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Apresentação UNIFRA leitura

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Forense é tudo aquilo que se refere ao foro judicial.

Origina-se do latim peritia (habilidade especial), é um meio de prova que consiste em um exame elaborado por pessoa dotada de formação e conhecimentos técnicos específicos, acerca de fatos necessários ao deslinde da causa. Auxilia o magistrado em questões fora de sua área de conhecimento. Fernando Capez

   Apresentação do IGP Introdução à Medicina Legal Introdução à Tanatologia Forense .

SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA BRIGADA MILITAR POLÍCIA CIVIL IGP SUSEPE D. D.P. Identificação Laboratório D. Santa Maria Postos no interior . MédicoLegal D.P. Criminalística D.I. P.C.

            Seção de Balística Forense Seção de Química-Legal Informática Seção de Fotografia Seção de Acústica Forense Seção de Perícias Diversas Seção de Levantamento de Locais Seção de Papiloscopia Seção de Engenharia-Legal Núcleo de Perícias Ambientais Documentoscopia Forense Seção de Apoio Administrativo .

  Viagens Gerenciamento dos Postos do interior: Caxias do Sul. Passo Fundo. Santo Ângelo*. Pelotas. Santa Maria. Santana do Livramento*.  . * Em fase de implantação. Novo Hamburgo*.

.     Local de Morte Disparo de Arma de Fogo Luminol Coleta de material para exame residuográfico Perícias em Veículos* * Em fase de implantação.

g) Exames químicos legais. . e) Exames perinecroscópicos. c) Exames de sanidade física e mental. h) Exames microscópicos. constituindo inspeções de cadáveres e dos locais nos casos de crime contra a pessoa. d) Necropsia. crioscópicos e quaisquer outros de laboratório que possam interessar às perícias médico-legais.  36 Postos a) Exames de lesões corporais. i) Exames de radiologia e consultas médico-legais. histológicos. b) Exames de violências carnais. bacteriológicos. f) Exames de identificação de pessoas.

elaborar e expedir as carteiras de identidade e realizar perícia papiloscópica em veículos .  52 Postos Ao Departamento de Identificação compete processar a identificação civil e criminal dos gaúchos. inclusive post mortem.

   Química Legal Toxicologia Forense Biologia Molecular .

 Traumatologia Forense ◦ Lesão Corporal ◦ Agentes Lesivos .

Podem ser classificadas em: ◦ Lesões leves – diagnosticada por exclusão ◦ Lesões graves – incapacitante por mais de 30 dias ◦ Lesões gravíssimas – incapacitante permanente .  É toda ofensa à integridade corporal ou à saúde de alguém.

Perigo de vida. Aceleração do parto – recém nascido permanece com vida. 30 dias. Pelo período de.    Lesam a capacidade da pessoa realizar atos comuns a todas as pessoas como. Debilidade permanente de membro ou função. onde o ofendido necessite de tratamento especializado. pelo menos. levantar da cama. por exemplo. .

. AIDS? Deformidade permanente que cause vergonha ou mal-estar do ofendido.     Perda ou inutilização de membro. Enfermidade incurável (ex. seccão de medula). Aborto. Incapacidade permanente para o trabalho genérico (que todos estão aptos a fazer).

eletricidade. São as diferentes formas de energia que. cáusticos. ◦ Agentes biológicos: atuam através de seres vivos (vírus. drogas). produzem lesões corporais. luz. radioatividade). . fungos. atuando sobre o ser humano. ◦ Agentes químicos: alteram a constituição dos elementos participantes (venenos. podendo ser: ◦ Agentes físicos: não alteram a natureza dos elementos participantes (energia mecânica. calor. pressão. bactérias). som.

 Podem ser causados por instrumentos: ◦ ◦ ◦ ◦ ◦ ◦ Instrumentos Instrumentos Instrumentos Instrumentos Instrumentos Instrumentos perfurantes cortantes perfurocortantes contundentes corto-contundentes perfurocontundentes .

prego. As lesões causadas por instrumentos perfurantes são denominadas punctórias e a sua gravidade depende do local atingido e da profundidade.   Atuam por pressão em um ponto. Objetos com uma ponta e corpo fusiforme ou cilíndrico. . Lesão com bordos definidos. Ex.: alfinete. agulha.

: faca. etc. hemorrágica. Lesão com bordas afastadas. As lesões causadas por instrumentos cortantes são denominadas feridas incisas. caco de vidro. bisturi. Geralmente o comprimento é maior do que a profundidade e podem apresentar uma solução de continuidade superficial denominada cauda que é decorrente do contato inicial do instrumento com a epiderme. navalha. podendo determinar o sentido da lesão. .    Instrumentos que possuem gume e atuam por deslizamento na superfície corporal. Ex.

Degolamento: ferida incisa localizada na face posterior do pescoço. Esquartejamento: divisão do corpo em partes mais ou menos regulares através de instrumento cortante.   Esgorjamento: ferida incisa localizada na face anterior do pescoço. .

inicialmente. .  Instrumentos que possuem uma ponta além de um ou mais gumes. atua por pressão e medida em que penetram por deslizamento nos tecidos seccionam os tecidos produzindo feridas perfuro-incisas ou “em botoeira”. Seu mecanismo de ação.

  São os instrumentos que atuam por choque (impacto) entre uma superfície e o corpo. fenômeno de curta duração. . Os instrumentos contundentes produzem lesões que variam conforme a intensidade aplicada sobre o corpo que podem ser: ◦ Edema traumático: aumento difuso de volume. ◦ Eritema traumático: também chamada de rubefação é uma mancha avermelhada de curta duração. popular “inchaço”.

em seguida denota-se uma cor esverdeada que dura de sete a doze dias e. . então. passa a uma coloração amarelada que poderá perdurar por até vinte dias. ◦ Hematoma: aumento localizado de volume causado pelo acúmulo de sangue em um local.◦ Equimose: apresenta-se com uma mancha de coloração violácea. Inicialmente sua cor é violácea e dura de cinco a sete dias. Ocorre em traumatismos mais intensos onde acontece o extravasamento de hemácias que se infiltram nos tecidos. Decorrente de um impacto mais intenso.

No caso de feridas contusas em tecido ósseo a solução de continuidade apresenta-se como uma ferida linear. os tecidos profundos rompem-se de maneira irregular. escoriados. ◦ Ferida Contusa: ocorre quando a energia do objeto que atinge o corpo é maior. causando um rompimento cutâneo com bordos irregulares.◦ Escoriação: solução de continuidade superficial na pele. . podendo haver pontes de tecido entre uma borda e outra. atingindo apenas epiderme. O instrumento atinge o corpo tangencialmente.

deixam mais seqüelas do que fraturas. ao contrário. Para que haja luxação é necessário que ocorra separação total entre as extremidades ósseas.◦ Fratura: solução de continuidade óssea ◦ Luxação: afastamento súbito e permanente de duas extremidades ósseas. ◦ Ruptura visceral: situação onde uma ação contundente externa causa o rompimento de um órgão interno (maior freqüência em baço e fígado). . geralmente. são consideradas lesões graves e. será considerado como sub luxação. ◦ Entorse: ruptura completa ou incompleta dos ligamentos que formam a cápsula articular.

Produzem lesões denominadas cortocontusas. gadanha. foice. Atuam. em seguida. com o choque pelo gume contra a pele. por ex. em um primeiro momento. As lesões terão os bordos mais ou menos lisos em função do gume mas os tecidos abaixo encontram-se macerados . dentes. machado.    Possuem um gume mais ou menos afiado e um corpo com grande massa. com o peso do objeto esmagando e destruindo os tecidos. seccionando-a e.: facão.

em seguida. O objeto típico que produz este tipo de lesão é o projétil de arma de fogo. As lesões causadas por este tipo de objeto são denominadas de feridas perfurocontusas. . produz uma ação contundente.   Atuam inicialmente num ponto e.

No caso do projétil atingir a vítima obliquamente o formato será ovalado. ◦ Bordas: geralmente apresenta bordas invertidas pela força exercida pelo projétil empurrando a pele. ◦ Dimensão: geralmente o diâmetro da lesão é menor do que o diâmetro real do projetil. este fenômeno acontece em função da elasticidade da pele. Orifício de entrada: ◦ Forma: perpendicular quando o projétil atinge a vítima perpendicularmente. .

em função da deformação sofrida pelo projétil no interior da vítima. estrelada. . ◦ Bordas: evertidas em função da força do projétil do interior para o exterior da vítima. podendo ser em forma de fenda. ◦ Dimensão: geralmente o orifício de saída tem sua dimensão maior do que o orifício de entrada em função das deformações sofridas pelo projétil. Orifício de saída: ◦ Forma: o orifício de saída tem forma variada. circular ou atípica.

três tipos de disparo de arma de fogo: ◦ Disparo encostado ◦ Disparo a curta distância ◦ Disparo a distância .   Trajetória: caminho que o PAF percorre antes de penetrar no corpo e após sair do mesmo Trajeto: túnel que o PAF produz dentro da vítima. Existem. entre o orifício de entrada e o orifício de saída. basicamente.

A destruição causada pelos gases expelidos pela arma de fogo é chamado de Câmara de Mina de Hoffmann e é maior em regiões onde existe tecido ósseo subjacente (sinal de Benassi).  Produz um orifício de forma mais ou menos circular com o fundo preto. em função da pólvora e de diâmetro maior do que o do projétil originário. em função dos gases que penetram para a intimidade da lesão. .

Os disparos a curta distância deixam marcas características: ◦ Orla de contusão: orla escoriada nos bordos da lesão. causadas pelo efeito de rotação do projétil que arranca superficialmente a epiderme. . pólvora combusta. óleo. gases aquecidos. graxa. bucha.  Realizado a uma distância tal que permita que fiquem impressas na pele elementos que são expelidos juntamente com o projétil ( pólvora incombusta. chama).

◦ Zona de esfumaçamento: área formada ao redor do orifício de entrada. produzida pela sujeira que acompanha o projétil. não podem ser removidas pela lavagem. ◦ Zona de queimadura: área ao redor do orifício de entrada formada pela alta temperatura dos gases ou das chamas provenientes do DAF. . formada pela fumaça expelida pelo cano.◦ Orla de enxugo: orla escurecida formada no entorno do orifício de entrada. ◦ Zona de tatuagem: impressão de pólvora incombusta ao redor do orifício de entrada.

  Apresenta somente área de contusão e área de enxugo. O diâmetro da lesão é menor que o calibre do projétil. .

Formam um cone de disparo após saírem da arma.   Sua forma de apresentação mais comum é a espingarda. Geralmente não há orifício de saida. atingindo uma área maior. .

. Não possuem forma definida em função da deformação do projétil.

. podem ser utilizadas radiografias no auxílio da pesquisa. Realizada durante o auto de necropsia.

◦ Fulminação: morte provocada por corrente elétrica natural (raio). ◦ Eletrocução: morte provocada por corrente elétrica industrial autorizada legalmente (execução). Existem três tipos de classificação das lesões letais produzidas por eletricidade: ◦ Eletroplessão: morte provocada por corrente elétrica industrial. .

◦ Fibrilação ventricular: provocada por correntes de baixa tensão. indolor. de cor branco-amarelada. dura. Lesões provocadas pela eletricidade: ◦ Sinal de Lichtenberg: desenhos em forma de nervuras de folhas de árvore que ficam na pele da vítima atingida por raio. . ◦ Sinal de Jellineck: lesão de forma circular ou elíptica. correspondente ao ponto de entrada da corrente elétrica industrial. ◦ Parada Respiratória: provocada por correntes de alta tensão. deprimida.

perda de consciência. . cefaléias. ◦ Intermação: ação do calor em ambiente fechado e pouco ventilado. vertigens. sintomas parecidos com a insolação. cãibras. desidratação. sob ação direta dos raios solares. náuseas. convulsão. Em função da quantidade e localização do ponto de calor podemos observar diferentes influências sobre o organismo: ◦ Insolação: geralmente associado ao exercício físico. tem como sintomatologia vômitos.

lesão formada por escaras. que são vesículas com conteúdo líquido. forma de “lutador de boxe” . ◦ 4º Grau: caracteriza-se pela carbonização. ◦ 1º Grau: caracteriza-se pelo eritema simples. São pouco dolorosas e deixam cicatrizes retráteis e deformantes. Queimaduras: ação direta de altas temperaturas sobre o corpo humano. ◦ 2º Grau: caracteriza-se pelo flictena. Sua extensão e profundidade irão depender do nível térmico. ◦ 3º Grau: caracteriza-se por destruir a derme e epiderme.

mas incêndios podem ser usados como tentativa de esconder um homicídio. Neste caso a árvore brônquica deve ser checada durante o auto de necropsia para verificar se há fuligem no interior dos pulmões. Geralmente a morte por calor é acidental. bem como os flictenas não possuem conteúdo seroso no seu interior. .

. Fases da asfixia: ◦ Dispinéia inspiratória: indivíduo consciente. suicídio. Dura em média 3 mins. ◦ Dispinéia expiratória: indivíduo inconsciente. dura cerca de 3 mins. enfisema. ◦ Esgotamento: inicialmente ocorre parada respiratória.   Significa a suspensão da respiração. ocorrem convulsões. As causas podem ser interna (pneumonia. dura em torno de 1 min. acidente). insuficiência cardíaca) ou externa ( homicídio. asma. seguida de parada respiratória definitiva. a impotência de respirar.

mucosas. cogumelo de espuma ( comum em afogamentos). procidência de língua e exoftálmia ( comum em estrangulamentos e enforcamentos) e equimose de pele e mucosas ( principalmente nas pálpebras. estrangulamentos e compressão torácica). lábios e conjuntivas) . pescoço. Sinais externos: variam conforme o tipo de asfixia mas variam em cianose de face (comum em esganaduras. face.

localizadas principalmente na pleura visceral. Sinais internos: são mais ou menos comuns em todas as asfixias e podem variar entre equimose visceral (equimoses puntiformes. sangue líquido nas cavidades cardíacas de cor escura e fluído (vermelho vivo nos casos de asfixia por monóxido de carbono e rosado nos afogados) . epicárdio e pericárdio).

Esganadura: asfixia provocada pela constrição do pescoço pelas mãos. . Afogamento: asfixia causada pela substituição do meio aéreo pelo meio líquido.     Enforcamento: asfixia provocada pela constrição do pescoço por um laço que é acionado pelo próprio peso da pessoa. podendo estar em suspensão total ou parcial. Sufocação: asfixia causada pela obstaculização da entrada de ar nos pulmões. podendo ser afogamento azul (verdadeiro) ou branco (falso). Estrangulamento: asfixia provocada pela constrição do pescoço por um laço que é acionado por uma força externa que não a do próprio peso.

O estudo da morte auxilia na investigação policial e no esclarecimento da causa mortis. A morte é um processo.     Thanatos – Rei grego da morte É o estudo da morte e suas consequências jurídicas. um fenômeno que se desenvolve em varias fases. Com o início da morte cessam todos os direitos e abrem-se novos direitos. .

Conforme o evento que produziu a morte, temos as seguintes modalidades:
◦ Morte natural: consecutiva de doença ou velhice, é um fenômeno natural. O atestado de óbito pode ser fornecido pelo médico assistente. ◦ Morte violenta: consecutiva a uma energia externa que se origina sempre de uma destas três fontes: homicídio, suicídio ou acidente. É obrigatória a necropsia mesmo se a vítima vier a falecer vários meses depois de uma complicação gerada pelo fato violento. ◦ Morte suspeita: onde há suspeita se a morte foi natural ou violenta. A necropsia é obrigatória.

Conforme a velocidade da morte ela pode ser:
◦ Morte agônica: ocorre de maneira lenta podendo se estender por dias, meses ou anos. ◦ Morte súbita: ocorre de maneira rápida em pessoa com aparente bom estado de saúde. Geralmente são ocasionadas por falta de atendimento médico e classificam-se como mortes suspeitas. ◦ Morte aparente: falso diagnóstico de morte. ◦ Morte indeterminada: após a necropsia e exames complementares não é possível chegar a um diagnóstico preciso.

Fenômenos cadavéricos: São sinais de falta de vida, podem ser imediatos ou tardios. Fenômenos abióticos imediatos: ocorrem imediatamente após a morte mas, por si só, não podem servir como diagnóstico definitivo de morte
◦ ◦ ◦ ◦ ◦ Inconsciência Imobilidade Insensibilidade Parada cardíaca Parada respiratória

opacificação córnea. Fenômenos abióticos sucessivos ou tardios: ocorrem com o passar do tempo e são chamados de sinais de certeza de morte. Provoca hipotonia do globo ocular. ◦ Desidratação: em sua decorrência ocorre o apergaminhamento da pele (endurecida). . A perda de calor ocorre. acelerando para até 1º/hora. em média 0. coloração amarelada.5º/hora. ◦ Resfriamento: em função da falta de produção energética do corpo há tendência do cadáver entrar em equilíbrio térmico com o ambiente.

. A ação da gravidade faz o sangue descer para as partes mais baixas do cadáver mas nas regiões onde há compressão dos vasos não há formação de livores e a pele permanece pálida. Permitem o cálculo aproximado do tempo decorrido da morte.◦ Livores de hipóstase: são manchas de coloração violácea que se formam nas posições de declive do corpo. Iniciam 30 minutos após a morte e após 8 ou 12 horas tornam-se fixos.

4 horas após nos membros superiores e 6 horas após nos membros inferiores. resultando na formação de um complexo estável de actina e miosina que impedem o relaxamento muscular. Aplicando força ao nível articular a rigidez se desfaz e não forma-se mais. Desfaz-se após 24 horas em decorrência da putefração na mesma ordem. A rigidez acontece na mesma seqüência e inicia 2 horas após a morte na mandíbula e cabeça. . Acredita-se que a falta de oxigênio celular leva à acidose que impede a formação de ATP.◦ Rigidez cadavérica: é a rigidez post morten adquirida pelos músculos.

expandindo-se para o resto do corpo e tornando-se escura até ficar preta. A coloração é decorrência da transformação da hemoglobina em sulfohemoglobina. Inicia de 18 a 24 horas após a morte. progressivamente. O uso de antibióticos retarde o seu início e a presença de doenças infecciosas aceleram seu início. .◦ Mancha verde abdominal: mancha de cor verde que se inicia na fosse ilíaca direita e vai.

.  Fenômenos transformativos: são aqueles que produzem modificações no corpo. Autólise: destruição das células causada por enzimas intracelulares. destruindo-o ou conservando-o. Liberando enzimas contidas nos lisossomos e começando a destruição celular. ativadas pela falta de oxigênio levando a baixa do pH.

estendendose para todo o corpo. por exemplo. o calor e a umidade. vários fatores influenciam a velocidade de putrefação como. Putrefação: destruição dos tecidos pela ação de bactérias. ◦ Período gasoso ou de enfisema: os gases vão se acumulando. Este período dura. . geralmente na fosse ilíaca. 2 semanas. migram para a periferia distendendo os tecidos moles e dando um aspecto de boxeador para o cadáver. formando bolhas repletas de conteúdo hemoglobínico. A distenção dos tecidos dá ao morto um aspecto de gigantismo. a principal fonte de bactérias é o aparelho digestivo. Ela pode ser dividida em etapas ◦ Período de coloração: inicia com a mancha verde abdominal. em média. Ocorre protusão dos olhos e língua.

fétido e espesso. Inicia aproximadamente 3 semanas após a morte terminando com a esquelitização do cadáver. Há grande número de larvas e insetos. Os órgãos vão perdendo sua forma e transformando-se num líquido escuro. . Período coliquativo: liquefação dos tecidos que vão desintegrando-se progressivamente.

dentes. . cabelos e alguns ligamentos. Período de esqueletização: é o final da destruição do cadáver. A esqueletização total pode durar séculos e termina com a decomposição total dos dentes. em média após 1 ano no solo só restam ossos.

Geralmente está associado a morte fetal e ocorrem flictenas. os ossos se desprendem do resto do corpo. tornando a pele amolecida e facilmente destacável. . Em 3 dias a epiderme se destaca totalmente do corpo e após o 15º dia. se não houver aborto. Maceração: é um tipo especial de putrefação que ocorre dentro da água.

antigamente os marinheiros lançavam o corpo recoberto por faixas de tecido ao mar.   Inumação: enterrar o cadáver. Imersão: em desuso nos dias de hoje. Nos casos de morte violenta a legislação não permite que o corpo seja cremado em função de posterior interesse forense. . Cremação: incinerar o cadáver em fornos de alta temperatura.

 É o ato de desenterrar o cadáver. . com justificativa de esclarecer algum fato que interessa à justiça.

. Numa visão mais antiquada os erros odontológicos não eram considerados crime. mas com a concepção que os dentes também são orgãos (formados por 4 tecidos) surge uma tendência. inclusive com jurisprudência. na criminalização dos erros odontológicos.

com Cezar-perez@igp.br (55) 84024713 “O dever de um Perito é dizer a .verdade. no entanto para isso é necessário: primeiro saber encontrála. e depois querer dizê-la.chperez@hotmail. O primeiro é um problema científico.gov.br Cd.” (Nerio Roja) www. o segundo é um problema moral.gov.rs.igp.rs.

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