MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA SECRETARIA DE MINAS E METALURGIA CPRM - SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DO RECIFE

GEOLOGIA E RECURSOS MINERAIS DO ESTADO DA PARAÍBA

Catolé do Rocha

Sousa

Pombal

Cajazeiras

Guarabira

L i n e a m e n t o
Piancó

P a t o s

Patos João Pessoa Campina Grande

Conceição

de

Jabitacá
ZC C oxixo la

Serra Branca

Serra

Sumé

Na

pp
Monteiro

e

5 de AG O S

TO

de 16 8 5

GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA

CPRM
Serviço Geológico do Brasil

SECRETARIA EXTRAORDINÁRIA DO MEIO AMBIENTE, DOS RECURSOS HÍDRICOS E MINERAIS

DEPARTAMENTO NACIONAL DA PRODUÇÃO MINERAL

COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS MINERAIS DA PARAÍBA

2002

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA SECRETARIA DE MINAS E METALURGIA CPRM - SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL

PROGRAMA LEVANTAMENTOS GEOLÓGICOS BÁSICOS DO BRASIL

GEOLOGIA E RECURSOS MINERAIS DO ESTADO DA PARAÍBA

TEXTO EXPLICATIVO DOS MAPAS GEOLÓGICO E DE RECURSOS MINERAIS DO ESTADO DA PARAÍBA

Organizado por Edilton José dos Santos Cícero Alves Ferreira José Maria F. da Silva Jr.

RECIFE 2002

Apresentação
Homens e pedras sempre tiveram uma singela afinidade no ecossistema do Nordeste Brasileiro. A rarefeita cobertura vegetal do semi-árido, que domina a maioria do seu território, expõe, amiúde, as entranhas da Terra. Silvícolas, desbravadores, vaqueiros, romeiros, cangaceiros ou simplesmente pacatos lavradores habituaram-se desde cedo à paisagem rude de espinhos, pedras e terra rachada, num clima de forte calor e sequidão. Dessa convivência nasceu a argúcia do sertanejo na observação das variadas formas com que o subsolo se expõe. Pintar encostas ou lapidar materiais rochosos foram fazeres dos primeiros habitantes. Ao uso da rocha in natura para fabricação de utensílios domésticos e de caça, seguiu-se uma primitiva atividade de extração e transformação das rochas em bens valiosos para o homem. No período colonial ouro e pedras preciosas eram os principais minerais cobiçados pelos dominadores europeus, especialmente abundantes em Minas Gerais e na Bahia. Com o advento da industrialização, no final do século XIX, o foco mudou para insumos minerais ligados à fabricação de máquinas e equipamentos que o mundo desenvolvido começou a criar a partir de então. Na década de 40, a descoberta no Nordeste de substâncias minerais estratégicas para a indústria, especialmente durante a Segunda Grande Guerra, despertou interesse e ofereceu alternativas de sobrevivência para o sertanejo através da garimpagem. Resultou dessa atividade pioneira uma certa tradição mineral no Estado da Paraíba, que se juntou à sua primitiva vocação agrícola e pastoril. Calcário para a indústria da construção civil, bem como ouro, scheelita, tantalita, berilo e cassiterita para exportação foram os principais insumos dessa fase histórica. As mudanças conjunturais e a evolução tecnológica e econômica do País e do mundo alteraram o cenário dessa atividade extrativista, mas não modificaram o estado sempre em alerta para o potencial do seu subsolo. O cenário mineral do Estado é hoje bastante diversificado e há potencial para descoberta de novos insumos. À exemplo de muitos estados nordestinos, a Paraíba destaca-se pela produção de minerais não metálicos, também chamados de minerais industriais. Nesta classe, destaca-se a bentonita, cujas reservas medidas constituem aproximadamente a metade das reservas nacionais, bem como a ilmenita e o rutilo cujas reservas, nas areias pesadas do litoral norte do Estado, somam cerca de 20% do total das reservas nacionais de minerais de titânio. Investimentos recentes em pesquisa mineral têm revelado novas reservas de granito ornamental e vermiculita, melhorando a posição do estado no ranking das reservas nacionais, com as expressivas participações de 23% e 18%, respectivamente, assim como de quartzito ornamental, turfa, vermiculita, turmalina e cianita, além de um aumento significativo das reservas de feldspato, pedras britadas e argilas comuns e plásticas. Cientes dessa potencialidade, o Ministério de Minas e Energia e o Governo do Estado da Paraíba decidiram congregar esforços para potencializar o perfil do Estado neste setor, focalizando inicialmente sua atenção na atualização do conhecimento e na elaboração de um novo mapa geológico do Estado. O Mapa Geológico da Paraíba anterior data de 1980, consolidando o conhecimento obtido durante a década de 70. A contribuição desse primeiro documento cartográfico foi fundamental para a expansão da produção que se seguiu, principalmente no campo das substâncias não metálicas e industriais. Entretanto, a evolução dos conhecimentos e dos conceitos, seja de cunho técnico-científico, seja conjuntural econômico, impôs a necessidade de preparação de uma nova edição desse mapa. Além da atualização do conhecimento, a versão agora apresentada agrega várias inovações, tanto de concepção tecnológica, quanto de apresentação, coerentes com os modernos recursos de difusão do conhecimento hoje disponíveis no mundo. Trata-se de um importante acervo técnico, apresentado tanto na forma tradicional de impressão, quanto em formato digital, que inclui um mapa geológico, um mapa de recursos minerais e de áreas potenciais, ambos na escala de 1:500.000, e uma nota explicativa, além de uma base de dados,

com mais de 1000 depósitos e ocorrências minerais, e de um diagnóstico atualizado do setor mineral do Estado. No formato digital, todas essas informações estão estruturadas em Sistema de Informação Geográfica (SIG). Por todos estes fatos, em nome de todos os que compõem a CPRM - Serviço Geológico do Brasil, especialmente as equipes responsáveis por este produto, e, também, em nome da Secretaria Extraordi-

nária do Meio Ambiente, dos Recursos Hídricos e Minerais do Estado da Paraíba registro meu grande contentamento em oferecer à Paraíba e ao Brasil este novo Mapa Geológico e de Recursos Minerais do Estado da Paraíba, que, além de importante instrumento de planejamento e implementação de políticas públicas setoriais no Estado, espero revele-se, igualmente, relevante vetor impulsionador de novas ações empresariais e técnico-científicas nas áreas geológica e mineral da Paraíba.

Umberto Raimundo Costa Diretor-Presidente

2.1.3.2 Turfa .1.4.2 Formação Gramame (Kg) 3.1.1 Pré-Cambriano/Província Borborema 3.2.1.3.1.3.EVOLUÇÃO TECTÔNICA DA PARAÍBA Apêndice Fotográfico 5 .2.3.2 Bacia do Rio do Peixe 3.1.1.2 Siluro-Devoniano/Remanescentes da Evolução Gondwânica 3.1 Formação Antenor Navarro (Ka) 3.4.4.1.1.1.3 Outras Substâncias Metálicas 5.5.1.1 Jazimentos Minerais 5.5 Quaternário/Formações Superficiais 3.1 Bacia do Araripe: Formação Mauriti (SDm) 3.1.3.5.2 Tungstênio (Scheelita) 5.1 Titânio-Zircônio 5.1 Urânio 5.3 Formação Rio Piranhas (Kr) 3.2 Coberturas Lateríticas (Ql) 3.3 Aluviões e Sedimentos de Praia (Qa) Apêndice Fotográfico 4 .3 Cretáceo/Bacias da Evolução Atlantiana 3.2.2 Principais Fontes de Informações 2 .4.3 Substâncias Energéticas 5.1.2 Formação Sousa (Ks) 3.1.4 Terreno Rio Capibaribe 3.2.DIVISÃO TECTONO-ESTRATIGRÁFICA 3 .1 Bacia Pernambuco-Paraíba 3.RECURSOS MINERAIS E METALOGENIA 5.1 Metais Nobres 5.GEOLOGIA/ESTRATIGRAFIA 3.3.1 Formação Serra do Martins (Esm) 3.1.1.3 Associação Basáltica Boa Vista (EN!) 3.3.1 Ouro 5.3 Terreno Alto Moxotó 3.1.1 Faixa Piancó-Alto Brigída (Cachoeirinha-Salgueiro) 3.1.2 Domínio Rio Grande do Norte 3.1 Faixa Orós-Jaguaribe 3.2 Formação Campos Novos (ENcn) 3.Sumário 1 .2.2 Substâncias Metálicas 5.3.4 Suítes Plutônicas Neoproterozóicas 3.2.2 Faixa Seridó e Terreno Rio Piranhas 3.1 Metodologia e Produtos 1.1.1.3.4 Grupo Barreiras (ENb) 3.2 Terreno Alto Pajeú/Faixa Cariris Velhos 3.1 Coberturas Elúvio-Coluviais (Qc) 3.3 Domínio Transversal 3.1.3.1.3.INTRODUÇÃO 1.3.1.3.1 Terrenos Granjeiro e São José do Campestre 3.4 Paleógeno-Neógeno/Coberturas Continentais 3.5.3.2.2.1 Formação Beberibe/Itamaracá (Kbi) 3.3 Vulcânica Félsica Itapororoca (Ki) 3.

10 Cianita 6.2.1.4 Calcário 6.2 Produção Mineral do Estado e Participação no Valor da PMB 6.1.4 Calcários Sedimentar e Cristalino 5.5.3.Metálicas (Rochas e Minerais Industriais) 6.3.5.5.4 Gemas e Minerais de Pegmatito 5.9 Caulim 6.1.3.1 Reservas Minerais 6.3.1.1 Bentonita e Calcedônia 5.3.14 Mármore 6.2 Substâncias Metálicas 6.1.3.3.5.3.1 Caulim 5.3.5.ECONOMIA MINERAL DO ESTADO DA PARAÍBA 6.5 Panorama Atual e Perspectivas para o Setor Mineral 7 .1.5 Substâncias Não .3.3.4.1.4.3.5.1.1.5.1.4 Gemas 6.3.1.2 Vermiculita 5.8 Feldspato 6.000 .3.3 Tungstênio 6.3.1.2.Metálicas (Rochas e Minerais Industriais) 5.3 Metais Nobres 6.3.1.1 Ouro 6.1.2.5.5 Água Mineral 6.8 Outras Substância Não Metálicas 5.1 Titânio 6.6 Argilas Comum e Plástica 6.1 Pedras Britadas 6.12 Turfa 6.1 Turmalina/Água Marinha 6.3.6 Rochas Ornamentais 5.3.2 Zircônio 6.13 Fosforita 6.3.1.3 Valor da Produção Mineral do Estado 6.1.7 Rochas Ornamentais 6.Escala 1:500.1.15 Filito e Folhelho 6.000 Mapa de Recursos Minerais do Estado da Paraíba .2 Metalogenia Previsional Apêndice Fotográfico 6 .1.3 Areia/Cascalho 6.2 Bentonita 6.1.7 Água Mineral 5.1.3.3 Argilas Comuns e Plásticas 5.11 Vermiculita 6.3.3.1.Escala 1:500.3.1 Substâncias Não .1.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS APÊNDICE I – Listagem dos Jazimentos Minerais ANEXOS • • Mapa Geológico do Estado da Paraíba .1.3.1.4 Participação do Setor Mineral na Economia Estadual 6.3.5 Fosforita 5.1.1.5.

. B) Grupo Cachoeirinha Figura 3.Distribuição dos metagranitóides Cariris Velhos no Estado da Paraíba Figura 3.5 .11 .3 . Estratigrafia e idade Pb-Pb do Grupo Serra de São José (compilado de Cavalcante. e. 1998) A) Complexo Riacho Gravatá..Documentação cartográfica consultada Figura 2..Seção geológica da parte oriental da Paraíba. b. segundo Santos & Medeiros (1999) Figura 3.Estratigrafia e estrutura da Bacia do Rio do Peixe (segundo Françolin.Mapa geológico do Domínio Transversal no Estado da Paraíba Figura 3. Brito Neves et al.Diagramas concórdia U-Pb (a.Mapa geológico do Domínio Rio Grande do Norte no Estado da Paraíba Figura 3.18 . 1994) Figura 3.8 ..1 .Características geoquímicas e isotópicas dos granitóides brasilianos do Domínio da Zona Transversal.Padrões geoquímicos e isotópicos dos metagranitóides Cariris Velhos no Terreno Alto Pajeú (TAP) e Terreno Alto Moxotó (TAM). 1995) Figura 3.4 . f) dos metagranitóides Cariris Velhos (compilado de Brito Neves et al.17 .7 .13 .Diagrama concórdia (a) e diagrama isocrônico (b) para rochas do Complexo Riacho Gravatá (compilado de Brito Neves et al.RELAÇÃO DAS FIGURAS Figura 1.Seção geológica mostrando as relações entre a Formação Campos Novos e a Associação Basáltica Boa Vista.10 . mostrando os riftes Mamanguape e Cariatá (modificado Brito Neves et al.Mapa geológico simplificado da Faixa Orós-Jaguaribe no Estado da Paraíba. 1999) Figura 3. 1997) Figura 3. c) e diagramas isocrônicos Rb-Sr (d. 2000.6 . na Mina Canudo (segundo Nunes Barbosa & Petta.1 . 1997) Figura 3. 1999) .1 .15 .Mapa geológico simplificado do Estado da Paraíba Figura 3.16 .Padrões aeromagnéticos do subsolo paraibano e compartimentação tectonoestratigráfica da Paraíba Figura 3.14 . 1992) Figura 3.Distribuição dos granitóides brasilianos no Estado da Paraíba Figura 3.Coluna estratigráfica da Bacia Pernambuco-Paraíba (segundo Feijó..9 . de acordo com Santos & Medeiros (1999) Figura 3.Estratigrafia e idade do Grupo Seridó (compilados de Van Schmus et al.Padrões geocronológicos e isotópicos do Terreno São José do Campestre (compilado de Dantas.Estratigrafia da Faixa Piancó-Alto Brígida (adaptado de Bittar.12 . 1999) Figura 3.2 . 1995) Figura 3. 2000) Figura 3. Almeida et al. 1995..Dados geocronológicos e isotópicos do Terreno Alto Moxotó (de acordo com Brito Neves et al.

.Padrão de terras raras normalizados para o condrito do depósito uranífero de Espinharas comparado ao do depósito de terras raras de Ghurayyah. in Salim et al.Unidades litoestratigráficas do Terreno São José do Campestre Quadro 3. 1993..Unidades litoestratigráficas do Terreno Rio Piranhas Quadro 3.Figura 4.Análise comparativa na variação (1993 e 1999*) (1) das reservas medidas do Estado da Paraíba Quadro 6.Seção geológica da mineralização uranífera de Espinharas (modificado de Santos & Anacleto.2 .2 . 1998) Figura 5.Estruturas da Faixa Seridó e do limite com o Domínio Transversal (a.Valor da produção mineral da Paraíba (1993 – 1999*) .Unidades litoestratigráficas do Terreno Granjeiro Quadro 3. a) esboço tectônico.2 .9 .Unidades litoestratigráficas da Faixa Piancó-Alto Brigída Quadro 3.4 . 1994) Figura 5.8 .Mapa geológico do distrito aurífero de Cachoeira de Minas (modificado de Barbosa.3 .Unidades litoestratigráficas do Terreno Rio Capibaribe Quadro 5. b) dados de geotermometria e geobarimetria.1 .6 . c) seção A-B.3 .3 . 1998) Figura 4. 1998) Figura 5.1 .7 . Grossi Sad & Dutra. 1997) RELAÇÃO DOS QUADROS Quadro 3. 1997) Figura 4.1 .Reservas minerais do Estado da Paraíba (1992 e 1999*) Quadro 6.Unidades litoestratigráficas do Terreno Alto Pajeú Quadro 3. (compilado e modificado de Bittar.Modelo de controle dos pegmatitos da Faixa Seridó (Araújo et al.Unidades litoestratigráficas do Terreno Alto Moxotó Quadro 3. (c) (Hackspacher & Dantas.1 . b) (Jardim de Sá.4 . 1985) Figura 5. 1989) Figura 5.5 . Salim.2 .Quadro tectono-estratigráfico do Pré-Cambriano da Paraíba Quadro 3. 1999) Figura 5.Reservas de turfa do vale do rio Mamanguape (PB) Quadro 6. São José do Campestre (TJC) e Rio Capibaribe (TRC) (Brito Neves.Padrões estruturais e metamórficos da Faixa Piancó-Alto Brígida.Topologia final do diagrama !Ca . 1994).Seções geológicas do depósito de bentonita de Cubati (Gopinath & Silva.5 .Unidades litoestratigráficas da Faixa Seridó Quadro 3.! O2 a P e T constantes do sistema de skarns primários e sua aplicação à coluna Brejuí (seg.Seções ilustrativas da estrutura dos terrenos Alto Pajeú (TAP).3 . Alto Moxotó (TAM).1 . Arábia Saudita (seg.6 .

Reservas de calcário na Paraíba – 1999* Quadro 6.VPMPB – (1993 a 1999*) Quadro 6.VPMPB – (1993 a 1999*) Quadro 6.18 .Valor da produção e participação no valor da produção mineral estadual .1999 Quadro 6.14 .VPMPB (1993 a 1999*) Quadro 6.Valor da produção e participação no valor da produção mineral estadual .Valor da produção e participação no valor da produção mineral estadual .5 .8 .20 .Argilas comum e plástica na Paraíba .Valor da produção e participação no valor da produção mineral estadual .15 .Reservas de titânio na Paraíba – 1999* Quadro 6.Zircônio na Paraíba .1993 a 1999 Quadro 6.Valor da produção e participação no valor da produção mineral estadual .16 .13 .25 .VPMPB (1993 a 1999*) Quadro 6.Calcário na Paraíba .Reservas de pedras britadas na Paraíba – 1999* Quadro 6.1999 Quadro 6.6 – Pedras britadas na Paraíba .12 .22 .4 .VPMPB .Valor da produção e participação no valor da produção mineral estadual .(1993 a 1999) Quadro 6.Valor da produção mineral do Estado da Paraíba – 1999* (por classe e substância) Quadro 6.23 .9 .VPMPB 1993 a 1999 Quadro 6.24 .17 .Reservas de bentonita na Paraíba.Feldspato na Paraíba .Reservas de areia e cascalho na Paraíba – 1999* Quadro 6.VPMPB – (1993 a 1999) Quadro 6.21 .VPMPB .10 .Reservas de argilas comum e plástica na Paraíba – 1999* Quadro 6.(1993 a 1999*) Quadro 6.Reservas de caulim na Paraíba – 1999* Quadro 6.Reservas de zircônio na Paraíba – 1999* Quadro 6. 1999* Quadro 6.Areia e cascalho na Paraíba .(1993 a 1999) 1 2 .Caulim na Paraíba .Valor da produção e participação no valor da produção mineral estadual .Reservas de feldspato na Paraíba .Água mineral na Paraíba .Valor da produção e participação no valor da produção mineral estadual .Titânio na Paraíba .11 .Quadro 6.Bentonita na Paraíba -Valor da produção e participação no valor da produção mineral estadual – VPMB (1993 a 1999*) Quadro 6.Valor da produção e participação no valor da produção mineral estadual .19 .Granito ornamental na Paraíba .7 .Valor da produção e participação no valor da produção mineral estadual .Reservas de granito ornamental na Paraíba .

Projeção da demanda hídrica do Estado da Paraíba – 2000 Quadro 6.28 .Comércio exterior de insumos de origem mineral .26 .Quadro 6.Paraíba .27 .1998/1999 .Quantitativos de insumos de origem mineral dos projetos industriais e agropecuários no Estado da Paraíba Quadro 6.

afetando tanto o embasamento quanto a cobertura metamórfica.57Ga) é o principal evento tectonometamórfico desta porção. pedra britada. de idade meso a neoproterozóica. associadas a mineralizações de urânio. representada no Estado pelos seguintes domínios geotectônicos: subprovíncia Rio Grande do Norte. que inclui os terrenos Granjeiro. garimpos. dentro do Programa Levantamentos Geológicos Básicos do Brasil (PLGB) desta última instituição. vermiculita.Resumo O presente documento representa uma síntese da geologia e recursos minerais do Estado da Paraíba. sugerindo-se ainda algumas áreas para pesquisa de elementos de terras raras. substâncias metálicas. separam esses domínios tectonoestratigráficos e constituem as principais feições geotectônicas do Estado. fedspato.1Ga0. as bases de dados de afloramentos. Os 20% restantes do Estado são representados por uma pequena fração da bacia do Araripe.008 registros minerais. gerando um complexo sistema de fold-thrust belts e rede de zonas de cisalhamento transcorrentes associados a um extraordinário plutonismo granítico.65Ga-0. Rio Piranhas e São José do Campestre e a faixa Seridó. calcário. calcários sedimentar e cristalino. vermiculita.65-0.cional. A subprovíncia Rio Grande do Norte e a faixa OrósJaguaribe documentam a parte mais antiga da história precambriana. envolvendo um substrato de idade paleoproterozóica e uma faixa metassedimentar plataformal à turbidítica. substâncias não metálicas (rochas e minerais industriais). os quais culminaram com dois eventos orogênicos sucessivos. cianita). zirconita. A subprovíncia Transversal é dominada por terrenos e faixas dos ciclos Cariris Velhos (1. gemas e minerais de pegmatito. água subterrânea. depósitos e minas. as quais cobrem cerca de 80% da área. rochas ornamentais e água mineral. substâncias energéticas. O Brasiliano (0. e uma pequena porção da faixa Orós-Jaguaribe. caulim. Alto Moxotó e Rio Capibaribe. Esse substrato precambriano está incluído na Província Borborema. água marinha. análises químicas e de ocorrências minerais. de idade cretácea e ligadas à evolução Atlantiana da plataforma sulamericana. Zonas de cisalhamento. pelas bacias do Rio do Peixe e Pernambuco-Paraíba. bentonita. os quais alcançam mais de 82% do valor total da produção.ciais. vermiculita. entre ocorrências. um texto explicativo e uma listagem de ocorrências minerais. onde se reconhece a faixa Piancó-Alto Brígida e os terrenos Alto Pajeú. com destaque para aquelas de ilmenita (zirconita. Os recursos minerais da Paraíba foram classificados pelo critério utilitário da substância de valor econômico. Completam este acervo. A análise metalogenética permitiu a individualização de várias áreas poten. que incluem cerca de 11 itens produzidos. ilmenita. e por coberturas continentais paleógena-neógenas continentais. refletindo a vocação mineral . A produção mineral do Estado é dominada pelas substâncias não-metálicas (rochas e minerais industriais). com destaque absoluto para os minerais nãometálicos ou industriais. distinguem-se metais nobres. Ao todo foram catalogados cerca de 1. granitos com fins ornamentais. e originando uma intensa atividade granítica. os quais são apresentados em versão gráfica conven. subprovíncia Transversal.57Ga). Assim. principalmente de idade neoproterozóica. O documento inclui os mapas geológico e de recursos minerais do Estado na escala 1:500. Bentonita. O subsolo paraibano é formado em sua maior parte por rochas precambrianas. cianita. elaborado através de convênio firmado entre o Governo do Estado e o Serviço Geológico do Brasil (CPRM).95Ga) e Brasiliano (0. granitos para fins ornamentais. argilas comuns e plásticas. gemas e minerais de pegmatito. de idade neoproterozóica. W (W-Au). turmalina azul e água mineral são os principais recursos minerais lavrados atualmente no Estado. que fazem parte do Sistema de Informações de Recursos Naturais (SIR) do Serviço Geológico do Brasil.000.

cascalho. areia e cascalho. a qual se destina basicamente para os mercados do sudeste do País. Atualmente a produção de ilmenita de Mataraca contribui com 40% da produção nacional. tendo a ilmenita contribuído com 82. representando cerca de 27% da produção regional. e. As reservas de argila plásticas e expansivas. Já a produção de con- centrados de zirconita representa 89. . principalmente dos chamados agregados minerais (areia. calcário e argila). Os dados levantados revelam um ambiente favorável para novos investimentos nos campos da pesquisa. brita.4% do total no período de 1983 a 1999. lavra e beneficiamento mineral. A Paraíba é responsável por mais de 90% da produção de bentonita bruta do País. feldspato. pedras britadas. feldspato.estadual para essa classe de substâncias. vermiculita. produzido a partir dos calcários da Bacia Pernambuco-Paraíba. O Estado é também o maior produtor de cimento do Nordeste. A produção de ilmenita e zirconita no litoral paraibano também ocupa uma posição de destaque nacional. filito.94% da produção nacional. folhelho fazem parte do potencial mineral para implantação do Pólo Cerâmico do Estado da Paraíba. argila. caulim. tais como calcário. principalmente na classe das substâncias nãometálicas.

kyanite. The Precambrian rocks occurring in about 80% of its total area are part of the Meso.1 to 0. viz.Abstract This report presents a synthesis of the geology and mineral resources of the State of the Paraíba.008 mineral registers classified as occurrences. This explanatory note is presented in a conventional graphic version.and Neoproterozoic evolution of the Borborema Province. In the State territory it is possible to recognize the following tectonic dominia: 1) the Rio Grande do Norte Subprovince. southeast of the Patos lineament. comprising the Granjeiro. The Rio Grande do Norte subprovince and the Orós-Jaguaribe Belt. The geological record is completed by restrite Paleogene and Neogene continental volcanosedimentary or sedimentary covers. The Brasiliano (0. crushed rock.000 scale and a list of all the mineral occurrences. embracing the Piancó-Alto Brígida Belt and the Alto Pajeú. the Rio do Peixe basin and the northern segment of the Pernambuco-Paraíba basin. Serra de Jabitacá nappe and Congo shear zone.65 to 0. limestone. which affected the basement as well as the metamorphic supracrustals. The resultant framework involves a complex fold-andthrust system of the Cariris Velhos event severely redeformed by extensive transcurrent shears and associated structures concurrently with the intrusion of numerous granitic plutons of Brasiliano age. non-metallic substances (industrial rocks and minerals). feldspar. 3) a small part of the Orós-Jaguaribe Belt in the mostwester region. Alto Moxotó and Rio Capibaribe terranes. zirconite. Portalegre shear zone. as part of the Basic Geological Mapping of Brazil Program of the federal Energy and Mining Ministery. with emphasis to the non-metallic and industrial minerals. bounds these tectonostratigraphic subprovinces and are their most proeminent Precambrian tectonic features. Patos Lineament. The package is completed by a data repository of outcrops.95 Ga) and Brasiliano (0. dimension stones and mineral water. which includes also the geological and mineral resources maps in the 1:500. aquamarine. which are filled dominantly by sequences of Cretaceous age. deposits and mines of the State. . The additional 20% area corresponds to a small portion of the Araripe basin.65-0. metallic substances. The main mineral resources exploted nowadays are: bentonite.8 Ga) basement. vermiculite. 2) the Transversal Zone or Transverse Subprovince. which was overlayed by Neoproterozoic platformal to turbiditic sequences of the Seridó Metamorphic Belt. Northeast Brazil. deposits and mines. granite stone. The complete cataloguing reached 1. is a mosaic composed by belts and terranes of the Cariris Velhos (1. gems and pegmatite minerals. common and plastic clays.57 Ga) cycles. chemical analysis and mineral resources of the State including data of the Natural Resources Information System (SIR) of the Geological Survey of Brazil.57) Ga orogenic event was the main deformational episode. contain the oldest testimony of the Precambrian history. present in an Archean and Paleoproterozoic (>1. The mineral resources of the State of Paraíba were classified according to a utilitarian criterium of the economic value substances. Rio Piranhas and São José do Campestre terranes and the Seridó Belt. ilmenite. which have been amalgamated through two sucessives orogenies. that was elaborated through an agreement between the state of Paraíba Government and the Geological Survey of Brazil (CPRM). kaolin. related to the opening of the South Atlantic Ocean. Shear zones of dominant Neoproterozoic ages. prospects. in a northeastern position from Patos lineament. The Transversal Zone or Transverse Subprovince. developing expressive transcurrent shear zones and a huge granitic plutonism of hybrid and crustal sources and associated skarn and pegmatitic mineralization. fossil fuels. Therefore the general division is as follows: noble metals.

The explotation of ilmenite and zirconite in the coastal region also represents an important extractive activity in the national context. and indicating the mineral tendency of the State for this class of substances. especially in non metallic substances and mineral aggregates (sand. representing about 27% of the regional production. having the deposit of Mataraca produced the equivalent to 82. feldspar. mining and processing.4% of the total Brazilian production between 1983 and 1999.blue tourmaline and mineral water. bentonite. gravel. Nowadays this deposit is responsible for 40% of total ilmenite and 90% of total zirconite national productions. The reserves of plastic and expansive clays. The State of Paraíba produces more than 90% of bentonite ore of the country production. granite stones and groundwater. Some uranium mineralized areas were suggested also for research of REE minerals. phyllite. The metallogenetic analysis has allowed the discrimination of several prospecting areas. limestone and clay). vermiculite. . mainly for ilmenite (zirconite. gem and pegmatite minerals. and shale give support to set a ceramic pole in the State of Paraíba. tungsten minerals associated or not to gold. The State is also the the most important producer of portland cement of Northeast Brazil. crushed rock. The available data demonstrate a favourable environment for investiments in mineral research. The mineral production of the State is largely dominated by non-metallic substances (industrial rocks and minerals). limestone. kyanite). which is used mainly in the industries of southeast Brazil. which comprise about 11 produced items reaching more than 82% of the total volumetric production.

metalogenéticos e. 2000). um documento cartográfico relativamente antigo. com dados recolhidos durante a década de 70. sobretudo.PLGB .000. A área à leste do meridiano 36° W é inédita e foi elaborada através da sistemática tradicional do PLGB.CDRM.000 e de imagens de radar na escala 1:250. recém editadas pela CPRM.tem como objetivo dotar esse Estado de uma carta geológica moderna. dos Recursos Hídricos e Minerais .000. geofísicos. no setor mineral e também em outras áreas. O mapeamento de reconhecimento dessa parte do Estado foi realizado com o apoio de mapas de serviço na escala 1:250. Esta segunda edição do Mapa Geológico e de Recursos Minerais do Estado da Paraíba . para verificação de problemas específicos. em estreita colaboração com projetos de pósgraduação e pesquisa financiados pelo Conselho Nacional de Pesquisa (CNPq) e pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).000.1 Metodologia e Produtos Os procedimentos metodológicos seguiram a sistemática do PLGB e constaram da compilação.Serviço Geológico do Brasil com o Governo do Estado da Paraíba. em áreas sem disponibilidade de aerofotos (principalmente na parte sudeste do Estado.e foi desenvolvido através de um convênio da CPRM . que retrate o atual nível de conhecimento sobre a geologia e os recursos minerais de seu território. tratamento e integração dos dados preexistentes (geológicos.000. bem como os investimentos da iniciativa privada. Os procedimentos metodológicos específicos de preparação dessas cartas estão contidos nas notas explicativas dessas folhas (Ferrreira & Santos.000 . Considerando os grandes avanços ocorridos nas últimas décadas na geologia nordestina.000 foram compiladas pela Divisão de Cartografia do Departamento de Apoio Técnico da CPRM. é uma carta produzida em 1982. as quais foram posteriormente reduzidas para a escala final de 1:500. portanto. preservação do meio ambiente. As bases cartográficas 1:250. sendo.escala 1:500.000 (convênio Departamento Nacional da Produção Mineral – DNPM/CDRM). A edição esgotada do mapa geológico do Estado da Paraíba. coordenados pelo professor Benjamim Bley de Brito Neves. com a incorporação de novas técnicas de apresentação dos dados. com atualização de dados geológicos.1 – Introdução O Projeto Mapa Geológico e de Recursos Minerais do Estado da Paraíba faz parte do Subprograma Mapas Geológicos Estaduais do Programa Levantamentos Geológicos Básicos do Brasil . Medeiros. 1. como aquelas ligadas à gestão territorial. geocronológicos e de cadastramento mineral). irrigação. Na parte a oeste do meridiano 36º W. agricultura. no Escritório do Rio de Janeiro. visando subsidiar o planejamento de ações governamentais. foi realizada no Setor de Digitalização da Superintendência Regional do Recife. Os trabalhos de campo incluiram perfis . do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo (IG/USP). correspondentes às áreas continentais das folhas João Pessoa e Recife. com realização de perfis geológicos localizados. DNPM e SUDENE. essa sistemática foi implementada durante a execução das cartas geológica e metalogenética-previsional das folhas Jaguaribe SE e Aracaju NE escala 1:500. O tema geológico foi introduzido através do procedimento sistemático do PLGB. transporte e energia. 2000. a partir de diversas fontes cartográficas editadas pelo IBGE.000 e 1:25. o qual envolveu inicialmente fotointerpretação através de fotografias aéreas convencionais nas escalas 1:70.SEMARH e Companhia de Desenvolvimento de Recursos Minerais da Paraíba . Uma filtragem do meio fisiográfico. escala 1:500. a SEMARH/CDRM decidiu editar um novo mapa geológico do Estado. através da Secretaria Extraordinária do Meio Ambiente. compatível com a escala final do mapa. na divisa com o Estado de Pernambuco). as quais foram integralmente incorporadas ao presente mapa.000 e 1:500.

estratigráfica”. Os métodos geocronológicos utilizados compreenderam principalmente idades modelos Nd-TDM. sendo uma compilação e compatibilização dos mapas geológicos dos projetos Extremo Nordeste e Leste da Paraíba e Rio Grande do Norte. disponível na Superintendência Regional do Recife. sobretudo em nível de cartografia geológica.br. o mapa dos recursos minerais da Paraíba. Esses dados foram complementados por observações obtidas através dos projetos do IG/USP/CNPq/FAPESP anteriormente referidos.000. além da legenda cronoestratigráfica. incluindo dados geocronológicos inéditos. status da explotação e englobados nos seguintes grupos utilitários: 1) minerais metálicos e metais nobres.2 Principais Fontes de Informações As principais fontes cartográficas utilizadas na elaboração do presente mapa geológico da Paraíba estão indicadas na figura 1. quanto em CDROM. isócronas RbSr. 5) rochas ornamentais e brita. cuja listagem simplificada é apresentada como apêndice no final desta nota explicativa. com realização de alguns estudos petrográficos. mais restritamente. totalizando cerca de 1008 registros. Os dados de afloramentos.000. Na Faixa Costeira da Paraíba foram compilados os mapas dos Projetos Leste da Paraíba e Rio Grande do Norte e Extremo Nordeste do Brasil. concórdias U-Pb em zircão e.cprm. a leste do meridiano 36° W. 2000). Esses recursos minerais foram classificados quanto à classe/morfologia (genético-descritiva) da substância. a geologia dessa parte do Estado não apresenta modificações em relação ao antigo mapa estadual. Todos os documentos referentes à área a oeste do meridiano 36° W foram reunidos e sintetizados na Folha Jaguaribe – SE (Ferreira & Santos.gov.000 e 1:250. através do convênio DNPM/CPRM e pela própria CPRM durante as décadas de 80 e 90.1.expeditos e amostragem de rocha. e 6) águas mineral e potável. Este novo mapa geológico da Paraíba apresenta. análises petrográficas. também neste mapa. tanto na Internet através do site http://www. o qual mostra a base geológica rebaixada e em destaque as principais concentrações minerais do Estado e sua metalogenia. 2) minerais energéticos. um capítulo relativo aos recursos minerais (capítulo 5 “Recursos Minerais e Metalogenia”) e um capítulo sobre a economia mineral do Estado (capítulo 6 “Economia Mineral"). 3 “Geologia / Estratigrafia” e 4 “Evolução Tectônica da Paraíba”). em sepa- rado. depósitos. As ocorrências. os quais estão disponíveis para consulta. Os produtos deste projeto são os mapas geológico e de recursos minerais do Estado na escala 1:500. 4) gemas e minerais de pegmatito. escala 1:500. na escala 1:250. não tendo havido novas contribuições desde então. os documentos . tamanho. Tratam-se de mapeamentos realizados nas escalas 1:100. diversos encartes complementares. do convênio DNPM/CPRM. A presente nota explicativa inclui os capítulos referentes à geologia da Paraíba (capítulos 2 “Divisão Tectono .000 (anexos) e a presente nota explicativa. as áreas com potencial prospectivo para descoberta de novos depósitos. A faixa sedimentar costeira foi mapeada satisfatoriamente na década de 70. 1. 3) rochas e minerais industriais. mostrando a subdivisão tectono-estratigráfica do Estado e a repartição das diversas unidades lito/cronoestratigráficas no âmbito desses compartimentos tectono-estratigráficos. análises químicas e de ocorrências minerais estão armazenados em bancos de dados do Sistema de Informações de Recursos Naturais (SIR) da CPRM. garimpos e minas do Estado estão registrados na Base de Dados . 2000) e na Folha Aracaju – NE (Medeiros.META da CPRM. os quais já incorporaram todo o acervo de levantamentos geológicos anteriores. Os dados geocronológicos fazem parte de um banco de dados preliminar do Nordeste. Pela primeira vez apresenta-se. Na parte precambriana. do convênio DNPM/CPRM.000. Com base nos metalotectos das mineralizações e no contexto geológico foram selecionadas. Por esta razão.

1997). embora constituam fontes de informações tão importantes quanto as dos mapeamentos nela indicados. que tem uma versão adaptada para microcomputadores (MICROSIR). Por esta razão. . no limite da Paraíba com o Rio Grande do Norte (Dantas. do Sistema de Informações Geológicas do Brasil – SIGA. em geral. da região entre Alagoa Grande e Itabaiana (Fernandes. essas pesquisas não estão discriminadas na citada figura.básicos utilizados foram os mapas na escala 1:100. atualmente denominado Sistema de Informações de Recursos Naturais – SIR. não envolvem mapeamento de grandes áreas. As ocorrências minerais do Estado da Paraíba foram pesquisadas na base de dados META. Além desses elementos cartográficos. utilizou-se um acervo razoável de informações contidas em dissertações e teses de mestrado e doutorado. 1997) e do Maciço São José do Campestre. as quais.000.

RIO GRANDE DO NORTE Catolé do Rocha Picuí C E A R Á Sousa Solânea Santa Luzia Rio Tinto Patos Juazeirinho Campina Grande Sapé JOÃO PESSOA Atlântico Oceano 7 Itaporanga Conceição Sumé Monteiro Aroeiras 8 P E R N A M B U C O JAGUARIBE-SE CPRM-PLGB (1:500.000.000) Medeiros (2000) Geologia atualizada com levantamento de campo no presente trabalho PROJETO LESTE DA PARAÍBA/RIO GRANDE DO NORTE 1:250. 1980 Dantas (1997) Figura 1. DNPM/CPRM.000. DNPM/CPRM.000) Ferreira & Santos (2000) ARACAJU-NE CPRM-PLGB (1:500.1 . 1974 PROJETO EXTREMO NORDESTE DO BRASIL 1:250.Documentação cartográfica consultada .

1994). Transversal. com restritas exposições de embasamento. falhas inversas de alto ângulo ou falhas de rejeito direcional. Os padrões aeromagnéticos da Paraíba suportam esta compartimentação crustal e salientam a importância do Lineamento Patos (ver também Van Schmus et al. com estratigrafia e evolução tectônica definidas e distintas dos terrenos adjacentes. 1999) pode-se reconhecer na Província Borborema uma evolução em termos de um ciclo acrescionário.. envolvendo acresção.1). 1996) e Santos et al. No Estado da Paraíba são reconhecidos diversos segmentos dos domínios (subprovíncias. reconhecendo-se uma complexidade estratigráfica e geocronológica. 1997).. um cinturão orogênico meso/neoproterozóico que se estende por grande parte do Nordeste. Jardim de Sá. domínios e terrenos. (1980). As diferenças entre os domínios e terrenos envolvem. colisão e dispersão de terrenos. as quais ocupam mais de 80% do seu território. entre outros. desde Sergipe até a parte oriental do Piauí. paralelos à extensão da faixa.. 1995. que podem ou não representar suturas (Jardim de Sá et al. O importante sistema anastomosado de lineamentos e zonas de cisalhamento transcorrentes. sugerindo a existência de um amplo assoalho crustal inferior/embasamento. Modelos de compartimentação tectônica foram elaborados por diversos autores (Brito Neves. Brito Neves et al. Ao contrário. (1997. As características principais dos terrenos tectono-estratigráficos foram destacadas. (1999) como terrenos tectono-estratigráficos. a diversidade dos episódios de acresção. De acordo com Santos (1995. envolvendo uma pequena porção do domínio Cearense e o domínio Rio Grande do Norte. descritos por Santos (1996) e Santos et al. por Coney et al. Ensaios de interpretação de diversos sensores geofísicos da crosta nordestina (Oliveira & Santos. sobretudo. 1995. 1997). Estudos com base em determinações geocronológicas U-Pb e Sm-Nd (Van Schmus et al. 1999) reconheceu os domínios ou os super-terrenos Externo. separados entre si por lineamentos crustais brasilianos. que praticamente divide o Estado em dois superterrenos: um ao norte.1). 1995. e outro ao sul.. ressaltando a presença de falhas longitudinais como uma das características principais dos orógenos formados por colagem tectônica.. . Rio Grande do Norte e Transversal.. Santos et al. Gibbons (1994) revisou esse conceito. 2000) têm proposto uma subdivisão em compartimentos tectônicos. vulcanismo e plutonismo pré-brasilianos. 1983. coberturas plataformais paleógenas/neógenas e formações superficiais quaternárias. Brito Neves et al. porquanto a deformação e o plutonismo granítico brasilianos afetaram todos os segmentos. superterrenos) Cearense. Rio Grande do Norte. Coney (1989) e Howell (1995).1). 1975. que levou a maioria a conceber uma longa história precambriana.2 – Divisão Tectono-Estratigráfica O substrato geológico paraibano é formado dominantemente por rochas precambrianas. envolvendo os terrenos do domínio Transversal (figura 2. sugerindo uma predominância de rochas supracrustais e granitos. ao sul predomina uma crosta leve. que são segmentos crustais limitados por falhas ou zonas de cisalhamento. empurrões sub-horizontais. sedimentação. 1977). sendo complementado por bacias sedimentares. Cearense e Médio Coreaú (figura 2.1). menos densa e magnética (tonalidades vermelha e amarela na figura 2. 1984. Santos (1996. Santos & Brito Neves. é característico de orógenos desmantelados por uma expressiva dispersão pós-colisional.. o estilo estrutural dentro de cada terreno é geralmente regular e homogêneo e seus limites são sempre profundas descontinuidades. rochas vulcânicas cretáceas. Segundo esses autores. 1993) demonstram que a crosta do superterreno norte é densa e magnética (tonalidades verde e azul na figura 2. correspondendo a falhas importantes conhecidas ou interpretadas. A área precambriana engloba tratos da Província Borborema (Almeida et al.

de caráter transcorrente/transpressiva dextral. complexos metaplutônicos/vulcânicos paleo/mesoproterozóicos e maciços arqueano/paleoproterozóicos. a Faixa Piancó-Alto Brígida (FPB) (Cachoeirinha-Salgueiro) e os terrenos Alto Pajeú (TAP). 1994). O TAM é um terreno de alto grau formado por rochas metassedimentares supracrustais. redeformados pelo Brasiliano. Alto Moxotó (TAM) e Rio Capibaribe (TRC). formada no final do Paleoproterozóico (Estateriano). que continua no continente africano como Lineamento Adamaoua-Garaoa (Castaign et al. . Esses terrenos são organizados em uma megaestru- tura em dominó (Jardim de Sá. O Domínio Transversal abrange. O limite dessa faixa com o domínio Rio Grande do Norte é a zona de cisalhamento Portalegre. O Terreno Rio Capibaribe constitui uma sucessão de nappes cristalinas e turbidíticas Cariris Velhos (?) e blocos paleoproterozóicos. representado pelos terrenos Rio Piranhas (TRP) e Granjeiro (TGJ) e um terreno composto. O Terreno Rio Grande do Norte compreende uma faixa plataformal a turbidítica neoproterozóica. em seqüências sedimentares e vulcano-sedimentares continentais paleógeno-neógenas e em formações superficiais quaternárias. cujos limites representam zonas de cisalhamento nucleadas no Brasiliano ou geradas através do retrabalhamento de zonas de cisalhamento contracionais Cariris Velhos. As coberturas sedimentares estão preservadas. O TAP é um fold-thrust belt esteniano (Cariris Velhos). a faixa turbidítica neoproterozóica Cachoeirinha e a Faixa Riacho Gravatá. A FPB engloba a nappe de Piancó (meso/neoproterozóica). seu embasamento arqueano-paleoproterozóico. Seridó (FSE). de oeste para leste. um bloco arqueano/pa-leoproterozóico que inclui ainda alóctones correlatos da Faixa Seridó (a faixa aqui denominada de Curimataú). de natureza vulcano-sedi-mentar empilhado tectonicamente com metagranitóides crustais colisionais.A porção preservada do domínio Cearense corresponde à Faixa OrósJaguaribe (FOJ). 1994). do evento Cariris Velhos. uma entidade tectônica tipo rifte passando a uma margem passiva. O limite do Domínio Rio Grande do Norte com o Domínio Transversal é o Lineamento Patos. principalmente em sítios extensionais cretáceos relacionados com a abertura do Oceano Atlântico (bacias restritas e um pulso vulcânico).. um limite crustal formado por um feixe de zonas de cisalhamento dúctil de extensão superior a 900 km. São José do Campestre (TJC).

Padrões aeromagnéticos do subsolo paraibano e compartimentação tectono-estratigráfica da Paraíba .38 6 o o 37 o 36 o 35 o 6 o RIO GRANDE DO NORTE FOJ TRP Zona FSE Malta FS TJC Oceano Atlântico CEARÁ 7 o de Cisalham ento E i Zona de Cisalhamento Patos e lin d TGJ 7 o B FP sy TAP e ni PERNAMBUCO 8 o 0 25 50 75 100 km TR ste de á or e Jabita c oN PERNAMBUCO ad eiro d S err Cru z pe nt o e p M am TA alh Ci na de Zo Limite de Terrenos TRC s C t o Na 8 o 38 o 37 o 36 o 35 o Figura 2.1 .

000. na divisa com o Estado do Rio Grande do Norte) e Zona Transversal (SW. sedimentos paleógenos e paleoneógenos das formações Serra do Martins. e por lineações de estiramento mineral com caimento de baixo ângulo. sheath folds e kinks. As rochas supracrustais desta faixa foram afetadas por três fases de deformação. 1997. variações composicionais e idade de colocação (Santos & Medeiros. 1998). divisa com Ceará e Rio Grande do Norte) e grande parte dos domínios Rio Grande do Norte (N e NE. 1999). 2000) e adotado na Carta Geológica da América do Sul 1:5. A fase F2 é marcada por uma foliação penetrativa S2. associadas a um sistema de zonas de cisalhamento transcorrente/transpressivas brasilianas (Jardim de Sá. marcando indistintamente todos os seus terrenos com um vigoroso sistema de zonas de cisalhamento transcorrentes e do notável plutonismo granítico. formando um cinturão de cisalhamento Brasiliano. sendo acompanhado pelo desenvolvi- . Os registros geológicos fanerozóicos do Estado da Paraíba são representados por raros remanescentes da Bacia do Araripe. O arcabouço atual é de uma série de blocos de embasamento alternados com faixas reliquiares de uma cobertura vulcano-sedimentar originalmente mais contínua. formações Gramame e Beberibe/Itamaracá (Bacia Pernambuco-Paraíba).1 Pré-Cambriano/Província Borborema 3. no quadro 3.8 Ga. 1997). que evoluiu de um estágio rifte para uma margem passiva. às vezes representada por um bandamento composicional (freqüentemente com S2/S0) ou por uma foliação milonítica. desenvolvidas em metamorfismo de fácies anfibolito (até a zona da sillimanita). 1994.. dentro do seu contexto tectonoestratigráfico. conforme sugerido por Schobbenhaus et al.2). Possui um embasamento paleoproterozóico e uma entidade tectônica intraplaca paleo/mesoproterozóica. A área precambriana compreende uma pequena porção do Domínio Cearense/Terreno Orós-Jaguaribe (a NW do Estado. que representa o limite considerado pela Comissão Internacional de Estratigrafia do IUGS (Remane. As diferenças entre os terrenos são devidas.3 – Geologia / Estratigrafia As unidades litoestratigráficas do Estado da Paraíba são descritas a seguir. Este evento desenvolveu-se na fácies xisto verde. isoclinais com eixos de mergulho suave a verticais. rocha vulcânica máfica Boa Vista. em termos de repartição.1 está indicado também o marco 1. A fase F1 é mal caracterizada.000 (Schobbenhaus & Bellizzia.1 Faixa Orós-Jaguaribe A Faixa Orós-Jaguaribe (FOJ) ocorre em uma pequena região a NW do Estado da Paraíba. porquanto a orogênese Brasiliana afetou toda a Província. 2000).6 Ga. correspondendo a dobras intrafoliais ou a fechamentos de dobras não coerentes com a fase F2. Cavalcante.1. 3. que inclui granitóides anorogênicos e uma seqüência metavulcano-sedimentar. Grupo Barreiras e por formações superficiais quaternárias restritas. principalmente. S e SE na divisa com o Estado de Pernambuco). Por esta razão. (1994). O limite entre o Paleo e o Mesoproterozóico adotado é de 1. à história prébrasiliana (Santos et al. conforme é mostrado na figura 3. o plutonismo granitóide neoproterozóico será descrito em um capítulo separado. Sousa e Antenor Navarro (Bacia do Rio do Peixe). dobras abertas verticais e inclinadas. embora haja evidências de sutis diferenças entre suítes similares colocadas em diferentes terrenos. Ferreira et al. Campos Novos.1. Todo o conjunto foi intensamente deformado pela orogênese Brasiliana. limitando-se à leste com o Terreno Rio Piranhas pela Zona de Cisalhamento Portalegre e a sul com o Terreno Granjeiro pela Zona de Cisalhamento Malta (figura 3. (1984) e Delgado et al. A fase F3 manifesta-se por extensas zonas de cisalhamento dúctil de direção geral N-S. Entretanto.1 e quadro 3. pela rocha vulcânica félsica Itapororoca. por sedimentos cretácicos das formações Rio Piranhas.

1. com transporte tectônico para oeste-noroeste (Hackspacher & Dantas. registro de uma sedimentação e vulcanismo/plutonismo paleo/mesoproterozóico. com mais de 3. augen gnaisses e raramente rochas calcissilicáticas.2 Domínio Rio Grande do Norte O Domínio Rio Grande do Norte (figura 3. sendo as zonas de cisalhamento transcorrente muitas vezes antigas superfícies de empurrão.4 Ga (Dantas et al. com um modelo en échelon similar ao da Faixa OrósJaguaribe. provavelmente em dois episódios: um plataformal mais antigo e outro marinho profundo. Cavalcante (1999) refere-se a uma isócrona Rb-Sr em rocha total de um ortognaisse monzogranítico-granodiorítico desse complexo. 1997). O Terreno São José do Campestre inclui a mais antiga crosta da plataforma sul-americana. A cinemática do sistema de zonas de cisalhamento é de um movimento oblíquo generalizado entre os blocos. correlacionável ao Grupo Orós (Ceará). Intercalam-se ainda gnaisse. é dextral. 2.2). Grupo Serra de São José (PMsj) Trata-se de uma seqüência parametamórfica de natureza detrítica com predominância de clásticos grossos. 1997). apesar do expressivo evento de cisalhamento transcorrente dominante. Granjeiro e São José do Campestre. calcário cristalino. o qual contém seixos de gnaisse em meio a uma matriz quartzosa com inclusões de pirita e cianita. onde intercalam-se bandas de gnaisses anfibolíticos. clorita.2) confirmam sua idade paleo/mesoproterozóica. (1997) consideram que os terrenos Rio Piranhas e Seridó fazem parte de um único terreno.3) é formado pelos terrenos Rio Piranhas. a denominada Faixa Seridó. levando em conta as relações de inconformidade estratigráfica normais entre cobertura e o embasamento que estão preservadas entre as supracrustais Seridó e os complexos gnáissicos do terreno Rio Piranhas.mento de muscovita. ladeado por blocos de rochas paleoproterozóicas. Complexo Jaguaretama (Pj) O Complexo Jaguaretama é composto por ortognaisses bandados e migmatitos de composição granodiorítica-tonalítica e granítica. Tratase de um magmatismo anorogênico dominantemente granítico. sericita e epidoto. A movimentação das superfícies transcorrentes. Jardim de Sá et al. Por outro lado. sendo limitado a oeste pela Zona de Cisalhamento Portalegre e a sul pelo Lineamento Patos. Suíte Magmática (PMsd) Serra do Deserto 3. Este domínio é caracterizado por um cinturão neoproterozóico central. . em geral. 1998. Diferencia-se da Faixa Orós-Jaguaribe pelo fato de não haver. englobando quartzito com intercalações de metaconglomerado. 1999) (figura 3. com matriz de coloração cinza ou esverdeada. com transporte acima do mergulho para leste e dextral en échelon. que representam remanescentes de antigas faixas móveis transamazônicas envolvendo núcleos arqueanos. anfibólio xistos. O cinturão de cisalhamento principal do domínio é consti- Segundo Cavalcante (1999) essa suíte é formada por rochas de composição essencialmente granítica. xisto. parecendo que esse segundo evento é o mesmo que afetou aquela faixa mesoproterozóica. Dados geocronológicos Pb-Pb (Cavalcante. de tendência alcalina.. onde estão imersos porfiroblastos de microclina que alcançam alguns centímetros de comprimento. Seridó (também denominado Faixa de Dobramentos Seridó).596 Ma com um erro elevado. e também por uma expressiva e ampla sedimentação neoproterozóica. que pode ser relacionado ao vulcanismo félsico do Grupo Orós. que indicou uma idade de ca. ainda preservados em alguns desses blocos. envolvendo uma seqüência que foi interpretada como de origem vulcanosedimentar por Jardim de Sá et al. nesse domínio. (1981). textura porfiroclástica (augen). o núcleo arqueano de Bom Jesus (RN). em grande parte sinorogênico. sobretudo na sua parte central. O grau do metamorfismo que afetou esta unidade evoluiu até a fácies anfibolito com a formação de cianita. a Faixa Seridó. Dantas. este domínio foi afetado por um evento colisional cedo-Brasiliano. anfibolito e rocha calcissilicática (figura 3.

de cinemática transcorrente dextral.1). terras raras pesadas.5. aqui denominada de Faixa Curimataú. 3. pelo contraste de padrões magnéticos (figura 2. Alguns segmentos paleoproterozóicos apresentam características de orógenos acrescionários (εNd positivos e protólitos trondhjemíticos gerados em ambientes de arco de ilhas dos complexos Serrinha-Pedro Velho e Caicó) e colisionais (granitóides retrabalhados do Terreno Santa Cruz. como se observa na figura 2. que é bem marcada geofisicamente. 1997). fortemente dobrada pelo feixe de zonas de cisalhamento transcorrentes NNE-SSW da Faixa Seridó. tem-se com freqüência a ocorrência de faixas miloníticas e as rochas são bastante estiradas e transpostas. assim. O limite entre a Faixa Seridó e o Terreno Rio Piranhas é a Zona de Cisalhamento (contracional) São Vicente. De acordo com Silva et al.1).1 Terrenos Granjeiro e São José do Campestre Os terrenos Granjeiro e São José do Campestre são formados principalmente por rochas de idade arqueana e paleoproterozóica. em regime de strain mais baixo).. em relação ao contato exposto na superfície. esta unidade apresenta diferenças com relação às demais unidades paleoproterozóicas da área (alto magnetismo). que envolve parte do embasamento paleoproterozóico. Associados a estas litologias ocorrem corpos anfibolíticos de pequena espessura e que.1).541±11Ma (Silva et al. justificando.2 e no quadro 3. subordinadamente tonalítica e migmatitos com mesossoma metamáfico (foto 3. São freqüentemente gnaisses bandados. com biotita e hornblenda. Devido ao seu posicionamento em zona de alto strain. com uma pequena relíquia neoproterozóica. . O limite entre a Faixa Seridó e o Terreno Granjeiro é supostamente uma zona de cisalhamento contracional cedoBrasiliana. por vezes.3. Pelos dados de aeromagnetometria. (1997). De acordo com os padrões aeromagnéticos (figura 2. exibindo padrões de terras raras normalizados para o condrito com ausência de significativa anomalia negativa de Eu. A deformação Brasili- ana é representada por zonas de cisalhamento NE (dextrais) e NW (sinistrais). uma superfície de baixo ângulo entre esses dois compartimentos.1. caráter calcialcalino e tectônica de baixo ângulo. como se observa no quadro 3. às quais se associa uma componente tangencial principalmente nas rochas supracrustais. com bandas máficas ricas em hornblenda e/ou biotita (foto 3.2.tuído pelo feixe de cisalhamento PatosMalta. além de enclaves de calcários cristalinos. O limite entre os terrenos Rio Piranhas e Granjeiro é a Zona de Cisalhamento Malta.4 e no quadro 3. entre os lineamentos Patos e Malta. leucogranitos milonitizados em zonas de espessamento crustal). na região de Parelhas. com mais de 55 km de largura na parte central do Estado da Paraíba. Ortognaisses TTG (Aγ) γ Os ortognaisses TTG são típicos gnaisses cinza de composição tonalíticatrondhjemítica-granodiorítica.2). o qual se ramifica em um leque de zonas de cisalhamento na Faixa Seridó (pelo menos 70 km de largura. O limite entre a Faixa Seridó e o Terreno São José do Campestre é a Zona de Cisalhamento Picuí-João Câmara. Em alguns locais esses ortognaisses apresentam xenólitos de metamáficas e metaultramáficas pertencentes ao Complexo Granjeiro. Dados geocronológicos U-Pb shrimp em zircões dessa unidade forneceram valores de 2. Ortognaisses (APγ) γ Granodiorítico-graníticos Esta unidade é formada por ortognaisses de composição granodioríticagranítica. mostram pequena discordância com relação às metaplutônicas encaixantes. tratamse de gnaisses fortemente empobrecidos em elementos LIL. provavelmente a extensão do Terreno Granjeiro sob a cobertura do Grupo Seridó estende-se por mais de 15 km para o norte. As seqüências litoestratigráficas desses terrenos estão descritas no quadro 3.1. Uma extensão da Faixa Seridó está preservada sobre este terreno.

Compreende ortognaisses desde tipos básicos até félsicos.183±5 Ma a 2. isoclinais e recumbentes. que gerou estruturas na direção NW-SE. 2. definida para os ortognaisses do Complexo Caicó e da Suíte Magmática São Vicente (Hackspacher et al. (1986) e Dantas (1992). Esses dados podem sugerir que parte da unidade Serrinha-Pedro Velho possa pertencer ao Complexo Santa Cruz. distingue-se nesse complexo três associações litológicas. às quais se associam dobras abertas normais e inclinadas.4) variaram de 2. este terreno foi alvo de três fases de deformação progressiva durante o Transamazônico. cuja idade (concórdia U-Pb em zircão) varia entre 2. De acordo com as descrições desse autor. As idades modelos (TDM) Sm-Nd (figura 3.2. Segundo Hackspacher et al.203±4 Ma para o clinopiroxênio gnaisse e migmatito trondhjemítico de Pedro Velho. várias fases de deformação desenvolveram-se em resposta a uma mudança progressiva do regime contracional para o essencialmente transcorrente.6 Ga com valores de εNd de –1 a –3. Essa trama paleoproterozóica foi redeformada por novas fases de deformação durante o Neoproterozóico. incluindo leucogranito.5). de Dantas (1997). 1990).5 a 2.4) concentra-se em torno de 2. A terceira fase foi mais penetrativa. Algumas amostras da unidade Pedro Velho mostram εNd positivo em 2. Complexo Santa Cruz (Psc) Este complexo ocorre em duas pequenas áreas a leste da cidade de Picuí e corresponde a uma unidade litoestratigráfica circunscrita ao Terreno Santa Cruz.3). as quais indicaram idades de interceptos superiores variando de 2.273±47 Ma a 2. que produziram estruturas de trend predominantemente NE-SW.184±16 Ma.2. formando uma típica suíte calcialcalina de arcos magmáticos maduros. 3.4) constitui uma vasta área paleoproterozóica retrabalhada no ciclo Brasiliano.Complexo Serrinha-Pedro Velho (Psp) O Complexo Serrinha-Pedro Velho está sendo aqui definido para formalizar as unidades litoestratigráficas contidas no Terreno Serrinha-Pedro Velho. 2. e de 2. obtidas por esse autor para vários litótipos. são semelhantes aos granitóides dos complexos São Vicente e Caicó. O Terreno Rio Piranhas é caracterizado geofisicamente pela presença de . indicando alguma acresção de material juvenil.3 Ma. Dantas (1992) e Ferreira (1997) consideram os complexos São Vicente e Caicó como um arco magmático transamazônico. como demonstram as relações estratigráficas do Grupo Seridó com o Complexo Caicó. foram de 2. mas algumas amostras da unidade Pedro Velho são mais antigas. A primeira é formada por biotita gnaisse granítico migmatizado (Psp3).. a segunda por biotita-hornblenda migmatito com mesossoma de ortognaisse tonalíticogranítico com diques de anfibolito (Psp2) (foto 3. Os dados geocronológicos são concórdias UPb em zircão. e a terceira por biotita gnaisse trondhjemítico.187±8 Ma para o ortognaisse Serrinha.1.2 Faixa Seridó e Terreno Rio Piranhas O Terreno Rio Piranhas (quadro 3.3 . As idades (concórdias U-Pb em zircão). A fase F2 é a mais proeminente. que é discreta neste trato. de Dantas (1997).15 Ga. Geoquimicamente. granito félsico. Esse terreno possui um padrão litológico distinto dentre os complexos litoestratigráficos paleoproterozóicos do Terreno São José do Campestre. mas uma amostra de augen gnaisse apresentou uma idade modelo de 2. melhor representada no Estado do Rio Grande do Norte. Esses dados indicam que se trata de material retrabalhado de uma fonte crustal arqueana. A idade modelo Sm-Nd (TDM) (figura 3. embora sem um claro contraste geocronológico.9 Ga. sendo representada por zonas de cisalhamento dextrais. que serviu de embasamento da Faixa Seridó (quadro 3. ortognaisse tonalítico com granada e rocha calcissilicática (Psp1). com intrafoliais associadas. produzindo dobras normais abertas ou fechadas.230±33 Ma. sendo responsável pelo bandamento gnáissico e pela formação de dobras isoclinais recumbentes e inclinadas.069±22 Ma. Este terreno é constituído dominantemente por rochas ortoderivadas na fácies anfibolito alto.2 Ga. De acordo com Dantas (1992).

1994. Isso pode representar um episódio de espessamento crustal importante nessa área. incluindo Gonzalez & Villas (1984) e Ferreira (1997). formada principalmente por ortognaisses migmatizados. As determinações geocronológicas deste complexo (Rb-Sr e U-Pb e Pb-Pb. com intercalações de rochas máficas e supracrustais metassedimentares. Ocorrem de uma maneira expressiva na parte leste do terreno. Brito Neves. o que é presumivelmente atribuído a essa suíte. Segundo Dantas (1992). Complexo Caicó (Pca) O Complexo Caicó é composto por ortognaisses bandados félsico-máficos. Os padrões aeromagnéticos dessa região indicam a presença de uma vasta massa de rochas não magnéticas. (1981) e Macedo et al. Outros tipos de metagranitóides incluindo leucogranitos como os descritos por Dantas (1992) na região de Florânia (Rio Grande do Norte). Suíte Granítica Poço da Cruz (Ppc) Esta suíte foi referida originalmente como granitos G2 por Jardim de Sá et al. 1984. que acompanham os trends do episódio contracional que afetou grande parte dos complexos São Vicente e Caicó nessa área. (1984) como sendo colisionais transamazônicos. devem estar associados a esta suíte. em algumas áreas. 1993. sendo discriminadas pela sigla Pca1. Segundo Jardim de Sá (1994) as metaplutônicas do Complexo Caicó constituem produtos de magmas juvenis extraídos de cunhas do manto. correspondendo a baixos gravimétricos com amplitudes de 15 mgal.2. Souza et al. Entretanto. metassomatizado e enriquecido acima de zonas de subducção.rochas magnéticas. seja através de um empilhamento tectônico. durante a orogênese Brasiliana.15 Ga. refletindo o seu caráter de crosta félsica menos densa. que refletem o substrato de ortognaisses tonalíticos e freqüência de rochas máficas. algumas estreitas faixas de biotita paragnaisses.. A presença de supracrustais no Complexo Caicó e o alto grau metamórfico dessas rochas tornam complexa uma distinção entre essas supracrustais e aquelas do Grupo Seridó. incluindo calcário cristalino (?) e anfibolito. trata-se de uma suíte calcialcalina granodiorítica (médio K). Trata-se de uma associação de metagranitóides geralmente de textura augen. ortognaisses maciços e migmatitos. como intrusões alongadas irregulares. que corresponde a maior ocorrência de granitóides da Suíte Granítica Poço da Cruz. Hackspacher & Sá. Van Schmus et al. 1995) indicam idades entre 2. identificado nas porções basais e no embasamento da Faixa Seridó e com sua intrusão em litótipos da Formação Jucurutu.. Na porção centro-leste observa-se a presença de uma ampla área de rochas não magnéticas. Ferreira (1997) observou que esta suíte tem uma assinatura gravimétrica distinta da Suíte Magmática São Vicente e do Complexo Caicó. tendo sido usualmente referida em outros trabalhos como um complexo gnáissico-migmatítico. através da colocação de crosta não magnética seja por via anorogênica. de composição granítica a quartzo-monzonítica. Os granitos G2 foram interpretados por Jardim de Sá et al. Essa última interpretação parece coerente com o reconhecimento recente do episódio contracional inicial do evento Brasiliano. Jardim de Sá. os quais promoveram a sucessiva aglutinação destes arcos. está indicada na carta geológica como Pca2. foram individualizadas como supracrustais do Complexo Caicó. mas Caby & Arthauld (1986) advogam para os mesmos uma origem anorogênica paleoproterozóica. com padrões petrográficos e de assinatura geoquímica similares aos de granitos crustais. A área dominante. Constitui a unidade dominante no Terreno Rio Piranhas. através da intrusão de grandes corpos graníticos tabulares. .3 . (1981) e posteriormente mapeada por vários autores. 1975. Gonzalez & Villas (1984) e Ferreira (1997) observam que esta suíte é formada essencialmente por granitos meta a peraluminosos. que ocorrem na zona oeste do terreno. cuja deformação teria ocorrido posteriormente.

além de gnaisses e rochas calcissilicáticas e itabiritos da Formação Serra dos Quintos. atribuída à fase de deformação transcorrente (Hackspacher & Souza. pela associação litológica distinta. compreendendo uma associação litológica metassedimentar grauváquica. formações ferríferas e rochas metamáficaultramáficas. com trend NW-SE. Equador e Jucurutu (figura 3. textura granoblástica. uma estreita faixa do Grupo Seridó. 1982). que estende-se ao longo do Terreno Granjeiro. As deformações anteriores à transcorrência são documentadas por faixas miloníticas de baixo ângulo. Nj. é representada por uma seqüência metassedimentar. em faixas contínuas contornando um alto do embasamento paleoproterozóico. Foi considerada por muitos autores como Formação Jucurutu. num regime bárico de pressão intermediária. A primeira é responsável pelo bandamento composicional (S1//S0). a segunda. Hackspacher & Sá (1984) definiram ainda uma quarta fase de fraca penetratividade. carbonática-calcissilicática. O metamorfismo varia da fácies xisto verde a anfibolito alto. desmembrado da Formação Jucurutu. O Grupo Seridó é constituído por rochas metassedimentares de natureza plataformal marinha e turbidítica profunda.Grupo Seridó (Ne. A Formação Serra dos Quintos (Nsq) é restrita à região centro-norte do Estado da Paraíba. Nsi) O Grupo Seridó é a unidade litoestratigráfica representativa das faixas Seridó e Curimataú. Esta unidade foi alvo de três fases de deformação. com pequena contribuição vulcânica máfica. é considerada como Grupo Seridó indiscriminado. A Formação Equador (Ne) aflora na porção setentrional do Estado da Paraíba. aqui enquadrado como formação. com características contracionais. O Grupo é usualmente dividido nas formações Seridó. A associação litológica desta unidade sugere tratar-se de uma seqüência vulcano-sedimentar com características de uma sedimentação imatura associada a sedimentos químicoexalativos e a um vulcanismo provavelmente toleítico de arco magmático. O paragnaisse com níveis e nódulos de rocha calcissilicática . O metaconglomerado mostra uma lineação de estiramento NNE-SSW dada pelo alinhamento do eixo maior dos seixos (elipsóides tipo prolato). (1980). granulação fina a média e foliação bem desenvolvida. que ocorrem na região nordeste do Estado. que possuem até 15cm de comprimento. melhor preservado na fácies xisto verde de Cruzeta e Curral Novo (Subfaixa Jucurutu). a formação de dobras abertas. que foram mapeadas em detalhe por Andritzky (1972) e Lima et al. A Formação Jucurutu (Nj). É provável tratar-se de uma seqüência correlacionável à Formação Jucurutu e. embora em certos locais com uma recorrência acima da sedimentação grauváquico-carbonática. O metaconglomerado Parelhas ocorre acima do horizonte quartzítico e possui uma matriz quartzítica ou gnáissicocalcissilicática e seixos de gnaisses e anfibolitos do embasamento. Predominam os quartzitos muscovíticos esbranquiçados até creme e cinza. foi considerada como uma unidade do Grupo Seridó por Ferreira & Santos (2000). sugerindo episódios de transgressão e regressão. com divergência entre os autores quanto ao posicionamento da Formação Equador. nas cercanias da cidade de Junco do Seridó. é representada pelos empurrões e dobramentos recumbentes e/ou isoclinais com transporte de massa para NW (S2 paralela a S1). ora dextrais. subordinadamente com quartzitos. de modo geral. Representa uma sedimentação clástica de plataforma (cordões arenosos litorâneos). Nsq. Ferreira (1997) distinguiu ainda o Complexo Serra dos Quintos. Neste trabalho. aparecendo de modo quase contínuo acima do embasamento paleoproterozóico. sugerindo uma inconformidade estratigráfica entre as formações Serra dos Quintos + Equador e a Formação Seridó e colocando dúvidas sobre a unidade do Grupo.5). com indicação de transporte para NNW desenvolvidas no contato com a Formação Seridó e por padrões de interferência das fases de deformação tangencial (F2) e transcorrente (F3). por esta razão. ora sinistrais. por vezes isoclinais inclinadas e de zonas de cisalhamento transcorrentes. Ns. As melhores exposições desta formação são observadas na Serra dos Quintos. e a terceira promoveu a verticalização dos estratos.

em ambiente de plataforma carbonática de margem passiva.5).6). Alto Moxotó e Rio Capibaribe. como sugerido por Hackspacher & Dantas (1997). Nesses frag- . 1999). 1997). a Formação Seridó. Esse feixe de falhas é uma extensão da Zona de Cisalhamento PatosMalta. não há registro de uma sedimentação tardipaleoproterozóica/me-soproterozóica. Em contrapartida.95 Ga) e Brasiliano (0. ocorre uma fácies metavulcânico e metavulcanoclástica (foto 3. sendo representados por um espesso pacote de metapelitos de fácies dominantemente anfibolito. observando-se uma estrutura típica de ritimitos (foto 3.75 a 0. havendo registro recente de zircões clásticos com 640 Ma (datações U-Pb em zircão por SHRIMP. Um embasamento arqueano-paleoproterozóico está presente no Terreno Alto Moxotó. Na Faixa Curimataú. A evolução deste domínio é completamente distinta dos domínios anteriores (Santos et al. na evolução dos tectonofácies do grupo. cujos primeiros dados sugerem tratar-se de uma associação de metadacito. sugere uma associação tipo QPC. provavelmente. rochas calcissilicáticas e anfibolito. ocorrida a partir do final do Mesoproterozóico. Assim. o que caracteriza uma seqüência extremamente jovem dentro do ciclo Brasiliano. como demonstram claramente os dados aeromagnéticos. 1995) (figura 3. assim como em outros fragmentos menores. A Formação Seridó (Ns) e o Grupo Seridó indiscriminado (Nsi) constituem a principal unidade da Faixa Seridó. embora fortemente mascarado pela extensiva tectônica transcorrente que gerou as zonas de cisalhamento transcorrente longitudinais contínuas. Ele reúne terrenos tectono-estratigráficos de idade meso e neoproterozóica.54 Ga). produzindo uma rede de transcorrências dextrais en échelon. Não se observam variações composicionais expressivas na Formação Seridó.4). Este contraste de constituição litológica é refletido pelos padrões aeromagnéticos (figura 2. o que é característico também desses depósitos formados em ambiente marinho profundo.. Dados geocronológicos U-Pb (concórdia) indicaram uma idade neoproterozóica para a Formação Seridó (Van Schmus et al. Alto Pajeú.1 a 0. às vezes com uma gradação sugestiva de turbiditos. esse domínio possui uma história de sedimentação-vulcanismo e de deformação orogênica única dentro da Província Borborema. sugere a existência de um zoneamento inverso.3 Domínio Transversal O Domínio ou Zona Transversal corresponde a uma megaestrutura situada entre os lineamentos Patos e Pernambuco. 3. cuja sedimentação está associada a depósitos de talude alimentados por correntes de turbidez. metandesitos e metatufos. grauváquicos e quartzosos e com uma extensiva ocorrência de calcários. informação verbal). que atravessam toda a Subfaixa Currais Novos. com transporte para oeste-noroeste. típico de regime de thrusts.1). Santos (1996) e Santos & Medeiros (1997) subdividiram este domínio de oeste para leste em quatro terrenos: Piancó-Alto Brígida ou Cachoeirinha-Salgueiro. o evento contracional é muito importante na estruturação do terreno. assim como do soerguimento do embasamento da região de Santa Luzia e sua extensão para o norte. como se observa na Faixa Orós-Jaguaribe.5). ocorrendo blocos de idade arqueana e paleoproterozóica. e ocupa toda a porção sul do Estado da Paraíba (figura 3.tem características de uma metagrauvaca. segundo Brito Neves. com decréscimo do metamorfismo para a base do grupo. A natureza turbidítica e uma provável contemporaneidade com o evento orogênico (evento contracional?) podem conferir à Formação Seridó um caráter de flysch. pelo conteúdo expressivo de feldspato e pelo aspecto maciço. O zoneamento metamórfico observado na Formação Seridó. Desta forma. envolvendo os ciclos Cariris Velhos (1. Isso estaria de acordo também com a ascensão da Formação Equador na zona central da subfaixa. formando um trend de exposições considerado como um antigo microcontinente disperso (Santos et al. A associação litológica com abundância de sedimentos clásticos. Da mesma forma que o Domínio Rio Grande do Norte.. Em algumas áreas. contendo raras intercalações de metacalcários.1. a oeste na Faixa de Cruzeta. o S0 é facilmente reconhecido. representa a fácies marinha distal da bacia.

na opinião de Santos et al. O evento orogênico Brasiliano desenvolveu uma tectônica dúctil transcorrente importante. os dados geocronológicos confirmam que a Faixa Piancó-Alto Brígida representa uma colagem de terrenos Cariris Velhos (1. 1980 e Silva Filho et al. No Terreno Rio Capibaribe. individualizando duas zonas metamórficas distintas da fácies anfibolito alto (sillimanita) e baixo . através de idades modelos TDM (Sm-Nd) de sua existência ao longo da syenitoid line (Sial. O limite norte com o Terreno Granjeiro é balizado pela Zona de Cisalhamento Patos. o posicionamento da vasta massa de ortognaisses e migmatitos que constitui a nappe Serra de Jabitacá e o soerguimento de numerosas fatias da crosta inferior e de retroeclogitos também devem estar relacionados com este evento. bem como dobras com plano axial subvertical e um fértil e expressivo plutonismo granítico ao longo de todo domínio. pertencem a esse episódio.5 Ga. Gomes (1999) formalizou esse alóctone como Complexo Piancó. As duas primeiras fases de deformação registradas nas supracrustais desse terreno. a partir da deposição de sedimentos terrígenos plataformais. 1985. uma espessa fatia subcrustal. O limite com o Terreno Alto Pajeú é feito pela Zona de Cisalhamento Fernandes Vieira e pela syenitoid line. esse pacote estrutura a chamada Nappe de Piancó.95 Ga) e Brasiliana (0. respectivamente.2 Ga.mentos registram-se os primeiros eventos tectônicos pós-transamazônicos. turbiditos e restritos arcos vulcânicos. desenvolvidos sob diferentes regimes metamórficos e deformacionais e justapostos durante a orogênese Brasiliana. instalados principalmente no Terreno Alto Pajeú. não ocorrem exposições de rochas arqueanas e paleoproterozóicas.0 Ga.1. 1987) (ou antiga geoanticlinal de Teixeira.. representando pulsos magmáticos anorogênicos relacionados a episódios extensionais que precederam a instalação das bacias Cariris Velhos. Bittar (1998) separou essa faixa em terrenos tectono-estratigráficos. nos demais terrenos. colocada precocemente em relação a um cisalhamento dúctil. admite um aparente zoneamento inverso. seguindo-se um curto e vigoroso evento orogênico colisional. (1997). Complexo Piancó (MNp) Este complexo corresponde a um conjunto de rochas orto e paraderivadas que ocorre na parte oeste do Estado da Paraíba. aferidos localmente no intervalo entre 1. prosseguindo rapidamente até 1. Ao contrário dos terrenos anteriormente descritos. restritamente. A sedimentação e o vulcanismo dessas bacias parece não ter ocorrido antes de 1. que é completado pela frente transpressiva por uma zona de cisalhamento direcional.1-0. Segundo esses autores. formador de expressivas massas de granitóides crustais. embora haja indicações indiretas.75-0.57 Ga).3. cujo transporte tectônico nos terrenos PiancóAlto Brígida e Alto Pajeú é feito para NW.7 e 1. melhor preservada na Faixa PiancóAlto Brígida e. 3.6). assim como do granito tipo A da Serra de Taquaritinga parece estar relacionada com este episódio. No limite dos terrenos Alto Pajeú e Alto Moxotó. sendo por isso considerada um terreno composto. (1994). que gerou expressivas zonas de cisalhamento de direção NE-SW e E-W. Segundo Campos Neto et al. 1975). com transporte por cavalgamento para sudeste durante o evento Brasiliano. No entanto. devido a um sistema interno de cavalgamentos do tipo leading imbricate fan. na região de Serra Talhada. começou por volta de 750 Ma. tendo sido denominado de Grupo Jucurutu ou Arqueano por Lima et al. Essas fases D1 e D2 desenvolveram uma foliação pervasiva de baixo ângulo.. esta última sendo representada pelo alinhamento de batólitos sieníticos e graníticos shoshoníticos e ultrapotássicos. associada com dobras apertadas e isoclinais recumbentes ou com plano axial de baixo ângulo. A formação das faixas neoproterozóicas. a colocação de pedaços de embasamento paleoproterozóico. a estrutura metamórfica observada ao sul de Piancó. Brito Neves.1 Faixa Piancó-Alto Brigída (Cachoeirinha-Salgueiro) A Faixa Piancó-Alto Brigída é formada por seqüências metavulcanosedimentares e metassedimentares e por rochas plutônicas neoproterozóicas (quadro 3.

Bittar (1998) e Gomes (1999) utilizaram esta subdivisão. com restritas contribuições química e vulcanogênica (ácida e intermediária). o Complexo Piancó foi considerado como uma unidade proterozóica indiscriminada. Segundo Campos Neto et al. (1990). . mas as investigações de Bittar (1998) demonstram que os dois complexos. metarritmitos psamíticos. (1994). metapelitos carbonáticos. sendo formada por filito. Diagrama isocrônico Rb-Sr indicou uma idade de metamorfismo de 948±6 Ma. que pode ser dividida em várias unidades litodêmicas. A unidade C é formada principalmente por metapsamitos e metavulcânicas ácidas. A unidade B é formada essencialmente por gnaisses. por problemas de representação na escala do mapa e impossibilidade de se estender essa subdivisão a toda área do complexo. às vezes. porém sem cartografar essas novas unidades. A subdivisão em unidades litodêmicas de Bittar (1998) guarda certa identidade com aquela proposta por Silva Filho et al. metavulcânicas básicointermediárias e metatufos. (1995) obtiveram em metatufos desse complexo uma idade U-Pb (diagrama concórdia em zircão) de 1055±20 Ma. utilizando dados geocronológicos de Brito Neves et al. na falta de uma análise estrutural mais detalhada e de determinações geocronológicas.(biotita). A unidade D é constituída por metagrauvacas (vulcanoclásticas?). 1970). ocorrendo.. rochas metavulcânicas básicas. uma vez que se apóia em bom suporte estrutural. de difícil separação da unidade D. xistos ultramáficos e rochas metavulcânicas ácidas a intermediárias. xisto e raro anfibolito. Segundo Bittar (1998). distingue-se: 1) um conjunto de ortognaisses tonalíticos com intercalações de anfibolitos. A unidade E é. Grupo Salgueiro (Silva Filho et al.. com características de um ambiente tectônico distensivo relacionado à evolução de um rifte. de idade indeterminada. filito e filito carbonático. 1994). onde os níveis psamíticos foram cobertos por leitos carbonáticos em meio a grauvacas vulcanoclásticas. Passam lateralmente para pelitos com intercalações de metarritmitos psamo-pelíticos com um vulcanismo inicial bimodal da série alcalina-peralcalina. 1985) e redefinido como complexos Riacho Gravatá e Poço dos Cachorros (Campos Neto et al. representam uma única seqüência litoestratigráfica (grupo?). às quais foi atribuída uma idade mesoproterozóica. esta pilha vulcano-sedimentar corresponde a um espesso pacote de sedimentos marinhos pouco profundos. Brito Neves et al.7) do empilhamento estratigráfico A unidade A é formada por xistos. 2) um conjunto de ortognaisses tonalíticos. (1985). e uma unidade de cordierita-sillimanita xistos (MNp3). Complexo Riacho Gravatá (Mrg) Este complexo foi originalmente mapeado como Grupo Cachoeirinha (Barbosa. as cinco unidades do complexo se sucedem usualmente por contatos tectônicos. considerando as diferenças composicionais e de grau metamórfico em relação ao Grupo Cachoeirinha. Estes autores encontraram afinidade desse vulcanismo básicointermediário com os basaltos andesíticos e andesitos calcialcalino potássicos de arcos vulcânicos. quartzito. de idade neoproterozóica. aqui individualizado como MNp1. sobre o qual está empurrado. um candidato a embasamento paleoproterozóico ou arqueano-paleoproterozóico. em menor proporção.8a). rochas metavulcânicas e metaplutônicas ácidas. Considerando-se os dados de Silva Filho et al. através de lascas de cavalgamento transportadas para SE e truncadas por zonas de cisalhamento transcorrente de direção NE-SW. metapelitos. A parte superior da seqüência é caracterizada por uma seqüência terrígena pelítica a psamítica. No presente trabalho. metamórfico e geocronológico. uma suposta zona imbricada de embasamento e supracrustais. com intercalações de cordierita xistos (MNp2). o que representa a idade da sedimentação e do vulcanismo (figura 3. dificultando o entendimento (figura 3. uma fatia de supracrustais. (1985) e revisada por Gomes (1999) e será descrita a seguir. Essa interpretação foi adotada por Ferreira & Santos (2000). na realidade. turmalinito bandado.

atribuídos à Formação Santana dos Garrotes. verbal). Ferreira & Santos (2000) consideram a Formação Serra do Olho d’Água como uma unidade contemporânea da Formação Santana dos Garrotes.3. a qual foi subdividida em dois terrenos por Santos (1995. o que. (1995). O ambiente de deposição é considerado marinho. provavelmente. localizado na transição entre talude e lobos. bem como Gomes (1999). A Formação Santana dos Garrotes (Nsg) corresponde à seqüência Santana dos Garrotes de Bittar (1998). É constituída. Campos Neto et al.2 Terreno Alto Pajeú/Faixa Cariris Velhos Este terreno faz parte da antiga Faixa Pajeú-Paraíba de Brito Neves (1975). metaconglomerados intraformacionais. que lhes serviram de embasamento. sendo redefinida por Ferreira & Santos (2000). Grupo Cachoeirinha Este grupo foi descrito por Barbosa (1970) e redefinido como Complexo Cachoeirinha por Bittar (1998). por metarritmitos pelíticos e psamíticos. Segundo Campos Neto et al. A Formação Serra do Olho d´Água (Noa) foi descrita originalmente por Silva Filho et al. que é a característica desta unidade. inf. e uma litofácies arenosa a areno-pelítica e grauváquica. 3. Bittar (1998) revisou esta interpretação. Gomes (1999) e Bittar (1998).95 Ga). No entanto. evidentemente. granitóides . a assinatura geoquímica das rochas vulcânicas aponta para um ambiente de arco magmático. O Grupo Cachoeirinha deve ser restrito à faixa de rochas supracrustais situada a norte da Zona de Cisalhamento Serra do Caboclo.com uma razão inicial Sr87/Sr86 de 0. predominantemente. (1998). De acordo com estes autores. (1985) como uma unidade molássica dentro do cinturão Piancó-Alto Brígida. As rochas metaclásticas são dominantes e compõem um amplo sistema turbidítico. Acredita-se que os seixos referidos por Bittar (1998) representem fragmentos do Complexo Riacho Gravatá. turbidítico.1 a 0.7113 (figura 3. que controlou a sedimentação do grupo e que o separa das rochas supracrustais mesoproterozóicas ao sul. A interpretação está de acordo com as recentes determinações geocronológicas (Van Schmus. a litofácies conglomerática compreende. (1994) e Bittar (1998) redefiniram-na. esta formação representa a fácies proximal de um sistema turbidítico. (1994). que registram a presença de zircões detríticos do Grupo Cachoeirinha com idades em torno de 640 Ma. Kozuch et al. (1994). em função do pequeno conteúdo vulcânico da seqüência. (1997). relacionado à fase colisional tardia Brasiliana.6). Apenas uma pequena porção deste grupo aflora abaixo dessa zona de cisalhamento. mantevese o status original de grupo.200m. Essa unidade foi descrita por todos os autores anteriores como Grupo Cachoeirinha. com espessura aparente de cerca de 1. não pode ser extrapolado para toda a unidade. com metagrauvacas e/ou metarenitos líticos. 1999).7). subdividido nas formações Serra do Olho d’Água (Noa) e Santana dos Garrotes (Nsg). Neste trabalho. interpretando todo o conjunto do Grupo Cachoeirinha como um flysch neoproterozóico (figura 3. retrabalhado durante o Brasiliano-Panafricano. canalizado em canyons submarinos.7). descrita por Brito Neves et al. Segundo Sá et al. um depósito por fluxo turbulento de alta densidade. porque esta unidade compreende um sistema deposicional único. com espessura aparente de 400 m. cujo equivalente distal corresponde à Formação Santana dos Garrotes. Posteriormente. de um sistema turbidítico (foto 3. O Terreno Alto Pajeú é a área tipo da Faixa Cariris Velhos (1. metassedimentos químicos ferríferos. rocha metavulcânicas básicas a ácidas e rochas metapiroclásticas (figura 3.1. levando em conta a presença de seixos de quartzitos e de rochas metavulcânicas. De acordo com esse autor. identificando uma litofácies conglomerática polimícta. À exemplo de Campos Neto et al. considerando a Formação Serra do Olho d’Água como um depósito pós-orogênico neoproterozóico. como composta por seqüências metassedimentares e metavulcano-sedimentares mesoproterozóicas. trata-se de um fold-thrust belt do evento Cariris Velhos. (1994). em função das investigações de Campos Neto et al.8b).

com separação entre minerais máficos e félsicos. assim como relictos de supracrustais.9). Santos (1995) distinguiu dois tipos de metagranitóides Cariris Velhos.15 Ga em Santos. são raras (quadro 3. quanto nas supracrustais do Complexo São Caetano. que pode ser para NW.7). Como na Faixa PiancóAlto Brígida. Seu limite com o Terreno Alto Moxotó. razão pela qual ela está indicada na carta geológica como uma unidade do Arqueano-Paleoproterozóico. denominadas por Santos (1999) de D2 e D2'. rochas máficoultramáficas de fácies granulito e retroeclogitos. 1995). A similaridade desses ortognaisses com o Complexo Floresta. mas a existência de um vulcanismo de arco típico é ausente. põe alguma dúvida sobre essa idade arqueana. os quais foram penetrados por imensos plútons graníticos neoproterozóicos.089±143Ma. arqueanas a paleoproterozóicas. que denunciam um deslocamento geral de thrusts para SSE. datado pelo método UPb em zircão (2.2. A deformação Cariris Velhos compreendeu pelo menos duas fases. Investigações geoquímicas realizadas em vulcanoclásticas dessa seqüência.7).mesoproterozóicos e por estreitas faixas neoproterozóicas. Pernambuco. sugerindo tratar-se de uma mistura de sedimentos clásticos oriundos de arcos magmáticos maduros. mas há evidências de uma contribuição vulcânica e. Metagranitóides Cariris Velhos Mγ2b) γ (Mγ2a e γ As rochas graníticas Cariris Velhos são leucogranitos e migmatitos de fonte crustal. Em alguns granitóides. é caracterizado pela nappe Serra de Jabitacá. como ocorre na seqüência Poço do Salgueiro. conforme descrito por Veiga Jr & Ferreira (1990) na região de Afogados da Ingazeira. os quais foram identificados nessa faixa e referidos como Mγ2a (Recanto) e Mγ2b (Riacho do . Ocorrem sempre como sheets intrusivos empilhados ao longo das superfícies de thrusts do episódio colisional deste evento orogênico (figura 3. São características as superfícies miloníticas de baixo ângulo. segundo Santos (1995). Uma pequena exposição de ortognaisses bandados aflorante na região de Ouro Velho (PB) foi datada pelo método Rb-Sr como de idade arqueana (ca. exposições de rochas mais antigas. principalmente vulcanoclástica. O grau de achatamento alcançado foi extremo. através de estruturas tipo S-C e diques graníticos Mγ2 rompidos.6 Ga). 1995). Complexo São Caetano (Msc) O Complexo São Caetano compreende uma seqüência metassedimentar e metavulcanoclástica. com uma componente vulcânica dominantemente félsica-intermediária. uma foliação regional é representada por um bandamento gnáissico ou anatético. essa foliação define um arranjo de tipo S-C. O transporte da fase D2’ está bem amarrado. augen assimétricos de feldspato. em que os feixes de micas contornam porfiroblastos ou augen de feldspato sintectônicos. tendo ambas atingido a fácies anfibolito alto. observando-se sempre a geração de mobilizados associados às fases D2 e D2'. com alguma anatexia. As paragêneses metamórficas e a anatexia observadas sugerem pressões de 5 a 6 kbar e temperaturas em torno de 700°C para esse evento contracional (Santos. por esse autor.8). descrita por Santos (1995). Ortognaisse Granodiorítico-granítico (APγ) γ Exposições de rochas arqueanas e paleoproterozóicas são raras no Terreno Alto Pajeú. cujo intercepto superior foi de 1. como sugerem diques graníticos achatados. que controla a colocação de uma vasta área de migmatitos e ortognaisses mesoproterozóicos com protólitos arqueano/paleoproterozóicos. Nessas rochas. Os protólitos dos paragnaisses são pelitos/psamitos e grauvacas (foto 3. Não há dados sobre o transporte da fase D2. dobras apertadas e de flancos rompidos. Santos (1995) obtiveram um alinhamento com relativo espalhamento de 4 frações de zircão em diagrama concórdia U-Pb de um metatufo dessa seqüência. gerados principalmente por fusão parcial de protólito sedimentar ou vulcanosedimentar durante a orogênese Cariris Velhos (foto 3. demonstraram a presença de uma série calcialcalina de alto K peraluminosa. presentes tanto nos metagranitóides Mγ2.

parece revelar a menor influência da deformação por cisalhamento transcorrente que caracteriza bem a orogênese Brasiliana. os metagranitóides Cariris Velhos correspondem aos leucogranitos a duas micas peraluminosos ou crustais colisionais associados a empurrão. Brito Neves (inf. por Santos (1977) e posteriormente formalizada como Complexo. Esse último fato. que intercalam muitas rochas metamáficas (foto 3. em razão de dois fatos relevantes: freqüência de rochas antigas.8.12). de tipos estromática.1). Diagrama concórdia U-Pb do metagranitóide tipo Recanto. por Veiga Jr. schlieren e nebulíticos. de Santos (1995). em amostras de metandesito/metadacito e me- Dados do sistema isotópico Sm/Nd indicam valores de TDM entre 1.11).10). A assinatura aeromagnética deste maciço é marcante. apresentou uma idade de intercepto superior de ca. schlieren e nebulítica.1. em rochas similares na parte leste do maciço (figura 3. Os metagranitóides Mγ2a apresentam uma estrutura tipo augen e um espectro composicional restrito ao campo dos monzogranitos.037Ma (Santos.8 à +0. do tipo continentecontinente ou continente-arco (figura 3.3. caracterizando uma fácies pelito-carbonática. arqueanas e paleoproterozóicas.1. cas litológicas das unidades litoestratigráficas do Terreno Alto Moxotó. aliás. de protólito sedimentar ou vulcanoclástico.10). Os migmatitos e leucogranitos Mγ2b são mais leucocráticos (menos de 5% de micas e acessórios) e ricos em muscovita. Ocorrem ainda algumas intercalações de rocha calcissilicática. Essa característica também é refletida no padrão aeromagnético (figura 2. Na área-tipo.6 Ga e de εNd entre -1. em relação aos terrenos contíguos. utilizando-se quatro frações de zircão. Esta unidade foi descrita originalmente como seqüência Sertânia. representando a extensão da nappe Serra de Jabitacá. & Ferreira (1990) e Wanderley (1990). que são abundantes em toda a Província Borborema.100 Ma. inclusive de granitos neoproterozóicos. conforme observações de Oliveira & Santos (1993). Na região de Camalaú a seqüência inclui numerosas intercalações de mármores. verbal) obteve idades U – Pb SHRIMP de 2. que sugere pouca participação de componente exclusivamente crustal na formação desses fundidos. Ortognaisse Granodiorítico-granítico (APγ) γ A unidade é formada por ortognaisses granodiorítico-graníticos variavelmente migmatizados. 3. representando um trend de rochas magnéticas inseridas entre rochas não magnéticas (figura 2.Forno). exibindo uma característica estrutura migmatítica. Santos (1977) descreveu uma seqüência de fácies migmatítica. característica do Terreno Alto Moxotó. com alguma contribuição metavulcânica máfica (foto 3. Complexo Sertânia (Pst) O Complexo Sertânia é a unidade metassedimentar. sendo extremamente migmatizada.3 Terreno Alto Moxotó O Terreno Alto Moxotó representa outro compartimento tectônico destacado da antiga faixa Pajeú-Paraíba de Brito Neves (1975). metamáfica e rara formação ferrífera.3 e 1.1975). compondo o chamado maciço de Cabaceiras (antigo Camalaú-Cabaceiras de Brito Neves.9). Trata-se de uma seqüência eminentemente metapelítica de grau metamórfico médio a forte.1) e nos padrões gravimétricos deste terreno. Brito Neves (inf. e raridade de rochas neoproterozóicas. até as fácies com maior grau de fusão parcial. Ferreira & Santos (2000) distinguiram este compartimento com a denominação de maciço de Boqueirão. verbal) obteve idades modelos Sm-Nd (TDM) e Rb-Sr preliminarmente arqueanas e paleoproterozóicas. Esse terreno difere substancialmente dos terrenos anteriormente descritos do Domínio Transversal. 1995) (figura 3. desde tipos estromáticos com formação de leucossomas e melanossomas.8 apresenta as principais característi- . Segundo Santos (1995). O quadro 3. gerados em ambiente de colisão. O limite desse terreno com o Terreno Rio Capibaribe é feito pela zona de cisalhamento transcorrente Cruzeiro do Nordeste-Congo.

incluindo granitóides tonalíticos e trondhjemíticos (Medeiros & Torres. confirmando o seu caráter intrusivo. então.13). verbal) indicou uma idade de colocação no intervalo Paleo-Mesoproterozóico. No âmbito da nappe Serra de Jabitacá. além de anfibolitos e leptinitos. o que abre a possibilidade de tratar-se de skarns ligados a complexos carbonatíticos-feníticos.15). Metagranitóides e Migmatitos Serra de Jabitacá (PMγ) γ Ao contrário dos metagranitóides Cariris Velhos. Complexo Sumé (PMs) Segundo Medeiros & Torres (1999) trata-se de uma associação de gnaisses de alto grau metamórfico. mas esse dado ainda precisa ser refinado. os quais devem ter sido colocados como alóctones na crosta médiasuperior. 1999). de mesossoma difuso (foto 3. os quais foram também incluídos neste grupo de granitóides. que se trata de um evento anorogênico. os skarns mostram-se associados às rochas metamáfico-ultramáficas e são comumente mineralizados em apatita. A rocha desenvolve uma foliação pouco expressiva. 1995). Concórdia U-Pb em zircão obtida no metanortosito de Passira (Accioly. de modo que são observados ainda estruturas de fluxo. provavelmente pós-Transamazônico e pré-Cariris Velhos. indicando um ambiente relacionado a arco vulcânico.12). Supõe-se. o que é compatível com a idade modelo TDM Sm-Nd de 2. obtida no metanortosito de Boqueirão pela presente investigação. Metanortosito Boqueirão (PMδ) δ Esta unidade é representada por uma pequena intrusão. granada metagabros. paragnaisses e migmatitos. Os granitóides mais evoluídos mostram padrões geoquímicos compatíveis com os de granitóides intraplacas.tapelito desse complexo. descritas por Medeiros & Torres (1999). raras formações ferríferas. incluindo ortognaisses. skarns (foto 3. Dados geoquímicos preliminares sugerem que esse pulso pertença a uma série calcialcalina-trondhjemítica (TTG). texturas cumuláticas e diques sin-plutônicos de gabrodiorito cortando e sendo assimilados pelo anortosito. com enclaves de gnaisses granatíferos. algumas intrusões tabulares são biotita granitos intrusivos no Complexo Sertânia (tipo Tuparetama) ou em ortognaisses e migmatitos. Suíte Granítica Camalaú (Mγ2c) γ A suíte granítica Camalaú é formada por dezenas de stocks deformados e intrusões tabulares (sheets. que corta as rochas arqueanas e paleoproterozóicas do maciço de Cabaceiras. descrita no limite entre os terrenos Alto Pajeú e Alto Moxotó. com mesossoma anfi-bolítico predominante.0 Ga. O metanortosito trunca a foliação gnáissica dos ortognaisses encaixantes. a sul e sudeste da cidade de Queimadas. Em alguns locais. sills e diques). metagabros. com estruturas schlieren ou nebulítica. calcários cristalinos (foto 3. podendo ocorrer áreas de composição tonalítica-grano-diorítica. a idade dessa suíte de granitóide situa-se em torno de 1. Em ambos os casos.63 Ga. por vezes migmatizados.11). Trata-se de uma suíte de biotita metagranitóides bandados ou foliados. metapiroxenitos e prováveis retroeclogitos. granulitos. metassienitos (foto 3.14). De acordo com este autor. geralmente migmatíticos. sugerindo a existência de um provável evento extensional pós-colisão Cariris Velhos. (1996). são monzogranitos peraluminosos com características de granitos sincolisão . do tipo São Pedro-Riacho das Lajes (Santos. por Santos (1999).12). esses metagranitóides constituem grandes batólitos. certamente pelas fases prétranscorrência D1 e D2 (foto 3. correlacionável aos episódios que têm sido descritos na suíte Malhada Vermelha e complexo metanortosítico de Passira. provavelmente paleoproterozóicos (tipo Amparo). A ocorrência de supostos retroeclogitos e granulitos sugere a sua ligação com o trend de rochas máfico-ultramáficas com metamorfismo de alta pressão. inf. com intercalações de metabasitos (foto 3. que ocorrem na Paraíba desde a região a norte de Monteiro até São João do Cariri. Santos & Medeiros (1998) e Accioly et al. A composição varia entre monzonítica-sienogranítica e granítica.

por uma marcante atividade contracional meso ou neoproterozóica e abundância de granitos neoproterozóicos. Esse contraste é melhor observado no Estado de Pernambuco. com uma regularidade de leitos perfeita. ocorrem na Serra dos Cariris Novos. 1999.16).4 Terreno Rio Capibaribe Este terreno ocorre em uma pequena extensão na divisa do Estado da Paraíba com o Estado de Pernambuco. A idade do Complexo Vertentes é incerta e foi considerado por . Complexo Caroalina-Surubim (Ncs) Esta unidade litoestratigráfica corresponde aos micaxistos do tipo Caroalina de Santos (1977). na estreita faixa de ocorrência desta unidade. O Complexo Vertentes representa a unidade metavulcano-sedimentar característica do Terreno Rio Capibaribe. 1997). com um nível psamítico basal (Quartzito Jaramataia). indicando o efeito da orogenia Brasiliana (550±99 Ma e 547 ± 88 Ma) sobre fontes arqueana e paleoproterozóica (Leite. região sul do Estado da Paraíba. Medeiros. que é um fenômeno abundante no Complexo Sertânia. marcando a discordância estratigráfica com o referido complexo.9. Sofreram anatexia parcial associada à deformação contracional Cariris Velhos. Tal fato sugere uma idade neoproterozóica para esta formação. Apesar da semelhança litológica com o Complexo Sertânia. 3. Isso pode ser explicado pela ausência das fases D1 e D2 nessa seqüência. com núcleos herdados. representando uma unidade destacada do antigo Complexo Surubim-Caroalina ou simplesmente Complexo Surubim. dando origem ao aspecto migmatítico. retrabalhados no Meso e Neoproterozóico. metavulcanoclásticas. intercaladas em uma seqüência de paragnaisses pelíticos. cuja ambiência é interpretada como de arco vulcânico (Santos. Esse Complexo foi definido por Ferreira & Santos (2000) (v. A litoestratigrafia do terreno é mostrada no quadro 3. Essas rochas são usualmente referidas como Complexo Gnáissicomigmatítico e ocorrem como embasamento de rochas meso e neoproterozóicas em uma megaestrutura complexa. que aflora entre as cidades de Monteiro e São Sebastião do Umbuzeiro. provavelmente gerada pela superposição das estruturas Cariris Velhos e Brasiliana.3.(Leite. onde é maior a extensão do Terreno Rio Capibaribe. 1999). Complexo Gnáissico-migmatítico (Pgm/Pγ) γ Exposições de ortognaisses tonalíticos a granodioríticos supostamente paleoproterozóicas. 2000). Não há investigação estrutural nesta unidade. também Santos. a leste de Santa Cruz do Capibaribe (PE). embora sem confirmação geocronológica. as quais são responsáveis pela formação dos leucossomas e sheets de granitóides naquele complexo. divisa de Pernambuco e Paraíba. município de Custódia (PE). esse horizonte basal está marcado pelo quartzito da Serra do Fogo. mas o contraste metamórfico é marcado pela ausência de migmatização. Complexo Vertentes (Mve) O Complexo Vertentes ocorre nas regiões sul e sudeste do Estado da Paraíba na divisa com o Estado de Pernambuco. mostrando zircões zonados. sugestiva de uma sedimentação turbidítica com uma componente vulcânica. Trata-se de uma seqüência metavulcano-sedimentar. O sistema isotópico U-Pb é diferente. composta por rochas metavulcânicas máficas e intermediárias (foto 3. É constituída por uma seqüência metassedimentar clástica pelítica e química carbonática.1. cuja área tipo é a região em torno da cidade de Vertentes (PE). Limita-se a norte com o Terreno Alto Moxotó pela zona de cisalhamento transcorrente brasiliana Cruzeiro do Nordeste-Congo. Uma fácies peculiar é aquela de gnaisses bandados com alternância de material metavulcânico máficointermediário e metapelítico. Sua área tipo situa-se no distrito de Caroalina. 1997). pela ocorrência de diferentes pulsos plutônicos anorogênicos paleo à mesoproterozóicos. Os diagramas concórdia fornecem idade de intercepto inferior com grande erro. Distingue-se do Terreno Alto Moxotó pela menor exposição do embasamento paleoproterozóico.

shoshoníticos e ultrapotássicos. Os dados de idades Rb-Sr e U-Pb em zircão registrados para esta supersuite espalham-se no intervalo entre 644-620 Ma. 1999) sintetizaram esse plutonismo através de uma sucessão de pulsos. exibindo comumente feições migmatíticas (Jardim de Sá. A suíte Nγ1a é caracterizada por granitóides porfiríticos de composição monzonítica. 1990). Na Faixa Seridó. Ta- . (1967). Ela possui típicos enclaves máficos e clots ricos em actinolita.. esta suíte foi posicionada no estágio pré a cedo brasiliano. com quartzitos na base da seqüência. calcialcalina normal com epidoto magmático (Nγ1b). estes últimos sendo considerados como fragmentos da fonte (basáltica?) (Sial. quartzodioritos e biotita-hornblenda granodioritos com segregações graníticas. ocorrendo como plútons de alto nível crustal. tipo Serrita. granada). sendo formada por tonalitos.4 Suítes Plutônicas Neoproterozóicas O Precambriano da Paraíba foi alvo de um intenso e variado plutonismo brasiliano. de um esquema simplificado. incluindo duas calcialcalinas. subseqüentemente ampliada por Sial (1987) e diversos autores. As suítes graníticas incluem as associações calcialcalina médio a alto K (Nγ1a). principalmente na Faixa Piancó-Alto Brígida. exceto os granitóides calcialcalinos ricos em K do domínio Rio Grande do Norte e os granitóides trondhjemíticos (TDM>2. sienogranítica e granodiorítica. 1990). que deram origem às supersuítes I (cedo a sin-Brasiliano). A suíte Nγ1b corresponde aos granodioritos tipo Conceição. mas Santos & Medeiros (1997.13 e a figura 3. havendo tipos transicionais..0 Ga) (Ferreira et al.Ferreira & Santos (2000) como sendo uma seqüência do ciclo Cariris Velhos. É formada por uma associação do tipo QPC. na verdade. Complexo Caroalina-Surubim (Ncs) O Complexo Caroalina-Surubim corresponde ao Complexo ou Formação Surubim.4 Ga. Ela consiste em grandes complexos formados principalmente por granito com megacristais de feldspato potássico em coexistência com diorito e uma fase de mistura entre eles (Mariano & Sial. Li. A nomenclatura desses granitóides baseia-se na classificação pioneira de Almeida et al. com fases menores de diorito e gabro.1 a 1. sugestivas de sua colocação como alóctones transportados pela tectônica transcorrente. Trata-se. de Almeida et al. A idade neoproterozóica foi inferida por Ferreira & Santos (2000). 3. cujo episódio principal ocorreu no intervalo de 640 a 570 Ma (quadro 3. a seção estratigráfica semelhante à da Formação Caroalina. 1994). que seriam a fonte de depósitos granitófilos de W e pegmatíticos (ricos em Be.1. têm ocorrência restrita. conhecidos na literatura como tipo Itaporanga (Almeida et al. pelas relações de inconformidade com o Complexo Vertentes e pela ausência de intrusivas graníticas contracionais. variando de tonalito a granodiorito. A Supersuite I inclui uma suíte gabro-diorítica cedo a sintectônica e várias suítes graníticas essencialmente sintectônicas. Esses tipos podem ter evoluído para subtipos especializados. A suíte leucogranítica peraluminosa (Nγ1d) ocorre na Faixa Seridó. Não há um consenso entre os autores. 1998). 1967). A figura 3. cuja composição varia de tonalito a granodiorito. especialmente em relação aos granitóides peralcalinos.14 mostram a distribuição dos granitóides brasilianos na Paraíba e os seus padrões geoquímicos e isotópicos no Domínio Transversal. uma trondhjemítica e uma peraluminosa. sendo representada por ilmenita granitos e leucogranitos com biotita (muscovita. Os granitóides Nγ1c. II (tardi-Brasiliano) e III (pós-Brasiliano). cuja área tipo foi descrita por Melo & Siqueira (1970) para as supracrustais aflorantes nas cercanias de Surubim (PE). com biotita e epidoto magmático como principais fases máficas.. (1967). 1993).1). Os granitóides cedo a sintectônicos são representados pelos litótipos da suíte diorítica- tonalítica (Nδ). com idade de 763 Ma (Leterrier et al. trondhjemítica (Nγ1c) e peraluminosa (Nγ1d). Idades modelos Nd (TDM) variam de 1. definida na Faixa Piancó-Alto Brígida. do Terreno Alto Moxotó.

Suíte Sucuru) e os diques máficos alcalinos (Nλ). quartzo monzonitos e granodioritos. A Suíte Nγ2c é composta por leucogranodioritos. Guimarães et al. muscovita e granada. A Suíte Nγ2b é formada por sienitos e granitos álcali-feldspáticos. As últimas intrusões ocorrem como enxames de diques. 1974. A fonte é um manto metassomatizado ou uma crosta continental inferior. aflorando ao longo do Lineamento Patos (Almeida. Tratam-se de rochas subalcalinas metaluminosas a discretamente alcalinas. O plúton de Prata é formado por sienogranitos crustais comagmáticos com basalto e dacito (Melo et al. e biotita sienogranito leucocrático (batólito de Serra Branca). Nλ. O granito de Teixeira é considerado representativo de um granitóide shoshonítico por Ferreira et al. Apesar da grande quantidade de zircões herdados. (1998). na parte leste do Terreno Alto Pajeú. Sua idade modelo Nd (TDM) e o εNd sugerem uma fonte crustal arqueana.. próximos às cidades de Sumé e Serra Branca (Nγ. Esta suíte é referida também na parte sul do Terreno São José do Campestre (Barbosa & Braga. 1998). Evidências isotópicas favorecem a hipótese de que esses magmas foram gerados de um manto metassomatizado transamazônico. não se dispondo de . 1998). sendo o batólito de Triunfo uma das maiores intrusões ao longo da syenitoid line. Ferreira & Sial.. menos empobrecidas em Nb que as suítes calcialcalinas da Província Borborema. incluindo a Suíte Prata (Nγ3) e enxames de diques (Nρ. (1998) obtiveram uma concórdia U-Pb em zircão com uma idade em torno de 570 Ma. A principal ocorrência consiste de pequenas intrusões e diques de quartzo-álcali-feldspato granito e menos sienito com aegirina-augita e anfibólio azul. Concórdia U-Pb em zircão acusou uma idade de 588 Ma e uma idade modelo Nd (TDM) de 1. 1998). A Suíte Nγ3 é formada pelo batólito de Prata e por stocks e diques controlados por um estágio rúptil da Zona de Cisalhamento Afogados da Ingazeira.Nb e Sn) da Faixa Seridó. no limite Piancó-Alto Brígida-Alto Pajeú. sendo consideradas como granitos tipo-A.. como transicionais shoshonítico-alcalinos por Guimarães et al. sendo considerada tardiorogênica por alguns autores e sinorogênica por outros. Alguns desses são granitos pegmatóides. mas ele foi agrupado junto com os plútons de Solidão e Serra Branca. 1987. a sudeste de Monteiro. 1986). (1998). predominando os sienitos ultrapotássicos nas proximidades da cidade de Triunfo/PE (Nρ). Serra Redonda e São Lourenço devam pertencer a este pulso. Silva Filho et al. compreendendo piroxênio sienogranito a sienito leucocráticos. compostos essencialmente por quartzo. A mais expressiva ocorrência da suíte shoshonítica-ultrapotássica é a imponente cadeia plutônica colocada ao longo da Zona de Cisalhamento Fernandes Vieira. Jardim de Sá et al. Guimarães et al. 1999). Esses plútons ocorrem no limite Piancó-Alto BrígidaAlto Pajeú e no interior do Terreno Alto Pajeú. 1994. 1997. 1998. O granito tipo é o batólito de Esperança.8 a 2. geralmente com aegirina-augita e anfibólio sódico. feldspato.. Pertence à categoria dos granitóides de quimismo indiscriminado (Nγi) uma boa parte das intrusivas graníticas que são conhecidas apenas petrograficamente ou que são referidas genericamente como granitos ou granitóides... de idade transamazônica. A Suíte Catingueira (Nγ2b) é de posicionamento discutível. Supõe-se que os granitos de Campina Grande.0 Ga. 2) uma suíte granítica e sienítica shoshonítica e ultrapotássica (Nγ2b) e 3) uma suíte transicional shoshonítica-alcalina (Nγ2c) (Sial. A Supersuíte II inclui: 1) uma suíte granítica calcialcalina a alto K (Nγ2a). a syenitoid line de Sial (1987). conhecidos como enxame de diques de ManaíraPrincesa Isabel. Ferreira et al. provavelmente tardi a postectônicos. A suíte Nγ2a varia de monzonito a monzogranito sem enclaves dioríticas cogenéticas (Guimarães et al. A Supersuíte III é representada por granitos pós-tectônicos. estes dois últimos minerais muitas vezes formando concentrações hiperaluminosas. incluindo tam- bém quartzo monzonito e quartzo monzodiorito (batólitos de Teixeira e Solidão)... os diques de granodioritos e dacitos porfiríticos. Nγ). 1967. Guimarães et al.

no limite com o Estado do Ceará. sendo referida como Beberibe/Itamaracá. não afloram no estado.2 Siluro-Devoniano/Remanescentes da Evolução Gondwânica 3. pelo Alto de Maragogi (Feijó. com cimento carbonático e fragmentos de organismos não reconhecíveis.1. no Estado da Paraíba. por gradação. por sua vez. até o vale do rio Camaratuba. presumivelmente do SiluroDevoniano.dados litoquímicos para enquadrá-los nas suítes descritas anteriormente. é subdividido em três formações: Beberibe/Itamaracá. 1969) (Nυ). 3. As rochas ultramáficas são representadas por duas pequenas intrusões dominadas por serpentinitos e mineralizadas em níquel (Farina. estende-se desde a cidade de Recife. menos freqüentemente.2 1 Bacia do Araripe: Formação Mauriti (SDm) A seqüência sedimentar paleomesozóica da Bacia do Araripe. Corresponde à seqüência Gama do estágio de sinéclise da plataforma sulamericana.1 Formação Beberibe/Itamaracá (Kbi) Denominação utilizada pela primeira vez por Kegel (1957) para designar o afloramento fossilífero das camadas microclásticas que ocorrem no vale do rio Beberibe. predominam os arenitos médios a finos. Na base podem ocorrer leitos conglomeráticos e intercalações de níveis argilosos. é preenchida por sedimentos de fácies continentais e marinhas reunidas sob a denominação de Grupo Paraíba. a Formação Beberibe engloba atualmente toda a seqüência clástica basal do Grupo Paraíba. nos quais se intercalam camadas síltico-argilosas com restos fossilíferos. que. o qual é subdividido pelas falhas transversais de Goiana e Itabaiana-Pilar em três subbacias: Olinda. Em subsuperfície. observa-se uma passagem lateral. com componente argiloso. representando uma fácies litorâneamarinha. está representada no Estado da Paraíba unicamente pela Formação Mauriti. de uma seqüência essencialmente arenosa. inferiores não pertencentes ao grupo.3. segundo Françolin & Szatmari (1987). a última porção do continente a se separar da África durante a abertura do Oceano Atlântico. no qual intercalam-se bancos conglomeráticos irregulares. sendo. no qual observa-se uma nítida predominância dos arenitos médios a grosseiros de origem fluvial sobre os arenitos finos eólicos. no topo. constituída de arenitos friáveis. em condições de plataforma estável. onde é limitada pelo Lineamento Pernambuco. 1994). que constitui a base da coluna sedimentar da Bacia do Araripe e compreende os sedimentos terrígenos depositados. Mabesoone & Alheiros (1991) descrevem sua estrutura como um homoclinal com mergulho suave em direção ao mar. A largura média da faixa sedimentar é de aproximadamente 25 km e sua espessura máxima pode atingir até 400m. É constituída por conglomerado grosseiro e/ou arenito grosso arcoseano amarelado. com uma espessura média de 200m. no Eocretáceo. em geral sem fósseis.1 Bacia Pernambuco-Paraíba A Bacia Pernambuco-Paraíba ocupa o litoral norte do Estado de Pernambuco. que ocorrem na parte sudeste da Faixa PiancóAlto Brígida. caracterizada por interdigitação e. que ocorre restritamente na região a sudoeste de Bonito de Santa Fé. cinzentos a cremes. enquanto que. A bacia. Em estudos realizados em fósseis das camadas sedimentares localizadas no . É representada por um sistema deposicional fluvial entrelaçado e eólico (Ponte. para um arenito mais duro. estando separada da Bacia Potiguar a norte pelo Alto de Touros e da Bacia de Alagoas a sul. 1992). discordantemente sobre o embasamento precambriano.3. 3. As formações Estiva e Cabo. Trata-se. Trata-se de uma feição geológica gerada durante os mesmos pro- cessos tectônicos que originaram a Bacia do Cabo. mal selecionados.15). Gramame e Maria Farinha (figura 3. ao norte de João Pessoa. segundo Mabesoone & Alheiros (1991). Alhandra e Miriri.3 Cretáceo/Bacias da Evolução Atlantiana 3. 3.

no topo.16). Segundo Beurlen (1967b). Souto Maior Filho. mostra um caráter transgressivo sobre os arenitos Beberibe e. em alguns locais ainda imaturo. a fauna é abundante e caracterizada pela presença de gastrópodes. 3. Sua base conglomerática associa-se a um regime de corrente (torrente e aluvião).3. calcários argilosos e fosfatizados. que se interdigita com uma fácies média formada por fosforitos. As medidas efetuadas por Alves (1990) em estratificações cruzadas indicam que as paleocorrentes responsáveis pelos depósitos de arenitos dentro da sub-bacia de Brejo das Frei- . Estes sedimentos foram depositados diretamente sobre o embasamento cristalino.vale do rio Beberibe. em direção ao topo a arenitos finos e micáceos intercalados com argilitos. 1964. sendo-lhe atribuída uma idade Cretácea por correlação com o vulcanismo da Bacia do Cabo. Braun (1969) estimou para esta formação uma espessura máxima de 1. sendo contemporâneos aos primeiros pulsos tectônicos. também bastante fossilíferos. uma fosfática e uma marinha plena. biomicríticos e mostram muitos fósseis. como conchas espessas fragmentadas. 3. O aparecimento dos primeiros argilitos indica a passagem gradual de um ambiente fluvial para um ambiente lacustre. mas alguns autores referem-se a esta rocha como riolito ou fonolito (Assis. e camadas de margas e argilas mais puras. equinodermas. Na sua superfície desenvolve-se um solo castanho escuro bastante argiloso. cuja idade situa-se entre 94 e 99 Ma. apresentandose constituído por um material pedregoso com blocos da própria rocha que ainda não foram totalmente decompostos. que tem idade determinada como Maastrichtiano. os quais passam gradualmente. A Formação Gramame. muito fossilíferos. 3. podendo estender-se até o Maastrichtiano.3. geralmente bioturbadas. crustáceos. que prevaleceu no início dos movimentos tectônicos. passando gradualmente para sedimentos mais finos em direção ao topo da formação. de coloração creme.1. porém com formas de tamanhos menores.2. Sousa e Brejo das Freiras (figura 3. cefalópodes. com algumas intercalações finas de argila. com extensão longitudinal de aproximadamente sete quilômetros.2 Formação Gramame (Kg) A Formação Gramame compreende um pacote sedimentar com até 55m de espessura formado por calcários argilosos cinzentos de fácies marinha plena. A fácies fosfática apresenta-se como arenitos. pertencentes ao Grupo Rio do Peixe.3.300m na subbacia de Brejo das Freiras. passando a fluvial. com uma fácies supra-mesolitoral. As fácies basais são caracterizadas tanto por calcarenitos. Não há dados geocronológicos sobre esta unidade. Segundo Barbosa & Braga (1974) trata-se de um tufo pórfiro silicificado. Segundo Mabesoone & Alheiros (1991). 3. dentes e escamas de peixe. em um ambiente de leque aluvial. formada por calcarenitos e calcários arenosos. 1974). de águas quentes e pouco profundas. Beurlen (1967a) definiu uma idade santoniana-campaniana. Sousa e Rio Piranhas. como por calcários dolomíticos arenosos. passa sem interrupção para os calcários da Formação Maria Farinha.1 Formação Antenor Navarro (Ka) A Formação Antenor Navarro é constituída na base por conglomerados e arenitos imaturos. no topo. sendo recobertas. A pilha sedimentar que preenche a bacia é constituída pelas formações Antenor Navarro.3 Vulcânica Félsica Itapororoca (Ki) Esta unidade forma um alto topográfico de bordas suaves e contorno ligeiramente oblongo. típicos de ambiente marinho relativamente calmo. in Barbosa & Braga.1.3.2 Bacia do Rio do Peixe Encontra-se instalada na porção noroeste do Estado da Paraíba e é subdividida nas sub-bacias de Pombal. 1967. por calcários biomicríticos argilosos. ela pode ser dividida em três fácies: uma fácies basal.

Caldasso (1965) constatou que a variedade montmorilonítica predominante é a nontronita. originando feições morfológicas características. dentro da sub-bacia de Sousa. O ambiente deposicional. com grãos de quartzo subangulosos a arredondados. mal selecionados. correspondentes ao assoreamento final do lago onde foi depositada a Formação Sousa. homogêneos e friáveis. com a espessura estimada entre 30 m e 70 m. Na base da formação.3.2. com camadas silicificadas. Gretas de contração indicativas de um ambiente de sedimentação pouco profundo e de exposição subaérea freqüente estão presentes em grande quantidade na sub-bacia de Sousa e relativamente pouca quantidade na sub-bacia de Brejo das Freiras. Seus contatos com as formações Antenor Navarro (inferior) e Rio Piranhas (superior) são progressivos. 3.2 Formação Sousa (Ks) A Formação Sousa é constituída de argilitos intercalados com arenitos finos e finos níveis carbonáticos. A sua porção média é representada por bancos de arenitos argilosos.3. (1972). correlacionando-a à Formação Mossoró de Caldas Lins & Andrade (1960). podendo ocorrer arenitos sílticos com níveis argilosos com blocos de calcedônia intercalados. 3. 3.4. 1969). mostrando também uma inversão no sentido de aporte sedimentar em relação às formações citadas anteriormente (Ghignone. região centro-leste do Estado. o lago onde esta unidade estratigráfica se depositou ou era amplo ou pouco profundo. porém Françolin (1992) estima uma espessura máxima em torno de 1000m. 3. Esta formação é a única que apresenta paleocorrentes orientadas de sul para norte. com arenitos grosseiros silicificados na base.16). Esta formação foi depositada em um ambiente fluvial meandrante (planície de inundação) e lacustre pouco profundo.1 Formação Serra do Martins (Esm) A Formação Serra do Martins ocorre na região nordeste do Estado formando chapadas com altitude em torno de 800 metros. localmente conglomeráticos. Alves. Na região de Boa Vista. O furo estratigráfico de Lagoa do Forno constatou uma espessura de 800m para esta formação.2 Formação Campos Novos (ENcn) Esta unidade é formada por argilas montmoriloníticas de cores verde. Sua extensão geográfica é restrita a uma zona próxima à borda sudeste da sub-bacia de Sousa e sua espessura máxima é estimada em 320m (Braun. seixos de quartzo angulosos. 1988.2. 1990).ras são orientadas de norte para sul ou para sudeste. Segundo Almeida (1969) isto aconteceu do Oligoceno Superior ao Mioceno Inferior. é de água corrente. amplo na subbacia de Sousa e inexistente na sub-bacia de Pombal e no alto de Santa Helena (figura 3. além de observar que os elementos-traço que .3 Formação Rio Piranhas (Kr) A Formação Rio Piranhas é constituída por conglomerados e arenitos grosseiros intercalados com arenitos finos e micáceos de matriz argilosa. ou o ' Pd2 de Bigarella & Ab Saber (1964).4 Paleógeno-Neógeno/Coberturas Continentais 3. creme e roxa. incluindo vários níveis fossilíferos e pegadas de dinossauros que permitem a datação da bacia. Mabesoone (1966) revisou a estratigrafia da Formação Serra do Martins. de coloração amarela a vermelha. representando uma retomada da atividade tectônica. durante um período de relativa calma tectônica. A idade destes sedimentos foi definida em função de relações com a pediplanação Sul Americana de King (1956). ao contrário da sub-bacia Brejo das Freiras. Esta formação apresenta uma área de ocorrência pequena na subbacia Brejo das Freiras. as quais constituem formas residuais de um antigo capeamento contínuo. ocorrem arenitos esbranquiçados. onde o lago foi mais restrito e mais profundo. dissecado e erodido. de acordo com Mabesoone et al. O topo da seqüência é formado por crosta laterítica de cor vermelha a roxa. homogêneos.4. notadamente fluvial. caulínicos. Esta diferença indica que. mal selecionados e cimento ferruginoso.

(1988). apresentando estratificações tabulares/planares de forte ângulo. O material seria depositado em ambiente aquoso ou subaqüoso. com fragmentos angulosos de basaltos e exposições de pillow lavas. calmas e pouco profundas. 1973). o que é confirmado pela presença de fósseis de gastrópodes de água doce (Ampulhana sp) com idade entre 23 Ma e 55 Ma. de modo que os autores divergem entre si. Segundo Alheiros et al. Seus estratos repousam discordantemente sobre as rochas do embasamento. ainda segundo aqueles autores. Segundo estes autores a idade dos derrames basálticos varia entre Mioceno e Oligoceno. afaníticos. constituindo uma planície com aproximadamente 20 km de extensão na direção E-W e largura máxima em torno de 5 km.17). com intercalações de microclastos de argila/silte. premiocênica. Essas litologias. pois os basaltos que capeiam as argilas foram datados do Mioceno (Silva. São observadas estratificações cruzadas multi-acanaladas de grande e pequeno porte e de médio e baixo ângulo.ocorrem nas argilas são os mesmos dos basaltos adjacentes. com sets granodecrescentes iniciados por cascalhos quartzo-feldspáticos e seixos de argila. provavelmente. Alheiros et al. EUA. estando recobertas. A idade é. individualizou cartograficamente as efusivas básicas. No derrame superior de olivina basalto. Tal classificação baseia-se na presença de madeira silicificada e fósseis de gastrópodes com moldes perfeitamente conservados. intercalados com camadas síltico-argilosas menos espessas. Ennes & Santos (1975) concluíram. em razão da associação das argilas com os derrames basálticos. de coloração creme amarelada. referidas por Guimarães (1960) como do Cretáceo Superior e Terciário Inferior. com seixos e grânulos subangulosos de quartzo e blocos de argila retrabalhada. Caldasso (1965). pelos derrames basálticos (figura 3.3 Associação Basáltica Boa Vista (ENβ) β Na região de Boa Vista. bem como variedades piroclásticas (lapilitos). representada por um derrame de lavas. principalmente na Bacia Pernambuco-Paraíba.4. segundo os autores. vítreos. em corpos tabulares a lenticulares de até um metro de espessura. 3. 3. geralmente bastante alterada. atribui-se um intervalo de sedimenta- . esta unidade é caracterizada pela presença de fácies típicas de um sistema fluvial entrelaçado e transicionais para leques aluviais. apresentando cascalhos e areias grossas a finas. (1988) acreditam que o Grupo Barreiras representa a evolução de um sistema fluvial construído em fortes gradientes e sob clima dominantemente árido. A primeira delas é composta por depósitos de granulometria variada. reconhecendo dois tipos de ocorrência: uma caracterizada por intrusões em forma de diques. em bacias restritas tipo lacustre. Em trabalhos recentes desenvolvidos na região Petta & Nunes Barbosa (2001) identificaram duas camadas de derrames basálticos. A unidade vulcânica inferior é formada por rochas de composição de olivina-basalto. construídos por fluxos de detritos afogados nos períodos de inundações. indicando alta descarga de um sistema fluvial em canais confinados que migram formando as barras. A ausência de fósseis no Grupo Barreiras impede uma datação precisa.4. Os sedimentos são continentais e depositados em ambiente de águas rasas. pela atuação de processos de lixiviação e alteração a partir de soluções hidrotermais em cinzas vulcânicas que antecederam a efusão basáltica. ocorrendo no início e no final da seqüência vulcano-sedimentar. a exemplo do que ocorre nos estados de Wyoming e Mississippi. A fácies de leque é constituída por diamictito de coloração creme a avermelhada. mais importante. Nesses depósitos são comuns intercalações de barras fluviais longitudinais com até um metro de espessura. ocorrem litótipos efusivos. sujeito a oscilações. em alguns locais. Em geral.4 Grupo Barreiras (ENb) O Grupo Barreiras aflora em uma vasta área na porção leste do Estado. e a outra. representam a porção distal de leques aluviais.

(1999) associam-nos ao sistema tafrogênico paleógeno do Saliente Oriental Nordestino. Sotopostos às areias. palhetas de micas e concentrações de minerais pesados. delineando feições geomorfológicas marcadas por tabuleiros e mesas que ressaltam no relevo a uma altitude média de 800 m. Suguio et al. . de coloração amarelo-avermelhada. 3. mal selecionadas.5. com fragmentos e concreções ferruginosas de diversos tamanhos. formados pela mesma tectônica que promoveu a sedimentação e.18). Paraíba e também por dunas e sedimentos de praia que ocorrem na faixa litorânea. enquanto que Brito Neves et al. próximo a Junco do Seridó. contendo intercalações de argila e horizontes conglomeráticos.5. que formam um solo oxidado de marcante coloração marrom-avermelhada a arroxeada.1 Coberturas Elúvio-Coluviais (Qc) Correspondem às coberturas elúvio-coluviais descritas por Barbosa & Braga (1974). agiu reversamente.3 Aluviões e Sedimentos de Praia (Qa) São representados principalmente pelas aluviões dos rios Piranhas. ocasionalmente. sedimentos de composição areno-argilosa e.ção entre o Paleógeno (Oligoceno) e o Neógeno. São constituídas por lateritas. Costa et al. chegando até o Pleistoceno (Salim et al. Mabesoone et al. grabens de Cariatá e Rio Mamanguape (figura 3. Piancó. ocorrem níveis mais heterogêneos e consolidados.5 Quaternário/Formações Superficiais 3.2 Coberturas Lateríticas (Ql) Essas coberturas ocorrem restritamente na região sudeste de Teixeira.. do Peixe.. representados por areias inconsolidadas esbranquiçadas ou creme. (1980) e Medeiros Lima et al. 1975. (1980).5. removendo o lastro de sedimentos outrora condicionado. delgados níveis de cascalho.. 1986). Litologicamente. são constituídas por sedimentos clásticos grosseiros. 3. Barbosa & Braga (1974) consideram esses depósitos correlativos de um aplainamento posterior à deposição do Grupo Barreiras. Mamanguape. com encostas íngremes. de granulometria fina a grosseira. em seguida. que ocorrem principalmente na região a leste do meridiano 36°00´ sobre a faixa costeira precambriana e mais restritamente. na base do contato com o embasamento. 1972. com grãos de quartzo subangulosos. nos limites com o Estado de Pernambuco. Todo o conjunto apresenta espessura variando entre 10 m e 15 m. 3. feldspato não decompostos.

1 . parcialmente retrabalhados no Esteniano Embasamento gnáissicomigmatítico Transporte tectônico: I .Cariris Velhos.Transamazônico. Mesoproterozóico Esteniano (Cariris Velhos) Meso/Paleoproterozóico Granitóides Rochas supracrustais Granitóides/migmatitos Rochas supracrustais Granitóides Rochas supracrustais Arqueano a Paleoproterozóico (Nappe Serra de Jabitacá) Arqueano a Paleoproterozóico Ortognaisses retrabalhados no Esteniano Ortognaisses e migmatitos com protólitos HP/LT.RIO GRANDE DO NORTE CEARÁ FAIXA SERIDÓ Z C Fe rn d an e ra ie i sV e Sy to ni id e Lin PERNAMBUCO PERNAMBUCO Cobertura Fanerozóica Cenozóica Paleo-Mesozóica Neoproterozóico Brasiliano s. III e IV .Brasiliano Limite de domínios Limite de terrenos Zonas de cisalhamento e contatos Figura 3. II .l.Mapa geológico simplificado do Estado da Paraíba Oceano Atlântico .

DE 6 30' 0 6 30' 0 . 1999) Z.Mapa geológico simplificado da Faixa Orós-Jaguaribe no Estado da Paraíba. Estratigrafia e idade Pb-Pb do Grupo Serra de São José (compilado de Cavalcante. dacitos e riodacitos metamorfisados.metaconglomerados de matriz tufácea.38 30' 0 PMsj Pj N N 2 RIO G RAND E DO N ORTE PMsj CE A RÁ N 1 PO RT A PMsd LE GR E Pj Pj N Uiraúna N N N 2 Granito Suíte Gabro-diorítica 1 PMsj Grupo Serra de São José PMsd Suíte granítica Serra do Deserto Traço de foliação Zona de cisalhamento transcorrente com ou sem indicação de rejeito 38 30' 0 Pj Complexo Jaguaretama E Formação Minhuins Quartzitos dominantes + micaxistos Metaconglomerados 1850 mt cg cc Idade (Ma) 1670 mt .2 . cg .tufos. cc-rochas calcissilicáticas com níveis de metacalcários Metacalcários e/ou rochas calcissilicáticas Anfibolitos Formação Catolezinho 1650 Etapas de aquecimento IDADE: 1778 7 Ma Figura 3. C.

Mapa geológico do Domínio Rio Grande do Norte no Estado da Paraíba . Arqueano a Paleoproterozóico Granitóides Supracrustais Embasamento gnáissicomigmatítico Transporte tectônico: I .3 .Brasiliano Limite de domínios Limite de terrenos Zonas de cisalhamento e contatos Figura 3.Transamazônico. III e IV .RIO GRANDE DO NORTE RIO GRANDE DO NORTE RIO GRANDE DO NORTE C E A R Á FAIXA SERIDÓ João Pessoa P E R N A M B U C O P E R N A M B U C O Cenozóica Cobertura Fanerozóica Paleo-mesozóica Neoproterozóico Brasiliano s.l.

37 2.73 2.54 2. .38 2.37 Nova Cruz 0 CHUR 2.54 Nd (2.56 Santa Cruz 2.2)Ga CHUR RN PB Picuí .0 2.56 2.46 2.0)Ga -10 -20 Nd (0.57 2.0 Limite estadual ZCPJC .36 Pedro Velho 2.4 .33 2. 2.0 Figura 3. +10 M an to E mpo br ecid o TDM Nd (2.6 1. 0 2.41 RN PB -10 Nd (2.2) Ga Solanea -20 Guarabira 2.6) Ga -30 0 Cobertura Mesocenozóica Granitos Brasilianos Grupo Seridó Zona de cisalhamento Transcorrente 10 km Paleoproterozóico Arqueano Limite estadual -40 0 0.5 1.zona de cisalhamento Picuí-João Câmara Serrinha +10 São José do Campestre Man to Empo brecid o TDM 2.48 Idade Modelo T DM Nd em Ga T (Ga) 2.6)Ga -30 CR ZC Cobertura Mesocenozóica Granitos Brasilianos Grupo Seridó 2.Padrões geocronológicos e isotópicos do Terreno São José do Campestre (compilado de Dantas.0 T (Ga) 2.0 3.55 2.N Z JC CP 2.47 Nd (0.34 2. 1997) .48 2.54 2.39 2.0 3.48 Idade Modelo T DM Nd em Ga 10 km Paleoproterozóico Arqueano Zona de cisalhamento Transcorrente -40 0 0.99 . 2.42 Barra de Santa Rosa .60 Presidente Juscelino 0 .

Jucurutu Complexo Caicó 100 m escala aproximada das colunas Seridó Equador Jucurutu Complexo Caicó Metarritimito Paragnaisse Rocha calcissilicática e mármore Quartzito Embasamento Anfibolito Metaconglomerado 0.Principais Serras Regionais S.0 1.. Jucurutu .13 850 + 10 DM Fm. 1995.15 Ga 206 700 0.Estratigrafia e idade do Grupo Seridó (compilados de Van Schmus et al. 2000) .5 3. Equador Fm. Brito Neves et al.5 2. José do Seridó SW Currais Novos W de Cruzeta Sta. = zero) Maciço Rio Piranhas .5 Tempo (Ga) Figura 3.0 2.2 U 1.15 Fm.. Seridó 800 PB/ 238 U 0.75 Ga 2.4 . Seridó Fm.20 (Embasamento do Grupo Seridó) 0.30 0 0.11 650 t = 740 + 15 Ma (L. Rio Potengi 0 CHUR Epsilon Nd -10 0.I.09 0.0 3.8 1.0 207 Pb/ 235 1.5 .5 1. Luzia SW Angicos Fm.

Mesoproterozóico Esteniano (Cariris Velhos) Meso/Paleoproterozóico Nappe Serra de Jabitacá Cenozóica Paleo-mesozóica Granitóides Rochas supracrustais Granitóides/migmatitos Rochas supracrustais Granitóides Rochas supracrustais Ortognaisses retrabalhados no Esteniano Ortognaisses e migmatitos com protólitos HP/LT.Guarabira Campina Grande L ide ito en ine João Pessoa n na er . e IV .F .C Z a eir sV de y -S R TER IBE AR P IB CA IO OR EN Cobertura Fanerozóica Neoproterozóico Brasiliano s.l. parcialmente retrabalhados no Esteniano Embasamento gnáissicomigmatítico Arqueano a Paleoproterozóico Transporte tectônico: II .Brasiliano Limite de domínios Limite de terrenos Zonas de cisalhamento e contatos Figura 3.Cariris Velhos.Mapa geológico do Domínio Transversal no Estado da Paraíba .6 .

1998) A) Complexo Riacho Gravatá. B) Grupo Cachoeirinha. FORMAÇÕES FERRÍFERAS.SW UNIDADE E NE UNIDADE A UNIDADE B UNIDADE D UNIDADE D UNIDADE C UNIDADE C UNIDADE B UNIDADE A UNIDADE D UNIDADE C UNIDADE E 1000m 800 600 400 200 0 ROCHAS METAVULCÂNICAS GNAISSES XISTOS DUAS MICAS QUARTZITOS XISTOS FINOS A FILITOS METAMARGAS E METACALCÁRIO 1000m 800 UNIDADE A UNIDADE D UNIDADE D 600 400 200 UNIDADE A UNIDADE D 0 A S UNIDADE (C) UNIDADE (B) UNIDADE (A) LITOFÁCIES ARENOSA A PELÍTICO-ARENOSA (TURBIDÍTICA) INCLUINDO METAGRAUVACAS. FORMAÇÃO SANTANA DOS GARROTES .Estratigrafia da Faixa Piancó-Alto Brígida (adaptado de Bittar. METACONGLOMERADOS E ROCHAS METAVULCÂNICAS N UNIDADE (4) UNIDADE (3) UNIDADE (1) UNIDADE (2) LITOFÁCIES CONGLOMERÁTICO POLIMÍTICO 300m 200 100 0 UNIDADE (1) B METARRITIMITOS FORMAÇÃO SERRA DO OLHO D'ÁGUA QUARTZITOS METACONGLOMERADOS Figura 3.7 .

9970 (a) 0. .00 87 (b) 21.800 T = 948+6 Ro=0.00050 MSWD=29.8 .00 86 28.900 0.000 Sr/ Sr 86 87 0.Diagrama concórdia (a) e diagrama isocrônico (b) para rochas do Complexo Riacho Gravatá (compilado de Brito Neves et al.00 14.Metavulcânicas Metassedimentos 1.71135+0.00 Rb/ Sr Figura 3.100 1.. 1995).628.700 7. R=0.

II . III e IV .Distribuição dos metagranitóides Cariris Velhos no Estado da Paraíba .Z.Brasiliano Limite de domínios Limite de terrenos Figura 3. er nd na V es r iei a- en Sy ito id lin e Cobertura Fanerozóica Cenozóica Paleo-mesozóica Mesoproterozóico Esteniano (Cariris Velhos) Granitóides/migmatitos Transporte tectônico: I . F C.9 .Transamazônico.Cariris Velhos.

. LCC = crosta continental inferior. BCC = crosta continental global. VAG = granitos de arcovulcânico.0 T (G a ) Figura 3.Padrões geoquímicos e isotópicos dos metagranitóides Cariris Velhos no Terreno Alto Pajeú (TAP) e Terreno Alto Moxotó (TAM) segundo Santos & Medeiros (1999) syn-COLG = granitos sin-colisionais.0 4 .0 2 .01 K2O Rb Ba Th Ta Nb Ce Hf Zr Sm Y Yb εNd 0 DM CHUR -1 0 -2 0 0 1 .0 3 . DM = manto empobrecido. WPG = granitos intra-placa. ORG = granitos cadeia oceânica.10 . CHUR = chondritic uniform reservoir.Rb syn-COLG T AP WPG TAP 100 TAM T AM BCC 1 VAG LCC ORG Y + Nb +10 .

a norte de Mari 850 830 810 790 770 870 NM.0 0.142 0.3 1.9.7120 + 0. R =0.5 1.11 1.05 0.85 0.996 (f) 4 8 12 16 20 24 87 44.0 12.4 0.4 Ma 0.2 Pb 207 (b) 2.95 0.0 28. f) dos metagranitóides Cariris Velhos (compilado de Brito Neves et al.65 Ortognaisses Serra do Machado Ortognaisses em geral Biotita ortognaisse "Coxixola" norte de São José do Egito 86 87 1.11 600 0.17 Ortognaisse granítico a duas micas Norte de Alagoa Grande 0.126 0.13 T = 942 + 22 Ma 780 (a) 1.0 0.00 n = 20 T = 954 + 10 Ma Ro + 0..0 Rb/ Sr 86 Figura 3.20 Sr/ 87Sr Sr/ 86Sr 1.118 1.80 NM.70826 + 0.13 700 0.4235 /U 1.19 Ortognaisses protomiloníticos Sul de Alagoa Grande 0.5 + 9. c) e diagramas isocrônicos Rb-Sr (d.8 Ma Sr87 86 Sr 0.15 900 T = 952.11 .15 1.15 940 900 860 820 Pb U238 206 800 0.5 + 7. e.2 1.130 0.99 4.2L T = 925.2 Pb / U 207 235 (c) 1.0002 MSWD = 4.134 Pb 238 U 206 Ortognaisse granítico laminado Pedreira do DER.1 1.6 1.0.8 1.96 Augen-gnaisses e muscovita-biotita ortognaisses Biotita ortognaisses diversos M -1L 0.146 0. 1995) .Diagramas concórdia U-Pb ( a.8 0.3 1.72 0 5 10 15 Rb Sr86 87 (d) 20 Ortognaisses entre Desterro e Princesa Isabel 1. b.0 0.1 1.09 0.122 0.7075 + 0.80 (e) n=9 T = 915+14 Ro = 0.86.4 Pb207/ U235 1.138 0.000154 MSWD = 1.0050 n = 15 MSWD = 21 0.88 T = 958 + 41 Ma Ro = 0. R = 0.75 0.17 1000 Pb206 U238 0.0 20.2S 0.6 1.0 87 86 Rb/ Sr 36.

Miguel do Tapuio 10.00 TDM 0. 1997) .50 3.00 0.12 ..Dados geocronológicos e isotópicos do Terreno Alto-Moxotó (de acordo com Brito Neves et al. 2000.50 Idade (Ga) 2.00 2.00 CHUR 1 4 -10.00 Terreno Alto Moxotó: 1 Gnaisses 2 Migmatitos 3 Migmatitos 4 Rochas máficas de Itatuba MCB: Maciço Caldas Brandão (Gnaisses do Terreno São José do Campestre) -40.00 -30.00 1.50 1..00 Figura 3.00 MCB 2 3 ENd -20.00 0.gray gnaisse paleossoma dos migmatitos da Pedreira Sobrado (ao sul de Sapé) ortognaisse melanocrático da BR-230 altura de S. Almeida et al.

13 .Distribuição dos granitóides brasilianos no Estado da Paraíba . Fe i ra ie sV de an rn 18 4 6 21 n it ye /S ó id e Lin 20 17 16 15 14 11 9 10 12 19 13 Cobertura Fanerozóica Cenozóica Paleo-mesozóica Neoproterozóico Brasiliano Super Suíte III Super Suíte II Super Suíte I Granitóide de quimismo indeterminado Limite de domínios Limite de terrenos Zonas de cisalhamento e contatos 25 Serra da Lagoinha 7 São Lourenço 19 Triunfo 13 Prata 1 Catolé do Rocha 8 Esperança 2 Pombal 14 Serra Branca 20 Catingueira 26 Monte Orebe 21 Olhos d'Água 9 Campina Grande 15 Solidão 3 Picuí 4 Japí 22 Pedra Branca 10 Serra Redonda 16 Teixeira 23 Itaporanga 17 Palmeira 5 Monte das Gameleiras 11 Queimadas 24 Conceição 12 Aroeiras 18 Tavares 6 Dona Inês Figura 3.1 5 3 2 7 8 26 23 22 25 24 Z. C.

14 .cho ndriti c u nifo rm rese rvoir syn -COLG = granitos sin-colisionais. 2.0 4. CHUR .0 T(Ga) Figura 3.0 4.manto empobreci do. ORG = granitos de cadeia oceânica.01 K2O Rb Ba Th Ta Nb Ce Hf Zr Sm Y Yb .6 2. .Características geoquímicas e isotópicas dos granitóides brasilianos do Domínio da Zona Transversal. DM .01 K2O Rb Ba Th Ta Nb Ce Hf Zr Sm Y Yb . LCC = crosta continental inferior. WPG = granitos intra-placas. de acordo com Santos & Medeiros (1999).6 2.6 2.0 T(Ga) -20 0 0.0 T(Ga) -20 0 0.01 K2O Rb Ba Th Ta Nb Ce Hf Zr Sm Y Yb Rb syn-COLG WPG Rb syn-COLG WPG Rb syn-COLG WPG B BCC BCC BCC GAV LCC ORG Y + Nb VAG LCC ORG Y + Nb VAG LCC ORG Y + Nb +10 +10 DM CHUR +10 ε Nd εNd 0 ε Nd DM CHUR DM CHUR C 0 0 -10 -10 -10 -20 0 0. 3. BCC = crosta continental global.0 3.0 3.1 100 100 2 100 3 A 1 1 1 . VAG = granitos de arco-vulcânico.0 4. Super suítes 1.0 3.

calcarenitos . . .8 PLIOCENO 5.15 . Calumbi Fm. Cabo ? Fm. arenitos conglomerados pelitos . e calcários arenitos carbonáticos + rochas vulcânicas + + e siltitos Figura 3. . Ipojuca .3 MIOCENO 24 OLIGOCENO 34 EOCENO 55 PALEOCENO 65 SANTONIANO 89 TURONIANO 94 CENOMANIANO 99 ALBIANO 112 APTIANO 121 BARREMIANO PERNAMBUCO-PARAÍBA Fm.. Gramame Fm.ESCALA GEOLÓGICA DO TEMPO (Ma) PLEISTOCENO 1. Maria Farinha Fm. Estiva Fm. ... . Itamaracá Fm. 1994) .Coluna estratigráfica da Bacia Pernambuco-Paraíba (segundo Feijó. . .

1992) .Estratigrafia e estrutura da Bacia do Rio do Peixe (segundo Françolin.16 .COMPARTIMENTAÇÃO TECTÔNICA N MAPA DO TOPO DO EMBASAMENTO (profundidade em metros) N Ma 113 Idade Estágio SUB-BACIA DE BREJO DAS FREIRAS ALTO DE SANTA HELENA SUB-BACIA DE SOUSA APTIANO 119 125 HAUTERIVIANO 131 VALANGIANO 138 BERRIASIANO 144 JURÁSSICO FORMAÇÀO ANTENOR NAVARRO ALAGOAS JIQUIA BARREMIANO BURACICA ARATU RIO DA SERRA DOM JOÃO FORMAÇÃO RIO PIRANHAS EROSÃO OU NÃO DEPOSIÇÃO FORMAÇÃO SOUSA Figura 3.

na Mina Canudo (segundo Nunes Barbosa & Petta. 1999) .(N) 485m (S) 480m 475m 470m 0 25 50 75m LEGENDA 465m BASALTO SUPERIOR LOCALIZAÇÃO DA SEÇÃO 460m BENTONITA BASALTO INFERIOR FALHAMENTOS Boa Vista JOÃO PESSOA 7º Campina Grande 8º ARENITO COMPLEXO GNÁISSICO-MIGMATÍTICO Figura 3.17 .Seção geológica mostrando as relações entre a Formação Campos Novos e a Associação Basáltica Boa Vista.

230 Mulungu ~ ~~~ ~ ~~~ ~ S. biotita gnaisses e xistos Terreno gnáissico de alto grau +++++ +++++ +++++ Depósitos clásticos arenosos Granitos porfiríticos Zonas de cisalhamento precambrianas Figura 3. mostrando os riftes Mamanguape e Cariatá (modificado de Brito Neves et al. José do Pilar Rio Paraíba Zona Fronteira PE .18 ..0 m ~~ ~ ~~~ ~ ~ ~ ~~ ~~~~ ~ ~~ ~ ~ ~ ~~~ RIFTE MAMANGUAPE RIFTE CARIATÁ 8 km Falhas cenozóicas Falha extensional Falha contracional ~~ ~~ ~ ~~ ~~ Metagrauvacas.NNW LINEAMENTO PATOS Pirpirituba + + ++ + + + ++ + + + + + + + ++ + + + + + ++ ++ + + ++ + + + ++ + + + + + + +++ + + ++ + + + ++ + +++++ + + ++ + +++ SSE Guarabira Rio Araçagi Rio Mamanguape BR .PB 600 m 400 + + ++ 200 +++++ + + + + + ++ + + + + + + + + + + + + + 0. 1999) ~~ ~~~ ~~~ .Seção geológica da parte oriental da Paraíba.

Quadro tectono-estratigráfico do Pré-Cambriano da Paraíba .Quadro 3.1 .

2 .Unidades litoestratigráficas do Terreno Granjeiro Unidade Litoestratigráfica Litologia Ortognaisse de composição granodioríticagranítica subordinadamente tonalitíca com intercalações de calcário cristalino e anfibolito Ortognaisse de composição tonalítica trondhjemíticagranítica APγ Ortognaisses Granodioríticograníticos Aγ Ortognaisse TTG .Quadro 3.

Quadro 3.Unidades litoestratigráficas do Terreno São José do Campestre Unidade Litoestratigráfica Psc Complexo Santa Cruz Litologia Psp Ortognaisse tonalítico. incluindo leucogranito.3 . Pedro Velho biotita gnaisse trondhjemítico. biotitahornblenda migmatito com mesossoma de ortognaisse tonalíticogranítico com diques Complexo Serrinhade anfibolito (Psp2). ortognaisse tonalítico com granada e rocha calcissilicática (Psp1) . granito félsico. augen gnaisse e leucogranito gnáissico Biotita gnaisse granítico migmatizado (Psp3).

4 . Ortognaisse Complexo granodiorítico-granítico Caicó e tonalíticogranodiorítico migmatizado.Quadro 3. incluindo calcário e anfibolito (Pca1). incluindo calcário cristalino e anfibolito (Pca2) . biotita gnaisse às vezes migmatizado.Unidades litoestratigráficas do Terreno Rio Piranhas Unidade Litoestratigráfica Litologia Ppc Pca Augen gnaisse a biotita Suíte de composição granítica Magmática a quartzo monzonítica Poço da com resto de Cruz metassedimento Quartzo-feldspatobiotita gnaisse.

dos Quintos quartzito. Formação muscovita quartzito (qt). biotita e/ou hornblenda xisto.5 .Unidades litoestratigráficas da Faixa Seridó Unidade litoestratigráfica Litologia Granada-biotita xisto. epidotognaisse calcissilicático. rocha calcissilicática e formação ferrífera Biotita gnaisse. Nj Jucurutu calcário cristalino (cc). quartzito e rocha calcissilicática Biotita-hornblenda gnaisse. gnaisse quartzo-feldspático. anfibolitos e rochas ortoderivadas Formação Muscovita quartzito e Ne Equador metaconglomerado .Quadro 3. quartzito ferruginoso. com intercalações de Formação Serra Nsq calcário cristalino. Ns/Nsi Formação Seridó calcário cristalino. muscovita-biotita gnaisse. itabirito. biotita gnaisse.

metavulcânicas ácida e intermediária (Nsg). anfibólio xisto. muscovita xisto. filito negro grafitoso. anfibolito e raramente calcário cristalino (MNp2) .6 . metavulcânicas básica. ácida e intermediária. calcário cristalino. Complexo Piancó cordierita xisto.Unidades litoestratigráficas da Faixa Piancó-Alto Brigída Unidade Litoestratigráfica Grupo Cachoeirinha: Formação Santana dos Garrotes Formação Serra do Olho d´Água Litologia Nsg Noa Mrg MNp Filito siltíco.Quadro 3. quartzo-clorita xisto. sericita xisto. incluindo biotita-hornblenda gnaisse. filito. biotita-clorita xisto. metaconglomerado polimicto. quartzito (qt) e calcário cristalino (Noa) Muscovita quartzito. metarenito. metarenito. Riacho metavulcânica básica. por vezes grafitoso. com níveis de quartzito ferrífero bandado Biotita-hornblenda gnaisse às vezes migmatizado incluindo anfibolito e rocha calcissilicática (MNp 1). Gravatá metarenito. grauvaca. quartzoComplexo muscovita xisto.

biotita gnaisse. calcário cristalino. ortoanfibolito. metatufo ácido e metavulcanoclástica Ortognaisse granodiorítico granítico migmatizado Msc Complexo São Caetano APγ Ortognaisse granodioríticogranítico .7 . muscovita xisto. quartzito.Quadro 3.Unidades litoestratigráficas do Terreno Alto Pajeú Unidade Litoestatigráfica Mγ2a Mγ2b Metagranitóides Cariris Velhos Litologia Granada-muscovitabiotita augen gnaisse e migmatito com sillimanita Muscovita-biotita gnaisse às vezes granatífero.

Biotita gnaisse com granada e/ou sillimanita. quartzito e raro anfibolito Ortognaisse de composição tonalítica . formações ferríferas. Leucognaisse com freqüentes intercalações de metabasitos. Ortognaisse tonalítico trondhjemítico.(trondhjemítica) granodiorítica com intercalações de rochas metamáficas Ncs Mγ2c PMs PMδ PMγ Complexo Sumé Metanortosito Boqueirão Metagranitóides e Migmatitos Serra de Jabitacá Complexo Sertânia Ortognaisse Granodiorítico-granítico Pst APγ . augen ortognaisse granítico. calcário cristalino. mármore. rocha calcissilicática. metapiroxenito e metagabro Metanortosito incluindo metadiorito e metagabro Ortognaisse tonalítico-granodiorítico com anfibolito e migmatito com leucossoma granítico e mesossoma de biotita gnaisse. biotita gnaisse.Quadro 3.Unidades litoestratigráficas do Terreno Alto Moxotó Unidade Litoestratigráfica Complexo CaroalinaSurubim Suíte Granítica Camalaú Litologia Biotita gnaisse. quartzo-sienítico e sienítico.8 . sillimanita-granada-biotita xisto com níveis de calcário cristalino e quartzito. anfibólio-biotita ortognaisse quartzo monzonítico a granítico e muscovita ortognaisse com sillimanita. rocha calcissilicática.

biotita gnaisse. monzodiorítica e diorítica Ncs Mve Complexo Vertentes Pgm/Pγ Complexo Gnáissicomigmatítico .9 .Quadro 3. metavulcânicas máfica e intermediária Ortognaisse de composição granítica a tonalítica.Unidades litoestratigráficas do Terreno Rio Capibaribe Unidade Litoestrati gráfica Complexo CaroalinaSurubim Litologia Biotita gnaisse. granada-biotita xisto. incluindo fácies monzonítica. com níveis de calcário cristalino e muscovita quartzito. Granada-biotita gnaisse.

1 . aflorando na estrada Cajazeiras-Lavras da Mangabeira. .Ortognaisses tonalíticos bandados (Aγ) do Terreno Granjeiro.Foto 3.

2 – Migmatitos dobrados com mesossoma da unidade (APγ) aflorando ao sul de Cajazeiras. .Foto 3.

3 – Ortognaisse granodiorítico do Complexo Serrinha-Pedro Velho. com características de uma transcorrência sinistral. aflorando na estrada Solânea-Cacimba de Dentro. . exibindo forte bandamento composicional e boudins assimétricos de metamáficas relacionados à fase F3.Foto 3.

Foto 3.4 – Metandesito/dacito da Formação Seridó, da faixa Curimataú, aflorando nas proximidades de Sertãozinho.

Foto 3.5 – Metarritmito da Formação Seridó, da Faixa Curimataú, aflorando na estrada Borborema-Pilões.

Foto 3.6 – Metaturbidito da Formação Santana dos Garrotes, aflorando na região de São José de Piranhas.

Foto 3.7 – Paragnaisses do Complexo São Caetano, aflorando na estrada Lagoa da Roça-Esperança.

fácies M!2b.8 – Ortognaisse Cariris Velhos. .Foto 3. na estrada São Sebastião-Lagoa da Roça-Esperança. com intercalação metamáfica.

9 – Ortognaisse bandado da unidade APγ.Foto 3. aflorando na estrada Queimadas-Aroeiras. . cortado por granito e pegmatito neoproterozóicos.

ao norte de Juarez Távora. Dobras em Z indicam um sentido de transporte mergulho abaixo (para NW).Foto 3.10 – Paragnaisse bandado com intercalações metamáficas do Complexo Sertânia. .

a partir de um protólito paleoproterozóico.11 – Metagranitóide PM! da serra da Mandioca.Foto 3. . exibindo dobras sinmigmatíticas do evento Cariris Velhos.

exibindo dobras recumbentes D2. .12 – Metamáficas do Complexo Sumé. na estrada Ingá-Itatuba.Foto 3.

na estrada Itatuba-Fagundes. .Foto 3.13 – Metassienito (metafenito?) brechado do Complexo Sumé.

.14 – Calcário cristalino (metacarbonatito?).Foto 3. no mesmo afloraamento da foto anterior. brechado do Complexo Sumé.

incluindo fragmentos de metamáfica e filões de quartzo.15 – Brecha desenvolvida em skarn do Complexo Sumé.Foto 3. .13 e foto 3.14. no mesmo afloramento da foto 3.

. aflorando na estrada AroeirasVertentes.16 – Metadacito do Complexo Vertentes.Foto 3.

representados pelo Complexo Caicó (Pca) e. Determinações geocronológicas recentes na região de Patos (Peter Hackspacher. a existência de um núcleo antigo. B. talvez. bem como na parte centro-leste do Estado. supõe-se que o metanortosito Boqueirão e. Há cerca de 1.2). Para alguns autores. 1991). inclua um desses núcleos. correspondente à unidade APγ (maciço de Cabaceiras). é formado essencialmente por ortognaisses arqueanos (Aγ) e arqueanos retrabalhados no Transamazônico (APγ). Logo em seguida. só documentado na Faixa Orós-Jaguaribe (FOJ). no Terreno TAM (Terreno Alto Moxotó). Algumas massas metaígneas similares ocorrem no Complexo Sumé (PMs) e cuja colocação parece ter relação com a nucleação da nappe Serra de Jabitacá. portanto. de protólito possivelmente mantélico. através de um evento extensional. sendo que os terrenos ao norte do Lineamento Patos podem ter formado uma vasta massa continental unindo os atuais domínios Cearense e Rio Grande do Norte. incluindo os terrenos TGJ (Terreiro Granjeiro).5 e 1. Alguns segmentos crustais dos terrenos TRP e TJC resultaram da acresção de arcos magmáticos no Paleoproterozóico.4 – Evolução Tectônica da Paraíba As rochas mais antigas da Paraíba concentram-se principalmente nos domínios ao norte do Lineamento Patos. dando origem a vulcano-sedimentares continentais da exsul do bacias ou a . na parte centro-oeste do Estado. a implantação da Bacia Orós-Jaguaribe. ocorreu a primeira tentativa de fragmentação dessa vasta massa continental. ainda não perfeitamente definido. Um mecanismo de afinamento crustal teria desencadeado um evento tectono-magmático anorogênico. que promoveram o crescimento ou o retrabalhamento desses terrenos subseqüentemente. informação verbal) confirmam a presença de rochas dessa idade. pequenas intrusões gabro-anortosíticas e máficoultramáficas não mapeadas do TAM estejam vinculadas a esse período de extensão crustal entre 1. No TGJ. talvez similar ao encontrado na parte norte do Terreno São José do Campestre. de cronologia mal definida. mas há zircões clásticos no Complexo Lavras da Mangabeira com 3. com abundantes intercalações de rochas máfico-ultramáficas. são características desses terrenos (foto 4.1). Estado do Rio Grande do Norte. segundo diversas determinações geocronológicas (Santos & Medeiros. Trata-se de rochas originalmente primitivas. resultante do colapso da cadeia orogênica Transamazônica (Sá. Estruturas complexas resultantes de superposição de fases tectônicas. o retrabalhamento dessa crosta arqueana começou no Paleoproterozóico. indicando a existência de uma crosta muito antiga. Há indícios isotópicos de que parte do TAM. a FOJ representa um rifte passivo tardipaleoproterozóico. ao menos em parte desse compartimento tectônico. a Suíte Poço da Cruz (Ppc) ou G2. incluindo suas supracrustais (foto 4. Bley de Brito Neves. concomitantemente.54 Ga. provavelmente. através da deposição e deformação orogênica brasiliana de parte da FSE (Faixa Seridó). Grande parte desses terrenos e do TAM foi anexada aos núcleos arqueanos durante o ciclo Transamazônico.1 Ga. Na Paraíba. TRP (Terreno Rio Piranhas) e TJC (Terreno São José do Campestre).2 Ga. documentado por uma suíte de granitóides amplamente preservada no Terreno Rio Piranhas. A soldagem dos blocos pode ter sido consolidada por um episódio colisional. Não há outro registro desse evento no interior da Província. 1999). Esses núcleos embrionários foram submetidos a diversos eventos tectônicos.7 Ga. mas alguns episódios magmáticos anorogênicos ocorreram em fragmentos transamazônicos do TJC e do TAM. perdurando até o Brasiliano. hoje representado pela Suíte Serra do Deserto (Msd) e. pelo Complexo Santa Cruz (Psc). o foco tensão deslocou-se para a área a Lineamento Patos. formada essencialmente por ortognaisses e migmatitos PMγ. Os zircões desse terreno no Estado do Ceará apresentaram uma idade de 2. O Terreno Granjeiro (TGJ). comprovando.

4 e foto 4. situado entre os terrenos TAP e TAM e engloba um conjunto de ortognaisses sincolisionais (PMγ). No Domínio Transversal. foto 4.3. Os metagranitóides tabulares Mγ2a (Recanto) e Mγ2b (Riacho do Forno) são a expressão desse episódio contracional. que se concentraram ao longo das faixas FSE e FPB. a atuação do evento Cariris Velhos é testemunhada pela presença de intrusões tabulares geradas por fusão parcial do embasamento ao longo das zonas de cisalhamento contracionais. Na parte ENE do Estado. de rejeito sinistral.arcos magmáticos Cariris Velhos. que desenvolveu zonas de cisalhamento principalmente transcorrentes / transpressivas. a qual foi posteriormente dobrada e transposta pelo evento Brasiliano. o episódio orogênico Brasiliano. de rejeito dextral. que atuaram diferentemente nos diversos segmentos crustais da proto-Província Borborema. descrita por Jardim de Sá (1994) como modelo dominó. quanto o seu embasamento. As relações estratigráficas e estruturais foram há tempos.2. Destacam-se as zonas de cisalhamento Juru-Belém e Coxixola. entre 640 e 570 Ma. de direção E-W. mas o principal registro tectônico dessa época é um evento colisional entre 1. sobretudo. transpostas e redobradas por zonas de cisalhamento transcorrentes brasilianas. Segundo Jardim de . sinistrais de direção NE-SW. 1994. isoclinais associadas a empurrões. colocados entre 900 e 750 Ma. reconhecidas como uma sucessão de antiformes e sinformes com planos axiais verticais ou com forte inclinação. esse sistema cisalhante espalha-se em um feixe de zonas de cisalhamento em leque. Este evento colisional está particularmente bem caracterizado no TAP.3 e foto 4. presentes. descrita por Santos (1995). na Faixa Piancó-Alto Brígida (FPB) e no TAP. dextrais de direção E-W e Boqueirão dos Cochos. Serra do Caboclo. As características estruturais dessa deformação estão bem ilustradas na Faixa Seridó. A fase principal da orogênese brasiliana representa um episódio de dispersão de terrenos.5). desde plataformal até turbidítica. Há indícios de abertura e de subducção oceânicas durante este ciclo. corresponde a um limite geofísico e tectônico. Ao contrário dos eventos anteriores.1 e 0. Ferreira & Santos. Observe-se que a deformação contracional Cariris Velhos coloca o TAM sobre o TAP. desenvolveu-se um sistema anastomosado de zonas de cisalhamento de direções EW. e NE-SW. superposta por uma fase D3 de cisalhamento transcorrente. Um novo episódio extensional no início do Neoproterozóico é indicado por alguns pulsos magmáticos. provavelmente envolvendo diversas miniplacas. O transporte tectônico Cariris Velhos é dirigido para NW e NNW (foto 4. marcando também o início da formação das bacias brasilianas. associados às zonas de cisalhamento transcorrentes acima descritas.95 Ga. como é o caso da cordilheira granítica da serra da Mandioca (foto 4.6). Santos & Medeiros. deformando e metamorfizando indistintamente. 2000). A principal zona de cisalhamento Brasiliana é o sistema Patos-Malta. que estruturam as faixas FSE e TCR e TJC (figura 4. No detalhe. A chamada nappe Serra de Jabitacá. Afogados da Ingazeira e Congo-Cruzeiro do Nordeste.1). conforme documentado na figura 4. No TAM. Um fértil e expressivo magmatismo granítico formouse controlado por esse evento transcorrente (Jardim de Sá. As seções da figura 4. incluindo intercalações dos complexos Sumé e Sertânia e relictos da suíte retroeclogítica e granulítica.1 mostram a estruturação do evento Cariris Velhos afetando as supracrustais (Msc) e metagranitóides estenianos no TAP e o embasamento (maciços ortognáissico-migmatíticos APγ e supracrustais Pst) no TAM. característico da trama meso e megascópica de thrusts empilhados dessa faixa (foto 4. reviradas. afetou de forma generalizada todos os terrenos. soerguendo a infraestrutura gnáissico-migmatítica e o embasamento sobre a faixa Cariris Velhos. reconhece-se uma fase D1/D2 de estruturas de baixo ângulo. que é também chamado de Faixa Cariris Velhos. 1999.5 e foto 4. algumas provavelmente superpondo antigas faixas contracionais (figura 4. com dobras deitadas.2).4). enquanto que a FPB é essencialmente turbidítica. tanto as faixas neoproterozóicas. enquanto que as foliações S2 são truncadas. que constitui um verdadeiro cinturão de cisalhamento de cinemática transcorrente dextral. A FSE registra uma seqüência de sedimentação mais completa.

em dois eventos sucessivos. levando-se em conta os dados geocronológicos U-Pb e Rb-Sr do Complexo Riacho Gravatá. (1995). predominam próximas à ZC Serra do Caboclo. os quais apresentam diferentes sentidos de transporte e condições de metamorfismo (figura 4. que as fases D1/D2 e D3 pertençam a distintos eventos tectônicos.2b). caracterizando a existência de distintos terrenos tectono-estratigráficos. obtidos por Brito Neves et al. que permaneceu estável até o Cretáceo. Na Faixa Piancó-Alto Brígida. mas os thrusts principais estão provavelmente relacionados a nappe de Piancó. devendo ser uma estrutura D2. envolvendo inicialmente uma colisão frontal. mostrados na figura 3. é essencialmente contracional com transporte NW e corresponde a um evento metamórfico de alta pressão (8 a 9 kbar). Bittar (1998) registrou a existência de um mecanismo de “colisão” de blocos (amêndoas). conforme descrito por Santos et al. havendo apenas um exemplo de inversão (retroempurrão?). No noroeste do Estado. As estruturas principais são foliações miloníticas de alto ângulo. em função da superposição do evento D3. Acredita-se que o transporte D1/D2 registrado em outros compartimentos deve estar rotacionado. Considerando os parâmetros descritos anteriormente. só ocorrem rochas neoproterozóicas do Grupo Cachoeirinha. Supõe-se que esse modelo seja aplicável também aos demais terrenos do Domínio Transversal. chamado de amêndoa Serra da Pinheira. ou seja. como interpretado por esse autor. que o embasamento no extremo da seção está empurrado para noroeste sobre as supracrustais Riacho Gravatá. O transporte das estruturas D3 nesse setor.Piau. compilada de Bittar (1998).Sá (1994). O evento Brasiliano soldou definitivamente as massas continentais que deram origem ao supercontinente Gondwana. D1/D2 e D3. a fase D3 é caracterizada essencialmente pela nucleação de zonas de cisalhamento transcorrente E-W e NE-SW e de empurrões com transporte sudeste e leste. desenvolvem dobras abertas com plano axial vertical e dobras apertadas nas zonas de maior strain e. dando origem a Bacia do Rio do Peixe. diferentemente da Faixa Seridó.9. Hackspacher & Dantas (1997). Dobras reviradas D3. que coloca rochas de alto grau (mesoproterozóicas?) sobre as supracrustais de baixo grau do Grupo Cachoeirinha. é para sudeste. algumas zonas de cisalhamento brasilianas foram reativadas no intervalo entre o Berriasiano e o Barremiano Inferior. num estágio tardio. bem documentada na amêndoa Macacos . a Faixa Piancó-Alto Brígida é uma faixa policíclica Cariris Velhos-Brasiliana ou um terreno composto. porém. com desenvolvimento exclusivo de estruturas D3 e D4. consideram uma sucessão de eventos. esta última correspondente à Faixa Rio Curimataú (figura 4.3c). quando ocorreu a formação de bacias sedimentares e um restrito vulcanismo ligado à fragmentação do Gondwana e à abertura do Oceano Atlântico.7. O metamorfismo D3 é de baixa pressão (em torno de 4 kbar). com domínio de estruturas D2 superpostas por D3. ilustra bem essa evolução. Em ambos os casos. esse leque cisalhante possui uma natureza transpressiva na porção central da FSE e transtrativa na parte sudeste. atingindo a fácies anfibolito alto.8 e a foto 4.9 exibem alguns padrões estruturais relacionados com o evento orogênico Brasiliano. com plano axial mergulhando para sudeste. com transporte para sudeste. Ao contrário. com empurrões dirigidos para WNW. A partir da zona de cisalhamento Serra do Caboclo. O estágio de sinéclise paleozóica está praticamente ausente no território paraibano. entretanto. Essa estruturação e compartimentação são incompatíveis com uma evolução monocíclica. Segundo Françolin (1992). então.3). supõe-se. Observe-se. (1997). a foto 4. aos eventos Cariris Velhos (D1/D2) e Brasiliano (D3). o metamorfismo regional é do tipo BP/AT. que truncam e transpõem as superfícies S2. A foto 4. a formação desta bacia está relacionada a um amplo sistema de . estruturas tipo kink bands. seguido de uma tectônica de escape lateral. A parte nordeste da seção é dominada por rochas estenianas do Complexo Riacho Gravatá. A fase D1/D2. Assim. A seção Santana de MangueiraManaíra (figura 4.

No litoral. reconhece-se a Bacia Pernambuco-Paraíba e o vulcanismo félsico Itapororoca (Ki). relacionadas com eventos tafrogênicos e/ou de desnudação das cadeias precambrianas. O episódio Itapororoca deve ser um evento comparável ao vulcanismo e subvulcanismo da Bacia do Cabo. no intervalo entre o Santoniano e Maastrichtiano. Esta cinemática originou o atual conjunto. ligada à abertura do Oceano Atlântico sul.16). no qual falhas de direção E-W e WNW-ESE representam as falhas sintéticas sinistrais. formado entre 90 e 114 Ma. o subsolo paraibano passou a se comportar como uma plataforma estável. e aquelas de direção NE-SW as falhas antitéticas dextrais. havendo apenas a formação de coberturas continentais interiores e costeiras e a deposição de formações superficiais. A Bacia Pernambuco-Paraíba representa uma sedimentação estuarina e lagunar.falha transtrativo. formado pelas sub-bacias Brejo das Freiras. Após a formação dessa bacia. . Sousa e Pombal e alto de Santa Helena (figura 3. passando a plataformal.

C. Soares TRC N km 0 S km 0 -1 -2 -3 TAM Riacho Santo Antônio TRC a -1 -2 -3 NE km 0 Rio Paraíba Novo Horizonte Riacho Grande SW 0 -1 b -1 -2 -3 -2 -3 LEGENDA Zona de cisalhamento Milonitos de origens diversas Granitóides diversos (580-550 ma) NEOPROTEROZÓICO Muscovita-biotita xistos. Congo TRC S km 0 4 8 TAM B. biotita xistos (Seridó) Biotita xistos. mármores (Surubim-Caroalina) Migmatitos e granitóides sincinemáticos Protólitos antigos Muscovita-biotita gnaisse graníticos muscovita-biotita gnaisse (paragnaisse) (Sillimanita)-granada-biotita xistos e gnaisses Metagrauvacas Ortognaisses granodioríticos. São José do Campestre (TJC) e Rio Capibaribe (TRC) (Brito Neves. 1998) . Alto Moxotó (TAM).NNE TJC TAP Lineamento Patos Remígio SSW Esperança 0 Araras km 4 TJC TAP N Areias Alagoa Grande TAM Z. João Leite Z.Seções ilustrativas da estrutura dos terrenos Alto Pajeú (TAP). Congo Faz.1 .C. Intercalações anfibolíticas e cálcio-silicáticas. MESOPROTEROZÓICO (Cariris Velhos) PALEOPROTEROZÓICO Figura 4. Migmatitos.

.L 2 3 )= L X 3 L X 3 = L B 3 (L 2 0+ 3 ) (b) Currais Novos Picuí L S0/S2 Patos Barra de Santa Rosa Remígio S2 SO Currais Novos Patos Pocinhos Juazeinho Barra S. . Grupo Serido Embasamento Paleoproterozoico Figura 4. . 3. . .. . . . Luzia Patos 3 S0 Norte Remígio 0 50 km = LX L = Pocinhos 1 2 3 4 1+ 2 3 F2 S2 X S3 = L 3 1. . . . . . . . achatamento Empurrão de Pedra Preta-São José do Seridó 650-580 Ma . . NW 1 SE Regime strike-slip Granitos Neoproterozoicos . . . . . . Rosa F2 S2 S1 S3 L2 S. . 3 NW SE Regime sin-colisional Empurrão de Açu NW . . .. . . . . 3 580 .2 .. . 2 (c) NW L Empurrão de Açu .. . transtração 4. 1994) e (c) (Hackspacher & Dantas.. . . . . . . . . .500 Ma . .Estruturas da Faixa Seridó e do limite com o Domínio Transversal (a. . . . . . b) (Jardim de Sá. . . . . . cisalhamento simples transcorrente. . . . . . . . . . . . . 1997) . . . . transpressão. 2. . . . . . . . . . S2 . . . . . . . . . .. . . .Currais Novos (a) S0/S2 S3 L2 B 3 (L 0 3 .

c) seção A-B. a) esboço tectônico. b) dados geotermometria e geobarometria.Padrões estruturais e metamórficos da Faixa Piancó-Alto Brígida. 1998) . (Compilado e modificado de Bittar.11 CO CH O S Piancó NAPPE DE PIANCÓ Itaporanga Amostras/compartimentos tectônicos 10 9 b c b c Faixa Santana dos Garrotes Nappe de Piancó Amêndoas Macacos Piaus e Serra da Pinheiras BO Q UE IR ÃO DO S ZC Santana dos Garrotes 0 5 km 8 P(Kbar) Amêndoa Serra do Mocambo ZC JURU Litótipos não discriminados do TAP Faixa Santana dos Garrotes Santana A da Mangeira 7 6 5 4 3 2 400 ZC Serra do Caboclo c p c b p p ES Amêdoa ND Serra da NA R Pinheira FE O ZC EN RR A TE AD LH TA A RR SE Serra Talhada ZC Amêndoa P) Macacos (TA Piaus Ú JE PA B Manaíra TO AL LEGENDA Faixa PiancóAlto Brígida SIMBOLOGIA ZC Sinistral VI EI RA Grupo Cachoeirinha Formação Santana dos Garrotes Formação Serra do Olho d'Água Complexo Riacho Gravatá Complexo Piancó Litótipos não discriminados do TAP Seção A-B 500 N25ºW S45ºE o T( C) 600 700 800 S45ºE N50ºW N25ºW S50ºE ZC Fernandes Vieira Amêndoa Serra da Pinheira Faixa Santana dos Garrotes Santana da Mangueira Amêndoa Macacos Piaus Terreno Alto Pajeú Manaíra Faixa Santana dos Garrotes (Brasiliana) Granito tipo Conceição Granito tipo Catingueira Grupo Cachoeirinha Formação Serra do Olho d’Água Metagrauvaca Metaconglomerado Complexo Riacho Gravatá Unidade A Unidade B Unidade C Unidade D Unidade E Faixa Riacho Gravatá (Cariris Velhos) Movimento na foliação S2 Movimento na foliação S3 Falha normal F5 Falha transcorrente dextral Falha transcorrente sinistral Formação Santana dos Garrotes Litótipos não discriminados do TAP Figura 4.3 .

zonas de concentração de leucossomas e possíveis seções de baínhas (?). dobrado em mais de um evento. exibindo um Sn +1 de alto grau. de idade desconhecida.Foto 4. Afloramento na estrada Queimadas – Umbuzeiro. .1 – Estruturas sin-migmatíticas da unidade AP!. dobras com charneiras espessadas e flancos rompidos. mostrando bandamento gnáissico Sn.

Observe-se a existência de uma foliação antiga parcialmente anatética (Sn) na parte inferior da foto. . Aflora na estrada Queimadas – Umbuzeiro. a qual é truncada por outra foliação Sn+1. com mobilizados estirados e alguns sigmóides sugestivos de cisalhamento com rejeito à esquerda. M!2c).Foto 4. em transição para um augen gnaisse (granito tipo-S.2 – Muscovita-biotita paragnaisse com porfiroblastos de granada do Complexo Sertânia.

na região da serra da Mandioca. . O sentido do acavalamento do alóctone à direita é para noroeste. associados ao evento contracional D2 (Cariris Velhos). Afloramento na estrada Ingá-Riachão do Bacamarte.Foto 4. com abundantes leucossomas graníticos sintectônicos.3 – Ortognaisses do Complexo AP! transposto por milonito bandado.

sul da estrada Ingá-Riachão do Bacamarte. constituída por sheet de ortognaisse PM!"# penetrando uma superfície de thrust no interior do embasamento AP!. .4 – Expressão morfológica da frente de empurrão da serra da Mandioca.Foto 4.

5 – Metagranitóide Cariris Velhos com desenvolvimento de uma textura augen assimétrica sincontracional. Pedreira na estrada Guarabira-Mari. que documentam o grau metamórfico forte do evento associado. evidenciando um transporte acima do mergulho.Foto 4. . Observe-se a formação de incipientes mobilizados anatéticos. para noroeste.

6 – Metagranitóide de M!2b. . penetrando superfície de cisalhamento S2. Fazenda Bom Sucesso. ao sul de Soledade.Foto 4. do evento Cariris velhos. paralela à planos axiais de dobras D2.

.7 – Bandamento gnáissico S2.Foto 4. do Complexo São Caetano. truncado por milonitos do evento transcorrente S3. em Juarez Távora.

Estrada RemígioAraras.Foto 4. na zona de influência do Lineamneto Patos. . extremamente apertadas em mobilizados migmatíticos do Complexo PPs1.8 – Dobras D3.

Estrada Borborema-Pilões. .Foto 4. em metarritmito da Formação Seridó. na Faixa Curimataú.9 – Kink band D4. gerada em estágio tardio do evento brasiliano.

Segundo Lins (1982) a mineralização é strata-bound associada a uma seqüência de rochas calcissilicáticas. cobre (Cu). rochas ornamentais. controlados por zonas de cisalhamento e granitos brasilianos. estando relacionada com processos de alteração hidrotermal. calcário. Substâncias energéticas: urânio e turfa.5 – Recursos Minerais e Metalogenia Apesar de possuir em seu território um grande elenco de substâncias minerais. Na Paraíba. Os recursos minerais do Estado foram descritos por grupamentos. Segundo Barbosa (1998) a mineralização pertence ao grupo associado a grandes lineamentos. silicificação. A área-tipo é a dos garimpos do distrito de Itajubatiba. Piancó-Alto Brígida e Alto Pajeú.1. a produção mineral do Estado da Paraíba provém principalmente de minerais industriais com ênfase para bentonita. depósitos e jazidas. A listagem dos jazimentos minerais consta no Apêndice I. Substâncias metálicas: tungstênio (scheelita).1. 5. Vale a pena ressaltar que se localizam no Estado da Paraíba as maiores reservas de argila bentonítica e a maior jazida de ilmenita-zirconita em placer do País. berilo. ocorrência. O ouro ocorre associado a sulfetos em zonas de concentração de quartzo e quartzo-granada. actinolita-tremolita xistos.1. . ferro (Fe). compreendendo: Metais nobres: ouro (Au). columbita. água mineral. sendo de potencial “mediano”. os recursos minerais foram classificados em cinco categorias: indício. níquel (Ni). formações ferríferas.1 Jazimentos Minerais 5. garimpo e mina. os quais são principalmente do tipo veio de quartzo-ouro-sulfeto (tipo lode gold). na terminação da Faixa Seridó ao longo do sistema de cisalhamento PatosMalta. Gemas e minerais de pegmatito: caulim. sericitização. carbonatação e serpentinização. água marinha. granada-anfibólio quartzitos (Seqüência Itajubatiba). geradas durante a transcorrência dextral do sistema cisalhante. ilmenita e calcário. a Faixa Seridó é caracterizada por mineralizações em skarns e formações ferríferas das formações Nsq e Nsi. Quanto ao status. Substâncias não-metálicas: bentonita e calcedônia. muscovita. incluindo turmalinização. titânio-zircônio (Ti-Zr). entre ocorrências. argilas. tantalita. chumbo (Pb). quartzo. A fonte dos fluidos hidrotermais está provavelmente relacionada com a presença de intrusões graníticas neoproterozóicas e o controle dos ore shoots foi exercido por dobras D3. fosfato. amianto.1 Metais Nobres 5. turmalina. dentro de uma classificação utilitária. depósito/jazida. Considerando-se o padrão tectono-estratigráfico. pode-se distinguir três faixas auríferas na Paraíba: Seridó.1 Ouro Foram cadastrados 28 depósitos e garimpos de ouro. como será visto no capítulo 6. cloritização. mármores. vermiculita. minerais de lítio.

Considerando o tipo gitológico. correspondentes a 899. No detalhe. totalizando 131. com teor médio de 5. As reservas de minério de titânio (ilmenita e rutilo) dessa jazida são calculadas em 1. 17% de zirconita. equivalentes a 1. 1977).3% de rutilo e 9.611 t de metal contido.2.3. segundo o Anuário Mineral Brasileiro (1997).2. incluindo os campos mineralizados de Boqueirão dos Cochos.1. menos comumente em granitos (garimpo de Mundo Novo). sugerem fortemente uma relação entre o magma granítico shoshonítico desse batólito e a mineralização aurífera (Lima. estando localizados no litoral norte do Estado (município de Mataraca). restringem-se à região de Cachoeira de Minas. municípios de Manaíra-Princesa Isabel. a maior parte da mineralização de ouro e sulfeto foi formada numa faixa de temperao tura entre 350 C-250°C com pressões em torno de 2 kbar. estão situados na Paraíba. Segundo Pedrosa et al.333.7% de outros minerais (Huber. na divisa com o Estado de Pernambuco. sen- . desta forma um processo pós-pico metamórfico.279 t de reserva indicada e 8. 1998). possuindo uma espessura média de 30 a 40 metros. A espessura dos sedimentos mineralizados pode alcançar até 60 metros.1. inclui vários pequenos depósitos encaixados em uma seqüência metavulcano-sedimentar do Complexo São Caetano. todas alvo de garimpagem intermitente (figura 5.2 Tungstênio (Scheelita) A Província Scheelitífera do Nordeste ou do Seridó está situada no Domínio Rio Grande do Norte.1. Barbosa (1998) estima para este distrito um índice de gitologia quantitativa IGQ=55.1). A mineralização é do tipo scheelita em skarn. O distrito aurífero de Cachoeira de Minas compreende filões de quartzo-ouro-sulfetos encaixados em metavulcânicas e metassedimentos do Complexo Riacho Gravatá (unidades A e E). O distrito aurífero de Itapetim. 5. Essa estrutura conduziu fluidos de H2O-CO2 de baixa salinidade. sendo. os quais são controlados pela zona de cisalhamento de Itapetim. (1989. As reservas oficiais de ouro do Estado da Paraíba. Silva et al. São conhecidas 15 ocorrências. com teor médio de 6g/t. o teor médio de minerais pesados é de 3. A mineralização ocorre como níveis de minerais pesados intercalados em sedimentos arenosos. Rio Piranhas e Granjeiro.932 t de reserva medida.3 % a 5%. de filões quartzo-auríferos relacionados a grandes lineamentos (índice FGQP). in Barbosa 1998) quantificaram nos garimpos de Farias. associado à transcorrência.1 Titânio/Zircônio Os jazimentos de titânio – zircônio aparecem em placers ricos em ilmenita e zirconita. Estudos de suscetibilidade magnética do granito de Teixeira e do ambiente tectônico envolvente do batólito.381 t de minério.5 g/t. garimpos e ocorrências. foto 5. compreendendo 74% de ilmenita. a qual possui características paragenética e isotópica sugestivas de uma origem por fluidos relacionados a magmas graníticos. Segundo os autores. apenas os garimpos da parte leste da faixa mineralizada. 1999). entre depósitos.527 kg de ouro contido. sendo um dos distritos auríferos mais promissores da Paraíba. ainda que os baixos valores de 18 δ O das inclusões fluidas sejam compatíveis com os de água meteórica de um sistema hidrotermal. às quais podem ser acrescidas 69. repousando sobre os sedimentos arenoargilosos do Grupo Barreiras.419 t. Ourives e Horácio uma reserva de 242.2 e foto 5. setores Catolé e Gurguéia. As reservas de zircônio associadas são de 328.A Faixa Piancó-Alto Brígida é a mais importante faixa aurífera da Província Borborema. responsáveis pela mineralização (Coutinho & Alderton. os quais são aparentemente controlados por zonas de cisalhamento transtracionais D3. Apesar de ser um dos mais favoráveis distritos auríferos do Nordeste. incluindo a Faixa Seridó e frações dos terrenos São José do Campestre.2 Substâncias Metálicas 5. 2.565. (1978). e a existência de depósitos e garimpos ativos (índice FM).1. Covico. onde foram cadastrados 326 jazimentos.982 t de reserva inferida. os filões mineralizados ocorrem na forma de megaboudins ou megarods de quartzo alongados segundo um Lx de baixo ângulo. 5. foto 5.183 t. Cachoeira de Minas e outras ocorrências dispersas.

Granitos neoproterozóicos especializados são as prováveis fontes dos fluidos ricos em W. (1994).3 Outras Substâncias Metálicas Indícios de terras raras encontrados no depósito uranífero de Espinharas são aqui considerados importantes na análise metalogenética da Paraíba. excluindo-se a forte anomalia negativa de Eu do exemplo saudita (figura 5. a coluna I é aquela que mais se aproxima das paragêneses do Seridó. Essas ocorrências localizam-se nos terrenos Rio Piranhas. (2) vesuvianitagranada-(epidoto?).1). posterior- mente.650°C e pressão fluida inferior a 3kbar. skarn a clinopiroxênio-granada. São José do Campestre e Alto Moxotó. Segundo Salim et al. F. por efeito metassomático em duas etapas. Arábia Saudita. segundo Beurlen & Busch (1982). embora haja muitas variações entre os inúmeros jazimentos. a metamáficas das formações Jucurutu e Serra dos Quintos. psilomelano. Grossi Sad & Dutra (1989) observaram teores de terras raras que são comparáveis aos do stock granítico albitizado de Ghurayyah. pirolusita e quartzo. Sua particularidade são os teores elevados de TiO2 (0. os skarns se formaram no contato dos gnaisses com os calcários. grünnerita e quartzo. as quais devem ser prospectadas como fonte futura desses elementos. Nessas rochas. magnetita. (3) epidoto-tremolitaclorita-quartzo-calcita. Cu. skarn a granada e mármore. os níveis ferríferos estão associados a rochas básicas e têm como paragênese hematita. segundo os autores. No primeiro tipo. Na região de Queimadas foram cadastradas três ocorrências (816. menos comumente. enquanto que os ore shoots de scheelita são controlados por dobras e zonas de cisalhamento D3. Considerando-se a importância atual dos chamados metais de alta tecnologia. Currais Novos (RN). o terceiro tem apenas uma ocorrência cadastrada na região de Junco do Seridó. com uma associação de óxido de ferro e seixos de quartzo angulosos. a scheelita cristalizou inicialmente num estágio pré ou cedometamórfico e. 5. São descritos também skarns formados por metassomatismo a Ca-Al de metavulcânicas máficas. Os skarns estão associados aos calcários cristalinos e. As ocorrências de ferro (28 ocorrências cadastradas) são representativas de três tipos de jazimentos. item 5. apresentam a seguinte sucessão paragenética: (1) diopsídio + plagioclásio. A mineralização de scheelita está relacionada à alteração desses skarns. A coluna da mina Brejuí. que podem ser também os responsáveis pela mineralização pegmatítica e aurífera da Faixa Seridó.1. 817 e 818) de ferro-titânio associadas a rochas máficas do Complexo Sumé. (1994). é considerada padrão para a Província.2). o ferro está associado a manganês (região de Juru e Princesa Isabel) constituindo níveis na seqüência metavulcano-sedimentar do Complexo Riacho Gravatá. no segundo. inferindo-se temperaturas entre 450°. Mo. No depósito de Espinharas. O depósito uranífero de Espinharas e várias ocorrências de U da Paraíba estão associadas a um evento de geração de aplogranitos e albititos metassomáticos associados.2. skarn a anfibólio. Segundo Salim et al.55%) e V2O5 (0.43%) que a distingue dos itabiritos clássicos. provavelmente de idade tardipaleoproterozóica e mesoproterozóica (v. as quais. Essas paragêneses se formaram sob condições redutoras no final da orogênese brasiliana. uma de formação dos skarns primários e outra de alteração desses skarns. Pb e Au.3). O diagrama mostra que o sistema é muito mais sensível às variações de Ca de que do O2 e. como é o caso do diagrama µCa-µO2 a P e T constantes (figura 5. essas ocorrências de U são aqui consideradas também como ocorrências de terras raras. por recristalização e remobilização tardimetamórfica. skarn a clinopiroxênio. Bi. representada por blocos lateríticos de tamanhos variados.do controlada estratigráfica e estruturalmente.2. Os skarns primários desenvolveram uma zonação mineralógica em que se sucedem gnaisses. com aspecto bandado e a associação mineralógica formada por hematita. . a evolução do sistema primário dos skarns pode ser analisada a partir de variações do potencial químico de elementos considerados perfeitamente móveis.

pentlandita e nicolita. Barra de Santa Rosa e CB-62 e o depósito de Espinharas (figura 5. onde minerais do grupo das garnieritas ocorrem preenchendo fraturas. chegando a atingir até 11. As concentrações niquelíferas ocorrem principalmente na forma secundária. haja vista que foi observado um decréscimo de teor de U3O8 com a profundidade na área pesquisada.1 Urânio As ocorrências de urânio da Paraíba situam-se em metassomatitos de protólitos arqueano-paleoproterozóicos e paleoproterozóicos dos terrenos Rio Piranhas. supostamente um S2. Considerando-se o caráter discordante dos diques em relação ao bandamento gnáissico. As mineralizações de chumbo. A turfa é. apresenta fragmentos de madeira e troncos de árvore. ocorrem na forma de filões de quartzo com galena e estão relacionadas a hidrotermalismo em zonas de cisalhamento cortando a Formação Santana dos Garrotes.1. o Ni encontra-se na estrutura dos silicatos e óxidos. de cor castanha. com poder calorífico superior em base seca (PCSBS) variando de 3. As reservas do depósito de Espinharas foram calculadas em 10. distinguindo-se diferentes tipos de minério.944 t. um enriquecimento supergênico no minério.3 Substâncias Energéticas 5.bmesoproterozóico. Cajá.4) (Santos & Anacleto.As mineralizações cupríferas cadastradas (8) ocorrem como filões de quartzo atravessando seqüências metavulcano-sedimentares. e 4) anfibolito mineralizado (protólito: anfibolito).1. Pilões. Segundo este autor. 5. uma rede anastomosada de diques de aplogranito (aplítico e pegmatítico) seria a responsável pelo metassomatismo sódico associado com a mineralização. quando esse teor se situa entre 40% e 70%. encaixado em rochas do Complexo Caicó (figura 5. Pelas descrições dos autores. impura ou argilosa. também. saturada em água. rochas calcissilicáticas (formações Serra dos Quintos e Seridó) e rochas anfibolíticas em formas multivenuladas (filoniana). A mineralização uranífera está relacionada com processos de dessilicificação. 2) albitito bandado (protólito: granito gnaisse).2% de Ni (Farina. embora não se possa descartar a possibilidade de uma relação com o plutonismo granítico brasiliano. Suspeita-se que ocorreu. Além do enriquecimento em P. em número de quatro. sugerindo a existência de granitos especializados ainda não devidamente caracterizados nessa região. cujas reservas e características são apresentadas no quadro 5. As reservas explotáveis das turfeiras de Cravaçu e Tavares-Tanques totalizam 493. esse magmatismo pode ser anorogênico tardipaleoproterozóico . O depósito de Espinharas é formado por um complexo metassomático mineralizado em U. observando-se pequenas quantidades de pirrotita. fibrosa.3. com teores de cinzas de 15% a 40% e argilo-turfosa. São José do Campestre e Alto Moxotó.3. normalmente.219 cal/g e teor de cinzas de 28% e 23%.2 Turfa Foram identificadas duas faixas de turfa no vale do rio Mamanguape. 3) gnaisse mineralizado/albitizado (protólito: biotita-anfibólio gnaisse). A ocorrência de níquel de Catingueira (N° 725) está associada a dunitos e peridotitos serpentinizados. ocasionalmente. neste terreno de idade transamazônica. Com relação ao conteúdo de argilominerais. O mineral minério é representado pela calcopirita e malaquita normalmente em paragênese com pirita e quartzo.1% a 0. mas a intrusiva principal e a idade da intrusão são desconhecidas.1. que apresentam teores variando de 0. 1969). 1989). .5% de Ni.3). esponjosa. existe também um enriquecimento em terras raras (Grossi Sad & Dutra.000 t de U3O8.1.749 cal/g e 4. São conhecidas as ocorrências de Pocinhos. 5. 1985). elas podem ser divididas em turfa quase pura. com visíveis restos vegetais e. hematitização e albitização desses protólitos. de acordo com o protólito alterado: 1) albitito maciço (protólito: aplogranito). com teores de cinza entre 10% e 15%.

pode ser utilizado em na indústria de papel. desde pedras preciosas (água marinha. o estudo litoquímico do K-feldspato e da muscovita. uma segunda com minerais de Be e Ta-Nb (berilo. que apresentam continuidade em todo o corpo. Ferreira.1 Caulim Foram cadastradas 14 ocorrências e/ou depósitos de caulim associados a pegmatitos.1. Sua qualificação industrial é considerada boa. Os pegmatitos são intrusões neoproterozóicas tardias.22%.respectivamente.. Ainda nesta última classe está incluso o caulim. que afloram no interior da província pegmatítica.4. minerais metálicos (tantalita. ultimamente os pegmatitos dessa área têm sido explotados principalmente para caulim. e mistos. turmalina. tantalita e columbita) e uma terceira com água marinha. O seu beneficiamento consta de fases de peneiramento.5 Substâncias Não-Metálicas (Rochas e Minerais Industriais) 5. em comparação com similares conhecidas no mundo.4). 1981. decantação e secagem em forno a lenha. Lima et al. Os demais minerais de pegmatito (mica. Segundo Caldasso (1965) os depósitos de bentonita são formados essencialmente por camadas com mais ou menos 10m de espessura de argilas de cores verde. nas regiões de Boa Vista e Cubati (PB). Silva (1995) classificou a Província Pegmatítica da Borborema como medianamente mineralizada. Um zoneamento mineralógico é observado na província pegmatítica como um todo (Cunha & Silva. 5. Tendo sido intensamente lavrados nas décadas de 40 e 50. etc).1980. feldspato e quartzo) são comuns a todas as zonas.1. a colocação dos pegmatitos está relacionada a mecanismos de transtração associados a zonas de cisalhamento transcorrentes dextrais (figura 5. Quando isento de haloisita. Gopinath & Muniz e Silva (1990) interpretam a formação deste bem mineral através de processos de alteração dos pegmatitos durante os últimos estágios de sua consolidação (deutéricos). No distrito de Junco do Seridó. quanto na agricultura. Juazeirinho e Pedra Lavrada. cerâmica branca e cargas industriais. menos comumente. roxa e creme.4 Gemas e Minerais de Pegmatito A Província Pegmatítica do Nordeste está implantada na Faixa Seridó. o principal pólo produtor. homogêneos. normalmente. Magmatismo Macau). ambligonita e feldspato). no condicionamento e fertilização de solos. De acordo com Jardim de Sá (1994) e (1999). tanto para uso energético. espodumênio. através de trabalhos subterrâneos. 1997): uma zona com minerais de Li (espodumênio e ambligonita) e Sn (cassiterita). feldspato. produto de alteração dos feldspatos dos pegmatitos. columbita e cassiterita) e minerais industriais (quartzo. 5. A lavra do caulim é feita por meios manuais a céu aberto e. prestando-se para o uso na induústria refratários. quando as zonas com associação de minerais característicos são bem definidas. micas. água marinha e turmalina azul (foto 5.1. com nível de pequena espessura de arenitos finos . e definiu como importante ferramenta para o seu potencial metalogenético e grau de diferenciação dos pegmatitos.5. o caulim é explotado nos pegmatitos que.5).1 Bentonita e Calcedônia As ocorrências e minas de bentonita estão relacionadas às rochas vulcanoclásticas e basaltos paleógeno-neógenos da Formação Campos Novos (ENcn) e da Associação Basáltica Boa Vista (ENβ. berilo. com pequenas representações em outros segmentos tectônicos do Domínio Rio Grande do Norte. As características geológicas e físico-químicas indicam a viabilidade econômica dos depósitos. que raramente ultrapassa 0. 5. dada ao baixo teor de Fe2O3. quando existem zonas mais ou menos definidas. Os pegmatitos podem ser: heterogêneos. quando estas zonas não são bem definidas. cujas fontes são provavelmente os ilmenita granitos da suíte Nγ3d.1. localizados nos municípios de Junco do Seridó. Entre os minerais de pegmatito estão inclusas várias classes. estão encaixados nos muscovita quartzitos da Formação Equador e em micaxistos da Formação Seridó.

Conde e João Pessoa. Em geral ocorrem níveis de calcedônia ou sílex. louças sanitárias. principalmente. na base (foto 5. ocasionalmente. atingindo até 5m ao longo de uma extensão de aproximadamente 100m.4 Calcários Sedimentar e Cristalino O calcário é uma das substâncias de maior importância para o Estado. De acordo com Lima et al. Possuem cores claras variadas. fósseis de gastrópodes. Foram catalogados 135 jazimentos de calcário cristalino. considerando-se as escavações existentes. associados a pegmatitos que estão encaixados em biotititos e rochas ultramáficas da Formação Serra dos Quintos.717t e inferida de 513. sendo correlacionado ao horizonte fosfático de Olinda-Paulista-PE. próximo a interface marinha/continental. Os calcários cristalinos/mármores são encontrados nas seqüências metassedimentares e metavulcano-sedimentares de idades paleo.6).3 Argilas Comuns e Plásticas A produção de argila da Paraíba destina-se.640.5. indicada de 4. 5. isolantes elétricos.608t. existem dois horizontes mineralizados. com aporte de terrígenos grosseiros e finos. Os tipos mais impuros ocorrem nas proximidades de lentes de skarns. com madeira silicificada e.2 Vermiculita A mina de vermiculita cadastrada (n° 359) está localizada no município de Santa Luzia (foto 5. depósitos e garimpos.714. Foram cadastrados 34 garimpos e depósitos. Reserva Indicada: 300. resultante da ação de fluidos pegmatíticos sobre as rochas ultramáficas. um primário e o outro secundário. ocorrendo sob a forma de lentes de possanças variáveis.929t. Timbaúba e Campinhos.5.977t e uma produção de 145. Os bolsões apresentam espessuras variáveis. 1981). à cerâmica vermelha.5. Reserva Inferida: 115. segundo o Anuário Mineral Brasileiro (1997). 5.207t. A vermiculita ocorre como finas palhetas no seio dos bolsões. 5.1.5). O primeiro está posicionado na base da Formação Gramame. principalmente ao sul do rio Mamanguape até o limite com o Estado de Pernambuco.argilosos ou sílticos.1. Segundo Fonseca Neto (1979). (1980) as argilas bentoníticas das ocorrências das fazendas Campos Novos. 22m e 8metros. Das ocorrências cadastradas 135 são de calcário cristalino/mármore e 22 de calcário sedimentar. etc.489t (medida) e 510.000t (indicada).359t de argila bentonítica. algumas delas com extensão superior a 1 km e centenas de metros de espessura (foto 5. Reconhecem-se os setores Miriri e Conde-Alhandra. meso e neoproterozóica. São calcários fossilíferos de granulometria fina. de idade Maastrichtiana. localizados respectivamente a norte e a sul de João Pessoa (CPRM. 5. à exceção de alguns depósitos de caulim na região de Alhandra (sul de João Pessoa). atingem espessuras da ordem de 6. coloração creme. O Anuário Mineral Brasileiro (1997) apresenta as seguintes reservas para este bem mineral: Reserva Medida: 1.752t.6). ao longo das aluviões dos principais rios e riachos da rede hidrográfica do Estado e principalmente próximos a grandes centros consumidores. cinza escura na superfície e apresentam intercalações margosas. O minério ocorre em bolsões concordantes. a camada fosfática da base da Formação Gramame foi depositada em ambiente de plataforma continental interna e muito rasa.5. sendo representados por camadas suborizontais da Formação Gramame.611.5 Fosforita As seis ocorrências de fosforita cadastradas estão localizadas na faixa litorânea do Estado. que podem chegar até cinza escura. O segundo situa-se no topo da superfície de . As reservas de argilas no Estado da Paraíba.241. No Setor Miriri. na região de Cubati. utilizados nas indústrias de azulejos. são de 6.7).1. respectivamente (figura 5. Os calcários sedimentares têm sua área de ocorrência restrita à faixa litorânea de Alhandra.1. incluindo minas. Caaporã. granulometria variando de fina a grossa e composição química desde calcítica até magnesiana. O Anuário Mineral Brasileiro (1997) cita para este bem mineral as seguintes reservas: medida de 19. distribuídos em quase todos os municípios do Estado.

Como a ilmenita e a zirconita. Todas as ocorrências de barita cadastradas (em número de 24) estão situadas ao norte do Lineamento Patos. Não existe registro de cianita nos metassedimentos peraluminosos dos terrenos Terreno Alto Pajeú e Terreno Alto Moxotó. mesmo que em pequena proporção. podendo alcançar em alguns locais 50 m. com um teor médio de 6. metaconglomerados. Algumas ocorrências na região de Patos são explotadas para uso cerâmico.5. capazes de receber polimento. em alguns locais. sendo oriunda da erosão do embasamento precambriano que aflora a oeste. O teor varia de 5% a 10% de P2O5. Ocorrências de filito na Paraíba são abundantes no Grupo Cachoeirinha. As reservas estimadas para este setor são da ordem de 100 milhões de toneladas de minério. etc). atingir 20% de P2O5. monzogranito. etc) onde ocorre a maior demanda e produção. Outra substância mineral importante na Paraíba é a pedra britada.5% de P2O5.20 m e um teor médio acima de 10% de P2O5. gabros.erosão pré-Barreiras. etc e rochas sem nenhuma afinidade com os granitos (brechas tectônicas.5.1. que é explotada em muitas pedreiras no agreste e sertão do Estado. A reserva inferida para este setor foi de 80 milhões de toneladas de minério com o teor médio de 6. Da mesma forma. Foram cadastradas 29 ocorrências.1. que formam lentes ou bolsões de espessura variada. que têm como hospedeiras rochas calcissilicáticas. no município de Santa Rita. Concentrações de apatita aparecem em quatro localidades. álcali-granito. milonitos. No Setor Conde-Alhandra a camada de fosfato primário estende-se por 20 km no sentido norte-sul. onde são lavrados os granitos filonianos da Suíte Sucuru (foto 5. aflorando na Bacia Pernambuco-Paraíba apresentam propriedades para uso cerâmico.88% e o capeamento com espessura média de 30m.8). estão incluídas apenas as rochas não calcárias. são considerados como granitos ornamentais pela indústria da construção civil todas as rochas graníticas (propriamente ditas) tais como granito. ocorrências de folhelho. 5. O mineral-minério. dentre as quais algumas estão em desenvolvimento de pesquisa e outras no estágio de lavra. sendo materiais fontes os ortognaisses e migmatitos das unidades APγ e PMγ. O minério é lavrado in natura. monzonito. já que os mármores foram cadastrados como calcários cristalinos. na Faixa Seridó. sendo a região entre João Pessoa e Campina Grande (pedreiras Café do Vento. 5. que tem sido sugerido pelas paragêneses retroeclogíticas do limite Terreno Alto Pajeú-Terreno Alto Moxotó.7 Água Mineral Segundo dados do Departamento Nacional da Produção Mineral os aqüíferos livres do Grupo Barreiras.5. sendo testemunho de um episódio metamórfico de média a alta pressão. mas certamente ela ocorre. A apatita ocorre disseminada em rochas de composição quartzo-feldspática. que constitui a unidade litoestratigráfica neoproterozóica da Faixa Piancó-Alto Brígida. O principal pólo produtor de granito da Paraíba é o de Sumé. 5.6 Rochas Ornamentais Nesta categoria.1. constituindo um campo filoniano na região de Ouro Branco e São José do Sabugi (PB). são explotados em três locais e a água possui padrões de água mineral. resultante do retrabalhamento e concentração mecânica ou residual do fosfato primário. Sobrado. a cianita constitui uma fração pesada dos sedimentos eólicos. basaltos. apresentando uma espessura de 1. A espessura varia de 2 m a 3 m. encaixadas concordantemente em ortognaisses do Complexo Sumé (norte da cidade de Sumé). Essas pedreiras são minas em atividade ou paralisadas. na faixa litorânea da Paraíba. segundo . Ocorrem associadas a veios irregulares de quartzo e magnetita. podendo. sendo aproveitada como subproduto dessas substâncias. Desta forma.8 Outras Substâncias Não-Metálicas A cianita ocorre associada a ilmenita e zirconita nas dunas do depósito de Mataraca.

onde a fluorita ocorre em paragênese com calcedônia. seja em termos de produção atual e histórica. a concentração de apatita está relacionada ao desenvolvimento máximo da fase feldspática. estão associadas a um metalotecto estrutural. estrutural. As características dessas áreas são apresentadas na margem esquerda da carta. K e SiO2. Fernandes Vieira e JuruBelém. Va. o que permite seu uso para fins metalúrgico e cerâmico. localizadas ao norte do Lineamento Patos. Vc. Além disso. tendo sido explotadas apenas para uso como carga (inerte) para inseticida. de 54. foi considerada uma compatibilização desse tipo de classificação com os metalotectos regionais. caracterizado por dobras e zonas de transtração D3. com teores de sílica em torno de 1. do tipo antofilítico. de fibras curtas. As ocorrências de talco geralmente possuem alto teor em ferro. Vd e Ve ) de moderada à baixa potencialidade e as áreas Vb (Cachoeira de Minas) e Vf (Itapetim). cortando calcários cristalinos magnesianos. Pires & Pereira (1986) citam uma reserva modesta. no domínio da Formação Seridó. Destaca-se no presente capítulo apenas alguns tópicos das áreas potenciais julgadas mais relevantes. Foram demarcadas cinco áreas previsionais (IV. sendo consideradas as de maior potencialidade do Estado. A ocorrência de Serra Redonda (N° 381) está associada a hidrotermalismo em zona de cisalhamento nas supracrustais da Formação Seridó. Os teores de CaF2 na fluorita são variáveis entre 94. Segundo os autores. 5. A maioria das ocorrências de amianto (27) e talco (6) tem como hospedeiras as rochas ultramáficas do Complexo Caicó e Grupo Seridó (Formação Serra dos Quintos).9% (Lima et al. considerandose a grande concentração de jazimentos minerais. e o segundo. Existem também mineralizações de fluorita associadas aos skarns scheelitíferos. (1952) e Beurlen (1965). escapolita. litológico. O depósito de Salgadinho (mina paralisada) é formado por veios múltiplos e delgados de quartzo com fluorita. Para esse bem mineral foram demar- .3% e 98. e está situada nas proximidades da mina de Mataraca. onde se situam o depósito de Salgadinho e a ocorrência de Serra Redonda. Serra do Caboclo.. F e Cl. vermiculita e calcita. São Caetano. As mineralizações de fluorita estão localizadas na Faixa Seridó. é a flúorapatita e a paragênese compreende rodonita. granada. representado por zonas de cisalhamentos transcorrentes. Riacho Gravatá e ortognaisses migmatizados do Paleo e Mesoproterozóico. Entretanto. titanita. com Ti. cartografados no Estado da Paraíba. representado por skarns e filões de quartzo do Seridó e terrenos contíguos.Melo Jr. as ocorrências estão associadas às rochas ultramáficas dos complexos Sertânia. de moderada a alta potencialidade. sendo considerada de moderada a alta potencialidade. cuja potencialidade foi classificada em duas categorias: moderada à alta e moderada à baixa. A área previsional de titâniozircônio (metálicos) e cianita (mineral industrial) (XX) é representada por sedimentos de dunas e placers marinhos de idade cenozóica. calcita e calcedônia.2 Metalogenia Previsional A carta metalogenética-previsional do Estado da Paraíba (anexo) expressa também as áreas potenciais de recursos minerais. diopsídio. 1980).146 t de CaF2 para este depósito. a maioria das áreas foi selecionada para mais de uma classe de substâncias. As áreas potenciais foram individualizadas para as mesmas classes de substâncias minerais agrupadas no capítulo anterior.41% e 1. sobretudo na Faixa Seridó. sendo posterior à formação das rochas hospedeiras ricas em P2O5.71%. microclina. As ocorrências e/ou depósitos de ouro. Boqueirão dos Cochos. visando futuras pesquisas para descoberta de novos depósitos ou a ampliação das atuais reservas. selecionadas com base nos controles das diversas mineralizações detectadas. sendo as mais importantes as de Patos. Ao sul desse lineamento. seja pela sua potencialidade prospectiva. As mineralizações de tungstênio apresentam dois tipos de metalotectos: o primeiro. As ocorrências de amianto são de pequeno porte.

As áreas potenciais para gemas e minerais de pegmatito são aquelas da Província Pegmatítica do Seridó. 1985) na Paraíba também podem ser sugeridas como prospectáveis para terras raras. verbal) implica em possíveis depósitos subaflorantes. da Faixa Curimataú e do TAP. sendo uma (XIV) com potencialidade moderada a alta. As áreas XXI e XXIII foram indicadas respectivamente. VIIIc. possui características idênticas à anterior sendo de potencialidade moderada a baixa pela inexistência de depósitos comerciais até o presente. ou mesmo a inexistência dos mesmos e a ocorrência de grandes matacões que facilitam a explotação deste bem mineral. na região de Cubati. que tem grande parte de sua zona de ocorrência recoberta pelos sedimentos areno-argilosos do Grupo Barreiras. cujas cúpulas aparecem em uma área em torno de Nova Palmeira e ao feixe de zonas de cisalhamento (a maioria não representada). associados a depósitos fosfáticos. Além da existência de mineração ativa nessa área. gnaisses. Temse ainda jazimentos calcários. metaconglomerados. pela Bacia do Rio do Peixe e pela Bacia Pernambuco/Paraíba com a sua cobertura (Grupo Barreiras). O Estado da Paraíba tem seu potencial para água subterrânea representado pelos aqüíferos fissurados nos terrenos cristalinos que compõem mais de 80% de seu território e aqüíferos livres e confinados associados às rochas sedimentares representadas. IXa e IXb). que ocorrem na base desta formação. em torno dos depósitos de bentonita da região de Boa Vista. Os jazimentos de calcários / mármores distribuem-se em diversos complexos proterozóicos. que lhes serviram de conduto. acrescenta-se ainda o clima semiárido da região. tendo sido demarcadas sete áreas de potencialidade moderada a alta e duas áreas de potencialidade moderada à baixa para esse bem mineral. principalmente. VIIIb. A área XI. Foram demarcadas duas áreas previsionais para bentonita. Apesar das informações sobre terras raras serem muito precárias. tais como: granitos. representados pelos calcários da Formação Gramame (Bacia Pernambuco/Paraíba). Patos e Afogados da Ingazeira controlam os campos pegmatíticos. quartzitos. de idade cretácica. que se distribui no domínio transtracional da Faixa Seridó. A mineralização pegmatítica está relacionada ao trend de granitos Nγ1d. As áreas previsionais para estes bens minerais (XXIa e XXIb) têm como metalotectos os granitóides neoproterozóicos em forma de batólitos e diques. migmatitos.cadas as áreas (VIIIa. inf. são recomendáveis pesquisas nessas áreas. que propicia solos e mantos de alteração com pequena espessura. em virtude da importância desse grupo de elementos que fazem parte dos metais de alta tecnologia. O guia prospectivo das fraturas extensionais associadas à transcorrência pode auxiliar na pesquisa de novos depósitos. que refletem sua alta potencialidade para explotação de rochas ornamentais. As anomalias radiotivas detectadas pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (Santos & Anacleto. Remígio-Pocinhos. etc. algumas das quais são coincidentes com outros bens minerais. para U-terras raras e calcário cristalino/mármore-ferro. a descoberta recente de depósitos abaixo do derrame de basalto principal (Rogério Vidal. em virtude da ocorrência de albititos e aplogranitos. As zonas de cisalhamento Picuí-João Câmara. Associado à grande variedade de rochas potencialmente ornamentais. . Grande parte do subsolo paraibano é constituído por diferentes tipos de rochas magmáticas e metamórficas.

por vezes grafitoso. 1998). quartzito e raro calcário cristalino MESOPROTEROZÓICO Mrg Complexo Riacho Gravatá: muscovita quartzito. filito.7º33’30” Noa Rc h. metavulcânica básica e metarenito Biotita-muscovita ortognaisse M Garimpo paralisado com indicação do número da listagem no anexo II Garimpo em atividade com indicação do número da listagen do anexo II Drenagem 12 Figura 5. Juru-B elém atá ra v h. quartzomuscovita xisto. calcário cristalino. . muscovita xisto. metavulcânicas básica. metagrauvaca.C.1 . G Rc N Mrg 979 980 981 984 985 989 982 983 987 988 986 M 990 N 7º41’00” 38º09’00” NEOPROTEROZÓICO 38º00’00” Contato Falha transcorrente sinistral Zona de cisalhamento contracional Zona de cisalhamento transcorrente dextral Fotolineamentos Dique de sienito 01 N Noa Granitos a granodioritos grosseiros a porfiríticos Formação Serra do Olho d’Água: metaconglomerado polimíctico. ácida e intermediária. Br us ca 977 s 978 976 Z.Mapa geológico do distrito aurífero Cachoeira de Minas (modificado de Barbosa.

2 .O 2 a P e T constantes do sistema de skarns primários e sua aplicação à coluna Brejuí (seg. [Hb] -Metaestáveis: [Di].. Hb b [Hd] . 1994) . in Salim et al.(Bi) I An Hd Hb (Hd) Hb + An Bi (Bi) Hb c An G + r Hd PONTOS INVARIANTES: -Estáveis: [Gr]. [Bi] FASES EM EXCESSO: -Quartzo e H2O -Perfeitamente móveis: O2 e Ca C II Fe* = Fe2+ Ca Gr Hd An Al Ca An O2 An b a [Gr] Bi Hb . An [Hb] Gr Hd III Bi Hb Fe* a An Bi . .Topologia final do diagrama Ca. Hd PARAGÊNESES I Ca An+G Gr+Hd d c b Ca II An+Gr Gr+Hd An + Hd c An Bi Hd Gr DIAGRAMA TERCIÁRIO Hd +G b E SUA PROJEÇÃO Bi r (An) Gr Gr +A Gr Bi Hd An n Hd a c An + Hd An + Hb III b Ca An+Gr Gr+Hd c Gr Hd +Bi b + Bi An + Bi Hb a +Bi Bi Hb An Gr (Fe*) (Al) Bi +Hd An + Bi a Hb +Bi Gr Bi Hb An (Fe*) (Al) . Salim 1993.[Bi] (An) (Bi) An (Al) Hb a An + Bi +Bi Bi Hb (Fe*) Figura 5.

Arábia Saudita (seg.000 1.Padrão de terras raras normalizados para o condrito do depósito uranífero de Espinharas. 1989) . comparado ao depósito de terras raras de Ghurayyah.000 1.3 .000 500 rocha/condrito (ppm) 400 A Albitito 200 100 50 B Albitito 100 50 10 5 Granito gnaisse 10 5 La 2.000 C Ce Pr Nd Sm Eu Gd Tb Dy Ho Er Tm Yb Lu 1 La Ce Pr Nd Aplogranito Eu Sm Tb Dy Ho Er Tm Yb Lu Albitito rocha/condrito (ppm) 100 Granito 10 5 La Ce Pr Nd Sm Eu Gd Tb Dy Ho Er Tm Yb Lu Figura 5. Grossi Sad & Dutra.2.

4 .25 m ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ + + ~ + + ~~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ 273.10 m LEGENDA + + + APLOGRANITO GRANITO .N E-55 E-53 E-52 E-56 E-57 E-59 E-65 + + ++ v v S ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~~ ~ ~ ~ + + ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~+ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ v v v v v v + + v v + + + + v v v v + v v v v + + v ~ ~ v + v v + ~ ~ v v v + ~ ~ v v v v v ~ v ~ v~ v ~ v v ~ v v v ~ ~ ~ ~ + + v v v v + v ~ v ~ ~ ~ v v v ~v v ~ ~ ~ ~ ~ v v v v v v v ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ v v v ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ v v v v ~ ~ ~ ~ v vv ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ + + + ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ 169.95 m ~ ~ ~ 197.60 m ~ ~ ~ 0 60 40 80 100 m 20 288.GNAISSE v vv ANFIBOLITO ~ ~ ~~ ANFIBÓLIO-BIOTITA GNAISSE CONTATO LITOLÓGICO ROCHA MINERALIZADA FURO DE SONDA COM INDICAÇÃO DA PROFUNDIDADE Figura 5.Seção geológica da mineralização uranífera de Espinharas (modificado de Santos & Anacleto.15 m v v ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ 242.00 m v v v + v + + m 290.15 ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ 189. 1985) .

.5 .Modelo de controle dos pegmatitos da Faixa Seridó (Araújo et al. 1999) N S2+S3 S3/C3 S3/C3 Pegmatito Pegmatito heterogêneo .Pegmatito homogêneo Pegmatito homogêneo Figura 5.

6 .2 km Basalto Furo de trado Conglomerado Arenito ++ + Embasamento Bentonita Figura 5. 1997) .2 km km N Corte Geológico Seção 2 área: Campos Novos + + + + + + + + + + + + E + + + + + + + + + + + + + + + + km 0 V 0.Seções geológicas do depósito de bentonita de Cubati (Gopinath & Silva.m 620 615 + + 610 605 600 595 590 585 S (a) Perfil na direção NS 0 m 620 615 610 605 600 595 590 585 580 w (b) Perfil na direção EW Capeamento (solo) V V v v v Corte Geológico Seção 11 área: Campos Novos + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + V V V V V V V V V VV + + + + 0.

2 35.90 46.749 3.210 PCSBS* (cal/g) 3.5 1235. (m) 0.144 2.57 40.330 2.46 1.3 85.27 0.1 – Reserva de turfa do vale do rio Mamanguape (PB) Área Turfeira CravaçuCaranguejeira Boa VistaPindobal Brejinho de Cima-Jaraguá Tavares-Tanques Reserva Medida Indicada Medida Indicada Medida Indicada Medida (10 m ) 268.215 Cinzas (%) 28.16 1.880 33.650 817.5 508.348.59 23.27 0.10 0.0 125.810 21.35 55.0706 3.5 459.636 1.61 1.95 0.82 0.Quadro 5.92 0.02 37.21 0.441 3.14 Espes.020 115. média turfa (m) 2.07 0.67 *PCSBS – Poder calorífico superior em base seca a 105ºC/110ºC .31 44.78 0.042 4.90 Reserva In situ (t) 608. média cap.9 3 2 Espes.460 482.

. em Mataraca.Foto 5. Foto gentilmente cedida pela Millennium Inorganic Chemicals.1 – Vista geral da área de beneficiamento de ilmenita na mina Guajú.

Foto gentilmente cedida pela Millennium Inorganic Chemicals. .2 – Vista geral da frente de lavra de ilmenita na mina Guajú. em Mataraca.Foto 5.

Foto 5.3 – Detalhe da frente de lavra de ilmenita na mina Guajú. . Foto gentilmente cedida pela Millenium Inorganic Chemicals. em Mataraca.

município de Pocinhos.Foto 5.4 – Garimpo de turmalina azul no distrito de São José da Batalha. .

5 – Vista da lavra de bentonita na jazida de Boa Vista. . incluída na Formação Campos Novos.Foto 5.

em Santa Luzia.6 – Lavra de vermiculita em rocha metaultramáfica da Formação Serra dos Quintos. na mina Banqueta.Foto 5. .

7 – Lavra de calcário cristalino/mármore. .Foto 5. na região de Boa Vista.

8 – Vista geral da lavra de matacões do Granito Sucuru.Foto 5. em Sumé. .

Com relação aos metálicos. portanto. Como se vê.1. Não tendo havido produção industrial de ouro no período. melhorando a posição do Estado no ranking das reservas nacionais. pelos seus múltiplos e importantes usos. de acordo com o DNPM. bastante utilizadas na indústria da construção. cujas reservas medidas representam aproximadamente 49% das reservas nacionais. no DNPM. igualmente. metálicos e gemas. com as expressivas participações de 23% e 18%.deste e tradicional centro de produção mineira.2. ainda em vigor. respectivamente. face à produção ser realizada em sua quase totalidade. permaneceram no mesmo patamar de reservas no período. turfa. As reservas de feldspato diminuíram em cerca de 20%. igualmente oriundas da província da Borborema. com cerca de 20% do total das reservas nacionais de minerais de titânio. à semelhança dos demais estados nordestinos. basicamente na de não-metálicos. registrem-se as contribuições à produção mineral da lavra de tantalita/columbita. distribuídas entre não-metálicos. tem uma geologia favorável para a produção de não-metálicos. observa-se que ocorreu. preparação de pellets na mineração. casos do quartzito ornamental. inclusive na preparação de lamas de perfuração. na indústria de fundição. Ainda está em curso. Comparando-se as reservas de 1993 com as registradas em 1999. ficaram inalteradas as reservas conhecidas do metal no Estado. Um aumento espetacular ocorreu com as reservas de granito ornamental. com destaque para os minerais originados da porção paraibana da região da Borborema. Uma concessão para tungstênio. Apenas as reservas de ilmenita e rutilo existentes nas areias pesadas do litoral norte do Estado têm participações de realce. As substâncias areia e cascalho. teve exauridas as suas reservas. a análise dos relatórios de viabilidade dos respectivos projetos de reavaliação de reservas e atualização do método de lavra. o destaque são as reservas de bentonita. Nesse quadro. são apresentadas as reservas brasileiras desses mesmos bens minerais. são mostradas no quadro 6. Outros aumentos expressivos de reservas ocorreram com o feldspato. Nesta classe. No que concerne aos minerais metálicos. Investimentos recentes em pesquisa mineral revelaram novos conhecimentos sobre reservas de granito ornamental e vermiculita. por conta da ausência de informações estatísticas. uma das mais importantes províncias geológicas do Nor. . turmalina e cianita. Análise comparativa da sua variação é apresentada no quadro 6. O Estado da Paraíba. estanho etc. reservas que não existiam em 1992 hoje são conhecidas. pedras britadas e argilas comuns e plásticas. de novos investimentos em pesquisa mineral. nesses últimos sete anos. para uma eventual retomada do projeto de lavra. acentuada mudança na disponibilidade de algumas das reservas. informalmente. De acordo com informações do DNPM esta tendência poderá ser revertida como decorrência dos investimentos já finalizados na reavaliação das reservas aproveitáveis das jazidas minerais e no aperfeiçoamento das tecnologias empregadas na lavra e na concentração dos materiais pesados contidos nas areias das dunas de Mataraca. no quadro dos registros oficiais do Governo Federal. para efeito de comparação. scheelita. barita. não refletidas. também chamados de minerais industriais.1 Reservas Minerais As reservas minerais do Estado da Paraíba. carecendo.6 – Economia Mineral do Estado da Paraíba 6. A produção de tungstênio tem se restringido à extração e concentração em áreas de garimpos. do grupo de não-metálicos. sob a denominação de “lavra garimpeira”. no entanto. ocorreram diminuições das reservas dos minérios de titânio e zirconita.

foram contabilizados cerca de US$ 39.83%. aliado ao registro da melhor presença do Estado no valor da PMB. representa mais de 38% do valor da produção da classe. 6.18 %. passando pelos municípios intermediários de Mamanguape. Outros pólos menores estão localizados entre os municípios de Patos e Cajazeiras. areia e cascalho. são conhecidos os pólos de britagem localizados no eixo compreendido pela capital João Pessoa e o município de Campina Grande.42%.2 milhões para a produção de minerais não-metálicos e US$ 9. bentonita. cianita.3. quando a participação média anual no período foi de 0.6. considerando as substâncias mais importantes. paralelepípedo etc) e pedra bruta. pó de pedra. de 1993 a 1999. pedra talhada (meio fio. pedras britadas. Os minerais não-metálicos apresentam um participação relativa de 80%. areia e cascalho e calcário são utilizadas direta ou indiretamente na indústria da construção. existência de reservas e/ou lavra por garimpeiros em áreas com Registros de Licenciamento ou Permissões de Lavra Garimpeira. é apresentada uma avaliação sumária de cada uma dessas classes minerais. Caldas Brandão. contribuem com apenas 5% do valor da produção da classe. água mineral. a mineração no Estado da Paraíba está concentrada na produção de cinco substâncias nãometálicas.3 Valor da Produção Mineral do Estado O valor da produção mineral por classes e substâncias minerais é mostrado no quadro 6. pedras britadas. Cinco substâncias. foi registrado o melhor desempenho da produção mineral paraibana. quando apresentou um crescimento do valor da PMPB de quase 10% relativo ao ano anterior. em 1999. Sapé e Queimadas. pedra de alvenaria. Isto pode ser creditado. de média igualmente negativa de – 1.1 Substâncias Não-Metálicas (Rochas e Minerais Industriais) Na produção de minerais da classe dos não-metálicos estão presentes 11 substâncias.2 Produção Mineral do Estado e Participação no Valor da PMB O valor da produção mineral do Estado da Paraíba – VPMPB (quadro 6. ou ainda. apresentou um desempenho acumulado negativo no período. 6. aconteceu que o conjunto da economia do País apresentou um baixo desempenho no decorrer desse ano. bentonita. uma outra. incluindo a indústria de petróleo e a indústria de fundição. Na Paraíba. feldspato.8 milhões para os metálicos. com uma variação anual média de –1.1 Pedras Britadas Pedras britadas é o termo genérico utilizado para designar a produção de brita.3). mais de 30% do valor da produção mineral da Paraíba (VPMPB). pedra rachão. argilas comum e plástica. uma forte desvalorização do real. 6. levando a taxa média cambial para compra de dólar despencar cerca de 56. A seguir. Três delas. calcário e água mineral equivalem a 95 % do valor da produção da classe ou 76 % do VPMPB. em particular.3. em ordem decrescente das suas participações no valor da produção mineral do Estado.99%. ligeiramente inferior à variação anual do valor da PMB. caulim.1. O desempenho do valor da PMPB no período poderia ter sido melhor se o valor da produção de 1999 não apresentasse um decréscimo de mais de 43% em relação ao ano anterior. Cinco outras substâncias são relatadas por fatores de existência de produções em anos anteriores. por importantes ramos industriais ligados à indústria. refletindo a vocação da geologia regional e da Paraíba.4. isoladamente. Aliado a isto. ligada ao ramo de alimentos. no começo de 1999. As demais substâncias. . em parte. ao fato de ter havido. e uma outra. A produção de pedras britadas. No ano de 1998. No ano de 1999. granito ornamental e vermiculita. Como se observa. de acordo com as estatísticas disponíveis no DNPM. cerca de 1.85%.

As explicações para este crescimento podem ser creditadas aos investimentos que foram realizados na Paraíba. embora existam alguns locais onde . quanto em relação à formação do valor da PMPB. e. bastante superior à variação média da produção mineral brasileira de pedras britadas. No DNPM. mesmo considerando o impacto na economia da desvalorização acentuada do real. Pocinhos. Os anos de 1997 a 1999 foram excepcionais de crescimento dos valores da produção. Mamanguape. muito superior à variação anual do valor da PMPB. Em decorrência do bom desempenho das pedras britadas no último triênio. com reservas de mais de 94. reservas decorrentes de investimentos em pesquisa mineral (quadro 6.19% no período). São Paulo com 28 % e os 10% restantes com os estados da Bahia. também. que vêm a ser títulos precários de lavra mineral. com 16. Gurinhém. na Paraíba. tanto em relação ao valor do PMB nacional da substância (1. Uma quinta área. principalmente.59% anuais no período. Campina Grande.8). no município de Jacaraú. As quatro áreas oficialmente pesquisadas estão localizadas no percurso entre João Pessoa e Campina Grande. de -1. em média. para a sua obtenção. Massaranduba. a Paraíba foi responsável por 90% da quantidade da bentonita bruta e 94% da bentonita beneficiada produzidas no País. com variação anual média de 25. 6. Queimadas e Sobrado. As reservas paraibanas representam mais de 62 % das reservas nacionais. ligeiramente inferior à variação do desempenho acumulado do valor da produção brasileira de bentonita.5 milhões de toneladas estão localizadas no município de Boa Vista. devido ao melhor acompanha- mento da arrecadação do segmento industrial pelo fisco estadual. cerca de 20. de –5. Foram anotados registros de licenciamentos nos seguintes municípios: Cajazeiras.08% ao ano.A produção de pedras britadas.5 3 milhões m ). Em termos de participação no valor do PMPB. ainda é objeto de parecer conclusivo do DNPM.1. o Estado apresentou uma melhor participação anual média.3. portanto.17%. a realização de investimentos em pesquisa mineral e/ou elaboração de projeto econômico de lavra. aos quais não estão condicionados.2 Bentonita De acordo com o quadro 6. estão concentradas mais de 96% das reservas medidas (31. Os 40% das reservas restantes estão localizadas no município de Cubatí.5 3 milhões m . de acordo com o Sumário Mineral 2000. em média. distante cerca de 60 km ao norte de Boa Vista. sendo que em um único município.6 mostra que o desempenho do valor da produção acumulada de pedras britadas. Minas Gerais e Paraná. executada sem as necessárias informações técnicas das jazidas onde são realizadas as extrações dos materiais comercializados. no período 1993 a 1999 (quadro 6. O exame do quadro 6. 88. em grande parte. Em 1999. O valor da produção comercializada.3. do DNPM. Em apenas quatro municípios são conhecidas. no período 1993/1999.32% no período. estão anotados em livro próprio 11 áreas com títulos de Registros de Licenciamento.1. principalmente em manutenção e construção de rodovias e outras obras públicas e privadas. ocorrida no início de 1999. ainda sem uso e dependendo de estudos de viabilidade técnica e econômica. é uma atividade ligada à estrutura informal de produção e. pois apresentou uma variação anual média de –3.2%. foi positivo.04%. Em parte. oficialmente.5).99%. Catolé do Rocha.3 Areia/Cascalho Areia e cascalho (e areia industrial) são extraídos principalmente de leitos de rios. estão concentrados 13 projetos industriais de lavra e beneficiamento. a média anual foi de 19. de –2.7. não cresceu em termos acumulados. quando participou. 6. Patos (3). também.70% do valor da produção brasileira. onde. 60% das reservas de bentonita na Paraíba. as vendas da produção beneficiada de bentonita do Estado da Paraíba representaram. No período estudado.

corretivo de solos. carga numa série de indústrias de tintas. cerca de 58% do total onde localizam-se as fábricas de cimento. Estes materiais têm empregos diversos. predomina o papel de areeiros. atualmente. no período 1993/1999. Patos. provavelmente para atenderem unidades de fabricação de cal e beneficiamento de calcário para uso agrícola. foi de 1.67% no período examinado. fábricas de cal e tintas. nas proximidades da capital.14% e de 7. Cabedelo. em grande parte decorrente do . bem como na de concreto asfáltico e confecção de filtros nos sistemas de beneficiamento de água. Na atividade de extração de areia na Paraíba.99% ao ano. As principais indústrias consumidoras de calcário na Paraíba. são agentes causadores de alterações ambientais.38% em termos de valor comercializado. Os bons desempenhos do setor industrial da construção nos anos de 1997 e 1998 ajudaram o segmento de areia e cascalho a conseguir um crescimento positivo. onde está concentradaa a maior parte das reservas medidas da rocha. Regra geral. 6. argamassas etc. A atividade de mineração de calcário apresentou um desempenho anual médio. no período. de produção de cal. Conde. Pilar (2). no litoral. alimento animal etc. somando menos de dois milhões de toneladas de reservas medidas. João Pessoa. diferentemen- te do comportamento do desempenho do VPMPB (quadro 6. Guarabira. micros e algumas pequenas empresas que canalizam a produção através de transporte rodoviário. com a presença de capital multinacional. constante em relatório de pesquisa. inseticidas.10) que acumulou – 1. Cruz do Espírito Santo (8). estão anotados cerca de 47 registros de licenciamento.4 Calcário O calcário ou rocha calcária é uma matéria prima de origem mineral que tem uma quantidade enorme de aplicações. e no de Patos. negativo. além da atividade cimenteira. estão localizadas frentes de trabalho com títulos de registros de licenciamentos. A mineração de calcário é feita principalmente nos municípios litorâneos de Conde. Está em andamento a implantação de um terceira unidade produtora. sendo o maior na indústria da construção. São Miguel de Taipú (3) e Sapé (3). Em 1998. A participação média do segmento relativa ao valor do PMB. Apenas dois municípios litorâneos têm registros de áreas pesquisadas para usos industriais. Seguem-se outros ramos industriais. ainda. são duas fábricas de cimento. Santa Rita (15). Estão localizados nos seguintes municípios: Alagoa Grande. de 5. preparação de base de pavimentação. fibra e lã de vidro.11). de -11. cristais. cujo custo é o maior componente do preço CIF consumidor. produziu cerca de 2 milhões de toneladas. frascos. no agreste paraibano. Salgado de São Félix. Pocinhos. pré-moldados de cimento. Itabaiana (4). É intensamente utilizado nas indústrias de cimento. no alto sertão do Estado. Campina Grande. Mamanguape (2). quer em estado natural. garrafas. com quase 40% das reservas e o restante delas em cinco outros municípios (quadro 6.000 m . 1999). No DNPM. nem sempre devidamente corrigidas. localizadas no litoral. 3 cerca de 8. usuários do calcário como insumo. onde desempenham funções importantes nos segmentos de produção de concreto e argamassas. Nos municípios de Alhandra e Conde. O Estado é o maior produtor de cimento do Nordeste (Sudene. materiais de limpeza. Outros setores industriais que dependem deles como suporte de matéria prima são as indústrias de vidros.52% relativa ao VPMPB. Caaporã e Alhandra. Cuitegí (2). O município de Caaporã detém cerca de 2/3 delas e o de Mataraca a terça parte restante (quadro 6.1. Uma reserva adicional de areia cascalhosa.9). O município de Boa Vista. calagem de solos. vem em seguida.3. mais de 27% da produção regional de cimento.eles são provenientes da decomposição in situ de arenitos e quartzitos. quer moído ou calcinado. está sendo objeto de análise no DNPM. este universo de produtores não agrega à areia e ao cascalho nenhum conhecimento sobre as propriedades tecnológicas deles e.

Os valores da produção no período considerado (quadro 6. Pilões.5 milhões de toneladas registradas no DNPM. Esta posição relativa poderia ser mais expressiva se não tivesse havido uma continuada queda do preço unitário de venda da água engarrafada. de crescimento do valor da produção. e bastante inferior ao desempenho do VPMPB. como também da água potável em geral. para a produção de tijolos e telhas. também. da acirrada concorrência entre os produtores. Caaporã. tendo influenciado o desempenho global do valor da produção de calcário do Estado no período 93/99. com as exceções dos anos de 1999 e 1995. pode-se destacar o colapso do sistema público de fornecimento de água. 6. onde estão concentradas 76. que foi superior a 6. Caldas Brandão. e. De 1997 a 1999.25%. foram detectados.19% ao ano no período. inclusive.82% e de 3.5 Água Mineral Seguindo o comportamento de crescimento acentuado da produção brasileira de água mineral. e mais de duas vezes o crescimento médio da atividade no País. de -1. mostramse com crescimentos positivos.1.3.a.6 Argilas Comum e Plástica As reservas de argilas na Paraíba estão situadas principalmente no município de Alagoa Grande. recessivo. Patos.processo de ajuste gerencial que o setor teve que enfrentar no período. o que correspondeu à variação anual média de 13. dentre os quais. com desta- que para o de 1997. de -2. mais de 50% em relação ao ano anterior. de pisos. tanto em relação ao valor da produção mineral do Estado. de 1993 a 1999. Neste órgão estão anotados 22 registros de licenciamentos. o acirramento da concorrência ensejando a prática de preços acessíveis a grandes faixas da população.31%. de um total de 31.14).1. Santa Rita (4) e Taperoá. Guarabira (3). respectivamente.13). o crescimento do fluxo de turistas em todas as regiões do Estado. o segmento apresentou comportamento inverso.48% a. com percentuais em torno de 16% e 7%.16% relativos à produção mineral estadual. quanto em relação ao valor da produção brasileira de calcário. Cuitegí (2). Os valores anuais de produção são mostrados no quadro 6. etc as informações disponíveis ainda são consideradas insuficientes para a atração de investimentos e expansão dos negócios. Rio Tinto. através de caminhão pipa. no contexto da produção brasileira de engarrafamento de água mineral (VPMB) foi de 0. De 1993 a 1996.39% do valor da produção mineral estadual (VPMPB). localizados nos municípios de Alagoa Grande. Apesar de o Estado dispor de uma geologia favorável para a existência de numerosos depósitos de matérias primas utilizadas na indústria cerâmica. alcançando participações mais expressivas. com desempenhos diferentes em dois interstícios distintos. Foi inferior ao desempenho nacional do segmento. a participação média da atividade.56% das reservas medidas do Estado (quadro 6. Faltam investimentos em levantamento de informações básicas . 6. Além deste fator. Juazeirinho.12. Caturité. a atividade no Estado da Paraíba chegou a superar em o dobro o desempenho nacional da comercialização da substância no período examinado. O crescimento acumulado no período foi de quase 80%. Itaporanga. Mulungú.. entre outros ligados ao marketing comercial. A participação média estadual foi de pouco menos de 3% do valor da produção nacional de calcário e de 26. Conde. seguindo-se as reservas situadas na capital João Pessoa e Caaporã. de cerâmica branca (louças sanitárias). No período de 1993/1999. resultado. Belém. As reservas minerais medidas ainda são em quantidade pequena e estão localizadas em poucos municípios. refratários e cerâmica eletro-eletrônica. tendo sido a quinta maior contribuição ao VPMPB no ano de 1999. igualmente negativo.3. uma cada vez maior estrutura de fornecimento de água potável. bastante superior à média do crescimento global do valor da produção mineral do Estado. a confiança dos consumidores na qualidade da água mineral. foi influenciada por um conjunto de fatores. A grande ampliação do consumo não somente de água mineral na região Nordeste.

de geologia. Dois grandes projetos de beneficiamento. de 1999. incluindo dois de quartzito.1. potencialidade de reservas. além dos chamados granitos fantasia. como de produtos acabados (beneficiados). em média. o Juparaná Florença.19% ao ano. bastante inferior ao alcançado pelo valor da PMPB (–1. 3. com reservas 3 medidas da ordem de 600. Somente o município de Congo. com incentivos de governo.16. favoráveis à formação de materiais nobres de grande aceitação no mercado. conseqüentemente. existe. como mostrado no quadro 6. verdes tipo “reis” e green space. como o Sucuru. infra-estrutura etc. detém mais de 90% das reservas estudadas. sendo um de quartzito. estudos de caracterização tecnológica.17 mostra a ausência de valores da produção no Estado nos anos de 1997 e 1998. visando aos mercados interno e externo.7 Rochas Ornamentais No Brasil e na região Nordeste.73% do valor da PMPB e de 1. a produção de blocos de “granitos e mármores” do País. a área já foi descartada ou então teve os trabalhos de lavra paralisados. resultado que corresponde ao grande interesse dos investidores por novos negócios na atividade. O desempenho anual médio no período foi de –11. e 30 relatórios de pesquisa positivos. ao longo do período em estudo. no município de Imaculada. Além destes. e de 30 projetos de pesquisa.8%.000 m . em análise pelo órgão competente. em peso. em particular.67%.15. Lavra-se bastante em áreas de pesquisa e. do DNPM. ao contrário. apresentou desempenhos distintos. como resultado do aumento do consumo interno e das exportações de rochas processadas que cresceram 19. em 1999. o Amarelo Cabaça. tais como: azuis. Anos positivos foram alternados com outros de baixos desempenhos. muitas vezes os trabalhos de lavra acontecem em áreas consideradas de mineração irregulares. o Branca Saara e o Rosa Goiti. tanto na produção primária (blocos). em implantação. de –13. a produção e comercialização de granitos ornamentais e rochas similares vêm tendo um crescimento destacado no cômputo da mineração nacional. são também conhecidos o Caramelo e o Róseo Picuí. No DNPM.3. a produção estadual de argilas na PMPB foi. muitas vezes. A comercialização da produção de argila. Existem mais de 50 tipos de diferentes granitos cadastrados. o Green Space e o Preto São Marcos. as estatísticas de produção deixam muito a desejar. preto total.7% e 36. Alguns destes materiais são conhecidos internacionalmente. oriundos de rochas migmatíticas aflorantes na região compreendida entre os municípios de Santa Luzia e Itabaiana. estão registrados cerca de nove projetos de lavra enquadrados como sendo para granito ornamental. a atividade não tem um merecido acompanhamento e. pelo menos. 6. são mostradas as reservas localizadas em 17 municípios. no DNPM. respectivamente. Em contraposição às informa- .99%) e superior ao desempenho do comércio brasileiro de argila. estão instalados no centro industrial do município de Campina Grande. além de outros 23 projetos. 23 projetos de lavra em implantação. De acordo com o Sumário Mineral 2000. com produção de blocos e beneficiados. não tem uma tendência de continuidade. o relatório de pesquisa de material denominado comercialmente de branco/bege Saara. Encontra-se em análise. foi de quase US$ 600 mil. O Estado da Paraíba é essencialmente produtor de blocos e apesar da existência de 09 projetos de extração. o Cinza Taperoá. Na Paraíba.39% relativo ao valor da produção brasileira da substância. em algumas situações. com os 10% das reservas restantes distribuídas com os outros 15 municípios. uma dúzia de materiais conhecidos no mercado. No quadro 6. o Branco Floral.7% em relação a 1998. associados a vários ambientes geológicos. cresceu. No período estudado. quando o projeto de lavra deveria está sendo objeto de implantação. O quadro 6. 12. Até porque os locais de extração de blocos. O valor da produção estadual mais recente.

Apesar das grandes extensões com ocorrências conhecidas do mineral. fluorita. não são obrigadas a informar ao DNPM suas aquisições e nem o que foi agregado no processo de beneficiamento. ou seja. AMB 2000. segundo os dados preliminares de 1999 (DNPM. -15. processam blocos de terceiros. 6. Nova Palmeira. a produção de feldspato é realizada.ções de crescimento da produção física. por sua vez. na maioria das vezes. contém informações de mais 6. O valor da produção estadual caiu em média –6. Além disto.9 Caulim As principais ocorrências de caulim na Paraíba estão localizadas na província pegmatítica do Seridó. são conhecidas oito áreas tituladas para feldspato junto ao DNPM. A utilização e a renovação de Guias de Utilização para alienação de blocos para testes industriais e comerciais deveriam ser usadas para controle da produção em áreas de pesquisa. Relatório de pesquisa em quinta área. água marinha. A ausência de dados de valores da produção estadual decorre. informadas no Sumário Mineral 2000. no município de São Mamede.53% do valor da produção nacional e de quase 11% do valor da PMPB. apresentam em comum o fato de que ambos são negativos em termos de valor acumulado da produção no período examinado. não verticalizadas.68% ao ano no período e o do País caiu mais que o dobro. Nos municípios de Soledade. localmente denominadas de “altos”.3. ainda objeto de análise no DNPM.500t. no município de Junco do Seridó.1. nas rochas pegmatíticas do Seridó. pelo trabalho informal dos garimpeiros ou sitiantes. quartzitos. AMB 1992). traduzem um desempenho anual médio negativo. em sua maior parte. Juazeirinho. em parte. de –8. principalmente nos períodos de conflitos bélicos internacionais. Pedra Lavrada e Campina Grande estão localizados os principais centros da produção beneficiada. mica. Juazeirinho e Junco do Seridó. de serragem e beneficiamento de blocos. feldspato.19%. numa época em que não existiam acessos fáceis para circulação de pessoas e mercadorias na região.1. afrisita etc. espodumênio.18. não publicado). a produção de blocos é realizada. com viabilidade de aproveitamento econômico. e três áreas com relatórios de pesquisa pendentes de aprovação pelo DNPM. mostram que a produção vem apresentando uma tendência de queda. de preferência nos municípios de Picuí. Pedra Lavrada. A produção e o comércio de minerais. Os desempenhos da produção de feldspato. como também adquirem blocos de fora do Estado. no período 93/99. porém nem sempre usadas com a freqüência desejada. não atingiu 1. barita.000t de feldspato. scheelita. nas décadas de 40 a 60. repassadas ao DNPM pelas empresas de mineração de granito.3.001t (DNPM. berilo. de cristal de rocha.19). gnaisse. distribuídas pelos quatro municípios citados no quadro 6. . caulim. Somem-se a isso duas áreas com Permissão de Lavra Garimpeira. sendo três áreas com projetos de lavra (portarias de lavra) e mais duas em implantação. pela falta de acompanhamento da produção pelo DNPM. aqui englobados como produtoras de granitos e similares. ainda pouco estruturado para a missão. um pólo de comércio de minerais e gemas no interior do Nordeste. além dos chamados minerais “pretos”. no Estado e no País. as reservas medidas não alcançam 150 mil toneladas.32%. os valores da comercialização da produção nacional no período 1993/1999. com 0. tantalita / columbita e cassiterita fizeram da cidade de Campina Grande. Estas áreas de pegmatitos. As empresas processadoras. no País e na Paraíba.8 Feldspato Na Paraíba. já foram objeto de muito interesse para extração de minerais. O Estado participou. A produção de feldspato beneficiado na Paraíba que em 1991 foi de 5. na Província Geológica da Borborema. No Estado. em áreas de autorizações de pesquisa e os titulares normalmente não prestam informações ao DNPM do destino dos materiais explotados. Os registros oficiais no período 1993/1999 (quadro 6. nos municípios de Junco do Seridó. Frei Martinho. Salgadinho. 6. em média.

Pedra Lavrada.755. As vendas de cianita no ano de 1999.96% a. p. de acordo com o AMB 1998. estão distribuídas em três municípios (quadro 6. informadas pelo AMB 1998.1. boa aceitação no mercado e objeto de vendas internas e também para o exterior.a. 1.000 t. 33 e 14 mil dólares. respectivamente. A produção beneficiada de caulim do Estado em 1994 (DNPM. 85% em relação ao valor-base de 1993. 2. com 61. são da ordem de 3. As reservas nacionais. calculadas em cerca de 1.600 e mais da metade delas (56%) estão localizadas no Estado de Goiás.5% de Al2O3.5 milhões de toneladas e estão localizadas nos estados de Goiás. Estas ocorrências constituem-se de alterações de rochas ultrabásicas.20). titular do projeto integrado de lavra das areias pesadas contendo ilmenita e zirconita. uma capacidade instalada para produzirem 5. Na Paraíba.000 t. Minas Gerais. de 2. A média no período ficou em pouco mais de 2% No período estudado de 1993/1999 a comercialização acumulada da produção nacional teve uma evolução média.183t.). foi de 3. ex-RIB – Rutilo e Ilmenita do Brasil S/A.3. A produção e a comercialização paraibana de vermiculita nos anos de 1997.000 t/ano de caulim beneficiado e apresentam uma ociosidade de trabalho de mais de ¼ desta capacidade.818. Além destes. respectivamente. inferiores a 3. Esta queda de produção fez com que a participação do valor da produção de caulim. AMB 1995) foi de 17. João Pessoa e Nova Floresta são conhecidas ocorrências de caulim sedimentar. foram da ordem de US$ 7. encontram-se ainda em pesquisa extensas áreas com ocorrências. têm sido pequenas. De acordo com o Sindicato da Indústria de Minerais Não-Metálicos da Paraíba. caíram.978. de acordo com os dados preliminares disponíveis.440t. A maior parte da produção bruta de caulim é realizada por garimpeiros que a vende para as empresas beneficiadoras.44%) a. onze micro e pequenas indústrias de processamento de minério têm. Bahia e Tocantins. A produção nacional beneficiada. no município de Casserengue. juntas. no período 1996/1999.000 t e os valores das vendas da ordem de US$ 23.Picuí. 1998 e 1999. avanços nos processos tecnológicos industriais e/ou sim- ples produção garimpeira fora de controles oficiais. cerca de 82. e no plano estadual. positiva. O quadro 6. Ceará. que em 1994 chegou a ser de quase 5% do valor do PMPB. Nova Palmeira. 6.246t.690. Bahia. nos municípios de Alhandra.000 t. (AMB 1997/2000). de (14.. As vendas no País atingiram o patamar de US$ 26 mil. tenha participado em 1998 com menos de 1%.295 t e. localizado igualmente no município de Mataraca. em média. As reservas do Brasil. . Esta involução do valor da produção estadual deve estar associada ao conjunto ou parte dos seguintes motivos: fechamento de indústrias de azulejos (Brennand. no mesmo local onde está sendo lavrado o granito San Marco. em Pernambuco. no período 1996/1999. sobressaindo-se os dois primeiros como centros de produção bruta e beneficiada.482t e 3. As reservas estudadas. São Vicente do Seridó e Cubatí. correspondentes à comercialização de 257 t de material beneficiado.10 Cianita As reservas medidas de cianita estão localizadas no município de Mataraca.300 t.800 t. material de cor preta. À semelhança do que ocorre com o feldspato.21 mostra que os valores da produção estadual despencaram a partir de 1996 e. de um total estudado de 113.11 Vermiculita As reservas medidas de vermiculita estão localizadas no município de Santa Luzia. As reservas paraibanas estão sendo lavradas pela empresa Millennium Inorganic Chemicals. ex. de um total de 2. são da ordem de 10. Seridó. a. 6. num total de 260. as reservas de caulim não se apresentam de conformidade com as extensões de ocorrências na região do Seridó paraibano.1. ela foi negativa.3.

93% de P2O5 contida. nível freático alto) e ambientais (presença de rios. urbanização acelerada no litoral). estão em andamento investimentos em pesquisa de duas áreas para folhelho. por enquanto.1.3.3. foram realizados investimentos para pesquisa em duas áreas com ocorrência de filito. De acordo com o DNPM (AMB 1998) as áreas com reservas de fosforita estão localizadas no município de Alhandra. cujas características recomendam usos alternativos.400. As reservas totais são da ordem de 20 milhões de toneladas. para uso também em cerâmica.15 Filito e Folhelho No municípios de Jacaraú e Curral de Cima. embora possa constituir-se fator positivo no estudo de rentabilidade de eventual projeto de investimento de lavra. com finalidade de uso em indústria cerâmica. por conta da proximidade de áreas agricultáveis.14 Mármore Existe registro de uma concessão de lavra para mármore no município de Itabaiana. A localização das reservas paraibanas. considerando as reservas brasileiras da substância de mais de 80 milhões de toneladas concentradas nas regiões sul e leste do País. Rio Tinto e Mamanguape. resultaram em relatórios de pesquisa aprovados.000 m são reservas medidas. de acordo com os dados preliminares do AMB 2000. através do Projeto Miriri. A CPRM realizou investimentos em prospecção e pesquisa na região.8 milhões de reservas medidas.400. igualmente. são da 3 ordem de 21. cujo projeto de lavra encontra-se paralisado.726 t (base seca). Nos municípios de Aparecida e Sousa. as reservas de rocha fosfática da Paraíba também têm boa localização. À semelhança da turfa que não apresenta uma economicidade adequada face aos usos alternativos à lavra do mineral. das quais 9. Uma das áreas já teve os trabalhos de pesquisa concluídos e encaminhado o relatório para o DNPM para exame conclusivo sobre o total das .1.19% de fosforita (P2O5) contida. face aos elevados custos de oportunidade (agricultura da cana de açúcar. com trabalhos de extração paralisados. existem seis áreas pesquisadas com reservas medidas de fosforita.13 Fosforita Na Paraíba. e/ou para ocupação urbana. no município de Alhandra. ao sul de João Pessoa.136t e o preço médio da ordem de US$ 80. 6.000 m . em 06 áreas localizadas nos municípios de Alhandra e Pedra de Fogo. sendo uma com Portaria de Lavra. áreas urbanizadas). Investimentos realizados pela CPRM.em 1999. e/ou energético. 6.1. basicamente agrícola. de acordo com o DNPM. e cinco outras com projetos de lavra encaminhados ao DNPM. a sul de João Pessoa. das quais 10 milhões são reservas medidas. porém. mangues. baixa espessura dos horizontes mineralizados.3. No DNPM. As reservas consignadas. O Estado do Piauí lidera com mais de 60% o ranking da produção e comercialização no País. com teor médio de 12. 6.12 Turfa As reservas medidas das turfeiras paraibanas estão localizadas no baixo vale do rio Mamanguape. no período de 1982 a 1986.1. AMB 1997.00 / t. foi de 37. 6. não apresentam uma avaliação positiva para a implantação de um projeto econômico de lavra. tendo constatado reservas em 09 áreas. das quais 3 11.3. nas áreas sobrejacentes às reservas minerais. no litoral do Estado. estão consignadas reservas medidas de turfa de pequena expressão. com mais de 19.5 milhões de toneladas de fosforita. nos municípios de Alhandra. alto sertão do Estado. Uma das áreas teve o relatório de pesquisa concluído e apresentado ao DNPM para conhecimento e exame para aprovação de reservas de aproximadamente 170 milhões de toneladas. tem contra si a maior economicidade do uso alternativo agrícola do solo. 25. na bacia do rio Camaratuba. com teor médio de 11. industriais (espessura do capeamento elevada.

6. em 1984. Elas vêm diminuindo de volume desde o início do projeto de concentração das areias pesadas no litoral do município de Mataraca. mesmo apresentando também diminuição acentuada nos valores de comercialização da produção nos últimos dois anos. a Millennium Inorganics Chemicals do Brasil S/A. na Paraíba. foi de mais de 64% e de ilmenita foi cerca de 32%. A relação valor da produção estadual versus valor da produção nacional. a partir de rutilo. com pouco mais de 7% do valor do PMPB. O valor da produção de concentrado de zircônio. a ocupa a 6 posição.22. DNPM (AMB 1999 e 2000).768. ao contrário. estão mostradas no quadro 6. A participação da comercialização da produção dos metálicos. foi quase 60% do valor da produção brasileira da substância.59% ao ano.99% de TiO2. respectivamente.99%. rutilo e o anatásio.1 Titânio As principais fontes de obtenção de titânio na natureza são os minerais ilmenita. cosméticos e papel. O titânio é utilizado numa série grande de aplicações nas industrias de plástico. participou com cerca de 82. ficando atrás somente das participações das substâncias pedras britadas e bentonita. revertendo a tendência do início da série de anos. de -7. As reservas medidas de ilmenita e rutilo.607 t de rutilo. representada pela produção de concentrados de titânio e zircônio. O Estado é o maior produtor nacional de concentrados de titânio e zircônio. O desempenho médio da atividade foi negativo em todo o período de 1993-1999. as reservas de minério de ilmenita. teor de 96. no período estudado.3.36% da produção global do País. tendo alcançado menos de 40% em 1999 (quadro 6.23). em 1999. Goiás. visando continuar e expandir os seus negócios de produtora de concentrados de ilmenita e rutilo e seus subprodutos.68% ao ano. mostra-se positiva. nos anos de 1994 e 1995. rutilo e anatásio. representou 20% do valor da produção mineral estadual (VPMPB). além de 86. No período de 1993/1997 a comercialização de concentrado de titânio acumulou um crescimento médio de mais de 27% a.2 Substâncias Metálicas A produção de minerais metálicos na Paraíba já teve um perfil distinto do atual. O valor da produção de titânio que já tinha alcançado uma participação de quase 20%. Na média do período.3. na forma de óxidos. teor de 56. O valor da produção de zircônio. foi marcante a produção dos chamados minerais pretos. couros. ainda preliminares. entretanto. de 1998 e 1999. No passado. foi a terceira maior participação na relação valor da produção da substância versus valor da produção mineral da Paraíba (VPMPB). borracha. cerca de 13%. tecidos. cassiterita e tantalita/columbita.2. que já foi de 100 %. no início de 1980. A participação de titânio. titânio metálico e suas ligas têm empregos nas indústrias aeronáuticas.a. em 1999. eletrônicas. bélica. no passado mais distante. vêm avançando na produção de concentrado de ilmenita. as reservas de ilmenita. Rio de Janeiro e Minas Gerais são os estados que. nesta ordem. 6. De acordo com os dados preliminares do AMB 2000. de 4. A atual empresa detentora dos direitos de lavra. AMB 1985. em 1999. . em 1997.3 milhões. além de concentrado de tungstênio (scheelita) e. superior a US$ 6. eram de 2.544 t. até o final da década de 1970. tinta. vem realizando investimentos em várias outros locais do Nordeste e em outras regiões do País. em materiais cirúrgicos etc. há registros de intensa produção de ouro em filões e aluviões. confirmam uma forte queda na produção estadual de concentrado de titânio. no ano de 1999. vem regredindo a partir de 1996.reservas cubadas e economicidade da lavra de 12 milhões de toneladas do material para uso em cerâmica. representavam pouco mais de 50% e as de rutilo menos de 25% das reservas existentes. Dados mais recentes. A evolução média da produção nacional no igual período. De acordo com o DNPM.

02 %.96% ao ano. Curimataú. As reservas levantadas por ocasião dos investimentos em pesquisa mineral na área do projeto foram totalmente lavradas. nos municípios de Manaíra e Princesa Isabel.3.3. em épocas de forte estio e ausência de condições para a agricultura.2. Em 1999 representavam apenas 60% das existentes no Estado em 1984. com a participação média de 89.1 Ouro É desconhecida. A evolução média dos valores da produção de concentrado nacional foi mais que o dobro do desempenho estadual. Existem duas concessões de lavra ainda em vigor.3 Tungstênio À semelhança do que ocorre com a atividade em ocorrências de ouro.2. O concentrado do mineral zirconita. passaram de 1. cujos projetos de lavra encontram-se paralisados. Nas décadas de 60 e 70. As últimas informações de produção beneficiada estão contidas nos AMB de 1991 e 1992. Neste mesmo período. DNPM. de vidros. o Estado do Rio de Janeiro juntou-se à Paraíba na produção de concentrado e. Seridó. as reservas medidas de zirconita do Brasil aumentaram quase 10 vezes mais. parte substancial da produção estadual de concentrado de scheelita era originada de três projetos com concessões de lavra e numa delas funcionou a Mina Quixaba. oficialmente. Depressão Alto Piranhas. A participação paraibana no negócio da produção de concentrado de zirconita ainda é muito importante.3. pela empresa de mineração Millennium Inorganics do Brasil S/A. Ao longo dos últimos 15 anos. revertendo a evolução inicial apresentada no início da série para um crescimento anual médio de 11. embora informações que circulam em antigas áreas de produção dão conta da existência de garimpos em atividade. A participação média no período estudado foi de 13. no Estado. 6. como observado no quadro 6. até o ano de 1995. em média. a produção de scheelita. de 23. produção recente de ouro na Paraíba. no município de Várzea. com o projeto de lavra paralisado. As reservas . As reservas medidas de minério contido de zirconita estão mostradas no quadro 6. AMBs 1999 e 2000. é realizada sazonalmente por garimpeiros. foi de 7.8 milhões de toneladas.61% no período estudado.25. nos anos de 1990/1991. no município de Santa Luzia. respectivamente. um importante projeto de produção de concentrado de tungstênio do nordeste. em áreas de antigos trabalhos nas microrregiões paraibanas. mostram uma pequena diminuição dos valores de comercialização nesses anos.a. é produzido na planta de beneficiamento de ilmenita e rutilo localizada no município de Mataraca. 6. 6. apenas uma concessão sobrevive. apesar dos investimentos realizados em pesquisa de novas áreas. Dados mais recentes e ainda preliminares.O concentrado de ilmenita e rutilo que já representou quase 20% do valor do PMPB em 1997. o Estado de Minas Gerais. de acordo com o DNPM. A partir de 1996. A Paraíba foi o único produtor de concentrado de zirconita. Atualmente.2 Zircônio O zircônio é usado na indústria química. AMBs 1985 e 2000. cerca de 17kg e 13kg. mineral de tungstênio. com os dados preliminares do DNPM.24.3. No período de 1993/1997. os valores da produção estadual de concentrado acumularam um crescimento médio de mais de 30% a. recentemente. de 1998 e 1999. no igual período.50% da produção nacional nos últimos seis anos e foi responsável.22 milhão para 12. por mais de 9% do valor da produção mineral da Paraíba (PMPB). O Estado vizinho do Rio Grande do Norte detém atualmente 85% das reservas medidas nacionais. Brejo da Cruz e Cariris Velhos.3. na Paraíba. cerâmica etc.07 % em 1999. de 1993/1999.3 Metais Nobres 6. com teor médio de 65% ZrO2 (minério contido). com produção menos expressiva. não resultaram em aumento das reservas iniciais do projeto de Mataraca.

Há registros de que nos pegmatitos da região do Seridó tem havido produção de garimpeiros ao longo das últimas seis décadas. na maioria das vezes. No DNPM estão anotadas 33 áreas com Permissão de Lavra Garimpeira para turmalina. o produto setorial estadual da agropecuária. o 6. na medida de sua reconhecida importância para o atendimento das necessidades sociais de todas as ordens. na Paraíba e Rio Grande do Norte. em vigor. Informações de produção e comercialização nos anos de 1987 e 1991 estão registrados no DNPM (AMBs de 1988 e 1992). segundo Lyra Sobrinho et al. nos municípios de Picuí. com faturamento 3 médio de US$ 500 x 10 . No mesmo período. 6. (DNPM. entre reservas medidas e indicadas. têm pouca expressão diante do total das reservas medi9 das de gemas do Brasil.5 vezes o valor da PMPB de 1980 (DNPM. dados deste último ano ainda preliminares).4.3. utilizados na elaboração da contabilidade dos Agregados Econômicos Regionais (1999). (1994) “pelo fato de os minerais. aparentemente de enorme significação. embora se saiba do trabalho continuado dos garimpeiros nos pegmatitos da região do Seridó. estes em geral para uso em trabalhos de artesanatos minerais e colecionadores. AMB 1998).4 Participação do Setor Mineral na Economia Estadual A economia nordestina tem hoje um perfil distinto daquele apresentado até a metade do século passado. no município de Salgadinho.73%. A economia do Estado da Paraíba. silvicultura e pesca teve um desempenho acumulado negativo de 38.000 t de minério. não há mais informações estatísticas oficiais de produção. cerca de 2.90% e 121. de variados tipos (turmalinas. Este tipo de comportamento da sociedade é explicado.21%. se insere nessa nova base econômica. com teor de 6. quando dependia quase que exclusivamente do desempenho do setor agropecuário. em grande parte. existem registros no distrito regional do DNPM de cinco áreas com Permissão de Lavra Garimpeira. dos resultados da mineração. Junco do Seridó. ou seus componentes. chegarem ao consumidor sob a forma de produtos industrializados. Tenente Ananias etc. Além dos títulos de lavra. águas marinhas etc) e qualidade. fizeram com que estes segmentos passassem a receber cada vez mais investimentos e invertessem a ordem de importância dos setores na economia regional.4 Gemas 6. no período 1980-1998. Este desempenho. na atualidade. Aqui e acolá despontam novas zonas produtoras de gemas e de outros cristais e pedras menos nobres. e em algumas áreas localizadas da Região.0 g/t Au. cores e matizes. principalmente de turmalina e água marinha. quatro em Manaíra e uma em Princesa Isabel. o segmento da mineração paraibana teve um desempenho bastante superior relativamente ao PIB e aos demais PIB setoriais do Estado. AMBs 1981-1999. Os incentivos colocados à disposição das atividades industriais e da oferta de serviços. respectivamente. Acumulou um crescimento de 840% ou quase 9. . enquanto os setores industriais e de serviços cresceram no período 130.700 g. Em termos de reservas. 1980-1998. Pedra Lavrada. sendo uma em Junco do Seridó e 32 outras no município de Salgadinho. Estes anuários contêm informações de produção e comercialização no período com uma média anual de 64 kg de gemas.14%. Salgadinho. O PIB do Estado acumulou no período um crescimento positivo de 114. com o advento e a implementação dos programas desenvolvimentistas da SUDENE. De acordo com estudos da SUDENE.50 x 9 10 g. nas quais a origem MINERAL é de difícil identificação”.3.consignadas pelo 15 Distrito do DNPM são da ordem de 200.1 Turmalina / Água Marinha A Paraíba é um tradicional centro produtor de gemas de variadas formas. de 86. Após 1991. As reservas medidas de turmalinas paraibanas. apenas a turmalina tem uma área estudada e com reservas medidas. não chega a dar prestígio ao setor mineral.

o crescimento foi de apenas 0.. 8. 2000). nas suas várias destinações de uso. realizada por Carneiro & Albuquerque (1999). é essencialmente produtor de minerais não-metálicos. a expansão foi de 6. Isto resulta. Em 1998.4% pecuária (quadro 6. com uma expansão de 5. Em 1999. Estes números. a produção mineral contabilizada pelos registros oficiais. como no caso do Estado da Paraíba. da contabilização e apuração do valor da produção mineral brasileira (VPMB) serem realizadas de acordo com os critérios estabelecidos no Anuário Mineral Brasileiro (AMB).690 3 x 10 e o PIB estadual foi de US$ 6. participou com 30. Para isso.1% no ano de 1999 “idem”. Em 1999. nesse ano.Nordeste do Brasil. 18. à margem da legislação mineral. cresceu apenas 1. Como exercício. em 1993 (Plano Real). a importância da mineração é aferida apenas pela sua contribuição para o PIB.2% indústria. A avaliação do consumo de água na Paraíba. cresceu 3.01 por metro cúbico de água. quanto o de uma grande parcela da produção ocorrer no âmbito da economia informal e. e do Estado da Paraíba. Neste último caso. tanto em quantidade. ou industriais. tendo sido impulsionado. principalmente após a implantação do recente Plano de Estabilização Econômica.5%. embora bastante superior ao resultado global do setor.. quanto em valor. O Estado que lidera a produção regional de cimento. que não chega a 1. 1980-1998. relativo ao País. o valor da produção mineral da Paraíba (VPMPB) foi de US$ 8. até o primeiro semestre do ano 2000. Dos 40 itens. referentes aos quantitativos dos insumos de origem mineral que estão especificados nos projetos com incentivos na Paraíba.” Uma nova sistemática contábil que incluísse a valoração do uso do bem mineral ÁGUA. em grande parte. assim distribuídos: 70.0% consumo humano. o setor teve um desempenho menos significativo. têm vínculos diretos com o consumo de matérias primas de origem mineral e com o desempenho da atividade de mineração da Região. ter sido este o patamar de consumo do chamado precioso líquido. que como já foi examinado. representa ainda uma pequena fração da real.No Brasil. seis com materiais de . acima dos 26. que apresentou uma taxa negativa de –1. no mesmo período. 3. nove estão relacionados com os minerais metálicos. com mais de 2 milhões de toneladas.7%.6% ao valor da PMPB neste ano.1999).80%.26). igualmente.254 x 6 10 (IBGE. que realçam o crescimento do setor industrial na Região e da atividade da construção.74%. projetou 9 para o ano 2000 um consumo de 1. em 1999. portanto.3 x 10 3 m /ano. o que corresponde uma participação do setor mineral de apenas 1. a valoração de R$ 0. O setor industrial da região Nordeste.7%. a terceira posição no ranking regional do consumo de cimento. Quanto à produção regional de cimento. pelos bons desempenhos da indústria da construção e dos índices elevados de produção e de consumo de cimento. Segundo Gomes (2001) “ . Apresentou.39% na composição do PIB estadual. (SUDENE.27 contém informações da SUDENE. O setor industrial no Estado da Paraíba apresentou. um perfil de crescimento semelhante ao setorial na Região. como já visto. em particular. parcela da produção de calcário e a quase totalidade da captação de água utilizada como insumo pela indústria em geral ou comercializada para consumo humano.0% obtidos pelos segmentos industriais no PIB do Nordeste.4% para irrigação. industrial. inclusive. implantados e em implantação. enquanto no País. concorrem tanto o fato de muitas vezes as empresas subestimarem a sua produção (em quantidade e valor).81% relativo ao ano de 1998 e teve o terceiro melhor desempenho. a quase totalidade das areias e argilas comuns e plásticas usadas na cerâmica vermelha. Carta de Conjuntura . seria suficiente para adicionar mais 14. O quadro 6. frequentemente. estão incluídas: parte da produção de pedras britadas. apresentou crescimento acumulado expressivo nestas últimas duas décadas. favoreceria o desempenho do setor mineral frente aos outros setores e atividades da economia. agropecuária e consumo humano.1% na formação do PIB estadual.

O desempenho das exportações. essencialmente. Um outro aspecto. feitas pelas empresas processadoras da Paraíba.75%. embora as importações tenham decrescido cerca de 16. já que as exportações representam 35.60%): bentonita e calcário (sob a forma de clinker).10% e 48. em mais de 9. O quadro 6.83%). principalmente.90%). posto que as exportações no período levantado representam apenas cerca de 9.96%) e vermiculita e clorita (+51. e diatomita. de outro. A diminuição das importações no período foi devida. para a produção de minerais não-metálicos. é que os minerais não-metálicos estão representados por nove itens cujas transações comerciais envolveram recursos da ordem de US$ 6 milhões no período 1998-1999. está voltada. onze insumos relacionados no Cadastro são de origem metálica e 28 são não-metálicos. pelo fato de o Estado ser o maior produtor do insumo. foram especificadas 866 t de minerais não-metálicos (incluídos água e areia) e 553 t de derivados de petróleo (excluído o gás).57%).34% das importações. para usos industriais e outros usos. Considerando-se a balança comercial do setor mineral.56%. 6. ramo industrial com a imensa tarefa social de construir moradias e diminuir o déficit habitacional regional. elaborado pela Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP). Nele. é possível verificar-se o uso de 39 insumos de origem mineral pelas empresas paraibanas. em 1999.49%) do que o das importações (-12. com relação à pauta de importações. menos de 1.89%).28 exibe os dados referentes ao comércio exterior do Estado da Paraíba nos anos de 1998 e 1999.145%). existente nos estados vizinhos do Rio Grande do Norte e Ceará.5 vezes. basicamente de feldspato (+4. Decorreu do incremento dos negócios no exterior de insumos de origem não-metálica. Para cada tonelada de insumo. pelas aquisições no exterior de bentonita sódica e/ou cálcica a preços competitivos. revista em capítulos anteriores. apresenta potencialidades para uma série diversificada de ocorrências e depósitos minerais de não-metálicos. a mineração tem uma participação pouco significativa na geração do PIB paraibano. foi sensivelmente melhor (+153. embora pareça fora de propósito. à diminuição das compras do exterior de compostos químicos (-58. utilizados na indústria em geral. Concluise que é grande o déficit da balança comercial. e de derivados de petróleo (8.5 Panorama Atual e Perspectivas para o Setor Mineral A geologia do Estado da Paraíba. bentonita (49. derivados de petróleo (118. bem como à pouca divulgação das informações estatísticas sobre quantidades e especificações dos insumos de origem mineral utilizados pelas indústrias.origem orgânica (petróleo e carvão) e 25 com os minerais não-metálicos. é explicada por fatores ligados à queda da produção bruta nas minas e. recursos relativamente abundantes no Estado. enquanto as exportações aumentaram 15.90%. +182.5%. em razão do substancial aumento das importações de platina. no entanto. Esta significativa solicitação dos minerais industriais é confirmada no acervo de informações de matérias primas e insumos do Cadastro Industrial da Paraíba.34%). especialmente na construção civil. podendo funcionar inclusive como elemento de consumo na área do turismo ecológico. A importação de bentonita. de sete para quatro.12%). Como foi visto. Os metálicos apresentaram número decrescente de itens. a e- .92%). o déficit é ainda maior. gemas (105.87% das importações no período.93%). respectivamente. apresenta um perfil oficial muito distante da realidade. devido às informações incompletas das áreas de mineração.78% e 28. originada de minerais metálicos. 2000. granito (+592. em 1999. dos quais 16 são distintos dos informados pelos projetos incentivados pela SUDENE. embora o crescimento relativo da atividade nos últimos 20 anos. com participação predominante de três deles (86. e um aumento significativo do valor das aquisições (+132. metálicos e gemas.

2000). oito de feldspato. A presença de reservas de argilas plásticas e expansivas no Estado. Junco do Seridó e Salgadinho) e do Rio Grande do Norte (Carnaúba dos Dantas e Parelhas). no entanto. turmalina. petroquímica etc. calcário. No DNPM estão registradas 32 Permissões de Lavra Garimpeira para turmalina no município de Salgadinho. folhelho etc. Apesar do potencial do Estado para estes recursos minerais. respectivamente. feldspato. carecem de mais investimentos privados em pesquisa mineral. não houve alteração para as reservas de ouro. uma de filito e outra de folhelho. . caulim e vermiculita. química. areia e cascalho. De outro lado. diminuíram as de titânio e zirconita. granito ornamental e brita. conhecidas no Estado. rodovias.11. 23% e 18%. pelas suas participações nas reservas nacionais. caulim. seis unidades ceramistas branca e de pisos e revestimentos. dos quais apenas quatro já foram implantados. feldspato. merecem destaques a bentonita. sistemas de beneficiamento de água. alongados e estriados. No período de 1993 a 1999. 15. num programa denominado Pólo Cerâmico da Estado da Paraíba. argilas. turfa. cerca de 49%. O atual “estouro” na produção destas turmalinas vem chamando a atenção de compradores do País e do exterior. calcário. granito ornamental e pedras britadas. além de serem elementos de composição e carga na formulação de produtos nas indústrias de base. três implantados. neste rol de destaques. as reservas de cianita existentes no litoral. carecem de atualização os trabalhos de geologia básica. Pode-se também incluir. Dentre as substâncias com informações de reservas. amplamente utilizados na industrialização de produtos para a construção de unidades residenciais e comerciais. direcionados para o estudo detalhado e lavra de novos depósitos que possibilitem sua utilização nos empreendimentos no Pólo Cerâmico. A Paraíba. Existem gestões em curso para as implantações de mais duas fábricas de cimento nos municípios litorâneos de Conde e Alhandra (Jornal “A União”. As reservas dos minerais nãometálicos. argilas. ainda de pequena expressão. ainda sem previsão para implantação de projetos de extração. bentonita. estão concentradas nas áreas de dez projetos de lavra de argila. pelo menos. Outras sete tiveram as reservas aumentadas: areia e cascalho. As reservas medidas de argilas. pela excelente qualidade gemológica (gemas) e da grande quantidade de exemplares de amostras de cristais prismáticos. teve suas reservas diminuídas. ou industriais. foram descobertas e/ou bloqueadas reservas de quatro novos minerais. argilas comum e plástica. petrolífera. agropecuária etc . 14 substâncias minerais. das quais 12 são de origem não-metálica. granito ornamental e vermiculita. Quando concluídas. cianita. cerâmicas vermelha e branca. Com relação às reservas das substâncias metálicas. usada na indústria cerâmica refratária. e de outros minerais da família das argilas. hão de proporcionar decisões gerenciais de realizações de novos investimentos em prospecção e pesquisa mineral de calcário. bem como de feldspato. que inclui municípios da Paraíba (Frei Martinho. Uma política de incentivos colocadas à disposição dos investidores facilitou a implantação de. fábricas de vidros. não teve as suas reservas de calcário aumentadas na mesma proporção nos últimos sete anos. em 1999. está sendo utilizada pelo Governo Estadual para a divulgação e atração de investimentos na indústria cerâmica.xemplo do sítio paleontológico da Bacia do Rio do Peixe (Vale dos Dinossauros). A indústria mineral paraibana produziu e comercializou. Uma. cuja extração privilegia a Paraíba como um dos três estados nacionais produtores da substância. em escala que facilite o uso pelos investidores privados. areias etc. A Província Pegmatítica da Borborema apresenta uma faixa de mineralizações de turmalinas coradas. bem como o uso da água. e as de tungstênio foram lavradas todas que estavam consignadas no período. são especialmente importantes porque fazem parte de uma “cesta” de insumos. quartzito ornamental. filito. apesar de ter se transformado no maior produtor de cimento do Nordeste. todas substâncias não-metálicas.

verifica-se que os . face à diminuição da produção industrial foram verificadas ociosidades elevadas nas unidades de beneficiamento das duas substâncias. através da antiga subsidiária DOCEGEO. 35 áreas ou 1%. Dois grandes projetos de serragem e beneficiamento de granitos. devido à elevação dos preços no mercado internacional. água mineral. Após a privatização da empresa. Dos chamados minerais industriais (não-metálicos) são conhecidas. sem correspondência com as informações estatísticas da PMPB. é praticamente desconhecida. foram implantados no Distrito Industrial de Campina Grande. Na esteira do aumento do consumo de água mineral na Região. 97 áreas ou 4%. de lavra.50% do total de áreas comprometidas. quatro deles conhecidos no exterior (Sucuru. Na Paraíba foram implantados nove empreendimentos de lavra. uma série de fatores vem afe- tando o mercado produtor. Algumas pequenas empresas vêm se estruturando como fornecedoras de caulim e feldspato beneficiados. Juparaná Florença. tantalita/columbita. como sejam. que envolveu vários estados do Nordeste.7 6 x 10 ha. Ao longo dos anos. são conhecidos cerca de 50 tipos de diferentes granitos. Em 1999. Green Space e o Preto São Marcos). 23 estão em implantação. em andamento. 2. nesta em mais de 50% da capacidade de processamento.062 referem-se ao projeto de pesquisa de ouro da Companhia Vale do Rio Doce – CVRD. numa menor quantidade com títulos de pesquisa e lavra (888 áreas). 137 áreas ou 6%. 28 áreas ou 1%. Juntos. com incentivos e financiamentos governamentais e geração de mais 400 empregos diretos. 131 áreas ou 6%. e em sua maior parte envolvendo expectativas de direitos minerários (1606 áreas). argilas. se aguarda a recuperação da produção do segmento. bentonita. com vendas deste último produto inclusive para o mercado do sul. está sendo implantado no Estado mais um projeto industrial de engarrafamento de água. Ocorre a retomada da atividade garimpeira em áreas de pegmatitos portadoras de tantalita/columbita. predominantemente verdes e azuis. atualmente. da CVRD. para o pólo cerâmico de Santa Catarina. ou seja.000 m /ano de chapas polidas e ladrilhos. calcário. Na pesquisa de granito para fins ornamentais estavam envolvidas 486 áreas ou 19. apenas informações de produção de caulim e feldspato. As reservas de granito ornamental foram as que mais cresceram no período 1993/1999. A quantidade produzida de gemas.494 processos referentes às áreas oneradas no Estado da Paraíba. basicamente formado por micro produtores informais.para colecionadores. incluindo áreas em disponibilidade. requerimentos de pesquisa. Com a retomada do crescimento da economia. mármores e outras rochas ornamentais. Há décadas que as rochas pegmatíticas da região do Seridó paraibano são conhecidas como produtoras de minerais bastante utilizados na indústria. 50 áreas ou 2%. mais de 475%. por tratar-se de um produto de altíssimo valor intrínseco. os chamados “garimpeiros”. Do total de áreas oneradas no cadastro do DNPM. alçando o Estado a uma confortável posição em termos de reservas conhecidas. no DNPM. sendo um de quartzito e 30 projetos de pesquisa resultaram positivos e estão em análise pelo DNPM. 44 áreas ou 2%. fosfato. areia. dos quais pelo menos uma dúzia estão em produção. Excluindo a enorme quantidade de áreas requeridas para ouro. com tecnologia de última geração. um dos quais está com o relatório do projeto de pesquisa mineral aprovado e dois outros relatórios ainda estão pendentes de aprovação. feldspato. No segundo semestre de 2000 existiam. caulim. 1. os projetos têm capacidade de 2 produção superior a 300. o programa de investimentos da CVRD foi suspenso e a tendência é a liberação das áreas comprometidas. No Estado. 1/3 da área do território paraibano estava comprometida com diplomas em vigor ou expectativas de direitos minerários. turmalina. licenciamentos e lavra garimpeira. caulim e feldspato. O total de áreas alcançava 1. A implantação de três outros projetos industriais está em andamento. 101 áreas ou 5%. no cadastro do DNPM. 51 áreas ou 2%. 36 áreas ou 1%.

O presente trabalho de atualização do Mapa Geológico da Paraíba constitui uma iniciativa positiva e resulta da parceria de dois atores governamentais. Estado da Paraíba. nos campos da pesquisa. argilas. A classe dos não-metálicos. bismuto. calcita. recuperação e implantação de novas rodovias. O Estado da Paraíba. caulim. refletindo a vocação natural do Estado para a produção de minerais industriais. e os empresários/investidores tomarão decisões à luz do exame do custo/benefício das alternativas disponíveis nos negócios da mineração. dos não-metálicos. mais informações dos seus recursos minerais do que no passado. denominados de minerais industriais. tantalita/columbita. vermiculita e areia e cascalho. da Receita Federal. O trabalho apresenta informações da produção informal. principalmente calcário. rutilo e ilmenita. calcário. federal e estadual.metálicos. rutilo. granito e quartzito ornamentais. como são as de bentonita. grafita. e também do atual estágio de desenvolvimento do Estado. argilas. Há cerca de 20 anos atrás. A retomada do crescimento da economia nacional. Outras intervenções são merecedoras de exame. granada. vermiculita. cujo papel no contexto do . naquele ano. A mineração ainda constitui uma atividade econômica básica. e amianto. Foram identificadas algumas necessidades de intervenções governamentais em áreas consideradas de responsabilidade do poder público. o quadro de reservas minerais era composto de 10 substâncias. scheelita. principalmente dos chamados agregados minerais (areia e cascalho. pela antiga Secretaria de Energia e Recursos Minerais. estão embutidos valores relativos à extração e comercialização de minerais ausentes na produção mineral atual do Estado. algumas de relativa importância no conjunto das reservas nacionais. a presença dos administradores municipais. Existe ambiente favorável para novos investimentos. como é o caso da atualização e divulgação de informações básicas de geologia e hidrogeologia. quarto róseo e talco. Atualmente. não contidas nos anuários do DNPM. envolvendo. inclusive. captação e distribuição de água para consumo e irrigação. nas duas últimas décadas. hoje. além de muitos outros produtos básicos de uso pela sociedade. realizou pouca ou quase nenhuma intervenção governamental direta no fomento da produção mineral estadual. 1980. detém. A realização do trabalho Pesquisa da Produção Mineral. lavra e beneficiamento mineral. brita. Um bom volume de recursos financeiros deverá ser alocado na construção de conjuntos habitacionais. pedras britadas. ampliação da rede de saneamento básico. o que pode ser avaliado pelos dados de reservas dos minerais da classe de não . deve favorecer o atendimento de parte substancial da demanda reprimida por produtos e materiais de uso na construção civil. constatou a presença de 18 substâncias não-metálicas e seis metálicas. granito e quartzito ornamentais. Apesar disto. em alguns casos. Por sua vez. principalmente. feldspato.investimentos programados estão voltados para a produção de não-metálicos. ilmenita. berilo. O perfil da mineração do Estado da Paraíba vem passando por modificações no decorrer dos últimos 20 anos. cassiterita. sintéticos em algumas situações. vermiculita. tais como: barita. do rol dos metálicos. como conseqüência do surgimento de novas tecnologias. embora ocorra a diminuição de consumo de alguns insumos minerais bastante utilizados pela sociedade. bentonita. baseado nas informações contidas nos documentos da arrecadação (DARFs). deve-se ao maior uso de processos de reciclagem pela indústria e a substituição deles por novos materiais. com o objetivo de propiciar aos empresários uma melhor visão da geologia e do mercado mineral. de grande utilização pela indústria da construção. o Estado detém conhecimentos de pelo menos 17. Este arrefecimento da demanda por metais. calcário e argila). revestem-se de atratividade para novos projetos mínero-industriais no Estado. areia etc e bem como da classe de minerais metálicos. No valor da produção (VPMPB). zirconita. o interesse pelo desenvolvimento auto-sustentável na utilização dos recursos contará cada vez mais com legislações apropriadas.

A realização de estudos geológicos de detalhe. metálicos (tantalita/columbita.uso dos recursos naturais deverá crescer face aos efeitos da aplicação das diretrizes emanadas da Lei de Responsabilidade Fiscal (REFIS). em vigor. Esta nova realidade. .gião do Seridó (feldspato. talco). em pleno exercício. areia e cascalho. A quotaparte (65%) que lhes cabe na arrecadação da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais – CFEM. 23% da arrecadação da CFEM cabe aos governos estaduais e 12% à União. em decorrência da exploração de recursos minerais para fins de aproveitamento econômico. iguais procedimentos nos depósitos de argilas de origem sedimentar. branca e avançada. e cuja extração intensiva em algumas áreas vem causando problemas de ordem ambiental. por conta de serem agregados de uso na indústria da construção. atraídas pelos incentivos colocados à disposição dos empresários. A CFEM é devida por pessoas físicas ou jurídicas. é um exemplo de fonte de recursos que deverá ser utilizado pelos administradores municipais. deverá ser considerada pelos prefeitos na busca de diversificação das receitas municipais. considerados ainda pouco estudados. envolvendo também estudo de caracterização tecnológica. cassiterita) e gemas (turmalina. caulim. matérias primas utilizadas em indústrias que estão se instalando no Pólo Cerâmico paraibano. barita. para uso em cerâmicas vermelha. água marinha). principalmente nas bacias hidrográficas mais próximas dos centros urbanos. e a divulgação das informações resultantes terão como efeito tornar mais atraentes os investimentos nas áreas dos minerais industriais existentes nas rochas pegmatíticas da re. quartzo. detentoras de direito minerário.

915.500 21.51 24.237.568 131.592 (g) 1.153 5.726 47.303 938.37 0.AMB 1993 e 2000 DNPM – 15º Distrito (1) Expressos em m³ Notas: (2) Reservas de minério contido (3) Gemas em geral .242 6.962.603.544 52.470.417 41.973 286.31 23.525 20.458.419 680.774.358.572 442.269 113.960 (2) 1999 Participação nas reservas brasileiras (%) 0.000 28.569.932 1.626 220.600 204.525.64 0.905.977 919.277.350.080 237.873 706.592 (g) 880.146 549.276 2.536.1 .540.860 184.859 866.536.719.494.905 Minério contido (t) 791.917 264.339(2) 1.762 31.35 1.726 1.95 1.480 31.940 837.393 791.178.887.843.83 48.082.587 19.748 10.537.414 7.571.932 2.000.970.800 1.288 845.44 1.041 1999 Brasil Reserva medida (t) 549.509.404.071 1.Metálicos Titânio / ilmenita Titânio / Rutilo Zircônio Turmalina - - 86.892.84 0.464.764 7.730.661(kg)(3) 0.03 18.201.01 2.760.902.985 18.65 Reserva medida (t) Reserva medida (t) Reserva indicada (t) Reserva inferida (t) Areia e cascalho (1) Argilas comum e plástica Bentonita Calcário Caulim Cianita Feldspato Granito ornamental (1) Pedras britadas (1) Quartzito ornamental Turfa Vermiculita Ouro 1.80 0.(1992 e 1999∗) 1992 Classe Substância Minério contido (t) 131.Reservas minerais do Estado da Paraíba .836 62.500(g) (2) 3.996 67.477.545.752 8.123.596 328.019 2.500 126.918.08 25.309 86.233 67.000 1.740.901.150.000 463.818 66.146.794.241.Quadro 6.411 3.08 11.723 174.300 148.102.982 - Metálicos Gemas Não .654 - 1.282 6.977.00 Fonte : DNPM – Anuário Mineral Brasileiro .397 4.199(2) 77.822 31.118 82.000 596.871 20.211 441.700 g - - - 4.474 185.279 1.000 25.32 0.000 115.264.025.453.

Análise comparativa na variação(1) das reservas medidas do Estado da Paraíba (1993 e 1999∗) Não-metálicos : Substâncias : Areia e cascalho Argilas comum e plástica Bentonita Calcário Caulim Cianita Feldspato Granito ornamental Pedras britadas Quartzito ornamental Turfa Turmalina Vermiculita Metálicos : Ouro Titânio/ilmenita Titânio/rutilo Tungstênio Zircônio (1) Variação % − Não existiam em 1992 ∗ − → 0.2 .419 4.363 X X X 23 X 31 70 X 23 → Aumento ← Diminuição ∇ Não registrados em 1999 Ο Não houve variação .18 320 2 2 11 ← Ο ∇ X 20 475. ainda não publicados .Dados preliminares.Quadro 6.

71 7.477 (2.456 1.86 0.93) (1.690 9.88 72.(1993 – 1999∗) Anos 1993 1994 1995 1996 1997 1998∗ 1999∗ Var.89 48.50) (1.733.755 12.8892 13.3561 (4.985 (9.099.97 1.336.661.85 Fonte: DNPM – AMB 1993 a 1998 DNPM – 15º Distrito 1e2 – Dados modificados (não publicados) * Dados preliminares.72 0.27) 8.626.652 8.Valor da produção mineral da Paraíba .18 0.621 74.31) 78.671. média (a) PMB % US$ 103 7.480 (6.45 8.83 0.464 33.67) 69.24 7.90 0.41) 6.3 .869 (12.828.Quadro 6.408 5. média – Variação % média . ainda não publicados VPMB – Valor da produção mineral do Brasil VPMPB – Valor da produção mineral da Paraíba Var.74 86.83) (b) PMPB US$ 103 % 55.72 0.99) Participação (%) b/a 0.979 (43.

00 Metálicos Titânio (ilmenita) Titânio (rutilo) Zircônio Subtotal II Total 4.50 11.03 Substância / PMB da substância 1.48 0.653 5.4 .23 30.49 38.929 14 39.47 Água mineral Areia e cascalho Argilas com.00 22.58 20. ainda não publicados .49 12.03 39.Valor da produção mineral do Estado da Paraíba .04 100.87 0.91 1.696 5.00 Fonte : DNPM / 15 Distrito VPMB – Valor da produção mineral do Brasil VPMPB – Valor da produção mineral da Paraíba ∗ Dados preliminares.49 0.243 1.05 1.62 0.55 64.00 Classe / PMPB Substância / PMPB 5.799 48.40 1. e plást.503 701 8.95 0.79 22.88 14.10 0.93 31.222 6.43 17.47 0.83 0.433 303 8 356 584 14.00 2.02 0.22 86.47 64.979 o Substância / classe 6.00 100.08 13.83 2.24 1.89 12.180 2.334 9.19 30.09 0.67 11.60 100.64 100.1999∗ (por classe e substância) Participação (%) Classe SUBSTÂNCIA Valor da produção 3 (10 US$ ) 2.15 1. Bentonita Calcário Caulim Cianita Feldspato Granito ornamental Pedras britadas Vermiculita Subtotal I Não metálicos 80.73 1.77 0.21 69.Quadro 6.02 0.

5 .340.00 Fonte : DNPM – 15 Distrito ∗ .375 3.764 Participação (%) 3.389 30.000 31.20 0.Reservas de pedras britadas na Paraíba – 1999* Municípios Cajá Campina Grande Gurinhém Massaranduba Total o Reservas medidas (m3)∗ 1.43 100.01 96.Quadro 6.000 135. ainda não publicados .36 0.059.537.Dados preliminares.

06) 3.84 0.47 6.061 328.587 (15.(1993 a 1999) Anos 1993 1994 1995 1996 1997 1998∗ 1999∗ Var. ainda não publicados VPMB (Pedras britadas) – Valor da produção mineral brasileira de pedras britadas VPMPB – Valor da produção mineral da Paraíba VPMPB (Pedras britadas) – Valor da produção mineral de pedras britadas da Paraíba Var.152 18. média (a) PMB (Pedras britadas) US$ 103 % 863.302 7.Pedras britadas na Paraíba Valor da produção e participação no valor da produção mineral estadual .979 % 33.75) 17.943 7.56 20.49 30.68 0. média – Variação % média .786 (13.88 (2.79 9.18) (5.08 1.621 74.477 69.690 48.32 Fonte : DNPM – AMB 1994 a 1998 DNPM – 15º Distrito 1e2 – Dados modificados (não publicados) ∗ – Dados preliminares.50) (1.006 48.27) 600.24 6.31) 13.92) 25.056.20 Participação (%) c/a c/b 0.01 838.19 16.Quadro 6.27) (4.91 23.3561 78.89 (43.12 14.37 25.465 72.6 .24 1.77) 1.294 (14.75 9.204 926.395 (43.981 (36.68 0.69 10.712 5.929 (25.48 1.324 23.8892 86.08) (b) PMPB US$ 103 55.31 972.99) (c) PMPB (Pedras britadas) US$ 103 % 5.247.64 8.25 2.66 1.

1999∗ Municípios Boa Vista Cubatí Total Fonte : DNPM – 15 Distrito ∗ o Reservas medidas∗(t) 12.Quadro 6.75 100.509.25 39.7 .859 Participação (%) 60.000 20.00 Dados preliminares.Reservas de bentonita na Paraíba . ainda não publicados .356.859 8.153.

64) 69.653 (33.89 13.79) 78.674 4.424 81.807 (29.690 9.23 19.03 88.952 (32.169 (8.554 (9.18 17.99) (3.477 (2.31) 12.04) Participação (%) c/a 89.58) 14.32) 14.27) 13.75 12.78 91.08) 14. ainda não publicados VPMB (Bentonita) – Valor da produção mineral brasileira de bentonita VMPB – Valor da produção mineral da Paraíba VPMPB (Bentonita) – Valor da produção mineral de bentonita da Paraíba Var.Valor da produção e participação no valor da produção mineral estadual – VPMPB .509 (27.Bentonita na Paraíba .095 8.05 19. média – Variação % média .24 86.61) 72.(1993 a 1999∗) (a) PMB (c) PMPB (b) PMPB (Bentonita) (Bentonita) US$ US$ % % US$ 103 % 103 103 11.02 26.Quadro 6.39 86.057 (0.786 55.59) (1.91 15.67 19.77 74.535 84.3561 (4.17 Anos 1993 1994 1995 1996 1997 1998∗ 1999∗ Var.50) 8.11 89.979 (43.8892 13.11 17.621 10.95 88.70 c/b 19.582 21.92) (2.18 9.61 15.60 86.18 89.18) 48. média Fonte: DNPM – AMB 1994 a 1998 DNPM – 15º Distrito 1e2 Dados modificados (não publicados) ∗ Dados preliminares.88 19.105 (3.8 .465 33.

9 . ainda não publicados .00 Fonte : DNPM – 15 Distrito ∗ Dados preliminares.000 1.762 637.918.20 100.281.80 33.Quadro 6.1999∗ Municípios Caaporã Mataraca Total o Reservas medidas (m3) 1.Reservas de areia e cascalho na Paraíba .762 Participação (%) 66.

47 1.38 Participação (%) c/a 1.23 7.48 5.45 3.01 0.93 0.59 14.27) 69.31) 78.819 676.97) (0.729 7.91 9.Areia e cascalho na Paraíba .80 9.760 449. ainda não publicados VPMB (Areia e cascalho) – Valor da produção mineral brasileira de areia e cascalho VPMPB – Valor da produção mineral da Paraíba VPMPB (Areia e cascalho) – Valor da produção mineral de areia e cascalho da Paraíba Var.945 5.495 392.89 48.89 (8. média 409.182 3.3561 (4.514 501.05 1.78 2.27 28.Quadro 6.48) (31. 70) Fonte : DNPM – AMB 1994 a 1998 DNPM – 15º Distrito 1e2 – Dados modificados (não publicados) ∗ – Dados preliminares.44) (41.10 .160 4.979 (43.74) 5.88 72.953 2.503 % 0.16 11.40 1.714 7.621 74.99) Anos (c) PMPB (Areia e Cascalho) US$ 103 4.53 (5.52 % 9. média – Variação % média .17 1.75 86.70 11.14 c/b 7.8892 13.62 5.203 738.Valor da produção e participação no valor da produção mineral estadual – VPMPB 1993 a 1999 (a) PMB (Areia e Cascalho) US$ 103 1993 1994 1995 1996 1997 1998∗ 1999∗ Var.50) (1.547 - (b) PMPB US$ % 103 55.690 9.625 573.79 0.34) 184.477 (2.79 (30.465 33.

21 0.11 .917 Participação (%) 1.10 48.78 0.39 0.467 346.570 1.07 3.Reservas de calcário na Paraíba .579.161 583.139 529.535.06 4.70 39.082 30.23 100.53 1.761.965.310 36.760.142 422.493.1999∗ Municípios Alhandra Boa Vista Boqueirão Caaporã Campina Grande Conde Gurjão João Pessoa Pedra Lavrada São João do Cariri Total Reservas medidas∗(t) 14.000 9.Quadro 6.839 3.00 Fonte: DNPM – AMB 2000 ∗ – Dados preliminares.399.93 0.814. ainda não publicados .100.207 866.

477 (2.832 921.89 20.12 .88 22.56 30.09 26.27) 24.864 579.50 33.64 74.73 2.21 3.75 14.19) (11.42 8.78 4.11 23.30 0.465 33.396 (34.839 830.38 11.110 7.Quadro 6.433 39.31) 24.621 18.342 378.42) 41.50) % (2.Calcário na Paraíba Valor da Produção e Participação no Valor da Produção Mineral Estadual .290 24.3561 (4.92 35.690 9.(1993 a 1999) (a) PMB (Calcário) US$ 103 1993 1994 1995 1996 1997 1998∗ 1999∗ Var.67 4.24 (0. média Fonte: (b) PMPB Anos (c) PMPB (Calcário) % 25.68) 78.77) (41.585 (37.8892 13.83 2.411 471.99) - DNPM – AMB 1994 a 1998 DNPM – 15º Distrito 1e2 – Dados modificados (não publicados) ∗ – Dados preliminares.39 771.81 (73.16) 69.67) Participação (%) c/a 2.98 c/b 32.760 656.48) (1.96 72.936 - US$ % US$ 103 103 55.67 86.35 2. ainda não publicados VPMB (Calcário) – Valor da produção mineral brasileira de calcário VPMPB – Valor da produção mineral da Paraíba VPMPB (Calcário) – Valor da produção mineral de calcário da Paraíba .17 18.979 (43.265 5.25 48.713 10.

87 78.22) 6.62 0.605 20.04) 86.88 2.50) 2.40 1. média (a) PMB (c) PMPB (b) PMPB (Água Mineral) (Água Mineral) US$ 103 % US$ 103 % US$ 103 % 169.118 41.25 (1.Quadro 6.Valor da produção e participação no valor da produção mineral estadual – VPMPB .142 (4.45) 69.88 2.600 (6.62 2.99) 13.69 0.16 Fonte: DNPM – AMB 1994 a 1998 o DNPM – 15 Distrito 1e2 – Dados modificados (não publicados) ∗ – Dados preliminares.(1993 a 1999∗) Anos 1993 1994 1995 1996 1997 1998∗ 1999∗ Var.8892 13.59 1.32 1.34 74.3561 (4.31 Participação (%) c/a c/b 0.27) 1.52) 275.57 301.50 0.82 3.13 .18 72.827 55.46 0.Água mineral na Paraíba .696 (10.003 14.175 (44.477 (2.86 2.00 3.708 45.84 0.29 294. ainda não publicados VPMB (Água Mineral) – Valor da produção mineral brasileira de água mineral VPMPB – Valor da produção mineral da Paraíba VPMPB (Água Mineral) – Valor da produção mineral de água mineral da Paraíba Var.49 233.36 313.15 5.46) 48.621 1.135 44.690 9.89 3.500 (22.979 (43.75 2.465 33.499 245.623 53.31) 1.816 13. média – Variação % média .84 3.

91 16.45 100.56 6.599 5.178.750 2.421 141.072. ainda não publicados .08 0.536.143.525 Participação (%) 76.Quadro 6.Reservas de argilas comum e plástica na Paraíba .00 Fonte: DNPM – 15 Distrito ∗ – Dados preliminares.755 31.1999∗ Municípios Alagoa Grande Caaporã João Pessoa Mataraca Total o Reservas medidas∗(t) 24.14 .

3561 78. comum e plást.21 3.40 36.495 1.31) 13.65) (16.15 .67 Participação (%) c/a 0.09 3.73 Anos Fonte: DNPM – AMB 1994 a 1998 DNPM – 15º Distrito 1e2 – Dados modificados (não publicados) ∗ – Dados preliminares.53) 11.589 % 6.48 95.50) (1.85 0.246 294.690 48.75 9.477 69.939 329.560 3.Quadro 6. e comum e plást.72 1.623 701 % 9.Argilas comum e plástica na Paraíba .88 (2.340 2.65 6.11 (87. média 276.49 1.06 0.14) (13. comum e.16 1.(1993 a 1999∗) (a) PMB (Args.77 11.) – Valor da produção mineral de argilas comum e plástica da Paraíba Var.45) 98.90) (15.8822 5.87 1.99) (c) PMPB (Args.89 (43.979 % 33.) US$ 103 2.363 293.39 c/b 4.4521 2.27) (4.) – Valor da produção mineral brasileira de argilas comum e plástica VPMPB – Valor da produção mineral da Paraíba VPMPB (Args.50) (72.8892 86.621 74.22 1.44 4.5262 206.43 3. ainda não publicados VPMB (Args. plást. comum e plást.) US$ 103 1993 1994 1995 1996 1997 1998∗ 1999∗ Var.52 (58.67 (10.Valor da produção e participação no valor da produção mineral estadual – VPMPB .82 2. média – Variação % média .688 57.19) (b) PMPB US$ 103 55.4551 247.49 1.465 72.

01 0. J.753 82.16 .070.00 – Dados preliminares.178 30.240.Sebastião Umbuzeiro.248 115. ainda não publicados – Inclui granitos.706.508 40.Reservas1 de granito ornamental2 na Paraíba – 1999 Municípios Água Branca Campina Grande Congo Imaculada Monteiro Patos Picuí Pocinhos Queimadas Quixaba Santa Luzia S.01 0.01 90.07 0.970. Serra Branca Souza Taperoá Várzea Total Fonte: DNPM – 15 Distrito 1 2 o Reservas medidas (m3) 396.400 497.02 0.45 100.01 1.975 11.96 0.541 123. quartzitos etc. do Cariri S.03 1.02 0.01 0. .15 1.000 8.654 9.232 61.163 7.305 2.892. gnaisses.501 193.000 10.62 0.68 0.000 28.364 10.458.48 2.767.000 549.Quadro 6.46 1.822 Participação (%) 0.01 0.650.

etc. da Paraíba Var.985 % (b) PMPB US$ 103 (c) PMPB (Granito ornamental) US$ % % 103 28 33.869 158.Quadro 6.47 69.4 Anos 55.27) 164 (52.12 0.17 .477 19.05 78.305 156.8892 21.19 0.29) 13.07 1.88 344 1. ainda não publicados VPMB (Granito ornam) – Valor da produção mineral brasileira de granito ornamental.04 0.75 9.108 69.31) 52 (68.46 0. VPMPB – Valor da produção mineral da Paraíba VPMPB (Gran.23 0.08 c/b 0.621 9.10 74.59) 72. etc.57) 48. quartzito.99) Participação (%) c/a 0.465 (12.23 0.(1993 a 1999∗) (a) PMB (Granito ornamental) US$ 103 1993 1994 1995 1996 1997 1998∗ 1999∗ Var.19) - Fonte: DNPM – AMB 1994 a 1998 o DNPM – 15 Distrito 1e2 – Valores modificados (não publicados) ∗ – Valores preliminares.209 131. gnaisse.979 (8.00 0.32) (4.50) 584 (1.690 (63.Granito ornamental na Paraíba .05 0.518 192. média 137.682 150. média – Variação % média . ornam.228.03 0.19 86.89 (43.) – Valor da produção mineral de granito ornamental.Valor da produção e participação no valor da produção mineral estadual – VPMPB .3561 1.57 (2.

00 56.1999∗ Municípios Nova Palmeira Pedra Lavrada Picuí Seridó Total o Reservas medidas∗ (t) 34.774 19.00 Fonte: DNPM – 15 Distrito ∗ .Dados preliminares.06 100.18 .043 148.064 11. ainda não publicados .Reservas de feldspato na Paraíba .99 7.146 Participação (%) 22.Quadro 6.95 13.265 83.

50) (1.16 13.52 39.91 3. média Fonte: DNPM – AMB 1994 a 1998 o DNPM – 15 Distrito 1e2 – Dados modificados (não publicados) ∗ – Dados preliminares.150.703 107.56) 280 (39.82) (15.07 0.00 448 (142.371 (16.53 Anos 1993 1994 1995 1996 1997 1998∗ 1999∗ Var.Feldspato na Paraíba .Quadro 6.383 (27.3561 78.263 (64.13) 10 (96.19 .99) (c) PMPB (Feldspato) US$ % 103 594 460 (22.54) (6.32) (b) PMPB US$ 103 55.32 4.62 0.01 0.156 9.27) (4.22) 356 (20. ainda não publicados VPMB (Feldspato) – Valor da produção mineral brasileira de feldspato VPMPB – Valor da produção mineral da Paraíba VPMPB (Feldspato) – Valor da produção mineral de feldspato da Paraíba Var.52 0.68) Participação (%) c/a 5.75 9.82) 902 (80.690 48.43) 315 3.00) 8.76) 2.Valor da produção e participação no valor da produção mineral estadual – VPMPB (1993 a 1999∗) (a) PMB (Feldspato) US$ % 103 11.477 69.92 c/b 1.40 0.8892 86.92 9.88 (2.39 0.71) 6.17 0.836 (5.73 0.31) 13.47 10. média – Variação % média .465 72.621 74.89 (43.979 % 33.55) 4.

Quadro 6.00 Fonte: DNPM – 15 Distrito ∗ .443 69.33 48.118 Participação (%) 25.780 264.25 26.895 127. ainda não publicados .Dados preliminares.Reservas de caulim na Paraíba .42 100.1999∗ Municípios Juazeirinho Junco do Seridó Salgadinho Total o Reservas medidas∗(t) 66.20 .

Quadro 6.21 - Caulim na Paraíba - Valor da produção e participação no valor da produção mineral estadual – VPMPB (1993 a 1999) (a) PMB (Caulim) Anos US$ 103 1993 1994 1995 1996 1997 1998∗ 1999∗ Var. média 109.691 126.124 124.973 125.4891 136.547 152.279 129.141 % (b) PMPB (c) PMPB (Caulim) % 58,58 (16,86) (88,83) (14,67) (37,19) 69,27 (14,44) Participação (%) c/a 2,07 2,85 2,39 0,27 0,21 0,12 0,23 1,16 c/b 4,08 4,83 4,12 0,48 0,36 0,21 0,62 2,02

US$ % US$ 103 103 55.621 2.267 14,98 74.465 33,88 3.595 (0,91) 72.477 (2,27) 2.989 1 0,41 69.356 (4,31) 334 8,81 78.8892 13,75 285 11,52 86.690 9,89 179 303 (15,19) 48.979 (43,50) 2,96 (1,99)

Fonte: DNPM – AMB 1994 a 1998 o DNPM – 15 Distrito 1e2 – Dados modificados (não publicados). ∗ – Dados preliminares, ainda não publicados VPMB (Caulim) – Valor da produção mineral brasileira de caulim VPMPB – Valor da produção mineral da Paraíba VPMPB (Caulim) – Valor da produção mineral de caulim da Paraíba Var. média – Variação % média

Quadro 6.22 - Reservas de titânio na Paraíba - 1999∗ Municípios Mataraca (ilmenita) Mataraca (rutilo) Total
o

Reservas medidas∗ (t) Minério TiO2 Contido 1.545.587 19.596 1.565.183 57,00 95,05 880.985 18.626 899.611

Participação (%) 97,93 2,07 100,00

Fonte : DNPM – 15 Distrito ∗ - Dados preliminares, ainda não publicados

Quadro 6.23 - Titânio na Paraíba - Valor da produção e participação no valor da produção mineral estadual – VPMPB (1993 – 1999*) (a) PMB (c) PMPB Participação (b) PMPB (Titânio) (Titânio) (%) US$ % US$ 103 % US$ 103 % c/a c/b 103 7.036 55.621 6.363 90,43 11,44 8.306 18,05 74.465 33,88 8.306 30,54 100,00 11,15 9.361 12,70 72.477 (2,67) 9.361 12,70 100,00 12,92 1 12.400 32,46 69.356 (4,31) 11.214 19,79 90,44 17,14 17.955 44,80 78.8892 13,75 13.310 18,69 74,13 19,69 12.233 (31,87) 86.690 9,89 10.159 (23,67) 83,05 11,72 3.465 (65,89) 38,44 7,07 9.013 (26,32) 48.979 (43,50) 4,68 (1,99) (7,59) 82,36 13,02

Anos 1993 1994 1995 1996 1997 1998∗ 1999∗ Var. média

Fonte: DNPM – AMB 1994 a 1998 o DNPM – 15 Distrito 1e2 – Dados modificados (não publicados) ∗ – Dados preliminares, ainda não publicados VPMB (Titânio) – Valor da produção mineral brasileira de titânio VPMPB – Valor da produção mineral da Paraíba VPMPB(Titânio) – Valor da produção mineral de titânio da Paraíba Var. Média – Variação % média

Quadro 6.24 - Reservas de zircônio na Paraíba - 1999∗ Reservas medidas∗ (t)

Município
Mataraca (zirconita) Total
o

Minério 328.419 328.419

TiO2 67,00

Contido 220.041 220.041

Participação (%) 100,00 100,00

Fonte : DNPM – 15 Distrito ∗ - Dados preliminares, ainda não publicados

62 69.05 8.96 (1.74 8.621 3.50) 23.87) 74. média (a) PMB (c) PMPB (b) PMPB (Zircônio) (Zircônio) 3 3 % US$ 10 % US$ 103 % US$ 10 3.56) 48.93 89.374 91.61 Participação (%) c/a c/b 100.11 10.53 8.59) 9.979 (43.328 (10.89 69.334 (15.06 86.31) 8. média – Variação % média .47 75.465 33.64) 6.Quadro 6.Zircônio na Paraíba .60 12.477 (2.3561 (4.267 (2.67) 6.690 9.21) 9.Valor da produção e participação no valor da produção mineral estadual – VPMPB (1993 a 1999) Anos 1993 1994 1995 1996 1997 1998∗ 1999∗ Var.734 3.947 15.487 33.598 34.953 0.50 9.00 6.470 (9.374 91. ainda não publicados VPMB (Zircônio) – Valor da produção mineral brasileira de zircônio VPMPB – Valor da produção mineral da Paraíba VPMPB (Zircônio) – Valor da produção mineral de zircônio da Paraíba Var.71 12.25 .15 2 9.00 8.87) 6.00 4.47 100.101 (8.734 55.88 3.79 98.24 83.328 (10.889 13.69 78.53 72.71 100.89 7.99) 11.18 Fonte: DNPM – AMB 1994 a 1998 o DNPM – 15 Distrito 1e2 – Dados modificados (não publicados) ∗ – Dados preliminares.

806 356 75.40 37 460 1.18 Total 97.334 3.230 100.244.179 45. Médio Paraíba 10. 1994 Convênio SEPLAN / ATECEL .00 220.971 156.014 37.865 9.Plano Estadual e Sistema de Gerenciamento de Recursos Hídricos.763 67.467 130.228 7. Jacu/Curimataú 9.00 Bacia 1.58 90.Quadro 6.296 73.069 210.283 80.281 56.45 334.601 1.872 99.829 417 973 101 738 7.614 227. Seridó 7. Alto Piranhas 2.423 30.768 109.242 106.577 1.65 4.486 105.26 114.064 84. Mamanguape / Miriri / Camaratuba / Guajú Total da projeção Participação por finalidade de consumo (%) Fonte: Governo do Estado da Paraíba .872 18.42 94.92 1.968 14.91 1.200 77.687 25.317 8.084 8. Piancó 5.115 260.989 33.619 7.977 6.358 18.82 814.108 4.620 2.96 154.Projeção da demanda hídrica do Estado da Paraíba – 2000 Potencialidade hídrica hm3/ano 255.335 7.465 11.82 222.571 31. Peixe 4. Gramame/Abiaí/Papocas 11.26 .96 63.537 5.590 70.617 26.305 176. Alto Paraíba/Taperoá 8.33 Finalidade de consumo e projeção em dam3 / ano Humano 2.299.201. Médio Piranhas 3.192 233.451 3.576 2.00 PECUÁRIA Irrigação Industrial 631 2.141 914.772 1.718. Espinharas 6.292 9.197 44.990 44.

Sal 38. Gesso 23.000 17.372 1.000 m3 48.910 173 359 180. Quartzo Projetos concluídos 2. butadieno.613 t 3.822 935.900 6. Produtos refratários 35.841 t t t t t Projetos em implantação 346. Cal 5.524. Derivados de petróleo 12.150 m3 551.554 18 272 221 t t t t t t t t 1. Carbono ( Negro de Carbono ) 6. Bentonita 4.076 5. fuel oil).925.868 t t t t t t t t t l t t t t t t 21. Abrasivos 2. Vidros 44.481 t 2.Consumo anual de insumos de produção primária Insumos 1. lubrificantes. emulsivos.838 108 t t 2. Titânio 42.008 t 6 834 32 43. Grafita 27.388 67 81 24. Granito bruto 10.605 413. Derivados de petróleo 2 11.830 36. Areia 3.599 m3 20.727. Manganês 30.Quantitativos de insumos de origem mineral dos projetos industriais e agropecuários no Estado da Paraíba A . Outros minerais não metálicos 34.510 t l t t t 115 t 67. Enxofre 14. Caulim 6.922 14 9. gasolina.566 m3 521.282. Gipsita 9. Dolomita 7. 2 – Poliesteres. Pedras britadas 116.733 1. Gás 24. nylons e produtos diversos de origem de petróleo.364.143 8.27 .000 t 42 t 206 551 t t 30 t Fonte: SUDENE / Coordenadoria de Acompanhamento e Avaliação (CAA) e Coordenadoria de Informática (CI) 1 – Óleos (combustível. Calcário 5.324 t t t t t B .402 m3 1. Carvão mineral 7.652 210 18. Compostos químicos 1 10.304. Alumínio 3.542 t 42.320 42.400 37 12.962 t 3. parafinas. Feldspato 8.300 5. Zinco 296 94 92. Argilas 4. .Consumo anual de insumos semi-manufaturados e/ou manufaturados 1. Estanho 13.Quadro 6. Fertilizantes nitrogenados potássicos 22. Molibdênio 32. Água natural 2. graxas lubrificantes etc.928 13.985 m3 7. Cimento 8.650 136. Cobre 9. Ferro fosfatados 15.461 57. Talco 40.269. resinas.

009.350 0.476 0.628 50.metálicos Abrasivos (coríndon.199.585 1.771 11.113 1.001 0.793 10.555 284.006 0.020 72.535.271.007 0.941 1.048 0.693 8.004 0.581 310 582 189.139 39 389.841 39.158.764 3.621 0. etc) Argilas .005 65.083.402 478.395 0.300 3.071 1.080.076 0.744 7.161 0.221 1. granada.190 0.930 0.794 1.673 18.312 0.651 0.275 1.049 0.143.000 Descrição A – Minerais não-metálicos : Argila Amianto Bentonita Caulim Feldspato Grafite Granito Quartzo Sal Pedra preciosa e semipreciosa Vermiculita e clorita Subtotal B – Derivados de petróleo C – Compostos químicos Total Total das exportações do Estado Fonte : SECEX / CNI / FIEPE 1999 Participação Valor (US$) (%) 30.011 0.109 870.001 0.401 12.132 5.788.797 4.004 18.109 50.921 169.000 . 1998/1999 Importação 1998 1999 Valor (US$) Participação (%) Valor (US$) Participação (%) 17.917 0.925.449 53.923 0.000 Descrição A – Minerais não .012 1.026 0.726 0.881 154.560 268 125.829 1.766 3.490 1.260 0.001 0.009 0.332 100.003 6.Comércio exterior de insumos de origem mineral.340 62.001 0.971 33.003 1.023.154 9.343 0.353 1.019 1.726 0.388 0.28 .248 5.469 681.001 4.026 0.463.232 0.002 0.127 0.070 11.032 0.427 3.840 1.047 6.800 100.456 0.018 2.012 6.051 1.211 151.008 0.779 0.terras ativadas Bentonita Boro Calcário (clinker) Diatomita Diamante natural / sintético Mármores Sílica (SiO2) Subtotal B – Minerais metálicos : Alumínio Bismuto Cobre Chumbo Cromo Ferro / aço Metais preciosos Platina Titânio Subtotal C – Derivados de petróleo D – Compostos químicos Total Total das importações do Estado 4.185 2.003 4.002 0.185 496.013 163.154 2.000 Exportação 1998 Valor (US $) Participação (%) 310 41.035 2.786 2.684.192.981 0.185 0.278 100.241 1.342 400 3.168 54.967 2.082.439 73 5.000 0.977 0.Paraíba .937 888.004 30.187.617.201 7.717 128.728 0.008 0.000 0.869 931.001 0.231 0.329 243.706 0.844 0.000 0.195 100.448.001 0.063 316.Quadro 6.

v. B. 1981. p. Granitic rocks of northeast south America. ALHEIROS. MELLO.n. 1967. 6) p. il. 1983. BEURLEN. Campina Grande: SBG. Publ. F. il. O. Sm-Nd isotope geochemistry and U/Pb geocronological data of the Campina Grande Complex. Natal: Petrobras/Debar/Dinter/Selab. F.M. J. C. 1. Brasília: DNPM. 1988. il. Brasília: DNPM. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GEOLOGIA. M. Anais. F. McREATH. 1988. ALMEIDA. 1983. 1996. 8. M. v. ANUÁRIO MINERAL BRASILEIRO. ANUÁRIO MINERAL BRASILEIRO. J. 380p. 1988. Brasília: DNPM. Brasília: DNPM. ANUÁRIO MINERAL BRASILEIRO. 7v. v. 1990.13. A.18. VALENÇA. de. 1982. VALENÇA. 1985. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GEOLOGIA. 452p. (Boletim do Núcleo Nordeste da SBG. Relatório Interno. M. v. G.N. 417p. GUIMARÃES. 1984. 17. 3p. O.. LEONARDOS Jr. A. F. ANUÁRIO MINERAL BRASILEIRO. 374p. In: SIMPÓSIO DE GEOLOGIA DO NORDESTE.12. v.29-46. 403p.3 . O.. Spec. SILVA FILHO. ANUÁRIO MINERAL BRASILEIRO.10. Salvador. Brasília: DNPM. ANUÁRIO MINERAL BRASILEIRO. 273p. H.15. Y. C.21. 1977. ANUÁRIO MINERAL BRASILEIRO. Brasil). 1997.20. 424p. 39. Sistemas deposicionais na Formação Barreiras no Nordeste Oriental. J. C... GUIMARÃES. B.F. NE Brazil.6. A. v. 1969.753-760. P. 1996. ANUÁRIO MINERAL BRASILEIRO. 1991. F. ANUÁRIO MINERAL BRASILEIRO. (Boletim do Núcleo Nordeste da SBG. FUCK. M. F. ALMEIDA. H. v. . Fortaleza. In: SIMPÓSIO DE GEOLOGIA DO NORDESTE. Brasília: DNPM. Brasília: DNPM.... 6v. Paraíba State. 35. 41p. ALMEIDA. il. ANUÁRIO MINERAL BRASILEIRO. Fortaleza. In: IUGS/UNESCO SYMPOSIUM. 1972. Granitic rocks of Northeast South America. G.16. 1989. Brasília: DNPM.11. Recife: IUGS/UNESCO. de. v. 41p. v.. M. ANUÁRIO MINERAL BRASILEIRO. 41p. J. G. Províncias estruturais brasileiras. VALENÇA. BRITO NEVES. M.2 p. HASUI. I. 1990. Recife: IUGSUNESCO. F. Granitic rocks of north east South America. 1967. 1992.P. Geologia e ocorrências de scheelita na área de Santa Luzia (Estados da Paraíba e Rio Grande do Norte. LIMA FILHO. 1992. 1982. 373p. F. Recife: IUGSUNESCO. J. de Diferenciação tectônica da plataforma brasileira.2 p. Brasília: DNPM. .14. 354p. Brasília: DNPM. 463p. 2v.... 1969. ALMEIDA. I. E. J. Salvador. SBG. 1987. Resumos Expandidos. LEONARDOS Jr. F.. Química mineral e petrografia de fácies do complexo anortosítico de Passira-PE. 370p. Campina Grande. 1990. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GEOLOGIA. 1981.1997. 1988. 1984. v.3391. Belém.. Fortaleza.5. v. Salvador: SBG. 372p. C. ALMEIDA. 15) p. Belém: SBG. 499p. 1967. SANTOS. Salvador: SBG.. Brasília: DNPM.7 – Referências Bibliográficas ACCIOLY. Hannover: [s. A. Brasília: DNPM. B. v. LEONARDOS Jr. Recife.. v. MONTEIRO. OLIVEIRA FILHO. 1989. 1977. Anais. Anais.17. 391p. v. 1987.]. ALMEIDA. 1986.363 .19. ANUÁRIO MINERAL BRASILEIRO. F. Nota preliminar sobre medidas de paleocorrentes efetuadas na Bacia do Rio do Peixe. de. S. F. ANDRITZKY. 1985.. 1986. M. F.. Atas. M. 1991. ALVES. il. H. 23. I.

25. p. Brasília: DNPM.Instituto de Geociências. B.16. ÁRAUJO. 50 Congresso Latinoamericano de Geologia Argentina. v. v. p. II: 69-81p. Brasília: DNPM. 13p.25-A. BARBOSA. 1999. BARBOSA. 23p. Paleogeographische und Paleoklimatische Aspekte des Kanozoikuns in Sudbrasilien. 1995. Núcleo Bahia/Sergipe. Tese (Livre Docência) . Estratigrafia da faixa sedimentar costeira Recife . escala 1:1.Paraíba. Estudo de uma área do município de Sumé . 1993. João Pessoa: UFPB .Serra dos Quintos.1. 177p. 1999. Brasília: DNPM. 1970.29. H.A.16. de. A. 1994.28. Boletim da Sociedade Brasileira de Geologia.22. Geomorph. Protominério de tungstênio ortoanfibolítico na província scheelitífera do Seridó. 7. K. de O mapa geológico do Nordeste Oriental do Brasil. G. 1969. BEURLEN. 5). 1964. v.Nordeste do Brasil. 1996. de Regionalização geotectônica do Pré-cambriano Nordes- . Anais: Lençois: Sociedade Brasileira de Geologia. ANUÁRIO MINERAL BRASILEIRO. M. NE do Brasil.C. BUSCH K. Rio de Janeiro: PROSPEC/DNPM. Estado da Paraíba. Faixa Piancó-Alto Brígida: terrenos tectono-estratigráficos sob regimes metamórficos e deformacionais contrastantes. Relatório final integrado. 1997. Brasília: DNPM. São Paulo. Paleontologia da faixa costeira Recife João Pessoa. 450p. 1999. 1965. São Paulo.C. 1983. 1983. B. Mineralizações auríferas da região de Cachoeira de Minas. 97p. v. Z. J. Projeto Leste da Paraíba e Rio Grande do Norte. 1998. Lençois. v.J. Brasília: DNPM. Agregados econômicos regionais Nordeste do Brasil 19651998. A. Reconhecimento geológico da bacia hidrográfica do rio Mamanguape. v. 404p. Berlin. Brasília: DNPM. 1967(b). Geologia da Bacia do Rio do Peixe . Brasília: DNPM.24. 403p. SUDENE. 1998.ANUÁRIO MINERAL BRASILEIRO.. BEURLEN H. 232p. ANUÁRIO MINERAL BRASILEIRO.Instituto de Geociências. BRITO NEVES. 1964. v. Recife: CPRM. ANUÁRIO MINERAL BRASILEIRO.N. F.João Pessoa.. JARDIM DE SÁ. Brasília: DNPM. 8. n. D. 401p. B. 3. il. 1996. 1993. 1998. O.. M. 43-53. 286312. 1994. O. Universidade de São Paulo. ANUÁRIO MINERAL BRASILEIRO.000. 1998. Recife: UFPE. 1998. A P. 1999. BRASIL. Recife. E. (Informe de Recursos Minerais. p. BARBOSA. 126p. v. ASSIS. 2000. 1974. 1999. B. il.000. p. v. P. Rio de Janeiro: DFPM. Nordeste do Brasil. 1999. (Inédito). ANUÁRIO MINERAL BRASILEIRO.. SILVA. Tese (Doutoramento) . municípios de Manaíra e Princesa Isabel Paraíba. B. J. 4v. Interpretação tectônica do segmento sul da zona de cisalhamento Currais Novos . Actas. Universidade de São Paulo. 1967(a). BRAGA. BEURLEN. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE ESTUDOS TECTÔNICOS. 452p. Geologia de parte da região do médio São Francisco. 2000. BRAUN. A. BITTAR.23. Faixa Seridó. (Boletim. Recife: DNPM/CPRM. ANUÁRIO MINERAL BRASILEIRO. BIGARELLA. 66p. J. BRITO NEVES. 457p. Lençois. AB`SABER.. Rio Grande do Norte. 140). 1995. v. Nordeste do Brasil.26. A. 1997. v. 73-79. 48-51. ANUÁRIO MINERAL BRASILEIRO.G. SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE TECÔNICA DA SBG. 1964.Instituto Central de Filosofia Ciências Humanas. n.1. 1982. n. Série Ouro Informes Gerais. Folhas SB.N.25V-C e SB. 393p.27.F. K. 399p.. BEURLEN. Boletim da Sociedade Brasileira de Geologia.. S.

. A. Geociências 92/2079-5). São Paulo.25. D. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE ESTUDOS TECTÔNICOS. R. B. Rio de Janeiro: 31st.R. J. v. p. 1998. A.C. D. v. implicações e perspectivas. Cordilleran suspect terranes. 1981. p.. W. paginação irregular Sessão 4 p.11. Pesquisa de fosfato sedimentar na Bacia Costeira Pernambuco-Paraíba. Província Borborema. B.) Tectonic evolution of South America. da. 6v il. 1999. B. International Geological Congress. W. Avaliação da infra-estrutura hídrica e do suporte para o sistema de gerenciamento de recursos hídricos do Estado da Paraíba. (inédito). 1990. 1986. (Paraíba). ALBUQUERQUE.. Natal. P. BRITO NEVES. Projeto Miriri. CALDAS LINS. BRITO NEVES . MENDES. da S. p. G.. il. BRITO NEVES. paginação irregular (Processo FAPESP 1998/7696-9). de Projeto Extremo Nordeste do Brasil.69. VAN SCHMUS. 2). dez. ARTHAUD. FAPESP. 1999. G. L. de. R. R. C.. 4v. J. Anais. Revista Brasileira de Geociências. Lençóis-Bahia / INTERNATIONAL SYMPOSIUM ON TECTONICS OF THE SBG. Domínio tectônico Rio Pajeú: orogênese no ciclo Brasiliano Panafricano. SANTOS. BITTAR.. COSTA. SANTOS. V. dos. Precambrian Research. J. B. 1. Recife: SUDENE. A. de et al. O . Universidade Federal do Rio Grande do Norte. CAVALCANTE. Os rios da carnaúba: I . D. B.. COMPANHIA DE PESQUISA DE RECURSOS MINERAIS..tino. B. TRIBOULET. B.327-344. Paleogeographical reconstructions of the Pan-AfricanBrasiliano orogen: closure of an oceanic domain or intracontinental convergence between major crustal blocks. A. 1975. CABY. p. CONEY. Recife. São Paulo. 1999.. FEYBESSE.O Mossoró (Apodí). Anais. Dissertação (Mestrado) . J. n. p. 1980. Relatório final. northeast Brazil. Tese (Doutorado) . de. da. C. Structural aspects of suspect terranes and accretionary tectonics in western North America.107-125. L. S. G. D. M. 44p.. THIÉBLEMONT. CAMPOS. 198p. 1994. MILANI. v. R.. B.288. U. . 1975. E.6 p. B.871-874. il. Journal Structural Geology. In: CORDANI.. Natal : SBG. H. Geology.279-296. São Paulo. In: O Pré-cambriano.2124 BRITO NEVES. O. A. Lençóis Bahia. D.G. v.14. CALDASSO. ROCHA.151-182. 8p. A.4. Nordeste do Brasil. O evento Cariris Velhos na Província Borborema: Integração de dados.. RICOMINI. 2000. 36. CARNEIRO. 854p. v.329-333. CHÈVREMONT. 1965. 1994. M. W. João Pessoa: Secretaria de Recursos Hídricos. B. B.. São Paulo. E. M.. Limites e evolução geodinâmica do sistema Jaguaribeano. 1999. P.Instituto de Geociências.Centro de Ciências Exatas e da Terra. M.. 1960. 7. 1990.. P. Ceará. BRITO NEVES. KOZUCH. Estudos geológicos e geocronológicos complementares no saliente oriental nordestino. ANDRADE. 62p. 180 p. Major Precambrian Nappes of the Brazilian belt. BASEI. Natal. BRITO NEVES. C. A. W. C. M. Geologia de jazida de argila de Boa Vista. R. E. THOMAZ FILHO. 1999.M. 1997. CAMPOS NETO. S. Contribuição ao estudo da evolução geocronológica do sistema de dobramentos Piancó-Alto Brígida In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GEOLOGIA. de. J.J. B. B. (Eds. de. FERNANDES. Recife. Nature.2697-2703. C.J. C. E. Universidade de São Paulo. O sistema tafrogênico terciário do saliente oriental nordestino: um legado proterozóico. T. ANDRADE. VAN SCHMUS. M. 2000 Tectonic history of the Borborema Province. MONGER. (Relatório Científico. p. (Brasil SUDENE. USP. CAMPOS NETO. v. JONES. 1989. J. 169p. de. Lençóis: Sociedade Brasileira de Geologia. CONEY.. 1995. L. J. CASTAIGN. VAN SCHMUS. Série Especial. D.

1992. 1992.1. 37p. SIAL. Dissertação (Mestrado). C. Rio Claro. Recife: CPRM. Universidade Estadual de São Paulo. C. Projeto fosfato na faixa sedimentar costeira PernambucoParaíba: Relatório final. 1969. FERNANDES.M. B. Instituto de Geociências e Ciências Exatas. p. PEDREIRA. E. Analyse structurale du Bassin du Rio do Peixe (BRÉSIL). M. il. L. NE Brazil and their exploration significance. Programa Levantamentos Geológicos Básicos do Brasil.. J.000. Vol. Série Geologia Econômica. v. v. ENNES. Bras. Dissertação (Mestrado) ./mar. 1998. Ci. 6v. V. N. 143-147. 1997. Journal of South America Earth Sciences.. A. Acad. Disponível em 1 CD-ROM. Revista Brasileira de Geociências.Instituto de Geociências e Ciências Exatas. E. FONSECA NETO.33.221-228. FERREIRA. Brasília: CPRM. J. dos Projeto Picuí. International Geology Review.Estados da Paraíba e Rio Grande do Norte. P. 1994. Geologia e metalogênese. FEIJÓ. DNPM/CPRM. n. V. WHITNEY. . C. SIAL. 240p. France. da Zonação polimetalífera da região da Borborema. et al. 1997. Universidade Estadual de São Paulo. SANTOS. Rio Claro. Borborema Province. 2v. A large-scale silicate liquid immiscibility: a possible example from Northeast Brazil. p.285-302. Lithos. DANTAS. 1995. 1994. Proterozoic load gold deposits Borborema Province. 70 (3). Rio de Janeiro: CPRM.36. FERREIRA .503-544. São Paulo. 1992. A. Geocronologia U-Pb e Sm/Nd de terrenos arqueanos e paleoproterozóicos do Maciço Caldas Brandão. E. 1998. jan.000. Archean accretion in the São José do Campestre massif. Jaguaribe SE. 2 mapas. L. J. J. Recife: SUDENE.RN. Recife: DNPM/CPRM. n.5. Ultrabasitos niquelíferos de Catingueira-Paraíba. N.. 1981. The peralkalic magmatism in the Precambrian Cachoeirinha-Salgueiro foldbelt. M. Folha SC 24-Z.28. P. 6v. A. Estudos geológicos e geocronológicos complementares da parte sul do maciço Caldas Brandão – PB. A. 1997. 1992. 7). v.C. FRANÇOLIN. FRANÇOLIN.. (CPRM Relatório Técnico). S. p. 1975.1994. DELGADO. Estados do Rio Grande do Norte e Paraíba. SANTOS E.Instituto de Geociências e Ciências Exatas. B.. L. final. Bacia de Pernambuco-Paraíba. E. FERREIRA. Thèse (Doctorale) L'Universitté de Rennes I . JARDIM DE SÁ. v. A. FERREIRA. v. p. P. 106p.1. Escala 1:250. Estados do Ceará. Revista Brasileira de Geociências. Revista Brasi- . v. FARINA. J. J.24-Z-B . J. NE do Brasil.J. T.& ALDERTON. DANTAS. THORMAN. G. SZATMARI. Boletim de Geociências da Petrobrás. (BRASIL SUDENE. Northeastern Brazil. SIAL.2. COUTINHO. Tese (Doutorado) . 272p. Caicó. 1979. M. E. p. L.Relatório 1980. 53p.. Universidade Estadual Paulista. v.. 1997. L. V. Paraíba e Pernambuco. N. Geochemical and isotopic signatures of Proterozoic granitoids in terranes of the Borborema Province. CUNHA E SILVA. Folha SB. 152p. Geology and mineral resources of Brazil: a review. 429-439p. Rio Grande do Norte. Mecanismo de rifteamento da porção oriental da margem norte brasileira. 1986. n. A N.8. 1994. p439-455. 208p. mar. H. 2000. F. J..73-85. Escala 1:500. Recife: CPRM . n... FERREIRA. Evolução tectono magmática do maciço polidiapírico São Vicente .16. G. DANTAS. F. dos [CDROOM] Programa Levantamentos Geológicos Básicos do Brasil. An. 1997. R. Northeast Brazil: geochemical aspects.Serviço Geológico do Brasil/CNEN. A. il.2. P.France. Northeast Brazil.Florânia . I.

D. (Boletim DFPM. 1998. 1994. da Modelo de argilas bentoníticas da região de Cubati. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GEOLOGIA. Anais.]. In: Formoso. M. Brasília: CPRM .. Atas.V.48. 15) p. v. Brasília: CPRMTexto explicativo dos mapas geológico e de recursos minerais do Estado de Pernambuco. p. 1989. HACKSPACHER. 2 mapas. Atas. Um embasamento transamazônico na Província Borborema. G. A. W. N.24-Z-C – Estados de Pernambuco. 1960. M. P. R. The Brasiliano granitoids from the Pajeú-Paraíba belt and Teixeira high: SmNd isotope geochemistry and U/Pb in zircon ages. H. DNPM. N. 473p. C. Fracionamento dos elementos terras raras e suas aplicações em metalogênese: comportamento geoquímico em sistemas diversos. p. Northeast Brazil.. Rio de Janeiro: SBG... Rio de Janeiro: CPRM. 529p. (Boletim do Núcleo Nordeste da SBG. P. GOPINATH. 1986. P. Folha SC. S. DANTAS. R. il. 1984. 1997. C. Mapeamento geológico das Bacias do Araripe. Escala 1:250.. 556p. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GEOLOGIA.. M. P. v. 32. P.. B. SOUZA. E. Northwestern overthrusting and related lateral escape during the Brasiliano orogeny north of the Patos lineament. Paraíba. Programa Levantamentos Geológicos Básicos do Brasil. 12v.1. ARAÚJO. João Pessoa. Suspect terranes. M.9 p. p. Anais. 1997. Salvador. Natal. Natal. DUTRA. v.L.. Análise de strain em metaconglomerados do Grupo Seridó-RN.. Iguatu e Rio do Peixe. P. 12 . H. R. HACKSPACHER. 49..12941301. In: HANCOCK. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GEOLOGIA. 107) GUIMARÃES. Salvador: [s. [S. 1998.308-315. 2 mapas Escala 1:500. ALMEIDA. 198p. 1990. 1984.305-319. C. 1990. V. 45p.196 – 207. M. 152p. Belo Horizonte: SBG.leira de Geociências. p.17. VAN SCHMUS. W.Serviço Geológico do Brasil/DIEDIG/DEPAT. PB. I. MUNIZ E SILVA. L. Natal: SBG. P. L. HACKSPACHER. C. H. C. A geologia do complexo gnaisse migmatítico entre São Vicente e Florânia RN. Geologia e recursos minerais do Estado de Pernambuco. I. 157-161. Processo de formação de caulim primário nos pegmatitos da região de Junco do Seridó. . il. 2001. GOMES. E. Belo Horizonte. 17.000. FORTALEZA. International Geology Review. T. SILVA FILHO.RNPB In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GEOLOGIA. J. dos. Z. H. 1982.4501-4510. C. 5v.39. HACKSPACHER. Serra Talhada. 33. 537p. Anais. SILVA. Brasília: CPRM. R. p. il. 36. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GEOLO- . J. VILLAS. jun. il. A.000. 6v. 1997. DANTAS.C. A. J.L. 1987. S.) Continental deformation. SANTOS. p. MELO. 9) p. 1986. 1982. (ed. T. 1988. GOMES. il. GUIMARÃES. GOPINATH. Fundamentos da petrologia e as rochas igneas do Brasil. F. 245p. C. 1984. GHIGNONE. In: SIMPÓSIO DE GEOLOGIA DO NORDESTE. n. il. P. L. Critério litoestrutural para diferenciação do embasamento Caicó do Grupo Seridó RN Brasil In: SIMPÓSIO DE GEOLOGIA DO NORDESTE 11. il. Resumos expandidos. SILVA. João Pessoa: SBG.. Natal: SBG. Rio de Janeiro: DFPM.n. 410p. Paraíba e Ceará. Fortaleza: SBG. HACKSPACHER. SÁ.. Geoquímica dos elementos terras raras no Brasil. S. R.. N. L. Contribuição a petrologia dos augen gnaisses da área de Serra Negra do Norte. 10) p. In: SIMPÓSIO DE GEOLOGIA DO NORDESTE. v. A.1999.609-620. 263-277. J.3 p. GONZALEZ. C. 1984.252-269. GIBBONS. Anais. NARDI.]: Pergamon Press. (Boletim do Núcleo Nordeste da SBG.. v. C. GROSSI SAD. Rio de Janeiro. Salvador: SBG.M. J. (Boletim do Núcleo Nordeste da SBG.. uma análise preliminar. HARTMANN. L.l.. 123-141. de.2. T. A. 80p.

1995.1640 . 2. Natal. In: SOUTH-AMERICAN SYMPOSIUM ON ISOTOPE GEOLOGY. 54p. F. JARDIM DE SÁ.357. Natal: SBG. 36. 1982.6 p.l.4 p.GIA. M. Natal. C. AMARO.G. 1994.]: Chapman & Hall. Tese (Doutorado) . LEGRAND. KEGEL.. p. C. Recife. 245p. E. LIMA.A. D. [S. J. 1999. F. G. mar. v.) RIB Rutilo e ilmenita do Brasil S. 1981. D. CASTRO. 1957. B. M. BRITO NEVES.. il. 1982. n.157-160. MABESOONE. 1999. E. Dissertação de (Mestrado) . de. JARDIM de SÁ.Instituto de Geociências. 5v. C.Departamento de Geologia. LIMA. M. KOZUCH. Projeto de lavra (s. Natal: SBG. Revista Brasileira de Geociências. D.. Universidade de Brasília. 1966. HOWELL. M. I. il. (Relatório Técnico. HUBER. 4. Salvador: SBG. 1997. E. R.C. Magmatic and geodynamic signature of the Brasiliano cycle plutonism in the Seridó belt. n. F.. In: SIMPÓSIO DE GEOLOGIA DO NORDESTE. P. p. Bras. Tese (Doutorado) Centro de Tecnologia e Geociências. NE do Brasil. MABESOONE. F. . KING. JARDIM DE SÁ. 798/1). 101p. Acad. v. 1956. de F. 1994.17-28. 61p. L.G. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GEOLOGIA. Projeto Scheelita do Seridó: relatório final.352 . Universidade Federal do Rio Grande do Norte. R. J. et al.11. Zeitschrift fur Geomorphologie. Universidade Federal de Pernambuco. 1. Nota explicativa dos mapas In: UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. M. 1997. p.. Resumos expandidos. W. il. Anais. (Boletim do Núcleo Nordeste da SBG. ALHEIROS. Recife: DNPM/CPRM. 1990.71. 1990. 15) p. Extend. JARDIM DE SÁ. Nordeste do Brasil.R. E. M. 6v. LEITE. 1994.1650. 50-57. Brasiliano syn-tectonic alkaline granites emplaced in a strike-slip/extensional setting. v. Fortaleza: SBG... Anais. J.. 1999. Revisão geológica da faixa sedimentar cos- . Estratigrafia de rochas granitóides na região do Seridó (RN-PB) com base em critérios estruturais. Susceptibilidade e Mineralogia magnética do Batólito de Texeira e suas implicações sobre as mineralizações auríferas do Distrito de Itapetim PB/PE.ed. 170). new application for global tectonics. 1997. W. Ages and isotope geochemistry of two pre-Brasiliano magmatic events in the Borborema Province. 6v. W. v. MACEDO. J. J. L. MADRUGA. M. 1990. B. 1956. 35v. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GEOLOGIA. G. E. Rev. 334p. An. Bras. L. A. v.. 1990. l. 18. p. E. de A. Mineralização aurífera de Itajubatiba (PB) caracterização geológica preliminar. MEDEIROS. v. C.. NE do Brasil) e o seu significado geodinâmico na cadeia Brasiliana/Pan-Africana Brasília. 886899.10.. VINISKI. 147-265. Abstracts. McREATH. 32. 52p. NE Brazil. 17. Salvador. 1980. P. Contribuição da gravimetria aos modelos de estruturação crustal da Província Borborema. H.3 p. E. M.2683-2694. Berlin. Mineração em Pernambuco: desempenho e persRecife: DNPM/SEMINpectivas. Fortaleza. p. (Boletim DGM.2. 804p. n.São Paulo.. V.419-459. J. 1997. PE/NETEM. Relief of northeastern Brazil and its correlated sediments. 1977. Contribuição ao estudo da bacia costeira do Rio Grande do Norte. A geomorfologia do Brasil oriental. Geogr. E. B. VAN SCHMUS. v. Ci. Nordeste brasileiro.A. LINS. 36. Anais. LETERRIER. Petrologia e geoquímica de supracrustais e granitóides do Terreno Alto Pajeú na Folha Monteiro – Província Borborema. São Paulo. F. Campos do Jordão . M. Principles of terrane analysis. et al. A Faixa Seridó (Província Borborema. 537p. JARDIM DE SÁ. M.. F. LYRA SOBRINHO. 1997. il. Rio de Janeiro: DNPM/DGM. Natal.

. Atas. 20.. L. Folha SB 24-Z-D-V.643-647. Anais. il. João Pessoa: CODEMIN. il. G. São Paulo. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE ESTUDOS TECTÔNICOS. MELO Jr.000. Rio de Janeiro. 7v. SIAL. 1993. J. (Estudos Geológicos DGEO. Anais. Pernambuco. Salvador. 1984. A. Relatório da diretoria1950.. G. OLIVEIRA. Novas considerações sobre a geologia do PréCambriano de Pernambuco Oriental. p. Santa Luzia/PB. Resumos expandidos. João Pessoa (PB).. Coexistence and mixing of magmas in the late Precambrian Itaporanga batholith. Lençóis: SBG. p. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GEOLOGIA. 1981. 12. M. In: SIMPÓSIO DE GEOLOGIA DO NORDESTE.237-276. 1993. MELO. set. 1986. (Boletim do Núcleo Nordeste da SBG. V. R.A. 24. PEDROSA. M. Datações Rb-Sr em ortognaisses e a idade do Grupo Seridó. 2000. 1952. State of Paraiba. Lençóis. 2001. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE ESTUDOS TECTÔNICOS. In: SIMPÓSIO DE GEOLOGIA DO NORDESTE. (1996)-Geochemical and Rb-Sr data of the neoproterozoic bimodal anorogenic magmatism in the Borborema Province. SANTOS. 11. 1999. 1986. 1). J. Recife: Ed. SBG. 39. 253-262. Geologia e metalogênese. 473p. A. (Boletim do Núcleo Nordeste da SBG. E. A. Northeast Brazil. . N. 10) p. I.000. Feições do vulcanismo básico terciário e as relações geotectônicas de estruturação da bacia de Boa vista (PB). João Pessoa. 1998. Recife. Brasília. J. Brasília. Estados da Paraíba. M. R. nov. Sumé. 10) p. INTERNATIONAL SYMPOSIUM ON TECTONICS OF THE BRASILIAN GEOLOGICAL SOCIET. v.21 . 8. n. A. Rio de Janeiro. Coordenadoria de Desenvolvimento Mineral. 9) p. H. 93). L. PETTA. J. Apatita: Paraíba. S. Salvador: SBG. MEDEIROS.607 . In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GEOLOGIA. & SIQUEIRA. 2v.P. M. 1999. R. “paginação irregular” il. Estratigrafia e origem do Grupo Barreiras em Pernambuco. MACAMBIRA. 14-31. Recife: Sociedade Brasileira de Geologia/Universidade Federal de Pernambuco. Sergipe e Bahia. Revista Brasileira de Geociências. 114. Revista Brasileira de Geociências. João Pessoa: SBG. L. 1984. Disponível em 1 CD-ROM. (1993)Seção geológica-geofísica e inferências geotectônicas na porção centro-sul da Província Borborema. NUNES BARBOSA. Brasilia: CPRM. E. 1998. 3. 1999. il. p. F.. 1990. J. Projeto cadastramento dos recursos minerais metálicos da Paraíba. PARAÍBA. 160p. (Boletim. P. Paraíba e Rio Grande do Norte. MELO. 88p. R. PETTA.V. v. Reavaliação econômica dos depósitos bentoníticos de Boa Vista (PB) com base em nova interpretação estratigráfica. SILVA FILHO. C.. C. 2. 1970.. MABESOONE. p. 1991. C. JARDIM DE SÁ. 1972. Estados da Paraíba e Pernambuco. 3. Programa Levantamentos Geológicos Básicos do Brasil. MEDEIROS.24. n. S. 4). R.101-110.. Rio de Janeiro: SBGF. 185p.H. Natal: SBG. Série B: Estudos e Pesquisas. Recife: CPRM.teira de Pernambuco. p. GUIMARÃES. il.146-154. NUNES BARBOSA.6 p. Governo do Estado.. Alagoas.. 436p. (Série Relatório de Pesquisa. [CD-ROOM] Programa Levantamentos Geológicos Básicos do Brasil. C.21-31. v. 1970. LIMA. 2001. 7. A.. In: BRASIL. DE.TORRES. Aracaju NE. 1980. et al. E. 1978. Pesquisa da produção mineral da Paraíba. DNPM/DFPM. Escala 1:100. In: CONGRESSO INTERNACIONAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE GEOFÍSICA. v 1. 556p. J. 2. F.610. Universitária.A. Atas. Folha SC 24-X. 252p. Resumo de Comunicações. PEREIRA. Escala 1:500. p. Recife. 194197 (Boletim Especial. Natal. A.F.. R. B.. 173-188. R. Projeto Fluorita de Salgadinho./dez. MARIANO. Anais. de F.. H. I. SÁ. et al. MACÊDO. NE Brazil: the Prata Complex. V.. V. p. 2001. il. PIRES. Paraíba e parte do Rio Grande do Norte.

N. Revista Brasileira de Geociências.Instituto de Geociências. CPRM. 1994. OLIVEIRA. VERKAEREN. E. In: INTERNATIONAL SYMPOSIUM ON GRANITES AND ASSOCIATED MINERALIZATIONS . Balneário de Camboriú: SBG. CPRM . V.29. 10. 1984. São Paulo. SANTOS. PAIVA. Explanatory note to the international stratigraphic chart. J.. Escala 1:250. Folha SC. SANTOS. R. et al. SÁ. 1998. In: ALMEIDA. F. Buenos Aires. P.5 p. v.73 .1 p. J.6 p.. 1975. SANTOS. In: SIMPÓSIO SOBRE AS BACIAS CRETÁCICAS BRASILEIRAS. G. 16p. E. MEDEIROS. Anais. NE Brazil. il. v. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GEOLOGIA. mar. J. Universidade de São Paulo. 1999. Programa Levantamentos Geológicos Básicos do Brasil. BRITO NEVES. Salvador.. Novos subsídios para elucidação do episódio “Barreiras” no Rio Grande do Norte. 1995. J. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GEOLOGIA. E. Currais Novos (RN). Disponível em 1 CD-ROM... Balneário Camboriú. Fortaleza. 7. [CD ROM]. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GEOLOGIA.. Boletim de resumos expandidos. Ambiente tectônico da parte oriental da seqüência Salgueiro-Cachoeirinha. Borborema Province. SOUZA. de Província Borborema. J. SANTOS. 15. J. E. Borborema Province. Terrenos no domínio transversal da província Borborema: controles sobre acresção e retrabalhamento crustais ao sul do Lineamento de Patos. SANTOS. B. 1992. J. Cap. J. 1992. Fernando F.84. O pré-cambriano do Brasil. 1998. FERNANDES. 2000.47-50. Fortaleza: SBG. Nordeste do Brasil. 177p.24-X-A. Resumos expandidos. J. 7v. C. Atas. Sistemas deposicionais na Bacia do Araripe. 378p. Borborema Province NE Brazil. In: SIMPÓSIO DE GEOLOGIA DO NORDESTE. 1997. In: CONGRESO LATINOAMERICANO DE GEOLOGÍA Y CONGRESO NACIONAL DE GEOLOGÍA ECONÓMICA. MEDEIROS. J. J. Geologia e Metalogênese.149-158. LEGRAND.123 186. 6). Belo Horizonte: SBG. SIMPÓSIO DE . Salvador. J. 219p. Ensaio preliminar sobre terrenos e tectônica acrescionária na Província Borborema.000. Constraints from granitic plutonism on proterozoic crustal growth of the transverse zone Domain. H. FREITAS M.Serviço Geológico do Brasil. 38. In: SIMPÓSIO. São Paulo: Edgard Blucher. M. p. V. H. Campina Grande: SBG. (Boletim do Núcleo Nordeste da SBG.81-83. Belém do São Francisco. 3v. Rio Claro. 1995. 1996. SÁ. Constraints from granitic plutonism on proterozoic crustal growth of the transverse zone.239. J. C. 2. 1998. p. New York: IUGS/UNESCO. Província Borborema. HASUI. E. Estados de Pernambuco.427-432.319 . dos. 1997. dos. NE Brazil.. dos O complexo granítico Lagoa das Pedras: acresção e colisão na região de Floresta (Pernambuco) Província Borborema. Recife: CPRM.1. J. 40. J. 8. B. SANTOS. p. Atas. 1977. 1998. C. 1991. REMANE. 2. Yociteru. New Insights on Grenville-age and Brasiliano granitic plutonism of the Zona Transversal. MEDEIROS. 373p.2. p. 39. il. 335p. 1994. Évolution geodynamique de la ceinture proterozoique d’Orós. n. Anais. 499p. Belo Horizonte. Nancy. (Boletim do Núcleo Nordeste da SBG. Rio Claro: UNESP. C. Tese (Doutorado) . SANTOS. G. E. 1975. C. MUNIZ. Salvador: Superintendência de Geologia e Recursos Minerais.PONTE.ISGAM.. DE GEOLOGIA DO NORDESTE. E. Actas. SALIM. 1991. p. Nord-est Brésil. v. Petrologia de alguns skarns primários da mina Brejuí. J. 1996. Buenos Aires. C. dos. M. dos. Extended abstracts and program. Salvador: SBG. SALIM.237 . Alagoas e Bahia. v.M. Marques de. 1999. I. 5). E. E. SANTOS. p. p225-245. dos O modelo de evolução precambriana da região de Arcoverde. Thesis Faculté de Sciences de l’Université de Nancy. J. Pernambuco. 1977.321. SANTOS. V. et al. B.

M. R. Projeto Cachoeirinha: relatório final integrado. il. Salvador: Superintendência de Geologia e Recursos Minerais. 1. de. M. VAN SCHMUS. NE Brazil: archean TTG accretion and proterozoic crustal reworking.Paraíba. 16. In: INTERNATIONAL SYMPOSIUM ON GRANITES AND ASSOCIATED MINERALIZATIONS . da Contribuição à geologia e geofísica da região a nordeste de Cubatí .C. de. 2000. SILVA. Brasília. JARDIM DE SÁ. Extended abstracts and program. J. B. p. Extended abstracts and program. 1985. Sci. Recife: Escola de Geologia. n. 6v. n. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE ESTUDOS TECTÔNICOS.). B. SANTOS. MACEDO.66-69. F. BRITO... C. Recife... A. 1997. Journal of South American Earth Sciences. F. In: SIMPÓSIO DE GEOLOGIA DO NORDESTE. Lençóis: SBG.. Anais da Academia Brasileira de Ciências. 1987. R. v. R. Salvador: SGM. BELLIZIA. 441p. A M. CAMPOS. Dados preliminares sobre as idades . da Avaliação do potencial metalogenético da Província Pegmatítica da Borborema através de indicadores litogeoquímicos. 298p.54 72. BRITO NEVES.. J.. L. 1997.º 1.175-198.000. de F. P. 1987. 1995. E.. p. FLETCHER. il. N..8. 14) p. Z. GUIMARÃES. 1995. 1995. S. R. SIAL.. GOMES. Jazida de urânio de Espinharas . Brasília: DNPM. U-Pb SHRIMP ages in southern state of Ceará. DERZE. 336p p. SUDENE. Northeast Brazil. J. In: INTERNATIONAL SYMPOSIUM ON GRANITES AND ASSOCIATED MINERALIZATIONS.N.143-165. SIAL.124. v. Geologia do Brasil: Texto explicativo do mapa geológico do Brasil e da área oceânica adjacente incluindo depósitos minerais.. SCHOBBENHAUS. V. W. SOUTO MAIOR FILHO.3/4. 316. MORNER.141-162. MEDEIROS.R. p. J. J. 1997. Lençóis.. p. 1993. 1999... In: Silva A. Geological map of South America.N. Principais depósitos minerais do Brasil. 1985. M. (Boletim do Núcleo Nordeste da SBG.280 . 1986. Acad. (Boletim do Núcleo Nordeste da SBG. R. BIDEGAIN.39. 1997.000. 1984. “paginação irregular” il. v. il. in Northeast Brazil.Geology of the Borborema Province Norteast Brazil. R.F.61-69. J. SILVA FILHO .355-364. A. In: BRASIL DNPM. R. 201 208. 4v. (Eds. 1999. Contrasting metaluminous magmatic epidote-bearing granitic suites from two Precambrian foldbelts. SOUZA. n. v. PEUCAT. R. A. Salvador. C.ISGAM.639-659... Revista Brasileira de Geociências.. E. A. SIAL.144. I. G. p. il. 1967. C. & Lima E. E.500. p. Bol. Intern.1 cap 10 p. 501p. Estudos hidrogeológicos do baixo e médio MamanguapePB.GEOLOGIA DO NORDESTE. jan. 17. E. p. Recife: DNPM/CPRM.. Atas. BEURLEN. SILVA. MARTIN.. H. dos. M. Geochemical signatures of main Neoproterozoic late-tectonic granitoids from the Proterozoic Sergipano Fold Belt: significances for the Brasiliano orogeny. Granitic rocks of Northeast Brazil.2/4. A. Paris. J. H. Borborema pegmatitic province: geological and geochemical aspects. C. 16. R. 7. 537p. I. B. Recife: SBG. 1973. 134p. 1995. Granite types in Northeastern Brazil: current knowledge. Salvador. H. A. 2. C.. R. Escala 1:5. D. VASCONCELOS. G..121 .000.S. N.281. F. 1993.5. Borborema province. McNAUGHTON. v.. Geology Review. Un segment de croûte continentale juvenile d’âge protérozoique inférieur: Complexe de Caicó (Rio Grande do Norte). J. SILVA. 15) p. Fortaleza. 4 mapas. Rec Nat. il. ANACLETO. C.. A. M. S. (coord. Recife. N. M. L. SCHOBBENHAUS. K. Brasília: UNESCO/DNPM/CPRM. Relatório de Graduação. A. PIMENTEL. Terrane and their boundaries in the Proterozoic Borborema Province. Anais. R. A. il. R. v. SUGUIO.Paraíba. NESI.) . 1997. M. H. SANTOS. MENDES. escala 1:2.141 . HOLL./mar. J. ASMUS. SILVA. Fortaleza: SBG. p. Resumos expandidos. V. SILVA FILHO. OLIVEIRA. C. da.

de.267-288.. 391. 121p. 8. J. HACKSPACHER. 14) v. B. In: SIMPÓSIO DE GEOLOGIA DO NORDESTE. W. il. (Folha SB. E. São Paulo. carta metalogenética/previsional/Escala 1:100. DNPM/CPRM. C. VAN SCHMUS. B. SUMÁRIO MINERAL 2000.24-Z-C-VI Afogados da Ingazeira).Escala 1:100. 2 mapas... n. 100p. A.. 2. BABINSKI.HACKSPACHER. P. Recife: SBG.. Recife. Revista Brasileira de Geociências. A. 120p.. Earth Sci. M. v. 2000. Northeastern Brazil: initial conclusions.L. Estados de Pernambuco e Paraíba. VAN SCHMUS. .. 1995. R. Brasília: DNPM. il. VEIGA JÚNIOR. Atas. 1995. A. U/Pb and Sm/Nd geochronologic studies of the Eastern Borborema Province. B.paleomagnéticas do Grupo Barreira e da Formação São Paulo. 1986. P. de. v. carta metalogenética/previsional/. C. R. Jour. 2 mapas. A. p. (Boletim do Núcleo Nordeste da SBG. il. Estados de PerBrasília: nambuco e Paraíba. W.24-Z-D-IV Monteiro). jun. FETTER. P.16. (Folha SB.000. 1990. 1990.16. Brasília: DNPM/CPRM.393. H. . v. 2.. M.000. p. BABINSKI. WANDERLEY.171-175. DANTAS. Programa Levantamentos Geológicos Básicos do Brasil: Carta geológica. South Am. BRITO NEVES. NE Brazil.20. p. FERREIRA. 2v. Neoproterozoic and late mesoproterozoic sedimentary and volcanic sequences in the Borborema Province. BRITO NEVES. Programa Levantamentos Geológicos Básicos do Brasil: Carta geológica. B. 1995.

APÊNDICE I .LISTAGEM DOS JAZIMENTOS MINERAIS No de DOCMETA ordem 1 2 3* 4 5 6* 7* 8* 9* 10* 11* 12* 13* 14* 15* 16* 17* Latitude (S) Longitude (N) Substância Município Brejo do Cruz Brejo do Cruz Brejo do Cruz Brejo do Cruz Brejo do Cruz Frei Martinho Frei Martinho Frei Martinho Frei Martinho Frei Martinho Picuí Picuí Frei Martinho Frei Martinho Picuí Picuí Picuí Macambira Curral Queimado Alto Pilão de Baixo I Alto Pilão de Baixo II Alto Pilão de Baixo III Alto Brando Malhada Narciso Fortuna Alto Porfirio Alto Várzea Verde Alto Crabeirinha Alto Cágado Alto Boqueirão Alto Éguas Alto Pedra da Furna Alto Damião Alto Malhada de Areia Local Rocha encaixante gn gn gn gn gr btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt Status / Dados econômicos Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Ocorrência Garimpo ativo Garimpo inativo Garimpo ativo / A: 300 x 40m² Garimpo inativo / A: 80 x 12m² Garimpo inativo Garimpo ativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo ativo / A: 52 x 12m² 16119 6° 17' 40'' 16120 6° 18' 15'' 16121 6° 15' 30'' 16122 6° 16' 10'' 16123 6° 16' 50'' 16124 6° 19' 07'' 16125 6° 19' 10'' 16127 6° 16' 22'' 16149 6° 25' 01'' 16151 6° 29' 09'' 16152 6° 30' 20'' 16153 6° 31' 30'' 16154 6° 28' 05'' 16155 6° 27' 36'' 16156 6° 28' 30'' 16157 6° 29' 05'' 16158 6° 31' 10'' 37° 28' 50'' Berílio/Tântalo/ Césio/Lítio 37° 28' 40'' Berílio/Tântalo/ Césio/Lítio 37° 22' 50'' Berílio/Tântalo/ Césio/Lítio 37° 24' 09'' Berílio/Tântalo/ Césio/Lítio 37° 23' 30'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 22' 10'' Berílio 36° 22' 00'' Tântalo 36° 19' 10'' Nióbio/Tântalo 36° 29' 01'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 27' 50'' Berílio/Nióbio/ Tântalo/Estanho 36° 26' 38'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 25' 50'' Berílio 36° 26' 00'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 25' 10'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 24' 20'' Berílio/Estanho/ Nióbio/Tântalo 36° 24' 13'' Berílio/Nióbio/ Tântalo/Estanho 36° 24' 30'' Berílio/Nióbio/ Tântalo .

No de DOCMETA ordem 18* 19* 20* 21* 22* 23* 24* 25* 26* 27* 28* 29* 30 31* 32* 33* 34* 35 36* 37* Latitude (S) Longitude (N) Substância Picuí Picuí Picuí Picuí Picuí Picuí Picuí Picuí Picuí Picuí Picuí Picuí Município Local Alto Casa de Pedra Alto Pedrada Furna Alto Pedrada Furna Quixabeira Alto Várzea Alto Malacacheta Alto Lombada Alto do Besouro Alto do Cortume Alto do Quixaba Alto Boa Sorte Alto Lagoa do André Alto Divisão Santo Antonio Soares Boqueirão Alto Conceição Alto Cirurgião Alto Salguim Alto Sombrio Alto Barra do Cipó Rocha encaixante btxt btxt mxt-muqzt btxt mxt-muqzt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt Status / Dados econômicos Garimpo inativo Garimpo ativo / A:180 x 35m² Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo / A: 50 x 20m² Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo / A: 60 x 12m² Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo / A: 180 x 15m² Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo / A: 60 x 12m² Garimpo inativo / A: 380 x 35m² 16159 6° 30' 00'' 16160 6° 28' 30'' 16161 6° 29' 10'' 16162 6° 27' 03'' 16163 6° 27' 40'' 16164 6° 30' 00'' 16165 6° 30' 13'' 16166 6° 31' 10'' 16167 6° 32' 47'' 16168 6° 33' 10'' 16169 6° 27' 21'' 16170 6° 28' 05'' 16171 6° 25' 15'' 16172 6° 24' 30'' 16173 6° 23' 10'' 16174 6° 23' 18'' 16175 6° 24' 00'' 16176 6° 25' 20'' 16177 6° 24' 30'' 16178 6° 23' 20'' 36° 22' 00'' Berílio/Tântalo/ Nióbio 36° 22' 50'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 23' 30'' Berílio 36° 23' 10'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 21' 20'' Berílio 36° 21' 40'' Berílio/Estanho 36° 21' 30'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 21' 00'' Berílio/Nióbio/ Tântalo/Estanho 36° 23' 30'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 22' 40'' Berílio 36° 21' 40'' Nióbio/Tântalo/ Berílio 36° 23' 03'' Nióbio/Tântalo 36° 23' 47'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 24' 50'' Berílio 36° 26' 30'' Berílio 36° 23' 13'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 20' 40'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 21' 20'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 20' 20'' Berílio 36° 21' 12'' Berílio/Nióbio/ Tântalo Frei Martinho Frei Martinho Frei Martinho Picuí Picuí Picuí Picuí Picuí .

No de DOCMETA ordem 38* 39* 40 41* 42* 43* 44* 45* 46* 47* 48* 49* 50* 51* 52* 53* 54* 55* 56* 57* Latitude (S) Longitude (N) Substância Picuí Município Local Alto Maracajá Alto Tapera Alto Carrapateira Alto das Esperas Riacho Grande Alto Tapuio Formigão Alto Igrejinha Alto da Serra Alto da Chápa Cabeça de Velho Alto Ovelhas Alto Trocada Serra Branco da Onça Alto Pedra Rachada Alto da Favela Alto Sossego Alto Patrimonio Alto Facheiro Alto da Onça Rocha encaixante btxt btxt btxt btxt grgn btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt Status / Dados econômicos Garimpo inativo Garimpo inativo / A:10 x 9m² Garimpo inativo / A: 300 x 35m² Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo / A : 60 x 10m² Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo / A : 100 x 10m² Garimpo inativo Garimpo ativo / A : 100 x 30m² Garimpo inativo Garimpo inativo / A : 100 x 20m² Garimpo inativo Garimpo inativo / A : 100 x 12m² 16179 6° 23' 40'' 16180 6° 21' 40'' 16181 6° 21' 12'' 16182 6° 19' 30'' 16183 6° 45' 53'' 16190 6° 43' 27'' 16193 6° 38' 20'' 16194 6° 37' 00'' 16195 6° 37' 17'' 16196 6° 39' 20'' 16197 6° 39' 10'' 16198 6° 38' 43'' 16199 6° 40' 43'' 16200 6° 41' 43'' 16201 6° 42' 00'' 16202 6° 43' 43'' 16203 6° 46' 00'' 16204 6° 45' 52'' 16205 6° 47' 30'' 16206 6° 41' 13'' 36° 20' 20'' Berílio 36° 23' 30'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 21' 08'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 20' 40'' Berílio/Tântalo/ Nióbio/Litío 37° 28' 11'' Berílio 36° 31' 07'' Nióbio/Tântalo 36° 29' 23'' Nióbio/Tântalo 36° 29' 10'' Nióbio/Tântalo/ Molibdênio 36° 28' 53'' Nióbio/Tântalo 36° 27' 40'' Nióbio/Tântalo 36° 29' 07'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 29' 03'' Tântalo 36° 28' 57'' Nióbio/Tântalo 36° 28' 23'' Nióbio/Tântalo/ Berílio 36° 28' 13'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 29' 45'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 29' 30'' Nióbio/Tântalo Frei Martinho Picuí Picuí São José de Espinharas Pedra Lavrada Nova Palmeira Nova Palmeira Nova Palmeira Nova Palmeira Nova Palmeira Nova Palmeira Nova Palmeira Nova Palmeira Nova Palmeira Pedra Lavrada Pedra Lavrada 36° 28' 45'' Berílio/Nióbio/Tân.Pedra Lavrada talo/Lítio/Bismuto 36° 29' 20'' Berílio 36° 29' 10'' Berílio/Nióbio/ Tântalo Pedra Lavrada Nova Palmeira .

No de DOCMETA ordem 58* 59 60* 61 62 63* 64* 65* 66 67* 68* 69* 70* 71 72* 73* 74* 75* 76* 77* 78* Latitude (S) Longitude (N) Substância Município Pedra Lavrada Pedra Lavrada Pedra Lavrada Nova Palmeira Nova Palmeira Nova Palmeira Nova Palmeira Nova Palmeira Picuí Picuí Picuí Picuí Picuí Nova Palmeira Nova Palmeira Nova Palmeira Nova Palmeira Nova Palmeira Nova Palmeira Nova Palmeira Pedra Lavrada Local Alto Cachoeira Grande Alto do Burro Alto da Piaba Alto Pedra Rachada Alto Corrixauá Alto Pedrinha Moça Bonita Alto Malhada Escondida Alto Tanquinhos Alto Passagem Alto Caititu Alto do Massapê Alto Cachoeirinha Alto do Jardim Alto Branco ou Gerimum Alto Porteira Alto Serra Aguda Alto Cadeira Alagamar Minade Chico Candido Alto Malhada Redonda Rocha encaixante btxt btxt btxt btxt btxt grabtxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt Status / Dados econômicos Garimpo inativo / A : 60 x 12m² Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo / A : 50 x 8m² Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo / A : 300 x 45m² Garimpo inativo / A : 50 x 7m² Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo 16207 6° 43' 30'' 16208 6° 43' 30'' 16209 6° 42' 30'' 16210 6° 42' 50'' 16211 6° 41' 17'' 16212 6° 41' 20'' 16213 6° 38' 47'' 16214 6° 38' 33'' 16215 6° 35' 40'' 16216 6° 37' 41'' 16217 6° 37' 20'' 16218 6° 37' 23'' 16219 6° 38' 20'' 16220 6° 40' 30'' 16221 6° 39' 43'' 16222 6° 40' 37'' 16223 6° 42' 17'' 16224 6° 42' 17'' 16225 6° 42' 50'' 16226 6° 43' 17'' 16227 6° 44' 38'' 36° 30' 53'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 31' 20'' Berílio 36° 30' 17'' Tântalo/Berílio/ Molibdênio 36° 27' 20'' Estanho 36° 27' 00'' Estanho 36° 27' 20'' Tântalo/Berílio 36° 25' 40'' Berílio/Tântalo/ Nióbio 36° 26' 40'' Nióbio/Tântalo 36° 23' 20'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 23' 04'' Berílio/Tântalo 36° 22' 43'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 21' 37'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 22' 20'' Nióbio/Tântalo 36° 24' 40'' Berílio 36° 24' 00'' Berílio/Tântalo 36° 23' 23'' Berílio/Estanho 36° 24' 10'' Berílio/Tântalo 36° 23' 40'' Berílio/Tântalo 36° 23' 50'' Nióbio/Tântalo 36° 24' 04'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 23' 46'' Berílio/Tântalo .

A : 500 x15m² Garimpo inativo 16228 6° 33' 33'' 16229 6° 34' 00'' 16230 6° 40' 40'' 16231 6° 58' 00'' 16232 6° 52' 45'' 16233 6° 53' 10'' 16234 6° 57' 40'' 16235 6° 55' 03'' 16236 6° 56' 53'' 16237 6° 59' 06'' 16238 6° 59' 40'' 16244 6° 59' 04'' 16245 6° 58' 50'' 16246 6° 58' 22'' 16247 6° 56' 27'' 16248 6° 50' 15'' 16249 6° 58' 20'' 16250 6° 57' 23'' 16251 6° 57' 11'' 16252 6° 58' 20'' 16253 6° 57' 22'' 16254 6° 58' 11'' 16255 6° 58' 02'' 36° 22' 17'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 20' 00'' Berílio 36° 21' 02'' Berílio/Tântalo 37° 06' 15'' Berílio 37° 03' 00'' Berílio 37° 02' 10'' Berílio 36° 59' 15'' Berílio 36° 49' 37'' Bário 36° 46' 04'' Berílio 36° 46' 07'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 45' 00'' Bário 36° 42' 57'' Caulim 36° 43' 04'' Bismuto/Nióbio/ Tântalo/Lítio 36° 41' 53'' Bismuto/Nióbio/ Tântalo 36° 41' 20'' Berílio/Caulim 36° 41' 30'' Caulim 36° 41' 40'' Nióbio 36° 40' 30'' Berílio/Nióbio 36° 40' 07'' Nióbio 36° 40' 25'' Caulim 36° 39' 14'' Caulim 36° 38' 47'' Nióbio/Tântalo/ Estanho 36° 37' 06'' Berílio/Nióbio Nova Palmeira São Mamede São Mamede São Mamede Santa Luzia Santa Luzia Junco do Seridó Junco do Seridó Junco do Seridó Juncodo Seridó Junco do Seridó Junco do Seridó Junco do Seridó Pedra Lavrada Junco do Seridó Junco do Seridó Junco do Seridó Junco do Seridó Juazeirinho Juazeirinho Juazeirinho .No de DOCMETA ordem 79* 80* 81* 82* 83 84* 85* 86* 87* 88* 89* 90* 91* 92* 93* 94* 95* 96* 97* 98 99 100* 101 Latitude (S) Longitude (N) Substância Picuí Picuí Município Local Alto Nova Olinda Alto Nova Olinda Alto Limoeiro Fazenda Jatobá Maracujá Campo da Cruz Alto Barra de Craubeira São Gonçalo Alto Fundamento Alto Cabeça de Vaca Aldeia Alto Manuel Balduino Unha de Gato Bôa Vista de Cima Galo Branco Alto do Pereiro Alto Várzea da Carneira Alto Carneiro Alto Casa de Pedra Sítio Carneiro Sítio Grota Alto Várzea do Caririo Alto Bandara Rocha encaixante btxt btxtmig btxt btxtmig btxtmig btxtmig btxtmig btgn hbbtxt btxt muqzt muqzt muqzt muqzt muqzt muqzt muqzt muqzt muqzt muqzt muqzt muqzt btxt Status / Dados econômicos Garimpo inativo Ocorrência Garimpo inativo Ocorrência Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo ativo Garimpo inativo / A : 100 x 7m² Garimpo inativo / A : 150 x 12m² Garimpo inativo / A : 100 x 8m² Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo / A : 500 x 200m² Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo inativo.

No de DOCMETA ordem 102* 103* 104 105 106* 107* 108* 109* 110* 111* 112* 113* 114* 115* 116* 117 118* 119* Latitude (S) Longitude (N) Substância Município Juazeirinho Juazeirinho Juazeirinho Juazeirinho Juazeirinho São Vicente do Seridó Juazeirinho São Vicente do Seridó São Vicente do Seridó São Vicente do Seridó São Vicente do Seridó São Vicente do Seridó Pedra Lavrada São Vicente do Seridó São Vicente do Seridó São Vicente do Seridó São Vicente do Seridó São Vicente do Seridó Local Alto Pedras Pretas Alto Micaceo Alto Marquilha Alto Costa Alto Costa Alto Cana Alto Primavera PoçodoMorcego Alto daRaposa Alto Morcego PoçodaVaca Proveito Alto do Boqueirãozinho São Vicente do Seridó Alto Quixaba Alto Remédio de Baixo Alto Macambira dos Paulinos Alto Macambira Rocha encaixante btxt btxt btxt gr btxt gr btxt btxt btxt btxt btxt btxt mig mig btxt btxt btxt btxt Status / Dados econômicos Garimpo inativo Garimpo inativo Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo / A : 500 x 20m² Garimpo inativo Garimpo inativo / A : 110 x 30m² Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Ocorrência Ocorrência Garimpo inativo / A : 100 x 8m² Garimpo inativo / A : 20 x 4m² Garimpo inativo / A: 45 x 8m² Garimpo inativo / A : 40 x 20m² 16256 6° 59' 30'' 16257 6° 59' 36'' 16258 6° 57' 30'' 16259 6° 55' 30'' 16260 6° 55' 20'' 16261 6° 53' 30'' 16262 6° 56' 10'' 16263 6° 52' 30'' 16264 6° 51' 46'' 16265 6° 51' 00'' 16273 6° 52' 47'' 16274 6° 51' 46'' 16275 6° 50' 00'' 16276 6° 50' 00'' 16277 6° 54' 43'' 16278 6° 54' 16'' 16279 6° 52' 56'' 16280 6° 52' 44'' 36° 36' 43'' Nióbio/Tântalo/ Estanho 36° 33' 03'' Berílio 36° 34' 30'' Tântalo 36° 31' 45'' Berílio 36° 00' 50'' Nióbio/Tântalo/ Estanho 36° 31' 30'' Berílio 36° 33' 50'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 32' 00'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 31' 50'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 31' 50'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 30' 33'' Berílio 36° 31' 20'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 23' 30'' Feldspato 36° 26' 30'' Berílio (Água Marinha) 36° 27' 43'' Berílio 36° 28' 26'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 28' 07'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 28' 53'' Berílio/Tântalo .

No de DOCMETA ordem 120 121* 122* 123* 124* 125* 126* 127* 128* 129* 130* 131* 132* 133 134* 135* 136 137 138* Latitude (S) Longitude (N) Substância Município São Vicente do Seridó São Vicente do Seridó Pedra Lavrada Pedra Lavrada Local PoçodeSoares Alto Pedras Negras Alto Bispo Alto Jazida Alto Serra Branca Alto do Pelado Alto Cafuba Alto Biquinho Alto Malhada Vermelha Alto doBoi Alto doPereiro Alto doFacheiro Alto Branco Alto do Balanço Alto Pedra D'Água Alto Lagoa de Pedra Rocha encaixante btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxtmig btxt gngr btxt btxtmig btxtmig Status / Dados econômicos Garimpo inativo / A : 160 x 25m² Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo / A : 100 x 30m² Garimpo inativo Garimpo inativo / A : 70 x 30m² Garimpo inativo / A : 90 x 35m² Garimpo inativo / A : 115 x 20m² Garimpo inativo / A : 60 x 20m² Garimpo inativo / A : 50 x 12m² Garimpo inativo / A : 90 x 20m² Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo / A : 100 x 115m² Garimpo inativo Ocorrência Ocorrência 16281 6° 51' 00'' 16282 6° 51' 07'' 16283 6° 50' 00'' 16284 6° 50' 13'' 16285 6° 50' 45'' 16286 6° 50' 00'' 16287 6° 49' 47'' 16288 6° 49' 40'' 16289 6° 49' 07'' 16290 6° 49' 38'' 16291 6° 49' 30'' 16292 6° 46' 43'' 16293 6° 47' 33'' 16294 6° 51' 00'' 16295 6° 54' 57'' 16297 6° 52' 13'' 16298 6° 54' 30'' 16299 6° 52' 00'' 16300 6° 56' 27'' 36° 29' 57'' Berílio 36° 29' 23'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 28' 33'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 27' 33'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 27' 14'' Berílio/Nióbio/Tân.Pedra Lavrada talo/Estanho/Lítio 36° 28' 00'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 27' 33'' Berílio/Nióbio/ Tântalo/Lítio 36° 28' 13'' Nióbio/Tântalo 37° 28' 13'' Nióbio/Tântalo 36° 29' 52'' Berílio/Tântalo/ Nióbio 36° 29' 27'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 28' 30'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 27' 53'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 26' 00'' Berílio 36° 23' 40'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 18' 23'' Berílio 36° 07' 39'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 37° 03' 15'' Tungstênio 36° 01' 14'' Ferro Pedra Lavrada Pedra Lavrada Pedra Lavrada Pedra Lavrada Pedra Lavrada Pedra Lavrada Pedra Lavrada Pedra Lavrada Pedra Lavrada São Vicente do Seridó Cubatí Barra de Santa Rosa Alto Solto São Mamede São Mamede Fazenda Santa Maria Arraial .

6% Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo 16301 6° 24' 21'' 16302 6° 50' 57'' 16303 6° 58' 15'' 16304 6° 56' 47'' 16305 6° 51' 26'' 16306 6° 51' 25'' 16336 6° 08' 30'' 16337 6° 07' 30'' 16338 6° 08' 40'' 16339 6° 08' 43'' 16340 6° 09' 45'' 16341 6° 09' 00'' 16342 6° 11' 10'' 16343 6° 09' 14'' 16344 6° 12' 00'' 16345 6° 09' 00'' 16346 6° 09' 37'' 16347 6° 08' 15'' 16348 6° 07' 30'' 16349 6° 13' 27'' 36° 28' 03'' Nióbio/Tântalo 37° 11' 23'' Ferro 37° 05' 30'' Berílio 36° 49' 23'' Berílio/Nióbio 36° 32' 50'' Nióbio/Tântalo 36° 32' 33'' Nióbio/Tântalo 37° 27' 15'' Tungstênio 37° 26' 30'' Tungstênio 37° 26' 20'' Tungstênio 37° 25' 33'' Tungstênio 37° 26' 00'' Tungstênio 37° 25' 15'' Tungstênio 37° 27' 30'' Tungstênio 37° 26' 04'' Tungstênio 37° 25' 15'' Tungstênio 37° 23' 30'' Tungstênio 37° 23' 30'' Tungstênio 37° 22' 15'' Tungstênio 37° 22' 15'' Tungstênio 37° 24' 30'' Tungstênio .No de DOCMETA ordem 139* 140* 141* 142* 143* 144* 145* 146* 147* 148* 149* 150* 151 152 153* 154* 155* 156 157* 158 Latitude (S) Longitude (N) Substância Município Frei Martinho São Mamede São Mamede Junco do Seridó São Vicente do Seridó São Vicente do Seridó Belém doBrejo do Cruz Belém doBrejo do Cruz Belém doBrejo do Cruz Belém doBrejo do Cruz Belém doBrejo do Cruz Belém doBrejo do Cruz Belém doBrejo do Cruz Belém doBrejo do Cruz Brejo do Cruz Brejo do Cruz Brejo do Cruz Brejo do Cruz Brejo do Cruz Brejo do Cruz Local Alto de Antonio Riacho Fundo Água Azul Alto Lira Alto Branco Alto Grande Várzea da Ema Passagem Limpa MariaAugusta Passagem Limpa Passagem Limpa Passagem Limpa Seriemas Emas I Fazenda Fechadas Aleluia Jatobá Fazenda Palha do Meio Jatobá Tanque do Mofumbo II Rocha encaixante btxt muqzt btxtmig qzmufdgn btxt btxt gn gn grd btgn gn gn btgn btgn gn gn btgn gn gn btxt Status / Dados econômicos Garimpo inativo / A : 90 x 25m² Ocorrência Ocorrência Garimpo inativo / A : 150 x 10m² Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo / T de WO3 : 0.

No de DOCMETA ordem 159 160* 161* 162* 163* 164* 165 166* 167* 168* 169* 170* 171* 172* 173 174* 175 176* 177* 178 179* 180* 181 182 183* 184

Latitude (S)

Longitude (N)

Substância

Município Brejo do Cruz Brejo do Cruz Brejo do Cruz Brejo do Cruz Brejo do Cruz Brejo do Cruz Brejo do Cruz Brejo do Cruz Brejo do Cruz Brejo do Cruz Brejo do Cruz São Bento Brejo do Cruz Brejo do Cruz Brejo do Cruz Brejo do Cruz SãoBento Frei Martinho Frei Martinho Frei Martinho Frei Martinho Frei Martinho Picuí Picuí Picuí Picuí

Local Tanque do Mofumbo II Tanque do Mofumbo I Sítio Brandão Graúna Olho D'Ägua Cascalho Graúnas Mina Bom Sucesso Fazenda Santa Luzia Pedra Furada Fazenda Vaca Brava Sítio do Arão Fazenda Poço da Onça Sutinga II Barbosa Sutinga Fazenda Santa Isabel Bezerra Tamanduá Ocorrência do Abreu Timbaúba Alto Quinturaré Bom Jardim Várzea Grande Cova do Negro Cachoeirinha

Rocha encaixante btxt btgn hbbtgn btgn hbbtgn hbbtxt mig btgn-btxt mig btgn gn-mig gr mig btxt btxt btxt btxtmig btxt btxt btxt btgn btxt gr btxt qzmubtgn btxt

Status / Dados econômicos Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Depósito / R. geol. 25.000t; T de WO3 : 0,8% Ocorrência Garimpo inativo / T de WO3 : 0,45% Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Ocorrência Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo / T de WO3 : 0,5% Garimpo inativo Ocorrência Ocorrência Garimpo inativo / T de WO3 : 0,3% Garimpo inativo

16350 6° 14' 23'' 16351 6° 15' 02'' 16352 6° 15' 35'' 16354 6° 14' 00'' 16355 6° 13' 40'' 16356 6° 13' 17'' 16357 6° 12' 45'' 16358 6° 10' 17'' 16364 6° 08' 30'' 16426 6° 22' 11'' 16427 6° 23' 00'' 16428 6° 29' 15'' 16429 6° 21' 15'' 16430 6° 22' 07'' 16431 6° 22' 47'' 16432 6° 22' 30'' 16433 6° 26' 30'' 16491 6° 22' 45'' 16492 6° 23' 30'' 16493 6° 25' 06'' 16494 6° 27' 50'' 16495 6° 25' 46'' 16496 6° 24' 15'' 16497 6° 26' 15'' 16498 6° 28' 30'' 16499 6° 28' 47''

37° 23' 37'' Tungstênio 37° 23' 58'' Tungstênio 37° 22' 11'' Tungstênio 37° 18' 40'' Tungstênio 37° 18' 40'' Tungstênio 37° 23' 37'' Tungstênio 37° 18' 15'' Tungstênio 37° 13' 57'' Tungstênio 37° 14' 15'' Tungstênio 37° 29' 04'' Tungstênio 37° 26' 15'' Tungstênio 37° 25' 45'' Tungstênio 37° 24' 15'' Tungstênio 37° 23' 27'' Tungstênio 37° 23' 37'' Tungstênio 37° 23' 30'' Tungstênio 37° 24' 15'' Tungstênio 36° 28' 45'' Tungstênio 36° 28' 30'' Tungstênio 36° 29' 50'' Tungstênio 36° 30' 30'' Tungstênio 36° 27' 30'' Tungstênio 36° 18' 00'' Tungstênio 36° 19' 00'' Tungstênio 36° 20' 10'' Tungstênio 36° 19' 17'' Tungstênio

No de DOCMETA ordem 185* 186* 187 188* 189* 190* 191 192* 193* 194* 195* 196 197 198* 199* 200* 201* 202* 203* 204* 205

Latitude (S)

Longitude (N)

Substância Picuí Picuí Picuí Picuí Picuí

Município

Local Café do Vento Baixa do Mourão Xavier Xavier Barra do Carrapato Aurora Riacho Grande Mucuna II Fazenda São Geraldo Fazenda Suécia Areias Fazenda Lapa Fazenda Lagoinha Fazenda Trempe Fazenda Serrote Preto Fazenda Serrote Branco

Rocha encaixante btxt-hbxt btxt btxtmig btxt btxtmig btxt btgn btgn gn-mig btgn hbbtxt hbbtxt btxt btgn gn-mig mig gn-mig

Status / Dados econômicos Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo /T de WO3 : 0,3% Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Depósito / R. geol. 450.000t; T de WO3 : 0,4% Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Ocorrência Garimpo inativo Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo

16500 6° 29' 47'' 16501 6° 31' 08'' 16502 6° 30' 45'' 16503 6° 31' 35'' 16504 6° 32' 30'' 16511 6° 45' 04'' 16512 6° 46' 00'' 16513 6° 46' 27'' 16520 6° 44' 00'' 16521 6° 45' 14'' 16540 6° 47' 00'' 16557 6° 47' 50'' 16558 6° 45' 30'' 16559 6° 46' 00'' 16560 6° 45' 15'' 16561 6° 45' 02'' 16562 6° 44' 30'' 16563 6° 45' 15'' 16564 6° 45' 53'' 16565 6° 44' 53'' 16566 6° 44' 53''

36° 19' 27'' Tungstênio 36° 19' 00'' Tungstênio 36° 19' 45'' Tungstênio 36° 19' 50'' Tungstênio 36° 18' 45'' Tungstênio 37° 25' 43'' Tungstênio 37° 29' 00'' Tungstênio 37° 29' 00'' Tungstênio 37° 23' 15'' Tungstênio 37° 22' 53'' Tungstênio 37° 15' 51'' Tungstênio 37° 09' 11'' Tungstênio 37° 02' 23'' Tungstênio 37° 04' 17'' Tungstênio 37° 03' 30'' Tungstênio 37° 03' 14'' Tungstênio 37° 12' 30'' Tungstênio 37° 04' 20'' Tungstênio 37° 04' 04'' Tungstênio 36° 58' 11'' Tungstênio 36° 58' 23'' Tungstênio

São José de Espinharas São José de Espinharas São José de Espinharas São José de Espinharas São José de Espinharas São José de Espinharas São Mamede Várzea Várzea São Mamede Várzea São Mamede Várzea Várzea Várzea Várzea

Fazenda Serrote Branco Fazenda Maracujá Serrotinho Barro Branco

gn-mig btgn qzmufdgnbtxt btxt

No de DOCMETA ordem 206* 207* 208 209* 210* 211 212* 213* 214 215* 216* 217* 218* 219 220 221* 222* 223* 224* 225 226 227 228*

Latitude (S)

Longitude (N)

Substância

Município Santa Luzia Várzea Várzea Várzea Santa Luzia

Local Barra do Cortume Mansinho Fazenda Imaculada Fazenda Mansinho Fazenda Tamanduá Serra Redonda

Rocha encaixante btxtmig qzmubtgn qzmufdgn qzmufdgnbtxt qzmufdgn btxt mubtxt btxt btxt btxtmig btxt gn-mig gr btxt btxt btxt hbbtxt btxt gn-mig gn-mig btgn btgn btgn

Status / Dados econômicos Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo / T de WO3 : 0,4% Garimpo inativo / T de WO3 : 0,5% Garimpo inativo Ocorrência Garimpo inativo / T de WO3 : 0,3% Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Ocorrência Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Ocorrência Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo

16573 6° 46' 30'' 16574 6° 47' 00'' 16575 6° 47' 57'' 16576 6° 46' 11'' 16578 6° 45' 23'' 16579 6° 46' 30'' 16580 6° 46' 17'' 16581 6° 45' 14'' 16582 6° 46' 30'' 16583 6° 45' 00'' 16584 6° 45' 45'' 16585 6° 44' 30'' 16609 6° 36' 00'' 16610 6° 43' 00'' 16611 6° 35' 17'' 16612 6° 36' 30'' 16613 6° 39' 13'' 16614 6° 44' 00'' 16615 6° 39' 00'' 16616 6° 48' 00'' 16617 6° 48' 11'' 16618 6° 48' 37'' 16619 6° 52' 44''

36° 56' 20'' Tungstênio 36° 56' 40'' Tungstênio 36° 57' 07'' Tungstênio 36° 57' 04'' Tungstênio 36° 54' 11'' Tungstênio 36° 50' 20'' Tungstênio 36° 49' 30'' Tungstênio 36° 49' 11'' Tungstênio 36° 50' 20'' Tungstênio 36° 49' 10'' Tungstênio 36° 49' 45'' Tungstênio 36° 47' 20'' Tungstênio 36° 25' 30'' Tungstênio 36° 24' 30'' Tungstênio 36° 20' 50'' Tungstênio 36° 21' 30'' Tungstênio 36° 20' 44'' Tungstênio 36° 28' 44'' Tungstênio 36° 04' 10'' Tungstênio 37° 29' 30'' Tungstênio 37° 25' 33'' Tungstênio 37° 24' 53'' Tungstênio 37° 28' 09'' Tungstênio

São José do Sabugí Fazenda Cacimbas Santa Luzia Santa Luzia Cacimbas Santarém

São José do Sabugí Fazenda Cacimbas São José do Sabugí Baixa Grande São José do Sabugí São José São José do Sabugí Exu Nova Palmeira Nova Palmeira Picuí Picuí Nova Palmeira Pedra Lavrada Fazenda Passagem Quixaba Fazenda Tapada Barra Nova Fazenda Tamanduá SantaTeresa

Barra de Santa Rosa Guandu São José de Espinharas São José de Espinharas São José de Espinharas Malta MucunaI Garrote Bonita Fazenda Pinhão dos Pereiras

No de DOCMETA ordem 229* 230* 231 232 233 234* 235* 236* 237* 238 239* 240 241 242* 243* 244* 245* 246* 247 248* 249* 250* 251*

Latitude (S)

Longitude (N)

Substância

Município São José de Espinharas São José de Espinharas São José de Espinharas São José de Espinharas São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede

Local Fazenda Cauassu Riacho do Negro SãoBento Fazenda Cajazeiras Riacho Fundo Fazenda Trindade Trindade Ramada Trindade II Anísio Papagaio III Tapera Fazenda Caldeirão Papagaio II Fazenda Papagaio Riacho dos Cavalos Papagaio Riacho do Meio Riacho da Angola Riacho Fundo Estopim Serrote do Urubu Flores II

Rocha encaixante btxt btxt btgn btgn btgn gn-mig gngr btgn gngr gngr btxt btgn btgn btgn gn-mig hbbtgn btxtmig btgn btgn gn-mig btgn gn-mig btgn

Status / Dados econômicos Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Depósito / R. geol.: 90.000t ; T de WO3 : 0,2% Garimpo inativo Garimpo inativo Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo / T de WO3 : 0,5% Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Depósito / R. geol.: 9.000t ; T de WO3 : 0,5% Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo

16620 6° 53' 11'' 16621 6° 53' 20'' 16622 6° 56' 00'' 16623 6° 51' 47'' 16624 6° 50' ' 11'' 16625 6° 50' ' 45'' 16626 6° 51' 23'' 16627 6° 52' 11'' 16628 6° 52' 20'' 16629 6° 53' 30'' 16630 6° 55' 43'' 16631 6° 52' 17'' 16632 6° 55' 53'' 16633 6° 55' 37'' 16634 6° 55' 00'' 16635 6° 54' 57'' 16636 6° 51' 30'' 16637 6° 57' 30'' 16638 6° 58' 53'' 16639 6° 59' 15'' 16640 6° 58' 40'' 16641 6° 57' 30'' 16642 6° 58' 20''

37° 29' 15'' Tungstênio 37° 29' 40'' Tungstênio 37° 27' 00'' Tungstênio 37° 24' 20'' Tungstênio 37° 13' 11'' Tungstênio 37° 12' 45'' Tungstênio 37° 13' 30'' Tungstênio 37° 13' 37'' Tungstênio 37° 13' 30'' Tungstênio 37° 11' 14'' Tungstênio 37° 11' 00'' Tungstênio 37° 09' 11'' Tungstênio 37° 12' 11'' Tungstênio 37° 10' 30'' Tungstênio 37° 09' 45'' Tungstênio 37° 09' 50'' Tungstênio 37° 09' 00'' Tungstênio 37° 08' 43'' Tungstênio 37° 09' 03'' Tungstênio 37° 08' 40'' Tungstênio 37° 08' 35'' Tungstênio 37° 07' 30'' Tungstênio 37° 08' 04'' Tungstênio

2% Garimpo inativo / T de WO3 : 0.5% Garimpo inativo 16643 6° 58' 27'' 16644 6° 58' 50'' 16645 6° 57' 40'' 16646 6° 57' 50'' 16647 6° 57' 50'' 16648 6° 57' 23'' 16649 6° 55' 45'' 16650 6° 55' 45'' 16651 6° 55' 15'' 16652 6° 54' 50'' 16653 6° 58' 00'' 16654 6° 56' 30'' 16655 6° 59' 07'' 16656 6° 59' 14'' 16657 6° 56' 30'' 16658 6° 57' 17'' 16659 6° 55' 30'' 16660 6° 53' 40'' 16661 6° 52' 30'' 16662 6° 51' 40'' 16663 6° 51' 47'' 16664 6° 51' 53'' 16665 6° 51' 20'' 16666 6° 51' 30'' 16667 6° 49' 40'' 37° 08' 04'' Tungstênio 37° 06' 43'' Tungstênio 37° 06' 17'' Tungstênio 37° 05' 53'' Tungstênio 37° 03' 53'' Tungstênio 37° 04' 17'' Tungstênio 37° 06' 15'' Tungstênio 37° 05' 00'' Tungstênio 37° 04' 45'' Tungstênio 37° 03' 27'' Tungstênio 37° 02' 45'' Tungstênio 37° 02' 23'' Tungstênio 36° 58' 43'' Tungstênio 36° 58' 30'' Tungstênio 36° 58' 43'' Tungstênio 36° 58' 30'' Tungstênio 37° 01' 30'' Tungstênio 37° 07' 37'' Tungstênio 37° 06' 15'' Tungstênio 37° 05' 30'' Tungstênio 37° 06' 14'' Tungstênio 37° 04' 47'' Tungstênio 37° 03' 11'' Tungstênio 37° 04' 30'' Tungstênio 37° 03' 30'' Tungstênio Serrote do Urubu Água Azul II Água Azul I Bananeiras Jatobá São Mamede Barra do Rio Barra do Rio Várzea Alegre Fazenda Queimadas Arraial Palmas II Palmas I Iaiu Quixabeira São Mamede SantaFé Arraial Fazenda Gatos Saco do Monte Fazenda Nicolau Fazenda Malhadinha Fazenda Gatos Fazenda Ipueiras qzmufdhbgn Garimpo inativo / T de WO3 : 0. T de WO3 : 0.000t .000t .5 a 1. geol. 40. T de WO3 : 0.0% Garimpo inativo / T de WO3 : 0.5% Garimpo inativo Depósito / R. geol.4% qzmufdgn btxtmig btxt btxtmig btgn btxt gngr btxt btxtmig btgn . 6.No de DOCMETA ordem 252* 253* 254* 255 256 257* 258* 259* 260* 261* 262* 263 264* 265 266 267* 268* 269 270* 271* 272* 273* 274* 275* 276 Latitude (S) Longitude (N) Substância Município São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede Santa Luzia São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede Flores I Local Rocha encaixante btgn muqzt btxt btgn btxt muqzt btxtmig gn-mig gn-mig qzmubtgn btxtmig qzmufdgn btgn qzmufdgn Status / Dados econômicos Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo / T de WO3 : 0.3% Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Depósito / R.

4% Garimpo inativo / T de WO3 : 0. T de WO3 : 0.5% Garimpo inativo / T de WO3 : 0. geol.5% Garimpo inativo Mina inativa / R.4% Garimpo inativo / T de WO3 : 0.000t.1% Garimpo inativo / T de WO3 : 0. 20.8% Garimpo inativo / T de WO3 : 0. geol. T de WO3 : 0. 24.1% Garimpo inativo / T de WO3 : 0.2% 16668 6° 49' 45'' 16669 6° 51' 30'' 16670 6° 50' 53'' 16671 6° 51' 30'' 16672 6° 50' 37'' 16673 6° 49' 40'' 16674 6° 49' 23'' 16675 6° 48' 40'' 16676 6° 48' 04'' 16677 6° 49' 53'' 16678 6° 48' 30'' 16679 6° 48' 50'' 16680 6° 52' 20'' 16681 6° 51' 40'' 16682 6° 49' 57'' 16683 6° 49' 37'' 16684 6° 52' 11'' 16685 6° 51' 43'' 16686 6° 52' 00'' 16687 6° 52' 30'' 16688 6° 52' 50'' 16689 6° 54' 43'' 16690 6° 56' 00'' 16691 6° 56' 17'' 37° 03' 30'' Tungstênio 37° 03' 15'' Tungstênio 37° 01' 33'' Tungstênio 37° 01' 30'' Tungstênio 37° 01' 30'' Tungstênio 37° 01' 14'' Tungstênio 37° 01' 00'' Tungstênio 37° 00' 30'' Tungstênio 37° 00' 20'' Tungstênio 37° 06' 04'' Tungstênio 37° 05' 43'' Tungstênio 37° 05' 11'' Tungstênio 36° 58' 11'' Tungstênio 36° 58' 00'' Tungstênio 36° 59' 57'' Tungstênio 36° 58' 11'' Tungstênio 36° 57' 33'' Tungstênio 36° 55' 14'' Tungstênio 36° 55' 14'' Tungstênio 36° 54' 35'' Tungstênio 36° 55' 43'' Tungstênio 36° 57' 00'' Tungstênio 36° 56' 53'' Tungstênio 36° 56' 40'' Tungstênio .4% Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo / T de WO3 : 0.1% Garimpo inativo / T de WO3 : 0.No de DOCMETA ordem 277* 278* 279* 280* 281* 282 283* 284* 285 286* 287* 288 289* 290* 291* 292 293* 294* 295* 296 297* 298* 299 300* Latitude (S) Longitude (N) Substância Município São Mamede São Mamede São Mamede Várzea Várzea Várzea Várzea Várzea Várzea São Mamede Várzea Várzea Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia Várzea Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia Local Fazenda Ipueiras Fazenda Lagamar Santa Maria Viola Viola Macambira Juá Mina Quixaba Mina Nova Brito Caiçara Santa Cristina Vaquejador II Ponta da Serra Papaconha Mina Pitombeira Vaquejador Mina Farias Alto de São Sebastião Vila Popular Bernina Várzea da Carnaúba Riacho do Fogo I Riacho do Fogo II Rocha encaixante gn-mig btxt btgn btxtmig mig btgn mubtxt btxt qzmubtxt hbbtgn btgn btgn qzmufdgn hbepbtgn qzmufdgnbtxt qzmufdgn hbbtgn qzmufdgnbtxt qzmufdgn qzmubtgn qzmubtgn qzmufdgn qzmufdgn qzmufdgn Status / Dados econômicos Depósito / R.3 a 0.4% Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo / T de WO3 : 0.5% Garimpo inativo Garimpo inativo / T de WO3 : 0.000t.5% Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo / T de WO3 : 0.

6% Garimpo inativo Garimpo inativo / T de WO3 : 0.7% 16692 6° 57' 40'' 16693 6° 59' 30'' 16694 6° 59' 30'' 16695 6° 59' 57'' 16696 6° 59' 07'' 16697 6° 59' 20'' 16698 6° 49' 45'' 16699 6° 52' 20'' 16700 6° 50' 47'' 16701 6° 50' 07'' 16702 6° 50' 33'' 16703 6° 49' 11'' 16704 6° 48' 30'' 16705 6° 48' 07'' 16706 6° 47' 33'' 16707 6° 47' 15'' 16708 6° 47' 30'' 16711 6° 50' 15'' 16712 6° 50' 45'' 16713 6° 52' 20'' 16714 6° 53' 15'' 16715 6° 54' 14'' 16716 6° 54' 45'' 16717 6° 55' 47'' 16718 6° 55' 27'' 16719 6° 56' 20'' 36° 56' 33'' Tungstênio 36° 54' 48'' Tungstênio 36° 54' 33'' Tungstênio 36° 54' 27'' Tungstênio 36° 54' 07'' Tungstênio 36° 54' 27'' Tungstênio 36° 48' 00'' Tungstênio 36° 54' 11'' Tungstênio 36° 53' 07'' Tungstênio 36° 52' 43'' Tungstênio 36° 52' 57'' Tungstênio 36° 51' 50'' Tungstênio 36° 51' 15'' Tungstênio 36° 51' 00'' Tungstênio 36° 50' 30'' Tungstênio 36° 51' 15'' Tungstênio 36° 47' 00'' Tungstênio 36° 46' 20'' Tungstênio 36° 46' 00'' Tungstênio 36° 47' 11'' Tungstênio 36° 48' 00'' Tungstênio 36° 47' 53'' Tungstênio 36° 47' 45'' Tungstênio 36° 47' 23'' Tungstênio 36° 48' 50'' Tungstênio 36° 49' 50'' Tungstênio São José do Sabugí Quixaba dos Verdes Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia Vila Popular Floresta Queimada II Queimada I Olho D'Água da Lage São José do Sabugí Malhada Vermelha III São José do Sabugí Malhada Vermelha II São José do Sabugí Malhada Vermelha I São José do Sabugí Malhada Vermelha II São José do Sabugí Nova Olinda Santa Luzia Sítio I São José do Sabugí Sítio Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia Junco do Seridó Junco do Seridó Santa Luzia Goité Redinha Porteira Montivideo Albino Batuta Casa de Pedra I .2% Garimpo inativo / T de WO3 : 0.6% Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo / T de WO3 : 2.6% Garimpo inativo / T de WO3 : 0.2% Garimpo inativo / T de WO3 : 0.6% Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo / T de WO3 : 0.5% Garimpo inativo / T de WO3 : 0.5% Garimpo inativo / T de WO3 : 0.5% Garimpo inativo / T de WO3 : 0.5 a 0.0% Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo / T de WO3 : 0.No de DOCMETA ordem 301 302* 303* 304 305* 306* 307* 308* 309 310* 311* 312 313* 314* 315 316* 317 318* 319* 320* 321* 322 323* 324* 325* 326* Latitude (S) Longitude (N) Substância Município Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia Pico Alto São Bento III São Bento II Mucuna Pedreiras São Bento Local Rocha encaixante muqzthbbtgn qzmubtxt qzmubtxt qzmufdgn qzmufdgn qzmubtxt gn-mig qzmufdgn mubtxt mubtxt btxt mubtxt btxtmig btxt btgn-btxt btxtmig btxtmig btxtmig btxtmig qzmubtgn btxtmig qzmufdgn btxtmig qzmubtgn btgn-btxt qzmufdgn Status / Dados econômicos Garimpo inativo / T de WO3 : 0.5% Ocorrência Garimpo inativo / T de WO3 : 0.2 a 0.

7% Ocorrência Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo / T de BaO: 52. geol. T de WO3 : 0.4% Garimpo inativo / T de WO3 : 0.2% Garimpo inativo / T de WO3 : 0. 52.2% Ocorrência Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo / T de WO3 : 0.2% Garimpo inativo / T de WO3 : 0.2% Garimpo inativo / T de WO3 : 0.2 a 0.No de DOCMETA ordem 327* 328* 329* 330* 331* 332* 333* 334* 335 336* 337* 338* 339* 340* 341 342* 343* 344 345* 346 347* 348* 349 Latitude (S) Longitude (N) Substância Município Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia Junco do Seridó Junco do Seridó Junco do Seridó Junco do Seridó Junco do Seridó Santa Luzia Junco do Seridó Santa Luzia Junco do Seridó Junco do Seridó São Vicente do Seridó São Vicente do Seridó Pedra Lavrada Pedra Lavrada Pedra Lavrada Pedra Lavrada Cubatí Cubatí Pedra Lavrada Várzea Local Umbuzeiro Doce I Umbuzeiro Doce II Casa de Pedra II Exu II Exu I Exu III Quixabeira Ipueira Cacimbas Poço Escondido Sítio Novo Junco do Seridó Fazenda Costa Acauã Macambira Serra das Flexas Serrote Redondo Sítio Virada Cabeça de Vaca Alto Coalhada Fazenda Barra de Canoa Boqueirãozinho Fazenda Porção Rocha encaixante qzmufdgn qzmufdgn qzmufdgn mubtgn qzmufdgnmuxt qzmufdgn qzmufdgn qzmubtgn btxtmig qzmubtgn btgn btxtmig btxtmig btxt btxt btxt btxt gn-mig btxt gr gn-mig btxt btgn Status / Dados econômicos Garimpo inativo / T de WO3 : 0.9% 16720 6° 54' 50'' 16721 6° 55' 19'' 16722 6° 56' 14'' 16723 6° 57' 14'' 16724 6° 57' 17'' 16725 6° 57' 00'' 16726 6° 57' 00'' 16727 6° 57' 14'' 16728 6° 57' 45'' 16729 6° 58' 27'' 16730 6° 59' 23'' 16731 6° 54' 45'' 16732 6° 55' 45'' 16739 6° 53' 17'' 16740 6° 52' 04'' 16741 6° 49' 13'' 16742 6° 49' 40'' 16743 6° 48' 00'' 16744 6° 48' 33'' 16745 6° 53' 45'' 16746 6° 50' 30'' 16747 6° 50' 00'' 16781 6° 43' 13'' 36° 50' 00'' Tungstênio 36° 50' 11'' Tungstênio 36° 50' 20'' Tungstênio 36° 49' 14'' Tungstênio 36° 48' 37'' Tungstênio 36° 48' 27'' Tungstênio 36° 47' 17'' Tungstênio 36° 46' 37'' Tungstênio 36° 51' 00'' Tungstênio 36° 50' 40'' Tungstênio 36° 50' 50'' Tungstênio 36° 45' 30'' Tungstênio 36° 47' 00'' Tungstênio 36° 31' 20'' Tungstênio 36° 29' 20'' Tungstênio 36° 27' 07'' Tungstênio 36° 25' 23'' Tungstênio 36° 23' 30'' Tungstênio 36° 34' 10'' Tungstênio 36° 21' 00'' Molibdênio 36° 24' 00'' Tungstênio 36° 24' 50'' Tungstênio 37° 00' 35'' Bário .2% Garimpo inativo / T de WO3 : 0.2 a 0.5% Garimpo inativo / T de WO3 : 0.4% Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Depósito / R.7% Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo / T de WO3 : 0.500t.

No de DOCMETA ordem 350* 351* 352 353 354* 355* 356* 357* 358 359 360* 361 362* 363 364* 365* 366* 367 368* 369 370 371 372 373 374* Latitude (S) Longitude (N) Substância Município Santa Luzia Cuité Local Rocha encaixante btgn Status / Dados econômicos Garimpo inativo Garimpo inativo Ocorrência Garimpo inativo Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência / T de BaO:59.8% Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência 16784 6° 51' 30'' 16791 6° 46' 34'' 16792 6° 44' 29'' 16794 6° 54' 15'' 16795 6° 50' 44'' 16796 6° 51' 15'' 16797 6° 52' 03'' 16798 6° 52' 49'' 16799 6° 52' 55'' 16800 6° 50' 45'' 16802 6° 58' 15'' 16803 6° 46' 40'' 16805 6° 59' 30'' 16807 6° 40' 00'' 16808 6° 40' 00'' 16809 6° 40' 45'' 16815 6° 42' 49'' 16816 6° 43' 03'' 16817 6° 47' 47'' 16818 6° 51' 00'' 16819 6° 56' 07'' 16820 6° 50' 15'' 16821 6° 48' 15'' 16823 6° 59' 16'' 16825 6° 41' 00'' 36° 47' 40'' Bário 36° 14' 43'' Bário 36° 07' 00'' Bário 36° 55' 10'' Bário 36° 48' 27'' Bário 36° 48' 15'' Bário 36° 48' 35'' Bário 36° 48' 04'' Bário 36° 49' 00'' Bário 36° 48' 00'' Bário 36° 42' 45'' Bário 36° 14' 48'' Bário 36° 43' 15'' Cobre 36° 32' 15'' Cobre 36° 32' 15'' Cobre 36° 31' 19'' Cobre 36° 24' 38'' Amianto 36° 07' 08'' Amianto 37° 01' 31'' Amianto 36° 46' 45'' Vermiculita 36° 28' 24'' Amianto 36° 11' 40'' Asbesto 36° 09' 20'' Asbesto 36° 44' 30'' Amianto 37° 02' 30'' Talco Povoado Sossego btgn btgn btxtmig btgn gn-mig btgn qzmufdgn btgn gn-mig muqzt btgn muqzt btxt btxt btxt btxt hbbtgn btgn btxtmig hbbtgn gn-mig mv btgn btxt Barra de Santa Rosa Sítio Riachão Santa Luzia Sítio Barra São José do Sabugí Pau Açu ou Angicos São José do Sabugí Sítio Pau Açu São José do Sabugí Sítio Barra do Mamoeiro São José do Sabugí Fazenda Brandão Santa Luzia Fazenda Lagoada Redinha São José do Sabugí Pau Açu ou Angicos Junco do Seridó Cuité Junco do Seridó Pedra Lavrada Pedra Lavrada Pedra Lavrada Nova Palmeira Santa Maria Sítio Lagoa de Jurema Junco Pedra Branca Riacho dos Bois Pilões Sítio Quixaba Barra de Santa Rosa Sítio Poleiro Várzea Pedra D'Água São José do Sabugí Sítio São Vicente do Seridó Sítio Fortuna Barra de Santa Rosa Sítio Passagem Salgada Barra de Santa Rosa Sítio Ipueiras Junco do Seridó Várzea Serra da Aldeia Fazenda Serrote Preto .

52% e de TiO2 : 0. med.: 21.inf.55% Mina ativa / R.000t.4% Garimpo inativo Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo Depósito / R. R.No de DOCMETA ordem 375 376* 377 378 379 380 381 382 383 384 385 386 387* 388 389 390 391 392 393 394* 395* 396* 397 398* Latitude (S) Longitude (N) Substância Município Santa Luzia Nova Floresta Pedra Lavrada Patos Patos São José de Espinharas Sítio Barra Local Rocha encaixante gn-mig ar ar btgn btgn gn-mig ar-bs ar-bs mg btgn btxt btxt btxt btxt btxt gn-mig gn-mig gn-mig btgn btxt btgn btxtmig btxt btxtmig Status / Dados econômicos Mina ativa Ocorrência Ocorrência Garimpo inativo Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência / T de FeO : 38. 23. geol.000t 16826 6° 54' 22'' 16841 6° 29' 45'' 16846 6° 45' 28'' 16847 6° 56' 35'' 16848 6° 56' 23'' 16849 6° 44' 15'' 16850 6° 53' 04'' 16851 6° 49' 06'' 16853 6° 05' 15'' 16860 6° 53' 47'' 16871 6° 50' ' 15'' 16872 6° 27' 36'' 16873 6° 25' 40'' 16874 6° 54' 17'' 16875 6° 55' 20'' 16876 6° 49' 15'' 16877 6° 55' 45'' 16878 6° 56' 45'' 16882 6° 14' 14'' 16884 6° 23' 53'' 16888 6° 59' 05'' 16889 6° 54' 15'' 16890 6° 41' 23'' 16891 6° 45' 45'' 36° 54' 03'' Vermiculita 36° 13' 00'' Caulim 36° 21' 00'' Bentonita/Calcedonia 37° 18' 02'' Calcário 37° 15' 59'' Calcário 37° 19' 30'' Calcário 36° 15' 49'' Bentonita 36° 16' 02'' Bentonita 37° 14' 45'' Tungstênio 36° 46' 14'' Ferro 36° 25' 00'' Quartzo 36° 25' 55'' Bismuto 36° 22' 30'' Bismuto 36° 00' 17'' Berílio/Estanho 36° 02' 55'' Berílio 36° 24' 00'' Caulim 37° 03' 30'' Berílio 36° 46' 15'' Berílio 37° 19' 39'' Bário 36° 27' 00'' Tântalo 37° 08' 39'' Bário 36° 48' 15'' Tungstênio 36° 22' 07'' Tungstênio 36° 54' 00'' Flúor Fazenda Saco do Milho Fazenda Campinhos Fazenda Serrote Fazenda Trincheiras Fazenda Maria Paes Barra de Santa Rosa Sítio Campo do Muro Barra de Santa Rosa Campo Novos Brejo do Cruz Junco do Seridó São Vicente do Seridó Frei Martinho Picuí Remígio Remígio Pedra Lavrada São Mamede Junco do Seridó Brejo do Cruz Frei Martinho São Mamede Santa Luzia Nova Palmeira Santa Luzia Fazenda Floresta Fundamento Alto dos Brenand Alto Farinha Alto Questão Alto Algodão Alto Poço da Jandaira Alto Cabeça de Vaca Arraial Fundamento Cascalho Alto Feio Fazenda Estopim Olho D'aguinha Poço da Pedra Serra Redonda .000t Garimpo inativo Garimpo inativo / A : 100 x 15m² Garimpo inativo / A : 90 x 8m² Garimpo inativo / A : 60 x 5m² Ocorrência Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo / T de BaO : 63.: 79.

3% T de São José do Sabugí Riacho do Cajú Pedra Lavrada Pedra Lavrada Pedra Lavrada Pedra Lavrada Pedra Lavrada Pedra Lavrada Pedra Lavrada São Mamede Pedra Lavrada Alto do Balaio Alto Serrote do Mariz Alto Tatu Alto Tamanduá Alto Toco Alto da Cruz Alto Varginha Fazenda São José Sítio Tanque Garimpo inativo / T de WO3 : 1. MgO 21.000t. geol.2% .No de DOCMETA ordem 399 Latitude (S) Longitude (N) Substância Município Pedra Lavrada Alto Feio Local Rocha encaixante btxt Status / Dados econômicos Garimpo inativo / A : 77 x 12m² 16892 6° 44' 56'' 36° 27' 52'' Nióbio/Tântalo/ Berílio/Estanho/ Bismuto 36° 28' 43'' Berílio/Tântalo 36° 29' 50'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 29' 30'' Berílio 36° 29' 30'' Tântalo 36° 27' 57'' Amianto 36° 02' 01'' Tungstênio 36° 35' 00'' Nióbio/Tântalo/ Estanho 36° 32' 30'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 37° 13' 23'' Tungstênio 37° 13' 30'' Tungstênio 36° 47' 47'' Tungstênio 36° 27' 33'' Berílio 36° 24' 00'' Nióbio/Tântalo 36° 27' 33'' Nióbio/Tântalo 36° 30' 07'' Nióbio/Tântalo 36° 29' 01'' Berílio/Tântalo/ Nióbio/Estanho 36° 28' 53'' Berílio/Tântalo 36° 28' 33'' Nióbio/Tântalo 37° 02' 08'' Bário 36° 24' 36'' Dolomito 400* 401* 402* 403* 404 405* 406 407* 408 409 410 411 412* 413* 414* 415 416 417 418 419 16893 6° 39' 00'' 16894 6° 38' 37'' 16895 6° 46' 15'' 16896 6° 38' 30'' 16897 6° 53' 36'' 16898 6° 53' 25'' 16900 6° 56' 46'' 16901 6° 51' 00'' 16904 6° 04' 11'' 16905 6° 03' 45'' 16906 6° 53' 00'' 17086 6° 49' 33'' 17087 6° 43' 53'' 17088 6° 49' 13'' 17089 6° 43' 00'' 17090 6° 47' 01'' 17091 6° 46' 00'' 17092 6° 47' 33'' 17094 6° 59' 48'' 17095 6° 46' 41'' Nova Palmeira Nova Palmeira Pedra Lavrada Nova Palmeira São Vicente do Seridó Remígio Juazeirinho São Vicente do Seridó Brejo do Cruz Brejo do Cruz Alto Primavera Alto Melo Alto Malhada da Pedra Formigão Sítio Campinhos Preto Catingueira Alto Maravilha Alto Logradouro Floresta Floresta btxt btxt btxt btxt hbbtgn btgn btxt btxt btxt-btgn mg btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btgn btxt Garimpo inativo / A : 82 x 8m² Garimpo inativo / A : 60 x 12m² Garimpo inativo Garimpo inativo Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo / A : 50 x 10m² Garimpo inativo / A : 100 x 5m² Ocorrência Depósito / R.5% Garimpo inativo / A: 38 x 4 m² Garimpo inativo Garimpo inativo / A: 100 x 20m² Garimpo inativo Garimpo ativo Garimpo inativo / A: 160 x 10m² Garimpo inativo Garimpo inativo / A: 130 x 8m² Garimpo inativo / T : CaO 30.: 45.7%. WO3 : 0.

0% Garimpo inativo Garimpo inativo / T : CaO 52.6%.4%.2% Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo / T : CaO 55. MgO 3. MgO 21. MgO 0.6% Garimpo inativo / A: 100 x 2m² Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo / T : CaO 54. MgO 20.0% Garimpo inativo / T : CaO 52.9% Garimpo inativo / T : CaO 47. MgO 1.4% Garimpo inativo / A: 75 x 20m² Garimpo inativo / T : CaO 50.No de DOCMETA ordem 420 421* 422 423* 424* 425 426 427* 428* 429* 430* 431* 432* 433* 434* 435* 436* 437* 438* 439 Latitude (S) Longitude (N) Substância Município Pedra Lavrada Pedra Lavrada Pedra Lavrada Pedra Lavrada São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede Junco do Seridó Junco do Seridó Junco do Seridó São Vicente do Seridó São Vicente do Seridó São Vicente do Seridó São Vicente do Seridó São Vicente do Seridó Local Sítio Cabeça de Vaca Sítio Serrote Redondo Faenda Favela Sítio Flecha Fazenda Serrote Branco Sítio Lagoa de Lage Coité São Mamede Sítio Gatos Sítio Gatos Riacho Fundo Fazenda Ramada Santa Maria Sítio Salamandra Fazenda Albino Alto Cauã Sítio Capim Sítio Serra Branca Sítio Acauã Sítio Serrote Preto Rocha encaixante btxt btxt btxt btxt muqzt btgn btxt btgn grabtxt btxt btgn btgn muqzt btxt btgn btgn btxt btxt btxt btxt Status / Dados econômicos Garimpo inativo / T : CaO 30.4% Garimpo inativo / A: 300 x 10m² Garimpo inativo Ocorrência / T : CaO 55. 0.2%.8%.8% Ocorrência Garimpo inativo / T : CaO 30. MgO 0.1%.4%.6% MgO 17096 6° 48' 49'' 17097 6° 48' 48'' 17098 6° 47' 57'' 17099 6° 50' 38'' 17133 6° 45' 27'' 17134 6° 58' 58'' 17135 6° 52' 07'' 17136 6° 55' 50'' 17137 6° 52' 44'' 17138 6° 55' 00'' 17139 6° 50' 35'' 17140 6° 52' 09'' 17285 6° 58' 30'' 17286 6° 59' 45'' 17287 6° 55' 36'' 17323 6° 53' 37'' 17324 6° 52' 13'' 17325 6° 51' 07'' 17326 6° 53' 02'' 17327 6° 53' 27'' 36° 23' 41'' Dolomito 36° 25' 31'' Calcário 36° 25' 56'' Calcário calcítico 36° 27' 07'' Calcário 37° 03' 30'' Bário 37° 08' 03'' Bário 37° 12' 33'' Tungstênio 37° 05' 12'' Berílio 37° 04' 45'' Calcário calcítico 37° 09' 48'' Calcário 37° 12' 58'' Calcário 37° 13' 10'' Calcário 36° 43' 04'' Nióbio/Berílio 36° 51' 45'' Amianto 36° 48' 42'' Calcário 36° 32' 07'' Berílio/Tântalo 36° 27' 55'' Calcário 36° 27' 23'' Calcário 36° 30' 32'' Calcário 36° 27' 30'' Dolomito .8%.1%.9%. MgO 0. MgO 1.

4m² Garimpo inativo Ocorrência Ocorrência / T : CaO 54.0%.9%.3%.No de DOCMETA ordem 440* 441* 442* 443* 444* 445* 446* 447 448* 449* 450* 451* 452 453* 454 455* 456* 457 Latitude (S) Longitude (N) Substância Município São Vicente do Seridó Juazeirinho Frei Martinho Sítio Fundão Local Rocha encaixante btxt muqzt btxt btgn btgn btxt btxt grabtxt btgn btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt btxt Status / Dados econômicos Garimpo inativo / T : CaO 52.9% .5% Garimpo inativo Garimpo inativo / A : 120 x 25m² Garimpo inativo / A : 75 x 10m² Garimpo ativo Garimpo inativo / A : 80 x 10m² Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo inativo / A : 105 x 15m² 17328 6° 50' 49'' 17332 6° 57' 09'' 17333 6° 23' 30'' 17334 6° 45' 08'' 17335 6° 46' 03'' 17339 6° 46' 15'' 17340 6° 46' 40'' 17341 6° 46' 04'' 17342 6° 48' 47'' 17344 6° 29' 10'' 17345 6° 28' 10'' 17346 6° 32' 47'' 17347 6° 29' 30'' 17348 6° 27' 17'' 17349 6° 31' 13'' 17350 6° 29' 27'' 17351 6° 29' 17'' 17352 6° 30' 30'' 36° 28' 35'' Calcário 36° 40' 06'' Caulim 36° 28' 10'' Berílio/Muscovita 36° 48' 51'' Bário 36° 49' 29'' Bário 37° 01' 58'' Talco 37° 04' 04'' Calcário calcítico 36° 58' 08'' Calcário calcítico 36° 59' 13'' Calcário calcítico 36° 21' 25'' Berílio/Tântalo/ Estanho 36° 24' 13'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 27' 57'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 24' 40'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 21' 20'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 21' 10'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 25' 30'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 21' 03'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 25' 50'' Berílio/Nióbio/ Tântalo Sítio Cara de Pedra Alto Figueira São José do Sabugí Rio São José São José do Sabugí Sítio Cacimbas Várzea Várzea Várzea Várzea Picuí Picuí Picuí Picuí Picuí Picuí Picuí Picuí Picuí Sítio Castelo Sítio Xique-Xique Sítio Tamanduá Sítio Quixaba Alto Urubu Alto Malhada de Dentro Alto Quixabeira Alto Pedra Branca Alto Várzea Grande Alto do Poste Alto Caiçara Alto Várzea da Cruz Alto Gazado .6% Garimpo inativo / T : CaO 52. MgO 0. MgO 1. MgO 0.5% Garimpo inativo Garimpo inativo / A : 105 x 20m² Garimpo inativo / A : 150 x 0. MgO 0.3% Garimpo inativo / T : CaO 54.

MgO 7. MgO 1.3% .6% Garimpo inativo / T : CaO 54.5% .3% Garimpo inativo / T : CaO 54.2% Garimpo inativo Garimpo inativo Ocorrência Garimpo inativo Ocorrência / T : CaO 55.8% Ocorrência / T : CaO 36.0%. MgO 1. MgO 4.4% Ocorrência / T : CaO 49.5%.9%.No de DOCMETA ordem 458 459* 460* 461* 462* 463* 464* 465* 466* 467* 468* 469* 470 471* 472* 473* 474* 475* 476 477* 478* Latitude (S) Longitude (N) Substância Picuí Picuí Município Local Alto Maracujá Alto do Cruzeiro Vaca Morta Cercado do Timóteo Fazenda Floresta Alto do Chapa Sítio Quixaba Rocha encaixante btxt btxt btgn btgn btgn btxt btxt btgn btgn btxt btxt btxt btgn btgn btgn btgn btgn btxt btxt btxt btxt Status / Dados econômicos Garimpo inativo Garimpo inativo / A : 50 x 20m² Garimpo inativo / A : 70 x 4m² Garimpo inativo / A : 50 x 7m² Ocorrência Garimpo inativo Ocorrência / T : Ca0 46.8% Ocorrência / T : CaO 46. MgO 1.5%.2%.4% Garimpo inativo Garimpo inativo / A: 80 x 18m² Garimpo inativo 17353 6° 23' 05'' 17354 6° 30' 27'' 17355 6° 17' 07'' 17356 6° 18' 00'' 17357 6° 04' 22'' 17358 6° 38' 07'' 17359 6° 43' 06'' 17395 6° 51' 53'' 17396 6° 51' 47'' 17426 6° 56' 34'' 17427 6° 56' 34'' 17428 6° 59' 12'' 17429 6° 46' 52'' 17430 6° 55' 20'' 17431 6° 53' 25'' 17432 6° 43' 07'' 17433 6° 44' 21'' 17436 6° 43' 09'' 17504 6° 38' 40'' 17505 6° 36' 33'' 17506 6° 40' 13'' 36° 20' 33'' Berílio/Nióbio/ Tântalo 36° 21' 00'' Berílio/Nióbio/ Tântalo/Estanho 37° 00' 23'' Berílio 37° 00' 27'' Berílio 37° 13' 57'' Calcário 36° 26' 17'' Tântalo 36° 24' 40'' Calcário 36° 47' 58'' Bário 36° 48' 00'' Bário 37° 00' 20'' Calcário 37° 00' 20'' Calcário 36° 54' 07'' Calcário calcítico 36° 56' 18'' Calcário dolomítico 36° 51' 06'' Calcário calcítico 36° 47' 45'' Calcário calcítico 36° 11' 06'' Calcário calcítico 37° 11' 30'' Calcário calcítico 37° 22' 35'' Calcário dolomítico 36° 26' 58'' Tungstênio 36° 29' 00'' Nióbio/Tântalo 36° 27' 10'' Nióbio/Tântalo Brejo do Cruz Brejo do Cruz Brejo do Cruz Nova Palmeira Nova Palmeira São João do Sabugí Sítio Redinha São João do Sabugí Redinha Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia Sítio Iaiu Sítio Umbuzeiro Doce SãoBento Sítio Invenção Sítio Olho D'Água Grande Sítio Riacho Fundo São João do Sabugí Riacho São Pedro São João do Sabugí Sítio Velho São José de Espinharas Nova Palmeira Nova Palmeira Nova Palmeira Fazenda São Geraldo Canoa Alto da Favela Alto Corredor .8% MgO 1. MgO 10.6% Ocorrência / T : CaO 52. MgO 0.

146t de CaF2 Ocorrência Garimpo inativo / T de BaO : 58. : 54.5% Garimpo inativo 17507 6° 40' 39'' 17508 6° 41' 23'' 17509 6° 36' 50'' 17510 6° 40' 38'' 17511 6° 40' 07'' 17512 6° 27' 00'' 17513 6° 13' 17'' 17534 6° 26' 20" 17535 6° 20' 00'' 17536 6° 37' 40'' 17537 6° 35' 50'' 17538 6° 29' 33'' 17564 6° 55' 07'' 17565 6° 52' 17'' 17566 6° 52' 17'' 17567 6° 48' 27'' 17568 6° 55' 11'' 17569 6° 55' 00'' 17570 6° 50' 00'' 17571 6° 55' 05'' 17572 6° 45' 38'' 17573 6° 53' 09'' 17590 6° 04' 58'' 17591 6° 29' 20'' 17592 6° 23' 00'' 17593 6° 34' 17'' 36° 27' 04'' Estanho/Nióbio 36° 28' 40'' Nióbio/Tântalo 36° 29' 53'' Nióbio/Tântalo 37° 03' 45'' Cobre 36° 30' 53'' Cobre 36° 30' 30'' Tungstênio 37° 25' 43'' Tungstênio 36° 20' 13'' Tungstênio 36° 17' 00'' Tungstênio 36° 21' 00'' Tungstênio 36° 21' 00'' Tungstênio 36° 21' 43'' Tungstênio 37° 04' 00'' Tungstênio 37° 05' 30'' Tungstênio 37° 05' 53'' Tungstênio 36° 51' 50'' Tungstênio 36° 51' 07'' Tungstênio 36° 47' 04'' Tungstênio 36° 47' 40'' Tungstênio 36° 48' 14'' Tungstênio 36° 54' 18'' Flúor 36° 54' 07'' Bário 37° 00' 52'' Bário 36° 21' 20'' Estanho 36° 24' 00'' Tungstênio 36° 10' 30'' Tungstênio .No de DOCMETA ordem 479* 480* 481* 482* 483* 484* 485* 486 487 488* 489* 490* 491* 492 493* 494* 495* 496 497* 498* 499 500* 501* 502 503 504 Latitude (S) Longitude (N) Substância Município Nova Palmeira Nova Palmeira Nova Palmeira Nova Palmeira Nova Palmeira Frei Martinho Brejo do Cruz Picuí Picuí Picuí Picuí Picuí São Mamede São Mamede São Mamede Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia Várzea Picuí Frei Martinho Cuité Local Alto Roncadeira Serrote da Serraria Alto Corujinha Poço Zé Neto Alto Ribeira Mina Manoel Luiz Preto Emas Exu Narciso Massapê Poço da Onça Pocinhos Corrego da Conceição Souto Pinicapau Vargem dos Cavalos Olho D'Água Grande Olho D'aguinha II Latadinha Olho D'aguinha I Salgadinho Sítio da Barca Sítio Trapiá Alto Pedro Ortino Cauaçu Muralha Rocha encaixante btxt btxt btxt btxt cdgrabtxt btgn btxt btxt btxt btxt btxt btxt btgn btxt btxt mubtxt qzmufdgn mubtxt grd btgn hbbtgn btgn muqzt btxt btxt btgn Status / Dados econômicos Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo / A: 36 x 12m² Ocorrência Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo / T de WO3 : 0.02% Garimpo inativo / A : 160 x 35m² Garimpo inativo / T de WO3 : 1 a 0. med.8% Mina inativa / R.2% Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo / T de WO3 : 0.

No de DOCMETA ordem 505* 506 507 508* 509* 510* 511* 512* 513 514 515 516* 517* 518* 519* 520* 521* 522* 523 524* 525* 526 527

Latitude (S)

Longitude (N)

Substância

Município São Bento São José de Piranhas São Mamede São Mamede São Mamede São Mamede São José de Espinharas Nova Palmeira São José de Espinharas São José de Espinharas São José de Espinharas Junco do Seridó Junco do Seridó Junco do Seridó

Local Cachoeira do Serrote Maria Paz Garças Papagaio I Paraíso Serrote da Ovelha Mucuna I Quixaba Melancia Lajinha Suécia II Exu IV Queimadinha Cacimbas

Rocha encaixante qzmubtgn hbbtxt btgn mig mig mig btgn-gr btgn hbbtgn btgn btgn qzmufdgn qzmufdgnbtxt qzmufdgn btgn btgn muqzt btxt lat lat mig mxt btxt

Status / Dados econômicos Garimpo inativo / T de WO3 : 0,8% Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo / T de WO3 : 0,2% a 0,6% Garimpo inativo / T de WO3 : 0,3% Garimpo inativo / T de WO3 : 0,2% Garimpo inativo Garimpo inativo Depósito / R. est. : 12.000.000t Garimpo inativo Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência

17594 6° 27' 00'' 17595 6° 42' 57'' 17596 6° 55' 00'' 17597 6° 56' 43'' 17598 6° 55' 00'' 17599 6° 57' 17'' 17600 6° 46' 37'' 17601 6° 42' 42'' 17609 6° 47' 40'' 17610 6° 44' 43'' 17611 6° 43' 50'' 17612 6° 56' 48'' 17613 6° 54' 11'' 17614 6° 57' 17'' 17615 6° 51' 20'' 17616/17 6° 50' 33'' 17618 6° 47' 00'' 17628 6° 59' 33'' 4495 7° 17' 20'' 4496 7° 21' 30'' 4497 7° 01' 57'' 4498 7° 09' 30'' 4501 7° 20' 33''

36° 29' 57'' Tungstênio 37° 17' 33'' Tungstênio 37° 05' 04'' Tungstênio 37° 08' 37'' Tungstênio 37° 01' 23'' Tungstênio 37° 07' 11'' Tungstênio 37° 28' 57'' Tungstênio 36° 25' 00'' Tungstênio 37° 15' 30'' Tungstênio 37° 25' 43'' Tungstênio 37° 23' 11'' Tungstênio 36° 49' 17'' Tungstênio 36° 48' 50'' Tungstênio 36° 48' 37'' Tungstênio 36° 46' 20'' Tungstênio 36° 46' 07'' Tungstênio 36° 49' 30'' Ferro 36° 51' 07'' Tungstênio 37° 19' 14'' Ferro 37° 06' 11'' Ferro 37° 02' 50'' Ferro 37° 14' 50'' Grafita 37° 06' 21'' Grafita

São João do Sabugí Tanque da Folha São João do Sabugí Riverinho São João do Sabugí Cacimbinha Junco do Seridó Teixeira Desterro São Mamede Cacimba de Areia Desterro Chafariz Tauá Jatobá Carnaúba Sítio Riacho Tambor Sítio Jatobá

No de DOCMETA ordem 528 529* 530 531 532 533 534 535 536 537 538 539 540 541

Latitude (S)

Longitude (N)

Substância

Município Sumé Prata Sumé Sumé Sumé Sumé Patos Cacimba de Areia Cacimba de Areia Ouro Velho Monteiro Monteiro Monteiro Ouro Velho Sítio Pinhões

Local

Rocha encaixante btgn btxt mig gn gn gn btgn btxt btxt gn gn-mig gn-mig gn-mig gn

Status / Dados econômicos Garimpo inativo Ocorrência Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Garimpo inativo / T : CaO 34,52% ; MgO 13,75%; SiO2 8,77% ; PF 42,54% ; A: 60 x 8m² Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo Ocorrência Garimpo inativo Depósito / R. geol.: 125.000m³ Depósito / R. geol.: 50.000m³ Depósito / R. geol.: 2.000.000m³ ; T : CaO 42,7%

4502 7° 42' 37'' 4503 7° 41' 28'' 4504 7° 35' 30'' 4505 7° 43' 55'' 4506 7° 45' 00'' 4507 7° 45' 30'' 4508 7° 01' 00'' 4509 7° 09' 15'' 4510 7° 10' 50'' 4515 7° 38' 56'' 4525 7° 55' 10'' 4526 7° 54' 30'' 4527 7° 55' 50'' 4528 7° 37' 34''

36° 51' 00'' Grafita 37° 00' 38'' Grafita 36° 58' 05'' Apatita 36° 56' 43'' Apatita 36° 53' 30'' Apatita 36° 54' 00'' Apatita 37° 14' 50'' Calcário 37° 13' 07'' Calcário 37° 13' 06'' Calcário 37° 11' 44'' Calcário 37° 09' 50'' Calcário 37° 08' 30'' Calcário 37° 03' 50'' Calcário 37° 09' 37'' Calcário dolomítico 37° 00' 40'' Calcário 36° 58' 30'' Calcário 37° 01' 00'' Calcário 36° 48' 30'' Calcário 36° 47' 15'' Calcário 36° 46' 20'' Calcário 36° 50' 00'' Calcário 36° 46' 08'' Calcário 36° 48' 45'' Calcário 36° 47' 45'' Calcário 36° 38' 00'' Calcário

Sítio Carnaúba Fazenda Macambira Malhada do Juazeiro Lagoa do Tabuleiro Lagoa do Angico Viaduto da RFFSA Liberdade Liberdade Sítio Dependência Monteiro Monteiro Lagoa Grande de Cima Fazenda Raposo

542 543 544* 545* 546 547 548 549 550 551 552*

4531 7° 22' 15'' 4532 7° 04' 20'' 4533 7° 03' 30'' 4534 7° 05' 00'' 4535 7° 17' 45'' 4536 7° 18' 00'' 4537 7° 20' 00'' 4538 7° 21' 43'' 4539 7° 53' 48'' 4540 7° 54' 00'' 4541 7° 53' 00''

Livramento São Mamede São Mamede Salgadinho Taperoá Taperoá Taperoá São José dos Cordeiros Camalaú Camalaú Congo

Bom Nome Cachoeira Rocha Fazenda Roça Salgadinho Sítio Jatobá Serrote de Baixo Salgado de Baixo Rio de Fora Camalaú Velho Serra do Caora Lagoa Funda

gn btgn btgn muqzt gn gn gn gn gn gn gn

No de DOCMETA ordem 553* 554* 555 556 557* 558 559 560* 561 562 563 564 565 566 567 568 569 570 571 572 573 574

Latitude (S)

Longitude (N)

Substância

Município Congo São José dos Cordeiros Gurjão São José dos Cordeiros São José dos Cordeiros São José dos Cordeiros Soledade Soledade São João do Cariri São João do Cariri São João do Cariri Cabaceiras São João do Cariri

Local São Joãozinho Quixaba Riacho do Estevão Sítio Jaramataia Parari Sítio Novo Curral de Pedra Xique-Xique Santa Clara Bonanza Fazenda Lucas Cabeça do Boi Fazenda Macambira

Rocha encaixante gn gn btgn gn-xt gn gn gn btgn btgn btgn mig gn gn gn gn btgn btgn btgn gn mig mig btgn

Status / Dados econômicos Depósito / R. geol.: 10.000m³ Ocorrência Ocorrência Garimpo inativo Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Depósito / R. geol.: 50.000m³; T : 45,9% CaO Depósito / R. geol.: 500.000m³; T: 43,2% CaO Ocorrência Garimpo inativo Depósito / R. geol.: 3.000.000m³ ; T: 29,6% CaO Garimpo inativo Ocorrência Ocorrência Garimpo inativo Ocorrência Ocorrência Depósito / R. geol.: 2.000.000m³ ; T : 35,7% CaO

4542 7° 41' 30'' 4543 7° 23' 36'' 4544 7° 19' 00'' 4545 7° 19' 30'' 4546 7° 18' 30'' 4547 7° 16' 11'' 4548 7° 08' 15'' 4549 7° 11' 00'' 4550 7° 19' 38'' 4551 7° 21' 56'' 4552 7° 24' 22'' 4553 7° 26' 59'' 4554 7° 28' 53'' 4555 7° 40' 10'' 4556 7° 49' 37'' 4557 7° 42' 33'' 4558 7° 41' 41'' 4559 7° 44' 00'' 4560 7° 39' 15'' 4561 7° 37' 04'' 4562 7° 36' 10'' 4563 7° 24' 10''

36° 39' 00'' Calcário 36° 37' 33'' Calcário 36° 36' 30'' Calcário 36° 37' 50'' Calcário 36° 39' 13'' Calcário 36° 40' 30'' Calcário 36° 22' 50'' Calcário 36° 19' 09'' Calcário 36° 25' 18'' Calcário 36° 30' 00'' Calcário 36° 23' 28'' Calcário 36° 23' 00'' Calcário 36° 23' 50'' Calcário 36° 28' 00'' Calcário 36° 27' 00'' Calcário 36° 15' 09'' Calcário 36° 10' 51'' Calcário 36° 10' 08'' Calcário 36° 11' 30'' Calcário 36° 04' 35'' Calcário 36° 03' 10'' Calcário 36° 04' 00'' Calcário

Barra de São Miguel Boi Bravo São João do Cariri Macacos

Barra de São Miguel Boi Bravo Boqueirão Boqueirão Boqueirão Boqueirão Boqueirão Boqueirão Bela Vista Riacho do Melo Tarrafa Riacho Grande Logradouro Campo da Ema

No de DOCMETA ordem 575 576 577 578 579 580* 581* 582 583 584 585 586 587 588 589* 590 591 592* 593 594 595 596 597 598 599* 600*

Latitude (S)

Longitude (N)

Substância

Município Boqueirão Boqueirão Campina Grande Campina Grande Campina Grande Campina Grande Pocinhos Mãe D'Água Mãe D'Água Mãe D'Água Mãe D'Água Mãe D'Água Mãe D'Água Teixeira Teixeira Mãe D'Água Santa Rita Teixeira Teixeira Salgadinho São Mamede Quixaba Quixaba Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia

Local Fazenda Mineiro Campo da Ema Cacimba Nova Logradouro Santa Rosa Riacho Fundo Lagoa do Mato Olho D'Água Velho Serra Preta Olho D'Água Velho Sítio Chico Antonio Mãe D'Água Mãe D'Água SantaTereza Guilhermina SãoJosé Munbaba do Pinichos Gurgueia Catolé Pedra e Cal Munganga Quixaba Preacas Arapuá Talhado II Talhado III

Rocha encaixante btgn gn btgn gn gn gn xtmig seclxt xt-fi xt-fi qzmudr gr btogn gr btmuqzsie bthbgr btmugr btmzgr btmzgr btxt-gn btxt btxt gn btxt-gn gn gn

Status / Dados econômicos Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Depósito / R. geol.: 300.000m³; T : 55,8% CaO Ocorrência Depósito / R. geol.: 500.000m³ T : 51,0% CaO Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Mina / vazão 25.200 l/h Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Depósito / R. geol.: 120.000m³ Garimpo inativo

4564 7° 25' 00'' 4565 7° 23' 17'' 4566 7° 16' 54'' 4567 7° 16' 09'' 4568 7° 14' 50'' 4569 7° 14' 00'' 4570 7° 01' 35'' 4571 7° 12' 34'' 4572 7° 10' 53'' 4573 7° 13' 00'' 4574 7° 11' 09'' 4575 7° 15' 25'' 4576 7° 18' 42'' 4577 7° 20' 10'' 4578 7° 19' 40'' 4580 7° 13' 44'' 7°12' 45'' 4585 7° 16' 30'' 4586 7° 16' 44'' 4587 7° 07' 00'' 4588 7° 04' 50'' 4589 7° 02' 00'' 4590 7° 01' 50'' 4591 7° 01' 45'' 4592 7° 00' 15'' 4593 7° 00' 05''

36° 06' 15'' Calcário 36° 04' 21'' Calcário 36° 07' 00'' Calcário 36° 03' 25'' Calcário 36° 11' 00'' Calcário 36° 13' 40'' Calcário 36° 05' 00'' Calcário 37° 27' 54'' Ouro 37° 24' 37'' Ouro 37° 27' 00'' Ouro 37° 23' 33'' Ouro 37° 25' 38'' Ouro 37° 24' 40'' Ouro 37° 22' 20'' Ouro 37° 22' 20'' Ouro 37° 28' 06'' Ouro 34°54' 40'' Água mineral 37° 11' 30'' Ouro 37° 09' 08'' Ouro 36° 53' 00'' Fluor 37° 02' 30'' Tungstênio 37° 02' 30'' Tungstênio 37° 07' 00'' Tungstênio 36° 58' 15'' Tungstênio 36° 56' 45'' Tungstênio 36° 56' 15'' Tungstênio

: 30.3% de WO3 Depósito / R.000m³.3% de WO3 Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Depósito / R. geol. geol.3% de WO3 Garimpo inativo Depósito / R. T : 0. geol. geol. : 4.4% de WO3 Depósito / R. geol.No de DOCMETA ordem 601* 602* 603* 604* 605* 606 607 608 609* 610* 611* 612 613 614 615 616 617* 618 619 620 621 622 623 Latitude (S) Longitude (N) Substância Município Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia Santa Luzia Junco do Seridó Santa Luzia Junco do Seridó Salgadinho Salgadinho Taperoá Gurjão Gurjão Pocinhos Passagem Passagem Prata Prata Prata Prata Talhado São Luiz Local Rocha encaixante gn gn gn btxt btxt btxt-gn gn gn gn btxt gn gn mig gn btxt anf mig btgn btxt btgn gn-mig gn-mig gn-mig Status / Dados econômicos Garimpo inativo Depósito / R.8% WO3 Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Ocorrência / A: 10 x 5 x 2 m³ Ocorrência Garimpo inativo / A: 20 x 4 m² Ocorrência Ocorrência Ocorrência 4594 7° 00' 15'' 4595 7° 00' 15'' 4596 7° 01' 10'' 4597 7° 00' 25'' 4598 7° 01' 00'' 4599 7° 01' 05'' 4600 7° 01' 15'' 4601 7° 00' 45'' 4602 7° 00' 15'' 4603 7° 00' 28'' 4604 7° 01' 10'' 4605 7° 05' 50'' 4606 7° 06' 00'' 4607 7° 13' 10'' 4608 7° 11' 30'' 4609 7° 13' 00'' 4610 7° 02' 50'' 4613 7° 06' 14'' 4614 7° 06' 37'' 4615 7° 43' 16'' 4616 7° 44' 30'' 4617 7° 42' 01'' 4618 7° 42' 45'' 36° 55' 45'' Tungstênio 36° 55' 15'' Tungstênio 36° 57' 15'' Tungstênio 36° 54' 45'' Tungstênio 36° 54' 45'' Tungstênio 36° 55' 00'' Tungstênio 36° 55' 10'' Tungstênio 36° 52' 56'' Tungstênio 36° 52' 45'' Tungstênio 36° 52' 20'' Tungstênio 36° 52' 00'' Tungstênio 36° 48' 10'' Tungstênio 36° 53' 45'' Tungstênio 36° 50' 30'' Tungstênio 36° 39' 45'' Tungstênio 36° 40' 00'' Tungstênio 36° 01' 30'' Tungstênio 37° 02' 12'' Asbesto 37° 01' 21'' Asbesto 37° 06' 14'' Amianto 37° 06' 00'' Asbesto 37° 02' 51'' Asbesto 37° 03' 10'' Asbesto Balanço Arapuá Triunfo Cachoeirinha do Angico Tanque do PauI Fortuna Água Fria Água Fria Grota Ilha Grande Ingá Sítio Ferro Lagoa dos Marrecos Oitizeiro Caraca Cantinho Fazenda Olho D'Água da Aba Roçado da Ponte Fazenda Tapuio Sítio Tapuio Sítio Casa Nova Sítio Galdino .3% de WO3 Depósito / R. T : 0.000m³ . geol. T : 0.: 15.: 2.000m³.: 15. T : 0.000m³ . T médio: 0.: 15.000m³ .500m³. T : 0.

No de DOCMETA ordem 624 625 626 627 628 629* 630 631 632* 633 634* 635* 636* 637 638 639 640 641 642 643* 644* 645 646 647 648 649 650 Latitude (S) Longitude (N) Substância Município Sumé Gurjão Gurjão Cacimba de Areia Sumé São Mamede São Mamede São Mamede Santa Luzia Junco do Seridó Junco do Seridó Junco do Seridó Assunção Juazeirinho Soledade Pocinhos Soledade Junco do Seridó Juazeirinho Juazeirinho Junco do Seridó Salgadinho Junco do Seridó Salgadinho Taperoá Taperoá Taperoá Local Fazenda Cachoeira Serrote Preto Sítio Quixaba Fazenda São Francisco Sítio Várzea Serra Cabeluda Serra do Floriano Saco do Horizonte Alto Tanque do Pau Alta Barra de Urubu Noruega Muquem Alto Pereira Mina Seridózinho SãoJosé Alto Malhada da Volta Tanque Alto Chorão Alto Tara Alto Catolé Alto Estivas Alto Rodiador Alto Massaranduba Logradouro Cacimba de Pedra Taperoá Lagoa dos Marrecos Rocha encaixante mig gn gn semuxt gn-mig gn gn gn gn gn btxt muqzt btxt gn gn btxt btxt btxt btxt btxt muqzt mxt muqzt btxt mig mig mig Status / Dados econômicos Ocorrência Ocorrência Ocorrência Garimpo inativo / A: 100 x 200m² Ocorrência / A: 2 x 0.7m² Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo 4619 7° 41' 59'' 4620 7° 13' 30'' 4621 7° 13' 45'' 4622 7° 09' 08'' 4623 7° 40' 52'' 4624 7° 00' 15'' 4625 7° 00' 45'' 4626 7° 01' 00'' 4627 7° 01' 00'' 4628 7° 00' 45'' 4629 7° 01' 30'' 4630 7° 02' 30'' 4631 7° 02' 40'' 4632 7° 02' 30'' 4633 7° 03' 00'' 4634 7° 01' 30'' 4635 7° 04' 30'' 4636 7° 02' 30'' 4637 7° 00' 15'' 4638 7° 00' 25'' 4639 7° 01' 00'' 4640 7° 07' 33'' 4641 7° 01' 57'' 4642 7° 07' 15'' 4643 7° 08' 14'' 4644 7° 12' 14'' 4645 7° 14' 50'' 36° 51' 22'' Asbesto 36° 29' 00'' Asbesto 36° 27' 20'' Asbesto 37° 07' 42'' Talco 37° 00' 17'' Talco 37° 02' 20'' Berílio 37° 01' 55'' Berílio 37° 03' 00'' Berílio 36° 53' 30'' Berílio 36° 51' 00'' Berílio 36° 49' 45'' Berílio 36° 47' 00'' Berílio 36° 43' 50'' Berílio 36° 36' 45'' Berílio 36° 16' 15'' Berílio 36° 06' 50'' Berílio 36° 16' 15'' Berílio 36° 42' 45'' Berílio 36° 37' 00'' Berílio 36° 40' 15'' Berílio 36° 47' 45'' Berílio 36° 52' 10'' Estanho 36° 45' 00'' Estanho 36° 48' 53'' Estanho 36° 45' 07'' Estanho 36° 49' 43'' Estanho 36° 49' 43'' Estanho .

: 10.: 429. med.986. ind.: 25. ind.694t. R..202t Mina ativa / R.171t. inf.128.: 7. med.000t de U2O3 Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Mina ativa / R. inf. R.000t Mina ativa / R.000t Mina ativa / R.766t Ocorrência Garimpo inativo Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo Depósito / R. R.med.: 5.202t Mina ativa / R.:1.: 49.med.793.: 3.680t Mina ativa / R.med.: 619. R.: 117. geol.: 111.000t.: 2.No de DOCMETA ordem 651 652* 653 654* 655* 656 657 658* 659* 660 661* 662* 663 664 665* 666* 667* 668* 669 670 671* 672 673 Latitude (S) Longitude (N) Substância Município Taperoá Junco do Seridó Juazeirinho Juazeirinho Santa Luzia São José de Espinharas Junco do Seridó Junco do Seridó Junco do Seridó Junco do Seridó Junco do Seridó Junco do Seridó Campina Grande Campina Grande Campina Grande São João do Cariri Juazeirinho Junco do Seridó São Mamede Santa Luzia Pocinhos Taperoá Mãe D'Água Lagoa do Boi Local Rocha encaixante btxt muqzt btxt btxt gn gn-xt muqzt muqzt muqzt muqzt muqzt muqzt bas-gn bas-gn bas-gn al muqzt mxt btxt gn xtmig gn al Status / Dados econômicos Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Depósito / R.450t.000t. : 49. R.000m³ Ocorrência Garimpo inativo 4646 7° 14' 30'' 4647 7° 01' 05'' 4648 7° 01' 00'' 4649 7° 02' 00'' 4650 7° 01' 00'' 6° 51' 00'' 4652 7° 00' 15'' 4653 7° 00' 30'' 4654 7° 01' 20'' 4655 7° 01' 40'' 4656 7° 01' 15'' 4657 7° 01' 40'' 4658 7° 21' 08'' 4659 7° 20' 35'' 4660 7° 20' 07'' ° 4661 7° 21' 30'' 4662 7° 01' 20'' 4663 7° 00' 45'' 4666 7° 03' 00'' 4667 7° 01' 30'' 4668 7° 01' 20'' 4670 7° 14' 00'' 4671 7° 14' 20'' 36° 48' 04'' Estanho 36° 43' 40'' Tântalo 36° 38' 26'' Nióbio 36° 38' 00'' Nióbio 36° 56' 30'' Quartzo 37° 20' 00'' Urânio 36° 45' 30'' Caulim 36° 45' 00'' Caulim 36° 48' 15'' Caulim 36° 48' 00'' Caulim 36° 47' 10'' Caulim 36° 46' 45'' Caulim 36° 13' 32'' Bentonita 36° 11' 30'' Bentonita 36° 10' 22'' Bentonita 36° 28' 30'' Titânio 36° 43' 30'' Tântalo 36° 50' 00'' Talco 37° 04' 00'' Tungstênio 36° 56' 45'' Tungstênio 36° 07' 30'' Calcário 36° 40' 00'' Asbesto 37° 25' 30'' Ouro Alto Massaranduba Alto Floresta Seridozinho Macambira Queimada São José do Espinharas Tapera Tapera Noruega Margarida Margarida Noruega Fazenda Bravo Lages Fazenda Juá Santana Alto Bôa Vista Sítio Tapera Cacimbinha Pedra Redonda Malhada da Volta Alto da Balança Lagoa da Cruz . geol.: 19. R. ind.:7.000t . inf. ind.450t. R.078. med.

: 60.est. V2O5 0.16% Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência / A: 150 x 4m² Ocorrência / A: 80 x 4m² Ocorrência / A : 100 x 4m² Ocorrência Ocorrência Garimpo inativo / R.000m³ Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo 4672 7° 00' 21'' 13911 7° 14' 08'' 13912 7° 00' 22'' 13913 7° 15' 03'' 3638 7° 27' 00'' 21061 7° 26' 00'' 21062 7° 26' 39'' 21063 7° 26' 32'' 21064 7° 39' 47'' 3640 7° 02' 15'' 21065 7° 01' 36'' 21066 7° 01' 32'' 21067 7° 01' 11'' 21068 7° 00' 32'' 21069 7° 02' 00'' 21070 7° 30' 25'' 21071 7° 32' 20'' 21072 7° 32' 56'' 3641 7° 02' 00'' 3642 7° 02' 00'' 3643 7° 03' 15'' 3644 7° 23' 00'' 3646 7° 14' 15'' 3647 7° 12' 45'' 37° 21' 07'' Calcário 37° 25' 22'' Ouro 37° 21' 05'' Calcário 37° 01' 45'' Berílio 38° 04' 00'' Ferro 38° 00' 50'' Ferro 37° 58' 49'' Ferro 37° 56' 26'' Ferro 38° 30' 50'' Ferro 38° 36' 30'' Ferro 38° 08' 04'' Ferro 38° 05' 17'' Ferro 38° 23' 42'' Ferro 38° 18' 28'' Ferro 38° 16' 12'' Ferro 37° 48' 39'' Ferro/Manganês 37° 50' 00'' Ferro/Manganês 37° 50' 49'' Ferro/Manganês 38° 36' 30'' Calcário 38° 34' 45'' Calcário 38° 23' 00'' Calcário 38° 30' 00'' Calcário 38° 03' 00'' Calcário 37° 59' 00'' Calcário Sítio Carnaubinha Sítio Serra Negra Barra Velha Saco Dange Vassoura Riacho Campos Pedra Redonda Travessia Fazenda Bartolomeu Fazenda Maria Costa Saco do Pinto Bom Jesus Olho D'Água Sítio Mocó Sítio Barra Sítio Serra Branca Malhada Real Fazenda Arruido Fazenda Caboclo Caieira Caldeirão Sítio Saco do Retiro Sítio Jitirana Sítio Tatú .No de DOCMETA ordem 674* 675* 676* 677 678 679 680 681 682 683 684 685 686 687 688 689 690 691 692 693 694 695 696 697 Latitude (S) Longitude (N) Substância Município Patos Mãe D'Água Patos Desterro Pedra Branca Pedra Branca Pedra Branca Pedra Branca Manaíra Cajazeiras Coremas Aguiar São José de Piranhas São José de Piranhas São José de Piranhas Jurú Jurú Jurú Cajazeiras Cajazeiras São José de Piranhas Conceição Piancó Piancó Sítio Onça Local Rocha encaixante gn semuxt btgn btgn clxt-fi clxt-fi clxt-fi clxt-fi xt btgn mig-cs mig-qzt mig-qzt btgnmig btgn xt xt xt btgn btgn btgn btgn btgn btgn Status / Dados econômicos Ocorrência Garimpo inativo Ocorrência Garimpo inativo / A : 200 x 5m² Ocorrência / T : Fe2O3 53.83%.

4 ppm Au.: 600.No de DOCMETA ordem 698 699 700 701* 702 703 704 705 706 707* 708* 709* 710* 711 712 713 714* 715 716 717 718 719 720* 721 Latitude (S) Longitude (N) Substância Município Piancó Piancó Piancó Princesa Isabel Princesa Isabel Aguiar Aguiar Boqueirão dos Cochos Piancó Piancó Piancó Juru Juru Juru Catingueira Manaíra São José de Piranhas São José de Piranhas Boqueirão dos Cochos Catingueira Catingueira Catingueira Princesa Isabel Princesa Isabel Sítio Brotas Sítio Bonfim Local Rocha encaixante btgn btgn btgn xt-fi xt-fi btgn-mig btgn-mig btxt btxt xt xt xt-fi xt-fi Status / Dados econômicos Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Depósito / R.000m³ Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência / T : Carbono fixo 6. cinzas 92.5%.est. A:100 x 2 m² Ocorrência Ocorrência / A: 40 x 13m² 3648 7° 15' 00'' 3649 7° 15' 00'' 3650 7° 14' 30'' 3651 7° 34' 45'' 3652 7° 35' 00'' 21073 7°08' 02'' 37° 59' 30'' Calcário 37° 57' 30'' Calcário 37° 55' 30'' Calcário 38° 04' 30'' Calcário 38° 03' 30'' Calcário 38° 10' 20'' Calcário 38° 06' 38'' Calcário 38° 05' 56'' Calcário 37° 53' 24'' Calcário 37° 52' 59'' Calcário 37° 52' 34'' Calcário 37° 48' 15'' Grafita 37° 51' 15'' Grafita 37° 50' 13'' Grafita 37° 40' 20'' Cobre 38° 11' 22'' Cobre 38° 39' 30'' Pirita 38° 38' 30'' Pirita 38° 05' 30'' Ouro 37° 39' 30'' Ouro 37° 39' 00'' Ouro 37° 38' 45'' Ouro 37° 56' 15'' Ouro 37° 56' 00'' Ouro Sítio Carneiro Sítio Minas Sítio Piaus Fazenda Zamba Riacho do Saco Sítio Coruja RiachoJatobá Sítio Jatobá Riacho dos Bois Barra dos Costas/Sítio Vargem Serra Branca Sítio Malhada Real Itajubatiba ÁguaGrande Fazenda Santa Luzia Fazenda Santa Luzia LagoaSeca Itajubatiba Caieira Ferro Velho Pedra Preta Pedra Preta 21074 7° 06' 32'' 21075 7° 08' 45'' 21076 7° 11' 14'' 21077 7° 12' 32'' 21078 7° 04' 36'' 3665 7° 30' 15'' 3666 7° 32' 30'' 21079 7° 33' 02'' 3668 7° 01' 30'' 21080 7° 34' 57'' 3678 7° 08' 30'' 3679 7° 07' 15'' 3680 7° 10' 10'' 3681 7° 01' 30'' 3682 7° 01' 15'' 3683 7° 00' 30'' 3685 7° 41' 45'' 3686 7° 42' 15'' btgn Ocorrência Ocorrência xt-fi xt-fi xt-fi af-cs af-cs af-cs btxt btxt Ocorrência Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo ativo / T : 0. 3 ppm Ag Garimpo inativo .1%.

003 ppm Au Garimpo ativo / T : 3 ppm Au.40m. safira detectada Ocorrência 3687 7° 28' 30'' 3688 7° 07' 30'' 3689 7° 07' 30'' 3690 7° 08' 05'' 3691 7° 15' 00'' 3692 7° 33' 30'' 3693 7° 38' 30'' 3722 7° 13' 00'' 3724 7° 08' 15'' 3725 7° 07' 10'' 3726 7° 07' 15'' 3729 7° 04' 30'' 3730 7° 00' 15'' 3731 7° 02' 00'' 21081 7° 02' 03'' 21082 7° 01' 31'' 3732 7° 26' 00'' 3733 7° 41' 00'' 3734 7° 05' 00'' 3684 7° 00' 45'' 3739 7° 02' 00'' 38° 23' 30'' Ouro 37° 31' 45'' Ouro 37° 33' 00'' Ouro 37° 33' 30'' Ouro 37° 30' 30'' Ouro 38° 06' 00'' Ouro 38° 04' 30'' Ouro 37° 32' 00'' Níquel 38° 35' 45'' Chumbo 38° 34' 30'' Chumbo 38° 32' 15'' Chumbo 36° 30' 30'' Asbesto 37° 48' 30'' Asbesto 37° 44' 45'' Asbesto 37° 49' 35'' Asbesto 37° 54' 25'' Asbesto 38° 02' 45'' Asbesto 38° 25' 40'' Asbesto 38° 31' 30'' Talco 38° 41' 15'' Coríndon 38° 38' 30'' Ágata Fazenda Serrote Branco Fazenda Cambraia Deserto Garapa Cachoeira de Minas Brilhante Fazenda Lavrada Sítio Morro Sítio Maia Sítio Lagoinhas Sítio Tamanduá Sítio Cobra Sítio Campo Sítio Serra Fazenda Velho Belo Pedra de Fumo Sítio Sossego Sítio Tamanduá São José das Marimbas Sítio Garguelo . 3000 ppm Zn.5 ppm Ag Garimpo ativo / Produção : 10 kg Au/mês Garimpo inativo Ocorrência / T : 0. comprimento:50m.24% Ni Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo Ocorrência / Espessura : 1. 1.No de DOCMETA ordem 722 723 724* 725 726 727 728* 729 730 731 732 733* 734 735 736 737 738 739 740 741 742 Latitude (S) Longitude (N) Substância Município Ibiara Catingueira Catingueira Catingueira Mãe D'Água Princesa Isabel Princesa Isabel Catingueira São José de Piranhas São José de Piranhas São José de Piranhas São José de Piranhas Pombal Emas Catingueira Pombal Pedra Branca Conceição São José de Piranhas Cachoeira dos Índios Cachoeira dos Í Ibiara Local Rocha encaixante xt-fi fi fi fi gr xt-fi xt-fi xt-fi xtcat xtcat clxt mig mig mig ca-cs-ser xt-ser xt-fi xt-fi mig btxt Status / Dados econômicos Garimpo inativo Garimpo ativo / T :100 ppb Au Garimpo ativo / T : 140 ppm Au. 15 ppm Ag Garimpo ativo / T : 0.5m Garimpo inativo Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência / Espessura:0.

No de DOCMETA ordem Latitude (S) Longitude (N) Substância Município Índios Local Rocha encaixante Status / Dados econômicos 743 744 745* 746 747 748* 749 750* 751* 752* 753 754 755 756 757 758 759 760 761 762* 763* 764* 3380 6° 15' 37'' 3381 6° 15' 00'' 3382 6° 18' 00'' 3387 6° 25' 00'' 3401 6° 57' 30'' 3402 6° 58' 00'' 3403 6° 22' 00'' 3411 6° 03' 00'' 3425 6° 06' 00'' 3427 6° 06' 00'' 3430 6° 08' 00'' 3434 6° 12' 00'' 3435 6° 14' 00'' 3436 6° 14' 00'' 3438 6° 17' 00'' 3439 6° 28' 00'' 3440 6° 28' 00'' 3441 6° 29' 00'' 3442 6° 33' 00'' 3443 6° 33' 00'' 3444 6° 33' 00'' 3445 6° 34' 00'' 37° 32' 00'' Berílio 37° 36' 00'' Berílio 37° 31' 00'' Berílio 38° 28' 00'' Chumbo 37° 52' 00'' Ferro 37° 37' 00'' Ferro 37° 37' 00'' Fergusonita 37° 34' 00'' Tungstênio 37° 32' 00'' Tungstênio 37° 32' 00'' Tungstênio 37° 32' 00'' Tungstênio 37° 33' 00'' Tungstênio 37° 35' 00'' Tungstênio 37° 34' 00'' Tungstênio 37° 37' 00'' Tungstênio 37° 44' 00'' Tungstênio 37° 45' 00'' Tungstênio 37° 44' 00'' Tungstênio 37° 47' 00'' Tungstênio 37° 47' 00'' Tungstênio 37° 49' 00'' Tungstênio 37° 48' 00'' Tungstênio Brejo do Cruz Brejo do Cruz Brejo do Cruz Uirauna São Bento Malta Catolé do Rocha Jericó Belém de Brejo do Cruz Belém de Brejo do Cruz Belém de Brejo do Cruz Belém de Brejo do Cruz Belém de Brejo do Cruz Belém de Brejo do Cruz Catolé do Rocha Catolé do Rocha Catolé do Rocha Brejo dos Santos Jericó Jericó Jericó Jericó Curral Queimado Serrote Preto Brejo do Cruz Fazenda Sossego Sítio Logradouro Pendências Sítio Maniçóba Várzea da Porta Marreca Estreito Vinagre Belém Velho Serrote Preto Serrote Preto Jatobá Malhada de Dentro Fazenda Timbaúba Catolé do Rocha Fazenda Monte Alegre Fazenda Monte Claros Fazenda Várzea da Prata Fazenda Alto Alegre gn-mig gn-mig btxt gn-mig gn-mig gn-mig gr gr btgn btgn btgn btgn btgn btgn gn-mig gn-mig gn-mig gn-mig gn-mig gn-mig gr gn-mig Garimpo inativo Garimpo inativo Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Garimpo inativo Ocorrência Garimpo inativo Ocorrência Ocorrência Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo Ocorrência Garimpo inativo Ocorrência .

geol.: 137. T de WO3 3.83t.No de DOCMETA ordem 765* 766* 767* 768* 769 770 771 772 773 774* 775* 776* 777 778 779* 780 781 782 783 784 785 786* 787 788 789 Latitude (S) Longitude (N) Substância Município Pombal Jericó Lagoa Paulista Paulista Pombal Pombal Desterro de Malta Desterro de Malta Desterro de Malta Desterro de Malta Desterro de Malta Desterro de Malta Malta Desterro de Malta Malta Pombal Malta Malta Desterro de Malta São José do Espiharas Malta Malta Malta Malta Local Fazenda Alto Alegre Fazenda Alto Alegre Fazenda Jatobá Fazenda Mimoso Fazenda Lagoinha Fazenda Aricoba Fazenda Maniçoba Desterro de Malta Fazenda Água Branca Fazenda Caicó II Fazenda Caicó I Fazenda Serra Negra Fazenda São Francisco Fazenda São Francisco Fazenda Trapiá Fazenda Riacho do Feijão Fazenda Belmonte Fazenda Saco de Feijão Fazenda Penambuco Fazenda Caicó Fazenda Saco de Feijão Fazenda Furna São Francisco III Pitombeira III Pitombeira II Rocha encaixante gn-mig gn-mig gn-mig gr gr gn-mig gb gr gr gr gr gr gr btgn btgn btgn gn-mig gn-mig btgn btgn btgn btgn btgn gn-mig btgn Status / Dados econômicos Garimpo inativo Garimpo ativo Garimpo inativo Ocorrência Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Depósito / R.4% Ocorrência Garimpo ativo Ocorrência Ocorrência Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo 3446 6° 34' 00'' 3447 6° 34' 00'' 3448 6° 35' 00'' 3449 6° 39' 00'' 3450 6° 39' 00'' 3451 6° 39' 00'' 3452 6° 40' 00'' 3453 6° 44' 00'' 3454 6° 44' 00'' 3455 6° 44' 00'' 3456 6° 44' 00'' 3457 6° 45' 00'' 3458 6° 48' 00'' 3459 6° 49' 00'' 3460 6° 49' 00'' 3461 6° 50' 00'' 3462 6° 51' 00'' 3463 6° 51' 00'' 3464 6° 52' 00'' 3467 6° 45' 00'' 3468 6° 47' 00'' 3469 6° 48' 00'' 3470 6° 49' 00'' 3471 6° 52' 00'' 3472 6° 52' 00'' 37° 48' 00'' Tungstênio 37° 48' 00'' Tungstênio 37° 53' 00'' Tungstênio 37° 30' 00'' Tungstênio 37° 30' 00'' Tungstênio 37° 49' 00'' Tungstênio 37° 49' 00'' Tungstênio 37° 34' 00'' Tungstênio 37° 30' 00'' Tungstênio 37° 31' 00'' Tungstênio 37° 31' 00'' Tungstênio 37° 32' 00'' Tungstênio 37° 34' 00'' Tungstênio 37° 33' 00'' Tungstênio 37° 32' 00'' Tungstênio 37° 32' 00'' Tungstênio 37° 42' 00'' Tungstênio 37° 31' 00'' Tungstênio 37° 30' 00'' Tungstênio 37° 32' 00'' Tungstênio 37° 32' 00'' Tungstênio 37° 32' 00'' Tungstênio 37° 33' 00'' Tungstênio 37° 34' 00'' Tungstênio 37° 35' 00'' Tungstênio .

No de DOCMETA ordem 790 791 792 793 794 795 796 797 798* 799* 800 801* 802* 803 804 805* 806 807* 808 809 810 811 812* 813* Latitude (S) Longitude (N) Substância Município São José de Espinharas Condado Malta Condado São Bento Ipueira I Local Rocha encaixante gn-mig btgn gn-mig btgn btgn btgn btgn btgn btgn gdr btgn btgn btgn btgn btgn btgn btgn btgn btgn btgn btgn btgn btgn btgn Status / Dados econômicos Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Ocorrência Ocorrência Garimpo ativo Garimpo inativo Garimpo ativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Ocorrência Garimpo inativo Garimpo ativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo 3473 6° 54' 00'' 3474 6° 53' 00'' 3475 6° 53' 00'' 3476 6° 54' 00'' 3478 6° 54' 00'' 3479 6° 24' 00'' 3480 6° 25' 00'' 3481 6° 34' 00'' 3482 6° 32' 00'' 3483 6° 45' 00'' 3502 6° 23' 00'' 3503 6° 23' 00'' 3505 6° 25' 00'' 3522 6° 52' 00'' 3523 6° 52' 00'' 3524 6° 52' 00'' 3525 6° 53' 00'' 3528 6° 57' 00'' 3529 6° 58' 00'' 3530 6° 58' 00'' 3531 6° 58' 00'' 3532 6° 58' 00'' 3533 6° 58' 00'' 3534 6° 59' 00'' 37° 31' 00'' Tungstênio 37° 36' 00'' Tungstênio 37° 34' 00'' Tungstênio 37° 36' 00'' Tungstênio 37° 45' 00'' Tungstênio 37° 40' 00'' Tungstênio 37° 39' 00'' Tungstênio 37° 40' 00'' Tungstênio 37° 40' 00'' Tungstênio 37° 47' 00'' Tungstênio 38° 31' 00'' Calcário 38° 30' 00'' Calcário 38° 29' 00'' Calcário 38° 38' 00'' Calcário 38° 36' 00'' Calcário 38° 35' 00'' Calcário 38° 42' 00'' Calcário 38° 20' 00'' Calcário 38° 19' 00'' Calcário 38° 17' 00'' Calcário 38° 18' 00'' Calcário 38° 08' 00'' Calcário 38° 44' 00'' Calcário 37° 34' 00'' Calcário Sítio Barro Branco Fazenda Furna Condado Riacho dos Currais Riacho dos Cavalos Fazenda Santana Catolé do Rocha Paulista Riacho dos Cavalos São Miguel Riacho dos Cavalos Serra Cabeluda Pombal Uirauna Uirauna Uirauna Cajazeiras Cajazeiras Cajazeiras Cachoeira dos Indios Nazarezinho Nazarezinho Nazarezinho Nazarezinho São José da Lagoa Tapada Cachoeira dos Indios Condado Bonsucesso Sítio Miranda Sítio Queimadas Sítio Carcará Fazenda Prensa de Cima Sítio Lagoa Queimada Fazenda Caieiras Fazenda Caiçara Sítio Lagoa da Serra Sítio Graviola Sítio Cantinho Sítio Timbaúba Barra da Cobra Sítio Cipó Sítio Oriente .

166.810t.1% 3535 6° 59' 00'' 3559 6° 48' 00'' 3575 6° 25' 00'' 3576 6° 48' 00'' 3577 6° 22' 00'' 3578 6° 57' 00'' 4266 4267 4268 3583 3584 3585 4273 3587 3588 3589 3595 3596 3597 4304 4305 7°21' 30'' 7°21' 45'' 7°24' 04'' 6°42' 00'' 6°42' 00'' 6°43' 00'' 7°20' 16'' 6°55' 00'' 6°57' 00'' 6°59'00'' 6°31' 00'' 6°32' 00'' 6°31' 00'' 7°26' 45'' 7°24' 10'' 37° 52' 00'' Calcário 38° 34' 00'' Asbesto 37° 45' 00'' Ametista 38° 34' 00'' Ametista 37° 36' 00'' Allanita 37° 49' 00'' Granada 35°39' 15'' Ferro 35°40' 15'' Ferro 35°42' 06'' Ferro 35°41' 00'' Tungstênio 35°41' 00'' Tungstênio 35°42' 00'' Tungstênio 35°19' 16'' Ferro 35°53' 00'' Calcário Cristalino Remígio 35°52' 00'' Calcário Cristalino Esperança 35°54' 00'' Calcário Cristalino Esperança 35°00' 00'' Titânio 34°58' 00'' Titânio 35°02' 00'' Titânio 34°54' 42'' Fosfato 34°55' 39'' Fosfato Mataraca Mataraca Mataraca Alhandra Alhandra 835 4306 7°21' 30'' 34°55' 30'' Fosfato Alhandra Jaguarema ar-ca .000t.: 2.: 6.No de DOCMETA ordem 814* 815* 816 817 818* 819 820 821 822 823* 824 825 826 827 828 829 830 831 832 833 834 Latitude (S) Longitude (N) Substância Município Pombal Cajazeiras Catolé do Rocha Cajazeiras Catolé do Rocha Pombal Ingá Ingá Itatuba Bananeiras Bananeiras Bananeiras Itabaiana Local Fazenda Montevideo Sítio Serragem Fazenda Sossego Sítio Serragem Fazenda Maniçoba Sítio Vinha Fazenda Salgadinho Fazenda Paulim Olho D'Água Fazenda Umburana Fazenda Capivara Fazenda Umburana Fazenda Onça Sítio Cabeça do Urubu Sítio Lagoa da Caieira Sítio Caieira Fazenda Coelho Guaju Fazenda Coelho Alhandra Acais Rocha encaixante btgn gn-mig gr gn-mig gn-mig gr mig mig mig-gr mxt mxt mxt gn-mig gn-mig gn-mig gn-mig al al al ar-ca ar-ca Status / Dados econômicos Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Mina Mina Mina Depósito / R. T médio de P205 : 9.955t.: 3.0% Depósito / R. geol. T médio de P205 : 12. T médio de P205 8. geol.0% Depósito / R.253.596. geol.

663. geol.220. total:39.000m³ Depósito / R.000t Mina / R.823t Ocorrência Garimpo ativo Ocorrência Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo inativo 34°57' 58'' Fosfato 34°55' 29'' Fosfato 34°59' 17'' Caulim 35°02' 00'' Turfa 35°01' 00'' Turfa 34°59' 00'' Turfa 34°55' 00'' Turfa 34°55' 00'' Fosfato Engenho Utinga Mamuaba Camaratuba Rio Tinto Rio Tinto/Santa Rita Rio Miriri Santa Rita/Lucena Lucena Rio Jacuípe Mengereba 844 845 846 847 848 849 850 3634 4350 4351 4352 4353 4354 4355 6°58' 00'' 7°31' 15'' 7°31' 06'' 7°26' 53'' 7°23' 30'' 7°20' 48'' 7°20' 49'' 34°53' 00'' Calcário 34°52' 30'' Calcário 34°51' 28'' Calcário 34°53' 45'' Calcário 34°54' 09'' Calcário 34°51' 01'' Calcário 34°55' 12'' Calcário Lucena Caaporã Caaporã Alhandra Alhandra Alhandra Alhandra Tabira Fazenda Tabu Pedra da Onça Árvore Alta Engenho Subauma Fazenda Andreza Engenho Garapu ca ar-ag ar-ag ar ar ar ca 851 852 853 854* 855 856 4356 4357 4358 4359 4360 4361 7°19' 01'' 7°17' 15'' 7°16' 10'' 7°15' 21'' 7°15' 38'' 7°14' 57'' 34°56'' 51'' Calcário 34°54' 24'' Calcário 34°54' 56'' Calcário 34°56' 34'' Calcário 34°53' 51'' Calcário 34°53' 10'' Calcário Alhandra Conde Jacoca Conde Conde Conde Jardim Engenho Utinga Jacoca Santa Alexandrina Engenho Pituaçu Sítio Raminho ar-ar ar ar-ag ar-ag ar-ag ar-ag . R. med.: 450.R.: 394.770. R.No de DOCMETA ordem 836 837 838 839 840 841 842 843 4307 4308 4315 3629 3630 3631 3632 3633 Latitude (S) 7°20' 54'' 7°16' 59'' 7°16' 25'' 6°36' 00'' 6°49' 00'' 6°53' 00'' 6°58' 00'' 6°56' 00'' Longitude (N) Substância Município Alhandra João Pessoa Alhandra Mataraca Rio Tinto Recreio Local Rocha encaixante ar-ca ar-ca ar-ag al al al al ca Status / Dados econômicos Depósito/R.036t Mina / R.000m³ Depósito / R.770.694t.T médio de P205 : 13.000.000.800.000t.: 43.000t.000m³ Depósito / R. med. geol.000m³ Depósito / R.865. T de P2O5: 6.:16.:13.7% e 10% Depósito .3% Ocorrência Garimpo ativo Depósito / R.: 30.000.: 100. geol.: 39. total:130.: 5.000t. ind.600. ind. ind.044t Garimpo ativo Garimpo inativo Garimpo ativo Mina / R.000.: 6. geol.000t.860t. geol.: 2.672.: 3.: 86.350t. med. R. R. geol.797.000.823t. R.:10. R. ind.inf.

000t. geol.044t Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo inativo Garimpo inativo Depósito / R.No de DOCMETA ordem 857* 4362 Latitude (S) 7°14' 17'' Longitude (N) Substância Município Conde Local Sítio Prazeres Rocha encaixante ar-ag Status / Dados econômicos Jazida / R.923t. total:39.383t.000m³ Garimpo ativo Garimpo inativo Garimpo ativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo 34°53' 26'' Calcário 858 859 860 861* 862 863 864* 865 866 867 868 869 870 871 872 873 874 875 876 877 878 4363 4364 4365 4366 4367 4368 4369 4370 4374 4377 4378 4381 4382 4383 4384 4385 4386 4387 4388 4389 4390 7°11' 34'' 7°13' 20'' 7°08' 10'' 7°08' 11'' 7°07' 38'' 7°06' 49'' 7°06' 25'' 7°05' 53'' 7°24' 44'' 7°25' 10'' 7°25' 40'' 7°40' 28'' 7°40' 04'' 7°38' 59'' 7°37' 07'' 7°36' 51'' 7°31' 25'' 7°26' 57'' 7°26' 49'' 7°26' 57'' 7°24' 08'' 34°53' 01'' Calcário 34°53' 26'' Calcário 34°53' 49'' Calcário 34°53' 16'' Calcário 34°53' 41'' Calcário 34°52' 52'' Calcário 34°52' 43'' Calcário 34°52' 02'' Calcário 35°43' 36'' Calcário 35°20' 40'' Calcário 35°23' 14'' Calcário 35°42' 53'' Calcário 35°41' 39'' Calcário 35°40' 01'' Calcário 35°35' 15'' Calcário 35°35' 31'' Calcário 35°37' 15'' Calcário 35°36' 08'' Calcário 35°33' 33'' Calcário 35°35' 03'' Calcário 35°31' 06'' Calcário Conde Conde João Pessoa João Pessoa João Pessoa João Pessoa João Pessoa João Pessoa Fagundes Itabaiana Salgado de São Felix Umbuzeiro Umbuzeiro Umbuzeiro Natuba Natuba Salgado de São Félix Salgado de São Félix Salgado de São Félix Salgado de São Félix Salgado de São Sítio Caxitu Sítio Caxitu Zebu Ilha do Bispo Ilha do Bispo Simões Lopes São Pedro Mandacaru Sítio Jacaré Sítio Cavaco Alagamar Sítio Quixaba Sítio Barro Sítio Barro Sítio Mimoso Rio Paraíba Santa Clara Sítio Melancia Tabocas Tabocas Tabocas ar-ag ar-ag ar-ag ar-ag ar-ag ar-ag ar-ag ar-ag mig gn-mig gn-mig gn gn gn gn-mig gn-mig gn-mig mig mig mig mig . total: 554.267t.195.476.195. R. R. R.: 38.261.: 31. R.004.: 1. med.:100.inf. med. ind.044t.000.573t Garimpo ativo Garimpo ativo Mina / R.780. R.: 99. ind. : 423.

: 840. geol. geol.: 40.No de DOCMETA ordem Latitude (S) Longitude (N) Substância Félix Município Local Rocha encaixante Status / Dados econômicos 879 880 881 882 883 884 885* 886 887 888 889 890 891* 892* 893 894* 895* 896* 897* 898* 899* 900 901 902 903 4391 4392 4393 4394 4395 4396 4399 4400 4402 4412 4413 4426 4427 4428 4429 4430 4431 4432 4433 4434 4435 4436 4437 4438 4439 7°01' 37'' 7°23' 02'' 7°24' 08'' 7°35' 07'' 7°41'15'' 7°41'39'' 7°46' 14'' 7°43' 45'' 7°20' 14'' 7°26' 12'' 7°00' 26'' 7°27' 50'' 7°26' 29'' 7°07' 12'' 7°07' 04'' 7°07' 15'' 7°06' 56'' 7°06' 57'' 7°07' 30'' 7°07' 29'' 7°07' 13'' 7°08' 09'' 7°04' 58'' 7°08' 31'' 7°08' 15'' 35°55' 07'' Calcário 35°55' 40'' Calcário 35°53' 22'' Calcário 35°51' 48'' Calcário 35°45' 28'' Calcário 35°46' 17'' Calcário 35°52' 01'' Calcário 35°57' 59'' Calcário 35°25' 06'' Calcita 34°55' 23'' Turfa 34°57' 59'' Turfa 34°56' 12'' Argila 34°55' 23'' Argila 34°58' 01'' Argila 34°58' 26'' Argila 34°58' 15'' Argila 34°57' 29'' Argila 34°56' 31'' Argila 34°55' 45'' Argila 34°54' 54'' Argila 34°57' 20'' Argila 34°57' 45'' Argila 35°14' 03'' Argila 35°08' 04'' Argila 35°06' 18'' Argila Esperança Queimadas Queimadas Boqueirão Umbuzeiro Umbuzeiro Umbuzeiro Umbuzeiro Salgado de São Félix Alhandra João Pessoa Caaporã Alhandra Santa Rita Santa Rita Santa Rita Santa Rita Santa Rita Bayeux Bayeux Santa Rita Santa Rita Sapé Cruz do Espírito Santo Cruz do Espírito Santo Caieira Gravatá Manduca Salinas Quixaba Barro Santa Cecília Maniçoba Tres Irmãs Vale do Rio Abiaí Vale do Rio Jacuípe Cupissura Fazenda Severo Cerâmica Tibiri Cerãmica São Tiago Cerâmica Cincera Cerâmica Caiongo Engenho Santo Amaro Bayeux Vila Lucena Engenho Tibiri Várzea Nova Fazenda Cueiras Fazenda Cobe Calabouço gn-mig mig mig gn-mig gn gn xt gn gn-mig al al al al al al al al al al al al al al al al Depósito / R.000m³ Garimpo inativo Ocorrência Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo inativo Garimpo ativo Garimpo inativo Ocorrência Depósito / R.000m³ Ocorrência Ocorrência Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Ocorrência Ocorrência Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo .

: 537.000m³ Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Ocorrência Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Mina R.000m³ Depósito / R. ind.790. total: 4.400t Ocorrência Garimpo ativo Ocorrência 35°15' 34'' Argila 35°14' 47'' Argila 35°10' 26'' Argila 35°09' 21'' Argila 35°19' 23'' Argila 35°29' 01'' Argila 35°18' 31'' Argila 35°27' 10'' Argila 35°37' 45'' Argila 35°37' 05'' Argila 35°35' 49'' Argila 35°35' 30'' Argila 35°40' 45'' Argila 35°41' 06'' Argila 35°52' 54'' Argila 35°52' 04'' Argila 35°51' 06'' Argila 35°47' 49'' Argila 35°51' 35'' Argila 35°57' 54'' Argila 34°57' 50'' Areia 34°52' 33'' Diatomita Sítio Paraibinha Sítio Una Fazenda Bela Rosa Maracaípe Mangueira Caldas Brandão São José Avenca Cerâmica Real Sítio Camaleão Ingá Chã Grande Sítio Picada Campina Grande Palmeira Fazenda Conceição Sítio Bodega Esperança São José da Mata Fazenda Brejo do Lima Lagoa do Boqueirão Pedras de Fogo Pedras de Fogo Itabaiana Mogeiro Caldas Brandão Mulungu Alagoa Grande Alagoa Grande Ingá Ingá Aroeiras Aroeiras Campina Grande Campina Grande Lagoa Sêca AlagoaNova Esperança Campina Grande Alhandra Caaporã 926 927 928 4494 4076 4075 7°14' 05'' 8°01' 51'' 8°03' 38'' 34°53' 55'' Caulim 37°05' 21'' Calcário 37°03' 46'' Calcário João Pessoa São Sebastião do Umbuzeiro São Sebastião do Umbuzeiro Barra do Gramame Povoado de Zabelê Serra do Fogo ar-ag gn gn .: 2.000m³ Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Depósito / R.335t.: 10. med.:1. geol.791. R.135m³ Mina / R. geol. geol.:1.: 200.816. R.225t.No de DOCMETA ordem 904 905 906 907 908 909 910 911 912 913 914 915 916 917 918 919 920 921 922 923 924 925 4440 4441 4442 4443 4473 4474 4475 4476 4477 4478 4479 4480 4481 4482 4483 4484 4485 4486 4487 4488 4491 4493 Latitude (S) 7°15' 48' 7°19' 53'' 7°18' 16'' 7°21' 24'' 7°17' 33'' 7°17' 22'' 7°06' 02'' 7°01' 14'' 7°02' 00'' 7°02' 57'' 7°17' 36'' 7°17' 45'' 7°32' 12'' 7°38' 10'' 7°16' 08'' 7°12' 53'' 7°10' 03'' 7°06' 08'' 7°01' 06'' 7°10' 57'' 7°25' 15'' 7°29' 12'' Longitude (N) Substância Pilar Pilar Município Pilar Local Rocha encaixante al al al al al al al al al al al al al al al al al al al al ar ar Status / Dados econômicos Depósito / R.: 1.000m³ Garimpo ativo Garimpo ativo Depósito / R. geol. med.840t. R.: 20.: 40.inf. geol.000m³ Depósito / R.: 200. geol.234.000m³ Depósito / R.

No de DOCMETA ordem 929 930 931 932 933* 934* 935 936* 937* 938* 939 940* 941* 942* 943 944* 945* 946* 947* 948* 949* 950* 951* 952* 953* 4073 4074 4032 4071 Latitude (S) 8°04' 17'' 8°04'37'' 8°04' 56'' 8°05' 16'' 7°00' 41'' 7°00' 40'' 7°02' 29'' 6°57' 19'' 7°04' 33'' 7°04' 33'' 7°05' 02'' 7°05' 02'' 6°58' 46'' 7°05' 06'' 7°05' 07'' 7°05' 06'' 7°04' 16'' 7°04' 33'' 7°04' 33'' 7°04' 33'' 7°04' 04'' 7°04' 04'' 7°04' 03'' 7°04' 03'' 7°04' 03'' Longitude (N) Substância Município São Sebastião do Umbuzeiro São Sebastião do Umbuzeiro São João do Tigre São Sebastião do Umbuzeiro Junco do Serido Junco do Serido Juazeirinho Salgadinho Salgadinho Salgadinho Salgadinho Salgadinho Salgadinho Salgadinho Salgadinho Salgadinho Salgadinho Salgadinho Salgadinho Salgadinho Salgadinho Salgadinho Salgadinho Salgadinho Salgadinho Local Povoado de Zabelê(N) Povoado de Zabelê(E) Sede de São João do Tigre Zabelê-Saída SE Serra do Frade Serra do Frade Fazenda Canoas Serra da Batalha Pinga Pinga Pinga Pinga Pinga Pinga Pinga Pinga Pinga Pinga Pinga Pinga Pinga Pinga Pinga Pinga Pinga Rocha encaixante gn gn gn gn muqzt muqzt btgn muqzt muqzt muqzt muqzt muqzt muqzt muqzt muqzt muqzt muqzt muqzt muqzt muqzt muqzt muqzt muqzt muqzt muqzt Status / Dados econômicos Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo / A:100 x 2m² Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo 37°06' 20'' Calcário 37°05' 36'' Calcário 36°50' 52'' Argila 37°04'59'' Calcário 36°44' 02'' Turmalina 36°43' 46'' Turmalina 36°38' 08'' Turmalina 36°39' 59'' Turmalina 36°48' 25'' Turmalina 36°48' 46'' Turmalina 36°42' 15'' Turmalina 36°48' 34'' Turmalina 36°42' 43'' Turmalina 36°49' 05'' Turmalina 36°49' 36'' Turmalina 36°49' 50'' Turmalina 36°49' 55'' Turmalina 36°48' 10'' Turmalina 36°47' 37'' Turmalina 36°47' 41'' Turmalina 36°48' 48'' Turmalina 36°48' 28'' Turmalina 36°48' 10'' Turmalina 36°47' 54'' Turmalina 36°47' 38'' Turmalina .

083 l/h Mina / Vazão 14.No de DOCMETA ordem 954 955* 956* 957 958* 959* 960* 961* 962* 963* 964 965 966 967 968 969 970 971 972 973 974 975 Latitude (S) 7°04' 02'' 7°03' 38'' 7°03' 31'' 7°03' 21'' 7°03' 37'' 7°03' 37'' 7°03' 38'' 7°03' 31'' 7°03' 59'' 7°03' 20'' 7°46' 53'' 7°10' 43'' 6°58' 00'' 7°40' 44'' 7°18' 15'' 7°40' 43'' 6°44' 18'' 6°47' 15'' 6°49' 15'' 7°10' 43'' 7°10' 43'' 7°07' 59'' Longitude (N) Substância Município Salgadinho Salgadinho Salgadinho Salgadinho Salgadinho Salgadinho Salgadinho Salgadinho Salgadinho Salgadinho Pinga Pinga Pinga Pinga Pinga Pinga Pinga Pinga Pinga Pinga Olho D'Água Jatobá Cacimbas Sucurú Rio Inga Local Rocha encaixante muqzt muqzt muqzt muqzt muqzt muqzt muqzt muqzt muqzt muqzt btgn btgn btogn qzbtgn btgn btgnmig btgnmig btgn btxt btgn Status / Dados econômicos Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo ativo Depósito Depósito Depósito Mina Depósito Depósito Depósito Depósito Depósito Depósito Mina / Vazão 22.400 l/h 36°47' 23'' Turmalina 36°49' 12'' Turmalina 36°47' 07'' Turmalina 36°47' 28'' Turmalina 36°47' 31'' Turmalina 36°48' 01'' Turmalina 36°48' 35'' Turmalina 36°47' 08'' Turmalina 36°49' 38'' Turmalina 36°49' 16'' Turmalina 36°47' 58'' Rocha ornamental Sumé 37°52' 12'' Rocha ornamental Pianco 36°50' 10'' Rocha ornamental Santa Luzia 36°46' 36'' Rocha ornamental SerraBranca 35°33' 24'' Rocha ornamental Ingá 35°41' 08'' Rocha ornamental Umbuzeiro 35°52' 56'' Rocha ornamental Solanea 35°53' 00'' Rocha ornamental Casserengue 35°51' 35'' Rocha ornamental Casserengue 37°47' 49'' Rocha ornamental Jericó 35°51' 35'' Água mineral 34°59' 04'' Água mineral Santa Rita Santa Rita Fazenda Mumbuca Lajedo Grande Salgado Pinhões SerradoCoxo Fazenda Caldeirão Fazenda São Paulo .

909 kg Garimpo inativo / R. R. total : 78.489 kg. R. : 25.915 kg.: 396.726 kg. R.: 37.729 kg.801 kg. inf. med.400 m³ R.: 64. total: 985.med.: 751.892. med. R. ind. R.440 kg Garimpo inativo Garimpo ativo Garimpo ativo Garimpo inativo Garimpo ativo Garimpo inativo Garimpo ativo Garimpo ativo R.: 32.178 m³ R.329 kg. R.000 m³ R. med.: 30. R.: 195. total: 43.951 kg. R.108 kg. ind. med.479 kg.: 46.248 m³ 38° 02' 30'' Ouro 38° 03' 49'' Ouro 978* 979 7° 36' 00'' 7° 36' 13'' 38° 03' 48'' Ouro 38° 03' 25'' Ouro Princesa Isabel Princesa Isabel Ivone Covico xt-fi xt-fi 980 7° 42' 15'' 38° 03' 45'' Ouro Princesa Isabel Horácio xt-fi 981* 982 7° 36' 56'' 7° 37' 13'' 38° 03' 56'' Ouro 38° 03' 55'' Ouro Princesa Isabel Princesa Isabel Xique-Xique Ourives mdac xt-fi 983* 984* 985* 986* 987* 988* 989* 990* 991 992 993 994 7° 37' 29'' 7° 37' 23'' 7° 37' 51'' 7° 38' 09'' 7° 38' 27'' 7° 40' 16'' 7° 40' 24'' 7° 38' 43'' 7° 25' 26'' 7° 13' 21'' 7° 43' 05'' 7° 21' 19'' 38° 03' 57'' Ouro 38° 04' 47'' Ouro 38° 05' 43'' Ouro 38° 06' 14'' Ouro 38° 06' 57'' Ouro 38° 07' 32'' Ouro 38° 03' 40'' Ouro 38° 04' 48'' Ouro Princesa Isabel Manaíra Manaíra Manaíra Manaíra Manaíra Princesa Isabel Manaíra Talhado Zé da Cruz Pedra do Cipó Mabanga Rajada Olho D'Água Tamboril Novo Mundo Carapuça Serrotão Riachodo Algodão Serra Imaculada mdac fi xt xt xt xt-fi mdac gr gr btgn btogn btogn 37° 39' 25'' Rocha ornamental ÁguaBranca 35° 57' 36'' Rocha ornamental Campina Grande 35° 40' 45'' Rocha ornamental Congo 37° 31' 21'' Rocha ornamental Imaculada . R. total: 225.med.: 497.370 kg Garimpo inativo Garimpo inativo/ R.: 8.inf.070.808 kg Garimpo inativo Garimpo inativo / R.med.No de DOCMETA ordem 976* 977 Latitude (S) 7°34'23'' 7° 35' 27'' Longitude (N) Substância Município Princesa Isabel Princesa Isabel Local Várzea da Cruz Farias Rocha encaixante fi mdac Status / Dados econômicos Garimpo inativo Garimpo ativo/ R.: 160. med.: 18.inf.

med.508 m³ R.650.305 m³ R.: 193. Os jazimentos estão representados na carta de recursos minerais pelo n de ordem (1 coluna) e na base de dados pelo n do DOCMETA a (2 coluna).: 82. Todas as referências bibliográficas e dados adicionais constam na própria base de dados. med. med.163 m³ R.: 9.240.000 m³ R.706.541m³ gn gn-mig qzt R.000 m³ R.: 10. med.000 m³ Fonte de dados: CPRM-Base META. med. med.767. med. med. med. 0 a 0 .975 m³ R.: 2.501 m³ R.970.: 40.364 m³ 37° 08' 10'' Rocha ornamental Monteiro 37° 14' 30'' Rocha ornamental Patos 36° 46' 55'' Rocha ornamental Picuí 36° 04' 18'' Rocha ornamental Pocinhos 35° 53' 05'' Rocha ornamental Queimadas 37° 07' 52'' Rocha ornamental Quixaba 36° 55' 22'' Rocha ornamental Santa Luzia 36° 52' 17'' Rocha ornamental Santa Luzia 36° 56' 07'' Rocha ornamental Santa Luzia 36° 29' 50'' Rocha ornamental São João do Cariri 37° 05' 55'' Rocha ornamental São Sebastião do Umbuzeiro 38° 05' 03'' Rocha ornamental Sousa 36° 43' 34'' Rocha ornamental Taperoá 36° 59' 12'' Rocha ornamental Várzea btxt peg di Depósito Depósito R.654 m³ R.No de DOCMETA ordem 995 996 997 998 999 1000 1001 1002 1003* 1004 1005 1006 1007 1008 Latitude (S) 7° 50' 51'' 7° 04' 30'' 6° 36' 06'' 7° 04' 58'' 7° 21' 04'' 7° 00' 34'' 6° 55' 01'' 6° 51' 58'' 6° 55' 47'' 7° 27' 52'' 8° 11' 00'' 6° 38' 51'' 7° 16' 00'' 6° 44' 12'' Longitude (N) Substância Município Local Serra do Peru Serra da Forquilha Fazenda Pedreiras Pedra Chafariz Queimadas Serra dos Picotes Cruzeiro de Santa Rita Tatiba Lagoa do Meio São João do Cariri Serrinha Ramada Santo Amaro Riacho dos Poços Porção III Rocha encaixante gr mig mig btxt gn-mig gr Status / Dados econômicos R.: 115.: 61. med.: 7.753 m³ R.: 28. med. med. que pode ser pesquisada na CPRM – Serviço Geológico do Brasil.: 10.: 11.

R. cs – calcissilicática. inf. t = tonelada.O grau de precisão das coordenadas geográficas dos registros é função dos documentos consultados da referência bibliográfica. se – sericita. total = Reserva total. geol. di – diorito. cl – clorita. mig – migmatito/migmatizado. gn – gnaisse. gb – gabro. ser – serpentinito. * Jazimentos não representados nas cartas geológica e de recursos minerais. est. grd – granodiorito. R. cat – cataclástico. silt – siltito. R. mdac -metadacito . gra – granada. mv – metavulcânica. xt – xisto. fi – filito. hb – hornblenda. anf – anfibolito. mg – metagrauvaca. A = área. al – aluvião. = Reserva inferida. ar – arenito. . bas – basalto. ep – epidoto. qz – quartzo. T = teor. med. = Reserva estimada. mxt – micaxisto. = Reserva geológica. gr – granito. sie – sienito. ag – argilito. mu – muscovita. bt – biotita. cd – cordierita. = Reserva medida. peg – pegmatito. R. Q = vazão af – anfibólio. fd – feldspato. ca – calcário. ogn – ortognaisse. qzt – quartzito. lat – laterita. R. mzgr – monzogranito.

CDD 553. Cícero Alves II. Cícero Alves Ferreira.Paraíba 2.Serviço Geológico do Brasil Superintendência Regional do Recife S237 Santos.Fichas de Metalogenia e de Petrografia Capítulo 6 Digitalização de Mapas Editoração Eletrônica Apêndice I Edição para CD Analista de Informaçôes Revisão Final José Maria Ferreira da S. Título.CRÉDITOS DE AUTORIA Edilton José dos Santos Cícero Alves Ferreira José Maria Ferreira da Silva Júnior Benjamin Bley de Brito Neves (USP) Cícero Alves Ferreira Edilton José dos Santos José Maria Ferreira da Silva Júnior Roberto Gusmão de Oliveira Reginaldo Leão Neto Almir Gomes Freire Alan Dionísio de Barros Paulo R. Geologia Econômica . IV. Subprograma Mapas Estaduais. José Maria Ferreira da Silva Júnior . de A. B. Geologia Regional . CPRM . Silva Júnior. Júnior. 2002. Edilton José dos Geologia e Recursos Minerais do Estado da Paraíba/Organizado por Edilton José dos Santos. Escala 1:500. Executado pela CPRM -Serviço Geológico do Brasil -Superintendência Regional do Recife. 2 mapas.000. de Assunção (Coordenação) Francisco de A. Programa Levantamentos Geológicos Básicos do Brasil.Paraíba 3. 1. S.Recife: CPRM. Trindade (DNPM) Luiz de Gonzaga Silva Oliveira Cícero Alves Ferreira José Maria Ferreira da Silva Júnior Mapa de Recursos Minerais Informações Geofísicas Banco de Dados . Economia Mineral – Paraíba Ferreira. de Moraes Erval Manoel Linden Ana Paula Rangel Jacques Claudio Scheid Aluízio Leal Waldir Duarte Costa Filho Dalvanise da Rocha Bezerril Capítulo 1 Edilton José dos Santos Mapa Geológico Capítulo 2 Capítulo 3 Capítulo 4 Capítulo 5 Edilton José dos Santos Edilton José dos Santos Cícero Alves Ferreira Edilton José dos Santos Cícero Alves Ferreira Edilton José dos Santos Cícero Alves Ferreira Bartolomeu de Albuquerque Franco Guilherme Marinho (CDRM) Maria Hilda P. José Maria Ferreira da III. Edilton José dos Santos e Ivo Figueirôa PROGRAMA LEVANTAMENTOS GEOLÓGICOS BÁSICOS DO BRASIL SUBPROGRAMA MAPAS ESTADUAIS Executado pela CPRM . 142 p. il.18133 .Serviço Geológico do Brasil.

PROGRAMA LEVANTAMENTOS GEOLÓGICOS BÁSICOS DO BRASIL COORDENAÇÃO NACIONAL DO PROGRAMA Inácio de Medeiros Delgado COORDENAÇÃO TEMÁTICA Nacional Bases de Dados Geofísica Geologia Estrutural Geoquímica Metalogenia / Geologia Econômica Petrologia Sedimentologia Sensoriamento Remoto Nelson Custódio da Silva Filho Luís Marcelo de Fontoura Mourão Reginaldo Alves dos Santos Carlos Alberto C. Lins . Lins e Gilberto J. Machado Inácio de Medeiros Delgado Luiz Carlos da Silva Augusto José Pedreira Cidney Rodrigues Valente Regional Superintendência Regional do Recife Coordenador Regional Supervisor de Projetos Geofísica Geoquímica Adeilson Alves Wanderley Edilton José dos Santos Roberto Gusmão de Oliveira Carlos Alberto C.

CPRM Diretor-Presidente Diretor de Geologia e Recursos Minerais Diretor de Hidrogeologia e Gestão Territorial Diretor de Relações Institucionais e Desenvolvimento Diretor de Administração e Finanças Chefe do Departamento de Geologia Chefe do Departamento de Recursos Minerais Umberto Raimundo Costa Luiz Augusto Bizzi Thales de Queiroz Sampaio Paulo Antônio Carneiro Dias Alfredo de Almeida Pinheiro Filho Carlos Schobbenhaus Filho João Henrique Gonçalves SUPERINTENDÊNCIAS REGIONAIS Superintendente de Belém Superintendente de Belo Horizonte Superintendente de Goiânia Superintendente de Manaus Superintendente de Porto Alegre Superintendente de Recife Superintendente de Salvador Superintendente de São Paulo Chefe da Residência de Fortaleza Chefe da Residência de Porto Velho Chefe da Residência de Teresina José Armindo Pinto Osvaldo Castanheira Mário de Carvalho Fernando Pereira de Carvalho Cladis Antônio Presotto Marcelo Soares Bezerra José Carlos Vieira Gonçalves da Silva José Carlos Garcia Ferreira Clodionor Carvalho de Araújo Rommel da Silva Sousa Antônio Fernandes D.MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA SECRETARIA DE MINAS E METALURGIA Francisco Luiz Sibut Gomide Ministro de Estado João Alberto da Silva Secretário Executivo GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA Antônio Roberto de Sousa Paulino Governador Francisco Jácome Sarmento Secretário Extraordinário do Meio Ambiente. Santos . dos Recursos Hídricos e Minerais Ioman Leite Pedrosa Coordenador de Meio Ambiente e Recursos Minerais José Alberto Campos da Silva Presidente da CDRM – Companhia de Desenvolvimento de Recursos Minerais da Paraíba Frederico Lopes Meira Barbosa Secretário de Minas e Metalurgia SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL .

gov.Parte A .BA Telefones: (71)230-0025 .PI Telefones: (86)222-6963 .pe.Manaus .br Superintendência Regional de Porto Alegre Rua Banco da Província.4o andar .(51)3233-7311(PABX) Fax: (51)3233-7772 E-Mail: cprm_pa@portoweb.CEP: 22292-040 Rio de Janeiro .gov.Fortaleza .Porto Velho .com.(61)223-5253 (PABX) Fax: (61)225-3985 E-Mail: cprm@cprm.RS Telefones: (51)3233-4643 .RO Telefones: (69)223-3165 .com.(331)261-5977 (PABX) Fax: (331)261-5585 E-Mail: cprmbh@estaminas.(69)223-3544 (PABX) Fax: (69)221-5435 E-Mail: cprmrepo@enter-net. 105 .RJ Telefones: (21)295-5337 .br Divisão de Documentação Técnica Telefones: (21)295-5997 Fax: (21)295-5897 E-Mail: seus@cprm.br Superintendência Regional do Recife Rua das Pernambucanas. Ulisses Guimarães. 3645 – Marco CEP: 66095-110 .gov.São Paulo . 485 .Porto Alegre .gov.MG Telefones: (331)261-3037 .PA Telefones: (91)226-0016 .cprm. 312 .(21)295-0032 (PABX) Fax: (21)295-6347 Diretoria de Geologia e Recursos Minerais Telefone: (21)295-6196 Fax: (21)295-6196 E-Mail: bizzi@cprm. 1731 – Funcionários CEP: 30140-002 .DF Telefones: (61)312-5252 .gov.Teresina .Papicu CEP: 60150-163 .SP Telefone: (11)3333-4721 .010 .gov.com. Freitas.Bela Vista CEP:01308-000 .Santa Teresa CEP: 90840-030 .br Residência de Porto Velho Av.br CPRM .br Superintendência Regional de Manaus Av. Dr.Aleixo CEP: 69065-001 .br Superintendência Regional de Salvador Av.(62)281-1522 (PABX) Fax: (62)281-1709 E-mail: cprmgo@zaz.(71)230-9977 (PABX) Fax: (71)371-4005 E-Mail: cprmsa@cprmba.(92)663-5640 (PABX) Fax: (92)663-5531 E-Mail: suregma@cprm-ma.Belo Horizonte .GO Telefones: (62)281-1342 .Goiânia .com. André Araújo.br Residência de Fortaleza Av.Salvador . 2862 Centro Administrativo da Bahia CEP: 41213.br .000 .ENDEREÇOS DA CPRM Sede SGAN Quadra 603 .(91)246-8577 (PABX) Fax: (91)246-4020 E-Mail: cprmbe@cprmbe.Urca .br Departamento de Recursos Minerais Telefone: (21)295-5446] E-Mail: baars@cprm.Belém . 2160 .(85)265-1288 (PABX) Fax: (85)265-2212 E-Mail: refort@secrel.br Residência de Teresina Rua Goiás.br Superintendência Regional de Belo Horizonte Av. Santos Dumont. 7700 . 357 .Recife . 2561 .br Diretoria de Relações Institucionais e Desenvolvimento Telefone: (21)295-5837 Fax: (21)295-5947 E-mail: pdias@cprm.gov.com.br Superintendência Regional de São Paulo Rua Barata Ribeiro.br Superintendência Regional de Belém Av.CE Telefones: (85)265-1726 .gov.(11)3333-4712 E-Mail: cprmsp@uninet.gov. 297 – Graças CEP: 52011.Bairro Tanques CEP: 78904-300 .1o andar CEP: 70830-030 . Brasil. Lauro Sodré.Serviço Geológico do Brasil http://www.com. 404 .br Escritório Rio de Janeiro Av.CEP: 64001-570 .(86)222-4153 (PABX) Fax: (86)222-6651 E-Mail: cprmrest@enter-net.PE Telefone: (81)3221-7456 (PABX) Fax: (81)3221-7645 E-Mail: cprm@fisepe.AM Telefones: (92)663-5533 . Pasteur.Sul .br Superintendência Regional de Goiânia Rua 148.Setor Marista CEP: 74170-110 .gov.Conjunto “J” .Brasília .com.

CPRM Serviço Geológico do Brasil .

Complexo Gnáissico-Migmatítico: Ortognaisse de composição granítica a tonalítica.000) Medeiros (2000) PROJETO LESTE DA PARAÍBA/RIO GRANDE DO NORTE 1:250. Rc Nu F Sn Ng 2b ro Sn 75 238 PBSn Pocinhos BR -23 0 Mct ag 30 52 65 Mg ag ENb ENb Qe BR 2a Mg 60 Nsg Nsg Ng Au Au as Mg ag MARI ENb -23 Mg ca Catingueira 2b 80 W 6 Açude Mãe D'água 45 30 Rch. argiloso. por vezes grafitoso. Rc h. biotita gnaisse.calcedônia. chefiado pelo geólogo Paulo Roberto Siqueira de Assunção. incluindo metavulcânicas intermediárias e máficas. 2 c MESOZÓICO CRETÁCEO Ki Grupo Rio do Peixe Super Suíte II Ng MESO-NEOPROTEROZÓICO MNp PALEOPROTEROZÓICO Ppc Cu . de fonte crustal metassedimentar. dt . com restos de metassedimentos. rochas metamáfico-ultramáficas e calcário cristalino.corindon. cld . quartzo-muscovita xisto. 1 Suíte Magmática Poço da Cruz: Biotita metagranitóide de textura augen gnaisse. 80 AP g ca ca ca AP g PB Fe W 70 Ng i Be 8 Ns Be Ns Ns Ng i Be 75 35 30 60 50 Mct 60 Mct Be 40 Be 60 Be 80 Kg Qe Mct t Ng 2 b Ng 2 b Ng Nappe 70 Serra dos Macacos -10 C. Mapa de Localização 72ºW 60º 48º 36º Ng PM g M a íb ca Boa Vista Manaus Macapá Belém São Luís Ng E 0º 1a B 0 11 R- ca ca Pa ca Mg 2c ra i t Porto Alegre 60 8 P E R N A M B U C O 38 37 36 o Na UNIDADES GEOLÓGICAS QUATERNÁRIO Qa Ql Qe Grupo Paraíba CENOZÓICO Aluviões e sedimentos de praia. C . argiloso. biotita gnaisse trondhjemítico.24-Z-D. SB. anfibóliobiotita ortognaisse quartzo monzonítico a granítico. Batista de Moraes e Erval Manoel Linden. biotita gnaisse com granada e/ou sillimanita. amarelado e arenito bem estratificado. incluindo calcário cristalino. Formação Sousa: Siltito vermelho escuro. ortognaisse tonalítico com granada e rocha calcissilicática (Psp ). monzogranito.calcário dolomítico.amianto/asbesto. e metavulcanoclástica. metagrauvaca. metavulcânicas básica. Grupo Cachoeirinha Super Suíte III Formação Campos Novos: Argila.argila. pi . Pian Ng 1b Ng 1b Rc Mrg Fe/Mn Fe/Mn C Gr av atá Ng ca 2c SERRA BRANCA Mg ro Nd PMs PB PMd -1 46 d PMs ENcn PB -4 08 70 AP g Pgm/P g ca ca ca ca ca ca Ng i ENb P ca Qa Kg PMsj Grupo Serra de São José PMsd 40 ENcn ca 1800 PMg PMs Complexo Sumé 1700 (?) 1b Nsg 40 60 PM g 40 Fe ca ENb Kbi Kg Suíte Serra do Deserto Ibiara 50 55 1b Ng 1a 30 Mg 75 2b O Mg 38 Qe ca 35 Pst Fe 2b PM g ca Pst AP g ca Pst Qa 45 ca ca ca ENcn ca anf Itatuba 60 Juripiranga ag Ng i Ng i Ng i P P Kbi ca Kg ca Qa Evento Extensional Orós-Jaguaribe O São João do Cariri ca 54 ct Qe ag P ca C Ng có Ng 1b Ng 1b 70 60 Se rra Ql gf Rio Nsg ca Ng do ro Mct cho Ria ca Mg ca ca 50 ca 12 BR-4 2b 2b Mg 70 35 Ng Ng Ng 2cp ag ag PM g 25 ag Pst AP g ag 35 Qa ag ENb ca Kbi cm BR 1b Qa 2a -10 45 Ng 1a Ca 1c 6 PB-30 Mg 1a Au o ent ram Liv 70 1a 30 Mg 50 Mg 75 2b ca Ng i 80 Mg ag -23 a 1 0 2ch 30 Serra Qe 45 E Ng 1a 2 -37 PB Ng 80 Ng 1b 30 bo cl o Au Ng Mg 2b Ng Desterro ca Vista 45 ca Mct ca Ng BR Ng 40 MESOPROTEROZÓICO MNp 1a MNp Z.01 CENOZÓICO PLEISTOCENO MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 6º00' SECRETARIA DE MINAS E METALURGIA CPRM . augen ortognaisse granítico. C. tráfego periódico Curso d'água permanente Represa.SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE RECIFE MINISTRO DE MINAS E ENERGIA Francisco Luiz Sibut Gomide SECRETÁRIO EXECUTIVO DE MINAS E ENERGIA João Alberto da Silva SECRETÁRIO DE MINAS E METALURGIA Frederico Lopes Meira Barboza DIRETOR PRESIDENTE DA CPRM Umberto Raimundo Costa DIRETOR DE GEOLOGIA E RECURSOS MINERAIS Luiz Augusto Bizzi SUPERINTENDENTE REGIONAL DE RECIFE Marcelo Soares Bezerra PALEÓGENO COORDENAÇÃO TÉCNICA Geólogos Adeilson Alves Wanderley e Edilton José dos Santos EXECUÇÃO Geólogos Edilton José dos Santos Cicero Alves Ferreira e José Maria Ferreira da Silva Júnior COLABORAÇÃO Benjamin Bley de Brito Neves (USP) Pca 2 Ng 1a Esm W Pca W Nj Ng 2 ESCALA 1:500. rocha calcissilicática. Rio Santana Pedra de Fogo Ortognaisses e migmatitos Hu m ai tá 4 -02 PB ruá pe Ta PMd Metanortosito Boqueirão Juru Boqueirão 2000 B U O Kbi ag Alhandra ca Ppc Pj Complexo Jaguaretama Suíte Poço da Cruz (Granitóides G2) Kg Qa P 24 B-0 ENb Pitimbu dt Kg ENb Psc Complexo Santa Cruz Pst Complexo Sertânia Pgm/Pg Pgm/Pg Complexo Gnáissico-Migmatítico Caaporã Rio ca Goia n ca 30' Pca Complexo Caicó a 2200 Psp Complexo SerrinhaPedro Velho APg Ortognaisse granodiorítico-granítico Ag Ortognaisses TTG Complexo Gnáissico-Migmatítico 2c N tl Rio 2c Ncs Pgm/P g Ri o 32 ca ca ca ca ca 2500 APg Ortognaisse granodioríico-granítico ap ap PMs ap ro ro Ng Ng Pst ca 50 50 60 ca Mve 30 Mve qt Pgm/P g ca 30 ca ca Pgm/P g Rio 3 Mg 75 Umbuzeiro 2c ca Mg 40 Pgm/P g Ncs ca 20 Mve ca Ng Ng 1a 3 2c Pst Congo 85 80 3 Rio iro Monte Nl Ri Mg 2c o Z Con . incluindo metagrauvacas. Grupo Seridó PALEÓGENO/NEÓGENO ENb ENcn Grupo Barreiras: Arenito pouco consolidado. na escala 1:500. Coberturas elúvio-coluviais. argilito verde cinzento com intercalações de folhelho.berilo. e migmatito com mesossoma gnáissico e leucossoma granítico e pegmatítico.24-Y-C. através de suas unidades regionais. Formação Beberibe/Itamaracá: Arenito friável médio a fino. ocasionalmente sienítica. ve . e migmatito de composição sieno à Pgm/Pg Pca Ng Ng Substâncias não Metálicas (Rochas e Minerais Industriais) de 168 5 1 b 2 b 1 a Mg 2 a Metagranitóide tipo Recanto: Biotita e biotita-muscovita ortognaisse de textura augen e composição granodioríticamonzogranítica. e calcário cristalino (ca). grosso a conglomerático.areia.Orós-Jaguaribe FSE . Suíte granítica transicional shoshonítica. bn . 1a Ng Ne 65 Juazeirinho Ng 2c 65 Ng i Açude Soledade Be Mg 2b PB-121 São Sebastião da Lagoa da Roça ag 40 Pst Qe Grupo Cachoeirinha S. calcário cristalino.Granjeiro TRP . Rochas ultramáficas tardi à pós-tectônicas (?): Serpentinitos niquelíferos com porções subordinadas de peridotitos e piroxenitos. mu . granodioritos e dacitos porfiríticos (Ng) e rochas máficas alcalinas (Nl). localmente com paragnaisse. biotita gnaisse. Digitalização: Francisco de A. sob a coordenação dos geólogos Adeilson Alves Wanderley e Edilton José dos Santos e coordenação nacional do geólogo Inácio de Medeiros Delgado (DIGEOB). Suíte granítica calcialcalina com alto potássio: Monzonito a monzogranito grosso.vermiculita. cordierita-granada-biotita xisto. marga e calcário em finas lâminas. cd .DIGEOB do Departamento de Geologia .000 10 0 10 20 30 40 Km ca GOVERNADOR DO ESTADO DA PARAÍBA Antônio Roberto de Sousa Paulino SECRETÁRIO EXTRAORDINÁRIO DO MEIO AMBIENTE.manganês t . Complexo Serrinha-Pedro Velho: Biotita gnaisse granítico migmatizado (Psp ).30' 38º00' 30' 37º00' 30' 36º00' 30' 35º00' FORMAÇÕES SUPERFICIAIS IDADE (Ma) HOLOCENO CONTINENTE Qa 0. F .000. Formação Equador: Muscovita quartzito com intercalações locais de metaconglomerado.50 ENb ENcn Grupo Barreiras Esm 65 Formação Campos Novos D O Ppc T E R N O W Nj Nj Ng Nj Ng i 53 W 68 Formação Serra do Martins cs W 30 Ng 3 40 Ppc 60 Nj Ng Belém do Brejo W do Cruz 25 ca 20 10 W cs Ng 30 Nj 1a Açude W Escondido W Be 60 W Pca 2 Projeção Policônica Meridiano Central: 54º Datum: Sad 69 2002 BACIAS SEDIMENTARES IDADE (Ma) 65 EVOLUÇÃO TECTÔNICA BACIA DO RIO DO PEIXE Kg BACIA PE/PB 1a 1a W BACIA DO ARARIPE BR-3 25 éu na PMsj at Pca W ap Um do Pj 1 PB-317 Ng W W W Nd 1a 2 da rra Se Ng 1a Uiraúna Pj Ka Ka Pca 1 Se rra Pca 2 75 Ppc Ri o Z. siltito e laterito. do . biotita gnaisse.dolomito. tonalito (Nd ). incluindo calcário cristalino (ca) . chefiado pelo geólogo Carlos Schobbenhaus Filho e pelo Departamento de Recursos Minerais .DICART (da CPRM).talco.calcita.000. ARQUEANO/PALEOPROTEROZÓICO APg Formação Mauriti: Arenito médio a conglomerático e conglomerado com matriz argilosa. diorito. Nsg Noa ENb Ng Formação Santana dos Garrotes: Metarritmitos pelíticos e psamíticos (metaturbiditos). bandado.000.bário.000) Ferreira & Santos (2000) ARACAJU-NE CPRM-PLGB (1:500. monzodiorítica e diorítica. fd .ouro Símbolos das Substâncias 3 PALEÓGENO Esm Nu Ng Formação Serra do Martins: Arenito conglomerático e argiloso. tu .apatita. Suíte granítica calcialcalina de médio a alto potássio: Granito e granodiorito grossos a porfiríticos associados a diorito e a fases intermediárias de mistura. cinzento a creme. ct . qz .muscovita. Complexo São Caetano: Muscovita-biotita gnaisse às vezes granadífero. DNPM/CPRM. gabro. Suíte granítica Camalaú: Ortognaisse tonalítico-trondhjemítico. Ngi Granitóide de quimismo indiscriminado: Biotita granito. 1 2 Mrg Mct Mve Complexo Riacho Gravatá: Muscovita quartzito. digitalizadas pela equipe da Divisão de Cartografia . DNPM/CPRM. 2 1 Substâncias Energéticas Gemas e Minerais de Pegmatito Rocha Vulcânica Félsica Itapororoca (Ki?). DOS RECURSOS HÍDRICOS E MINERAIS CDRM-COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS MINERAIS DA PARAÍBA GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA QUATERNÁRIO Aluviões e Sedimentos de Praia Ql 1. 1974 (geologia atualizada em 2000).Belém Fe/Mn gf a Ng 1a U 2 Mg PM g 2c ca Ng Cabaceiras AP g Rio Mg B 1 R- 04 50 85 30 52 ca 20 ca Ng i a t P PALEOPROTEROZÓICO có h.calcário calcítico. Ma lta ata W W W Ng 1a 1a Ng 1a U Nd 1 qt Ng Nsq 17 W 45 W Ba Ro 70 Z. açude Aeroporto Limite estadual Curso d'água intermitente 0 25 50 75 100 km 0 25 50 38 o 75 100 km Limite de terrenos e faixas Faixas 36 o 30' 38º00' 30' Mg 2c Pgm/P g JAGUARIBE-SE CPRM-PLGB (1:500. quartzito (qt). Ng Ng Granítica III Ng 3 MAMANGUAPE Super-suíte Granítica III Super-suíte Ng Ng 1a gu ap e Lucena Super-suíte Granítica II 2 a 2 b 2 c Super-suíte Granítica II Ng Ng Ng Ng Super-suíte Granítica II Ng 1 a ZC Cruzeiro do Nordeste-Congo Super-suíte Granítica I Ncs Ng i Nd Ns Ng Mg RIO TINTO Serra de Jabitacá 1a nt a CAJAZEIRAS 80 .São José do Campestre Terrenos 35 o TAP . filito. SB. Basalto Boa Vista. muscovita-biotita gnaisse. incluindo anfibolito. calcário cristalino (ca) e rocha calcissilicática. quartzito (qt) e rocha calcissilicática. calcário cristalino (ca). migmatizado. incluindo xistos ultramáficos nas bordas.Seridó FPB .ametista.Alto Pajeú TAM . ro . Ta . às vezes conglomerático. cm . ácida e intermediária. biotita gnaisse incluindo itabirito. Formação Serra dos Quintos: Granada-biotita xisto. Metagranitóides tipo Riacho do Forno: Granada-biotita-muscovita metagranito monzogranítica. a . metaleucogranitóide.caulim. incluindo calcário cristalino e anfibolito (Pca ). Ng 1c Ql 50 30 ro Ql ca Mg 2b ca 2b Mg 2b 2c ENcn bn bn 40 AP g 2cp 2ch PMs Ng 3 ro PM g d 41 Fe Fe PMs d 45 45 55 AP g 38 50 42 35 Ng Nsg 80 1b 1b 30' Rio Ng 1a MNp Fe Ng 1b 2 Nd 2 PB-404 60 35 Par qt 80 Ng 1b Nsg Cu ca Au Au Au Mrg Ng 1a N Mg Mct 2b 50 60 PM g Ng i Ql B 30 Ng 1a Pst Açude Boqueirão AP g Pst Pa Ng i raí ba 80 5 65 70 61 Pst 75 50 Z. Formação Serra do Olho d’Água: Metaconglomerado polimicto.ferro.quartzo. clorita-sericita xisto. ap .tungstênio.Alto Moxotó TRC .turmalina. SB. filito. Mo . metavulcânica básica e metarenito. quartzo monzonito. Suíte granítica subalcalina e/ou alcalina: Sienogranito com basalto e dacito comagmáticos (Suíte Prata). Suíte granítica Serra do Deserto: Biotita augen gnaisse granítico.rochas ornamentais. C iro ruze ca 45 70 do N 60 ste orde Ncs Pgm/P g Ncs 40 40 30 Ncs qt Ncs Ncs 69 ca Ncs ca 38 6 o o Padrões Aeromagnéticos e Compartimentação Tectônica do Estado da Paraíba 37 o CONVENÇÕES GEOLÓGICAS 35 o 36 o Contato o Zona de cisalhamento transcorrente sinistral PM g Camalaú Mg 68 82 2c Pgm/P g cs MONTEIRO ca Principais Levantamentos Geológicos Consultados 38 37 36 Ri o Rio Grande do Norte Mg 2c Pst RIO GRANDE DO NORTE TJC TAP acá de Jabit ra e Ser pp M TA TRC 37 o 67 6 52 38 28 18 9 1 -6 -13 -21 -29 -39 -48 -56 o -65 7 -75 -85 -98 -121 -154 (nT) Contato aproximado Falha extensional Falha indiscriminada Zona de cisalhamento indiscriminada Zona de cisalhamento indiscriminada aproximada Atitude de foliação com mergulho indicado Falha transcorrente dextral 34 35 Zona de cisalhamento transcorrente dextral Zona de cisalhamento transcorrente extensional Atitude de foliação com mergulho medido Falha transcorrente sinistral Lineação de estiramento com caimento medido Traço de foliação 8º00' Zona de cisalhamento transcorrente contracional Zona de cisalhamento contracional Zona de cisalhamento contracional aproximada Sentido do transporte tectônico Ocorrência mineral TRC 8 1a 8 o CONVENÇÕES CARTOGRÁFICAS Cidade Outras localidades Estrada pavimentada Estrada não pavimentada. R ch Pgm/P g Nd Nd 2 2 AP g AP g AP g Au 1c 60 Ng Lineamento Patos Ng 1b Ag 0 60 BR-301 Nsi W Be W W Ne Ns Ag W as Be Nsq W Nsq Ns ca W W 40 W Nsq 35 Be Nsq cm Ne 60 Sn Be tu Ns 70 tu Be Qe Nb Be 30 Ns 20 Psp 3 70 NEOPROTEROZÓICO ca as as Cu Au Ng PATOS ca ro W cm ca Psp ca 2 65 Ns ca Ng ag P Qe Qe A 35 55 Fe 65 Fe Ri Fe 60 as ca 60 Nsi 60 AP g Ba W Ns as Junco do Seridó cm Ns ca Ng i Olivedos ca Remígio 4 -10 BR Esm Ma 80 45 48 35 38 Mg 2b n ma ENb Qa Super-suíte Granítica I qt qt Ns Super-suíte Granítica I Ng 1 a 2 Ng Nd 1 Super-suíte Granítica I 1 a Ng 1 a Ng 1 b 2 Ng Super-suíte Granítica I Açude Bom Jesus 35 Ng i Fe Nsi Fe PB-34 8 Qa Coremas PB-348 as qt Au Ng i 80 75 BR -2 30 Ng i o W BR Ba W 30 Nsq W AP g W ro 55 20 cm Be Nb as 40 Ns Ta Ng 2b 30 ca ca Ng i Esm Mct 49 Ng T Serra do Bo queirão AP g ca 70 0 -23 W 80 W W W ro Z. C. aa .alcalina: Granito leucocrático e biotita-anfibólio sienito. 40 76 55 Ql Fe Au 45 Be Mg 2a Sn Ng i á ro pe Ta ro ca 50 30 as 40 Boa Vista 30 ca ro ag 2ch Ng 2ch Ng 2cp 30 Mct 40 PMs 60 PM g ENb Pst AP g AP g ag Kbi ENb agm Kbi Kg ca ca ca cm ca Qa Qa ca Qa A Ng 1a Itaporanga Mg 50 25 Ng 238 Sn 1a as 2b Ng i Ng 2cp 50 34 BR -2 Ciclo Cariris Velhos qu BR Ng i ei 40 MNp 30 75 Nu R io o BR ca 2 70 Au Au Mãe d'Água PB- Mct Ng i Ng as Mg 35 2b Ng i Mct CAMPINA GRANDE Ng Ng 0 o Ri Mg 2c 50 Ng 2c 1b Au SER 2a W ag Mg 2b 2b W 51 60 Cajá AP g ag ag agm ag ca Evento Colisional Cariris Velhos -30 1 ca Nsg Au Teixeira RA TAPEROÁ 2 2a Puxinanã N s Ng i Ng MNp 2 ca 2c 50 Qa Ng ca 1b 50 40 Au Ni Au 1b Ng BO DA RBO 1a 70 Mg W 35 Mg Sn Nd Ng 1a Mg PB-065 Monte Horebe MNp 1 MNp 1 Nd Ng i 2 80 Pgm/P g 35 20 Mg 2a Mg ca Piancó ca 60 60 Nsg 85 45 Mrg Au Ng Au Ng 1b São José do Bonfim ca Ng 2b 2c Ng ca 30 RE MA 2c Ng Ng i 60 Ng 2a 40 Mg 32 2b Pst 60 2b ag Qa O SDm a Pi nc ó Pgm/P g Nd 2 1b 30 50 ro 65 do Ng Nsg gf ca tl 1b 60 PB-320 Soleda 2 80 Au 2 2 1b de Cr Ng i Nd 2a MNp MNp Ng 75 Nsg h.tântalo. com cores variadas.urânio am . Ng MNp Ng 1b 2 1a Ng Nd 2 2c 2 2c 1 Bo 1a Rio SDm MNp Ng i 2 Rio 50 Au Ng 55 80 1b Diamante Ng a Pi 1b n Ng 1b 50 18 55 Ng 1b 60 as Fe Ng Fe Ng Fe Ng 1b 50 Z. quartzito (qt) e metaconglomerado. Formação Antenor Navarro: Arenito grosso a conglomerático e arenito fino.Rio Capibaribe FOJ . biotita-hornblenda migmatito com mesossoma de 3 ortognaisse tonalítico-granítico com diques de anfibolitos (Psp ). mal selecionado com intercalações de camadas síltico-argilosas e presença de leitos conglomeráticos. além de calcissilicática (cs). PROJETO EXTREMO NORDESTE DO BRASIL 1:250. Ortognaisses e Migmatitos Serra de Jabitacá: Ortognaisse e migmatito de protólito tonalítico-granodiorítico. Complexo Sertânia: Muscovita-biotita gnaisse. augen gnaisse e leucogranito-gnaisse. Formação Jucurutu: Biotita-hornblenda gnaisse. rocha calcissilicática e formação ferrífera. ga W 70 ca São Mamede Ns ve Mo 50 5 80 W 75 W as do bn 30 Psp 40 2 Pgm/P g PM d ENb L ca Ag 1 Ba Fe Ns GUARABIRA 2b Mct Plutonismo Granítico Brasiliano Malta 70 W W Nd 1a W 70 Cubati Ng 1a 60 Mg ZC Picuí-João Câmara Super-suíte Granítica I Cachoeira dos Índios AP g 70 W Serra do Paiva Ng i qt Be de Ng AP g Cu 75 W 1a W W 60 40 W W W Santa Luzia Ng Ng 2b W ro 50 Ba 29 74 Be W Seridó Be ENcn Sa W W W Ng i W qz as PB -1 04 ro 1a Arara Ns 60 Ns Mg 2b Qe  Ng i ve Rio 2 Ki Pgm/P g Qe 35 2b Itapororoca Ng i Ng 1a Ri o Qa t 540 570 Faixa Orós-Jaguaribe Terreno Granjeiro e Rio Piranhas Ng 3 Faixa Seridó Terreno São José do Campestre Faixa Piancó-Alto Brígida N Super-suíte Granítica III 2 a ZC Fernandes Vieira/syenitoid line Super-suíte Granítica I 50 Terreno Alto Pajeú N Ng 3 Terreno Alto Moxotó Nl. agm água mineral. quartzito. quartzo diorito.24-Z-A. Pj Complexo Jaguaretama: Ortognaisse granítico a granodiorítico cinza. com ultramáfica subordinada (Nd ). R gio emí Areia Mg 65 Nd Nd o Ri 47 ag Mg AP g Qe 2 Nd Nd Nd 1 Nd 2 Nd2 Ngi 2a 60 tu Soledade Be Areial Esperança -0 PB 25 230 BR- Qa t ca Qa 2b CABEDELO 7º00' Ngi Granitóides indiscriminados Ns Ngi Nm Ngi Ngi Granitóides indiscriminados 60 76 Mulungu 2a t 640 Granitóides indiscriminados Serpentinitos Nsg Formação Santana dos Garrotes Noa Formação Serra do Olho d’Água Nsq Nsi Formação Seridó Nj Ne Nsi Grupo Seridó indiscriminado Qa Açude Municipal Lagoa do Meio SAPÉ Rio AP g Qa ag Lagoa Seca 52 ag Mg Mg Par aíba Formação Grupo Seridó Serra dos indiscriminado Quintos Formação Caroalina-Surubim Rio Rch. Mn . podendo ocorrer metamáfica e metaultramáfica. arenito e basalto. C ú 2 35 W 2 W Ng io Esp São José de Espinharas W Pca 2 W W 15 ZC Portalegre sa Nd Pca R 2 W W ERA PERÍODO Ka 2 Pca Ppc 1 W AP g Ns W Ns Nb Be W cc do Ng i cm 10 Psp 3 o Ri ENb Ns 50 ro Ng 20 2b PB-105 Ng 40 1a bn Ng i Psp 2 Qe Mg 2b Qe ENb Qe Lineamento Patos IDADE (Ma) 37 1a 2b N Ka Pca W W 2 Ppc W W Nd Ns W 2 W W PB rid Ng i Ks Rio Pira Ka W Nd do 1a -2 Be 41 Be Ng ó Ag Ka Pca 2 POMBAL BR -23 W W 80 Ng i W 2 nha s qt Pca Ng W Várzea cc Nd F Ng W 21 Nb 1d bn/cld do ENcn Psp 2 65 75 Ba 35 10 N Psp ro Ng i 60 3 Esm Ns Ns BELÉM 55 -8 PB Ng 55 Psp 2 45 60 Mg Qe Qe Qa T at Kr BR 0 -23 BR Ka Qa Ka Ka Ng W Nd W W 2 W Ba W ro W Nd 2 Be 1a af Pca Pedra Lavrada Sn W Ns 70 Barra de Santa Rosa as 40 45 W Qa W Ng 1a 60 Ns ENb Baía da Traição I 93 do xe Pei Rio Kr Sn ca W af Nj Be Baraúnas 50 45 30 Psp 3 Ng 15 80 2b Psp Ng i 3 Qe Psp 2 PB- 065 C Ka Ng Ng Rio 1a 45 W 60 70 Ng Esm 2b 65 1 Qe 15 Qe 40 Esm 30 Mataraca t Qa Barra de Camaratuba Sinéclise Ks Açude Público Pilões Ka 1a Z. U . Coberturas lateríticas. Nb . incluindo argila montmorilonítica. be .pirita. ortognaisses tonalíticos com intercalações 2 de cordierita xistos (MNp ). Suíte granítica calcialcalina: Granito.grafita. granito porfiróide e microporfirítico. Ti . Suíte leucogranítica peraluminosa: Ilmenita granito e granada-muscovita-biotita leucogranito. metagabro com granada (retroeclogito?). Complexo Caicó: Ortognaisse granodiorítico-granítico e tonalítico-granodiorítico migmatizado incluindo anfibolitos (af).DEREM.estanho. muscovita xisto.IBGE. Tipo Metais Nobres Substâncias Metálicas Au . SB.bismuto. Coordenação da Digitalização: Paulo Roberto Assunção. quartzo-feldspato-biotita gnaisse.PLGB. quartzito e raras metavulcânicas básicas. biotita-hornblenda xisto. biotita granitos leucocráticos. formação ferrífera e granulito. Este projeto foi executado pela Superintendência Regional de Recife. com níveis de rochas metamáficas. P . C. Rc h. quartzo diorito e tonalito (Ng ). Bi .água marinha. granodiorito porfirítico (Ng ) 2 p c e facies híbrida com granodiorito equigranular. Picuí . quartzo diorito e tonalito com epidoto primário e autólitos de rochas máficas. às vezes migmatizado. go Z. C.diatomita. 1 Nd PALEOZÓICO SILURO-DEVONIANO SDm Ns Nsi Nj Nsq Ne Formação Seridó e Grupo Seridó Indiscriminado: Granada-biotita xisto. Ng 1a 60 Queimadas ro Itabaiana Qe ca 1600 Rch. ca/mm calcário/mármore. muscovita ortognaisse com sillimanita. chefiada pelo analista de sistema Paulo Roberto Macedo Bastos e pelo setor de digitalização da SUREG-RE. localmente com enclaves e diques sinplutônicos de piroxenito. Juru .nióbio.DEGEO.feldspato. quartzo sienito e sienito. Os limites do Estado foram extraídos do arquivo digital do mapa do Estado da Paraíba. incluindo fácies monzonítica.ágata. .granada. Suíte máfica precoce: Gabro e norito. Tratamento digital da legenda: Ana Paula Rangel Jacques. Mg ru Mg 2c ca Mg 75 2c ca 70 Mg 2c 84 50 ag ca ca ca ro ca 66 ARQUEANO iro te on ro 8º00' Fortaleza Teresina Natal João Pessoa Recife Maceió Aracaju Cuiabá Salvador Brasilia Goiânia Campo Grande Belo Horizonte Vitória São Paulo Curitiba Rio de Janeiro Ng Ncs Mg 40 50 Catolé do Rocha Picuí Projeto integrante do Programa Levantamentos Geológicos Básicos do Brasil . 2 h c Suíte granítica shoshonítica-ultrapotássica: Aegirina-augita e richterita álcali-feldspato sienito e granito. com intercalações de paragnaisse. ARQUEANO Ortognaisse TTG: Ortognaisse de composição tonalítica-granodiorítica e subordinadamente trondhjemítica.níquel. calcissilicática (cs) (Pca ). fr . Metanortosito Boqueirão: Metanortosito e subordinadamente metadiorito e metagabro. sob a coordenação da Divisão de Geologia Básica . muscovita xisto. Pst 1 d MESOPROTEROZÓICO Suíte Granítica Cariris Velhos Mg Mg 2 c Super Suíte I Kr Ks Ka 1 c Suíte granítica de afinidade trondhjemítica: Granodiorito a tonalito leucocrático. em 1997. Sn . gf . ga . bem estratificado. metavulcânicas básicas à ácidas e metapiroclásticas.24-Y-A. 1980 (geologia atualizada em 2000). calcário cristalino (ca).cobre.flúor. rocha calcissilicática. biotitaclorita xisto. metagabro (d). SB. ca ca ca Formação Formação Jucurutu Equador Boa Ca tolé Vista 2b 60 PM g ENb SANTA RITA BAYEUX R io 1000 950 2ch 30 JOÃO PESSOA Mg 2a Mg 2b Mg 2c agm MNp Metagranitóides Cariris Velhos Bu rjã o a da M 20 a ndioc Complexo Piancó Mrg Complexo Riacho Gravatá Mct 1100 Complexo São Caetano Conde Mve Complexo Vertentes Mrg N 2b Prata as as as as PM g Açude Sumé BR 41 2 Sumé as gf ro Rc Ng Ng Ng 2b 1a Para íba Princesa Isabel Ng 2b 1a Ng 1a P E R h. tráfego permanente Estrada sem pavimentação. Formação Rio Piranhas: Arenito médio a fino. Ni . metagranito. Ncs Formação Caroalina-Surubim: Granada-biotita gnaisse.fósforo 5 de A G O S TO 2 b Ng Ng Ng 2 a Complexo Piancó: Cordierita-sillimanita xisto com intercalações de anfibolito (MNp ). rocha calcissilicática. Fe . raras formações ferríferas. incluindo hornblenda leucogranito. elaborado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .molibdênio.turfa. C.fergusonita as . quartzito. biotita gnaisse. com níveis de argilas variegadas. eventualmente tonalíticatrondhjemítica.Piancó-Alto Brígida 36º00' 30' 35º00' Estrada de ferro Kg Kbi Formação Gramame: Calcarenito.chumbo.bentonita. que é executado pela CPRM .24-Z-C. anfibolito e leptinito. Psc Psp Complexo Santa Cruz: Ortognaisse tonalítico. muscovita quartzito. Ba . de fonte crustal. sienito. sillimanita-granada-biotita xisto. 37º00' 30' DANTAS (1997) TGJ .Rio Piranhas TJC . Complexo Sumé: Leucognaisse e paragnaisse com freqüentes intercalações de ortoanfibolito (anf) (metamáfica).Serviço Geológico do Brasil. José de Piranhas MNp 2 Ng 1b dos Por cos Ng BR-301 AP g Açude do Jatobá ro DA RA SER W B B OR EM OR A Psp W 2 Be Z. contendo intercalações de metavulcânicas básicas. Ag Ortognaisse granodiorítico-granítico: Ortognaisse de composição granodiorítica-granítica. PALEO/MESOPROTEROZÓICO PMsj PMsd PMd PMg PMs PROTEROZÓICO NEOPROTEROZÓICO Nr Ng Nl Grupo Serra de São José: Biotita xisto às vezes com granada. C. Serviço Geológico do Brasil CPRM DEPARTAMENTO NACIONAL DA PRODUÇÃO MINERAL Enxames/sets de diques: Sienitos ultrapotássicos (Nr).João Câmara 2 2 1d Ng i Esm Psp ENb SILURO DEVONIANO 50 Ng Ng PALEOZÓICO Ks Se Nd PB-1 77 Nd W W 1d PB -1 37 75 25 Qe Qe O Qa Ks Pca 2 Ri o rra do Bo de 5 Pca ro Ng 2 Ppc Ns Psc Ng Be W W 55 Psp 2 3 1 3 2 75 Curima taú P n ira s ha W Esm Cuité 45 Psc Psp Psp 30 Psp Ng 2b Pca 2 PB-151 Psp Campo de 1 Santana 1 Psp 50 Psp N O R T E Qa Ti Qe Qe Qe ENb ENb Qa Ti Ti Psp Nd 3 Psp 1a 1 30 2 30' JURÁSSICO Suçua Serra Ppc BR rana -32 São Bento Ng i 50 Ng Nova Floresta 1 W R I O A N D E G R Ng i D O 135 Formação Antenor Navarro 5 99 -0 PB 205 355 Ppc Ng 1a Ri o Ng i SDm do Ng BR- W Qa W W Rio Cu rim ú ata ENb Qe 435 Formação Maurití Verde MNp1 ca 70 Pgm/P g MNp Qa 40 2 Peix e Ba 60 ENb SOLÂNEA Relações Tectono-estratigráficas do Precambriano DOMÍNIO CEARENSE DOMÍNIO RIO GRANDE DO NORTE ZONA TRANSVERSAL Terreno Rio Capibaribe PB- Bananeiras 233 0 2b Ri o as ape angu Mam inh are s Sa bu gi 1 -10 BR 1 d 1 a 1 a 1 b 2 1 c Ng 1 a R pi Pb Nsg Pb Nsg ca Grupo Seridó uz Piranhas A 30 35 35 E os Co x Ri PB -4 00 o do 1a C rã -23 Bo Nsg PB-38 6 Qa Nsg Nsg Qa C. calcário arenoso e calcário dolomítico fossilífero. C. at . metaconglomerados intraformacionais.titânio. cc . fayalita-ferro hiperstênio sienogranito e sienito com magnetita (Suíte Umarizal). co . 2 granulito félsico. W . chefiado pelo geólogo João Henrique Gonçalves.24-Z-B.75 Qe Coberturas lateríticas Coberturas elúvio-coluviais 23. de composição variando de quartzo monzonítica à monzogranítica. DOS RECURSOS HÍDRICOS E MINERAIS Francisco Jácome Sarmento PRESIDENTE DA CDRM José Alberto Campos da Silva COORDENADOR DE MEIO AMBIENTE E RECURSOS MINERAIS Ioman Leite Pedrosa 6º00' NEÓGENO MAPA GEOLÓGICO DO ESTADO DA PARAÍBA 1a SECRETARIA EXTRAORDINÁRIA DO MEIO AMBIENTE. ag . menos comumente metapiroxenito. Complexo Vertentes: Granada-biotita gnaisse. quartzito (qt) e raro calcário cristalino. metarenitos líticos. 30' Ng i W 25 Be W Ng W 1d Be Bi Ns Be Be 20 Sn Rifte Ng i Ch bu ra do Serra 2 Ne Santa Pb W PMsd ruz do C Pca Brejo W 35 Ppc Be MESOZÓICO Nd 2 O R I PB- 323 fr Nd 2 BREJO DO CRUZ Ns Mônic Ng a ca 1a G Riach o imo tíss San CRETÁCEO Pj R A N D 45 Be 60 Be Ng Pós-rifte E CATOLÉ DO ROCHA W Ba 1a Be Be qt Ppc Ng i Pca 2 Formação Gramame Kbi Ki 80 40 BR-32 3 Be 60 Vulcânica Félsica Itapororoca Esm W Kr Formação Beberibe/Itamaracá Riacho dos Cavalos Rio Piranhas Ks Formação Ri o W 60 Be W Formação Sousa Ka Picu í W Psc Esm Ns PB-15 Pca 40 W Pca 2 Ppc W 1d 1 Picuí Be 50 Pe ixe Ka Ks Ng 1a ro Nd Ppc do Ks 2 PB -40 W Ng Ka 1a Ks Ag Ka Qa Ka São João do Ri Rioodo Peixe Qa Ka 1a Cu Ng 427 1a PB Ks Ks Ks Qa Kr SOUSA -230 Kr Ks Kr 80 Kr 75 -3 1a Pca 2 ncó Pia Se Ks ca ca Ag ca Ng i PB-4 00 Qa Ka Ka Ks 2 1a Rio rim rra Ba 7º00' AP g co aa ca Fe ca Ng i tl AP g Pb 70 Á Ag 25 65 PB-40 s nto Pato Lineame Capim . Pb . 2c FOJ Solânea Mg 3 C E A R Á ca ca Rio Branco Porto Velho Palmas Mg qt Mg Pst Mg 2c Mve 50 1a Souza Pedra Lavrada Santa Luzia Patos Rio Tinto Atlântico 2c Ng Zabelê ca 7 Juazeirinho ca Campina Grande Oceano 12ºS ca 2c 55 ag Pgm/P g 2c São João do Tigre 7 Ceará Ncs ca JOÃO PESSOA Sapé 7 o Itaporanga Aroeiras Sumé Monteiro Pst São Sebastião do Umbuzeiro Ng ro 60 Conceição Ng 3 Pgm/P g Ng i 70 Ng Ng 1a 24º Florianópolis Mg Ng 2c Mve Camalaú 8 de Cisalham ento Malta TGJ Zona de Cisalhamento Patos e lin d PB F i en sy Pernambuco o Z on a TRP FSE FS Base planimétrica obtida a partir das folhas: SB. ap Ng ag 1a 20 20 Ng 1b Fe 45 qt Noa qt Ng 1b Noa Mg N Ql Mct Ng 1b as Ng 1b Mrg N 2b Tavares Ng Au Mct Mg 1a M A ca Ouro Velho do Ng Coxix ola Pst Mg Ng i 2c ca 40 Açude Público Epitácio Pessoa AP g Mg Ng 5 59 40 ca Mve 1a Aroeiras ca 30 50 Ng AP g 3 Nd 2 Mg PMs 2c Gr an de Noa Mrg Ng 1b Manaíra Au Pst Coxixola Sucu 30 PMs ca ca 60 65 ca 80 Ncs 30 P Ng i E R N A M C Plutonismo Transamazônico 2c 2c aíb Conceição Bru Au Noa sca s Z. tl .

SB. incluindo argila montmorilonítica. Itabaiana XVIII Kg 849 ca Qa Kg 848 ca Kg 888 t Qa Rio Santana 563 ca PM g Ng 1004 ro 1b 2 PB-404 60 35 có h. UNIDADE t BaS0 t t Pb t Cu t Fe t CaF t Au t t WO 3 2 4 SUBSTÂNCIAS MINERAIS (Elementos / Minerais) METAIS NOBRES Au . a . ocasionalmente sienítica. amarelado e arenito bem estratificado.níquel.bário. c. SB. calcário arenoso e calcário dolomítico fossilífero. 40 Ng Ppc 60 Nj Ng MESOZÓICO CRETÁCEO Ki Grupo Rio do Peixe R G Belém do Brejo do Cruz 3 151 W 25 São José do Brejo do Cruz 10 Ng 1a VIIIc 165 W 30 Nj 20 1a Projeção Policônica Meridiano Central: 54º Datum: Sad 69 2002 Vulcânica Félsica Itapororoca (Ki?).calcário/mármore.DICART (da CPRM).b). barita e com a Faixa Seridó metassedimentares no contato com granitos intrusivos vermiculita (b) neoproterozóicos (metalotecto estratigráfico-estrutural). C Ro ú 2 Rio . muscovita quartzito. de composição variando de quartzo monzonítica à monzogranítica. Corpos dacíticos porfiríticos neoproterozóicos de cor cinza escuro. com níveis de argilas variegadas. e migmatito com mesossoma gnáissico e leucossoma granítico e pegmatítico. raras formações ferríferas.corindon. Ni . granulito 2 félsico. Suíte granítica subalcalina e/ou alcalina: Sienogranito com basalto e dacito comagmáticos (Suíte Prata). diorito.calcário calcítico. f) Faixa Piancó-Alto Brígida e Mineralizações de ouro tipo lode. cinzento a creme. no limite entre as formações Serra do Olho d´Água e Santana dos Garrotes (transição das fácies turbidíticas grossas e finas) (metalotecto litológico).calcedônia. metalotectos/mineralotectos comprovados e indicados. biotita gnaisse. argiloso.água mineral. terras raras XIII de 168 5 . SAPÉ MESO-NEOPROTEROZÓICO MNp Boa SANTA RITA BAYEUX Complexo Piancó: Cordierita-sillimanita xisto com intercalações de anfibolito (MNp ). chefiado pelo geólogo Paulo Roberto Siqueira de Assunção. de fonte crustal. Complexo Serrinha-Pedro Velho: Biotita gnaisse granítico migmatizado (Psp ). Ba . Brígida Tu n g s t ê n i o ( a ) . sob a coordenação da Divisão de Geologia Básica . 5 de A G O S TO Ferro Faixa Piancó-Alto Brígida Estanho (a). 1a 12ºS Zabelê Ncs 929 ca ca 928 ca ARQUEANO Ag qt Mg Pst 2c 55 931 ag Mg 930 ca 932 ca São João do Tigre Ortognaisse TTG: Ortognaisse de composição tonalítica-granodiorítica e subordinadamente trondhjemítica. de fonte crustal metassedimentar.vermiculita.pirita. SB. e indícios indiretos de mineralização. rjã o 2 b BR Ng and da M Serra ioca São José Qe dos Ramos 908 ag São Miguel de Taipu Mg 2 a Qa 856 ca Qa AP g Pilar 35 855 ca 853Conde ca 852 ca Mrg Mct Mve Nd Gr av atá Rc h. ve . C.turmalina. agm . Os limites do Estado foram extraídos do arquivo digital do mapa do Estado da Paraíba. em 1997. 1 PM g Camalaú 551 ca Mg 68 82 2c Macapá Belém São Luís Fortaleza Teresina Natal João Pessoa Recife Maceió Aracaju Cuiabá Salvador Brasilia Goiânia Campo Grande Belo Horizonte Vitória São Paulo Curitiba 0º Ng 1a BR 10 -1 Mg 538 ca R io 2c Pst XVa Ncs Mg 2c 40 50 ARQUEANO/PALEOPROTEROZÓICO APg Mg 2c 2c Rio Branco Porto Velho Palmas Ng 927 ca 3 Mg Mve 50 Ng Ortognaisse granodiorítico-granítico: Ortognaisse de composição granodiorítica-granítica. Ta .caulim. Berilo (b) Limite dos terrenos São Pegmatitos neoproterozóicos encaixados em milonitos do José do Campestre e Alto Lineamento Patos e zona de cisalhamento Afogados da Pajeú Ingazeira (metalotecto estrutural). Calcários cristalinos/mármores estratiformes mesoproterozóicos e neo-proterozóicos pertencentes ao Complexo Sertânia e Formação Caroalina. d. Complexo Surubim (metalotecto estratigráfico). Tungstênio (a. tonalito (Nd ).grafita. metavulcânica básica e metarenito. SB. Formação Beberibe/Itamaracá: Arenito friável médio a fino. quartzo sienito e sienito. e. C. Calcário cristalino/ Terreno Alto Pajeú mármore (a. Suíte granítica transicional shoshonítica. quartzo diorito. ct . gf . eventuais depósitos minerais. metavulcânicas básicas à ácidas e metapiroclásticas. biotita gnaisse incluindo itabirito. Mo . SB. Formações ferríferas do Grupo Cachoeirinha. bem estratificado. Calcário e fosfato estratiformes associados aos sedimentos da Formação Gramame. mal selecionado com intercalações de camadas sílticoargilosas e presença de leitos conglomeráticos.24-Y-A. Rochas ornamentais Terreno Alto Moxotó Calcário cristalino/ Terreno Alto Moxotó mármore. argilito verde cinzento com intercalações de folhelho. b) Calcários estratiformes mesoproterozóicos pertencentes aos complexos São Caetano e Sertânia (metalotecto estratigráfico). Aluviões de rios e riachos que drenam a região. Complexo Riacho Gravatá: Muscovita quartzito. B e r i l o e o u t r o s Faixa Seridó minerais de pegmatito (a). 45 ca Ncs ca Pgm/P g cs eiro ste orde Ncs Santa Cecília ca Barra de Pgm/P g São Miguel qt Ncs Ncs 40 30 Ncs Ncs 567 ca Pj Psc Psp Complexo Jaguaretama: Ortognaisse granítico a granodiorítico cinza. quartzo monzonito. Complexo Sertânia: Muscovita-biotita gnaisse. Nb . C. Formação Jucurutu: Biotita-hornblenda gnaisse. Projeto integrante do Programa Levantamentos Geológicos Básicos do Brasil . Complexo São Caetano: Muscovita-biotita gnaisse às vezes granadífero. arenito e basalto. quartzo diorito e tonalito (Ng ). raridade ou ausência de jazimentos.água marinha. quartzito (qt). Suíte leucogranítica peraluminosa: Ilmenita granito e granada-muscovita-biotita leucogranito. Formação Sousa: Siltito vermelho escuro. tu . co .estanho. filões de quartzo com barita associados a granitos neoproterozóicos (metalotecto estrutural). com a Faixa Piancó-Alto controladas pelo Lineamento Patos (metalotecto tectônico estrutural). granodioritos e dacitos porfiríticos (Ng) e rochas máficas alcalinas (Nl).quartzo. cm . fd . incluindo xistos ultramáficos nas bordas. Caulim. biotita gnaisse.ouro CLASSE / MORFOLOGIA (genético-descritiva) Estratiforme e/ou associada a seqüência sedimentar Magmático de filiação máfico-ultramáfica Metamórfico/metassomático Irregular Pegmatítico ou veio Vulcanogênico Fonte de água mineral ÁREAS VIII SUBÁREAS/ SUBSTÂNCIAS DOMÍNIO TECTÔNICO CARACTERÍSTICAS METALOGENÉTICAS Skarns com scheelita em remanescentes de formações metassedimentares no contato com granitos intrusivos neoproterozóicos (metalotecto estratigráfico-estrutural). sienito. V Ouro (a. Pb . metagabro (d). Rc Nu 647 Sn 2b PB75 238 Pocinhos BR -23 0 Mct 30 ENb ENb 901 ag Qe Açude Municipal Lagoa do Meio 648 Sn 65 Ng i Montadas São Sebastião de 921 ag Lagoa da Roça Alagoa Grande 65 Mg 52 Qa BR 703 ca M g2a -23 60 Qa Nsg Nsg Catingueira 2b 723 Au 80 618 Ag as 6 Açude Mãe D'água 30 Rch. incluindo metavulcânicas intermediárias e máficas. Ng Livramento 549 ca 2b Mg 2c ENcn 664 bn 2b 40 AP g 2cp 2ch PMs Ng 968 ro 50 3 50 São José dos Cordeiros PM g São João do Cariri 562 ca 663 bn Ng 1a 42 38 Mogeiro 54 887 ct Qe 906 ag Qe Qa 838 cm ENb 851 ca 837 P C Ng 1b có Santana dos Garrotes Ng 1b 70 60 Se rra do 994 ro Mct 527 gf ch Ria o 555 ca 556 ca 50 548 ca XIIIa 561 ca 12 BR-4 2b 2b Mg Mg 70 35 Ng Ng Ng 914 ag 2cp PM g 915 ag 25 909 ag BR 1b Qa 1a C Parati 2b Mg XIV 80 Mg 918 ag Ingá 20 45 904 ag -10 45 Ng 1c 587 Au M g 2a 306 PB588 Au Ql 1a o ent 547 ca ram Liv 70 1a 30 Mg 50 75 577 ca Ng i 578 ca -23 0 Riachão do Bacamarte a Kbi Pst Kbi 854 ca 1 2ch E Ng 1a 2 -37 PB Ng 80 o ab cl o Vf Mg 2a Desterro á ro pe Ta XII a Ng i 546 ca 1007 ro 558 ca Ng 50 30 626 as 40 Boa Vista Vista 30 579 ca XIIIa Mct 992 ro 45 919 ag 2ch 30 40 40 30 PMs 60 PM g ENb Pst AP g Kbi ENb AP g 591 agm 858 ca 859 ca Kg 926 cm 974 agm Qa A Ng qu Ng i 40 2 70 Mg 50 25 ei 586 Au 726 Au Ng 1a Itaporanga Matureia PB- 238 677 Be Mct 651 Sn 650 Sn Ng 625 as 672 as 1a Gurjão Mg 35 2b 2b Ng i Mct Ng Massaranduba Ng 2ch Ng 2cp Mct Ng 2ch 2cp 50 34 BR -2 30 -23 São José de Caiana 1a 696 ca Va MNp 30 699 ca 75 rã Nu R io o BR -30 1 696 ca Ng i 614 W Ng i 923 ag CAMPINA GRANDE Ng 0 o Ri Mg Nsg 50 2c Olho D'Água Ng 1b 590 Au 584 Au 673 Au Teixeira 2c SER TAPEROÁ 2 2a 2a 920 ag 2b 616 W Santo André Bu Mg Serra Redonda 2b 51 Juarez Távora 60 Cajá AP g Riachão do Poço Sobrado 902 ag 975 agm 862 ca 900 ag 860 ca N s Ng i MNp Ng 2 2c 50 Qa 700 ca Ng 1b 50 40 729 Ni 1b Ng DA RA R BO BO 1a 70 Mg 615 W 35 Mg PB-065 Monte Horebe MNp 1 MNp 1 Serra Grande 80 Nd 2 Ng i Pgm/P g 2a 35 20 Mg Piancó 697 ca 706 ca 60 60 Nsg 85 45 30 Ve Mrg 582 Au 583 Au 585 Au Ng Ng 1b São José do Bonfim 536 ca 627 tl Ng 2b 2c Ng 559 ca REM A 549 Sn Nd 2c Ng Ng i Ng 60 Ng 2a 40 Mg 32 2b Pst 60 Qa Lagoa Seca Puxinanã Mg 2b 52 Matinhas Mg Mg 2b Gurinhem Caldas Brandão 910 ag ENb Cacimbas 1a 60 PM g AP g 903 ag Qa XVIIa Rio aíb Par 893 ag a 865 ca 863 ca O SDm Pi an có Pgm/P g Nd 2 1b 30 965ro 50 65 do Ng 526 gf 1b Nsg 535 ca Passagem 60 PB-320 594 F Ng 645 Sn Soleda 2 Igaracy 80 VI de Cr Ng i 705 ca 2a 40 Ng Vd 725 Au 75 Nsg h. ocorrência de jazimentos. biotita gnaisse trondhjemítico. b) Calcário e fosfato Titânio Terreno Alto Moxotó/ nappe Serra do Jabitacá Coberturas quaternárias Cobertura cretácica (Bacia Sed. calcissilicática (cs) (Pca ).fósforo.diatomito. ÁREAS XIV SUBÁREAS/ SUBSTÂNCIAS Bentonita DOMÍNIO TECTÔNICO CARACTERÍSTICAS METALOGENÉTICAS Estrada pavimentada Estrada não pavimentada. clorita-sericita xisto. com cores variadas. Coordenação da Digitalização: Paulo Roberto Assunção.DEGEO. incluindo anfibolito. DOS RECURSOS HÍDRICOS E MINERAIS CDRM-COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS MINERAIS DA PARAÍBA GOVERNADOR DO ESTADO DA PARAÍBA Antônio Roberto de Sousa Paulino PALEÓGENO/NEÓGENO ENb ENcn Grupo Barreiras: Arenito pouco consolidado. incluindo calcário cristalino (ca) . sillimanita-granada-biotita xisto.nióbio. Urânio Terreno Rio Piranhas XII Mineralização associada a processo metassomático em rochas do Complexo Caicó. Suíte granítica calcialcalina: Granito. rocha calcissilicática. tráfego periódico Estrada de ferro Limite estadual Limite intermunicipal Curso d'água intermitente Curso d'água permanente Represa. chefiado pelo geólogo Carlos Schobbenhaus Filho e pelo Departamento de Recursos Minerais . MAPA DE LOCALIZAÇÃO 72ºW 60º 48º 36º Ng 995 ro 3 PM g M a Boa Vista Manaus 539 ca Pa MONTEIRO 540ca Nl 550 ca Mg 2c íb ra Hu m ai tá 866 ca 877 ca 2c SERRA BRANCA Mg PM g 2c XV c 52 875 ca 30 ca ca ca 876 ca 20 Ng i Pgm/P g Pedra de Fogo ENb PALEO/MESOPROTEROZÓICO PMsj PMsd 4 -02 PB ruá pe Ta 868 ca Santana de Mangueira Curral Velho Bru 727 Au Noa Juru Nd Grupo Serra de São José: Biotita xisto às vezes com granada.chumbo. ENb D O Açude Escondido 754 W 755 W 744 Be 756 W 45 Pca 2 N O Nj 753 W R T cs 152 ca E Nj Ng i 156 W 30 Pca 2 Ng 409 W ca 1a Esm Pca Ng 1a 408 W 2 53 383 W ESCALA 1:500.ferro. Bonito de Santa Fé Ng Nsg Nsg Qa Ng 1b 1a Ng Nd 2 2c 2 MNp 1a MNp Z. também foi levado em consideração a infra-estrutura da região. Calcário cristalino/mármore associado a gnaisses e metamáficas de alto grau do Complexo Sumé. além de calcissilicática (cs).IBGE. biotita-clorita xisto.titânio.tungstênio. quartzito. Formação Antenor Navarro: Arenito grosso a conglomerático e arenito fino. be .SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE RECIFE MINISTRO DE MINAS E ENERGIA Francisco Luiz Sibut Gomide SECRETÁRIO EXECUTIVO DE MINAS E ENERGIA João Alberto da Silva SECRETÁRIO DE MINAS E METALURGIA Frederico Lopes Meira Barboza DIRETOR PRESIDENTE DA CPRM Umberto Raimundo Costa DIRETOR DE GEOLOGIA E RECURSOS MINERAIS Luiz Augusto Bizzi SUPERINTENDENTE REGIONAL DE RECIFE Marcelo Soares Bezerra COORDENAÇÃO TÉCNICA Geólogos Adeilson Alves Wanderley e Edilton José dos Santos EXECUÇÃO Geólogos Cicero Alves Ferreira Edilton José dos Santos José Maria Ferreira da Silva Júnior MAPA DE RECURSOS MINERAIS DO ESTADO DA PARAÍBA N D E A Nj Ppc Ng 1a GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA SECRETARIA EXTRAORDINÁRIA DO MEIO AMBIENTE. Suíte granítica calcialcalina de médio a alto potássio: Granito e granodiorito grossos a porfiríticos associados a diorito e a fases intermediárias de mistura. sob a coordenação dos geólogos Adeilson Alves Wanderley e Edilton José dos Santos e coordenação nacional do geólogo Inácio de Medeiros Delgado (DIGEOB). biotita granitos leucocráticos. ag . biotita gnaisse com granada e/ou sillimanita. quartzo-feldspato-biotita gnaisse. Limite do Terreno Granjeiro Mineralizações hospedadas por milonitos/cataclasitos com a Faixa Piancó-Alto do Lineamento Patos (metalotecto estrutural). muscovita ortognaisse com sillimanita. muscovita-biotita gnaisse. fayalita-ferro hiperstênio sienogranito e sienito com magnetita (Suíte Umarizal). augen gnaisse e leucogranito-gnaisse. calcário cristalino (ca). Rochas ultramáficas tardi à pós-tectônicas (?): Serpentinitos niquelíferos com porções subordinadas de peridotitos e piroxenitos. Ti . bandado. METÁLICAS XV IX ENERGÉTICAS t . Mineralização associada a sedimentos aluviais e litorâneos. Formação Campos Novos: Argila. metarenitos líticos. 2 sca 711 gf 565 ca 1a Cabaceiras Boqueirão Rio Mg BR 5 80 5 -1 04 50 85 Ng i ola Pst Mg PMs Ng i Mg 2c Barra de Santana raí ba 65 70 61 Pst 75 50 ca Ng 1a 916 ag 874 ca 59 40 ca Mve 40 Açude Público Epitácio Pessoa São Domingos do Cariri AP g Mg Ng 1a Aroeiras 30Gado 3 Nd 2 2c Noa Manaíra 980 Au Coxixola Sucu 30 PMs 573 ca 65 572 ca 2c 80 Ncs 882 ca 30 Bravo 50 P Ng i E R N A M B U C O Kbi 833 P 890 ag Alhandra 847 ca Kg Qa P B- 024 ENb Pitimbu Kg PMd 925 dt ENb 846 ca Caaporã 30' PMg PMs 845 ca Rio Goia n a Mrg N Ng Princesa Isabel São José de Princesa Ng Vc 2b Prata 620 as 621 as 622 as 623 as 628 tl Açude Sumé BR 41 2 967 ro Sumé 625 as Rio Mg 2c 60 566 ca Mg 2c ru Mg 571 ca 70 Mg 2c Ncs Pgm/P g Ri 84 869 ca ca 30 917 ag 50 870 ca o 66 873 ca 32 ca 872 ca ca ca PALEOPROTEROZÓICO Ppc Pst Pgm/Pg Pca 2c R XV b 50 Pst 50 568 ca 569 ca Riacho de Santo Antônio XV c 60 XV Mve c 30 Mve 871 ca ca Pgm/P g Natuba Suíte Magmática Poço da Cruz: Biotita metagranitóide de textura augen gnaisse. Limite do Terreno Granjeiro Skarns com scheelita em remanescentes de formações Tungstênio. DOS RECURSOS HÍDRICOS E MINERAIS Francisco Jácome Sarmento PRESIDENTE DA CDRM José Alberto Campos da Silva PALEÓGENO 6º00' Esm Formação Serra do Martins: Arenito conglomerático e argiloso.amianto/asbesto.ágata. F . b). 80 AP g PB 810 ca C. Brígida Limite do Terreno Granjeiro Mineralizações de ouro em skarns e filões de quartzo. P . 230 BR- Açude Soledade 640 Be 998 ro 638 Be 912 ag 60 76 889 t Qe Areial 40 XVIIb Mulungu 913 ag MARI ENb Ncs Formação Caroalina-Surubim: Granada-biotita gnaisse. metaconglomerados intraformacionais. Formação Serra do Olho d’Água: Metaconglomerado polimicto. Observação: nas áreas potenciais de granitos para fins ornamentais. bn . a Esm 487 W ruz do C Pca Brejo 40 Be PALEOZÓICO SILURO-DEVONIANO SDm Santarém Ng i 1 PB-317 2 Ng i Ch bu 175 W Frei Martinho 30 Be 388 Bi Ns 452 Be Ri o 60 458 Be 181 W Ng 1d Formação Mauriti: Arenito médio a conglomerático e conglomerado com matriz argilosa. ap . açude Aeroporto Outras localidades Metálicas Áreas de potencialidade moderada à alta: incluem contexto geológico favorável. chumbo Rochas e minerais industriais Pequeno a médio < 5x104 > Grande Pequeno a médio < 5x10 > Grande GEMAS E MINERAIS DE PEGMATITO am . quartzito e raras metavulcânicas básicas. monzogranito.apatita. Formação Rio Piranhas: Arenito médio a fino. Metagranitóides tipo Riacho do Forno: Granada-biotita-muscovita metagranito e migmatito de composição sieno à monzogranítica. muscovita xisto. Terreno Rio Piranhas Tungstênio e barita (c) Cobertura Cenozóica no Bentonita estratiforme associada à alteração hidrotermal de Terreno Alto Pajeú cinzas vulcânicas do Paleógeno (metalotecto estratigráfico). incluindo fácies monzonítica. tl . Estrada sem pavimentação. cordierita-granada-biotita xisto. Pgm/P g Nd 2 2 60 Ng 60 BR-301 Verde MNp1 Ng 1b R III Nsg 731 Pb 730 Pb Nsg 732 Pb S. vermiculita associada à rochas metamáfico-ultramáficas da Formação Serra dos Quintos (metalotecto estratigráfico). localmente com enclaves e diques sinplutônicos de piroxenito. Calcários cristalinos/mármores lenticulares (strata-bound) arqueanos e paleo/meso-proterozóicos associados à rochas metassedimentares e metamáfico-ultramáficas do Terreno Granjeiro (metalotecto estratigráfico). 35 Be Picu í 466 W 182 W Psc Esm PB-15 1 Mato Grosso São Bento Ng i 50 Ng 502 Sn 184 W Nova Floresta R I O Psp 2 A N D E G R Ng i Nd 3 PROTEROZÓICO D O Psp 2 NEOPROTEROZÓICO Nr Ng Nl 5 Enxames/sets de diques: Sienitos ultrapotássicos (Nr).berilo. cc . chefiado pelo geólogo João Henrique Gonçalves. ferrotitânio. rochas metamáfico-ultramáficas e calcário cristalino. Batista de Moraes e Erval Manoel Linden. Complexo Vertentes: Granada-biotita gnaisse. ro . argiloso. metagabro com granada (retroeclogito?). Formação Serra dos Quintos: Granada-biotita xisto.argila. cd . quartzito (qt) e raro calcário cristalino. Coberturas lateríticas. calcário cristalino (ca). às vezes conglomerático. Suíte granítica de afinidade trondhjemítica: Granodiorito a tonalito leucocrático. c) XVI XVII XVIII XIX XX XXI XXII XXIII Apatita e amianto Argila (a. biotita-hornblenda xisto. Pian Ng 1b Ng 1b Rc Mrg 690 Fe/Mn 691 Fe/Mn 689 Fe/Mn Água Branca Ng 564 ca PMs PB PMd -1 46 XIIIb d PMs Caturité AP g XXIII 822 Fe Itatuba 60 de São Félix 45 Juripiranga Ng i ENb 80 Ng 1b Santa Inês Nsg 713 Cu 977 Au Mrg 982 Au Ng 1a N 2b Ql 979 Au 20 20 Ng 1b B Amparo Ouro Velho 541 do 537 ca Pst AP g Ng PM g 530 ap Ng 60 30 Ng Pst Z. calcário cristalino. José de Piranhas Piranhas Nd Aguiar 704 ca Mg 716 Au Mg 70 Pgm/P g MNp 2 Ng 45 2b 1b uz A 30 35 35 E os Co x Ri PB -4 00 o do C Suíte Granítica Cariris Velhos Bo Nsg PB-38 6 BR C. W . at . e metavulcanoclástica. C.24-Z-A.DEREM. e sua distância para um pólo de beneficiamento/consumo deste material. incluindo hornblenda leucogranito. Fe . 8º00' Pgm/P g Pst 2c CONVENÇÕES GEOLÓGICAS Ng 3 Rio de Janeiro 24º Florianópolis Mg 2c São Sebastião do Umbuzeiro 1005 ro Ng Mve 60 Pgm/P g Ng i 70 Ng Ng Contato Contato aproximado Falha extensional Falha indiscriminada 1a Zona de cisalhamento contracional aproximada Porto Alegre Zona de cisalhamento transcorrente sinistral Zona de cisalhamento transcorrente dextral Zona de cisalhamento transcorrente extensional 35 Ng 60 1a Zona de cisalhamento indiscriminada Mg Pgm/P g 30' 38º00' 30' 2c Zona de cisalhamento indiscriminada aproximada Falha transcorrente dextral Atitude de foliação com mergulho medido Atitude de foliação com mergulho indicado 34 37º00' 30' 36º00' 30' 35º00' Falha transcorrente sinistral Zona de cisalhamento transcorrente contracional Zona de cisalhamento contracional Lineação de estiramento com caimento medido Traço de foliação Sentido do transporte tectônico CONVENÇÕES CARTOGRÁFICAS Cidade SUBSTÂNCIAS Metais nobres Moderada à alta Moderada à baixa Moderada à alta Moderada à baixa Moderada à alta Moderada à baixa Moderada à alta Moderada à baixa Moderada à alta Moderada à baixa POTENCIALIDADE DADOS ECONÔMICOS STATUS TAMANHO CATEGORIAS SUBSTÂNCIA Bário Calcário/mármore Pequeno a Médio Chumbo Cobre Ferro Garimpo/Depósito Flúor Ouro Vermiculita Tungstênio CARACTERÍSTICAS DOS JAZIMENTOS MINERAIS CATEGORIA 6 ÁREAS POTENCIAIS ÁREAS I II SUBÁREAS/ SUBSTÂNCIAS DOMÍNIO TECTÔNICO CARACTERÍSTICAS METALOGENÉTICAS Calcário cristalino/mármore associado aos metassedimentos do Grupo Serra de São José (metalotecto estratigráfico). Áreas de potencialidade moderada à baixa: incluem contexto geológico favorável. muscovita xisto. C 639 Be R gio emí 2 Ns 829 ca 922 ag 4 -10 BR 45 48 35 38 2b o Ri 47 911 ag Mg2a Pst AP g Qe Grupo Cachoeirinha Nd AP g AP g 736 as 735 as 712 Cu Lineamento Patos 718 Au 717 Au Ng 1c Ag AP g PATOS 631 Be 630 Be 598 W Nsi 606 W 40 608 W 35 633 Be 657 cm Ne Qe 30 642 Be 20 XII b ca 70 Psp 65 Qe 844 ca Areia Mg 80 Mg 65 Qe A 55 Carrapateira Coremas qt 737 as PB-348 734 as IV 65 685 Fe 60 ca 60 Nsi 60 534 ca AP g 1000 ro 418 Ba 265 W 304 W Junco do Seridó 98 cm o qt 719 Au Ng i 80 75 BR -2 30 IV Ng i 247 W BR -2 256 W 30 425 Ba Nsq 301 W AP g 335 W IX b 55 966 ro T 741 co AP g Serra do Boqueirão 70 747 Fe AP g 70 S. granodiorito porfirítico (Ng ) e fácies 2 p c híbrida com granodiorito equigranular. rocha calcissilicática.30' 38º00' 30' UNIDADES GEOLÓGICAS 37º00' 30' 36º00' 30' 35º00' Qa Ql Qe CENOZÓICO QUATERNÁRIO Aluviões e sedimentos de praia. Calcário cristalino/ Faixa Piancó-Alto Brígida mármore Calcário cristalino/mármore associado a metassedimentos do Complexo Piancó. Rc Ng Ng 1a 1a 1a 2b Ng 2b P E PM g 75 528 gf Ng 993 ro Ng 3 Para íba iro te on 8º00' Base planimétrica obtida a partir das folhas: SB.tântalo.turfa. qz . filito. na escala 1:500. Suíte máfica precoce: Gabro e norito. dos co Por s Ng BR-301 Ng AP g Açude do Jatobá 996 ro Quixaba 597 W Ne 669 W Ns Nsq 596 W Nsq 607 W Nsq 60 595 W 1a Santa Terezinha Emas Cacimba de Areia 619 as A 641 Be 637 Be REM Assunção RBO Ns 60 70 BO 543 ca 943 tu A 939 tu A D Ne RRSalgadinho 935 tu SW Areia de 613 E 612 W Baraúnas Nsq 660 cm 646 Sn 653 Nb Psp 65 Psp 3 670 W 2 . eventualmente tonalítica-trondhjemítica. Campestre Rochas ornamentais Terreno São José do Corpos de sienogranitos e dioritos neoproterozóicos de cor Campestre preta e rósea. com níveis de rochas metamáficas. XIIIb 60 999 ro PM g 41 45 55 Rch. veios de quartzo com barita (metalotecto estrutural). Juru . g Con 69 o Cruz Z. monzodiorítica e diorítica.fergusonita. metaleucogranitóide. digitalizadas pela equipe da Divisão de Cartografia . U . ácida e intermediária. Rio Rch.bentonita.areia. quartzito. filito. 682 Fe 45 qt Noa qt Ng 1b Noa Vb N Mg N 2b Ql Mct Ng 1b 739 as Mrg Ng 1b Tavares Ng 721 Au Mct Mg 1a M A N Coxix Ng i Açude Boqueirão AP g Pst Pa Par qt 702 ca Mg Mct 50 1a 2c aíb Conceição s Z.DIGEOB do Departamento de Geologia . localmente com paragnaisse. fr . metagrauvaca. que é executado pela CPRM .Belém Ng a Gr an de Mrg Ng 1b h. ga . quartzo-muscovita xisto. quartzito (qt) e rocha calcissilicática. Metagranitóide tipo Recanto: Biotita e biotita-muscovita ortognaisse de textura augen e composição granodiorítica-monzogranítica. ortognaisse tonalítico com granada e rocha calcissilicática (Psp ). Suíte granítica calcialcalina com alto potássio: Monzonito a monzogranito grosseiro.24-Z-D. através de suas unidades regionais.24-Z-C.João Câmara Ks S Nd PB-1 77 2 50 Nd 2 770 W Ng 769 W Ng 1d PB -1 37 75 25 Qe Qe O Qa Ks Pca 2 Ri o a err do Bo São Francisco Pca de 1006 ro Ng 2 Paulista 1a Ppc Xa Ng Ns 66 Be Psc 220 W 504 W 55 1 3 2 75 Curima taú P n ira ha s 2b Pca 2 PB-151 Psp Psp 1 Campo de Santana Psp Psp 1 50 Psp N O R T E Qa Qe Qe Qe ENb 832 Ti Super Suíte III Triunfo Poço de José de Moura Suçua Serra Ppc BR rana Santa Cruz VIIIa -32 Vieirópolis Lastro 75 Ppc 760 W o Ri Z. anfibolito e leptinito. podendo ocorrer metamáfica e metaultramáfica. às vezes migmatizado.flúor. gabro. do . com intercalações de paragnaisse.Serviço Geológico do Brasil. rocha calcissilicática. Metanortosito Boqueirão: Metanortosito e subordinadamente metadiorito e metagabro. formação ferrífera e granulito. C. Basalto Boa Vista. Bi . Rc h. contendo intercalações de metavulcânicas básicas. metagranito. chefiada pelo analista de sistema Paulo Roberto Macedo Bastos e pelo setor de digitalização da SUREG-RE. Picuí . metavulcânicas básica.talco. Complexo Santa Cruz: Ortognaisse tonalítico. aa . C . quartzito (qt) e metaconglomerado. Suíte granítica Serra do Deserto: Biotita augen gnaisse granítico. Este projeto foi executado pela Superintendência Regional de Recife.24-Y-C. com ultramáfica subordinada (Nd ). b. além dos fatores acima referidos. Calcário cristalino/ Terreno Rio Capibaribe Terreno Alto Moxotó mármore (a.PLGB. dt . b. siltito e laterito. mu muscovita. gi Cuitegi Esm 1a ca Ng i Olivedos Remígio Alagoinha Ma ma ng p ua e Cuité de Mamanguape ENb Mct Mct Capim 841 t Lucena Qa 843 P 1 -10 BR 25 Soledade Juazeirinho Ng 2c Mg 879 ca Mg 2b PB-121 Ng 2a Esperança Alagoa Nova -0 PB Nsg Noa Qa 842 t Qa 2b CABEDELO 7º00' Formação Santana dos Garrotes: Metarritmitos pelíticos e psamíticos (metaturbiditos).calcita. biotita gnaisse. cld . e indícios indiretos de mineralização. ortognaisses tonalíticos com intercalações de 2 cordierita xistos (MNp ). 759 W da 30' Pj Bom Sucesso Ng 1a do 758 W Nd 178 W 25 Um Bernardino Batista ap ra Serra do 2 Ne 503 W Santa I 2 PMsd Brejo dos Santos Nd 795 W 2 Riacho dos Cavalos 749 fr BREJO DO CRUZ 173 W 35 Ppc Mônic Poço Dantas o imo tíss San 40 BR-32 60 Grupo Paraíba 80 Kg Kbi Formação Gramame: Calcarenito. XI Bentonita VI VII Cobertura Cenozóica no Bentonita estratiforme associada à alteração hidrotermal de Terreno São José do cinzas vulcânicas do Paleógeno (metalotecto estratigráfico). ca/mm . metalotectos/mineralotectos indicados e inferidos. 2 h c Suíte granítica shoshonítica-ultrapotássica: Aegirina-augita e richterita álcali-feldspato sienito e granito. Ortognaisses e Migmatitos Serra de Jabitacá: Ortognaisse e migmatito de protólito tonalítico-granodiorítico. marga e calcário em finas lâminas.rochas ornamentais. Granitóide de quimismo indiscriminado: Biotita granito. anfibólio-biotita ortognaisse quartzo monzonítico a granítico.000. biotita gnaisse.feldspato. 808 ca Cajazeirinhas Ng i 231 W 70 Serra dos Macacos 70 379 ca 70 São Mamede 266 W Ns 299 W 375 ve 1001 ro 8 75 346 Mo 2 Seridó 35 60 50 30 136 Be 40 Ns 40 389 Be Ng 2b 60 388 Be 30 80 827 ca Ng i ca 828 ca Esm Mct Pilões Mct 60 49 Ng MAMANGUAPE Kg Qe Grupo Seridó -10 811 ca II a 809 ca 819 ga 384 Fe 50 XII b 5 80 75 391 Be 322 W 1a 381 bn 30 Psp 40 Serraria Pgm/P g PM d GUARABIRA Araçagi Itapororoca ENb L Ag Ba Condado Malta 70 rra Cachoeira dos Índios de Ng AP g AP g 75 794 W 792 W 790 W 60 1a Nazarezinho 70 São José da Lagoa Tapada 793 W São Bentinho Serra do Paiva 428 W 238 W qt Nd Santa Luzia Ng 1a Ng i 83 Be Ng 2b 296 W 353 Ba 1002 ro 50 358 Ba 29 74 410 W IX a 269 W 507 W 1 133 Be 70 341 W 439 do 404 as 120 Be Seridó Sa 791 W Ng i Cu 240 W 492 W 137 W 359 Ba 369 ve 371 as PB 1a -1 04 972 ro Ns Arara 60 60 Borborema Ns Mg 2b Pilõezinhos Mg 2b Qe  Ng i Ng i 783 W 40 656 U 1a nt a 806 ca Ag II b CAJAZEIRAS 80 789 W 788 W 232 W 1a 1 Ng 282 W 17 W Rio 411 Be 385 qz 420 do Ng i 390 cm ata Z. Sn . 40 Ng 1b 76 30 Mãe d'Água 2c 1 55 Ng Ql 523 Fe Mg 2b 593 Au Ng 45 Bo Nsg 695 ca SDm MNp 1a Ng Ng 50 55 Rio Ng Ng i Rio 50 722 Au Ng 1b Pi 2 35 Ng Nsg 80 1b 1b 30' Rio Ng 1a MNp 2 Ibiara 55 80 55 678 Fe Ng Ng 1b 680 Fe V II 1b 1b 30 50 Ng 30 Mg 75 40 40 60 2b Nova Olinda g N Nsg 1a O C U Mg 2c Mg 2b Pst AP g 575 ca ENcn 576 ca Queimadas anf 881 ca 40 ENcn PB -4 08 70 821 Fe 880 ca ENcn 574 ca Fagundes 38 AP g 878 ca ca Qe Salgado 826 Fe 35 Pst 867 ca PMs d d 820 Fe 45 Pst 905 ag Qa Ng i Ng i 907 ag Ng i Kbi 850 ca 836 P Kbi 834 P 924 a 835 P O Diamante Ng 1b Boa 18 Ventura 1b Pedra Branca 738 as Ng 679 Fe 60 681 Fe 50 Ng Z. rocha calcissilicática e formação ferrífera. Ma lta Ng 782 W 1a 1a Ng io Esp sa Nd R Pca 2 1 2 288 W São José de Espinharas 233 W Nd Pca 276 W 15 292 W AP g 312 W 317 W Ns Nsq 496 W 45 Ns 417 Nb 422 cc 344 W Ri o ENb 361 Ba 372 as Psp 3 Ns 50 971 ro Ng 20 Nd 2 2b Bananeiras Ns Ng Ng 1a 1a 2b 40 Ng i Psp 2 Qe Mg Mg 2b Qe ENb Qe N Ka Ks Ka Pca 513 W Ppc 196 W Nd Ns 285 W 2 470 do 208 W rid Rio Pira s nha Ka São DomingosNg1a de Pombal 2 Pca XXI Várzea Nd 1a 315 WP B- 41 416 Be 415 Be Ng ó 499 F Ng 214 W São José do 1 Sabugi 22 399 Nb 377 bn/cld ENcn Psp 1d 419 do Sossego 60 2 65 10 970 ro Psp Ng i 60 3 825 W Ns Esm Ns BELÉM 55 -8 PB T Ks BR Ka Qa Ka 1a 784 W af 197 W Pca 205 W 447 cc qt Nd 2 Pedra Lavrada 824 W Ng 1a 60 Lagoa de Dentro Duas 45 55 Estradas Psp 60 Super Suíte I 0 -23 BR Ka Ng Vista Serrana VIIIb Nd 2 191 W 515 W 349 Ba 1008 ro 59 Be 61 Sn 219 W Barra de 45 Serra da Raiz Qa Ns ENb Qe Qe Qa I 93 Ng 4 BR- 27 773 W Qa 1a Nova Palmeira 62 Sn Ns Baraúnas XX Ng 2b Cacimba de Dentro 15 Rio m uri ata ú 80 Psp Ng i Qe PB- 065 839 t Qa Ng Ng Ng 2 a 397 W Pedro Régio ENb 772 W 514 W af Nj C Qe 1 d Peix e Baía da Traição 1 c Ng Ng 1 b BR -23 0 PB- Casserengue SOLÂNEA PB-105 Ng 2 Sertãozinho Curral deMg Cima 1 a 233 382 bn ENcn Pirpirituba Marcação ape angu Mam 840 t Qa Ngi Ri o 50 Algodão de Jandaí Ki Pgm/P g Mct Qe RIO TINTO 1a inh are s Ng Cubati XI 35 2b Ng i Ng Nd o Ri Sa bu Ns Nsi Nj Nsq Ne Formação Seridó e Grupo Seridó Indiscriminado: Granada-biotita xisto. Gertrudes 378 ca 241 W 30 255 W 80 263 W Ns 392 Be 20 Ns 373 as 99 cm Ns Tenório 406 Nb 101 Be Ns Ns Ng i 104 Ta Xb 117 Be 370 as Z. PE/PB) Cobertura quaternária IV Ouro X Serviço Geológico do Brasil CPRM DEPARTAMENTO NACIONAL DA PRODUÇÃO MINERAL Energéticos NÃO METÁLICAS (Rochas e Minerais Industriais) as . associadas à zonas de Terreno Alto Pajeú cisalhamento transcorrentes da Zona Transversal (metalotecto estrutural). berilo e outros minerais de pegmatito (b) Pegmatitos associados a granitos neoproterozóicos (metalotecto estrutural). com restos de metassedimentos. quartzo diorito e tonalito com epidoto primário e autólitos de rochas máficas.24-Z-B. 2 1 531 ap PMs 533 ap Rio 532 ap 964 ro XXII Mg 2c Mg 75 969 ro 883 ca Umbuzeiro 2c Caraúbas 70 do N 60 570 ca Alcantil40 Pgm/P g Ncs 40 886 ca 20 Mve qt 884 ca Pgm/P g Ng Ng 1a 3 XVI Pst Congo 80 85 Rio Monte iro Mg 2c Ri o Z. tráfego permanente Mina Pequeno a médio < Pequeno a médio < 107 > Grande 105 > Grande Calcário cristalino/ Terreno Orós-Jaguaribe mármore Calcário cristalino/ Terreno Granjeiro mármore (a. Coberturas elúvio-coluviais. 1 Ca tolé Vista R io Cruz do Espírito Santo MESOPROTEROZÓICO Mg Mg 2 c JOÃO PESSOA Suíte granítica Camalaú: Ortognaisse tonalítico-trondhjemítico. 158 W 743 Be Ng cs 1a BR-3 25 393 Ba 4 Be 5 Be qt Ppc Ng i Pca 2 COORDENADOR DE MEIO AMBIENTE E RECURSOS MINERAIS Ioman Leite Pedrosa Kr Ks Ka 60 757 W I O 60 1 Be 2 Be 3 R Pj Ng 1a CATOLÉ DO ROCHA Riach PB323 816 at 800 ca Nd éu na PMsj 746 Pb 796 W Pca rra Se Ng 1a Uiraúna Pj Ka Ka Pca 1 Se rra Pca 2 Pca 40 761 W Pca 1 Lagoa Jericó 2 Ppc 1d 457 Be 797 W 20 Picuí 454 Be 50 187 W Esm Cuité 45 Psc Psp Psp 30 3 Ng Pe ixe 973 ro Ka Ks Ng 1a do Ks Nd Ppc 2 PB -40 Ks 1a 771 W Ka Ng Ka 1a 1d Ng i Esm 40 Esm 45 30 50 40 70 Santa Rosa 367 as 352 Ba ENb 75 35 N 10 Esm C Santa Helena Ks Ag 817 at Ka Qa Ka Ng Ka Ng Rio 1a 45 363 Cu 506 W 380 ca 1a 476 W 60 71 Be 70 Dona Inês 30 Psp 3 Ng 2b 65 Psp 1 Logradouro Qe 15 3 Qe ENb XIX Barra de Camaratuba Super Suíte II Açude Público Pilões São João do Ri Rioodo Peixe do Z. Complexo Caicó: Ortognaisse granodiorítico-granítico e tonalítico-granodiorítico migmatizado incluindo anfibolitos (af). 1 2 ENb Qa 830 Ti Ng 3 5 1 Araruna 30 Riachão 30' Nu 99 -0 PB Ppc Ng Caiçara 1a o Ri Damião Ng i 831 Ti Ng 2 c Mataraca Jacaraú Psp 2 Ng 2 b xe Pei Ks Kr Rio Kr Ng SOUSA -230 Kr Kr 80 Kr 75 Ks PB do Kr -3 1a Pca 2 ncó Pia Bom Jesus 803 ca 804 ca Ng i PB-4 00 Qa Ng i Ag Ks Ka Aparecida Ka Pca 2 POMBAL 777 W 785 W 787 W 37 35 781 W Pca 2 80 Ng i 778 W 780 W 225 W Ppc Ng 226 W 227 W Nd 2 Se Marizópolis 2 Ka 70 2 rim 7º00' 692 ca 742 aa 683 Fe 893 ca Ng i Ri Açude Bom Jesus 35 35 Ng i 686 Fe Nsi 687 Fe 684 Fe 688 Fe qt PB-34 8 Qa Á 694 ca 740 tl 0 PB-40 Ag 25 65 715 pi AP g s nto Pato Lineame Capim R ch .granada. granito porfiróide e microporfirítico.cobre.molibdênio.dolomito.calcário dolomítico. por vezes grafitoso.ametista. Digitalização: Francisco de A.bismuto. augen ortognaisse granítico. biotita-hornblenda migmatito com mesossoma de 3 ortognaisse tonalítico-granítico com diques de anfibolitos (Psp ). Formação Equador: Muscovita quartzito com intercalações locais de metaconglomerado. e calcário cristalino (ca). menos comumente metapiroxenito. MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 6º00' SECRETÁRIA DE MINAS E METALURGIA CPRM .urânio III Cobre. migmatizado. grosso a conglomerático. Complexo Gnáissico-Migmatítico: Ortognaisse de composição granítica a tonalítica. incluindo metagrauvacas. pi . Mineralizações em rochas metaultramáficas e "skarnóides" do Complexo Sumé (metalotecto estratigráfico). 1c Imaculada 991 ro Ql Ql 542 ca Mg 2b Rio 1b an C. incluindo calcário cristalino.alcalina: Granito leucocrático e biotita-anfibólio sienito. Pequeno a médio < 3x10 > Grande 5 Pequeno a médio < 7x108 > Grande Pequeno a médio < Pequeno a médio < Pequeno a médio < 5x10 > Grande 5 2x10 2 > Grande 2x105 > Grande Gemas e minerais de pegmatito Cu . Z. calcário cristalino (ca) e rocha calcissilicática.000 10 0 10 20 30 40 Km 68 Nj SECRETÁRIO EXTRAORDINÁRIO DO MEIO AMBIENTE. Tratamento digital da legenda: Ana Paula Rangel Jacques. elaborado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . Complexo Sumé: Leucognaisse e paragnaisse com freqüentes intercalações de ortoanfibolito (anf) (metamáfica). incluindo calcário cristalino e anfibolito (Pca ).

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful