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Apostila Sobre PCM

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A penetração de técnicas digitais nas redes analógicas ocorreu de forma
muito rápida em razão dos investimentos realizados após as privatizações.
Entretanto algumas redes telefônicas permanecerão analógicas ainda por um
certo tempo.

Nos anos 70 as centrais telefônicas iniciaram uma evolução de uma
concepção analógica para digital. Esta transformação iniciada no núcleo das
centrais, pela substituição de componentes eletromecânicos por processadores
digitais estendeu-se a outras áreas periféricas das centrais, dando origem às
centrais digitais CPA (Controle por Programa Armazenado). Em 2002, no Brasil,
98 % das centrais eram digitais. Desde 2001, todas as centrais telefônicas do RN
já são digitais e da tecnologia CPA.
Comentam-se, a seguir, alguns aspectos relativos à digitalização das redes
telefônicas. Naturalmente a transformação descrita é apenas um exemplo típico.
Para efeito da digitalização, as redes telefônicas podem ser subdivididas

em três áreas:

a) rede de assinantes (rede de acesso);
b) rede de troncos locais (rede de transporte local);
c) rede de troncos interurbanos (rede de transporte interurbano).

a) A Rede de Acesso (ou Rede de assinantes), em razão da grande quantidade de
equipamentos envolvidos, tende a ser a última etapa da digitalização do sistema
como um todo.
Várias soluções têm sido propostas e estudadas. Na rede de troncos interurbanos
nacionais e internacionais, muito já se tem feito em termos de desenvolvimento de
equipamentos para transmissão digital de alta taxa e os primeiros problemas de
sincronismo começaram a ser solucionados; a escolha de rotas leva em conta o
acúmulo de ruído de quantização causado pelas múltiplas conversões A/D e D/A.

b) As velhas centrais analógicas estão sendo substituídas por novas, digitais, ou
mesmo desmembradas em concentradores remotos de outras centrais. Todas as
conexões são inteiramente digitais, de modo que as conversões A/D e D/A são

realizadas, num primeiro momento, apenas para prover a transmissão. Os
equipamentos analógicos devem permanecer, ainda por algum tempo, de forma
competitiva. É nas redes de troncos locais que se dá a parte mais significativa da
transição dos sistemas analógicos para os digitais.

c) A transformação de uma rede urbana multicanal, em virtude do alto custo dos
equipamentos, será mais lenta e gradativa, de forma que o analógico e o digital
deverão ainda conviver em harmonia por um longo período. A interface entre
ambos será sempre baseada em sistemas de transmissão e modulação PCM, já
padronizados.

A Figura 3.1 especifica os vários passos da transformação:

a) O ponto de partida é uma rede completamente analógica;
b) Novos troncos instalados deverão ser digitais (PCM).
c) uma nova central instalada deverá ser digital, conectada às analógicas
existentes através de sistamas PCM. As conversões A/D e D/A poderão ser feitas
junto a quaisquer das centrais, e os assinantes serão ligados à nova central
digital através de concentradores (locais ou remotos) e conversão para PCM;
d) Uma nova central digital é instalada nos mesmos moldes e surgem os
primeiros enlaces completamente digitais.
e) Uma central analógica é substituída por uma digital e interliga-se a outras
analógicas por enlaces digitais. O processo continua até a completa
digitalização da rede.

Figura 3.1: A Evolução da Rede de Comunicação.

4. Princípio Básico de Sistemas Amostrados

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