“(Um) camelo e seu dono (...) estavam viajando pelo deserto, quando surgiu um vendaval.

O viajante mais que depressa armou a barraca e abrigou-se dentro dela, fechando as pontas para proteger-se da areia fina e cortante da violenta tempestade. O camelo, logicamente, ficou de fora, e à medida que o forte vento lhe arremessava a areia contra o corpo, olhos e narinas, ele achou a situação insuportável e por fim implorou ao dono que o deixasse entrar na barraca. ‘Há espaço apenas para mim’, disse o viajante. ‘Talvez eu possa abrigar apenas o nariz, de modo que não precise respirar o ar cheio de areia?’, pediu o camelo. ‘Bem, acho que não há problema’, replicou o viajante, e abriu uma das pontas pela qual logo entrou o nariz do animal. Quão confortável estava agora o camelo! Mas logo se cansou da areia cortante que lhe açoitava os olhos e ouvidos, e sentiu-se tentado a perguntar novamente: ‘A areia trazida pelo vento é como um ralo na minha cabeça. Será que eu poderia também abrigar a cabeça?’ E mais uma vez o viajante ponderou que aquiescer não lhe custaria qualquer dano, pois a cabeça do camelo ocuparia o espaço superior da barraca, que ele mesmo não estava usando. E assim o camelo abrigou a cabeça e ficou satisfeito outra vez—mas apenas por pouco tempo. ‘Somente a parte da frente do corpo’, implorou ele, e mais uma vez o viajante consentiu, e logo os ombros e as pernas do camelo estavam dentro da barraca. Finalmente, pelo mesmo processo de súplica e aquiescência, o dorso do camelo, as ancas e todo o restante do corpo estavam dentro da barraca. Então ficou muito apertado para os dois, e o animal jogou o viajante para fora, deixando-o à mercê do vento e da tempestade.” (Spencer W. Kimball, O
Milagre do Perdão, pp. 207–208.)

“(Um) camelo e seu dono (...) estavam viajando pelo deserto, quando surgiu um vendaval. O viajante mais que depressa armou a barraca e abrigou-se dentro dela, fechando as pontas para proteger-se da areia fina e cortante da violenta tempestade. O camelo, logicamente, ficou de fora, e à medida que o forte vento lhe arremessava a areia contra o corpo, olhos e narinas, ele achou a situação insuportável e por fim implorou ao dono que o deixasse entrar na barraca. ‘Há espaço apenas para mim’, disse o viajante. ‘Talvez eu possa abrigar apenas o nariz, de modo que não precise respirar o ar cheio de areia?’, pediu o camelo. ‘Bem, acho que não há problema’, replicou o viajante, e abriu uma das pontas pela qual logo entrou o nariz do animal. Quão confortável estava agora o camelo! Mas logo se cansou da areia cortante que lhe açoitava os olhos e ouvidos, e sentiu-se tentado a perguntar novamente: ‘A areia trazida pelo vento é como um ralo na minha cabeça. Será que eu poderia também abrigar a cabeça?’ E mais uma vez o viajante ponderou que aquiescer não lhe custaria qualquer dano, pois a cabeça do camelo ocuparia o espaço superior da barraca, que ele mesmo não estava usando. E assim o camelo abrigou a cabeça e ficou satisfeito outra vez—mas apenas por pouco tempo. ‘Somente a parte da frente do corpo’, implorou ele, e mais uma vez o viajante consentiu, e logo os ombros e as pernas do camelo estavam dentro da barraca. Finalmente, pelo mesmo processo de súplica e aquiescência, o dorso do camelo, as ancas e todo o restante do corpo estavam dentro da barraca. Então ficou muito apertado para os dois, e o animal jogou o viajante para fora, deixando-o à mercê do vento e da tempestade.” (Spencer W. Kimball, O
Milagre do Perdão, pp. 207–208.)

“(Um) camelo e seu dono (...) estavam viajando pelo deserto, quando surgiu um vendaval. O viajante mais que depressa armou a barraca e abrigou-se dentro dela, fechando as pontas para proteger-se da areia fina e cortante da violenta tempestade. O camelo, logicamente, ficou de fora, e à medida que o forte vento lhe arremessava a areia contra o corpo, olhos e narinas, ele achou a situação insuportável e por fim implorou ao dono que o deixasse entrar na barraca. ‘Há espaço apenas para mim’, disse o viajante. ‘Talvez eu possa abrigar apenas o nariz, de modo que não precise respirar o ar cheio de areia?’, pediu o camelo. ‘Bem, acho que não há problema’, replicou o viajante, e abriu uma das pontas pela qual logo entrou o nariz do animal. Quão confortável estava agora o camelo! Mas logo se cansou da areia cortante que lhe açoitava os olhos e ouvidos, e sentiu-se tentado a perguntar novamente: ‘A areia trazida pelo vento é como um ralo na minha cabeça. Será que eu poderia também abrigar a cabeça?’ E mais uma vez o viajante ponderou que aquiescer não lhe custaria qualquer dano, pois a cabeça do camelo ocuparia o espaço superior da barraca, que ele mesmo não estava usando. E assim o camelo abrigou a cabeça e ficou satisfeito outra vez—mas apenas por pouco tempo. ‘Somente a parte da frente do corpo’, implorou ele, e mais uma vez o viajante consentiu, e logo os ombros e as pernas do camelo estavam dentro da barraca. Finalmente, pelo mesmo processo de súplica e aquiescência, o dorso do camelo, as ancas e todo o restante do corpo estavam dentro da barraca. Então ficou muito apertado para os dois, e o animal jogou o viajante para fora, deixando-o à mercê do vento e da tempestade.” (Spencer W. Kimball, O
Milagre do Perdão, pp. 207–208.)

“(Um) camelo e seu dono (...) estavam viajando pelo deserto, quando surgiu um vendaval. O viajante mais que depressa armou a barraca e abrigou-se dentro dela, fechando as pontas para proteger-se da areia fina e cortante da violenta tempestade. O camelo, logicamente, ficou de fora, e à medida que o forte vento lhe arremessava a areia contra o corpo, olhos e narinas, ele achou a situação insuportável e por fim implorou ao dono que o deixasse entrar na barraca. ‘Há espaço apenas para mim’, disse o viajante. ‘Talvez eu possa abrigar apenas o nariz, de modo que não precise respirar o ar cheio de areia?’, pediu o camelo. ‘Bem, acho que não há problema’, replicou o viajante, e abriu uma das pontas pela qual logo entrou o nariz do animal. Quão confortável estava agora o camelo! Mas logo se cansou da areia cortante que lhe açoitava os olhos e ouvidos, e sentiu-se tentado a perguntar novamente: ‘A areia trazida pelo vento é como um ralo na minha cabeça. Será que eu poderia também abrigar a cabeça?’ E mais uma vez o viajante ponderou que aquiescer não lhe custaria qualquer dano, pois a cabeça do camelo ocuparia o espaço superior da barraca, que ele mesmo não estava usando. E assim o camelo abrigou a cabeça e ficou satisfeito outra vez—mas apenas por pouco tempo. ‘Somente a parte da frente do corpo’, implorou ele, e mais uma vez o viajante consentiu, e logo os ombros e as pernas do camelo estavam dentro da barraca. Finalmente, pelo mesmo processo de súplica e aquiescência, o dorso do camelo, as ancas e todo o restante do corpo estavam dentro da barraca. Então ficou muito apertado para os dois, e o animal jogou o viajante para fora, deixando-o à mercê do vento e da tempestade.” (Spencer W. Kimball, O
Milagre do Perdão, pp. 207–208.)