ou MING.1. Dano ambiental.

estados e municípios. em maiúsculas. 656 p.. In: ANNUAL CONFERENCE OF THE ASSOCIATION FOR BUSINESS SIMULATION AND EXPERIMENTAL LEARNING. The perceived relationship between pedagogics and attaining objectives in the business policy course. 5. Ø Exemplo de Trabalho Publicado em Eventos ANDERSON.29 q Documentos de Eventos Ø Exemplo de Eventos como um Todo CONGRESSO BRASILEIRO DE ADMINISTRAÇÃO. v. q Documentos Jurídicos Ø Exemplo de Constituição Federal: BRASIL.. 1995. 1999.. New York. Dispõe sobre o sistemas tributário nacional. Constituição da República Federativa do Brasil. 164-166. Robert. Emenda constitucional no. ed. Código civil. abreviado(s) ou não. Organização dos textos. São Paulo. Presidência da República. 1994.. p. Ø Exemplos de Leis: BRASIL.. 1994. Ø Exemplo de Código: BRASIL. indica-se apenas o primeiro. Os nomes devem ser separados por ponto e vírgula. Constituição (1988). out. 46.2 q TRANSCRIÇÃO DOS ELEMENTOS DA REFERÊNCIA Autoria Indicar o(s) autor(es) pelo último sobrenome.. 1995. São Paulo: Síntese. Ø Exemplo de Emenda Constitucional: BRASIL. 14. 1984. As obras de responsabilidade de entidade (órgãos governamentais. de 1966. New York: Absel. acrescentando-se a expressão et al. WOOD HOUSE.1966. 1988. DF: Senado. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência. Proceedings. alterando e inserindo parágrafos. Phillip. p. Lei n. legislação federal e marginália. Anais. 9 de 9 novembro de 1995. Brasília. institui normas gerais de direito tributário aplicáveis à união. São Paulo. ./dez. São Paulo: Saraiva. 4.59.172 de 25 de out. 177 da Constituição Federal. São Paulo: Sociedade Paulista de Administração. notas remissivas e índices por Juarez de Oliveira. seguido do(s) prenome(s) e outros sobrenomes. empresas. 1984. Dá nova redação ao art. Constituição (1988). seguido de espaço. 11. Quando existirem mais de três autores.

UNIFIEO. URANI. Richard A. q Local O nome do local (cidade) de publicação deve ser indicado tal como figura na publicação referenciada. da UFMG. Todos os sócios do presidente. São Paulo: Atlas. 1993. FARIA. Geraldo. Alberto et al. et al. DIAGNÓSTICO do setor empresarial. São Paulo: FIESP. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. KRIEGER. No caso de homônimos de cidades. Osasco. Empresa multinacional face à questão ambiental: um estudo de caso no Brasil. Luis Antonio. A. separados por dois pontos. Manual do funcionário. [S. Stewart C. q Edição Quando houver edição. Roque de Brito. 1992. 4th.]: Scritta. Ø Exemplos: ALVES. país. NOVAES. 3. 1991. 1995. New York: McGraw-Hill. Rio de Janeiro: Forence.l. Ø Exemplo: FARIA. e aum. Constituição de uma matriz de contabilidade social para o Brasil. q Título e subtítulo O título e o subtítulo devem ser reproduzidos tal como figuram na obra. Ø Exemplos: BREALEY. por extenso.30 associações etc. 1996. Belo Horizonte: Ed. esta deve ser transcrita utilizando-se as abreviaturas dos numerais ordinais e da palavra edição. Principles of corporate finance. MYERS. etc. CENTRO UNIVERSITÁRIO FIEO . ed. Teófilo. FRANÇA. 3. rev. Ciência criminal. ambas na forma adotada na língua da publicação.. Brasília. primeira palavra em letras maiúsculas. . acrescenta-se o nome do estado. ed. Júnia Lessa et al.) têm entrada pelo seu próprio nome. ed. 150 p. 2000. 1998. 1994. DF: IPEA. Em caso de autoria desconhecida a entrada é feita pelo título.

a de copirraite ou outra. ela é indicada entre colchetes. desde que sejam dispensáveis para sua identificação. Quando a editora não é identificada deve-se indicar a expressão sine nomine. Cria e recria. abreviando-se os prenomes e suprimindo-se as palavras que designam a natureza jurídica ou comercial. q Editora O nome da editora é grafado tal como figura no documento. Ø Exemplos: NEIVA. desde que seja mencionada a relação entre elas. Tomas. Por se tratar de elemento essencial para a referência.]. seja ela a de publicação. Silvio. ambas podem ser indicadas. Paul. Valor de mercado da empresa. A construção social da realidade. Salvador: [s. colocar a mais próxima possível. 1995. BERGER. Planejamento da empresa. CASTRO. 1977. Quando existirem duas datas. Caso seja impossível determinar a data.31 Quando a cidade não aparece no documento. Paul. . mas pode ser identificada.n.]. q Data A data da publicação deve ser indicada com algarismos arábicos. 452 p. Harry. 1998. a de impressão.n. 1994. Raimundo Alelaf. Não sendo possível determinar o local. 992 p.: s.]. Quando houver mais de uma editora indica-se a que estiver em maior destaque na página de rosto. LUCKMANN. Rio de Janeiro: Zahar. utiliza-se a expressão sine loco. sempre deve ser indicada uma data. Qualificação. [S. l. entre colchetes [s.]. 1979.n. c1998. Trabalho e capital monopolista: a degradação do trabalho no século XX. abreviada. Nadya Araujo. Ø Exemplos: BRAVERMANN. entre colchetes [S. mercados e processos de trabalho: um estudo comparativo no complexo químico brasileiro. LAZZARINI NETO. Ø Exemplos: LAMBERT. 106 p. abreviada. ou a primeira se todas estiverem com destaque igual. São Paulo: Atlas. [São Paulo]: SDF Editores.l. São Paulo: Atlas.

exceto os nomes compostos. Carlos ALEMAN VALDES. Franco SANZ ENGAÑA. que é o determinante do nome paterno. Atlas [1993]. Erich ZUM BUSCH. Valor de mercado da empresa. Ø Exemplos: PEREZ Y PEREZ. Ernst VOM ENDE. Carlos Augusto de DI SANTORO. van’t. se este consistir num artigo ou contração da preposição com o artigo. Os prefixos den. dos não devem ser excluídas. Viçosa: Res. van der. 1990 (impressão 1994). Claas van der . Ø Exemplos: AM THYM. Daniel. Miguel q Nomes alemães com prefixos: entrar pelo prefixo. Josef Paul ZUR LINDE.3 São Paulo: APRESENTAÇÃO DE AUTORES NAS REFERÊNCIAS SEGUNDO A ORIGEM Nomes Brasileiros e Portugueses: entrar sempre pelo último sobrenome. 334 p. de. Elisabeth von der LINDE. 4. van. A logística na empresa. Ø Exemplos: OLIVEIRA.32 TIXIER. NEIVA. Rodolfo da SANTA ROSA. João de COSTA e SILVA. Raimundo Alelaf. der. 992 p. Adalberto q q Nomes chineses: entrar na forma em que são apresentados. não fazem parte do nome. Otto WEID. do. August AUS’M WEERTH. Ø Exemplos: LIU CHIU PING YU SHIU LIN q Nomes espanhóis: entrar pelo penúltimo sobrenome. As partículas: da. das.

Daphne DE GAULLE. Pieter van der VAN GOGH. Ø Exemplos: DES GRANCES. Berl q Nomes Escoceses com prefixos: entrar pelo prefixo. ligados por hífen. Audrey VAN DER POST. Hendrick Willen q Nomes Árabes com prefixos: entrar pelo prefixo ou artigo. Charles DU MAURIER. Robert MC DOWELL. Ø Exemplos: VAN BUREN. Muhammad Hasan BEM-MAYR. . Soraya Dib AL-JASIN. exceto se o prefixo for DAS. Ø Exemplos: ABD-EL-FATTAR. Willian VAN CLEVE. Ø Exemplos: MCDONALD. M. Karel de AA. Charles Andre Joseph Marie q Nomes Holandeses e Flamengos: entrar pelo nome que segue o prefixo. ABOU-SAID. ABDUL-NOUR. Joos VAN LOON. SEM. exceto se o prefixo for VER. N. John Ramsay q Nomes Franceses com prefixos: entrar pelo prefixo se este consistir de um artigo ou contração do artigo com a preposição. Daisy WINTER. Charles VON BRAUM. Ø Exemplos: VER BOREN. Vincent q Nomes Indianos: entrar pelo nome que segue o prefixo.33 q Nomes ingleses com prefixos de origem alemã e sul africanos de origem holandesa: entrar pelo prefixo. Edward Robison MC CULLOCH.

mensagens eletrônicas pessoais. etc. Ø Exemplos: A’BECKETT. 1997. programas de computador. Daniel q Nomes Italianos: entrar pelo prefixo. publicações seriadas. Na dúvida. Emilio DE VUONO. A escolha e o comprometimento com a carreira. Gilbert O’NEAL. acessíveis por computador.1998. fitas magnéticas. . documentos Gopher e outros. Ernest O’SEA. Donatella Obs. Suportes dos documentos eletrônicos: on line (quando acessados diretamente das redes): CD-ROM. Ø Exemplos: D’APPICE. Mary O’CONNELL.34 Ø Exemplos: DAS GUPTA. disquetes. monografias. 4. de li. Disponível em: <http://www. Romesh Chunder q Nomes Irlandeses: entrar pelo prefixo. Porto: Porto Editora Multimedia. imagem. 1998. arquivos variados de texto.usp.4 DOCUMENTOS ELETRÔNICOS (ABNT/NB-6023-02) São documentos existentes em formato eletrônico. degli. som. Podem enquadrar-se nesta categoria: bancos de dados. arquivo FTP. documentos da WWW. São Paulo. Antonio Vergílio Bittencourt. de’. As seguintes formas.br>. dei. 1 CD-Rom. Hemendra Nath DUTT. recomenda-se entrar sempre pelo prefixo. Ø Exemplo de Monografia em CD-Rom VIDA e obra de Luís de Camões. tapes. raramente constituem prefixo: de.: Entende-se que é difícil a identificação da origem dos nomes dos autores. Giovanni DI FIORI. q Monografias Eletrônicas Consideradas no Todo Ø Exemplo de Monografia Online BASTOS. Dante DELLA MANNA. Produzida por Multimidia. Acesso em: 8 mar.

Ø Exemplo de Artigo de Periódico em CD-Rom CLARK.11 ou superior. 1994. 6. Chemistry of silver. J.ufrgs.//www. T. n. ano 30. 1989-. Disponível em:< http. c1992. q Artigos de Jornais Eletrônicos Ø Exemplo de Artigo de Jornal Online PITTA se irrita ao ser questionado sobre agenda entregue por Nicéia.br> Acesso em: 12 fev. 5. 6-10. Porto Alegre: Síntese. Disponível em: <http://www. Macintoch version 1. DOS 6. A liderança no contexto de uma organização de aprendizagem. Ø Exemplo de Parte de Monografia em CD-Rom MCCONNELL. ed. .shu. 2000. Canadian encyclopedia. Acesso em: 15 mar. M. 1993. v. Disponível em: <http. SIRS/SIRS 1993.22 e Windows 3. 1996.//nonono. 3th. 1999. 2000. Acesso em: 15 abr. 4 MB de disco disponível.br>. Houston: San Houston State University. Acesso em: 17 maio 2000. W. Ø Exemplo de Períódico no Todo em CD-Rom REVISTA JURÍDICA. Revista Eletrônica de Administração. 39. Folha de São Paulo.com>.adm. 1984. In: AMERICAN SOCIETY OF CHEMISTRY. jun. n. n. In: MCWELL. Claudia. K. Disponível em: <http. E.1.//www.uol. Toronto: McClelland & Stewart.Dialog. 1 CD-Rom. Semi-anual.read. IBM PC 8 MB RAM.5 CD-Rom. 05678.35 q Parte de Monografias Eletrônicas Ø Exemplo de Parte de Monografia Online KIRK-OTHMER.coba.com. nov. q Periódicos Eletrônicos no Todo Ø Exemplo de Periódico no Todo Online JOURNAL OF BUSINESS STRATEGIES. v. 21. 2 CD-Rom. Encyclopedia of chemical technology. 3. New York: John Wiley. Complications in academia: sexual harassment and the law. 1995. Siecus Report. q Artigos de Periódicos Eletrônicos Ø Exemplo de Artigo de Periódico Online BITENCOURT. 1994. São Paulo.ed> . p. n. Constitutional history. W.

Os limites pedagógicos do paradígma da qualidade total na educação. p. In: SEMINÁRIO DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS..asp?id=LEI%209887>. Growing up tough: new generation fights for its life. Fortaleza: Tec Treina. R. B. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. A educação em administração à distância. q . Disponível em:< http..leis/leis. Recife. .. R. 10. v.. 8 dez. 4. Altera a legislação tributária federal.br/anais/edc/ce04/htm>..texto. 2 CD-Rom. Rio de Janeiro. 1996.. q Eventos Eletrônicos no Todo Ø Exemplo de Evento no Todo Online CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe. M. Recife. Disponível em: http://www. CARLTON. Anais. Anais eletrônicos. Recife: UFPe. n. 1999.Rom. 4. Natal: Súmula. gov... 1997. 1998. 1999. 29. Natal. 9. 1996. 1 CD.ufpe..propesq. q Trabalhos Publicados em Eventos Eletrônicos Ø Exemplo de Trabalhos Publicados em Eventos Online SILVA. V.. 1998. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe.propesq. Promoção Multimidia Videolar.htm. 1999.887. 1996. Birmingham News.SIRS 1993. R. in. OLIVEIRA. SIRS.. Acesso em: 22 dez. Acesso em : 21 jan. Acesso em : 21 jan. 1997. 4.. Disponível em: <http: www. 1996. Ø Exemplo de Evento no Todo em CD-Rom CONGRESSO BRASILEIRO DE ADMINISTRAÇÃO. Brasília. Ø Exemplo de Trabalhos Publicados em Eventos em CD-Rom GUNCHO. 1999. 87654. br/mp. de 7 de dezembro de 1999.br/anais/anais. Anais eletrônicos. 1993. Lei no. 1 CD-Rom. 4.. DF.ufpe.//www. Anais.36 Ø Exemplo de artigo de Jornal em CD-Rom HOWELL. Recife: FPe. Documento Jurídico em Meio Eletrônico Ø Exemplo de Legislação Online BRASIL. N.

Disponível em: <lisserv@bdt. São Paulo:CERAVI. R. [S.Rom (ca.br> . In: SIMONE. Coordenação de Maria Tereza Rodrigues Alves. José Geraldo. Word for Windows 7.0.2 ) Ø Exemplo de Faixa de CD: COSTA.]: Emi-Odeon Brasil. 1 CD (50min). BDT in Brasil. son. Faixa 7 (4 min 22 s). Jura secreta..: normas para apresentação de trabalhos monográficos.. Face a face. 2000. color. 1977. 1 set. c1995. Ø Exemplo de CD com vários compositores e intérpretes: MPB especial. 1993.l. VHS. Revelação.org. List maintained by the Bases de Dados Tropical. (Globo collection. Proodução de José Abreu da Silva . 2000. estereo. [Rio de Janeiro]: Globo: Movieplay.5 DOCUMENTOS ESPECIAIS Os documentos especiais devem ser incluídos nas listagens bibliográficas. S. 1 CD. Influência da cultura organizacional em processos de mudança. 4.doc. Ø Exemplo de Lista de Discussão BIOLINE Discussion List. 5 disquetes. A. Ø Exemplo de Arquivo de Disquete: CENTRO UNIVERSITÁRIO FIEO. Rio de Janeiro: CBS. Mensagem recebida por: <malurigo@usp. 40 min). Normas. Acesso em: 25 nov. Osasco. Ø Exemplo de Videocassete: OS PERIGOS do uso de drogas. Ø Exemplo de Cassete Sonoro: FAGNER. 3 ½ pol. 1 fita cassete (60 min) : 3 ¾ pps.. 1988. Remasterizado em digital.37 q Documentos de Acesso Exclusivo em Meio Eletrônico Ø Exemplo de E-mail LIMA JÚNIOR. SILVA. juntamente com os outros documentos consultados. I fita de vídeo (50 min).br> em 31 abr. . 1998. Intérprete Simone.

6 ORDENAÇÃO DAS REFERÊNCIAS Alfabetar letra por letra. 1998. volume e página. v. quality.. São Paulo: SENAI-SP. color. Ø Exemplos: FORNELL. considerar para a ordem alfabética os seguintes elementos: título. p. D2. 2 fitas cassete (120min): 3 ¾ pps. 1995a. Havendo coincidência de autores.38 Ø Exemplo de Entrevista Gravada: SILVA. Tremel e M. 1995b. 1 fot. 217-29. Caderno 2. da. Entrevista concedida ao Projeto Memória do SENAI-SP. and customer satisfation as Strategia success indications at firm and national levels. 6-21. Advances in Strategia Management. K. Ø Exemplo de Fotografia em Papel: IWAZAKI. autor por autor. L. Productivity. p. 20 cm x 66 cm. Visuais. estéreo. E. Amilcar II. A national customer satisfation barometer: the swedish experience. Journal of Marketing. Entrevistadores: V. I. 1991. Claes. Garcia. 56. Foto apresentada no Projeto ABRA/Coca-cola. Claes. FORNELL. São Paulo. 1980.11. Doença dos idosos. O Estado de São Paulo. L. ano da publicação. 1 foto p&b. p. Ø Exemplo de Fotografia Publicada em Jornal: FRAIPONT. Se o confronto persistir. utilizar letras para a diferenciação. . v. 1991]. 30 nov. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr. 4.

39 ANEXOS ANEXO A – EXEMPLO: CAPA MARCOS CAMARGO CAMPAGNONE GERÊNCIA MUNICIPAL E CAPACIDADE DE GOVERNO LOCAL Osasco 2000 .

como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre. Dr. Orientador: Prof. Carlos Osmar Berteno. Osasco 2001 . Área de concentração: Administração de Empresas.40 ANEXO B – EXEMPLO: PÁGINA DE ROSTO E FICHA CATALOGRÁFICA MARCOS CAMARGO CAMPAGNONE GERÊNCIA MUNICIPAL E CAPACIDADE DE GOVERNO LOCAL Trabalho apresentada ao Curso de PósGraduação em Administração de Empresas do Centro Universitário FIEO UNIFIEO.

3. 2000. Gerência municipal e capacidade de governo local / Marcos Camargo Campagnone. . Osasco. Dr. Organização. Marcos Camargo.41 FICHA CATALOGRÁFICA (A ficha catalográfica é colocada no verso da página de rosto) Catalogação-na-publicação Biblioteca do Centro Universitário FIEO CAMPAGNONE. Carlos Osmar Bertenho. orientação Prof. 2. Recursos humanos. Planejamento. 169 f. Dissertação de Mestrado apresentada ao Curso de PósGraduação em Administração de Empresas do UNIFIEO – Centro Universitário FIEO 1.

.................. Nota: Sinais convencionais utilizados: x Dado numérico omitido a fim de evitar a individualização da informação... Goiás .......................... Paraná .. Acre ................... Pará .............. (1) Em 31........ Bahia ................. Amazonas ............ Mato Grosso do Sul ....42 ANEXO C – EXEMPLO: TABELAS............ Amapá .. 1985.... Alagoas .... 410p. Rio Grande do Norte ............................. ........ . por Unidade da Federação do Brasil – 1982 Unidade da Federação Brasil .................... Maranhão .... Total de estabeleciMentos 8 452 1 2 31 2 43 24 23 74 11 30 105 20 20 116 736 42 847 4 699 449 305 706 29 13 106 28 Valor da Valor da Pessoal produção transformaç ocupado (1 000 ão industrial (1) Cr$) (2) (1 000 Cr$) 448 93 4 637 512 1 646 043 X X X X X X 1 710 21 585 10 103 X X X 1 675 6 492 3 287 328 193 5 336 343 794 5 171 439 423 5 527 498 454 21 732 1 267 2 089 44 673 4 101 1 447 89 072 251 159 10 878 383 1 265 14 506 1 768 534 27 679 306 756 6 297 177 358 939 032 22 014 41 894 74 316 623 686 4 800 1 301 54 264 954 258 2 281 22 923 40 768 635 731 72 983 2 531 363 11 188 10 816 30 103 485 528 2 686 843 43 797 84 294 156 680 1 643 884 9 860 2 577 Fonte: PESQUISA industrial 1982-84 : dados gerais do Brasil............. Piauí . valor da produção e valor da transformação industrial das indústrias metalúrgicas................ Santa Catarina .. Rio Grande do Sul ............................1982...................... Mato Grosso .................. (2) Inclui o valor dos serviços prestados a terceiros e a estabelecimentos da mesma empresa....... Ceará ............................ QUADROS E DE LISTA DE TABELAS Tabela 14 – Total de estabelecimentos..... Minas Gerais ... v.............. pessoal ocupado... 9...... Espírito Santo . Rio de Janeiro ..................................... Paraíba .......12............................ Sergipe ............... Rio de Janeiro : IBGE............................. Roraima ......... Distrito Federal ............................................................. Rondônia ..... São Paulo ......... Pernambuco ........................Dado numérico igual a zero não resultante de arredondamento....

1997 .43 Dimensões Indicadores Cultural · · Ligação maior é com o presente e o futuro Visão de mundo ampla Política · · Autonomia Iniciativa de ação e decisão Psicológica · · Crença de que o desenvolvimento pessoal e profissional é um processo contínuo Mente aberta e flexível Administrativa · · · Estabelece objetivos e formula projetos pessoais e profissionais Possui noção de controle de tempo Econômica · · · · · Independência Expectativa de adquirir produtos e serviços Tecnológica Bom nível de informação e atualização Sentido de eficácia pessoal Quadro 5 – Indicadores de modernidade individual que influirão nos indicadores de modernidade organizacional na gestão de bancos .

.......... Significado do domínio do conteúdo programático par a eficiência dos cursos de Administração de Empresas existentes na cidade de São Paulo – 2000 .................... Tempo de experiência dos docentes que ministram aulas nos cursos de Administração de Empresas existentes na cidade de São Paulo – 2000 ............................................................. Disciplinas lecionadas nos cursos de Administração de empresas existentes na cidade de São Paulo – 2000 ................................................... 13 16 27 36 45 55 59 61 ....................................................................................................... Áreas do conhecimento que fundamentam o conteúdo programático dos cursos de Administração de Empresas existentes na cidade de São Paulo – 2000 ..........44 LISTA DE TABELAS 1 - 2 - 3 - 4 - 5- 6- 7- 8- Cursos de Administração de Empresas existentes na cidade de São Paulo – 2000 ............................................................ Fatores que influenciam a eficiência do ensino além do domínio do conteúdo e da didática nos cursos de Administração de Empresas existentes na cidade de São Paulo .......... .......... Docentes que ministram aulas nos cursos de Administração de Empresas existentes na cidade de São Paulo – 2000 .............................................................. Significado do domínio do conteúdo da didática para a eficiência dos cursos de Administração de empresas existentes na cidade de São Paulo – 2000 .............

n. É revelado ainda. Internet. Marco A . Pequenas empresas.45 ANEXO D – EXEMPLO: RESUMO BARROS. Os resultados mostram que pequenas firmas de prestação de serviços para a Internet não adotam ferramentas do tipo tool-kit. E-business. [Strategy in small Internet service firms: informalism lessons] Revista de Administração de Empresas. p. Elas aplicam um conjunto de atividades influenciadas por três dimensões características na formação de estratégias: incrementalismo. Estratégia nas empresas de Internet: lições da informalidade. Palavras-chave: Informalidade.41. 2001. São Paulo. Estratégia. . 4. v. Elas tendem a utilizar uma abordagem informal e oportunista na criação de estratégias. 32-43. Essas ferramentas foram percebidas como consumidoras de tempo e impróprias para a adoção pelas empresas analisadas. Pesquisas realizadas sobre a formação de estratégias em pequenas empresas indicam que estas não usam abordagens formais para o apoio ao processo de planejamento estratégico. que as empresas não empregam de forma sistemática as ferramentas acadêmicas concebidas para apoiar o processo de desenvolvimento de estratégias. informalidade e networking.

Informalism and strategy. informalism and networking. These tools were perceived as too time consuming and. unsuitable for adoption by the case firms. 2001. Internet. The result show that small Internet service firms adopt a distinct process for strategy development. Rather. Administração de Empresas. Instead of using a structured tool-kit based approach to strategy. they tend to use a more informal and opportunistic approach to strategy formulation. . This process is based on three dimensions: incrementalism. p.46 ANEXO E – EXEMPLO: ABSTRACT BARROS. Small companies. São Paulo. BARROS. 4. to a certain degree. Marco A. Futhermore. 32-43. Key-words: Strategy. Marco A . Previous research of strategy formation in small companies has found that these companies do not use a formal strategic planning process. E-business. n. the study reveals that these companies do not use in a systematic way any of the academic tolls conceived to support strategy development.41. Strategy in small Internet service firms: informalism lessons [Estratégia nas empresas de Internet: lições da informalidade]. v.

Sumário: procedimentos: NBR-6027. _________. ed. Gildnir Carolino. INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA. _________.]. 2000. Centro de Documentação e Disseminação de Informações.l. Rosemary Manual de organização de referências e citações bibliográficas para documentos impressos e eletrônicos. N. 1994. bibliographic references: contents. Júnia Lessa. São Paulo. Trabalhos acadêmicos: NBR 14724. São Paulo. [S. 3. 3. São Paulo. Referências: elaboração: NBR-6023. et al. 51p. Fundamentos de SANTOS. 1993. MARCONI. ed. 2000. LAKATOS. form and structure. 1998. NBR-6024. Preparação da folha de rosto de livro: NBR 10524. . INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION. 1989. Normas de apresentação tabular. Numeração progressiva das seções de um documento. Documentation. Campinas. Guia para a redação de artigos científicos destinados à publicação. e aum. Manual para normalização de publicações técnicocientíficas. SP: Autores Associados. _________. Eva Maria. Marina de Andrade. Citação de texto: NBR-10520. ISO 690. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. 1981. São Paulo. ALMEIDA. metodologia científica. ed. Dicionário de questões vernáculas. 4. 1987. São Paulo: Atlas. 2001. 1989. Brasília : IBICT. PASSOS. _________. São Paulo : Caminho Suave.47 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. M. Rio de Janeiro : IBGE. São Paulo. rev. _________. 2001. 1989. 2th. São Paulo. ed. Belo Horizonte: Editora UFMG. FRANÇA. 1987.

39 Citação em documentos .trabalho publicado em evento. 37 .nomes ingleses com prefixos.faixa de Cd.nas referências. 32 . 22 .referências. 38 . 29 Documentos eletrônicos . 37 . 20 .CD com vários compositores e intérpretes. 7 Dedicatória. 33 .nomes alemães com prefixos.fotografia em papel. 37 .nomes chineses. 23 . segundo a origem . 7 .notas de rodapé.definição. 17 Dissertação . 26 . 4 Documentos bibliográficos .eventos no todo. 38 .nomes árabes com prefixos. 20 . 37 . 32 .48 NORMAS PARA A PARESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS (ABNT/NBR-14724) ÍNDICE DE ASSUNTO (Os números remetem às páginas dos termos ) Anexo.nomes escoceses com prefixos. 22 Conclusões.nomes espanhóis.citação de citação. 33 .bibliográficas.vários trabalhos.artigo e/ou matéria de revista. 23 .nomes brasileiros e portugueses. 35 .e-mail. 19 . 32 .arquivo de disquete.videocassete.nomes italianos.nomes indianos.dois autores.anônimos.artigo e/ou matéria de jornal. 32 . 34 Capa.jurídicos. 36 .parte de monografia. 37 . 37 . 26 . 38 .no texto. 23 . 22 . 28 . 33 .nomes irlandeses. 35 . 19 .três ou mais autores. 19 .explicativas. 21 . 18 Autores . 37 . 33 . 35 .evento como um todo.entrevista gravada. 36 . 17 Desenvolvimento.citação direta. 6. 35 . 28 . 33 . 36 Documentos especiais .artigos de periódicos. 17 Apêndice.referências.de informações. 27 .jurídicos. 34 .nomes franceses com prefixos. 37 Epígrafe. 19 . 29 .citação indireta.um autor.monografias consideradas no todo. 23 .trabalho publicado em evento.artigos de jornais. 34 .monografia considerada no todo.autoria coletiva.definição.lista de discussão. 23 . 33 .periódico considerado no todo.fotografia publicada em jornal.cassete sonoro.nomes holandeses e flamengos. 34 . 29 .parte de monografia.publicações periódicas no todo. 28 .referências.

28 . 40 Glossário.no texto. 17.publicações periódicas no todo.nas referências. 25 . 24 .título e subtítulo. 30 . 15 Lista de ilustrações. 25 . 37 .elementos componentes.arquivo de disquete.fonte. 12 .parte de monografia.no texto. 27 .documentos eletrônicos.fotografia em papel.49 Errata. 16 Tabela . 14 . 43 Referências . 37 .língua vernácula. 9 . 26 . 12 . 37 . 35 .autoria.corpo.cassete sonoro. 31 .escala.data. 13 .fonte.chamada. 7.faixa de CD.documentos especiais.edição.título.periódico considerado no todo. 34 .exemplo. 8 Lista de símbolos. 37 .data. 31 . 7 Folha de rosto. 29 . 29 . 36 . 26 . 29 . 24 . 38 .casa. 14 Introdução. 12 .evento como um todo. 8. 24 . 9 Folha de aprovação.trabalho publicado em evento. 36 .monografia considerada no todo. 8. 38 .artigos de jornais. 13 .definição.autor-data.local. 36 .data. 11 . 30 Resumo . 34 .e-mail.eventos no todo. 9 . 35 .artigo e/ou matéria de revista. 9 .definição.lista de discussão.videocassete.cabeçalho. 17 Gráfico .documentos bibliográficos. 14 .nas referências. 14 . 28 . 28 . 15 . 46 . 15 Lista de tabelas.CD com vários compositores e intérpretes.entrevista gravada.língua estrangeira. 8 Sistemas de chamada . 29 . 26 .trabalho publicado em evento.editora. 17 Lista de abreviaturas e siglas. 15 .coluna. 10 .indicador de linha. 12 .definições.numérico.legenda.fotografia publicada em jornal.nota. 14 . 15 . 37 .jurídicos.ordenação. 37 . 45 .referência. 38 .jurídicos.redação.parte de monografia. 35 . 30 . 29 . 25 Sumário.elementos componentes.definição. 44 Quadro . 37 .artigo e/ou matéria de jornal.artigos de periódicos.chamada. 15 . 41 Figura . 35 .transcrição dos elementos. 37 . 37 . 7 Ficha catalográfica.monografias consideradas no todo.

17 .referência. 13 .sumário. 6 . 17 . 4 .introdução.legenda. 4 Trabalho acadêmico .elementos pré-textuais. 42 Tese .resumo . 7 . 40 .folha de rosto.referências. 12 .lista de abreviaturas e siglas.errata. 6 . 8 .nota.desenvolvimento.exemplo. 8 .estrutura. 10 . 17 . 7. 4 Trabalho de graduação .capa. 12 . 17 . 15 .traço.língua vernácula.elementos textuais .50 . 117 .definição.definição.epígrafe.apêndices. 4 .conclusões. 17 . 8 . 7 .elementos pós-textuais.língua estrangeira. 15 . 15 .glossário.título.linha. 6 Trabalho de conclusão de curso . 17 .lista de símbolos.lista de ilustrações.dedicatória.apresentação geral. 8 .definição. 7 . 18 . 9 .folha de aprovação.anexos. 15 .