Guia para elaboração de Trabalhos Acadêmicos

Norma Acadêmica aprovada pelo Conselho de Ensino, Pesquisa, e Extensão do Centro Universitário UNISAL por meio da resolução CONSEPE/UNISAL 01/2008, atualizada em Janeiro de 2009.

Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação
2009

LICEU CORAÇÃO DE JESUS
Instituição Mantenedora

CENTRO UNIVERSITÁRIO SALESIANO DE SÃO PAULO P. Marco Biaggi
Chanceler

P. Orivaldo Voltolini
Reitor

Comissão Organizadora do Guia
Prof. Dr. Lino Rampazzo
Presidente

Carolina A. F. C. L. S. P. Camargo Jesuína Meire Rinaldi Maria Aparecida Ribeiro de Souza Miriam de Lourdes Ambrosio Silva

Ana Lúcia Correa Pinto Izabel Cristina Barbosa dos Santos Karin Fernandes de Araújo Maurícia Daniela Pereira Sacchi

Terezinha Aparecida Galassi Antonio
Bibliotecárias

Prof. Drº Paulo de Tarso Gomes
Colaborador

Profª Daniela Del Fabbro
Revisão de texto

Sumário

1 Apresentação...........................................................................6 2 Trabalhos Acadêmicos: definições .......................................7 3 Apresentação Gráfica dos Trabalhos Acadêmicos .............8
3.1 Formato...............................................................................................8
3.2 Margem .............................................................................................8 3.3 Projeto Gráfico ..................................................................................8 3.4 Espaçamento e Alinhamento ............................................................9 3.5 Indicativos de seção e numeração progressiva .............................10 3.6 Paginação..........................................................................................12 3.7 Siglas..................................................................................................12 3.8 Equações e formúlas ........................................................................12 3.9 Ilustrações.........................................................................................13 3.10 Tabelas ............................................................................................14

4 Estrutura dos Trabalhos Acadêmicos ...............................15
4.1 Elementos pré-textuais.....................................................................15 4.1.1 Capa ................................................................................................15 4.1.2 Lombada .........................................................................................18 4.1.3 Folha de rosto..................................................................................19 4.1.4 Errata...............................................................................................24 4.1.5 Folha de aprovação..........................................................................24 4.1.6 Dedicatória......................................................................................26 4.1.7 Agradecimento................................................................................27 4.1.8 Epígrafe...........................................................................................28

...........................................2 Desenvolvimento ............................................4........4.......1 Introdução..36 4.........44 5.......................................35 4...........................................................41 5.......36 4......................................................................1..........3 Apêndice...............................................................................................................................2 Glossário...........3.......................................................................36 4......................29 4....................................31 4......................................46 5................3 Conclusão..................4 Anexo...3.......................................................1......4................................................32 4..............2..........................................2........39 4......................................................................................................2 Citação indireta ..........30 4........................................................3 Citação de citação ......5 Índice............................................3 Elementos pós-textuais......................................3..............1.2 Elementos textuais............................................3..........................................44 5..3....................36 4......................................14 Lista de símbolos.........1.........1 Citação direta....1 Referências....................................................46 ..2.....................37 4.................38 4.........37 4.................1...........9 Resumo em língua vernácula ...............1....................41 5..................33 4.........................................................................................1................34 4......................................................................4 Sistema de chamada .....................12 Lista de tabelas............11 Lista de ilustrações..10 Resumo em língua estrangeira...........................................44 5.............................................13 Lista de abreviaturas e siglas.....................2 Sistema autor-data .1 Sistema numérico .........................36 4.....40 5 Citações e Notas .............................................................................................................15 Sumário.........

................................3 Capítulo de livro ............................13 Gravações de imagens em movimento .........................................62 6..............63 6..................................................2 Parte de monografia...............................Modelo de trabalho......................................................................................... TCCs ..............64 7 Referências ...................................64 6............................................5 Notas de rodapé .....................................68 APÊNDICE B....................................................................................6 Bíblia e parte dela ........68 APÊNDICE A...............................................................................................48 5.........9 Patentes ..55 6.............................10 Publicações periódicas ....................7 Notas explicativas ..47 5................................................................................54 6..55 6.........Registro dadata aproximada .......11 Documentos jurídicos ...........................................................................................72 .........51 6 Normas para referência .................................. teses.....................Abreviaturas dos meses de datas.................................52 6......................5 Dicionários.......................7 Dissertações..............5........................15 Documento sonoro em parte .....56 6....................................Falta de dados .........................................57 6..........................59 6.........69 APÊNDICE C...4 Volume de livro ............55 6........61 6...1 Monografia ....................................16 Documentos de acesso exclusivo em meio eletrônico ...........................................57 6...............................................12 Documentos e decretos da igreja ...........14 Documento sonoro no todo ......8 Normas técnicas ..................................56 6................6 Notas de referência ........................... enciclopédias e verbetes .....................................57 6.............................53 6.......70 APÊNDICE D..................................................................

O objetivo deste guia é indicar os princípios gerais para edição e elaboração de trabalhos acadêmicos produzidos no Unisal. assim. trabalhos de conclusão de curso – TCC – exigido no curso de graduação ou pós-graduação – Lato Sensu e outros) para obtenção dos respectivos títulos. Deste modo. Esperamos. Para que este intuito seja alcançado.6 1 APRESENTAÇÃO O grupo de Bibliotecárias Salesianas em parceria com a Pró-Reitoria de Pesquisa e PósGraduação elaborou normas de apresentação para os trabalhos de conclusão de curso com a finalidade de dar suporte ao corpo discente do Centro Universitário Salesiano de São Paulo (UNISAL) em seus trabalhos acadêmicos (teses. contribuir juntamente com o corpo docente do Unisal para um bom desempenho de nossos alunos na elaboração de seus trabalhos. mas auxiliar os alunos e professores quanto à apresentação e à normatização de seus trabalhos acadêmicos. dissertações. são apresentados modelos que consideramos adequados para uma boa exposição dos trabalhos. . o conteúdo está fundamentalmente pautado pelas normas da Associação Brasileiras de Normas Técnicas (ABNT). Gostaríamos de salientar que este trabalho não tem a pretensão de substituir a orientação do professor orientador.

É feito sob a direção de um orientador (doutor). especifica os princípios gerais para a elaboração de trabalhos acadêmicos. trabalho de conclusão de especialização e similares): Documento que representa o resultado de estudo. devendo expressar conhecimento do assunto escolhido. em teses. publicada em 2005 pela ABNT. estudo independente. Deve ser elaborado com base em uma investigação original.7 2 T RABALHOS ACADÊMICOS: DEFINIÇÕES A norma NBR 14724 (Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação). com o objetivo de reunir. visando sua apresentação à instituição (banca. visando à obtenção do título de mestre. constituindo-se em real contribuição para especialidade em questão. Deve evidenciar o conhecimento da literatura existente sobre o assunto e a capacidade de sistematização do candidato. módulo. . É feito sob a direção de um orientador (doutor) e visa a obtenção do título de doutor ou similar. comissão examinadora de professores.  Trabalho Acadêmico (trabalho de conclusão de curso. entre outros. dissertações. de tema único e bem delimitado em sua extensão. síntese teológica. especialistas designados e/ou outros). curso. trabalhos de conclusão de curso – TCC – que ora definimos:  Tese: Documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico de um tema único e bem delimitado. que deve emanar da disciplina. A norma divide os trabalhos acadêmicos. Deve ser elaborado sob a direção de um orientador. programa e/ou outros ministrados. analisar e interpretar informações.  Dissertação: Documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico retrospectivo.

visando sua apresentação à instituição.1 FORMATO  O texto deve ser apresentado em papel branco de formato A4 (21cm x 29. com mais de três linhas. 3. de modo a expor numa seqüência lógica o inter-relacionamento da matéria a partir de sua localização.  Recomenda-se. que estabelece o sistema de numeração progressiva das seções de documentos escritos. . superior de 3 cm (devido às numerações) e margens direita e inferior de 2 cm. para digitação.7cm). notas de rodapé.3 PROJETO GRÁFICO  O projeto gráfico é de responsabilidade do autor. paginação e legendas das ilustrações e das tabelas.8 3 APRESENTAÇÃO G RÁFICA DOS T RABALHOS ACADÊMICOS Foram utilizadas as normas NBR 14724 de 2005. devem ser destacadas com recuo de 4 cm da margem esquerda. tamanho 12 para o texto e um tamanho menor para citações de mais de três linhas.  Citações diretas no texto. 3. digitado na cor preta. e a NBR 6024 de 2003. a utilização de fonte “Times New Roman” ou “Arial”. no anverso das folhas. com exceção das ilustrações que podem ser coloridas. que determinam os princípios gerais para a elaboração de trabalhos acadêmicos.2 MARGEM  As folhas deverão apresentar margem esquerda de 4 cm (devido à encadernação). 3.

2 cm da margem esquerda ou o acréscimo de uma linha entre parágrafos. notas de rodapé. 3.  As referências do final do trabalho deverão ser separadas entre si por dois espaços simples. referências. natureza do trabalho. legendas de ilustrações e das tabelas.  Títulos das subseções devem ser separados do texto que os precede e que os sucede por dois espaços 1. o nome da instituição a que é submetido e a área de concentração devem ser alinhados do meio da mancha para a margem direita.  Devem ser digitados em espaço simples: citações de mais de três linhas.4 ESPAÇAMENTO E ALINHAMENTO  Todo texto deve ser digitado com espaço 1. .5 e alinhamento justificado.  O título das seções deve começar na parte superior e ser separado do texto que os sucede por dois espaços 1. a natureza do trabalho.  Na folha de rosto e na folha de aprovação. seu objetivo.  Nas referências utiliza-se o negrito ou itálico para destacar o título das obras consultadas. nome da instituição e área de concentração.5. objetivo.5. ficha catalográfica.9  Para separação entre parágrafos pode-se usar: a entrada da primeira linha a partir de 1. sem entrada na primeira linha.

dedicatória e epígrafe.  Títulos sem indicativos numéricos (errata. a qual deverá ser subdividida em alíneas.  Os títulos das seções podem ser destacados utilizando-se os recursos do negrito. caixa alta. glossário. resumos. itálico ou grifo.  O indicativo numérico de uma seção precede seu título.  Alínea é cada uma das subdivisões de um documento.  Elementos sem títulos e sem indicativo numérico: folha de aprovação. referências. contendo as matérias consideradas afins na exposição ordenada do assunto.  Quando for necessário.  Subalínea é a subdivisão de uma alínea. sumário. enumerar os diversos assuntos de uma seção que não possua título. conforme recomenda a NBR 6024. alinhado à esquerda. listas.  Quanto à disposição gráfica das alíneas devemos obedecer às seguintes regras: . separado por um espaço.10 3. versal e outro.5 INDICATIVOS DE SEÇÃO E NUMERAÇÃO PROGRESSIVA  Seção é a parte que divide o texto de um documento. agradecimentos.  Os títulos das seções devem iniciar em folha distinta por serem as principais divisões de um texto. indicado por uma letra minúscula e seguida de parênteses. anexo(s) e índice(s)) devem ser centralizados. apêndice(s). conforme recomenda a NBR 6024. O texto inicia-se na outra linha. O título das seções deve ser colocado após a sua numeração e dele separado por um espaço. O indicativo de seção é o número ou grupo numérico que antecede cada seção de um documento.

1. nos casos em que se seguem subalíneas. As linhas seguintes do texto da subalínea começam sob a primeira letra do próprio texto.1 Seção terciária 1.1.1.1.1 3.1.1 4.  Deve-se limitar a numeração progressiva até a seção quinária.1 4.1.1.1 3. e) a segunda e as seguintes linhas do texto da alínea começam sob a primeira letra da própria alínea.1. c) as letras indicativas das alíneas são reentradas em relação à margem esquerda.1.1 5.1 6.1 5.1 2.1.1.1.1.1.1.1.1.  Para evidenciar a sistematização do conteúdo do trabalho.1 Alínea a) b) c) d) e) f) Subalínea - .1 Seção quinária 1. d) o texto da alínea começa por letra minúscula e termina em ponto-e-vírgula.1 6.1 3.1 5.1.1.1. termina em dois pontos.1. colocado sob a primeira letra do texto da alínea correspondente e dele separadas por um espaço.1.1. b) as alíneas são ordenadas alfabeticamente.1.1.1 2.1.1.1 Seção quaternária 1.1 2.1. a terminação é feita em vírgula.1.1 2.1.1.1 5.1.  As subalíneas devem começar por um hífen.1 3.1 6. anterior às alíneas.1 4.1.1. deve-se adotar a numeração progressiva para seções do texto.11 a) o trecho final do texto correspondente. exceto a última que termina em ponto.1.1 6.1 4. Exemplo da divisão do trabalho: Seção primária 1 2 3 4 5 6 Seção secundária 1.1.

são centralizadas e. a partir da primeira folha da parte textual. suas folhas devem ser numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento ao texto principal. a partir da folha de rosto. por falta de espaço. multiplicação e divisão. devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição. as siglas devem vir escritas por extenso e. se necessário. Exemplo: Centro Universitário Salesiano de São Paulo (UNISAL). y³ = z³ . Havendo apêndice e anexo. Exemplo: x² . Quando destacadas do parágrafo. A numeração é colocada. 3. subtração. é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoentes índices e outros). Na seqüência normal do texto. mas não numeradas.8 EQUAÇÕES E FÓRMULAS  Equações e fórmulas devem aparecer em destaque no texto a fim de facilitar a leitura.12 3. abreviadas entre parênteses. 3. Quando fragmentadas em mais de uma linha. devem ser contadas seqüencialmente. posteriormente.7 SIGLAS  Ao constar pela primeira vez no texto. a 2 cm da borda. no canto superior direito. enumeradas.6 PAGINAÇÃO  Todas as folhas do trabalho. a numeração das folhas deverá ser seqüencial.  Se o trabalho for dividido em mais de um volume.

organogramas e outros) deverá aparecer na parte inferior. precedida da palavra designativa. em algarismos arábicos. gráficos.13 3. mapas. É aconselhável que as ilustrações venham o mais próximo possível do trecho a que se refere e deve-se indicar a fonte no sistema autor data após a legenda.9 ILUSTRAÇÕES  A identificação de ilustrações (plantas. desenhos. seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto. fotografias. . do respectivo título ou legenda explicativa de forma breve e clara.

“os dados apontados na tabela 10”. Essa numeração.10 TABELAS  Tabela é um quadro com cabeçalhos.  Deve ser apresentada de forma destacada no texto. p.  Deve estar localizada próxima ao local do texto em que foram mencionadas.14 3. Tabela 3 . linhas e colunas de palavras e algarismos que representam uma forma de expor cálculos. 296. “na tabela abaixo” ou “na tabela acima”.  O título da tabela deve ser colocado na parte superior e a fonte utilizada abaixo da tabela no sistema autor data. 978 415 83 536 343 354 74 2. ao longo do trabalho. dados ou resultados numéricos. evitando-se referências tais como. privilegiando-se o uso de formas explícitas como. deve ser precedida da palavra TABELA.Padres Conciliares Presentes em Roma Europa América do Norte América Central América do Sul África Ásia Oceania Mundo Fonte: DUE 1999. por exemplo: “na tabela 8”.783 . proporcionando leitura rápida dos dados. As tabelas devem receber título e numeração consecutiva própria. em algarismos arábicos.

 Ano de depósito (da entrega). 4.  Número de volumes (havendo mais de um. que obedece a arrumações lógicas estabelecidas.1 Capa (obrigatório) Apresenta informações transcritas na seguinte ordem:  Nome da instituição (Opcional). se houver. algumas obrigatórias e outras opcionais. Abaixo estão relacionados todos os elementos na ordem em que devem ser apresentados.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS Elementos que antecedem o texto com informações que ajudam na identificação e utilização do trabalho. .  Subtítulo. textual e pós-textual.  Local (cidade) da instituição.1. 4.  Nome do autor.15 4 ESTRUTURA DO TRABALHO ACADÊMICO O trabalho acadêmico possui uma estrutura que compreende elementos de ordem prétextual.  Título. deve constar em cada capa a especificação do respectivo volume).

16 Exemplo de capa: Institucional (opcional) Autor (Nome do Aluno) Título: subtítulo Cidade Ano .

17 Exemplo de capa: Unisal Dalva Aparecida Paula A mulher e o trabalho: caminhos para educação e emancipação da cidadania. Campinas 2000 .

2.1. Exemplo de lombada: Paula. Dalva Aparecida. impresso longitudinalmente e legível do alto para o pé da lombada (esta forma possibilita a leitura quando o trabalho está no sentido horizontal.  Título do trabalho. impresso da mesma forma que o nome do autor.18 4. A mulher e o trabalho . com a face voltada para cima). por exemplo: v.  Elementos alfanuméricos de identificação.2 Lombada (opcional)  Nome do autor.

se houver. área de concentração. do co-orientador.1 Anverso da folha de rosto Os elementos devem figurar na seguinte ordem:  Nome do autor: responsável intelectual do trabalho.1.  Local (cidade) da instituição.  Subtítulo: se houver. precedido de dois pontos.3 Folha de rosto (obrigatório)  Constitui-se dos mesmos elementos que compõem a capa.  Nome do orientador e. trabalho de conclusão de curso.19 4. deve ser evidenciada a sua subordinação ao título principal.  Ano do depósito (da entrega). . grau pretendido e outros). dissertação. deve constar em cada folha de rosto suas respectivas especificações). nome da instituição a que é submetido. identificando seu conteúdo e possibilitando a indexação e recuperação da informação. 4.1. conforme veremos a seguir.  Título principal do trabalho: deve ser claro e preciso. trabalho de conclusão de curso de especialização e outros) e objetivo (aprovação em disciplina.3. acrescidos de mais informações.  Natureza (tese.  Número de volumes (havendo mais de um.

20 Exemplo de folha de rosto de trabalho de aproveitamento do curso: Unisal Autor Título: subtítulo Trabalho de Aproveitamento da disciplina de Direito Canônico do Curso de Teologia apresentado como exigência parcial para obtenção do grau de Bacharel em xxxxx no Centro Universitário Salesiano. Dr. sob a orientação do Prof. Americana 2008 .xxxxxxxxxxx.

sob a orientação do Prof.xxxxxxxx. Dr. Americana 2008 .21 Exemplo de folha de rosto de TCC de graduação: Unisal Autor Título: subtítulo Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para obtenção do grau de Bacharel em xxxxx no Centro Universitário Salesiano.

. a explanação da natureza do trabalho pode ser a seguinte: Dissertação apresentada como exigência parcial para obtenção do grau de Mestre em xxxxxx à Comissão Julgadora do Centro Universitário Salesiano. sob a orientação do Prof.22 Exemplo de folha de rosto de Monografia para “Lato sensu”: Unisal Autor Título: subtítulo Monografia apresentada como exigência parcial para a obtenção do título de especialista em xxxxxxxxx no Curso de Especialização “lato sensu” do Centro Universitário Salesiano. Xxxxxx. Americana 2008 Numa dissertação.

Vincenzo. Samuel Roberto de Almeida Pacheco. Pacheco. G237u A usucapião constitucional urbana / Vincenzo Garotti. Orientador: Prof. III. Propriedade. Título. CDD – 340 . Domínio. Dr. – Campinas: UNISAL. Exemplo de ficha catalográfica: Garotti.3. 2006. II. Samuel Roberto de Almeida.1. Inclui bibliografia. 3. Usucapião. Centro Universitário Salesiano de São Paulo.2 Verso da folha de rosto (obrigatório para a pós-graduação) A monografia de conclusão de curso dos alunos de pós-graduação lato sensu e dissertação de mestrado devem conter a ficha catalográfica. I. 2. 1.23 4. 87 f. Deve ser elaborada de acordo com instruções específicas que serão dadas aos alunos pela coordenação de curso e revisada pelas bibliotecárias. Monografia (Graduação em Direito). Centro Universitário Salesiano de São Paulo.

constituído pelo nome do autor. disposto da seguinte maneira: Exemplo: Errata Folha 28 48 Linha 2 22 Onde se lê Istuto biologia Leia-se Instituto bioética 4.1. titulação e assinatura dos componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem. . nome da instituição.5 Folha de aprovação (obrigatório)  Elemento colocado logo após a folha de rosto.1.24 4. nome.4 Errata (opcional)  Elemento opcional que deve ser inserido logo após a folha de rosto. data de aprovação. constituído pela referência do trabalho e pelo texto da errata. natureza. área de concentração. título do trabalho e subtítulo (se houver).

Trabalho de Conclusão de Curso defendido e aprovado em____/____/______. pela comissão julgadora: (Assinatura)__________________________________________ (Titulação/nome/instituição) (Assinatura)__________________________________________ (Titulação/nome/instituição) (Assinatura)__________________________________________ (Titulação/nome/instituição) Cidade Ano . do curso de xxxxxx na Instituição xxxxxxxxxx.25 Exemplo de folha de aprovação Autor:______________________________________________ Título:______________________________________________ Dissertação apresentada como exigência parcial para obtenção do grau de Mestre em xxxxxx.

a todos que. contribuíram para conclusão de mais esta etapa. A todos professores que acreditaram no meu trabalho. Enfim.26 4. .1. Exemplo de dedicatória: Dedico aos meus pais pelo estímulo e compreensão.6 Dedicatória (opcional)  Folha em que o autor presta uma homenagem ou dedica seu trabalho. direita ou indiretamente.

colaboraram para a conclusão deste trabalho. a DEUS. conduzindo o trabalho de maneira firme. porém amiga.27 4. Destinado ao orientador (a) do trabalho e demais pessoas relevantes para o desenvolvimento do trabalho. que compartilhou parte da sua sabedoria. que me possibilitou realizar este trabalho. direta ou indiretamente. Em especial à minha orientadora Profª Maria Aparecida da Silva. Exemplo dos agradecimentos: AGRADECIMENTOS Agradeço. conversas e discussões no processo de elaboração desta monografia. A todos os professores que contribuíram para o meu enriquecimento cultural ao longo desses quatro anos de graduação. Aos colegas de sala e a todos que.7 Agradecimento (opcional)  Item posterior à dedicatória. deixando uma contribuição extremamente importante e positiva nesta fase da minha vida acadêmica. pelo apoio.1. primeiramente. .

muitas vezes morto.. escolares. nacionais. especializadas.1. vamos abrir as portas de nossas bibliotecas. deixando o leitor caminhar. Com seu toque sutil desperte a ele o acervo.” (FRAGOSO. 1996) . universitárias.28 4.8 Epígrafe (opcional)  Citação textual em que se faz referência a um autor. relacionada com o assunto do trabalho. sejam elas infantis. transformando o possível mofo em perfume de vida. Exemplo epígrafe: “.

ou seja. Rabino Meir Matzliah Melamed e Aryeh Kaplan  incluo uma lingüista aplicada. Exegese bíblica. buscam a intenção do texto. O arcabouço teórico inclui os trabalhos de Umberto Eco (com a noção de “intenção de texto”) . não ultrapassando 500 palavras. acompanhado logo abaixo. feitas a partir do hebraico.29 4. Conclui-se que todas as traduções analisadas se centralizam no significado do texto. Entre os tradutores  Haroldo de Campos. Intenção do texto. Com o objetivo de mostrar um pouco da exegese bíblica. Travaglia (a tradução como ressignificação) e Patrick Dahlet (abordagem cognitivo-lingüístico à produção textual). de termos representativos (palavras-chave/descritores) do conteúdo do trabalho. à luz de um dos maiores exegetas do judaísmo. A análise se pauta pelos níveis lingüísticos (sintático. As diferenças entre uma tradução e a outra se devem (1) ao nível lingüístico. (3) à relação entre tradutor e leitor (pragmática) e/ou (4) a variações estilísticas. Palavras-chave: Tradução e interpretação. Rashi. levando em conta a língua e a cultura hebraicas. Exemplo de resumo em língua vernácula: RESUMO O ponto de partida deste trabalho é a interpretação da história da criação do mundo. . (2) ao ponto de vista de cada um. André Chouraqui. Dal Fabbro.1. léxico-semântico) e por fatores pragmáticos e estilísticos. a autora desta pesquisa. priorizado por cada um dos tradutores. morfológico.9 Resumo em língua vernácula (obrigatório)  É constituído de uma seqüência de frases concisas e objetivas e não de uma enumeração de tópicos. são analisadas traduções.

Key-words: Translation and interpretation. (3) the relation between translator and reader (pragmatics) and (4) stylistic variations. (2) point of view. The differences between translations are due to (1) the linguistical level privileged by each of the translators. para o espanhol.1. author of this dissertation). Exemplo de resumo em língua estrangeira: ABSTRACT In order to illustrate biblical exegesis. . para o italiano. The theoretical support for this dissertation comes from Umberto Eco (the concept of "text intention"). Rabbi Meir Matzliah Melamed and Aryeh Kaplan. Résumé. Among the translations are those of Haroldo de Campos. digitado em folha separada.10 Resumo em língua estrangeira (obrigatório para mestrado e doutorado)  Deve conter as mesmas características do resumo em língua vernácula. The analysis examines linguistic levels (syntactic. in other words. André Chouraqui. Intention. translations made directly from Hebrew are examined on the basis of the interpretations of Rashi: one of the great savants of Judaism. Resumen. Utiliza-se Abstract para o idioma inglês.30 4. para o francês e Riassunto. Biblical exegesis. they search for the intention of the text. Neusa Travaglia (the translation as "re-significance") and Patrick Dahlet (linguistical-cognitive approach of textual production). to which I compare my own translation (Dal Fabbro. morphologic and lexico-semantic) as well as pragmatic and stylistic factors. It is concluded that all the translations are concerned with meaning in terms of Hebrew language and culture.

....18 ILUSTRAÇÃO 2 ...... quadros............................................................................36 ...... fluxograma..11 Lista de ilustrações (opcional)  Relação das ilustrações (gráficos.........Xxxxxxxxxxx ...1...............................31 4........... Exemplo de lista de ilustrações: LISTA DE ILUSTRAÇÕES ILUSTRAÇÃO 1 .................25 ILUSTRAÇÃO 3 .................... retratos e outros) na ordem em que se sucedem acompanhadas dos respectivos números de página............................................ plantas....Xxxxxxxxxx .........................Xxxxxxxxxxx .

...........32 4.........Xxxxxxxxxxx ......................Xxxxxxxxxx .......12 Lista de tabelas (opcional)  Relação das tabelas na ordem em que se sucedem................................................................38 ........... Exemplo de lista de tabelas: LISTA DE TABELAS TABELA 1 ..................... acompanhadas dos respectivos números de página..................1..........................................................................20 TABELA 2 .............22 TABELA 3 .Xxxxxxxxxxx ....

para a Educação.Lei de Diretrizes e Bases MEC .Centro de Cultura Popular LDB .Organização das Nações Unidas.Movimento de Educação Popular PIB . Ciência e Cultura .Ministério da Educação e Cultura MEB . Exemplo de lista de abreviaturas e siglas: LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS CPC .Produto Interno Bruto UNESCO .33 4.1.13 Lista de abreviaturas e siglas (opcional)  Relação em ordem alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas no texto.

com seus respectivos significados.34 4. Exemplo de lista de símbolos: Lista de Símbolos       Operações Transportes Controles Esperas Arquivo provisório Arquivo definitivo .1.14 Lista de símbolos (opcional)  Deve ser elaborada de acordo com a ordem de símbolos apresentada no texto.

............................4 A utopia: fundamento de um humanismo...................100 ANEXO B .........2 Ateísmo e fé evolucionária .............. resumo............3 A esperança: fonte das utopias do homem............................................................... listas. seguidos da sua respectiva paginação.........56 4.............. Exemplo de sumário: SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ............ BLOCH ..........................Relação das principais obras.29 3.............................31 4 ÉTICA RENOVADORA NA FILOSOFIA DE E................................1 A consciência práxica e emancipadora.........................110 ÍNDICE DE AUTORES.............35 4........................................102 ÍNDICE DE ASSUNTOS.........24 3......07 2 PRESSUPOSTOS DA FILOSOFIA DE ERNEST BLOCH ......................... REFERÊNCIAS ............................1 A ontologia do “ser-ainda-não”............1 A dialética hegeliana.............................................................  A palavra Sumário deve ser centralizada e com a mesma fonte utilizada nas seções primárias.............2 A consciência antecipadadora .......63 5 CONCLUSÃO ........21 3..19 3....26 3.15 3 O PROJETO ANTROPOLÓGICO DE ERNEST BLOCH ......1..........5 Uma nova abordagem conceitual de utopia .........82 ANEXO A ..........................................................................................................................................................49 4..........) não devem constar no sumário...10 2......................................... epígrafe..  Os elementos pré-textuais (agradecimento................................2 A dialética marxiana ...................15 Sumário (obrigatório)  Relação dos principais elementos na ordem que se sucedem no trabalho.........................................................................120 ..........75 6.......................Principais momentos da vida Ernst Bloch............12 2.....78 APÊNDICE ...............................................................................

apêndice. 4.2.  A introdução tem por função esclarecer o leitor a respeito do conteúdo do trabalho e o raciocínio segundo o qual foi desenvolvido.3 Conclusão  Parte final do texto em que se apresentam sinteticamente as conclusões correspondentes aos objetivos ou hipóteses elaborados ao longo do trabalho. anexo e índice. exposição ordenada e detalhada do assunto.2 Desenvolvimento  Item principal do texto. 4. além de uma avaliação dos resultados obtidos e a indicação de possíveis recomendações. a justificativa e a importância do tema. fazem parte desta categoria os seguintes tópicos: referência. desenvolvimento e conclusão.2. correspondente ao corpo do trabalho. glossário.36 4.2.2 ELEMENTOS TEXTUAIS Consistem de três partes fundamentais: introdução.1 Introdução  Parte inicial do texto. em que se delimitam o assunto tratado.  Pode ser dividido em seções e subseções estruturadas de acordo com a abordagem do tema e do método. 4. . os objetivos da pesquisa e a metodologia utilizada. 4.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS São os elementos suplementares do trabalho. que visa comunicar o resultado da pesquisa.

3.falta de estima. meiguice. apreço ou consideração.receio de que o ente amado dedique o afeto a outrem. .carinho.37 4. 4.acesso de fúria.3. .2 Glossário (opcional)  Relação em ordem alfabética de palavras ou expressões técnicas utilizadas no texto. Exemplo de glossário: Glossário Amor Ciúme .forte afeição por outra pessoa. Raiva Ternura .1 Referências (obrigatório)  Relação das obras consultadas integral ou parcialmente para elaboração do trabalho. Exemplos detalhados no final deste Manual. afetuosidade. . Desprezo .

310.860. Exemplo de apêndice: APÊNDICE A .771.3.120 Evangélicos 15.980 . consecutivas.3 Apêndice (opcional)  Texto ou documento elaborado pelo autor. a fim de complementar sua argumentação.Representação dos grupos religiosos no Brasil na década de 80 Anos 1980 Católicos 105.38 4.270 Outras Religiões 3. O apêndice é identificado por letras maiúsculas. travessão e pelos respectivos títulos.

3. servindo de fundamentação. 1999. travessão e pelos respectivos títulos. 280). comprovação e ilustração para o trabalho. consecutivas.39 4. p. .4 Anexo (opcional)  Texto ou documento que não é elaborado pelo autor. Exemplo de anexo: ANEXO A – AS IGREJAS E OS REGIMES TOTALITÁRIOS Fonte: (DUE. Os anexos são identificados por letras maiúsculas.

3. 20 Ato administrativo.  É importante ressaltar que sumário e índice são elementos distintos. que tem por objetivo facilitar a localização dos temas principais tratados pelo trabalho com a sua respectiva paginação. assim sendo. 33 Bens. 80 . Exemplo de índice: Índice de assuntos A Apelação da sentença. 56 C Código Civil. 50 B Benefício. etc. não confundir um com outro..5 Índice (opcional)  É uma lista detalhada de assuntos. 34. 11 Atas do processo.40 4. autores.

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5

CITAÇÕES E NOTAS

 Citação é a menção de uma informação extraída de outra fonte. Utilizamos a NBR 10520, que especifica as características exigidas para apresentação de citações em documentos.  Segundo a ABNT, são três os tipos de citações: a) Citação direta: é a transcrição textual de parte da obra do autor consultado; b) Citação indireta: é o texto baseado na obra do autor consultado; c) Citação de citação: é a citação direta ou indireta de um texto em que não se teve acesso ao original.  As citações podem aparecer no corpo do texto, acompanhadas de suas respectivas fontes (que incluem, sobretudo, autor e data de publicação), ou em notas de rodapé.

5.1 CITAÇÃO DIRETA
 Transcrição textual de parte da obra do autor consultado. Neste caso, deve-se citar as páginas e volumes da fonte consultada. Exemplos de citação direta: a) Citações diretas no texto, de até três linhas, devem estar contidas entre aspas duplas. As aspas simples servem para indicar citação no interior da citação. “O ser humano é um ser criativo, pensa alternativas.” (BOFF, 2000, p. 38). b) Citações diretas no texto, com mais de três linhas, devem ser destacadas com recuo de 4 cm da margem esquerda, com letra menor que a do texto utilizado e sem aspas. Neste caso, utiliza-se o espaço simples.

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Para mim, a experiência mais fundamental, aquela que toca a profundidade de nos mesmos, é a do enamoramento. Quando a pessoa se enamora, a outra vira uma divindade. Não se medem sacrifícios, o tempo não conta. Você cancela tudo, chega a mentir para se encontrar com a pessoa amada. (BOFF, 2000, p. 42).

 Quando for necessário fazer indicações de supressões, interpolações, comentários, ênfase ou destaques, deve-se proceder da seguinte maneira: a) Supressões: [...] “Não é de surpreender, então, que o tráfico negreiro ilegal em larga escala tenha começado tão rapidamente [...]” (CONRAD, 1985, p. 73). b) Interpolações, acréscimos ou comentários: [ ] “Condições de vida desumanas mataram muitos escravos [A escravidão foi cruel e desumana: mais de 5 milhões de africanos desembarcaram no Brasil] e os forçaram a fugir ou lutar.” (CONRAD, 1985, p. 73). c) Ênfase ou destaque; grifo ou negrito ou itálico. “A historia do indivíduo e a história do gênero humano, [...] estão de acordo em todo o caso em um ponto: ambas manifestam um crescimento progressivo do mundo do Isso.” (BUBER, 1974, p. 43, grifo nosso).  Quando a informação for obtida de forma verbal (palestras, debates, comunicações etc.), indicar, entre parênteses, a expressão “informação verbal”, mencionando-se os dados disponíveis em nota de rodapé. Exemplos: No texto: Sabemos que ser humano é um ser racional, às vezes parece que não é (informação verbal)¹.

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No rodapé da página: ______________
¹ Notícia fornecida por Antônio Silva na palestra de Filosofia Contemporânea na Semana Cultural Integrada Unisal – Campus Campinas em 10 de maio 2003.

 Para citação de trabalhos em fase de elaboração, deve ser mencionado o fato, indicando-se os dados disponíveis, em nota de rodapé. Exemplo: No texto: Sabemos que ser humano é um ser racional, às vezes parece que não é (em fase de elaboração)¹. No rodapé da página: ______________
¹ O homem contemporâneo, de autoria de José da Silva, no prelo.

 Quando houver necessidade de enfatizar trechos da citação deve-se destacá-los indicando esta alteração com a expressão “grifo nosso” entre parênteses, após a chamada da citação, “grifo do autor”, caso o destaque já faça parte da obra. Exemplo: “Precisamos transformar essa dimensão da transcendência num estado permanente [...]” (BOFF, 2002, p. 40, grifo nosso). “A grande chave da pseudotranscendência é manipular nossa estrutura [...]” (BOFF, 2002, p. 60, grifo do autor).  Citação de texto traduzida pelo próprio autor, incluir logo após a citação a expressão “tradução nossa” entre parênteses. Exemplo:

.2 CITAÇÃO INDIRETA  Texto baseado em obra de outros autores. Exemplo: A experiência de Deus acontece de maneira inesperada. tradução nossa). p. conforme. segundo) Exemplo: Tomás de Aquino (1985 apud PADOVESE. 5.44 “A filosofia tenta explicar a questão do ser.  Utiliza-se a expressão latina “apud” (citado por.]” (DERRIDA.. 5. Independente da classe social que o indivíduo está presente. 1999.4 SISTEMA DE CHAMADA  Todas as citações no corpo do texto devem ser indicadas pelo sistema autor-data ou sistema numérico.3 CITAÇÃO DE CITAÇÃO  Citação de um texto do qual não se teve acesso ao original. p. Obs. (BOFF. 5. Neste caso não se faz necessário o uso das aspas duplas e a indicação da(s) página(s) consultada(s) é opcional. individual e única. 1999. 132. 2000). porém até agora não chegou a uma resposta [. 12) fala sobre o mistério da Trindade e de sua importância para a teologia..: Apud é a única expressão latina que poderá ser citada no corpo do texto.

Exemplo: (BOFF. 78) c) Citações indiretas de diversos documentos da mesma autoria.. têm as datas separadas por vírgula.. . Exemplo: (BOFF. 1997) (BOFF. acrescentam-se as iniciais de seus prenomes. 2000.. A. E.45  Qualquer que seja o método adotado. 2001. A. 1999) (BOFF. 32) e (BOFF. 1995a. se mesmo assim coincidir. ele deve ser seguido no decorrer de todo o trabalho.. 1999. publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente. Lina. o que permitirá sua correlação na lista de referência ou em notas de rodapé. 1997) b) Citações de diversos documentos do mesmo autor e mesma data serão distinguidas por letras minúsculas do alfabeto acrescidas ao ano. 1995b. p. 1999) (BOFF. escrevase por extenso o prenome: Exemplo: (BOFF. p. A. 2002) . Leonardo. A.  Outras recomendações: a) Quando ocorrer coincidência de sobrenomes dos autores e data de publicação. O mesmo deverá acontecer nas referências para que se possa localizar a letra correspondente.

SANTOS. CRUZ. Exemplo: . mencionados simultaneamente são separadas por ponto-e-vírgula. 2000. separados por vírgula e entre parênteses. 5. 1998. 2004). Exemplo: Diz Rui Barbosa: “Tudo é viver.1 Sistema numérico  Neste sistema. estabelecendo-se a ordem alfabética.  Este sistema não deve ser utilizado quando há notas de rodapé.4. em expoente. previvendo. no caso de citação direta. em algarismos arábicos. a indicação da referência é feita pelo sobrenome de cada autor até o primeiro sinal de pontuação.2 Sistema autor-data  Neste sistema.  A indicação da numeração pode ser feita entre parênteses alinhada ao texto ou situada pouco acima da linha do texto.4.”15 5. Exemplo: Para alcançar a felicidade devemos estar de bem com a vida (BRITO.46 d) Citações indiretas de diversos documentos de vários autores. seguido da data de publicação do documento e da(s) página(s) da citação. a indicação da referência é feita por uma numeração única e consecutiva. remetendo à lista de referências ao final do trabalho ou seção. previvendo.” (15) Diz Rui Barbosa: “Tudo é viver.

p.  Inserem nos trabalhos considerações complementares. 2000. 2000. José Reinaldo de Lima. de forma a destacar o expoente e sem espaço entre eles. a partir da margem esquerda. Na referência: LOPES. devendo a letra da fonte ser menor que a utilizada no texto.5 NOTAS DE RODAPÉ  Indica a fonte de onde é tirada uma citação.  Devem ser alinhadas.” (LOPES. abaixo da primeira letra da primeira palavra. 5. O direito na História.  Notas de rodapé devem ser digitadas dentro das margens.47 No texto: A chamada “pandectísta havia sido a forma particular pela qual o direito romano fora integrado no século XIX na Alemanha em particular. 225). a partir da segunda linha da mesma nota. ficando separadas do texto por um espaço simples de entrelinhas e por um filete de 3 cm. com fonte menor. São Paulo: Max Limonad.  Trazem a versão original de alguma citação traduzida no texto.  Deve-se utilizar o sistema autor-data para as citações no texto e o numérico para notas explicativas.  Recomenda-se a utilização do espaço simples. .

Id.  A primeira citação das notas de uma obra. São Paulo: Paulinas. 2003.48 Exemplos: ________________ ¹Veja-se como exemplo desse tipo de abordagem o estudo de Netzer (1976).  A numeração é feita por algarismos arábicos. É simples ser feliz.6 NOTAS DE REFERÊNCIA  Notas que indicam fontes consultadas ou remetem a outras partes da obra em que o assunto foi abordado. devendo ter uma numeração única e consecutiva para cada seção ou subseção. ²A morte é um acontecimento sagrado nas afirmações de Vasconcelos (1984). (mesmo autor) Exemplo: . utilizando-se as seguintes expressões: a) Idem . 5. deve ter sua referência completa. José Carlos. em nota de rodapé. Exemplo: Rodapé da página: ______________ ¹SANTOS.  As subseqüentes citações da mesma obra podem ser referenciadas de forma abreviada.

passim. cit. p. José Carlos. São Paulo: Paulinas. (no lugar citado) . 33. São Paulo: Paulinas. p. São Paulo: Paulinas. 123. c) Opus citatum – op. 2003. cit.49 Rodapé da página: ______________ 1 2 SANTOS. É simples ser feliz. José Carlos. 2003.. 48. ²Ibid. 10. Id.. (na mesma obra) Exemplo: Rodapé da página: ______________ ¹SANTOS. p. 12. ³SANTOS. b) Ibidem –– Ibid. p. em diversas passagens) Exemplo: Rodapé da página: ______________ 5 AMBRÓSIO. 2003.. d) Passim (aqui e ali. É simples ser feliz. José Carlos. e) Loco citado – loc. cit. p. (opere citado – obra citada) Exemplo: Rodapé da página: ______________ ¹SANTOS. 1998. 32. Tudo de bom para você. ²SILVA. p. 2004. op. 1988.

cit.. só podem ser utilizadas na mesma página ou folha da citação a que se referem. Ibid. (é utilizado na citação indireta) Exemplo: Rodapé da página: ______________ 8 Cf. loc. op. 1995. somente a expressão Apud poderá ser utilizada no corpo do texto. . 1992. confronte – Cf. cit. LUSTOSA. 26 et seq. Obs. p. CAIRES. cf. 1998. f) Confira.50 Exemplo: Rodapé da página: ______________________ 6 7 CAIRES. g) Sequentia – et seq (seguinte ou o que se segue) Exemplo: Rodapé da página: ______________ 9 CIRINO. 33-38.: As expressões Id. p...

Exemplo: No texto: O Quilombo do Palmares atingiu um alto grau de qualidade de vida1 . . que não possam ser incluídos no texto. Exemplo: No texto: Os escravos que eram trazidos para o Brasil vieram de várias regiões da África¹.  Sua numeração é feita em algarismos arábicos. devendo ter numeração única e consecutiva para cada seção ou subseção. esclarecimentos ou explanações. Rodapé da página: ______________ ¹Este fato ficou confirmado depois de recentes pesquisas que comprovaram técnicas refinadas na agricultura e sua grande capacidade de organização dos habitantes do Quilombo. Não se inicia a numeração a cada página. Rodapé da página: ______________ ¹ Sobre esta afirmação. ver também FREITAS. 34. 1956.7 NOTAS EXPLICATIVAS  Notas usadas para comentários. p.51 5.

A norma recomenda que as referências sejam listadas em ordem alfabética no final do trabalho independente do tipo do suporte do documento (cd-rom.52 6 NORMAS PARA REFERÊNCIAS O documento base para elaboração de referências de documentos utilizados para a produção de trabalhos acadêmicos é a norma NBR 6023 que fixa a ordem dos elementos das referências e estabelece convenções para transcrição e apresentação da informação originada do documento e/ou outras fontes de informação. a referência receberá uma numeração progressiva para cada documento. As referências devem ser digitadas em espaço simples e separadas entre si por espaços duplos.). periódicos etc.  nas resenhas. sendo alinhadas somente à margem esquerda.  antecedendo resumos. . Existe também a possibilidade de utilizar o sistema numérico na referência. livros. Quando se faz a opção por este sistema. além da ordem alfabética.4.  em lista de referências. que deverá ser citada toda vez que se fizer menção à obra no decorrer do trabalho.  no fim do texto ou de seção. A referência pode ser feita das seguintes formas:  no rodapé.1. documentos eletrônicos. veja as recomendações no item 4.

712 p.  Para as obras clássicas recomenda-se indicar o nome do tradutor. características físicas do suporte material. catálogo. 2000. local. José Ruy. b) Dois a três autores GIOVANNI. Matemática fundamental: uma nova abordagem. guia. 2002. São Paulo: FTD. . dicionário. manual. José Ruy. itálico ou grifo deverá ser utilizado para destacar o título e devendo ser uniforme em todas as referências do trabalho. Ecologia. Obs. Leonardo. edição (a partir da 2. etc. Exemplos: a) Um autor BOFF. ed.  O recurso do negrito. BONJORNO.1 MONOGRAFIA (LIVROS E AFINS)  Inclui livro. mundialização. folheto.53 6. ilustrador etc. José Roberto. espiritualidade: a emergência de um novo paradigma.  Os elementos complementares são: indicação de outras responsabilidades tais como tradutor..  Os elementos essenciais para referência são: autor. ed. título. GIOVANNI JÚNIOR. 180 p. 3. editora e data de edição. ISBN etc.). coleção ou série.: os nomes dos autores são separados por ponto-e-vírgula e espaço. páginas ou ilustrações. São Paulo: Ática. trabalho acadêmico. subtítulo (se houver). enciclopédia.

2 PARTE DE MONOGRAFIA  Ocorre quando cada capítulo do livro foi escrito por um autor diferente. CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL.).Essa expressão é usada quando a obra tem mais de três autores e significa “e outros”. AMORIM. 6. Obs.: é indicado o primeiro autor seguido da expressão et al. 27 p. 1997. SÃO PAULO (Estado). 2000. e. associações etc. César et al. Obs. Secretaria do Meio Ambiente. Psicologia do ensino. 408 p. Sebastião (Pref. Neste caso deverá aparecer na referência o número inicial e final da parte utilizada para o desenvolvimento do trabalho. Porto Alegre: Artmed. São Paulo. CASCONI.: o nome da entidade é por extenso. aplicação do novo Código Civil. 2004. Francisco Antonio (Org. Debatendo a poluição do ar: respira São Paulo. São Paulo: Salesiana.54 c) Mais de três autores COLL. 2003. São Paulo: Método. d) Organizador. José Roberto Neves (Coord. e) autoria de entidades.). . 318 p. coordenador. Locações: aspectos relevantes. quando a própria entidade publica o trabalho. Fraternidade e água: manual CF 2004. 379 p.). AMORIM. a editora não é mencionada. prefaciador etc.

6. 3. 2003. Marketing: criando valor para os clientes. edição (a partir da 2ª ed. SMOOTHEY. 1987. CHURCHILL JR.4 VOLUME DE LIVRO  Volume com título próprio. 2003. ENCICLOPÉDIAS E VERBETES BORRIELLO. J. In: CUSTÓDIO.. v.) et al. São Paulo: Saraiva. 2002. 6.. 2. In:______. 37-59. título do capítulo.55  Elementos essenciais para este tipo de referência: Autor da parte. expressão “In”. Análise ambiental.). São Paulo: Loyola: Paulus. In: ______. 24-53.5 DICIONÁRIOS. São Paulo: Scipione. seu nome é substituído por um traço (equivalente a 6 espaços) e ponto. 1084 p. Investigação Matemática. Gilbert A. cap. . (Dir. p. coordenador ou organizador da obra no todo. Questões essenciais de marketing. título. Paul. Marion. Dicionário de mística.). 6. L. Atividades e jogos com círculos. São Paulo: Zumbi. Marketing: manual prático. SILVA. p. subtítulo (se houver). local. Lourdes. Samuel (Org.3 CAPÍTULO DE LIVRO  Quando o autor do capítulo for o mesmo da obra principal. após o “In”. editora e data de edição e página inicial-final da parte. Tradução de Cecília Camargo Bartalotti. PETER. autor.

Instituição. A ética renovadora como reivindicação da filosofia de Ernst Bloch.) et al. Luiz Alves de. GIRARDELLO. 1981. Universidade Pontifícia Salesiana. 1995. (Graduação em Filosofia) – Instituto Salesiano de Filosofia. Tese (Doutorado em Catequética) – Faculdade de Teologia. Tradução de Samuel Martins Barbosa et al. Salamanca. 1994. A Face brasileira da catequese: um estudo histórico-pastoral do movimento catequético brasileiro das origens ao diretório de "Catequese Renovada". Tradução de Samuel Martins Barbosa et al. Recife. 4 v. Luxúria. Português. (Dir. 1998.6 BÍBLIA E PARTE DELA BÍBLIA. número de folhas. TCCS  Os elementos essenciais são: autor. Português. Antônio Francisco. Dicionário de mística. Roma. Josué. LIMA. Patrocínio Sólon. L. TESES. São Paulo: Paulinas. cidade e ano. ano da publicação. 1663 p.7 DISSERTAÇÕES. São Paulo: Paulinas. São Paulo: Loyola: Paulus. 1994. Roma: Istituto per la collaborazione culturale. 1998. 6. Dissertação (Mestrado em Liturgia) – Facultad de Teologia. 1981. 2003. 656– 657. p. 174 f. 550 f. 79 f. categoria (grau e área) – unidade da Instituição. Bíblia de Jerusalém. FREIRE.56 ENCICLOPEDIA filosofica. BÍBLIA. LELO. Universidad Pontificia de Salamanca. 1995. La inculturación en Brasil del ritual de iniciación cristiana de adultos. 6. subtítulo. p. In: BORRIELLO. 233– 257. . título. 1957. Bíblia de Jerusalém. R.

Podemos citar como exemplos jornais. número da norma. anuários. atas etc. autor. 2 p.9 PATENTES  Os elementos essenciais são: entidade responsável. 6. 6. revistas.  Notas especiais acontecem quando uma revista absorveu outra. Rio de Janeiro. editora. ano e número de páginas ou volumes. data de início da coleção e.10 PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS  Publicações editadas em unidades físicas sucessivas.57 6. Paulo Estevão Cruvinel. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. título. Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos) . NBR 6027: Informação e documentação – Sumário – Apresentação. 2003. com designações numéricas ou cronológicas que tenham continuidade. 1989. Unidade de Apoio. BR n. PI 8903105-9. título. EMBRAPA. Quando tiver índice etc. eventualmente de encerramento. local de publicação. .  Os elementos essências são: título do periódico. 26 jun. número da patente e datas (do período de registro).8 NORMAS TÉCNICAS  Os elementos essenciais são: órgão normalizador. Medidor digital multisensor de temperaturas de solos. 30 maio 1995. local (cidade).

1999. caderno ou parte. Exemplo: REVISTA DE CULTURA VOZES. Paulo. 18 p. Lagos andinos dão banho de beleza. c) Separatas de publicações periódicas GABRIEL. Caderno 8.: o travessão após a data indica que a publicação é corrente. 1943 . b) Número especial de revista CONCILIUM. n. São Paulo: Fé cristã. e) No caso de artigos em jornais que não possuam seção. São Paulo. 1988. 28 jun. deve-se colocar a data do ultimo número.. A traição estrutural da confiança. Petrópolis: Cultura. jul. Petrópolis: Vozes.2003. 1977. d) Artigos em jornais NAVES. a paginação do artigo ou matéria precede a data.12. p. jul. v. 2004. 150 p. 13. P. Obs. Edição especial. 306. Questões fundamentais da fé. Antonio. Separata da Revista fé católica. n. 3. Folha Turismo. São Paulo: Salesiana. Quando a publicação do periódico for encerrada. Folha de S.58 a) Revista no todo (coleção) REVISTA DE CATEQUESE. .

Andy. Nov.59 LEAL. portarias. 1999. Acesso em: 10 jan. n. 46. jurisprudência (decisões judiciais) e doutrina (interpretações dos textos legais). v.br/scielo. p. leis. atos normativos. 2. Disponível em: <http://www. Revista da Associação Médica Brasileira.). 3. h) Artigos em revistas em meio eletrônico PETROIANU. 2003. 25 abr. Acesso em: 20 nov. decretos. Los Angeles. 2004. Disponível em: <http://www. N. 12. 9-34. emendas constitucionais./mar. Eric. L. resolução. A violência: percurso de ética fundamental. Electronic publishing aat APS: its just online journalism. 2000. R. g) Artigos em revistas GAZIAUX.php?script=sci_arttext&pid=S010442302003000200036&lng=pt&nrm=iso>. APS News online. instrução normativa etc. 1996.org/apsnews/11 96/11965. São Paulo. Rio de Janeiro. a) Legislação (Constituição.html>. jan. Jornal do Brasil. n.aps.11 DOCUMENTOS JURÍDICOS  Conforme a NBR 6023. Revista de cultura teológica. Critérios quantitativos para analisar o valor da publicação de artigos científicos. São Paulo. v. 6. f) Artigos em jornais em meio eletrônico KELLY.scielo. considera-se como documento jurídico: legislação. 49. MP fiscaliza com autonomia total. . p.

cidade. São Paulo: Saraiva. acórdãos. Argüição de suspeição nº 10. decisões judiciais)  Os elementos para a referência são: local de jurisdição. inscrição em concurso para cargo público. v. ed. título. Supremo Tribunal Federal. Constituição (1988). coloca-se a palavra Constituição. nome do órgão publicador. BRASIL. ago. seguida do ano de promulgação entre parênteses. Ministro Moreira Alves. Decreto nº 1205. natureza da decisão ou ementa. DF. Brasília. Súmulas. 1986. pt. número e data). BRASIL. 2004. Sr.  Para referenciar as Constituições e suas emendas. BRASIL. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil. página e data. p. 31.1. órgão judiciário competente. . Não é admissível por ato administrativo restringir. entre o nome da jurisdição e o título. 1994. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 55. local. Seção 1. b) Jurisprudência (Súmulas. Constituição da República Federativa do Brasil. v. ed. volume. Ednardo Silva de Araújo e Exmo. Supremo Tribunal Federal. 11509. local. 117. ou cabeçalho da entidade. Aprova a estrutura regimental do Ministério do Meio Ambiente e da Amazônia Legal. estado. BRASIL. BRASIL. 2 ago. e dá outras providências. 457458. Súmula nº 14. n. DF. Revista Trimestral de Jurisprudência. sentenças. 26 de fevereiro de 1986. em razão de idade. relator. Exceção de suspeição de Ministro. caso sejam normas). ementa e indicação da publicação oficial. 1994. enunciados. 132. 2003. número. 146. data. título (especificação da legislação. 16. de 1 de agosto de 1994. p. partes envolvidas. Código civil. Brasília. p.60  Os elementos para a referência: local de jurisdição (país. São Paulo: Saraiva.

Tradução de Francisco Catão. 6. 2005. Petrópolis: Vozes. Tradução de Francisco Catão. Instrução sobre a liberdade cristã e a libertação. RITUAL ROMANO. Tradução da CNBB.61 c) Doutrinas (Interpretações de textos legais)  Utilizar as mesmas regras empregadas na elaboração de referências das monografias. . discursos. 1998. CONGREGAÇÃO PARA DOUTRINA DA FÉ. 1998. 9. CATECISMO DA IGREJA CATOLICA. 79). São Paulo: Paulinas. 1962. 76 p.1965. São Paulo: Paulinas. 1992. São Paulo: Paulinas. (Documentos da CNBB. ed. CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL. PUEBLA – MÉXICO. Vaticano II: mensagens. 934 p. CONSTITUIÇÃO Sacrosanctum Concilium sobre a Sagrada Liturgia. 1986. Vaticano II: mensagens. 851 p. ed. (Sal da Terra). 5. 1087 p. Diretório da pastoral familiar: texto aprovado pela 42ª Assembléia Geral. RITUAL ROMANO. ed. São Paulo: Paulinas. documentos. 188 p. 3. 1962. São Paulo: Paulinas. documentos. Rito do Matrimônio.1965. 1993. São Paulo: Paulinas. 10. Evangelização no presente e no futuro da América Latina: Conclusões da III Conferência geral do Episcopado Latino-americano. 110). CONFERÊNCIA GERAL DO EPISCOPADO LATINO AMERICANO. dos livros e periódicos. 1979.12 DOCUMENTOS E DECRETOS DA IGREJA CONCÍLIO VATICANO II. 279 p. 1998. Missal. In: CONCÍLIO VATICANO II. 447 p. discursos. 141-175 p. 1996. São Paulo: Paulinas. (A voz do papa.

Tradução de Julio Comba. Marilia Pera. 216p.l. Direção: Valter Salles Junior. 166 p. b) Filme de Longa Metragem CENTRAL do Brasil. Ritual da profissão religiosa: edição oficial. João Emanuel Carneiro e Walter Salles Junior. VHS. 1998. São Paulo: Paulinas. produtora. Vinicius de Oliveira. son.Campus Liceu Salesiano. Sônia Lira. 191p. 1 bobina cinematográfica (106 min). São Paulo: Salesiana Dom Bosco. 2004. DVD e outros.]: Le Studio Canal. Roteiro: Marcos Bernstein. SOCIEDADE DE SÃO FRANCISCO DE SALES. MACT Productions. SOCIEDADE DE SÃO FRANCISCO DE SALES. São Paulo: Salesiana Dom Bosco. local. Produção do Centro UNISAL . Produção: Martire de ClermontTonnerre e Arthur Cohn. a) Videocassete O CONTROLE de constitucionalidade. (A voz do papa. Othon Bastos. 1 videocassete (30 min). [S. produtor. 1997. data e especificação do suporte em unidades físicas.. son.13 GRAVAÇÕES DE IMAGENS EM MOVIMENTO  Incluem-se nesta categoria: fitas de vídeo. 35 mm. filmes. .. A interpretação da Bíblia na Igreja. color. Tradução de Arthur Rosco e Daniel. Missas próprias da família salesiana: edição oficial. 1999. Interpretes: Fernanda Montenegro. 6. color. 1999. diretor.62 PONTÍFICIA COMISSÃO BÍBLICA. Matheus Nachtergaele e outros. Riofilme. Campinas: UNISAL. 134).  Os elementos essenciais para fitas de vídeo e DVD são: título.

1 CD. gravadora (ou equivalente). widescreen. Roteiro: Hampton Fancher e David Peoples. 1 DVD (117 min). . Rutger Hauser. Entrevistadores: V. Música: Vangelis. Dock.63 c) Filme de Longa Metragem DVD BLADE Runner. Tremel e M.  Quando necessário. Garcia. entre outros. p1988.14 DOCUMENTO SONORO NO TODO  Inclui-se nesta categoria disco. c1991. Baseado na novela “Do androids dream of eletric sheep?” de Philip K. São Paulo: SENAI-SP. 1991. b) CD MPB especial. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr.  Os elementos essenciais são: compositor (es) ou intérprete(s). 1991]. 2 cassetes sonoros. local. Interpretes: Harrison Ford. Sean Young. data e especificação do suporte. Ouro e cobre. CD (compact disc). 6. a) Disco ALCIONE. Produzido por Warner Video Home. c) Cassete sonoro SILVA. Edward James Olmos e outros. 1 disco sonoro. Entrevista concedida ao Projeto Memória do SENAI-SP. Direção: Ridley Scott. Los Angeles: Warner Brothers. acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento. São Paulo: RCA Victor. título. rolo. color. cassete. [Rio de Janeiro]: Globo: Movieplay. Luiz Inácio Lula da. c1995. Produção: Michael Deeley.

Direção Artística: Miguel Propschi. p1988. lista de discussão. Faixa 7.16 DOCUMENTOS DE ACESSO EXCLUSIVO EM MEIO ELETRÔNICO  São todos os tipos de base de dados. Lado A. No final da referência.15 DOCUMENTO SONORO EM PARTE  Inclui-se nesta categoria parte e faixas de documentos sonoros. 6. faixa 1 (4 min 3 s). seguidos da expressão In:. título. SILVA. e da referência do documento sonoro no todo. mensagens eletrônicas. 33 1/3 rpm. Intérprete: Simone. 1 disco sonoro (45 min). p1977. S. [S. Intérprete: Alcione.  Quando necessário. Toque macio. Face a face. Ouro e cobre. acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento.. indicações de responsabilidade. deve-se informar a faixa ou outra forma de individualizar a parte referenciada.]: Emi-Odeon Brasil. Jura secreta.. São Paulo: RCA Victor.  Os elementos essenciais são: autor. BBS (site). b) Disco GINO. etc. a) Bancos de dados .64 6. denominação ou titulo e subtítulo (se houver) do serviço ou produto.  Os elementos essenciais são: compositor (es). 12 pol. a) CD COSTA.I. endereço eletrônico e data de acesso. A. In: ALCIONE. A. 1 CD. In: SIMONE. intérprete(s) da parte (ou faixa de gravação). estéreo.

dt. Normas.com.org/bdt/ avifauna/aves>. Acesso em: 10 set. 1998. 5 disquetes. Mensagem recebida por <jdferrer@ig. Acesso em: 25 nov.br> em 10 ago. Disponível em: < http://www. Word for Windows 7. 1997. 2004. .1 a 70. CDROM. 2003. v. Acesso em: 6 set. Biblioteca Central. d) Base de dados LILACS. 31/2 pol. AJURIS. c) Home page institucional INSTITUTO SALESIANO PIO XI.unisal. Ana Paula.exe/iah/online/ ?isisScript= iah/iah.>. Disponível em: <http://bases. f) Disquete UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Brasília: Consulex. Curitiba.br>.pio. e) Cd-rom REVISTA Jurídica Consulex. Disponível em: <http:www. 1 CD-ROM.doc. 1998.bireme. Levantamento bibliográfico sobre história da arte [mensagem pessoal].: normas para apresentação de trabalhos. b) E-mail SANTOS.xis&base=LILACS&lang=p.65 BIRDS from Amapá: banco de dados. 2003. 7 mar. Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul. Porto Alegre.br/cgi-bin/wxislind. 2004.0.

NBR 10520: Informação e documentação – Citações em documentos Apresentação. JACOB. São Paulo: Nobel: EDUSP. 1999. n. São Paulo: Loyola. FRAGOSO. Atlas de filiação religiosa e indicadores sociais no Brasil. ed. DAL FABBRO. Rio de Janeiro. ______.A.C. FALDINI. Manual de catalogação: exemplos ilustrativos da AACR2. Z.66 7 REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Revista Presença Pedagógica. Rio de Janeiro. 132 f. 1987. Rio de Janeiro. Normalização de referências bibliográficas: Manual de orientação. Marcos Roberto Nunes.Elaboração. 2004. v. . Metodologia científica: para alunos dos cursos de graduação e pós-graduação. 2. Daniela. LINO..Apresentação. 1989.. S. 2005. 2002b.. NBR 14724: Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos Apresentação.12.). ed. Petrópolis: Vozes. ______. São Paulo: Loyola. p. 2. 2003a.Apresentação. Giacomina (Org. Andréa. Manual para elaboração e apresentação de trabalhos Acadêmicos. RAMPAZZO. E. nov. 141 p. Universidade Estadual de Campinas. Graça Maria.. Rio de Janeiro. Gênesis capítulos 1 e 2. ______. Recife: Instituto Salesiano de Filosofia. DUE. São Paulo: USP. 2002a. NBR 10719: Apresentação de relatórios técnicos científicos. ed.bibliotecas. César Romero et al./dez. Rio de Janeiro. ______. A. NBR 6024: Informação e documentação – Numeração progressiva das seções de um documento escrito . 74-79. ______. SABADINI. Casas de livros ou simplesmente. 2003b.P. Dissertação (Mestrado em Estudos da Linguagem). 2. 112 p. NBR 6023: Informação e documentação – Referências . 2003. Campinas. O. 2003. 1-4: um estudo de traduções e exegese. 1996. 2002. 1997. 3. Atlas histórico do cristianismo. COSTA. Belo Horizonte. KREMER. GRANJA. NBR 6027: Informação e documentação – Sumário . Rio de Janeiro.

especialização. 2004. Carlos Alberto.67 SERRA NEGRA. 21. . 2000. Antônio Joaquim. ed. Metodologia do trabalho científico. 279 p. Elizabete Marinho. Manual de trabalhos monográficos de graduação. ed. SERRA NEGRA. 2. São Paulo: Cortez. SEVERINO. mestrado e doutorado. São Paulo: Atlas.

ott. jul.68 APÊNDICE A . Enero Febrero Marzo Abril Mayo Junio Julio Agosto Espanhol enero feb marzo abr. apr. giugno luglio ag. sept. segundo a NBR 6023 de ago. may june july aug.ABREVIATURAS DOS MESES E DATAS Abreviaturas dos meses. dez. mai juni juli aug. märz apr. nov. nov. oct. mars avril mai juin juil août sept. dec. out. January February March April May June July August September October November December Inglês jan. oct. Septiembre Octubre Noviembre Diciembre Francês Janvier Février Mars Avril Mai Juin Juillet Août Septembre Octobre Novembre Décembre janv. Português Janeiro jan. mar. dic. Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro fev. nov. feb. Italiano Gennaio genn. magg. September Oktober November Dezember . mar. dez. déc. jul. abr. nov. mayo jun. feb. apr. maio jun. sett. févr. Febbraio Marzo Aprile Maggio Giugno Luglio Agosto Settembre Ottobre Novembre Dicembre febbr. oct. nov. nov. 2000. sept. agosto sept. Januar Februar März April Mai Juni Juli August Alemão jan. okt. mar. set. ago. dic.

distribuição. registra-se uma data aproximada entre colchetes.1960] data aproximada [197-] década certa [197?] década provável [18--] para século certo [18--?] para século provável . impressão etc..R EGISTRO DA DATA APROXIMADA Caso não seja possível localizar nenhuma data de publicação. conforme indicado: [1971 ou 1972] um ano ou outro [1969?] data provável [1973] data certa não indicada no item [entre 1906 e 1912] use intervalos menores de 20 anos [ca.69 APÊNDICE B . copyright.

indica-se entre colchetes [S.].l. .Não sendo possível determinar o local. que significa “sem lugar”). indica-se entre colchetes [s. indica-se entre colchetes [s.n. 4.: s.Quando o editor não é mencionado. 2. 3.70 APÊNDICE C .Sendo impossível determinar a data.l.d.] (abreviação do latim Sine loco.] (abreviação do latim sine nomine.]. que significa “sem nome”).Quando o local e o editor não aparecerem na publicação.n.FALTA DE DADOS 1. indica-se entre colchetes [S.

APÊNDICE D – MODELO DE TRABALHO Unisal Carolina Camargo Fonte 14 A importância da biblioteca universitária na formação do aluno-leitor Fonte 14 Fonte 14 Campinas 2008 .

Fonte 12. Campinas 2008 . Orientadora: Profª Ms. espaço simples.Unisal Carolina Camargo A importância da biblioteca universitária na formação do aluno-leitor Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para obtenção do título de especialista em Gestão de Unidades de Informação. Catarina Helena Alencar.

Julio Domingues/ Unisal) __________________________________________ (Dra. Catarina Helena Alencar. pela comissão julgadora: A data deve ser preenchida depois da aprovação __________________________________________ (MS. Trabalho de Conclusão de Curso defendido e aprovado em 25/06/2008. Jorge da Silva/ UNESP) assinaturas da aprovação Campinas 2008 . espaço simples Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para obtenção do título de especialista em Gestão de Unidades de Informação.Autor: Carolina Camargo Título: A importância da biblioteca universitária na formação do aluno-leitor Tudo em fonte 12. Orientadora: Profª Ms. Maria Pires / Unicamp) Constar __________________________________________ (Dr.

interesse ou desconhecimento? Será que ele sabe escolher um livro? Será que ele já teve contato com outras obras antes da vida acadêmica? Todas estão questões foram respondidas durante o relato. os mesmos problemas de desinteresse dos alunos são apontados. Palavras-chave: Biblioteca . Leitor universitário Apresentar palavras-chave sobre o tema abordado.Leitura. Na busca de dados para este trabalho. parágrafo único. de bibliotecas bem equipadas com os recursos necessários para apoiar a realização de uma boa graduação. .5 Resumo Existem diversas realidades hoje em nosso país. a bibliotecas que não possuem nenhum tipo de verba e que estão defasadas. em ambas as realidades.Letra 12. Onde então podem ocorrer mudanças para o incentivo à leitura? O aluno não lê por falta de tempo. espaçamento 1. Devem ser separadas apenas por um ponto.

..................19 ......................................1 Perfil do estudante universitário ......................Sumário Letra 12......................3 A biblioteca universitária ...............................13 4 Objetivo ............................ espaço simples 1 Introdução ......................................................16 7 Referência .................14 5 Metodologia .......10 3 Justificativa ....................................8 2...................................................................15 6 Cronograma ............................................................................................................................9 2............................................8 2.............2 O aluno-leitor ..........................................................................................................6 2 Fundamentação teórica .......................................................................................................

5). discriminar. explicitar.” (MAROBIN. caracterizar. coordenar. organizar. devido a suas características é entendida como uma instância privilegiada de criação/produção de saberes. “É através da leitura que o estudante constrói. onde informação é poder. A numeração de página começa aparecer aqui. é a matéria prima do processo de desenvolvimento do homem e das nações. O autor ainda acentua a importância de uma literatura adequada às diversas faixas de interesse. formular. e gerar conhecimento é fator fundamental na sociedade contemporânea. 1983. incorporar e assimilar os conteúdos apresentados. é na graduação que ele sente freqüentemente e com maior intensidade a necessidade de fazer uso da leitura. confrontar e interpretar.1) a universidade. p. Recuo de 4cm e fonte 10 para citação com mais de 3 linhas Segundo LUCK et al. p. ele assume pessoalmente o processo de sua aprendizagem. 2000. a informação. Segundo BAMBERGER (2002. espaço 1. compreender. Aprende a discernir. p. (2000. é na escola que podemos identificar o crescimento do público leitor.102 apud CARRELI. e neste momento estará evidente o domínio que ele tem sobre esta ação. ele mesmo. Independentemente da formação e da atuação do aluno no ensino fundamental e médio. através da leitura crítica. que observamos o quanto ainda estamos distantes de uma situação satisfatória.5 A capacidade de obter informação. Na leitura critica e constante. p. desde o início da humanidade. o próprio curso universitário. 7). formação de competências e de difusão da experiência cultural e científica da sociedade.Início da parte textual. Fonte 12. da deficiência de formação específica para as questões relacionadas com a leitura e da carência de bibliotecas escolares. 6 1 INTRODUÇÃO Fonte 14 Em consonância com CARPINTEIRO (2004). mais também é neste ambiente de professores leigos. .

2008. Gladys Beatriz. de site UOL. 7. Ref. A sociedade do conhecimento e o acesso à informação: para que e para quem? Revista de Ciência da Informação. A biblioteca universitária como espaço de aprendizagem e de formação do aluno pesquisador. Brasília: Ministério da Educação e Cultura/ Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Florianópolis. Ref. 2004.administradores. SC. de Anais BARREYRO.19 Ordem alfabética. set. Relatos de Pesquisa. Florianópolis: UFSC. 2004. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS. espaço 8 REFERÊNCIA simples. SC. L. (Série Documental. E. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS. Uso da biblioteca central da Universidade Estadual de Londrina por alunos de pós-graduação em Ciência de alimentos. Richard.. CD-ROM. CD-ROM. . Como incentivar o hábito de leitura. n. Ref. 37) CARELLI. A. Anais.. 2000. et al. Cristiane Neli de Carvalho.. Acesso em 27 jan. KANISKI. de dissertação CARPINTEIRO. 2000. 3. 11. São Paulo: Ática. Isabel Cristina Louzada. Leitura na Universidade: resultados preliminares de um estudo. 29. 159f. 11. p. Estudo traça perfil de quem pega crédito universitário. 2000./dez. Florianópolis. 77p.com. E. 2002. Mapa do Ensino Superior Privado. 2000. 33-39. v. Anais. Universidade Federal de Itajubá. Ana Lúcia. Disponível em <http://www.br/noticias/estudo_traca_perfil_de_quem_pega_cr edito_universitario/12114/> . Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção). 2000. de. fonte 12. Itajubá. de revista CARVALHO. 2008. CARVALHO. Ref. et al.Faculdade de Engenharia de Produção. Ref. ed. Brasília. de livro BAMBERGER.. Florianópolis: UFSC.

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