Universidade Gama Filho

Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso, Monografia, Dissertação e Tese

Maria de Lourdes Motta Braziellas Nelza Maria Moutinho Ançã

© Editora Gama Filho

(Catalogado na fonte pela Biblioteca Central da Universidade Gama Filho) Braziellas, Maria de Lourdes Motta Normas para apresentação de trabalho de conclusão de curso, monografia, dissertação e tese / Maria de Lourdes Motta Braziellas e Nelza Maria Moutinho Ançã – 3. ed. rev. Rio de Janeiro: Editora Gama Filho, 2010. 103p. : il. gráf. ISBN 978-85-7444-078-1 Disponível em versão online. Modo de acesso: http://www.ugf.br Inclui bibliografia. 1. Pesquisa científica – Metodologia. 2. Monografias – Redação. 3. Metodologia científica. 4. Trabalhos Científicos – Redação. I. Ançã, Nelza Maria Moutinho. II. Título. CDD – 001.42

EDITOR Dante Gastaldoni CAPA E DIAGRAMAÇÃO André Luiz Santos

CHANCELER Paulo Cesar Prado Ferreira da Gama REITORA Maria José Mesquita Cavalleiro de Macedo Wehling PRÓ-REITOR DE HUMANIDADES E CIÊNCIAS SOCIAIS Arno Wehling PRÓ-REITOR DE SAÚDE Gilberto Chaves PRÓ-REITOR DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA Paulo César Dahia Ducos PRÓ-REITOR DE ADMINISTRAÇÃO E DESENVOLVIMENTO Sergio Norbert .

pela confiança em nós depositada e pelo reconhecimento da qualidade desta produção acadêmica.À Universidade Gama Filho. ora apresentada como parâmetro para toda a Universidade. . representada por diversas instâncias acadêmicas. na pessoa de seus gestores. com os quais tivemos o privilégio de trabalhar direta ou indiretamente.

estilo e tamanho) Figura 4 − Fonte (espaçamento de caracteres) Figura 5 − Parágrafo (recuos e afastamento) Figura 6 − Quebra (página e seção) Figura 7 − Numeração de página (posição e alinhamento) Figura 8 − Formatação do número de página Quadro 1 − Correspondência: tipos de gráficos e séries estatísticas 36 36 37 38 39 40 40 41 81 .LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 − Configuração de página (margens) Figura 2 − Configuração de página (tamanho do papel) Figura 3 − Fonte (tipo.

........3.......................3...................................... 24 4...... Conclusão ..5............................ JUSTIFICATIVA ............ 10 2.. Artigo ........................................ Partes pós-textuais ...............2...............................................................3...........................................................2..... 13 4.... 31 5.........................1..2........................................ Planejamento . 33 6........................... 31 5........2.............................................................1.................................................................. 38 .......................................................................................... 20 4............................1.........2........... Estrutura do artigo ......5................. Configuração de página ..................4..3...........................................................2............................... 18 4..........3....................................................... 23 4.....................................................................................................1............2....3..................................... Etapas do processo de elaboração do TCC ....3............ Análise dos dados .......2.................. Partes textuais ......... 31 5...............4..............................................................................SUMÁRIO 1..... 14 4..................................................3...................................... Coleta de dados ...2.................................................... MODALIDADES DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO NA UGF .................. 32 6.................................................................................. 18 4.....1................................................................................ Orientação para formatação do documento ............... APRESENTAÇÃO .......... 21 4............................................................................. 35 6..................... 21 4.......................................... Estudo de caso ...... Projeto .............. TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO SEGUNDO A NBR 14724:2005 ........ Concepções e características .6................................... 25 5.................................1............... Monografia ..2....... Elementos pré-textuais ........... 33 6..... Concepção e características ... ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICOS ...................... Introdução ............................................................................................................................................................ 18 4.......2........................................................................................... 12 3....3....... Tópicos do desenvolvimento ....... Estrutura do relatório ..................... Padrões para digitação de trabalhos acadêmicos ............................................................................................................................................ 22 4...................2................ 25 4...2.......... 28 5...........3...........................2.......... 35 6.... 36 6......... 23 4..... Redação do relatório .......................................... Apresentação gráfica.................3.............................1........... PADRONIZAÇÃO GRÁFICA ............... 23 4..................................................................................2........................... Formatação de parágrafo ....................... Formatação da fonte ..........................2............... 14 4.............3.......... 28 5................................................................. 30 5......................

..............16....... 54 7...........................2................. título e edição ................2........ 56 7............................8..4.............................................2....13..................... Patente ......... boletim.....................14...............................................................2........... 51 7.1.. 43 7.... legislação .......................... 53 7................. 55 7........................................... Imagem em movimento ..2.4. 50 7............................. boletim............................................. Documentos referenciáveis ............ Artigo ou matéria de revista......................................... Documento tridimensional ................................................... consulta a documento jurídico em meio eletrônico ........ autoria ...........................5......................2..........................2. Documento sonoro ............................. 47 7..5. periódico ........................................................... local ...2... Conceito .4................2. data .. 42 6...........................1.....................2................................. Matéria de jornal ............2................................................................................. 55 7...........2...4.......1...........3........................................10... NORMAS PARA A REFERENCIAÇÃO DAS FONTES CONSULTADAS .......5........11.........2...... jurisprudência ....................................................2..................... Figuras de realce ......................... 45 7...............2............ Livros usados como um todo ......... 45 7........................... Inserção de quebra de seção .....11.................................... 52 7....................................................12..............2. Artigos de revista........................................3.... Elementos essenciais da referência .................... Numeração de página ...... Obras de referência (dicionário.........2.... 54 7........................... dissertações e outros trabalhos acadêmicos ................ 47 7......1.............2... 52 7....2.................................. 46 7................................................ 53 7... 52 7............................................................................ 41 6....6..............................................1.....1............3........3....... Sistematização das seções estruturais do trabalho acadêmico ........15... 55 7.............................................2.....2...................... 39 6................................................... Equações e fórmulas ......................................... jornal em meio eletrônico .........11......2...2........................................ 46 7.................6.........2..4.... Teses... 45 7.......................... consulta a publicação comercial de documento jurídico ........................... Livros usados em parte ou capítulo destacado ...................................6.11....11..7................. 54 7....1...... 46 7.....2... Documento cartográfico ......... 45 7.....2.....................2..............................................1......9............................ Documento jurídico ...........................2........................17..... Evento científico como um todo .................... 49 7..... 47 7...........................5.. 56 ...........................2........................ Partitura ...............................................2................ enciclopédia) ..................................... doutrina ...... Referenciação de materiais de uso mais frequente ............ 54 7..........................................................2.... 45 7....1....................................................................... Trabalho apresentado em evento científico .......1......................................... 51 7...................2.......... editora ............11....1............... 56 7........................................ 53 7.............................................1..............2.......... Documento iconográfico ........................................... 40 6....................2......................................2.. 49 7......

.19... Elaboração geral da tabela ........................................................11................ Moldura ....................................................... Chamada ......3....6.. 71 9...................................................... Nota geral ............... Cabeçalho .2............................................................... REDAÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS . Localização .............................. 75 9.......17........................................... 65 9.................12........ 68 9............ Tabela com excessiva largura .........1........... 76 9.............................................................. 66 9............................................3.................... Fonte .......................................... 59 8......................................................................................2.................. 68 9.......2....3................................4.................7.......................................... 75 9........7.................. Apresentação de tempo . 76 9. 65 9...........................................................4...............2............................................................2..............................18.............. APRESENTAÇÃO DE TABELAS E ILUSTRAÇÕES ..................................... 70 9..............................................14..... 70 9....... Características da linguagem .........................................................................................................2......................... 60 9....... 74 9.....................1..3...........5.............. Título ......................................18.......................... Concepções ................ 71 9......10....... 69 9..............................2..................................................................2...............................9......................... Materiais não previstos na NBR 6023:2002 .............. CONCLUSÃO ........................... 75 9....................2........... Indicação de intervalos parciais .................. 68 9..................................................................................................... 75 9............ 69 9................................................. 82 ...............2.3.....2...............................2..... 73 9.......................2............ Tabela com excessiva altura e largura ................................................5..........................2.................................. Rubrica ...............................................2......15........................................................................... 67 9....................... Sinal convencional ............................... 73 9.............................. Unidade de medida .....1........3..............2.......................................................8....................................................................... Autoria repetida ...............2...................... Tabela com excessiva altura ..... Arredondamento de dado numérico ...3....................................... Tipos de gráficos estatísticos ..................................................................................................................................................... 57 7................. 79 10......4.................................... 72 9................................................................16....... 65 9.......... 73 9.....2.............................. Apresentação de tabela .............. 57 8...............................1....................................2..............................................13..........................2............. 59 8...............2...................2................ Dado numérico ................................... Uso de citações e notas de rodapé ..2................................. Corpo ........................... Nota específica .................. Coluna indicadora ..........................................2.. Número ...... 65 9........................ Aspectos gerais da representação gráfica .... Totalização ............ 74 9........................

.........................................................FICHA CATALOGRÁFICA (graduação e pós-graduação) ..... 89 APÊNDICE C¹ .... 100 ...................................... 95 ANEXO A ........................FOLHA DE ROSTO DA GRADUAÇÃO .............. 88 APÊNDICE B² ..........................FOLHA DE APROVAÇÃO DA PÓS-GRADUAÇÃO .....CAPA PARA A PÓS-GRADUAÇÃO .................CAPA PARA A GRADUAÇÃO .......... 92 APÊNDICE E ...................................EXEMPLOS DE GRÁFICOS ................... 86 APÊNDICE A² .....................................RESUMO (graduação e pós-graduação) .................... 99 ANEXO C .......................... 90 APÊNDICE C² ....................FOLHA DE ROSTO PARA A PÓS-GRADUAÇÃO ...............................................TABELA MODELO ........REFERÊNCIAS ..........................................................................ESPELHO PARA CONFIGURAÇÃO DE PÁGINA ...... 83 APÊNDICE A¹ ...FOLHA DE APROVAÇÃO DA GRADUAÇÃO .....................RESOLUÇÃO Nº 748 DE 22 DE SETEMBRO DE 2009 ........... 97 ANEXO B ......................... 93 APÊNDICE F .............................EXPRESSÕES LATINAS EM TEXTOS CIENTÍFICOS .................. 87 APÊNDICE B¹ .......... 94 APÊNDICE G ................ 91 APÊNDICE D .......................................

além da experiência com metodologia da pesquisa e orientação de monografia em cursos de pósgraduação em várias instituições que promovem tais cursos. A seguir vem o capítulo que trata dos aspectos normativos em relação à: estrutura do trabalho acadêmico com base na NBR 14724:2005. As partes textuais (introdução. depois enumera modalidades de trabalho de conclusão de curso e os caracteriza de um modo genérico. APRESENTAÇÃO A produção deste documento é resultado da experiência das autoras trabalhando com disciplinas ligadas a técnicas de estudo e pesquisa com turmas dos períodos iniciais de diferentes cursos e com projetos de pesquisa e orientação de monografia no Curso de Pedagogia. seja na graduação ou na pós-graduação. estudo de caso e projeto. O primeiro capítulo trata da normalização dos trabalhos de conclusão de curso segundo a NBR 14724:2005 que conceitua dissertação e tese sem menção alguma à monografia. artigo. desenvolvimento e conclusão) são ilustradas pela composição deste documento. com apresentação de apêndices ilustrativos da formatação e diagramação das partes pré-textuais obrigatórias. O segundo capítulo é novidade neste documento por solicitação da Universidade Gama Filho com o objetivo de esclarecer a comunidade acadêmica a respeito dos tipos de trabalhos de conclusão de curso que serão aceitos pela universidade: monografia. O sexto capítulo destaca-se pelo alcance da abordagem técnica: apresenta uma orientação detalhada para a digitação e formatação do trabalho de conclusão de curso. com ilustrações que .1. caracterizando cada um deles. cuja experiência. bem como as partes pós-textuais. Recomenda-se a aplicação dos aspectos normativos tratados nesta publicação em momentos especiais no decorrer do curso como aprendizado. tem como resultado a consolidação das aprendizagens realizadas pelo aluno ao longo do curso. na maioria das vezes. o que facilitará a elaboração e apresentação do trabalho de conclusão do curso. desencadeia forte motivação para prosseguimento da vida acadêmica. A elaboração do trabalho de conclusão de curso.

mas o ideal está na conjugação de ambos os aspectos. mas não menos importante. Estão colocados apêndices com modelos de partes pré-textuais. Menor em extensão. Foram significativas para a revisão e ampliação deste material para nova publicação as contribuições das professoras Regina Lucia Brandão Alencar e Adriana Moutinho de Amorim. Com a publicação deste documento pretende-se não apenas facilitar a elaboração e apresentação de trabalhos de conclusão de curso. A NBR 6023:2002. professoras em cursos de pós-graduação da UGF. mas que os alunos utilizem esse aprendizado em outras circunstâncias de aprendizado semelhante. que define a apresentação e a organização das referências (fontes consultadas para a elaboração dos trabalhos acadêmicos). ainda.Universidade Gama Filho | 11 facilitam o uso do Microsoft Word para a apresentação do TCC. O último tópico trata da orientação para o uso de tabelas e ilustrações no sentido de também normalizar o uso e apresentação desses elementos. acrescentando-se. espelho para configuração de página. Para a elaboração deste capítulo as autoras contaram com o assessoramento do analista de sistemas Luciano Mota Coelho. é o conteúdo do capítulo 7: apresentação dos aspectos normativos com orientação e exemplificação de todo o conteúdo da Norma. expressões latinas em textos científicos. casos não previstos na referida NBR e que comumente são usados em trabalhos acadêmicos. . exemplos de gráficos e uma tabela como anexo. Certamente a questão do conteúdo dos trabalhos é fundamental e se sobrepõe ao padrão da forma. procurando alcançar um padrão de qualidade textual e estética na apresentação dos mesmos. o capítulo 8 trata de aspectos da redação de textos acadêmicos: características da linguagem e uso de citações e notas de rodapé. com orientação e ilustrações no próprio texto.

Atualmente a UGF tem como visão prospectiva de mundo “ser reconhecida regional. a inclusão de um novo capítulo apresentando e até discutindo as modalidades de TCC. JUSTIFICATIVA A Universidade Gama Filho chega aos setenta anos de existência fiel à missão de “Educar com excelência e produzir conhecimento. no caso o TCC. com possibilidades de provocar mudanças no processo de elaboração e apresentação de TCC. a primeira instituição particular de ensino superior da região a galgar tal categoria. Embora inicialmente tivesse como foco de abordagem os aspectos normativos relacionadas à forma de apresentação dos trabalhos de conclusão de curso. situação que requer disponibilização de material produzido pelo professor como forma de ampliar as fontes de consulta para estudo em horários alternativos. nacional e internacionalmente pela formação de profissionais competentes. despertará interesse em alunos e até em professores para uma leitura mais atenta. a partir da NBR 14724:2005. legado do seu fundador. Rio de Janeiro. resultado de outro tipo de aprendizagem que agrega valor no produto.2. no subúrbio da Piedade. grande parte do alunado tem dificuldades para conciliar estudo e trabalho. formar profissionais competentes e comprometidos com valores éticos e com a construção de uma sociedade justa e democrática”. . Dez anos depois começou a funcionar uma turma de Direito.” A competência desejada do concluinte de um curso universitário depende de muita dedicação e esforços pessoais associados à qualidade das práticas pedagógicas curriculares. Nasceu com a criação do Colégio em 1939. Em 1972 foi transforma em Universidade. Entretanto. em sintonia com as necessidades da sociedade e pela produção de conhecimento.

A NBR 14724:2005 especifica os princípios gerais para a elaboração de trabalhos acadêmicos de conclusão de curso em três categorias: teses.. A partir do estabelecido pela NBR 14724:2005 cabe às universidades e instituições similares determinar os tipos de trabalhos de conclusão de curso que serão aceitos. dissertações e outros) visando sua apresentação à instituição (banca. 2005. estudo independente. Essa extensão de aplicabilidade sugere que tais regras constituem conteúdo de ensino/ aprendizagem cujo domínio depende da sua compreensão por parte de professores e alunos e da frequência com que forem utilizados no cotidiano acadêmico. Ao especificá-los. com o objetivo de reunir. Deve ser feito sob a coordenação de um orientador.3. Documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico de tema único e bem delimitado. 3). no que couber. especialistas designados e/ou outros). p.] especifica os princípios gerais para a elaboração de trabalhos acadêmicos (teses. A categoria trabalhos acadêmicos similares inclui: trabalho de conclusão de curso de graduação (TCC). analisar e interpretar informações. 3). (NBR 14724. É feito sob a coordenação de um orientador (doutor). também.” (NBR 14724. É feito sob coordenação de um orientador (doutor) e visa à obtenção do título de doutor. ou similar. p. comissão examinadora e professores.1) Estabelece. que deve ser obrigatoriamente emanado da disciplina. (NBR 14724. Deve evidenciar o conhecimento de literatura existente sobre o assunto e a capacidade de sistematização do cotidiano. 2005. p. p. módulo. Deve ser elaborado com base em investigação original. Na categoria trabalhos acadêmicos a norma especifica e nomeia a dissertação e a tese respectivamente como Documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um conteúdo científico retrospectivo. programa e outros ministrados. 2). que o conteúdo desta norma seja aplicado a trabalhos intra e extraclasse. trabalho de conclusão de cursos de especialização e/ou aperfeiçoamento. visando à obtenção do título de mestre. 2005. devendo expressar conhecimento do assunto escolhido.. . constituindo-se em real contribuição o para a especialidade em questão. (NBR 14724. a norma os considera em conjunto como Documento que representa o resultado de estudo. trabalho de graduação interdisciplinar (TGI). dissertações e outros. de tema único e bem delimitado em sua extensão. curso. 2005. TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO SEGUNDO A NBR 14724:2005 A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) “[.

projeto. MARCONI. estas certamente pelo seu valor como referência. à profundidade e à extensão. MODALIDADES DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO NA UGF A Universidade Gama Filho estabelece no Art. dissertação e tese. elaborados por iniciantes. A seguir estas autoras apresentam outra tendência para a classificação das monografias: escolares ou trabalhos de caráter didático. científicas: trabalhos científicos apresentados ao final do curso de mestrado para obter o título de mestre (LAKATOS. Monografia A não inclusão da monografia como tipo de trabalho de conclusão de curso pela NBR 14724:2005 causa estranheza. 237). ao tratar da elaboração de trabalhos acadêmicos. em relação à originalidade. 2º. a profundidade e a finalidade do estudo. e a tese ao curso de doutorado para obtenção do título de doutor. às mais antigas. uma vez que a literatura de metodologia da pesquisa. diferenciam uns dos outros de acordo com o nível da pesquisa. dissertação e tese. No . Alguns autores. sempre apresenta as três modalidades de produção: monografia. associam a dissertação ao curso de mestrado para a obtenção do título de mestre. também. Segundo Lakatos e Marconi (2001. a metodologia utilizada e a originalidade das conclusões.1.” 4. e apresentados ao final de curso específico. apesar de darem o nome genérico de monografia a todos os trabalhos científicos. Constatou-se que alguns autores apenas conceituam monografia. do Anexo à Resolução nº 748. monografia ou estudo de caso com apresentação de relatório. p. de 22 de setembro de 2009 que “A critério do Regulamento de cada curso o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) poderá ser aceito sob a forma de artigo. Dessa maneira.4. 2001). que obedecem a esta ordem ascendente. Observa-se que nesta classificação a dissertação está contida na categoria monografia e a tese não entra. podem-se distinguir três tipos: monografia. Esse fato motivou uma breve consulta bibliográfica no sentido de compreender a posição da ABNT. Permanece a pergunta: por que a NBR 14724:2005 não inclui a monografia como tipo de trabalho de conclusão de curso? A leitura de outras fontes para dar mais consistência a esta parte do trabalho provocou mais uma observação: boa parte dos autores consultados comumente remete-se a publicações contemporâneas e.

em 1970. dissertação ou trabalho escrito que trata especialmente de determinado ponto da ciência. p.Universidade Gama Filho | 15 caso específico observou-se a frequência com que Ângelo Domingos Salvador é referenciado de forma indireta em publicações da área de metodologia científica e de pesquisa. original e pessoal para a ciência. sistemático e completo. É um estudo limitado em extensão. esclarecer a não inclusão da monografia como categoria de trabalho de conclusão de curso pela NBR 14725:2005. Mantém-se assim o sentido etimológico do termo: monos (um só) e graphein (escrever): estudo por escrito de um único tema específico. é muito semelhante ao texto de Salvador (1981). desenvolvendo-o exaustivamente em todos os seus aspectos e ângulos. tipos). de um estudo sobre um tema específico ou particular. por Lakatos e Marconi (2001). 235) conceituam monografia como: Descrição ou tratado especial de determinada parte de uma ciência qualquer. MARCONI. talvez. seguindo rigorosamente a metodologia de cada ciência. Investiga determinado assunto não só em profundidade. b) tema específico ou particular de uma ciência ou parte dela. estas autoras listam características da monografia. a) trabalho escrito. p. mas também em todos os seus ângulos e aspectos. mas não em alcance (neste caso é limitado). da arte. mas não extenso em alcance (American Library Association)’. b) É estudo pormenorizado no tratamento: trata exclusivamente de um único assunto.. 2001. Trata-se. com nove edições até 1981. Tal constatação motivou uma nova leitura do livro Métodos e técnicas de pesquisa bibliográfica. mas exaustivo e completo na compreensão e profundidade. 235). f) contribuição importante. c) estudo pormenorizado e exaustivo. dissertação e tese. características. 32) remete-se a conceitos de outros autores. Lakatos e Marconi (2001. publicado pela editora Sulina. a partir dos quais faz uma listagem de características dos trabalhos monográficos: a) [. O conteúdo apresentado na literatura atual. abordando vários aspectos e ângulos do caso. por exemplo. quando ambos tratam de monografia (conceito. No tópico destinado ao conceito de monografia Salvador (1981. As monografias contrapõem-se às obras gerais. Esse exercício forneceu elementos para.. a um único problema particular. p. A seguir. d) tratamento extenso em profundidade. usualmente pormenorizado no tratamento. feita em documentação escrita ou por observação e experimentação. c) Resulta de uma investigação científica. e) metodologia específica. com suficiente valor representativo e que obedece a rigorosa metodologia. . dependendo dos fins a que se destina. portanto.] redução da abordagem a um único assunto. de Porto Alegre. (LAKATOS. da história etc ou ‘trabalho sistemático e completo sobre um assunto particular.

no sentido inverso. p. 144) reforça este ponto de vista quando afirma que “A tese de doutoramento e a dissertação de mestrado. Com base nestas características acrescenta: Convém. quer em termos de sistematização de conhecimento. Aquelas são usadas nos cursos de graduação como uma iniciação à pesquisa e como preparação de seminários. 2002. o ensaio pretende expressar a visão do autor até mesmo de forma independente em relação ao pensamento científico expresso e comum a respeito do assunto. 33) chama a atenção para o seguinte: “[. A seguir Salvador (1981) propõe que o leitor compare ensaio. no contexto da vida acadêmica. Partindo do ensaio. ENSAIO DISSERTAÇÃO MONOGRAFIA TESE Síntese: o ensaio é o mais original e a tese o de maior profundidade. estas são resultado do estudo original e pessoal de um tema bem delimitado.. o critério de comparação é a originalidade..” (SEVERINO. distinguir as monografias escolares das monografias científicas.” O autor conclui. p. as demais espécies ou tipos de trabalhos monográficos. Distinguem-se basicamente pela qualidade da tarefa. o critério de comparação é a profundidade. Nesta sequência. consequentemente.. p. 2002. 1981. e) É também uma contribuição pessoal à ciência. pelo nível da pesquisa e pela originalidade das conclusões. partindo da tese. a monografia está no meio [como ponto de equilíbrio]. Dissertação e Tese | 16 d) Apresenta uma contribuição original ao progresso da ciência. dissertação. comumente confunde-se dissertação monográfica com monografia simplesmente. 44). seguindo rigorosamente a metodologia própria de cada ciência. Com esta proposta fez-se necessário apresentar ao leitor a concepção de ensaio: Ensaio é o texto científico que desenvolve uma proposta pessoal do autor a respeito de um determinado assunto.] embora a tese seja uma monografia. Embora encerre o pressuposto de conhecimentos adquiridos no meio científico comum.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. Monografia. Severino (1993. que o termo monografia se sobrepõe aos outros tipos e deveria ser considerado um gênero de trabalho científico e. Salvador (1981. 153). e os trabalhos resultantes de pesquisas rigorosas são exemplos de monografias científicas.. (SALVADOR. p. então. (SANTOS. porém. monografia e tese usando como critério as características originalidade e profundidade. e não uma compilação de obras alheias ou uma mera divulgação de conhecimentos.] em exposição lógica e reflexiva e em argumentação rigorosa com alto nível de interpretação. p. quer em termos de novas descobertas ou de novos inventos.” 1 As ideias deste autor sintetizam as de Salvador (1981).1 O ensaio teórico como trabalho científico consiste “[. . 33).

digitação e apresentação da monografia seguem integralmente as normas constantes neste documento. portanto. que lhe seja dada uma especificação. devido a seu largo uso no meio acadêmico como trabalho apresentado.] Assim.. que não deve ser confundido com extensão [do texto monográfico]. Segundo Medeiros (2000. Como nos demais tipos de TCC. um tratamento aprofundado e exaustivo.] abordagem de um único assunto. Na categoria trabalhos acadêmicos similares a NBR 14724:2005 normaliza os seguintes tipos de trabalho de conclusão de curso: trabalho de conclusão de curso (TCC). há de considerar também a familiaridade do autor com referências que abordam o assunto no sentido de facilitar-lhe o levantamento bibliográfico para fundamentar o trabalho. de um estudante de pós-graduação se exige pesquisa bibliográfica mais elástica. trabalho de graduação interdisciplinar (TGI). pela oportunidade de aprofundar o conhecimento a respeito do mesmo e procurar aplicá-lo no exercício profissional. [. . 67). 183). [. cuja temática obrigatoriamente deve estar ligada aos objetivos do curso. Exige. a escolha do tema da monografia. além de necessariamente estar vinculada ao currículo do curso. a expressão diz respeito a trabalhos escritos que versam sobre um assunto.” (MARCANTONIO.. O conceito de monografia traz em si a sua característica fundamental: “[.. A organização. 2004.. criatividade em relacionar fatos e observações.. para o estudante de graduação. Pelo exposto é pertinente incluir a monografia como um dos tipos de Trabalho de Conclusão de Curso de graduação na UGF porque esse tipo de abordagem dá oportunidade ao aluno de aprofundar o estudo de algum tema cujo conteúdo lhe tenha despertado interesse durante o curso. Salvador (1981) dá uma pista que pode esclarecer a não inclusão da monografia como um tipo de trabalho de conclusão na NBR 14724:2005. é suficiente uma pesquisa bibliográfica restrita a uma dezena de livros ou mais. ao final de cursos de graduação. p. Embora haja confusão quanto ao uso do termo monografia.Universidade Gama Filho | 17 Com essa defesa. reflexão demorada sobre os fatos relatados. ou como texto escrito relativo a seminário apresentado em cursos de pós-graduação.] O que diferencia um texto de outro é o nível da pesquisa. ou problema. p. sob tratamento metodológico de investigação. trabalho de conclusão de curso de especialização e/ou aperfeiçoamento e os especifica genericamente como resultado de um estudo..

Na folha inicial são colocados os elementos pré-textuais: a) título do artigo: centralizado. embora ambos divulguem resultado de pesquisa. o Curso do qual o artigo é requisito parcial para a sua conclusão. mas que não se constituem em matéria de livro. indicação. Concepção e caracaterísticas “Os artigos científicos são pequenos estudos.2. p. levando em conta os objetivos e as conclusões. fonte tamanho 12. A diferença está no nível de complexidade da abordagem do objeto da pesquisa: a base referencial que sustenta a problematização do tema e a metodologia utilizada para coleta e tratamento dos dados. a primeira frase do resumo deve ser significativa explicando o tema do trabalho e a(s) justificativas(s). quando se tratar de artigo para publicação em revista ou periódico recomenda-se o espaço simples. 4. o tipo de pesquisa. Dissertação e Tese | 18 4. bibliográfica ou de campo) em periódicos ou revistas especializadas como forma de divulgação dos resultados de estudos e descobertas científicas (MARCANTONIO. com alinhamento à direita e indicação. o texto deve ser digitado com espaço 1. 2004).2. digitado em caixa alta e em negrito. Artigo 4.5cm entre linhas. Estrutura do artigo A composição do artigo tem padrão diferenciado dos demais TCC.”(LAKATOS.1. com o total palavras variando de 100 a 250. que tratam de uma questão verdadeiramente científica. preferencialmente articuladas.2. 259).2. por meio de chamada numérica. a seguir deve ressaltar o(s) objetivo(s). Monografia. em nota de rodapé por meio de chamada numérica. em nota de rodapé. de breve currículo do autor e seus contatos. . enquanto trabalho de conclusão de curso. 2001. os principais resultados. sem recuo de parágrafo. c) resumo: de presença obrigatória. por meio de chamada numérica. constituído de uma sequência de frases objetivas e concisas. difere do artigo científico. MARCONI. Geralmente são publicados após a conclusão de pesquisa (documental. porém completos. b) autoria: nome completo do autor digitado em caixa alta. O artigo.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso.

de campo. INTRODUÇÃO Refere-se à apresentação do trabalho com o seguinte conteúdo: as justificativas para a escolha do tema/problema. com os elementos que compõem o texto colocados em sequência. RESULTADOS E DISCUSSÃO Prevê a comparação/confrontação com os dados e informações colhidas na literatura. No caso de pesquisas bibliográficas e documentais são admitidas subdivisões do texto referente ao desenvolvimento do conteúdo. No caso de pesquisa de campo o texto segue a mesma estrutura-padrão de relatório de pesquisa exemplificada a seguir. os objetivos geral e específicos e abordagem sucinta da metodologia adotada para o estudo (pesquisa bibliográfica. REVISÃO DE LITERATURA Retrata o contexto atual de conhecimento sobre o tema/problema de forma argumentada e comprovada com a indicação das fontes de consulta. mas não existe sumário. documental.Universidade Gama Filho | 19 d) palavras-chave ou descritores: são palavras ou termos representativos do assunto tratado no artigo. A apresentação do conteúdo tem inicio na segunda folha. técnicas e equipamentos utilizados. . sem quebra de seção. METODOLOGIA Apresenta a descrição precisa dos métodos. preferencialmente em vocabulário controlado e devem aparecer logo após o resumo (até quatro palavras ou termos. DESENVOLVIMENTO Constitui-se na fundamentação lógica do trabalho. O artigo isoladamente não apresenta ficha catalográfica. pesquisaação). desde que estes proporcionem maior clareza quanto à organização do texto. experimental. A organização do artigo é semelhante a dos demais trabalhos acadêmicos: o texto divide-se em introdução. separadas e terminadas por ponto). em títulos orientados pelos objetivos específicos da pesquisa. materiais. desenvolvimento e conclusão.

CONCLUSÃO É a parte final do artigo na qual o autor toma posição em relação ao alcance dos objetivos: compara os resultados esperados (objetivos) com resultados alcançados e/ou evidenciados na discussão anterior. Monografia. em algarismos arábicos. quando necessário. quadros.3. Os elementos pós-textuais são constituídos de: título e subtítulo (se houver). gráficos. por ordem alfabética do sobrenome dos autores ou seus substitutos.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. 4. para publicação em periódico de divulgação internacional. fotografias e outros recursos. em numeração única e consecutiva para cada artigo. AGRADECIMENTO É um elemento que se refere a menções que o autor faz a pessoas ou instituições das quais eventualmente recebeu apoio relevante para o desenvolvimento do trabalho. FOLHA DE APROVAÇÃO É semelhante à folha de avaliação usada para a monografia e colocada após o término do artigo (diagramação no apêndice C2). A seguir. sem quebra de seção ao final de cada parte do texto. resumo e palavras-chave em língua estrangeira. Os demais padrões para apresentação gráfica deverão estar em consonância com o conteúdo do capítulo 6 deste documento. Não se relacionam obras que não foram referidas no decorrer do texto. vêm as referências. de acordo com a NBR 6023:2002. apêndice(s) e anexo(s) que seguem a mesma apresentação gráfica dos demais trabalhos acadêmicos. nota(s) explicativa(s). são constituídas pelas obras citadas no texto. não se numeram as páginas. Apresentação gráfica O texto do artigo é redigido de forma contínua. . se necessários.2. Dissertação e Tese | 20 A apresentação dos resultados pode ser ilustrada com a inclusão de tabelas. REFERÊNCIAS De caráter obrigatório. Quando se tratar de artigo para a publicação. Essa norma ainda relaciona como elementos pós-textuais opcionais: glossário.

É a estratégia adequada quando a questão de pesquisa é do tipo Como? Por quê? Tem como objetivos principais: explicar ligações causais em intervenções ou situações da vida real. quanto para a descrição de síndromes raras. 5) estabelece que “O indicativo de seção precede o título [. porém como se observa a ausência desse indicativo na publicação dos periódicos. optouse por não usá-lo. descrever um contexto de vida real onde ocorreu uma intervenção. p. trabalho social e.” (YIN. economia. tanto como estudo-piloto para esclarecimento do campo de pesquisa em seus múltiplos aspectos. ciência política. LAKATOS. na atualidade. . É uma investigação empírica que aborda um fenômeno contemporâneo dentro do seu contexto de vida real. 2005. especialmente quando os limites entre o fenômeno e o contexto não são claramente definidos. avaliar uma intervenção em curso e modificá-la com base em Estudo de Caso ilustrativo. na condição de hipóteses. Estudo de caso 4.]”. atualmente é reconhecido como o delineamento mais adequado para a investigação de um fenômeno dentro do seu contexto real. em todas as áreas acadêmicas. “Usar os estudos de caso para fins de pesquisa permanece sendo um dos mais desafiadores de todos os esforços das ciências sociais. enfatizar a interpretação do contexto. 2005). Tem aplicabilidade como estratégia de pesquisa em psicologia.. p. Considerado por muito tempo como procedimento pouco rigoroso que servia apenas para estudos de natureza exploratória.3. 4. replicar estudos para alcançar mais consistência de resultados.3.1. 1986 apud MARCONI. como: visar à descoberta. 2004. sociologia. 274). “No Estudo de Caso algumas características são fundamentais. cujos resultados. são apresentados em aberto. Concepção e características O estudo de caso é uma modalidade de pesquisa que consiste no estudo profundo e exaustivo de um ou poucos objetos. antropologia. ou seja. não de conclusões (GIL. incluindo as ciências naturais (YIN. quando as fronteiras não são claramente evidentes e é possível usar múltiplas formas de identificar evidências. retratar a realidade de forma ampla. explorar aquelas situações nas quais a intervenção não tem clareza do conjunto de resultados. 2002). p. de modo geral. ANDRÉ. 19.” (LÜDKE. história.Universidade Gama Filho | 21 A norma NBR 6022 (2003. grifo do autor). administração.. valer-se de diversas fontes de informação. Nas ciências biomédicas o estudo de caso costuma ser aplicado.

cada questão formulada deve ser seguida de uma lista de prováveis fontes de evidências. p. 4.: um paciente transplantado de coração antes. tanto no planejamento quanto na coleta e análise dos dados e interpretação dos resultados. • definição da unidade caso: significa considerar a totalidade do objeto em todas as suas dimensões (por ex. quais dados são relevantes. pelo menos. Segundo Yin (2005) não existe consenso quanto às etapas do estudo de caso. Pela sua complexidade este tipo de pesquisa requer do pesquisador cuidados especiais em todo o processo. seu propósito é estabelecer uma estrutura de discussão e debate entre os estudantes. é de caso único e não de casos múltiplos são bem diferentes dos critérios para realizar pesquisa. Os critérios para desenvolver bons casos para o ensino – cuja variedade. • determinação do número de casos: pode-se trabalhar com caso único e/ou múltiplos casos (não mais que quatro. em geral. em vez disso. b) elaboração do protocolo de pesquisa Nesta etapa o pesquisador registra o conjunto das primeiras decisões em relação à pesquisa: • visão global do projeto: informa acerca dos propósitos e cenário no qual será desenvolvido o estudo de caso. quatro problemas: quais questões a estudar.2. 2005. pelas dificuldades que um número maior provocaria em todas as etapas do estudo). Monografia. 20). Dissertação e Tese | 22 Entretanto. [. Para fins de ensino. quais dados coletar e como analisar os resultados. (YIN.3. durante e depois de seis meses da cirurgia).Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. os que se destinam à pesquisa precisam fazer exatamente isso. mas podem-se relacionar as seguintes para serem seguidas: a) etapa preparatória: • formulação do problema: pode-se pensar um esquema de pesquisa que envolve. um estudo de caso não precisa conter uma interpretação completa ou acurada de eventos reais... Planejamento É indispensável que o pesquisador já tenha uma base teórica que lhe dê sustentação para projetar as diferentes etapas do estudo de caso.] Os estudos de caso que se destinam ao ensino não precisam se preocupar com a apresentação justa e rigorosa dos dados empíricos. .

naturalmente.3. b) os resultados obtidos devem ser provenientes da análise da convergência ou divergência das observações obtidas nos diferentes procedimentos. Redação do relatório O relatório tem a finalidade de divulgar os resultados da pesquisa. Todavia. Segundo Gil (2002. observação participante. Coleta de dados a) uso de mais de uma técnica: é fundamental obter dados por procedimentos diversificados para maior consistência dos resultados. 4. analise de artefatos físicos (objetos). Como o estudo de caso vale-se de procedimentos de coleta de dados os mais variados. quando se trata de trabalho de conclusão de curso. este material será utilizado para a produção do relatório. p. Análise dos dados A análise de dados representa o estágio mais difícil de ser atingido nas diferentes modalidades de pesquisa porque não existe uma receita para ser aplicada mecanicamente. • determinação das questões: não são formuladas diretamente ao cliente. entrevistas.3. Pela complexidade desta etapa não é pertinente fornecer pistas alguma sobre como operacionalizá-la. 141). depoimentos pessoais observações espontâneas. é necessário criar uma caixa de dados para registrar as informações coletadas com a aplicação das diferentes técnicas. 4.3.3.4. por isso precisa levar em conta o público-alvo: banca de avaliação. • guia para elaboração do relatório: item muito importante pois com frequência o relatório é elaborado paralelamente à coleta de dados. mas ao próprio pesquisador como lembretes acerca das informações que devem ser coletadas e das prováveis fontes a serem acionadas. 4.5. o processo de análise e interpretação pode. material e informações gerais sobre procedimentos a serem desenvolvidos. c) tipos de procedimentos: análise de documentos. . é natural [e lógico] admitir que a análise dos dados seja de natureza predominantemente qualitativa. envolver diferentes modelos de análise.Universidade Gama Filho | 23 • procedimentos de campo: envolvem formas de acesso às organizações ou informantes.

técnicas de coleta de dados. sem uso da narrativa tradicional. geralmente apresentadas em capítulos ou seções separadas. apêndices e anexos Apesar da complexidade dos estudos de caso. Os relatórios de caso único geralmente são elaborados sob a forma de narrativas simples para descrever e analisar o material. os resultados. p. figuras. imagens. os processos de pesquisa (plano de estudo. sobre cada um dos casos individualmente. paralelamente à pesquisa . Monografia. Também constará no relatório um capítulo ou uma seção que apresente a análise e os resultados de casos cruzados. Yin (2005) aponta quatro aspectos que o relatório deve abranger: apresentação do problema ao qual se destina o estudo. p.] deverá conter várias narrativas. A estrutura da parte textual deverá contemplar as indicações colocadas no tópico anterior e ainda considerar a elaboração do texto sob a forma de narrativa. revistas e periódicos de divulgação científica. Estrutura do relatório O relatório de um estudo de caso como Trabalho de Conclusão Curso na UGF deverá seguir o padrão apresentado neste livro. método de análise estatística. gráficos. Os elementos pós-textuais também deverão estar presentes: as referências. 176). interpretações. Quando se trata de casos múltiplos o relatório “[. método de manipulação da variável independente.6. resumo e ficha catalográfica. Dissertação e Tese | 24 participantes de eventos acadêmico. natureza da amostra. 2005. Na parte pré-textual são obrigatórios: capa.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. O texto do relatório segue uma série de perguntas e respostas buscadas nas perguntas e respostas constantes do banco de dados para o estudo de caso. 4. Como trabalho de conclusão de curso a apresentação deverá seguir as orientações indicadas a seguir. incluindo ilustrações com tabelas...” (YIN.” (MARTINS. explicações originais que possibilitem a extração cuidadosa de conclusões. 3). “O sucesso de um Estudo de Caso em muito depende da perseverança. enfim. consequências deduzidas dos resultados. Um terceiro tipo de relatório pode ser usado tanto quando se trata de caso único quanto de múltiplos casos. esta é uma modalidade de pesquisa que deveria ter lugar destacado no processo de iniciação à pesquisa. 2008. criatividade e raciocínio crítico do investigador para construir descrições. folha de rosto. se o estudo assumir a forma de experiência). folha de avaliação.3.

cuja realização lhes exigirá capacidade de pensar a realidade tendo como referência os conhecimentos construídos no decorrer do curso. conclusão. A parte textual diz respeito ao conteúdo do projeto e deverá ser produzida na forma de relato ou memorial descritivo do processo de criação fase por fase. . folha de rosto. resumo e ficha catalográfica.4. 4. 4. material didático-pedagógico e outros cuja execução passa pelas mesmas etapas das outras modalidades de TCC: elaboração do projeto do trabalho seguindo a orientação metodológica do curso. A apresentação desse tipo de TCC segue orientação diferenciada dos demais. em constante relação teoria/prática. Etapas do processo de elaboração do TCC Os trabalhos de conclusão de curso na graduação geralmente provocam ansiedade nos alunos por se sentirem diante da tarefa-síntese do aprendizado. b) elementos textuais: introdução. É necessário que todo o processo seja registrado passo a passo. mas precisa contemplar o mesmo conteúdo estrutural previsto pela Norma 14724:2005 que define como partes do documento: elementos pré-textuais. c) elementos pós-textuais: referências. Projeto A modalidade projeto como TCC é uma categoria cuja produção final se materializa através de maquetes.5. textuais e pós-textuais. reproduzir simplesmente o que já lhe é disponível. ensaios fotográficos. A apresentação. filmes.Universidade Gama Filho | 25 bibliográfica e documental no sentido de o aluno compreender que o ato de pesquisar não significa copiar. incluindo observações que sejam significativas para a elaboração do documento final. d) apêndices e anexos: se necessários. produtos gráficos e similares. digitação e formatação do documento seguirão as normas indicadas neste livro. folha de avaliação. desenvolvimento. O documento final escrito de apresentação do Projeto como modalidade de TCC terá a seguinte estrutura: a) elementos pré-textuais: capa.

relatório. até que seja iniciado o processo de elaboração do TCC. . estudo de caso). projeto de trabalho na respectiva área de formação. porém. d) elaboração da parte textual do documento. 2006. de acordo com o tipo de TCC (monografia. Aprovado o projeto. formulação preliminar de perguntas para pesquisa e objetivos ou resultados esperados. p. Para isto é necessário que o estudante retome o projeto. b) elaboração do projeto de pesquisa: de acordo com estrutura indicada em disciplina específica do curso: o projeto de pesquisa é o documento que apresenta o conjunto das decisões tomadas pelo universitário em relação à realização da pesquisa.” (ANDRADE. segue as mesmas etapas da pesquisa. Enquanto prática de pesquisa o projeto do TCC segue as mesmas etapas: a) preparação ou elaboração de um pré-projeto: primeiras decisões a respeito de tema e tipo de pesquisa. discussão e interpretação dos resultados. Dissertação e Tese | 26 Chega o momento em que o aluno é chamado a se pronunciar sobre a escolha do tema que pretende abordar: estará dando início ao processo de elaboração do trabalho de conclusão de curso. certamente o aluno não estará tranquilo porque existe a cultura do medo em relação a esse tipo de trabalho. das lacunas na sua formação. Monografia. Será proveitoso fazer uma retrospectiva do aprendizado até aquele momento. principalmente pensando a respeito do próprio desempenho acadêmico. análise. é identificar fontes [de consulta] fidedignas. enquanto prática acadêmica. Uma retomada da literatura relacionada ao tema pode funcionar como ponto de apoio para as primeiras decisões. com maior ou menor detalhamento. Também será proveitoso conversar com um professor com o qual tenha afinidades para trocarem ideias a respeito das próprias expectativas e dúvidas iniciais a respeito do TCC. de autores renomados e considerados autoridades no assunto que se vai estudar. das questões ou perguntas que permaneceram. “O mais importante. 44) A elaboração do TCC. A entrada na fase seguinte já deverá ser mais tranquila e ele mais confiante após os primeiros encontros: c) realização da pesquisa: coleta e organização dos dados. levantamento de material bibliográfico. artigo. confiáveis. com previsão das tarefas a serem executadas.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. leitura das fontes selecionadas. exercício que todo estudante universitário faz inúmeras vezes durante o curso.

formatação do trabalho de acordo com o conteúdo do capítulo 4 deste livro. digitação. f) entrega do TCC ao professor-orientador: marcada a data para apresentação do trabalho cabe ao aluno retomar o conteúdo e fazer um esquema para se orientar em relação à sua fala. o texto propriamente dito. partes pós-textuais. revisão do trabalho considerando texto e formatação.Universidade Gama Filho | 27 e) organização do documento final: partes pré-textuais. .

a cidade (apenas as iniciais maiúsculas) e o ano (diagramação no apêndice A). b) folha de rosto: elemento obrigatório com as seguintes informações nesta ordem: nome do autor: responsável intelectual do trabalho. o título principal do trabalho. se houver). tabelas. projeto de conclusão do curso X). dissertação ou de um trabalho acadêmico compreende: elementos pré-textuais. Elementos pré-textuais São elementos obrigatórios: capa. Os elementos pré-textuais são colocados no trabalho na ordem em que se seguem neste documento. como na capa. folha de aprovação e resumo. redigido de forma clara e precisa indicando o seu conteúdo (todas as letras maiúsculas) e o subtítulo se houver (colocado na linha abaixo do título. é constituído pelo nome do autor do trabalho. cidade e ano (diagramação no apêndice B). São opcionais: errata. se houver. Listas de ilustrações. monografia. dedicatória(s). o nome do autor (apenas as iniciais maiúsculas). título principal do trabalho: redigido de forma clara e precisa. as monografias dos cursos de pós-graduação no âmbito da Central de Cursos de Extensão e Pós-Graduação Lato Sensu (CEPLA) são encadernadas usando a cor azul-rei para a capa. Em trabalhos acadêmicos disciplinares a capa pode ser dispensada. com todas as letras minúsculas). símbolos. elementos textuais e elementos pós-textuais. subtítulo. considerando a estrutura acadêmica da universidade correspondente ao curso (com o uso de todas as letras maiúsculas).” 5. folha de rosto.5. título do trabalho negritado e subtítulo . 3) a ABNT estabelece que “A estrutura de tese. identificando o seu conteúdo. nome do orientador (e coorientador. agradecimento(s). ESTRUTURA DE TRABALHOS ACADÊMICOS Através da NBR14724 (2005.1. epígrafe. a critério do professor. deve ser evidenciada a sua subordinação ao título principal. trabalho. p. natureza e objetivo do trabalho (dissertação. c) folha de aprovação: elemento obrigatório colocado logo após a folha de rosto. abreviaturas também são opcionais cuja presença depende do tipo de pesquisa feita. a) capa: contém as informações institucionais hierarquicamente apresentadas.

Universidade Gama Filho | 29 precedido de dois pontos. através. geralmente. titulação e assinatura dos membros componentes da banca examinadora. recomenda que seja parte do trabalho. o critério para a atribuição de nota. relacionando-se os nomes dos componentes em coluna e a seguir o registro da respectiva nota. facilitaram o trabalho (diagramação livre e título centralizado na altura da margem superior). nome. de alguma forma. objetivo. da mesma norma. colocado após a dedicatória. constitui espaço para o autor homenagear alguém e se caracteriza. no caso de o TCC ser realizado em grupo. g) epígrafe: elemento opcional colocado após o agradecimento. colocado logo após a folha de aprovação. h) ficha catalográfica: a ABNT. nome da instituição a que é submetido. é dirigido a pessoas ou instituições que. natureza. f) agradecimento(s): elemento também opcional. deve ser definido na regulamentação do TCC do respectivo curso. sendo indispensável a identificação da fonte (diagramação livre e título colocado na altura da margem superior). colocada no verso da folha de rosto (contendo os dados referenciais de acordo com o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente) (apêndice D). também podem constar epígrafes nas folhas de abertura das seções primárias do documento seguindo igual orientação. constituído pela referência do trabalho e pelo texto da errata e disposto da seguinte maneira: ERRATA Folha 32 Linha 3 Onde se lê publicacao Leia-se publicação e) edicatória(s): elemento de caráter opcional. com título centralizado na altura da margem superior). a folha de avaliação será única. a data é colocada após a aprovação do trabalho seguindo-se a assinatura dos membros componentes da banca examinadora (diagramação no apêndice C). a produção da ficha catalográfica é de responsabilidade da Biblioteca da . d) errata: elemento opcional que deve ser inserido logo após a folha de rosto. geralmente é usada uma citação que sintetiza a mensagem central do trabalho. se individual ou única para todo o grupo. por forte componente afetivo (diagramação livre. se houver.

o resumo de trabalho acadêmico (tese. dissertação. objetivo e método e conclusões ressaltando. acompanhado do respectivo número da página. recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo. relatório) deve conter de 150 a 500 palavras. Dissertação e Tese | 30 Instituição.2. k) lista de tabelas: elemento opcional que deve ser elaborada de acordo com a ordem em que aparecem no texto. a indispensável articulação: problema. n) glossário: relação de palavras ou expressões técnicas de uso restrito ou de sentido obscuro. objetivo. de acordo com a categoria de trabalho (apêndice E). Partes textuais Correspondem às três partes principais do trabalho acadêmico: introdução desenvolvimento e conclusão.” (NBR 6027. fornecendo uma visão clara do conteúdo. seguidas das palavras ou expressões correspondentes grafadas por extenso. método e resultado. Título centralizado na altura da margem superior. mas é responsabilidade do aluno solicitá-la em tempo hábil fornecendo as informações necessárias para a bibliotecária criá-la.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. com cada item designado por seu nome específico. o) sumário: elemento obrigatório. Monografia. “Os elementos pré-textuais não devem constar do sumário. i) resumo: elemento de presença obrigatória. l) lista de abreviaturas e siglas: elemento opcional que consiste na relação alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas no texto. com cada item designado por seu nome específico. acompanhadas das respectivas definições. p. ainda. 2). utilizadas no texto. . m) lista de símbolos: elemento opcional. 5. j) lista de ilustrações: elemento opcional que deve ser elaborada de acordo com a ordem em que aparecem no texto. com o devido significado. monografia. com apresentação concisa dos pontos relevantes da abordagem. que deve ser elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto. 2003. cujas partes são acompanhadas dos respectivos números de página. acompanhado do respectivo número da página.

5. Tópicos do desenvolvimento Também denominado corpo do trabalho. p. É facultado o encaminhamento de questões para novas pesquisas. sugestões e/ou recomendações.2. constitui uma demonstração. o autor deve fazer uma releitura do conteúdo dos capítulos. identificação dos aspectos teóricos que fundamentaram seu conteúdo.2. acompanhada da indicação do problema ou da questão básica da pesquisa. identificando a evolução da sua linha de pensamento para uma tomada de posição coerente e crítica. Neste tópico do trabalho não cabem novas argumentações e nem o uso de citações.1. 5. recomenda-se que a introdução seja o último tópico do texto a ser elaborado. mas um posicionamento consistente tendo por base o que foi explanado no desenvolvimento. procedimento este que valoriza a produção acadêmica porque indica a presença de pensamento prospectivo do autor em relação à problemática tratada no seu trabalho. Estas informações são retiradas do projeto de pesquisa cuja elaboração precedeu.Universidade Gama Filho | 31 5. 6). necessariamente. com a ampliação do conteúdo.” (NBR 14724. que alguns alunos sentem-se mais seguros quando escrevem uma introdução provisória que é revista ao final do processo. Na prática. de forma logicamente articulada.2. Conclusão Nesta parte o autor apresenta as conclusões correspondentes aos objetivos ou hipóteses e os resultados alcançados. Introdução Tem a função de situar o leitor em relação ao contexto do trabalho e despertar-lhe o interesse pelo conteúdo. as técnicas de coleta dos dados e indicação dos objetivos pretendidos. deve conter informações suficientes para que ele perceba o norteamento da abordagem: explicitação dos motivos da escolha do assunto. Em termos metodológicos. Divide-se em seções e subseções. tem-se observado. do conteúdo da produção acadêmica. a partir dos resultados obtidos. na orientação de monografias. “É a parte principal do texto que contém a exposição ordenada e pormenorizada do assunto.3. 2005. . Entretanto. que variam em função da abordagem do tema e do método. a realização do trabalho. Formulada em linguagem simples. com esta recomendação pretende-se chamar a atenção para que construa um texto próprio que não tenha características de mero resumo das idéias defendidas.2.

2005. ainda.” (NBR 14724.3. 2005. Dissertação e Tese | 32 5. que focaliza e remete para as informações contidas no texto. é elaborado em ordem alfabética. numa mesma categoria de apêndice. . Neste documento foi usado.” (NBR 14724.MODELO DE FOLHA DE ROSTO PARA A PÓS-GRADUAÇÃO A identificação dos anexos segue a mesma orientação usada para os apêndices. p. Partes pós-textuais São elementos colocados a seguir do texto. com apresentação na ordem alfabética dos sobrenomes dos autores e dos elementos que os substituem. de acordo com essa norma sua organização segue os critérios constantes de NBR 6024:1989. As referências organizadas de acordo com a NBR 6023:2002 da ABNT são de presença obrigatória. anexo(s). 2).” (NBR 14724. acompanhadas das respectivas definições. a) glossário: “Relação de palavras ou expressões técnicas de uso restrito ou de sentido obscuro. um índice numérico como recurso para distinguir. os modelos indicados para a graduação e a pósgraduação. utilizadas no texto. apêndice(s). 2). Monografia.MODELO DE CAPA PARA A GRADUAÇÃO APÊNDICE A². p.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. sem prejuízo da unidade nuclear do trabalho. Também são elementos pós-textuais. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas.” (NBR 14724. 2005. c) anexo: “Texto ou documento não elaborado pelo autor que serve de fundamentação. d) índice: “Lista de palavras ou frases ordenadas segundo determinado critério. 2005.MODELO DE FOLHA DE ROSTO PARA A GRADUAÇÃO APÊNDICE B². p. Exemplos: APÊNDICE A¹ . 2).MODELO DE CAPA PARA A PÓS-GRADUAÇÃO APÊNDICE B¹ . b) apêndice: “Texto ou documento elaborado pelo autor a fim de complementar sua argumentação. e índices. 1). travessão e respectivos títulos. porém opcionais: glossário. p. comprovação e ilustração.

Começando pelos respectivos indicativos numéricos. Todo o texto deve ser digitado ou datilografado com espaço 1.5 entrelinhas. ser mais econômica em termos de impressão. os quais foram ampliados nesta norma conforme indicado a seguir: a) tipo de papel: formato A4. executando-se as citações de mais de três linhas. nome da instituição a que é submetida e área de concentração [texto da folha de rosto]. As referências ao final do trabalho devem ser separadas entre si por dois espaços simples. 2005. referências. ficha catalográfica.1. ter caracteres uniformes em termos de espaço ocupado e. 6. ou entre títulos de diferentes níveis sugere-se o uso de recursos de formatação abordados no tópico 6. Padrões para digitação de trabalhos acadêmicos A ABNT define padrões mínimos para a digitação e apresentação de trabalhos acadêmicos (tipo de papel. PADRONIZAÇÃO GRÁFICA O cumprimento dos requisitos de padronização gráfica pelos alunos da graduação e da pós-graduação lato sensu da UGF garantirá unidade na apresentação dos respectivos trabalhos.5 [entrelinhas]. O aluno dispõe de recursos para visualizar a formatação das páginas consultando o apêndice F deste documento.6. objetivo. com textura 75g/m2 e impressão na cor preta. Em relação à estrutura dos trabalhos a mesma norma estabelece que “Os títulos das seções devem começar na parte superior da mancha e ser separados do texto que os sucede por dois espaços 1.2 deste tópico. p. que devem ser digitados ou datilografados em espaço simples. Indica-se como fonte o tipo de letra Times New Roman por considerá-la mais próxima da utilizada nas publicações. legendas das ilustrações e das tabelas.7cm. tamanho de fonte. Da mesma forma. p. de 21cmx29. por tornar mais claros os destaques em negrito. opaco. . natureza do trabalho. os títulos das seções primárias (numeral inteiro) devem ser alinhados junto à margem esquerda do texto. margens e paginação). Segundo a NBR 14724 (2005. 8).” (NBR 14724. branco.5. no sentido de obter uma estética equilibrada em termos de espacejamento. 8). Para ampliar o espaço entre os títulos de seção e o início do texto. além disto. os títulos das subseções devem ser separados do texto que os precede e que os sucede por dois espaços 1. notas de rodapé.

no caso de citações destacadas (com mais de três linhas) o recuo indicado é de 4cm também marcados a partir da margem do texto. devem ser contadas sequencialmente. a parte da folha de rosto onde são registrados a natureza e o objetivo do trabalho ou grau pretendido.2).] numeradas de maneira contínua sua paginação deve dar seguimento à do texto principal..Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. com ampliação desse espaço entre uma e outra referência com recurso da formatação de parágrafo (orientação apresentada no tópico 6. utilizando a fonte Times New Roman tamanho 12 para todo o texto e 10 para: citações com mais de três linhas. titulação correspondente. Monografia. para as referências.5 caso a impressão apresente espaço maior que o indicado (figura 1. 42).5 linha para todo o texto. mas não numeradas. a 2 cm da borda direita superior. também é permitido ampliar a entrelinha de modo a comportar os diferentes elementos das mesmas (NBR 14724. direita e inferior: 2cm (tópico 6. g) paginação: a ABNT (NBR 14724.5cm para o corpo do texto. numeração das páginas.. Dissertação e Tese | 34 b) linguagem: MS XP. vai-se ao menu formatar parágrafo marcando no espaçamento 6 pt antes.. a ficha catalográfica. p. colocando-se o cursor à esquerda do título e. legendas das ilustrações e tabelas. No caso de o trabalho ser constituído de mais de um volume. notas de rodapé. 2005). espaço simples para as citações com mais de três linhas. as legendas das ilustrações e tabelas. as suas folhas devem ser numeradas [. d) margens: superior e esquerda: 3cm. f) nota de rodapé: separada do corpo do texto por um filete de 3cm. ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha. 2005. dentro do texto.2 deste documento).1). as notas de rodapé. p. a partir da folha de rosto. em algarismos arábicos. Havendo apêndice e anexo. do primeiro ao último volume. c) espacejamento: 1. . fonte 10 com o número em sobrescrito (tópico 6.. no caso de equações e fórmulas. espaço simples. 8) normalizou a numeração das páginas de trabalhos acadêmicos indicando que [. em seguida.] 2 Recomenda-se correção da margem inferior para 1. incluindo o cabeçalho da capa e da folha de rosto. deve ser mantida uma única seqüência [sic] de numeração das folhas. as páginas pré-textuais e as capitulares visualmente terão maior margem superior em decorrência de formatação específica de títulos que é feita. na prática.2. Todas as folhas do trabalho.2 e) parágrafo: recuo de 1. a partir da primeira folha da parte textual [introdução]. A numeração é colocada. ainda. no canto superior direito da folha.

1. recuo para citações de mais de três linhas. o digitador passa para a seguinte e. 6. espaço entre linhas. seguindo os seguintes passos (figura 1): a) Menu arquivo Þ configurar página Þ marcar as margens (1) Þ OK Caso seja necessário configurar outras fichas da caixa. Cada caixa de configuração apresenta duas ou mais fichas que também deverão ser configuradas e que estão sendo identificadas (com números) pela sua localização na caixa principal. observa-se que estes padrões não são suficientes para garantir uma boa estética na editoração do texto como um todo. volta clicando OK nas fichas até chegar à primeira ficha. Configuração de página Ao iniciar o trabalho. assim. A configuração de página e a formatação do documento dependem do uso adequado de ferramentas disponíveis no programa Word. ao final. contagem e numeração de páginas. Neste documento procurou-se ampliar estes padrões apresentando indicações suficientes para que o aluno possa usar mais recursos disponibilizados pelo aplicativo Word e. a exemplo da paginação de livros praticada pelas editoras que registram os números na parte superior da folha. A marcação das margens e parágrafos está ilustrada no apêndice F. o que implica definição prévia de diversos itens que as compõem. digitar.Universidade Gama Filho | 35 Nesta norma. .2. Com as ilustrações que se seguem pretende-se facilitar a realização da tarefa sem a pretensão de esgotar os recursos deste aplicativo. fonte. Orientação para formatação do documento A ABNT define padrões mínimos para a apresentação de trabalhos acadêmicos indicando: margens. 6. a primeira tarefa do digitador é fazer a configuração de página. formatar e editar o texto da sua produção acadêmica com um padrão estético de qualidade. Entretanto.2. recomenda-se que as páginas capitulares não sejam numeradas. A marcação a partir da margem > cabeçalho define a colocação correta do número da página e das notas de rodapé.

Dissertação e Tese | 36 Figura 1 .Configuração de página (margens) b) Menu arquivo Þ configurar página Þ definir tamanho e orientação do papel (2) Þ OK Figura 2 . estilo: normal.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso.2. tamanho: 12 para o texto comum OK .2. Monografia. Formatação da fonte a) Menu formatar fonte na ficha de fonte (1) marcar: tipo de letra: Times New Roman.Configuração de página (tamanho do papel) 6.

espaçamento: expandido: 0.Universidade Gama Filho | 37 Figura 3 .Fonte (tipo. estilo e tamanho) b) Menu formatar Þ fonte Þ clicar na ficha caracteres (2) Þ marcar somente dimensão: 100.2 Þ OK .

Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. p. flexibilizar os espaços entre linhas usar a pontuação antes ou depois na caixa espaçamento (figura 5. 45).Fonte (espaçamento de caracteres) 6. .5 linha OK Quando for necessário. Monografia.2. Dissertação e Tese | 38 Figura 4 . Formatação de parágrafo Menu formatar Þ parágrafo Þ marcar na ficha (1): recuo e espaçamento alinhamento: justificado Recuo esquerdo: 0 cm espaçamento: depois 6 pt nível do tópico: corpo do texto especial: primeira linha 1.5 cm entrelinhas: 1.3.

Parágrafo (recuos e espaçamento) 6. . porque a primeira página do capítulo seguinte não recebe numeração. Inserção de quebra de seção Menu inserir Þ quebra Þ quebra de seção próxima página Þ OK Usado em caso de término de capítulo.4.2.Universidade Gama Filho | 39 Figura 5 .

Numeração de página Menu inserir número de páginas: marcar: posição início da página. desmarcar: mostrar número na primeira página clicar em formatar (abre-se outra janela . Monografia.5.Numeração de página (posição e alinhamento) .2.figura 8). alinhamento: direita.Quebra (página e seção) 6. Dissertação e Tese | 40 Figura 6 .Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. Figura 7 .

2005.2. subtração. Caso elas sejam extensas. alinhados à direita. p. interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição.” (NBR 14724. devem ser fragmentadas em mais de uma linha.Formatação do número de página Ao dar OK nas duas janelas (figura 8 e 7). 6. Figura 8 . índices e outros elementos.6. é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte os seus expoentes. 9).Universidade Gama Filho | 41 (Janela na figura 8) marcar em: iniciar em: (inserir o número da página) ou em continuar da seção anterior fechar a janela. as folhas serão numeradas corretamente se o digitador tiver feito as quebras de seção de forma adequada. Equações e fórmulas Em meio a um texto. devem ser destacadas do texto e. (x2 + y2)/z = n (1) Para facilitar a formatação de equações e fórmulas pode-se usar o programa Microsoft Word Equation seguindo os seguintes passos: Menu inserir Þ objeto Þ Microsoft Word Equation Þ OK . multiplicação ou divisão. se necessário. numeradas com algarismos arábicos entre parênteses. “Para facilitar a leitura.

gradativamente. A seguir.5cm) destacando com negrito apenas os títulos das mesmas.” Este sistema é de fácil aplicação. o tópico 5. versal. no sentido de facilitar a compreensão da sua estrutura e visualização da hierarquia dos tópicos e subtópicos dando. grifo ou outro) para destacar. devem iniciar em folha distinta. p. Dissertação e Tese | 42 6. Os indicativos numéricos de todas as seções deverão ser alinhados junto à margem esquerda do texto. . itálico. a mesma norma recomenda o uso de algum recurso (negrito. pois a experiência tem demonstrado que. Monografia. é indispensável que o aluno esteja atento para o uso das subdivisões porque somente se justifica desdobrar um tópico se a estrutura do trabalho nele comportar. que não recebem indicativos numéricos. da introdução à conclusão e são hierarquizados de acordo com a orientação que se segue. Na prática.1) e. Os elementos pré-textuais e pós-textuais. dois subtópicos. No caso das enumerações com letras minúsculas e/ou marcadores. 2005. ao elaborá-lo. ao leitor. seguidos dos respectivos títulos.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. deve-se adotar a numeração progressiva para as seções do texto. como praticado neste documento. devem ser centralizados e grafados com todas as letras maiúsculas. uma visão global da forma de abordagem do assunto. “Para evidenciar a sistematização do conteúdo do trabalho. caixa alta. no máximo. até a seção terciária. p. “Os títulos das seções primárias.” (NBR 14724. mas exige que o aluno conceba essa estruturação seguindo os desdobramentos de forma coerente e discuta com o professor orientador do trabalho. o conteúdo do trabalho geralmente é constituído de enumerações. a hierarquização dos títulos nos desdobramentos das seções. Segundo a NBR 14724 (2005. a partir da quarta subdivisão. 9). Sistematização das seções estruturais do trabalho acadêmico A organização do trabalho acadêmico deve obedecer a uma ordem lógica na sua organização. 9). Na estrutura do trabalho acadêmico apenas os elementos textuais recebem indicativos numéricos. pelo menos.3. Recomenda-se que os desdobramentos sejam usados. essa estrutura constitui o conteúdo do sumário (cf. por serem as principais divisões de um texto. recomenda-se afastamento no alinhamento do parágrafo (1. redondo.

para destacar título (mas não subtítulo) de livro. título de seção quaternária com todas as letras minúsculas 2. uma vez que as mais extensas serão registradas como indicado no tópico 8. Título de seção terciária com apenas a letra inicial maiúscula 2. título de seção quaternária com todas as letras minúsculas 2. título de seção quaternária com todas as letras minúsculas 2.2. tese. Título de seção terciária com apenas a letra inicial maiúscula 2.1.2. os recursos mais comuns: a) aspas: uso somente em citação direta ou cópia de parte de texto lido com até três linhas.2. as palavras-chave de uma enumeração (cf.1.3 deste documento. a seguir. dissertação.1.2.2.1.2.1.1.1. nome de revista.4. Título de seção secundária negritado com apenas a letra inicial maiúscula 2.2.1. entre outros. TÍTULO DE SEÇÃO PRIMÁRIA NEGRITADO COM TODAS AS LETRAS MAIÚSCULAS 2. título de seção quaternária com todas as letras minúsculas 2.1.1. . monografia.1. título de seção quaternária com todas as letras minúsculas 2. Título de seção secundária negritado com apenas a letra inicial maiúscula 2.2. o que já as identifica como tal.1. título de seção quaternária com todas as letras minúsculas 2.1.1.2. Título de seção terciária com apenas a letra inicial maiúscula 2.2. Figuras de realce É indispensável que haja unidade no uso de figuras de realce na redação de trabalhos acadêmicos.2.2 deste documento.2. título de seção quaternária com todas as letras minúsculas 2.2.Universidade Gama Filho | 43 2. Para efeito desta norma destacam-se. b) negrito: indicado pela NBR 6023/2002. dispensando-se as aspas.1. uso neste tópico).1. como recurso para destaque na hierarquização das seções do trabalho acadêmico como indicado no tópico 6. título da seção quaternária com todas as letras minúsculas 6. é recomendado. jornal.2. ainda.2.2.1. Título de seção terciária com apenas a letra inicial maiúscula 2.2.

O uso criterioso dos recursos de destaque exige. clareza na estruturação do pensamento e.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. Dissertação e Tese | 44 c) itálico: utilizado para grafar palavras em língua estrangeira que não tenham sido incorporadas pelo Vocabulário da Língua Portuguesa (2009) ou que estejam sendo usadas em sentido figurado. consequentemente. . Monografia. por parte do leitor. facilita a compreensão do conteúdo da mensagem. d) grifo (sublinhado): recurso reservado para algum outro tipo de destaque que não se encaixe nessas categorias e cujo uso deve ser moderado para não sobrecarregar o texto. do autor do trabalho.

sonoros. dissertações. Elementos essenciais da referência 7. coordenador ou organizador. NORMAS PARA A REFERENCIAÇÃO DAS FONTES CONSULTADAS Os dados correspondentes à referência de um material consultado devem ser coletados na própria obra: na ficha catalográfica do livro ou. na sua falta. Documentos referenciáveis A NBR 6023/2002 normaliza a referenciação de livros. teses. dissertações. cartográficos. 7.2. patentes. relatórios de pesquisa) é suficiente para sua localização individual em bibliotecas. produções acadêmicas (monografias.1. fósseis). fotografias. A referência é constituída por elementos essenciais.2. título e subtítulo. Esta norma não se aplica às descrições usadas em bibliotecas na catalogação das obras do acervo e nem as substitui. Os elementos complementares são: número total de páginas em livros e similares.1. dois. artigos de revista. autoria a) pessoa física: a obra pode ter um. três ou mais autores e. retirados de um documento disponibilizado para consulta (monografias. maquetes. quando se tratar de material traduzido. 7. imagem em movimento. teses. na página onde se localizam as informações técnicas sobre a publicação e nas demais fontes pesquisadas no próprio material. documentos tridimensionais (esculturas. ainda. no verso da folha de rosto. descrição física e. no caso de revistas. se houver. indicação de tradutor e título original. materiais apresentados através de meios eletrônicos (disponibilizados na internet). relatórios de pesquisa). 7. obrigatoriamente presentes: autoria. editora e data). matérias publicadas em jornal.1. pinturas).7. científicos e culturais. dados da imprenta (nome da cidade da publicação. . edição quando se tratar de livro.1. documentos iconográficos (gravuras. partituras musicais. livrarias. Conceito Referência é o conjunto de elementos descritivos definidos e padronizados pela ABNT que. legislação. objetos e suas representações como ossos.1. comunicações em eventos acadêmicos.1.

2.4. Quando a editora não puder ser identificada. se a editora tiver indicação de duas cidades. seguido de ponto e da abreviatura da palavra edição (exemplo: 2. Quando a editora é a mesma instituição ou pessoa responsável pela autoria e já tiver sido mencionada no início da referência. 7.2. S/A). geralmente. editora Registra-se o nome da editora como aparece no documento. A edição é indicada somente a partir da segunda e registrada com numeral cardinal. . rev. emendas e acréscimos à edição de forma abreviada (exemplo: 2. não cabe o uso da letra a em sobrescrito (2ª).2. Dissertação e Tese | 46 b) pessoa jurídica: a produção é de responsabilidade de entidades governamentais. n. Se forem três. para definir a sua localização. c) sem autoria: obras sem autoria definida que.3.1. Se a cidade não estiver registrada na obra. da UFPR.). Admite-se o uso da abreviatura da palavra editora quando se tratar de editoras das universidades (Ed. Ed. Ed.: s.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso.2. Olympio e não Livraria José Olympio Editora). o nome é acompanhado da sigla do respectivo estado. e ampl. abreviam-se os prenomes (exemplo: J. por extenso.]. Indicam-se. No caso de a cidade e a editora não constarem da obra. ed. não aparece na posição da editora.). registra-se a primeira ou a que estiver em destaque. separandoas por (.). 7.]. n. Quando houver duas editoras indicam-se ambas. mas puder ser identificada.1. são folclóricas. l. quando o nome da editora corresponde ao de uma pessoa física. Nos casos de cidades homônimas. 7. da cidade onde se situa a editora. caso contrário. Monografia. respeitando-se a pontuação entre os elementos. suprimindo-se a palavra editora e as indicações de natureza jurídica ou comercial (Ltda.1. No caso de publicações em língua estrangeira estes registros são feitos no respectivo idioma. associações.]. registra-se o nome da primeira ou da mais destacada. usa-se a expressão Sine loco (que significa sem local) entre colchetes [S. l. ainda. da UGF. local É representado pelo nome. empresas. título e edição Título abrangente ou geral é separado do subtítulo por dois pontos (:). da UnB). estes registros são feitos de forma associada [S. com os respectivos locais. usa-se a expressão sine nomine abreviada entre colchetes [s. registrase o nome entre colchetes [ ]. ed.

2. século certo [18_ _]. São Paulo: Cortez. Título do livro: subtítulo (se houver). Aidil Jesus Paes de. registrase o nome do mês abreviado. quando se tratar de autoria de pessoa jurídica ou de materiais sem autoria. dentro de uma sequência própria a cada tipo de material. Como se trata de elemento essencial para a referência. com a letra inicial minúscula seguida de ponto (jan. apresentação ou do copyright. com exigência de informações relacionadas a dia. Número da edição. São Paulo: Makron Books. e ampl.Universidade Gama Filho | 47 7. ampl.2. no idioma original da publicação. No caso de data completa usada para referenciar artigos de revista. SEVERINO. século provável [18 _ _ ?]. 2. Referenciação de materiais de uso mais frequente Como parte pós-textual obrigatória em todo trabalho acadêmico. Antônio Joaquim. dez. registra-se uma data aproximada entre colchetes: um ano ou outro [1945 ou 1946]. mês. abr.1. Neide Aparecida de Souza. matéria de jornal. Cidade: Editora. Se nenhuma data puder ser determinada.2. Fundamentos de metodologia científica: um guia para a iniciação científica. 7. rev. Metodologia do trabalho científico. Nome do Autor. 2002. ed. distribuição. 2000. seja da publicação. intervalos menores de vinte anos [entre 1932 e 1938]. década certa [195_ ]. 7. b) dois ou três autores BARROS. as referências são relacionadas na ordem alfabética dos sobrenomes dos autores e equivalentes. ed.). ano. sempre deve ser indicada uma data. Livros usados como um todo a) autor único SOBRENOME. data aproximada [ca 1920]. 22.5. com exceção de maio que é usado por extenso. . data A data da publicação é registrada em algarismos arábicos sem separação entre eles. da ABNT. década provável [193_ ?]. impressão. Cada elemento da referência tem a sua apresentação normalizada pela NBR 6023/2002.1. ano. provável [1950 ?]. documentos coletados na internet. LEHFELD.

João Augusto. Rio de Janeiro. Monografia. O jornalismo como gênero literário. São Paulo: Cortez. ed. Filosofia da linguagem. Catálogo de graduação: 1994-1995. Eliza. Queiroz. h) sobrenomes ligados por hífen PICHON-RIVIÈRE. l) livro editado pelo autor (pessoa física ou instituição) HRYNIEWICZ. Metodologia científica na era da Informática. capacidades de recursos tributários. MG. 6. 2003. 1998. Enrique. SANTA ROSA. 1995. Teoria do vínculo. d) autor organizador ou coordenador GOULART. f) autor de nome espanhol BLANCO COSSIO. Rio de Janeiro: Reluma-Dumará. Severo. ed. ed. e) autor com partícula de parentesco no sobrenome MÁTTAR NETO. Petrópolis: Vozes. 2002. São Paulo: Martins Fontes. São Paulo: Atlas. j) obra publicada sob pseudônimo ATHAYDE. 13. Tristão de. i) sem autoria CONTROLE interno das empresas. 1990. São Paulo: T. g) sobrenome composto CASTELLO BRANCO. . São Paulo: EDUSP. Íris Barbosa (Org.). Dissertação e Tese | 48 c) mais de três autores LUCKESI. Rio de Janeiro: BNDES. Fazer universidade: uma proposta metodológica. ed.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA. 1999. A educação na perspectiva construtivista. 2. Quando o brincar é dizer não: a experiência psicanalítica na infância. Viçosa. Pátria amada: o Brasil em poemas. Renato. esforço fiscal e gasto público no federalismo brasileiro. 1998. Disparidades econômicas internacionais. Fernando Andrés. 1993. Cipriano Carlos et al. 1996. 1998. São Paulo: Saraiva. 10. 1994.

São Paulo: Cortez. referenciada como um todo VALLANDRO. 2. português-inglês. ed. ou Coord. José Gimeno. Dicionário inglês-português. Professor reflexivo no Brasil: gênese e crítica de um conceito. principalmente se o livro tem autor(es) que responde(m) pela publicação enquanto organizador(es) ou coordenador(es). Professor reflexivo: construindo uma crítica.). São Paulo: Saraiva. Neste caso. 1. p.2. São Paulo: Cortez.2. Professor reflexivo no Brasil: gênese e crítica de um conceito. Evandro (Org. 2002. Segue um exemplo ilustrativo a partir da referência do livro inteiro. Metodologia científica na era da Informática. In: SOBRENOME. Obras de referência (dicionário. Tendências investigativas na formação de professores. ed. ed. 2. 7. Livros usados em parte ou capítulo destacado Ao trabalhar com parte ou capítulo de um livro é necessário que o aluno esteja atento para a referenciação da parte lida. SACRISTÁN.). ed. enciclopédia) A referenciação segue o mesmo padrão dos livros. In: ______. In: ______ . São Paulo: Cortez. 81-87. 2.3. Selma Garrido. b) o (ou um dos) coordenador(es) é o autor do capítulo destacado PIMENTA. In: PIMENTA. São Paulo: Globo. Nome do Autor (Org. . Evandro (Org. GHEDIN. Título do capítulo. p. cap.(inicial) . Nome do Autor do capítulo. 2002. ano.(final). Selma Garrido.). 3. número do capítulo. Evandro (Org. João Augusto.Universidade Gama Filho | 49 7. 4: p. Sema Garrido. GHEDIN. o capítulo em destaque pode ter autoria própria ou ser de autoria do organizador. ed. Cidade: Editora. a) capítulo com autoria própria em livro com organizador ou coordenador SOBRENOME. 1999. GHEDIN. PIMENTA. Título do livro: subtítulo (se houver). 2002.2. c) capítulo destacado de livro cujo(s) autor(es) responde(m) pela autoria do livro inteiro MÁTTAR NETO. 2002. Professor reflexivo no Brasil: gênese e crítica de um conceito. cap.). 24. a) a obra com autoria. A sociedade da informação. ?. 17-52. cap. 100-139. Leonel. p.

85. v. 1981.4. CRIAÇÃO animal. período. dez. número (n. p. v. v. Rio de Janeiro: Zahar. b) número ou suplemento referenciado como um todo TÍTULO OU NOME DA REVISTA. Helíades. MORUJÃO. Alexandre Fradique. 8.) ou ano. d) verbete com autoria em obra sem autoria KURY. In: DICIONÁRIO de Sociologia. Monografia. Nome da Revista. In: ENCICLOPÉDIA do Estudante. Dissertação e Tese | 50 b) a obra sem autoria.). (Quando não constar o nome da editora usa-se vírgula após o nome da cidade). inicial . . reimp. 178.Enciclopédia luso-brasileira de Filosofia. Lisboa: Verbo. ano (civil). indicação do volume (v. boletim. 3. 1974. Política e Administração. Porto Alegre: Globo. Mario da Gama. Lisboa: Verbo. 591-599. ed. 1994. São Paulo: Abril Cultural. ed. set. 2. incluindo o ano civil. referenciada como um todo DICIONÁRIO de Sociologia.final). 7. atual. c) verbete sem autoria em obra sem autoria CORPORATIVISMO. Educação e alimentação pré-escolar. ed. reimp.15-21. Artigos de revista. 386-3876. 1997. p. atual. 1981. 1997. Rio de Janeiro: FGV. 1997. Título do tema especial. 1981. Reforma do Estado e Segurança Pública. volume (v. p.) ou ano (informação correspondente a volume e ano correspondente ao tempo de publicação).2.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. 5. v. REVISTA DE SAÚDE PÚBLICA. época da publicação (mês ou meses separados por barra /). Cidade: editor. localização da matéria referenciada (p. 2. História da Filosofia. São Paulo: Fiocruz. In: LOGOS − Enciclopédia lusobrasileira de Filosofia.). n. Porto Alegre: Globo. p. Nome do Autor. Local: editora. 3. GURGEL. LOGOS . número (n. p. Título do artigo ou matéria. 8. In: DICIONÁRIO de mitologia greco-romana. Carlos. 5. periódico a) artigo ou matéria com autoria SOBRENOME.

Para aprender (e desenvolver) competências. Língua viva. Rio de Janeiro. Gazeta do Povo. acrescidos das informações relativas à descrição física do meio eletrônico (disquete.5. Observação: no caso de a matéria estar publicada em parte destacada (caderno. p. htm>. 2000. Matéria de jornal SOBRENOME. b) sem indicação de autoria MORFOLOGIA dos artrópodes. Nome do Jornal. suplemento). data (com nome do mês abreviado.6. Paola. Sinfonia do adeus. a) com indicação de autoria DUARTE. 1999. p. Roberta. jornal em meio eletrônico As referências obedecerão aos padrões anteriormente indicados. Seção Economia. localização da matéria. Acesso em: 8 mar. 2003. Disponível em: <htpp:/www. No caso de consulta online são essenciais as informações sobre o endereço eletrônico apresentado entre os sinais < > precedido da expressão Disponível em: seguindo-se a data de acesso. Lisboa: Priberam Informática. “Não se recomenda referenciar material eletrônico de curta duração nas redes.priberam. 1. 4).br/língua.jb.com. 23 mar.2.Universidade Gama Filho | 51 7. Disponível em: <http//novaescola. Nome do Autor. 27. GENTILE. Jornal do Brasil. 6 ago 2000. POLÍTICA. . na sua referenciação a parte será nomeada com a página correspondente. CD-ROM 9.html>. Espasmos da cultura. O Globo.html>. Adriana.Br/jornaleconomia/index. c1998.]: Planeta De Agostini. Artigo ou matéria de revista. 7. 6 ago. In: DICIONÁRIO da língua portuguesa.Br/ed/135_set00/html/repcapa.2. Nova Escola On-line. Segundo Caderno. Sérgio Nogueira. Disponível em: <http//www.abril. In: ENCICLOPÉDIA multimídia dos seres vivos. Acesso em: 28 abr. O Globo. PAVLOVA. boletim. Acesso em: 6 ago. BENCINI. online). Título da matéria. 2000. 2001. Leonel. 23 mar. Curitiba. KAZ. CD-ROM.com. [S. Cidade.gazetadopovo. 2001. Disponível em: <htpp://www. 2002. p. 1998. Rio de Janeiro. l. PLASTICULTURA salva lavouras do frio. Acesso em: 9 ago. com exceção de maio).pt/dlDLPO>. Rio de Janeiro.com.” (NBR 6023.

1996. M. Disponível em: <http//www. Título do documento seguido de reticências . 2000.. Livro de resumos.. Dissertação e Tese | 52 c) autoria institucional UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPIRTO SANTO. 7.. out. Cursos oferecidos: julho/outubro 2000.final) da parte referenciada. 10. 7. (inicial .npd. Pierre. Atas) seguido de cidade: editora. 7-10.Instituição.ufes.. Teses.2. Anais. título do documento (Anais.. Anais.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. In: CONGRESSO INTERNACIONAL DA UNIVERSIDADE GAMA FILHO: um encontro entre humanismo e tecnologia. 1986. ENCONTRO NACIONAL DE INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO JURÍDICA. Nome do Autor. p... Fortaleza. 1997. (Anais... Recife.. Acesso em: 21 jan. da UGF. ano e local (cidade).7. A interdisciplinaridade na educação..2. 1986. Anais eletrônicos. ENCONTRO NACIONAL DE BIBLIOTECONOMIA E INFORMÁTICA. Recife: UFPe. WEIL. Rio de Janeiro: Ed.).. data da publicação. Categoria do trabalho (grau obtido) . Evento científico como um todo NOME DO EVENTO..br/cursos/ default.. Brasília. Título do trabalho: subtítulo (se houver).htm>.html>. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS.propesq. dissertações ou outros trabalhos acadêmicos SOBRENOME.. 4. Cidade: editora. 2. 7. p. 1993.. Anais. numeração (se houver). Atas. 1998. 1996. A educação à distância e a biblioteca universitária. R.br/anais/anais.2. 1993. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPE. Acesso em: 30 ago.. Disponível em: <http//www. 1 CD-ROM.. Trabalho apresentado em evento científico SOBRENOME. GUNCHO.ufpe. data. data da defesa (se foi registrada data diferente na folha de aprovação). Monografia. Título do trabalho apresentado. Ano. . numeração do evento (se houver). In: NOME DO EVENTO. 1998. Nome do Autor... Fortaleza: Tec Treina... 1.9.8. Brasília: ABDF. Rio de Janeiro. ano e local (cidade) da realização. Cidade. Núcleo de Processamento de Dados.

23 dez. BRASIL. comunicado. Dados da publicação. 1992.Universidade Gama Filho | 53 ANÇÃ. numeração. DF. Rio de Janeiro. Tese (Doutorado em Educação) . solução alternativa. Paulo Estevão Cruvínel. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Pedagogia) . . (NBR 6023. Unidade de Apoio. aviso.Faculdade de Educação. acrescenta-se a palavra Constituição. Documento jurídico 7.Moutinho. Monografia (Mestrado em Educação) . decisão administrativa. entre o nome da jurisdição e o título. legislação Compreende a Constituição. medida provisória. Rio de Janeiro. entre parênteses. circular. 1989. Universidade Gama Filho. BR n. datas do período de registro. SP). no caso de se tratar de normas). Título. Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos. Universidade do Rio de Janeiro.Faculdade de Educação. 2002. JURISDIÇÃO (ou cabeçalho da entidade. O papel do professor na motivação no ensino aprendizagem. Poder Executivo. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. Título. 7. resolução. Nelza Maria. 27833-27841. data. decreto em todas as suas formas. Marilda dos Santos. Quando se tratar de Constituições e suas emendas.11. 2002. CARVALHO. Lei no 9. MUSSI. A gestão participativa de qualidade: delegação de poderes. Janete M. resolução do Senado Federal) e normas emanadas das entidades públicas e privadas (ato normativo. A formação do professor e do pesquisador em nível superior no Brasil. Seção 1. 1996.Coordenação de Pós-Graduação e Atividades Complementares. 1989. p. Universidade Gama Filho. Monografia (Especialista em Administração Escolar) . 26 jun. Patente ENTIDADE RESPONSÁVEL e/ou autor. Número da patente. 30 maio 1995. JARDIM.394.1. As atividades do orientador educacional competente.10. 8).Departamento de Educação. seguida do ano de promulgação.11. EMBRAPA. 2003. Pl 8903105-9. p. instrução normativa. as emendas constitucionais e os textos legais infraconstitucionais (lei complementar e ordinária.2. 7. Rio de Janeiro. entre outros). Brasília. ordem de serviço.2. Rio de Janeiro. de 20 de dezembro de 1996. Helen Silveira.2. portaria. Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Apelação civil no 42. Emenda constitucional no 9.441-PE (94. v. v. 8 dez. Tribunal Regional Federal (5. 2002. ago.]: DATAPREV. de 7 de dezembro de 1999. Dissertação e Tese | 54 BRASIL. Disponível em: <http://www.in. DF. São Paulo.br/mp_leis/leis_texto. 1998. 1995.11.2. Órgão judiciário competente. 19. artigos de periódicos. LEI nº 9. Raimundo Gomes de. 59. BRASIL. BRASIL. doutrina É toda discussão técnica sobre questões legais (monografia. .05. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Constituição (1988). Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados. 103. Apelante: Edilemos Mamede dos Santos e outros. 23. e ampl. Local. 1 CD-ROM. n. Lei no 9. de 13 de julho de 1990.2. asp?ld=LEI%209887>.11. sentenças e demais decisões judiciais. São Paulo.11. etc.887. São Paulo. 1999. Partes envolvidas (se houver). Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social. 7. 558-562. Recife.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. 139. data. Dados da publicação. [S. p. acórdãos. consulta a documento jurídico em meio eletrônico BRASIL. In: PILETTI. 196-222.l.394 de 20 de dezembro de 1996.). Nelson. In: SISLEX: Sistema de Legislação. p./dez. Brasília. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. Monografia. de 9 de novembro de 1995. jurisprudência Abrange súmulas. enunciados. p. 1998.gov. São Paulo: Ática. mar. 1995.01629-6). Título (natureza da decisão ou ementa) número. Relator. São Paulo: Saraiva. 1999. 1999. Lex: legislação federal e marginalia. Apelada: Escola Técnica Federal de Pernambuco. ed.11. JURISDIÇÃO. Relator: Juiz Nereu Santos.3.2. ed. p. Regulamento dos benefícios da previdência social.2. 7.2. consulta a publicação comercial de documento jurídico ESTATUTO da criança e do adolescente: Lei nº 80069. Região). 53-72. Lex: jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais. papers. atual. BARROS. 12. 7. v. sendo referenciada de acordo com o tipo de documento. Acesso em: 22 dez. Estrutura e funcionamento do ensino fundamental. 1966. 7.5. out.4. 4 de março de 1997.

diafilme. mapa. videocassetes. 7. São Paulo: CERAVI. diapositivo. Documento cartográfico Compreende atlas.2. Neo Interativa. Quantitativo de unidades físicas com especificação do suporte. Título (quando não existir. entre colchetes). Rio de Janeiro. São Paulo. n. gravura. ilustração. KOBAYASHI. 2002. transparência. OS PERIGOS do uso de tóxicos. Escalas variam. Doença dos xavantes. Título. Documento iconográfico “Inclui pintura. inverno 1994. 1980. Local: Editora. Local: Produtora. 2.2. p. data. K. Nome do Autor. TÍTULO. Produtor. SOBRENOME. SP).000. data. 1 atlas. Nome do Autor. 1994. color. deve-se atribuir uma denominação ou a indicação Sem título. fotografia.html>. globo. Imagem em movimento Refere-se a filmes. desenho técnico. Produção de Jorge Ramos de Andrade. Escala indeterminável. Disponível em: <http://www. 1981. Data. ATLAS Mirador Internacional. DVD. STOCKDALE. 1 fotografia. Escala. webshots. Quantitativo de unidades físicas com especificação do suporte.Universidade Gama Filho | 55 7. Regiões de goveno do Estado de São Paulo. When’s recess? [2002?]. 1983. INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo.2.12. 1920. material estereográfico. SOBRENOME. Quantitativo de unidades físicas com especificação do suporte. Acesso em: 13 jan. René. etc. cartaz entre outros.” (NBR 6023. 10). 1 atlas. referenciado conforme os padrões para outros tipos de publicações. Escala 1:2. color. 1 CD-ROM.13. Diretor. 1 fotografia. . fotografia aérea. 7.com/g/d2002/1-nw/20255. entre outros.14. 1 videocassete. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil. PERCENTAGEM de imigrantes em São Paulo. 2001. 1 mapa.

Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso.net/picolino/partitur. 7. Marcos. SOBRENOME. Título. 7. Nome do autor. O mandarim maravilhoso.inter. MOCOTÓ. deve-se atribuir uma denominação ou a indicação Sem título]. Faixa ou outra forma de individualiza a parte referenciada. animais empalhados. 2002. Título da parte ou faixa de gravação. data. Intérprete: Simone. SOBRENOME. A jura secreta. Local: Gravadora (ou equivalente). Quantitativo de unidades físicas com especificação do suporte. Título. 1 partitura. rolo. 1 partitura. Documento tridimensional Refere-se a esculturas.2.16. objetos e respectivas representações: fósseis. 1952. Nome do Compositor. objetos de museu.2. [S. 1CD. Wien: Universal. SOBRENOME. Instrumento a que se destina BARTÓK. Partitura Compreende partituras impressas e em suporte ou meio eletrônico.2. CD (compact disc). São Paulo: RCA Victor. Dissertação e Tese | 56 7. Béla. etc. In: SIMONE. Plano. COSTA. p1988. p1977. Documento sonoro a) no todo Trata-se de disco. Local: Gravadora (ou equivalente). cassete. Monografia. Acesso em: 5 jan. Quantitativo de unidades físicas com designação específica. Nome do compositor ou intérprete. Data. data. Silva.15.htm>. Faixa 7. Quantitativo de unidades físicas com especificação do suporte. Disponível em: <http://openlink. S. Fervilhar: frevo. [19--].l. 1 disco. b) em parte Abrange partes e faixas de documentos sonoros. Quantitativo de unidades físicas com especificação do objeto. data. Intérprete: Nome.br. ALCIONE. Face a face. Nome do Autor (quando for possível identificar o criador artístico do objeto). Tiago. etc. Ouro e cobre. Local: Editora. Título [quando não existir.17. Título. In: SOBRENOME. maquetes. monumentos. esqueletos. Orquestra.]: EmiOdeon Brasil. . Nome do compositor ou interprete. SOBRENOME. OLIVA.

Jornal do Brasil. pode(m) ser substituídos. Instituição.2. ano 28. Marcel. Texto para uso didático . Empregos. MELO. Maria de Lourdes Motta. Departamento de Educação da UGF. p. Nome do Autor do depoimento. Materiais não previstos na NBR 6023:2002 Existem materiais que.2.18. 1999.19. Uma pedagogia na medida certa para as necessidades do Brasil no século 21. c) apostila. 1918. apesar de serem manuseados no meio acadêmico. Sylvia Ganen. material didático BRAZIELLAS.2. Rio de Janeiro. Local do depoimento. 1997. Páginas Abertas. Magali Orminda de Souza. BARBOSA. 2003.5 deste documento. BULE de porcelana. José Marques de. 1 escultura variável. 7-10. 1 bule. Sugere-se a seguinte orientação: a) entrevista publicada em jornal ou revista A referenciação é feita como previsto no tópico 7. 9 dez. não tiveram a referenciação normalizada pela ABNT. e ponto. .2. data.Universidade Gama Filho | 57 DUCHAMP. Carlos Otávio. na mesma página. Escultura para viajar. Instruções para elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos na universidade. por um traço sublinear. A utopia da educação pública. MOREIRA.4 e 7. São Paulo: Paulus. Assunto ou título. A trajetória de um comunicador. 17. O traço sublinear não deve ser usado quando o conjunto de elementos que compõem a autoria não coincidirem. 18 jul. 18--]. Tipo de depoimento e responsável pela condução da atividade.Departamento de Educação. A implantação da disciplina Técnicas de Estudo e Pesquisa (EDU 121) no currículo básico dos cursos da universidade. 7. n. [China: Companhia das Índias. Autoria repetida O(s) nome(s) do(s) autor(es) de vários documentos referenciados sucessivamente. Depoimento feito à professora Maria de Lourdes Motta Braziellas. p. Entrevista concedida a Ana Lagoa. ASSMAR. 7. 1. nas referências seguintes à primeira. b) entrevista não publicada ou depoimento SOBRENOME. equivalente a seis espaços. Universidade Gama Filho.

A psicologia da criança. São Paulo: Martins Fontes. Jean. A construção do real na criança. Dissertação e Tese | 58 PIAGET. ______. 1978. 1986. . Monografia. 2001. 17. INHELDER. Rio de Janeiro: Zahar. PIAGET. Bärbel. Jean. A linguagem e o pensamento da criança.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. ed.

clareza e precisão. ao ser pluralizado. cuja presença ou omissão pode mudar o sentido da mensagem. períodos. parágrafos. com destaque natural para o nível superior. o que requer atenção no uso dos pronomes relativos. destacando-se. Características da linguagem Enquanto instrumento de comunicação acadêmica. o que significa apresentar correção. recomenda-se que. A construção de um texto de qualidade exige adequada articulação dos argumentos. 8. concisão. ainda. de adjetivos desnecessários. do nome próprio da instituição ou o título do órgão que ela representa. É indispensável que se evite o uso de linguajar banal e de jargões que. por extenso. uma vez que o processo de formação do futuro cientista tem início nos bancos escolares. objetividade. para posicionamentos personalizados é indicado o uso da terceira pessoa porque confere sobriedade à construção do texto. geralmente. considerando até mesmo os sinais de pontuação. evita a ambiguidade no uso de termos e na construção de frases. a linguagem utilizada segue os padrões da norma culta. a sobriedade. desde os primeiros níveis de escolarização. apesar de uso consagrado.8. seguindo-se o seu registro entre parênteses. REDAÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS A elaboração de textos acadêmicos requer os mesmos cuidados colocados na literatura para os trabalhos científicos. Recomendam-se cuidados quanto à repetição de palavras. ao uso de pronomes possessivos. uma vez que não se pluraliza a expressão escrita. Não se admite a pluralização de uma sigla. representam a abreviatura de nomes de instituições ou títulos de órgãos de estruturas organizacionais. As siglas. comprometem a qualidade do trabalho acadêmico. dos tempos verbais. o nome deixa de ser próprio e passa a ser substantivo comum. instância formativa na qual espera-se que o universitário já domine os conhecimentos básicos da língua portuguesa para esse fim. com lógica e continuidade. ficando liberado o seu uso a partir de então.1. Mesmo que o significado de uma sigla seja do domínio público. . a expressão seja escrita inicialmente por extenso. A linguagem científica trata os assuntos de maneira direta e simples. das conjunções. na primeira aparição no texto. com o uso de um s.

seriação de quatro ou mais números. percentis e quartis. 8. sem espaçamento. p. números decimais. unidades de medida ou de tempo. Exemplo: 10h25min30s. A indicação de milênio faz-se com o uso de numeral ordinal por extenso (terceiro milênio) e a de século com o uso de algarismos romanos (século XXI). 2002). porcentagens. qualquer que seja a sua composição. Os números ordinais grafam-se por extenso até o décimo e os demais com algarismos arábicos. Com relação à presença de números na construção de textos. b) citação indireta: texto produzido com base na obra do autor lido. As citações são elementos retirados das fontes pesquisadas durante a leitura e análise da documentação selecionada. número de páginas. escores e pontos de uma escala. Para datas. para o registro de horários usando-se abreviatura das diferentes unidades de tempo utilizadas. a transcrição literal de um texto. 2002.1) concebe a citação como: “Menção de uma informação extraída de outra fonte. O uso comedido de citações valoriza o trabalho. Dissertação e Tese | 60 Chama-se a atenção. Monografia.2) ilustra o uso de citação indireta. guardando fidelidade às suas idéias. ainda que seja uma pequena parte. indica-se o registro do dia e ano com algarismos arábicos e o nome do mês por extenso. . por extenso. comparação com os outros números em sequências. e idades são escritos com algarismos arábicos. Também frações decimais ou ordinárias. ainda. esta mesma norma apresenta a classificação dos diferentes tipos de citação: a) citação direta: transcrição textual ou cópia de parte da obra do autor consultado. dos quais o aluno lança mão por se revelarem úteis para corroborar as ideias desenvolvidas por ele no decorrer do seu raciocínio. sem a referência adequada da fonte consultada (SEVERINO. referência ao próprio algarismo. Uso de citações e notas de rodapé O estudante universitário desenvolve a habilidade de consultar fontes técnico-científicas como forma de estudo e para fundamentar a produção de trabalhos acadêmicos.2. Exemplo: 28 de junho de 2005. são escritos com algarismos arábicos. obrigatoriamente.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. mas não se pode admitir. em hipótese alguma.” A seguir. A ABNT (NBR 10520. via de regra. proporções. quantias. registrados por extenso os compostos por até dois algarismos. o primeiro parágrafo deste tópico (8. operações aritméticas. Se o número iniciar uma frase será escrito.

houver elementos ocultos reconhecíveis no contexto da leitura. . pelo autor do trabalho acadêmico. mesmo que algum aspecto pareça estranho. “As citações são os elementos retirados dos documentos pesquisados [. em geral.] a citação.] colocada entre aspas [quando não ultrapassar três linhas]. 2002. 106. colocada entre parênteses. destacar alguma palavra ou expressão em texto citado.” (SEVERINO. Segundo Severino (2002. Fazer uma citação direta significa transcrever palavras de outrem. p. 197. no original. as de maior extensão são transcritas em destaque. é necessário registrar. pouco conhecidos e utilizados. com deslocamento de quatro centímetros a partir da margem do papel. Os cortes são indicados por reticências entre colchetes [. bem como receber acréscimos esclarecedores da construção frasal. “[. logo após o fato merecedor de correção. grifo pessoal). acréscimos e comentários são registrados também entre colchetes [ ] no espaço adequado. como parte do texto produzido.Universidade Gama Filho | 61 c) citação de citação: utilização. 107). 2002.. “Também já existem no Brasil alguns repertórios bibliográficos de boa qualidade. p.] que se revelam úteis para corroborar as idéias [sic] desenvolvidas pelo autor no decorrer do seu raciocínio. sem aspas. As citações diretas de até três linhas são colocadas entre aspas duplas. ainda. a expressão sic entre colchetes [sic] que significa assim mesmo ou segundo informações colhidas. Neste caso. uso da fonte 10 e espaço simples..] colocados na parte do texto onde ocorreram. para chamar a atenção do leitor. principalmente quando. com todas as características do texto original.” O autor do trabalho acadêmico pode. de uma citação direta ou indireta feita pelo autor do material consultado sem ter tido acesso ao material original. quando literal.. mas. mas de presença necessária para facilitar a compreensão da mensagem. registrando a expressão: grifo pessoal após a referência da fonte bibliográfica de chamada da citação. deve ser [.. grifo do autor). O texto citado pode ser transcrito com supressão de partes.. p. desde que o corte não lhe prejudique o sentido. Se o destaque já fizer parte do texto transcrito usa-se a expressão grifo do autor.. as aspas duplas no trecho correspondente são substituídas por aspas simples (‘ ’). Se no interior de uma citação encontra-se uma citação de terceiros.” (SEVERINO...

3) Santos (2002. 2002. 1999). LEHFELD. usando o método) e universal (considera tudo como errado. podendo ser espontânea (falta de estudo pró e contra) refletida (resulta de estudo do que é contra e a favor). acrescida da(s) página(s). sugere-se a expressão online em substituição ao número da página. p.” (NBR 10520. ano da publicação da fonte. Se o sobrenome do autor. o que contraria a tese preconceituosa segundo a qual crianças de classes populares não são capazes de aprendê-lo (POSSENTI. bem como uma evolução no seu próprio processo de formação profissional científico. A escola tem como objetivo ensinar o português padrão. se a citação for direta. indica-se a data. um. colocando-se o ponto final após o seu fechamento. 41) afirma: A dúvida significa um produto de equilíbrio entre afirmar e negar. grafado com todas as letras maiúsculas. . Conforme Possenti (1999).” (BARROS. 100). conforme o caso. são os cépticos). quando se tratar de mais de três. instituição(ões) responsável(eis) estiver(em) incluído(s) na sentença. Monografia. registrar apenas o sobrenome do primeiro autor seguido da expressão et al. seguindo-se as demais informações. número da página) para o registro das fontes bibliográficas das citações e o sistema numérico para registro das notas explicativas de rodapé. A ABNT (NBR 10520. Dissertação e Tese | 62 Em qualquer tipo de citação é exigida a indicação da fonte de onde foi retirado o material transcrito. Se o sobrenome do autor não aparecer no texto. ou correspondente.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. No caso de transcrição de material retirado de texto disponibilizado pela internet. entre parênteses. p. não aparecer na sentença será colocado dentro dos parênteses. “Os debates sobre os caminhos utilizados para a investigação favorecem um aprendizado. p. o que contraria a tese preconceituosa segundo a qual crianças de classes populares não são capazes de aprendê-lo. dois ou três sobrenomes. a escola tem como objetivo ensinar o português padrão. 2002) define o sistema autor-data (sobrenome do autor ou nome da entidade responsável ou no caso de não haver indicação de autoria a primeira palavra do título seguido de reticências. Isto significa registrar. ele fica incluso no mesmo. metódica (dúvida sobre o que é tido como certo. Na citação indireta exclui-se o número da página. “Quando o(s) nome(s) do(s) autor(es). 2000. entre parênteses.

2006) Quando se tratar de vários documentos de um mesmo autor. C.. p. (ANTUNES. registrar o sobrenome do autor original. (GARCIA. Embora as expressões latinas sejam cada vez menos utilizadas como recurso para citação das obras em textos acadêmicos e científicos. TAVARES. sem espaçamento. Vera. 1985) Usar citação de citação significa pedir emprestado ao autor consultado uma citação que ele tenha apresentado no livro que o aluno consultou. em ordem alfabética.. Deve-se. MARCONI. A.Universidade Gama Filho | 63 Nas citações. diretas ou indiretas. 15) Mas. conforme foram colocadas nas referências. 1990. 2008) apresenta. 2002. Esta condição não pode ser omitida. publicados num mesmo ano. as mais comuns são apresentadas no apêndice G. no caso de vários documentos de autores diferentes. acrescentam-se as iniciais de seus prenomes. 2002) (ANTUNES. (OLIVEIRA.. citados simultaneamente. AZEVEDO. p. então. quando houver coincidência de sobrenomes de autores. neste caso a indicação correta prevê o uso da expressão latina apud (que significa citado por ou segundo).” (COSTA. 1998b) De acordo com Visca (1998a. eles devem ser separados por ponto-e-vírgula. 1985. 1984. 32) (OLIVEIRA. p. (VISCA. 1991) Porém. acrescentam-se as mesmas letras minúsculas. 2004. a data da publicação da respectiva obra. 1986.. Vitor. LOFFREDI. seguindo-se a expressão apud com as indicações bibliográficas do material consultado. colocam-se os prenomes por extenso. (LAKATOS. após a data. LÜCK (2003. “A razão é simultaneamente uma faculdade e uma postura crítica. 36). . 1993 apud MÁTTAR NETO. p.159) Nas citações indiretas. têm essas datas separadas por vírgula. para que a leitura de textos que seguiram normas anteriores seja inteligível. publicados em datas diferentes e mencionados simultaneamente. 2003. em ordem alfabética. quando se tratar de diversas publicações de mesma autoria. se elas também coincidirem.

a NBR 10520:2002 apresenta a orientação no capítulo de número 7. Caso haja interesse em utilizar este recurso. O registro do indicativo numérico deve ser digitado de forma sobrescrita. embora não priorizado pela ABNT. As notas de rodapé constituem espaço usado pelo autor. p. ao final da página. ser digitadas com fonte 10 e espacejamento simples e receber numeração arábica em sequência única no âmbito de cada capítulo. transcrever a versão original de citações traduzidas e colocadas no trabalho e. Este critério não se aplica a dados obtidos em pesquisa de campo. aliado ao conhecimento da riqueza e nuances do idioma português. . “Em casos especiais. segue-se ao registro do conteúdo a expressão informação verbal. O uso dos recursos disponibilizados pela metodologia científica.. entre parênteses. debates entrevistas) para enriquecer os fundamentos teórico-práticos do trabalho. Neste caso. Como o texto acadêmico é redigido em língua portuguesa. remeter o leitor a outras partes do trabalho ou a outras fontes. incluindo a titulação ou cargo acadêmico do entrevistado ou palestrante. independentemente da área de formação do universitário. para registrar comentários adicionais ao texto. constitui um conjunto que possibilita uma variada articulação do pensamento.. as notas de rodapé devem ser separadas do texto por um filete com 3cm a partir da margem esquerda.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. uso ainda frequente. característica preconizada como indispensável para a redação de trabalhos acadêmicos. seguindo-se a expressão tradução livre (sem negrito) após a indicação correta da fonte. as citações que forem transcritas de material publicado em língua estrangeira devem ser traduzidas. [. [os textos transcritos] podem ser mantidos no original. Situadas na parte inferior da página. Monografia. colocada entre parênteses. ela pode muito bem figurar em nota de rodapé. mencionando-se os dados disponíveis a respeito do evento em nota de rodapé.] quando a versão original tenha algum particular interesse.” (SEVERINO. ainda. 2002. indicar fonte bibliográfica de citações. sem usar o negrito. Dissertação e Tese | 64 Pode acontecer de o aluno precisar fazer alusão a dados obtidos por informação verbal (palestras. 108). como nos estudos linguísticos especializados.

9. a ABNT parte do conceito de ilustração que abrange outras formas de representação gráfica: “Desenho. plantas. APRESENTAÇÃO DE TABELAS E ILUSTRAÇÕES 9. fluxogramas. órgão coordenador e normatizador do Sistema Estatístico Nacional (SEM). imagem que acompanha um texto. mapas. 9. seguindo-se o título: Tabela 1 . separado por hífen colocado entre espaços correspondentes a um caractere. Recomenda-se considerar os seguintes critérios para numerá-las: a) registrar a palavra Tabela (primeira letra em maiúscula). no caso de tabela única a numeração é facultativa. Concepções A Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).1. fotografias. a localização no texto. 1994. define tabela como “Forma não discursiva de apresentar informações. Para que seu significado em relação ao conteúdo fique claro. A mesma norma enumera alguns tipos de ilustração: “[. organogramas. p.] desenhos.2. b) escrever o título da tabela na mesma linha. gráficos. quadros.. gravura. 9. grifo pessoal). p.]” (NBR 14724. p. visando a apresentar uma informação de forma facilmente compreensível.. p. Número A existência de duas ou mais tabelas em um documento exige que as mesmas sejam numeradas para permitir sua identificação e.. 3) a considera como “Elemento demonstrativo de síntese que constitui unidade autônoma. recomendando-se que esses elementos sejam registrados de forma centralizada. A NBR 14724 (2005..Título Tabela 2 . precisam ser explicitamente mencionadas e obrigatoriamente identificadas. retratos e outros [. seguida do número em algarismos arábicos. 2005. ordenando as demais em forma crescente.” (IBGE. consequentemente.9.” Com relação aos gráficos.2.1. esquemas. Elaboração geral da tabela Nos trabalhos acadêmicos as tabelas devem ser usadas. das quais o dado numérico se destaca como informação central. 9). acima da tabela propriamente dita.”(NBR 14724.Título . 2005. 2). quando necessário.

Título Tabela 2. finalmente.1 . preferencialmente. concisa e sem abreviações. separado deste por um espaço. da coluna indicadora. Título É a indicação que vem acima da tabela contendo a designação do fato observado. Indica-se o uso de letra inicial maiúscula no título e as demais palavras serão grafadas segundo as regras da língua portuguesa.Título Ø tabelas do capítulo 3 Tabela 3. Tabela 9 . área total e densidade demográfica em 1991.2.1 . a segunda ficará centralizada em relação ao conjunto dos elementos de identificação (número e título da tabela).Coordenadas geográficas do Paraná.Índice nacional de custo da construção. para os municípios do estado de Roraima Os elementos do título seguem.Título 9. Dissertação e Tese | 66 c) a numeração pode seguir uma sequência única para todo o volume ou ser feita por capítulo. separada por um espaço. a data de referência. Não se coloca ponto final no título. segundo os pontos extremos Tabela 6. por sexo.18 . No caso de o elemento ser constituído de mais de uma linha. As designações da natureza e da abrangência geográfica dos dados numéricos devem ser feitas por extenso de forma clara.1994-1996 Tabela 13 .2.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. a seguinte ordem: descrição do cabeçalho. Monografia. o conjunto é colocado de forma centralizada em relação ao corpo da tabela. O título localiza-se logo após o número da tabela. Ø tabelas do capítulo 2: Tabela 2. segundo os municípios das capitais e os grupos materiais e mão de obra .Título Tabela 3. . um hífen e um espaço.2 .2 . o local e a época em que aconteceu.População residente em 1980 e 1991. neste caso o número deve ser precedido do número do capítulo separado deste por um ponto. um hífen e outro espaço. do local e.

2. registre-se a data da referência do conteúdo após a sua descrição. em uma tabela. Exemplo: 2o semestre de 1996 .1991/06.05.1992 apresenta dados numéricos para os meses de outubro. não sendo apresentados dados numéricos de pelo menos um dos dias desta série temporal c) dados numéricos de um período anual diferente do ano civil: determinado mês. na mesma linha ou integrada à parte descritiva. Exemplos: out 1991-mar. bimestre.3. Apresentação de tempo As Normas de Apresentação Tabular (1994) listam procedimentos a serem considerados na apresentação do tempo: a) série temporal consecutiva: apresentação. Exemplo: 30.1991 apresenta dados numéricos para os dias 30 de maio de 1991 e 6 de junho de 1991. apresentação com todos os pontos separados por vírgula. pelos seus pontos inicial e final. novembro e dezembro de 1991 e janeiro. nos casos para os quais esta informação possibilite melhor compreensão. fevereiro e março de 1992 1991-1992 apresenta dados numéricos para os anos de 1991 e 1992 b) série temporal não consecutiva: ligação dos pontos por barra. como no exemplo acima.Universidade Gama Filho | 67 Sempre que a natureza dos dados o permitir. ligados por hífen.06. no caso de número reduzido de pontos. trimestre ou semestre com registro por extenso. 9.

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d) apresentação de uma safra (abrangendo dois anos): registro dos dois últimos algarismos de cada um dos anos, ligados por barra e precedido da palavra Safra com a primeira letra maiúscula; Exemplo: Safra 91/92 apresenta dados numéricos de uma safra iniciada em 1991 e terminada em 1992. 9.2.4. Moldura É o “Conjunto de traços estruturadores dos dados numéricos e dos termos necessários à sua compreensão.” (IBGE, 1994, p. 11). A moldura, inserida no centro de toda tabela, deve ser feita com, no mínimo, três traços horizontais paralelos que a separam do topo, do espaço do cabeçalho e do rodapé. Sempre que houver necessidade de se destacar parte do cabeçalho ou dos dados numéricos, pode-se adicionar mais traços verticais paralelos para os estruturar sem, contudo, fechar a tabela nas laterais (anexo B). 9.2.5. Cabeçalho É a parte superior da tabela que especifica o conteúdo das colunas, de forma complementar ao título. Pode ser constituído de um ou vários níveis. Exemplo: Movimento forense nacional Justiça 1994 1995 1996
← 1º Nível ← 2º Nível

Entrados Julgados Entrados Julgados Entrados Julgados ← 3º Nível

Para a colocação do cabeçalho é necessário considerar os seguintes critérios: a) as especificações de primeiro nível devem conter, preferencialmente, as denominações apresentadas no título; b) as indicações do conteúdo, em qualquer nível, devem ser escritas por extenso, apenas com a letra inicial das primeiras palavras maiúscula; 9.2.6. Coluna indicadora É a parte da tabela que especifica o conteúdo das linhas em cuja elaboração devem ser considerados os seguintes procedimentos:

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a) inscrever indicadores de linha para especificar, complementarmente ao título, o conteúdo das linhas; b) indicar, sucintamente, o conteúdo através de notações estatísticas ou de palavras, sem abreviações; c) alinhar o conteúdo de cada linha escrito com apenas a letra inicial maiúscula, no canto esquerdo da tabela; d) as divisões territoriais devem ser agrupadas segundo as convenções em vigor (países segundo os continentes; estados segundo as regiões) e os demais casos em ordem alfabética; e) apresentar subdivisão das especificações de cada coluna em vários níveis, cada um registrado com apenas a inicial maiúscula e com um afastamento de dois espaços em relação ao anterior. 9.2.7. Totalização Para a colocação dos totais nas tabelas recomenda-se que a soma dos dados numéricos de uma linha ou coluna seja indicada pela palavra Total, escrita com a primeira letra maiúscula, exceto quando se referir aos dados de uma área geográfica ou de uma categoria, caso em que receberá o nome do conjunto da área/categoria. É opcional que o total suceda ou preceda às parcelas, mas, em qualquer dos casos o modo de apresentação deve ser uniforme em todo o trabalho. A linha de totalização será separada das demais por um maior espaçamento entre linhas. 9.2.8. Rubrica É o recurso utilizado para englobar dados com várias especificações: a) outros: usado quando o agrupamento tiver sido feito na fase de organização da tabela por conveniência de análise ou apresentação dos dados e cujo valor seja proporcionalmente inferior aos demais dados indicado; b) não declarados ou sem declaração: indicado quando o agrupamento tiver sido feito na fase da apuração dos dados, por falta ou insuficiência de informação dos respondentes, podendo ser substituída por não sabem (omissão de resposta por desconhecimento), ou não quis responder (por recusa do entrevistado);

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c) não especificados: quando o agrupamento não tiver sido previsto na fase da coleta dos dados. 9.2.9. Indicação de intervalos parciais Para evitar ambiguidade na interpretação de distribuições de frequências, os intervalos parciais devem ser apresentados por extenso ou com notação estatística, para a qual utilizam-se os seguintes símbolos: a) b) c)

|– –| |–| |– –| |–|

para inclusão do extremo inferior e exclusão do superior para exclusão do extremo inferior e inclusão do superior para inclusão de ambos os extremos

Exemplos: 10 10 10 20 significa inclusão do 10 e exclusão do 20 20 significa exclusão do 10 inclusão do 20 20 significa inclusão do 10 e do 20

Os intervalos também podem ser registrados por extenso: w a menos de z mais de w a z waz Exemplos: 10 a 14 15 a 19 20 e mais Menos de 15 15 a menos de 30 30 a menos de 45 Até 1/4 Mais de 1/4 a 1/2 Mais de 1/2 a 1 para a inclusão do extremo inferior e exclusão do superior para a exclusão do extremo inferior e inclusão do superior para a inclusão de ambos os extremos

Recomenda-se que as classes inicial e final de uma distribuição de frequência sejam fechadas, evitando-se as expressões do tipo até z, menos de z, w ou mais e mais de w. 9.2.10. Corpo É o conjunto de colunas e linhas situado abaixo do cabeçalho e à direita da coluna indicadora que contém as informações sobre o fato.

2. porém sem espaço.12. A apresentação de unidade de medida deve ser feita com símbolos ou palavras entre parênteses. Célula ou casa é o espaço mínimo de uma tabela resultante do cruzamento de uma coluna com uma linha. Normalização e Qualidade Industrial – Quadro Geral de Unidades de Medida.11. Unidade de medida É inscrita no espaço do cabeçalho ou nas colunas indicadoras. complementarmente ao título. ser precedida por algarismos arábicos. entre parênteses. Normalização e Qualidade Industrial − Quadro Geral de Unidades de Medida: Exemplos: (m) ou (metro) (%) ou (percentual) (hab/km2) ou (habitantes por quilômetro quadrado) 9. sempre que. separados da linha imaginária que estabelece o limite da coluna por um espaço correspondente a um caractere. segundo os seguintes critérios: a) separação dos números inteiros e decimais em classes de três ordens (algarismos) contados da direita para a esquerda e separadas por um espaço. . 9. mas apresentar sempre uma notação ou sinal convencional. quando uma tabela contiver dados numéricos divididos por uma constante. com exceção do registro de ano civil contido em datas e de páginas de livros. obedecer à Resolução do Conselho Nacional de Metrologia.Universidade Gama Filho | 71 Os dados devem ser alinhados no canto direito. no caso da última coluna eles são alinhados no limite direito.2. É necessário. O número de células com dado numérico deve ser superior ao de células com sinal convencional. símbolos ou palavras. Dado numérico As Normas de Apresentação Tabular (1994) estabelecem que o registro dos dados numéricos que representam a quantificação resultante da observação de um fato específico deve obedecer à Resolução do Conselho Nacional de Metrologia. ainda. for necessário indicar a expressão quantitativa ou metrológica dos dados numéricos. não deverá ficar em branco.

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b) uso de vírgula para separar a parte inteira da parte fracionária, em números decimais; c) uso das regras de arredondamento de números (item 9.2.13) e/ou de transformação de unidades de medida para a escrita de números de forma simplificada; d) uso de símbolos ou palavras para o registro de dados monetários, mantendo-se a uniformidade no mesmo documento: Exemplos: 4 015 71 001 836 0,56 973 321,75 R$ 1 ou R$ 1,00 R$ 1 000 ou R$ mil

9.2.13. Arredondamento de dado numérico É um recurso utilizado, quando necessário, para apresentar os dados numéricos numa tabela, com menor quantidade de algarismos, segundo a norma do IBGE, cujo registro segue os seguintes critérios: a) quando o último algarismo a ser abandonado for 1, 2, 3 ou 4, fica inalterado o último algarismo a permanecer; b) quando o primeiro algarismo a ser abandonado for 5, 6, 7, 8 ou 9, aumenta-se de uma unidade o último algarismo a permanecer; c) depois de efetuado o arredondamento dos dados em uma tabela, se houver divergência entre a soma das parcelas arredondadas com o total, deve-se fazer a inclusão de uma nota geral esclarecendo a divergência ou a correção na(s) parcela(s) em que for menor o valor absoluto da razão entre a diferença do arredondamento (dado numérico original menos dado numérico corrigido) e o dado numérico original; d) no caso do cálculo de porcentagens ou proporções pode ocorrer uma soma diferente da unidade (100 ou 1), o que indica a necessidade de acertos nas parcelas maiores para se fechar o total correspondente à unidade, pois é sobre elas que o erro relativo é menor. Exemplos: 13,263 arredondado para inteiro resulta 13

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47,154 18,091

arredondado para número com uma casa decimal resulta 47,2 arredondado para número com duas casas decimais resulta 18,09

9.2.14. Sinal convencional Os sinais convencionais são usados quando se faz necessário substituir um dado numérico numa célula da tabela para não a deixar vazia. Quando usados em tabela, recomenda-se sua especificação em nota, com os respectivos significados. a) - (hífen): para o dado numérico igual a zero não resultante de arredondamento; b) .. (dois pontos): indica que não se aplica dado numérico; c) ... (três pontos): usado para o dado numérico não disponível; d) x (letra x): dado numérico omitido para evitar que se individualize a informação; e) 0 ou 0,0 ou 0,00 (zero): resultado de arredondamento de um dado numérico originalmente positivo; f) -0 ou -0,0 ou -0,00 (zero): resultante de arredondamento de um dado numérico originalmente negativo. 9.2.15. Chamada É o algarismo arábico colocado entre parênteses em qualquer um dos espaços da tabela estatística, sempre que houver necessidade de se remeter algum de seus elementos a uma nota específica. No corpo da tabela, o registro deve ser feito com numeração progressiva, de cima para baixo e da esquerda para a direita; quando se tratar de colocação de chamada no título, cabeçalho e/ou na coluna indicadora, o registro é feito à direita das especificações e à esquerda quando se tratar de célula. 9.2.16. Fonte Consiste na indicação do responsável ou responsáveis (pessoa física ou jurídica) pela veracidade dos dados numéricos apresentados, cujo registro deve atender aos seguintes critérios: a) localização no rodapé da tabela imediatamente após o traço de delimitação inferior, alinhada com as especificações do primeiro nível da coluna indicadora;

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b) registro da palavra Fonte(s) com apenas a inicial maiúscula e separada do nome do órgão ou pessoa responsável por dois pontos e um espaço, sem pontuação final; uso de vírgula para separar os nomes, no caso de mais de um responsável; c) no caso de órgão vinculado a alguma instituição, iniciar o registro pelo nome ou sigla da instituição, seguido do órgão, separados por hífen ou barra; d) indicar a referência completa quando se tratar de dados extraídos de publicações monográficas (livros, revistas, relatórios de pesquisa), revistas ou periódicos, jornais ou outro tipo de documento. 9.2.17. Nota geral É usada sempre que houver necessidade de esclarecer o conteúdo geral da tabela, ou indicar a metodologia adotada na coleta ou na organização e tratamento dos dados, com registro claro e conciso de acordo com os seguintes procedimentos: a) localização logo abaixo da fonte colocada no final da tabela, mesmo quando esta ocupa mais de uma página; b) uso de somente a primeira letra maiúscula para registrar a palavra Nota(s), seguida de dois pontos e com os esclarecimentos necessários redigidos segundo as regras da língua portuguesa, finalizando com ponto; c) alinhamento do texto pela primeira linha, ou seja, sem recuo, tomando como base a letra inicial do mesmo; d) registro de cada esclarecimento em nova linha. 9.2.18. Nota específica É a informação relacionada a uma determinada parte da tabela, quando necessária, e que também requer clareza e concisão do texto com registro de acordo com orientação seguinte: a) localização logo abaixo da(s) nota(s) ou, na inexistência destas, após a(s) fonte(s); b) como nas demais, precedê-la(s) da(s) respectiva(s) chamada(s), obedecendo a ordem de numeração e separando umas das outras por um ponto; c) redação do texto seguindo as regras da língua portuguesa, com alinhamento justificado.

Tabela com excessiva largura As tabelas com muitas colunas e poucas linhas podem ser divididas em duas ou mais partes colocadas na mesma página. . preferencialmente.1990 Município Turistas Município Turistas Município Turistas Fonte: IBGE 9. ocupando cada uma.Turistas estrangeiros nos principais municípios do Brasil . Para isto precisam ser localizadas próximas do trecho em que são evocadas pela primeira vez. separadas por um traço vertical duplo. colocadas lado a lado na mesma página. 9. porém o número. página única contendo todas as informações necessárias à completa compreensão do conteúdo no sentido de dispensar consulta ao texto. aparecendo somente na primeira parte. separadas pelo espaço de uma linha.1. Tabela com excessiva altura A tabela que ultrapassa a dimensão de uma página em número de linhas e tem poucas colunas é apresentada em duas ou mais partes.3. preferencialmente. Tabela 1 . Somente o cabeçalho é repetido em todas as partes. alinhadas às margens laterais ou centralizadas.3. as tabelas podem ser colocadas em anexo e.Universidade Gama Filho | 75 9. Existe uma segunda opção (uso de páginas em espelho) que não é aplicável ao trabalho acadêmico por implicar em impressão no verso da folha. separadas por um traço horizontal duplo. o título. Admite-se redução gráfica da tabela. Localização As tabelas estatísticas devem ser apresentadas de maneira simples e objetiva.3. quando pequenas. Apresentação de tabela 9. Quando em grande número. repetindo-se apenas o cabeçalho das colunas indicadoras e os indicadores de linha. desde que não haja prejuízo de legibilidade.3. as fontes e notas são únicos.2.3.

c) as fontes. notas e chamadas. para cumprirem este objetivo. Tabela com excessiva altura e largura No caso de a tabela ultrapassar as dimensões da página em função do número de linhas e colunas e o problema não for solucionado com a sua redução dentro dos limites de legibilidade. a exemplo do preconizado para as tabelas. por série. Aspectos gerais da representação gráfica As ilustrações servem para elucidar.4.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. Monografia. devem ser apresentadas apenas na última página. escritos com letras minúsculas e colocados acima do cabeçalho e alinhados externamente ao limite direito. explicar e simplificar o entendimento de um texto mas. Dissertação e Tese | 76 Tabela 2 . é indispensável que: a) o número.4. conclusão para a última e continuação para as de posição intermediária. b) cada página seja identificada com um dos termos: continua para a primeira. . no Município do Rio de Janeiro − 2000 Município Número de alunos matriculados por série 1ª 2ª 3ª 4ª 5ª Município Número de alunos matriculados por série 6ª 7ª 8ª Total Fonte: IBGE 9. elas precisam integrar o texto o mais próximo possível da parte em que são evocadas. 9.Número de alunos matriculados.3. o título e o cabeçalho sejam colocados em todas as páginas resultantes da divisão. d) o traço horizontal da moldura que separa a tabela do rodapé deve ser colocado apenas na última parte. quando houver.

a partir do qual ele constrói uma escala em duas direções (positiva e negativa) a qual cresce da esquerda para a direita e de baixo para cima.Universidade Gama Filho | 77 Qualquer que seja seu tipo (desenhos. Para que isto aconteça são características indispensáveis aos gráficos: objetividade para permitir a captação do sentido geral do fenômeno. para anos ou meses. No eixo das abscissas representa-se. mesmo nos casos em que a escala de valores não está completa. plantas. retratos e outros) sua identificação aparece na parte inferior. formado pelo cruzamento de duas retas perpendiculares: eixo das abscissas ou x (linha horizontal) com o eixo das ordenadas ou y (linha vertical) cuja interseção corresponde ao ponto de origem. indicar formas de identificá-las no texto acadêmico. clareza no sentido de proporcionar a interpretação correta dos valores apresentados. fluxogramas. 6. grifo pessoal). principalmente. p. Os gráficos estatísticos. têm como objetivo proporcionar a interpretação correta dos valores anteriormente sintetizados. organogramas. e da fonte. sem desvio da atenção do leitor por excesso de detalhes. Considerando o âmbito de abrangência de aplicação do conteúdo abordado neste documento. Como o IBGE não normatiza a elaboração de gráficos estatísticos recorreu-se a publicações ilustradas do próprio órgão e à literatura pertinente para esta sistematização. gráficos. não se aplicando aos casos em que se apresentam datas. enquanto formas ilustradas de apresentação de dados tabulares. As unidades usadas nessas escalas devem ser declaradas no final da respectiva linha de referência (eixo). fotografias. 2005. Nesta norma optou-se por identificar todo tipo de ilustração (número e título) na parte superior mantendo-se coerência com o critério usado para as tabelas. dispensando consulta ao texto. por exemplo. A origem (0. e veracidade que decorre do registro fidedigno dos resultados da investigação. em relação às demais ilustrações. (NBR 14724. a variação do fenômeno e no das ordenadas os valores que lhe são relacionados. optou-se por apresentar os gráficos estatísticos de uso mais frequente e. Este fato deve ser evidenciado por um corte indicado por um dos sinais convencionais a seguir. com posição normal.0) é sempre explicitada no gráfico. mapas. A designação numérica deve ser colocada no lado externo dos dois eixos. seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto. esquemas. No processo de confecção dos gráficos o pesquisador utiliza o sistema cartesiano. quando é opcional. em qualquer dos eixos: . salvo casos óbvios como. em algarismos arábicos. quadros. do respectivo título e/ou legenda explicativa de forma breve e clara. precedida da palavra designativa.

Título Gráfico 2. também no caso da utilização de softwares. É de fundamental importância o uso da proporção correta na elaboração do gráfico para evitar distorção dos resultados. que esta proporção seja mantida. então indicado o uso daquelas que forem indispensáveis para a compreensão do fenômeno representado. neste caso. ainda. O número. o número do gráfico é precedido do número do capítulo separado deste por um ponto. deve ser sempre precedido da palavra Gráfico (escrita com a letra inicial maiúscula). seguindo-se. Gráfico 1 . Um número excessivo de coordenadas dificulta a leitura do gráfico. o título separado por hífen colocado entre espaços correspondentes a um caractere. A numeração pode seguir uma sequência única para todo o volume ou ser feita por capítulo e. Monografia. formam uma cercadura retangular cuja proporção mantém altura da ordenada (y) em torno de 2/3 da largura da abscissa (x). Sempre que um trabalho científico apresentar dois ou mais gráficos eles serão numerados para permitir a sua identificação e localização no texto.Título Gráfico 2 . Recomenda-se.618 : 1 (AZEVEDO. quando fechados.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. 1981). geralmente usa-se somente o primeiro quadrante que é limitado pelos dois semi-eixos positivos os quais. Dissertação e Tese | 78 Na apresentação de gráficos estatísticos.Título Gráfico 2. na mesma linha. mesmo que seja necessário fazer nova configuração. o que equivale a dizer: altura : largura :: 0. Para diferenciar mais de uma série estatística em um único gráfico geralmente utiliza-se a variação de cores.2 .1 .Título . determinado de acordo com a ordem em que eles aparecem no texto. o que corresponde à medida de um retângulo harmonioso no qual a altura é o segmento áureo da base. CAMPOS. sendo. como no caso das tabelas. hachuras ou desenhos com legendas explicativas dos respectivos significados colocadas à direita ou abaixo do gráfico.

a projeção horizontal de uma cidade.2. em superfície plana e em escala reduzida. a) colunas e barras: visam comparar grandezas. no caso de serem muito extensas. por meio de retângulos dispostos verticalmente (colunas) ou horizontalmente (barras). quando dizem respeito a um só fenômeno. respectivamente (CRESPO. As colunas/barras são separadas da cercadura do gráfico.2. b) mapa: representação. sem .2. portanto. que a identificação das barras seja registrada à esquerda das mesmas. d) figura: denominação genérica da representação gráfica de imagens que inclui desenho.2. por espaços iguais que não deverão ser menores que a metade e nem maiores que dois 2/3 da largura/altura dos retângulos. os gráficos em: colunas e barras. 9. assim. a mesma orientação indicada nos tópicos 9. 9. fotografia. aconselha-se a rotação do gráfico permitindo. cujas indicações de uso estão relacionadas em quadro sinótico inserido em sequência a esta classificação.2.Universidade Gama Filho | 79 Os componentes necessários para a representação dos gráficos são os mesmos usados para as tabelas devendo seguir.5.17 e 9. em escala reduzida.1. semelhante ao anterior.2.18 deste documento.16. topográficos ou divisões político-administrativas. no uso acadêmico. gráficos 1 e 2. instalação elétrica.3. construção. 9. compostas representando um fenômeno decomposto em parcelas. nas séries geográficas e categóricas os dados são colocados em ordem decrescente das grandezas. 2009). dados relacionados a tempo são apresentados em ordem cronológica. 9. Estes gráficos podem ser de três tipos: simples. de aspectos geográficos. 9. e justapostas ou múltiplas.2. Tipos de gráficos estatísticos Destacam-se. na posição normal de leitura e. As inscrições que identificam as colunas são colocadas abaixo de cada uma delas. além do tipo pirâmide etária e o cartograma. gravura. conforme os exemplos apresentados no anexo A. Existem outros tipos de ilustração que podem ser categorizadas da seguinte forma: a) quadro: tipo de figura utilizada para apresentação esquemática de informações textuais ou numéricas cuja estrutura básica é constituída de linhas e colunas fechadas lateralmente. e entre si. c) planta: desenhos que representa. em curvas ou linhas e em setores.

Pode ser composto apenas de segmentos de reta formando uma poligonal. f) pirâmide etária: específico dos estudos demográficos em que os retângulos são dispostos de maneira oposta entre si. o total é representado pela área do círculo (360º). gráfico 4). c) gráfico em setores: usado quando se deseja ressaltar a relação entre uma parte ou dado e o conjunto. d) histograma: formado por um conjunto de retângulos justapostos onde a base colocada no eixo das abscissas corresponde aos intervalos de classe com altura proporcional às frequências observadas em cada uma das classes. então.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. Dissertação e Tese | 80 contudo. representando no eixo horizontal o número (absoluto ou proporcional) de pessoas e no eixo vertical. as idades e o sexo (IPARDES. quando representa mais de uma série (aconselha-se quatro no máximo) no mesmo gráfico a legenda será obrigatória. mas tantas quantas forem estas parcelas. não permitindo. e) polígono de frequência: as frequências são marcadas nos pontos centrais de cada classe (ponto médio) que unidos por uma linha curva permite ao leitor obter uma visão global do fenômeno para análise. Nestes dois últimos tipos é indispensável colocar legendas explicativas referentes às parcelas. com facilidade. continua-se de modo decrescente e no sentido horário (anexo A. basta colocar no eixo das abscissas os períodos e no das ordenadas os respectivos valores e corresponder um ponto para cada par de valores da série. podendo ainda comparar diferentes distribuições de frequência. a área ocupada é proporcional à soma das frequências. comparar os totais. . gráfico 3). sempre que possível. permitindo acompanhar a evolução do fenômeno estudado. Monografia. b) linhas: admite observações feitas a pequenos intervalos de tempo. gráfico em curvas (anexo A. denominando-se. 2002a). para construí-lo. as áreas são respectivamente proporcionais aos dados da série e obtidas por meio de uma regra de três simples e direta. que fica dividido em tantos setores quantas forem as partes em que se divide o todo (no máximo de 7 setores). integrar uma única coluna/barra. que pode ser suavizada em seus ângulos.usualmente inicia-se o ponto de origem da marcação dos setores no ponto correspondente às 12h do relógio (ou norte da bússola) e.

Quanto à sua elaboração. Geografia. coluna. . pirâmide etária Histograma. coluna Barra. recomendase que sejam consultadas as respectivas áreas específicas: Estatística. polígono de frequência e pirâmide etária não estão disponíveis no Excel. de acordo com as necessidades.Universidade Gama Filho | 81 g) cartograma: exclusivo das séries geográficas e utiliza-se de mapas como base e têm por objetivo apresentar dados estatísticos diretamente relacionadas com áreas políticas ou geográficas (CRESPO.Correspondência: tipos de gráfico e séries estatísticas Série Cronológica Categórica Geográfica Distribuição de frequência Gráficos mais indicados Curva. coluna. Os gráficos: histograma. polígono de frequência A normatização proposta neste capítulo visa contribuir para a unidade na apresentação de tabelas e ilustrações nos trabalhos acadêmicos da UGF. Arquitetura. Quadro 1 . setor Cartograma. 2009). setor.

10. CONCLUSÃO O interesse despertado nos alunos em geral e em professores que têm a tarefa de orientar a elaboração de projetos e de trabalhos de conclusão de curso indicam que a Universidade acertou quando aprovou o trabalho publicado em 2005 e oficializou a sua aplicação como norma para este tipo de produção acadêmica. . Isto aumentou a sua responsabilidade. em todos os cursos. A solicitação de uma nova edição revisada com ampliação do conteúdo provocou tensão nas autoras pelo receio de não conseguirem atender às expectativas dos gestores e usuários do material. mas as deixou felizes.

2003. ______. Instruções para elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos na universidade. Informação e documentação: Resumo – apresentação. ______. Antônio Arnot. Rio de Janeiro. AZEVEDO. Universidade Gama Filho. Aidil Jesus Paes de. Informação e documentação: referências – elaboração. Informação e documentação: trabalhos acadêmicos – apresentação. Rio de Janeiro. 2009. Rio de Janeiro. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ______. ed. 2000. NBR 6028. rev. BRAZIELLAS. 3. 2002. ed. Maria de Lourdes Motta. Paulo Henrique Borges de. ed. 2006. Neide Aparecida de Souza. 2009. Rio de Janeiro. Estatística básica: cursos de ciências humanas e educação.REFERÊNCIAS ANDRADE. ed. ______. Fundamentos de metodologia científica: um guia para a iniciação científica. CRESPO. 19. 1981. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. Estatística fácil. Informação e documentação: apresentação de citações em documentos. 2005. CAMPOS. 2003. Texto para uso didático. Informação e documentação – Relatório técnico e/ou científico – apresentação. Rio de Janeiro. 2002. NBR 6027. ______. 2003. Introdução à metodologia da pesquisa. NBR 6022. São Paulo: Atlas. . 2. Maria Margarida de. 1998. NBR 10719. NBR 10520. ______. NBR 6023. 7. São Paulo: Saraiva. Informação e documentação: Sumário – apresentação. Informação e documentação – Artigo em publicação periódica científica impressa – Apresentação. 4. Amilcar Gomes de. NBR 14724. São Paulo: Makron Books. LEHFELD. Departamento de Educação. Rio de Janeiro. BARROS. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. ed.

Elaboração e divulgação do trabalho científico. 4. ed. Curitiba: Ed. Rio de Janeiro. João Bosco. Eva Maria. ed. ed. 9). 2002. Monografia. 4. 2004. Métodos e técnicas de pesquisa bibliográfica: elaboração de trabalhos científicos. 1994. 7. João Augusto. 1997. 4. São Paulo: Atlas. São Paulo: Atlas. MARTINS. MARCONI. (Normas para a apresentação de documentos científicos. 23. Como elaborar projetos de pesquisa. Centro de Documentação e Informações. MARCONI. 4. 2008. São Paulo: Saraiva. Estudo de caso: uma estratégia de pesquisa. LAKATOS. ed. José Carlos. São Paulo: Atlas. ed. MEDEIROS. Metodologia científica na era da Informática. FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. 3. 2002b. da UFPR. ed. Gilberto de Andrade. Angelo Domingos. INSTITUTO PARANAENSE DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL. 1981. 2. São Paulo: Atlas. (Normas para a apresentação de documentos científicos. ed. Porto Alegre: Sulinas. 2001. GIL. LAKATOS. Marina de Andrade. SALVADOR. Fundamentos de metodologia científica. ed. Odília. São Paulo: Saraiva. ______. São Paulo: Atlas. 2004. ed. Fundamentos de metodologia. KÖCHE. ______. 8. 2002. Curitiba: Ed. Eva Maria. Técnicas de pesquisa. São Paulo: Atlas. MÁTTAR NETO.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. 2000. . ed. Dissertação e Tese | 84 FACHIN. 2001. Normas de apresentação tabular. da UFPR. Rio de Janeiro. Petrópolis: Vozes. 3. Antonia Terezinha. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e prática da pesquisa. Redação científica. ver. MARCANTONIO. Tabelas. 10). e ampl. 2002. Anuário estatístico do Brasil. Gráficos. Antonio Carlos. 2002a. Maria de Andrade.

ed. UNIVERSIDADE GAMA FILHO. YIN. de 22 de setembro de 2009. Geraldo Luciano. Resolução n. 4. ed. HOFFMANN. 2003. São Paulo: Atlas. ed. Sonia. VIEIRA. Ivo Izidoro. 2. 22. OVALLE. Metodologia do trabalho científico. e ampl. 3. 2002. São Paulo: Cortez. 1993. 5. . ed.Universidade Gama Filho | 85 SANTOS. São Paulo: Cortez. Estudo de caso: planejamento e métodos. Robert K. Antonio Joaquim. Reitoria. ______. São Paulo: Atlas. SEVERINO. Elementos de Estatística. Porto Alegre: Bookman. 19. ______. ed. 2005. TOLEDO. 2002. Antonio dos. Rio de Janeiro: DP&A. rev. ed. Metodologia científica: a construção do conhecimento. Estatística básica. 748. Rodolfo. 2008.

Monografia.CAPA PARA A GRADUAÇÃO UNIVERSIDADE GAMA FILHO PRÓ-REITORIA DE________________________________ CURSO DE________________________________ TITULO DO TRABALHO subtítulo do trabalho (se houver) AUTOR Cidade Ano .Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. Dissertação e Tese | 86 APÊNDICE A1 .

Universidade Gama Filho | 87 APÊNDICE A2 .CAPA PARA A PÓS-GRADUAÇÃO UNIVERSIDADE GAMA FILHO CENTRAL DE CURSOS DE EXTENSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU CURSO DE _____________________________________ TITULO DO TRABALHO subtítulo (se houver) AUTOR Cidade Ano .

Dissertação e Tese | 88 APÊNDICE B1 . Professor orientador (Nome do professor orientador) Cidade Ano . Monografia.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso.FOLHA DE ROSTO DA GRADUAÇÃO AUTOR TÍTULO DO TRABALHO subtítulo (se houver) Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Coordenação Pedagógica do Curso de ______________________________________ como requisito parcial para a obtenção do grau de____________________________________.

FOLHA DE ROSTO PARA A PÓS-GRADUAÇÃO AUTOR TÍTULO DO TRABALHO subtítulo (se houver) Monografia apresentada à Central de Cursos de Extensão e Pós-Graduação Lato Sensu como requisito parcial para conclusão do Curso de Especialização em ______________________________. Professor orientador (Titulação e Nome do professor orientador) Cidade Ano .Universidade Gama Filho | 89 APÊNDICE B2 .

AVALIAÇÃO NOTA FINAL: ______ AVALIADO POR (Nome completo. por extenso) (Assinatura) (Nome completo. _____ de ______________ de 20__ . Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Coordenação Pedagógica do Curso de ____________________________.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. por extenso) (Assinatura) (Nome completo. por extenso) Título do trabalho subtítulo (se houver) separado do título por dois pontos.FOLHA DE APROVAÇÃO DA GRADUAÇÃO Aluno: (nome completo. Dissertação e Tese | 90 APÊNDICE C1 . Monografia. por extenso) (Assinatura) Rio de Janeiro. da Universidade Gama Filho como requisito parcial para a obtenção do grau de (titulação correspondente ao curso concluído).

_____ de ______________ de 20___ Titulação e Nome completo do coordenador do Curso . FORMA Grau: ______ 3. por extenso) (Titulação e Nome completo. CONTEÚDO Grau: ______ 2. por extenso) (Título do trabalho negritado: subtítulo (se houver) sem negrito e com a letra inicial minúscula). AVALIAÇÃO 1.FOLHA DE APROVAÇÃO DA PÓS-GRADUAÇÃO Aluno: (nome completo.Universidade Gama Filho | 91 APÊNDICE C2 . NOTA FINAL: ______ AVALIADO POR (Titulação e Nome completo. por extenso) (Assinatura) (Assinatura) (Cidade). Monografia apresentada à Central de Cursos de Extensão e Pós-Graduação Lato Sensu da Universidade Gama Filho como requisito parcial para a conclusão do Curso de PósGraduação em (identificação do nome do curso).

No caso do artigo não será feita a ficha catalográfica. É indispensável esclarecer qual o tipo de trabalho. O aluno deverá entrar em contato com a Secretaria da Biblioteca com bastante antecedência e preencher um formulário com as informações necessárias para a confecção da mesma. Dissertação e Tese | 92 APÊNDICE D . . Esta ficha catalográfica é elaborada pela Biblioteca Central da UGF.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. Monografia. Esta ficha deverá ser impressa no verso da folha de rosto do trabalho.FICHA CATALOGRÁFICA (graduação e pós-graduação) FICHA CATALOGRÁFICA (Catalogado na fonte pela Biblioteca Central da Universidade Gama Filho).

levando em conta os objetivos. preferencialmente articuladas.5cm entre linhas. A seguir deve-se ressaltar o(s) objetivo(s). os principais resultados. O texto deve ser digitado com espaço 1. e as conclusões. A primeira frase do resumo deve ser significativa explicando o tema do trabalho e a(s) justificativas(s).Universidade Gama Filho | 93 APÊNDICE E . com recuo de 1. o tipo de pesquisa. diferentemente dos demais trabalhos de conclusão de curso.5cm apenas no parágrafo inicial. . Quando se tratar de artigo para publicação em revista ou periódico recomenda-se o espaço simples e a extensão do texto de 100 a 150 palavras.RESUMO (graduação e pós-graduação) RESUMO É elemento de presença obrigatória cujo texto constitui-se de uma sequência de frases objetivas e concisas. com extensão de 150 a 250 palavras. as palavras-chave são registradas após o texto do resumo. Palavras-chave ou descritores: no caso do artigo.

Monografia.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. Dissertação e Tese | 94 APÊNDICE F .ESPELHO PARA CONFIGURAÇÃO DE PÁGINA Folhas de texto Folhas de título 6 pt antes .

etc.EXPRESSÕES LATINAS EM TEXTOS CIENTÍFICOS apud = extraído de. cf. mesmo autor. o mesmo autor. em notas de rodapé consecutivas. cf.g. i..(sine die) = sem determinado dia. literalmente.. e. mesma obra em notas de rodapé consecutivas. (exempli gratia) = por exemplo. ipsis litteris = pelas mesmas letras. passim = aqui e ali. usa-se para citações extraídas de obras coletivas.Universidade Gama Filho | 95 APÊNDICE G . (sequentia) = seguinte. (confer) = confiro . textualmente. expressão usada depois de um nome para indicar que outras pessoas também estão incluídas. ibidem (ibid. mesmo autor. usado para evitar repetições. citado por. (id est) = isto.) = a mesma coisa. sem que a data seja fixada. ação de remeter a um ponto dado. post = compare depois. obra diferente. s. que se segue. loco citato (loc cit) = no lugar citado. indica referência genérica a várias passagens do texto. pelo contrário. idem (id. et seq.conferir. lato sensu = no sentido lato.d. amplo. ipsis verbis = pelas mesmas palavras. et al (et alii) = e outros. na mesma obra. cf. (et coetera) = e as demais coisas (para evitar longa numeração). op cit (opus citatum) = na obra citada.g. ante = compare acima.) = aí mesmo. (exempligrativa) = por exemplo. reportar-se a. comparar. c. ctr (contrarie) = contrário. in = em. e. .

statu quo = a condição existente.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. Monografia. . stricto sensu = no sentido restrito. s. indica condição ou fato sem o qual não será realizada determinada coisa ou fato.(sine nomine) = sem nome. sem o nome da cidade. algo indispensável. o estado em que se achava certa questão.n. sem o editor. sine qua non = sem o(a) qual não. sui generis = peculiar.(sine loco) = sem local.l. Dissertação e Tese | 96 s.

EXEMPLOS DE GRÁFICOS (CRESPO. 2009. p. 42). p. 42). 2009.Universidade Gama Filho | 97 ANEXO A . (CRESPO. .

44). . 2009. 40). Fonte: IBGE (CRESPO. p. Monografia. 2009.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. Dissertação e Tese | 98 (CRESPO. p.

. 43).Universidade Gama Filho | 99 ANEXO B . 2002b.TABELA MODELO (IPARDES. p.

Art.RESOLUÇÃO Nº 748 DE 22 DE SETEMBRO DE 2009 CONSELHO DE ENSINO E PESQUISA Resolução nº 748. Campus Gonzaga da Gama Filho. Adéqua as regras gerais para o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) à Política de Pesquisa.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. faz promulgar a seguinte Resolução: Art. revogadas as disposições contidas na Resolução do Conselho de Ensino e Pesquisa nº 716 de 14/04/2009. de 22 de setembro de 2009. em sua 102ª (Centésima Segunda) Sessão Ordinária. A REITORA DA UNIVERSIDADE GAMA FILHO. Monografia. 2º | A presente Resolução entrará em vigor na data de sua assinatura. Dissertação e Tese | 100 ANEXO C . de 17 de setembro de 2009. Registre-se. após apreciar o Processo n° 041380. que passam a vigorar na forma anexa à presente Resolução. originário da Reitoria. 22 de setembro de 2009. Publique-se. Profª Maria José Mesquita Cavalleiro de Macedo Wehling Reitora . Cumpra-se. 1º | Aprova a adequação das regras gerais para o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) à Política de Pesquisa. realizada em 22 de setembro de 2009. no uso das atribuições estatutárias e tendo em vista o que deliberou o Colendo Conselho de Ensino e Pesquisa.

Art. § 1º Os Cursos de Graduação da UGF pautar-se-ão por estas Normas Gerais para a elaboração de seus Regulamentos específicos. com o Regulamento do curso e com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). em seu Regulamento: a) as condições mínimas indispensáveis para que o estudante possa inscrever-se em Trabalho de Conclusão de Curso. 3º | O TCC deve ser abrangido por uma das áreas de estudos ou linhas de pesquisa institucionalmente credenciadas pela Universidade e deve ser representado na estrutura curricular como componente curricular obrigatório. de 22 de setembro de 2009. subordinando-se à Política de Pesquisa da UGF por meio de sua vinculação a áreas de estudos ou linhas de pesquisa devidamente institucionalizadas. projeto. 2º | A critério do Regulamento de cada curso. . enquanto não houver determinação em contrário das Diretrizes Nacionais Curriculares. por meio do qual o concluinte de curso apresenta conhecimentos atualizados sobre determinado tema dentro de sua área de formação ou sinaliza a possibilidade da aplicação dos conhecimentos dessa área na intervenção em situações concretas. o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) poderá ser aceito sob a forma de artigo. NORMAS GERAIS PARA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) Art. 1º | O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é componente curricular obrigatório à formação do estudante. o Curso de Medicina e os Cursos Superiores de Tecnologia. § 2º São isentos da obrigatoriedade da elaboração de TCC. que serão incorporados aos PPCs. Art. Parágrafo Único. monografia ou estudo de caso com apresentação de relatório. Qualquer que seja a forma de apresentação do TCC.Universidade Gama Filho | 101 CONSELHO DE ENSINO E PESQUISA Anexo à Resolução nº 748. Parágrafo Único. Cada curso fixará. esta deverá estar de acordo com as presentes Normas Gerais.

Art. Campus Gonzaga da Gama Filho. c) a definição das etapas de desenvolvimento do TCC e os prazos para a entrega do trabalho. Publique-se. que deverá ser anexado ao Regulamento do TCC do curso. Registre-se. em todas as suas fases. o projeto e a defesa ou apresentação do referido projeto. 4º | O TCC deverá ser elaborado. Art. por escrito e formalmente. ficando o referido Termo arquivado no Curso. sob a orientação do professor orientador. Art. formatos e demais exigências estabelecidas para a elaboração do TCC. Profª Maria José Mesquita Cavalleiro de Macedo Wehling Reitora . procedimentos. Monografia. É obrigatória a assinatura do Termo de Aceite e Compromisso de Orientação pelo docente orientador. Cumpra-se. ficando vedada a orientação ou coorientação por docente de outra instituição. contendo todas as orientações aos alunos quanto a prazos. revogando-se as disposições em contrário. integrando a documentação do estudante. 6º | Compete ao Núcleo Docente Estruturante (NDE) de cada Curso a elaboração de um manual. d) as formas de apresentação e os critérios de avaliação.Normas para Apresentação de Trabalho de Conclusão de Curso. 8º | As Normas aprovadas no presente documento entrarão em vigor na data de sua assinatura. pertencente ao quadro de docentes em Regime de Tempo Integral (RTI) ou em Regime de Tempo Parcial (RTP) do Curso ao qual pertence o estudante. Art. Dissertação e Tese | 102 b) os critérios para a indicação do orientador. 5º | Compete ao professor orientador chancelar. todas as etapas do TCC. a saber: o pré-projeto. 7º | Os casos omissos serão apreciados pela Pró-Reitoria à qual estejam relacionadas às áreas de estudos ou linhas de pesquisa. 22 de setembro de 2009. incluindo a existência de banca avaliadora e sua composição ou de leitor crítico. Art. Parágrafo Único.

br . 553.Rua Manuel Vitorino. RJ Telefone: 21 2599 7187 – Fax: 21 2599 7242 E-mail: editora@ugf. Rio de Janeiro. prédio GD. 2º andar. sala 202 20740-280 Piedade.ugf.br www.

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