CURSOS PROFISSIONAIS DE NÍVEL SECUNDÁRIO Técnico de Gestão

PROGRAMA
Componente de Formação Técnica Disciplina de

Gestão
Escolas Proponentes/Autores
E P Tecnológica do Vale do Ave E Pl Magestil I T Artístico e Profissional de Coimbra E P de Gaia E P de Sicó E P Marinha Grande E P Serra da Estrela E P da Fundação Dra. Mariana Seixas Artur Manuel Pinto Passos Sandra Oliveira Joaquim de Lé Matos Alexandra Matias de Matos Fátima Graça Frederico Santos Susana Cruz Maria de Fátima Marques Paula Marques

Direcção-Geral de Formação Vocacional 2005

Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO

Cursos Profissionais

1

Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO

Cursos Profissionais

Parte I

Orgânica Geral

Índice:
1. 2. 3. 4. 5. 6. Caracterização da Disciplina ……. ……. … Visão Geral do Programa …………. …...... Competências a Desenvolver. ………. …. Orientações Metodológicas / Avaliação …. Elenco Modular …….....………………........ Bibliografia …………………. …………. ….

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educando para a cidadania. simultaneamente. a disciplina de Gestão deverá transmitir um conjunto de saberes humanísticos. capacidades e atitudes que lhes facilitem a aprendizagem de competências de base associadas às qualificações visadas pelos respectivos cursos. quer para conhecer as boas práticas de gestão. para a mudança e desenvolvimento sócio-profissional.promover a utilização das novas tecnologias da informação e da comunicação. De facto. consideraram-se finalidades da disciplina: . . promover a educação para a cidadania.contribuir para melhorar o domínio escrito e oral da língua portuguesa. . por quatro ou cinco disciplinas que proporcionam uma formação técnica e tecnológica de base que corresponde. . A disciplina de Gestão integra esta componente nas várias áreas profissionais.desenvolver o espírito critico e a capacidade de resolver problemas.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais 1.contribuir para a compreensão dos grandes problemas do mundo empresarial.desenvolver técnicas de trabalho no domínio da pesquisa. .fomentar a interiorização de valores de tolerância. Reforça ainda um melhor conhecimento e compreensão das organizações empresariais. investigação. 3 .desenvolver a capacidade de trabalho individual e em grupo. integrando-os no contexto das organizações contemporâneas. . . com a carga horária total de 500 horas. . às exigências de nível secundário de educação e de qualificação profissional de nível 3. no meio sócio-empresarial. utilizadas na linguagem corrente. conhecimentos. científicos e técnicos no sentido de desenvolver as competências vocacionais dos alunos orientadas quer para uma efectiva integração no mercado de trabalho. quer para entender a dimensão da realidade empresarial. Deste modo.promover a compreensão dos factos de natureza técnica e empresarial. solidariedade e cooperação. em especial. O estudo da disciplina de Gestão permite a aquisição de conhecimentos e técnicas fundamentais. quer para o exercício responsável de uma cidadania pro-activa. para a mudança e desenvolvimento sócio-organizacional. em cada curso profissional. Caracterização da Disciplina A componente técnica é constituída. Assim. num curso profissional revela-se muito importante a dimensão técnica e prática da Gestão. do tratamento e apresentação da informação. cada vez mais globalizadas e em constante mutação. A disciplina de Gestão permite que os alunos desenvolvam técnicas. podendo assim contribuir para a formação do cidadão.

/FIN. Assim. no esquema conceptual do programa evidenciou-se a dimensão empresarial e sócio-profissional. ECON. PROJECTO GESTÃO COMERCIAL ORGANIZAÇÃO/ EMPRESA GESTÃO PRODUÇÃO/ QUALIDADE ANAL. COM. TECN. que será objecto de desenvolvimento modular deste referencial. Visão Geral do Programa Os conteúdos programáticos da disciplina de Gestão foram seleccionados em articulação com as finalidades definidas e tendo em consideração o mercado alvo a que se destinam. GESTÃO FINANCEIRA TESOURARIA 4 .Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais 2. GESTÃO RECURSOS HUMANOS MARKETING GESTÃO STOCKS/ APROVISION. INF.

5 .Análise Económica e Financeira.Estudos de Mercado(TG).Gestão de Stocks.Gestão da Cadeia de Abastecimento (PP). Módulo 4 .Aplicações Informáticas de Gestão de Stocks/Comercial. Módulo 13 . .Formação e Desenvolvimento (RH).A Empresa e a sua Organização.Gestão de Recursos Humanos. .Planeamento e Técnicas de Controlo da Produção (PP).Análise de Projectos (TG).Gestão da Manutenção (PP). Módulo 9 . .Comportamento Organizacional II (RH). . . Módulo 11 .Comunicação Empresarial(TG). Módulo 7 . . Módulo 8 . incidindo fundamentalmente sobre a realidade empresarial e organizacional no contexto da União Europeia.Planeamento Territorial e Ambiente (GA).Gestão Comercial.Gestão da Produção / Qualidade. Módulo 12 .Aplicações Informáticas de Gestão Industrial (PP).Recrutamento / Selecção / Integração (RH).Aplicações Informáticas.Marketing.Ergonomia e Estudo de Trabalho (PP).Controlo de Tesouraria(TG).Aplicações Informáticas POCAL (GA). Módulo 6 .Sistema de Informação Geográfica (GA).Aplicações Informáticas de Gestão Financeira (TG e RH).Gestão da Qualidade e Inovação (PP).Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais A aplicação das noções e conceitos básicos de organização e gestão será efectuada à medida que os conteúdos forem leccionados. .Plano de Negócios (TG). Módulo 15 .Organização dos Serviços Municipais GA). . Módulo 3 . . .Gestão Financeira. . Módulo 5 .Contratação e Obras Públicas (GA). através da realização de trabalhos individuais e de grupo. . . .Gestão do Património Histórico/Cultural (GA). Módulo 2 . Módulo 10 .Comportamento Organizacional I (RH).Segurança e Condições de Trabalho (RH). Módulo 16 . . . Módulo 14 . . O programa contempla dezassete módulos: Módulo 1 .

Nota: (TG) . 3. • identificar os objectivos da função financeira.Área de Gestão de Planeamento e Produção do Curso Técnico de Gestão (GA) . • identificar e aplicar as técnicas de gestão material. 16 e 17 apresentam três ou quatro desenvolvimentos modulares em opção. • saber estruturar e elaborar o manual de acolhimento. mediante a área de gestão leccionada. • identificar e utilizar as técnicas e os níveis de gestão. .Gestão Urbanística (GA).Gestão da Carreira (RH). • identificar técnicas de planeamento e controlo da produção de qualidade. 6 . as noções e técnicas básicas de gestão. • fazer a análise económica e financeira com base em métodos e técnicas de análise. nomeadamente: • usar os conceitos.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais Módulo 17 .Área de Gestão de Recursos Humanos do Curso Técnico de Gestão (PP) . • identificar e utilizar as técnicas de gestão de pessoas. na compreensão da actividade da empresa. • analisar e interpretar documentos contabilísticos. . . 10.Área Geral do Curso Técnico de Gestão (RH) . 14.Projecto de Gestão Industrial (PP).Área de Gestão Autárquica do Curso Técnico de Gestão Os módulos 9. • colaborar em acções de administração e conservação do património de uma autarquia. particularmente a sua organização.Inovação e Empreendedorismo (TG). • interpretar as melhores opções de fabrico e de localização fabril. administrativa e económica dos stocks das empresas comerciais e industriais. • aplicar os conceitos e as funções da empresa. • identificar e utilizar as técnicas de controlo de gestão. • colaborar na elaboração de actividades que visem a satisfação da população de uma autarquia. Os restantes módulos são comuns a todas as áreas. Competências a Desenvolver Das finalidades da disciplina. 13. • aplicar as normas e regulamentação do trabalho. decorre um conjunto de competências que se consideram fundamentais desenvolver. 15.

7 . • realizar as tarefas de forma autónoma e responsável. • revelar espírito crítico e hábitos de tolerância e de cooperação.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais • identificar os conceitos de marketing e de mercado. • identificar e aplicar a análise “swot”. • aplicar e utilizar as técnicas de estudo de mercado. • revelar hábitos de trabalho individual e em equipa. • identificar e utilizar as acções “above the line” e “bellow the line”. • estruturar respostas com correcção formal e de conteúdo. • propor projectos de trabalho. • apresentar e fundamentar os seus pontos de vista respeitando as ideias dos outros. com recurso às TIC. • demonstrar criatividade e abertura à inovação. • transformar a informação recolhida em conhecimento. • pesquisar informação. • apresentar comunicações orais recorrendo a suportes diversificados de apresentação da informação. • utilizar correctamente a Língua Portuguesa para comunicar. realizá-los e avaliá-los. • caracterizar e elaborar estratégia de marketing-mix. nomeadamente. • identificar e caracterizar as fases do ciclo de vida de um produto.

a avaliação centra-se na utilização dos conteúdos programáticos. debatendo. nomeadamente no âmbito da pesquisa. Os professores devem. da auto e da heteroavaliação dos alunos. Tendo em conta o papel formativo e de educação para a cidadania. matriz de registo de atitudes e comportamentos. sugere-se a utilização dos seguintes instrumentos e técnicas: • • • • • • matriz de observação do trabalho individual e de grupo. Orientações Metodológicas/Avaliação A avaliação na disciplina de Gestão tem como referência os objectivos gerais e os objectivos de aprendizagem da disciplina e incide sobre os Conhecimentos. do tratamento e da apresentação da informação. o desenvolvimento de espírito crítico. as Competências e as Atitudes. que integram os conteúdos programáticos de cada módulo. testes escritos. a cooperação nos trabalhos colectivos. e sempre que a dinâmica do processo de ensino-aprendizagem o justifique. no grupo disciplinar. na apresentação de soluções para os problemas propostos e na correcta utilização das metodologias de trabalho. de projecto ou outros. da selecção. clarificar com os alunos os critérios de avaliação adoptados. apresentações orais e escritas de trabalhos efectuados. definir critérios de avaliação e promover a construção de instrumentos para recolha dos elementos de avaliação. propondo. na interpretação dos resultados obtidos. não esquecendo que esta deverá contemplar o domínio dos conhecimentos. No domínio das atitudes. No campo dos conhecimentos. a assiduidade e a pontualidade. a participação nas actividades propostas. Os instrumentos e as técnicas de avaliação deverão ser diversificados e adaptados aos diferentes objectos de avaliação. especificando-os de forma tão clara quanto possível. por exemplo). das atitudes e das competências. Neste contexto. quer individual quer colectiva. a avaliação terá como objecto os comportamentos manifestados no decurso das actividades. A avaliação destes aspectos deverá realizar-se de modo contínuo. testes orais. É também fundamental. nomeadamente a autonomia. e de acordo com cada situação concreta de aprendizagem. de hábitos e de métodos de estudo. 8 .Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais 4. estes devem assumir um papel activo e interveniente no processo de avaliação. no início de cada ano lectivo. conseguida através de fontes que poderão abranger as novas tecnologias da informação e da comunicação. promovendo o desenvolvimento de técnicas de trabalho. a organização do trabalho. No âmbito das competências. avalia-se a aquisição dos conceitos. relatórios de actividades desenvolvidas pelo aluno (visitas de estudo. clarificando e criticando critérios de avaliação nos momentos para tal considerados oportunos.

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5. Elenco Modular
Número

Designação

Duração de referência (horas)

1 2 3 4 5 6 7 8 9A 9B 9C 9D 10A 10B 10C 10D 11 12 13A 13B 13C 13D 14AC 14B 14D 15A 15B 15C 15D 16A 16B 16C 16D 17A

A Empresa e a sua Organização Gestão de Recursos Humanos Aplicações Informáticas de Recursos Humanos Gestão da Produção / Qualidade Gestão de Stocks Gestão Comercial Marketing Aplicações Informáticas de Gestão de Stocks/Comercial Estudos de Mercado Planeamento e Técnicas de Controlo da Produção Recrutamento / Selecção / Integração Organização dos Serviços Municipais Comunicação Empresarial Gestão da Cadeia de Abastecimento Formação e Desenvolvimento Planeamento Territorial e Ambiente Análise Económica e Financeira Gestão Financeira Controlo de Tesouraria Gestão da Manutenção Comportamento Organizacional I Sistema de Informação Geográfica Aplicações Informáticas de Gestão Financeira Aplicações Informáticas de Gestão Industrial Gestão do Património Histórico/Cultural Plano de Negócios Ergonomia e Estudo de Trabalho Comportamento Organizacional II Aplicações Informáticas do POCAL Análise de Projectos Gestão da Qualidade e Inovação Segurança e Condições de Trabalho Contratação e Obras Públicas Inovação e Empreendedorismo

30 30 21 30 30 30 30 18 36 36 36 36 36 36 36 36 36 24 30 30 30 30 24 24 24 30 30 30 30 36 36 36 36 30 9

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17B 17C 17D

Projecto de Gestão Industrial Gestão da Carreira Gestão Urbanística

30 30 30

Módulos Opcionais: A – Gestão B – Gestão/Planeamento e Produção C – Gestão/Recursos Humanos D – Gestão/Autárquica

6. Bibliografia e Outros Recursos
Livros A.A.V.V. (1993), Strategor – Política global da empresa, Tradução de J. Freitas e Silva, com revisão de J. Jordão, Lisboa, Publicações Dom Quixote. Abecassis, Fernando e Nuno Cabral (1991), Análise Económica e Financeira de Projectos, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian. Alarcão, Jorge (1987), Introdução ao estudo da História e Património Locais, Coimbra, Ed. Instituto de Arqueologia FLUC. Almeida, C. A Ferreira de (1998), Património o seu entendimento e a sua gestão, Porto, Ed. Etnos. Amaral, Diogo Freitas (1994), Ordenamento do Território, Urbanismo e Ambiente, in Revista Jurídica de Urbanismo e Ambiente nº 1, Coimbra. Amaral, Luís Alfredo e João Varajão (2000), Planeamento de Sistemas de Informação; F.C A - Colecção Sistemas de Informação. Andersen, Arthur (1999), Fiscalidade nas Pequenas e Médias Empresas, Lisboa, IAPMEI. Baranger, P et al (1993), Gestão, Lisboa, Edições Sílabo. Barreto, António (2000), A Situação Social em Portugal 1960-1999, volume II, Lisboa, Imprensa das Ciências Sociais/Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Barros, Hélio (1998), Análise de Projectos de Investimento, Lisboa, Edições Sílabo. Benevolo, Leonardo (1995), A cidade na história da Europa, Lisboa, Ed. Presença. Bergan, Marshall (1989), Tudo o que é sólido dissolve-se no ar, Lisboa, Edições 70. Bernillon, Alian e Olivier Cerutti (1990), A Qualidade Total – Implementação e Gestão, Edições Técnicas. Bettger, Frank (2000), Do Fracasso ao Sucesso na arte de vender, São Paulo, Ibrasa. Bonache Jaime e Angel Cabrera (2002), Dirección estratégica de personas, Madrid, PrenticeHall/Financial Time. Borges, António e Rogério Azevedo Rodrigues (1998), Elementos de Contabilidade Geral, 16.ª Ed., Lisboa, Áreas Edições. Braga, Miguel (1991), Gestão do Aprovisionamento, Biblioteca de Gestão Moderna, Lisboa: Editorial Presença. 10

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Brealey, R. e S. Myers (1998), Princípios de Finanças Empresariais, 5ª Edição, Lisboa, McGraw-Hill de Portugal. Brennan, Lynne e David BlocK (2003), Etiqueta no Mundo dos Negócios, São Paulo, Siciliano. Brilman, Jean (2000), As Melhores Práticas de Gestão – No Centro do desempenho, Lisboa: Edições Sílabo, Lda. Brito, R. S. (1994), Perfil Geográfico. Lisboa: Editorial Estampa. Cabral, Ana Cristina et al. (2001), Qualidade – Tendências, Qualificações e Formação, Lisboa, Edição Instituto para a Inovação na Formação. Caetano António e Jorge Vala (2002), Gestão de Recursos Humanos: Contextos; Processos e Técnicas, Lisboa, R.H. Câmara, Pedro et al (2003), Humanator- Recursos Humanos e Sucesso Empresarial, 5ª Edição, Lisboa, Publicações Dom Quixote. Câmara, Pedro (2000), Os sistemas de recompensas e a gestão estratégica de recursos humanos, Lisboa, Publicações Dom Quixote. Campos, Ana Paula et al (1999), Técnicas de Organização Empresarial, Lisboa, Plátano Editora. Campos, Ana Paula et al (2004), Organização e Gestão Empresarial – 10º Ano, Lisboa, Plátano Editora. Campos, Ana R. V. et al (1997), Tecnologias de Administração, Lisboa., Edições Asa. Campos e Cunha, Rita (1998), A Gestão de Recursos Humanos na Estratégia da Empresa, Lisboa: Colecção Aprender, I.E.F.P. Carvalho, J. M. Crespo de (1996), Logística, Lisboa, Edições Sílabo. Carvalho das Neves, João (2004), Textos de Gestão de Análise Financeira, Métodos e Técnicas, 8ª Ed., Lisboa, Texto Editora. Cebola, António. (2000), Elaboração e Análise de Projectos de Investimentos - Casos Práticos, 1ª Edição, Lisboa, Edições Sílabo, Lda. Chastel, André (1986), La notion du patrimoine, Paris, Ed. Gallimard. Chiavenato, Idalberto (1998), Teoria Geral da Administração, S. Paulo, Makron Books. Chiavenato, Idalberto (1999), Gestão de pessoas., São Paulo, Editora Campus. Chiavenato, Idalberto (2002), Administração de Recursos Humanos – Fundamentos Básicos, 7ª Edição, São Paulo, Editora Atlas Dinalivro. Choay Françoise (1999), A Alegoria do Património, Lisboa, Edições 70. Courtois, A et al (1997), Gestão da Produção, 4ª Edição. LIDEL - Edições Técnicas, Lda. Comissão Europeia (1995), A Europa em Números., 4ª Edição, Luxemburgo, Serviço das Publicações das Comunidades Europeias. Costa, Horácio e Pedro Correia Ribeiro (1998), Criação & Gestão de Micro-Empresas & Pequenos Negócios, Lisboa, Lidel Edições. Costa, Maria Fernanda Assis (1995), Trabalhos de Aplicação, Lisboa, Rei dos Livros Editora. Covey Stephen R. (1989), Os 7 Hábitos das Pessoas Muito Eficientes, São Paulo, Editora Best Seller. Cruz, Eduardo (2003), Criar uma Empresa de Sucesso, Lisboa, Edições Sílabo. Cunha, Miguel Pina et al (2004), Manual de Comportamento Organizacional e Gestão, Lisboa, R.H. Editora. 11

. Filion. Norman e Greg Frazier (2001).P et al (1995). tradução de Marcos Santarrita. Gaio. São Paulo. Serviços e Negócios para Portugal. McGraw-Hill. Lisboa. Rio. Oxford. Ferreira. Cultura Editores Associados. Saber lidar com as pessoas. Gaither. Operations Management. Verbo. DGSI. Fernando (2004). Gradiva. Administração da Produção e Operações. Fernandes. Correia (2000). Ed. Editora Rumo. Ernet H (1984). Editorial Verbo. Dilworth. Internacionalização – Desafios para Portugal. Principles of organizational behaviour. (2004). (1991). Lisboa. Principia -Publicações Universitárias e Científicas. Gestão: As Funções da Empresa. A. Portugal Geográfico. 2ª Edição. Fernando (1999). Porto. Boa Ideia! E agora? . Zahar. Lisboa. Rio de Janeiro. Estanqueiro. Monitor. David (1998). Edições Sílabo. São Paulo: Editora Pioneira Thomson Learning. Planeamento Territorial e Ambiente – O caso da envolvente à Ria de Aveiro. Clifford (1978). 10ª Edição. McGraw-Hill. J. Fachada. Fincham. Fidélis. J. Manual de Psicossociologia das Organizações. Editora Objetiva. Lisboa. O Olhar. Psicologia das Relações Interpessoais. (1995). Oficina do Empreendedor. São Paulo. Lisboa.M. James B. E.. Aveiro. INOVAÇÃO – Novos Produtos. São Paulo. Contratação informática no Estado e demais Pessoas Colectivas públicas: o passado e o presente. Pedagogia Empreendedora. L. Freire. A. Production & Inventory Control. S. Fernando Nogueira (1994). Geertz. Edward J.Princípios da Comunicação Interpessoal. A. Gaiarsa. Just in time — Implementação de novas estratégias de fabrico. 12 . Dolabela. (1998). Dolabela. Hay. e Fernando Dolabela (2000). IAPMEI. Para uma História Cultural. J. Neves e A. 3nd Ed. Porto. São Paulo. Administração – Princípios de Gestão Empresarial. Maria Odete (2001). Cultura Editores Associados. Teresa (2001). Caetano (2001).. Marketing Pessoal. Estudos sobre o novo regime do sector empresarial do Estado. 4ª Edição. Sá da Costa Editora. Ganhão. (2000). Freire. Inteligência Emocional. Fogarty. Donald et al (1991). Adriano (2000). CCRN.. McGraw-Hill. Lisboa. (1996). Portugal. Lisboa.São Paulo. Gombrich. Goleman. Gonçalves. 8ª Edição. Rumo Press/Sucesso Consultoria. Eduardo Paz (2000). Helfer. Editorial Presença. Publishing Co. Coimbra. Lisboa. J. 2nd Edition. Cincinnati. J. Carlos Morais et al. Gibson e Ivancevich (2000). Oxford University Press. Gestão da Qualidade – Colecção O Gestor – Área da Produção. Editora Gente. Donnelly.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais Daveau. Lisboa. Robin e Peter Rhodes (1999). Organização de Serviços Municipais – Metodologia e guia prático. South Western. Ferreira. Almedina. Daniel (1995). Cultura Editores Associados. (1986). A Interpretação das culturas. José A. 10ª Edição.

O Marketing da sua Empresa. Lisboa. Marques. Magro. Florianópolis. Diagnóstico da sua Empresa. Lousã. Caderno de Documentação Comercial de Técnicas Administrativas. Lisboa. Lisboa. Lisboa. Lisboa: Texto Editora. Bloco 1. A. Cuide bem de sua Imagem Profissional. Lisboa. Marketing Pessoal. Lacroix. Técnicas de organização empresarial. Undrestanding Human Resource Management. Lisboa. Critérios. Lisboa. Raça e História. José (1998). Lysons. Geografia de Portugal: Ambiente natural e ocupação humana . Lévi-Strauss. Grupo Editorial Vida Económica. Técnicas Administrativas. Inovação Tecnológica – experiências das empresas portuguesas. Lynch.K. Guía Básica de la Sostenibilidad. IPPAR IPPAR (1995). Kamoche. Aires et al (1995). Lisboa. Património e Cultura. Atlas. Texto Editora. Aprovisionamento na Empresa (Biblioteca de Gestão Moderna). Mattoso. Gestão da Produção – Diagnóstico. Kevin (1999). Comportamento Organizacional e Gestão de Empresas. Marques. Acácio (1983). Arqueologia. C. Edições 70.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais Hyett. Lisboa. Texto Editora. Matos.. IPPAR. Bobbi (1986). Inventário do Património Arquitectónico e Arqueológico Classificado. Jorges. Maria Adelaide e Hélder Viegas da Silva (2004). Lisboa. Porto Editora. Texto Editora. Lisboa. Linkemer. Laranja. Maria Adelaide e Hélder Viegas da Silva (2004). Matos. Lisboa. Open University Press. 13 . Ed. O Princípio de Noé ou a Ética da Salvaguarda. Editora Monitor. IPPAR. Instituto Piaget. Planeamento e Controlo. Kotler. Editora Monitor. Michel (1999). tradução de Ibraíma Dafone. Mancini. 4ª Edição. (1996). Introdução à Análise Financeira de Empresas. Marketing para serviços profissionais. Publicações Dom Quixote. Formar para a Gestão da Qualidade Total TQ . Editorial Presença. Convenções e Recomendações. Maria Adelaide e Hélder Viegas da Silva (2004). Texto Editora. António (2004). Curso de Aprimoramento Profissional publicado em cinco fascículos pelo Jornal Diário Catarinense. Classificação de Bens Imóveis. Lisboa. Gradiva. Porto. Manuel Duarte et al (1997). Editorial Gustavo Gili. Lisboa. Bianca (1999). Buckingham. Levan. Paul (2004). Claude (2003). Joyce e David Cleeton (1999). CGD/IAPMEI. Cadernos Democráticos nº1. Epistemologia e Sociedade. Lisboa. Livraria Nobel. A Identidade Nacional. São Paulo. IPPAR (1993). CGD/IAPMEI. A imagem da cidade. Col. Instituto Piaget. Cartas. Editorial Estampa. Barcelona. Martins. São Paulo. Lisboa. K (2001). C. Lisboa. Ana Paula (1998). Medeiros. IPPAR (1995). Lisboa. Jeffries. Acácio (1983). 3ª Edição. Editorial Presença. Matos. Marketing da formação: Formador Prático. Caderno de Actividades de Contabilidade.uma Introdução. Magro. 7ª Ed. Vitor Oliveira (2000). Carlos Alves e Miguel Pina e Cunha (1996).Colecção do Formador Prático. David et al (2002). Philip e Paul N. (1990). Lisboa. Bloom (1990).

Porto. Lisboa. Polito. Pesquisa de Mercados. Peretti. O Sucesso Não Acontece Por Acaso. Lisboa. Virgínia (1998). Monitor – Projectos e Edições. Lisboa. Lisboa. O’Brien. (2000). Abril/Controljornal Editora. Sistemas de Informação para as Organizações. OIT. E. J. Alois (1999). Lisboa. (1991).. Pereira. (2001). Diagnóstico Prospectivo. Lisboa. São Paulo. Lisboa. Reinaldo (1997). Texto Editora. José A Bragança de (2001). Edições Sílabo. Ênio (2002). Montcel. Dave (1989). Riegl. Rui. Gabinete de Estudos (GEPE). 2ª Edição. Manual de Higiene e Segurança no Trabalho. Edições Sílabo. Lisboa. Balneário Camboriú.Organização Internacional do Trabalho (1984).N. Human Factors in Engineering and Design. Lda. Lisboa. MBA Intensivo em Marketing. Análise de Balanços. Patten. Molet. Portugal P.D. e M. Editora Portuguesa de Livros Técnicos e Científicos. Robbins..E. Hugues (1997). Publicações Dom Quixote. Madrid. Alain (1999). M. 4. Sanders (1987). Afrontamento.A. Paulo (1986). Ecologia e Território . Singapore. Fernando (1985). Dallas (1998). Moita. Ribeiro. Os Grandes Patrões da Indústria Portuguesa. Reis. CIDEC (Centro Interdisciplinar de Estudos Económicos). Marketing para a Pequena Empresa. Organização e Gestão da Manutenção. Stephen Paul (2004). McGraw-Hill. 5ª Ed. Lisboa. Reinaldo (1999). Lisboa. Rascão. Lair (1996). Porto Editora. Ministério da Economia (2003). Polito. José (2001). Marketing em Portugal. Pinto. A Gestão da Formação. Lda Padilha. Carlos (1997). Introduction à l’ étude du travail” traduzido por Maria José Sampaio Camacho. J. R. 64ª Edição. Editora Saraiva. Público e Universidade Autónoma.P. 14 .Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais McCormick. Publicações Dom Quixote. Gestão e Desenvolvimento Sócio-Organizacional.E. Lisboa: CIDEC. Carlos Varela (1999). Ed. Elisabeth (1993). Nabais. Janus 2001. Ed. (2000). Gestos & Postura para Falar Melhor. Editora Saraiva. S. Meignant. Edições Sílabo. Fundamentos do Comportamento Organizacional. Lisboa. Publicações Dom Quixote. Economia & Prospectiva . Ed. São Paulo. Texto Editora. Miranda. Lda.M. Lisboa. Lda. Miguel. História de Arte Portuguesa. Dicionário de Gestão. Edições Século XXI. Nunes. Alberto Sérgio S.J. (1999).ª Ed. Como Falar correctamente e sem inibições. Pessoa. Lisboa. 2ª Edição. Abril/Controljornal Editora. Lisboa.S 2000-2006. Lisboa. Presença. El culto moderno a los monumentos. Mónica. Visor. Moura.Inovar para Competir. Círculo de Leitores. Recursos Humanos. 20ª Edição. Prentice Hall.T.Anuário das Relações Exteriores. Marketing Pessoal e Imagem Pública. Editorial Presença. L. Coelho (1990). Maria Filomena (1990). Uma nova gestão industrial. Porto. 3ª. Edição. Teoria da Cultura. Lisboa. São Paulo. Murphy. Nazareth. Henri Tezenas du (1973). MBA Intensivo em Gestão.Regionalização Desenvolvimento Ordenamento do Território numa perspectiva ecológica. Lisboa.

(1990).Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores de Serviços e outros. Silva. not personnel: motivation and performance apparisal.. São Paulo. A comunicação na empresa. Jorge (2001). J. Lisboa. Universidade Católica Editora. Associação Industrial Portuguesa. (1997).Quixote. Valente. Carvalho e M. Francisco (1986). Boston. Chartered Institute of Personnel and Development. Saúde e Prevenção de Acidentes do Trabalho. Lisboa. António (1994). J. Exame / Abril – Controljorna Saias. Rés Editora. Salgueiro. Souris. Lisboa. Lisboa. Veiga. Lisboa. Lisboa.º 48/98. Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. A Empresa e a Contabilidade. Gestão de Sistemas de Segurança.Lei de Bases da Política de Ordenamento do território e de Urbanismo.. Lisboa. Trump. Vasconcellos e Sá. T. 3rd Ed. Gradiva. Seaver. Santos. Sousa. Organização de Serviços Municipais. 3ª Edição. Ed. Instrumentos Fundamentais de Gestão Financeira. Editorial Presença.. Editorial Verbo. Reinventar a Democracia. et al (2002).. Publicações Dom. London. R. A Gestão na prática. Rui e Fernando Cabral (2005). Porto. Pedro Almeida (2003). Introdução à Gestão – Uma abordagem Sistémica. e Tony Schwartz (1987). Manual para Avaliação Económico-Social de Projectos Industriais. Lidel . Lisboa. Unip. Texto Editora. Lisboa. Rousseau. Soto. Hélder Viegas da e Maria Adelaide Matos (1998). Lisboa. O Estrago da Nação.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais Rocha Oliveira. Lisboa. Higiene e Saúde no Trabalho. Universidade Técnica de Lisboa. Unido (1992). Texto Editora. Hélder Viegas (1999). Matt e Liam O’Mahony (2003). Edições Afrontamento. Psychological testing: a manager’s guide. Silva. Monitor. Manual de Distribuição. J. ISA 2000. Lisboa. A. Porto. entre a União das Associações de Comerciantes do Distrito de Lisboa e a Fetese . Lda Vieira. Paul (1992). C. L. de 11 de Agosto . Editora Campus. Gestão de Recursos Humanos. 15 . Lisboa. Manage People.Edições Profissionais. Eduardo (2002). Lei n. Marie-Hélène (1991).Edições Técnicas. Victor H. Organização e Administração de Empresas. Boaventura de Sousa (1998). Silva. Lisboa. Toplis. A Cidade em Portugal: uma Geografia Urbana. (1997). Amaral (1998). Trump – A arte da negociação. Suporte Legislativo Contrato colectivo de trabalho (CCT) para o Comércio do Distrito de Lisboa. Westhpalen. Pioneira Thomson Learning. Rio de Janeiro. Donald J. Higiene e Segurança. Comportamento Organizacional – O Impacto das Emoções. Vroom. A. (1992).. Hélder Viegas da e Maria Adelaide Matos (1997). Técnicas de Organização Empresarial. tradução de Áurea Cosenza Torres Dal Bó e Norma Pinto de Carvalho. J. Harvard Bussiness School Press. Manutenção Industrial – custo ou benefício?. Verlag Dashofer. Texto Editora. B. Cad. Democráticos nº4. Lisboa. Publicações Dom Quixote.

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Lei n.º 159/99 de 14 de Setembro - Estabelece o quadro de transferência de atribuições e competências para as autarquias locais. Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de Setembro – Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial. Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de Dezembro (versão reformulada pelo Decreto-Lei n.º 177/2001, de 4 de Junho) – Regime Jurídico de Urbanização e da Edificação. Legislação diversa em matéria de Segurança, Higiene e Saúde no trabalho. Jornais e Revistas Dirigir Distribuição Hoje Formar Exame (mensal). Lisboa: Abril / Controljornal. Executive Digest (mensal). Lisboa: Abril / Controljornal. Marketeer O Informador Fiscal Revista de Contabilidade e Comércio Endereços Electrónicos Ambiform – Centro de Estudos Ambientais - www.ambiform.online.pt Associação Portuguesa de Logística (APLOG) - www.aplog.pt Associação Portuguesa de Manutenção Industrial - www.apmi.pt Associação de Técnicos Oficiais de Contas (Atoc) - www.atoc.pt Centros Empresariais Anje - www.anje.pt Ciência e Tecnologia em Directo - www.cienciahoje.pt DECO – www.deco.proteste.pt Empresas sapo - www.sapo.pt/empresas Fábrica Digital - www.fabricadigital.pt Gestluz Consultores - www.ideiasenegócios.pt ICEP Portugal – Investimento, Comércio e Turismo - www.icep.pt INDEG/ISCTE – Instituto para o Desenvolvimento da Gestão Empresarial - www.indeg.org Informação ao Cidadão (Infocid) - www.infocid.pt Informática e Publicações (Jurinfor) - www.jurinfor.pt Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento (IAPMEI) - www.iapmei.pt Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) - www.iefp.pt Instituto Nacional de Estatística (Ine) - www.ine.pt Jornal de Negócios - www.negocios.pt Link – Pequenas e Médias Empresas - www.pmelink.pt Logística Moderna – Revista Independente dos profissionais de logística - www.logisticamoderna.com Notícias das Empresas - www.byweb.pt/noticiasdasempresas/ Portal de Management em Português - www.janelanaweb.com 16

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Portal das Tecnologias de Informação Electrónica Portuguesa - www.portugalhightech.com Proposta para um sistema de indicadores de desenvolvimento sustentável – DGA – www.iambiente.pt/sids7 Publindústria – Produção de Comunicação - www.publindustria.pt Revista de Manutenção - www.abraman.org.br/revista_manutencao Serviço de apoio a clientes – www.pmelink.pt Sociedade Editorial - www.aje.pt Transportes em Revista - www.transportesemrevista.com Outra Documentação Manuais de utilização dos programas informáticos adoptados pela escola. Outros Recursos Retroprojector e respectiva mesa. Ecrã de parede. Expositores para apresentação de trabalhos. Vídeo e televisor. Sala de aula equipada com computadores ligados à Internet. Outro material de apoio informático.

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Parte II

Módulos
Índice:
Módulo 1 Módulo 2 Módulo 3 Módulo 4 Módulo 5 Módulo 6 Módulo 7 Módulo 8 Módulo 9A Módulo 9B Módulo 9C Módulo 9D Módulo 10A Módulo 10B Módulo 10C Módulo 10D Módulo 11 Módulo 12 Módulo 13A Módulo 13B Módulo 13C Módulo 13D A Empresa e a sua Organização Gestão de Recursos Humanos Aplicações Informáticas Recursos Humanos Gestão da Produção/Qualidade Gestão de Stocks Gestão Comercial Marketing Aplicações Informáticas de Gestão de Stocks/Comercial Estudos de Mercado Planeamento e Técnicas de Controlo da Produção Recrutamento/Selecção/Integração Organização dos Serviços Municipais Comunicação Empresarial Gestão da Cadeia de Abastecimento Formação e Desenvolvimento Planeamento Territorial e Ambiente Análise Económica e Financeira Gestão Financeira Controlo de Tesouraria Gestão da Manutenção Comportamento Organizacional I Sistema de Informação Geográfica
Página

19 22 26 28 30 32 35 39 41 43 46 48 50 52 55 57 59 61 63 65 68 70 73 75 78

Módulo 14AC Aplicações Informáticas de Gestão Financeira Módulo 14B Módulo 14D Aplicações Informáticas de Gestão Industrial Gestão do Património Histórico e Cultural

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– Gestão B – Gestão/Planeamento e Produção C – Gestão/Recursos Humanos D – Gestão/Autárquica 19 .Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais Índice: Módulo 15A Módulo 15B Módulo 15C Módulo 15D Módulo 16A Módulo 16B Módulo 16C Módulo 16D Módulo 17A Módulo 17B Módulo 17C Módulo 17D Plano de Negócios Ergonomia e Estudo de Trabalho Comportamento Organizacional de Gestão II Aplicações Informáticas do POCAL Análise de Projectos Gestão de Qualidade e Inovação Segurança e Condições de Trabalho Contratação e Obras Públicas Inovação e Empreendedorismo Projecto de Gestão Industrial Gestão da Carreira Gestão Urbanística Página 80 82 85 87 88 90 94 96 99 101 103 106 Módulos Opcionais: A.

os alunos deverão ser capazes de: • • • • • • • • • • • • • • • • • • • dar a noção de Empresa/Organização. identificar as funções de gestão. explicar e apresentar as teorias organizacionais. explicitar os procedimentos para constituição de uma Empresa. A aplicação das noções e conceitos básicos de organização e gestão da empresa será efectuada à medida que os conteúdos forem leccionados. Apresentação Neste módulo pretende-se estabelecer o primeiro contacto com a realidade empresarial e organizacional. sensibilizar a responsabilidade social de qualquer Organização/Empresa. saber aplicar as técnicas de planeamento. caracterizar as áreas funcionais da Empresa. 20 . classificar as diversas actividades económicas. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 1 A Empresa e sua Organização Duração de Referência: 30 horas 1. saber identificar os vários tipos de organigramas. identificar os recursos da Empresa. caracterizar os níveis de gestão. através da realização de trabalhos individuais e de grupo. 2. identificar as políticas da Empresa. identificar os objectivos da Empresa. dar a noção de Planeamento. identificar as características das funções de gestão. identificar os níveis de gestão. identificar a evolução da organização e gestão do trabalho. identificar os tipos de planeamento saber distinguir as diversas técnicas de planeamento. sensibilizando o aluno para o estudo da fisionomia e da organização da empresa. incidindo fundamentalmente sobre a realidade empresarial e organizacional no contexto da União Europeia.

Editorial Verbo. S. 3. Lda. Paulo. Vasconcellos e Sá. Makron Books. Coelho (1990). Eduardo (2003). Lisboa. Lisboa. Texto Editora. Texto Editora. Jorge (2001). Teoria Geral da Administração. Edições Asa. Livros Bibliografia / Outros Recursos Brilman..et al. Texto Editora. Acácio (1983). 8. Idalberto (1998). Lisboa. Hélder Viegas e Maria Adelaide Matos (1998). Silva. Nunes.P et al. CGD/IAPMEI. 4. Introdução à Gestão – Uma abordagem Sistémica. Hélder Viegas e Maria Adelaide Matos (1997). Campos. Ed. António (1994). Organização e Administração de Empresas. Cruz. 6. Lisboa: Edições Sílabo. O Marketing da sua Empresa. Silva. Lisboa: Edições Sílabo. Patten. Helfer. Lisboa. Dave (1989).. Acácio (1983). Costa. Lisboa. Gestão: As Funções da Empresa. Lisboa. J. A Gestão na prática. 21 . Horácio e Pedro Correia Ribeiro (1998). 7. Diagnóstico da sua Empresa. Marketing para a Pequena Empresa. (1997). Fisionomia da empresa Funções da empresa Níveis de gestão Organização da empresa Actividades económicas e sua classificação Teoria Organizacional Responsabilidade Social Planeamento 4. 5. Lisboa. Magro. Jean (2000). As Melhores práticas de Gestão – No Centro do desempenho. Âmbito dos Conteúdos 1. Marketing em Portugal. V. Edições Sílabo. Chiavenato. Plátano Editora. Lisboa. Universidade Técnica de Lisboa. A Empresa e a Contabilidade. Magro. Lisboa. CGD/IAPMEI. Criação & Gestão de Micro-Empresas & Pequenos Negócios. 2. (1995). (1999). Lisboa. Presença. Técnicas de Organização Empresarial. Sousa. Ana Paula et al. Tecnologias de Administração. Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. Criar uma Empresa de Sucesso. Lisboa.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 1: A Empresa e sua Organização Cursos Profissionais 3. J. Lisboa. Campos. Lidel Edições. Ana R.

iapmei.pt Jornal de Negócios .pt Centros Empresariais Anje .www.pt Instituto Nacional de Estatística (Ine) .iefp.ine.pt Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) .www.pt Empresas sapo .www.www.anje.sapo.pt Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento (IAPMEI) www.jurinfor.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 1: A Empresa e sua Organização Cursos Profissionais Jornais e Revistas Executive Digest O Informador Fiscal Revista de Contabilidade e Comércio Distribuição Hoje Endereços Electrónicos Associação de Técnicos Oficiais de Contas (Atoc) .infocid.www.pt 22 .atoc.pt Informática e Publicações (Jurinfor) .pt/empresas Gestluz Consultores . Comércio e Turismo .www.www.ideiasenegócios.icep.www.www.pt Informação ao Cidadão (Infocid) .negocios.pt ICEP Portugal – Investimento.www.

que poderão utilizar ou sugerir nas empresas ou organismos com quem venham eventualmente a colaborar. reconhecer resistências à mudança. Nesse sentido. e fornecer serviços especializados nessa área. 2. A compreensão do modo como as pessoas actuam nesse contexto e os processos susceptíveis de influenciar as pessoas enquanto indivíduos e grupos é vital para o bom funcionamento das mesmas. • compreender a motivação e a satisfação e a importância do seu impacto. reconhecer a importância da cultura organizacional e o seu impacto a nível empresarial. Pretende-se igualmente. compreender o processo de mudança organizacional. visando complementar o ensino das técnicas de gestão. mas também na produtividade individual. • • • • • • • compreender a importância da liderança e a sua influencia no comportamento humano. fornecer-lhes uma série de ferramentas de gestão de recursos humanos. identificar situações de conflito e negociar soluções satisfatórias. valorizar a imagem de uma organização através das atitudes comunicacionais e dos efeitos comportamentais. Apresentação O módulo tem como preocupação abordar e compreender o contexto social em que a actividade de gestão se desenvolve. 23 . compreender o modo como funcionam os grupos e as equipas em situação profissional. Grande parte da actividade humana é exercida num contexto organizacional. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo. nos diversos tipos de empresas e na administração pública. os alunos deverão ser capazes de: • • compreender a abrangência do estudo do comportamento nas e das organizações. compreender os modelos de tomada de decisão e a sua importância na actividade de gestão. emitir pareceres sobre políticas de gestão e de desenvolvimento de recursos humanos. os alunos serão confrontados com o que actualmente acontece neste domínio. e numa visão essencialmente prática.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 2 Gestão de Recursos Humanos Duração de Referência: 30 horas 1. não apenas no bemestar pessoal. No final do curso o Técnico de Gestão deve estar apto para integrar ou dirigir a Gestão de Recursos Humanos nas organizações.

Formação e Aperfeiçoamento profissional 24 2. criatividade. Função dos Recursos Humanos • • • . adquirir autonomia no processo de aquisição e disseminação do conhecimento. média e grandes empresas. A gestão do pessoal e dos custos. micro. técnico e humano. Organizações e comportamento organizacional • • • • • • • • Comunicação Motivação e satisfação Liderança A tomada de decisão Grupos e equipas de trabalho Conflitos e negociação Cultura organizacional A mudança organizacional Gestão administrativa do pessoal. conhecer as modernas metodologias e técnicas da Gestão dos Recursos Humanos. introduzindo modificações no processo de trabalho. facilitador e inovador na obtenção de bons resultados.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 2: Gestão de Recursos Humanos Cursos Profissionais • sensibilizar os novos técnicos. tais como. vontade de aprender. como um factor diferenciador. primando pela busca da qualidade e da produtividade. em todos os níveis. actuar em todos os níveis de organização. através de uma visão sistémica. elaborar políticas inovadoras na área da gestão de pessoas. ter iniciativa. reconhecer e definir problemas. que o possibilite adaptar-se aos mais diversos segmentos de negócios. transferindo e disseminando conhecimentos. consciência da qualidade e das implicações éticas do seu trabalho. para estar apto a resolver questões internas e externas das organizações e suas relações humanas. abertura às mudanças. Âmbito dos Conteúdos 1. • • • • • • 3. com um sólido domínio conceptual. equacionar soluções. pequena. para a importância da adopção de atitudes e formas adequadas utilizadas no relacionamento entre as pessoas na organização. sociais e tecnológicas. pensar estrategicamente. generalista e polivalente do seu campo de actuação. actuando de forma empreendedora.

Editora Campus. O processo de selecção: Conceito de selecção.. 5ªEdição. A. Recursos Humanos e Sucesso Empresarial. A informação e a comunicação. (2004). Miguel Pina et al (2004). Manual de Comportamento Organizacional e Gestão. Avaliação e controlo de resultados. Editorial Presença. Idalberto (1999). 25 . R. S. São Paulo. Lisboa. Editora.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 2: Gestão de Recursos Humanos Cursos Profissionais • • O desenvolvimento social. Recursos Humanos. Bibliografia / Outros Recursos Livros Câmara. 7ª Edição. Estanqueiro. Editora Atlas. Chiavenato. Canais de recrutamento. 10ª Edição. Publicações Dom Quixote. Humanator. São Paulo. Saber lidar com as pessoas. Conceito de recrutamento Fontes de recrutamento O processo de recrutamento. Pedro et al (2003). Lisboa.. Regime Jurídico do Pessoal Autárquico • • • • • • • • • 4. Recrutamento de Pessoal • • • • • • • • 4. Noções gerais Aquisição da qualidade de agente e funcionário Recrutamento e selecção Requisitos gerais e especiais Formas de provimento Posse Quadros e Carreiras Direitos e Deveres Regime disciplinar 3. Passos e processo de selecção.A. Chiavenato. Idalberto (2002). Cunha. Gestão de pessoas. Princípios da Comunicação Interpessoal.H.

3ª. Edições Sílabo.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 2: Gestão de Recursos Humanos Cursos Profissionais Ferreira. Fundamentos do Comportamento Organizacional. E. (2001). Recursos Humanos. Stephen P. Outros Recursos Retroprojector e respectiva mesa.M. Peretti. J. São Paulo. Lisboa. McGraw-Hill. São Paulo.l. Eduardo (2002). Neves e A. Manual de Psicossociologia das Organizações. Ecrã de parede. Sala de aula equipada com computadores ligados à Internet. Expositores para apresentação de trabalhos. Pioneira Thomson Learning. Edição. Vídeo e televisor. Portugal. J. 26 . Comportamento Organizacional – O Impacto das Emoções. Robbins. Soto. Caetano (2001). (2004).Prentice Hall.M. J.

Uma adequada familiarização com as funcionalidades destas aplicações informáticas é. independentemente da sua dimensão ou natureza. A gestão de contratos • • • 27 . identificar e utilizar os diversos sistemas de codificação. quer estratégica. fundamental no perfil de competências dos Técnicos de Gestão. Âmbito dos Conteúdos 1. em qualquer empresa. actualmente. os alunos deverão ser capazes de: • • • compreender a importância das aplicações informáticas de gestão. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo. Com este módulo pretende-se que os alunos compreendam e dominem as várias vertentes de um programa informático de gestão de recursos humanos.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 3 Aplicações Informáticas de Recursos Humanos Duração de Referência: 21 horas 1. quer corrente. por isso. um instrumento indispensável para a gestão. manipular correctamente as aplicações informáticas de gestão de recursos humanos. 3. Apresentação Os sistemas integrados de informação são. O ambiente geral de trabalho da aplicação • • • Instalação da aplicação Licenciamento Menus de administração e utilização Abertura Renovações Revogações e demissões 2. 2.

Quadro de pessoal • Mapas gestão interna . feriados e faltas Tipos de remuneração Obrigações fiscais e parafiscais Processamentos mensais Pagamentos Mapas oficiais . Relatórios • 4.Sindicatos -.Seguros -. O cadastro de pessoal • • • Identificação do funcionário Dados pessoais Dependentes e independentes Tipos de processamento Período Férias.Segurança social -. Sala de aula equipada com computadores. O processamento de vencimentos • • • • • • • 5.IRS -. e material de apoio informático. Bibliografia/Outros Recursos Manual de utilização relativo ao programa informático adoptado.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 3: Aplicações Informáticas de Recursos Humanos Cursos Profissionais 3.Custeio 4.Caixa geral de aposentações -.Estatísticas de tempo de trabalho . 28 .

conhecer as questões mais frequentes que determinam a qualidade total. os recursos e os meios de que dispõem. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo. pretende-se que os alunos compreendam a importância de uma adequada gestão da produção. A gestão da produção deve ser entendida como parte de um projecto global da empresa.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 4 Gestão da Produção/Qualidade Duração de Referência: 30 horas 1. os alunos deverão ser capazes de: • • • • • • • • • • • compreender a importância de uma adequada gestão da produção nos custos das empresas. conhecer as variáveis técnicas de planeamento da produção. Os objectivos da Gestão da Produção • • • • A qualidade O respeito pelos prazos Os custos A flexibilidade 29 . nas melhores condições. aplicar a situações concretas melhorias no “lay-out” e na circulação. aplicar formas e métodos de planeamento a casos concretos. conhecer os factores que determinam a qualidade. De facto todas as empresas esforçam-se por utilizar. 2. aplicar técnicas da gestão da produção. 3. O que é a produção? 2. Âmbito dos Conteúdos 1. analisar estruturas organizacionais. compreender as questões relacionadas com a questão “comprar” ou “fabricar. analisar as implicações das localizações a nível de custos. afim de atingir os objectivos a que se propõem.” conhecer os factores que determinam a localização de uma indústria. Apresentação Neste módulo.

com revisão de J. comprar ou subcontratar? Localização fabril .Factores que determinam a localização fabril . Elementos comuns a todo o processo produtivo • • • Matérias-primas Máquinas (Instalação dos equipamentos) Trabalho Fabricar. P. Internacionalização – Desafios para Portugal. Lisboa. Os tipos de produção: • • • 7.V. Gestão. Freitas e Silva. Lda. Edições Sílabo. A decisão da produção • • 6. Plátano Editora. (1998). Lisboa. Técnicas de planeamento: • • • • 8. Controlo da qualidade 10. (1993). A.º Ano. Jordão. Lisboa. Tradução de J.V. Freire. Controlo da produção 9.A. 30 .Custos que a localização pode comportar 5. Organização e Gestão Empresarial – 10. Baranger. Campos. Publicações Dom Quixote.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 4: Gestão da Produção / Qualidade Cursos Profissionais 3. Conservação e substituição do equipamento 11. O desenvolvimento do processo produtivo • • • A planificação O despacho O controlo do processo Contínua Descontínua Por projecto Gráficos de Gantt Pert Jit Kamban 4. Verbo. Lisboa. Novas tecnologias 4. Strategor – Política global da empresa. (1993). Bibliografia/Outros Recursos Livros A. Ana Paula et al (2004).

explicar a localização e implantação do armazém. os alunos deverão ser capazes de: • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • dar a noção de gestão de stocks/aprovisionamento. dar a noção de vigilância do nível de stock. saber caracterizar os tipos de armazéns. No desenvolvimento deste módulo. identificar as características do stock de segurança. Apresentação Este módulo permite ao aluno adquirir conhecimentos e técnicas referentes à função de gestão de stocks e de aprovisionamento. pretende-se que o aluno identifique e caracterize as diversas tarefas administrativas inerentes a qualquer armazém. identificar os tipos de stocks. representar a solução óptima da quantidade a encomendar. dar a noção de guia de remessa. identificar os tipos de equipamentos do armazém. 31 . dar a noção de stock médio. 2. identificar as características da nota de encomenda. identificar as características da guia de remessa. seja de uma empresa comercial e/ou de uma empresa industrial. caracterizar e calcular os custos de posse e de efectivação. caracterizar o stock médio. explicar e caracterizar as tarefas administrativas. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo. calcular o stock médio. assim como a manipulação dos documentos de suporte à gestão de stocks. dar a noção de renovação de stock. dar a noção de nota de encomenda. aplicar a organização material.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 5 Gestão de Stocks Duração de Referência: 30 horas 1. dar a noção de stock de segurança.

Campos. Os stocks A importância da gestão de stocks Os armazéns Gestão administrativa de stocks Stock médio Stock de segurança Representação gráfica Gestão económica de stocks Renovação económica dos stocks Aplicação informática de gestão de stocks 4. 4. 3. Jornais e Revistas Exame (mensal).iapmei.proteste. 9. 6. Editora Verbo. Sousa. Bibliografia / Outros Recursos Livros A. Lisboa: Abril / Controljornal. identificar os sistemas de codificação. A. 7. utilizar correctamente as aplicações informáticas de gestão de stocks. 5. Tradução de J. Freitas e Silva. (1998). Âmbito dos Conteúdos 1. 2. Executive Digest (mensal). 3. Lisboa: Editorial Verbo. com revisão de J. Lisboa. Plátano Editora. Ana Paula et al (2004).A.V. Strategor – Política global da empresa. 8. Lisboa.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 5: Gestão de Stocks Cursos Profissionais • • • • explicar o método de cálculo da quantidades económicas a encomendar. Freire. Lisboa: Abril / Controljornal. (1993). (1994). Organização e Gestão Empresarial – 10. Endereços Electrónicos Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento – www. Internacionalização – Desafios para Portugal. A. Publicações Dom Quixote. calcular a quantidade óptima de encomenda.deco. Lisboa. Introdução à Gestão – uma abordagem sistémica. Jordão.º Ano.pt DECO – www. 10.pt 32 .V.

numa dinâmica de comércio internacional e 33 . Apresentação Neste módulo pretende-se que os alunos conheçam a função comercial. analisar as questões que se colocam perante a qualidade. Vender e prestar serviços são os objectivos de qualquer empresa.analisar factores de sucesso da força de vendas. • • • • compreender as estratégias comerciais da empresa.avaliar os resultados das acções comerciais. os alunos deverão ser capazes de: • • conhecer a função comercial.analisar questões que se colocam internacionalização. -.analisar a clientela. Esta função visa o estudo do cliente enquanto consumidor dos produtos de um mercado.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 6 Gestão Comercial Duração de Referência: 30 horas 1. pois só assim pode assegurar a sua própria sobrevivência. -. prever e programar as vendas. • • conhecer os objectivos fundamentais da função comercial. -.analisar a importância da distribuição nas empresas de hoje. -. descrever o processo de transição de uma organização económica baseada na produção para uma organização económica baseada no consumo. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo. analisar os métodos e técnicas de estudos de mercado.interpretar a curva da clientela. controlar e analisar a execução de um programa de vendas: -. -. valor e possibilidade dos produtos num mercado (ciclo de vida do produto). recorrendo a actividades e técnicas diversificadas no sentido de o conhecer e de caracterizar cada mercado. 2.

Manual de Distribuição. Plátano Editora.º Ano. Lisboa. Lisboa. Exame / Abril – Controljorna. 34 . (1993). Força de vendas • • • 4.Vendas por período de tempo .A. elaboração e análise Distribuição: fases. teste de embalagem. estudos de televisão • As informações internas da empresa: . A. Internacionalização – Desafios para Portugal. J. Lisboa. Ana Paula et al (2004). Tradução de J. (1997).Vendas por área . Strategor – Política global da empresa. Freitas e Silva. com Revisão de J.Vendas por vendedor 2. Âmbito dos Conteúdos 1. Freire. Introdução à Gestão – uma abordagem sistémica.V. Lisboa. Sousa.V.Vendas por produto . Campos. Lisboa: Publicações Dom Quixote. Bibliografia/Outros Recursos Livros A. (1998). Verbo. Jordão. António (1994). motivações e a recolha de dados • • • A curva da clientela: noção.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 6: Gestão Comercial Cursos Profissionais 3. intervenientes e os canais de distribuição Estatísticas de vendas O atendimento O argumento A negociação e o controlo de vendas 3. Editorial Verbo. Rousseau.A. Análise da Clientela • O estudo do comportamento do consumidor: necessidades. Inquéritos de atitudes. Estudos comerciais e de mercado • • • • Noção de mercado Formas de mercado Estudos de mercado Inquéritos sobre o produto. Organização e Gestão Empresarial – 10.

deco.pt 35 . Lisboa: Abril / Controljornal. iapmei. Executive Digest (mensal).pt DECO – www. Lisboa: Abril / Controljornal.proteste.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 6: Gestão Comercial Cursos Profissionais Jornais e Revistas Exame (mensal). Endereços Electrónicos Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento – www.

caracterizar as diferentes variáveis do marketing-mix. ponderar a escolha do mercado alvo. surge necessariamente o estudo da concorrência de forma qualitativa e quantitativa. estudam-se as variáveis principais do mix do marketing: o produto. comparar diferentes canais de distribuição. que formule uma opinião crítica sobre este fenómeno. compreender as estratégias de marketing utilizadas pela empresa. o mercado e o marketing. 2. é importante que o aluno a conheça. definir estratégias de marketing. pois só assim pode assegurar a sua própria sobrevivência. Por fim. Historicamente os condicionalismos internos e externos em que a empresa se movimenta foram variando e só começamos a ouvir falar em marketing. Depois de compreender o cliente. distinguir mercados. a distribuição e a comunicação. Este tema permitirá a percepção da linguagem comercial mais frequentemente utilizada. Foi o primeiro país que utilizou o marketing como meio para resolver os problemas criados pela produção em massa derivada do “taylorismo”. nos Estados Unidos da América. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 7 Marketing Duração de Referência: 30 horas 1. Apresentação Vender e prestar serviços são os objectivos de qualquer empresa. os alunos deverão ser capazes de: • • • • • • • • • interpretar o conceito de marketing. o preço. Este módulo dedica-se ao estudo do marketing como fenómeno actual e ao crescente papel que assume em qualquer empresa. explicar as diferentes fases do ciclo de vida dos produtos. 36 . distinguir os diferentes níveis dentro do contexto de marketing. Uma vez que o marketing implica uma determinada atitude. e inevitavelmente. acima de tudo. a interprete e. no século passado.

O mercado e a concorrência • • • • • • • • • • • • • • • • 3.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 7: Marketing Cursos Profissionais 3. O marketing na gestão da empresa • Explicar sumariamente as alterações que o conceito de marketing sofreu nas últimas Definir marketing Distinguir marketing de vendas Clarificar a posição do cliente segundo o conceito de marketing Assumir uma atitude crítica relativamente à utilização do marketing Identificar as atribuições de um profissional de marketing e compará-las com as do director comercial • • Discutir o papel do marketing face às novas tecnologias de informação Identificar as variáveis do marketing-mix Definir mercado segundo o sentido lato e o sentido restrito Determinar a dimensão do mercado num caso concreto Distinguir os vários critérios de segmentação de mercado Indicar as características dos vários segmentos de mercado definidos por uma empresa Identificar critérios de segmentação Homogeneidade Mensurabilidade Acessibilidade Substancialidade Identificar as características dos consumidores Discriminar o processo de decisão de compra Definir quota de mercado Calcular quotas de mercado Desenhar a curva de Lorenz Interpretar a curva de Lorenz e apresentar conclusões Elaborar a curva dos clientes Definir produto Distinguir produto objectivo de produto mental Identificar o posicionamento dos produtos Definir gama de produtos Distinguir as características da gama de produtos 37 décadas • • • • • 2. Âmbito dos Conteúdos 1. O produto • • • • • .

A distribuição • • • • • • • • 6.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 7: Marketing Cursos Profissionais • • • • • • • • • • • • Identificar a gama de produtos de uma empresa Distinguir as funções da embalagem Distinguir diferentes tipos de embalagem Reconhecer a necessidade da utilização de uma marca Classificar marcas Marca institucional Marca produto Seleccionar estratégias de marca de acordo com o tipo de produto Averiguar a importância do ciclo de vida de um produto Identificar e distinguir as fases dos ciclos de vida dos produtos Identificar e distinguir as fases dos ciclos de vida dos mercados Interligar o ciclo de vida do produto com o ciclo de vida do seu mercado Definir preço segundo a perspectiva de marketing Reconhecer a importância do preço de um produto Utilizar nomenclatura associada ao preço (preço de imitação. A comunicação • • • .preço Definir intermediário Definir distribuição Identificar intermediários num determinado circuito de distribuição Distinguir os diferentes circuitos de distribuição Escolher a estratégia de distribuição adequada a um produto Escolher a melhor forma de distribuir o produto ao ponto de venda Reconhecer a distribuição como instrumento de marketing Explicar a técnica de merchandising na distribuição Definir “força de vendas” Assumir uma atitude crítica acerca das estratégias de comunicação de um produto. preço de prestígio. O preço • • • • • • • 5. preço de concorrência. preço de confrontação entre outros) Conhecer os mecanismos da fixação dos preços Calcular a margem bruta Calcular o ponto morto (ponto crítico) das vendas Argumentar acerca do binómio: consumidor . nomeadamente a utilização das novas tecnologias de informação Definir os objectivos da comunicação em marketing 38 4.

Freitas e Silva. (1993). Lisboa: Publicações Dom Quixote. Freire. Campos. Técnicas de Organização Empresarial. A. Lisboa: Verbo. Organização e Gestão Empresarial – 10. Jornais e Revistas Exame (mensal). Texto Editora. (1998). Endereços Electrónicos Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento – www.A. iapmei.V. Executive Digest (mensal). Bibliografia/Outros Recursos Livros A. Silva. Lisboa. com Revisão de J. Lisboa. Hélder Viegas (1999). Lisboa: Abril / Controljornal. Plátano Editora. Editorial Verbo. A. Internacionalização – Desafios para Portugal.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 7: Marketing Cursos Profissionais • • • Explicar em que consiste o marketing directo Explicar em que consiste o telemarketing Identificar o mix da comunicação 4.V. (1994). Tradução de J. Lisboa: Abril / Controljornal. Strategor – Política global da empresa.º Ano. Lisboa. Sousa. Introdução à Gestão – uma abordagem sistémica.pt 39 . Ana Paula et al (2004). Jordão.

Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 8 Aplicações Informáticas de Gestão de Stocks/Comercial Duração de Referência: 18 horas 1. Para além do processamento é importante a emissão e análise dos mapas estatísticos obtidos a partir da aplicação. Tem como principais objectivos conhecer a estrutura de um software de Gestão Comercial e saber utilizar a aplicação no controlo e facturação de vendas. Conhecer a estrutura de um software de Gestão Comercial e saber utilizar a aplicação no controlo e facturação de vendas. utilizar os dados gerais de identificação da empresa. analisar tabelas criadas. os alunos deverão ser capazes de: • • • • • • • • • • conhecer a estrutura de um software de Gestão Comercial. aplicar controlo e facturação de vendas. com base nos conceitos e procedimentos aprendidos no módulo 6 “Gestão Comercial”. instrumento fundamental para uma gestão comercial. criar tabelas novas. compreender a utilidades das tabelas e ficheiros. Para além do processamento é importante a emissão e análise dos mapas estatísticos obtidos a partir da aplicação. Apresentação O desenvolvimento deste tema far-se-á. conhecer os objectivos da aplicação do software. abrir uma empresa no software. com recurso a uma aplicação informática de Gestão Comercial. 2. preencher as fichas de clientes e fornecedores. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo. instrumento fundamental para uma gestão comercial. • 40 . definir parâmetros da aplicação. conhecer as fórmulas de cálculo.

Sala de aula equipada com computadores e material de apoio informático. Bibliografia / Outros Recursos Manual de utilização relativo ao programa informático adoptado. 41 .Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 8: Aplicações Informáticas de Gestão de Stocks/Comercial Cursos Profissionais 3. Aplicação de Gestão Comercial • • • Configuração e preparação Abertura da empresa Definição de Parâmetros Utilização dos ficheiros Criação de novos ficheiros Tipo de processamento Procedimentos Correcções Emissão e análise de documentos e mapas 3. Mapas • 4. Processamento documental • • • 5. Introdução 2. Âmbito dos Conteúdos 1. Preenchimento de tabelas e ficheiros • • 4.

os alunos deverão ser capazes de: • • • perceber a importância de um estudo de mercado. poderá também ser útil para avaliar a actual situação da empresa e da adequação da oferta da empresa às oportunidades do mercado detectadas. compreender como elaborar um estudo de mercado. pesquisar através dos meios colocados à disposição dos alunos o meio onde se insere a empresa • • caracterizar o meio onde se encontra inserida a empresa. mas sim a amplitude das consequências que uma decisão pode causar. O estudo de mercado servirá para analisar a procura. Este serve de uma maneira geral para responder a duas preocupações essenciais: a obtenção de informação que auxilie a tomada de decisões numa empresa e por outro lado ajudar no âmbito do estudo na área das ciências sociais. elaborar os quadros normais e de relacionamento do estudo de mercado. Por outro lado. segmentação do mercado. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo. nomeadamente na teoria das classes sociais. • • conhecer as diversas formas de representar graficamente os dados dos inquéritos. 42 . perceber que a formulação do problema é uma etapa fundamental para a validade dos seus resultados. 2. No mundo dos negócios não é a qualidade das decisões que é tomada que assume maior importância.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 9A Estudos de Mercado Duração de Referência: 36 horas 1. Apresentação Neste módulo pretende-se que os alunos compreendam a importância de um estudo de mercado. no sentido de analisar oportunidades novas de negócios. da procura.

Representação gráfica de dados (questionários) • Histograma • Polígono de frequências • Gráfico de barras • Gráfico de linhas • Diagramas circulares ou gráfico em sectores • Curvas de frequências 4. Bibliografia/Outros Recursos Livros Reis.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 9A: Estudos de Mercado Cursos Profissionais 3. Edições Sílabo. 5.Inquéritos pelo telefone 3. Pesquisa de Mercados. Elisabeth (1993). Noção e objectivos: • • • O que é um estudo de mercado? Objectivos do estudo de mercado Para quê e porquê? Regras gerais para a construção de um inquérito 2. Como se elabora um questionário? • • A formulação do problema • Métodos de recolha externa de informação: . Tabelas de distribuição de frequências Quadros dos inquéritos Relacionamento dos quadros 4. 6.A entrevista pessoal .Os inquéritos pelo correio . Âmbito dos Conteúdos 1. Lisboa. 43 .

torna-se cada vez mais complicado atingir este objectivo. É preciso ter a capacidade de gerir. através da realização de um planeamento adequado. conhecer e aplicar métodos de previsão. mais competitivas e mais orientadas para o cliente. 2. Apresentação O objectivo principal de todas as empresas é o lucro. explicar a lógica sequencial do processo de Planeamento. compreender e justificar a importância do Controlo da Produção. conhecer e aplicar métodos de balanceamentos de processos produtivos. os alunos deverão ser capazes de: • • • • • definir Planeamento e distinguir os diversos tipos de Planeamento. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo. planear e controlar a empresa em todos os seus processos. bem como algumas das ferramentas utilizadas pelas empresas para a sua realização. implementado recorrendo a técnicas de controlo de produção. justificar a complexidade da gestão de processos em empresas industriais. As empresas têm de ser cada vez mais produtivas. ambicioso e realista. explicar resumidamente o Controlo da Produção. compreender e associar os conceitos de tempo de ciclo e capacidade de produção. saber aplicar técnicas de Planeamento e Controlo da Produção (Gantt e PERT). Este módulo permitirá aos futuros técnicos compreender e adquirir competências em algumas das técnicas e ferramentas que permitem às empresas alcançar os seus objectivos de Produção. Num ambiente de competição global como aquele em que vivem as empresas actualmente. • • • • • • • • referir os objectivos e problemas associados à previsão da Procura. explicar os conceitos de Margem Total. 44 . explicar a importância dos gráficos de Gantt na gestão de projectos. Não há lugar para erros ou ineficiências nos processos produtivos. saber detectar gargalos em sistemas de produção.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 9B Planeamento e Técnicas de Controlo da Produção Duração de Referência: 36 horas 1. Margem Livre e Margem Independente.

Donald et al (1991). Táctico e Operacional Plano Industrial e Comercial (PIC) Plano Director de Produção (PDP) Objectivos e problemas associados Elementos de escolha Fontes de informação Tipologia da procura Generalidades sobre os métodos de previsão Métodos qualitativos e métodos quantitativos Representação gráfica Métodos da decomposição. Lda.Âmbito dos Conteúdos 1. das médias móveis e de alisamento exponencial Outros modelos matemáticos Erros e incerteza das previsões Gráficos Gantt Redes PERT/ CPM Método Kanban Balanceamento de linhas de produção (tempos de ciclo. A et al (1997). Métodos de previsão • • • • • • 4. equilíbrio da capacidade produtiva vs. LIDEL . Cincinnati. Fogarty.Bibliografia/Outros Recursos Livros Courtois. detecção de “estrangulamentos” ou “gargalos. fluxos de produção). Fundamentos sobre Planeamento e Controlo da Produção • • • • Generalidades Planeamento Estratégico. 45 . 4ª Edição. Production & Inventory Control. Previsão da procura • • • • 3. Técnicas de Planeamento e Controlo da Produção • • • • 4.Edições Técnicas. 2ª Edição. • • Redes de fabricação Técnica LOB (Line Of Balance) 2. South Western Publishing Co.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 9B: Planeamento e Técnicas de Controlo de Produção Cursos Profissionais 3. Gestão da Produção.

. 46 . Aires et al (1995). Ana Paula (1998). Administração da Produção e Operações. Norman e Greg Frazier (2001). Marques. Publicações Dom Quixote.. Porto. Lousã. Dicionário de Gestão. Texto Editora. Porto Editora. São Paulo. Henri Tezenas du. 8ª Edição. Lisboa. Bloco I. Gestão da Produção – Diagnóstico. Técnicas de Organização Empresarial. 4ª Edição.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 9B: Planeamento e Técnicas de Controlo de Produção Cursos Profissionais Gaither.(1973). Montcel. Editora Pioneira Thomson Learning. Lisboa. Planeamento e Controlo.

as organizações procuram atrair indivíduos e obter informações a respeito deles para decidir sobre o interesse em admiti-los ou não. o processo de atracção e escolha não é simples e define-se através do processo de recrutamento e selecção de pessoas. Apresentação Com este módulo. Do ponto de vista da organização. Da mesma forma como os indivíduos atraem e seleccionam as organizações. construir um guião para Entrevista de Selecção. completando-se o ciclo com o acolhimento e integração do futuro colaborador. • construir um procedimento de acolhimento aos novos colaboradores. construir um Curriculum vitae.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 9C Recrutamento / Selecção / Integração Duração de Referência: 36 horas 1. informando-se e formando opiniões a respeito delas. reconhecer diferentes técnicas de Selecção. 47 . construir um anúncio de Recrutamento. explicar o processo de Recrutamento. • • • • • • • distinguir entre Recrutamento externo e Recrutamento interno. compreender que o sucesso da integração. recai sobre a qualidade do procedimentos de acolhimento dos novos colaboradores. pretende-se que os alunos reconheçam que os indivíduos e as organizações estão ligados num contínuo processo de atrair uns aos outros. os alunos deverão ser capazes de: • reconhecer o Recrutamento e a Selecção como fases distintas de um processo para o preenchimento de um cargo vago. 2. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo.

Rocha Oliveira. Comportamento Organizacional e Gestão de Empresas. Editorial Presença. 7ª Edição. O Manual de Acolhimento. Pedro. Tipos de Recrutamento.. Fases do Recrutamento e Selecção. Fundamentos do Comportamento Organizacional. Prentice Hall. J. São Paulo.et al (1997). Robbins. Carlos Alves e Miguel Pina e Cunha. Chiavenato.? Estratégia e Instrumentos de Planeamento de R. Gestão de Recursos Humanos. Administração de Recursos Humanos . A importância da Integração. Lisboa. Edições Sílabo. Publicações Dom Quixote. Bibliografia/Outros Recursos Livros Câmara.Fundamentos Básicos – 7ª Edição. O Curriculum vitae e a Entrevista de Selecção. Idalberto. (1997). M. 48 . Lda. • • • • • 3. Stephen P (2004).Âmbito dos Conteúdos 1.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 9C: Recrutamento/Selecção/Integração Cursos Profissionais 3. • • O que é o Planeamento de R. Paulo. Recursos Humanos.A. Fontes de Recrutamento: Vantagens e Desvantagens. Planeamento de Recursos Humanos:. (1996). Peretti.H.H. 5ª Edição. Lisboa. Atlas Dinalivro. Publicações Dom Quixote. Lisboa. Recrutamento.J. (1997). S. Humanator – Recursos Humanos e Sucesso Empresarial. 2. Lisboa. Marques. 4. Selecção e Integração.

passando pelos desafios que se colocam à moderna administração (mais participada. seja no trânsito dos aglomerados urbanos. e por outro. 49 . Porém. assim como pelo sistema de gestão pública e instrumentos de controlo e de política. Todavia a realidade das autarquias é complexa e a amplitude das suas atribuições interfere quotidianamente na vida dos cidadãos. e a partir deste. compreender a circulação da informação numa Câmara Municipal. seus conteúdos e funções. pois para além da ideia comum que tal matéria deve caber à Câmara Municipal ou à Junta de Freguesia na generalidade. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo. dado que as mesmas são desconhecidas. antes de se centrar na matéria específica das autarquias convirá relembrar alguns conceitos da Administração Pública. que o presente módulo se propõe realizar. a compreensão da estrutura de serviços (da Câmara Municipal ou da Junta de Freguesia). designadamente o seu conteúdo e funções. explicitar a organização interna e a respectiva estrutura de serviços (organigrama). Para concluir o módulo julga-se oportuno introduzir um exemplo sobre a circulação da informação numa Câmara Municipal (tramitação). pouco se sabe. identificar a estrutura das Autarquias Locais. 2. Com o enfoque nos órgãos das autarquias democraticamente eleitos pelo conjunto dos cidadãos. seja no abastecimento de bens (água. Apresentação Este módulo tem por objectivo preparar o Técnico de Gestão Autárquica para o conhecimento das Autarquias Locais. Ora é no intuito de fornecer. seja na recolha e eliminação dos resíduos que diariamente produzimos. electricidade e gás).Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 9 D Organização dos Serviços Municipais Duração de Referência: 36 horas 1. os alunos deverão ser capazes de: • • • • • conhecer a Administração Pública. compreender os desafios que se colocam à moderna Administração. por um lado um quadro de referência sólido acerca das atribuições e competências das Autarquias Locais. estudar-se-á o quadro de transferência de atribuições e competências para as autarquias locais. conhecer os sistemas de gestão pública e os instrumentos de controle e de política. mais eficaz e eficiente).

2. (1986). Organização de Serviços Municipais – Metodologia e guia prático.º 159/99 de 14 de Setembro . 50 . Âmbito dos Conteúdos 1. Lisboa. Carlos Morais et al.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 9D: Organização dos Serviços Municipais Cursos Profissionais 3. 13. escalonamento e pessoal Actividades operativas e actividades instrumentais Estruturação dos serviços. 11. CCRN. 5. A A dm in is tr aç ã o P ú bl i c a. Associação Industrial Portuguesa. 4. 3. 9. 7. 12. 6. Valente.Estabelece o quadro de transferência de atribuições e competências para as autarquias locais. Bibliografia/Outros Recursos Livros Gaio. Francisco (1986). Porto.um exemplo de tramitação 4. 8. O organograma dos serviços de uma Autarquia A circulação da informação numa Câmara Municipal . Organização de Serviços Municipais. funções. Suporte Legislativo Lei n. 10. projectos e actividades As Autarquias Locais O Município e a Freguesia como unidades administrativas Órgãos executivos e deliberativos dos municípios e das freguesias A representatividade nas Autarquias Locais As atribuições e as competências das Autarquias Locais Estrutura orgânica nas autarquias: actividades. s e us c o nt e úd os e f unç õ es • O conteúdo material e orgânico da Administração Pública A moderna Administração Sistema de Gestão Pública e instrumentos de controlo e de política A política orçamental por programas.

em função dos públicos externos e internos de uma empresa/organização. entender o fluxo das informações. 6. 3. Apresentação A comunicação empresarial é um módulo que pretende propiciar o conhecimento das novas tecnologias da comunicação empresarial. dar-lhe uma personalidade. As componentes da comunicação A comunicação verbal e não verbal Como elaborar um plano de comunicação • • 4. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo. 5. Clarificar as intenções Uma política de imagem As atribuições de um responsável pela comunicação Como comunicar um cenário de crise Oral Audiovisual 51 A quem confiar a comunicação exterior de uma empresa? • A comunicação em tempos de crise • Estratégia de comunicação interna • • . utilizar as técnicas de comunicação empresarial. reconhecida por todo o público e uma identidade diferente da concorrência. Âmbito dos Conteúdos 1. os alunos deverão ser capazes de: • • • compreender os conceitos básicos no campo comunicacional. visando a construção de uma imagem positiva. 2. A missão da comunicação empresarial consiste em posicionar a empresa. ou seja. 2. 3. afim de que o aluno possa dominar conceitos de produção. • elaborar um plano de comunicação.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 10A Comunicação Empresarial Duração de Referência: 36 horas 1. difusão e veiculação de mensagens destinadas aos públicos internos e externos de uma organização.

10.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 10A: Comunicação Empresarial Cursos Profissionais 7. Lisboa: Abril / Controljornal 52 . Plátano Editora. Jordão. A comunicação no tempo • • 9. Silva Viegas.º Ano. Ana Paula et al (2004). Executive Digest (mensal). (1994). A comunicação no dia-a-dia • • • • Os primeiros contactos com a empresa Um código de cortesia telefónico Correspondência organizada cuidadosamente O acolhimento A escolha de um brinde para a empresa A relação com as escolas 8. Texto Editora. A. Lisboa: Editorial Verbo. Freire.: Sponsoring e Mecenato? 4. Porto. Westhpalen. com Revisão de J. (1999). A comunicação na empresa. Marie-Hélène (1991). Internacionalização – Desafios para Portugal. Lisboa: Verbo. Tradução de J. Rés Editora. Campos. Organização e Gestão Empresarial – 10. Bibliografia/Outros Recursos Livros A. Jornais e Revistas Exame (mensal). Lisboa: Abril / Controljornal. (1998). Técnicas de Organização Empresarial.V. Introdução à Gestão – uma abordagem sistémica. Strategor – Política global da empresa. (1993). Lisboa.V. Freitas e Silva. Sousa. A.A. Lisboa: Publicações Dom Quixote. O logótipo – a criação de uma identidade visual? Expandir. H. Lisboa.

53 . capital e material. Se os materiais correctos nas quantidades certas não estão disponíveis na ocasião certa. • • explicar a complexidade dos estudos de localização de instalações. e enumerar três vantagens de cada uma destas alternativas. produção e distribuição. compreender. de exploração própria. Conclui-se assim que a logística desempenha um papel primordial para o sucesso da empresa. a importância para as empresas da gestão de materiais. É o fluxo de materiais que controla o desempenho de um processo. • saber escolher o modo (ou a combinação de modos) de transporte mais adequado para cada situação de abastecimento e/ou distribuição. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo. considerando a empresa como um elemento da cadeia de abastecimento total.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 10B Gestão da Cadeia de Abastecimento 1. os alunos deverão ser capazes de: • • • • compreender e explicar a importância da logística na “aldeia global”. distinguir subcontratação dos transportes e armazenagem. Este módulo aborda as questões da logística no sentido do abastecimento de matérias-primas e produtos acabados. Depois do processo estar elaborado. é preciso gerir a sua operação para que se produzam os bens ao menor custo possível. e pelo menos três vantagens e desvantagens de cada um deles. Todos são importantes. mas a principal forma pela qual a gestão planeia e controla é através do fluxo de materiais. explicando. o processo não consegue produzir aquilo que devia. enumerar os diversos modos de transporte. 2. é imprescindível conceber processos produtivos cada vez mais eficientes. Gerir a operação de um processo significa planear e controlar os recursos usados nos processos: trabalho. irão ser ameaçados. O trabalho e os equipamentos não serão utilizados correctamente e o lucro. referir e aplicar um método de decisão para escolha de localização de instalações. distinguir os conceitos de abastecimento. • • enumerar os quatro tipos de incoterms e explicar pelo menos um de cada tipo. e até mesmo a existência a médio prazo da empresa. Apresentação Duração de Referência: 36 horas Para se conseguir retirar o maior valor possível das matérias-primas.

Âmbito dos Conteúdos 1. a evolução da logística nas empresas. A Gestão dos transportes: 3. a importância da gestão de materiais. 4. Lisboa. localização de instalações. DDU. 54 . J. o conceito de cadeia de abastecimento. Fundamentos sobre logística: • • • • • • • • • • • • a “aldeia global”. subcontratação de transportes e armazenagem. Editorial Presença. CFR. FAZ. modo aéreo. Operações de logística: • • • • 4. DAF. Incoterms: • • • • incoterms de partida (EXW). 2. FCA). Crespo de (1996). Miguel (1991). incoterms de chegada (DES. Logística. Gestão do aprovisionamento – gestão de compras. Edições Sílabo. M. Carvalho. CIP).Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 10B: Gestão da Cadeia de Abastecimento Cursos Profissionais 3. modo rodoviário. modo marítimo. DEQ. incoterms de envio pago (CIF. análise estatísticas de Comércio Externo (quantidades e valores por modo de transporte). modo oleoduto (ou pipeline). stocks e armazéns (Biblioteca de Gestão Moderna). vantagens e desvantagens dos vários modos de transporte. CPT. modo ferroviário. princípios de manuseamento de materiais. incoterms de envio não pago (FOB. Bibliografia/Outros Recursos Livros Braga. políticas de centralização e descentralização de armazéns. combinação de modos de transporte. DDP). Lisboa.

Endereços Electrónicos Associação Portuguesa de Logística (APLOG) . Henri Tezenas du.. Lisboa.www.www.byweb.(1973). C.aje. South Western Publishing Co.pt Sociedade Editorial . 2ª Edição. Editorial Presença. 2ª Edição. Dicionário de Gestão. Operations Management. Lisboa. Gaither. Lisboa. Técnicas de Organização Empresarial. Bloco I.cienciahoje.transportesemrevista. O Aprovisionamento na empresa (Biblioteca de Gestão Moderna). Publicações Dom Quixote.www. Porto Editora.com Notícias das Empresas . Donald et al (1991).ine.www.pt Logística Moderna – Revista Independente dos profissionais de logística . Cincinnati. Administração da Produção e Operações. (1996). James B. Lysons. 8ª Edição.logisticamoderna.pt Transportes em Revista .Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 10B: Gestão da Cadeia de Abastecimento Cursos Profissionais Dilworth. Virgínia (1998). Abril/Controljornal Editora.pmelink.www. McGraw-Hill. Lda.www. Production & Inventory Control. Porto.K. Lousã. Montcel. MBA Intensivo em Gestão.aplog. São Paulo: Editora Pioneira Thomson Learning. Norman e Greg Frazier (2001).pt Instituto Nacional de Estatística (Ine) .www. O’Brien. Fogarty.pt/noticiasdasempresas/ Serviço de apoio a clientes – www.pt Ciência e Tecnologia em Directo . (1990).com 55 . Aires et al (1995).

compreender a avaliação de desempenho e os seus pressupostos. saber – fazer. A avaliação do desempenho é uma sistemática apreciação do desempenho de um indivíduo no cargo que este ocupa e do seu respectivo potencial de desenvolvimento. distinguir os diferentes métodos de formação. utilizados na gestão de recursos humanos. os alunos deverão ser capazes de: • • distinguir entre formação interna/externa. reconhecer a importância do diagnóstico das necessidades de formação. pretende-se que o aluno se aproprie de um conjunto de conceitos que lhe permitirão compreender e descodificar a formação interna/externa necessária para o desenvolvimento dos recursos humanos. Estes são recursos “vivos” e como tal têm uma enorme aptidão para o crescimento e aprendizagem. 56 . orientados para o saber – saber.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 10C Formação e Desenvolvimento Duração de Referência: 36 horas 1. • • explicar a importância do Plano de Formação. A formação refere-se a uma educação profissional (uma educação institucionalizada ou não) que prepara o Homem para uma profissão. 2. Apresentação Neste módulo. compreender o Balanço Social como uma organização de dados relativos à gestão social. na adequação da formação a dar. saber – ser: • • • • distinguir entre os diferentes métodos de descrição de funções. reconhecer os principais indicadores/rácios. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo.

Instrumentos de Avaliação de Desempenho. Administração de Recursos Humanos – Fundamentos Básicos. Sistemas de Recompensa. Métodos de Formação profissional. Bibliografia/Outros Recursos Livros Câmara. (2004). (2000). O que é a Formação? • • • • 2. São Paulo. Lisboa: Publicações Dom Quixote. • • • 3. Marques. Descrição e Análise de Funções. 7ª Edição. (1999). 4. Avaliação da Formação. Alain. Rui. Meignant. Diagnóstico das necessidades de formação e de desenvolvimento. São Paulo: Prentice Hall. Metodologias de Descrição e Análise de Funções. Pedro da. A Gestão da Formação. (1991). Chiavenato. Robbins. Comportamento Organizacional e Gestão de Empresas. 57 . Lisboa: CIDEC. Stephen Paul. Carlos Alves e Miguel Pina e Cunha. Gestão e Desenvolvimento Sócio-Organizacional. 4. Âmbito dos Conteúdos 1.. O Balanço Social. Moura. Editora Atlas Dinalivro. Organização e implementação do plano de formação. Objectivos da Avaliação de Desempenho. Lisboa: Publicações Dom Quixote. Sistemas de Recompensas e a gestão estratégica de Recursos Humanos. Fundamentos do Comportamento Organizacional.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 10C: Formação e Desenvolvimento Cursos Profissionais 3. (1996). Idalberto (2002). Lisboa: Publicações Dom Quixote.

3. poluição. aquecimento da terra. Planos Regionais de Ordenamento do Território ). poluição do ar. chuvas ácidas. os alunos deverão ser capazes de: • • conhecer e compreender a legislação dirigida à gestão ambiental. Legislação ambiental (Lei de Bases do Ambiente. Reserva Ecológica Nacional. chuvas ácidas. 3. conhecer e reflectir sobre assuntos relacionados com efeito de estufa. Apresentação Neste módulo pretende-se sensibilizar o aluno numa óptica de preservação do Ambiente. buraco na camada de ozono. solos e do ar Resíduos tóxicos. aquecimento da terra. 2. analisar os principais instrumentos de Ordenamento do Território e avaliação potencial. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo. • • • proporcionar aos alunos conhecimentos sobre o ambiente em que vivem. dano ambiental. resíduos Tóxicos. Enquadramento dos principais problemas que afectam o Planeta: • • • • O buraco do ozono. Efeito de estufa A destruição dos recursos naturais A expansão urbana desordenada 58 . avaliar a importância das Autarquias Locais numa óptica ambiental. poluição das águas. de avaliação sobre o estado do Ambiente em Portugal e no Mundo e dar a conhecer os principais instrumentos de ordenamento do Território consagrados na esfera jurídica portuguesa. Âmbito dos Conteúdos 1. Orgânica do Ministério do Ambiente e Recursos Naturais. Reserva Agrícola Nacional. 2.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 10D Planeamento Territorial e Ambiente Duração de Referência: 36 horas 1. O conceito de ambiente. desenvolvimento sustentável etc.

iambiente.s de acordo com o Decreto-Lei nº 69/90. Principais competências dos Órgãos da Administração Pública Central e Local em matéria de ambiente 4. Ordenamento do Território.M.pt/sids7 59 .T.ambiform.www. Urbanismo e Ambiente. A actuação das Autarquias Locais em matéria ambiental 5. Diogo Freitas (1994). de 2 de Março 6.O. Os instrumentos de Ordenamento do Território e de Planeamento Ambiental existentes em Portugal • • • A protecção do ambiente e os Planos Regionais de Ordenamento do Território Os Planos Municipais de Ordenamento do Território Processo Administrativo de elaboração dos P.pt Proposta para um sistema de indicadores de desenvolvimento sustentável – DGA – www.online. Coimbra.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 10D: Planeamento Territorial e Ambiente Cursos Profissionais 4. in Revista Jurídica de Urbanismo e Ambiente nº 1. Endereços Electrónicos Ambiform – Centro de Estudos Ambientais . Bibliografia/Outros Recursos Livros Amaral.

Textos de Gestão de Análise Financeira. o que permite ao aluno efectuar a análise económica e financeira da empresa. O desenvolvimento do módulo. António (2004). médio e longo prazo. analisar o equilíbrio financeiro da empresa a curto. elaborar o Mapa de Origem e Aplicações de Fundos. Lisboa:. Métodos e Técnicas. 2. Lisboa: Grupo Editorial Vida Económica Carvalho das Neves. os alunos deverão ser capazes de: • • • • • • analisar correctamente o Balanço e a Demonstração de Resultados. é suportado com técnicas e métodos de análise dos documentos contabilísticos. 60 . Introdução à Análise Financeira de Empresas. Apresentação Este módulo proporciona ao aluno o contacto directo com a função financeira da empresa e de outras organizações. identificar as diversas formas de aplicar os excedentes. 3 Âmbito dos Conteúdos 1.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 11 Análise Económica e Financeira Duração de Referência: 36 horas 1. aplicar e estruturar os conhecimentos nas aplicações informáticas de gestão financeira. 3. João (2004). 5. Demonstração de Resultados e Balanço Dinâmica Orçamental Análise Financeira estática e dinâmica Análise Económica estática e dinâmica Aplicações de gestão financeira 4 Bibliografia / Outros Recursos Martins. Texto Editora. 4. 2. elaborar o Mapa de Demonstração de variações de fundos circulantes. 8ª Edição. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo.

R. Lisboa. 61 . Amaral (1998). Universidade Católica Editora. Carvalho e M. Princípios de Finanças Empresariais. Instrumentos Fundamentais de Gestão Financeira. Plátano Editora..Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 11: Análise Económica e Financeira Cursos Profissionais Brealey. Saias. Lisboa.º Ano. e S. C. L. Ana Paula et al (2004). Myers (1998). 3ª Edição. Campos. Organização e Gestão Empresarial – 10. R. Lisboa. 5ª Edição. McGraw-Hill de Portugal.

um dos objectivos fundamentais de qualquer empresa. analisar as rubricas que compõem. propor medidas para resolução de desequilíbrios financeiros. os alunos deverão ser capazes de: • • • • • • • • compreender o objectivo da Gestão Financeira. os créditos a curto prazo. que lhes permitirá aplicar recursos financeiros necessários ao funcionamento e desenvolvimento de uma empresa. as carteiras de créditos. aplicar métodos e técnicas de análise Financeira. distinguir Gestão Económica de Gestão Financeira. A função financeira é o conjunto de actividades da empresa que asseguram a gestão e a satisfação das condicionantes de rentabilidade e de solvabilidade. 2. as relações com os bancos. os prazos de recebimentos e pagamentos. • conhecer a estrutura financeira das empresas. os custos e proveitos de uma empresa. os mercados de capitais. tal como as outras funções da empresa. perceber a integração e o alcance global da gestão financeira. os empréstimos e os projectos de investimentos e estudos de viabilidade.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 12 Gestão Financeira Duração de Referência: 24 horas 1. o balanço e a conta de exploração. A rentabilidade está inevitavelmente associada à noção de lucro. 62 . Objectivos de Aprendizagem No final do módulo. Apresentação A função financeira. aperfeiçoar as capacidades necessárias para a interpretação da situação económica e financeira de uma empresa e para análise dos projectos de investimento e respectivas alternativas de financiamento. conhecer os elementos em que se apoia a Gestão Financeira. clientes e outros devedores. não pode ser isolada do resto das preocupações da empresa. fornecedores. os planos de tesouraria e financiamento. Neste âmbito pretende-se dotar os alunos de conhecimentos e técnicas de gestão financeira.

Instrumentos Fundamentais de Gestão Financeira. 5ª Edição.A conta de exploração e a demonstração de resultados -.Principais conceitos . Função financeira • • Objectivos e estrutura Preparação de suportes contabilísticos para análise: .O Balanço . Viegas.º Ano. McGraw-Hill de Portugal. O equilíbrio financeiro • 4. Lisboa. Fontes de financiamento externo 4. Bibliografia / Outros Recursos Livros Brealey. A medida do resultado e do excedente monetário • • • A análise das contas de fluxo A apresentação das contas de resultado O excedente monetário e o autofinanciamento . Organização e Gestão Empresarial – 10. e S. Luís et al (1998).O fundo de maneiro -. Plátano Editora.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 12: Gestão Financeira Cursos Profissionais 3.Outros suportes extra-contabilísticos 2. Lisboa. Hélder Silva (1999). Técnicas de Organização Empresarial.As variáveis do autofinanciamento 3. Âmbito dos Conteúdos 1. Lisboa. Texto Editora. Campos. 3ª Edição.As necessidades de financiamento 5. 63 . R. Ana Paula et al (2004). Princípios de Finanças Empresariais.A formação do autofinanciamento . Universidade Católica Editora. A análise da rentabilidade • • • • O método dos rácios Rácios económicos e rácios financeiros O risco económico O efeito da alavanca financeira As determinantes do equilíbrio financeiro . Lisboa. Saias. Myers (1998).

por exemplo a cobrança a Clientes). transferências bancárias. Apresentação Neste módulo os alunos irão contactar com os conceitos de tesouraria. realçando quando poderá ter problemas de tesouraria e em que montantes. etc. 2. e os movimentos que envolvem dinheiro (cheques.…). os alunos deverão ser capazes de: • conhecer os conceitos de tesouraria. a Gestão bancária. pagamentos por caixa. Aprender a apurar saldos de caixa e bancos. recibos. manusear uma folha de caixa ou relatórios mensais de entradas e saídas são algumas das tarefas que permitem ao aluno ter uma noção concreta da situação de tesouraria da Empresa. pagamentos por caixa.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 13A Controlo de Tesouraria Duração de Referência: 30 horas 1. revela-se também importante para controlar os saldos e respectivos movimentos das contas bancárias. • conhecer e manusear os documentos onde se lançam. ou esporádico. de cartão de crédito. Conhecer. 64 . o aluno irá observar como se apresenta automaticamente o evoluir do saldo previsível de tesouraria da Empresa. Com base no saldo actual de tesouraria (caixa e bancos) e através do lançamento das várias despesas e receitas previstas no futuro (quer sejam de carácter periódico. a evolução mensal de determinado tipo de receita ou despesa. também. de uma empresa. desde cheques. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo. os movimentos que envolvem dinheiro. individualmente e em conjunto. transferências bancárias. por exemplo uma renda de Leasing. bem como manusear os diversos documentos próprios de uma tesouraria de uma empresa/organização. bem como da sua evolução. a evolução mensal de determinado tipo de receita ou despesa. caucionadas. recibos. • apurar saldos de caixa e bancos.

individualmente e em conjunto. a curto. Lisboa. • conhecer a Gestão de tesouraria previsional. • elaborar e conhecer o Orçamento de Tesouraria. Âmbito dos Conteúdos 1. Universidade Católica Editora. 2. Campos. Myers (1998). R. 5. Bibliografia/Outros Recursos Livros Brealey. 3. Texto Editora. • controlar os saldos e respectivos movimentos das contas bancárias. Luís et al (1998). McGraw-Hill de Portugal. Lisboa.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 13A: Controlo de Tesouraria Cursos Profissionais • conhecer e manusear uma folha de caixa ou relatórios mensais de entradas e saídas. Plátano Editora. Instrumentos Fundamentais de Gestão Financeira. e S. Lisboa. Conceitos de tesouraria Posicionar a função de tesouraria na empresa Praticar as previsões de tesouraria Utilizar os instrumentos de controlo de tesouraria Estudos das operações de tesouraria. 5ª Edição. crédito. 3. Lisboa. 3ª Edição. Silva. Ana Paula et al (2004). médio e longo prazo 4. caucionadas. 4. Técnicas de Organização Empresarial. Princípios de Finanças Empresariais.º Ano. Hélder Viegas (1999). de cartão de • reconciliar com os extractos bancários. Saias. Organização e Gestão Empresarial – 10. 65 .

os mercados restringiram-se. tendo em conta as evoluções do ciclo de vida de um bem ou equipamento. etc. da eficácia. A qualidade não era uma preocupação fundamental. a concorrência dá origem à crescente automatização das fábricas o que conduz a um aumento da produção. A evolução da concorrência internacional aumentou o carácter estratégico do problema. participa cada vez mais activamente na obtenção da qualidade Assim quanto mais as instalações de produção são automatizadas. e referir os planos de manutenção adequados a cada tipo. Neste âmbito. para vender. dado que a concorrência não o impunha. tendo o domínio sobre o funcionamento dos equipamentos de produção. as empresas podiam contentar-se em produzir. os alunos deverão ser capazes de: • • • • • • definir o conceito de Manutenção e explicar a sua importância para as empresas industriais. a concorrência internacional tornou-se mais dinâmica e inquietante em certos domínios. 66 . 2. da qualidade. mencionar alguns princípios a ter em conta na definição da política de Manutenção de uma empresa. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo. elaborar planos de Manutenção. Durante os anos de grande crescimento. classificar as avarias em função da sua importância. enumerar os diversos tipos de Manutenção. uma vez que. mais importante será a função de assistência e manutenção. quaisquer que fossem os resultados de qualidade do produto. Hoje em dia.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 13B Gestão de Manutenção Duração de Referência: 30 horas 1. Apresentação O ambiente industrial dos últimos 50 anos nem sempre teve como objectivo a procura da qualidade. • distinguir a importância dos diversos equipamentos da empresa. referir pelo menos uma vantagem e uma desvantagem de cada um dos tipos de Manutenção. A automatização e a robotização demonstraram que a função Manutenção é cada vez mais importante. pelo que assume importância o estudo de Gestão da Manutenção neste curso.

Manutibilidade 3. referir algumas características da Manutenção Produtiva Total (TPM) e associá-la ao conceito de Qualidade Total. Manutenção na Concepção • • 2. mencionar e explicar alguns indicadores de Manutenção. Manutenção Preventiva. Âmbito dos Conteúdos 1. Manutenção Produtiva Total (TPM) • Conceito • Etapas de implementação • Relação com a Qualidade Total Políticas de Manutenção • • • • • • 67 . Manutenção Melhorativa. Manutenção • • Conceitos básicos Tipos de Manutenção: Manutenção Curativa. explicar sucintamente o conceito de TPM (Manutenção Preventiva Total).Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 13B:Gestão de Manutenção Cursos Profissionais • • • • • explicar o conceito de subcontratação da Manutenção. 3. Planificação da Manutenção Avarias: definição e classificação Equipamentos estratégicos Análise financeira de políticas de Manutenção Manutenção: Fazer ou Subcontratar Subcontratação da Manutenção: vantagens e desvantagens Selecção de fornecedores Indicadores de desempenho da Manutenção: MTBF (Tempo Médio entre Avarias). referir alguns critérios a ter em conta na escolha de fornecedores.

MBA Intensivo em Gestão. Abril/Controljornal Editora. Administração da Produção e Operações. CIDEC (Centro Interdisciplinar de Estudos Económicos).www. Uma nova gestão industrial.. Organização e Gestão da Manutenção.org. Manutenção Industrial – custo ou benefício?. Lda. Bibliografia / Outros Recursos Livros Gaither.pt Publindústria – Produção de Comunicação .. 8ª Edição. Souris. Norman e Greg Frazier (2001). Monitor – Projectos e Edições.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 13B:Gestão de Manutenção Cursos Profissionais 4.(1998).. Lisboa. Lda.Lda.Paul (1992).www. Molet.pt Revista de Manutenção .Lisboa. Endereços Electrónicos Associação Portuguesa de Manutenção Industrial . Lisboa. Lisboa. O’Brien. Montcel. Henri Tezenas du (1973). Dicionário de Gestão. J. Lidel -Edições Técnicas. Pinto.br/revista_manutencao 68 .publindustria.www.apmi. Virgínia. Hugues (1997).abraman. Carlos Varela (1999). São Paulo: Editora Pioneira Thomson Learning. Publicações Dom Quixote.

caracterizar a teoria X e Y de McGregor. Assim irá dar-se particular importância à compreensão do funcionamento organizacional e à identificação de modelos de gestão/liderança. sensibilizar os alunos para o impacto da gestão dos comportamentos individuais e de grupo na performance geral da empresa. identificar as características da teoria da Motivação de Maslow. identificar o processo e tomada de perspectiva social do indivíduo. caracterizar a teoria da Motivação de Herzberg. os alunos deverão ser capazes de: • • • • • • • • • • • • • caracterizar o estudo do comportamento organizacional. explicitar a relação entre satisfação no trabalho e comportamento. identificar a organização como um sistema de papéis. definir Motivação. identificar os factores que afectam a qualidade das relações interpessoais. definir auto-estima e especificar a sua formação. adequados ao sucesso da organização. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo. 2. interpretar o comportamento como uma actividade dirigida. cultura e climas organizacionais. explicitar a relação entre satisfação versus Produtividade. definir liderança. 69 . Apresentação Pretende-se com este módulo.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 13C Comportamento Organizacional I Duração de Referência: 30 horas 1.

Manual de Comportamento Organizacional e Gestão. Bibliografia/Outros Recursos Livros Cunha. Rui (1991). Publicações Dom Quixote. Lisboa. Comportamento Organizacional. Gestão e Desenvolvimento Sócio-Organizacional. RH Editora.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 13C:Comportamento Organizacional I Cursos Profissionais 3. A Motivação Humana: força geradora do comportamento. O comportamento individual e interpessoal nas organizações: O processo de Liderança. Carlos Alves e Miguel Pina e Cunha (1996). Miguel Pina et al (2003). A Gestão da Formação. Robbins. 70 . Prentice Hall. Marques. Comportamento Organizacional e Gestão de Empresas. 4ª Edição. Lisboa. 2. O processo de desenvolvimento interpessoal: a formação do EU e o conhecimento do OUTRO. Meignant. Psicologia das Relações Interpessoais. Publicações Dom Quixote. 4. Alain (1999). São Paulo. Âmbito dos Conteúdos 1. Maria Odete (2001). A satisfação organizacional. Lisboa. Lisboa. Editora Rumo. 3. Stephen Paul (2004). Moura. Fachada. CIDEC. 4. Lisboa.

Apresentação Neste módulo pretende-se que os alunos sejam conhecedores da situação demográfica do seu país para que possam fazer uma análise comparativa da evolução da população a diferentes escalas (mundial. 2. sistematização e interpretação de dados e rentabilizar o uso das técnicas de expressão gráfica. para o futuro Técnico de Gestão . regional e local). utilizar o processo de inferência para interpretar documentos geográficos. uma vez que a população é um recurso importante no desenvolvimento económico das regiões. a dimensão local é aquela que terá maior importância. só será apreendida pelo uso de um sistema de escalas de grandeza. bem como com outros que lhes permitam a representação e interpretação cartográfica. qualquer que seja o elemento ou fenómeno que entra na sua composição ou combinação. Neste âmbito os alunos irão tomar contacto com este conceito. na área autárquica. participar. rentabilizar técnicas de expressão gráfica e cartográfica desenvolvidas ao longo do processo de aprendizagem. desenvolver as capacidades relacionadas com a selecção. identificar situações problemáticas relativas ao espaço geográfico. nacional. Neste sentido. A análise do espaço geográfico. descrever e interpretar situações geográficas. 71 . • • • utilizar os métodos indutivo e dedutivo no estudo de fenómenos geográficos. Este tema irá valorizar o recurso à análise de estatísticas demográficas. os alunos deverão ser capazes de: • • • • conhecer e utilizar os conceitos básicos de análise geográfica. Os SIG (Sistemas de Informação Geográfica) sendo uma base de dados computacional irá permitir aos utilizadores a organização de informação cartográfica de diferentes fontes. através da procura e da apresentação de soluções fundamentadas.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 13D Sistema de Informação Geográfica Duração de Referência: 30 horas 1. Essa informação depois de registada no sistema torna-se consistente permitindo que diferentes níveis de informação (temas) possam ser combinados de acordo com as necessidades de análise. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo. na resolução de problemas espaciais.

Tipos de aplicações Os SIG 2. analisar a evolução da população a diferentes escalas.o declínio da fecundidade -.Instrumentos de Detecção remota .Combinações de variáveis visuais e tipos de implementação .Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 13D:Sistema de Informação Geográfica Cursos Profissionais • reconhecer a necessidade de mudança da escala de análise na compreensão do espaço geográfico.breve abordagem • As estruturas e comportamentos sócio-demográficos .Variáveis visuais .Símbolos cartográficos .Tipos de mapas e sua implementação • Detecção remota . Âmbito dos Conteúdos 1. • • • • • 3.o baixo nível educacional 72 . valorizando a preservação das diferenças entre as regiões.o nível de instrução e de qualificação profissional • Os principais problemas sócio-demográficos .o envelhecimento -.Como se processa? . compreender as estruturas.a estrutura activa . conhecer as características e importância do SIG.a estrutura etária . • • • • Conceitos básicos de análise geográfica Escalas Localização absoluta e localização relativa Distância absoluta e distância relativa-princípio de construção de um mapa distorcido Representação e interpretação cartográfica . comportamentos e principais problemas sócio-demográficos. analisar estatísticas demográficas. intervir no sentido de atenuar as assimetrias territoriais. A população: evolução e diferenças regionais • A evolução da população na 2ª metade do século XX.

Sá da Costa Editora.os incentivos à natalidade 4. Bibliografia/Outros Recursos Livros Barreto. M. Portugal Geográfico. Medeiros. Edições Afrontamento. Brito.T.. Janus 2001. Lisboa. (1995). A Situação Social em Portugal 1960-1999. Luxemburgo. Geografia de Portugal: Ambiente natural e ocupação humana . C. R. Moita.Anuário das Relações Exteriores. Lisboa. (1994). Salgueiro.uma Introdução. (2000).P. A Europa em Números.N. Lisboa. (1996).S 2000-2006. Lisboa. Serviço das Publicações das Comunidades Europeias. S. A. 4ª Edição. Portugal . Público e Universidade Autónoma. S. Perfil Geográfico. (1992). António (2000). Porto. Editorial Estampa. B. Porto.P. Editorial Estampa. Daveau. Imprensa das Ciências Sociais/Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa.E. Nazareth.D. volume II. A Cidade em Portugal: uma Geografia Urbana. 73 . Diagnóstico Prospectivo.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 13D:Sistema de Informação Geográfica Cursos Profissionais • O rejuvenescimento e a valorização da população . L.A. (1999). Comissão Europeia (1995).E. T. Lisboa.

os alunos deverão ser capazes de: • • • • • • • • • • conhecer a estrutura de um software de Gestão Financeira. conhecer as fórmulas de cálculo. pretendendo-se. criar tabelas novas. • 74 . O desenvolvimento deste tema far-se-á. Em qualquer uma das situações o que se pretende é o processamento global da informação. assim. As combinações possíveis na concretização deste tema são variáveis. abrir uma empresa no software. com recurso a uma aplicação informática de Gestão Financeira. atingir a integração dos diversos “saberes” transmitidos pelos conteúdos das diferentes disciplinas e colocá-los em prática.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 14AC Aplicações Informáticas de Gestão Financeira Duração de Referência: 24 horas 1. 2. conhecer. analisar tabelas criadas. com base nos conceitos e procedimentos aprendidos no módulo 12 “Gestão Financeira”. compreender a utilidades das tabelas e ficheiros. utilizar os dados gerais de identificação da empresa. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo. Apresentação O processamento e análise de informação económico-financeira engloba um conjunto de actividades que visa a aplicação dos conhecimentos adquiridos nos temas anteriores e nos conteúdos programáticos das disciplinas de Contabilidade e Gestão. extrair e analisar mapas de salários e outros mapas. das demonstrações financeiras do POC e respectivos anexos. tal como acontece no dia-a-dia da empresa. conhecer a estrutura de um software de Gestão Financeira. O processamento da informação com recurso a software específico deve culminar com a leitura e análise de relatórios. Com base numa aplicação de gestão integrada e sempre que possível em contexto de trabalho. definir parâmetros da aplicação. dependendo das aplicações informáticas disponíveis na empresa/escola e sua interligação. conhecer os objectivos da aplicação do software.

atoc.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 14AC:Aplicações Informáticas de Gestão Financeira Cursos Profissionais 3.pt 75 . Âmbito dos Conteúdos 1.www. 2. Bibliografia/Outros Recursos Recursos Didácticos Sala de aula equipada com computadores ligados à Internet Aplicações informáticas disponíveis na escola Endereço Electrónico Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas . Introdução Aplicação de Gestão Financeira • • • 3 Configuração e preparação Abertura da empresa Definição de Parâmetros Utilização dos ficheiros Criação de novos ficheiros Tipo de processamento Processamento mensal e anual de informação económico-financeira Procedimentos Correcções Relatórios Emissão e análise de documentos e mapas Preenchimento de tabelas e ficheiros • • 4 Processamento documental • • • • 5 Mapas • • 6 Análise das Demonstrações financeiras do POC e do Anexo ao Balanço e Demonstração dos Resultados 4.

Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 14B Aplicações Informáticas de Gestão Industrial Duração de Referência: 24 horas 1. possam sem dificuldades utilizar a aplicação informática utilizada pela entidade empregadora. • • • • • conhecer a informação necessária para a informatização de uma empresa. trabalhar com uma aplicação informática de gestão industrial (preferencialmente ERP). Apresentação Pelo facto de incluírem operações de transformação e/ou montagem. facilitando o trabalho a todos os que trabalham no local onde são instaladas. Com este módulo. efectuar a modelação de dados necessários à utilização de uma ferramenta informática. • reconhecer e referir. reconhecer e referir as vantagens da utilização de uma ferramenta informática de Gestão Industrial. 2. devido ao grande número de variáveis envolvidas. os alunos deverão ser capazes de: • justificar a importância da utilização de ferramentas informáticas para a gestão de empresas industriais. Surgem aplicações informáticas com um número cada vez maior de potencialidades. entender os passos necessários a serem realizados antes da informatização de processos. por vezes. processos de difícil gestão. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo. permitindo a recolha e arquivo da informação num só lugar. as limitações e dificuldades da ferramenta informática. uma vez inseridos no mercado de trabalho. O surgimento dos computadores veio tornar mais fácil a gestão das empresas. durante e após a utilização. as empresas industriais constituem. disponível para todos os elementos da organização. para que. pretende-se que os alunos tomem contacto com um software de gestão integrada (que deverá preferencialmente ser do tipo ERP). 76 .

Fogarty. C (1997). Bloco I. Âmbito dos Conteúdos 1. Virgínia (1998). Porto Editora. O contributo da Informática para a Gestão Industrial • • • Função do computador Limites da Informática A informática e a Gestão Industrial Introdução e Diagnóstico Síntese da situação existente e medidas correctivas Escolha do “software” e Implementação do sistema e avaliação do processo 2. Lisboa. Projecto da informatização da Produção • • • 3. Administração da Produção e Operações. Gaither. C A-Editora Informática. Técnicas de Organização Empresarial.. Gestão da Produção.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 14B:Aplicações Informáticas de Gestão Industrial Cursos Profissionais 3. South Western Publishing Co.. Blackstone. Lda. Hoffmann (1991). 77 . Rascão. 4ª edição. Courtois. Recursos Didácticos Sala de aula equipada com computadores ligados à Internet Aplicações informáticas disponíveis na escola. Cincinnati. Henri Tezenas du (1973). Luís (2000). Bibliografia/Outros Recursos Livros Amaral. Utilização de aplicações informáticas de Gestão Industrial 4. Simulação de um projecto de Gestão da Produção 4.. Pillet. M. Revisão dos conteúdos abordados nos módulos das diversas disciplinas da área técnica leccionados até ao momento 5. 8ª Edição. Martin.. Production & Inventory Control. Lda . 2ª Edição. Paula Aires Pereira e Raul Lambert. A. Norman e Greg Frazier (2001). Edições Sílabo. Lousã. São Paulo: Editora Pioneira Thomson Learning.. Sistemas de Informação para as Organizações.Edições Técnicas. Dicionário de Gestão. MBA Intensivo em Gestão. Lidel . Montcel. Aires. Planeamento de Sistemas de Informação. José (2001). Publicações Dom Quixote O’Brien. Abril/Controljornal Editora. Lisboa.

portugalhightech.org Portal de Management em Português .indeg.pt INDEG/ISCTE – Instituto para o Desenvolvimento da Gestão Empresarial .com Link – Pequenas e Médias Empresas .www.pmelink.fabricadigital.www.com 78 .www.www. Lisboa: Abril / Controljornal Exame Digital PME Negócios Endereços Electrónicos Fábrica Digital .pt Portal das Tecnologias de Informação Electrónica Portuguesa . Lisboa: Abril / Controljornal.www. Executive Digest (mensal).janelanaweb.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 14B:Aplicações Informáticas de Gestão Industrial Cursos Profissionais Jornais e Revistas Exame (mensal).

e para o estudo analítico crítico e reflexão sobre situação . 2. Deve ser transmitido o quadro teórico actual relativo aos conceitos e metodologias práticas de Salvaguarda. Património Cultural: conceitos e problemas • • Evolução histórica das teorias Formação dos conceitos Questões de identidade e de desenvolvimento 2. Cultura. Móvel – material e imaterial. O Património Cultural como resultado da interligação Homem e Natureza 79 . enquadramento e contextualização de directrizes.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 14D Gestão do Património Histórico/Cultural Duração de Referência: 24 horas 1. Âmbito dos Conteúdos 1. Conservação. na época contemporânea. os alunos deverão ser capazes de: • conhecer os conceitos teóricos básicos relativos ao património (cultural). Apresentação Este módulo tem por objectivo preparar o Técnico de Gestão Autárquica para o conhecimento do Património Cultural: explicação conceptual. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo.tipo no domínio do Património Imóvel. evolução histórica das teorias. Valorização e Gestão do Património Cultural. • reconhecer o Património enquanto elemento catalisador de situações de identidade e também de conflitos de interesses. memória e monumentos • 3. • • proporcionar o conhecimento da pluralidade da natureza dos bens culturais. identificar os elementos fundamentais para o conhecimento da evolução histórica dos conceitos relacionados com o Património Imóvel e demais Património 3. como introdução e base de toda a aquisição de conhecimentos que decorrerá ao longo do curso e tendo em conta a actividade futura de um Gestor do Património.

Kevin (1999). Vitor Oliveira (2000). Paul (2004). Lisboa. Lynch. Choay Françoise (1999). Lisboa. Ernet H (1984). Ed. Col. José (1998). Lisboa. IPPAR. A imagem da cidade. Mattoso. Instituto Piaget. A Interpretação das culturas. Ed. André (1986). Porto. Para uma História Cultural. Presença. Edições 70. Gradiva. Lacroix. IPPAR (1995) Critérios. Edições 70. La notion du patrimoine. A Ferreira de (1998). Rio. Lisboa. Michel (1999). Editorial Presença. Coimbra. Lévi-Strauss. Ed. Jorge (1987). Editorial Gustavo Gili. Geertz. C. Introdução ao estudo da História e Património Locais. IPPAR.O Princípio de Noé ou a Ética da Salvaguarda. Lisboa. IPPAR.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 14B:Aplicações Informáticas de Gestão Industrial Cursos Profissionais 4. IPPAR (1993) Inventário do Património Arquitectónico e Arqueológico Classificado.enquadramento legal 4. 80 . Marshall. Leonardo (1995). Ed. Gradiva. Epistemologia e Sociedade. Clifford (1978).. Protecção do Património Cultural na época contemporânea • A nível internacional . Lisboa. Benevolo. Hyett. Lisboa. 7ª Ed. Barcelona. Bibliografia / Outros Recursos Livros Alarcão. Edições 70. Convenções e Recomendações. Almeida. Gallimard. A cidade na história da Europa. Gombrich. IPPAR (1995) Cartas. Património o seu entendimento e a sua gestão. Arqueologia. Zahar. Chastel. Paris. Instituto de Arqueologia FLUC. Tudo o que é sólido dissolve-se no ar. Lisboa. Ed. A Identidade Nacional. Património e Cultura.(1989). Bergan. Lisboa. Jorges. Etnos. Guía Básica de la Sostenibilidad. Lisboa. Cadernos Democráticos nº1. Raça e História.abordagem histórica . Classificação de Bens Imóveis. Lisboa. Lisboa. Instituto Piaget. Claude (2003).enquadramento legal • A nível nacional . A Alegoria do Património.abordagem histórica .

analisar o desempenho financeiro do negócio. avaliar investimentos. Apresentação Com este módulo pretende-se que os alunos utilizem o Plano de Negócios como uma ferramenta de gestão. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo. retorno sobre o capital investido. e a sua situação actual em relação ao mercado. em relação à concorrência e ao ambiente de negócios em que actua. conhecer o mercado e definir estratégias de marketing para os produtos e serviços • produzidos por uma empresa. 81 . • • analisar o desempenho financeiro do negócio. aos clientes e à concorrência. identificar os pontos fortes e fracos de uma empresa. construir um poderoso guia que norteará todas as acções da empresa. tendo como base o seu passado. enfim. identificar os riscos e propor planos para combatê-los ou reduzi-los. planear e decidir o futuro de uma empresa. Com o Plano de Negócios é possível identificar os riscos e propor planos para minimizá-los e até mesmo evitá-los. que lhes permite planear e decidir o futuro de uma empresa. avaliar investimentos e retorno sobre o capital investido. 2. os alunos deverão ser capazes de: • • • • compreender as finalidades de um Plano de Negócio.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 15A Plano de Negócios Duração de Referência: 30 horas 1. identificar os pontos fortes e fracos da empresa em relação a concorrência e ao ambiente de negócios em que actua. conhecer o seu mercado e definir estratégias de marketing para os seus produtos e serviços.

82 . Finalidades do Plano de Negócio 2.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 15A:Plano de Negócios Cursos Profissionais 3. Bibliografia / Outros Recursos Recursos Didácticos Equipamento de projecção e reprodução audiovisual (Tv. Retroprojector. Datashow) Sala de aula equipada com computadores ligados à Internet. Etapas da Construção de um Plano de Negócios • • • • • • • • • A capa O Sumário O Sumário Executivo Descrição da Empresa Produtos e Serviços Análise de Mercado Plano de Marketing Plano Financeiro .Anexos: 4. Âmbito dos Conteúdos 1.

conhecer e explicar algumas ferramentas avançadas de engenharia do produto: Engenharia assistida por Computador. Neste módulo serão abordados alguns aspectos relacionados com as condições de trabalho e com a instalação e manutenção de equipamentos e processos produtivos conducentes a uma boa eficiência. saber construir e interpretar fluxogramas operatórios. • entender e explicar a importância dos estudos de concepção e do estudo de materiais para a industrialização dos processos de fabrico. Projecto para o Fabrico. tirar o melhor partido possível de pessoas e equipamentos. os empresários devem ter em consideração a ergonomia dos postos de trabalho da empresa.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 15B Ergonomia e Estudo do Trabalho Duração de Referência: 30 horas 1. aliado ao dos equipamentos. e a sua importância e necessidade para as empresas. por isso. identificar estratégias para a redução do tempo de ciclo total do produto. o seu papel. Para conseguir exigir mais da sua força de trabalho. É. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo. os alunos deverão ser capazes de: • • • • • • • explicar o conceito de O & M.. não é possível exigir um bom desempenho dos colaboradores. 2. de forma a aumentar a produtividade. construir diagramas de análise de processos. referir as cinco actividades dos diagramas de análise de processo. Apresentação As pessoas são um dos recursos fundamentais de qualquer empresa. etc. fundamental. explicar a organização das células de fabrico. sem condições de trabalho adequadas. Fabrico rápido de Protótipos. Engenharia Inversa. No que diz respeito às fábricas. 83 . é ainda mais importante. O custo da mão-deobra é um dos principais encargos de qualquer empresa.

Gestão da Produção.Edições Técnicas. trabalhos repetitivos. Bibliografia / Outros Recursos Livros Courtois. Editora Pioneira Thomson Learning. 2. New York. Van Nostrand Reinhold Company. LIDEL . má qualidade. Gaither. produtividade económica e rendimento do trabalho) • • Criação de um sistema de indicadores de medição e gestão Gestão por objectivos 3. Lda. Ergonomia • • • Definição e abordagem ergonómica Ergonomia e sua importância para a realização adequada do trabalho Aspectos indicadores da necessidade de um programa ergonómico: acidentes. Administração da Produção e Operações. Âmbito dos Conteúdos 1. absentismo. queixas. Eastman Kodak Company (1983). 84 . São Paulo. 8ª Edição.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 15B:Ergonomia e Estudo do Trabalho Cursos Profissionais 3. Noções básicas sobre Estudo do Trabalho • • • • • • • • Estudo da análise de eficiência de processos industriais Limitações dos sistemas de medição tradicionais Estudo de tempos Medida do trabalho e tempo-padrão Tempos de ciclo em processos industriais Tempos de trabalho com máquinas Optimização do número de máquinas por operador Análise da actividade do trabalho ou estudo de produção Definições Características essenciais dos indicadores de desempenho Indicadores de produtividade (produtividade aparente. Norman e Greg Frazier (2001). lesões. A et al (1997). 4ª Edição. etc. Ergonomic Design for People at Work. Indicadores de desempenho • • • 4.

Editora Portuguesa de Livros Técnicos e Científicos.J.Organização Internacional do Trabalho (1984).(1987).Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 15B:Ergonomia e Estudo do Trabalho Cursos Profissionais McCormick. e M. Lisboa. Lisboa. 2ª Edição. Dicionário de Gestão. E. Publicações Dom Quixote . S. Sanders. Singapore. Henri Tezenas du (1973). OIT . Introduction à l’ étude du travail” traduzido por Maria José Sampaio Camacho. Montcel. Human Factors in Engineering and Design. McGraw-Hill. Lda 85 .

caracterizar o grupo eficaz e eficiente. 86 . identificar a importância da comunicação e os diferentes elementos. identificar os diferentes estilos de comunicação. os alunos deverão ser capazes de: • • • • • • • • • • • • • • • • definir grupo. conhecer os processos psicossociais que se manifestam nas organizações. cultura e clima organizacionais adequados ao sucesso da organização. avaliar a importância da comunicação no grupo. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo. identificar as habilidades para tratar um conflito. caracterizar o grupo produtivo e maduro. caracterizar o conflito organizacional. Assim. enumerar as vantagens e desvantagens que o grupo apresenta. 2. Apresentação Pretende-se. explicar a importância do estudo do comportamento organizacional. caracterizar a teoria de campo de Kurt Lewin. com este módulo. melhorar o processo de comunicação. definir cultura e clima organizacional. definir comportamento organizacional. viabilizando o desenvolvimento de um clima organizacional saudável e aos modelos de gestão/liderança. irá dar-se particular importância: ao funcionamento organizacional entrando em linha de conta com os comportamentos individuais e de grupo às causas e às condicionantes dos comportamentos.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 15C Comportamento Organizacional II Duração de Referência: 30 horas 1. caracterizar os conflitos intra pessoais e interpessoais. sensibilizar os alunos para o impacto da gestão dos comportamentos individuais e de grupo na performance geral da empresa.

RH Editora. CIDEC. 4. Rui (1991). Editora Rumo. Marques. Comportamento Organizacional. Lisboa.Lisboa. Âmbito dos Conteúdos 1. 3.. Lisboa. 87 . Fachada.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 15C:Comportamento Organizacional de Gestão II Cursos Profissionais 3. Prentice Hall. Carlos Alves e Miguel Pina e Cunha. Robbins. Meignant. Lisboa. Stephen Paul (2004). O Grupo: domínio privilegiado das relações interpessoais. Cultura e Clima Organizacional. Relações e conflitos entre grupos em contexto organizacional. 2. Comportamento Organizacional e Gestão de Empresas. 4. Lisboa. Publicações Dom Quixote. São Paulo. Miguel Pina et al (2003). (2001) Psicologia das Relações Interpessoais – 4ª Edição. Maria Odete. Manual de Comportamento Organizacional e Gestão. Alain (1999). Gestão e Desenvolvimento Sócio-Organizacional. Publicações Dom Quixote. (1996). A importância da comunicação nas relações interpessoais. Bibliografia / Outros Recursos Livros Cunha. Moura. A Gestão da Formação.

Âmbito dos Conteúdos 1.www. 3.pt ANMP – Associação Nacional de Municípios Portugueses .pt 88 . 2. Apresentação Com este módulo pretende-se que os alunos conheçam uma aplicação informática (POCAL).cefa.www. bem como a simulação de uma autarquia virtual.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 15D Aplicações Informáticas do POCAL Duração de Referência: 30 horas 1. Simulação de uma autarquia virtual 4. de modo a efectuar-se uma apresentação mais real da situação contabilística de uma autarquia. simular. Bibliografia / Outros Recursos Recursos Didácticos Aplicações informáticas POCAL Sala de aula equipada com computadores ligados à Internet. os alunos deverão ser capazes de: • • • conhecer o programa informático existente na escola.pt ANAFRE – Associação Nacional de Freguesias . Programa informático ( SIGMA ) 2. a nível informático. Documentos 3. Endereços Electrónicos CEFA.anmp.www. retirar os principais documentos contabilísticos recorrendo ao computador. a actividade de uma autarquia. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo. de preferência solicitando o apoio de outras autarquias.anafre.Centro de Estudos e Formação Autárquica .

saber calcular o Valor Residual do Projecto. identificar a importância e a pertinência da Análise e Elaboração de Projecto. Apresentação Com este módulo pretende-se que os alunos elaborem e analisem projectos de investimento. compreender a noção do Ponto de Equilíbrio (Crítico). identificar o período de recuperação do investimento (pay-back). associados a qualquer projecto. compreender a noção de Taxa Interna de Rentabilidade (TIR). saber calcular os cash-flows associados ao Projecto. definir Custo Final. identificar o momento adequado para implementar o Investimento. classificar e elaborar as contas de exploração previsionais. compreender a noção de Plano de Financiamento de um Projecto. saber calcular o Ponto Crítico de Vendas. compreender a noção de Valor Actual Líquido (VAL). os alunos deverão ser capazes de: • • • • • • • • • • • • • • • • • • compreender a noção de Projecto de Investimento. identificar e calcular Margem de Segurança.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 16A Análise de Projectos Duração de Referência: 36 horas 1. Antecedendo à empresa (projecto ou ideia) deve ter-se em consideração o diagnóstico para avaliar as necessidades/oportunidades que lhe estão inerentes e a definição dos diversos aspectos da política funcional de qualquer empresa. sobre o qual será efectuada a análise da sua viabilidade e interesse. 2. 89 . de recebimentos e pagamentos. saber calcular o VAL de um Projecto. calcular a TIR. identificar Custos Fixos e Custos Variáveis. compreender a noção de Margem de Segurança. Este módulo assentará na definição dos pressupostos de cálculo dos valores previsionais de custos e proveitos. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo.

IAPMEI. Manual para Avaliação Económico-Social de Projectos Industriais. 1ª Edição. 4. Âmbito dos Conteúdos 1. Análise Económica e Financeira de Projectos. Edições Sílabo. António. Análise de Projectos de Investimento. 5. Projecto de Investimento Alternativas de Investimento. 7. Publicações Dom Quixote. 90 . face ao custo O Plano de Investimento de um Projecto O Plano de Financiamento do Projecto Contas de Exploração Previsionais de um Projecto Os Cash-Flows associados ao Projecto Vida Útil (Económica) dos Investimentos Principais Indicadores de Análise de Projectos 4. Fernando e Nuno Cabral (1991). Arthur (1999). Hélio (1998). 3. Fiscalidade nas Pequenas e Médias Empresas.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 16A:Análise de Projectos Cursos Profissionais 3. Lisboa. Lisboa. Barros. 2. 6. 8. Lda.Casos Práticos. Edições Sílabo. (2000). Elaboração e Análise de Projectos de Investimentos . Lisboa. Lisboa. Fundação Calouste Gulbenkian. Abecassis. Andersen. Bibliografia / Outros Recursos Livros Cebola. Lisboa. Unido (1992).

os alunos deverão ser capazes de: • • • • • • • • • • • • • definir Custos da Qualidade. 2. 91 . do produto ou do processo. informática. Associada à Qualidade. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo. desenhar. explicar as diversas etapas de uma auditoria da qualidade. distinguir Custos de Avaliação. e mesmo dos materiais verificado nos últimos anos tem vindo a modificar a organização e forma de trabalhar das empresas. compreender o papel das auditorias da qualidade num Sistema de Gestão da Qualidade. explicar o papel das ferramentas da qualidade na melhoria contínua das empresas. e mesmo de fabricar os diversos produtos e serviços. saber calcular os custos da Qualidade. métodos de cálculo recentes e de inteligência artificial alterou por completo o modo de projectar. etc. saber utilizar as técnicas de CEP. aprofundando os seus conhecimentos e adquirindo novas capacidades. distinguir estratégias de prevenção e de detecção. a inovação como factor de competitividade para a empresa. nos procedimentos. Pretende-se que neste módulo os alunos reforcem as suas competências na área da Qualidade. conhecer e aplicar as ferramentas da Qualidade. explicar o impacto da Gestão da Qualidade nos Custos da Qualidade. também a inovação é um aspecto fundamental para o sucesso de qualquer empresa.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 16B Gestão da Qualidade e Inovação Duração de Referência: 36 horas 1. As consequências destes desvios podem ser completamente inesperadas e bastante graves. explicar a importância para as empresas do lançamento de novos produtos. trazendo prejuízos para as empresas. A utilização de novos materiais. definir auditoria da qualidade. Apresentação Os problemas da qualidade têm sempre origem em pequenos desvios nas especificações dos materiais. de Prevenção e de Falhas. explicar o que é uma carta de controlo. O rápido desenvolvimento da electrónica.

explicar o conceito de “Fábricas do futuro”. Os Custos da Qualidade • • • • O impacto económico da Qualidade Custos de Avaliação Custos de Prevenção Custos de Falhas (externas e internas) Definição e importância Etapas de uma auditoria da Qualidade Auditorias internas vs. entender o funcionamento. Detecção de falhas 92 2. Auditorias da Qualidade • • • 3. CAM e CIM. explicar a interacção entre ciência e tecnologia. CAPP. relacionar a utilização da automação como forma de aumentar a produtividade e a competitividade empresariais e explicar o seu impacto económico. Controlo Estatístico do Processo (CEP) • .Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 16B:Gestão da Qualidade e Inovação Cursos Profissionais • • • • explicar sucintamente o conceito de desenvolvimento tecnológico e da sua aplicação. definir e distinguir os conceitos de CAD. mediante a aplicação de novas tecnologias. • • • • 3. Auditorias externas Diagramas de Pareto Diagramas de Causa-Efeito Histogramas Técnicas de estratificação Folhas de recolha de dados Diagramas de correlação e dispersão Cartas de Controlo Prevenção de falhas vs. distinguir os conceitos de automação dedicada e automação flexível e indicar algumas características dos sistemas flexíveis de produção. a aplicação e as vantagens e desvantagens dos sistemas CAD/CAM. Âmbito dos Conteúdos 1. As 7 ferramentas da Qualidade • • • • • • • 4. analisar as mudanças que se têm vindo a verificar ao nível do desenho e da fabricação.

Qualidade – Tendências. Ferramentas tecnológicas de Produção • • • • • • 7. Lisboa. James B. Administração – Princípios de Gestão Empresarial. Donnelly. Estudo de casos de aplicação de tecnologia e inovação em empresas. Lisboa. Inovação e Novas Tecnologias • • • • • 6. McGraw-Hill. (2001). 93 . Planeamento de Sistemas de Informação. Ana Cristina et al. FCA. Gibson e Ivancevich (2000). McGraw-Hill. Qualificações e Formação. Alian e Olivier Cerutti (1990). Serviços e Negócios para Portugal.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 16B:Gestão da Qualidade e Inovação Cursos Profissionais • • • Variação de processos produtivos: causas comuns e causas especiais Capacidade de processos produtivos Cartas de controlo: por variáveis e por atributos Definição de tecnologia e de inovação Investigação & Desenvolvimento (I&D) Capacidade tecnológica de empresas Interacções entre ciência e tecnologia Vantagens e consequências da automação Projecto/Desenho Assistido por Computador (CAD) Produção Assistida por Computador (CAM) Planeamento do Processo Assistido por Computador (CAPP) Produção Integrada por Computador (CIM) Sistemas automatizados de produção As fábricas do futuro 5. 2ª Edição. 10ª Edição. portuguesas e estrangeiras 4. Bibliografia / Outros Recursos Livros Amaral.-Colecção Sistemas de Informação. Freire. Dilworth. Lisboa. (1996). A Qualidade Total – Implementação e Gestão. Luís Alfredo e João Varajão (2000). Lisboa. Adriano (2000). Operations Management. Edição: Instituto para a Inovação na Formação. Inovação – Novos Produtos. Cabral. Editorial Verbo. Bernillon. Edições Técnicas.

Jeffries. Manuel Duarte et al (1997). 8ª Edição. Editora Monitor. Texto Editora. Gestão da Qualidade – Colecção O Gestor – Área da Produção. Formar para a Gestão da Qualidade Total TQ . Norman e Greg Frazier (2001).Colecção do Formador Prático. (1991). David et al (2002). Administração da Produção e Operações. Just in time — Implementação de novas estratégias de fabrico. Lisboa. IAPMEI. Ed. Fernando Nogueira (1994). Pioneira -Thomson Learning.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 16B:Gestão da Qualidade e Inovação Cursos Profissionais Gaither. Monitor. Lisboa. Ed. Laranja. Inovação Tecnológica – experiências das empresas portuguesas. 94 . Ganhão. Edward J. Hay.

• • • • • • • • • conhecer o enquadramento legal da Prevenção de Riscos Laborais. com este módulo. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo. reconhecer as condições psicológicas do trabalho. higiene e saúde. uma matriz fundamental para o seu desenvolvimento.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 16C Segurança e Condições de Trabalho Duração de Referência: 36 horas 1. definir análise e avaliação de risco. A segurança e a melhoria das condições de trabalho são duas áreas onde as acções empreendidas têm uma rentabilidade difícil de avaliar. reconhecer as diferentes modalidades dos serviços de Prevenção e Protecção. 95 . reconhecer as condições físicas e ambientais do trabalho. São actividades que estão intimamente relacionadas com o objectivo de garantir condições de trabalho capazes de manter um nível de saúde dos colaboradores e trabalhadores de uma empresa. reconhecer o Enquadramento da Segurança e da Saúde do trabalho na Gestão Empresarial. conhecer os princípios Gerais da Prevenção. os alunos deverão ser capazes de: • • definir Grupo. Pretende-se. identificar a Política da empresa para a Segurança e Saúde no trabalho. analisar o conteúdo do trabalho. sensibilizar os alunos para as questões de Higiene. Apresentação A realização pessoal e profissional encontra na qualidade de vida no trabalho. particularmente a que é favorecida pelas condições de segurança. 2. identificar as funções e as actividades dos serviços de Prevenção e Protecção. Segurança e Saúde no trabalho.

Saúde e Prevenção de Acidentes do Trabalho. A acção sobre o conteúdo do trabalho. 2.R. J.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 16C:Segurança e Condições de Trabalho Cursos Profissionais 3. A acção sobre as condições de trabalho. 3. Alberto Sérgio S. 4. 5ª Edição. A gestão do stress no trabalho.. (2000). Rui e Fernando Cabral (2005). 96 . M. Porto Editora. Higiene e Saúde no trabalho. Recursos Humanos. Bibliografia / Outros Recursos Livros Miguel. Higiene e Saúde no trabalho. A Segurança. 5. Lda. Verlag Dashofer. 4. Edições Sílabo. Âmbito dos Conteúdos 1.. Investir na Segurança e melhoria das condições de trabalho. Lisboa. Peretti. Lda Suporte Legislativo Legislação diversa em matéria de Segurança. Porto. (1997). Higiene e Segurança.. Manual de Higiene e Segurança no Trabalho.Edições Profissionais. Unip. Lisboa. Veiga.

• • • • identificar os âmbitos de aplicação pessoal e material dos procedimentos. julga-se oportuno dar relevo aos procedimentos mais eficazes. formalidades. como um único código. Visa também.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 16D Contratação e Obras Públicas Duração de Referência: 36 horas 1. etc. as normas aplicáveis às despesas públicas. forma. adjudicação. salientando algumas disposições relativas ao procedimento administrativo. autorização de despesas. • identificar os princípios gerais sobre os regimes da aquisição de bens e serviços e das empreitadas de obras públicas na Administração Pública em geral. que os alunos conheçam. bem como às consagradas no regime jurídico de empreitadas de obras públicas. identificar os tipos de procedimentos e as regras de tramitação. E porque a matéria do procedimento é essencial a futuros técnicos da administração pública. Apresentação A intenção do presente módulo é dar a conhecer ao futuro Técnico de Gestão na área Autárquica. 97 . e das empreitadas de obras públicas. 2. os regimes da aquisição de bens e serviços. selecção do contraente. designadamente a formação da competência para contratar. conhecer os procedimentos mais eficazes. Assim este módulo visa dar a conhecer aos alunos a regulamentação adoptada no Direito Nacional tendo em conta as soluções contidas no Direito Comunitário o que conciliou a regulamentação legal aplicável com o princípio da desconcentração de competências aos regimes da administração pública em causa. conhecer a forma dos contratos e formalidades. que actualmente vigoram na nossa administração. os alunos deverão ser capazes de: • conhecer os antecedentes históricos e os objectivos dos regimes da aquisição de bens e serviços e das empreitadas de obras públicas na Administração Pública em geral. simples e desburocratizantes. simples e desburocratizantes. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo.

Dever de retenção -.Dever de comunicação -. Soluções Preconizadas • 98 . Introdução.Regime de realização de despesas públicas -.Regime especial -.Anúncio de resultados • Cumprimento de obrigações fiscais e contributivas .Direito de rescisão do contrato ou aplicação de multas • • Princípio da igualdade de acesso Falsidade de declarações Competência dos órgãos da administração -.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 16D:Contratação e Obras Públicas Cursos Profissionais 3.Pessoa Colectiva de direito privado sem natureza empresarial -.Determinação da competência -. • • Antecedentes históricos Objectivos dos regimes Princípio da imparcialidade Princípio da livre concorrência Princípio da transparência .Procedimentos especiais -.Documento Nominativo e dados pessoais .Dispensa de procedimentos 2.Regime das Autarquias Locais • Âmbito de aplicação material -.Qualificação dos contratos e contratos mistos -.Pessoa Colectiva de direito público -.Actualização de valores • Âmbito de aplicação pessoal -.Regime de contratação pública -.Financiamento de contrato de prestação de serviços -. Âmbito dos Conteúdos 1.Âmbito . Princípios Gerais • • • 3.

DGSI. Decreto-Lei n. Contratação informática no Estado e demais Pessoas Colectivas públicas: o passado e o presente.º 59/99. Bibliografia / Outros Recursos Livros Fernandes. Lisboa.º 104/2002. sob qualquer regime. Correia (2000). Estudos sobre o novo regime do sector empresarial do Estado.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 16D:Contratação e Obras Públicas Cursos Profissionais 4. Decreto-Lei nº 197/99. de 08 de Junho – Fixa as regras relativas à coordenação da aquisição e utilização de tecnologias de informação na Administração Pública e estabelece regras específicas para a locação. Almedina. Decreto-Lei n. de 8 de Junho – Estabelece o regime da realização de despesas públicas com locação e aquisição de bens e serviços. Eduardo Paz (2000). de 12 de Abril – Aprova o regime de aquisição de bens por via electrónica por parte dos organismos públicos. de 2 de Março – Regime Jurídico das Empreitadas de Obras Públicas.º 196/99. ou a aquisição de bens ou serviços de informática. 99 . bem como da contratação pública relativa à locação e aquisição de bens móveis e de serviços. Ferreira. de 28 de Outubro – Aprova os modelos de documentos de contratação pública.º 949/99. Suporte Legislativo Decreto-Lei n. Coimbra. José A. Portaria n.

Objectivos de Aprendizagem No final do módulo. Apresentação Com este módulo pretende-se que o aluno adquira um conjunto de conhecimentos no âmbito das boas práticas de gestão. de forma a inteirar-se da importância e da necessidade de promover a iniciativa e a inovação empresarial visando responder ao novo quadro global e europeu. os alunos deverão ser capazes de: • • • • • • • • • • • • • • • • • • compreender a importância da Inovação caracterizar o problema da inovação empresarial reconhecer as vantagens da inovação identificar os graus de inovação empresariais caracterizar o sistema de inovação identificar os principais componentes e relações do sistema de inovação identificar as entidades envolvidas no sistema de inovação analisar e classificar os diversos incentivos de apoio à inovação interpretar os indicadores de inovação colocar questões sobre o processo de inovação compreender a noção de empreendedorismo caracterizar o perfil do empreendedor identificar as capacidades básicas essenciais para empreender conhecer as entidades de apoio ao empreendedorismo identificar as diversas estruturas associativas e tecnológicas compreender a noção de centro de incubação identificar as fases de criação de negócio analisar e classificar os diversos incentivos de apoio ao empreendedorismo 100 . 2. sensibilizando-os para as temáticas como a inovação e empreendedorismo.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 17A Inovação e Empreendedorismo Duração de Referência: 30 horas 1.

Cultura Editores Associados. Empreendedorismo • • • • • • • 4. Fernando (1999).Inovar para Competir . Ministério da Economia (2003). Cultura Editores Associados. J. e Fernando Dolabela (2000). Cultura Editores Associados. O Conceito de Inovação e enquadramento na empresa • • • Objectivos Inovação Empresarial Inovação Tecnológica Conceito Principais componentes Rede sensorial de informação Fluxo sensorial do conhecimento Entidades envolvidas no sistema Conceito Capacidades básicas A ideia O projecto Assistência técnica Entidades de apoio Sistemas de incentivos 2. Filion. Bibliografia / Outros Recursos Livros Dolabela. Âmbito dos Conteúdos 1. Economia & Prospectiva . Lisboa. São Paulo.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 17A:Inovação e Empreendedorismo Cursos Profissionais 3.São Paulo. Pedagogia Empreendedora.. Gabinete de Estudos (GEPE) 101 . L. Dolabela. São Paulo. Oficina do Empreendedor . Sistema de Inovação • • • • • 3. Boa Ideia! E agora? . Fernando (2004).

Âmbito dos Conteúdos 1. aplicado à realidade de uma empresa. • • transmitir com clareza. livros. Metodologia do projecto • • • • • • Definição do tema. compreender e explicar as dificuldades da implementação de um projecto desenvolvido “em gabinete”. Apresentação Neste módulo. dos objectivos e dos indicadores de sucesso do trabalho Calendarização de actividades Pesquisa e recolha da informação Desenvolvimento do projecto Conclusões e sugestões Apresentação oral do trabalho 102 . os conhecimentos adquiridos. e saber seleccionar. com aplicação . filtrar e resumir a informação. 3. • analisar criticamente o trabalho realizado. etc. mencionando os aspectos mais e menos positivos. revistas.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 17B Projecto de Gestão Industrial Duração de Referência: 30 horas 1. 2. os alunos deverão ser capazes de: • realizar pesquisas em jornais. pretende-se que os alunos desenvolvam um projecto. • preparar uma apresentação em formato electrónico para expor os resultados do trabalho realizado. de uma forma escrita e/ou oral. Internet. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo. • aprofundar autonomamente os conhecimentos acerca de um determinado conteúdo previamente estudado.se possível.

Administração da Produção e Operações. Montcel. Maria Filomena.. Abril/Controljornal Editora. Virgínia. Lda. Cincinnati. José (2001).Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 17B:Projecto de Gestão Industrial Cursos Profissionais 4. Bloco 1. Edições Sílabo. Publishing Co. Técnicas de organização empresarial.(1990). Os Grandes Patrões da Indústria Portuguesa.(1998). Norman e Greg Frazier (2001). Murphy. Dallas. Bibliografia / Outros Recursos Livros Amaral. Production & Inventory Control. Donald et al (1991). Lisboa. Editora Pioneira Thomson Learning. Aires et al (1995). Lda Rascão. Lousã. 8ª Edição. São Paulo. Lisboa. Luís Alfredo e João Varajão (2000). Publicações Dom Quixote. Porto. Planeamento de Sistemas de Informação.C A. Dicionário de Gestão. South Western. Gaither. MBA Intensivo em Marketing.(1998). Henri Tezenas du. Abril/Controljornal Editora. Sistemas de Informação para as Organizações. Lisboa.Publicações Dom Quixote.Colecção Sistemas de Informação. Recursos Didácticos Sala de aula equipada com computador (com ligação à Internet) 103 .(1973). O’Brien. MBA Intensivo em Gestão. Mónica. Porto Editora. F. 2nd Edition. Fogarty.

Apresentação Este módulo pretende dotar os alunos. reconhecer a importância da formação ao longo da vida. de um conjunto de ferramentas capazes de os ajudar a apresentar-se no mercado de trabalho de uma forma profissional e eficiente. 2. O Mercado de Trabalho • • Enquadramento no Mercado de Trabalho Novas carreiras e novos negócios 104 . construir um plano de marketing pessoal. definir objectos profissionais. os alunos deverão ser capazes de: • adquirir uma visão global sobre o âmbito e importância da Gestão de carreiras e do seu próprio Marketing Pessoal. valorizar as competências pessoais. construir um instrumento de controlo e organização da procura de emprego. elaborar um curriculum vitae. preparar-se para uma entrevista de selecção. 3. • • • • • • • • • • • identificar os meios de diagnóstico necessários à execução de um plano de marketing pessoal. Desde um plano de marketing Pessoal. conhecer os veículos de acesso ao emprego. cartas de apresentação e até mesmo entrevistas.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 17C Gestão da Carreira Duração de Referência: 30 horas 1. a uma análise SWOT da sua própria imagem até ao conhecimento real da forma de redigir e apresentar currículos. Uma carreira de sucesso depende cada vez mais da sua própria gestão. Âmbito dos Conteúdos 1. Objectivos de Aprendizagem No final do módulo. conhecer a oferta formativa existente. redigir uma carta de apresentação.

R. Câmara. Dirección estratégica de personas. Lisboa. Câmara.Recursos Humanos e Sucesso Empresarial. PrenticeHall/Financial Time. Processos e Técnicas. 5ª Edição. São Paulo. Caetano António e Jorge Vala (2002). Siciliano. Etiqueta no Mundo dos Negócios. Bonache Jaime e Angel Cabrera (2002). Lisboa. Pedro et al (2003). Brennan. São Paulo. Lda As competências pessoais Análise Swot Ferramentas e técnicas disponíveis para construir um plano de Marketing Pessoal O que o mercado espera dos profissionais – Competências múltiplas A escolha da Formação adequada Gestão de Relacionamento Definição de objectivos de Carreira Elaboração do Curriculum Vitae Carta de Apresentação Dossier de procura de emprego A entrevista de selecção 2. Lisboa.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 17C:Gestão de Carreira Cursos Profissionais • Condições de empregabilidade para toda a vida Definição de Marketing Pessoal O Eu. Técnicas de Procura de Emprego • • • • 4. Lynne e David BlocK (2003). Publicações Dom Quixote. Marketing Pessoal • • • • • 3. Os sistemas de recompensas e a gestão estratégica de recursos humanos. Plano de Carreira • • • • 4. Publicações Dom Quixote. Pedro (2000). Do Fracasso ao Sucesso na arte de vender. Gestão de Recursos Humanos: Contextos. Bibliografia / Outros Recursos Livros Bettger. Humanator. Frank (2000). Madrid. 105 . Ibrasa.H.

3rd Ed. A. Linkemer. Undrestanding Human Resource Management. Trump – A arte da negociação. Peretti. Alfredo e Eduardo Rienzo Najjar (1999). Como Falar correctamente e sem inibições. Lisboa. Open University Press. Editora Saraiva. Kotler. Editora Saraiva. Philip e Paul N. Editora Campus. Marketing Pessoal. Inteligência Emocional. Gonçalves. London.. Polito Reinaldo (1997). Rumo Press/Sucesso Consultoria. Curso de Aprimoramento Profissional publicado em cinco fascículos pelo Jornal Diário Catarinense. Passos. Negócio Editora. Miguel Pina et al (2004). Atlas. R. Ênio (2002). Editora Objetiva. Daniel (1995). Marketing para serviços profissionais. J. O Sucesso Não Acontece Por Acaso. Balneário Camboriú. Joyce e David Cleeton (1999). Ribeiro. Principles of organizational behaviour. Livraria Nobel. Trump. Boston. Carreira e Marketing pessoal – Da teoria à prática. Rio de Janeiro. Editora Fincham. Recursos Humanos . Oxford. São Paulo. 204 páginas. (2001). Marketing da formação: Formador Prático. (2000). Chartered Institute of Personnel and Development. São Paulo. e Tony Schwartz (1987). São Paulo. Manual de Comportamento Organizacional e Gestão. Marketing Pessoal e Imagem Pública. Reinaldo (1999). Bianca (1999). Psychological testing: a manager’s guide. Bloom (1990). not personnel: motivation and performance apparisal. Editora Monitor. Oxford University Press. Vroom. Editora Best Seller. (1990). Robin e Peter Rhodes (1999). São Paulo. 2ª Edição.H. São Paulo. Toplis. Donald J. Texto Editora. tradução de Marcos Santarrita. Florianópolis. Marketing Pessoal. David (1998). 20ª Edição. São Paulo. Kamoche. Manage People. Os 7 Hábitos das Pessoas Muito Eficientes. Victor H. Rio de Janeiro. tradução de Ibraíma Dafone. 3ª Edição. Padilha. Levan. Gestos & Postura para Falar Melhor. São Paulo. Editora Gente. Lisboa. Edições Sílabo. .Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 17C:Gestão de Carreira Cursos Profissionais Covey Stephen R. Lisboa. Cuide bem de sua Imagem Profissional. Cunha. Bobbi (1986). tradução de Áurea Cosenza Torres Dal Bó e Norma Pinto de Carvalho. J. J. K (2001). 106 . São Paulo. Mancini. 3ª.M. Polito. Harvard Bussiness School Press. Edição. Buckingham. 64ª Edição. (1989). Gaiarsa.. 3rd Ed. Lair (1996). Lisboa. Goleman. et al (2002). O Olhar.

Objectivos de Aprendizagem No final do módulo. os normativos. desenvolver-se-á a noção de planeamento urbanístico e respectivas conexões com o planeamento económico e o planeamento ambiental. bem como abordar o processo de planeamento. Assim. 3. sustentabilidade. As leis base do licenciamento e planeamento municipal Plano de Urbanização Modelo de gestão urbanística (o Estado.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Cursos Profissionais MÓDULO 17D Gestão Urbanística Duração de Referência: 30 horas 1. Apresentação Na Gestão Urbanística é habitual desenvolverem-se outros temas tais como. 6. o quadro institucional no processo de planeamento. o território e a política de solos) Normativos urbanísticos 107 . sistema e estrutura urbana. 3. crescimento e desenvolvimento. Âmbito dos Conteúdos 1. os principais normativos urbanísticos base e contexto da sua aplicação. 7. elaboração de planos e sua monitorização. 2. 5. objectivos e prática) Formação de planos e sua monitorização Licenciamento municipal. acessibilidades e mobilidade. as reservas de solo público (ecológica. os alunos deverão ser capazes de: • • • • • conhecer a noção e objectivos de planeamento urbanístico. Introdução à gestão urbanística Planeamento urbanístico (definição. conhecer o modelo de gestão urbanística. 2. conhecer os procedimentos técnico-administrativos na gestão urbanística. conhecer as leis do licenciamento e planeamento municipal. rede de infra-estrutura. 4. exemplo de um plano de urbanização (ou mesmo de um Plano Director Municipal). Num segundo momento abordar-se-á a elaboração dos planos (processo e formação). agrícola e para edificação de equipamentos colectivos) e o zonamento por finalidades de utilização.

Aveiro.º 177/2001.º 555/99. Bibliografia / Outros Recursos Livros Fidélis. de 11 de Agosto .º 48/98. Planeamento Territorial e Ambiente – O caso da envolvente à Ria de Aveiro. de 16 de Dezembro (versão reformulada pelo Decreto-Lei n.Lei de Bases da Política de Ordenamento do território e de Urbanismo Decreto-Lei n. 9.º 380/99. Estudos caso 4.Programa de Gestão TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 17D:Gestão Urbanística Cursos Profissionais 8. Principia -Publicações Universitárias e Científicas. Teresa (2001). de 4 de Junho) – Regime Jurídico de Urbanização e da Edificação 108 . de 22 de Setembro – Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial Decreto-Lei n. Procedimento técnico-administrativo na gestão urbanística Planos Municipais de Ordenamento do Território. Suporte Legislativo Lei n.