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Núcleo Gerador: Urbanismo e Mobilidade (UM)

DR1 – Comunicações Rádio (CR)

Colectânea de textos (pequenas citações com a indicação dos respectivos links


direccionando para a página original), seleccionados a partir de pesquisas
efectuadas no motor de busca "Google" e que se pretende ajudem a descodificar
o tema Construção e Arquitectura (CA) do Núcleo Gerador: Urbanismo e
Mobilidade (UM) do Referencial de Competências-Chave de Nível Secundário,
relativo ao Processo RVCC no âmbito da Iniciativa Novas Oportunidades.
[Nota: Todos os Adultos/Formandos devem mencionar no seu PRA as fontes de todas as leituras que
efectuaram, não podendo copiar ou plagiar, arriscando-se à expulsão do processo RVCC.]

Boas leituras...

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http://stc-rvcc.blogspot.com/

DR1 - Construção e Arquitectura


Associar conceitos de construção e arquitectura à integração social e à melhoria do bem-estar
individual.
Deixo, para reflexão, um tema do Núcleo Gerador "Urbanismo e Mobilidade" e o artigo 65 da CRP:
 Identifico diferentes espaços funcionais nos alojamentos em função de tradições socioculturais
e/ou estilos de vida?
 Exploro tecnologias inovadoras utilizadas nos materiais de construção e reflicto sobre a introdução
de novos materiais como meio para melhorar as condições de habitabilidade e durabilidade das
habitações e redução de custos.
 Reflicto sobre a forma como a ciência infere na evolução de novos materiais de construção (Ex.:
tintas ecológicas, isolantes reciclados).
 Sou capaz de estimar quantidades de materiais a utilizar em função das áreas e exploro os
diferentes tipos de materiais, adoptando aqueles que melhor se adequam a certas especificidades
(p.ex.: resistência ao esforço)

(Artº 65 - Constituição da Republica Portuguesa)


"Todos têm direito, para si e para a sua família, a uma habitação de dimensão adequada, em condições de
higiene e conforto e que preserve a intimidade pessoal e a privacidade familiar."
Ler em: http://stc-rvcc.blogspot.com/2008/07/ng-urbanismo-e-mobilidade-dr1.html

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http://clc-rvcc.blogspot.com/2008/10/ng6-dr1-arquitectura-e-construo.html

Participar no processo de planeamento e construção de edifícios recorrendo a terminologias


próprias e procurando garantir condições para as práticas de lazer.
A habitação é uma questão que muita preocupa os portugueses, pois ao lado da ambição profissional e
familiar surge quase sempre a de possuir casa própria. Numa economia de mercado, onde os salários estão
directamente dependentes das flutuações dos mercados financeiros, há que dominar todo um conjunto de
informação relativa à finança, à construção e à arquitectura, de forma a fazer as perguntas adequadas e a
obter as respostas pretendidas, sem subterfúgios ou mal entendidos. Só assim conseguiremos adequar os
nossos rendimentos à casa sonhada, sem abdicar de um conjunto de critérios que concorrem para que
aquela, seja a casa ideal. Essa casa será tanto mais a casa sonhada quanto mais tivermos prestado atenção
ao espaço onde a mesma está integrada, se há ou não um plano de desenvolvimento sustentável, se há
zonas verdes que promovam o recreio, o convívio, práticas de desporto, enfim, equipamentos que
caracterizam aquilo que consideramos corresponder a qualidade de vida.
Cultura: Sou capaz de actuar perante o planeamento e edificação de espaços habitacionais identificando
condições que permitam o desenvolvimento de diversas práticas de lazer e contribuam para uma maior
qualidade de vida.
Proposta de trabalho: Aquando da compra da sua casa, preocupou-se com os espaços de lazer
envolventes ? Quais os critérios que definiu como exigíveis para ai poder habitar? Antes da compra ou da
construção da sua casa preocupou-se em saber quais os equipamentos culturais, de recreio e desportivos
acessíveis à sua área de residência? Ou não teve isso em linha de conta por não os considerar relevantes?
Existe na sua cidade, vila ou aldeia um mau exemplo daquilo que considera ser má arquitectura ou um

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espaço de habitação mal concebido? Justifique as suas razões.
Língua: Sou capaz de actuar em contexto privado tendo em conta a terminologia específica e seus
significados em situações relacionadas com a construção e arquitectura.
Proposta de trabalho: Aquando da construção ou da compra da sua casa conseguiu interpretar e
compreender a linguagem inerente à sua planta, bem como toda a terminologia de um caderno de
encargos? No relacionamento com o arquitecto, empreiteiro, conservatória e finanças dominou com
facilidade todos os termos técnicos?
Comunicação: Sou capaz de actuar em situações privadas de construção e arquitectura através do
estabelecimento de comunicação eficaz com operários e técnicos especializados, com vista ao
esclarecimento de um pedido ou resolução de situações de incumprimento.
Proposta de trabalho: Reconte uma situação em que tenha feito valer o seu ponto de vista aquando de
uma alteração na sua casa ou espaço envolvente e que considerou ser pertinente, evidenciando os
argumentos utilizados e a sua validade.
Ler em: http://clc-rvcc.blogspot.com/search/label/CLC%20-%20NG6%20-%20DR1

http://www.jb.pt/download/habitacao.pdf

Qualidade da construção, segurança e conforto


A engenharia civil é determinante na construção de uma habitação ou de qualquer outra infra-estrutura.
Nos dias de hoje, as principais preocupações da engenharia civil prendem-se com a qualidade da
construção, a segurança e o conforto, procurando uma optimização da relação custo/qualidade.

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Actualmente, as actuais tendências decorrem das preocupações da disciplina. Com novas tecnologias,
novos materiais de construção, novos métodos construtivos é possível integrar condições técnicas que
promovam maior eficiência energética nas edificações. E, este foi, talvez, um dos avanços mais
significativos nos últimos tempos. ...
Quanto à construção de raiz nota-se que, felizmente, começam a aparecer empresas com preocupação na
qualidade final dos seus trabalhos. Contudo, trata-se ainda de um número de empresas insuficiente,
especialmente quando comparado com os parâmetros de qualidade de outros países.
Mas, se cada vez mais os portugueses se preocupam com as empresas que contratam e com a qualidade
dos serviços que estas prestam, também é verdade que continua a haver procura por uma construção
economicamente mais acessível em detrimento da qualidade, o que dá lugar a uma mão-de-obra menos
competente.
Continuar a ler: http://www.jb.pt/download/habitacao.pdf

http://www.jb.pt/download/habitacao.pdf

Sistemas de climatização
a pensar no conforto e na poupança
A maioria dos novos apartamentos ou moradias é já pensada e construída com sistemas de climatização
integrados.
Existem, noutros casos, apenas os sistemas de pré-instalação que permitem que os novos proprietários
escolham o sistema de aquecimento mais adequado às suas necessidades ou preferências.
São vários os sistemas de climatização actualmente ao dispor no mercado e há cada vez mais novidades.

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Aos ditos “tradicionais” - como o aquecimento central, ar condicionado, salamandras e recuperadores de
calor - existem outros, que se destacam, não só pela novidade mas também pela versatilidade.
São eles os pisos radiantes, painéis solares, lajes radiadoras, radiadores flat e sistemas termodinâmicos. O
design inovador salta à vista, mas é principalmente o seu aspecto prático e de grande utilidade e conforto
que faz a diferença.
A maioria destes sistemas tem ainda a vantagem de fornecer água quente para torneiras e águas sanitárias,
o que, para além de proporcionar grande comodidade, tem vantagens no que respeita à poupança na conta
mensal com os custos de aquecimento. [Pag. 9 em: http://www.jb.pt/download/habitacao.pdf]

Benvindo ao gabinete Santos Roldão Arquitecto.


http://www.arquitectoportugal.com/
A Harmonia e Liberdade de espaços.
desdobra-se a paisagem no abstrato
O pátio, o muro, o freixo, o poço espelho da arquitetura.
em uma claridade em forma de lagoa Apenas desenhada,
se desvanecem. Cresce em suas margens tipo de vírgula horizontal
uma vegetação de transparências.
Rima feliz de montes e edifícios, (A partir de: Paz, Octavio. Pasado en claro. México,
D.F.: Fondo de Cultura Económica, segunda ed., 1978.)
Há uma ampla renovação da arquitectura como resposta à urbanização acelerada e como consequência do
recurso sistemático a materiais como o betão e o aço e a formulação de princípios disciplinadores:
arquitectura funcional, com exigências estéticas e novo urbanismo, defende os seguintes princípios

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funcionais: planta livre, articulação forma/função e uma visão “orgânica” – projecção, no exterior do
edifício, das opções tomadas relativamente ao seu interior, inserção harmoniosa no ambiente e recurso a
materiais próprios da região onde o edifício se integra. Há a concretização destes princípios defendidos em
habitações unifamiliares – a casa como refúgio. A harmonização de diferentes materiais, acentua da linha
horizontal e assimetria de planos.
Questões frequentes
Como proceder para fazer um Projecto de Arquitectura
Deverá dirigir-se a um Arquitecto ou Engenheiro que procederá à elaboração do projecto. Este deverá ser
acompanhado pelos termos de responsabilidade.
Que passos devo seguir para construir uma moradia, num terreno que possuo?
Se comprou um terreno e pretende construir uma casa deverá seguir determinados passos para que o
resultado seja efectivamente "a sua casa de sonhos".
Deverá começar por escolher e contratar os serviços profissionais de um gabinete de arquitectura.
Com o seu arquitecto, que o irá assessorar ao longo de todo o processo, irá começar por definir o
"programa". Deverá explicitar o melhor possível aquilo que realmente deseja: o número de divisões,
quantas pessoas vão habitar a casa, se pretende garagem, aquecimento, se gostaria de ter um sótão,...todas
as suas aspirações e sonhos.
Todas as construções novas, ampliações, demolições, alterações e reconstruções deverão ser licenciadas
pela Câmara Municipal. O seu arquitecto será o responsável técnico pelo projecto junto desta entidade e
saberá quais os requisitos a que a sua nova casa deverá obedecer para cumprir os regulamentos.
Para obter, de forma vinculativa, um parecer sobre os condicionamentos à construção que recaem sobre
determinado terreno deverá ser efectuado um pedido de informação prévia na Câmara Municipal
respectiva.

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Após a autorização da construção, a Câmara Municipal emite uma licença de construção, mediante o
pagamento da respectiva taxa. Para a escolha do empreiteiro deverá reunir referências de trabalhos já
realizados e entregar uma cópia do projecto de execução da casa aos empreiteiros que vão apresentar
proposta. Exija um orçamento descriminado e a indicação dos prazos de obra e formas de pagamento.
Deverá também verificar se o empreiteiro possui um alvará com a classificação exigida pela Câmara para
a emissão da licença.
No final da obra deverá requerer à Câmara Municipal a emissão da licença de utilização, sem a qual não
lhe será possível, no futuro, e eventualmente, vender a casa.
Que autorizações devo obter para fazer obras em casa?
As obras de simples reparação e manutenção não estão sujeitas a licenciamento municipal. No entanto,
alguns municípios têm instrumentos próprios que podem referir-se a este tipo de obras.
Qualquer intervenção que se refira à substituição ou alteração de elementos exteriores (fachadas, janelas
exteriores, varandas, coberturas,…) ou na estrutura do edifício, já implicam uma autorização municipal.
Este tipo de alteração deve ainda ser aprovada pelos vários proprietários, em caso de edifícios em
propriedade horizontal.
Quais as fases de um projecto de arquitectura?
Programa Base
Nesta fase definem-se todos os pressupostos que terão que ser considerados pelos projectistas, como o
número de divisões, se se pretende aquecimento, piscina, etc... Todos os detalhes que lhe pareçam
relevantes devem ser transmitidos nesta fase.
Estudo Prévio ou Anteprojecto
Trata-se da definição inicial da construção. Nesta fase, normalmente, fica definida a implantação da casa
no terreno, a planta com a organização geral do espaço e a relação com a envolvente através dos alçados.

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Nesta fase o projectista poderá ainda elaborar uma maquete ou outro tipo de desenhos e elementos que
ajudem a explicitar a proposta.
Projecto Base
Normalmente chama-se também a esta fase o “Licenciamento”, pois uma vez que estejam definidas as
principais questões formais no Estudo Prévio, o projectista prepara as peças desenhadas e escritas para
entregar na Câmara Municipal, para o licenciamento da construção.
Para além do projecto de arquitectura, nesta fase desenvolvem-se também os projectos de especialidades.
Esta fase deverá incluir:
Projecto de Arquitectura (projecto base), o qual deverá incluir o estudo do comportamento térmico e
acústico da casa;
Projecto de Estabilidade e Fundações
Projecto de Águas e Esgotos
Projecto de Electricidade
Projecto de Gás
Projecto de Arranjos exteriores
Deverá também incluir todos os serviços adicionais que pretenda ter na sua casa:
Projecto de Telecomunicações
Projecto de Ar Condicionado e/ou Aquecimento
Aspiração Central, etc.
Projecto de Execução
Nesta fase são definidos todos os materiais, pormenores de execução,...todos os elementos necessários
para a construção. Deve também fazer parte desta fase: o Mapa de Trabalhos e medições, para que o
empreiteiro possa dar um orçamento de acordo com os trabalhos que são pedidos; e o Caderno de

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Encargos, definindo condições de aplicação dos materiais.
O cumprimento destas fases permitir-lhe-á ter uma definição muito detalhada da encomenda que vai fazer
às empresas de construção, evitando definições genéricas em que é provável que aquilo que está na sua
cabeça não se venha a concretizar na prática, por falta de especificação.
O que é um Caderno de Encargos?
Um Caderno de Encargos é um documento legal, que faz parte integrante do projecto de arquitectura.
Neste documento são descritos todos os trabalhos a efectuar para a execução correcta da obra, contendo
várias indicações e restrições na constituição e tipo dos materiais, bem como na forma de aplicação.
Deste modo, o empreiteiro ao dar um orçamento com base em determinado Caderno de Encargos, está a
fornecer um valor que se refere a materiais de determinada qualidade e a determinados preceitos na
execução da obra. Assim, o empreiteiro não poderá substituir os materiais, em obra, por materiais de
qualidade inferior e, de igual modo, se o proprietário decidir trocar os materiais estipulados por outros, de
qualidade superior, deverá o orçamento e o valor da obra ser revisto.
De um modo geral fazem parte do caderno de encargos:
Mapa de Trabalhos, com medições e orçamentos;
descrição das condições gerais e particulares de execução da obra.
Para além das cláusulas referentes à aplicação dos materiais, deverá conter:
informação sobre cumprimento de prazos de obra;
condições de segurança e higiene em obra.
Escolher um profissional para o projecto de arquitectura.
Se pretende construir de raiz ou remodelar um espaço contrate os serviços de um profissional de
arquitectura. A escolha de um Arquitecto permite-lhe a obtenção de um projecto de arquitectura, que irá

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ter em conta as suas necessidades e desejos, e assessoria no tratamento das exigências legais e durante a
obra.
Deixamos-lhe alguns conselhos que deverá seguir:
Peça antecipadamente uma proposta para a execução do projecto, na qual deverá ser indicado o
orçamento, quais os trabalhos incluídos e quais os prazos para a sua execução.
Peça para ver outros trabalhos realizados.
Para exercer a sua profissão os arquitectos deverão estar inscritos na respectiva Ordem.
Compare as várias propostas e faça a sua opção.
Deverá fazer um contrato escrito - alguns gabinetes possuem contratos-tipo, aos quais poderá propor as
alterações que achar necessárias.

Áreas, cérceas e outros conceitos


Área Bruta de Construção
É a superfície total da casa, medida pelo perimetro exterior das paredes, ou pelo eixo das paredes de
separação entre fogos, no caso de habitação multifamiliar.
A área é medida em todos os pisos e somada. Inclui a área de varandas e terraços cobertos.
Área de Implantação
É a área ocupada pelo edifício no solo. Não inclui varandas nem palas, mas inclui anexos e alpendres
cobertos.
Cércea de um edifício
É a altura da construção, medida na fachada, desde o solo até ao beirado, ou à parte superior do murete no
caso de coberturas planas. No caso de o terreno ter inclinação, a altura deve ser medida a partir do ponto

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médio da inclinação do terreno.
CAD, Companhia de Arquitectura e Design
Continuar a ler: http://www.arquitectoportugal.com/frequentes_content.html

http://www.maximainteriores.xl.pt/

Ouse mudar. Abandone a segurança das paredes brancas e arrisque colorir o ambiente nos seus tons
preferidos. Verá que já nada será como antes. Advertimos que as primeiras pinceladas podem ser
altamente viciantes...
texto de Helena Botelho
fotografias de Getty Images
1 - Materiais necessários
• Aditivo antibolores • Massa para enchimento
• Escadote • Plástico protector
• Espátula 35 • Rolo antigota
• Fita de pintura • Tabuleiro
• Lixa • Trincha

Continuar a ler em: http://www.maximainteriores.xl.pt/0706/especial/200.shtml


http://pt.wikipedia.org/

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Arquitectura de Portugal
História
A história da arquitectura portuguesa começa ainda na Idade do Bronze quando as primeiras aldeias
começam a surgir de forma minimamente organizada, com casas, assembleias, balneários e muralhas em
seu redor. Nessa época apareceram os Lusitanos. Foi depois, no séc. III, com a ocupação romana, que as
primeiras cidades começaram a crescer de forma organizada com inúmeros edifícios públicos e estradas
pavimentadas que melhoram as comunicações em certas partes. Após a queda do Império Romano do
Ocidente o panorama artístico ficou quase esquecido. Apenas no séc. VIII, com a invasão muçulmana a
arte voltou a ser praticada de forma mais organizada e uniforme. Mesquitas e palácios apareceram nas
principais vilas e cidades do país.
Contudo no séc. XII começou a Reconquista. Transformaram-se as mesquitas em igrejas, como se fez com
a Mesquita de Mértola, e de forma progressiva passou-se para o românico. As grandes igrejas pesadas
começaram a povoar o território até que o gótico, e depois o Manuelino as tranformaram em edifícios
mais esbeltos e decorados. No séc. XVI, chega de Itália o Renascimento, que começa a racionalizar todas
as formas, e os edifícios ficam mais pragmáticos em detrimento da sua decoração. De forma natural passa-
se para o maneirismo que segue os passos da arquitectura renascentista. A Igreja de São Vicente de Fora é
um dos melhores exemplos desse tempo. Nesta época, e desde o românico, a principal produção da
arquitectura eram as igrejas, e assim seria até ao rococó. No barroco, séc. XVIII as igrejas e conventos
tornam-se mais luxuosos e ornamentados, exemplo disso é o Convento de Mafra. No início do séc. XIX
vêm influências de vários países europeus que culminam no neoclassicismo. Poucas décadas depois
aparece, como reacção, o romantismo. A Estação do Rossio ou o Palácio da Pena são obras românticas. No
final desse mesmo século, os engenheiros tomam contam dos projectos com a arquitectura do ferro. O

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Elevador de Santa Justa é exemplo disso. A arte nova e a art déco tiveram pouco expressão em Portugal.
Mais tarde, durante o Estado Novo, foi aplicada uma arquitectura mais contida, mas sobretudo funcional.
Com o fim da ditadura, e abertura ao meio internacional, a arquitectura enriqueceu o seu espólio tanto em
quantidade como em qualidade. Na actualidade destacam os arquitectos portugueses Álvaro Siza Vieira,
Eduardo Souto de Moura, Fernando Távora, Gonçalo Byrne, entre outros.

Continuar a ler em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Arquitectura_de_Portugal

Outros “links”:

História da arquitectura em Portugal


http://pt.wikipedia.org:80/wiki/História_da_Arquitectura_em_Portugal

A Arquitectura (PRA de um formando)


http://www.casadana.net/praluisfilipe/trabalhos/a_arquitectura.pdf

Apontamentos (Blogue de uma formanda)


http://eugeniaegydo.blogspot.com/2008/06/urbanismo-e-mobilidade-4-parte.html

HOJEAINDAKIESTAMOS (Blogue de um formando)


http://hojeaindakiestamos2.blogspot.com/search?q=Urbanismo

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