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Direito Internacional Privado (1.º Semestre)

Direito Internacional Privado (1.º Semestre)

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Apontamentos das Aulas do 1.º Semestre de Direito Internacional Privado e Comunitário (Prof. Dr. Nuno Castelo Branco e Prof. Dr. Nuno Ascensão Silva), cadeira do 4.º Ano da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.
Apontamentos das Aulas do 1.º Semestre de Direito Internacional Privado e Comunitário (Prof. Dr. Nuno Castelo Branco e Prof. Dr. Nuno Ascensão Silva), cadeira do 4.º Ano da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.

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JOSÉ EDUARDO DIAS RIBEIRO DA ROCHA FROTA

Lic. pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra

Direito Internacional Privado

Resumo 1.º Semestre

(segundo as aulas dos Profs. Dr. NUNO CASTELO BRANCO e Dr. NUNO ASCENSÃO SILVA)

Coimbra 2002/2003

Índice

1) Introdução:

...................................................................................................................

8

1.1) Noção e objecto:

....................................................................................................

8

1.2) A noção de limites da lei:

...................................................................................

10

1.3) Princípio da territorialidade:

............................................................................

10

1.4) Tipos de situações jurídicas:

..............................................................................

11

1.4.1) Situações puramente internas:

.......................................................................

11

1.4.2) Situações internacionais plurilocalizadas:

.....................................................

12

1.5) Modo de funcionamento do DIP.:

.....................................................................

13

Elemento de conexão

...................................................................................

15

Conceito Quadro

..........................................................................................

15

1.5.1) A negação da regra de conflitos como «prius» metodológico:

.....................

16

1.6) A «lex fori» como lei do processo:

.....................................................................

17

1.7) Natureza e fontes do DIP.:

.................................................................................

18

1.8) Fundamento geral do DIP., sua natureza e principais interesses que visa
satisfazer:

....................................................................................................................

20

1.8.1) Fundamento nacional ou internacional do DIP.:

...........................................

20

1.8.1.1) Doutrinas internacionalistas:

..................................................................

20

1.8.1.1.1) Doutrinas Internacionalistas ― teoria da delegação:

......................

21

1.8.1.1.2) Doutrinas internacionalistas ― associação à doutrina unilateralista:
.........................................................................................................................

22

1.8.1.2) Posição adoptada:

...................................................................................

22

1.8.2) Natureza do DIP.:

..........................................................................................

27

1.9.) Princípios estruturantes do DIP.:

....................................................................

28

1.9.1) Princípio da harmonia jurídica internacional:

...............................................

28

1.9.2) Princípio da paridade de tratamento dos ordenamentos jurídicos:

................

29

1.9.3) Princípio da harmonia jurídica material ou interna:

......................................

29

1.9.4) Princípio da boa administração da justiça:

....................................................

30

1.9.5) Princípio da eficácia ou efectividade das decisões:

......................................

30

1.9.6) Princípio da maior proximidade:

...................................................................

31

1.10) Conflito entre princípios ― o problema das questões prévias:

...................

31

1.11) A justiça do DIP.:

.............................................................................................

32

1.12) O DIP. e domínios afins:

..................................................................................

34

1.12.1) O DIP. e o Direito Intertemporal:

................................................................

34

1.12.2) Conflitos internacionais e conflitos internos:

..............................................

35

1.12.3) DIP. e direito privado uniforme:

.................................................................

36

1.12.4) DIP. e direito comparado:

...........................................................................

36

1.12.5) DIP. e Direito Constitucional:

.....................................................................

37

1.13) Âmbito do DIP.:

................................................................................................

40

1.13.1) Doutrina alemã e italiana:

...........................................................................

40

Direito Internacional Privado – 1.º Semestre FDUC
— Índice —

1.13.2) Doutrina anglo-saxónica:

............................................................................

40

1.13.3) Doutrina francesa:

.......................................................................................

40

1.13.4) Direito da nacionalidade:

............................................................................

42

1.13.4.1) Conflitos de nacionalidade:

..................................................................

42

1.13.5) Direito dos estrangeiros:

..............................................................................

44

1.13.5.1) Princípios relativos ao direito dos estrangeiros:

...................................

44

1.13.6) Competência Internacional:

.........................................................................

45

1.13.6.1) Regras de conexão da competência internacional:

...............................

46

1.13.7) Reconhecimento e execução de sentenças estrangeiras:

.............................

47

1.13.7.1) Sistemas de reconhecimento:

...............................................................

48

1.13.7.1.1) Sistema de reconhecimento de pleno direito:

................................

48

1.13.7.1.2) Sistema da verificação prévia da regularidade da sentença:

.........

48

1.13.7.1.2.1) Sistema da verificação prévia da regularidade da sentença
com admissão da revisão de mérito:

............................................................

48
1.13.7.1.2.2) Sistema da verificação prévia da regularidade da sentença sem
revisão de mérito (sistema da revisão formal):

............................................

49

1.13.7.1.3) Sistema inglês ou da «common law»:

...........................................

49

1.14) Génese e história do DIP.:

...............................................................................

50

1.14.1) Origens do DIP.:

..........................................................................................

50

1.14.2) Fases de desenvolvimento:

..........................................................................

51

1.14.2.1) A teoria dos estatutos:

..........................................................................

51

1.14.2.1.1) Escola estatutária italiana (séculos XIV a XVI):

..........................

52

1.14.2.1.2) Escola estatutária francesa (séculos XVI a XVIII):

......................

53

1.14.2.1.2.1) A teoria de DUMOULIN:

......................................................

53

1.14.2.1.2.1) A teoria de D’ARGENTRÉ:

..................................................

54

1.14.2.1.3) Escola estatutária holandesa (século XVII):

.................................

54

1.14.2.1.3.1) A teoria de HUBER:

..............................................................

54

1.14.2.2) O século XIX e a ciência do DIP.:

.......................................................

55

1.14.2.2.1) O sistema de SAVIGNY:

..............................................................

56

1.14.2.2.1.1) Aplicações práticas da doutrina de SAVIGNY:

.....................

57

1.14.2.2.1.2) Limites da Comunidade de Direito:

.......................................

58

1.14.2.2.2) O sistema de MANCINI:

...............................................................

59

1.14.2.2.3) O sistema de PILLET:

...................................................................

61

1.14.2.2.4) Outras doutrinas universalistas:

....................................................

63

1.14.2.3) A evolução posterior do DIP.:

..............................................................

63

1.14.2.4) Consequências do movimento codificador do DIP. ― a reacção contra
o universalismo:

...................................................................................................

64

1.14.2.5) Reacção contra o nacionalismo ou particularismo positivista.
Orientação dominante na actualidade:

.................................................................

65

2) O método do Direito Internacional Privado:

............................................................

66

2.1) A concepção clássica (ou tradicional) europeia do DIP.:

................................

66

2.2) A crítica norte-americana:

................................................................................

68

2.3) Principais posições críticas:

...............................................................................

69

2.3.1) A crítica de DAVID CAVERS:

....................................................................

69

2.3.1.1) Críticas a esta teoria:

..............................................................................

70

2.3.1.2) O segundo momento de DAVID CAVERS:

..........................................

70

2.3.1.3) Crítica ao segundo momento de CAVERS:

...........................................

72

IV

José Eduardo Dias Ribeiro da Rocha Frota

2.3.1.4) O DIP. e a CRP. Segundo CAVERS:

.....................................................

74

2.3.2) A crítica de BRAINERD CURRIE:

..............................................................

74

2.3.2.1) Críticas a esta teoria:

..............................................................................

75

2.3.2.2) O DIP. e a CRP. segundo CURRIE:

......................................................

75

2.3.2.3)Críticas a esta posição:

............................................................................

77

2.3.3) A crítica de ALBERT EHRENZWEIG:

.......................................................

77

2.3.3.1) Críticas a esta teoria:

..............................................................................

79

2.3.3.2) O DIP. e a CRP. segundo EHRENZWEIG:

...........................................

80

2.4) A aproximação entre a doutrina europeia e a perspectiva norte-americana:
.....................................................................................................................................

81

2.4.1) A flexibilização:

............................................................................................

83

2.4.1.1) Cláusula de excepção:

............................................................................

83

2.4.2) A materialização do DIP.:

.............................................................................

84

2.4.3) Terceiro nível de aproximação:

.....................................................................

86

2.4.3.1) A qualificação:

.......................................................................................

87

2.4.3.2) A adaptação:

...........................................................................................

87

2.4.3.2) Normas espacialmente auto-limitadas ou auto-condicionadas:

.............

88

2.4.3.2.1) Normas espacialmente auto-limitadas de carácter restritivo:

..........

89
2.4.3.2.2) Normas espacialmente auto-limitadas de carácter ampliado (NANI):
.........................................................................................................................

90

2.5) O Direito Internacional Privado Material:

......................................................

90

2.5.1) Vias pelas quais os defensores de uma maior «materialização» do DIP.
fizeram avançar as suas propostas:

..........................................................................

91

2.5.2) Modalidades de normas de DIP. material:

...................................................

92

2.5.2.1) Normas de DIP. material de fonte interna:

.............................................

92

2.5.2.1.1) Normas de DIP. material de origem legislativa:

.............................

92

2.5.2.1.2) Normas de DIP. material de origem jurisprudencial:

......................

93

2.5.2.1.3) Normas de DIP. material de origem doutrinal:

...............................

94

2.5.2.2) Normas de DIP. material de fonte internacional:

...................................

95

2.5.2.2.1) Convenções de unificação:

..............................................................

95

2.5.2.2.2) Leis uniformes:

................................................................................

95

2.5.3) Argumentos a favor desta teoria:

..................................................................

96

2.5.4) Críticas a estes argumentos:

..........................................................................

96

2.5.5) Principais conclusões:

...................................................................................

98

3) Parte Geral:

..............................................................................................................

102

3.1) As regras de conflitos:

......................................................................................

102

3.1.1) Conceito, «modus operandi» e elementos estruturais da regra de conflitos:
...............................................................................................................................

102

3.1.1.1) Conceito-quadro:

..................................................................................

103

3.1.1.1.1) Noção e natureza:

..........................................................................

103

3.1.1.1.2) Objecto:

.........................................................................................

104

3.1.1.1.3) Função:

..........................................................................................

106

3.1.1.2) O elemento de conexão:

.......................................................................

106

3.1.1.2.1) Noção e natureza:

..........................................................................

106

3.1.1.2.2) Espécies: conteúdo da conexão, conexões «localizadoras» e
«substanciais»:

...............................................................................................

108

3.1.1.2.3) Tipos de conexão:

..........................................................................

108

V

Direito Internacional Privado – 1.º Semestre FDUC
— Índice —

3.1.1.2.3.1) Regras de conflitos de conexão una ou simples:

....................

108

3.1.1.2.3.2) Regras de conflitos de conexão múltipla ou complexa:

.........

109

3.1.1.2.3.2.1) Regras de conflitos de conexão múltipla alternativa:

......

109

3.1.1.2.3.2.2) Regras de conflitos de conexão múltipla cumulativa:

.....

109

3.1.1.2.3.2.3) Regras de conflitos de conexão múltipla distributiva:

....

110

3.1.1.2.3.2.4) Regras de conflitos de conexão múltipla subsidiária:

.....

110

3.1.1.2.4) Espécies de conceitos designativos da conexão:

.........................

111

3.1.1.2.5) Diferença entre conexões factuais e conexões jurídicas:

..............

112

3.1.1.2.6) Interpretação e aplicação dos conceitos designativos de
qualidades jurídicas:

......................................................................................

112

3.1.1.2.7) Elemento de conexão e conceito-quadro ― diversidade de sentido
e função:

........................................................................................................

113

3.1.1.3) A consequência jurídica:

......................................................................

115

3.1.1.3.1) Relevância indirecta do direito estrangeiro:

..................................

118

3.1.2) Relevância do factor «tempo» na actuação das regras de conflitos:

...........

120

3.1.2.1) Sucessão de regras de conflitos do foro:

..............................................

120

3.1.2.2) Sucessão de leis no ordenamento jurídico aplicável:

...........................

122

3.1.2.3) O conflito móvel:

.................................................................................

122

3.1.2.3.1) Solução do conflito móvel no âmbito do estatuto pessoal:

...........

123

3.1.2.3.2) Solução do conflito móvel no âmbito do estatuto real:

.................

123

3.1.3) Função das regras de conflitos:

...................................................................

124

3.1.3.1) As regras de conflitos bilaterais e unilaterais — regras de conflitos
imperfeitamente bilaterais:

................................................................................

124

3.1.3.1.1) O sistema da bilateralidade:

..........................................................

124

3.1.3.1.2) O sistema da unilateralidade:

........................................................

125

3.1.3.1.2.1) A justificação tradicional ― crítica:

......................................

125

3.1.3.2) A doutrina da auto-limitação espacial da regra de conflitos
(FRANCESCAKIS):

.........................................................................................

128

3.1.3.2.1) Críticas à teoria de FRANCESCAKIS:

........................................

128

3.1.3.2.2) Posição adoptada:

..........................................................................

129

3.1.3.3) A doutrina de ROLONDO QUADRI (apreciação dos seus princípios
orientadores) ― crítica:

.....................................................................................

130

3.1.3.4) Diferenças entre CURRIE e QUADRI:

...............................................

131

3.1.4) O problema da qualificação:

.......................................................................

132

3.1.4.1) O problema do objecto da qualificação ou da qualificação propriamente
dita:

....................................................................................................................

133

3.1.4.2) Doutrina seguida em Portugal:

.............................................................

135

3.1.4.2.1) Críticas a tal procedimento:

...........................................................

135
3.1.4.3) As fraquezas do art. 15º do CC. do ponto de vista da doutrina dominante
― refutação:

......................................................................................................

136

3.1.4.4) A doutrina dominante ou teoria da dupla qualificação (ROBERTSON):
...........................................................................................................................

136

3.1.4.5) ROBERTO AGO, ANZILOTTI, FEDOZZI:

.......................................

137

3.1.4.6) Os problemas (+/-) de qualificação:

.....................................................

138

3.1.4.7) A questão do conflito de qualificações:

...............................................

139

3.1.4.7.1) Conflitos positivos de qualificação:

..............................................

139

3.1.4.7.1.1) Conflito entre a «qualificação forma» e a «qualificação
substância»:

...............................................................................................

139

VI

José Eduardo Dias Ribeiro da Rocha Frota

3.1.4.7.1.2) Conflito entre a «qualificação real» e a «qualificação pessoal»:
...................................................................................................................

139

3.1.4.7.1.3) Conflito entre a qualificação «regime matrimonial» e
«sucessório»:

.............................................................................................

140

3.1.4.7.2) Conflitos negativos:

.......................................................................

140

3.1.4.8) Passos lógicos do processo de qualificação:

........................................

140

4) Casos práticos:

.........................................................................................................

143

VII

Direito Internacional
Privado

Resumo do 1º Semestre

2002 — 2003

Bibliografia:

BOBBIO, Norberto — «Teoria do Ordenamento Jurídico», 10ª edição
brasileira, UNB, Brasília—1997.

CORREIA, A. Ferrer ― «Lições de Direito Internacional Privado», 1ª
edição, Almedina, Coimbra―2000.

― «Direito Internacional Privado ― Algumas

Questões».

MACHADO, João Baptista ―«Lições de Direito Internacional
Privado», 3ª edição, Almedina, Coimbra―1999.

RAMOS, Rui Manoel Genz de Moura ― «Direito Internacional Privado e
Constituição», Coimbra.

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