UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ

Universidade do Vale do Itajaí

Cadernos
Universidade do Vale do Itaj aí

de Ensino
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Pró-Reitoria de Ensino

FICHA CATALOGRÁFICA

2...

Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Central Comunitária - UNIVALI
Cássia Ferri Regina Célia Linhares Hostins Coordenação

Projeto
Josiane da Silva Delvan Lucian o Dalla Giacomassa Colaboração

E lisabeth Juchem Machado Leal Simone Gh is i Feuersch ütte E laboração

Hildo Rocha Neto Nilton Córdova Fotografia José Roberto Azevedo Júnior Capa Camila Morgana Lourenço Projeto Gráfico Ch arlles Giovany Faqueti Fábio Zella de Souza José Roberto Azevedo Júnior Editoração E letrônica E xemplares: 1500

Pedagogico

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ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS

ITAJAÍ (SC Julho/2006 Ano 2 - nº 4

de Ensino
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Pró-Reitoria de Ensino

81.. Em julho de 2006 o texto deste documento (páginas 56.. 89. 87. . 58.4.724. 91 e 92) foi atualizado para in corporação das alterações referentes à apres entação de trabalhos acadêmicos contidas na segunda edição da NBR 14. 90. de dezembro de 2005.

.........................4 5 5....................................3....... 21 Propósitos ..............4 5.................................................................................1 5. 17 Ficha bibliográfica ....... 26 Avaliação ..............................................................................................................3 4......................................................... 27 Propósitos .....................................5 6 6.................... 17 Ficha de leitura .............................................. 15 Conceito ...............................................5 4 4...........................................................................................................................................................................................................3 2...............................................3 5....................................... 35 Avaliação ....................................4. 09 PARTE I ....2 4....................................2 5..................... 20 RESENHA CRÍTICA ...................................... 33 Conceito .........................................................4..............4 5...............................................4...........................................3 6............ 31 Avaliação ................... 27 Procedimentos quanto à elaboração ..........................................................................................................................................................................................1 5.......................................... 18 Avaliação ......................... 10 1 2 2.............................. POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL ......................................................................................................................................... 25 Propósitos ...................................................2 6..................... 30 Indicativos dos tópicos (seções) do artigo científico ...3 3.........................1 3......................................................................... 24 PAPER........................................................... 23 Avaliação ................. 25 Procedimentos . 25 Conceito .........................................................................................2 3....................................2 5..................................................... 16 Procedimentos ...................... 33 Propósitos ................................................................................................................... 34 Procedimentos .................... 15 Os propósitos do fichamento ........................................................................ 34 Tipos de relatórios .................4........UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ SUMÁRIO APRESENTAÇÃO .................... 26 ARTIGO CIENTÍFICO ....................................................................1 2............................. 37 ......................................1 2........................................................................................................2 2..................................................................................................................................................................1 6.............................................................................................4 6........... 29 Elementos pré-textuais ......................................................................4 3...................................................2 2. 21 Conceito ..................................... 31 RELATÓRIO ..............................4 3 3...1 4..............................................................................5 INTRODUÇÃO ........3 5.3. 22 A apresentação da resenha ..............................................................Elaboração de trabalhos acadêmico-científicos ........................ 21 Procedimentos ................................. 27 Conceito ............. 30 Elementos pós-textuais ............................... 5 ................ 13 FICHAMENTO ............................................ 28 Procedimentos quanto à forma de apresentação ........................................................... 30 Elementos textuais .........................................

............................ 71 Publicações em eventos .....5 3.... 40 Avaliação ..............................................................................2 3...........3 7.......................1 7.........4.... 59 Regras quanto ao título e subtítulo .....................................4....... 65 Monografias .................................................. 50 1.......... 55 Exemplos de resumos .............. textual ou literal ......3 3...... 39 Conceito .......... 67 Partes de monografia ........................3................................................1 3.............. 41 PARTE II ...3......4....................1 Citação direta....................................1 3....2 7.............................................................. 56 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS .2.................................................... 58 Regras gerais para elaboração de referências ..............................3 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS .................................................................................................3... 68 Publicação periódica como um todo ..................Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos .................................................................. 72 ............................. 65 Monografias consideradas no todo ........ 53 2 2......4 3................3 3.............................. 43 1 CITAÇÕES .................1 Regras gerais para citação ....... 64 Modelos de elaboração de referências ................................................................3............... 68 Publicações periódicas ...............................1 3........................................................3 Citação da citação ...............2........................2.................................................4..6.....4..........4.... 57 Localização das referências ............................... 47 1. 46 1.......4......................4 3.......................... 57 Aspectos gráficos das referências ........................2 3...... 45 1......................1.4 3.........2 3.................4 MEMORIAL ...............................................2.... 69 Partes de publicações périódicas ..................................................................4 Normas complementares para citação . 70 Artigo e/ou matéria de jornal ............. 63 Regras quanto à data ................................1........................4 3........... 67 Parte de monografia em meio eletrônico ..................5 Considerações finais sobre as normas de citação ........ 62 Regras quanto ao local .....................................................................2 3...............................4.......... 52 1.......2 3....................................... 70 Artigo e/ou matéria de revista....1.................................... 61 Regras quanto à edição e editora ..4.............................................. boletim.........2 Tipos de citação ..........5 3......................................................................................................... 71 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico ........................ 65 Monografias no todo em meio eletrônico ................1 3 3.....3 3............................................................................................. 39 Propósitos ...............................................................................................................................2.....................................6 3.........4.............................1 3.................................. dentre outros.........2...................................................................................................................3 Alterações na citação .............. 64 Regra quanto à paginação ...................... 48 1................................................................................................4..................... 46 1................................1 3..............................3 3.....................4................................................... 39 Procedimentos .................................................................... 45 1..............................................2 Citação indireta: paráfrase e condensação ..................4.......6 3........................... 69 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas .............. em meio eletrônico ................3...........................2....................................2............1....................................................... 7 7................................................... 59 Regras quanto à autoria....................................2...................3....

.........8 Eventos como um todo ................................ Documento cartográfico .. 81 Elementos pré-textuais ...........................Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos .............1 3.............................. 98 Apêndice C ........3 5 5...... 90 Equações e fórmulas ............1 3....2 3.............................................4....................................................4. Jurisprudência ............................................................................................................................ Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico ..........................................................................................................4................4... Bula de remédio ..................3....................................4..................................................... 88 Títulos e indicavos numéricos ..............................................1 5................................................................. Documentos jurídicos .........................4...............................4........................................10 3...............6 5......4 3.... Documento iconográficoem meio eletrônico .....4....................... 84 Elementos pós-textuais ......................................... 100 Apêndice D ...................... 95 Apêndice A .......2 5....... Doutrina ................................................................13 3.4 3.................4....11 3....... 87 Paginação ............................5 3.................................................4.............Exemplo de sumário .....................4........6.......................................................... Séries e coleções ...........................................................................4....................6 3.............................................................3............................................................. 7 ......4..... 85 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS .......... 72 72 73 73 74 74 74 75 75 75 76 76 77 77 78 78 79 79 80 80 80 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS ...... Documento jurídico em meio eletrônico .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3........................................................4.......2 4........................... Trabalho apresentado em evento ...4......................4......................................... 102 Apêndice E .........................................................3......14 4 4............ Documento sonoro ..... 92 APÊNDICES .3 3...................3 5...........................................9 3.... 89 Tabelas ..........7.. Patente ............4...................1 4................................................................................................................ Imagem em movimento ........................................... 89 Ilustrações ................................................................... 103 ......................7 5................................. 81 Elementos textuais .......4.7 3.................................................................................. 87 Formato .................4...................................................4 5.................................................................................4...........................1 3..........................................Modelo de página de abertura (artigo científico) ........................3..................................5 5........8 3... 96 Apêndice B ......12 3...... Documento tridimensional ........ Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico ................................................Capa de trabalhos acadêmico-científicos ...................... Legislação ...................4...........................................................................1 3............................................... 88 Parágrafo ................................................4.............................................................. Documento cartográfico em meio eletrônico ................... 91 REFERÊNCIAS ...........................3 3..................................... Notas ................................................................4...........................4 3.............2 3............................................. Eventos como um todo em meio eletrônico ......................................................................................................... 87 Margens e espacejamento ...4..................Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos ...................................................4........................... Documento iconográfico .....................

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Estas três dimensões estão in ti mame nt e r elacionadas. visando criar novos hábitos e um novo olhar para a produção universitária. o mais elementar deles. 9 . a apr endizagem e o desenvolvimen to do trabalho in telectu al exigem conhecimentos de ordem técnica. É neste contexto que se insere a metodologia de trabalhos científicos como instrumento útil e per tin en te para a produ ção do conhecimento.. o regi st ro e o uso do sabe r já acumulado e disponível para propósitos próprios de construção do conhecimento.. ao artigo científico . esta publicação traz subsídios à elaboração de textos didático-científicos de forma lógica. A elaboração de trabalhos acadêm icos . conse qü en tem en te. o domínio de conceitos reelaborados. (SEVERINO. não sem antes termos clareza do sentido político da formação no ensino superior: por quê. entre suas finalidades. pois u m pensamento ou argumento apresentado pelo aluno ou pesquisador sem apoio em processos lógicos pode não passar de uma idéi a superficial. dos métodos e das técnicas de áreas específicas do conhecimento é uma exigência do ensino superior para vencer o superficialismo e a falta de rigor científico na produção e socialização do conhecimento.do fich amen to. o domínio da teoria é condição imprescindível par a o propósito de produção do conhecimento. nort eada por posturas e práticas de pesquisa. Profª Amândia Maria de Borba Pró-Reitora de Ensino . ao focalizar os tipos de trabalhos acadêmicos mais presentes no cotidiano do ensino superior e os procedimentos básicos para sua elaboração. Est as orientações. pois todo o conjunto de recursos que está na base do ensino superior não pode ir além de sua função de fornecer instrumentos para uma atividade criadora. conceitual e lógica. A UNIVALI destaca. sob critérios lógicos e com o auxílio da técnica.cien tí fi cos. Assim. a pr odu zir conhecimentos. o domínio da ciência e dos seus métodos para atingir novos patamares de qualidade. Parece-nos ser esta u ma con di ção in di spe nsáve l ao desen vol vim en to da vi da in te lect ual disciplin ada e produ tiva. 2000). têm como objetivo favorecer e estimular a produção escrita de nossos alunos. da teoria com a empiria. o domínio do saber e da cultura.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APRESENTAÇÃO Este conjunto de diretrizes metodológicas é apresentado aos professores e estudantes universitários para o desenvolvimento de t rabalh os didáti co. é fator determinante para o al can ce dos obj eti vos da for mação u niv ersi tári a: apre nder a pen sar e. para quê. para quem estudamos e produzimos conhecimentos? Para buscar possíveis respostas às questões acima.permite ao estudante universitário se exercitar em práticas essenciais à atividade científica: a bu sca. desde os primeiros períodos. Se a ciência é o resultado do confronto. Certamente. característica da formação superior. em todas as disciplinas. ou da articu lação. E viden te men te .

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. 11 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 1 Elaboração de trabalhos acadêmicocientíficos ..

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Ao lado desse fato.. perfil. porque significam propriamente a competência. Esse processo contribui decisivamente para a for mação de prof ission ais cu jo pe rfi l compreende as competências necessárias à busca do conhecimento. a querer saber sempre mais e melhor. portanto. A partir daí.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 INTRODUÇÃO A ê nfase qu e vem sen do col ocada nas atividades de pesquisa articuladas ao ensino e à extensão. a apropriação e o uso do conhecimento técnicocientífico são atividades permanentes na carreira do profissional de nível superior. de modo a se tornarem não apenas consumidores como também produtores de conhecimento. registrar a informação e as . de complexidade e sofisticação crescentes. elaborar são termos essenciais da formação do sujeito. um dos desafios que hoje se colocam para a universidade consiste na formação de um profissional capaz de pensar e agir num contexto de alta complexidade – decorrente da natureza dos problemas com os quais nos defrontamos – valendo-se para tanto da capacidade de analisar criticamente a realidade à luz de conhecimentos teóricos e de atu ar com competência de modo autônomo e conseqüente.] Aprende a duvidar. expressão.. coloquem no papel o que querem dizer e fazer. assim identificadas: . buscar e adquirir a informação nece ssári a para a re al ização de trabalhos. contorno.. Para tanto parece ser indispensável que os acadêmicos se exercitem. em todas as áreas do conhecimento. passando a participar como sujeito capaz de propor e contrapor[. no uso de um instrumental teórico-metodológico que lhes possibilite o progressivo domínio das práticas do trabalho intelectual. dada a necessidade de atualização em face aos rápidos avanços da ciência. redijam. pela qual o sujeito que desperta começa a ganhar forma. sist em at ização e soci al ização do conhecimento deixem de ter no professor seu prin ci pal prot agoni st a e passem a ser compartilhadas por professores e alunos. com vistas à elevação do nivel de qualidade dos cursos superiores. a competência de maior importância e suas competências subsidiárias: identificar as fontes bibliográficas mais relevantes da área.] escrevam.ler e compreender textos teóricos.28-29) diz ser fundamental que os acadêmicos: [.. deve . Formular. surge o desafio da elaboração própria. desde os primeiros dias de sua trajetória acadêmica. à sua adequada utilização para a solução dos problemas e à elaboração de novos conhecimentos. à medida que se supera a recepção passiva do conhecimento.compettên ci as r efer enttes ao ttrato da com pet ências refe rent es pe ref eren rato in f i nf orm ação ação: . sobretudo alcancem a capacidade de formular. Por outro lado.se con siderar qu e a bu sca. Essa iniciação compreende a aquisição gradativa de um conjunto de competências.. atividade central na vida acadêmica. Demo (1996. p. requer que as atividades referentes à investigação. a perguntar. 13 . Deixa-se para trás a condição de objeto. se faz.. mediante a progressiva iniciação do aluno às práticas do trabalho intelectual. A formação universitária.

interpretar criticamente. embora t ambém sejam trabalhos acadê micocientíficos.competências necessárias à capacidade de elaboração própria: . fichamentos. demonstrar (ou provar) por argumentação. resenha crítica. documentais ou outras (fazer resumos.apresentar e discutir temas. dissertação de mestrado e tese de doutorado. bem como normas relativas à estrutura e apresentação gráfica de trabalhos acadêmico-científicos. projetos de pesquisa). não são aqui tratados. artigo cien tífico. .redigir: progredir do exercício inicial sob a for ma de re sum o. extrair significados. bem como de apresentação de trabalhos acadêmicocientíficos. de re su m os de ar ti gos e de referências.. no entanto. optou-se pelo fichamento. parafrasear. referências). . . paper. E compete ao professor – a todos os professores e não apenas aos professores responsáveis pelas disciplinas de Língua Portuguesa. Esse conjunto de competências.referentes à capacidade de interpretação: perceber implicações. por se considerar que são os tipos de uso mais freqüente nas várias disciplinas dos cursos de graduação. subsidiariamente. Dessa forma. . inferir. dominar as praxes de citação e de referência. explicar.se (ou ref orm ular o anteriormente formulado). os procedimen tos para sua e laboração e organização e sugestões para sua avaliação. aut o. somente será desenvolvido pelos acadêmicos se estes tiverem oportunidades efetivas de exercitá-las de modo gradativo. A primeira parte do documento trata dos tipos acima mencionados de trabalhos acadêmicocient íf icos: seu conceito e propósitos. até ch egar à elaboração de texto próprio (resenhas. projeto e relatório de pesquisa. .referentes às práticas de investigação: formular questões e hipóteses. t anto a professores como a acadêmicos. . definir.cor rigir.analisar e apreciar criticamente textos teóricos. Na segun da part e são apresen t adas orientações para elaboração e u so de ci tações. respect ivas f on tes bi bl iográfi cas.. estabelecer relações. orientações básicas para a elaboração de trabalhos acadêmico-científicos. relat ór io e mem orial. papers. ou mesmo o ensaio. São muitos os tipos de trabalhos acadêmico-científicos qu e pode riam se r in cl uí dos em um documento como este.14.ligadas à formação de conceitos: fazer distinções e conexões. artigos. sistemático e intensivo. No entanto. .competências cognitivas: . O texto ora apresentado pretende oferecer.ref er ent es ao raciocín io: iden tif icar proposições. observar. ou de Metodologia Científica – a criação dessas oportunidades em todas as disciplinas. .

constituindo-se em instrumento básico para a redação de trabalhos científicos. etc. os fichamentos ou relatórios de leitura.. da dissertação de mestrado ou do relatório de pesquisa do pesquisador. filosófica. um importante meio para exe rcit ar a escrit a. sejam elas de iniciação à redação científica (tais como os primeiros trabalhos escritos que o estudante é solicitado a produzir). o que re qu er a l eit ur a at ent a do text o.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 FICHAMENTO 2. su a compreensão. c) regist rar as re fl exões proporcionadas pelo material de leitura. De acordo com Henriques e Medeiros (1999. o fichamento objetiva: “a) identificar as obras consultadas.100). b) registrar o conteúdo das obras. palest ras ou confe rências.1 Conceito O fichamento é uma técnica de trabalho intelectual que consiste no registro sintético e documentado das idéias e/ou informações mais relevantes (para o leitor) de uma obra científica. A principal utilidade da técnica de fichamento. pa pers. A prática do fichamento representa. portanto.. seja na aprendizagem dos conteúdos das diversas disciplinas que integram o currículo acadêmico. cuja informação teórica ou factual mais significativa deve ser não apenas assimilada. monografias de conclusão de curso. Fichar um texto significa sintetizá-lo. ou. Assim sendo. cujo autor é o “fichador”. seja ele aluno ou professor. assim. seja na pesquisa científica – como enfatiza Pasold (1999) –. de elaboração da monograf ia de conclusão de curso do graduando. como também registrada e documentada. art igos. é otimizar a leitura. essen ci al par a a elaboração de resenhas. além de possibilitar a organização dos textos pesquisados e a seleção dos dados mais importantes desses textos. ent ão. na Universidade. . p. como o docente e o pesquisador têm de manipular uma considerável quantidade de material bibliográfico. A im por tância do fi ch amen to para a assimilação e produção do conhecimento é dada pela necessidade que tanto o estudante. de textos para aulas. a exemplo de Nunes (1997). funcionam como método de aprendizagem e memorização dos conteúdos. preferem substituir esse nome pela expressão “relatório de leitura”. literária ou mesmo de uma mat éria jornalística. coerente e objetivo. Pode-se dizer que esse registro escrito – o fichamento – é um novo texto. a iden tificação das idéias principais e seu registro escrito de modo conciso. no caso do professor. para utilização posterior em suas produ ções escri tas. d) organizar as informações colhidas”. Como o fichamento consiste no resultado do trabalho de leitura. 15 . alguns autores.

No segundo caso – fichamento no contexto da pesquisa ou da revisão bibliográfica –. b) o fichamento que é feito pelo estudante. mas que. o fichamento será tanto mais eficiente quanto mais claros forem para o estudante ou para o pesquisador os propósitos desse trabalho. . deve apresen tar os indispensáveis elementos de identificação. terá como critério selecionador os “propósitos t emáticos” dados pelo próprio tema da pesquisa e suas ramif icações. o simples propósito de resumir o texto é o propósito dominante.16. Dessa forma. e m qualquer caso.se apen as na su a apresen tação.2 Seja como técn ica au xiliar da pesqu isa bibliográfica. ou assimilar o conteúdo ou parte do conteúdo de uma disciplina. com o propósito de registrar sist emat icam en te e docu me nt ar as informações teóricas e factuais necessárias à elaboração do seu trabalho. uma monografia. No primeiro caso – fichamento como exercício acadêmico –. dos quais se falará mais adiante. a argumentação do autor a da obra ou do texto que “comanda” o trabalho de resumo do fichador. que tanto pode ser uma resenha. conceitos ou fatos que interessam resumir ou registrar n os f ichame nt os qu e f ará das obras selecionadas. nesse caso o fichamento consiste. No segundo tipo (b). com o propósito de desenvolver as habilidades exigidas para o estudo e assimilação de textos teóricos. artigos e textos teóricos. elementos teóricos ou factuais que integrarão o resumo. nesse caso. Assim. o fichamento está “a serviço” da pesquisa que o estudante. pelo docente ou pelo pesquisador. em geral. São esses propósit os tem áticos que ori ent am o “fichador” quando seleciona idéias. seja como técnica auxiliar de estudo de obras. a decisão sobre o que retirar de um texto ou de uma obra e registrar sob a forma de resumo ou de citação. o docente ou o pesquisador se propôs. Dependendo dos seus propósitos.. di fer enci a. são os propósitos temáticos de quem estuda as obras consultadas que “comandam” a seleção das idéias. Ora. como toda e qualquer pesquisa está centrada num tema. no contexto de um a pesquisa ou de u ma re visão bibliográfica. 2. um artigo. conceitos. o critério organizador do fichamento será dado pela própria lógica do texto. o fichamento praticamente se identifica com o Os propósitos do fichamento r esu mo. podem ser considerados dois tipos de fichamento: a) o fichamento que é solicitado ao estudante universitário como exercício acadêmico. um seminário ou um relatório de pesquisa. qu e pode ser nu ma ficha manuscrita ou numa folha digitada. no primeiro tipo de fichamento (a) é o raciocínio.. no registro documentado do resumo do texto indicado pelo professor.

por exemplo. Embora muitos tipos de fichas possam ser elaborados no contexto de uma pesquisa ou de uma revisão bibliográfica. A 1a parte da obra contém orientações metodológicas para a elaboração e a apresentação da monografia no curso de graduação de Direito. São Paulo: Saraiva. Severino (2000.1 Ficha bibliográfica Destina-se a documentar a bibliografia relativa a um determinado assunto. elaborada de acordo com a (NBR 6023:2002) da ABNT. após o título geral. 207 p. como.). p. etc. 2. p. apenas dois tipos de fichas serão a seguir apresentados. que variará conforme o tipo de fichamento que o estudante ou pesquisador pretenda fazer. a 2a parte trata da elaboração de dissertação de Mestrado e tese de Doutorado. como já foi dito. ou seja. é importante ainda que conste a localização da obra (biblioteca. sejam elas de cartolina ou de papel A-4 (que substituíram as de cartolina pelas facilidades oferecidas pelos micros). para que a ela se possa retornar caso haja necessidade. 17 . p. dependendo das necessidades de quem estuda ou pesquisa. .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2. 1997.cabeçalho: no alto da ficha ou da folha.112). Manual da monografia jurídica. de um subtítulo. Luiz Antonio Rizzatto. da UNIVALI Exemplo de ficha bibliográfica . p. Eco (1988. 105121) of erecem importan tes orientações práticas sobre diferentes tipos de fichas e sua organização. 42-55) e Pasold (1999. devem conter três elementos: .3 Procedimentos São variados os tipos de fichas que podem ser criados. arquivo público. O seu corpo pode ser constituído de poucas informações. Leite (1985. o con teú do propriamente dito. por serem considerados os mais essenciais. breve indicação do conteúdo da obra ou de sua importância para algum aspecto do trabalho que o estudante ou o pesquisador tem em andamento. à direita.corpo da f ich a. pode ser adotado o uso. As fichas. 87. Bibl.. Metodologia da pesquisa / Pesquisa bibliográfica NUNES. . 35-45). um título que indica o assunto ao qual a ficha se refere..3.referência: o segundo elemento da ficha será a referência completa da obra ou do texto ao qual a ficha se refere.

ao seu final. e as citações ou seja. p. seletivo e objetivo. . Para sua elaboração. Pode ficar a critério do professor. o que tornaria a ficha mais completa. as citações. p. citações mais significativas de trechos do conteúdo. – respeitar a ordem das idéias e fatos apresentados. que deverão estar sempre entre aspas – das expressões ou palavras próprias do fichador. transcrições as citações. Nesse caso. bem como distinguir as expressões ou palavras do autor da obra – isto é. É importante salien tar que a inclusão de citações no fichamento não significa que este se confunda com um mero exercício de “recorte e colagem” de trechos da obra. 47-61) para a leitura e resumo de textos teóricos que o leitor encontrará sintetizados à página 21 deste documento. deverão ser seguidos os passos recomendados por Severino (2000. sempre entre aspas e com indicação da respectiva página. A organização da ficha deve ser feita de tal modo que permita identificar posteriormente a página da obra onde se localiza esse ou aquele conceito. Para o estudante ou docente que faz um f ich amen to no con tex to da pesqu isa bibliográfica. como sugere Hühne (1992. dev e o professor ter claro que. A seguir se encontra um exemplo de ficha de leitura.. pode ser útil a inclusão no texto das novas idéias que foram surgindo durante a leitura.3. dir etas e interligadas. optou-se por colocar na margem esqu erda da folha o núm ero da página correspondente ao trecho resumido para i dent ificar su a localização na obra. Atenção: o exemplo ilustra uma “ficha” de leitura em folha A-4). sem o que essa crítica não passará de mera opinião. O corpo da f icha de leit ur a pode ser organ izado de diferentes maneiras. juízo de valor destituído de fundamento. 6465). – apresentar uma seqüência corrente de f rases con cisas. para fazer a crítica de um texto – ainda mais quando se trata de um texto teórico – é necessário que o aluno já disponha de um certo repertório. ou não.2 Ficha de leitura Esse tipo de fich a destina-se ao registro sinté tico do cont eúdo (ou de parte do con t eúdo) das obras lidas. idéia ou argumento. resumo conteúdo.. no entanto. por exemplo. deverá apresentar as características de um resumo de qualidade. um comentário sobre o te xto f ichado. O corpo da ficha consistirá no resumo da resumo obra ou da parte da obra que interessa ao fichador. Assim sendo. Pode conter. ao solicitar dos alu nos um fichamento.18. 2. ou seja: – ser sucinto. a decisão de incluir. ou então pode apresentar o resumo que sintetiza o resumo. – utilizar linguagem clara. outras formas podem ser adotadas. apenas o resumo das idéi as do au tor e n enhu ma citação ou comentário pessoal do fichador. objetiva e econômica. contendo apenas resumo e citação (no exemplo. qu e e xpre sse a interpretação crítica do aluno sobre o conteúdo do texto.

Dilthey . um de se us repres entantes . ex te rno ao indivíduo. Rio de Janeiro: Re co rd. se gundo ele. ) Exem pl o de fic ha de l ei tu ra 17 18 19 Exemplo de ficha de leitura . pois.. O s adeptos da abordage m qualitativa e nte ndem que o m ode lo de e studos das C iê ncias N aturais. Via a ciência social com o ne utra e obje tiva. po is cada qual tem um sentido próprio.. cujas raízes estão no historicism o ale mão. Com te defe ndia a unidade de todas as ciê ncias. A arte de p e squisar: como fazer pe squisa qualitativa e m C iê ncias S ociais. em que o pes quisador não pode faze r julgam e ntos ne m permitir que se us preconce itos e crenças co ntam inem a pesquisa". 19 . ne cessitando ser com pre endido e m s ua singularidade . M. 16 Esclare cer o debate e ntre a sociolo gia pos itivista e a sociolo gia co mpree nsiva é útil para s ituar a que stão da utilização de mé todos e té cnicas qualitativos nas C iências Sociais. (. que pre ssupõe um a m etodologia própria. suje ito e objeto do conhe cime nto es tão radicalm e nte separados. para e le . não são ade quados à e specificidade das C iências S ociais. S egundo ele.. o m étodo das C iências Naturais– e rklär en – "busca generalizaçõe s e a descobe rta de re gularidade s" e o das C iê ncias Sociais – ve rsteh e n – "vis a à com pre ensão inte rpretativa das e xpe riências dos indivíduos dentro do conte xto em que foram vive nciadas".UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ M e tod ol ogi a ci e ntífica Pe s quis a q ualitativ a G O LD E NBE RG . Para D urkheim.. que busca de scobrir regularidades ou le is . A socio logia com pree nsiva. 199 7. bas eado e m proce ssos quantificáve is que se transform am e m le is e explicações ge rais. entende que os fatos so ciais não são quantificáveis. inde pende da consciência hum ana e deve s er tom ado com o c oisa. Ass im . o fato social. a pesquis a nas Ciências Sociais "é um a atividade ne utra e o bje tiva. distingue natureza e cultura e de fende proce dim entos m e todo lógicos dis tinto s para se us e studos .

A linguagem utilizada obedece a norma culta? .A interpretação crítica (no caso de ter sido solicitada) é pertinente e fundamentada ou justificada? .20.O resumo respeita a ordem das idéias apresentadas pelo autor do texto? .O resumo é sucinto e objetivo? . 2.O conteúdo do resumo mantém fidelidade ao texto? (ou há deturpação das idéias?) .O resumo evidencia uma redação própria do alu no? (ou con sist e apenas na ju staposição de u ma sér ie de f rases recortadas do texto?) .. ou seja.4 Avaliação As orientações para avaliação do fichamento referem-se ao primeiro tipo de fichamento mencionado no item 2. As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação do resumo: .As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? . aquele que é solicitado como exercício acadêmico.As idéias principais do texto estão contidas no resumo? ..2.A obra fich ada ou re sum ida est á corretamente referenciada? .

para as pessoas cuja atividade profissional ou de est udo requer inf ormações sobre a produção científica. novas teorias. a resenha deve conter: – o resumo das idéias principais da obra. o profissional ou o estudante pode decidir sobre a conveniência ou não de ler (ou adquirir) a obra. que a resenha possibilita. 21 ...UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 RESENHA CRÍTICA 3. ou seja.2 Propósitos Mediante a leitura do resumo da obra e de sua avaliação. Quando realizada como um trabalho acadêm ico. feita por cientistas que. em decorrência. artística ou cultural em seu campo de interesse. – uma apreciação crítica das informações apresentadas e da forma como foram expostas e de sua avaliação. 3. A resenha deve levar ao leitor informações objetivas sobre o assunto de que trata a obra. – uma justificativa da apreciação realizada. A resenha de obras científicas é. da explosão de conhecimentos característica da sociedade contemporânea.1 Conceito A resenha crítica consiste na apresentação sucinta e apreciação crítica do conteúdo de uma obra. em geral. . novos conhecimentos. Portanto. compreende o resumo e o comen tário de u ma obra científ ica ou literária. dest acando a cont ribu ição do aut or: abordagem inovadora do tema ou problema. além do conhecimento especializado do tema. de um modo geral. têm condições de emitir um juízo crítico. t em o propósito de exercitar a capacidade de compreensão e de crítica do estudante. A resenha crítica tornou-se importante recurso para os pesquisadores e. prin cipal me nt e.

pr eciso? A li ngu agem é correta? d) quanto à forma: é lógica. . pelo estudante.seu quadro de referências. o título deverá guardar estreita relação com algum atributo ou idéia mais destacada da obra.a referência (aqui pode ser dispensado o item sobre preço da obra). – Conclusão do autor o autor apresenta (ou do autor: não) conclusões? Caso apresente. Para fins de t rabalh os acadê micos. número de páginas. se optar por intitular. no ent an to. histórico. (As perguntas seguintes são orientadoras: de que trata a obra? O que diz? Qual sua característica principal? Requer conhecimentos prévios para entendê-la?). baseadas em Severino (2000.. exemplos. – Credenciais do autor informações gerais do autor: sobre o autor e sua qualificação acadêmica. 245-246): – Referência autor(es). edição. A elaboração de uma resenha crítica requer a aquisição gradativa. sistematizada? Utiliza recursos explicativos (ilustrações. cargos exercidos. têm o propósito de organizar. sistematizar a abordagem de às escolas ou correntes científicas ou filosóficas.a crítica do resenhista. profissional ou especializada. de modo a cumprir sua finalidade. análise e interpretação de textos científicos. . títulos. são indispensáveis os seguintes tópicos: . coere nt e. 51-57). . O roteiro a seguir baseia-se no modelo apresentado por Lakatos e Marconi (1991.o resumo da obra.: O resenhista poderá (ou não) dar um título a sua resenha.3 Procedimentos A resenha crítica deve abranger um conjunto determinado de informações. – Res umo da obra resumo das idéias Resumo obra: principais. estudantes? Nem sempre é possível ou necessário dar resposta a todas as pergu ntas ou iten s relacionados acima. As diretrizes metodológicas que seguem. p. especialistas. Obs. político.as conclusões do autor. . objetivo. criativas? A abordagem dos conhecimentos .22. quais são elas? Onde se encontram (no final da obra ou no final dos capítulos)? – Quadro de referências do autor a que Quadro referências do autor: corrente de pensamento o autor se filia? Que teoria ou modelo teórico apóia seu estudo? – Crítica do resenhista (apreciação) (apreciação): a) como se situa o autor da obra em relação é inovadora? c) quanto ao estilo: é conciso. em relação ao contexto social. título. gráficos. obras publicadas. descrição breve do conteúdo dos capítulos ou partes da obra.. local. desenhos. preço. claro. Referência: editora e data de publicação. etc. de com pe tên cias de l eit ura.? b) quan to ao mérito da obra: qu al a con tr ibui ção dada? As idéi as são originais. o que muitas vezes depende da obra resenhada. econômico. p. segundo a percepção do resenhista.)? e) a quem se destina a obra: grande público. 3. etc. bem como da finalidade ou destino da resenha. figuras.

porém corrida. 23 . de um modo geral.. no entanto. como de outros trabalhos acadêmicos. subdividir-se mediante o uso de subtítulos de acordo com aqueles elementos.4 A apresentação da resenha Como trabalho acadêmico.Texto a referência bibliográfica da obra Te Texto: resenhada deverá ser apresentada no início do texto. ou seja. os dados sobre a obra. validade e con tribui ção à discussão do problema. como se pr oce ssa seu raci ocí ni o e argumentação? Qual é a idéia central? Quais as idéias secundárias? As análises textual e temática servem de base para a elaboração do resumo. sobre o vocabulário (conceitos. com vistas a obter o melhor proveito de seu estudo.3 acima. procura tomar uma posição a respeito das idéias enunciadas. 3. compondo um texto harmonioso. tanto como preparo para a elaboração de resenhas. associação e/ ou comparação com as idéias temáticas afins e com os autores que tenham desenvolvido a mesma ou outra abordagem do tema.. o qual. juízo crít ico. pela maneira como o autor desenvolve e aprofunda o tema. a seqü ência dos elementos relacionados no item 3.Folha de rosto: é a folha que apresenta os Folha rosto: elementos essenciais à identificação do trabalho. . bem como a avaliação crítica do resenhista. . seu autor. os aut ores cit ados. obrigatoriamente. constitui uma etapa do trabalho de elaboração da resenha. o resumo do conteúdo. A redação da resenha obedecerá. Deve ser elaborada segundo o modelo constante do Apêndice B. explora sua fecundidade e mantém um diálogo com o autor. I sso n ão si gn if ica qu e o t ext o dev a. Avalia também sua originalidade. A análise textual etapa em que o estudante análise textual: textual A análise interpretativ a: o estudan te anális e interpretativa: faz uma leitura atenta. buscar dados sobre o autor. quer dizer. alcance. aparecem. do texto para identificar seu plano geral. termos fundamentais à compreensão do t exto). m arcar e esquematizar as idéias relevantes. em geral. avaliando o texto pela sua coerência interna. n um a seqüên cia adequ ada. A análise crítica o estudante formula um análise crítica: análise crítica A análise temática procura interrogar e análise temática: temática identificar do que fala o texto e qual o tema de que se trata: como o autor problematiza o tema? Que posição assume? Como expõe passo a passo seu pensamento.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ textos teóricos. Procura estabelecer uma aproximação. a resenha deve apresentar a seguinte estrutura: . trabalho acadêmico distinto da resenha. os aspectos teóricos. nas resenhas de boa qualidade. sucinto e de fácil leitura.

social) do autor é discutido? .Aponta as características mais relevantes da obra? . polí tico. Sendo a resenha um trabalho acadêmico geralmente pouco extenso e pouco ou nada subdiv idido.A linguagem utilizada na resenha respeita a norma culta? . dev endo ser organ izado segundo a NBR 6023:2002.A obra está corretamente referenciada? .As informações sobre o autor são suficientes para sua identificação? .5 Avaliação As seguintes perguntas poderão orientar o professor na avaliação da resenha: .A crítica do resenh ist a é pertin ente e fundamentada ou justificada? . Quanto à apresentação gráfica.. esse item é obrigatório.O posici onamen to (te ór ico.a resenha apresenta as idéias principais da obra? . o su mári o é e lem en to dispensável. econômico..As normas técnicas de apresentação de trabalh os acadêmico.A apresentação das idéias prin cipais é sucinta e objetiva? .As conclusões do autor são comentadas/ discutidas? . devem ser seguidas as orientações comuns aos demais trabalhos acadêmicos.ci entíf icos f oram observadas? .24.Referências caso o resenhista tenha se Referências: Referências valido de outras obras para fundamentar a análise da obra resenhada. 3. .

1 Conceito O paper. como os artigos científicos. promover o debate em torno de um assunto. exercitando a linguagem científica na elaboração de um texto.2 Propósitos No contexto da f ormação acadêmica. opiniões de especialistas. o autor desenvolve análises e argumentações. Na elaboração de um paper. pois requer que este expresse sua interpretação e compreensão do assunto apresentado.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 P APER . artigos especializados ou de informação geral. POSITION PAPER OU POSICIONAMENTO PESSOAL 4. fatos ou situações relacionados a assuntos pertinentes a uma área de estudo. O p aper pode ser usado para consolidar conteúdos trabalhados nas unidades de uma disciplina (atividade curricular). dentre outros tipos de publicações. podendo considerar. pode ser articulado a outras estratégias de ensino utilizadas na disciplina: após a realização de seminários. de resultados de estudos ou pesquisas cient íficas. position paper ou posicionamento pessoal é um pequeno texto sobre tema prédeterminado.an alít ica e da criatividade do aluno. o objet iv o do p a pe r é e stim ul ar o aprofu ndame nt o de um de ter min ado assunto. 25 . 4. júri simulado. E m algu ns casos. com objet ivi dade e clare za. Além disso. Sua elaboração consiste na discussão. a el aboração do posicion am en to pessoal gera ou tr as produções acadêmicas. também.. estudos de caso ou participação em palestras. o professor pode solicitar ao aluno a elaboração de um posicionamento pessoal com o for ma de av aliar a aprendizagem individual.. Esse tipo de trabalho também auxilia o desenvolvimento da capaci dade crít ico. pelo au tor. . com base na análise de pontos e contrapontos de diferentes autores ou obras estudadas pelos alunos.

As referências utilizadas no trabalho devem ser apresentadas separadamente.as principais idéias dos autores que serviram de base para o paper (quando for o caso) são apresentadas no texto? .cien tí fi cos são respeitadas? .As críticas e os argumentos apresentados são fundamentados ou justificados de modo consistente? .. A apresentação gráfica do paper. o pa per deve apresentar em sua estrutura. re met en do aos propósitos expressos na apresentação. Isso significa que o texto é redigido sem divisões em subtítulos.O assunto/tema em discussão é analisado com profundidade? .As conclusões são apresentadas de forma clara e objetiva? . c) discu ssão dos pon tos r elev ant es.4 Avaliação Para avaliar um trabalho do tipo paper podese buscar respostas para questões como: . b) destaque dos pontos mais r elev ant es.Planejamento do pa per: compreende a elaboração de um roteiro ou esquema com as prin cipai s i déias ref ere nt es a: a) apresentação do assunto e propósitos do p ap er . pode (ou mesmo deve) conter citações diretas e/ou indiretas que sustentem os argumentos do autor em relação ao tema em discussão. Os aspectos a serem considerados quanto ao conteúdo abrangem: . deixando-se claro. Além disso. d) sí nt ese con cl usi va. . f il mes.Há lógica na organização geral do texto? . a análise do assunto e as conclusões do seu autor. a part ir dos qu ais será desenvolvido o paper. de forma articulada. artigos.3 Procedimentos Para a elaboração do p ap er é pr eciso considerar critérios relacionados ao conteúdo e à forma.. et c. sistematizando-se determinadas etapas. segue os padrões descr itos no t ópico 5 da Part e II dest e docu men to r ef eren te às norm as de apresent ação de trabalhos cient íficos e acadêmicos.Leitura: exploração e leitura de materiais relacionados ao tema. registros ou anotações de palestras. tais como: textos.26. as etapas de introdução. ao final do texto. desenvolvimento e conclusão.A análise das idéias é coerente/consistente? . 4. 4. lev an tan do argum en tos. entretanto.A linguagem utilizada obedece a norma culta? . o encadeamento entre as idéias iniciais. exemplos ilustrativos e mencionando idéias comuns ou contrárias de outros autores. como todo t rabalh o acadêmico. Como todo trabalho acadêmico.As normas técnicas de apresentação de t rabalh os acadêmi co..

os propósitos.aprofundar ou dar continuidade à análise dos resultados de pesquisas. Isso permite que outros pesquisadores. esse tipo de trabalho também pode ser elaborado com os seguintes propósitos. Entretanto. Ao produzir o artigo. p. Por sua reduzida dimensão e conteúdo. 88): .resgatar ou refutar resultados controversos ou que caracterizaram erros em processos de pesqu isa.los ou pormenorizar aspectos. de acordo com Marconi e Lakatos (2001. Além desses objetivos. . .discutir aspectos de assuntos ainda pouco estudados ou não estudados (inovadores). docu men tal. dissertações ou teses. a partir de novos enfoques ou perspectivas. . No contexto da formação acadêmica. discute e divulga idéias.aprofundar discussões sobre assuntos já estudados e que pressupõem o alcance de novos resultados. ao apresentar de forma completa. ampliando as discussões e o conhecimento sobre o assunto e inspirando novas pesquisas. buscando a r esolu ção satisfatória ou a explicação à controvérsia gerada. a metodologia empregada por seu autor e os resultados obtidos.estudar temáticas clássicas sob enfoques contemporâneos.2 Propósitos De um modo geral. o artigo científico tende a ser usado como estratégia de en sin o para o desenv olvi men to da capacidade de síntese das experiências de pesquisa realizadas pelo aluno. 5.. o artigo é produzido para divulgar resultados de pesquisas científicas. métodos e técnicas. possibilita ao leitor avaliar a pesquisa realizada. difere de trabalhos científicos. Sua publicação em periódicos especializados é uma forma de divulgação do conhecimento produzido no meio científico e acadêmico. ou nela se baseiem.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 ARTIGO CIENTÍFICO 5. embora sucinta. processos e resultados de pesquisa cien tí fi ca (bi bl iográfi ca. .1 Conceito O artigo científico consiste em um texto que apresenta.. o artigo científico pode abordar conceitos. experimental ou de campo). idéias. como monografias. o aluno inicia uma aproximação aos conceitos e à l ingu agem cien tífica qu e necessitará desenvolver no momento da elaboração do trabalho de conclu são de curso. teorias ou mesmo hi pót eses de form a a di scut i. 27 . O artigo científico. ou repitam a experiência – confirmando ou não seus resultados –. . os procedi me nt os de u ma pesqui sa.

seguidos da indicação das partes principais do tema e suas subdivisões e. é preciso que o autor: . explicando e avaliando os resultados. é necessário observar os propósitos do trabalho a ser elaborado (vide item 5. discussão e análise (confronto entre os resultados obtidos na pesquisa e o conteúdo abordado nos referenciais teóricos). resul tados (apre se ntação e avaliação dos dados encontrados. .. e descrição dos métodos. ainda.. uma síntese da metodologia utilizada na pesquisa.sistematize um roteiro básico das idéias. De acordo com Leal (2001. teorias. por fim. mater iais. No desenvolvimento (corpo do artigo). técn icas e equi pam ent os uti lizados).102). a justificativa do trabalho e suas limitações.3 Procedimentos quanto à elaboração Em termos de procedimentos para a escrita de um artigo científico. dest acam.reún a as inf ormações e conhecimentos necessários por meio de leituras (textos e documentos). contribuindo para que o aluno aprenda a sintetizar conceitos. . conceitos. deve ser estruturado da forma a seguir descrita. que se constitui como dedução lógica do estudo. são apresentados os dados do estudo. Por out ro l ado. 5. a elaboração deste plano é útil. A elaboração de artigos estimula. fatos ou outros estudos. em primeiro lugar. evitando que o autor se perca durante a elaboração. podendose utilizar tabelas e ilustrações). relacionando-os aos objetivos propostos na introdução. formular críticas sobre um determinado tema à luz de pressupostos t eór icos ou de evidências empíricas já sistematizadas. para sistematizar a comunicação a ser feita. a análise e a crítica de conteúdos teóricos e de idéias de diferentes autores. aspe ct os me todológicos (caracterização da pesquisa e da população. No tópico das considerações finais. desenvolvimento e conclusão. o artigo científico deve apresentar a estrutura básica que caracteriza todos os tipos de trabalhos científicos ou acadêmicos: introdução. porém de forma breve e sintética. de fichamentos. p. Podem ser incluídas sugestões ou recomendações para outras pesquisas. Quando o artigo se refere à comunicação de resultados de pesquisa. Já no caso do artigo constituir-se como uma produção ou comunicação escrita sobre idéias.2). se for o caso.28.se os seu s re sul tados. Todavia. A introdução apresenta o assunto do artigo – tema da pesquisa – e seus objetivos. fazer comparações. comparando-se com outros estudos já realizados. iniciando com a apresentação geral do assunto e dos propósitos do artigo. destacando os aspectos a serem enfatizados no trabalho. registros de observações ou evidências factuais. independente de ter propósitos distintos. O texto contém a exposição e a explicação das idéias e do mat erial pesqui sado e pode ser subdividido da seguinte forma: referenciais teóricos da pesqu isa (apresen tação de con cei tos si st emat izados com base na lit eratu ra).

sugerindo a continuidade das discussões a respeito. ao mesmo tempo em que se deve cuidar para que o texto não seja compacto em demasia. porém .4 Procedimentos quanto à forma de apresentação A apresentação do artigo científico para publicação científica impressa deve seguir as orientações da NBR 6022:2003. A definição do título do artigo deve corresponder. conferindo “ao con ju nt o a in di spensáv el u nidade e homogeneidade.no desenvolvimento do artigo. para uma maior clareza e compreensão por parte do leitor. relacionando-as com os objetivos previamente estabelecidos. . convém observar também os critérios e modelos estabelecidos por seus organizadores e/ou editores. precisão. 5. o autor apresenta uma síntese das principais idéias trabalhadas no corpo do artigo. motivando para a leitura. expressões coloquiais e que contenham juízos de valor ou adjetiv os desn ecessários. p. o que pode prejudicar a sua compreensão. as expectativas em relação a ele. Caso se trate de artigo a ser apresentado em eventos (congressos. O artigo científ ico deve ser redigido com objetividade. subdivisões e títulos do artigo não garantem a sua consistência ou i mportância.na conclusão. Também é preciso evitar explicações repetitiv as ou supérfluas. se min ários. ainda. É n ecessário qu e as referidas partes e respectivas idéias estejam articuladas de forma lógica. et c. de forma adequada. . . também. cujos títulos devem ser curtos e adequados aos aspectos mais relevantes do conteúdo. Pode.106).. . mencionar eventuais implicações ou efeitos a partir do conteúdo apresentado. p. destacando sua importância teórica ou prática.. Vale ressaltar que as divisões. o e xce sso de subdivisões.ao apresentar o artigo – na introdução –. textuais e pós-textuais. correse o risco de comprometer a aprovação do artigo. coerência e estrita observân cia das regras da norm a cu lta.” (LEAL. 29 .103).). bem como os limites do artigo quanto à extensão e à profundidade (LEAL. caso isso não aconteça.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ também auxilia como recurso pedagógico para reflexão e organização lógica das idéias a serem abordadas. Ao f in al da int rodu ção dev e apresentar. 2001. É pre ci so ev it ar. ao conteúdo desenvolvido. Devem ser evitadas as gírias. deve o autor dividir o tema em discussão. pois. A estrutu ra de artigos cien tíficos compreende elementos pré-textuais. além de descre ver os objet ivos e os fundamentos que orientam o trabalho. a forma como o artigo está organizado. é conveniente que o autor contextualize o tema. 2001.

diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos e na língua do texto. Segundo a NBR 6022:2003. ou.Palavras-chave em língua estran geira (obri gatório): consist e n a versão das palavras-chave na língua do texto para a m esma lín gu a do re sum o em lí ngua estrangeira (vide seção 2 da Parte II deste documento).Palavras-chave na língua do texto. já detalhados na seção 5. assim como os endereços postal e eletrônico.4. são apresentadas em relação única e consecutiva e numeradas com algarismos arábicos.30. então.Título e subtítulo (se houver) em língua estrangeira.4.Título e subtítulo (se houver) figuram na página de abertura do artigo. . elaborado de acordo com a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento). 5. o desenvolvimento e a conclusão.Referências (obrigatório): elaboradas de acordo com a NBR 6023:2002 (vide seção 3 da Parte II deste documento).Nota(s) explicativa(s) (elemento opcional): caso existam. .2 Elementos textuais Os el ement os textu ais compreendem a introdução. onde também são colocados os agradecimentos do(s) autor(es) (caso sejam necessários) e a data de entrega dos originais. 5.Resumo em língua estrangeira (obrigatório): consiste na versão do resumo na língua do t ext o para idi om a de di vu lgação internacional (vide seção 2 da Parte II deste documento). . . ..3.Glossário (opcional): deve ser organizado em ordem alfabética. 5. ..4. diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos.Resumo na língua do texto.3 Elementos pós-textuais . precedendo o resumo em língua estrangeira. o currículo.Nome do(s) autor(es) acompanhado(s) por breve currículo qualificando-o(s) na área de conhecimento do artigo. . cuja apresentação também deve observar a NBR 6028:2003 (seção 2 da Parte II deste documento). . podem ser dispostos em rodapé indicado por asterisco na página de abertura (vide modelo do Apêndice E). após os elementos pós-textuais. .1 Elementos pré-textuais .

comprova ou ilustra seu con teúdo. . os artigos científicos são elaborados por alunos que se encontram em fase final do curso de graduação. conforme a NBR 6024:2003 (vide seção 5.ausên cia de salt os de raci ocí nio na 1 American Management Review (periódico americano que apresenta diretrizes básicas para revisão de artigo s científicos).. siglas. .Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. complementar ao seu trabalho.5 Avaliação O artigo científico pode ser avaliado segundo inúmeros critérios. 1999. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. SEVERINO. . seguidas de trav essão e respectiv o t ítu lo (Ex. então. sociedade). FEITOSA. Normalmente. .Estrutura organizacional da Empresa Alfa). . decorrentes dos objetivos propostos pelo professor. equações e f órmulas. coerente e adequado aos propósitos do artigo. ilustrações e tabelas (seção 5). 31 .coerên cia en tre as in formações e no encadeamento do raciocínio lógico. 2000). tais como: a) Quanto ao conteúdo: . . o lei tor encon trará ori ent açõe s sobre elaboração/emprego de citações (seção 1).4 Indicativo dos tópicos (seções) do artigo científico Os títulos das partes ou seções que dividem o texto de um artigo cient ífico devem ser alin hados à esqu erda. são identificados por let ras maiúsculas consecut ivas.clareza na especificação das unidades de análise (como por exemplo: indivídu o.demonstração de conhecimento suficiente sobre o assunto. justificativa e importância do artigo.4. podem ser descritos vários critérios (AMR1 . 5.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . precedi dos por numeração progressiva. muito embora nada impeça que o professor os solicite em etapas anteriores.ausência de dispersão ou de redundância das informações/conteúdos. 5.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo autor do trabalho.identificação dos limites do artigo (definição do foco do artigo e dos aspectos que não serão abordados). .clareza na apresentação dos objetivos. . seguidas de travessão e respectivo título (Ex. 2001. que complementa.: ANEXO B .apresentação de suposições (hipóteses) su ste nt adas em t eori as e cr enças consideradas verdadeiras a part ir do paradi gm a do qual se ori gi nam.: APÊNDICE A . adequando-o às possibilidades e recursos já desenvolvidos por seus alunos.Questionário). Para a avaliação de artigos científicos. ..4 da Parte II deste documento).referencial teórico claramente identificado. organização. Observação: na Parte II deste documento. as suposições devem ser claras e justificadas. .

atendimento aos objetivos propostos.resumo claro e informativo.uso fiel das fontes mencionadas no artigo.coerência e padronização dos termos técnicos.objetividade.uso/seleção de literatura pertinente à análise. . .u so corret o de ci tações devidam ente referenciadas. ou de um conceito para outro. . . .observância das normas de apresentação de um artigo.uso adequado de exemplos complementares para clarificar o significado do texto.afirmativas unívocas.adequação do título ao conteúdo. b) Quanto à forma: . com a corr eta r elação com os f atos analisados. . -\ ar ticu lação e nt re su gestõe s ou r ecomen dações e as di scu ssões apresentadas no texto. . un idade e art icu lação (encadeamento lógico). do t ext o ..elaboração de análise e síntese diante de concei tos teór icos sem elh an te s e/ ou divergentes. precisão e coerência na escrita do texto. .. . . . . . .32.observância das regras da norma culta.elementos de transição entre parágrafos adequ ados ao sentido e à lógica dos conteúdos. sem duplo sentido.ori gin ali dade e i novação do assun to abordado. .linguagem acessível.post u ra ét ica n o tr at o do t em a e desenvolvimento da análise (imparcialidade e equilíbrio). . passagem de um parágrafo para outro. .demonstração de argumentos ou provas suficientes para apoiar as conclusões.

Vale sali en tar o det alham ent o com o u ma característica do relatório. n ão é abordado n este documento.1 Conceito A compreensão do que é um relatório pode começar pelo exame das definições que os léxicos of erecem . 6.] Relatório é. viagens de estudo. observação de eventos. acompanhado dos argume nto s que militam a favor ou contra a sua adoção. O relat ório de que se trata aqu i é uma modalidade de trabalho escrito que não se confunde com o relatório de pesquisa – esse destinado exclusivamente à comunicação dos resultados de uma pesquisa científica –. relação. exper imen tos ou testes de laboratório.. aplicação de uma determinada técnica. uma narração. 2 De scrição minuciosa e circunstanciada dos fatos ocorridos na gerência de administração pública ou de sociedade. etc. ou mesmo por não serem muito difundidas orientações para sua elaboração. Embora seja utilizado com fr eqü ência. esse t ipo de tr abal ho acadêmico por vezes tem sua elaboração negligenciada. . descrição ou exposição de um evento qualquer (algo que ocorreu e foi obse rvado. seja no seu conteúdo. de uma prática ou de um conjunto de práticas.] 6 Qualquer exposição pormenorizada de circunstâncias. geralmente relacionados a atividades práticas – visitas. embora seja um dos principais trabalhos acadêmico-científicos comumente realizados n a un iversidade. na sua organização ou apresentação. com vistas a um conjunto bastante v ariado de propósitos pedagógicos.. Em Michaelis (1998.. s obre a s eqüê ncia d e um acontecimento qualquer.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6 RELATÓRIO Incluiu -se o rel atório en tre os t ipos de trabalhos acadêmico-científicos por ser uma modalidade de trabalho escrito solicitada com alguma regularidade ao aluno de graduação. p. 3 Exposição por escrito sobre as circunstâncias em que está re digido um docume nto ou proje to. em pelo menos uma das definições. em diversas disciplinas.1808) encontram-se as seguintes: 1 Exposição. após terem sido desenvolvidas. pois os termos minuciosa e circunstanciada são usados para qualificar a descrição.. 4 Parece r ou exposição de um voto ou apreciação. ordinariamente por e scrito . [. são complementadas ou concluídas pelo relato de sua realização. realização de uma intervenção ou procedimento especializado. – as quais.. o qual. fatos ou objetos [.. 33 . então. de menor importância. até mesmo de um objeto. talvez por ser con siderado um t rabalho “ pequen o” ou “rápido”. al go qu e f oi realizado).

observações de campo. tais como. a preocupação maior deve estar voltada para a eficiência da comunicação.2 Propósitos Rel at ór ios podem te r os m ais di versos propósitos: descrever ampla variedade de atividades realizadas.168193) apresent am uma ú til t ipologia de relatório. relatórios s emi-informais de alguma relatórios semi-informa is extensão (5 a 15 páginas ou pouco mais).. LAKATOS. verificações. as autoras classificam os relatórios quanto à estrutura e à função. Considerando o largo uso de relatórios nos diversos campos de atividades profissionais. produtos ou tecnologias. p. inspeções. mercados. of erecer informações e análises sobre empresas. trata de assunto complexo e se destina a grandes audiências. 1999. qualquer que seja seu tipo. medições. o relatório de uma Secretaria de Estado – até o relatório informal que trata informal. é preciso também sermos capazes de fazer com que outras pessoas entendam o que estamos f azendo. Barrass (1986. podem apre sent ar difer ent es n ívei s de formalidade. viagens. ou ainda descrever atividades realizadas em laboratório. de uma obr a ou sobre as ativ idade s de u ma administração. como. Olímpio e Cancelier (1992.. por exemplo. 6. expor conhecimentos aprofu ndados sobre uma determinada instituição. p. porqu e o fazemos e com que resultados”. etc. auditorias. 2000). avaliações. O relatório é. em campo. elaborada segundo os propósitos deste documento. têm poucas páginas (às vezes uma única) e uma apresentação breve. vistorias. entre esses dois extremos estariam os emi-informais. na elaboração de um relatório. (MARCONI. . é importante que o acadêmico aprenda. sobre áreas promissoras do mercado e tecnologias emergentes. procedimentos técnicos.3 Tipos de relatórios Flôres. Inicialmente. Dessa forma. tratam de assunto de certa complexidade e apresentam conclusões ou recomendações fundamentadas em dados. de um único assunto.20) aconselha: “ Não bast a term os u ma boa idéia ou executarmos um bom trabalho. tem forma de apresentação rigorosa. a elaborá-los. O obje tivo é comunicar ao leitor a experiência acumulada pelo autor (ou pelo grupo) na realização do trabalho e os resultados obtidos. 6. um documento através do qual um profissional ou acadêmico faz o relato de sua própria atividade ou do gr upo ao qu al perte nce. durante a sua formação.34. por conseguinte. A esse respeito. pois como profissional certamente será solicitado a fazê-lo. desde o relatório formal – formal aquele que segue todas as normas de um trabalho técnico. apresenta-se a seguir. que já requerem uma apresentação técnica. em diferentes situações. visitas. SEVERINO. cuja síntese. etc. Quanto à estrutura (partes componentes). informar sobre o andamento de um projeto..

A seguir apresentam-se dois roteiros possíveis para o corpo do relatório com a ressalva relatório.4 Procedimentos A estrutura e a organização de um relatório serão variáveis assim como são variáveis os tipos de relatórios.por que deve ser relatado? Esta pergunta au xil ia a de ci dir se o re latóri o ser á informativo ou analítico e a esclarecer aspect os rel at iv os à abordagem e t ratame nt o das i nf orm ações e/ ou con clusões e recomendações a serem apresentadas. 35 . em decorrência de seus objetivos e destinação. Os relatórios informativ os transmitem relatórios informativos in f or mações sem an al isá-l as ou f azer recomen dações.. dos semi-informais) obedecerá às orientações constantes do t ópico 4 Estrutura de trabalhos acadêmico-científicos e sua apresentação gráfica obedecerá. 6.para quem deve ser relatado? Esta pergunta pode ajudar a decidir quanto ao tipo de relatório (formal.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Quanto à função. ou em data previamente estabelecida (ex. Subdividem-se em: . demarcado. anual) ou abranger um período de tempo maior. inf ormais ou semi -in form ais..relatório informativo de posição ou de ou de relatório informativo de ou status: status descreve ocorrências ou fatos relativos a um determinado momento. informal ou semi-informal). . são pouco extensos e.o que deve ser relatado? Da resposta a esta pergun ta resu lt a u m rot eiro ou esquema do conteúdo do relatório. etc. . nessa modalidade encontram-se os relatórios de v iagem. seja qual for o tipo de relatório. semestral. as normas contidas no t ópico 5 . portant o. Os relatórios analíticos são aqueles cujo analíticos propósito consiste em an alisar f atos ou inf orm açõe s e apresent ar conclusões e recomendações como dedução da análise realizada. nível de complexidade e aprofundamento do conteúdo. 1º Roteiro A – Elementos pré-textuais (conforme tópico 4 da Parte II) .relatório informativo de progresso trata informativo de progresso: progresso do andamento de uma atividade ou ação. A elaboração de um relatório se inicia por uma reflexão sobre sua finalidade. da Parte II deste documento. de v isit a e os relat órios administrativos. . .Aprese nta çã o g ráfica d e trabalhos acadêmico-científicos.relatório informativo narrativo faz o relatório relatório informativo narrativo: registro de ocorrências ou eventos.. os relatórios podem ser informativos e analíticos. para isso são úteis três perguntas: . de que a estrutura dos relatórios formais (e. por exemplo.: relatório sobre a situação dos estoques de uma empresa). estilo da redação. pode ser periódico (mensal. pelo início e término de uma determinada ação ou projeto. se for o caso.

.quando e onde: identificam o local e a data em que a atividade relatada foi realizada. preciso e objetivo. B – Elementos textuais: 1 Dados de identificação . . pela ausência de períodos longos.36. os elementos prétextuais poderão ser limitados ao mínimo indispensável: se o relatório tiver 2 ou 3 páginas. construção/teste ou verificação de máquinas. sugere-se a estrutura a seguir. sendo o sumário dispensável. Os roteiros aqui apresentados acima são sugestões para que o professor possa. aparel hos ou si stem as. marcado pelo uso de termos técnicos adequados. o estilo simples. . além da folha de rosto. com maior número de páginas. criar o modelo de relatóri o que mel hor con tem ple as necessidades de formação do seu aluno. basta a folha de rosto.o quê: identifica a atividade realizada. 2° Roteiro 1 Dados de identificação 2 Descrição do problema 3 Aparelhagem ou equipamento 4 Procedimento(s) 5 Resultado dos testes 6 Análise dos resultados 7 Conclusões Referências Apêndices / Anexos É importante lembrar que o roteiro do relatório deve ser adaptado às necessidades da disciplina ou aos propósitos da atividade realizada. 2 Finalidade da atividade 3 Descrição da atividade 4 Conclusões/recomendações 5 Assinatura do(s) autor(es) C – Elementos pós-textuais Referências (caso existam) Apêndices / Anexos Qu an do se t rat ar de u m rel at ório de experiências realizadas em laborat órios. A melhor maneira de relatar a seqüência de desenvolvimento de uma atividade é cuidar para que a exposição seja clara. qu e pode se r caracterizado como um relatório do tipo informal ou semi -inf orm al. detalhes desnecessários.. conforme a extensão do relatório. Nota-se que. deve conter um sumário. adjetivação excessiva. a partir dessas idéias. pela correção da linguagem.

e seu sumário reflete isso? .5 Avaliação Para assegurar que nada tenha sido esquecido na versão final do relatório. Laville e Dionne (1999) sugerem a seguinte verificação. afastando o supérfluo ou não-pertinente? .As regras de apresentação (citações.O relatório se limita ao essencial..É escrito em um estilo simples e preciso? .As t abel as e f iguras. notas e referências. 37 . antes de entregá-lo ao professor.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 6. . com seus títulos e legendas? .O leitor encontra nele todas as informações e referências de que precisa para assegurarse da boa condução da testagem ou da atividade realizada? . como pode ser um roteiro adequado para que este avalie os relatórios elaborados por seus alunos..O título do relatório diz explicitamente do que ele trata? .) são aplicadas de forma metódica e homogênea? . se hou ver. são apresentadas de maneira uniforme. etc. que tanto pode ser usada pelo acadêmico para verificar se seu trabalho está bem feito.O plano do relatório permite conduzir o leitor por meio de uma demonstração eficaz.

.38. ..

Nesse sentido. uma vez formados. . portanto. as motivações e as escolhas que o lev aram a construir um a det ermin ada história profissional. marca de todo trabalho acadêmico. como também para o ingresso ou para o exame de qualificação de cursos de pósgraduação – notadamente os de doutorado – de muitas universidades. o que não significa dizer que de sua elaboração esteja ausente a necessária dose de objetividade. Consiste. pode ser definido como um texto que relata eventos notáveis da trajetória do autor. e constitui um relato crítico. precisarão. principalment e. 7. Apresenta. ensino e extensão realizados – bem como de sua vida profissional como um todo e das perspectivas que percebe ou planeja para a continuidade de seu trabalho no futuro. A decisão das Autoras deste documento de apresentar o memorial entre os tipos de trabalhos acadêmico-científicos foi motivada. O memorial tem sido uma exigência em determinados concursos para o magistério superior de diversas instituições universitárias. ainda. elaborar e apresentar o registro analítico de sua formação e trajetória profissional.. 39 . as perspect ivas futu ras que o autor tem planejado quanto ao seu percurso profissional – um plano de trabalho –. pelo desejo de oferecer ori ent ações sobr e sua elaboração aos acadêmicos.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 7 MEMORIAL 7. os resu ltados qu e espera alcançar. O memorial compreende a explicitação da intencionalidade do autor. portanto. ret ratando a subjetividade. ou se habilitar a promoções na empresa ou instituição a cujos quadros pertençam. Parte de uma reflexão introspectiva. o memorial é uma autobiografia em que se articulam os dados do curric ulum vita e. bem como realizações pessoais dignas de permanecerem na memória da sociedade ou da instituição a que pertence. os quais.2 Propósitos Quando elaborado para fins de concurso de ingresso ou de promoção na carreira. m inu cioso e analí tico das at iv idades profissionais desenvolvidas pelo autor – no caso daqu eles qu e se dedicam à v ida acadêmica. o relato destaca os trabalhos de pesquisa. podendo esboçar. É elaborado com base numa percepção qualitativa e significativ a do caminh o percorrido que caracteriza a história do autor. de caráter avaliativo – autoavaliativo – um pouco confessional. complemen tar mente. em um relato circu nstanciado. o memorial tem o propósito de fornecer informações para o julgamento qualitativo do candidato.. con figurando um a narrativa histórica e reflexiva sobre a trajetória acadêmico-profissional do autor. conforme as circunstâncias. para concorrer a postos no mercado de trabalho.1 Conceito Para Severino (2000). ou ai nda para f in s de concorr er a u ma premiação.

.40. .dev e-se adot ar a forma de u m relato cronológico. .3 Procedimentos Para a elaboração do memorial é preciso considerar as seguintes sugestões: .finaliza-se o memorial com a indicação dos rumos que o autor pretende assumir. . Embora o memorial seja caracterizado como um relato reflexivo e avaliativo de um caminho percorrido pelo autor. É relevante na elaboração do memorial deixar claro. . estágios de aperf eiçoamen to.re com enda. estruturando dessa forma o memorial. o memorial pode con stitu ir uma v aliosa pr odu ção acadê mica como t rabalh o conclusivo de curso. além de servir a tais finalidades. orientação de monografias.atividades técnico-cient íficas. ou para destacar os aspectos ou fatos mais significativos. coordenação e/ou assessoramento. artísticocul tu rais e de pre stação de serv iços especializados: produção científica. de forma a evidenciar sua articulação com a história pré-relatada. . analítico e crítico. t eses e pesqui sas de in iciação ci ent íf ica. . simpósios. A característica crítica do memorial conduz seu autor à avaliação dos resultados obtidos . resultados de pesquisas. É com vistas a atender a esse duplo propósito que as orientações a seguir foram elaboradas. estadual. No entanto. comitês executivos.atividades de administração: participação em órgãos colegiados. seminários e outros eventos. aperfeiçoamento e atualização: cursos. em quais condições for am obt idos os tí tu los da form ação acadêm ica. dissertações. as circunstân cias t eóricas e sociais que predominaram no momento da execução do projeto de dissertação ou tese.deve-se sintetizar a narrativa dos eventos menos marcantes e dar ênfase aos mais significativos a critério do autor e à luz das finalidades do próprio memorial. cursos e atividades de extensão. caracterizando a história particular do autor.formação. analítico e autocrítico. especialização e atualização. participação em congressos. científ icos ou t ecn ológicos no âmbito federal. técnica ou artística. prest ação de consultoria especializada. particularmente quando este se destina a finalidades acadêmicas. pelo seu caráter reflexivo. -ensino: desempenho didático. é indispensável que esse relato contenha informações referentes a: .. o que permite ao autor enfatizar o mérito de suas realizações. situando os fatos e acontecimentos no contexto sóciocultural mais amplo. participação em ban cas e xamin adoras. 7.utilizam-se subdivisões com tópicos/títulos par a marcar as et apas da t rajet ória percorrida. municipal ou privado. exe rcício de f un ções de direção. tanto em sua formação como em sua profissão.se qu e o me mori al se ja elaborado na primeira pessoa do singular.

34): Alguns memoriais vão muito além da simples apresentação das habilitações pessoais e profissionais do candidato. abrangendo sua formação e atuação profissional. apresentado de f orma seqü encial e sem comentários. lembrando que tanto a falsa modéstia como o excessivo elogio comprometem a qualidade do memorial.O autor descreve sua trajetória de modo aprofu ndado. cont extu alizando-a e m relação a aspectos teóricos. expressando as contribuições e perdas de cada momento. o qu e requer. (SEVERINO. políticos. o memorial é um relato da trajetória de uma pessoa. O autor precisa estar atento para retratar. Relatada com autenticidade e criticamente assumida. que reflita as condições e situações em que se desenrolou sua história profissional. Além dos aspectos referentes ao conteúdo que já foram apontados. com maior segurança possível. A boa organização de um mem ori al é essencial para o julgamento das atividades do autor. deve-se cuidar que o memorial tenha uma apresentação esmerada. Enquanto este consiste em um conjunto de informações sobre as habilitações do autor. convém salientar que.O relato destaca os aspectos mais relevantes da t rajet ór ia do aut or? A r elev ân ci a atribuída a esses aspectos é justificada/ fundamentada? . principalmente. apesar de sua crescente utilização. 2000.O t exto evidencia o equilíbrio entre o adequado destaque aos êxitos obtidos e a menção aos eventuais insucessos? . um a im pressão cu idadosa. p. atraente. Por outro lado. Por fim. . como observa França (1999. p.. como também auxiliar o próprio autor do memorial na avaliação do seu relato. pois ele é a justificativa documental do seu desempenho profissional e acadêmico. o autor precisa se mant er at en to par a o t om do rel ato.O conjunto das informações sobre o autor e sua apreciação crítica oferecem elementos suf icientes para a apreciação de sua trajetória? . nossa história de vida é nossa melhor referência. apresentado de forma crítica.. econômicos e/ou sociais? . 41 . quant o aos seus aspectos físicos. a trajetória real que foi seguida (. etc. 7.. a parti r da qu al elabora u m rel ato contextualizado. que deve se destacar por uma auto-avaliação equilibrada. com fidelidade e tranqüilidade. com textos tão ricamente elaborados que os trans formam em verdadeiras o bras literárias.176). o memorial pode se destacar.). No entanto. pelo esmero na redação do texto. nota-se ainda uma certa confusão entre memorial e curriculum vitae. A avaliação deve ser feita em cada etapa do relato..4 Avaliação A seguir relaciona-se uma série de perguntas que poderão orientar o professor na avaliação do memorial (caso este tenha sido solicitado aos alunos como trabalho acadêmico). atribuindo diferentes pesos aos distintos eventos do passado. um projeto gráfico de bom gost o.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ em sua trajetória profissional e acadêmica. encadernação sóbria.

Os elementos de transição entre parágrafos são adequados ao sentido e à lógica do conteúdo? .A redação do texto é precisa e coerente? .A linguagem utilizada respeita a norma culta? . relacionando-as com a trajetória pregressa? .O con teú do ev idencia um a ref lexão criteriosa realizada pelo autor sobre sua trajetória? ..A organização do texto obedece tanto a seqüência cronológica dos eventos como o e ncade am en to lógico de fatos e argumentos? .A narrativa é feita na primeira pessoa do singular? ..As normas técnicas de apresentação de trabalhos acadêm ico-científ icos foram observadas? .Apresenta adequadamente as perspectivas futuras para sua atuação.42. .

43 ...UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Parte 2 Orientações e normas para apresentação de trabalhos acadêmico-científicos .

..44. .

significado de expressões típicas. mesmo Umberto Eco (1988. as citações tanto podem ser usadas com o objetivo de reforçar argum entos com o para expor posições cont rárias àqu el as qu e est ão sendo defendidas. seguido pela data de publicação da obra e número da página. deixan do para o rodapé out ras informações.” (LAVILLE. nos quais é permitida uma apresentação mais livre. Usam-se citações quando se transcrevem trechos de alguma obr a ou se util izam informações já publicadas. Pode-se afirmar que todo trabalho acadêmico ou t écnico de caráter cient ífico sem pre apresenta citações. fazendo.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1 CITAÇÕES São as descrições ou menções (conteúdos ou informações) contidas em um texto extraídas de um a ou tra fonte. Depende do tipo de tese”. estão sendo expostas. é da própria natureza da pesquisa situar-se em relação a outras. Recomendase o uso no corpo do texto (sistema autordat a). Apresentação. teórica e empiricamente. etc. da ABNT. que deixa para os outros a apresentação de idéias ou de informações.. observa que a citação não pode ser uma “manifestação de preguiça” de quem está elaborando uma dissertação ou uma tese. exemplos e modelos.. t radução de palavras estrangeiras. deve ser seguido em todo o trabalho. Em trabalhos técnico-científicos exige-se rigor na apli cação das praxes de cit ação. 45 . “De fato. ne las encontrando ilustrações. Para ident ificação de f on te da citação apresenta-se o nome do autor. Quanto à quantidade de citações a serem usadas em um trabalho. . 1999.se a correlação com a lista de referências (sistema autor-data) ou notas de rodapé (sistema numérico). 259). p. As citações podem ser diretas. DIONNE.121) considera difícil determinar “[. São utilizadas para sustentar. p. Em todo o caso.] se se deve citar com profusão ou com parcimônia. in diret as ou citação de cit ação.. tais como: esclarecimentos pontuais do t exto. su a elaboração deve seguir as orientações da norma NBR 10520:2002 – Informação e Documentação. diferentemente de textos literários. nelas buscando apoio para seus pontos de vista.. inspirandose nelas. Assim. com o propósito de esclarecer ou complementar as idéias que 1. Citações em Documentos.1 Regras gerais para citação As informações sobre a obra mencionada podem aparecer no corpo do texto ou em nota de rodapé (sistema numérico). o trabalho apresentado. Importante! Qualquer que seja o sistema adotado.

sendo grafado com maiúscula e minúsculas (NBR 10520:2002). como nos exemplos que seguem: . 1988. a indicação da página é obrigatória para citação direta.” (ECO.2 Tipos de citação 1. a entrada – no caso. o nome do autor faz parte da frase.10): “quanto mais se restringe o campo. são inseridas no texto. As citações diretas longas (aquelas com mais de três linhas) devem constituir um parágrafo independente. p. Vale ressaltar. com recuo de 4cm da margem esquerda.10). também. como nos exemplos seguintes: Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve ter presente que “quanto mais se restringe o campo. 1: de acordo com a NBR 10520:2002.. o nome do autor – deve ser grafado com letras maiúsculas.1 Citação direta. textual ou literal É aquela em que se reproduz no texto a idéia original da obra que está sendo consultada. Obs. fonte e espaçamento interlinear menores. 1. ou Ao escolher e delimitar o tema de pesquisa o mestrando deve atentar para o que diz Eco (1988.. melhor e com mais segurança se trabalha.” Obs. sem emprego de aspas. p. que o uso do ponto final após as citações deve atender às regras gramaticais. 2: no primeiro exemplo. Quando se trata de citações curtas (até três linhas). no segundo exemplo.46.2. melhor e com mais segurança se trabalha.

. a in di cação da(s) págin a(s) consultada(s) é opcional. em tamanho e cont eúdo. Nas citações in diret as. caracteri zando-se pela substit ui ção de algumas de suas palavras ou expressões. normalmente. p. determinados por uma entidade que se dispõe a financiar pesquisas e que promove uma concorrência entre pesquisadores.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Marconi e Lakatos (2001.102) apresentam algumas orientações relativas à elaboração do projeto de pesquisa. distribuindo a verba de que dispõe entre os que apresentam os melhores projetos. mas colocado no seu contexto. portanto) utilizando-se de pal av ras própri as.. Todavia.] o assunto que se deseja provar ou desenvolver. caso ela não seja feita. destaca-se a identificação do tema a ser estudado. Uma tese deve revelar o domínio dos conceitos utilizados e um certo conhecimento da literatura técnica.. A paráfrase é a forma de citação indireta que. . conforme a NBR 10520:2002. portan to.34). Nesse sentido. (CASTRO. o domínio dos conceitos se revela no seu uso ao longo da análise e não na infindável seqüência de definições de diferentes autores. da sua curiosidade científica. Pode surgir de uma dificuldade prática enfrentada pelo coordenador. processo que exi ge sua interpretação para reconstrução de um novo texto. 1978. 1. 47 .. o “trabalho da citação [. ‘encomendado’. É geralm en te empregada quando se pretende apresentar. restaura-se total ou parcialmente o t exto font e. a escrit a do t ext o origi nal. de desafios encontrados na leitura de outros trabalhos ou da própria teoria. desde que não interfira no desenrolar da pesquisa.. Pode ter sido sugerido pela entidade responsável pela parte financeira.. que é reconhecido como [. tem-se u m caso de plágio.2. Como se trata de idéias alheias. Ao parafrasear. ou seja. não altera. se ‘encaixar` em temas muito amplos. as idéias de um autor sem recorrer à citação direta.. Dentre elas..]”. p. segu ndo Compagnon (1996. o que não lhe tira o caráter científico. O assunto não deve estar solto no espaço. de modo reduzido ou abreviado.2 Citação indireta: paráfrase e condensação Consiste em se reproduzir o pensamento do autor (idéias alheias. 319).] é uma produção de texto [. p. portanto. a referência à fonte é obrigatória pois.

deverá dese nv olve r um a l eit ur a si gn if icativ a (compreensiva/ interpretativa). (LAVILLE. Citação indireta (condensação): A definição do problema de pesquisa é crucial no processo de pesquisa. DIONNE. porém apresentando apenas as principais idéias do autor.85). (LAVILLE. Isso porque é a partir da conscientização do problema e de suas implicações que o pesquisador será capaz de planejar e desenvolver adequadamente as etapas subseqüentes da pesquisa.48. p. pois é ela que servirá de guia para as etapas posteriores (LAVILLE. 1999). É ela que serve para definir e guiar as operações posteriores. DIONNE. pois pressupõe maior articulação de leitura por parte do autor do trabalho. .. sem alterar o seu significado. Um outro modo de escrever a citação indireta é a condensação. Esta forma de uso de citação é interessante. DIONNE. Citação indireta (paráfrase): Considera-se que a determinação e a explicitação do problema constituem operações decisivas no processo de pesquisa. como uma espécie de piloto automático. Texto original: A fase de estabelecimento e de clarificação da problemática e do próprio problema é freqüentemente considerada como a fase crucial da pesquisa. para qu e con siga sintetizar as idéias do texto original.. em que se faz uma síntese do texto que se quer citar. 1999. uma vez que tenha sido bem planejada. já qu e. 1999).

1987 apud GIL. Patton é o autor da idéia original a que não se teve acesso.. p. 1994. Quando se discutem métodos para o ensino da pesquisa.” (WERNER. Obs. Obs. deve-se lembrar as palavras de Abramo (1979 apud TOMANIK. usa-se o itálic o. . “Educar não é uma arte de introduzir idéias na cabeça das pessoas.]”. Para explicar que o autor da idéia original é citado por um outro citado autor/obra que se está consultando. por sua vez.. GEWANDSZNAJDER. 1997.123): “a melhor maneira de se aprender a fazer pesquisa é fazê-la: nada substitu i a prática da realização. p.: no exemplo acima.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 1. mas de fazer brotar idéias.173) “a triangulação de métodos geralmente se refere à comparação de dados coletados por métodos qualitativos e quantitativos [.. 49 . Esta idéia.2.31). usa-se a expressão latina apud2 . BOWER. pode ser expressa como citação direta ou indireta.” 2 Por se tratar de palavra de outr a língua (latim).. A indicação da f onte de uma citação de citação pode ser apresentada na form a textual ou após a descrição da idéia. p.3 Citação da citação Consiste na reprodução de informação já citada por outro autor. e AlvesMazzotti e Gewandsznajder são os autores da obra consultada. Werner e Bower são os autores da idéia original a que não se teve acesso e Gil é o autor da obra consultada. Para Patton (1986 apud ALVES-MAZZOTTI. Nota: nas referências apenas o autor da obra consultada deve ser mencionado.: no exemplo acima. 2001.

citações longas demais.. igualmente. por se tratar de obra rara ou. p.3 Alterações na citação Muitas vezes é necessário fazer alterações na citação.] é preciso fazer escolhas. Nesses casos. muitas vezes determinados textos não estão acessíveis (o que não é o caso dos exemplos acima). ou ainda para adaptá-la às exigências da sintaxe do período ou da oração em que será inserida. em que terrenos irá concentrar seus esforços. 1. em que materiais irá se aprofundar. pois preferencialmente se deve consultar a obra ou documento original. usam-se também as reticências entre colchetes: Beaud (1997. 125) aconselha: “[. b) Em citação com supressão de parte intermediária.. somente disponível em língua que se desconhece. dev e ser usada de modo bastante restrito. cru ci al para o bom desenvolvimento da pesquisa: E é preciso ler os livros mais importantes. p. usam-se reticências entre colchetes: Sobre o emprego de citações. é obrigatório indicar a alteração feita.50.45) faz um alerta para o mestrando levar a bom termo a f orm ulação da qu estão principal da pesqu isa. Beaud (1997. que correm o risco de quebrar o ritmo de sua demonstração [.. triagens. decidir sobre os eixos em que irá concentrar sua pesquisa. então. A citação de citação. 1997. também chamada de segunda mão. . a) Em citação com supressão de uma parte inicial ou final. seja para destacar algum de seus termos ou expressões.. tomando notas. Em qualquer desses casos.. p.” “Evite. como qualquer outro material... [.. só vale pelo lugar que ocupa. 125). pela dinâmica que imprime à totalidade de seu raciocínio central.] evite fazê-lo em excesso ou desorganizadamente: uma citação. No entanto. seja para torná-la mais curta pela supressão de alguma parte que não interessa ao que se está expondo. é admissível o uso da citação da citação. no entanto.]” (BEAUD.

p. de ou que faça parte da experiência profissional do estudante.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Na citação com destaque (grifo. torna o trabalho experiência profissional de desenvolvimento monográfico muito mais interessante e eficiente. “A escolha de um tema que esteja ligado à área de atuação profissional. 2000.21. O que o verdadeiro pesquisador busca é o jogo criativo de aprender como pensar e olhar cientificamente. deve-se indicar a autoria do mesmo: “O trabalho de pesquisa deve ser instigante. d) Quando são feitas adaptações na citação para adequá-la à sintaxe do período. ou quando o destaque já faz parte da obra consultada. p. 1997. mesmo que o objeto não pareça ser tão interessante.” (MARTINS. grifo dos autores).68.” (GOLDENBERG. os acréscimos devem ser colocados entre colchetes: “Dois passos são necessários para o início da tarefa [de realizar um pesquisa]: a formulação do problema e a elaboração do projeto de pesquisa. 70). ou então. 51 . grifo nosso). p. . 1997.” (GOLDENBERG.. quando algo é acrescentado para esclarecer o leitor. LINTZ. negrito ou itálico) de termos ou expressões..

p. entre parênteses: Yin (1993) has identified some specific types of cases studies: Exploratory.quando o caso é usado para entender mais do que aquilo que é óbvio para o observador. tradução nossa). (TELLIS. 1 b) Quando a citação for um trecho traduzido pelo autor do trabalho. em 25 de julho de 2002. 1. (TELLIS. apresentando as explicações disponíveis em nota de rodapé: No texto: A nova estrutura organizacional será implantada no próximo ano (informação verbal)1. após a chamada da citação deve-se incluir a expressão ‘tradução livre’.1). p. 1997. Stake (1995) incluiu três outros: intrínseco – quando o pesquisador tem um interesse no caso. em palestras e debates. instrumental . . No rodapé da página: Informação fornecida pelo Gerente de Desenvolvimento Organizacional da Empresa Época.. coletivo –quando um grupo de casos é estudado.1. Collective – when a group of cases is studied.4 Normas complementares para citação a) Quando os dados a serem citados são obtidos por informação verbal. Instrumental – when the case is used to understand more than what is obvious to the observer. Explanatory. and Descriptive.52. explanatório e descritivo. Stake (1995) included three others: Intrinsic – when the researcher has an interest in the case. Yin (1993) identificou alguns tipos específicos de estudos de caso: exploratório.. 1997. deve-se indicar a expressão ‘informação verbal’ entre parênteses.

em ordem alfabética. (MARCONI. mencionados simultaneamente. SEVERINO. o trecho citado deverá ser precedido ou seguido de alguma crítica ou contestação (ECO. 1999b) d) Em caso de citações indiretas de vários documentos de um mesmo autor. a referência deve ser exata e precisa. p. 2000. Nesse sentido. 53 .5 Considerações finais sobre as normas de citação A citação pressupõe que a idéia do autor citado seja compartilhada. após a data e sem espacejamento.. RICHARDSON. 1980) e) Quando houver citações indiretas de documentos diferentes de vários autores. 2001) 1. apresentam-se as datas separadas por vírgula: Chiavenato (1997. O autor e a fonte de todas as citações devem ser claramente reconhecíveis. isto é.1988). assim como as citações devem ser fiéis ao texto. D ev e-se respeitar even tual erro do autor cit ado. faz-se o acréscimo de letras minúsculas. . em ordem alfabética. bem como averiguável por todos. esses são separados por ponto-e-vírgula. Por isso. 1999.126) diz claramente: “Citar é como testemunhar num processo”. após apresentar a citação. Quando não for este o caso. Umberto Eco (1988. LAKATOS. YIN. conforme a lista de referências. assinalando-o ao leitor e usando a expressão sic entre colchetes.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ c) Quando houver citações de diversos documentos de um mesmo autor. 1974. 1972. que se concorde com ela. deve-se confrontá-la com o original para ev itar erros ou omi ssões. 2001. 1999. 1976.. 2001) (BUNGE. publicados em um mesmo ano. publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente. como nos exemplos: De acordo com Chiavenato (1999a) (CHIAVENATO.

..54..

Quanto à redação e estilo de resumos. diz: O resumo deve constituir-se num texto re digido de forma cursiva. dissertações.para t rabal hos acadêm icos (t eses. projetos de pesquisa e artigos destinados à publicação em revistas acadêmicas exigem a inclusão de um resumo de seu conteúdo. que o “resumo deve ressaltar o objetivo.” Estabelece ainda que seja “composto de uma seqüência corrente de frases concisas. 69). . p. p. dissertações e outros) e relatórios técnicocientíficos: de 150 a 500 palavras. Quanto ao estilo da redação e conteúdo. 69). Leitura. Limita-se a um parágrafo. críticas e julgamento pessoal do autor. O uso de abreviaturas.. ressaltando de forma clara e sintética a natureza do trabalho.’ são supérfluas (FRANÇA. ‘O autor do trabalho descreve. de acordo com França (2000. Sobre a extensão do resumo. os resultados e as conclusões do documento. com o uma das condições exigíveis. afirmativas e não de uma enumeração de tópicos”. p. a NBR 6028:2003 estabelece.. [. Como a redação deve se caracterizar pela máxima concisão.’... a menos que sejam absolutamente necessários à compreensão do conteúdo.. 2000.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 2 RESUMOS DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS Trabalhos acadêmico-científicos tais como teses. o método. valores numéricos e conclusões. Ex . como: objetivos . respeitando a estrutura do original e reproduzindo apenas as informações mais significativas .] é a apresentação concisa e seletiva de um texto. 55 . As palavras-chave são separadas entre si por ponto e finalizadas por ponto. seus resultados e conclusões mais importantes.. equações e diagramas devem ser evitados. . expressões como: ‘O presente trabalho trata de. dando-se preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa e evitando-se o uso de parágrafos. an tecedidas da expre ssão Palavras. Resumo. Produção textual. . concisa e objetiva.chave : Narrativa. descobertas. 2000. comentários. fórmulas. 69-70). técnicas de abordage m. essa norma define: . Também não cabem num resumo citações. As palavras-chave devem figurar logo abaixo do resu mo..: Palavras.para notas e comunicações breves: de 50 a 100 palavras.ch ave.para artigos de periódicos: de 100 a 250 palavras. símbolos. seu valor e originalidade. devendo incluir palavras represe ntativas do assunto.. (FRA NÇA .

Estudos Est udos E studos Av ançados A vançados./dez. Globalizaç ão: em direç ão a um mundo só? n. Palabras clave (espanhol). Dentre este cenário de tendências contraditórias. Sch lüsselwörter (al emão). Vigotsky sobre o qual se estrutura a elaboração da teoria histórico-cultural do funcionamento mental superior.. Rés umé (fran cê s). em suas dimensões políticas. v. As palavras-chave em língua estrangeira acompanham obrigatoriamente o resumo em língua estrangeira: Keywords (inglês). a realidade apresenta uma fragmentação do espaço político com novas barreiras e mercados protegidos.4 . os resumos (acom pan hados das palavras-ch ave) na língua original e em língua estrangeira fazem parte dos elementos pré-textuais. n.S. H. resumo em pelo menos uma outra língu a. histórico-culturais e espaciaisecológicas. 2. dissertações. 1999. 4 RATTNER. também. conforme o caso. A maioria dos periódicos acadêm icocientíficos exige. Educação e Sociedade Sociedade. Res ume n (espan h ol ). o resumo (acompanhado das palavras-chave) na língua original faz parte dos elementos pré-textuais. além do resumo na língua do público a que este se destina.69.56. 3 JAPIASSU.20. Motsclés (francês).O. Usam-se. set. Expõe a teoria da reação estética e o conceito de catarsis vigotskyanos. O resumo em língua estrangeira é digitado em folha separada (NBR 14724:2005). de acordo com a NBR 6022:2003. R ia ssunt o (italiano). 19 95.. embora conduzido pela economia. deve ser apreendido. Em artigos científicos. R. o desenvolvimento cultural do ser humano. Em trabalhos acadêmicos (teses. Contrariamente à visão idealizada de uma progressão linear de mercados regionais integrados para uma sociedade una e global.25.3 O processo de globalização. os seguintes cabeçalhos: Abst rac t ou S umm ary (inglê s). dez. o trabalho procura analisar o papel dos principais atores – a ascensão de poderosas organizações que operam em escala transnacional e o Estado-nação cujo poder e influência estão definhando. TC Cs e TGIs de cu rsos de graduação.1 Exemplos de resumos O artigo situa historicamente a produção e a publicação do estudo vigotskiano sobre a psicologia das artes.V A s artes e . Zusa mmen fa ssun g (alem ão). enquanto que o resumo (e correspondentes palavras-chaves) em língua estrangeira deve ser colocado após o texto. aperfeiçoamento e/ou especialização). p. Identifica nele as origens do pensamento psicológico de L. p. 65-76 . v. 34-59. de acordo com a NBR 14724:2005.9. Parole c hia vi (italiano).

que também podem estar localizadas ao final do texto. . ao fim do artigo.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS As referências de um trabalho acadêmicocien tífico consistem na list agem com as informações sobre todas as fontes/autores mencionados no texto. conforme a natureza do trabalho. são obrigatórias nesse tipo de trabalho e sua elaboração deve seguir as orientações da NBR 6023:2002. ibid. semin ár ios. No primeiro caso. etc. também chamado de ‘autor-data’ quando relacionado à citação) e o numérico (ordem de citação no texto). teses.cit.. dentre outros. Além disso. A ABNT estabelece que este sistema não pode ser usado concomitantemente para notas de rodapé ou explicativas. As fontes das informações contidas em um texto são diversificadas. consistem em obras como livros. da ABNT.científicos como con gr essos. desta forma. publicações periódicas on line) ou eventos técnico. dicionário. dissertações ou monograf ias. destinadas às informações adicionais e não essenciais para a compreensão do texto. documentos oficiais. as referências podem aparecer: em listas após o texto. ao fim de cada capítulo.. Independentement e do tipo de fon te ou autoria mencionada no trabalho. cd-rom. j ornais. relatórios técnicos e legislação. capítulo ou artigo. art igos de publi cações cien tí fi cas ou especiali zadas (peri ódi cos). As notas de rodapé ficam. eliminando as inúmeras referências completas e as expressões idem.se a ordem numérica crescente para apresentação das listas. homepage. Já em resumos e resenhas. 3. e-mail. Vale destacar qu e a adoção do primeiro sistema (alfabético) tem a vantagem de despoluir visualmente o rodapé da página. os trabalhos também podem apresentar informações cuja fonte são documentos eletrônicos (disquetes. Nestas situações. é obrigatória a sua identificação na lista das referências.1 Localização das referências Os si stem as m ais ut ili zados par a apresentação das referências são o alfabético (or dem al fabét ica de en trada. antecedendo apêndices e anexos.) e op. enciclopédias.. as listas são apresentadas em ordem alfabética única. as referências são apresentadas antecedendo tais textos. manuais. segu e. jorn adas. 57 . ibidem (ou id. No sistema numérico.

usa-se ponto após o nome do autor/autores (AGUIAR. Humberto).). . para o título. .). As referências de uma lista devem seguir sempre os mesmos princípios.o colchete é usado para indicar os elementos de referência que não aparecem na obra referen ciada. ed.os dois pontos são usados antes do subtítulo.)). R.. usa-se vírgula: após o título da revista/periódico. -o ponto-e-vírgula. Esta regra não se aplica às obras sem indicação de autoria ou de responsabilidade. M. Ao negrito ser definido um tipo de destaque.. Rio de Janeiro. L.15-21. após a cidade onde o periódico é publicado. Em caso de referência de periódicos. este deve ser mantido em todas as referências de um mesmo documento. . M. . Alfredo (Org.a vírgula é usada após o sobrenome do autor (ECO.10-15) e entre datas de fascículos seqüenciais (19981999).o hífen é utilizado entre páginas (p. v. . FISCHER. respeitando-se os seguintes padrões: .. após o título.. quando este for apresentado na referência (Pesquisa social: métodos e técnicas). entre o número do ano/volume e o número do periódico..2. digitadas em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simpl es (NBR 14724:2005). n. As referências são alinhadas à margem esquerda do texto.). grau nas monografias de conclusão de curso e especial ização. que caract eriza fu nção na elaboração e/ou responsabilidade sobre a obra (BOSI. teses e di ssert ações (Mestrado em Educação). edição (7.as reticên cias são usadas para in dicar supressão de parte de títulos (Anais. Comp.). Por exemplo: ao optar pel a uti lização abre viada do prenome do autor. porém são conhecidos [1991]. . e no final da referência. O título da obra ou do periódico é sempre grifado com destaque (itálico ou negrito). pois neste caso o elemento de entrada é o próprio título. isto deve ser adotado em todas as referências daquela lista. antes Pesquisa da editora (São Paulo: Atlas). de forma abreviada (Coord. T.2 Aspectos gráficos das referências A elaboração das referências deve seguir a seqüência dos elementos do documento a ser referenciado. e depois do termo In:. 3. p. conforme os modelos prescritos na norma (NBR 6023:2002). João. já destacado em letras maiúsculas na primeira palavra (com exclusão de artigos ou monossílabos).3.). seguido de espaço.58.. Org.. 1997). . set. é usado para separar os autores (FLEURY. Quan to à pontu ação. após o número do periódico e após as págin as da r evist a/periódico (Política e Administração.os parênteses são usados para indicar série. após a editora. t ambém deve ser un if orme em todas as ref erê ncias.

. 1986. no singular. de indicação de produção científica em curriculum vitae ou e m r elatór ios para órgãos de financiamento.quando há dois ou três autores. M. 1986. Graal. FREIRE. GUATTARI. 2.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. PAIVA. separados por ponto-e-vírgula. FLEURY. se for o caso). ed. do tipo de participação. Editor. Cultura e poder nas organizações São Paulo: poder organizações. L.). etc. M. 59 . Vivendo e aprendendo. FISCHER. Vanilda (Org.quando há mais de três autores mencionase apenas o primeiro autor. Perspectivas e dilemas da educação popular Rio de Janeiro: educação popular. ROLNIK. (e outros). entre parênteses. São Paulo: Brasiliense. Micropolíticas : cartografias do desejo. Coordenador. T. Sueli. Em caso de projetos de pesquisa. . . 10. R.3. 1986. . Atlas. ed. é facultado indicar todos os autores. Paulo et al. (Coord.1 Regras quanto à autoria .. acrescentandose a expressão latina et al.) em coletâneas de vários autores. seguido da abreviação. a entrada da referência é feita pelo nome do responsável (ou dos responsáveis.quando houv er indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra (Organizador.. 1989. seguido de espaço. Petrópolis: Vozes. Félix. mencionam-se todos eles na ordem em que aparecem na obra.3 Regras gerais para elaboração de referências 3.).

desde que seja a forma adotada pelo autor. d) o nome do autor é conhecido de forma composta: MACHADO DE ASSIS. e) o nome é espanhol: GARCÍA MARQUES. associações. editoriais. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro. Rio de Janeiro: Record. etc. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. em pr esas. Caio.. 1990. . ... 1931. Carlos. Curitiba. 1979. O termo anônimo não deve ser usado para substituir o nome do autor desconhecido. congressos. Rio de Janeiro: Schmidt. SANTA CATARINA. seu nome é precedido pelo órgão superior ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence. Tristão de. Relatório de atividades. 1993. instituições). DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro.. Gabriel. 1979.). . ed.60. Ilse. Secretaria da Saúde.. a entrada é feita pelo título.quando os aut ores tê m sobr enom es compostos. Quando a entidade tem uma denominação genérica. Guia dos livros didáticos: 1ª à 4ª dos livros séries. 3. . Brasília: SEF 1997. Anais.quando o autor for conhecido pelo pseudônimo. Florianópolis.. como segue: a) quando ligados por hífen: SCHERER-WARREN. b) quando o segundo nome indica parentesco: PRADO JR.em caso de pu blicação assinada por e nt idade (órgãos gov ern am en tais. Anais. ATHAYDE.. 3 v. elatório 2001. In: SILVA. 212-213. estes devem ser escritos na ordem em que aparecem. em letras maiúsculas. CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. 10. este deve constar na referência. Curitiba: Associação Bibliotecária do Estado do Paraná. . p.quando a autoria for desconhecida (por exemplo: artigos de jornal sem autoria explícita. .. esta deve ser indicada como autor. Lenilson Naveira. c) quando um dos nomes é adjetivo: CASTELO BRANCO. Debates pedagógicos. PROCURA-SE um amigo. Gerência da vida: reflexões filosóficas.

1989. acrescentam-se letras minúsculas ao ano. 1997a. Turismo e espaço : rumo a um conhecimento interdisciplinar. 1989. Em caso do uso do subtítulo.o título e subtítulo (se for usado) devem ser apre sent ados tal com o f iguram no documento. seguido de ponto. deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento. I.3. Turismo. modernidade e globalização . ______. 1997b. substitui-se o nome do autor das referências subseqüen tes por u m t raço su bli near equivalente a seis espaços. RODRIGUES. sem chegar aos dois pontos. separados por dois pontos. Adyr Balastreri. 61 . entre colchetes. apenas o título principal é grifado (negrito ou itálico). 2. 2002. Brasília: Ministério da Educação. São Paulo: Saraiva. 1997a. .quando se referenciam várias obras do mesmo au tor em uma mesma página.2 Regras quanto ao título e subtítulo . .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . RODRIGUES. [Trabalhos apresentados]. RODRIGUES. SIMPÓSIO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO. 1997b 3. São Paulo: Hucitec.. São Paulo: Hucitec. na seqüência alfabética ascendente. Carreira e competência: gerenciando o seu maior capital. .em casos de obras do mesmo autor publicadas no mesmo ano... Salvador. CHIAVENATO.quando não existir título.

I. 2. Das mulheres e das flores. os acréscimos devem ser indicados de forma abreviada.3.. indicam-se ambas com os respectivos locais (cidades). . Rio de Janeiro: Expressão e Cultura. São Paulo: Atlas.se as design ações da n at u reza j ur ídica ou comercial. Em caso de informações complementares à edição.n. Estudo de caso : planejamento e métodos. P Objetivo competência: por uma nova lógica. Belo Horizonte: [s. ambos na língu a do document o. Metodologia do trabalho científico. MAIA. ed.em caso de haver duas editoras. 21. 3. 2001. São Paulo: EDUSP. e ampl. Obs. 2001. YIN. SEVERINO.62.A. abreviando-se os números ordinais e a palavra edição. .n. Porto Alegre: Bookman. São Paulo: Cortez. (Coord. rev.) . Robert K. ALFONSO-GOLDFARB. desde que sejam dispensáveis para a identificação. Antonio Joaquim. indica-se a primeira ou a que estiver em destaque. Carlos A. 1974. VALENCIA.: (No livro: Editora Atlas S.quando não se tem o nome da editora.a partir da segunda edição. esta deve ser identificada na referência. . ZARIFIAN. ed.). 1995.].]. . 2000.História da ciência: o mapa do conhecimento. Já se forem três ou mais.3 Regras quanto à edição e editora . indica-se a expressão sine nomine abreviada e entre colchetes [s. Ana Maria..o nome da editora é indicado da forma como se apresenta no documento. abreviando-se os pre nom es e su prim in do.

. Discursos do pregador. LAZZARINI NETO.]: Ex Libris. AL.l. C. Sylvio.l. deve ser indicada entre colchetes. CASTRO. BELTRÃO III.].3. Viçosa. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil.: No documento de que trata a referência acima.quando o local e a editora não puderem ser identificados no documento.o local (cidade) deve ser mencionado na referência tal como indicado no documento. dentre outros. 1994. 1977.quando a cidade não aparece no documento.n.4 Regras quanto ao local . 1930.. deve-se utilizar a expressão sine loco.: s.quando houver mais de um local para uma só editora. indica-se o primeiro ou o mais destacado.l. J. Obs. de M. abreviada e entre colchetes [S. [São Paulo]: SDF Editores.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. . A prática da pesquisa.quando o local é desconhecido. 1981. são indicados como locais: São Paulo – Rio de Janeiro – Lisboa – Bogotá – Porto – Buenos Aires – Guatemala – Madrid. entre colchetes.]. 63 . Em caso de haver cidades com o mesmo nome. mas pode ser identificada. [S. RJ . acrescenta-se a abreviatura do Estado ou do país. abreviadas. OS GRANDES clássicos das poesias líricas. [S. Cria e recria. MG.. . . Viçosa. utilizam-se as expressões sine loco e sine nomine. Viçosa.

/Sept. maio/dez.. 3. ao final da referência devem ser indicadas. no lugar dos meses. entre colchetes. estes devem aparecer de forma abreviada. bim. 1950] Década certa – [196-] Década provável – [196-?] Século certo – [18-] Século provável – [18-?] . sempre deve ser indicada.1995. 2. 3.64. as estações do ano tal como figuram na publicação.3. 1995. trimestres. Autumm 1970. conforme as seguintes indicações: Um ano ou outro – [1996 ou 1997] Data provável – [2001?] Data correta. Aug.quando a publicação indicar. após o ponto final. distribuição.6 Regra quanto à paginação . sem. as expressões: Não paginado. por isso. impressão ou apresentação (depósito) de um trabalho acadêmico.quando em indicações de meses. semestres ou estações do ano. registra-se uma data aproximada. . 2002. mar. primavera 2000. 3. estas informações devem ser transcritas da seguinte forma: os bimestres.5 Regras quanto à data A data é um elemento essencial à referência e. mas não indicada no documento – [1976] Uso de intervalos menores de 20 anos – [entre 1970 e 1985] Data aproximada – [ca. (publicação com paginação irregular) .. seja ela de publicação.quando a publicação não apresentar número de páginas ou se a numeração for irregular. Quando nenhuma dessas datas puder ser determinada. (publicação sem número de páginas) Paginação irregular. no idioma original da publicação. divisões por bimestres.3. 2001. trimestre e semestres abreviados. 1996.

LAKATOS. Maquiavel. ao final da referência. Livros GRAMSCI. Metodologia científica 3. b) indicação de apoio de entidade governamental à publicação referenciada. .1 Monografias consideradas no todo5 Elementos essenciais – regra geral SOBRENOME do autor. a NBR 6023: 2002 da A BN T define . dissertações. monografias). dicionário. B. MARCONI. a política e o Estado moderno Tradutor: Maquiavel. científica ed. Local (nome da cidade): Editora. monografia como o doc umento constituído de uma só parte ou de um número pré-estabelecido de partes que se complementam.1 Monografias 3. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. IS BN. enciclopédias. b) alguns dos elementos complementares considerados na NBR 6023:2002 da A BNT são: n úm ero de págin as do docu men to.4.4.1. 65 . trabalhos acadêmicos (teses. como livros. política Estado moderno. Turismo e espaço: rumo a um conhecimento . a não ser em casos de nomes próprios). Prenome e outros Sobrenomes (se houver. manuais. ano de publicação. c) o elemento ‘tradução’ e a indicação de subtítulo da obra são opcionais. se houver).UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. Antônio. catálogo. científica. são acrescentados elementos complementares para melhor identificá-lo. i nf ormações descr iti vas sobre o docu men to (por exemplo: a) em caso de jornal. 1988. ao final da referência). São Paulo: Atlas. quando necessário e de acordo com o docu me nto a ser referenciado. RODRIGUES.4 Modelos de elaboração de referências 3. Marina de A. 1997. 5 Para fins de elaboração de referências. Eva Maria. abreviado(s) ou não). A. 2000. Caso seja indicado. Luiz Mário Gazzaneo. Número da edição (a partir da segunda edição. Observações: a) os elementos essenciais são os de descrição obrigatória na elaboração da referência. Assim... etc. São Paulo: Hucitec. tr adu tore s.. interdisciplinar. menção à edição exclusiva para assinante. o subtítulo não é grafado em negrito ou itálico. Título da obra em negrito ou itálico (apenas a primeira letra em maiúscula. poden do variar conf orme o ti po de documento. indicação de coedit ores.

2002. Universidade Federal de Minas Gerais. Tipo de documento [tese. M. dissertação. 3. 1980. Ano de apresentação. etc. 5 v. . V. 180 f. Dissertação (Mestrado em Administração) . 1986.. ed. Dissertações e Teses SOBRENOME do autor. Bíblia Sagrada . Chicago: Encyclopaedia Britannica.66. Dicionário contemporâneo da Língua Portuguesa.. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica. 1989. NBR 6023 : informação e documentação: referências: elaboração. Enciclopédia THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia. local. Edição Ecumênica. Caldas. Número de folhas ou volumes. Bíblia BÍBLIA. Título : subtítulo. Prenome e outros Sobrenomes (se houver.Faculdade de Ciências Econômicas. Dicionário AULETE. Rio de Janeiro: Delta. Normas Técnicas ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Qualidade de vida no trabalho . trabalho de conclusão de curso.] (o grau) – vinculação acadêmica. Rio de Janeiro. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueiredo. Português. RODRIGUES. 1989. abreviados ou não). Instituição. ano da defesa. Belo Horizonte. 30 v. 1980.

Edição (a partir da segunda.1. 1990.html>.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CAMPOS. Obs.L. o nome após a expressão In: é substituído por 6 traços sublineares.4. A. São Paulo: Delta: Estadão. 1990.4.br/redac/manual. HOUASSIS. Documentos online 6 Deve-se apresentar o endereço eletrônico entre os sinais < >. 5 CD-ROM. precedida da expressão Acesso em:. 1997. Tese (Livre Docência) . volumes. Universidade Camilo Castelo Branco. São Paulo. Processamento de linguagens naturais através de funções recursivas de expressões regulares condicionais . 67 .Escola Politécnica. MORGADO. 1998. São Paulo. (Ed). artigos de coletâneas com autor e/ou título próprios. Para referenciá-las. se houver). O padrão da referência é: SOBRENOME. capítulo ou outra forma de individualizar a parte referenciada. Manual de redação e estilo . In: SOBRENOME.1. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização) – Faculdade de Odontologia. precedido da expressão Disponível em: e a data do acesso ao documento. Disponível em: <http://www1.: Nos casos em que o autor do capítulo ou do artigo é o mesmo da obra. N BR 6023:2002). . 51 f. Título da obra: subtítulo (se for o caso). online. 3. Documentos em CD-ROM KOOGAN. Enciclopédia e dicionário digital 98.. São Paulo.L. O ESTADO DE SÃO PAULO. Universidade de São Paulo. acrescidas de descrições físicas do meio eletrônico. sem negrito ou itálico). etc..2 Monografias no todo em meio eletrônico São as monografias apresentadas em meio eletrônico como disquetes. cd-rom.3 Partes de monografia Inclui as referências de capítulos. 1990.. 6 Não se recomenda referenciar material eletr ônico de curta dur aç ão nas redes. A. seguidos de ponto. 1990. 105 f. ano.estado. (ABNT . Prenome do autor da obra como um todo. Título da parte (apenas a primeira letra maiúscula.com. segue-se as normas dos document os monográf icos n o t odo. M. Reimplante dentário . 3. Prenome(s) e outro(s) Sobrenome(s) do(s) autor(es) da parte. Acesso em: 19 maio 1998. excetuando-se nome próprio.C. Local: Editora. G.

SOUZA.). 3.4.68. Gilles. matérias jornalísticas. Rio de Janeiro: FGV. número de jornal ou caderno de jornal completo. A. Cultura e poder organizacional e novas formas de gestão empresarial. Reflexões para o silêncio. p. fascículo ou número de revistas. In: MOTTA. . História das doutrinas políticas. 1997. Organizador. Rio de Janeiro: Guanabara.refletindo. Capítulo de livro LAKATOS. Os primeiros agregados humanos.4 Parte de monografia em meio eletrônico Segue m. ed. FREITAS.se as n ormas an ter iores para ref ere nciar part es de mon ogr af ias. volume ou fascículo de periódicos (artigos científicos de revistas. cap. In: ______.. Vida psíquica e organização. BOUTHOUL.4. etc.. Coesão organizacional e ilusão coletiva. Prestes.. Parte de uma obra MOSCA. Da m esm a f orma que nas ref erê ncias de m onograf ias (completas ou partes). G. p. bem como matérias apresentadas em u m n úmero. 1987. São Paulo: Atlas. 7.2 Publicações periódicas Publicações periódicas abrangem os seguintes documentos: coleções completas. p.). Editor. 2000. editoriais.). 122-143.br/ livrosonline/leitura_32>.). seções. 7 Coletâneas são publicações compostas por artigos ou textos de vários autores em uma única obra. In: TOLEDO. 1988. Maria Ester de (Org. Sociologia da administração . 3. G. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.com. In: ______. 103-115.1990. as pu blicaçõe s pe riódicas tam bé m são referenciadas segu ndo as caract erísticas específicas de cada tipo. geralmente há a indicação de um ou mais autores como responsáveis pela obra (Coordenador. Disponível em: <http://www. MACEDO. reportagens.14-16. Fernando C. Acesso em: 25 jul. 5. Viagem astral aos domingos. Artigo de coletânea7 AMADO.. Eva Maria. (Org. S. Curitiba. etc. B.1. N as coletâneas.

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3.4.2.1 Publicação periódica como um todo

Usa-se referenciar toda a coleção de um título de periódico em listas de referências e catálogos de obras preparados por bibliotecas, editoras ou livreiros. O padrão de referência é:
TITULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora, datas de início e encerramento da publicação, quando houver.

TRANSINFORMAÇÃO. Campinas: PUCCAMP 1989-1997. ,

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, 1972-

Obs.: quando a publicação está em vigor, apresenta-se o ano de início, acrescido de hífen e sem ponto final.

3.4.2.2 Partes de publicações periódicas Abrange volume, fascículo, números especiais e suplementos, sem título próprio. A referência padrão é:

TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. Local: Editora, numeração do ano e/ou volume, numeração do fascículo, informações de períodos, datas de publicação.

VEJA. São Paulo: Abril, v.31, n.1, 15 jan. 1998.

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3.4.2.3 Artigo e/ou matéria de publicações periódicas Inclui fascículos, volumes, números especiais e suplementos (com título próprio); além dos artigos, editoriais, comunicações, entrevistas, resenhas, reportagens e outros.

SOBRENOME, Prenome do Autor. Título da parte, artigo ou matéria. Título da Publicação , Local, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número (conforme o caso), página inicial-final (quando se tratar de artigo ou matéria), data ou intervalo de publicação.

Obs.: se necessário, podem ser acrescentadas informações complementares que melhor identifiquem o documento.

GUIA Exame 2002: as 100 melhores empresas para você trabalhar. Exame, São Paulo, set. 2002. Edição especial. NUNES, Clarice. História da educação brasileira: novas abordagens de velhos objetos. Teoria
& Educação , Porto Alegre, n.6, p.151-182, 1992.

LEAL, Elisabeth J. M. Pesquisa e produção escrita. Turismo: visão e ação, Itajaí, v. 4, n.8, p.99109, abr./set. 2001. GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v.3, n.2, p.15-21, set. 1997.

3.4.2.4 Artigo e/ou matéria de revista, boletim, dentre outros, em meio eletrônico As referências seguem as normas indicadas para artigos e/ou matérias de publicações periódicas, conforme os tópicos anteriores, acrescentando-se a descrição física do meio eletrônico.

MALOFF Joel. A internet e o valor da “internetização”. Ciência da Informação , Brasília, v. , 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline/>. Acesso em: 18 maio 1998. VIEIRA, Cássio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n.2, inverno 1994. 1 CD-ROM.

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3.4.2.5 Artigo e/ou matéria de jornal Inclui editoriais, entrevistas, comunicações, reportagens, resenhas e outros. A referência padrão é:

SOBRENOME, Prenome do Autor (se houver). Título da matéria. Título do Jornal, Local de publicação, data de publicação. Seção, caderno ou parte do jornal, página da matéria.

Obs.: quando não houver caderno, seção ou parte, a página da matéria ou do artigo precede a data.

BEVILACQUA, Viviane. A fome dói, diz José, um brasileiro. Diário Catarinense , Florianópolis, 3 nov. 2002. Página Quatro, p.4. LEAL, L. N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 3, 25 abr. 1999.

3.4.2.6 Artigo e/ou matéria de jornal em meio eletrônico A referência segue a norma indicada no item anterior, acrescentando-se as informações sobre a descrição física do meio eletrônico.

HISTÓRIA, razão e fé. Folha de S. Paulo Online , São Paulo, 3 nov. 2002. Folha Opinião. Disponível em: <http://www.uol.com.br/fsp/opiniao/inde03112002.htm>. Acesso em: 3 nov. 2002.

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..4. Florianópolis... anais. 1996. do documento (anais. Recife. 3.3 Publicações em eventos 3. Recife. 3. 1996. proceedings..ufpe. 2.3. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe.htm>. numeração (se houver). local (cidade) de realização. … 2000. atas. 4. acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.br/anais/anais. data da publicação.) Local de publicação: editora. 4. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe.. Recife: UFPe. como atas.4. WORKING CONFERENCE ON INFRASTRUCTURES FOR VIRTUAL ORGANIZATIONS: managing cooperation in virtual organizations and electronic business towards smart organizations. 1997. etc... 1996... resultados. .1 Eventos como um todo Constitui u m tipo de pu blicação com o con ju nt o de docum en tos/t rabal hos apresentados ou reunidos em um evento. Recife: UFPe. Acesso em: 21 jan. Anais. Proceedings… Boston: Kluwer Academic Publishers. Anais eletrônicos. 2000.4.propesq. O padrão de referência para esses tipos de documentos é: NOME DO EVENTO.72. dentre outros. 1996. Título. proceedings.. ano. Disponível em: <http://www.3.2 Eventos como um todo em meio eletrônico A referência segue a norma anterior para publicação de documento de evento como um todo.

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3.4.3.3 Trabalho apresentado em evento té cn ico- ci ent íf icos. A re fer ênci a dev e apresentar os seguintes elementos e forma:

São os artigos, comunicações, projetos, dentre outros trabalhos apresentados em eventos

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome e outros Sobrenomes do Autor (se houver, abreviados ou não). Título do trabalho apresentado. In: NOME DO EVENTO, numeração do evento (se houver)., ano, local de realização do evento. Título... (Anais, Proceedings, Resumos, etc.) Local de publicação: Editora, data de publicação. página inicial-página final do trabalho referenciado.

RODRIGUES, M. V. Uma investigação na qualidade de vida no trabalho. In: ENCONTRO ANUAL DA ANPAD, 13., 1989, Belo Horizonte. Anais… Belo Horizonte: ANPAD, 1989. p. … 455-468.

3.4.3.4 Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico

Segue a norma de referência indicada no item anterior, acrescida das informações do meio eletrônico utilizado.

SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total em educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais/ educ/ce04..htm>. Acesso em: 21 jan. 1997. GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais... Fortaleza: Tec Treina, 1998. 1 CD-ROM.

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3.4.4 Documentos jurídicos 3.4.4.1 Legislação Estão incluídos nesse tipo de documento: a Constituição, emendas constitucionais, textos legais (leis ordinárias, medidas provisórias, decretos, resoluções do Senado Federal); normas de instituições públicas e privadas (resolu ções, portarias, ordem de serviço, comunicado, instrução normativa, circular, dentre outros). A referência é elaborada com base n a n orma padr ão, podendo ser acrescentados elementos complementares, caso sejam necessários.

JURISDIÇÃO (ou cabeçalho da entidade, caso tratar-se de normas). Título do documento. Especificação do documento (ex.: Diário Oficial, Código civil, Lex), Local (cidade), numeração (volume, número e páginas, conforme o caso), data.

Obs.: quando a referência for de Constituições e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o título acrescenta-se a palavra Constituição, seguida do ano de promulgação, entre parênteses.
BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº 9, de 9 de novembro de 1995. Lex: legislação federal e marginália, São Paulo, v.59, p.1966, out./dez. 1995.

SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p.217-220, 1998.

BRASIL. Decreto-lei nº5.452, de 1 de maio de 1943. Aprova a consolidação das leis do trabalho. Lex: coletânea de legislação: edição federal, São Paulo, v. 7, 1943. Suplemento.

BRASIL. Código civil. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

3.4.4.2 Jurisprudência

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. In: ______. Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p.16.

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BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Hábeas-corpus nº 181.636-1, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF 6 de dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do , STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240, mar.1998.

3.4.4.3 Doutrina Refere-se a qualquer discussão técnica sobre questões legais publicadas na forma de monografias, artigos de periódicos, papers, etc. A doutrina é referenciada conforme o tipo de publicação.
BARROS, Raimundo Gomes de. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v. 19, n. 139, p. 53-72, ago. 1995.

3.4.4.4 Documento jurídico em meio eletrônico Para este tipo de documento, o padrão de referência segue a norma indicada para documentos jurídicos (itens anteriores), acrescentando-se as informações sobre o meio eletrônico utilizado.
BRASIL. Regulamento dos benefícios da previdência social. In: Sislex: Sistema de Legislação, Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social. [S.l.]: DATAPREV 1999. 1 CD-ROM. ,

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível, por ato administrativo, restringir, em razão de idade, inscrição em concurso para cargo público. Disponível em: <http:// www.truenetm.com.br/jurisnet/sumusSTF .html>. Acesso em: 29 nov.1998.

3.4.5 Patente
ENTIDADE RESPONSÁVEL e/ou autor. Título. Número da patente, datas do período de registro.

EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. BR n. PI 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.

... 75

Disponível em: <http://www. 1994.: Nota sobre a referência/arquivo digital 8 : 1999071318. 1 atlas. mapa. 13 jul. 1999071318. porém com as devidas informações referentes ao meio eletrônico em que é apresentado.000. São Paulo. 2002. Escala 1:40. 17:45Z. FLORIDA MUSEUM OF NATURAL HISTORY. Local: Editora. Acesso em: 15 jan.000.000. p.ufl. ATLAS Mirador Internacional. 3.jpg>. 1 imagem de satélite. Regiões de governo do Estado de São Paulo. 1 atlas.edu/fish/Sharks/statistics/Gattack/map/Brazil.76. Gainesville.. 557 Kb (tamanho do arquivo). Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil. Escala.11. National Oceanic and Atmospheric Administration. INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo.flmnh. IR04. color. Escala 1:2. O padrão de referência é: AUTOR.1 Documento cartográfico em meio eletrônico O documento cartográfico segue os padrões indicados anteriormente. NBR 6023:2002.. IR04 (banda). globo e fotografia aérea. UNIVALI (instituição geradora). 3. data de publicação. 13 jul. 3 ½ pol. Obs. Especificação do documento. 17:45Z (horário zulu). GOES (denominação do satélite). SE (localização geográfica). 1931-2000 Brazil’s confirmed unprovoked shark attacks. 1999. 1999 (data da captação).GIF (título do arquivo). GOES-08: SE. ESTADOS UNIDOS. Itajaí: UNIVALI. 08 (número do satélite na série). 1981. 1 mapa. GIF. 1999.6. Itajaí (local). 1 disquete. SP). 8 ABNT. Título. Escalas variam. [2000?].4.6 Documento cartográfico Abrange: atlas.4. 557 Kb. .

1 disquete.7. Romero. Anne.4. . NOVAS descobertas para o terceiro milênio. caso seja necessário. desenho técnico. O padrão para referenciar esses tipos de documentos é: AUTOR. 5 ¼ pol.7 Documento iconográfico Refere-se a gravuras. Também podem ser acrescentados elementos complementares do documento à referência. São Paulo: UMIBO. [Sem título]..1 Documento iconográfico em meio eletrônico GEDDES. diapositivo. Título. 3.. Quando não existir título para o documento. color. 1 gravura. 1982. 1999. dentre outros. pinturas. transparências. 1980.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3. K. 51 Kb. 1 fotografia. Altura: 432 pixels. color. Formato JPEG. diafilme. deve-se atribuir uma denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes.. Especificação do documento. KOBAYASHI. Geddes 135..4. Doença dos xavantes. fotografias. 25 cm x 20 cm. BRITTO. cartazes.jpg. 2000. Data. 25 cm x 25 cm. 77 . Largura: 376 pixels. 19 transparências.

conforme o caso). DVD. CDs (compact disc). Local: Produtora. . 1998. 2 cassetes sonoros. Local: Gravadora (ou equivalente). Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr. VELOSO. 1 CD. Rio de Janeiro: Riofilme. etc. . data. videocassetes. Circuladô vivo. 3. 2001. Garcia. 1991]. Produção do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. 1991. Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn. 3.. Deve-se seguir o seguinte padrão: TÍTULO. 35 mm.4. color. Caetano. SILVA... son.. dentre outros. São Paulo: Polygram.9 Documento sonoro Compreende discos. Especificação do documento. Departamento Nacional. Brasília: SENAI/DN.8 Imagem em movimento Envolvem as referências de filmes. data e especificação do suporte em unidades físicas.78. também deve ser seguido o seguinte padrão: COMPOSITOR (ou intérprete. CENTRAL do Brasil. No caso de entrevistas gravadas que necessitam ser referenciadas.4. Entrevistadores: V Tremel e M. fitas cassete. Luiz Inácio Lula da. Direção: Walter Salles Júnior. São Paulo: SENAI-SP. Título. entrevistado. 1 bobina cinematográfica (106 min). PORTADOR de necessidades especiais no trabalho: depoimentos. Produtor (conforme as informações disponíveis). Diretor. 1 video sonoro. 1992.

p.4. AUTOR(es)se for o caso. arquivos em disco rígido. BULE de porcelana.11 Documento de acesso exclusivo em MICROSOFT Project for Windows 95. atribuir denominação ou indicar [Sem título] entre colchetes). objetos de museu.4. maquetes. DUCHAMP. listas de discussão. Version 4. Biblioteca Central. 9 3. 1918. Versão (se houver). Normas. Marcel. O padrão para referência é: Mensagens trocadas por email têm caráter informal. A referência desses documentos deve apresentar o seguinte padrão: AUTOR (criador artístico do objeto. pesquisa. Descrição física do in terpes soal e efêmero. [China: Companhia das Índias. mensagens eletrônicas. Título (do serviço ou produto). 18-]..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 3.1. quando identificado). não sendo recomendável seu uso como UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. programas de computador. 1 escultura variável. 1998. objetos e suas representações (fósseis. [S. 1 bule. 13).doc. 1995.10 Documento tridimensional Abrange as esculturas. 1 CD-ROM. .” (ABNT.l. Especificação do objeto. Título (caso não exista. animais empalhados. Data. 79 . esqueletos.]: Microsoft Corporation. As mensagens de correio e le trônico “devem ser 9 referen ciadas meio eletrônico s omen te quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o Abrange os documentos do tipo base de dados. Curitiba.. Escultura para viajar. assunto em discussão. etc. 5 fonte científica ou técnica de disquetes. monumentos. desaparecem rapidamen te. dentre outros). NBR 6023:2002. e meio eletrônico.

C. n. In: FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E TECNOLOGIA “ ANDRÉ TOSELLO”. 57). textos não publicados. Niterói. se houver. 1990.23. RUBIROSA. São Paulo: Publifolha. 2. Modelos matemáticos: exercícios didáticos. 3. M. Os princípios da gestão moderna.4. apostilas. HINDLE. MARQUES. ao final da referência.org. Bula de remédio. entre parênteses. J. Memorial [mensagem pessoal]. 2002. São Paulo. SC.12 Bula de remédio RESPRIN: comprimidos. 1997. Tubarão. (Primeiros Passos.ed.13 Séries e coleções Nesses tipos de publicações. 1984. documentos mimeografados e digitados.4. E. J.univali. ÁCAROS no Estado de São Paulo. São José dos Campos: Johnson & Johnson. Estas informações devem ser apresentadas ao final da referência. Radiologia Brasileira. sem destaque. Mensagem recebida por <simonegf@sj. LEAL. Como fazer apresentações. podem ser acrescentados.14 Notas Como notas podem ser incluídos os seguintes documentos: publicações no prelo. 1991. Italvino.4. Responsável técnico Delosmar R.bdt. os títulos das séries e/ou coleções e a respectiva numeração. MARINS. (Série Sucesso Profissional: seu guia de estratégia pessoal). MARTINS.fat. São Paulo: Brasiliense. Base de Dados Tropical. 1985. . No prelo. 3. Carlos B. Tim. Digitado.br/ acaro/sp/>.br> em 11 nov.. 3. 1978. O que é sociologia? 7. Apostila. L. Acesso em: 30 maio 2002.. M.80.ed. Massa calcificada da naso-faringe. Bastos. 1999. Disponível em: <http://www.

2) . papers e relatórios. g) ano da entrega (4 dígitos). onde devem ser impressos: a)n om e do au tor. im presso longitu dinalmente. 4. se houver. impresso da mesma forma que o do autor. Suas orientações também se aplicam. no que couber. f) local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado. resenhas. para elaboração de teses. seqü encialmen te. trabalhos de conclusão de curso de aperfei çoamen to e/ou especialização e outros.. Por outro lado. que def in e os pri ncípios gerais par a elaboração de teses. b) nome do autor. c) título. a trabalhos de graduação intra e extra-classe. deve ser especificado o respectivo volume em cada capa). trabalhos de graduação interdisciplinares TGI.Capa (obrigatório): é a cobertura externa capa dura .TCC. tais como fichamentos. dissertações e trabalhos de conclusão de curso é obrigatório seguir a orientação da norma. e) número de volumes (se houver mais de um. A estrutura de trabalhos acadêmicos compreende elementos prétextuais.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 4 ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICO-CIENTÍFICOS A estrutura de trabalhos acadêmico-científicos é orientada pela NBR 14724:2005 da ABNT. esses elementos podem ser adapt ados ou at é me smo desconsiderados. . b) título do trabalho. c) identificação de números (volume. do alto ao pé da lombada.que abrange as folhas que constituem o trabalho (Apêndice A). 81 . Deve conter.Lombada (opcional): é a parte lateral da capa que reúne as folhas do trabalho. se for o caso: v.1 Elementos pré-textuais .. textuais e pós-textuais. Em caso de trabalhos relacionados às disciplinas de graduação. trabalhos de conclusão de cursos de graduação . uma vez que tais trabalhos têm estrutura própria. d) subtítulo. dissertações. as seguint es informações: a) nome da instituição (opcional).

a dedicatória deve ser localizada na parte inferior direita da folha. em seqüência.Dedicatória (opcional): o autor dedica sua obra ou presta homenagens a pessoa(s).Errata (opcional): consiste em lista das folhas e linhas onde há erros. No verso da folha de rosto. c) subtítulo (se houver.) e o seu objetivo (por exemplo: para aprovação em disciplina. conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente. f) nome do orientador e do co-orientador (se houver). como as teses. centralizadas na página (Apêndice C): a) nome do autor trabalho.). g) local (cidade) da instituição.A data de aprovação e as assinat ur as são colocadas após a apr ov ação do trabalho. . c) texto contendo a natureza. etc. se houver mais de um. preciso. . e) data de aprovação.. e) nota contendo a natureza do trabalho (tese.Folh a de aprovação (obrigatório): é apresentada logo após a folha de rosto e deve conter as segu intes informações. nome da instituição a que é submetido. Aparecem em folha separada. . h) ano de entrega (4 dígitos). . Essa f ich a de ver á ser con feccion ada por profissional bibliotecário. com as respectivas correções. os seguintes elementos (Apêndice B): a) nome do autor do trabalho. dissertações ou trabalhos de conclusão de curso de graduação ou especialização. .82. etc. apresenta-se a ficha catalográfica. sua subordinação ao título principal é demonstrada pelos dois pontos que o precedem). b) título do trabalho e subtítulo (se houver). com a identificação do conteúdo que permita a indexação). f) nom e. dissertação. após a dedicatória e devem se limitar ao estritamente necessário. d) número de volumes. objetivo e nome da instituição a que é submetido.. b) título principal do trabalho (claro. trabalho de conclusão de curso. área de concentração. obtenção de determinado grau.Agradecimentos (opcional): menção a pessoas e/ou instituições que contribuíram de forma relevante para o desenvolvimento do trabalho. e m caso de t rabalh os qu e dev am ser depositados em biblioteca.Folha de rosto (obrigatório): no anverso (página da frente da folha). d) área de concentração. As informações são apresentadas em colunas como no exemplo abaixo: Folha Linha Onde se lê Leia-se . devem ser apresentados. ti tu lação e assin at ur a dos componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem. parte inferior da página.

Apesar de ser escrita por outra pessoa. Epígrafes tam bém podem ser colocadas na abertura das divisões do texto (capítulos)." (NBR 6027:2003. recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração. . por considerar significativo e inspirador em relação ao seu trabalho. qu e localiza e re mete para as in form açõe s con ti das n o tex to.ordenadas segun do determ inado cri tério. pensamento. com respectivos nomes e números de página. Também é recomendada a elaboração de lista própria para cada u m dos t ipos (abreviatura ou sigla).Resumo em língua estrangeira (obrigatório): deve ser apresentado em folha separada do resumo anterior (ver o tópico 2 .Su mári o (obrigatór io): é a re lação enumerada das divisões. 2). d) os indicativos das seções que compõem o sumário. ditado ou parte de um texto que o autor deseja destacar. não deve vir entre aspas. Na elaboração do sumário deve-se observar os seguintes aspectos: a) o sumário tem o título centralizado. Atenção! O sumário não deve ser confundido com o índice. Sua elaboração é detalhada no t ópico 2 (R esu mos de trabalhos acadêm icocientíficos). devem ser alinhados à esquerda. or ganogram as. b) a subordinação dos itens do sumário é destacada usando-se os mesmos tipos de fonte utilizados no texto.) na ordem em que aparecem no texto. na mesma ordem e grafia em que se sucedem no texto. A autoria da mensagem deve ser apresentada do lado direito.3 da Parte II deste documento). etc. na ordem em que aparecem. segui das do seu signi ficado (expre ssõe s ou palavras correspon dentes). escrit o por ext enso. que é uma lista "de palavras ou frases. fluxogramas. desen hos. . esque mas. Consiste na transcrição de uma frase. (Atenção! Em artigos científicos o resumo em língua estrangeira faz parte dos elementos pós-textuais .. com respectivos nomes e números de página. 83 .Resumos de trabalhos acadêmico-científicos. também denominadas seções primárias).Epí grafe (opcional): aparece após os agradecimentos. abaixo do texto. gráficos. Indica a página inicial em que se localiza a parte correspondente (Apêndice D).Lista de abreviaturas e siglas (opcional): é a relação alfabética de abreviaturas e siglas con ti das n o t ext o. seções (ou tópicos) e outras partes de uma publicação (ou trabalho). mapas. . com o respectivo significado. . . na ordem em que se apresentam no texto. . se houver. .ver seção 5.Lista de símbolos (opcional): apresenta o conjunto de símbolos utilizados no texto.Resumo na língua vernácula (obrigatório): consiste na apresentação concisa do texto por meio de uma seqüência de f rases objetivas e seguidas de palavras-chave. da Parte II deste documento). Se necessário.Lista de tabelas (opcional): identifica as tabelas. . da Parte I deste documento. fora de parênteses.4.. c) os elementos pré-t extu ais não devem aparecer no sumário.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . grafado com o mesmo tipo de fonte utilizado para os capítulos (ou divisões principais do texto.Lista de ilustrações (opcional): identifica as ilustrações (quadros. p.

de u m modo geral .Introdução Consiste na apresentação geral do trabalho. Em caso de relatórios de pesquisa científica. me todologia. No en tant o.Desenvolvimento É a parte mais extensa e consistente do trabalho. além de aspectos metodológicos. Isso não significa dizer que essas part es sejam n ecessariame nt e assi m intituladas ou subdivididas. con st itu em. Nela são descritos os conceitos. de modo que a consulta a qualquer dos volumes permita o conhecimento do conteúdo todo. com uma definição clara. área de conhecimento ou metodologia adotada. o tex to acadêm ico-cien tífico se inicia com uma in trodu ção. à qual se segu e o desen volvim ento. apenas que esta é a seqü ência usual de qualquer t exto acadêmico. os elementos que integram o desenvolvimento do trabalho poderão variar nas suas divisões e subdivisões. Da mesma forma que na introdu ção. . há distintos modos de organizar o texto. Trata-se da parte inicial do texto em que o autor aponta os seus propósitos e as linhas gerais que orientaram seu pensamento. ou seja. f inalizan do com uma conclusão. fornece uma visão global do assunto tratado (contextualização). 4. resultados e interpretação do estudo quando se tratar de um relatório de pesquisa.2 Elementos textuais Os elementos textuais.: 32). contextualiza-o. apresenta o problema ou tema central do estudo ou da pesquisa.. . são ali nh ados pela m ar ge m do tí tu lo correspondente ao indicativo mais extenso.: 32-49). n a(s) página(s) que antecede(m) imediatamente o texto. apresentação. . em função da sua natureza e da área de conhecimento a que pertencem. destaca sua importância e seus limites quanto à extensão e à profundidade. Se o trabalho compreender mais de um volume. ou os n úme ros das págin as ini cial e f inal. t eorias e principais idéias sobre o tema focalizado.84. que seguem os indicativos das seções. está localizado. análise e interpretação dos resultados.. o sumário de toda a obra deve ser incluído em todos os volumes. excetuados os elementos obrigatórios. concisa e objetiva do tema e a delimitação precisa das fronteiras do estudo em relação ao campo selecionado e ao problema a ser estudado. f) para a paginação pode-se utilizar o número da pr imei ra página (ex. e)os títu los e su btítulos (se h ouver). O sumário é o último dos elementos prét extu ais. portanto. Conf orme o tipo de trabalh o.se com base no ti po e nos objetivos do trabalho acadêmico-científico. separados por hífen (ex. os elementos essenciais que integram esta parte do trabalho são: fundamentação teórica (r evi são bibl iogr áf ica). assim como os prétextuais.

.Apêndice(s) (opcional): texto ou documento elaborado pelo autor. assuntos. Pode também indicar questões dignas de novos estudos. seguidos de suas respectivas definições. seguidas de travessão e respectivo título (Ex. nomes geográficos. segun do a NBR 6023:2002 da ABNT.: ANEXO B – Estrutura organizacional da Empresa Alfa). complementar ao seu trabalho. . consiste na revisão sintética dos resultados e da discussão do estudo realizado. apontando-se o alcance e o significado de suas contribuições. . Tem como objetivo destacar as principais questões tratadas no trabalho acerca do estudo desenvolvido.. possibilitando sua identificação individual. Nos trabalhos acadêmi co-cien t ífi cos a li stagem de referê ncias deve ide ntif icar as f ontes/ documentos mencionados (referidos) no texto.Conclusão Como parte final do texto.Índice (opcional): listagem detalhada de palavras ou expressões ordenadas a partir de critérios específicos (nomes de pessoas. comprova ou ilustra o seu conteúdo. As orientações para sua elaboração. que complementa. .: APÊNDICE A – Roteiro de entrevista). com a indicação de sua localização no texto. encontram-se no tópico 3 – Elaboração de Ref erências de Tr abal hos Acadêm icoCientíficos. além de sugestões para outros trabalhos. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. . seguidas de travessão e respectivo título (Ex.Glossár io (opci onal): lista em ordem alfabética de expressões ou termos técnicos específ icos de uma determ inada área. da Parte II deste documento. utilizados no trabalho.3 Elementos pós-textuais . 4. extraídos de um documento.Anexo(s) (opcional): texto ou documento não elaborado pelo au tor do trabalho. Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas. 85 ..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ . dentre outros).Referências (obrigatório): constitui o conjunto padronizado de element os descrit ivos. A con clu são deve apresent ar dedu ções lógicas correspon dent es aos propósitos prev iamen te estabelecidos do t rabalho.

. ..86.

5. Na folha de rosto. . com form at o A.4 (21 cm x 29. como prescreve a NBR 14724:2005 da ABNT. legendas de ilu strações e de t abelas. Quanto ao tipo da fonte. referências. com exceção da folha de rosto. sem brilho. Os títulos das seções devem começar na parte superior da folha e ser separados do texto que os sucede por dois espaços de 1. data de aprovação e identificação da ban ca exami nador a deve m ser centralizadas (Apêndice C). margens direita e inferior: 2 cm.. Também os títulos das subseções são separados do texto que os precede e que os sucede por dois espaços de 1.7 cm ). as informações sobre o trabalho. Entretanto. notas de rodapé. O texto deve ser digitado com espaço 1. 5. Para digitação recomenda-se a utilização de font e tamanho 12 para t odo o text o e tamanho menor (11 ou 10) e uniforme para citações longas (mais de três linhas).. 5.2 Margens e espacejamento As páginas devem ser configuradas nas seguintes dimensões: margens esquerda e superior: 3 cm. digitados n a cor preta (excetuando-se as ilustrações). recomendam-se Times New Roman ou Arial. pagin ação e legen das de ilustrações e tabelas. algumas normas gerais devem ser seguidas. f icha catalogr áf ica e nota de identificação do trabalho apresentada na folha de rosto (indicando a natureza do trabalho. a nota de identificação do trabalho deve ser alinhada do meio da página para a margem direita (Apêndice B). objetivo.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ 5 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS ACADÊMICOCIENTÍFICOS O projeto gráfico de um trabalho acadêmico é de responsabilidade do seu autor. nome da instituição a que é submetido e área de concentração) que devem ser digitadas em espaço simples. 87 . em cuj o verso é im pr essa a f ich a catalográfica.5.5 entre linhas. no caso de dissertações e teses. com exceção das citações longas (com mais de três linhas). Já na folha de aprovação. O texto é digitado no anverso da folha (frente).1 Formato Os trabalhos acadêmico-científicos devem ser apresentados em papel branco. notas de rodapé. As ref erên cias apresent adas ao final do trabalho devem ser separadas entre si por dois espaço simples.

contendo a exposição ordenada do assunto.1.4 Títulos e indicativos numéricos São denominadas seções as partes em que é dividido o texto de um documento. a partir da folha de rosto. Exemplo: Seção primária Seção secundária 1 2 1.1 2.1.1.1 2.88.1 2. 5.1 3.2.2 2." (NBR 6024:2003). a qual. pre cede o títu lo da seção.2.1 "O indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária a que pertence. Esse indicativo numérico.1 2. Seção terciária 1..1 2. no canto superior direito da folha.1. etc. a 2 cm da borda superior. Empregam -se algarismos arábicos para numerar as seções de um texto. embora as páginas preliminares (pré-texto) não sejam n umeradas.3 Paginação Todas as folhas do trabalho são contadas seqüencialmente.1. alinhado à margem esquerda. Havendo apêndice(s) e anexo(s). A nu meração é colocada a partir da primeira folha da parte textual.3 Seção quaternária 1.1.1. em algarismos arábicos. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções..2 3 3.1 2.1. terciária. A principal di vi são do te xto de u m docum ent o é denominada seção primária. suas folhas são numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal.1. seguido do número que lhe f or atribu ído na seqüência do assunto e separado por ponto. 5.1. pode se dividir em seção secundária. por sua vez. quaternária.2 . sendo de le separado por um espaço.

na seção 3 relatou-se. or gan ogram as. itálico ou grifo. se inicia em ou tra li nh a. com exceção da última. O título das seções é colocado após seu indicativo numérico. fotos.. . deve ser mantida em todo o trabalho. glossário. A citação de indicativos de seções no texto é feita conforme os exemplos seguintes: .. Têm por objetivo possibilitar a transmissão de dados e informações de modo mais atraente. usando-se de forma racional os seguintes recursos: negrito.. sumário. O texto. qu e obri gatoriamen te corresponde ao título da seção. resumos. preferem adotar o parágrafo tradicional e formal nos textos técnicos (com recuo de 1. A identificação de ilustrações deve aparecer na parte in ferior. o espaçamento duplo entre os parágrafos. adotando-se. porém devem estar diretamente relacionadas com o conteúdo da informação. referências. nesse caso. qualquer que seja a forma adotada. 89 . hífen ou travessão não são usados após o indicativo da seção ou de seu título. Dispõem-se as alíneas na seqüência de um texto (que termina em dois pontos) do seguinte modo: a) ordenam-se as alíneas alfabeticamente. pois do contrário não contribuirão para a análise...UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Ponto. fluxogramas.1 Os títulos de errata.6 Ilustrações As ilustrações abrangem: desenhos.5 Parágrafo Modernamente a forma de parágrafo recuado está sendo abolida... mapas..27 cm). gráficos.. anexo(s) e índices não recebem in di cat iv os n um éri cos e dev em ser centralizados (NBR 14724:2005). c) o texto de cada alínea inicia com letra minúscula e termina com ponto e vírgula. terminam em ponto-e-vírgula. As alíneas. 5. se m que h aj a necessidade de intitulá-los.. e redondo. esqu emas. em 2. Quando for necessário dividir a alínea em subalíneas. Muitos autores. Os tí tu los das se ções são destacados gradativamente. d) a segunda e demais linhas do texto da alínea começam abaixo da primeira letra da primeira linha. No entanto... precedida da palavra designativa seguida de seu número de ordem . agradecimentos. ressalta-se que este recurso deve ser usado para grafar palavras estrangeiras. dentre outros. apêndice(s). listas. no in te rior de um a seção.. ver 1. b) as letras indicativas das alín eas são re en tradas em r elação à margem esquerda. estas devem começar com um hífen. 5.. caixa alta ou versal. dele separado por um espaço. exceto a última que termina em ponto. Atenção! Em relação ao itálico. porém. colocado sob a primeira letra do texto da alínea e dele separadas por um espaço. usam-se alíneas. as dem ais linh as da subalínea i niciam igualmente abaixo da primeira letra.1. Hav endo ne cessidade de enumerar diversos assuntos ou itens.2. . qu adros.

se ultrapassar o tamanho da página em número de colunas e tiver poucas linhas. A tabela. com um traço vertical duplo separando as partes e repetindo-se o cabeçalho. preferencialm ent e.se t iv er poucas colu n as. lado a lado. preferencialmente sem abreviações. . conclusão para a última e continuação para as demais. após o fio de fechamento. A t abe la não de ve t er t raços v ert icais delimitadores à direita e à esquerda. no mínimo. . .cada página deve ter colunas indicadoras e seus respectivos cabeçalhos. precedida da palavra Tabela e de seu número de ordem em algarismos arábicos.IBGE (1993). p. Quadro 5). As tabelas apresentam inf ormações tratadas estatisticamente e seguem as orientações da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . . A moldura compreende. e da fonte. O cabeçalho da tabela indica o conteúdo das colunas com palavras ou notações claras e concisas. também é preciso seguir alguns critérios: .cada página deve ter uma das seguintes indicações: continua para a primeira. pode se r apresentada em duas partes. As ilustrações devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho do texto a que se referem. uma única página. sintetizadas a seguir. 5. pode ser apresentada em duas ou mais partes. o rodapé. na mesma página. . a tabela deve ser apresentada em duas ou mais partes (IBGE. t ais indicações devem ser feitas sem abreviações. do respectivo título e/ou legenda explicativa. qu an to à su a local ização e apresentação gráfica.7 Tabelas As tabelas servem para descrever dados e informações relevantes para o estudo ou ilustrar o conteúdo em desenvolvimento. uma abaixo da outra. O título indica a natureza e as abrangências geográfica e te mporal dos dados n um éri cos. por extenso.cada página deve ter o contéudo do topo e o cabeçalho da tabela ou o cabeçalho da parte.90. o segundo.o con te údo do rodapé deve se r apresentado na página de conclusão. de ocor rência n o te xto e m algarismos arábicos (Exemplo: Gráfico 1. 1993. breve e clara que dispense consulta ao texto.. c) ocupar. As tabelas têm numeração independente e consecutiva e a sua identificação (título) é colocada na parte superior (topo). 28): . b) ter moldu ra para est ru turar os dados nu méricos e termos necessários a sua compreensão. Figura 3. deve: a) estar inserida o mais próximo possível do trecho do texto a que se refere. . repetindo-se o cabeçalho das colunas indicadoras e os indicadores de linha. Q uanto à disposição das in formações. o espaço do cabeçalho e o terceiro. Quando não couber em uma folha. de forma clara e concisa. A indicação da(s) fonte(s) das informações contidas em uma tabela e notas eventuais aparecem em seu rodapé. três traços horizontais paralelos: o primeiro separa o topo.o traço horizontal da moldura que separa o rodapé deve ser apresentado somente na página que contenha a última linha da tabela..

. Qu ando as equações ou f órmu las ultrapassarem uma linha por falta de espaço. / ou – X . caso seja necessário. responsáv el pelos dados levantados e apresentados. ‘en trevist as realizadas’. a palavra ‘fonte’ deve ser colocada após o traço inferior da tabela. podem ser u til izadas como f ont e as seguintes expressões: ‘pesquisa de campo’. quan do os dados se originarem de diversas fontes. no uso de maiúsculas e nos sinais gráficos utilizados. As tabelas de um a publi cação deve m apresentar uniformidade gráfica nos corpos e tipos de let ras e nú meros. ‘questionários aplicados’. ‘formulários preenchidos’. utiliza-se como fonte o autor. os nomes ou 5. o dado não existir -quan do o dado for rigor osamente zero -quan do não se dispu ser do dado -quan do os dados anterior es ao símbolo não forem comparáv eis aos posteriores -quan do o dado for omitido para evitar a in dividualização da infor mação siglas são separados por vírgula.. a partir de pesqui sa de campo (com o uso de questionários. alinhados à direita. pela natureza do fen ômeno. p. “Na seqüência normal do texto é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoen tes. entrevistas ou observação). subtração.quan do. conforme o caso.se à margem esqu erda da primeira coluna. ‘observação direta’.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ a) não se deve deixar “casas” vazias em uma t abel a. 91 . devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição. Significado correspondente b) a fonte da tabela indica a origem ou a instituição responsável pelo fornecimento ou elaboração dos dados e informações nela contidos. multiplicação e divisão. por exemplo).. Exemplo: x 2 + y2 = z2 (x + y )/5 = n 2 2 (1) (2) . c) em caso da fonte tratar-se de pessoa física. para tant o exi stem sím bolos estabelecidos por convenção internacional: Símbolo Z .. quando as tabelas são elaboradas com base em fontes que constituem documentos do próprio autor do trabalho (apresentação dos dados. numeradas com algarismos arábicos entre parênteses. 9).8 Equações e fórmulas Devem aparecer destacadas no texto para facilitar a leitura e. alinh ando. ín di ces e ou tros)” (NBR 14724:2005.

1989. 1986. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. Rio de Janeiro: Zahar.M. 5. Rio de Janeiro. . engenheiros e estudantes. C. Belo Horizonte: Editora UFMG. São Paulo: T. FRANÇA.ed. A. descrição. REFERÊNCIAS ALVES-MAZZOTTI. GOLDENBERG. Autores Associados. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. Arte da tese: como preparar e redigir uma tese de mestrado. 2001. 1992. M. (Org. São Paulo: Atlas. A aventura sociológica: objetividade.L. 2003. O trabalho da citação. Metodologia do ensino superior. DEMO. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Record. Campinas: . GIL. ______. CASTRO. narração.ed. J. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais.. ______. 1997. 2002. Redação de textos científicos. Redação: o texto técnico/ científico e o texto literário. 2003. GEWANDSZNAJDER.ed. São Paulo: Perspectiva.J. ECO. R. U. 2000. e aum. BEAUD. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. Campinas: Papirus. Rio de Janeiro.L. de O. ______. p. P Educar pela pesquisa. Rio de Janeiro. E.ed. 1978. Rio de Janeiro. CANCELIER.. V. 1998.. F O método nas Ciências Naturais e Sociais: . L. São Paulo: Pioneira.M.ed. 1997. N. Como se faz uma tese. ______.92. A.). 1997. Queiroz. rev. 2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Rio de Janeiro.C. 4. 2. Florianópolis. FLÔRES. ______. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação.L.. M. da UFMG.C. 1996. L.N. ______. pesquisa quantitativa e qualitativa. COMPAGNON. 1996. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. paixão. 3. relatório. In: NUNES. Os cientistas precisam escrever: guia de redação para cientistas. Ed. NBR 10719: apresentação de relatórios técnico-científicos. Memórias de um orientador de tese. 2003.307-326. 2002. Belo Horizonte: Ed. da UFSC. 1988. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. 2003. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. dissertação. resumo. BARRASS. Rio de Janeiro. 2005.. ______. improviso e método na pesquisa social. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. OLÍMPIO.A. FEITOSA. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. A. uma monografia ou qualquer outro trabalho universitário.

Estudo de caso: planejamento e métodos.A. PASOLD. 1997. sept. Turismo: visão e ação. A. O olhar no espelho: «conversas» sobre a pesquisa em Ciências Sociais. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. Disponível em: http:// www. 21.edu/ssss/QR/QR3-3/tellis2. Escrevendo e . MARTINS./set.S. São Paulo: Saraiva. São Paulo: EPU. 1992. normalizando trabalhos acadêmicos: um guia metodológico. 1999. Florianópolis: Ed. E. de A. F das C. LAKATOS. São Paulo: Companhia Melhoramentos. São Paulo: Atlas.R. 93 .L (Org. 2001. dissertações e estudos de caso. In: The Qualitative Report.. Metodologia científica: caderno de textos e técnicas. .ed.ed. São Paulo: Atlas. YIN. C. ROESCH. Florianópolis: OAB/ SC. Manual da monografia jurídica. E. Porto Alegre: Artmed. E. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris Editor. Metodologia do trabalho científico. A .. Centro de Documentação e Disseminação de Informações. LEITE.. rev. J. SELLTIZ. de A.M. 2000. Maringá: EDUEM. LAKATOS.B. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em Ciências Humanas.. Prática da pesquisa jurídica: idéias e ferramentas úteis para o pesquisador do Direito. E.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ HENRIQUES. Fundamentos de metodologia científica.8. n.A. 1997. MEDEIROS. LAVILLE. G. Pesquisa e produção escrita. São Paulo: Cortez. KIDDER. J. Metodologia do trabalho científico. abr. São Paulo: Atlas.W.. 1999. Normas de apresentação tabular. M.ed. 2..nova. . MICHAELIS: moderno dicionário da Língua Portuguesa. 1993. v.. p. NUNES. C. 1999. 5. Rio de Janeiro: Agir. J. MARCONI. M. 3. da UFSC. ed. R. São Paulo: Atlas. ano 4. WRIGHTSMAN.ed. 104. TOMANIK. L. DIONNE. LINTZ. A.99109. 2. Porto Alegre: Bookman. A monografia jurídica.K. COOK. 1975. 5.html Acesso em 26/02/02. da escolha do assunto à apresentação gráfica. 1994. S. 1999.A. E.. 1991. L. 2. Projetos de estágio e de pesquisa em Administração: guia para estágios. 2001. p. 3. S.ed. trabalhos de conclusão. J. de A. de O. 19.ed. Rio de Janeiro: IBGE. M. 1993. Monografia no curso de Direito: trabalho de conclusão de curso: metodologia e técnicas de pesquisa. H. M. 2001.M. LEAL. 1985.. 1998. TELLIS. São Paulo: Cortez. C. W. 3. Métodos de pesquisa nas relações sociais.L. IBGE. L. MARCONI. São Paulo: Atlas. SEVERINO. n.M. 3.. SOUZA. Belo Horizonte: Editora UFMG.).ed. 1997. HÜHNE. 2000. e ampl. Metodologia do trabalho científico.ed. Application of a Case Study Methodology.

.94...

95 .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ APÊNDICES ...

Apêndice A Capa de trabalhos acadêmicocientíficos Modelo 3 cm NOME DA INSTITUIÇÃO AUTO R(A) NOME COMPLE TO DO (A) A UTOR (A) CO MPLET CO MPL ETO AUTO R(A) [Extremidade do papel A4] [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3cm TÍ TUL T ÍTUL O : subtítul o subtítulo (se houver) 2 cm [No centro da folha..96. excetuando-se a 1ª letra] . título em maiúsculas e sub-título em minúsculas] Local Ano 2 cm [Letras minúsculas..

97 ..UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Balneário Camboriú 2003 ..

na Universidade do Vale de Itajaí. excetuando-se a 1ª letra] . Orientador: Prof(a). Apêndice B Folha de rosto de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) [Identificação centrada em letras maiúsculas] 3 cm TÍT UL O TÍ TUL O:: subtítulo subtí tul o (se houver) tulo 2 cm [No centro da folha.. Wwww Yyyyyy Local Ano 2cm [Letras minúsculas.98. título em maiúsculas e subtítulo em minúsculas] Monografia apresentada como requisito parcial para a o btenção do título de Xxxx.. Centro de Educação Zzzzz.

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvolvimento sustentável em Santa Catarina Mo nogr afi a apres e n tada como requisito parcial para a obtenção do título de Bachare l em Turismo e Hotelaria pela Un iversidade do Vale de I taj aí. Pedro Alves Balneário Camboriú 2003 .. Orientador: Prof. Ce n tro de E ducação Balne ário Camboriú.. 99 . Dr.

............... Centro de Educação de ............ Dr..... ....... [Local]. Apêndice C Folha de aprovação de trabalhos acadêmico-científicos Modelo 3 cm NOME COMPLETO DO(A) AUTOR(A) TÍ TUL TÍT UL O T ÍTUL O:: subtítulo subtítul o (se houver) Esta Monografia foi julgada adequada para a obtenção do título de ..100................ .... [dia] de [mês] de [ano].. UNIVALI – CE de São José Prof. sub-título em minúsculas] .... .. .......... Dra... ....... ........... 3 cm Área de Concentração: ....... MSc. UNIVALI – CE de São José 2 cm 2 cm [Identificação centrada em letras maiúsculas] [Título em maiúsculas..... ... . da Universidade do Vale do Itajaí. UNIVALI – CE de Balneári o Camboriú Orientador Profa. e aprovada pelo Curso de . ................. ... Prof.....

Centro de Educação de Balneário Camboriú. Área de Concentração: Turismo e Ambiente Balneário Camboriú. Maríl ia Mendonça Farias UNIVALI – CE de São José Membro Prof. Dr. Dra. Prof. Msc. Pedro Alves UNIVALI – CE de Balneário Cambori ú Orientador Profa. 101 . 14 de fevereiro de 2003. Emílio Vieira UNIVALI – CE de São José Membro .UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Exemplo JOÃO AUGUSTO DA SILVA TURISMO ECOLÓGICO: opções para o desenvol vimento sustentável em Santa Catarina Esta Monografia foi julgada adequada para obtenção do título de Bacharel em Turismo e Hotelaria e aprovada pelo Curso de Turismo e Hotelaria da Universidade do Vale de Itajaí...

............................. 39 3........................................................................2 Fontes documentais ........ 49 4..................1 Concepções teóricas . 11 1......................................................................................................................................................102.........................................................1 Percepção do problema pelos sujeitos da pesquisa .............................................................3 Estratégias e instrumentos ................................................. 10 1................................. 57 4..............................................2 Objetivos da pesquisa ............................................................................ 77 APÊNDICES .....................................3 Resistência........................................................................................ 43 3.................................................... aceitação e cooperação ................................................................................................................ 13 2 O PROBLEMA DA PESQUISA ................2 As principais correntes teóricas da atualidade ............................................................... 80 ..................... 64 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS ........................ 18 2................................................................................................................. 27 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS .................................................................... 71 REFERÊNCIAS ......... 50 4................................................1.......... 16 2................. 46 4 RESULTADOS ..........2 Expectativas e aspirações .................... Apêndice D Exemplo de Sumário SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ...................1 Contexto e sujeitos da pesquisa ..............................................................................................................................................1....................................... 40 3..................................... 14 2.............................................1 Justificativa .......................................................................................................................1 Breve história das principais concepções do passado ...............................

elaborado segundo as orientações da NBR 6028:2003. é digitado com espaçamento simples e alinhamento justificado... 103 . contendo de 100 a 250 palavras.UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Apêndice E Modelo de página de abertura (artigo científico) TÍTULO subtítulo su btítu lo (se houver) Nome completo do autor 1* Nome completo do autor 2** Resumo (na língua do texto) (O resumo.) Palavras-chave: (na língua do texto) * Currículo (e endereços postal e eletrônico) ** Currículo (e endereços postal e eletrônico) .

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