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Orientações sobre Monografia

Orientações sobre Monografia

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  • APRESENTAÇÃO
  • 1 ESTRUTURA DO DOCUMENTO
  • 1.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS
  • 1.1.1 Capa1
  • 1.1.2 Lombada
  • 1.1.3 Folha de rosto
  • 1.1.4 Verso da folha de rosto
  • 1.1.5 Errata
  • 1.1.6 Folha de aprovação
  • 1.1.7 Dedicatória(s)
  • 1.1.8 Agradecimento(s)
  • 1.1.9 Epígrafe(s)
  • 1.1.10 Resumo
  • 1.1.10.1 Português
  • 1.1.10.2 Língua estrangeira
  • 1.1.11 Listas
  • 1.1.12 Sumário2
  • 1.2 ELEMENTOS TEXTUAIS
  • 1.2.1 Introdução
  • 1.2.2 Desenvolvimento
  • 1.2.3 Conclusão
  • 1.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS
  • 1.3.1 Referências
  • 1.3.2 Glossário
  • 1.3.3 Apêndice(s)
  • 1.3.4 Anexo(s)
  • 2 INSTRUÇÕES GERAIS DE APRESENTAÇÃO
  • 2.1 REDAÇÃO
  • 2.2 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA DAS SEÇÕES
  • 2.3 SIGLA(S)
  • 2.4 EQUAÇÃO(ÕES) E FÓRMULA(S)
  • 2.5 ILUSTRAÇÃO(ÕES)
  • 2.6 TABELA(S)
  • 2.7 APRESENTAÇÃO GRÁFICA
  • 2.7.1 Espacejamento
  • 2.7.2 Paginação
  • 3 CITAÇÕES
  • 3.1 CITAÇÃO DIRETA
  • 3.2 CITAÇÃO INDIRETA
  • 3.3 CITAÇÃO DE CITAÇÃO
  • 3.4 CITAÇÃO DE FONTES INFORMAIS
  • 3.5 DESTAQUES
  • 3.6 SUPRESSÕES NO TEXTO
  • 3.7 ACRÉSCIMOS DE COMENTÁRIOS
  • 3.8 NOTAS DE RODAPÉ
  • 3.8.1 Expressões latinas
  • 4 APRESENTAÇÃO DE AUTORES NO TEXTO
  • 4.1 SISTEMA AUTOR-DATA
  • 4.1.1 Citação com um autor
  • 4.1.2 Citação com dois autores
  • 4.1.3 Citação com até três autores
  • 4.1.4 Citação com mais de três autores
  • 4.1.5 Citação de diversos documentos do mesmo autor e mesmo ano
  • 4.1.6 Citação com coincidência de sobrenome e ano
  • 4.1.7 Citação com coincidência de sobrenome, inicial do prenome e ano
  • 4.1.8 Citação de publicações anônimas
  • 4.1.9 Citação de entidades coletivas
  • 4.1.10 Citação de eventos
  • 4.1.11 Citação de vários trabalhos do mesmo autor
  • 4.1.12 Citação de vários trabalhos de autores diferentes
  • 4.2 SISTEMA NUMÉRICO
  • 6 PADRÃO DE REFERÊNCIAS PARA TRABALHOS ACADÊMICO-
  • 6.1 MONOGRAFIAS (ou trabalhos monográficos)
  • 6.1.1 Monografia considerada no todo
  • 6.1.1.1 Com indicação de um autor
  • 6.1.1.2 Com indicação de dois autores
  • 6.1.1.3 Com indicação de três autores
  • 6.1.1.4 Com indicação de mais de três autores
  • 6.1.1.5 Publicação de autoria desconhecida
  • 6.1.1.6 Com indicação de tradutor
  • 6.1.1.7 Com indicação de série
  • 6.1.1.10 Referências com outros tipos de materiais monográficos
  • 6.1.1.10.1 Catálogos
  • 6.1.1.10.2 Teses
  • 6.1.1.10.3 Memorial
  • 6.1.1.10.4 Relatórios
  • 6.1.2.1 Capítulo de livro com autoria distinta da obra no todo
  • 6.1.2.2 Capítulo de livro com a mesma autoria da obra no todo
  • 6.1.2.3 Verbete
  • 6.2 PUBLICAÇÃO SERIADA
  • 6.2.1 Editorial
  • 6.2.2 Publicação seriada considerada no todo
  • 6.2.4 Artigo de jornal
  • 6.3 EVENTO
  • 6.3.2 Trabalho apresentado em evento
  • 6.3.3 Trabalho de evento publicado em periódico
  • 6.4 PATENTE
  • 6.5 DOCUMENTO JURÍDICO
  • 6.5.1 Leis e decretos
  • 6.5.2 Constituição federal
  • 6.5.3 Emenda constitucional
  • 6.5.4 Medida provisória
  • 6.5.5 Portarias, deliberações e resoluções
  • 6.5.6 Consolidação de leis
  • 6.5.7 Jurisprudência
  • 6.6 IMAGEM EM MOVIMENTO
  • 6.7 DOCUMENTO ICONOGRÁFICO
  • 6.8 DOCUMENTO CARTOGRÁFICO
  • 6.9 DOCUMENTO SONORO
  • 6.9.1 Documento sonoro considerado no todo
  • 6.9.2 Documento sonoro considerado em parte
  • 6.10 PARTITURA
  • 6.10.1 Partitura considerada no todo
  • 6.10.2 Partitura considerada em parte
  • 6.11 DOCUMENTO TRIDIMENSIONAL
  • 6.12 DOCUMENTO DISPONÍVEL EM MEIO ELETRÔNICO
  • 6.12.1 Acesso a banco, base de dados e lista de discussão
  • 6.12.2 Acesso a website comercial e institucional
  • 6.12.3 Acesso a arquivos em disquetes
  • 6.12.4 Acesso a CD-ROM
  • 6.12.5 A cesso a mensagem eletrônica (e-mail)
  • 6.12.5.1 Mensagem pessoal
  • 6.12.5.2 Listas de discussões
  • 6.12.6 Documento iconográfico em meio eletrônico
  • 6.12.7 Documento cartográfico em meio eletrônico
  • 7 NOTAS GERAIS
  • REFERÊNCIAS*

Orientações e normas para escrita de trabalhos Acadêmico-científicos

Prof. José Antônio Baêta Zille

Belo Horizonte 2005

2

Prof. José Antônio Baêta Zille

Orientações e normas para escrita de trabalhos Acadêmico-científicos

Material de referência para escrita de trabalhos acadêmico-científicos com orientações e normas segundo ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas.

Belo Horizonte 2005

3

Ficha catalográfica

inteligência pura sem compreensão simbólica dos fins humanos. conhecimento objetivo sem expressão do sujeito humano.4 Ciência sem poética. objeto sem felicidade apropriadora é apenas alienação do homem. A imaginação humana recoloca o orgulho humano do conhecimento faustiano nos limites alegres da condição humana. Gilbert Durand .

......................................................................... 1....... 1..............................................2 Lombada........... 22 2..........................................................12 Sumário............................................................2 ELEMENTOS TEXTUAIS....................................... 9 1 ESTRUTURA DO DOCUMENTO.............................................................................................................................2 Glossário..........3 Folha de rosto................ 1....................................................... 1.........1 Introdução..............................................................................................1........ 10 1..........................1 REDAÇÃO................................................3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS....................................... 1...............................................10.................. 1................................1...........................................3......................................................................3.............................................2................................................... 22 2... 1...... 1................1...6 Folha de aprovação......................................5 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO...........................1.......... 1........................... 23 2...............1 Português....2 Língua estrangeira................ 22 2.........1................................2.5 Errata...............9 Epígrafe(s)......................................1.........................................................................4 EQUAÇÃO(ÕES) E FÓRMULA(S)............................................................................................................... 1.......3 SIGLA(S)..........................................3.......................... 24 2...............4 Anexo(s)........................ 1........... 1........l0 Resumo....................4 Verso da folha de rosto..1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS...........................................8 Agradecimento(s).............................................................................................................................. 1.................................3...........3 Apêndice(s)......................................... 11 11 12 12 13 14 14 14 15 15 15 15 16 16 17 18 18 18 19 19 19 19 20 20 21 2 INSTRUÇÕES GERAIS DE APRESENTAÇÃO................. 1......... 1........11 Listas...........................................................3.............. 1................................................1................5 Índice(s)........................................................7 Dedicatória(s)...............1..................................................................................................10......1.................2........................................ 1.....1............................. 1..............................1 Capa.............. 1...1...................... 1....................................... 1............................... 1.......3 Conclusão...............................................................................1......................................................................................................................................................................................................................2 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA DAS SEÇÕES...........................................................................1............ 1............1 Referências................... 1............................................................................................................................................5 ILUSTRAÇÃO(ÕES)...............2 Desenvolvimento......................................................1............................. 24 .......

.............. 28 3 CITAÇÕES.. 4........ 4.. 4............6 2...7 Citação com coincidência de sobrenome..........2 SISTEMA NUMÉRICO....1.....................................1......................................................... inicial do prenome e ano......................................................................................................................1........ 4....6 Citação com coincidência de sobrenome e ano.................. 39 40 40 41 41 41 42 42 42 43 43 43 44 4..........................................................................10 Citação de eventos........ 44 5 APRESENTAÇÃO DE DISSERTAÇÕES E TESES DIGITAIS.........................................3 CITAÇÃO DE CITAÇÃO............................................................................ 4..................................... 39 4........... 26 2..............4 CITAÇÃO DE FONTES INFORMAIS............................ 36 3.................1....................................1......... 27 2...............................................1.............................7 ACRÉSCIMOS E COMENTÁRIOS...............5 DESTAQUES .............................9 Citação de entidades coletivas........................ 35 3......7................1..... 4.................................. 4................... 4...................................................................2 CITAÇÃO INDIRETA........................................7 APRESENTAÇÃO GRÁFICA.........................1.6 TABELA(S)...................1 Citação com um autor................................1 CITAÇÃO DIRETA...1..1.................................................... 45 6 PADRÃO DE REFERENCIAS PARA TRABALHOS ACADÊMICOS......... 31 3........ 35 3.......................................... 46 6.......................................................................... 31 3..................................7..................................... 36 4 APRESENTAÇÃO DE AUTORES NO TEXTO.................................................................................................................................... 4.... 4...12 Citação de vários trabalhos de autores diferentes.................. 25 2...1 Espacejamento.................................................................. 4....................................................1..1................................................................8 NOTAS DE RODAPÉ.................................................3 Citação com até três autores................................................. 32 3.....................................1........................................................................................................ 46 6.......................................4 Citação com mais de três autores.................................1 Expressões latinas..1 MONOGRAFIAS (ou trabalhos monográficos)..........................6 SUPRESSÕES NO TEXTO...................1 Monografia considerada no todo.................................................... 47 ......... 34 3................................................................................1 SISTEMA AUTOR DATA...............................................................................2 Citação com dois autores...........8..5 Citação de diversos documentos do mesmo autor e ano........................ 4..........................................2 Paginação..........11 Citação de vários trabalhos do mesmo autor... 29 3......8 Citação de publicações anônimas........................ 29 3..................

.................... 6........ 6........................3...............5 Portarias............2 Capítulo de livro com a mesma autoria da obra no todo.............. 6..1 Editorial.....................1............. 6.............. 6.................1..........1................................. 6................................3 EVENTO....................3 Trabalho de evento publicado em periódico.............................2................5.................................1.......... 6................. 6.........1......................1.................................1..............................................1......................................................5........1.......................... 6..........4 Com indicação de mais de três autores.......3 Memorial...... 6............................................1.......................................... 60 6.............10....1..... 6. 6....1...............1..............1 Capítulo de livro com autoria distinta da obra no todo............. 6... 6............1....1.........1....... 61 ......1.................................................1...............10 Referências com outros tipos de materiais monográficos..................2 Trabalho apresentado em evento.....5.....3 Verbete.................................1...1...............1.............. 6......................6 Com indicação de tradutor................ 6.3............................................................................. 6....4 Medida provisória......................................1........... 6........... 6...........................................................1.................2......... 6.................................2 Constituição federal...... 6..2 Nome(s) do(s) autor(es) com mais de uma obra 6... 6........................ 6.....................5.........................................................................4 Relatórios................................3...2.............1.2 Monografia considerada em parte..............................................................................5...................... deliberações e resoluções...........1 Com indicação de um autor......................7 Jurisprudência.....1........... 60 6...1.............2 Teses.......................................8 DOCUMENTO CARTOGRÁFICO........................................1........................8 Com indicação de responsabilidade intelectual..............1..............................................................3 Emenda constitucional.9 Autor entidade.. 57 57 57 58 58 58 59 59 6..1...............1.......1....... 6..............4 PATENTE........................................................................................... 6............................2.................... 6.3 Artigo e/ou matéria de periódico........................7 6........... 47 47 47 48 48 49 49 49 50 50 50 51 51 51 52 52 52 52 53 53 54 54 54 54 55 55 55 56 56 6................10...............................................1...................... 6..................... 6....2.............................1 Nomes com sufixo........................................... 6.......................................1.... 6............ 6.............5..................1 Leis e decretos..........7 Com indicação de série....................1......... 6.................10...................... 56 6....2 PUBLICAÇÃO SERIADA............5..........6 Consolidação de leis................................................. 6......4 Artigo de jornal.............3 Com indicação de três autores...................2 Publicação seriada considerada no todo..................................................5 Publicação de autoria desconhecida.........................................................................................................1........ 6......................2..2 Com indicação de dois autores...........................1.......1 Evento considerado no todo....1 Catálogos................................1..10.....................................................................................6 IMAGEM EM MOVIMENTO...............................7 DOCUMENTO ICONOGRÁFICO...1.................................5 DOCUMENTO JURÍDICO.2................................

......................................................1 Documento sonoro considerado no todo....................................... 6..........................................................1 Imagem de satélite..........................................12................... 64 65 66 66 67 67 67 68 68 68 68 7 NOTAS GERAIS......2 Documento sonoro considerado em parte........................ 70 REFERÊNCIAS.. 62 6............................... 71 ANEXOS..............................3 Acesso a arquivos em disquetes.........................................12................9 DOCUMENTO SONORO...... 6.............................. 6................................. 6....12 DOCUMENTO DISPONÍVEL EM MEIO ELETRÔNICO........................................................................ 6.........10......1 Partitura considerada no todo....................... 63 6....................................... 6......... 6............2 Lista de discussões................ 63 6......................5 Acesso a mensagem eletrônica (e-mail)...9.................................... 93 ................10 PARTITURA...........7............................................1Mensagem pessoal......12........12......................................... 6......................................................... 6.. 61 6............................11 DOCUMENTO TRIDIMENSIONAL..........................................................10..... 62 6...........12.................................2 Acesso a website comercial e institucional...2 Partitura considerada em parte..........................................5........................................................................... 6......................................................................... 64 6........................................1 Acesso a banco......12..........................................9..12....... 72 APÊNDICE.....4 Acesso a CD ROM.................... bases de dados e lista de discussão......................................................8 6....6 Documento iconográfico em meio eletrônico.................................................................................................7 Documento cartográfico em meio eletrônico..........................12................................................... 63 6...12............5................12...........

Com esse trabalho tenciona-se ainda.9 APRESENTAÇÃO Uma das exigências de muitas faculdades. atualizadas. produzindo-o segundo padrões internacionais. facilitar a redação e compreensão do texto e um melhor aproveitamento do tempo despendido em sua elaboração. esse trabalho foi organizado no intuito de orientar alunos de cursos de graduação e pós-graduação. facilitando o intercâmbio entre a comunidade acadêmico-científica. é a produção de trabalhos acadêmico-científicos. A redação desses trabalhos deve estar fundamentada em uma linguagem e forma científica. da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. A essas recomendações foram acrescentaram-se comentários de forma a facilitar a utilização das mesmas. procurou-se reunir nesse documento as recomendações. . na padronização dos trabalhos acadêmico-científicos. para a obtenção dos títulos de graduação e especialização. Para tal. Acredita-se que a padronização dos trabalhos científicos possa contribuir para a qualidade de sua apresentação e divulgação dos resultados do desenvolvimento intelectual. Nesse sentido. no Brasil. A linguagem científica se apóia na literatura da área e a forma em estruturas científicas. órgão representativo da Internatinal Standard Organization – ISO. ambas visando a valorização da metodologia e dos resultados obtidos nos projetos de pesquisa.

da história etc”. Deve evidenciar o conhecimento de literatura existente sobre o assunto e a capacidade de sistematização do candidato. é a descrição de um estudo que procura investigar um determinado tema em profundidade e sob perspectivas diferenciadas. c) estudo pormenorizado e exaustivo. pode ser considerado uma monografia. é “uma descrição ou tratado especial de determinada parte de uma ciência qualquer. Nesse sentido. Ainda dentro dessa perspectiva geral. citando a American Library Association. dissertação ou trabalho escrito que trata especialmente de determinado ponto da ciência. abordando vários aspectos e ângulos do caso. f) contribuição importante. em seu aspecto geral. acrescenta que um trabalho monográfico ainda pode ser um trabalho sistemático e completo sobre um assunto particular. da arte. e) metodologia específica. é limitado). (Grifo nosso). ou trabalho monográfico. todo e qualquer estudo sobre um tema específico ou singular. de tema único e bem delimitado em sua extensão. obtido através de rigor metodológico e metodicamente exposto na forma de texto. Nesse sentido. mas não em alcance (nesse caso. usualmente pormenorizado no tratamento. mas não extenso em alcance. E feito sob a coordenação de um orientador (doutor).10 1 ESTRUTURA DO DOCUMENTO Segundo Lakatos (2005). analisar e interpretar informações. Dessa forma. d) tratamento extenso em profundidade. b) tema específico ou particular de uma ciência ou parte dela. . visando a obtenção do título de mestre. em termos gerais. a monografia ou o trabalho monográfico. com o objetivo de reunir. um trabalho monográfico tem as seguintes características: a) trabalho escrito. de valor significativo. original e pessoal para a ciência. sistemático e completo. A autora. uma monografia. a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) na sua norma NBR 14724 define: DISSERTAÇÃO – documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico retrospectivo. dependendo dos fins a que se destina.

. Como uma modalidade destes últimos estão as monografias consideradas no seu aspecto restrito: MONOGRAFIA – documento que representa o resultado de um trabalho minucioso sobre um tema relativamente restrito. es elementos pré-textuais devem ser apresentados na seguinte ordem e características.similares (trabalho de conclusão de curso . 1. devendo expressar conhecimento do assunto escolhido. trabalho de graduação interdisciplinar . grifo nosso) Sob essas perspectiva.1.11 TESE – documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico de tema único e bem delimitado. A capa é considerada uma para proteção externa do trabalho. É feito sob a coordenação de um orientador (doutor) e visa a obtenção do título de doutor ou livredocência. os trabalhos monográficos devem seguir a seguinte estrutura: 1. 2005. Freqüentemente solicitado como “trabalho de conclusão em cursos de graduação ou de pósgraduação “lato-senso”. (Grifo nosso). Deve ser feito sob a coordenação de um orientador. curso. (Grifo nosso).1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS De acordo com a norma NBR 14724. TRABALHOS ACADÊMICOS . estudo independente. Nela devem ser impressas as informações indispensáveis à identificação do trabalho. As informações devem ser transcritas na seguinte ordem: 1 O padrão de encadernação deverá seguir as orientações da coordenação do curso. (LAKATOS. programa e outros ministrados.TGI e outros): documento que representa o resultado de estudo. Deve ser elaborado com base em investigação original. constituindo-se em real contribuição para a especialidade em questão. que deve ser obrigatoriamente emanado da disciplina.1 Capa1 Elemento obrigatório. módulo.TCC.

12 • nome da instituição (opcional). impresso longitudinalmente e legível do alto para o pé da lombada conforme NBR 12225. • natureza do trabalho (dissertação ou tese). • nome da instituição a que é submetido o trabalho. • local (cidade).1.1. impresso da mesma forma que o nome do autor. nomes próprios e/ou científicos. • título. (ANEXO A) 1. . As informações nela impressas devem obedecer a seguinte ordem: • nome completo do autor. (ANEXO B) 1. • título e subtítulo (se houver) em letras minúsculas. • elementos alfanuméricos de identificação. abreviando-se o(s) prenome(s) quando necessário. Assim como a capa.2 Lombada Elemento opcional. A folha de rosto deve conter: • nome completo do autor. 2. • título e subtítulo (se houver). • ano de depósito (da entrega).3 Folha de rosto Elemento obrigatório. • nome completo do autor. com exceção da primeira letra do título. por exemplo v. • número de volumes (se houver mais de um). quando necessário abreviado pelas cinco primeiras palavras significativas seguido de reticências. na folha de rosto devem ser apresentados os elementos essenciais à identificação do trabalho.

(ANEXO C) A folha de rosto deve ser encabeçada pelo nome do autor para favorecer a correta identificação de autoria do trabalho. Nota: A ficha catolográfica deve ser elaborada por um bibliotecário. 1. • número de volumes (se houver mais de um). Nota: O Código de Catalogação Anglo-Americano (1985) estabelece como responsabilidade de autoria a pessoa ou entidade citada em primeiro lugar.4 Verso da folha de rosto No verso da folha de rosto devem constar: • ficha catalográfica: conjunto de elementos de descrição técnica do documento de acordo com o Código de Catalogação Anglo-Americano. Os descritores ou palavras-chave (termos representativos do trabalho) devem ser definidos pelo autor. • nome do orientador e co-orientador (se houver)2 • local (cidade).13 • grau pretendido (mestre ou doutor). • autorização para reprodução: declaração textual de concordância ou não da reprodução do trabalho. a ser elaborada pelo Serviço de Biblioteca. Deve-se evitar encabeçar a folha de rosto com o nome da Universidade e/ou Unidade Universitária. • ano de depósito (da entrega).1. • área de concentração. (ANEXO D) . em conjunto com o bibliotecário.

(ANEXO E) 1. que consiste em uma lista em que são apresentadas as páginas e linhas em que ocorrem erros. • título e subtítulo (se houver).7 Dedicatória(s) Elemento opcional. titulação. • natureza do trabalho (dissertação ou tese).5 Errata Elemento opcional. • grau pretendido (mestre ou doutor). • área de concentração. • nome da instituição a que é submetido o trabalho. Uma errata deve ser inserida logo após a folha de rosto e conter a referência do trabalho para facilitar sua identificação. (ANEXO G) . Cada página e erro devem ser seguidas das devidos correções. Nessa pagina o autor homenageia ou indica pessoa(s) a quem dedica seu trabalho. instituição a que pertence e assinatura dos componentes da banca examinadora.1. • data de aprovação.1. • nome.6 Folha de aprovação Elemento obrigatório e deve conter: • nome completo do autor. (ANEXO F) 1.1.14 1.

métodos empregados.1.8 Agradecimento(s) Elemento opcional.10 Resumo 1. isto é. Nesse ponto o autor pode apresentar uma citação. Esse momento é reservado ao autor para agradece à(s) pessoa(s) e/ou instituição(ões) que tenha(m) contribuído de maneira relevante para a elaboração do trabalho.” Sugere-se ressaltar os objetivos.1. resultados e conclusões. O resumo deve ser redigido em parágrafo único. as principais idéias do autor da obra.9 Epígrafe(s) Elemento opcional.1.10.15 1.1.1 Português Elemento obrigatório. Para Lakatos (2005) um resumo “é a apresentação concisa e freqüentemente seletiva do texto. seguida de indicação de autoria. também. destacando-se os elementos de maior interesse e importância. Pode haver. (ANEXO H) 1. relacionada à matéria tratada no corpo do trabalho. epígrafes nas folhas de aberturas das seções primárias. Deve ser seguido das palavras representativas do conteúdo do trabalho . numa linguagem clara e conter no máximo 500 palavras. (ANEXO I) 1.

plantas.2 Língua estrangeira Elemento opcional apenas para monografias. gráficos. Cada item deve ser designado por seu nome específico. acompanhado do respectivo número da página. fotografias. fluxogramas. (ANEXO L) 1. ou Abstract deve ser redigido em inglês.1.1. Essa lista deve ser elaborada de acordo com a ordem apresentada no texto. • Lista de ilustrações Elemento opcional. mapas. Esse(s) elemento(s) deve(m) ser elaborado(s) de acordo com a seqüência apresentada a seguir.10. Deve ser precedido da referência do documento e elaborado de acordo com a NBR 6028. O resumo em língua estrangeiro deve ser elaborado com as mesmas características do resumo em língua portuguesa. quadros. esse resumo. retratos e outros).11 Listas Elemento(s) opcional(is). (ANEXO J) 1. Recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração (desenhos. organogramas. (ANEXO M) .16 (palavras-chave ou descritores). Para fins de divulgação.

3. seções e outras partes do trabalho. Consiste na enumeração das principais divisões.5. descritas em 1. Devem ser referidas obedecendo mesma ordem e grafia daquela apresentada no 2 Não deve ser confundido com Índice. Deve ser elaborada de acordo com a ordem apresentada no texto.12 Sumário2 Elemento obrigatório. Tais siglas devem ser seguidas das palavras ou expressões correspondentes grafadas por extenso. (ANEXO P) 1. descrito em 1. seguida do significado correspondente.1. e nem com Listas. Cada item deve ser designado por seu nome específico. .1.11. recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo. Essa lista deve ser elaborada de acordo com a ordem apresentada no texto. acompanhado do respectivo número da página. Quando necessário.17 • Lista de tabelas Elemento opcional. (ANEXO O) • Lista de símbolos Elemento opcional. (ANEXO N) • Lista de abreviaturas e siglas Elemento opcional. Essa lista dever ser elaborada em ordem alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas no texto.

objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar o tema trabalhado.2 ELEMENTOS TEXTUAIS Consiste na parte do trabalho em que é exposta a matéria. 1. como forma de mostrar o leitor de como o trabalho foi desenvolvido. É constituída de três partes fundamentais: introdução.2. Caso haja mais de um volume. em cada um deve constar o sumário completo do trabalho.2. que contém a exposição ordenada e pormenorizada do assunto. conforme a NBR 6027. .1 Introdução Parte inicial do texto em que deve possibilitar ao leitor formar uma idéia geral do que trata o trabalho. desenvolvimento e conclusão. É interessante que também seja feita uma breve descrição do conteúdo de cada capítulo. que variam em função da abordagem do tema e do método. Divide-se em seções e subseções. (ANEXO Q) 1. 1.2 Desenvolvimento Parte principal do texto. É importante que contenha a delimitação do assunto tratado.18 corpo do trabalho e acompanhadas do respectivo número da página.

2 Glossário Elemento opcional. acompanhadas das respectivas definições. (ANEXO R) 1.2). que foram utilizadas no texto.2. as obras consultadas devem ser relacionadas conforme aparecem no texto. 1. Indicar em nota de rodapé a norma utilizada para elaboração das referências. conforme apresentados a seguir. As referências devem ser organizadas em ordem alfabética caso as citações no texto obedeçam ao sistema autor-data (ver 4. que contém as conclusões e considerações finais correspondentes aos objetivos ou hipóteses.3 Conclusão Parte final do texto. . (ver 4.1). Consiste na relação das obras consultadas e citadas no texto.3. (Ver Anexo R).3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS Os elementos pós-textuais complementam o trabalho. Trata-se de uma lista alfabética das palavras ou expressões técnicas de uso restrito. Caso usado o sistema numérico de chamada.19 1. 1. ou pouco conhecidas.1 Referências Elemento obrigatório. de maneira que permita a identificação individual de tais documentos.3.

Caso todas as 23 letras do alfabeto tenham sido usadas. seguidas de travessão e respectivo título. Caso todas as 23 letras do alfabeto tenham sido usadas.20 1.3. Exemplos: ANEXO A – Modelo de capa para dissertações e teses ANEXO B – Fac-simile Ricercar Primo para cello de Domenico Gabrielli . a fim de complementarem sua argumentação.3 Apêndice(s) Elemento opcional. excepcionalmente utilizam-se letras maiúsculas dobradas na identificação dos anexos. que servem de fundamentação. Exemplos: APÊNDICE A – Roteiro de observação usado na pesquisa de campo APÊNDICE B – Terceiro movimento da Sinfonia “Rufar dos Tambores” de Joseph Haydn 1. A paginação deve ser contínua. dando seguimento ao texto principal. seguidas de travessão e respectivo título.4 Anexo(s) Elemento opcional. A paginação deve ser contínua. dando seguimento ao texto principal. comprovação e ilustração. Trata-se de textos ou documentos elaborados ou não pelo autor.3. São textos ou documentos elaborados pelo autor. sem prejuízo da unidade nuclear do trabalho. excepcionalmente utilizam-se letras maiúsculas dobradas na identificação dos apêndices. Os apêndices devem ser identificados por letras maiúsculas consecutivas. Os anexos devem ser identificados por letras maiúsculas consecutivas.

21 1. numérica ou cronológica). . Consiste de uma lista de palavras ou frases ordenadas alfabeticamente (autor. cada item aí relacionado localiza e remete para as informações contidas no texto. título ou assunto) ou sistematicamente (ordenação por classes. A paginação deve ser contínua dando seguimento ao texto principal.3.5 Índice Elemento opcional. Assim. seguida da página em que se encontra no texto.

Além disso. Na mesma perspectiva. utilizando-se algarismos arábicos.1 REDAÇÃO Um dos objetivos de um trabalho monográfico é o registro e a divulgação de um estudo sistemático sobre um determinado assunto. Cada seção e/ou subseção deve receber uma numeração progressiva e em seqüência lógica.22 2 INSTRUÇÕES GERAIS DE APRESENTAÇÃO A apresentação dos trabalhos monográficos deve ser elaborada de acordo com os itens a seguir. é importante que se adote uma linguagem objetiva. sendo indicadas por numeração e título próprios. deve-se utilizar recursos como o negrito ou itálico ou sublinhado ou redondo ou caixa alta ou versal. Cada seção primária (como os capítulos) representa as principais divisões do trabalho. Tais divisões devem iniciar em folhas distintas. 2. 2. repetições e descrições desnecessárias. evitando-se neologismos e estrangeirismos. Nesse sentido. deve-se atentar para a utilização adequada e precisa da linguagem e das terminologias. com o uso do vocabulário técnico padronizado. conforme NBR 6024. Assim. Para tal.2 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA DAS SEÇÕES Como forma de evidenciar a sistematização do conteúdo do trabalho deve-se garantir que o texto esteja convenientemente dividido em seções e subseções. torna-se indispensável que o conteúdo de tal trabalho seja compreendido pelos seus leitores. não é recomendável preâmbulos. como convém a trabalhos de natureza científica. Deve-se garantir que . As seções e subseções devem ser destacadas sucessivamente de forma gradativa e de maneira uniforme ao longo de todo o texto. prolixidade. clara e concisa.

indicação numérica. constantes dos elementos pré e pós-textuais. devem vir colocadas entre parênteses. deve ser alinhado à esquerda. (Ver anexos). apêndice(s). Tais elementos devem ser apresentados em folhas distintas. anexo(s) e índice(s). não possuem indicativo numérico e devem ser centralizados e cada qual apresentado em folha distinta. referências. 2. quando aparecerem pela primeira vez no texto. Esse conjunto. sumário. lista de abreviaturas e siglas. precedidas da forma completa do nome que representam. Os títulos: errata. separado por um espaço de caractere.3 SIGLA(S) “Sigla é a reunião das letras iniciais dos vocábulos fundamentais de uma denominação ou título” (Ferreira. epígrafe(s) e a folha de aprovação são elementos que não possuem títulos e tão pouco. A(s) dedicatória(s). indicativo numérico e título. Cada seção deve ser indicada por um indicativo numérico que precede o seu título. agradecimentos. lista de ilustrações. glossário. Exemplo: Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG) .23 o mesmo esquema utilizado para a numeração das seções ao longo do texto também seja usado no sumário. lista de símbolos. Estas. resumos. 1999).

as plantas.5 ILUSTRAÇÃO(ÕES) Consideram-se ilustrações: os desenhos. de forma a dispensando uma consulta ao texto. Assim. essa operação deve ser feita interrompendo-as antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição. As identificações das ilustrações devem aparece na parte inferior. subtração. Mapa etc).4 EQUAÇÃO(ÕES) E FÓRMULA(S) As equações e as fórmulas são elementos textuais que devem ser colocados de forma destacada no texto. as fotografias. os esquemas. índices e outros) poderão ser visualizados com facilidade. admite-se o uso de uma entrelinha maior do que a que vinha sendo utilizada. os organogramas. os mapas. em mais de uma linha por falta de espaço. sempre que necessário. Caso haja a necessidade de fracionar uma equação e/ou fórmula. e à fonte. os retratos e outros. os fluxogramas. Quando esses elementos se encontrarem na seqüência normal do texto. . facilitando sua leitura. deve-se numerá-las. os quadros. Quando equações e/ou formulas forem destacadas do parágrafo devem ser centralizadas e. precedida da palavra designada (Figura. A numeração deve ser feita em algarismos arábicos e se fazer acompanhar pelo respectivo título e/ou legenda explicativa de forma breve e clara. Esquema. Exemplos: ∆S = V0 ⋅ t + ∆V ⋅ t 2 (1) p a − p b = µgha (2) 2. multiplicação e divisão. seus componentes (expoentes.24 2. os gráficos. seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto.

Gráfico 1. que expressam as variações qualitativas de um fenômeno. Exemplos: Figura 1. • o título deve ser precedido pela palavra Tabela (apenas com a inicial T maiúscula). • as tabelas podem ser numeradas consecutivamente por capítulo ou no documento como um todo. conforme o projeto gráfico. (ANEXO T) 2. Para a construção de tabelas deve levar em consideração os critérios estabelecidos pelo IBGE (1993) que seguem: • toda tabela deve ter significado próprio.25 Obs.6 TABELA(S) Tabela é o conjunto de dados estatísticos. o número de ordem deve ser precedido do número do capítulo e um ponto. dispensando consultas ao texto e estar o mais próximo possível do trecho a que se refere.: A ilustração deve ser inserida o mais próximo possível do trecho a que se refere. Quando a numeração for feita por capítulo. . cuja finalidade básica é resumir ou sintetizar dados. seu número de ordem em algarismos arábicos e um hífen. dispostos em determinada ordem de classificação. Emissão de vogais sobre unidade estrutural. Vista do endoscópica do esôfago.

26

Exemplos: Tabelas do capítulo 5 Tabela 5.1 – Contagem bacteriológica das amostras de 1 a 15 Tabela 5.2 – Análise da freqüência do perfil bio-psico-social do grupo 4 ou Tabela 1 – Contagem bacteriológica das amostras de 1 a 15 Tabela 2 – Análise da freqüência do perfil bio-psico-social do grupo 4

• a tabela deve ser colocada preferencialmente em posição vertical, facilitando a leitura dos dados. Caso não haja espaço suficiente, deve ser colocada em posição horizontal com o título voltado para a margem esquerda da folha; • quando houver necessidade, a tabela pode ser continuada na folha seguinte. Nesse caso, o final da primeira folha não será delimitado por traço horizontal na parte inferior e o cabeçalho será repetido na folha seguinte. Cada folha deverá ter uma das seguintes indicações: continua para a primeira, continuação para as demais e conclusão para a última; • as colunas não devem ser delimitadas por traços verticais e os traços horizontais superior e inferior ao cabeçalho devem ser mais fortes; • as fontes consultadas para a construção da tabela e outras notas devem ser colocadas após o traço inferior.

(ANEXO S)

2.7 APRESENTAÇÃO GRÁFICA

O texto deve ser apresentado em papel branco, formato A4 (21 cm x 29,7 cm), digitado na cor preta, com exceção das ilustrações, que podem ser coloridas. A impressão deve ser feita

27

sempre no anverso das folhas, exceto a folha de rosto (nesta deverá constar a ficha catalográfica).

Deve-se usar fonte Arial ou Times New Roman em tamanho 12 para o texto e tamanho menor para notas de rodapé, paginação (recomendável tamanho 10), citações de mais de três linhas e legendas das ilustrações e tabelas (recomendável tamanho 11). Para os textos de citações com mais de três linhas, deve-se observar o recuo de 4 cm da margem esquerda.

A configuração das páginas devem respeitar margens esquerda e superior de 3 cm e direita e inferior de 2 cm.

2.7.1 Espacejamento

O texto deve ser digitado em espaço 1,5. Já as citações com mais de três linhas, as notas, as referências, as legendas das ilustrações e tabelas, a ficha catalográfica, os dados da folha de rosto e folha de aprovação (natureza do trabalho, grau pretendido, nome da instituição a que é submetido e área de concentração), devem ser digitados em espaço simples. As referências, ao final do trabalho, devem ser separadas entre si por espaço duplo.

A natureza do trabalho, o grau pretendido, o nome da instituição a que é submetido e a área de concentração devem ser alinhados do meio da parte impressa da página para a margem direita na folha de rosto e na folha de aprovação.

O título de uma subseção deve ser separado do texto que os precede, assim como do texto que os sucede por dois espaços duplos.

(ANEXO C)

28

2.7.2 Paginação

A partir da folha de rosto, todas as folhas do trabalho devem ser contadas seqüencialmente. No entanto, as folhas pré-textuais, embora contadas, não são numeradas.

A numeração deve aparecer a partir da primeira folha da parte textual (Introdução). Essa numeração deve ser em algarismos arábicos, colocada no canto superior direito da folha e a 2 cm da borda superior e o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha.

Caso o trabalho seja constituído de mais de um volume, deve-se manter a numeração continuada do primeiro ao último volume. No caso de se haver apêndices e anexos, suas folhas devem ser numeradas em continuação à paginação do texto principal.

As citações podem ser diretas ou indiretas. 3. Toda citação deverá vir acompanhada de sua autoria. Nesse tipo de citação a reprodução deve ser integral conservando-se a grafia. 106) “são os elementos retirados dos documentos pesquisados durante a leitura da documentação e que se revelaram úteis para corroborar as idéias desenvolvidas pelo autor no decorrer do seu raciocínio”. A transcrição de um texto de até três linhas deve ser incorporada ao período entre aspas duplas. obrigatoriamente. As citações reproduzidas em um texto devem. a pontuação.8). p.1 CITAÇÃO DIRETA Consideram-se citações diretas às transcrições literais das palavras do autor retiradas de uma obra consultada. mesmo que compreenda mais de um parágrafo. segundo Severino (2000. A forma de apresentação da autoria de uma citação no texto encontra-se descrita em Apresentação de Autores no texto (ver 4).29 3 CITAÇÕES Citações. Aspas simples são utilizadas para indicar uma citação que esteja no trecho que está sendo usado como citação.1) no final do trabalho e/ou em Notas de Rodapé (ver 3. seguir a mesma forma de entrada utilizada nas Referências (ver 1. o idioma etc. .3.

27) “[. 1988. p. Exemplo: De acordo com Oliveira (1999. 1959.. a ideografia dinâmica apresenta-se como imaginação artificial. da necessidade do diálogo. Certas escritas estáticas apresentam-se como memórias artificiais. com letra menor (desejável tamanho 11) que a do texto utilizado.] uma consciência crescente da descontinuidade.]”.. que entretanto nunca é colocado com universal.. espacejamento simples e sem aspas. da auto-organização e uma re-significação profunda das idéias de crise e caos. Ao concebê-la. da complexidade. do que como simples ausência de ordem. Segundo Silva (2002. tão característico do homem até nas culturas primitivas. do acaso. compreendidas mais como informação complexas. (LÉVY. da polifonia. com recuo de 4 cm da margem esquerda. sustentar e ampliar a atividade espontânea de elaboração e simulação de modelos mentais. queremos construir um instrumento que possa prolongar. Onde há uma avaliação ampla do papel construtivo da desordem. da não-linearidade. as mudanças paradigmáticas ocorridas nos final do século XX e início do século. da diferença. aos quais incessantemente nos entregamos quando pensamos e comunicamos. As produções com mais de três linhas devem figurar abaixo do texto. do desvio.. A ‘metáfora do impacto’ remete a um fator causal [. 152). 150).. p. p. p. XXI possibilitam a abertura para [. 25).” (FROMM.30 Exemplos: De acordo com Baudrillard (2001. é que a escolha da regra nos livra da lei”. “A personalidade alienada que se põe à venda tem que perder grande parte do sentimento de dignidade.] seria equivocado falar em ‘impacto’ das novas tecnologias infocomunicacionais sobre o social. 20) . Na interface entre o homem e o computador.. “o único princípio do jogo. p.

. J. • Mencionar em nota de rodapé a referência do trabalho não consultado. o imaginário se manifesta nas culturas humanas através de imagens e símbolos.3 CITAÇÃO DE CITAÇÃO Consideram-se citações de citações às expressões usadas quando se transcrevem palavras textuais ou conceitos de autor de uma fonte não consultada. o texto criado com base na obra de autor consultado. da expressão latina apud (citado por) e do sobrenome do(s) autor(es) do documento consultado e data. são reproduzidas as idéias do autor e/ou conteúdo contidos no texto original. Nesse caso. B. Tais palavras ou conceitos são mencionados na fonte consultada. 2 ed. 1993. 3. Esméria Rovai. seguido da data.2 CITAÇÃO INDIRETA Consideram-se citações indiretas. • Incluir a citação da obra consultada nas Referências. WADSWORTH. Como não se trata de reprodução exata do texto original. São Paulo: Pioneira.31 3. são de autoria de outro autor e originais em outra obra que não se teve acesso. porém. Trad. Inteligência e afetividade na criança na teoria de Piaget. dispensa-se o uso de aspas duplas. No texto indica-se o sobrenome do(s) autor(es) do documento não consultado. Exemplo: Para Durand (1988).

p. simpósios etc). O desenvolvimento do pensamento: equilibração das estruturas cognitivas. Deve-se indicar entre parênteses a expressão (informação verbal). Jean.32 Exemplo: A equilibração (PIAGET. mencionando-se os dados disponíveis somente em nota de rodapé. trabalhos publicados em eventos e não publicados (conferências. _______________ PIAGET. aos esquemas. anotações de aulas. 1997. No exemplo. 2. a obra consultada foi Inteligência e afetividade na criança na teoria de Piaget de autoria de Wadsworth (1997). Deve-se evitar citações de citações. 1997. Notas: 1. 1977 apud WADSWORTH. 21) é o regulador que permite que novas experiências sejam incorporadas.4 CITAÇÃO DE FONTES INFORMAIS • Informação verbal Consideram-se informações verbais a toda e qualquer informação obtida através de comunicações pessoais. congressos. O desenvolvimento do pensamento. o autor citou a idéia de equilibração formulada por Piaget e presente na obra. com sucesso. seminários. Lisboa: Dom Quixote. A obra de Wadsworth será referenciada no final do trabalho e a obra de Piaget será referenciada em nota de rodapé. palestras. 3. Nessa obra. Esse tipo de citação deve ser reservado para os casos de impossibilidade de acesso às fontes originais. não consultada. datada de 1997. .

. 2 Informação fornecida por Ferreira em Curitiba 1999. _______________ 1 DAVID. .edu em 20 mar.. Exemplo: Vidal ressaltou a importância da comunicação [.. concluiu que não existe [. Mensagem recebida por alice@educa.33 Exemplos: Volker (2002) afirma que o verdadeiro é explicado pela Natureza e o que é falso é explicado pela sociedade. Deve-se indicar entre parênteses a expressão (informação pessoal) mencionando-se os dados disponíveis em nota de rodapé.] (informação verbal)2. _______________ 1 VIDAL. 2004..ufsj. as comunidades indígenas sofreram constantes processos de miscigenação [. A ser editado pela Kronus. L. Comunicação e inteligência. Exemplo: Segundo David. 2005.] (informação pessoal)1. • Em fase de elaboração Trabalhos ainda em fase de elaboração devem ser mencionados apenas em nota de rodapé. _______________ 1 Informação fornecida por Volker em aula ministrada no Curso de Especialização em Adolescência da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais. em 2002.. após estudos realizados junto a grupo de estudantes. O processo de desintegração das culturas indígenas no Brasil. (informação verbal)1.. Ferreira (2000). • Informação pessoal Consideram-se informações pessoais aos dados obtidos de comunicações pessoais. J. S.] (em fase de elaboração)1. correspondências pessoais (postal ou e-mail).

p. Citações retiradas desses trabalhos devem ser usadas como qualquer outro já impresso.5 DESTAQUES • O grifo ou negrito ou itálico podem ser usados para da para ênfases ou destaques em algum trecho de numa citação. (SILVA.] 3. “todo indivíduo pertence um complexo [. logo após data e/ou número da página. Exemplo: “A espécie humana caracteriza-se por um desenvolvimento singular das relações sociais”. 2002. devem ser mencionados na lista final de Referências seguido do termo ‘No prelo’. (LACAN.2. 2002.1) Exemplo: Para Marques (2006). logo após data e/ou número da página. p. seu imaginário. No entanto. (Ver 6..34 • Em fase de impressão Consideram-se trabalhos em fase de impressão a todo material que se encontra em fase final de editoração. Exemplo: “O emissor é um contador de histórias que atrai o receptor de maneira mais ou menos sedutora e/ou impositora para o seu universo mental. • O grifo ou negrito ou itálico serão usados se o autor consultado fez uso de algum desses artifícios no trecho consultado. deve-se usar a expressão ‘grifo do autor’ entre parênteses. a expressão ‘grifo nosso’ entre parênteses. 11. Quando for esse o caso.. grifo do autor) . 12. sua récita”. grifo nosso). Após a citação deve-se acrescentar.

. .. p. acrescentar-se algum acréscimo ou comentário próprio..].” (ERIKSON.] como aproximação poderiam servir as definições dos dois estudiosos que [. 1987. Nesses casos.35 3.6 SUPRESSÕES NO TEXTO • Nem sempre uma citação é transcrita completamente. 3. [. Exemplo: “Em busca de um novo sentido de continuidade e uniformidade.] prognosticaram-lhe o nascimento oficial e a organização científica.. somente parte de um período ou frase é de interesse na construção de texto. sobretudo de uma moratória para a integração dos elementos de identidade [. Muitas vezes.] [os adolescentes] precisam.. p. para o bom entendimento de uma citação. 129). no meio ou no fim do parágrafo e/ou frase. que deve incluir agora a maturidade sexual. Exemplo: Eco (1999.. 01) salienta que “[. estejam elas no início ou no fim do parágrafo e/ou frase.. há a necessidade de se indicar as supressões estejam elas no início.7 ACRÉSCIMOS DE COMENTÁRIOS • Hás vezes torna-se necessário. Nesses casos. quando fora de seu contexto original. Saussure e Peirce”.. Tais supressões devem ser representadas por reticências dentro de colchetes. indica-se tais interferências dentro de colchetes.

• notas de referência: indicam documentos consultados ou remetem a outras partes do texto onde o assunto em questão foi abordado. 2002). ficando separadas do texto por um espaço simples de entrelinhas e por filete de aproximadamente 3 cm. complementações ou traduções que interromperiam a seqüência lógica se colocadas no texto (SOARES. a partir da margem esquerda.8. pessoal. por parte o autor do trabalho. inclui-se dados obtidos por fontes informais (ver 3.8 NOTAS DE RODAPÉ As notas de rodapé devem ser usadas sempre que torne necessário a inclusão. esse padrão é conseguido automaticamente com o comando apropriado para inserção de notas de rodapé. trabalhos em fase de elaboração ou não consultados diretamente (ver 3.1 Expressões latinas Algumas expressões latinas podem ser usadas para evitar repetições constantes de fontes citadas anteriormente.3). As notas de rodapé podem ser classificadas em: • notas explicativas: constituem-se em comentários. No caso de se usar o editor de textos Word. Devem ser digitadas em fontes menores (recomendável fonte tamanho 10). No entanto. (ANEXO U) 3.36 3. As notas de rodapé podem ser indicadas por numeração consecutiva com números sobrescritos dentro do capítulo ou da parte (não se inicia a numeração a cada folha). de algum tipo de observação e/ou esclarecimento.4) tais como: informação verbal. A essas. dentro das margens. tais expressões podem prejudicar a especificação de uma .

1 2 3 FREIRE. !" As expressões idem. (do mesmo autor) Usada em substituição ao nome do autor. Deve ser colocada em notas de rodapé. !" As expressões latinas não devem ser usadas no texto. p. Id. segundo) Utilização Usada para se referir a uma citação de citação. exigindo do leitor uma investigação. 2001. Abreviatura Apud (citado por. 1997. Id.. muitas vezes em páginas anteriores. de uma determinada fonte. só podem ser usadas na mesma página ou folha da citação a que se referem. devido a dificuldade que acarretam à leitura. é conveniente evitar o emprego desse tipo de expressões. passim. apenas em nota de rodapé. 2000. Exemplo A equilibração (PIAGET. !" A presença da referência em nota de rodapé não dispensa sua inclusão em lista de referências. Assim. Id.37 fonte. No caso de se optar pelo uso de tais expressões deve-se levar em consideração: !" A primeira citação de uma obra deve apresentar sua referência completa e as subseqüentes podem aparecer sob forma abreviada (Quadro 1). no final do trabalho. ctl e et seq. considerando-as palavras estrangeiras. 1977 apud WADSWORTH. opus citatum.] Idem ou Id. 2003 4 5 . 1979. conforme. ibidem. exceto apud. loco citato. Única expressão latina que pode ser usada tanto no texto como em notas de rodapé. 1978. !" Não usar destaque tipográfico quando escrever expressões latinas. FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS.. quando se tratar de citação de diferentes obras de um mesmo autor. 21) [.

em diversas passagens) diversas páginas do documento Loco citato ou loc. 1 2 3 4 Passim ou passim Usada em informação retirada de referenciado. Introdução ao pensamento complexo. Lisboa: Instituto Piaget. obra citada) Usada no caso da obra citada anteriormente. nota 1 desse capítulo. 1972. p. p 74. p. 1 MACHADO. Usada quando não se quer citar todas as páginas da obra referenciada.23. LIDZ. p. (confronte) Usada como abreviatura para recomendar consulta a um trabalho ou notas. JAKOBSON. 1990.38 Ibidem ou Ibid. MORAES. 44. p. 1997. Sequentia ou et seq. cit. op. p. Confira ou Cf. Cf. loc. MORAES. Deve ser colocada em notas de rodapé. MEAD. Ibd. FROMM. (seguinte ou que se que se segue) Usada em informação seguinte ou que se segue. 122. mas com intercalação de notas. Deve ser colocada em notas de rodapé. quando houver intercalação de outras notas. 2 3 Cf. 32-45. 1997. p. p. cit. 55 et seq. Edgar. (no lugar citado) Usada para designar a mesma página de uma obra já citada anteriormente. 1959. 19881. p. 2 3 Ibid. Opus citatum ou op. Campinas: Papirus. Pré-cinemas & pós-cinemas. Cf. 88. Deve ser colocada em notas de rodapé. 34. cit. pois o único dado que varia é a página. MORIN. p. Arlindo. (opere citato. 1997. 1983. cit. BATESON. 2000. 1972. Deve ser colocada em notas de rodapé. cit. 03 et seq. 124-127. passim. OLDS. 78. FROMM. loc. p. (na mesma obra) Usada em substituição aos dados da citação anterior. 1 2 Quadro 1 — Expressões latinas . TURKLE. na mesma página. cit. Deve ser colocada em notas de rodapé. 1 (aqui e ali. 1995. p. 45. op. PAPALIA. 1 2 3 4 1 MEAD. Deve ser colocada em notas de rodapé. 1995. TRUKLE.

4. . ou monossílabo. b) pela primeira palavra do título seguida de reticências.1) incluir a(s) página(s). (NBR 10520).” (NBR 10520). seguido(s) da data de publicação do documento e da(s) páginas(s) de citação. institucional ou entrar pela primeira palavra do título em caso de publicação anônima) e ano da publicação referida. separados por vírgula e entre parênteses. pela instituição responsável ou título incluído na sentença devem ser em letras maiúsculas e minúsculas e. A forma da entrada do nome do autor (pessoal ou institucional) na citação deve ser a mesma utilizada na lista de referências ou em notas de rodapé. as chamadas pelo sobrenome do autor. separados por vírgula e entre parênteses. Qualquer que seja o sistema adotado deve ser seguido ao longo de todo o trabalho. quando estiverem entre parênteses devem ser em letras maiúsculas. este deve ser incluído na indicação da fonte.39 4 APRESENTAÇÃO DE AUTORES NO TEXTO São dois os sistemas de chamada para a indicação de citações em um texto: autor-data ou numérico. c) se o título iniciar por artigo (definido ou indefinido). no caso de citação direta. no caso de citação direta.1 SISTEMA AUTOR-DATA Nesse sistema. no caso das obras sem indicação de autoria ou responsabilidade. seguida da data de publicação do documento e da(s) página(s) da citação. a indicação da fonte é feita da seguinte forma: a) pelo sobrenome de cada autor ou pelo nome de cada entidade responsável até o primeiro sinal de pontuação. São considerados elementos identificadores de uma citação: autoria (pessoal. Para a citação direta (ver 3. “Nas citações.

). Separar os sobrenomes dos autores citados pela letra e.1 Citação com um autor A indicação é feita através do sobrenome o autor. acrescentar o número da página [p. p. 2000. (ALVES. ou Para Papalia e Olds (2000. desde a concepção até a morte”. . “o campo do desenvolvimento humano focaliza o estudo científico de como as pessoas mudam.1. p. 25). ou Segundo Alves (2000. Exemplos: “Os modelos são a parte conhecida da relação analógica”. P. Exemplos: “O campo do desenvolvimento humano focaliza o estudo científico de como as pessoas mudam.) e entre parênteses. e também de como ficam iguais. quando fora dos parênteses. p.1.40 4. 52). No caso de citação direta. separados por ponto e vírgula (. ambos separados por virgula (. “os modelos são a parte conhecida da relação analógica”. OLDS. seguido da data de publicação de onde foi retirada a referida citação. 25). 4. nº da página]. 52).2 Citação com dois autores A indicação é feita através dos sobrenomes dos autores entre parênteses. desde a concepção até a morte” (PAPALIA. 2000. e também de como ficam iguais.

(MORISON. (1992) [.) e o segundo sobrenome separado do último pela letra e quando fora dos parênteses. Castro e Lacau (2003) salientam que [. 4. Exemplos: [..1.. ou Segundo os estudos de Lataille et al.. ou Ítallo (1999a).5 Citação de diversos documentos do mesmo autor e mesmo ano A indicação é feita acrescentando-se letras minúsculas após o ano.]... separados por ponto e vírgula (.3 Citação com até três autores A indicação é feita através dos sobrenomes dos autores entre parênteses.] (ÍTALLO..1.] Ítallo (1999b).] (LATAILLE et al.41 4. (e outros). Exemplos: [. . Indicar o primeiro sobrenome do autor separado do seguinte por vírgula (. CASTRO.. 2003). Exemplos: [.1. sem espaço.].). afirma que [. 1999b). 1992). afirma que [.] [... Esse procedimento deverá se repetir ao relacionar o documento nas referências bibliográficas.. LACAU.... 4.]...] (ÍTALLO...4 Citação com mais de três autores A indicação e feita através do sobrenome do primeiro autor seguido da expressão latina et al. ou Morison. 1999a).

L. ou De acordo com a publicação Semanário [. Exemplos: [... 4.. Luiz.... (2000) [..... Exemplos: [. L..] (SOUZA. A.] Souza. Lúcio..8 Citação de publicações anônimas A indicação é feita citando a primeira palavra do título..] (BARBOSA.. Exemplos: [.] (1989). (2000) [.] (BARBOSA. 1989). inicial do prenome e ano Usar os prenomes completos para estabelecer diferenças.] (SOUZA.] [.] .. Lúcio (1998) [.7 Citação com coincidência de sobrenome. 1998). A.6 Citação com coincidência de sobrenome e ano A indicação é feita acrescentando-se as iniciais dos prenomes para estabelecer diferenças.] (SEMANÁRIO . 2000)....1.] Barbosa.] [...1. ou Barbosa. 2000). 4. Luiz (1998) [. seguida de reticências e do ano de publicação.....1.42 4. 1998). ou Souza. serão [...

Exemplos: [..] (ALMEIDA. desde que considerado no todo.). ou Os trabalhos apresentados no XIII Encontro Nacional da ANPPOM (2001) [..43 4..] 4.. 2000.] (XIII ENCONTRO NACIONAL DA ANPPOM....] 4. Exemplos: [. Exemplos: [. 2001).9 Citação de entidades coletivas A indicação é feita da forma em que aparece na referência. 2001).1. separadas por vírgula (.] (FUNDAÇÃO FERMAN PARA O MEIO AMBIENTE.11 Citação de vários trabalhos do mesmo autor A indicação é feita através dos sobrenomes do autor seguido das datas das publicações em ordem cronológica. 1988. 2000. ou Fundação Ferman para o Meio Ambiente (2003) [.] reafirmado por Almeida (1988.. seguido do ano de publicação.1... ou [. 2001). 2003).. mencionando-se o nome completo do evento. .10 Citação de eventos A indicação é feita.1..

HELMAN. do capítulo ou da parte.1.44 4. 2003. Exemplos: [.. Não se deve iniciar a numeração das citações a cada página.2 SISTEMA NUMÉRICO Neste sistema. ou Para Huizinga o jogo “é um traço essencial talvez o mais importante das sociedades humanas”(21). 1988). remetendo à lista de referências ao final do trabalho. em algarismos arábicos. Helman (1972) e Kalin et al.). KALIN et al. .. ou Albin (2003). Exemplos: Para Huizinga o jogo “é um traço essencial talvez o mais importante das sociedades humanas” 21.] (ALBIN. a indicação da fonte deve ser feita por uma numeração única e consecutiva. na mesma ordem em que aparecem no texto. (1988) concordam ao afirmar […] 4. 1972.12 Citação de vários trabalhos de autores diferentes A indicação é feita através dos sobrenomes dos autores em ordem alfabética seguidos de vírgula e data e separados entre si por ponto e vírgula (..

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5 APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS MONOGRÁGFICOS DIGITAIS
Para apresentação de trabalhos monográficos digitais, deve-se seguir as instruções seguintes.

FORMATOS DE ARQUIVOS RECOMENDADOS

• No que se refere a processador de texto, deverá ser utilizado o MS Word; • No que se refere a processador de partitura: Sibelius (.sib); Finale (.mus); Encore (.enc); • Imagens: GIF (.gif); JPG (.jpg ou .jpeg); TIFF (.tiff); PNG (.png); CGM (.cgm); PDF (.pdt); • Vídeo: MPEG (.mpg ou .mpeg): Quicktime (.mov ou .qt); AVI (.avi); • Áudio: MPEG-3 (.mp3); WAC (.wav); AIFF (ad); SND (.snd); MIDI (.mid ou .mid); • Especiais: Excel (.xls); AutoCAD (.dxf).

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6 PADRÃO DE REFERÊNCIAS PARA TRABALHOS ACADÊMICOCIENTÍFICOS

Os padrões de referências aqui apresentados foram normatizados de acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) – NBR 6023.

Referência é conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de um documento, que permite a sua identificação individual. (NBR 6023, 2002, p. 2). "Constitui uma lista ordenada dos documentos efetivamente citados no texto. Não devem ser referenciados documentos que não citados no texto. Caso haja conveniência de referenciar material bibliográfico não citado, deve-se fazer uma lista própria após a lista de referências sob o título: Bibliografia recomendada." (NBR 10719, 1989, p. 13).

Notas: !" Título das obras que não iniciam a referência e título dos periódicos devem ser realçados por negrito ou itálico. !" As referências devem ser alinhadas à esquerda. !" Os espacejamentos entre linhas devem ser simples. !" Os espacejamentos entre cada referência devem ser de duplos.

6.1 MONOGRAFIAS (ou trabalhos monográficos)

Consideram-se como monografias: livros, guias, catálogos, dicionários, trabalhos acadêmicos (teses, dissertações, trabalho de conclusão de curso e memoriais) etc.

Nota:

Os elementos que constituem a referência bibliográfica de uma monografia devem ser obtidos preferencialmente no verso da folha de rosto (ficha catalográfica).

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6.1.1 Monografia considerada no todo

6.1.1.1 Com indicação de um autor

SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES), Prenome(s) (iniciais ou por extenso).Título da obra: subtítulo. Edição. Local de publicação (Cidade): Editora, data de publicação. Paginação (opcional).

Exemplo: MAINGUENEAU, Dominique. Novas tendências em análise do discurso. 3. ed. Campinas: Pontes, 1997. 198 p.

6.1.1.1.1 Nomes com sufixos (Júnior, Neto, Filho etc)

SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES) INCLUINDO SUFIXO, Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Título da obra: subtítulo. Edição. Local de publicação (Cidade): Editora, data de publicação. Paginação (opcional).

Exemplo: TELLES JÚNIOR, Goffredo. Tratado da conseqüência: curso de lógica formal. 5. ed. São Paulo: José Bushatsky, 1980.

6.1.1.1.2 Nome(s) do(s) autor(es) com mais de uma obra referenciada

SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES), Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Título da obra: subtítulo. Edição. Local de publicação (Cidade): Editora, data de publicação. Paginação (opcional). ______*. Título da obra: subtítulo. Edição. Local de publicação (Cidade): Editora, data de publicação. Paginação (opcional).

A imaginação simbólica. M.1. Título da obra: subtítulo.1. São Paulo: Martins Fontes. .1. 1988. Exemplo: DURAND. Edição. As estruturas antropológicas do imaginário. Local (cidade): Editora. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Prenome(s) (iniciais ou por extenso). SOBRENOME DO TERCEIRO AUTOR. data de publicação. T. BEHRENS. 2000. Gilbert. Paginação (optativo).. Exemplo: MORAN. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). 1997. Danilo.48 * O traço corresponde a seis toques sublineares (em substituição ao nome do autor). Novas tecnologias e mediação pedagógica. 6. François. data de publicação. M. SOBRENOME DO SEGUNDO AUTOR. Exemplo: DUBET. M.3 Com indicação de três autores SOBRENOME DO PRIMEIRO AUTOR. SOBRENOME DO SEGUNDO AUTOR. 6. ______. Local (cidade): Editora.1. J. Edição. MASSETO. MARTUCELLI. Buenos Aires: Editorial Losada. São Paulo: Cultrix-EDUSP. Título da obra: subtítulo. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Paginação (opcional). Campinas: Papirus. A. 1997. En la scuela: sociologie de la experiencia escolar.2 Com indicação de dois autores SOBRENOME DO PRIMEIRO AUTOR..

data de publicação. Exemplo: HALL. Piaget. Rio de Janeiro: DP&A. Exemplo: DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro.1. 6. Paginação (opcional). 1992. Edição.1. Paginação (opcional). São Paulo: Câmara Brasileira do Livro.49 6. Paginação (opcional). 1993. conforme aparece no documento.1.4 Com indicação de mais de três autores SOBRENOME DO PRIMEIRO AUTOR. 64p. da Silva. São Paulo: Summus. Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. Título da obra: subtítulo. Exemplo: LATAILLE. Local (Cidade): Editora. 2002. Edição.1.6 Com indicação de tradutor SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES). Guacira L. 7 ed. . Título da obra: subtítulo. data de publicação. Yves et al. Prenome(s) (iniciais ou por extenso).1. Tradução Tomaz T.1. Prenome(s) (iniciais ou por extenso) et al.5 Publicação de autoria desconhecida PRIMEIRA palavra do título em maiúscula: subtítulo. 6. Indicação do tradutor. A identidade cultural na pós-modernidade. Louro. data de publicação. Stuart. Vygotsky. Local (cidade): Editora. Edição. Local de publicação (Cidade): Editora.

Título da obra: subtítulo. número da série). Exemplo: ECO.1. Local de publicação (Cidade): Editora.8 Com indicação de responsabilidade intelectual (editor. La Salud de los Jóvenes: un reto y una esperanza. coordenador etc) SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES). Edição. D. 73). São Paulo: SENAC.7 Com indicação de série SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES). (Série.1.1.9 Autor entidade (entidades coletivas. 285 p. Gilson C.). data de publicação. Edição. Umberto. Edição. C. 2005. (Série estudos.50 6. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Paginação (opcional). Paginação (opcional).1. Exemplo: COIMBRA. Título da obra: subtítulo. públicas. particulares etc) AUTOR ENTIDADE POR EXTENSO EM MAIÚSCULAS. data de publicação. Fronteiras da ética. Paginação (opcional). Local de publicação (Cidade): Editora. São Paulo: Perspectiva. Tradução Antônio de P.. 1995. organizador. governamentais. Local (Cidade): Editora. ed.1. 4. Prenome(s) (iniciais ou por extenso) (Coord. 6. J. Tratado Geral de Semiótica.). Título da obra: subtítulo.1. Exemplo: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. . 2002. 6. A (Org. Á. 282 p. data de publicação. Geneva: OMS.

Museo de Bellas Artes.1. data de publicação. BIBLIOTECA NACIONAL. 74p.). Catálogo de obras brasileiras para contrabaixo: catálogo. Exemplo: RAY. 2004. Exemplo: BRETAS. Maria Beatriz Almeida S.1. Catalogo geral: colección pinturay escultura latinoamericana. Rio de Janeiro: Edições Biblioteca nacional. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Notas complementares. .10.1. 228 f. Sônia. Caracas: El Museo. data (ano da defesa). Belo Horizonte. data de publicação.2001. Tese (Doutorado em Ciência da Informação) – Escola de Ciências da Informação. Paginação (opcional). Il. Local. Paginação (opcional). algumas color. Grau de dissertação ou tese – Unidade onde foi defendida.subtítulo: catálogo. Universidade Federal de Minas Gerais.1. 1979. Local de publicação (Cidade). Local de publicação (Cidade).1.10. Título da obra: subtítulo. Catálogo dos quinhentistas portugueses da Biblioteca Nacional: catálogo. Notas complementares. INSTITUIÇÃO (Local. 156p.10 Referências com outros tipos de materiais monográficos 6. São Paulo: Annablume.1. de folhas (no f. Data (ano de depósito).51 6. Título .2 Teses SOBRENOME DO AUTOR. UF). Interações telemáticas – estudo sobre jovens internautas de Belo Horizonte. 345. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). 6. 2002. 1996. No. Título subtítulo: catálogo.1 Catálogos SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES).

v. 1998. Rio de Janeiro.F. DAEMON R. Memorial.1.)..2 Trabalho monográfico considerado em parte 6. 1997. Capítulo.2. ano. 6. Local. In: SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES) (ou editor. Ano. Paginação (opcional).3 Memorial SOBRENOME DO AUTOR.4 Relatórios SOBRENOME DO AUTOR. 1969. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Local: Editora. 1 v. Paginação (opcional). Contarinia sorghicola (Coquillett. Prenome(s) (iniciais ou por extenso) da publicação. Concurso para Docência – Faculdade de Letras. Exemplos: WAQUIL. .10. 162 p. Memorial. J. 1994. Concurso para Docência – Instituição onde foi apresentada. Bioestratigrafia e Palinologia do Paleozóico Superior da Bacia do Paraná. 6.6.C. E. Sete Lagoas: Centro Nacional de Pesquisa de Milho e Sorgo. Monitoramento da mosca-do-sorgo.10. data de publicação.68-69. de.1.52 6.1. Título da publicação. (Relatório Técnico Anual. P. Ponta Grossa : PETROBRÁS/DESUL . (Relatório Interno nº 384). Título da parte referenciada. p. (Série. Título do relatório: subtítulo. 1898) através de armadilhas de feromônio. A. L. Edição. M.1 Capítulo de livro com autoria distinta da obra no todo SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES) da parte referenciada.1. etc. número).1. Universidade Federal do Rio de Janeiro. 19921993). Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Local: Editora. OLIVEIRA. páginas (inicial e final).. QUADROS. Exemplo: ADELSIN.1. Prenome(s) (iniciais ou por extenso).

Fontes. data de publicação. p. 6. Título da publicação.) Imagem-Máquina: a era das tecnologias do virtual.53 Exemplo: QUÉAU. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). 87-98. ludicidade e prevenção das neuroses futuras: uma proposta pedagógica a partir da biossíntese. In: SILVA. ÉTICA. . Página.2. Benedicto (Coord. In: ______ (Org. Educação. Local: Editora. Nicola. São Paulo : M. 6.1. In: ABBAGNANO.2. p. Local de publicação (cidade): Editora. Exemplos: EMPIRIOCRITICISMO. 2000. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas.326. In: SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES) da publicação (ou editor. 1986. Exemplo: LUCKESI. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Dicionário de ciências sociais. Capítulo (página inicial e final). 2000.1. etc).Rio de Janeiro: 34.). Edição. Salvador: Gepel. Dicionário de filosofia. O Tempo do Virtual.91-99. In: PARENTE.) Ludopedagogia: educação e ludicidade. ano. 433-435.2 Capítulo de livro com a mesma autoria da obra no todo SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES) da parte referenciada. 1993. p. André (Org. P. Cipriano Carlos. p. Título da parte referenciada.3 Verbete Verbete (primeira palavra em maiúscula). In: Fonte de onde retirou-se a definição do termo.

fascículo. 1973-1992. p. jornais. Local: Editora. mai/jun. Título do artigo: subtítulo. Exemplo: MARQUES. Título da publicação. Paulo: FEBAB. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). No prelo. Editorial. Local de publicação (Cidade). .2.2. Exemplo: REVISTA BRASILEIRA DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO.2 PUBLICAÇÃO SERIADA Consideram-se como publicações seriadas aquelas que têm sua edição com relativa regularidade. anuários etc). n. ISSN. Título do artigo. mês. páginas. La Paz. número.3 Artigo e/ou matéria de periódico SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES). ano inicial e de encerramento da publicação. publicações anuais (relatórios. atas. S.54 6. quando tratadas como publicação periódica. volume. Semestral. revistas. Título do periódico.2. comunicações de sociedades. 6. volume. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). local. C. Revista Chilena de Antropologia Social. 2006. Estão entre elas: periódicos. Periodicidade. 6. Continuada por: Boletim Informativo da Federação de Associações de Bibliotecários. 6. 4.2 Publicação seriada considerada no todo TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. 34. paginação inicial e final do artigo. período e data de publicação. ISSN 0100-0691. ano. séries monográficas.1 Editorial SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES).

nº 3. Título do documento. P. data de publicação. Rio de Janeiro. 19-27.3 EVENTO Considera-se evento o conjunto dos documentos reunidos num produto final com denominação de: atas.3. .4 Artigo de jornal SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES). numeração em arábico se houver. anais. set. Seção. 1998. 9. 6. Título da matéria: subtítulo. Vitória. ano. 6-7. 6. Atas. p. I. 18 jun. Resumos) Local de publicação: Editora. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). c. Boletim Técnico do SENAC. A Gazeta..1 Evento considerado no todo NOME DO EVENTO. entre outras. v. proceedings. DALLARI diz que o governo intervirá em plano de saúde. a música eletrônica caminha no sentido oposto. Exemplos: CAVALLARI. (Anais. Título do Jornal.. São Paulo. 1994. caderno ou parte do jornal. Páginas (inicial e final da parte referenciada). local de realização do evento. Folha de São Paulo. Marco. Interatividade: uma mudança fundamental do esquema clássico da comunicação. Som e conhecimento : operando com o mesmo arsenal da pesquisa científica. Folhetim../dez. paginação inicial e final do artigo ou matéria. Marcelo Musa.55 Exemplo: SILVA. data de publicação. 23. 6.2. Local de publicação (Cidade). 2000. 15 jul.

v. n. Suplemento.. Páginas (inicial e final da parte referenciada). . Título do trabalho apresentado. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Suplemento. 2001.. Notas. Título do trabalho. José Luiz.. 6. In: ENCONTRO NACIONAL DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM MUSICA. In: TITULO DO EVENTO. data de publicação. 1998. p. 96-105.1. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Resumos) Local de publicação: Editora. ano. 6. 1. local de realização.. Exemplo: GUBERNIKOFF. v. 2002. Belo Horizonte. Título do documento. 3.3. Exemplo: GIL. Título do Periódico. Porto Alegre. Gramado.3. 196. Carole. (Anais. Número da patente. Anais.. Londrina. 2.. ano. V. 6.56 Exemplo: CONGRESO DE ADOLESCÊNCIA DO CONE SUL.2 Trabalho apresentado em evento SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES). Jovens.. 2002. Anais. Fragmento da Conferência proferida no VII Congresso Brasileiro de Adolescência.. Belo Horizonte: UFMG. n. p. 2001.4 PATENTE NOME DA ENTIDADE RESPONSÁVEL E/OU AUTOR.. Título. Londrina: ASBRA. local. espaço e tempo digital.3 Trabalho de evento publicado em periódico SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES). numeração do evento em arábico (se houver). Adolescência Latinoamericana. cyber. Tristam Murail – L’Esprit des dunes. datas (do período de registro). paginação. Atas. 13.

1988.394. página. Int CI3B22 D29/00. mês. Seção 1. Publicação. Dispositivo numa usina de fundição de lingotes para o avanço do lingote fundido. Diário Oficial da União.17. Constituição (data de promulgação).1 Leis e decretos PAÍS. Brasília.5. . Número de páginas ou volumes.57 Exemplo: ALFRED WERTLI AG.Den. ano). número da Lei e data (dia. 27839. Ano de publicação. jurisprudências e doutrinas. 527. Revista da Propriedade Industrial. Constituição (1988). 23 de dezembro de 1996.5. mês. Bertrand Reymont. Seção. Notas.5 DOCUMENTO JURÍDICO Consideram-se documentos jurídicos: legislações. Local de publicação. Lei ou Decreto.PI 8002090. DF: Senado. 6. Exemplo: BRASIL. Ementa.º 9. 1980.2 Constituição federal PAÍS. ano). n. Constituição da República Federativa do Brasil. 25 nov. 2 abr. Exemplo: BRASIL. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. 1980. Lei n. de 20/12/1996. 6. ESTADO ou MUNICÍPIO. data (dia. 6. Local: Editor. Título. ESTADO ou MUNICÍPIO. p. p. Brasília. Rio de Janeiro.

seção II p. Exemplo: BRASIL. Trata da institucionalização do Siops no âmbito do Ministério da Saúde. mês e ano. mês e ano. Tipo de documento.. Constituição (ano). e dá outras providências.733-56. Brasília..16. (Entidade Coletiva). 6.5. 1999. v. p.1. 29. Exemplo: BRASIL. Publicação. Emenda constitucional nº. volume.5.5. local. n. 6. Medida provisória nº. Medida Provisória n. Dispõe sobre o valor total anual das mensalidades escolares. deliberações e resoluções AUTORIA. 529. mês.º 1.. Exemplo: BRASIL. Diário Oficial da União. 178 E. 15 de dezembro de 1998. Dispõe sobre recursos mínimos para o financiamento das ações e serviços públicos de saúde. de 30 de abril de 1999.3 Emenda constitucional PAÍS. Portaria Interministerial Ministério da Saúde e Procuradoria Geral da República n. Local. data. Seção 1. Brasília. número e data (dia. setembro de 2000. Título da Publicação. páginas. mês e ano). Emenda Constitucional n.4 Medida provisória PAÍS. Constituição (1988). Seção. data (dia.. p.58 6. Ministério da Saúde. de 14 de dezembro de 1998. 82. Título (natureza da decisão ou ementa). . p. de 2000.5 Portarias. seção I. Diário Oficial da União n. A decisão da Medida. Ementa. Título da Publicação. ano). 1. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. página. Brasília. data.

70. 330-364. ano). Exemplo: BRASIL. Supremo Tribunal Federal. apelado. n. Revista do Superior Tribunal de Justiça. Título do documento: subtítulo (se houver). 152. DF. Exemplos: BRASIL. Local e data do julgamento. ano.59 6. Lei n. Relator. Local. acórdãos. volume. 132. 6. páginas. Título da Publicação: subtítulo.° 8926. Brasília. 12247. Na instância especial é inexistente recurso interposto por advogado sem procuração nos autos. número e/ou página inicial e final da parte. agravado. data (dia. número. DF. de advertências e recomendações sobre o seu uso por pessoas de mais de 65 anos. Súmula N. JURISDIÇÃO. RIO DE JANEIRO (Estado). Partes envolvidas (se houver. nas bulas de medicamentos.5. data. n. v. etc. 7. p.5. Local. Órgão judiciário competente. Corte Especial. 12037.º 115. p.7 Jurisprudência Consideram-se jurisprudências: súmulas. Título da jurisprudência (natureza da decisão e/ou ementa) e número. mês abreviado. Dispõe sobre as diretrizes orçamentárias para o exercício de 1992 e dá outras providências. de 9 de agosto de 1994. 27 de outubro de 1994. v. sentenças e demais decisões judiciais. volume.° 1848. Lei n. 155. 1994. jun. impetrado. n. p. 2002.). apelante. Diário Oficial da Republica Federativa do Brasil. 132. Título (dados). Brasília. Torna obrigatório a inclusão. impetrante. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. . v. agravante. Brasília. Brasília.6 Consolidação de leis PAÍS. 1994. Edição. de 23 de julho de 1991.

Especificação do suporte. diafilmes. Michael Madsen. Intérpretes: Kim Basinger. São Paulo: Videolar. Produtor: Guy Labiberté. Produção: David Foster.7 DOCUMENTO ICONOGRÁFICO Consideram-se documentos iconográficos: pinturas. DVD etc). 6. Data. Jennifer Tilly. materiais estereográficos. Belo horizonte: UFMG. 2000. Diretor: Pierre Lacombe. transparências. Roteiro: Walter Hill. diretor.. Notas complementares. etc. entre colchetes). 1 DVD (50 mim). 1 videocassete (115min).6 IMAGEM EM MOVIMENTO Consideram-se imagens em movimento: filme cinematográfico. Alec Baldwin. SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES). Prenome(s) (iniciais ou por extenso). son. Exemplos: A FUGA. p e b. gravação de vídeo e som (videocassete. VHSNTSC. dispositivos. Senhora morta. color. 18 transparências. cartazes. 1999. 1994. Exemplos: MONTEIRO. desenhos técnicos. O ciclo de Krebs. color. 1900. São Paulo: Videolar Multimídia. p e b. (Videoteca Folha). A mágica continua. David Morse. Augusto. data e especificação do suporte em unidades físicas. fotografias. James Woods. CIRQUE DU SOLEIL. local.. 1 fotografia. produtor. Título (Quando não existir. color. UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS. 2001. Elementos do templo egípcio. 25 cm x 17 cm. Anny Simon. TÍTULO. 25x20 cm. Direção: Roger Danaldson. . 1 diapositivo.60 6. gravuras. produtora. son. deve-se atribuir uma denominação ou a indicação sem título. São Paulo: PUC.

1905. 1962. Bauxita o minério de alumínio. óleo sobre tela. ano. JACKSON. Escala variada. SCHIELE. FUNDAÇÃO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE (MG). 1898.5 cm.61 HOFFMANN. A morte e a jovem.000. Ouro Preto: SICEG. Londres: W. 70x80 cm. [19--]. designação específica e escala. N. 1981. AUTORIA. KLIMT. Local: Editora. 1 mapa. Reforma com acréscimo da unidade Senai unidade Horto: projeto de arquitetura. Óleo sobre cartão. 1915. Color. Österreichische Galerie. Novo Atlas do mundo. globos. Egon.8 DOCUMENTO CARTOGRÁFICO Consideram-se documentos cartográficos: mapas. Regiões do governo do Estado de Minas Gerais. Palácio Stoclet: vista do interior. 6. Sem escala definida. 1 gravura. color. 2006. 52 cm. Belo Horizonte: FEAM. Josef. 1994. Tinta-da-china e lápis sobre papel milimétrico. Viena. Escala 1:250. Exemplos: Atlas Mirador Internacional. fitas cassete. GEIG. INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo. Coleção particular. color. SP). 6. Título: subtítulo. Original em mídia digital. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânea do Brasil.N. E. Jackson. W. Pascali Gontijo de. fitas magnéticas etc. CARSALADA. 1 original de arte. CDs. Gustav. Belo Horizonte. 2 f. fotografias. Bacia do Rio Piracicaba: enquadramento dos cursos d’água. 43x62. 256 mapas e diagramas. 1995. . Viena. color. imagens de satélite e escalas.9 DOCUMENTO SONORO Consideram-se documentos sonoros: discos. W. 33x21 cm. 1fotografia aérea. Pomar.

Hamburg: Deutsche Grammophon. Londres: Decca Record. In: JOHANN SEBASTIAN BACH.2 Documento sonoro considerado em parte COMPOSITOR(ES). Intérprete(s):. 1988. 1CD. Título: subtítulo. Intérpretes: The Monteverdi Choir. In: ARY BARROSO. ano. Título. ou COMPOSITOR(ES). Exemplos: CHICO BUARQUE. 1992. Cantata for the Feast of the Visitation of Mary. Nome da parte (ou faixa de gravação). CAETANO VELOSO. Rio de Janeiro: Polygram. Direção/Regência: (se houver).9. JOHANN SEBASTIAN BACH. Especificação do suporte. The five piano concertos. v. Especificação do suporte. 1 CD. Local: Gravadora.9. Exemplos: ARY BARROSO. Faixa 5. 1 cassete sonoro (60 mm.62 6. Remasterizado em digital. ano. LUDWIG VAN BEETHOVEN. Local: Gravadora. 1 CD.). 1990. In: COMPOSITOR(ES) OU INTERPRETE(S). The Academy of Anciente Music.1 Documento sonoro considerado no todo COMPOSITOR(ES) OU INTÉRPRETE(S). ano. 1995. 6. Caetano Veloso. 1993. Intérpretes: Elza Soares e Aquarela Carioca. 1. Faixas 8-17. Direção: Chistopher Hogwood. Rio de Janeiro: Polygram. Título: subtítulo. Almanaque. É luxo só. Local: Gravadora. . 3 CDs. The English Baroque Solists. Direção: John Eliot Gardiner. Rio de Janeiro: Lumiar. Intérprete(s) da parte (ou faixa de gravação):. Cantatas.Direção/Regência: (se houver). Intérprete: Steven Lubin. Songbook Ary Barroso. Especificação do suporte.

MORAES. 52-53). Rio de Janeiro: Lumiar. 3. ano.10 PARTITURA Consideram-se como partituras toda e qualquer partitura impressa. 6.). Nelson.).: manuscrito.10.l. Flashes de um desenho gótico. Título da parte: subtítulo. Edu. Nota: Partituras manuscritas. Edvard. 1 partitura (65 p. Melodia e acompanhamento. páginas. S. ano. Arrastão. Título: subtítulo. Piano e orquestra. Exemplos: GRIEG. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). 1 partitura (p.2 Partitura considerada em parte SOBRENOM(ES) DO(S) AUTOR(ES). Local: Editora. Exemplos: LOBO.1 Partitura considerada no todo SOBRENOM(ES) DO(S) AUTOR(ES). 1 partitura (39 p. SALOMÉ. Quantidade de partituras (número de páginas p. Konzert em a-Moll opus 16. Instrumento a que se destina. 1986.). Local: Editora. Sonata nº. deverão ser referenciadas substituindo-se o nome da editora pela palavra ‘manuscrito’. 1994. Instrumento a que se destina. In: Título: subtítulo. Francisco. . Prenome(s) (iniciais ou por extenso). MIGNONE.10. In: Songbook Edu Lobo. Quantidade de partituras (p. 6. Rio de Janeiro: FUNART. 1 partitura (5 p. Piano. Frankfurt: Peters. Vinícius.). 1997.). não editadas. Violoncelo e piano.63 6.

SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES). Munique. celulóide e metal. Obra do destino. Naum. 86-95). Cristo Flagelado. Exemplos: GABO. 1984. animais empalhados. 6. 1 escultura. München: G. 1 escultura variável. Museu da Inconfidência. M. protótipos etc. vol 2. 1981. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). Sechs Lieder ohne Worte. Nova York. 1901. Porcelana com verniz amarelo e pigmentação ferrugem. LISBOA. Especificação do objeto. In: Lieder ohne Worte. 21 cm. 1 partitura (p. Ouro Preto. 62. Sonata nº 49 in E-flat Major. madeira.2x49. Coleção particular. 187-190). CÂNTARO [Dinastia Ming. madeira policromada. 1916-17. Ano. opus 62.64 MENDELSSOHN. 1 peça. Museum of Modern Arte.5 cm. New York: Dover Publiacations. Cabeça de mulher. maquetes. In: Complete piano sonatas. Cópia por Walter Drietrich. Ostasiastiche Kunstabteilung. Título (Quando não existir. dimensões ad lib. 6. HAYDN. 17 –. Museu Staatliche. nº 1.12 DOCUMENTO DISPONÍVEL EM MEIO ELETRÔNICO Consideram-se documentos disponíveis em meio eletrônico aqueles que são passíveis de serem manipulados (edição. Piano. feita por ocasião da comemoração do centenário do autor. período Chia-Ching. MARNU.11 DOCUMENTO TRIDIMENSIONAL Consideram-se documentos tridimensionais: esculturas. objetos de museu. Henle Verlag. Piano. Bartholdy. Original destruído. adagio cantabile. leitura) por computador. 15–]. Antônio Francisco (Aleijadinho). entre colchetes). modelos. São duas as modalidades de acesso: . Joseph. 1 partitura (p. Berlin. deve-se atribuir uma denominação ou a indicação sem titulo. 1 escultura. jogos.

Disponível em: <lisserv~bdt. Título serviço ou produto.gov. Disponível em: <http://www/bdt.org/bdt/acarosp>. LILACS. Nota: para arquivos eletrônicos.exe/iah/online/?IsisScript=iah/iah. Acesso em: 25 nov. CD-ROM.xis&base=LILACS&lang=p>.aids. Acesso em: 20 ago.br>. 1998. Disponível em: http//:www. BIONLLNE Discussion List.65 • acesso direto: a leitura é possível através de equipamentos periféricos ligados ao computador tais como: disquete. ed. Laser. catálogos ou livro.br/cgibin/wxislind. W. podem ser: banco/bases de dados. • acesso remoto: o acesso é efetuado por redes locais ou externas. Aceso em: 28 nov. Exemplos: BRASIL. precedido da expressão Disponível em: e a data de acesso ao documento. Word for Windows 7. List maintained by the Bases de Dados Tropical. arquivos etc. base de dados e lista de discussão SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES). Programa Nacional de DST e Aids. websites. Anco de dados elaborado pelo Sistema Nacional de Agravo de notificação – SINAN. Quando se tratar de obras consultadas online. incluir o endereço eletrônico.12. acrescentar a respectiva extensão à denominação atribuída ao arquivo. versão (se houver) e descrição física do meio eletrônico. precedida da expressão Acesso em:. . 2002. Consideram-se serviços online: listas de discussão. mensagens eletrônicas. arquivos em disco rígido.1 Acesso a banco. 3 ¼ pol. apresentado entre sinais <>. Flechtmann. serviços online tais como. Aids no Brasil.br/final/dados/aids. 6. Base de Dados Tropicais: o ar desde 1985.0.: 2 disquetes.htm>.org. 1998. DVD. In: FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E TECNOLOGIA “ANDRÉ TOSELLO”. Segundo Weitz (2002). Prenome(s) (iniciais ou por extenso). BDT in Brasil. Ex.bireme. Acesso em:22/05/2005 ÁCAROS no Estado de São Paulo (Enseius concordis): banco de dados preparado por Carlos H. Disponível em: <http://bases.

extensão. Apresenta as principais fontes para busca de legislação estrangeira. mês abreviado e ano de acesso.doc. Apresenta informações das bibliotecas central e digital. Quantidade de disquetes. 1998. 4 jun. 2000. Apresenta informações direcionadas aos profissionais de biblioteconomia.com. 2 disquetes. desenvolvida por 9zero9.crb1.ppt. Bibliotecas digitais. desenvolvedor e/ou responsável pela manutenção). 6. desenvolvida por Edilenice Passos.12. 1 disquete. Acesso em: 4 jul. Local (se houver). Brasília. . atualizada por Caliope Paz. Acesso em: 2 jul.66 6. ano. 2002. Disponível em: <http://www. Brasília. 4 out. Disponível em: <endereço eletrônico>. REFERÊNCIA bibliográfica. 2001. Exemplo: PIRES.infolegis. 2002. Microsoft Word 97. Brasília. 3 ½ pol. tamanho do disquete.aeudf. Acesso em: 4 jul. Nome do autor. Exemplos: CONSELHO REGIONAL DE BIBLIOTECONOMIA.12. Indicação de responsabilidade (editor. Nome do arquivo. Software utilizado. mês abreviado. INFOLEGIS: pesquisa jurídica no Brasil. Descrição do conteúdo.org.3 Acesso a arquivos em disquetes SOBRENOME. PORTAL DA INFORMAÇÃO. 3 ½ pol. 1999.2 Acesso a website comercial e institucional TÍTULO ou denominação da página: subtítulo (se houver).br>. Disponível em: <http://www. Acesso em: dia. dia.br>. Local. Título: subtítulo (se houver) do disquete (opcional). 2002. coordenada pela Biblioteca Central da Associação de Ensino Unificado do Distrito Federal. ano de implantação. 2001. Brasília. Microsoft PowerPoint 97.br/portal>. Tatiana. coordenador. Disponível em: <http://www. Brasília. Conhecendo o mundo da Internet.

Exemplo: SBD/IPUSP. SANTA CATARINA. Nome(s) do(s) autor(es). Tribunal de Justiça. 1999. Nome ou e-mail do remetente. 1 CD-ROM. Título. constitucional e administrativo: com referências doutrinárias e de legislação. Sistema operacional e nota (opcional). Florianópolis. 6. Assunto da mensagem [mensagem pessoal ou de trabalho].br> em 01 ago. Mensagem recebida por <biblioteca@usjt. 2000.67 6. data de publicação. Quantidade de CD-ROMs utilizados. Jurisprudência catarinense: acórdãos.4 Acesso a CD-ROM SOBRENOME. processual. São Paulo: Revista dos Tribunais. 6.5. do cabeçalho da mensagem recebida. Dagma Paulino dos.1 Mensagem pessoal SOBRENOME. . 1 CD-ROM. 3. constituição estadual. súmulas. Local: Editora. !" As informações devem ser retiradas.5 A cesso a mensagem eletrônica (e-mail) Notas: !" Mensagem eletrônica não é recomendada como fonte de pesquisa. provimentos. Mensagem recebida por <E-mail do destinatário> em dia. 2002. Edição (se houver).12. circulares. ed. Treinamento na metodologia LILDBI [mensagem pessoal]. Exemplos: REIS. mês abreviado e ano de acesso. Dicionário jurisprudência: civil.12. versão (se houver): subtítulo (se houver).12. sempre que possível.

TIFF>. TÍTULO. Compactado. EXTENSÃO.6 Documento iconográfico em meio eletrônico As referências para documento iconográfico em meio eletrônico devem obedecer aos padrões indicados para documento iconográfico.5 Mb.php>. Altura: 1083 pixels. Exemplo: VASO. mês abreviado e ano de acesso. 32 BIT CMYK. 6. Nome ou e-mail do remetente. CD-ROM.12. Acesso em: dia. 1999.br/prgamum/php/prin. Formato. 3. Disponível em: <http://www. Acesso em: 28 out.pergamum. Resolução. Curitiba: PUC-PR. Disponível em: <endereço eletrônico>.TIFF. 300 dpi. Acesso em: dia.12. Acesso em: 20 ago.pucpr. Exemplo: MULHOLLAND. In: Nome do grupo. Altura: (unidade). Largura: 827 pixels. acesso online etc). Largura: (unidade).7 Documento cartográfico em meio eletrônico 6.1 Imagem de satélite . Tamanho. Ariel. acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico (disquetes.2 Listas de discussões SOBRENOME. 2002. Disponível em: <endereço eletrônico>.7.12. Modo. In: Pergamum.68 6. Disponível em: <C:\Carol\VASO.12. mês abreviado e ano de acesso.5. E. 1999. 6. Formato TIFF bitmap.

Prenome(s) (iniciais ou por extenso).69 SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES). Utajaí: UNIVALI. Disponível em: http:// guiaquatrorodas. 1999.abril. . incluir o endereço eletrônico. precedida da expressão Acesso em:.GIF. extensão. 17:45Z. apresentado entre sinais <>. IR04.com. Título serviço ou produto. DENITE (Departamento de Infraestrutura de Transporte).br. 2002. Acesso em: 13/03/2005. 1999. pdf . 1 disquete. National Oceanic and Atmospheric Administration. 1622Kb. 13 jul. Quando se tratar de obras consultadas online. 1999071318. precedido da expressão Disponível em: e a data de acesso ao documento. 557Kb. 1 mapa. 3 ½ pol. Exemplo: ESTADOS UNIDOS. Mapa rodoviário de Minas gerais. 1 imagem de satélite. GOES-08: SE.

Quando a editora não é identificada. ed.1. 1980] #"um ano ou outro [1979 ou 1980] Nome do local é a cidade de publicação e no caso de homônimos de cidades. utilizar as expressões latinas.: s. Se nenhuma data puder ser determinada. na forma adotada no documento.n]. .n. abreviada. Viçosa. acrescenta-se o nome do estado. 3rd 3ême Quando o local e o editor não puderem ser identificados.70 7 NOTAS GERAIS A edição somente é indicada a partir da segunda. entre colchetes [s. AL. Exemplos: #"data certa não indicada [1980] #"década certa [198-] #"década provável [198-?] #"data provável [1980?] #"data aproximada [ca. 2nd ed. registra-se uma data aproximada entre colchetes. Exemplos: Viçosa. abreviadas e entre colchetes [5. Exemplos: 2. deve-se indicar a expressão latina sine nomine”. com abreviatura dos numerais ordinais.]. MG.

2002. ed. 1 CD-ROM. LAKATOS. referências e outros recursos informacionais. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NB-6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 2002. 2003. WEITZ. . Disponível em: <http://www. Diretrizes para apresentação de dissertações e teses da USP: documento eletrônico e impresso. Acesso em: 04 de novembro de 2002.71 REFERÊNCIAS* ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 2002. 2005. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. 3. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. S. NBR 6028: resumos: procedimentos. Eva e MARCONI. Fundamentos de metodologia científica. 2004. São Paulo: Cortez. Rio de Janeiro. ed. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Rio de Janeiro. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. Grupo DiTeses. * De acordo com: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 2000. 2002.B. UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. SOARES. Antonio Joaquim.org/connexyion/documentationltype. STRALJD 2002: tutoriais de acesso as bases de dados online.C. Normas de apresentação tabular.). J. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. 1990. Sistema Integrado de Bibliotecas. Cataloging electronic resources: OCLC-MARC coding guidelines. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 2002. Metodologia do Trabalho Científico.htm>. 6. Mariana de A. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. São Paulo: Atlas. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. São Paulo: UNESP. São Paulo: SIBi-USP. SEVERINO. 2003. 1993. Rio de Janeiro. Coordenadoria Geral de Bibliotecas. (Org.oclc. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.

72 ANEXOS∗ ∗ Os exemplos apresentados nos anexos se encontram dentro de um retângulo que representa a folha de papel. não fazem parte da configuração dos exemplos. portanto. .

73 ANEXO A – Capa [obrigatório] UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS – UEMG LUIZ CARLOS DE SOUZA SOBRINHO Influencias da diversidade musical e estética contemporânea na educação musical formal Belo Horizonte 2005 .

Espaço reservado para etiqueta de localização em biblioteca.0 cm . Graduação UEMG 2005 2.74 ANEXO B .5 cm.Lombada [opcional] Influencias da diversidade musical e estética contemporânea Luiz Carlos de Souza Sobrinho na educação musical formal 2.

Ms.75 ANEXO C – Folha de rosto [obrigatório] LUIZ CARLOS DE SOUZA SOBRINHO Influencias da diversidade musical e estética contemporânea na educação musical formal Monografia apresentada à Escola de Música da Universidade do Estado de Minas Grais para obtenção do título de Graduação em Licenciatura em Música. João Fernandes da Silva Belo Horizonte 2005 . Área de concentração: Educação Musical Orientador: Prof.

Catálogo da Fonte: Biblioteca da FAE/UFMG . 4. III. PARA FINS DE ESTUDO E PESQUISA. Trabalhadores – recreação. Universidade Federal de Minas Gerais.76 ANEXO D – Ficha catalográfica [obrigatório] AUTORIZO A REPRODUÇÃO E DIVULGAÇÃO TOTAL OU PARCIAL DESTE TRABALHO. DESDE QUE CITADA A FONTE. Santos. Recreação – Brasil. 2003. W491 Significados de recreação de recreação e lazer no Brasil: reflexão a partir da análise de experiências institucionais (1926-1964)/ Chriscianne Luce Gomes. P. POR QUALQUER MEIO CONVENCIONAL OU ELETRÔNICO. Recreações infantis. I. Gomes. Chirtianne Luce. Tese – Doutorado em Educação Orientadora: Profa. II. Lucíola Licínio de C. Lazer – história – teses 2. Santos. 3. Lucíola Licínio de Castro Paixão. 1. Título. – Belo Horizonte: UFMG/FAE. Faculdade de Educação. 322f. Dra.

77 ANEXO E – Errata [opcional] AQUIAR. São Paulo. O professor instrumentista atuante em cursos de formação: estudo sobre a construção de suas identidades profissionais. 137f. B. J. ERRATA Folha 22 34 83 Linha 4 22 13 Onde se lê pespectiva As vanguardas tem mártir Leia-se perspectiva As vanguardas têm Mártir . 2003. Dissertação (Mestrado em Pedagogia Musical) – Faculdade de Música. Universidade de São Paulo.

. [titulação] _______________________________________________________ Instituição: ___________________________________________________________ ______________________[Assinatura]_______________________ Prof. [titulação] __________________________________________ Aprovado em: Banca Examinadora ______________________[Assinatura]_______________________ Prof. [titulação] _______________________________________________________ Instituição: __________________________________________________________ Obs. o número de membros da banca depende da regulamentação especificada no regulamento da escola. Doutorado. Linha de pesquisa: Análise do Discurso. [titulação] _______________________________________________________ Instituição: ___________________________________________________________ ______________________[Assinatura]_______________________ Prof. Área de concentração: Lingüística. Mestrado. como requisito parcial para a obtenção do título de Doutor em Lingüística. No caso de Especialização e Graduação. no mínimo quatro. Orientador: Prof. da Universidade Federal de Minas Gerais. no mínimo seis. [titulação] _______________________________________________________ Instituição: ___________________________________________________________ ______________________[Assinatura]_______________________ Prof. O orientador poderá ser considerado em ambas titulações. O número de componentes da banca examinadora depende do título pretendido.78 ANEXO F – Folha de aprovação [obrigatório] FOLHA DE APROVAÇÃO Giani David Silva A informação televisiva: uma encenação da realidade Tese de Doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Estudos Lingüísticos.

com amor.79 ANEXO G – Dedicatória [opcional] A ________________. carinho e presença ao longo do período de elaboração deste trabalho. . admiração e gratidão por seu apoio.

___________________________.80 ANEXO H – Agradecimentos [opcional] AGRADECIMENTOS Deposito aqui meus agradecimentos a todos aqueles que de alguma forma contribuíram para a realização desse trabalho. pelo convívio. À Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais – Fapemig. atenção e incentivo. . Agradeço em especial: Dr. atenção e apoio durante todo o processo de definição e orientação. pelo apoio financeiro para a realização desta pesquisa. _________________________. pelo apoio e primeiros incentivos nessa empreitada. sempre presente com seu apoio. companheiro de muitas caminhadas. Ao Prof. pelo grande apoio que deles recebi. A ____________________________. À Faculdade de Filosofia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. pela oportunidade de realização do curso de mestrado. Dr. Aos meus colegas.

que pára perante os fenômenos e diz: ‘Há apenas fatos’. eu digo: ‘Ao contrário. fatos é o que não há. há apenas interpretações.81 ANEXO I – Epígrafe [opcional] “Contra o positivismo.’” Nietzsche .

Deve levar em conta a necessidade de postura adequada. sociologia e lingüística. Universidade Federal de Santa Catarina. que proporcione a maior fluência do todo integrado do qual fazem parte da sincronia entre visão. buscando oferecer subsídios para a elaboração de métodos de ensino que otimizem a aprendizagem instrumental aplicada por profissionais da área. Subsídios para a sistematização de um método de ensino de música objetivando a otimização da aprendizagem instrumental. Esta sistematização está apoiada em pesquisa bibliográfica que proporcionou o suporte teórico. que proporcione a liberdade dos movimentos. metodológico e temático necessários. O presente trabalho analisa a prática da aprendizagem músico-instrumental em geral. psicanálise. também chamada de psicomotricidade relacional. A motivação para este tema surgiu de minha necessidade enquanto aluno em passar pela reeducação postural. tato e texto musical direcionado a aprendizagem. atendendo às necessidades pedagógicas do aluno quanto aos critérios de desenvolvimento das capacidades psicomotoras. ou mais precisamente pela reeducação da psicomotricidade fina. Reeducação postural. com ênfase nos aspectos mecânicos da execução dos instrumentos. a perspectiva de Coste. Florianópolis. e as operações mentais envolvendo conexões criteriosas. que vê na psicomotricidade uma ciência que se beneficia da biologia. Palavras-chave: Música. . audição. Aprendizagem músico-instrumental. Parte-se da noção de Blasius. Considera-se. Em termos metodológicos. Conclui-se que conforme a elaboração de métodos de ensino de instrumentos musicais construídos com bases no todo que envolve a sincronia de múltiplos elementos será a resposta do aprendizado. psicologia. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) – Centro Tecnológico. Psicomotricidade. a elaboração deste trabalho consiste na sistematização da experiência profissional do autor enquanto professor de música. também. agregando a ela outras práticas observadas. 2004. entre outras.82 ANEXO J – Resumo [obrigatório] RESUMO HAINZENREDER. 65 f. Afrânio Krás Borges. para quem a aprendizagem deve ir além da mecânica e da pura imitação.

It considers. 2004. Key words: Music. also. This work also intent to offer subsidies for the elaboration of education methods that optimizes the instrumental learning applied by professionals of the area. adding it observed practical others. This systematization is supported in bibliographical research that provided the necessary theoretical. It must take in account the mental necessity of adjusted position. or more precisely for the re-education of my fine psychometrical. 65 f. also call reactionary psychometrical. The present work in general does an analysis of the practical of the learning at musician-instrument. for which the learning must go beyond the mechanics and only a imitation. Florianópolis. Afrânio Krás Borges. Dissertation (Master Degree in Production Engineering) – Technology Center. Subsidies for the systematization of a method of music education objectifying the otimization of the instrumental learning. and operations involving criterions relationships. . taste and musical text directed the learning. This analysis is based in Blasius’s ideas. Federal University of Santa Catarina.83 ANEXO L – Abstract [opcional para monografias] ABSTRACT HAINZENREDER. that the biggest fluency of all integrated provides of which is part of the synchrony between sight. Psychometrical. psychology. Cold be conclude that the methods of education of musical instruments elaborated with bases in the all that involves the synchrony of multiple elements will be the reply of the learning. The elaboration of this work consists of the systematization of the professional experience of the author while music teacher. methodological and thematic supports. hearing. that provides the freedom of the movements. The motivation for this subject appeared of my necessity while pupil when I needed a postural re-education. sociology and linguistics. the learning must take care of to the pedagogical necessities of the pupil as the criteria of development of the psychomotor capacities. Learning musician-instrument. Postural re-education. and others. with emphasis in the mechanical aspects of the execution of the instruments. psychoanalysis. perspective of Coste that sees in the psychometrical as a science that benefits of biology.

... 40 Mapa 5 – Municípios do Estado de Sergipe ........................................ tenor................... 35 Figura 2 – Quarteto de viole da braccio (soprano..84 ANEXO M – Lista de ilustrações [opcional] LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 – Prelúdio em Dó Maior do cravo bem temperado. 11 Mapa 2 – Divisão geomorfológica do Estado de Sergipe .. 56 ..................................................Divisão geomorfológica da Região Nordeste ....................................................... manuscrito de Bach .... baixo) e cravo ....................... 156 Mapa 1 . 123 Figura 4 – Compassos 1-4 da peça op............................ 36 Mapa 4 – Recursos hídricos no Estado de Sergipe ............ 86 Figura 3 – Uma página do diário de Schubert ........ 12 Mapa 3 – Aproveitamento do solo no Estado de Sergipe .......23 nº 5 de Schoenberg ...... contralto.........

......................... 81 Tabela 2 – Distribuição de respondentes por hábito de leitura ... 85 Tabela 4 – Aproveitamento escolar ..........85 ANEXO N – Lista de tabelas [opcional] LISTA DE TABELAS Tabela 1 – Distribuição de respondentes por idade ………………................................................................ 84 Tabela 3 – Distribuição de respondentes por série ..................... 87 Tabela 5 – Variação do grau de eficácia do estudo Programado .................... 122 ..........................

86 ANEXO O – Lista de abreviaturas e siglas [opcional] LISTA DE ABREVIATURAS IBGE PEA MEC SCANS MST PROEP SEMTEC E1 Qp Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística População Economicamente Ativa Ministério da Educação Secretary’s Comission an Achieving Necessary Skills Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra Programa de Expansão da Educação Profissional Secretaria de Educação Média e Tecnológica Entrevista n° 1 Questionário para professores .

C / m 3 [ ] ρ [ ] ε 0 permissibilidade elétrica do espaço livre. [A / m] densidade volumétrica de carga. [m] µ ! r1 0 1 Alguns autores referem-se a como intensidade de campo magnético. [V / m] densidade de fluxo magnético.87 ANEXO P – Lista de símbolos [opcional] LISTA DE SÍMBOLOS ! E ! B ! H campo elétrico. indução magnética e intensidade de campo elétrica. T = Wb / m e campo magnético 1 . respectivamente. [H / m] vetor posição da fonte de corrente. [F / m] permissibilidade magnética do espaço livre. .

....... 1..........1 UMA VISÃO ANTROPOLÓGICA DO TRABALHO.......................................................................... 1..........2 O agricultor...................................................2...................................... 64 4 ANÁLISE E DISCUSSÃO............................ 17 17 20 25 30 34 1.......................................... 11 1 REVISÃO DA LITERATURA................................................4 O operário......................................... 1............................................3 O TRABALHO SOB UMA PERSPECTIVA PSICO-SOCIAL..................................... 78 REFERÊNCIAS................................................................................................................................................1 O coletor.......................................................... 40 2 QUESTÕES METODOLÓGICAS E OPERACIONAIS........................................................... 1........................................ 82 ANEXOS................................................................................................88 ANEXO Q – Sumário [obrigatório] SUMÁRIO INTRODUÇÃO............ 85 ..................5 O empreendedor..................2............ 70 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS..................................................3 O artesão............... 45 3 DADOS DA PESQUISA...............................2 A HISTÓRIA DO TRABALHO................................2... 16 1.............................................................2.................................................... 16 1................. 1............2.......

Fundamentos de metodologia científica. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. Rio de Janeiro. Sistema Integrado de Bibliotecas. SEVERINO. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. 2004. Coordenadoria Geral de Bibliotecas. 2003.). Antonio Joaquim. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Acesso em: 04 de novembro de 2002. 3. São Paulo: Cortez. 2002.89 ANEXO R – Referências (sistema autor-data) [obrigatório] REFERÊNCIAS* ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Rio de Janeiro. São Paulo: Atlas. 2005. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. J. 2002. Normas de apresentação tabular.htm>. referências e outros recursos informacionais. UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Diretrizes para apresentação de dissertações e teses da USP: documento eletrônico e impresso. 2002. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.B. Grupo DiTeses. S. Rio de Janeiro. NBR 6028: resumos: procedimentos. SOARES. 6. Mariana de A. 2000. 1993. Rio de Janeiro. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. NB-6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. 2002. LAKATOS. São Paulo: SIBi-USP. ed. 1990. 1 CD-ROM. São Paulo: UNESP. STRALJD 2002: tutoriais de acesso as bases de dados online. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. * De acordo com: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Rio de Janeiro. ed. 2003.oclc. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.C. Eva e MARCONI. 2002. . NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. Cataloging electronic resources: OCLC-MARC coding guidelines.org/connexyion/documentationltype. Metodologia do Trabalho Científico. WEITZ. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www. Rio de Janeiro. (Org.

No.0 100 Grupo 3 Resp. Fem. 90 14 104 Freq. No.6 13.3 14. No. % 86.6 5. % 5. 6 13 23 25 15 14 6 1 103 Freq.6 22. No. % 35 71.8 12.0 100 Idade 13 14 15 16 17 18 19 23 Total Tabela 3 – Distribuição de respondentes por sexo Total Sexo Masc. Total Resp. % 55 100 0 55 0.90 ANEXO S – Tabelas Tabela 2 – Distribuição de respondentes por idade Resp.6 100 . Freq.3 24.4 14 49 28.5 13.8 1.5 100 Grupos 1 e 2 Resp. Freq.

Compassos 1-4 do Epigrama nº 5 de Edino Krieger .91 ANEXO T – Ilustrações % 30 25 20 15 10 5 0 13 14 15 16 17 18 19 23 Idade Total Grupos 1 e 2 Gráfico 1. Distribuição de respondentes dos grupos 1 e 2 por idade Figura 3.

Freud (1989.doc>. O conceito de uma sociedade organizada analogamente a uma rede é encontrado em Castells (1999). O autor faz referencia ao mito grego de Ariadne. Ariadne.ar/~libros/cyg/juventud/balardini. não adolescência. p.. porém ressurge imbricada e potencializada pelas tecnologias da informática e das telecomunicações. Assim. Para o autor esse tipo de organização social já teve lugar na história..clacso. filha do rei de Creta se apaixona por Teseu e lhe entrega um novelo recomendando que o desenrolasse à medida que adentrasse pelo labirinto. O herói Teseu deveria entrar em um labirinto onde vivia o monstro que se alimentava de carne humana.edu. 2 3 4 5 6 . Disponível em: <http://www. e não como uma linha seqüencial evolutiva.92 ANEXO U – Nota de rodapé 1 PISA – Programa Internacional de Avaliação de Alunos – é desenvolvido e coordenado internacionalmente pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). para o momento em que “[. utiliza-se aqui o termo como referência ao período da Modernidade Tardia em que se permitiu o surgimento de um tipo de consciência que pensa a cultura como multiplicidades e a história como uma rede em que cada parte influencia o todo. 196) utiliza a palavra puberdade. Longe das discussões acerca da validade ou não do conceito referente à Pósmodernidade. Teseu e o Minotauro. encontrou o caminho de volta.] operam-se mudanças destinadas a dar à vida sexual infantil sua forma normal”. Teseu pôde matar o monstro e com o auxílio do fio de Ariadne.

Portanto. Margem e Recuos Papel Especificação A4 (21 cm largura por 29. 3 cm 2 cm 3 cm 2 cm 0 cm Recuo de 4 cm. os itens aqui relacionados representam apenas uma parte daqueles necessários para uma escrita adequada às norma da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. Utilizar sempre a frente das folhas. A única folha com impressão posterior será a folha de rosto que receberá a ficha cadastral. letra tamanho 11 sem aspas.93 APÊNDICE A – Itens para consulta rápida Naturalmente. 1 CONFIGURAÇÃO Papel. não dispensas a consulta às normas originais ou ao material intitulado “Orientações e normas para escrita de trabalhos Acadêmico-científicos” ou similar. o que aqui se encontra listado.7 cm de altura). Margem Esquerda Margem Direita Margem Superior Margem Inferior Início do Parágrafo Citação Longa (mais de 3 linhas) 2 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS Elementos Capa Folha de rosto Lombada Errata Folha de aprovação Dedicatória Agradecimento(s) Epígrafe Resumo Abstract Listas Sumário Obrigatoriedade Obrigatório Obrigatório Opcional Opcional Obrigatório Opcional Opcional Opcional Obrigatório Opcional para monografias Opcional Obrigatório . que tenha como referência as normas da ABNT.

gráfico. normal 12 – normal . anexos). devem ser alinhados ao centro da página.. Espacejamento Entre título e sub-título Entre título/sub-título de texto Entre linhas Entre parágrafos Entre o texto e ilustrações (tabela. Apêndices e anexos Mais de um volume 3 TEXTO Títulos de seções numeradas devem ser alinhados à esquerda.5 Duplo Duplo Especificação Duplo antes e Duplo depois Duplo Simples Simples Duplo Fontes Tipo de Letra Nome da Entidade na Capa Nome do Autor na Capa e Folha de Rosto Título do trabalho Texto explicativo da natureza do trabalho Área de concentração e nome do orientador Local e data na Capa e Folha de Rosto Título de Seção Subtítulo de Seção Subsub-título de seção Especificação Times New Roman ou Arial 14 a 16 – caixa alta 14 a 16 – normal. conclusão. negrito 14 – caixa alta.94 Paginação A partir da folha de rosto (inclusive) Da Introdução em diante Especificação Embora contadas. Deve ser posição no canto superior direito da folha. Devem ser numeradas de maneira contínua de em seguimento ao texto principal Deve-se manter uma única numeração do primeiro ao último volume. Títulos de seções não numeradas (Introdução.. não devem ser numeradas. A numeração – em números arábicos – é colocada a partir da introdução. maiúscula/minúscula 14 a 16 – negrito.) Entre o texto e citações longas (mais de 3 linhas) Do fim do texto a um título Nas notas de rodapé Referência Bibliográfica Entre Referências Bibliográficas Duplo Duplo 1. maiúscula/minúscula 12 – normal 12 – normal 12 – normal 14 – caixa alta.

95 Texto Citação longa (com mais de três linhas) Nota de Rodapé Identificação de Ilustrações e Tabelas Palavras com conotações “forçadas” Palavra estrangeira 12 – normal 11 – normal 10 – normal 11 – normal Utilizar aspas Utilizar Itálico .

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