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normas_braziellas_2010

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  • 1. APRESENTAÇÃO
  • 2. JUSTIFICATIVA
  • 3. TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO SEGUNDO A NBR 14724:2005
  • 4. MODALIDADES DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO NA UGF
  • 4.1. Monografa
  • 4.2. Artigo
  • 4.2.1. Concepção e caracaterísticas
  • 4.2.2. Estrutura do artigo
  • 4.2.3. Apresentação gráfca
  • 4.3. Estudo de caso
  • 4.3.1. Concepção e características
  • 4.3.2. Planejamento
  • 4.3.3. Coleta de dados
  • 4.3.4. Análise dos dados
  • 4.3.5. Redação do relatório
  • 4.3.6. Estrutura do relatório
  • 4.4. Projeto
  • 4.5. Etapas do processo de elaboração do TCC
  • 5. ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICOS
  • 5.1. Elementos pré-textuais
  • 5.2. Partes textuais
  • 5.2.1. Introdução
  • 5.2.2. Tópicos do desenvolvimento
  • 5.2.3. Conclusão
  • 5.3. Partes pós-textuais
  • 6. PADRONIZAÇÃO GRÁFICA
  • 6.1. Padrões para digitação de trabalhos acadêmicos
  • 6.2. Orientação para formatação do documento
  • 6.2.1. Confguração de página
  • Figura 1 - Confguração de página (margens)
  • Figura 2 - Confguração de página (tamanho do papel)
  • 6.2.2. Formatação da fonte
  • Figura 4 - Fonte (espaçamento de caracteres)
  • 6.2.3. Formatação de parágrafo
  • 6.2.4. Inserção de quebra de seção
  • Figura 6 - Quebra (página e seção)
  • 6.2.5. Numeração de página
  • Figura 8 - Formatação do número de página
  • 6.2.6. Equações e fórmulas
  • 6.3. Sistematização das seções estruturais do trabalho acadêmico
  • 6.4. Figuras de realce
  • 7. NORMAS PARA A REFERENCIAÇÃO DAS FONTES CONSULTADAS
  • 7.1. Conceito
  • 7.1.1. Documentos referenciáveis
  • 7.1.2. Elementos essenciais da referência
  • 7.1.2.1. autoria
  • 7.1.2.2. título e edição
  • 7.1.2.3. local
  • 7.1.2.4. editora
  • 7.1.2.5. data
  • 7.2. Referenciação de materiais de uso mais frequente
  • 7.2.1. Livros usados como um todo
  • 7.2.2. Livros usados em parte ou capítulo destacado
  • 7.2.3. Obras de referência (dicionário, enciclopédia)
  • 7.2.4. Artigos de revista, boletim, periódico
  • 7.2.5. Matéria de jornal
  • 7.2.6. Artigo ou matéria de revista, boletim, jornal em meio eletrônico
  • 7.2.7. Evento científco como um todo
  • 7.2.8. Trabalho apresentado em evento científco
  • 7.2.9. Teses, dissertações ou outros trabalhos acadêmicos
  • 7.2.10. Patente
  • 7.2.11. Documento jurídico
  • 7.2.11.1. legislação
  • 7.2.11.2. jurisprudência
  • 7.2.11.3. doutrina
  • 7.2.11.4. consulta a publicação comercial de documento jurídico
  • 7.2.11.5. consulta a documento jurídico em meio eletrônico
  • 7.2.12. Imagem em movimento
  • 7.2.13. Documento iconográfco
  • 7.2.14. Documento cartográfco
  • 7.2.15. Documento sonoro
  • 7.2.16. Partitura
  • 7.2.17. Documento tridimensional
  • 7.2.18. Materiais não previstos na NBR 6023:2002
  • 7.2.19. Autoria repetida
  • 8. REDAÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS
  • 8.1. Características da linguagem
  • 8.2. Uso de citações e notas de rodapé
  • 9. APRESENTAÇÃO DE TABELAS E ILUSTRAÇÕES
  • 9.1. Concepções
  • 9.2. Elaboração geral da tabela
  • 9.2.1. Número
  • 9.2.2. Título
  • 9.2.3. Apresentação de tempo
  • 9.2.4. Moldura
  • 9.2.5. Cabeçalho
  • 9.2.6. Coluna indicadora
  • 9.2.7. Totalização
  • 9.2.8. Rubrica
  • 9.2.9. Indicação de intervalos parciais
  • 9.2.10. Corpo
  • 9.2.11. Unidade de medida
  • 9.2.12. Dado numérico
  • 9.2.13. Arredondamento de dado numérico
  • 9.2.14. Sinal convencional
  • 9.2.15. Chamada
  • 9.2.16. Fonte
  • 9.2.17. Nota geral
  • 9.2.18. Nota específca
  • 9.3. Apresentação de tabela
  • 9.3.1. Localização
  • 9.3.2. Tabela com excessiva altura
  • 9.3.3. Tabela com excessiva largura
  • 9.3.4. Tabela com excessiva altura e largura
  • 9.4. Aspectos gerais da representação gráfca
  • 9.5. Tipos de gráfcos estatísticos
  • Quadro 1 - Correspondência: tipos de gráfco e séries estatísticas
  • 10. CONCLUSÃO
  • REFERÊNCIAS
  • APÊNDICE D - FICHA CATALOGRÁFICA (graduação e pós-graduação)
  • APÊNDICE E - RESUMO (graduação e pós-graduação)
  • APÊNDICE F - ESPELHO PARA CONFIGURAÇÃO DE PÁGINA
  • APÊNDICE G - EXPRESSÕES LATINAS EM TEXTOS CIENTÍFICOS
  • ANEXO A - EXEMPLOS DE GRÁFICOS
  • ANEXO B - TABELA MODELO
  • ANEXO C - RESOLUÇÃO Nº 748 DE 22 DE SETEMBRO DE 2009

Universidade Gama Filho

Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso, Monografia, Dissertação e Tese

Maria de Lourdes Motta Braziellas Nelza Maria Moutinho Ançã

© Editora Gama Filho

(Catalogado na fonte pela Biblioteca Central da Universidade Gama Filho) Braziellas, Maria de Lourdes Motta Normas para apresentação de trabalho de conclusão de curso, monografia, dissertação e tese / Maria de Lourdes Motta Braziellas e Nelza Maria Moutinho Ançã – 3. ed. rev. Rio de Janeiro: Editora Gama Filho, 2010. 103p. : il. gráf. ISBN 978-85-7444-078-1 Disponível em versão online. Modo de acesso: http://www.ugf.br Inclui bibliografia. 1. Pesquisa científica – Metodologia. 2. Monografias – Redação. 3. Metodologia científica. 4. Trabalhos Científicos – Redação. I. Ançã, Nelza Maria Moutinho. II. Título. CDD – 001.42

EDITOR Dante Gastaldoni CAPA E DIAGRAMAÇÃO André Luiz Santos

CHANCELER Paulo Cesar Prado Ferreira da Gama REITORA Maria José Mesquita Cavalleiro de Macedo Wehling PRÓ-REITOR DE HUMANIDADES E CIÊNCIAS SOCIAIS Arno Wehling PRÓ-REITOR DE SAÚDE Gilberto Chaves PRÓ-REITOR DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA Paulo César Dahia Ducos PRÓ-REITOR DE ADMINISTRAÇÃO E DESENVOLVIMENTO Sergio Norbert .

com os quais tivemos o privilégio de trabalhar direta ou indiretamente. pela confiança em nós depositada e pelo reconhecimento da qualidade desta produção acadêmica. representada por diversas instâncias acadêmicas.À Universidade Gama Filho. ora apresentada como parâmetro para toda a Universidade. . na pessoa de seus gestores.

LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 − Configuração de página (margens) Figura 2 − Configuração de página (tamanho do papel) Figura 3 − Fonte (tipo. estilo e tamanho) Figura 4 − Fonte (espaçamento de caracteres) Figura 5 − Parágrafo (recuos e afastamento) Figura 6 − Quebra (página e seção) Figura 7 − Numeração de página (posição e alinhamento) Figura 8 − Formatação do número de página Quadro 1 − Correspondência: tipos de gráficos e séries estatísticas 36 36 37 38 39 40 40 41 81 .

................................... Artigo ....................................................................... Padrões para digitação de trabalhos acadêmicos .............................. Análise dos dados ....................................................... 33 6.......................... 28 5.................... Coleta de dados .............................................2....................................................................................................SUMÁRIO 1......... 23 4..................... 22 4...............2.........3.............................................. 23 4.................. 25 4.......................... 18 4.............................2..................3...... Estrutura do relatório ............. 14 4..... 13 4..................................................... 31 5.......................................................1....... TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO SEGUNDO A NBR 14724:2005 ....2..............2........... Redação do relatório .................... Formatação da fonte ......... 31 5...............................................6................. Introdução .......1................ 33 6.3. APRESENTAÇÃO ..............................................3....1.........2......... 31 5....................................................................................... 25 5.............2............................... 20 4................................3..................... Etapas do processo de elaboração do TCC ..1...................................3..........2....................................................... 18 4.......... Elementos pré-textuais ........ Estudo de caso ........2..........4....................................................................................... MODALIDADES DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO NA UGF ....2.............. Orientação para formatação do documento ........................................ 24 4........ Formatação de parágrafo .....................3................................ Partes pós-textuais .......................................................................................................... Configuração de página .......5..........................1..........5.. 21 4... 12 3... Projeto ........... Planejamento ....................................................................................2.................... 18 4.............................................2.......................................... 28 5.......... Tópicos do desenvolvimento ........ 36 6............ 23 4................... JUSTIFICATIVA ............. Estrutura do artigo ........ 30 5...........3............... Concepção e características .................................3.................................................... Conclusão ........2................... 14 4.......................................................1.......................................................3..................2.......................................................4......................................2...3.......................3................................................. 35 6............................................ Concepções e características ............................................................................. Monografia ...................................2................................................... 38 ............................................... Partes textuais ......................................................................1..................... ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICOS ........... 10 2...................................... PADRONIZAÇÃO GRÁFICA ..... 32 6....... 21 4......................... Apresentação gráfica....... 35 6................

...................11.................................................................................................................. data .......1....... 46 7............2................2............................ local ..... 54 7..............................1..... 55 7.....2..................3............................. 52 7....... Documento sonoro ..........................................................................2...............2............11...........1.......2........2...............13...2.. Patente ......... Trabalho apresentado em evento científico .........................5............................ título e edição ......... Conceito ..........................2.......................4............... Artigo ou matéria de revista..........................8...................1................ 45 7...........................2..........2..5...................................................... 54 7................................2........................................... jornal em meio eletrônico ..... 46 7........... 54 7....................... legislação ... 39 6....... periódico .........2.......... Referenciação de materiais de uso mais frequente ... 56 7................................. Sistematização das seções estruturais do trabalho acadêmico ................................ dissertações e outros trabalhos acadêmicos .......3................ editora ..11......... 52 7.... Documentos referenciáveis ................. 47 7................. consulta a documento jurídico em meio eletrônico .....................................17................................................... 40 6.... 45 7.............1...............2..................2.6....................15............................................................................2.............................. autoria .............7................................... Livros usados em parte ou capítulo destacado .............................................................. jurisprudência ............................................ 45 7.....5........................................... NORMAS PARA A REFERENCIAÇÃO DAS FONTES CONSULTADAS ............ 49 7............1.......... Inserção de quebra de seção .......... 43 7..... 56 ..........2......... doutrina ... boletim.. boletim........4..........................5...............2.....2... enciclopédia) .................................. 47 7.......... Teses..2........2...................... 45 7............................ consulta a publicação comercial de documento jurídico ...2.2.....................11......2................9..................16.. 47 7..........................................2...................................................................................................1.......... 53 7.................................. Figuras de realce .................... 41 6................1.... 45 7...... 55 7...............2...... Partitura ......... 56 7........................................2.............. Equações e fórmulas .......................................................................................3.................... Obras de referência (dicionário............6.................. Documento tridimensional ........................ 49 7..... 46 7.. Documento iconográfico ........2...2......12..2.. 51 7..................... Imagem em movimento ............ 52 7.6.....................................11..............................4..............1................4...2.....................................11...............1........................2..................2... Artigos de revista............14................. 54 7..4........3.. 42 6.............................. Matéria de jornal ...................2................ 51 7.10...... Livros usados como um todo .................................1. Documento jurídico . 50 7...................................... Evento científico como um todo .............................. Numeração de página . Documento cartográfico .................. Elementos essenciais da referência .............. 53 7.........................2...................................................................................1................................................ 53 7...... 55 7................................

.........................16. 74 9..........................3..................... Aspectos gerais da representação gráfica .................................................... 66 9.....................................................................2................................4............................ Tabela com excessiva altura .............. 65 9.................................... 59 8............... Coluna indicadora .....................1................................ 76 9.................... Arredondamento de dado numérico .......2.............................................................................................................................................. Sinal convencional ....... Nota específica ..2.................................1......... 79 10...........................................................................................2...................................... Moldura ........................... Materiais não previstos na NBR 6023:2002 ........... 59 8....................2........................ Características da linguagem ............................. 69 9......................3.......................................................................................... Dado numérico ....... 75 9.... 73 9...... 68 9... Elaboração geral da tabela ..5.............. Nota geral .................. 71 9..................................... 73 9......................................2.............................................................................2......................................................15......8... 82 .................3...................................................................................... 70 9................................................................................................................3..2........................................................................... 76 9.............................................................. 75 9..2................................................................... Tabela com excessiva altura e largura ........................................... Unidade de medida ....2..................................................................................................................1........ Título ...............................14....................................... 57 8......... 73 9........17................................................. Cabeçalho ....11.................... 69 9......................... Autoria repetida .....3....2.....................9........................ 68 9............5..................................2.................... 65 9...... Chamada .19.. 70 9..........2...........................................2...........2... APRESENTAÇÃO DE TABELAS E ILUSTRAÇÕES .............................2..................... REDAÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS .....6........................................ Tabela com excessiva largura ... Uso de citações e notas de rodapé .................18.... Concepções . Rubrica ...................1......................3..............................................4.. Localização .............2.......................... Corpo ......................................................................................................................................................... 72 9......... 65 9................2..........2....7... 60 9... 71 9............................................................... Fonte ........18... CONCLUSÃO .2............... 75 9.................... 75 9.... Totalização .......2... 68 9...................................................... 67 9............ 74 9.... Tipos de gráficos estatísticos .................................4.......................................2.7....2.....................3.......................... Indicação de intervalos parciais ........................ 57 7.................. Apresentação de tabela ...................... 65 9.........................13............... Apresentação de tempo ........... Número ..............10.........2...................................................12..................................................

.....................................................EXPRESSÕES LATINAS EM TEXTOS CIENTÍFICOS ....... 94 APÊNDICE G .. 99 ANEXO C .....FICHA CATALOGRÁFICA (graduação e pós-graduação) .............................. 91 APÊNDICE D ................................................EXEMPLOS DE GRÁFICOS ........................................ 86 APÊNDICE A² .... 89 APÊNDICE C¹ ............................ 97 ANEXO B ......................................... 92 APÊNDICE E ............................................. 93 APÊNDICE F ............................................. 90 APÊNDICE C² .CAPA PARA A PÓS-GRADUAÇÃO ......... 87 APÊNDICE B¹ ......REFERÊNCIAS ...................................................................................................CAPA PARA A GRADUAÇÃO ..FOLHA DE APROVAÇÃO DA GRADUAÇÃO ..... 88 APÊNDICE B² ...................................ESPELHO PARA CONFIGURAÇÃO DE PÁGINA ..............................FOLHA DE ROSTO DA GRADUAÇÃO .......RESUMO (graduação e pós-graduação) ............................................... 100 ....FOLHA DE APROVAÇÃO DA PÓS-GRADUAÇÃO ................... 83 APÊNDICE A¹ ..........RESOLUÇÃO Nº 748 DE 22 DE SETEMBRO DE 2009 ..........TABELA MODELO ................ 95 ANEXO A .....FOLHA DE ROSTO PARA A PÓS-GRADUAÇÃO ...........

A elaboração do trabalho de conclusão de curso. As partes textuais (introdução. tem como resultado a consolidação das aprendizagens realizadas pelo aluno ao longo do curso. na maioria das vezes. seja na graduação ou na pós-graduação. A seguir vem o capítulo que trata dos aspectos normativos em relação à: estrutura do trabalho acadêmico com base na NBR 14724:2005. O primeiro capítulo trata da normalização dos trabalhos de conclusão de curso segundo a NBR 14724:2005 que conceitua dissertação e tese sem menção alguma à monografia. cuja experiência. caracterizando cada um deles. desenvolvimento e conclusão) são ilustradas pela composição deste documento. O segundo capítulo é novidade neste documento por solicitação da Universidade Gama Filho com o objetivo de esclarecer a comunidade acadêmica a respeito dos tipos de trabalhos de conclusão de curso que serão aceitos pela universidade: monografia. depois enumera modalidades de trabalho de conclusão de curso e os caracteriza de um modo genérico. artigo. Recomenda-se a aplicação dos aspectos normativos tratados nesta publicação em momentos especiais no decorrer do curso como aprendizado. desencadeia forte motivação para prosseguimento da vida acadêmica. com ilustrações que . o que facilitará a elaboração e apresentação do trabalho de conclusão do curso. com apresentação de apêndices ilustrativos da formatação e diagramação das partes pré-textuais obrigatórias. estudo de caso e projeto. bem como as partes pós-textuais. O sexto capítulo destaca-se pelo alcance da abordagem técnica: apresenta uma orientação detalhada para a digitação e formatação do trabalho de conclusão de curso. APRESENTAÇÃO A produção deste documento é resultado da experiência das autoras trabalhando com disciplinas ligadas a técnicas de estudo e pesquisa com turmas dos períodos iniciais de diferentes cursos e com projetos de pesquisa e orientação de monografia no Curso de Pedagogia. além da experiência com metodologia da pesquisa e orientação de monografia em cursos de pósgraduação em várias instituições que promovem tais cursos.1.

O último tópico trata da orientação para o uso de tabelas e ilustrações no sentido de também normalizar o uso e apresentação desses elementos. Menor em extensão. exemplos de gráficos e uma tabela como anexo. o capítulo 8 trata de aspectos da redação de textos acadêmicos: características da linguagem e uso de citações e notas de rodapé. Para a elaboração deste capítulo as autoras contaram com o assessoramento do analista de sistemas Luciano Mota Coelho. mas o ideal está na conjugação de ambos os aspectos.Universidade Gama Filho | 11 facilitam o uso do Microsoft Word para a apresentação do TCC. espelho para configuração de página. procurando alcançar um padrão de qualidade textual e estética na apresentação dos mesmos. mas que os alunos utilizem esse aprendizado em outras circunstâncias de aprendizado semelhante. ainda. é o conteúdo do capítulo 7: apresentação dos aspectos normativos com orientação e exemplificação de todo o conteúdo da Norma. com orientação e ilustrações no próprio texto. expressões latinas em textos científicos. . acrescentando-se. Certamente a questão do conteúdo dos trabalhos é fundamental e se sobrepõe ao padrão da forma. casos não previstos na referida NBR e que comumente são usados em trabalhos acadêmicos. que define a apresentação e a organização das referências (fontes consultadas para a elaboração dos trabalhos acadêmicos). Com a publicação deste documento pretende-se não apenas facilitar a elaboração e apresentação de trabalhos de conclusão de curso. Foram significativas para a revisão e ampliação deste material para nova publicação as contribuições das professoras Regina Lucia Brandão Alencar e Adriana Moutinho de Amorim. Estão colocados apêndices com modelos de partes pré-textuais. professoras em cursos de pós-graduação da UGF. mas não menos importante. A NBR 6023:2002.

” A competência desejada do concluinte de um curso universitário depende de muita dedicação e esforços pessoais associados à qualidade das práticas pedagógicas curriculares. a inclusão de um novo capítulo apresentando e até discutindo as modalidades de TCC. nacional e internacionalmente pela formação de profissionais competentes. a partir da NBR 14724:2005. situação que requer disponibilização de material produzido pelo professor como forma de ampliar as fontes de consulta para estudo em horários alternativos. formar profissionais competentes e comprometidos com valores éticos e com a construção de uma sociedade justa e democrática”. Nasceu com a criação do Colégio em 1939. Entretanto. legado do seu fundador. Rio de Janeiro. no caso o TCC. JUSTIFICATIVA A Universidade Gama Filho chega aos setenta anos de existência fiel à missão de “Educar com excelência e produzir conhecimento. Em 1972 foi transforma em Universidade. despertará interesse em alunos e até em professores para uma leitura mais atenta. com possibilidades de provocar mudanças no processo de elaboração e apresentação de TCC. em sintonia com as necessidades da sociedade e pela produção de conhecimento. a primeira instituição particular de ensino superior da região a galgar tal categoria. . Embora inicialmente tivesse como foco de abordagem os aspectos normativos relacionadas à forma de apresentação dos trabalhos de conclusão de curso. Dez anos depois começou a funcionar uma turma de Direito. resultado de outro tipo de aprendizagem que agrega valor no produto. Atualmente a UGF tem como visão prospectiva de mundo “ser reconhecida regional.2. no subúrbio da Piedade. grande parte do alunado tem dificuldades para conciliar estudo e trabalho.

trabalho de graduação interdisciplinar (TGI). que deve ser obrigatoriamente emanado da disciplina.. p. 2005. ou similar. p. comissão examinadora e professores. É feito sob coordenação de um orientador (doutor) e visa à obtenção do título de doutor. p. 3). analisar e interpretar informações. devendo expressar conhecimento do assunto escolhido. dissertações e outros) visando sua apresentação à instituição (banca. a norma os considera em conjunto como Documento que representa o resultado de estudo. (NBR 14724. programa e outros ministrados. especialistas designados e/ou outros). Documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico de tema único e bem delimitado. com o objetivo de reunir.” (NBR 14724. Deve evidenciar o conhecimento de literatura existente sobre o assunto e a capacidade de sistematização do cotidiano. também. Deve ser elaborado com base em investigação original. 3). visando à obtenção do título de mestre. dissertações e outros. .. módulo. que o conteúdo desta norma seja aplicado a trabalhos intra e extraclasse. A partir do estabelecido pela NBR 14724:2005 cabe às universidades e instituições similares determinar os tipos de trabalhos de conclusão de curso que serão aceitos. É feito sob a coordenação de um orientador (doutor). constituindo-se em real contribuição o para a especialidade em questão. Ao especificá-los.] especifica os princípios gerais para a elaboração de trabalhos acadêmicos (teses. Deve ser feito sob a coordenação de um orientador.1) Estabelece. (NBR 14724. (NBR 14724. A categoria trabalhos acadêmicos similares inclui: trabalho de conclusão de curso de graduação (TCC). curso.3. no que couber. Na categoria trabalhos acadêmicos a norma especifica e nomeia a dissertação e a tese respectivamente como Documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um conteúdo científico retrospectivo. p. de tema único e bem delimitado em sua extensão. Essa extensão de aplicabilidade sugere que tais regras constituem conteúdo de ensino/ aprendizagem cujo domínio depende da sua compreensão por parte de professores e alunos e da frequência com que forem utilizados no cotidiano acadêmico. 2005. 2005. 2005. A NBR 14724:2005 especifica os princípios gerais para a elaboração de trabalhos acadêmicos de conclusão de curso em três categorias: teses. TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO SEGUNDO A NBR 14724:2005 A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) “[. 2). trabalho de conclusão de cursos de especialização e/ou aperfeiçoamento. estudo independente.

elaborados por iniciantes. 2001). 2º.1. a profundidade e a finalidade do estudo. e apresentados ao final de curso específico. de 22 de setembro de 2009 que “A critério do Regulamento de cada curso o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) poderá ser aceito sob a forma de artigo. 237). MODALIDADES DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO NA UGF A Universidade Gama Filho estabelece no Art. Permanece a pergunta: por que a NBR 14724:2005 não inclui a monografia como tipo de trabalho de conclusão de curso? A leitura de outras fontes para dar mais consistência a esta parte do trabalho provocou mais uma observação: boa parte dos autores consultados comumente remete-se a publicações contemporâneas e. Alguns autores. Constatou-se que alguns autores apenas conceituam monografia. Dessa maneira. também. que obedecem a esta ordem ascendente. dissertação e tese. em relação à originalidade. p. à profundidade e à extensão. Monografia A não inclusão da monografia como tipo de trabalho de conclusão de curso pela NBR 14724:2005 causa estranheza. dissertação e tese. e a tese ao curso de doutorado para obtenção do título de doutor. às mais antigas.4. projeto.” 4. do Anexo à Resolução nº 748. sempre apresenta as três modalidades de produção: monografia. uma vez que a literatura de metodologia da pesquisa. ao tratar da elaboração de trabalhos acadêmicos. estas certamente pelo seu valor como referência. MARCONI. podem-se distinguir três tipos: monografia. apesar de darem o nome genérico de monografia a todos os trabalhos científicos. Segundo Lakatos e Marconi (2001. monografia ou estudo de caso com apresentação de relatório. a metodologia utilizada e a originalidade das conclusões. diferenciam uns dos outros de acordo com o nível da pesquisa. científicas: trabalhos científicos apresentados ao final do curso de mestrado para obter o título de mestre (LAKATOS. No . Observa-se que nesta classificação a dissertação está contida na categoria monografia e a tese não entra. Esse fato motivou uma breve consulta bibliográfica no sentido de compreender a posição da ABNT. associam a dissertação ao curso de mestrado para a obtenção do título de mestre. A seguir estas autoras apresentam outra tendência para a classificação das monografias: escolares ou trabalhos de caráter didático.

. em 1970. tipos). feita em documentação escrita ou por observação e experimentação. 32) remete-se a conceitos de outros autores. dissertação e tese. dependendo dos fins a que se destina. É um estudo limitado em extensão. f) contribuição importante. c) Resulta de uma investigação científica. por Lakatos e Marconi (2001). com nove edições até 1981. p. A seguir. de um estudo sobre um tema específico ou particular. p. talvez. 235). Tal constatação motivou uma nova leitura do livro Métodos e técnicas de pesquisa bibliográfica. de Porto Alegre. Lakatos e Marconi (2001. d) tratamento extenso em profundidade. mas também em todos os seus ângulos e aspectos. a um único problema particular. (LAKATOS. seguindo rigorosamente a metodologia de cada ciência. portanto. é muito semelhante ao texto de Salvador (1981).Universidade Gama Filho | 15 caso específico observou-se a frequência com que Ângelo Domingos Salvador é referenciado de forma indireta em publicações da área de metodologia científica e de pesquisa. Trata-se. c) estudo pormenorizado e exaustivo. por exemplo. mas não em alcance (neste caso é limitado). As monografias contrapõem-se às obras gerais. dissertação ou trabalho escrito que trata especialmente de determinado ponto da ciência. MARCONI. da arte. No tópico destinado ao conceito de monografia Salvador (1981. mas exaustivo e completo na compreensão e profundidade. original e pessoal para a ciência. com suficiente valor representativo e que obedece a rigorosa metodologia. desenvolvendo-o exaustivamente em todos os seus aspectos e ângulos. características. Mantém-se assim o sentido etimológico do termo: monos (um só) e graphein (escrever): estudo por escrito de um único tema específico. O conteúdo apresentado na literatura atual. a) trabalho escrito. b) É estudo pormenorizado no tratamento: trata exclusivamente de um único assunto. esclarecer a não inclusão da monografia como categoria de trabalho de conclusão de curso pela NBR 14725:2005. da história etc ou ‘trabalho sistemático e completo sobre um assunto particular. abordando vários aspectos e ângulos do caso. p. quando ambos tratam de monografia (conceito.. . b) tema específico ou particular de uma ciência ou parte dela. 2001. estas autoras listam características da monografia. usualmente pormenorizado no tratamento. 235) conceituam monografia como: Descrição ou tratado especial de determinada parte de uma ciência qualquer. publicado pela editora Sulina.] redução da abordagem a um único assunto. e) metodologia específica. a partir dos quais faz uma listagem de características dos trabalhos monográficos: a) [. Esse exercício forneceu elementos para. mas não extenso em alcance (American Library Association)’. Investiga determinado assunto não só em profundidade. sistemático e completo.

44). distinguir as monografias escolares das monografias científicas.” 1 As ideias deste autor sintetizam as de Salvador (1981). Dissertação e Tese | 16 d) Apresenta uma contribuição original ao progresso da ciência. p. 153). (SANTOS. pelo nível da pesquisa e pela originalidade das conclusões. então. Com esta proposta fez-se necessário apresentar ao leitor a concepção de ensaio: Ensaio é o texto científico que desenvolve uma proposta pessoal do autor a respeito de um determinado assunto. Com base nestas características acrescenta: Convém. partindo da tese.1 O ensaio teórico como trabalho científico consiste “[. quer em termos de sistematização de conhecimento. Embora encerre o pressuposto de conhecimentos adquiridos no meio científico comum. e os trabalhos resultantes de pesquisas rigorosas são exemplos de monografias científicas. Partindo do ensaio. o ensaio pretende expressar a visão do autor até mesmo de forma independente em relação ao pensamento científico expresso e comum a respeito do assunto.. dissertação. no sentido inverso.” O autor conclui. o critério de comparação é a profundidade. Nesta sequência. p. que o termo monografia se sobrepõe aos outros tipos e deveria ser considerado um gênero de trabalho científico e.. ENSAIO DISSERTAÇÃO MONOGRAFIA TESE Síntese: o ensaio é o mais original e a tese o de maior profundidade. Aquelas são usadas nos cursos de graduação como uma iniciação à pesquisa e como preparação de seminários. 2002. p. seguindo rigorosamente a metodologia própria de cada ciência. 2002. porém. 33). monografia e tese usando como critério as características originalidade e profundidade. Salvador (1981. a monografia está no meio [como ponto de equilíbrio]. . 1981. Severino (1993. (SALVADOR. as demais espécies ou tipos de trabalhos monográficos. quer em termos de novas descobertas ou de novos inventos. estas são resultado do estudo original e pessoal de um tema bem delimitado. Distinguem-se basicamente pela qualidade da tarefa.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. 33) chama a atenção para o seguinte: “[.] em exposição lógica e reflexiva e em argumentação rigorosa com alto nível de interpretação. no contexto da vida acadêmica. o critério de comparação é a originalidade. p. e não uma compilação de obras alheias ou uma mera divulgação de conhecimentos. 144) reforça este ponto de vista quando afirma que “A tese de doutoramento e a dissertação de mestrado. consequentemente.] embora a tese seja uma monografia. p... e) É também uma contribuição pessoal à ciência.” (SEVERINO. comumente confunde-se dissertação monográfica com monografia simplesmente. Monografia. A seguir Salvador (1981) propõe que o leitor compare ensaio.

] Assim. ao final de cursos de graduação.. criatividade em relacionar fatos e observações... Pelo exposto é pertinente incluir a monografia como um dos tipos de Trabalho de Conclusão de Curso de graduação na UGF porque esse tipo de abordagem dá oportunidade ao aluno de aprofundar o estudo de algum tema cujo conteúdo lhe tenha despertado interesse durante o curso. Segundo Medeiros (2000. A organização. trabalho de graduação interdisciplinar (TGI). Como nos demais tipos de TCC.” (MARCANTONIO. digitação e apresentação da monografia seguem integralmente as normas constantes neste documento. trabalho de conclusão de curso de especialização e/ou aperfeiçoamento e os especifica genericamente como resultado de um estudo. a expressão diz respeito a trabalhos escritos que versam sobre um assunto. portanto. O conceito de monografia traz em si a sua característica fundamental: “[. de um estudante de pós-graduação se exige pesquisa bibliográfica mais elástica. Salvador (1981) dá uma pista que pode esclarecer a não inclusão da monografia como um tipo de trabalho de conclusão na NBR 14724:2005. [. pela oportunidade de aprofundar o conhecimento a respeito do mesmo e procurar aplicá-lo no exercício profissional. 2004. 183). reflexão demorada sobre os fatos relatados. p.Universidade Gama Filho | 17 Com essa defesa. [. que não deve ser confundido com extensão [do texto monográfico]. .. ou problema. 67). é suficiente uma pesquisa bibliográfica restrita a uma dezena de livros ou mais. que lhe seja dada uma especificação. devido a seu largo uso no meio acadêmico como trabalho apresentado. além de necessariamente estar vinculada ao currículo do curso. Exige. há de considerar também a familiaridade do autor com referências que abordam o assunto no sentido de facilitar-lhe o levantamento bibliográfico para fundamentar o trabalho. Na categoria trabalhos acadêmicos similares a NBR 14724:2005 normaliza os seguintes tipos de trabalho de conclusão de curso: trabalho de conclusão de curso (TCC).] abordagem de um único assunto.. um tratamento aprofundado e exaustivo. Embora haja confusão quanto ao uso do termo monografia. a escolha do tema da monografia. p. para o estudante de graduação. ou como texto escrito relativo a seminário apresentado em cursos de pós-graduação. sob tratamento metodológico de investigação. cuja temática obrigatoriamente deve estar ligada aos objetivos do curso..] O que diferencia um texto de outro é o nível da pesquisa.

o Curso do qual o artigo é requisito parcial para a sua conclusão. difere do artigo científico. Na folha inicial são colocados os elementos pré-textuais: a) título do artigo: centralizado. a primeira frase do resumo deve ser significativa explicando o tema do trabalho e a(s) justificativas(s). fonte tamanho 12. 2004). embora ambos divulguem resultado de pesquisa.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso.2. Monografia. enquanto trabalho de conclusão de curso. a seguir deve ressaltar o(s) objetivo(s). constituído de uma sequência de frases objetivas e concisas. p.5cm entre linhas. de breve currículo do autor e seus contatos. Artigo 4. . por meio de chamada numérica. por meio de chamada numérica. com alinhamento à direita e indicação. o tipo de pesquisa. c) resumo: de presença obrigatória. Geralmente são publicados após a conclusão de pesquisa (documental. com o total palavras variando de 100 a 250. sem recuo de parágrafo. Estrutura do artigo A composição do artigo tem padrão diferenciado dos demais TCC. mas que não se constituem em matéria de livro. o texto deve ser digitado com espaço 1. 259). Dissertação e Tese | 18 4. 4. levando em conta os objetivos e as conclusões. quando se tratar de artigo para publicação em revista ou periódico recomenda-se o espaço simples. digitado em caixa alta e em negrito. 2001. porém completos. em nota de rodapé. preferencialmente articuladas.2. Concepção e caracaterísticas “Os artigos científicos são pequenos estudos. MARCONI. em nota de rodapé por meio de chamada numérica.2.1. indicação.2. os principais resultados. bibliográfica ou de campo) em periódicos ou revistas especializadas como forma de divulgação dos resultados de estudos e descobertas científicas (MARCANTONIO. O artigo.”(LAKATOS. b) autoria: nome completo do autor digitado em caixa alta. A diferença está no nível de complexidade da abordagem do objeto da pesquisa: a base referencial que sustenta a problematização do tema e a metodologia utilizada para coleta e tratamento dos dados. que tratam de uma questão verdadeiramente científica.

separadas e terminadas por ponto). materiais. A organização do artigo é semelhante a dos demais trabalhos acadêmicos: o texto divide-se em introdução. O artigo isoladamente não apresenta ficha catalográfica. INTRODUÇÃO Refere-se à apresentação do trabalho com o seguinte conteúdo: as justificativas para a escolha do tema/problema. RESULTADOS E DISCUSSÃO Prevê a comparação/confrontação com os dados e informações colhidas na literatura. documental. pesquisaação). experimental. REVISÃO DE LITERATURA Retrata o contexto atual de conhecimento sobre o tema/problema de forma argumentada e comprovada com a indicação das fontes de consulta. preferencialmente em vocabulário controlado e devem aparecer logo após o resumo (até quatro palavras ou termos. No caso de pesquisas bibliográficas e documentais são admitidas subdivisões do texto referente ao desenvolvimento do conteúdo. desde que estes proporcionem maior clareza quanto à organização do texto.Universidade Gama Filho | 19 d) palavras-chave ou descritores: são palavras ou termos representativos do assunto tratado no artigo. DESENVOLVIMENTO Constitui-se na fundamentação lógica do trabalho. A apresentação do conteúdo tem inicio na segunda folha. com os elementos que compõem o texto colocados em sequência. em títulos orientados pelos objetivos específicos da pesquisa. técnicas e equipamentos utilizados. sem quebra de seção. mas não existe sumário. . No caso de pesquisa de campo o texto segue a mesma estrutura-padrão de relatório de pesquisa exemplificada a seguir. METODOLOGIA Apresenta a descrição precisa dos métodos. de campo. desenvolvimento e conclusão. os objetivos geral e específicos e abordagem sucinta da metodologia adotada para o estudo (pesquisa bibliográfica.

em numeração única e consecutiva para cada artigo. Não se relacionam obras que não foram referidas no decorrer do texto. 4. A seguir. fotografias e outros recursos. Dissertação e Tese | 20 A apresentação dos resultados pode ser ilustrada com a inclusão de tabelas. Os demais padrões para apresentação gráfica deverão estar em consonância com o conteúdo do capítulo 6 deste documento. se necessários. REFERÊNCIAS De caráter obrigatório. para publicação em periódico de divulgação internacional. FOLHA DE APROVAÇÃO É semelhante à folha de avaliação usada para a monografia e colocada após o término do artigo (diagramação no apêndice C2). CONCLUSÃO É a parte final do artigo na qual o autor toma posição em relação ao alcance dos objetivos: compara os resultados esperados (objetivos) com resultados alcançados e/ou evidenciados na discussão anterior. Monografia.2. AGRADECIMENTO É um elemento que se refere a menções que o autor faz a pessoas ou instituições das quais eventualmente recebeu apoio relevante para o desenvolvimento do trabalho. são constituídas pelas obras citadas no texto.3. sem quebra de seção ao final de cada parte do texto. . gráficos. não se numeram as páginas. por ordem alfabética do sobrenome dos autores ou seus substitutos. quadros. Quando se tratar de artigo para a publicação. de acordo com a NBR 6023:2002. Os elementos pós-textuais são constituídos de: título e subtítulo (se houver). quando necessário. Essa norma ainda relaciona como elementos pós-textuais opcionais: glossário. resumo e palavras-chave em língua estrangeira. nota(s) explicativa(s). apêndice(s) e anexo(s) que seguem a mesma apresentação gráfica dos demais trabalhos acadêmicos. em algarismos arábicos. Apresentação gráfica O texto do artigo é redigido de forma contínua.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. vêm as referências.

É uma investigação empírica que aborda um fenômeno contemporâneo dentro do seu contexto de vida real. 19. incluindo as ciências naturais (YIN.. “No Estudo de Caso algumas características são fundamentais. como: visar à descoberta. na condição de hipóteses. p. Nas ciências biomédicas o estudo de caso costuma ser aplicado.. avaliar uma intervenção em curso e modificá-la com base em Estudo de Caso ilustrativo. antropologia. LAKATOS. ou seja. atualmente é reconhecido como o delineamento mais adequado para a investigação de um fenômeno dentro do seu contexto real. p. ciência política.3. É a estratégia adequada quando a questão de pesquisa é do tipo Como? Por quê? Tem como objetivos principais: explicar ligações causais em intervenções ou situações da vida real. sociologia. administração. tanto como estudo-piloto para esclarecimento do campo de pesquisa em seus múltiplos aspectos. 2002). Considerado por muito tempo como procedimento pouco rigoroso que servia apenas para estudos de natureza exploratória. 274). grifo do autor). na atualidade. trabalho social e. Concepção e características O estudo de caso é uma modalidade de pesquisa que consiste no estudo profundo e exaustivo de um ou poucos objetos.3. especialmente quando os limites entre o fenômeno e o contexto não são claramente definidos. em todas as áreas acadêmicas. porém como se observa a ausência desse indicativo na publicação dos periódicos. explorar aquelas situações nas quais a intervenção não tem clareza do conjunto de resultados.” (YIN. Tem aplicabilidade como estratégia de pesquisa em psicologia. optouse por não usá-lo. Estudo de caso 4.1. enfatizar a interpretação do contexto. 4. “Usar os estudos de caso para fins de pesquisa permanece sendo um dos mais desafiadores de todos os esforços das ciências sociais. quanto para a descrição de síndromes raras. 5) estabelece que “O indicativo de seção precede o título [. não de conclusões (GIL. replicar estudos para alcançar mais consistência de resultados. . valer-se de diversas fontes de informação. retratar a realidade de forma ampla. 2004. p. economia. descrever um contexto de vida real onde ocorreu uma intervenção. 2005. 2005). são apresentados em aberto. história. cujos resultados. ANDRÉ. quando as fronteiras não são claramente evidentes e é possível usar múltiplas formas de identificar evidências. de modo geral.” (LÜDKE.]”.Universidade Gama Filho | 21 A norma NBR 6022 (2003. 1986 apud MARCONI.

• definição da unidade caso: significa considerar a totalidade do objeto em todas as suas dimensões (por ex. os que se destinam à pesquisa precisam fazer exatamente isso. durante e depois de seis meses da cirurgia). quais dados são relevantes. é de caso único e não de casos múltiplos são bem diferentes dos critérios para realizar pesquisa. seu propósito é estabelecer uma estrutura de discussão e debate entre os estudantes. Planejamento É indispensável que o pesquisador já tenha uma base teórica que lhe dê sustentação para projetar as diferentes etapas do estudo de caso. 4. um estudo de caso não precisa conter uma interpretação completa ou acurada de eventos reais. (YIN. cada questão formulada deve ser seguida de uma lista de prováveis fontes de evidências.. Monografia. Segundo Yin (2005) não existe consenso quanto às etapas do estudo de caso. Para fins de ensino. em vez disso.] Os estudos de caso que se destinam ao ensino não precisam se preocupar com a apresentação justa e rigorosa dos dados empíricos. Pela sua complexidade este tipo de pesquisa requer do pesquisador cuidados especiais em todo o processo. quais dados coletar e como analisar os resultados. em geral. quatro problemas: quais questões a estudar. pelo menos.: um paciente transplantado de coração antes. • determinação do número de casos: pode-se trabalhar com caso único e/ou múltiplos casos (não mais que quatro.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. 20). Os critérios para desenvolver bons casos para o ensino – cuja variedade. [. tanto no planejamento quanto na coleta e análise dos dados e interpretação dos resultados. mas podem-se relacionar as seguintes para serem seguidas: a) etapa preparatória: • formulação do problema: pode-se pensar um esquema de pesquisa que envolve. b) elaboração do protocolo de pesquisa Nesta etapa o pesquisador registra o conjunto das primeiras decisões em relação à pesquisa: • visão global do projeto: informa acerca dos propósitos e cenário no qual será desenvolvido o estudo de caso. .3. 2005..2. Dissertação e Tese | 22 Entretanto. pelas dificuldades que um número maior provocaria em todas as etapas do estudo). p.

mas ao próprio pesquisador como lembretes acerca das informações que devem ser coletadas e das prováveis fontes a serem acionadas. 141). Análise dos dados A análise de dados representa o estágio mais difícil de ser atingido nas diferentes modalidades de pesquisa porque não existe uma receita para ser aplicada mecanicamente. p. por isso precisa levar em conta o público-alvo: banca de avaliação. é natural [e lógico] admitir que a análise dos dados seja de natureza predominantemente qualitativa. depoimentos pessoais observações espontâneas.3. observação participante. é necessário criar uma caixa de dados para registrar as informações coletadas com a aplicação das diferentes técnicas. Coleta de dados a) uso de mais de uma técnica: é fundamental obter dados por procedimentos diversificados para maior consistência dos resultados. Redação do relatório O relatório tem a finalidade de divulgar os resultados da pesquisa.3.5. • guia para elaboração do relatório: item muito importante pois com frequência o relatório é elaborado paralelamente à coleta de dados. naturalmente. c) tipos de procedimentos: análise de documentos. 4. 4.3. b) os resultados obtidos devem ser provenientes da análise da convergência ou divergência das observações obtidas nos diferentes procedimentos. Segundo Gil (2002. analise de artefatos físicos (objetos). envolver diferentes modelos de análise. 4. o processo de análise e interpretação pode.3. Como o estudo de caso vale-se de procedimentos de coleta de dados os mais variados. material e informações gerais sobre procedimentos a serem desenvolvidos. • determinação das questões: não são formuladas diretamente ao cliente. Pela complexidade desta etapa não é pertinente fornecer pistas alguma sobre como operacionalizá-la. Todavia. entrevistas.4. quando se trata de trabalho de conclusão de curso. este material será utilizado para a produção do relatório. .Universidade Gama Filho | 23 • procedimentos de campo: envolvem formas de acesso às organizações ou informantes.

geralmente apresentadas em capítulos ou seções separadas. 3).” (YIN.. consequências deduzidas dos resultados. figuras. paralelamente à pesquisa . se o estudo assumir a forma de experiência). 2005. natureza da amostra. método de análise estatística. Um terceiro tipo de relatório pode ser usado tanto quando se trata de caso único quanto de múltiplos casos.. “O sucesso de um Estudo de Caso em muito depende da perseverança. técnicas de coleta de dados.” (MARTINS. esta é uma modalidade de pesquisa que deveria ter lugar destacado no processo de iniciação à pesquisa. folha de avaliação. O texto do relatório segue uma série de perguntas e respostas buscadas nas perguntas e respostas constantes do banco de dados para o estudo de caso. revistas e periódicos de divulgação científica. criatividade e raciocínio crítico do investigador para construir descrições. imagens. A estrutura da parte textual deverá contemplar as indicações colocadas no tópico anterior e ainda considerar a elaboração do texto sob a forma de narrativa. Os elementos pós-textuais também deverão estar presentes: as referências. método de manipulação da variável independente. gráficos. sobre cada um dos casos individualmente. Como trabalho de conclusão de curso a apresentação deverá seguir as orientações indicadas a seguir. sem uso da narrativa tradicional. Os relatórios de caso único geralmente são elaborados sob a forma de narrativas simples para descrever e analisar o material. Na parte pré-textual são obrigatórios: capa. Dissertação e Tese | 24 participantes de eventos acadêmico.3. p. 176).] deverá conter várias narrativas. p. incluindo ilustrações com tabelas. apêndices e anexos Apesar da complexidade dos estudos de caso. Yin (2005) aponta quatro aspectos que o relatório deve abranger: apresentação do problema ao qual se destina o estudo. os processos de pesquisa (plano de estudo. 2008. Também constará no relatório um capítulo ou uma seção que apresente a análise e os resultados de casos cruzados. enfim.6. Quando se trata de casos múltiplos o relatório “[. Monografia. os resultados.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. resumo e ficha catalográfica. interpretações. 4. folha de rosto. explicações originais que possibilitem a extração cuidadosa de conclusões. Estrutura do relatório O relatório de um estudo de caso como Trabalho de Conclusão Curso na UGF deverá seguir o padrão apresentado neste livro.

4. É necessário que todo o processo seja registrado passo a passo. incluindo observações que sejam significativas para a elaboração do documento final. material didático-pedagógico e outros cuja execução passa pelas mesmas etapas das outras modalidades de TCC: elaboração do projeto do trabalho seguindo a orientação metodológica do curso. b) elementos textuais: introdução. desenvolvimento.5. c) elementos pós-textuais: referências. Projeto A modalidade projeto como TCC é uma categoria cuja produção final se materializa através de maquetes. A apresentação. textuais e pós-textuais. conclusão. d) apêndices e anexos: se necessários. A apresentação desse tipo de TCC segue orientação diferenciada dos demais. O documento final escrito de apresentação do Projeto como modalidade de TCC terá a seguinte estrutura: a) elementos pré-textuais: capa. folha de avaliação. ensaios fotográficos. 4. A parte textual diz respeito ao conteúdo do projeto e deverá ser produzida na forma de relato ou memorial descritivo do processo de criação fase por fase. Etapas do processo de elaboração do TCC Os trabalhos de conclusão de curso na graduação geralmente provocam ansiedade nos alunos por se sentirem diante da tarefa-síntese do aprendizado. folha de rosto. resumo e ficha catalográfica. . em constante relação teoria/prática. cuja realização lhes exigirá capacidade de pensar a realidade tendo como referência os conhecimentos construídos no decorrer do curso. produtos gráficos e similares. digitação e formatação do documento seguirão as normas indicadas neste livro.Universidade Gama Filho | 25 bibliográfica e documental no sentido de o aluno compreender que o ato de pesquisar não significa copiar.4. mas precisa contemplar o mesmo conteúdo estrutural previsto pela Norma 14724:2005 que define como partes do documento: elementos pré-textuais. filmes. reproduzir simplesmente o que já lhe é disponível.

de autores renomados e considerados autoridades no assunto que se vai estudar. Será proveitoso fazer uma retrospectiva do aprendizado até aquele momento. 44) A elaboração do TCC. projeto de trabalho na respectiva área de formação. Também será proveitoso conversar com um professor com o qual tenha afinidades para trocarem ideias a respeito das próprias expectativas e dúvidas iniciais a respeito do TCC. principalmente pensando a respeito do próprio desempenho acadêmico. até que seja iniciado o processo de elaboração do TCC. . Para isto é necessário que o estudante retome o projeto. das questões ou perguntas que permaneceram. segue as mesmas etapas da pesquisa. Monografia. formulação preliminar de perguntas para pesquisa e objetivos ou resultados esperados. exercício que todo estudante universitário faz inúmeras vezes durante o curso. Dissertação e Tese | 26 Chega o momento em que o aluno é chamado a se pronunciar sobre a escolha do tema que pretende abordar: estará dando início ao processo de elaboração do trabalho de conclusão de curso. é identificar fontes [de consulta] fidedignas. “O mais importante. b) elaboração do projeto de pesquisa: de acordo com estrutura indicada em disciplina específica do curso: o projeto de pesquisa é o documento que apresenta o conjunto das decisões tomadas pelo universitário em relação à realização da pesquisa. porém. com maior ou menor detalhamento. das lacunas na sua formação. certamente o aluno não estará tranquilo porque existe a cultura do medo em relação a esse tipo de trabalho. levantamento de material bibliográfico. d) elaboração da parte textual do documento. confiáveis.” (ANDRADE. análise. A entrada na fase seguinte já deverá ser mais tranquila e ele mais confiante após os primeiros encontros: c) realização da pesquisa: coleta e organização dos dados. leitura das fontes selecionadas. discussão e interpretação dos resultados. Enquanto prática de pesquisa o projeto do TCC segue as mesmas etapas: a) preparação ou elaboração de um pré-projeto: primeiras decisões a respeito de tema e tipo de pesquisa. Uma retomada da literatura relacionada ao tema pode funcionar como ponto de apoio para as primeiras decisões. de acordo com o tipo de TCC (monografia. relatório. p. artigo. 2006.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. Aprovado o projeto. com previsão das tarefas a serem executadas. estudo de caso). enquanto prática acadêmica.

Universidade Gama Filho | 27 e) organização do documento final: partes pré-textuais. . revisão do trabalho considerando texto e formatação. f) entrega do TCC ao professor-orientador: marcada a data para apresentação do trabalho cabe ao aluno retomar o conteúdo e fazer um esquema para se orientar em relação à sua fala. digitação. formatação do trabalho de acordo com o conteúdo do capítulo 4 deste livro. o texto propriamente dito. partes pós-textuais.

5. símbolos. subtítulo. São opcionais: errata. nome do orientador (e coorientador. título do trabalho negritado e subtítulo . identificando o seu conteúdo. cidade e ano (diagramação no apêndice B). epígrafe. Os elementos pré-textuais são colocados no trabalho na ordem em que se seguem neste documento. c) folha de aprovação: elemento obrigatório colocado logo após a folha de rosto. redigido de forma clara e precisa indicando o seu conteúdo (todas as letras maiúsculas) e o subtítulo se houver (colocado na linha abaixo do título. ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICOS Através da NBR14724 (2005. a) capa: contém as informações institucionais hierarquicamente apresentadas. tabelas. folha de rosto. dissertação ou de um trabalho acadêmico compreende: elementos pré-textuais. deve ser evidenciada a sua subordinação ao título principal.” 5. a cidade (apenas as iniciais maiúsculas) e o ano (diagramação no apêndice A). 3) a ABNT estabelece que “A estrutura de tese. Listas de ilustrações. natureza e objetivo do trabalho (dissertação. folha de aprovação e resumo. o título principal do trabalho. a critério do professor. trabalho. com todas as letras minúsculas). b) folha de rosto: elemento obrigatório com as seguintes informações nesta ordem: nome do autor: responsável intelectual do trabalho. se houver. se houver). dedicatória(s). como na capa. as monografias dos cursos de pós-graduação no âmbito da Central de Cursos de Extensão e Pós-Graduação Lato Sensu (CEPLA) são encadernadas usando a cor azul-rei para a capa. p. Elementos pré-textuais São elementos obrigatórios: capa. o nome do autor (apenas as iniciais maiúsculas). é constituído pelo nome do autor do trabalho. projeto de conclusão do curso X). considerando a estrutura acadêmica da universidade correspondente ao curso (com o uso de todas as letras maiúsculas). elementos textuais e elementos pós-textuais. Em trabalhos acadêmicos disciplinares a capa pode ser dispensada. título principal do trabalho: redigido de forma clara e precisa. abreviaturas também são opcionais cuja presença depende do tipo de pesquisa feita.1. agradecimento(s). monografia.

h) ficha catalográfica: a ABNT. colocado logo após a folha de aprovação. d) errata: elemento opcional que deve ser inserido logo após a folha de rosto. a folha de avaliação será única. a data é colocada após a aprovação do trabalho seguindo-se a assinatura dos membros componentes da banca examinadora (diagramação no apêndice C). g) epígrafe: elemento opcional colocado após o agradecimento. a produção da ficha catalográfica é de responsabilidade da Biblioteca da .Universidade Gama Filho | 29 precedido de dois pontos. objetivo. relacionando-se os nomes dos componentes em coluna e a seguir o registro da respectiva nota. no caso de o TCC ser realizado em grupo. nome. através. natureza. titulação e assinatura dos membros componentes da banca examinadora. se houver. se individual ou única para todo o grupo. recomenda que seja parte do trabalho. constitui espaço para o autor homenagear alguém e se caracteriza. por forte componente afetivo (diagramação livre. é dirigido a pessoas ou instituições que. nome da instituição a que é submetido. sendo indispensável a identificação da fonte (diagramação livre e título colocado na altura da margem superior). também podem constar epígrafes nas folhas de abertura das seções primárias do documento seguindo igual orientação. com título centralizado na altura da margem superior). f) agradecimento(s): elemento também opcional. da mesma norma. de alguma forma. deve ser definido na regulamentação do TCC do respectivo curso. geralmente é usada uma citação que sintetiza a mensagem central do trabalho. colocada no verso da folha de rosto (contendo os dados referenciais de acordo com o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente) (apêndice D). constituído pela referência do trabalho e pelo texto da errata e disposto da seguinte maneira: ERRATA Folha 32 Linha 3 Onde se lê publicacao Leia-se publicação e) edicatória(s): elemento de caráter opcional. o critério para a atribuição de nota. colocado após a dedicatória. geralmente. facilitaram o trabalho (diagramação livre e título centralizado na altura da margem superior).

p. o resumo de trabalho acadêmico (tese.2. .” (NBR 6027. Monografia. monografia.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. seguidas das palavras ou expressões correspondentes grafadas por extenso. com cada item designado por seu nome específico. dissertação. com cada item designado por seu nome específico. 5. de acordo com a categoria de trabalho (apêndice E). com apresentação concisa dos pontos relevantes da abordagem. com o devido significado. l) lista de abreviaturas e siglas: elemento opcional que consiste na relação alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas no texto. objetivo. acompanhadas das respectivas definições. m) lista de símbolos: elemento opcional. utilizadas no texto. n) glossário: relação de palavras ou expressões técnicas de uso restrito ou de sentido obscuro. objetivo e método e conclusões ressaltando. acompanhado do respectivo número da página. 2). ainda. Dissertação e Tese | 30 Instituição. o) sumário: elemento obrigatório. Partes textuais Correspondem às três partes principais do trabalho acadêmico: introdução desenvolvimento e conclusão. mas é responsabilidade do aluno solicitá-la em tempo hábil fornecendo as informações necessárias para a bibliotecária criá-la. que deve ser elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto. 2003. fornecendo uma visão clara do conteúdo. relatório) deve conter de 150 a 500 palavras. a indispensável articulação: problema. k) lista de tabelas: elemento opcional que deve ser elaborada de acordo com a ordem em que aparecem no texto. i) resumo: elemento de presença obrigatória. j) lista de ilustrações: elemento opcional que deve ser elaborada de acordo com a ordem em que aparecem no texto. acompanhado do respectivo número da página. cujas partes são acompanhadas dos respectivos números de página. “Os elementos pré-textuais não devem constar do sumário. recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo. Título centralizado na altura da margem superior. método e resultado.

Tópicos do desenvolvimento Também denominado corpo do trabalho. a realização do trabalho.2. identificação dos aspectos teóricos que fundamentaram seu conteúdo.Universidade Gama Filho | 31 5. mas um posicionamento consistente tendo por base o que foi explanado no desenvolvimento. que variam em função da abordagem do tema e do método. com a ampliação do conteúdo. necessariamente. Introdução Tem a função de situar o leitor em relação ao contexto do trabalho e despertar-lhe o interesse pelo conteúdo. na orientação de monografias. Formulada em linguagem simples. Entretanto.” (NBR 14724.2. . 5. o autor deve fazer uma releitura do conteúdo dos capítulos. Em termos metodológicos. acompanhada da indicação do problema ou da questão básica da pesquisa.1. É facultado o encaminhamento de questões para novas pesquisas.2. a partir dos resultados obtidos. “É a parte principal do texto que contém a exposição ordenada e pormenorizada do assunto. tem-se observado. 2005. Estas informações são retiradas do projeto de pesquisa cuja elaboração precedeu. procedimento este que valoriza a produção acadêmica porque indica a presença de pensamento prospectivo do autor em relação à problemática tratada no seu trabalho. Neste tópico do trabalho não cabem novas argumentações e nem o uso de citações.2. deve conter informações suficientes para que ele perceba o norteamento da abordagem: explicitação dos motivos da escolha do assunto. do conteúdo da produção acadêmica. Conclusão Nesta parte o autor apresenta as conclusões correspondentes aos objetivos ou hipóteses e os resultados alcançados. 6). sugestões e/ou recomendações. constitui uma demonstração. Divide-se em seções e subseções. que alguns alunos sentem-se mais seguros quando escrevem uma introdução provisória que é revista ao final do processo. as técnicas de coleta dos dados e indicação dos objetivos pretendidos. com esta recomendação pretende-se chamar a atenção para que construa um texto próprio que não tenha características de mero resumo das idéias defendidas.3. identificando a evolução da sua linha de pensamento para uma tomada de posição coerente e crítica. 5. de forma logicamente articulada. Na prática. p. recomenda-se que a introdução seja o último tópico do texto a ser elaborado.

p. numa mesma categoria de apêndice. é elaborado em ordem alfabética. travessão e respectivos títulos.” (NBR 14724. Também são elementos pós-textuais. com apresentação na ordem alfabética dos sobrenomes dos autores e dos elementos que os substituem.” (NBR 14724. 1). 2005. 2). de acordo com essa norma sua organização segue os critérios constantes de NBR 6024:1989. acompanhadas das respectivas definições. um índice numérico como recurso para distinguir. p. comprovação e ilustração. e índices.MODELO DE CAPA PARA A PÓS-GRADUAÇÃO APÊNDICE B¹ . sem prejuízo da unidade nuclear do trabalho. que focaliza e remete para as informações contidas no texto. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas.MODELO DE FOLHA DE ROSTO PARA A GRADUAÇÃO APÊNDICE B².MODELO DE FOLHA DE ROSTO PARA A PÓS-GRADUAÇÃO A identificação dos anexos segue a mesma orientação usada para os apêndices. Partes pós-textuais São elementos colocados a seguir do texto. utilizadas no texto. porém opcionais: glossário. 2). 2005. a) glossário: “Relação de palavras ou expressões técnicas de uso restrito ou de sentido obscuro. os modelos indicados para a graduação e a pósgraduação. apêndice(s).3. As referências organizadas de acordo com a NBR 6023:2002 da ABNT são de presença obrigatória. p. anexo(s). c) anexo: “Texto ou documento não elaborado pelo autor que serve de fundamentação. ainda. . Dissertação e Tese | 32 5.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso.” (NBR 14724. Neste documento foi usado. Monografia. 2005. 2). 2005. d) índice: “Lista de palavras ou frases ordenadas segundo determinado critério. b) apêndice: “Texto ou documento elaborado pelo autor a fim de complementar sua argumentação.” (NBR 14724.MODELO DE CAPA PARA A GRADUAÇÃO APÊNDICE A². p. Exemplos: APÊNDICE A¹ .

8). Todo o texto deve ser digitado ou datilografado com espaço 1.5 entrelinhas. ser mais econômica em termos de impressão. além disto. notas de rodapé. branco. p. Indica-se como fonte o tipo de letra Times New Roman por considerá-la mais próxima da utilizada nas publicações.2 deste tópico.1. As referências ao final do trabalho devem ser separadas entre si por dois espaços simples.7cm. Padrões para digitação de trabalhos acadêmicos A ABNT define padrões mínimos para a digitação e apresentação de trabalhos acadêmicos (tipo de papel. Para ampliar o espaço entre os títulos de seção e o início do texto. opaco. que devem ser digitados ou datilografados em espaço simples. PADRONIZAÇÃO GRÁFICA O cumprimento dos requisitos de padronização gráfica pelos alunos da graduação e da pós-graduação lato sensu da UGF garantirá unidade na apresentação dos respectivos trabalhos. Da mesma forma. tamanho de fonte. nome da instituição a que é submetida e área de concentração [texto da folha de rosto]. 2005. por tornar mais claros os destaques em negrito. ter caracteres uniformes em termos de espaço ocupado e. Segundo a NBR 14724 (2005. . natureza do trabalho. os títulos das subseções devem ser separados do texto que os precede e que os sucede por dois espaços 1. os quais foram ampliados nesta norma conforme indicado a seguir: a) tipo de papel: formato A4. ou entre títulos de diferentes níveis sugere-se o uso de recursos de formatação abordados no tópico 6.5 [entrelinhas]. referências. O aluno dispõe de recursos para visualizar a formatação das páginas consultando o apêndice F deste documento. legendas das ilustrações e das tabelas. 8).6. objetivo. margens e paginação). ficha catalográfica. Em relação à estrutura dos trabalhos a mesma norma estabelece que “Os títulos das seções devem começar na parte superior da mancha e ser separados do texto que os sucede por dois espaços 1. Começando pelos respectivos indicativos numéricos. os títulos das seções primárias (numeral inteiro) devem ser alinhados junto à margem esquerda do texto. executando-se as citações de mais de três linhas.” (NBR 14724. com textura 75g/m2 e impressão na cor preta. de 21cmx29.5. no sentido de obter uma estética equilibrada em termos de espacejamento. p. 6.

Todas as folhas do trabalho. A numeração é colocada. em seguida. p.2. devem ser contadas sequencialmente. incluindo o cabeçalho da capa e da folha de rosto.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. as páginas pré-textuais e as capitulares visualmente terão maior margem superior em decorrência de formatação específica de títulos que é feita.. no caso de citações destacadas (com mais de três linhas) o recuo indicado é de 4cm também marcados a partir da margem do texto. legendas das ilustrações e tabelas.5 linha para todo o texto. No caso de o trabalho ser constituído de mais de um volume. d) margens: superior e esquerda: 3cm. 8) normalizou a numeração das páginas de trabalhos acadêmicos indicando que [. titulação correspondente. 2005.] 2 Recomenda-se correção da margem inferior para 1. em algarismos arábicos.2).2 e) parágrafo: recuo de 1..2 deste documento). c) espacejamento: 1.] numeradas de maneira contínua sua paginação deve dar seguimento à do texto principal. no canto superior direito da folha. colocando-se o cursor à esquerda do título e. também é permitido ampliar a entrelinha de modo a comportar os diferentes elementos das mesmas (NBR 14724. notas de rodapé. deve ser mantida uma única seqüência [sic] de numeração das folhas. a ficha catalográfica. na prática. as suas folhas devem ser numeradas [... ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha. com ampliação desse espaço entre uma e outra referência com recurso da formatação de parágrafo (orientação apresentada no tópico 6. a partir da primeira folha da parte textual [introdução]. 42). ainda. para as referências. no caso de equações e fórmulas.5cm para o corpo do texto. Monografia. Havendo apêndice e anexo. dentro do texto. espaço simples. f) nota de rodapé: separada do corpo do texto por um filete de 3cm. . vai-se ao menu formatar parágrafo marcando no espaçamento 6 pt antes. fonte 10 com o número em sobrescrito (tópico 6. a parte da folha de rosto onde são registrados a natureza e o objetivo do trabalho ou grau pretendido. utilizando a fonte Times New Roman tamanho 12 para todo o texto e 10 para: citações com mais de três linhas. as notas de rodapé. espaço simples para as citações com mais de três linhas. numeração das páginas. p.5 caso a impressão apresente espaço maior que o indicado (figura 1. a partir da folha de rosto. direita e inferior: 2cm (tópico 6.1). Dissertação e Tese | 34 b) linguagem: MS XP. mas não numeradas. a 2 cm da borda direita superior. g) paginação: a ABNT (NBR 14724. 2005). do primeiro ao último volume. as legendas das ilustrações e tabelas.

seguindo os seguintes passos (figura 1): a) Menu arquivo Þ configurar página Þ marcar as margens (1) Þ OK Caso seja necessário configurar outras fichas da caixa. . assim. volta clicando OK nas fichas até chegar à primeira ficha. fonte. a primeira tarefa do digitador é fazer a configuração de página. observa-se que estes padrões não são suficientes para garantir uma boa estética na editoração do texto como um todo. recuo para citações de mais de três linhas. A marcação a partir da margem > cabeçalho define a colocação correta do número da página e das notas de rodapé. ao final. contagem e numeração de páginas.2. recomenda-se que as páginas capitulares não sejam numeradas. Cada caixa de configuração apresenta duas ou mais fichas que também deverão ser configuradas e que estão sendo identificadas (com números) pela sua localização na caixa principal. Com as ilustrações que se seguem pretende-se facilitar a realização da tarefa sem a pretensão de esgotar os recursos deste aplicativo. Neste documento procurou-se ampliar estes padrões apresentando indicações suficientes para que o aluno possa usar mais recursos disponibilizados pelo aplicativo Word e.Universidade Gama Filho | 35 Nesta norma. o que implica definição prévia de diversos itens que as compõem. Entretanto. A configuração de página e a formatação do documento dependem do uso adequado de ferramentas disponíveis no programa Word. Orientação para formatação do documento A ABNT define padrões mínimos para a apresentação de trabalhos acadêmicos indicando: margens. a exemplo da paginação de livros praticada pelas editoras que registram os números na parte superior da folha.1.2. digitar. Configuração de página Ao iniciar o trabalho. 6. 6. formatar e editar o texto da sua produção acadêmica com um padrão estético de qualidade. A marcação das margens e parágrafos está ilustrada no apêndice F. espaço entre linhas. o digitador passa para a seguinte e.

tamanho: 12 para o texto comum OK .2.Configuração de página (tamanho do papel) 6.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso.Configuração de página (margens) b) Menu arquivo Þ configurar página Þ definir tamanho e orientação do papel (2) Þ OK Figura 2 . Dissertação e Tese | 36 Figura 1 .2. Formatação da fonte a) Menu formatar fonte na ficha de fonte (1) marcar: tipo de letra: Times New Roman. Monografia. estilo: normal.

estilo e tamanho) b) Menu formatar Þ fonte Þ clicar na ficha caracteres (2) Þ marcar somente dimensão: 100.2 Þ OK .Fonte (tipo. espaçamento: expandido: 0.Universidade Gama Filho | 37 Figura 3 .

3. Formatação de parágrafo Menu formatar Þ parágrafo Þ marcar na ficha (1): recuo e espaçamento alinhamento: justificado Recuo esquerdo: 0 cm espaçamento: depois 6 pt nível do tópico: corpo do texto especial: primeira linha 1. flexibilizar os espaços entre linhas usar a pontuação antes ou depois na caixa espaçamento (figura 5. p.2. 45). .5 cm entrelinhas: 1. Monografia.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso.Fonte (espaçamento de caracteres) 6. Dissertação e Tese | 38 Figura 4 .5 linha OK Quando for necessário.

Parágrafo (recuos e espaçamento) 6.Universidade Gama Filho | 39 Figura 5 .2. porque a primeira página do capítulo seguinte não recebe numeração.4. Inserção de quebra de seção Menu inserir Þ quebra Þ quebra de seção próxima página Þ OK Usado em caso de término de capítulo. .

Quebra (página e seção) 6. Dissertação e Tese | 40 Figura 6 . Numeração de página Menu inserir número de páginas: marcar: posição início da página.5. alinhamento: direita. Monografia.Numeração de página (posição e alinhamento) .Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso.figura 8).2. desmarcar: mostrar número na primeira página clicar em formatar (abre-se outra janela . Figura 7 .

numeradas com algarismos arábicos entre parênteses.2. alinhados à direita. devem ser destacadas do texto e. subtração. interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição. devem ser fragmentadas em mais de uma linha. 2005. é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte os seus expoentes. se necessário. 6. Equações e fórmulas Em meio a um texto. as folhas serão numeradas corretamente se o digitador tiver feito as quebras de seção de forma adequada.Formatação do número de página Ao dar OK nas duas janelas (figura 8 e 7). Figura 8 . Caso elas sejam extensas.Universidade Gama Filho | 41 (Janela na figura 8) marcar em: iniciar em: (inserir o número da página) ou em continuar da seção anterior fechar a janela. multiplicação ou divisão.6. (x2 + y2)/z = n (1) Para facilitar a formatação de equações e fórmulas pode-se usar o programa Microsoft Word Equation seguindo os seguintes passos: Menu inserir Þ objeto Þ Microsoft Word Equation Þ OK . p. 9).” (NBR 14724. “Para facilitar a leitura. índices e outros elementos.

Dissertação e Tese | 42 6. 9).Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. Os indicativos numéricos de todas as seções deverão ser alinhados junto à margem esquerda do texto. recomenda-se afastamento no alinhamento do parágrafo (1. da introdução à conclusão e são hierarquizados de acordo com a orientação que se segue.” Este sistema é de fácil aplicação. “Para evidenciar a sistematização do conteúdo do trabalho. é indispensável que o aluno esteja atento para o uso das subdivisões porque somente se justifica desdobrar um tópico se a estrutura do trabalho nele comportar. p. 9). a hierarquização dos títulos nos desdobramentos das seções. Segundo a NBR 14724 (2005. Monografia. gradativamente. ao elaborá-lo. redondo. Recomenda-se que os desdobramentos sejam usados. até a seção terciária. caixa alta. devem ser centralizados e grafados com todas as letras maiúsculas. versal. pelo menos. o conteúdo do trabalho geralmente é constituído de enumerações. Sistematização das seções estruturais do trabalho acadêmico A organização do trabalho acadêmico deve obedecer a uma ordem lógica na sua organização. . deve-se adotar a numeração progressiva para as seções do texto. itálico. devem iniciar em folha distinta. ao leitor. por serem as principais divisões de um texto. p. A seguir. Na prática. a partir da quarta subdivisão. que não recebem indicativos numéricos. mas exige que o aluno conceba essa estruturação seguindo os desdobramentos de forma coerente e discuta com o professor orientador do trabalho. no sentido de facilitar a compreensão da sua estrutura e visualização da hierarquia dos tópicos e subtópicos dando. o tópico 5. no máximo. No caso das enumerações com letras minúsculas e/ou marcadores. grifo ou outro) para destacar.1) e. 2005.” (NBR 14724. como praticado neste documento. dois subtópicos.5cm) destacando com negrito apenas os títulos das mesmas. a mesma norma recomenda o uso de algum recurso (negrito. pois a experiência tem demonstrado que.3. essa estrutura constitui o conteúdo do sumário (cf. uma visão global da forma de abordagem do assunto. Na estrutura do trabalho acadêmico apenas os elementos textuais recebem indicativos numéricos. “Os títulos das seções primárias. seguidos dos respectivos títulos. Os elementos pré-textuais e pós-textuais.

1.2.2. uma vez que as mais extensas serão registradas como indicado no tópico 8. os recursos mais comuns: a) aspas: uso somente em citação direta ou cópia de parte de texto lido com até três linhas.2.2.1. monografia.1. nome de revista.2. Figuras de realce É indispensável que haja unidade no uso de figuras de realce na redação de trabalhos acadêmicos. Título de seção terciária com apenas a letra inicial maiúscula 2. para destacar título (mas não subtítulo) de livro. título de seção quaternária com todas as letras minúsculas 2.2.2.1.1. título da seção quaternária com todas as letras minúsculas 6.1.2. título de seção quaternária com todas as letras minúsculas 2. Título de seção terciária com apenas a letra inicial maiúscula 2.1.2.Universidade Gama Filho | 43 2. dissertação.1. . é recomendado. como recurso para destaque na hierarquização das seções do trabalho acadêmico como indicado no tópico 6. TÍTULO DE SEÇÃO PRIMÁRIA NEGRITADO COM TODAS AS LETRAS MAIÚSCULAS 2. título de seção quaternária com todas as letras minúsculas 2.4. b) negrito: indicado pela NBR 6023/2002. título de seção quaternária com todas as letras minúsculas 2.1. dispensando-se as aspas. tese.1. título de seção quaternária com todas as letras minúsculas 2. jornal.1. Título de seção secundária negritado com apenas a letra inicial maiúscula 2.3 deste documento. as palavras-chave de uma enumeração (cf. Título de seção secundária negritado com apenas a letra inicial maiúscula 2.1.2.1.2. o que já as identifica como tal.2. Título de seção terciária com apenas a letra inicial maiúscula 2.1.1. título de seção quaternária com todas as letras minúsculas 2. a seguir.2.1. Para efeito desta norma destacam-se.2.2. uso neste tópico).1.2. Título de seção terciária com apenas a letra inicial maiúscula 2. ainda. entre outros. título de seção quaternária com todas as letras minúsculas 2.2.2 deste documento.

Dissertação e Tese | 44 c) itálico: utilizado para grafar palavras em língua estrangeira que não tenham sido incorporadas pelo Vocabulário da Língua Portuguesa (2009) ou que estejam sendo usadas em sentido figurado. d) grifo (sublinhado): recurso reservado para algum outro tipo de destaque que não se encaixe nessas categorias e cujo uso deve ser moderado para não sobrecarregar o texto. clareza na estruturação do pensamento e. Monografia. facilita a compreensão do conteúdo da mensagem. O uso criterioso dos recursos de destaque exige. do autor do trabalho. . consequentemente.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. por parte do leitor.

na página onde se localizam as informações técnicas sobre a publicação e nas demais fontes pesquisadas no próprio material. dissertações. Esta norma não se aplica às descrições usadas em bibliotecas na catalogação das obras do acervo e nem as substitui. título e subtítulo. teses. fósseis). Documentos referenciáveis A NBR 6023/2002 normaliza a referenciação de livros. três ou mais autores e. comunicações em eventos acadêmicos. produções acadêmicas (monografias. objetos e suas representações como ossos. patentes. científicos e culturais. no caso de revistas. Os elementos complementares são: número total de páginas em livros e similares. se houver. no verso da folha de rosto. relatórios de pesquisa) é suficiente para sua localização individual em bibliotecas. artigos de revista. relatórios de pesquisa). dissertações. legislação. editora e data).1. partituras musicais. na sua falta. dois.1. livrarias. . indicação de tradutor e título original. edição quando se tratar de livro. fotografias. teses. NORMAS PARA A REFERENCIAÇÃO DAS FONTES CONSULTADAS Os dados correspondentes à referência de um material consultado devem ser coletados na própria obra: na ficha catalográfica do livro ou. ainda.1. obrigatoriamente presentes: autoria. coordenador ou organizador.1. retirados de um documento disponibilizado para consulta (monografias.2. A referência é constituída por elementos essenciais. Elementos essenciais da referência 7. materiais apresentados através de meios eletrônicos (disponibilizados na internet).2. pinturas). documentos iconográficos (gravuras. quando se tratar de material traduzido. dados da imprenta (nome da cidade da publicação. cartográficos. 7. sonoros.1. 7. 7. autoria a) pessoa física: a obra pode ter um. imagem em movimento.7.1. descrição física e. maquetes. matérias publicadas em jornal. documentos tridimensionais (esculturas. Conceito Referência é o conjunto de elementos descritivos definidos e padronizados pela ABNT que.

1. estes registros são feitos de forma associada [S. Indicam-se. associações. c) sem autoria: obras sem autoria definida que.2.). da UnB). da UFPR. título e edição Título abrangente ou geral é separado do subtítulo por dois pontos (:). Dissertação e Tese | 46 b) pessoa jurídica: a produção é de responsabilidade de entidades governamentais. n. separandoas por (.]. ed. usa-se a expressão Sine loco (que significa sem local) entre colchetes [S.2. usa-se a expressão sine nomine abreviada entre colchetes [s. se a editora tiver indicação de duas cidades. 7. seguido de ponto e da abreviatura da palavra edição (exemplo: 2. registra-se o nome da primeira ou da mais destacada. da cidade onde se situa a editora. Nos casos de cidades homônimas. No caso de a cidade e a editora não constarem da obra. A edição é indicada somente a partir da segunda e registrada com numeral cardinal. com os respectivos locais. quando o nome da editora corresponde ao de uma pessoa física. Monografia. Quando houver duas editoras indicam-se ambas. registrase o nome entre colchetes [ ]. por extenso. n. .: s. local É representado pelo nome.).1. rev. 7. emendas e acréscimos à edição de forma abreviada (exemplo: 2.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. Olympio e não Livraria José Olympio Editora). respeitando-se a pontuação entre os elementos. não cabe o uso da letra a em sobrescrito (2ª). editora Registra-se o nome da editora como aparece no documento.].2. e ampl. são folclóricas. Quando a editora é a mesma instituição ou pessoa responsável pela autoria e já tiver sido mencionada no início da referência. Admite-se o uso da abreviatura da palavra editora quando se tratar de editoras das universidades (Ed. o nome é acompanhado da sigla do respectivo estado. abreviam-se os prenomes (exemplo: J. caso contrário.).1.2. Ed. não aparece na posição da editora. Ed. S/A).]. l. empresas. No caso de publicações em língua estrangeira estes registros são feitos no respectivo idioma. mas puder ser identificada. Se forem três.4. da UGF. ed. Se a cidade não estiver registrada na obra. Quando a editora não puder ser identificada. para definir a sua localização.3. geralmente. 7. l. suprimindo-se a palavra editora e as indicações de natureza jurídica ou comercial (Ltda. registra-se a primeira ou a que estiver em destaque. ainda.

2000.2. mês. impressão.).2. 7. São Paulo: Cortez. ano. apresentação ou do copyright. 22. ed. data aproximada [ca 1920]. 2002. registra-se uma data aproximada entre colchetes: um ano ou outro [1945 ou 1946]. No caso de data completa usada para referenciar artigos de revista. rev. com exceção de maio que é usado por extenso.5. Cidade: Editora. São Paulo: Makron Books. da ABNT. LEHFELD. ano. as referências são relacionadas na ordem alfabética dos sobrenomes dos autores e equivalentes. distribuição. década certa [195_ ].1. ampl. 2. década provável [193_ ?].Universidade Gama Filho | 47 7. . data A data da publicação é registrada em algarismos arábicos sem separação entre eles. e ampl. quando se tratar de autoria de pessoa jurídica ou de materiais sem autoria. abr. Metodologia do trabalho científico. com exigência de informações relacionadas a dia. matéria de jornal. Neide Aparecida de Souza. Cada elemento da referência tem a sua apresentação normalizada pela NBR 6023/2002. Aidil Jesus Paes de. b) dois ou três autores BARROS. Título do livro: subtítulo (se houver).2.1. Livros usados como um todo a) autor único SOBRENOME. provável [1950 ?]. Referenciação de materiais de uso mais frequente Como parte pós-textual obrigatória em todo trabalho acadêmico. com a letra inicial minúscula seguida de ponto (jan. Como se trata de elemento essencial para a referência. Número da edição. registrase o nome do mês abreviado. Nome do Autor. no idioma original da publicação. SEVERINO. sempre deve ser indicada uma data. ed. 7. intervalos menores de vinte anos [entre 1932 e 1938]. Antônio Joaquim. dez. século provável [18 _ _ ?]. século certo [18_ _]. dentro de uma sequência própria a cada tipo de material. documentos coletados na internet. seja da publicação. Se nenhuma data puder ser determinada. Fundamentos de metodologia científica: um guia para a iniciação científica.

Quando o brincar é dizer não: a experiência psicanalítica na infância. SANTA ROSA. João Augusto. São Paulo: Saraiva. Fernando Andrés. 1999. Petrópolis: Vozes. Rio de Janeiro: BNDES. Pátria amada: o Brasil em poemas. A educação na perspectiva construtivista. 1995. Viçosa. Severo. 2003. ed. j) obra publicada sob pseudônimo ATHAYDE.). Fazer universidade: uma proposta metodológica. Filosofia da linguagem. 1998. ed. Monografia. 13. Renato.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. ed. l) livro editado pelo autor (pessoa física ou instituição) HRYNIEWICZ. h) sobrenomes ligados por hífen PICHON-RIVIÈRE. Rio de Janeiro: Reluma-Dumará. Catálogo de graduação: 1994-1995. São Paulo: Martins Fontes. 1996. capacidades de recursos tributários. d) autor organizador ou coordenador GOULART. Eliza. Íris Barbosa (Org. 2. Dissertação e Tese | 48 c) mais de três autores LUCKESI. São Paulo: Atlas. 1990. . São Paulo: T. 6. UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA. Enrique. O jornalismo como gênero literário. esforço fiscal e gasto público no federalismo brasileiro. i) sem autoria CONTROLE interno das empresas. Metodologia científica na era da Informática. Tristão de. São Paulo: EDUSP. Disparidades econômicas internacionais. 10. 1998. 1993. 1998. Queiroz. 1994. f) autor de nome espanhol BLANCO COSSIO. 2002. MG. g) sobrenome composto CASTELLO BRANCO. Rio de Janeiro. Cipriano Carlos et al. Teoria do vínculo. São Paulo: Cortez. e) autor com partícula de parentesco no sobrenome MÁTTAR NETO. ed.

p. Título do capítulo.(inicial) . Obras de referência (dicionário. Selma Garrido. Nome do Autor do capítulo. Professor reflexivo no Brasil: gênese e crítica de um conceito. 81-87. In: PIMENTA. Nome do Autor (Org.2. GHEDIN. enciclopédia) A referenciação segue o mesmo padrão dos livros.3. Livros usados em parte ou capítulo destacado Ao trabalhar com parte ou capítulo de um livro é necessário que o aluno esteja atento para a referenciação da parte lida. Professor reflexivo: construindo uma crítica. In: ______ . Título do livro: subtítulo (se houver). Leonel. In: ______. 2002. 4: p. Segue um exemplo ilustrativo a partir da referência do livro inteiro. . cap. 2002. In: SOBRENOME. principalmente se o livro tem autor(es) que responde(m) pela publicação enquanto organizador(es) ou coordenador(es). Tendências investigativas na formação de professores. 100-139. 2. cap. Evandro (Org. a) capítulo com autoria própria em livro com organizador ou coordenador SOBRENOME. Evandro (Org. ed. José Gimeno. número do capítulo. 1999. João Augusto. Metodologia científica na era da Informática. São Paulo: Cortez. 2. cap. ed. a) a obra com autoria. o capítulo em destaque pode ter autoria própria ou ser de autoria do organizador. b) o (ou um dos) coordenador(es) é o autor do capítulo destacado PIMENTA.(final). São Paulo: Saraiva. SACRISTÁN. ou Coord. Sema Garrido. 1. Neste caso. Professor reflexivo no Brasil: gênese e crítica de um conceito. 17-52. ed. GHEDIN. A sociedade da informação.2. São Paulo: Globo. PIMENTA.2. 2. p. 2002. Selma Garrido. 3. referenciada como um todo VALLANDRO. ed. ?.). GHEDIN. Professor reflexivo no Brasil: gênese e crítica de um conceito. Dicionário inglês-português.). ed.Universidade Gama Filho | 49 7. português-inglês.). p. São Paulo: Cortez. Cidade: Editora. c) capítulo destacado de livro cujo(s) autor(es) responde(m) pela autoria do livro inteiro MÁTTAR NETO. 2002. 24. São Paulo: Cortez. Evandro (Org. 7. ano.).

d) verbete com autoria em obra sem autoria KURY. Rio de Janeiro: Zahar. inicial . ano (civil). Nome do Autor. 1981. atual. 591-599. ed. LOGOS . periódico a) artigo ou matéria com autoria SOBRENOME. São Paulo: Abril Cultural. Artigos de revista. 85. Porto Alegre: Globo. ed. In: LOGOS − Enciclopédia lusobrasileira de Filosofia. Nome da Revista. São Paulo: Fiocruz. v. reimp. número (n. dez. 386-3876. incluindo o ano civil. Porto Alegre: Globo. época da publicação (mês ou meses separados por barra /). atual. n. 1997. Reforma do Estado e Segurança Pública. GURGEL. 2. v. c) verbete sem autoria em obra sem autoria CORPORATIVISMO. In: ENCICLOPÉDIA do Estudante. Lisboa: Verbo.). p. 1997. 1974. Cidade: editor. 8.Enciclopédia luso-brasileira de Filosofia. REVISTA DE SAÚDE PÚBLICA.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. p. reimp. 3. volume (v.final). número (n. CRIAÇÃO animal. Dissertação e Tese | 50 b) a obra sem autoria. Carlos. Lisboa: Verbo. v. Mario da Gama. Rio de Janeiro: FGV. História da Filosofia. Título do artigo ou matéria. 1997. v. ed.) ou ano. p. Política e Administração. Título do tema especial. Local: editora. 5. 1994.15-21. p. 8. Helíades. 2. 7. boletim. indicação do volume (v. 1981. . período.4. localização da matéria referenciada (p. set.) ou ano (informação correspondente a volume e ano correspondente ao tempo de publicação). 178. referenciada como um todo DICIONÁRIO de Sociologia. In: DICIONÁRIO de mitologia greco-romana.). 3. (Quando não constar o nome da editora usa-se vírgula após o nome da cidade). 5. Educação e alimentação pré-escolar. Alexandre Fradique. p. Monografia. 1981. MORUJÃO. In: DICIONÁRIO de Sociologia. b) número ou suplemento referenciado como um todo TÍTULO OU NOME DA REVISTA.2.

p.jb. POLÍTICA.5. Disponível em: <htpp:/www. No caso de consulta online são essenciais as informações sobre o endereço eletrônico apresentado entre os sinais < > precedido da expressão Disponível em: seguindo-se a data de acesso. 2001. acrescidos das informações relativas à descrição física do meio eletrônico (disquete. In: DICIONÁRIO da língua portuguesa.2. [S. Gazeta do Povo.priberam. boletim. data (com nome do mês abreviado. localização da matéria. PLASTICULTURA salva lavouras do frio.Br/ed/135_set00/html/repcapa.html>.pt/dlDLPO>. Sinfonia do adeus. p. 2001. GENTILE. 1999. Curitiba. KAZ. p.abril. 23 mar. 1. c1998. BENCINI. online). a) com indicação de autoria DUARTE.Br/jornaleconomia/index. 27.html>.Universidade Gama Filho | 51 7. htm>. Nova Escola On-line. jornal em meio eletrônico As referências obedecerão aos padrões anteriormente indicados. Paola. 2003.br/língua. Acesso em: 8 mar. Rio de Janeiro.com. 1998. In: ENCICLOPÉDIA multimídia dos seres vivos. Disponível em: <http//novaescola. 2000. Título da matéria. Adriana. Nome do Autor. 2002. O Globo. Para aprender (e desenvolver) competências. O Globo.com. Rio de Janeiro.]: Planeta De Agostini. “Não se recomenda referenciar material eletrônico de curta duração nas redes.” (NBR 6023. Espasmos da cultura. l. Seção Economia. Matéria de jornal SOBRENOME. Rio de Janeiro. CD-ROM. . Cidade. 6 ago 2000. CD-ROM 9. Sérgio Nogueira.2. Disponível em: <http//www. PAVLOVA. b) sem indicação de autoria MORFOLOGIA dos artrópodes. Segundo Caderno. Jornal do Brasil. 6 ago. suplemento). 7. Observação: no caso de a matéria estar publicada em parte destacada (caderno. com exceção de maio). Roberta. Língua viva. Acesso em: 9 ago. Acesso em: 6 ago. na sua referenciação a parte será nomeada com a página correspondente. Nome do Jornal. Acesso em: 28 abr. Artigo ou matéria de revista. 2000. Disponível em: <htpp://www.6. Leonel. Lisboa: Priberam Informática. 23 mar. 4).gazetadopovo.com.

Fortaleza... R.. data. Fortaleza: Tec Treina. p. Monografia. 1998. Título do trabalho: subtítulo (se houver). Acesso em: 30 ago.. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPE.propesq. Rio de Janeiro.. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS... Rio de Janeiro: Ed. In: CONGRESSO INTERNACIONAL DA UNIVERSIDADE GAMA FILHO: um encontro entre humanismo e tecnologia. Atas.Instituição. Disponível em: <http//www. ano e local (cidade) da realização. Brasília. Anais. data da defesa (se foi registrada data diferente na folha de aprovação). da UGF.. Núcleo de Processamento de Dados.).br/cursos/ default. Brasília: ABDF. M. Anais. Título do documento seguido de reticências . título do documento (Anais. 10. . Nome do Autor.8. Anais. Dissertação e Tese | 52 c) autoria institucional UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPIRTO SANTO. Evento científico como um todo NOME DO EVENTO.. A educação à distância e a biblioteca universitária. out. GUNCHO. WEIL.2. In: NOME DO EVENTO.. numeração do evento (se houver).htm>. 1997.2. numeração (se houver). 1986. 2000. Livro de resumos.. 4.. 1 CD-ROM..9.. Título do trabalho apresentado.. 1993.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. 1. 7. Ano. ENCONTRO NACIONAL DE BIBLIOTECONOMIA E INFORMÁTICA.. Cidade: editora. Trabalho apresentado em evento científico SOBRENOME. 7. (inicial . dissertações ou outros trabalhos acadêmicos SOBRENOME.ufes.2. ENCONTRO NACIONAL DE INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO JURÍDICA. Nome do Autor. 1996. Recife: UFPe..br/anais/anais. Teses.html>.. 7-10. 2. Atas) seguido de cidade: editora. data da publicação. 7.final) da parte referenciada. (Anais. Pierre. Anais eletrônicos..7.. Recife. A interdisciplinaridade na educação. p. Cursos oferecidos: julho/outubro 2000. Acesso em: 21 jan. 1996. ano e local (cidade). Categoria do trabalho (grau obtido) . 1986.npd.ufpe. 1998. Cidade. Disponível em: <http//www.. 1993..

Paulo Estevão Cruvínel. 27833-27841. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. legislação Compreende a Constituição. Universidade do Rio de Janeiro. Monografia (Mestrado em Educação) . de 20 de dezembro de 1996. circular. 7. BR n. Rio de Janeiro. Monografia (Especialista em Administração Escolar) .Departamento de Educação. 1996.10. Universidade Gama Filho.2. acrescenta-se a palavra Constituição. 1989. Quando se tratar de Constituições e suas emendas. (NBR 6023. solução alternativa. Seção 1.11. decisão administrativa. As atividades do orientador educacional competente. 2002. Brasília. as emendas constitucionais e os textos legais infraconstitucionais (lei complementar e ordinária. medida provisória. p. decreto em todas as suas formas. A gestão participativa de qualidade: delegação de poderes. data. seguida do ano de promulgação.Coordenação de Pós-Graduação e Atividades Complementares. Nelza Maria. MUSSI. 26 jun. p. EMBRAPA. Tese (Doutorado em Educação) . Universidade Gama Filho. Lei no 9. numeração. A formação do professor e do pesquisador em nível superior no Brasil. Patente ENTIDADE RESPONSÁVEL e/ou autor. entre o nome da jurisdição e o título. 2003. Número da patente.2.1.11. resolução do Senado Federal) e normas emanadas das entidades públicas e privadas (ato normativo. Unidade de Apoio. JARDIM.Universidade Gama Filho | 53 ANÇÃ. 7. resolução. Rio de Janeiro. comunicado. Helen Silveira. SP). JURISDIÇÃO (ou cabeçalho da entidade. BRASIL.2. entre outros). datas do período de registro. Rio de Janeiro. 1992. CARVALHO. O papel do professor na motivação no ensino aprendizagem. aviso. 2002. Dados da publicação. DF. Janete M. Poder Executivo. portaria.Faculdade de Educação. Universidade Federal do Rio de Janeiro. . Título. instrução normativa. 1989. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 30 maio 1995. entre parênteses.394. Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos. Título. no caso de se tratar de normas). Pl 8903105-9. Documento jurídico 7. 8).Faculdade de Educação. Rio de Janeiro. Marilda dos Santos. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Pedagogia) . 23 dez.Moutinho. ordem de serviço.

7. Recife. LEI nº 9. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados. 8 dez. 19.887. São Paulo.3. 139. jurisprudência Abrange súmulas. BRASIL. consulta a documento jurídico em meio eletrônico BRASIL. 1995. ed. Disponível em: <http://www. JURISDIÇÃO. enunciados.gov. Estrutura e funcionamento do ensino fundamental.2.2. 59. atual. Emenda constitucional no 9. 23.441-PE (94. Apelação civil no 42. Dados da publicação. 1999. Região). de 13 de julho de 1990. doutrina É toda discussão técnica sobre questões legais (monografia. Nelson. Regulamento dos benefícios da previdência social. Partes envolvidas (se houver).l. v. 7. [S. mar. Título (natureza da decisão ou ementa) número. 7. Brasília.2. papers. ago. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 2002.in. Tribunal Regional Federal (5. 4 de março de 1997. etc.br/mp_leis/leis_texto. BARROS. 1998.05. Relator: Juiz Nereu Santos.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso.5.01629-6). In: SISLEX: Sistema de Legislação. 103.11. 558-562.]: DATAPREV. 12. out. 196-222. v. sentenças e demais decisões judiciais. ed. 1995. Acesso em: 22 dez. 53-72.394 de 20 de dezembro de 1996. DF./dez. asp?ld=LEI%209887>. Constituição (1988). Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social. Apelante: Edilemos Mamede dos Santos e outros. . Local. 1999. São Paulo. data. São Paulo. n. p. de 7 de dezembro de 1999. 7. acórdãos. In: PILETTI. sendo referenciada de acordo com o tipo de documento. 1 CD-ROM. de 9 de novembro de 1995. Órgão judiciário competente. p. artigos de periódicos. consulta a publicação comercial de documento jurídico ESTATUTO da criança e do adolescente: Lei nº 80069.11.). Dissertação e Tese | 54 BRASIL.11. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. Lex: legislação federal e marginalia. 1999. p. Monografia. Apelada: Escola Técnica Federal de Pernambuco. Raimundo Gomes de. e ampl. Relator. v. São Paulo: Ática.2. BRASIL. São Paulo: Saraiva. Lei no 9.2. Lex: jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais. p.4.11. 1998. 1966.

Local: Produtora. 2001. ATLAS Mirador Internacional. etc.2. Produtor. SOBRENOME. data. SP). 1 atlas. KOBAYASHI. inverno 1994. fotografia. Data. . Diretor. STOCKDALE.000. K. Quantitativo de unidades físicas com especificação do suporte. Título (quando não existir.13. gravura. 1920. When’s recess? [2002?].Universidade Gama Filho | 55 7. diapositivo. Regiões de goveno do Estado de São Paulo. Acesso em: 13 jan. Doença dos xavantes. mapa. 7. São Paulo. 2002. OS PERIGOS do uso de tóxicos. 1981. Quantitativo de unidades físicas com especificação do suporte. 1 videocassete.com/g/d2002/1-nw/20255. TÍTULO. 1 atlas.” (NBR 6023. Disponível em: <http://www. 1 fotografia. Local: Editora. n. INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo. PERCENTAGEM de imigrantes em São Paulo. Nome do Autor. diafilme. 7. René. 1994. color. globo. 1 mapa. fotografia aérea. p. Documento cartográfico Compreende atlas. Produção de Jorge Ramos de Andrade. data. 10).2. color. Título. 1 fotografia. Nome do Autor. São Paulo: CERAVI. ilustração. Quantitativo de unidades físicas com especificação do suporte. entre colchetes). Imagem em movimento Refere-se a filmes.html>. material estereográfico.12. webshots. 1983.14. 2. cartaz entre outros. desenho técnico. entre outros. Neo Interativa. transparência. Documento iconográfico “Inclui pintura. referenciado conforme os padrões para outros tipos de publicações. Rio de Janeiro. Escalas variam. 1980. DVD.2. Escala 1:2. Escala indeterminável. SOBRENOME. deve-se atribuir uma denominação ou a indicação Sem título. 1 CD-ROM. Escala. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil. videocassetes.

etc. SOBRENOME. Título. OLIVA. Intérprete: Nome. MOCOTÓ. Documento tridimensional Refere-se a esculturas. Título [quando não existir. Acesso em: 5 jan. Documento sonoro a) no todo Trata-se de disco. Tiago. 2002. Quantitativo de unidades físicas com especificação do suporte. SOBRENOME.l. Face a face. Nome do compositor ou intérprete. [19--]. 1 partitura. Fervilhar: frevo. Quantitativo de unidades físicas com designação específica. Orquestra. animais empalhados. data.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso.inter. Disponível em: <http://openlink. Local: Editora. SOBRENOME. Dissertação e Tese | 56 7.2. 1CD. Ouro e cobre. Título da parte ou faixa de gravação. data. CD (compact disc). O mandarim maravilhoso.net/picolino/partitur. . Local: Gravadora (ou equivalente). In: SOBRENOME. SOBRENOME. cassete. monumentos. A jura secreta. São Paulo: RCA Victor. Plano.2. Faixa 7. Nome do autor. S. b) em parte Abrange partes e faixas de documentos sonoros. Nome do compositor ou interprete. Monografia. Instrumento a que se destina BARTÓK. Wien: Universal. Título. Nome do Autor (quando for possível identificar o criador artístico do objeto). Local: Gravadora (ou equivalente). p1988. Béla. [S. Faixa ou outra forma de individualiza a parte referenciada.17. esqueletos. 1 partitura. 7. Data. 7. objetos de museu. rolo. 1952.br.15. Silva.]: EmiOdeon Brasil. deve-se atribuir uma denominação ou a indicação Sem título]. Intérprete: Simone. Título. Quantitativo de unidades físicas com especificação do objeto. data.16. ALCIONE. objetos e respectivas representações: fósseis. 1 disco.htm>. p1977. In: SIMONE.2. Marcos. COSTA. Partitura Compreende partituras impressas e em suporte ou meio eletrônico. maquetes. Quantitativo de unidades físicas com especificação do suporte. etc. Nome do Compositor.

apesar de serem manuseados no meio acadêmico. data. 1 bule.18. p. Instruções para elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos na universidade. pode(m) ser substituídos. Departamento de Educação da UGF. Carlos Otávio. 18--]. equivalente a seis espaços.2. Entrevista concedida a Ana Lagoa. 7-10. 1918. 1. O traço sublinear não deve ser usado quando o conjunto de elementos que compõem a autoria não coincidirem. Nome do Autor do depoimento.4 e 7. Instituição. MELO. A trajetória de um comunicador. 17. ASSMAR. 7. 7.2. Universidade Gama Filho. não tiveram a referenciação normalizada pela ABNT. Maria de Lourdes Motta. Materiais não previstos na NBR 6023:2002 Existem materiais que. p. São Paulo: Paulus. Uma pedagogia na medida certa para as necessidades do Brasil no século 21. e ponto. n. BARBOSA. Empregos. Jornal do Brasil. Marcel. c) apostila.Departamento de Educação. Texto para uso didático . Sugere-se a seguinte orientação: a) entrevista publicada em jornal ou revista A referenciação é feita como previsto no tópico 7. b) entrevista não publicada ou depoimento SOBRENOME. Local do depoimento. [China: Companhia das Índias. Escultura para viajar. 2003. Depoimento feito à professora Maria de Lourdes Motta Braziellas. 1 escultura variável. Páginas Abertas. 9 dez. Assunto ou título. MOREIRA. BULE de porcelana. . na mesma página.2. ano 28. nas referências seguintes à primeira. A utopia da educação pública. por um traço sublinear. 1997.19.Universidade Gama Filho | 57 DUCHAMP. Sylvia Ganen. Tipo de depoimento e responsável pela condução da atividade. A implantação da disciplina Técnicas de Estudo e Pesquisa (EDU 121) no currículo básico dos cursos da universidade. Rio de Janeiro. Magali Orminda de Souza. 1999. Autoria repetida O(s) nome(s) do(s) autor(es) de vários documentos referenciados sucessivamente. José Marques de.2. 18 jul. material didático BRAZIELLAS.5 deste documento.

1978. Dissertação e Tese | 58 PIAGET. 1986. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. A psicologia da criança. . Jean. Bärbel. Jean.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. São Paulo: Martins Fontes. 2001. A construção do real na criança. Rio de Janeiro: Zahar. A linguagem e o pensamento da criança. PIAGET. ed. 17. ______. INHELDER. Monografia.

recomenda-se que. . com o uso de um s. As siglas. seguindo-se o seu registro entre parênteses. evita a ambiguidade no uso de termos e na construção de frases. REDAÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS A elaboração de textos acadêmicos requer os mesmos cuidados colocados na literatura para os trabalhos científicos. Características da linguagem Enquanto instrumento de comunicação acadêmica. com destaque natural para o nível superior. a sobriedade. ao ser pluralizado. dos tempos verbais. das conjunções.1. considerando até mesmo os sinais de pontuação. desde os primeiros níveis de escolarização. A linguagem científica trata os assuntos de maneira direta e simples. ficando liberado o seu uso a partir de então. comprometem a qualidade do trabalho acadêmico. clareza e precisão. na primeira aparição no texto. instância formativa na qual espera-se que o universitário já domine os conhecimentos básicos da língua portuguesa para esse fim. geralmente. a linguagem utilizada segue os padrões da norma culta. 8. uma vez que não se pluraliza a expressão escrita. representam a abreviatura de nomes de instituições ou títulos de órgãos de estruturas organizacionais. A construção de um texto de qualidade exige adequada articulação dos argumentos. Mesmo que o significado de uma sigla seja do domínio público. com lógica e continuidade. o nome deixa de ser próprio e passa a ser substantivo comum. por extenso. cuja presença ou omissão pode mudar o sentido da mensagem. parágrafos. É indispensável que se evite o uso de linguajar banal e de jargões que. ainda. o que significa apresentar correção. objetividade. uma vez que o processo de formação do futuro cientista tem início nos bancos escolares. apesar de uso consagrado. para posicionamentos personalizados é indicado o uso da terceira pessoa porque confere sobriedade à construção do texto. Não se admite a pluralização de uma sigla. ao uso de pronomes possessivos.8. a expressão seja escrita inicialmente por extenso. do nome próprio da instituição ou o título do órgão que ela representa. períodos. o que requer atenção no uso dos pronomes relativos. concisão. de adjetivos desnecessários. destacando-se. Recomendam-se cuidados quanto à repetição de palavras.

A ABNT (NBR 10520. e idades são escritos com algarismos arábicos. . registrados por extenso os compostos por até dois algarismos. 2002). Exemplo: 10h25min30s. A indicação de milênio faz-se com o uso de numeral ordinal por extenso (terceiro milênio) e a de século com o uso de algarismos romanos (século XXI). porcentagens. Exemplo: 28 de junho de 2005. em hipótese alguma. para o registro de horários usando-se abreviatura das diferentes unidades de tempo utilizadas.2) ilustra o uso de citação indireta. seriação de quatro ou mais números. comparação com os outros números em sequências.2. p. dos quais o aluno lança mão por se revelarem úteis para corroborar as ideias desenvolvidas por ele no decorrer do seu raciocínio. Também frações decimais ou ordinárias. Para datas. obrigatoriamente. percentis e quartis. proporções.” A seguir. mas não se pode admitir. guardando fidelidade às suas idéias. Os números ordinais grafam-se por extenso até o décimo e os demais com algarismos arábicos. quantias. operações aritméticas. sem espaçamento. unidades de medida ou de tempo. qualquer que seja a sua composição. referência ao próprio algarismo. sem a referência adequada da fonte consultada (SEVERINO. via de regra. Uso de citações e notas de rodapé O estudante universitário desenvolve a habilidade de consultar fontes técnico-científicas como forma de estudo e para fundamentar a produção de trabalhos acadêmicos. número de páginas. o primeiro parágrafo deste tópico (8. Dissertação e Tese | 60 Chama-se a atenção. Se o número iniciar uma frase será escrito. números decimais. escores e pontos de uma escala. ainda. esta mesma norma apresenta a classificação dos diferentes tipos de citação: a) citação direta: transcrição textual ou cópia de parte da obra do autor consultado. ainda que seja uma pequena parte. indica-se o registro do dia e ano com algarismos arábicos e o nome do mês por extenso. 2002. são escritos com algarismos arábicos. O uso comedido de citações valoriza o trabalho. por extenso. Com relação à presença de números na construção de textos. 8.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. Monografia. a transcrição literal de um texto. As citações são elementos retirados das fontes pesquisadas durante a leitura e análise da documentação selecionada. b) citação indireta: texto produzido com base na obra do autor lido.1) concebe a citação como: “Menção de uma informação extraída de outra fonte.

deve ser [. 2002. As citações diretas de até três linhas são colocadas entre aspas duplas. Os cortes são indicados por reticências entre colchetes [. as de maior extensão são transcritas em destaque. p.] a citação.] colocada entre aspas [quando não ultrapassar três linhas]. como parte do texto produzido. Segundo Severino (2002. grifo do autor). O texto citado pode ser transcrito com supressão de partes. mas de presença necessária para facilitar a compreensão da mensagem. colocada entre parênteses. 107). principalmente quando. quando literal.” (SEVERINO. pouco conhecidos e utilizados. acréscimos e comentários são registrados também entre colchetes [ ] no espaço adequado.. sem aspas. “Também já existem no Brasil alguns repertórios bibliográficos de boa qualidade.. no original.] que se revelam úteis para corroborar as idéias [sic] desenvolvidas pelo autor no decorrer do seu raciocínio.. desde que o corte não lhe prejudique o sentido.. 197..Universidade Gama Filho | 61 c) citação de citação: utilização.. uso da fonte 10 e espaço simples. grifo pessoal). destacar alguma palavra ou expressão em texto citado. . “[. para chamar a atenção do leitor. em geral. as aspas duplas no trecho correspondente são substituídas por aspas simples (‘ ’). com todas as características do texto original. houver elementos ocultos reconhecíveis no contexto da leitura. é necessário registrar. mesmo que algum aspecto pareça estranho. mas. bem como receber acréscimos esclarecedores da construção frasal. 2002. 106.] colocados na parte do texto onde ocorreram. ainda. com deslocamento de quatro centímetros a partir da margem do papel. Se o destaque já fizer parte do texto transcrito usa-se a expressão grifo do autor.” O autor do trabalho acadêmico pode. p. a expressão sic entre colchetes [sic] que significa assim mesmo ou segundo informações colhidas..” (SEVERINO.. logo após o fato merecedor de correção. p. Neste caso. registrando a expressão: grifo pessoal após a referência da fonte bibliográfica de chamada da citação. “As citações são os elementos retirados dos documentos pesquisados [. Fazer uma citação direta significa transcrever palavras de outrem. pelo autor do trabalho acadêmico. Se no interior de uma citação encontra-se uma citação de terceiros. de uma citação direta ou indireta feita pelo autor do material consultado sem ter tido acesso ao material original.

conforme o caso. 41) afirma: A dúvida significa um produto de equilíbrio entre afirmar e negar. Na citação indireta exclui-se o número da página. seguindo-se as demais informações. o que contraria a tese preconceituosa segundo a qual crianças de classes populares não são capazes de aprendê-lo. ele fica incluso no mesmo. registrar apenas o sobrenome do primeiro autor seguido da expressão et al. “Os debates sobre os caminhos utilizados para a investigação favorecem um aprendizado. sugere-se a expressão online em substituição ao número da página. acrescida da(s) página(s). Monografia. p. dois ou três sobrenomes. . entre parênteses. podendo ser espontânea (falta de estudo pró e contra) refletida (resulta de estudo do que é contra e a favor). 2000.” (BARROS. 2002. LEHFELD. 3) Santos (2002. 1999). indica-se a data. o que contraria a tese preconceituosa segundo a qual crianças de classes populares não são capazes de aprendê-lo (POSSENTI. 100). Se o sobrenome do autor não aparecer no texto. A ABNT (NBR 10520. “Quando o(s) nome(s) do(s) autor(es). número da página) para o registro das fontes bibliográficas das citações e o sistema numérico para registro das notas explicativas de rodapé. metódica (dúvida sobre o que é tido como certo. entre parênteses. 2002) define o sistema autor-data (sobrenome do autor ou nome da entidade responsável ou no caso de não haver indicação de autoria a primeira palavra do título seguido de reticências. instituição(ões) responsável(eis) estiver(em) incluído(s) na sentença.” (NBR 10520. p. se a citação for direta. bem como uma evolução no seu próprio processo de formação profissional científico.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. usando o método) e universal (considera tudo como errado. grafado com todas as letras maiúsculas. Isto significa registrar. Se o sobrenome do autor. Dissertação e Tese | 62 Em qualquer tipo de citação é exigida a indicação da fonte de onde foi retirado o material transcrito. A escola tem como objetivo ensinar o português padrão. Conforme Possenti (1999). No caso de transcrição de material retirado de texto disponibilizado pela internet. quando se tratar de mais de três. p. ano da publicação da fonte. a escola tem como objetivo ensinar o português padrão. um. ou correspondente. colocando-se o ponto final após o seu fechamento. não aparecer na sentença será colocado dentro dos parênteses. são os cépticos).

2006) Quando se tratar de vários documentos de um mesmo autor. “A razão é simultaneamente uma faculdade e uma postura crítica. TAVARES. a data da publicação da respectiva obra. . neste caso a indicação correta prevê o uso da expressão latina apud (que significa citado por ou segundo).159) Nas citações indiretas. 32) (OLIVEIRA. AZEVEDO. após a data. 1991) Porém. 1986. Vitor. 1985. têm essas datas separadas por vírgula. diretas ou indiretas. 2004. as mais comuns são apresentadas no apêndice G. conforme foram colocadas nas referências. (LAKATOS. 2002) (ANTUNES. 1990. publicados num mesmo ano. quando houver coincidência de sobrenomes de autores. Esta condição não pode ser omitida. 2008) apresenta. 1998b) De acordo com Visca (1998a. LOFFREDI. acrescentam-se as mesmas letras minúsculas. (VISCA. colocam-se os prenomes por extenso. para que a leitura de textos que seguiram normas anteriores seja inteligível. (GARCIA.. 2002.. (OLIVEIRA. Embora as expressões latinas sejam cada vez menos utilizadas como recurso para citação das obras em textos acadêmicos e científicos. 1993 apud MÁTTAR NETO. 1985) Usar citação de citação significa pedir emprestado ao autor consultado uma citação que ele tenha apresentado no livro que o aluno consultou. C. MARCONI.. citados simultaneamente. em ordem alfabética. LÜCK (2003. acrescentam-se as iniciais de seus prenomes. Vera. seguindo-se a expressão apud com as indicações bibliográficas do material consultado. 2003. p. então. eles devem ser separados por ponto-e-vírgula. sem espaçamento. se elas também coincidirem.Universidade Gama Filho | 63 Nas citações.. p.” (COSTA. quando se tratar de diversas publicações de mesma autoria. A. no caso de vários documentos de autores diferentes. 15) Mas. p. 1984. (ANTUNES. em ordem alfabética. Deve-se. p. 36). registrar o sobrenome do autor original. publicados em datas diferentes e mencionados simultaneamente.

[os textos transcritos] podem ser mantidos no original. seguindo-se a expressão tradução livre (sem negrito) após a indicação correta da fonte. 2002. aliado ao conhecimento da riqueza e nuances do idioma português.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. 108). ela pode muito bem figurar em nota de rodapé. p. colocada entre parênteses. incluindo a titulação ou cargo acadêmico do entrevistado ou palestrante. ser digitadas com fonte 10 e espacejamento simples e receber numeração arábica em sequência única no âmbito de cada capítulo. como nos estudos linguísticos especializados. Neste caso. ao final da página. para registrar comentários adicionais ao texto.. as notas de rodapé devem ser separadas do texto por um filete com 3cm a partir da margem esquerda. a NBR 10520:2002 apresenta a orientação no capítulo de número 7. [. as citações que forem transcritas de material publicado em língua estrangeira devem ser traduzidas. ainda. entre parênteses. independentemente da área de formação do universitário.] quando a versão original tenha algum particular interesse. Este critério não se aplica a dados obtidos em pesquisa de campo. indicar fonte bibliográfica de citações. As notas de rodapé constituem espaço usado pelo autor. Como o texto acadêmico é redigido em língua portuguesa. embora não priorizado pela ABNT.. O registro do indicativo numérico deve ser digitado de forma sobrescrita. . O uso dos recursos disponibilizados pela metodologia científica. Situadas na parte inferior da página. Caso haja interesse em utilizar este recurso. debates entrevistas) para enriquecer os fundamentos teórico-práticos do trabalho. Dissertação e Tese | 64 Pode acontecer de o aluno precisar fazer alusão a dados obtidos por informação verbal (palestras. mencionando-se os dados disponíveis a respeito do evento em nota de rodapé. uso ainda frequente. constitui um conjunto que possibilita uma variada articulação do pensamento. transcrever a versão original de citações traduzidas e colocadas no trabalho e. “Em casos especiais.” (SEVERINO. sem usar o negrito. remeter o leitor a outras partes do trabalho ou a outras fontes. característica preconizada como indispensável para a redação de trabalhos acadêmicos. segue-se ao registro do conteúdo a expressão informação verbal. Monografia.

gráficos. gravura. b) escrever o título da tabela na mesma linha. 1994. p. 2005. A NBR 14724 (2005.9. quando necessário. p.Título Tabela 2 .. APRESENTAÇÃO DE TABELAS E ILUSTRAÇÕES 9. Elaboração geral da tabela Nos trabalhos acadêmicos as tabelas devem ser usadas. grifo pessoal).”(NBR 14724. retratos e outros [.1. plantas.Título . fotografias. 9). define tabela como “Forma não discursiva de apresentar informações.” (IBGE. Para que seu significado em relação ao conteúdo fique claro. separado por hífen colocado entre espaços correspondentes a um caractere. 2005. Recomenda-se considerar os seguintes critérios para numerá-las: a) registrar a palavra Tabela (primeira letra em maiúscula). 9. seguindo-se o título: Tabela 1 . organogramas.1. órgão coordenador e normatizador do Sistema Estatístico Nacional (SEM). Número A existência de duas ou mais tabelas em um documento exige que as mesmas sejam numeradas para permitir sua identificação e. A mesma norma enumera alguns tipos de ilustração: “[.” Com relação aos gráficos. acima da tabela propriamente dita. 9. Concepções A Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). mapas. a ABNT parte do conceito de ilustração que abrange outras formas de representação gráfica: “Desenho. seguida do número em algarismos arábicos. a localização no texto.]” (NBR 14724.] desenhos. no caso de tabela única a numeração é facultativa. consequentemente. 3) a considera como “Elemento demonstrativo de síntese que constitui unidade autônoma. 2). recomendando-se que esses elementos sejam registrados de forma centralizada. precisam ser explicitamente mencionadas e obrigatoriamente identificadas. fluxogramas.2. p.. imagem que acompanha um texto. ordenando as demais em forma crescente. das quais o dado numérico se destaca como informação central.. esquemas. 9.. p. quadros.2. visando a apresentar uma informação de forma facilmente compreensível.

Tabela 9 . Ø tabelas do capítulo 2: Tabela 2.2.Título Tabela 2. a segunda ficará centralizada em relação ao conjunto dos elementos de identificação (número e título da tabela). para os municípios do estado de Roraima Os elementos do título seguem.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. segundo os pontos extremos Tabela 6.1 . preferencialmente. o local e a época em que aconteceu. O título localiza-se logo após o número da tabela. finalmente. o conjunto é colocado de forma centralizada em relação ao corpo da tabela. da coluna indicadora. As designações da natureza e da abrangência geográfica dos dados numéricos devem ser feitas por extenso de forma clara. Indica-se o uso de letra inicial maiúscula no título e as demais palavras serão grafadas segundo as regras da língua portuguesa.Título Ø tabelas do capítulo 3 Tabela 3.População residente em 1980 e 1991. Dissertação e Tese | 66 c) a numeração pode seguir uma sequência única para todo o volume ou ser feita por capítulo.1994-1996 Tabela 13 . neste caso o número deve ser precedido do número do capítulo separado deste por um ponto.18 . Não se coloca ponto final no título. Título É a indicação que vem acima da tabela contendo a designação do fato observado. segundo os municípios das capitais e os grupos materiais e mão de obra . Monografia.2.1 . do local e.Índice nacional de custo da construção. . separada por um espaço. a seguinte ordem: descrição do cabeçalho.Título 9. concisa e sem abreviações.Título Tabela 3.2 . um hífen e um espaço. a data de referência.2 . No caso de o elemento ser constituído de mais de uma linha. área total e densidade demográfica em 1991.Coordenadas geográficas do Paraná. separado deste por um espaço. por sexo. um hífen e outro espaço.

no caso de número reduzido de pontos. Exemplos: out 1991-mar.Universidade Gama Filho | 67 Sempre que a natureza dos dados o permitir. trimestre ou semestre com registro por extenso.3.1991/06. registre-se a data da referência do conteúdo após a sua descrição. pelos seus pontos inicial e final. Exemplo: 30. 9. como no exemplo acima. apresentação com todos os pontos separados por vírgula. não sendo apresentados dados numéricos de pelo menos um dos dias desta série temporal c) dados numéricos de um período anual diferente do ano civil: determinado mês.2. na mesma linha ou integrada à parte descritiva. Apresentação de tempo As Normas de Apresentação Tabular (1994) listam procedimentos a serem considerados na apresentação do tempo: a) série temporal consecutiva: apresentação. fevereiro e março de 1992 1991-1992 apresenta dados numéricos para os anos de 1991 e 1992 b) série temporal não consecutiva: ligação dos pontos por barra.1992 apresenta dados numéricos para os meses de outubro. nos casos para os quais esta informação possibilite melhor compreensão.05. novembro e dezembro de 1991 e janeiro.1991 apresenta dados numéricos para os dias 30 de maio de 1991 e 6 de junho de 1991. bimestre. ligados por hífen. em uma tabela. Exemplo: 2o semestre de 1996 .06.

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d) apresentação de uma safra (abrangendo dois anos): registro dos dois últimos algarismos de cada um dos anos, ligados por barra e precedido da palavra Safra com a primeira letra maiúscula; Exemplo: Safra 91/92 apresenta dados numéricos de uma safra iniciada em 1991 e terminada em 1992. 9.2.4. Moldura É o “Conjunto de traços estruturadores dos dados numéricos e dos termos necessários à sua compreensão.” (IBGE, 1994, p. 11). A moldura, inserida no centro de toda tabela, deve ser feita com, no mínimo, três traços horizontais paralelos que a separam do topo, do espaço do cabeçalho e do rodapé. Sempre que houver necessidade de se destacar parte do cabeçalho ou dos dados numéricos, pode-se adicionar mais traços verticais paralelos para os estruturar sem, contudo, fechar a tabela nas laterais (anexo B). 9.2.5. Cabeçalho É a parte superior da tabela que especifica o conteúdo das colunas, de forma complementar ao título. Pode ser constituído de um ou vários níveis. Exemplo: Movimento forense nacional Justiça 1994 1995 1996
← 1º Nível ← 2º Nível

Entrados Julgados Entrados Julgados Entrados Julgados ← 3º Nível

Para a colocação do cabeçalho é necessário considerar os seguintes critérios: a) as especificações de primeiro nível devem conter, preferencialmente, as denominações apresentadas no título; b) as indicações do conteúdo, em qualquer nível, devem ser escritas por extenso, apenas com a letra inicial das primeiras palavras maiúscula; 9.2.6. Coluna indicadora É a parte da tabela que especifica o conteúdo das linhas em cuja elaboração devem ser considerados os seguintes procedimentos:

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a) inscrever indicadores de linha para especificar, complementarmente ao título, o conteúdo das linhas; b) indicar, sucintamente, o conteúdo através de notações estatísticas ou de palavras, sem abreviações; c) alinhar o conteúdo de cada linha escrito com apenas a letra inicial maiúscula, no canto esquerdo da tabela; d) as divisões territoriais devem ser agrupadas segundo as convenções em vigor (países segundo os continentes; estados segundo as regiões) e os demais casos em ordem alfabética; e) apresentar subdivisão das especificações de cada coluna em vários níveis, cada um registrado com apenas a inicial maiúscula e com um afastamento de dois espaços em relação ao anterior. 9.2.7. Totalização Para a colocação dos totais nas tabelas recomenda-se que a soma dos dados numéricos de uma linha ou coluna seja indicada pela palavra Total, escrita com a primeira letra maiúscula, exceto quando se referir aos dados de uma área geográfica ou de uma categoria, caso em que receberá o nome do conjunto da área/categoria. É opcional que o total suceda ou preceda às parcelas, mas, em qualquer dos casos o modo de apresentação deve ser uniforme em todo o trabalho. A linha de totalização será separada das demais por um maior espaçamento entre linhas. 9.2.8. Rubrica É o recurso utilizado para englobar dados com várias especificações: a) outros: usado quando o agrupamento tiver sido feito na fase de organização da tabela por conveniência de análise ou apresentação dos dados e cujo valor seja proporcionalmente inferior aos demais dados indicado; b) não declarados ou sem declaração: indicado quando o agrupamento tiver sido feito na fase da apuração dos dados, por falta ou insuficiência de informação dos respondentes, podendo ser substituída por não sabem (omissão de resposta por desconhecimento), ou não quis responder (por recusa do entrevistado);

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c) não especificados: quando o agrupamento não tiver sido previsto na fase da coleta dos dados. 9.2.9. Indicação de intervalos parciais Para evitar ambiguidade na interpretação de distribuições de frequências, os intervalos parciais devem ser apresentados por extenso ou com notação estatística, para a qual utilizam-se os seguintes símbolos: a) b) c)

|– –| |–| |– –| |–|

para inclusão do extremo inferior e exclusão do superior para exclusão do extremo inferior e inclusão do superior para inclusão de ambos os extremos

Exemplos: 10 10 10 20 significa inclusão do 10 e exclusão do 20 20 significa exclusão do 10 inclusão do 20 20 significa inclusão do 10 e do 20

Os intervalos também podem ser registrados por extenso: w a menos de z mais de w a z waz Exemplos: 10 a 14 15 a 19 20 e mais Menos de 15 15 a menos de 30 30 a menos de 45 Até 1/4 Mais de 1/4 a 1/2 Mais de 1/2 a 1 para a inclusão do extremo inferior e exclusão do superior para a exclusão do extremo inferior e inclusão do superior para a inclusão de ambos os extremos

Recomenda-se que as classes inicial e final de uma distribuição de frequência sejam fechadas, evitando-se as expressões do tipo até z, menos de z, w ou mais e mais de w. 9.2.10. Corpo É o conjunto de colunas e linhas situado abaixo do cabeçalho e à direita da coluna indicadora que contém as informações sobre o fato.

símbolos ou palavras. porém sem espaço.Universidade Gama Filho | 71 Os dados devem ser alinhados no canto direito. sempre que. não deverá ficar em branco. É necessário. 9.12. no caso da última coluna eles são alinhados no limite direito. separados da linha imaginária que estabelece o limite da coluna por um espaço correspondente a um caractere. entre parênteses. ainda. Dado numérico As Normas de Apresentação Tabular (1994) estabelecem que o registro dos dados numéricos que representam a quantificação resultante da observação de um fato específico deve obedecer à Resolução do Conselho Nacional de Metrologia. Unidade de medida É inscrita no espaço do cabeçalho ou nas colunas indicadoras. Célula ou casa é o espaço mínimo de uma tabela resultante do cruzamento de uma coluna com uma linha. A apresentação de unidade de medida deve ser feita com símbolos ou palavras entre parênteses. complementarmente ao título. quando uma tabela contiver dados numéricos divididos por uma constante. obedecer à Resolução do Conselho Nacional de Metrologia. . O número de células com dado numérico deve ser superior ao de células com sinal convencional.2.11. segundo os seguintes critérios: a) separação dos números inteiros e decimais em classes de três ordens (algarismos) contados da direita para a esquerda e separadas por um espaço. for necessário indicar a expressão quantitativa ou metrológica dos dados numéricos. Normalização e Qualidade Industrial − Quadro Geral de Unidades de Medida: Exemplos: (m) ou (metro) (%) ou (percentual) (hab/km2) ou (habitantes por quilômetro quadrado) 9. mas apresentar sempre uma notação ou sinal convencional. Normalização e Qualidade Industrial – Quadro Geral de Unidades de Medida. ser precedida por algarismos arábicos. com exceção do registro de ano civil contido em datas e de páginas de livros.2.

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b) uso de vírgula para separar a parte inteira da parte fracionária, em números decimais; c) uso das regras de arredondamento de números (item 9.2.13) e/ou de transformação de unidades de medida para a escrita de números de forma simplificada; d) uso de símbolos ou palavras para o registro de dados monetários, mantendo-se a uniformidade no mesmo documento: Exemplos: 4 015 71 001 836 0,56 973 321,75 R$ 1 ou R$ 1,00 R$ 1 000 ou R$ mil

9.2.13. Arredondamento de dado numérico É um recurso utilizado, quando necessário, para apresentar os dados numéricos numa tabela, com menor quantidade de algarismos, segundo a norma do IBGE, cujo registro segue os seguintes critérios: a) quando o último algarismo a ser abandonado for 1, 2, 3 ou 4, fica inalterado o último algarismo a permanecer; b) quando o primeiro algarismo a ser abandonado for 5, 6, 7, 8 ou 9, aumenta-se de uma unidade o último algarismo a permanecer; c) depois de efetuado o arredondamento dos dados em uma tabela, se houver divergência entre a soma das parcelas arredondadas com o total, deve-se fazer a inclusão de uma nota geral esclarecendo a divergência ou a correção na(s) parcela(s) em que for menor o valor absoluto da razão entre a diferença do arredondamento (dado numérico original menos dado numérico corrigido) e o dado numérico original; d) no caso do cálculo de porcentagens ou proporções pode ocorrer uma soma diferente da unidade (100 ou 1), o que indica a necessidade de acertos nas parcelas maiores para se fechar o total correspondente à unidade, pois é sobre elas que o erro relativo é menor. Exemplos: 13,263 arredondado para inteiro resulta 13

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47,154 18,091

arredondado para número com uma casa decimal resulta 47,2 arredondado para número com duas casas decimais resulta 18,09

9.2.14. Sinal convencional Os sinais convencionais são usados quando se faz necessário substituir um dado numérico numa célula da tabela para não a deixar vazia. Quando usados em tabela, recomenda-se sua especificação em nota, com os respectivos significados. a) - (hífen): para o dado numérico igual a zero não resultante de arredondamento; b) .. (dois pontos): indica que não se aplica dado numérico; c) ... (três pontos): usado para o dado numérico não disponível; d) x (letra x): dado numérico omitido para evitar que se individualize a informação; e) 0 ou 0,0 ou 0,00 (zero): resultado de arredondamento de um dado numérico originalmente positivo; f) -0 ou -0,0 ou -0,00 (zero): resultante de arredondamento de um dado numérico originalmente negativo. 9.2.15. Chamada É o algarismo arábico colocado entre parênteses em qualquer um dos espaços da tabela estatística, sempre que houver necessidade de se remeter algum de seus elementos a uma nota específica. No corpo da tabela, o registro deve ser feito com numeração progressiva, de cima para baixo e da esquerda para a direita; quando se tratar de colocação de chamada no título, cabeçalho e/ou na coluna indicadora, o registro é feito à direita das especificações e à esquerda quando se tratar de célula. 9.2.16. Fonte Consiste na indicação do responsável ou responsáveis (pessoa física ou jurídica) pela veracidade dos dados numéricos apresentados, cujo registro deve atender aos seguintes critérios: a) localização no rodapé da tabela imediatamente após o traço de delimitação inferior, alinhada com as especificações do primeiro nível da coluna indicadora;

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b) registro da palavra Fonte(s) com apenas a inicial maiúscula e separada do nome do órgão ou pessoa responsável por dois pontos e um espaço, sem pontuação final; uso de vírgula para separar os nomes, no caso de mais de um responsável; c) no caso de órgão vinculado a alguma instituição, iniciar o registro pelo nome ou sigla da instituição, seguido do órgão, separados por hífen ou barra; d) indicar a referência completa quando se tratar de dados extraídos de publicações monográficas (livros, revistas, relatórios de pesquisa), revistas ou periódicos, jornais ou outro tipo de documento. 9.2.17. Nota geral É usada sempre que houver necessidade de esclarecer o conteúdo geral da tabela, ou indicar a metodologia adotada na coleta ou na organização e tratamento dos dados, com registro claro e conciso de acordo com os seguintes procedimentos: a) localização logo abaixo da fonte colocada no final da tabela, mesmo quando esta ocupa mais de uma página; b) uso de somente a primeira letra maiúscula para registrar a palavra Nota(s), seguida de dois pontos e com os esclarecimentos necessários redigidos segundo as regras da língua portuguesa, finalizando com ponto; c) alinhamento do texto pela primeira linha, ou seja, sem recuo, tomando como base a letra inicial do mesmo; d) registro de cada esclarecimento em nova linha. 9.2.18. Nota específica É a informação relacionada a uma determinada parte da tabela, quando necessária, e que também requer clareza e concisão do texto com registro de acordo com orientação seguinte: a) localização logo abaixo da(s) nota(s) ou, na inexistência destas, após a(s) fonte(s); b) como nas demais, precedê-la(s) da(s) respectiva(s) chamada(s), obedecendo a ordem de numeração e separando umas das outras por um ponto; c) redação do texto seguindo as regras da língua portuguesa, com alinhamento justificado.

alinhadas às margens laterais ou centralizadas. Localização As tabelas estatísticas devem ser apresentadas de maneira simples e objetiva.1. separadas por um traço horizontal duplo. preferencialmente. Existe uma segunda opção (uso de páginas em espelho) que não é aplicável ao trabalho acadêmico por implicar em impressão no verso da folha. separadas por um traço vertical duplo.1990 Município Turistas Município Turistas Município Turistas Fonte: IBGE 9.2.3. separadas pelo espaço de uma linha. Para isto precisam ser localizadas próximas do trecho em que são evocadas pela primeira vez. 9.3. preferencialmente. as fontes e notas são únicos. aparecendo somente na primeira parte.3. Admite-se redução gráfica da tabela.3.3. repetindo-se apenas o cabeçalho das colunas indicadoras e os indicadores de linha. colocadas lado a lado na mesma página.Universidade Gama Filho | 75 9. as tabelas podem ser colocadas em anexo e. . desde que não haja prejuízo de legibilidade. Somente o cabeçalho é repetido em todas as partes. porém o número. Apresentação de tabela 9. Tabela com excessiva altura A tabela que ultrapassa a dimensão de uma página em número de linhas e tem poucas colunas é apresentada em duas ou mais partes. página única contendo todas as informações necessárias à completa compreensão do conteúdo no sentido de dispensar consulta ao texto. quando pequenas. o título. Tabela 1 . ocupando cada uma.Turistas estrangeiros nos principais municípios do Brasil . Quando em grande número. Tabela com excessiva largura As tabelas com muitas colunas e poucas linhas podem ser divididas em duas ou mais partes colocadas na mesma página.

notas e chamadas. elas precisam integrar o texto o mais próximo possível da parte em que são evocadas. Dissertação e Tese | 76 Tabela 2 . c) as fontes. para cumprirem este objetivo. é indispensável que: a) o número.4. . 9.4. devem ser apresentadas apenas na última página. escritos com letras minúsculas e colocados acima do cabeçalho e alinhados externamente ao limite direito. quando houver. explicar e simplificar o entendimento de um texto mas. Aspectos gerais da representação gráfica As ilustrações servem para elucidar. conclusão para a última e continuação para as de posição intermediária. o título e o cabeçalho sejam colocados em todas as páginas resultantes da divisão. por série. Tabela com excessiva altura e largura No caso de a tabela ultrapassar as dimensões da página em função do número de linhas e colunas e o problema não for solucionado com a sua redução dentro dos limites de legibilidade. no Município do Rio de Janeiro − 2000 Município Número de alunos matriculados por série 1ª 2ª 3ª 4ª 5ª Município Número de alunos matriculados por série 6ª 7ª 8ª Total Fonte: IBGE 9. d) o traço horizontal da moldura que separa a tabela do rodapé deve ser colocado apenas na última parte.3.Número de alunos matriculados.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. Monografia. a exemplo do preconizado para as tabelas. b) cada página seja identificada com um dos termos: continua para a primeira.

6. indicar formas de identificá-las no texto acadêmico. e da fonte. Considerando o âmbito de abrangência de aplicação do conteúdo abordado neste documento. a variação do fenômeno e no das ordenadas os valores que lhe são relacionados. precedida da palavra designativa. enquanto formas ilustradas de apresentação de dados tabulares. Para que isto aconteça são características indispensáveis aos gráficos: objetividade para permitir a captação do sentido geral do fenômeno. No eixo das abscissas representa-se. organogramas. com posição normal. grifo pessoal). Os gráficos estatísticos. por exemplo. clareza no sentido de proporcionar a interpretação correta dos valores apresentados. Como o IBGE não normatiza a elaboração de gráficos estatísticos recorreu-se a publicações ilustradas do próprio órgão e à literatura pertinente para esta sistematização. fotografias. a partir do qual ele constrói uma escala em duas direções (positiva e negativa) a qual cresce da esquerda para a direita e de baixo para cima. mesmo nos casos em que a escala de valores não está completa. p. para anos ou meses. sem desvio da atenção do leitor por excesso de detalhes. em algarismos arábicos. formado pelo cruzamento de duas retas perpendiculares: eixo das abscissas ou x (linha horizontal) com o eixo das ordenadas ou y (linha vertical) cuja interseção corresponde ao ponto de origem. 2005. mapas. seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto. têm como objetivo proporcionar a interpretação correta dos valores anteriormente sintetizados. No processo de confecção dos gráficos o pesquisador utiliza o sistema cartesiano. principalmente. em qualquer dos eixos: . plantas. (NBR 14724. optou-se por apresentar os gráficos estatísticos de uso mais frequente e. gráficos. não se aplicando aos casos em que se apresentam datas. As unidades usadas nessas escalas devem ser declaradas no final da respectiva linha de referência (eixo). Nesta norma optou-se por identificar todo tipo de ilustração (número e título) na parte superior mantendo-se coerência com o critério usado para as tabelas. A origem (0. e veracidade que decorre do registro fidedigno dos resultados da investigação.Universidade Gama Filho | 77 Qualquer que seja seu tipo (desenhos. do respectivo título e/ou legenda explicativa de forma breve e clara. A designação numérica deve ser colocada no lado externo dos dois eixos. em relação às demais ilustrações. Este fato deve ser evidenciado por um corte indicado por um dos sinais convencionais a seguir. quadros. retratos e outros) sua identificação aparece na parte inferior. fluxogramas. esquemas. salvo casos óbvios como. dispensando consulta ao texto.0) é sempre explicitada no gráfico. quando é opcional.

geralmente usa-se somente o primeiro quadrante que é limitado pelos dois semi-eixos positivos os quais. Para diferenciar mais de uma série estatística em um único gráfico geralmente utiliza-se a variação de cores.2 . mesmo que seja necessário fazer nova configuração. Recomenda-se. como no caso das tabelas.1 . que esta proporção seja mantida. Dissertação e Tese | 78 Na apresentação de gráficos estatísticos. hachuras ou desenhos com legendas explicativas dos respectivos significados colocadas à direita ou abaixo do gráfico. Um número excessivo de coordenadas dificulta a leitura do gráfico. o que equivale a dizer: altura : largura :: 0.Título Gráfico 2. o título separado por hífen colocado entre espaços correspondentes a um caractere. sendo. na mesma linha. CAMPOS. neste caso. A numeração pode seguir uma sequência única para todo o volume ou ser feita por capítulo e.Título Gráfico 2 .Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. 1981).618 : 1 (AZEVEDO. deve ser sempre precedido da palavra Gráfico (escrita com a letra inicial maiúscula).Título . formam uma cercadura retangular cuja proporção mantém altura da ordenada (y) em torno de 2/3 da largura da abscissa (x). O número. Gráfico 1 . então indicado o uso daquelas que forem indispensáveis para a compreensão do fenômeno representado. também no caso da utilização de softwares. Sempre que um trabalho científico apresentar dois ou mais gráficos eles serão numerados para permitir a sua identificação e localização no texto. o número do gráfico é precedido do número do capítulo separado deste por um ponto. seguindo-se. determinado de acordo com a ordem em que eles aparecem no texto. quando fechados. É de fundamental importância o uso da proporção correta na elaboração do gráfico para evitar distorção dos resultados. Monografia. ainda. o que corresponde à medida de um retângulo harmonioso no qual a altura é o segmento áureo da base.Título Gráfico 2.

2. em escala reduzida.18 deste documento.1. Tipos de gráficos estatísticos Destacam-se. 9. 2009). no caso de serem muito extensas. As colunas/barras são separadas da cercadura do gráfico.5. As inscrições que identificam as colunas são colocadas abaixo de cada uma delas. topográficos ou divisões político-administrativas. os gráficos em: colunas e barras. assim. sem . gráficos 1 e 2. semelhante ao anterior. construção. por meio de retângulos dispostos verticalmente (colunas) ou horizontalmente (barras). quando dizem respeito a um só fenômeno. no uso acadêmico.2. e entre si. além do tipo pirâmide etária e o cartograma. em superfície plana e em escala reduzida. nas séries geográficas e categóricas os dados são colocados em ordem decrescente das grandezas. instalação elétrica. Existem outros tipos de ilustração que podem ser categorizadas da seguinte forma: a) quadro: tipo de figura utilizada para apresentação esquemática de informações textuais ou numéricas cuja estrutura básica é constituída de linhas e colunas fechadas lateralmente. d) figura: denominação genérica da representação gráfica de imagens que inclui desenho. b) mapa: representação. gravura.Universidade Gama Filho | 79 Os componentes necessários para a representação dos gráficos são os mesmos usados para as tabelas devendo seguir. a mesma orientação indicada nos tópicos 9.17 e 9.2.3. Estes gráficos podem ser de três tipos: simples.2. em curvas ou linhas e em setores. a projeção horizontal de uma cidade. fotografia.2. a) colunas e barras: visam comparar grandezas. na posição normal de leitura e. e justapostas ou múltiplas. 9. 9. conforme os exemplos apresentados no anexo A. por espaços iguais que não deverão ser menores que a metade e nem maiores que dois 2/3 da largura/altura dos retângulos. de aspectos geográficos. cujas indicações de uso estão relacionadas em quadro sinótico inserido em sequência a esta classificação. dados relacionados a tempo são apresentados em ordem cronológica. que a identificação das barras seja registrada à esquerda das mesmas. portanto. compostas representando um fenômeno decomposto em parcelas.2.16. 9.2. 9. c) planta: desenhos que representa. respectivamente (CRESPO. aconselha-se a rotação do gráfico permitindo.

não permitindo. Pode ser composto apenas de segmentos de reta formando uma poligonal. continua-se de modo decrescente e no sentido horário (anexo A. gráfico em curvas (anexo A. para construí-lo. gráfico 3). gráfico 4). e) polígono de frequência: as frequências são marcadas nos pontos centrais de cada classe (ponto médio) que unidos por uma linha curva permite ao leitor obter uma visão global do fenômeno para análise. as idades e o sexo (IPARDES. f) pirâmide etária: específico dos estudos demográficos em que os retângulos são dispostos de maneira oposta entre si. as áreas são respectivamente proporcionais aos dados da série e obtidas por meio de uma regra de três simples e direta. permitindo acompanhar a evolução do fenômeno estudado. denominando-se. b) linhas: admite observações feitas a pequenos intervalos de tempo. o total é representado pela área do círculo (360º). podendo ainda comparar diferentes distribuições de frequência. que pode ser suavizada em seus ângulos. Dissertação e Tese | 80 contudo.usualmente inicia-se o ponto de origem da marcação dos setores no ponto correspondente às 12h do relógio (ou norte da bússola) e. Monografia. comparar os totais.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. c) gráfico em setores: usado quando se deseja ressaltar a relação entre uma parte ou dado e o conjunto. mas tantas quantas forem estas parcelas. basta colocar no eixo das abscissas os períodos e no das ordenadas os respectivos valores e corresponder um ponto para cada par de valores da série. quando representa mais de uma série (aconselha-se quatro no máximo) no mesmo gráfico a legenda será obrigatória. que fica dividido em tantos setores quantas forem as partes em que se divide o todo (no máximo de 7 setores). integrar uma única coluna/barra. então. representando no eixo horizontal o número (absoluto ou proporcional) de pessoas e no eixo vertical. com facilidade. Nestes dois últimos tipos é indispensável colocar legendas explicativas referentes às parcelas. sempre que possível. . d) histograma: formado por um conjunto de retângulos justapostos onde a base colocada no eixo das abscissas corresponde aos intervalos de classe com altura proporcional às frequências observadas em cada uma das classes. a área ocupada é proporcional à soma das frequências. 2002a).

Geografia. Arquitetura. Quadro 1 . coluna. coluna.Universidade Gama Filho | 81 g) cartograma: exclusivo das séries geográficas e utiliza-se de mapas como base e têm por objetivo apresentar dados estatísticos diretamente relacionadas com áreas políticas ou geográficas (CRESPO. Quanto à sua elaboração. . polígono de frequência A normatização proposta neste capítulo visa contribuir para a unidade na apresentação de tabelas e ilustrações nos trabalhos acadêmicos da UGF. setor Cartograma.Correspondência: tipos de gráfico e séries estatísticas Série Cronológica Categórica Geográfica Distribuição de frequência Gráficos mais indicados Curva. recomendase que sejam consultadas as respectivas áreas específicas: Estatística. coluna Barra. Os gráficos: histograma. polígono de frequência e pirâmide etária não estão disponíveis no Excel. 2009). setor. pirâmide etária Histograma. de acordo com as necessidades.

Isto aumentou a sua responsabilidade. em todos os cursos. A solicitação de uma nova edição revisada com ampliação do conteúdo provocou tensão nas autoras pelo receio de não conseguirem atender às expectativas dos gestores e usuários do material. . CONCLUSÃO O interesse despertado nos alunos em geral e em professores que têm a tarefa de orientar a elaboração de projetos e de trabalhos de conclusão de curso indicam que a Universidade acertou quando aprovou o trabalho publicado em 2005 e oficializou a sua aplicação como norma para este tipo de produção acadêmica. mas as deixou felizes.10.

Informação e documentação – Artigo em publicação periódica científica impressa – Apresentação. Rio de Janeiro. ______. 2003. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. Informação e documentação – Relatório técnico e/ou científico – apresentação. Rio de Janeiro. . 2006. CAMPOS. 4. rev. 2002. Rio de Janeiro. Informação e documentação: trabalhos acadêmicos – apresentação. BRAZIELLAS. Paulo Henrique Borges de. NBR 6027. Informação e documentação: Sumário – apresentação.REFERÊNCIAS ANDRADE. 2009. NBR 6028. AZEVEDO. Aidil Jesus Paes de. NBR 10520. Departamento de Educação. Amilcar Gomes de. ______. Informação e documentação: referências – elaboração. 19. ed. Antônio Arnot. ______. NBR 10719. ______. ed. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. CRESPO. 2003. NBR 6023. 2002. Rio de Janeiro. ______. ed. Rio de Janeiro. Universidade Gama Filho. 2003. 2000. Texto para uso didático. Rio de Janeiro. Estatística fácil. Rio de Janeiro. São Paulo: Makron Books. 2009. Maria Margarida de. 3. Maria de Lourdes Motta. ______. 2. Neide Aparecida de Souza. 2005. Estatística básica: cursos de ciências humanas e educação. Rio de Janeiro. BARROS. Introdução à metodologia da pesquisa. 7. Informação e documentação: Resumo – apresentação. Informação e documentação: apresentação de citações em documentos. LEHFELD. NBR 6022. São Paulo: Saraiva. São Paulo: Atlas. ed. Fundamentos de metodologia científica: um guia para a iniciação científica. 1998. 1981. Instruções para elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos na universidade. NBR 14724.

2002a. 4. GIL. Maria de Andrade. São Paulo: Saraiva. 4. São Paulo: Atlas. Odília. ______. Angelo Domingos. MÁTTAR NETO. da UFPR. Elaboração e divulgação do trabalho científico. ed. 2002. LAKATOS. LAKATOS. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e prática da pesquisa. INSTITUTO PARANAENSE DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL. Dissertação e Tese | 84 FACHIN. Fundamentos de metodologia. 23. FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. São Paulo: Atlas. Como elaborar projetos de pesquisa. Curitiba: Ed. KÖCHE. 4. São Paulo: Saraiva. José Carlos. 1994. 4. 3. 2000. Metodologia científica na era da Informática. Monografia. 2004. 2002. 3. da UFPR. ed. SALVADOR. MARCANTONIO. 1981.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. Centro de Documentação e Informações. Antonio Carlos. (Normas para a apresentação de documentos científicos. 2002. 2001. Gráficos. Rio de Janeiro. Eva Maria. ed. 2004. 2001. Tabelas. 2002b. ed. Porto Alegre: Sulinas. Gilberto de Andrade. ed. Normas de apresentação tabular. ver. São Paulo: Atlas. João Bosco. (Normas para a apresentação de documentos científicos. Petrópolis: Vozes. 10). Estudo de caso: uma estratégia de pesquisa. MARTINS. ed. MARCONI. 2. São Paulo: Atlas. Fundamentos de metodologia científica. ed. e ampl. ed. 1997. Anuário estatístico do Brasil. São Paulo: Atlas. ed. Técnicas de pesquisa. 7. Antonia Terezinha. Curitiba: Ed. 8. ______. . Eva Maria. ed. 2008. 9). Redação científica. MARCONI. Marina de Andrade. Métodos e técnicas de pesquisa bibliográfica: elaboração de trabalhos científicos. João Augusto. São Paulo: Atlas. Rio de Janeiro. MEDEIROS.

1993. São Paulo: Cortez. 2003. 2008. Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 2. Geraldo Luciano. Reitoria. OVALLE. ed. SEVERINO. UNIVERSIDADE GAMA FILHO. Ivo Izidoro. de 22 de setembro de 2009. 748. Estudo de caso: planejamento e métodos. 4. 3. TOLEDO. e ampl. São Paulo: Atlas. 2005. 19. Elementos de Estatística. Porto Alegre: Bookman. ______. Metodologia científica: a construção do conhecimento. ed. Rodolfo. ed. Resolução n. Antonio dos. VIEIRA. HOFFMANN. rev. Robert K. Sonia. 2002. 22. Rio de Janeiro: DP&A. ed.Universidade Gama Filho | 85 SANTOS. YIN. 5. 2002. São Paulo: Cortez. ______. . ed. Estatística básica. ed. São Paulo: Atlas.

CAPA PARA A GRADUAÇÃO UNIVERSIDADE GAMA FILHO PRÓ-REITORIA DE________________________________ CURSO DE________________________________ TITULO DO TRABALHO subtítulo do trabalho (se houver) AUTOR Cidade Ano .Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. Dissertação e Tese | 86 APÊNDICE A1 . Monografia.

CAPA PARA A PÓS-GRADUAÇÃO UNIVERSIDADE GAMA FILHO CENTRAL DE CURSOS DE EXTENSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU CURSO DE _____________________________________ TITULO DO TRABALHO subtítulo (se houver) AUTOR Cidade Ano .Universidade Gama Filho | 87 APÊNDICE A2 .

Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. Monografia. Professor orientador (Nome do professor orientador) Cidade Ano . Dissertação e Tese | 88 APÊNDICE B1 .FOLHA DE ROSTO DA GRADUAÇÃO AUTOR TÍTULO DO TRABALHO subtítulo (se houver) Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Coordenação Pedagógica do Curso de ______________________________________ como requisito parcial para a obtenção do grau de____________________________________.

Professor orientador (Titulação e Nome do professor orientador) Cidade Ano .FOLHA DE ROSTO PARA A PÓS-GRADUAÇÃO AUTOR TÍTULO DO TRABALHO subtítulo (se houver) Monografia apresentada à Central de Cursos de Extensão e Pós-Graduação Lato Sensu como requisito parcial para conclusão do Curso de Especialização em ______________________________.Universidade Gama Filho | 89 APÊNDICE B2 .

por extenso) Título do trabalho subtítulo (se houver) separado do título por dois pontos. Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Coordenação Pedagógica do Curso de ____________________________.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. Dissertação e Tese | 90 APÊNDICE C1 . da Universidade Gama Filho como requisito parcial para a obtenção do grau de (titulação correspondente ao curso concluído). Monografia. AVALIAÇÃO NOTA FINAL: ______ AVALIADO POR (Nome completo.FOLHA DE APROVAÇÃO DA GRADUAÇÃO Aluno: (nome completo. por extenso) (Assinatura) Rio de Janeiro. por extenso) (Assinatura) (Nome completo. por extenso) (Assinatura) (Nome completo. _____ de ______________ de 20__ .

_____ de ______________ de 20___ Titulação e Nome completo do coordenador do Curso .Universidade Gama Filho | 91 APÊNDICE C2 . por extenso) (Título do trabalho negritado: subtítulo (se houver) sem negrito e com a letra inicial minúscula). Monografia apresentada à Central de Cursos de Extensão e Pós-Graduação Lato Sensu da Universidade Gama Filho como requisito parcial para a conclusão do Curso de PósGraduação em (identificação do nome do curso). NOTA FINAL: ______ AVALIADO POR (Titulação e Nome completo. FORMA Grau: ______ 3. por extenso) (Assinatura) (Assinatura) (Cidade). CONTEÚDO Grau: ______ 2. por extenso) (Titulação e Nome completo.FOLHA DE APROVAÇÃO DA PÓS-GRADUAÇÃO Aluno: (nome completo. AVALIAÇÃO 1.

. Esta ficha catalográfica é elaborada pela Biblioteca Central da UGF. O aluno deverá entrar em contato com a Secretaria da Biblioteca com bastante antecedência e preencher um formulário com as informações necessárias para a confecção da mesma.FICHA CATALOGRÁFICA (graduação e pós-graduação) FICHA CATALOGRÁFICA (Catalogado na fonte pela Biblioteca Central da Universidade Gama Filho). Monografia. No caso do artigo não será feita a ficha catalográfica. É indispensável esclarecer qual o tipo de trabalho.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. Esta ficha deverá ser impressa no verso da folha de rosto do trabalho. Dissertação e Tese | 92 APÊNDICE D .

O texto deve ser digitado com espaço 1.5cm apenas no parágrafo inicial. as palavras-chave são registradas após o texto do resumo.Universidade Gama Filho | 93 APÊNDICE E . Palavras-chave ou descritores: no caso do artigo. os principais resultados. com extensão de 150 a 250 palavras. A seguir deve-se ressaltar o(s) objetivo(s). o tipo de pesquisa. com recuo de 1. . e as conclusões.RESUMO (graduação e pós-graduação) RESUMO É elemento de presença obrigatória cujo texto constitui-se de uma sequência de frases objetivas e concisas.5cm entre linhas. levando em conta os objetivos. Quando se tratar de artigo para publicação em revista ou periódico recomenda-se o espaço simples e a extensão do texto de 100 a 150 palavras. diferentemente dos demais trabalhos de conclusão de curso. preferencialmente articuladas. A primeira frase do resumo deve ser significativa explicando o tema do trabalho e a(s) justificativas(s).

Dissertação e Tese | 94 APÊNDICE F . Monografia.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso.ESPELHO PARA CONFIGURAÇÃO DE PÁGINA Folhas de texto Folhas de título 6 pt antes .

ipsis litteris = pelas mesmas letras. in = em. etc. (et coetera) = e as demais coisas (para evitar longa numeração).EXPRESSÕES LATINAS EM TEXTOS CIENTÍFICOS apud = extraído de.g. (confer) = confiro . reportar-se a. (sequentia) = seguinte. literalmente. (id est) = isto. citado por. c.. loco citato (loc cit) = no lugar citado. e. ipsis verbis = pelas mesmas palavras. usa-se para citações extraídas de obras coletivas.) = aí mesmo. usado para evitar repetições. passim = aqui e ali.. op cit (opus citatum) = na obra citada. idem (id. et al (et alii) = e outros. mesma obra em notas de rodapé consecutivas. em notas de rodapé consecutivas. que se segue. post = compare depois. na mesma obra. mesmo autor. pelo contrário. obra diferente. ibidem (ibid. s. expressão usada depois de um nome para indicar que outras pessoas também estão incluídas. indica referência genérica a várias passagens do texto.Universidade Gama Filho | 95 APÊNDICE G . cf. textualmente. lato sensu = no sentido lato. o mesmo autor. cf.(sine die) = sem determinado dia.d. sem que a data seja fixada. (exempligrativa) = por exemplo. comparar. mesmo autor. i. (exempli gratia) = por exemplo. amplo. ação de remeter a um ponto dado.g. cf. e. ctr (contrarie) = contrário. ante = compare acima. et seq. .) = a mesma coisa.conferir.

. o estado em que se achava certa questão. Monografia. algo indispensável. sem o editor.(sine nomine) = sem nome. Dissertação e Tese | 96 s. sui generis = peculiar. indica condição ou fato sem o qual não será realizada determinada coisa ou fato. statu quo = a condição existente.(sine loco) = sem local.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. stricto sensu = no sentido restrito. sem o nome da cidade.n. sine qua non = sem o(a) qual não. s.l.

p. p. 2009. . 42).EXEMPLOS DE GRÁFICOS (CRESPO.Universidade Gama Filho | 97 ANEXO A . (CRESPO. 2009. 42).

44). Monografia. Fonte: IBGE (CRESPO. 2009. p. p.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. 40). 2009. . Dissertação e Tese | 98 (CRESPO.

Universidade Gama Filho | 99 ANEXO B . 43). .TABELA MODELO (IPARDES. 2002b. p.

Registre-se. no uso das atribuições estatutárias e tendo em vista o que deliberou o Colendo Conselho de Ensino e Pesquisa. Adéqua as regras gerais para o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) à Política de Pesquisa. realizada em 22 de setembro de 2009. Profª Maria José Mesquita Cavalleiro de Macedo Wehling Reitora . após apreciar o Processo n° 041380. de 22 de setembro de 2009.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso.RESOLUÇÃO Nº 748 DE 22 DE SETEMBRO DE 2009 CONSELHO DE ENSINO E PESQUISA Resolução nº 748. Dissertação e Tese | 100 ANEXO C . 1º | Aprova a adequação das regras gerais para o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) à Política de Pesquisa. Campus Gonzaga da Gama Filho. Art. 22 de setembro de 2009. de 17 de setembro de 2009. que passam a vigorar na forma anexa à presente Resolução. Publique-se. Monografia. A REITORA DA UNIVERSIDADE GAMA FILHO. Cumpra-se. revogadas as disposições contidas na Resolução do Conselho de Ensino e Pesquisa nº 716 de 14/04/2009. faz promulgar a seguinte Resolução: Art. originário da Reitoria. 2º | A presente Resolução entrará em vigor na data de sua assinatura. em sua 102ª (Centésima Segunda) Sessão Ordinária.

3º | O TCC deve ser abrangido por uma das áreas de estudos ou linhas de pesquisa institucionalmente credenciadas pela Universidade e deve ser representado na estrutura curricular como componente curricular obrigatório. subordinando-se à Política de Pesquisa da UGF por meio de sua vinculação a áreas de estudos ou linhas de pesquisa devidamente institucionalizadas. 2º | A critério do Regulamento de cada curso. o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) poderá ser aceito sob a forma de artigo. 1º | O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é componente curricular obrigatório à formação do estudante. NORMAS GERAIS PARA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) Art. o Curso de Medicina e os Cursos Superiores de Tecnologia. por meio do qual o concluinte de curso apresenta conhecimentos atualizados sobre determinado tema dentro de sua área de formação ou sinaliza a possibilidade da aplicação dos conhecimentos dessa área na intervenção em situações concretas.Universidade Gama Filho | 101 CONSELHO DE ENSINO E PESQUISA Anexo à Resolução nº 748. de 22 de setembro de 2009. monografia ou estudo de caso com apresentação de relatório. . Art. Qualquer que seja a forma de apresentação do TCC. que serão incorporados aos PPCs. § 2º São isentos da obrigatoriedade da elaboração de TCC. Cada curso fixará. com o Regulamento do curso e com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). projeto. Parágrafo Único. Art. § 1º Os Cursos de Graduação da UGF pautar-se-ão por estas Normas Gerais para a elaboração de seus Regulamentos específicos. enquanto não houver determinação em contrário das Diretrizes Nacionais Curriculares. em seu Regulamento: a) as condições mínimas indispensáveis para que o estudante possa inscrever-se em Trabalho de Conclusão de Curso. Parágrafo Único. esta deverá estar de acordo com as presentes Normas Gerais.

pertencente ao quadro de docentes em Regime de Tempo Integral (RTI) ou em Regime de Tempo Parcial (RTP) do Curso ao qual pertence o estudante. ficando o referido Termo arquivado no Curso. por escrito e formalmente. incluindo a existência de banca avaliadora e sua composição ou de leitor crítico. em todas as suas fases. Art. Publique-se. Cumpra-se. ficando vedada a orientação ou coorientação por docente de outra instituição. o projeto e a defesa ou apresentação do referido projeto. c) a definição das etapas de desenvolvimento do TCC e os prazos para a entrega do trabalho. Monografia. Registre-se. É obrigatória a assinatura do Termo de Aceite e Compromisso de Orientação pelo docente orientador. que deverá ser anexado ao Regulamento do TCC do curso. todas as etapas do TCC. contendo todas as orientações aos alunos quanto a prazos. Dissertação e Tese | 102 b) os critérios para a indicação do orientador. integrando a documentação do estudante. Art. Art. sob a orientação do professor orientador. formatos e demais exigências estabelecidas para a elaboração do TCC. Campus Gonzaga da Gama Filho. Profª Maria José Mesquita Cavalleiro de Macedo Wehling Reitora . 8º | As Normas aprovadas no presente documento entrarão em vigor na data de sua assinatura. d) as formas de apresentação e os critérios de avaliação. 5º | Compete ao professor orientador chancelar. Parágrafo Único. 7º | Os casos omissos serão apreciados pela Pró-Reitoria à qual estejam relacionadas às áreas de estudos ou linhas de pesquisa. 22 de setembro de 2009. revogando-se as disposições em contrário.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. procedimentos. 4º | O TCC deverá ser elaborado. 6º | Compete ao Núcleo Docente Estruturante (NDE) de cada Curso a elaboração de um manual. Art. a saber: o pré-projeto. Art.

Rua Manuel Vitorino.ugf. 2º andar. RJ Telefone: 21 2599 7187 – Fax: 21 2599 7242 E-mail: editora@ugf.br . sala 202 20740-280 Piedade.br www. 553. prédio GD. Rio de Janeiro.

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