Trypanosoma cruzi – amastigotas

Nesta lâmina podemos ver formas amastigotas de Trypanosoma cruzi colonizando o tecido cardíaco. Os parasitas aparecem agregados, com seus kDNAs (DNA de cinetoplasto) fortemente basófilos, e sem flagelos. Hospedeiros: mamíferos, inclusive o homem

Conjunto de amastigotas em tecido cardíaco

(a) – Promastigota – o flagelo emerge da parte anterior da célula. (b) – Epimastigota - o flagelo emerge ao lado do núcleo da célula. (c) – Tripomastigota - o flagelo emerge da parte posterior da célula. (d) – Amastigota – somente o cinetoplasto é visível. Não há flagelo.

(b) – Epimastigota . Os epimastigotas apresentam o cinetoplasto ao lado do núcleo (veja quadro abaixo). (d) – Amastigota – somente o cinetoplasto é visível. Não há flagelo. . (c) – Tripomastigota . Cinetoplasto Núcleo (a) – Promastigota – o flagelo emerge da parte anterior da célula.o flagelo emerge ao lado do núcleo da célula.o flagelo emerge da parte posterior da célula.Trypanosoma cruzi – epimastigotas As formas epimastigotas são os estágios de desenvolvimento encontrados no vetor triatomíneo (barbeiro) e se multiplicam assexuadamente.

o flagelo emerge da parte posterior da célula. o flagelo e o núcleo.o flagelo emerge ao lado do núcleo da célula. Também podem ser observados a membrana ondulante. . (b) – Epimastigota .Trypanosoma cruzi – tripomastigotas Flagelo Membrana ondulante As formas tripomastigotas de Trypanosoma cruzi apresentam um cinetoplasto muito proeminente na parte posterior da célula. Hospedeiros: mamíferos. O flagelo emerge da parte posterior da célula. (c) – Tripomastigota . Não há flagelo. (d) – Amastigota – somente o cinetoplasto é visível. inclusive o homem Núcleo Cinetoplasto (a) – Promastigota – o flagelo emerge da parte anterior da célula.

(b) – Epimastigota . Procure identificar o cinetoplasto na parte posterior da célula.o flagelo emerge ao lado do núcleo da célula. (c) – Tripomastigota . . Hospedeiros: principalmente bubalinos. a membrana ondulante. o flagelo e o núcleo. (d) – Amastigota – somente o cinetoplasto é visível. Cinetoplasto Núcleo ruminantes.o flagelo emerge da parte posterior da célula. bovinos e (a) – Promastigota – o flagelo emerge da parte anterior da célula. Não há flagelo.Trypanosoma vivax – tripomastigotas sangüícolas Membrana ondulante Flagelo A lâmina apresenta formas tripomastigotas de Trypanosoma vivax.

equinum. Núcleo Cinetoplasto parcial ou totalmente ausente Hospedeiros: eqüinos (a) – Promastigota – o flagelo emerge da parte anterior da célula. evansi é muito parecido com T.o flagelo emerge ao lado do núcleo da célula. brucei. devido à morfologia irregular de seu cinetoplasto.o flagelo emerge da parte posterior da célula. T.Trypanosoma evansi – tripomastigotas sangüícolas Flagelo A lâmina apresenta formas tripomastigotas de Trypanosoma evansi. As cepas brasileiras são totalmente desprovidas de cinetoplasto. Alguns autores denominam este parasita de T. (c) – Tripomastigota . . (b) – Epimastigota . Notar na lâmina as formas tripomastigotas contendo um vacúolo praticamente sem coloração na extremidade posterior aonde deveria estar localizado o cinetoplasto. o tripanossoma africano causador da doença do sono. T. (d) – Amastigota – somente o cinetoplasto é visível. Não há flagelo. evansii apresenta cepas denominadas discinetoplásticas na África.

. bovinos. humanos Cinetoplasto (a) – Promastigota – o flagelo emerge da parte anterior da célula.o flagelo emerge ao lado do núcleo da célula. Hospedeiros: suínos.o flagelo emerge da parte posterior da célula.Trypanosoma brucei – tripomastigotas sangüícolas A lâmina apresenta formas tripomastigotas de Trypanosoma brucei. a membrana ondulante. Não há flagelo. eqüinos. (d) – Amastigota – somente o cinetoplasto é visível. (b) – Epimastigota . (c) – Tripomastigota . Procure identificar o cinetoplasto na parte posterior da célula. cães. o flagelo e o núcleo. ovinos. agente causador da doença do sono.

(c) – Tripomastigota .Trypanosoma theileri – tripomastigotas sangüícolas A lâmina apresenta formas tripomastigotas de Trypanosoma theileri. Note que T. . o flagelo e o núcleo. a membrana ondulante. (d) – Amastigota – somente o cinetoplasto é visível.o flagelo emerge da parte posterior da célula. Hospedeiros: bovinos Membrana ondulante (a) – Promastigota – o flagelo emerge da parte anterior da célula.o flagelo emerge ao lado do núcleo da célula. Procure identificar o cinetoplasto na parte posterior da célula. (b) – Epimastigota . Não há flagelo. theileri é o maior dos tripanossomas.

Os promastigotas também podem ser cultivados em cultura in vitro. com o flagelo emergindo da extremidade anterior da célula. Sua principal característica é a posição do cinetoplasto. Cinetoplasto Núcleo (a) – Promastigota – o flagelo emerge da parte anterior da célula (b) – Epimastigota .Leishmania – promastigotas Flagelo As formas promastigotas de Leishmania são os estágios de desenvolvimento encontrados no inseto vetor e se multiplicam assexuadamente. Não há flagelo. .o flagelo emerge da parte posterior da célula (d) – Amastigota – somente o cinetoplasto é visível.o flagelo emerge ao lado do núcleo da célula (c) – Tripomastigota . em frente ao núcleo (veja esquema abaixo).

com um flagelo rudimentar (veja esquema abaixo).o flagelo emerge da parte posterior da célula (d) – Amastigota – somente o cinetoplasto é visível. As formas amastigotas são encontradas em grupos no interior de macrófagos.o flagelo emerge ao lado do núcleo da célula (c) – Tripomastigota . Hospedeiros: cães.Leishmania – amastigotas Os amastigotas representam um estágio de desenvolvimento intracelular da Leishmania. Sua forma é esférica ou oval. humanos (a) – Promastigota – o flagelo emerge da parte anterior da célula (b) – Epimastigota . Somente o núcleo e o cinetoplasto são visíveis à microscopia óptica. . Não há flagelo. ou livres após rompimento destas células.

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