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NormasUFRR

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  • 1 APRESENTAÇÃO
  • 2 DEFINIÇÕES
  • 3 DOCUMENTOS ACESSÓRIOS AO TRABALHO CIENTÍFICO
  • 3.1 PROJETO DE PESQUISA
  • 3.2 RELATÓRIO
  • 4 ESTRUTURA
  • 4.1 FORMATAÇÃO DO TRABALHO
  • 4.2ELEMENTOS EXTERNOS
  • 4.2.2 Lombada
  • 4.3 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS
  • 4.3.1 Folha de Rosto
  • 4.3.3 Folha de Aprovação
  • 4.3.5 Agradecimentos
  • 4.3.8 Resumo em Língua Estrangeira
  • 4.3.10 Lista de Abreviaturas, Siglas e Símbolos
  • 5 ELEMENTOS TEXTUAIS
  • 5.1 INTRODUÇÃO
  • 5.2 DESENVOLVIMENTO OU CORPO
  • 5.2.1 Objetivos
  • 5.2.2 Materiais e Métodos
  • 5.2.3 Resultados e Discussões
  • 5.2.4 Conclusões ou Considerações Finais
  • 5.3 ELEMENTOS DE APOIO AO TEXTO
  • 5.4 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS
  • 5.4.2 Glossário
  • 6 CITAÇÕES E NOTAS
  • 6.1REGRAS GERAIS
  • 6.2 TIPOS DE CITAÇÕES
  • 6.2.2 Citações Indiretas ou Livres
  • 6.2.3 Citação de Citação
  • 6.2.4 Sinais e Convenções
  • 6.3 SISTEMAS DE CHAMADAS
  • 6.3.1 Sistema Alfabético (autor-data)
  • 6.4.1Notas de Rodapé
  • 7 REFERÊNCIAS
  • 7.1 REGRAS GERAIS DE AUTORIA
  • 7.1.1 Autor Pessoal
  • 7.1.1.2 Dois Autores
  • 7.1.1.3 Três Autores
  • 7.1.1.4 Mais de Três Autores
  • 7.1.1.5 Autor desconhecido
  • 7.1.1.7 Autor Repetido
  • 7.1.1.10 Órgãos Governamentais
  • 7.2 ELABORAÇÃO DAS REFERÊNCIAS
  • 7.2.1 Monografias Consideradas no Todo
  • 7.2.1.1 Livros
  • 7.2.1.2 Dicionários
  • 7.2.1.4 Enciclopédias
  • 7.2.1.6 Normas Técnicas
  • 7.2.1.7 Patentes
  • 7.2.1.8 Dissertações e Teses
  • 7.2.1.10 Conferências e Congressos
  • 7.2.1.11 Workshop
  • 7.2.1.12 Relatórios oficiais
  • 7.2.1.13 Relatórios Técnico-científicos
  • 7.2.3 Monografias Consideradas em Parte
  • 7.2.3.1 Capítulos de Livros
  • 7.2.3.2 Verbetes de Enciclopédias
  • 7.2.3.3 Verbetes de Dicionários
  • 7.2.3.4 Bíblia em parte
  • 7.2.5 Documentos Jurídicos
  • 7.2.5.1 Constituições
  • 7.2.5.2 Leis e Decretos
  • 7.2.5.3 Pareceres
  • 7.2.5.4 Portarias, Resoluções e Deliberações
  • 7.3 PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS
  • 7.3.1 Periódicos Considerados no Todo
  • 7.3.1.3 Fascículos com Título Próprio
  • 7.3.2 Periódicos Consideradas no Todo em Meio Eletrônico
  • 7.3.3 Periódicos Consideradas em Parte
  • 7.3.3.1 Artigo de Revista
  • 7.3.3.2 Artigo de Jornal
  • 7.3.4 Partes de Periódicos em Meio Eletrônico
  • 7.4 OUTROS TIPOS DE DOCUMENTO
  • 7.4.2 Notas de Aulas
  • 7.4.3 Trabalhos Não Publicados
  • 7.4.4 Atas de Reuniões
  • 7.4.6 Cartões Postais
  • 7.4.7 Convênios
  • 7.4.10 Entrevistas
  • 7.4.11 Fitas Gravadas
  • 7.4.12 Filmes e Vídeos
  • 7.4.13 Fotografias
  • 7.4.14 Mapas e Globos
  • 7.4.15 Microfichas
  • 7.4.16 Microfilmes
  • 7.5 OUTROS DOCUMENTOS ELETRÔNICOS
  • 7.5.1 Base de Dados em Cd-Rom Consideradas no todo
  • 7.5.2 Base de Dados em Cd-Rom Consideradas em Partes
  • 7.5.4 Mensagem Recebida em Lista de Discussão
  • 7.5.5 Homepage
  • REFERÊNCIAS
  • ANEXOS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA Biblioteca Central

Normas para Apresentação dos Trabalhos Técnico-Científicos da UFRR - baseadas nas normas da ABNT -

Boa Vista 2006

UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA Biblioteca Central

Angela Maria Moreira Silva

Normas para Apresentação dos Trabalhos Técnico-Científicos da UFRR - baseadas nas normas da ABNT -

Boa Vista 2006

SUMÁRIO 1 2 3 3.1 3.2 4 4.1 4.2 4.2.1 4.2.2 4.3 4.3.1 4.3.2 4.3.3 4.3.4 4.3.5 4.3.6 4.3.7 4.3.8 4.3.9 4.3.10 4.3.11 5 5.1 5.2 5.2.1 5.2.2 5.2.3 5.2.4 5.3 5.3.1 5.3.2 APRESENTAÇÃO.................................................................................................... 5 DEFINIÇÕES............................................................................................................ 6 DOCUMENTOS ACESSÓRIOS AO TRABALHO CIENTÍFICO..................... 7 PROJETO DE PESQUISA ........................................................................................ 7 RELATÓRIO.............................................................................................................. 8 ESTRUTURA............................................................................................................ 9 FORMATAÇÃO DO TRABALHO........................................................................... 9 ELEMENTOS EXTERNOS....................................................................................... 9 Capa ........................................................................................................................... 9 Lombada.................................................................................................................... 10 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS .............................................................................. 10 Folha de Rosto........................................................................................................... 10 Errata......................................................................................................................... 10 Folha de Aprovação.................................................................................................. 11 Dedicatória................................................................................................................. 11 Agradecimentos......................................................................................................... 11 Epígrafe...................................................................................................................... 11 Resumo....................................................................................................................... 11 Resumo em Língua Estrangeira.............................................................................. 12 Lista de Ilustrações................................................................................................... 12 Lista de Abreviaturas, Siglas e Símbolos................................................................ 12 Sumário...................................................................................................................... 13 ELEMENTOS TEXTUAIS...................................................................................... 14 INTRODUÇÃO.......................................................................................................... 14 DESENVOLVIMENTO OU CORPO........................................................................ 14 Objetivos.................................................................................................................... 14 Materiais e Métodos.................................................................................................. 14 Resultados e Discussões............................................................................................ 15 Conclusões ou Considerações Finais....................................................................... 15 ELEMENTOS DE APOIO AO TEXTO..................................................................... 16 Citações...................................................................................................................... 16 Ilustrações.................................................................................................................. 16

............3 7.......3....................................................................................................2 5...............................................................................................2 7.....................................................1.....1.......3 6...............2.................................. Literárias e Textuais....... 24 NOTAS.........1 5..................................................................................... 27 Organizadores.. Compiladores........... etc............................. 25 REFERÊNCIAS.....9 7........ 16 Figuras................................................ 25 Notas de Rodapé.........................................................2..........................................................................1........................................... 21 Citação de Citação.......................................................................................................................................................................................................... Adaptadores............... 22 SISTEMAS DE CHAMADAS..........................1...............................1..................2.......... 17 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS...................................................................2 5.............................3.......................................................................1..1......................................1 Tabelas e Quadros................................................ 24 Sistema Alfabético (autor-data).............. 27 ELABORAÇÃO DAS REFERÊNCIAS......................................................... 26 Mais de Três Autores...4.......................................................................... 26 Um Autor..............................1........................2 6......... 28 ..............................................................4........................................6 7.............1 7................................. 20 Citações Diretas....7 7.................1...................................................10 Orgãos Governamentais.1.....1.................. 27 Autor Entidade Coletiva (Associações........3.......... 19 TIPOS DE CITAÇÕES ............................1 7............. 26 Autor Pessoal ..............................4 7......1 6.............................3.......4 5........................ 26 REGRAS GERAIS DE AUTORIA....4.................................. 17 CITAÇÕES E NOTAS... 17 Apêndices e Anexos...........1..............................................................3 6..... Editores.......................8 7............. 22 Sinais de Convenções.... 17 Referências.............................1................................. Empresas................1.............................................................2............................ 19 REGRAS GERAIS......1..............................2......1 5........................................4 6..........1.............................1 6.1..........................2...........................5.....................................5 7...........................................2........................... 26 Dois Autores.............1 7 7................... 27 Autor Repetido ............ 17 Glossário........................................................1...........................................1 7........................................4 6........2 7................................................... 20 Citações Indiretas e Livres.......................................................................................................... 28 Monografias Consideradas no Todo.......1...3 6 6............2 6... 26 Autor Desconhecido ....... 26 Pseudônimo.................. 26 Três Autores...... Instituições).................3 5........................................... 16 Gráficos.........1........................... .................................1................... 28 7.........................................................4.........................................1 6...............................................................2.........

.............................................................1.....................2......2...................10 Conferências e Congressos....................................................................................5 7..........................................................................7 7...................5 7...............................1 7... 30 Monografias Consideradas em Parte .....................................................2 7....................................................3................................................... 33 Coleções...........................................1.....................................................3 7....3...........................4 7............................................ 30 Capítulos de Livros....................................................... 28 Dicionários...1.............. 31 Trabalhos Apresentados em Eventos Científicos...............3........... 34 Fascículos com Título Próprio..........................2...........................................................................................................2.....2..........1 7.................2.....1......3............. 32 Pareceres...2............................................ 28 Bíblias........................................1 7........................1...................4 7..................................3...................... 31 Documentos Jurídicos .. 32 Acórdãos....................................... 28 Patentes................................. 29 Dissertações e Teses.........2 7. 33 Fascículos........................................ 30 7.................1...........2.3 Monografias no Todo em Meio Eletrônico ....................3 7................................1............ 31 Monografias Consideradas em Parte em Meio Eletrônico ..............................................1....................... 33 PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS.........1.................................... Deliberações............................................................ 30 Verbetes de Enciclopédias............................... 28 Enciclopédias..3 7... 30 Verbetes de Dicionários..................................2...............................................2..1.................3.........................................2 7.........1......4 7..2.....................................................................................................................................2....................................................................3 7......................... 32 Constituições..................1 7............................................ 28 Normas Técnicas........... 34 ...................12 Relatórios Oficiais...................... 29 7... Resoluções...2 7...............5.....2...5 7.......................................... 33 Periódicos Considerados no Todo.....1 7......6 7.................2................ 29 7...............11 Workshop.................................................................5.....................................5..........4 7............................2................13 Relatórios Técnicos-Científicos .....2............... 30 Bíblia em Parte.................................................... Decisões..................6 7........................................3 7.9 Livros....................1....3................ 29 Reuniões..3...........................5........................................................................................2.................................................................1............................................................2...........................2......................................................2 7...............................2...2..........2..........1.................................2............ 29 7..3........2...............5........................... 29 7.1.............................................. 28 Atlas... 32 Portarias..2...2...............7.......... 33 Documentos Jurídicos em Meio Eletrônico........................2....1.............5 7.................................. 32 Leis e Decretos............. Deliberações e Sentenças das Cortes ou Tribunais.........................8 7...................2......

..............................................................................................................................4 7...4....................................2 7..................4......2 7......................................................9 7...........................3............7 7..14 7......4......................................................................................................................................4.......5 7...... 38 Mapas e Globos............. 36 Convênios......................................4.....................................................................................5.......6 7....................................................1 7........................................................ 39 Base de Dados em CD-ROM Consideradas em Partes.......................... 36 Discos.......... 40 Homepage................. 34 Artigo de Revista.11 7..................... 35 Parte de Periódicos em Meio Eletrônico........................................................... 35 Fac-símiles.............................................................................................5..........................1 7...................................4... 39 OUTROS DOCUMENTOS ELETRÔNICOS.....4.............3 7......................................................................4......17 7..................................................................................................................................................................................5 7..........................................................4............................................................ 38 Filmes e Vídeos........ 37 CD – Compact Discs..2 7........................1 7........................16 7..............................5............ 38 Microfichas...........................................4....4 7...................................................5................... 40 E-Mail....................10 7......3............ 40 REFERÊNCIAS..........4.......................................... 35 Trabalhos Não Publicados....................4 7....................................... 37 Entrevistas.. 37 Fitas Gravadas..4........................................ 41 ANEXOS............................................................3..................................................4............... 34 Artigo de Jornal... 38 Fotografias..................................3 7..................................... 36 Cartões Postais...4..............3.. 40 Mensagem Recebida em Lista de Discussão.............................................................. 34 Periódicos Considerados em Parte............................. 36 Bulas (Remédios).................................................................15 7..................... 35 Notas de Aulas..... 35 OUTROS TIPOS DE DOCUMENTOS........................7................................................5.................................................... 39 Base de Dados em CD-ROM Consideradas no Todo................................................................................................. 36 Atas de Reuniões............5 Periódicos Considerados no Todo em Meio Eletrônico.......................4 7.............................................3 7...................2 7.........................................................................8 7....................................................................................... 42 ............................13 7........................ 39 Microfilmes............4............................................................................................................................................................... 39 Slides..............................................................3.3....................12 7........4.........3............4..................................

ABNT – NBR 6028:2003 – Resumo. foram: - ABNT – NBR 14724:2002 – Trabalhos Acadêmicos. de 18 de dezembro de 2006. As normas técnicas utilizadas para compor este documento. As datas das normas indicadas estavam em vigor no momento desta edição. este trabalho será modificado quando se fizer necessário. Como toda norma está sujeita à revisão.. ABNT – NBR 6023:2002 – Referências. ABNT – NBR 6027:2002 – Sumário. aprovadas pela Resolução Nº 017/2006 CEPE.5 1 APRESENTAÇÃO As Normas para Apresentação dos Trabalhos Técnico-Científicos da UFRR. têm como objetivo orientar os alunos na formatação da sua produção científica. ABNT – NBR 10520:2002 – Citações de Documentos. ABNT – NBR 10719:1989 – Relatórios Técnico-científicos. ABNT – NBR 15287:2005 – Projeto de Pesquisa. de acordo com as normas da ABNT. .

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2 DEFINIÇÕES De acordo com a ABNT e literatura especializada, as definições dos trabalhos técnicocientíficos são as seguintes: Tese – documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico de tema único e bem delimitado. Deve ser elaborado com base em investigação original, constituindo-se em real contribuição para a especialidade em questão. É feito sob a coordenação de um orientador (doutor) e visa a obtenção do título de doutor, ou similar. Dissertação – documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico retrospectivo de tema único e bem delimitado em sua extensão, com o objetivo de reunir, analisar e interpretar informações. Deve evidenciar o conhecimento da literatura existente sobre o assunto e a capacidade de sistematização do candidato. É feito sob a coordenação de um orientador (doutor), visando a obtenção de títulos em cursos de mestrado. Monografias – trabalhos de pesquisa que visam discorrer sobre um tema específico, com suficiente valor técnico ou científico. É feito sob a orientação de um mestre ou doutor e são pré-requisitos para conclusão de cursos de especialização. Trabalhos acadêmicos – exigido para obtenção de créditos em alguma disciplina ou requisição para conclusão de cursos de graduação. Tem a finalidade de induzir o aprendizado metodológico e iniciação científica do aluno para futuros trabalhos de investigação.

7 3 DOCUMENTOS ACESSÓRIOS AO TRABALHO CIENTÍFICO 3.1 PROJETO DE PESQUISA É o documento explicitador do planejamento da pesquisa, que por sua vez, é a primeira fase da pesquisa. Alguns dos seus elementos são diferenciados dos demais trabalhos científicos. São eles: a) elementos pré-textuais - capa, lombada, folha de rosto, lista de ilustracões, lista de tabelas, lista de abreviaturas e siglas, lista de símbolos, sumário; b) Introdução – apresenta as linhas gerais da pesquisa, esclarece os motivos da escolha do tema e justificativa. c) Objetivos – É a exposição das metas do trabalho, ou seja, diz onde se quer chegar e/ou quais os resultados que se pretende obter. Deve ser apresentado no verbo infinito e se necessário, deve-se colocar também objetivos específicos. d) Formulação do problema – é o enfoque central para a pesquisa, a partir do qual é direcionado todo o trabalho. É importante lembrar, que um bom trabalho científico é aquele cujos resultados apresentam soluções ou possíveis soluções para os problemas. f) Hipóteses – item opcional, são afirmações que serão testadas através da análise da evidência dos dados empíricos. A formulação do problema e das hipóteses subseqüentes constitui-se num processo simultâneo de retro-alimentação. Ou seja, a medida que surge a colocação de um problema, busca-se estabelecer uma hipótese norteadora para o mesmo. g) Referencial teórico – é a linha científica, filosófica, religiosa, política, ideológica, etc. de um autor, pesquisador e/ou estudioso. Neste tópico o pesquisador pode desenvolver também, a definição dos conceitos que nortearão seu trabalho. h) Metodologia – apresenta a modalidade da pesquisa, ou seja, se é uma pesquisa de campo, bibliográfica, instrumental, ou a junção de duas ou mais modalidades. Determina ainda os procedimentos de coleta e análise de dados, bem como a área física, se houver necessidade. i) Orçamento detalhado – deve-se detalhar todos os recursos materiais, humanos e financeiros que serão utilizados. j) Cronograma de execução – detalhar todas fases da pesquisa, em dias ou meses, até a sua entrega à Banca Examinadora. l) Elementos pós-textuais – referências, apêndices e anexos.

8 3.2 RELATÓRIO Relatam resultados finais ou parciais de estudos e experiências. São apresentados em caso de trabalhos técnico-científicos, visitas técnicas, viagens, estágios, pesquisa de campo, experimental e revisão bibliográfica. É elaborado para: a) descrever experiências, pesquisas, processos, métodos, análises; b) especificar materiais e ou equipamentos; c) instruir as operações de máquinas, equipamentos de laboratório e dispositivos; d) fazer o levantamento da produção; e) elaborar à análise econômica e orçamentária da pesquisa, com respectivo cronograma de execução; f) em caso de inventos é elaborado para fazer o registro das partes. A estrutura dos Relatórios segue os padrões de formatação básicos de outros documentos, a saber: a) elementos pré-textuais: capa, folha de rosto, apresentação, resumo, lista de símbolos, abreviaturas, ilustrações, sumário; b) texto: - introdução – apresentação e objetivos; - desenvolvimento – descrição das atividades e/ou pesquisa, avanços e dificuldades encontradas; - conclusões ou considerações finais; c) elementos pós-textuais: anexos, referências bibliográficas, ficha de identificação do relatório, lista de destinatário e formas de acesso ao relatório. Caso o relatório seja destinado a uma instituição específica, é necessário basear-se pelos formulários da mesma.

na seguinte ordem: brasão e nome da instituição. g) Indicativos de seção ou capítulos: os títulos das seções primárias. por serem as principais divisões de um texto. grifo. onde deve conter informações indispensáveis à sua identificação. em cada capa. nº de volumes (se houver mais de um. . é a proteção externa. na ordem em que devem ser dispostos os elementos. As citações longas. encontra-se no ANEXO A e B. Destacam-se gradativamente os títulos das seções secundárias. devem iniciar em folha distinta.9 4 ESTRUTURA A estrutura geral de um trabalho científico. tamanho 12 para o texto e tamanho 10 para citações longas e notas de rodapé. Papel branco. referências.1 FORMATAÇÃO DO TRABALHO a) b) c) d) Formato de apresentação : CD e Impresso em formato PDF. redondo. 4. não são numerados e devem ser centralizados. a 2 cm da borda superior ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha (ANEXO C). devem ser digitados ou datilografados em espaço simples. devem ser contada seqüencialmente.5 de entrelinhas. a partir da folha de rosto. As referências no final do texto. de acordo com os parâmetros dessas normas. caixa alta ou letras maiúsculas. f) Paginação: todas as folhas do trabalho. no canto superior direito da folha. resumos. As listas de ilustrações e outras listas. utilizando-se os recursos de negrito. e) Fonte: Times New Roman ou Arial. título.2. mas não numeradas. apêndices e anexos. Deve ser apresentada em capa dura ou brochura. nome do autor. A numeração é colocada.7 cm) Margens: margem esquerda e superior de 3 cm. tamanho A4 (21. as notas.0 cm x 29. Os títulos das seções devem ser separados do texto que os precede ou que os sucede por uma entrelinha dupla (um espaço duplo ou dois espaços simples). local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado. ano da entrega (ANEXO D). devem ser separadas em si por espaço duplo. sumário.2 ELEMENTOS EXTERNOS 4. as referências e os resumos. itálico. margem direita e inferior de 2 cm. a especificação do respectivo volume. subtítulo (se houver). 4. a partir da primeira folha textual. Espacejamento: 1. terciárias e quaternárias.1 Capa Elemento obrigatório. A numeração da seção e seu título devem ser alinhados à esquerda e separados por um espaço de caractere. deve constar. a cobertura que reveste o trabalho.

g) ano em algarismos arábicos. elaborada pelas bibliotecárias da Instituição (ANEXO G). deve ser colocada a ficha catalográfica. f) local (cidade) da instituição na qual o trabalho deve ser apresentado. seguidas das devidas correções. no entanto.2 Lombada Lombada ou dorso. área e/ou disciplina.3. ficar atento à revisão do trabalho e evitar a utilização desse recurso. b) título: claro e preciso. o título e o número do volume (caso o trabalho tenha mais de um). quando houver mais que um. as folhas de trabalho. curso) e a instituição em que é apresentado. o objetivo: aprovação em disciplina. se houver. nome da unidade de ensino (departamento. contendo palavras que identifiquem o seu conteúdo e possibilitem a recuperação da informação. em algarismos arábicos. para que não comprometa a avaliação final do mesmo (ANEXO H). nome do(s) orientador(es) e. acrescido no trabalho depois de finalizado.3. sucessivamente: a) autor(es): quando houver mais de um. é um elemento obrigatório que reúne coladas. . c) subtítulo. e) nota indicando: a natureza acadêmica do trabalho : grau. O aluno deve.1 Folha de Rosto É a folha que contém os elementos essenciais à identificação do trabalho (ANEXO F).2 Errata Elemento eventual. deve apresentar as seguintes informações. No verso da folha de rosto. deve estar claramente subordinada ao título principal. 4.10 4. Contém o nome do autor. é uma lista das folhas e linhas. se houver. co-orientadores. precedido de dois pontos (:). 4. d) número do volume. Apresenta-se quase sempre em papel avulso.3 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS 4. Todos devem ser grafados longitudinalmente e legível do auto para o pé da lombada (ANEXO E).2. relacioná-los em ordem alfabética ou pelos critérios estabelecidos pelo grupo. onde ocorreram erros. grau pretendido e outros. costuradas e grampeadas.

11 4.4 Dedicatória Elemento opcional.3. que faz menção à pessoas e/ou instituições das quais se recebeu apoio e que contribuiram de maneira relevante para o desenvolvimento do trabalho. dissertações e teses. É apresentada em folha distinta. Pode também figurar no início das partes principais do texto. objetivo. Os agradecimentos aparecem em folha distinta. Portanto.7 Resumo O resumo é um elemento obrigatório. 4.3. 4. que ndica a natureza do problema estudado. nome. Consta do termo de aprovação o autor.3.3. nome da instituição a que é submetido.5 Agradecimentos Elemento opcional. titulação e assinatura dos componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem. área de concentração. os resultados mais importantes e as principais conclusões. a metodologia utilizada. seguida de indicação de autoria.3. relacionada com a matéria tratada no corpo do trabalho (ANEXO M). 4. onde não é necessário colocar o título: folha de aprovação. deve-se . onde o autor apresenta uma citação.6 Epígrafe Elemento opcional. 4. logo após o termo de aprovação (ANEXO J). colocado após os agradecimentos. no qual o autor presta homenagem ou dedica o trabalho a alguém. natureza. decidir sobre a conveniência de consultar o texto completo. A finalidade do resumo é difundir o mais amplamente possível as informações e permitir a quem lê. o título e subtítulo. A data de aprovação e assinaturas dos membros componentes da banca examinadora são colocadas após a aprovação do trabalho (ANEXO I). após a dedicatória (ANEXO L). É colocada em folha distinta.3 Folha de Aprovação Elemento obrigatório na apresentação de monografias. data de aprovação.

seguidas da respectiva paginação. autores. em alemão. résumé. 4. gráficos.12 expressar na primeira frase do resumo. É constituído de uma seqüência de frases concisas e objetivas e não de uma simples enumeração de tópicos. Devem também figurar em página distinta imediatamente após o resumo de língua vernácula. após dois espaços duplos.3.9 Lista de Ilustrações (tabelas. o assunto tratado. Logo abaixo. seguidas das palavras ou expressões correspondentes grafadas por extenso e. Em trabalhos reduzidos pode-se elaborar uma lista de ilustrações (ANEXO P. possui no mínimo 150 palavras e no máximo 500.8 Resumo em Língua Estrangeira Para fins de divulgação internacional.3. seguido do título e da página onde se encontra. 4. resumen. devem vir em listas próprias (ANEXO R). é a relação em ordem alfabética. deve-se apresentar o resumo em língua estrangeira. isto é. nomes geográficos. (ANEXO O). devendo aparecer na mesma ordem em que constar no trabalho. Deve-se evitar o uso de citações bibliográficas. das abreviaturas e siglas utilizadas no texto. com seu respectivo número. em italiano. e que aparece sempre no final do trabalho. Não deve ser confundido . O resumo é denominado abstract.3. riassunto. Não deve ser confundido com o sumário (ANEXO N). é a relação seqüencial das ilustrações. Siglas e Símbolos Elemento opcional. em inglês. que é uma relação detalhada em ordem alfabética de assuntos. 4.3.10 Lista de Abreviaturas. 4. coloca-se as palavras representativas do conteúdo do trabalho. Q).11 Sumário É a enumeração das principais divisões ou partes componentes do trabalho (capítulos e suas subdivisões). quando muito numerosas. figuras. quadros e outros) Elementos opcionais. lâminas. em francês. termos técnicos ou científicos. em espanhol. Não deve ser confundido com índice. fotografias. se muito numerosas. Recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração. e Zusammenfassung. palavras-chaves e/ou descritores. é utilizado apenas um parágrafo na linha inicial. em um único parágrafo. plantas.

indicativo numérico. que é a apresentação concisa do texto (ANEXO S). . com o título SUMÁRIO no alto e centralizado. sem indicativo de numeração. que aparecem antes o sumário. com exceção da dedicatória. É desnecessário em trabalhos pouco extensos ou pouco divididos. seções ou partes de cada volume. ligado ao título por uma linha pontilhada. quando houver. dos agradecimentos e da epígrafe. . . d) cada capítulo. Se o trabalho for apresentado em mais de um volume.número da folha inicial. b) relacionando os títulos dos elementos pré-textuais. em cada um deles deve constar o sumário completo do trabalho. Deve se apresentar da seguinte forma: a) em folha distinta.título. dos elementos textuais (dos capítulos.13 também com resumo. seção ou parte deve apresentar os seguintes dados: . especificando os capítulos. c) relacionando os títulos dos elementos pré-textuais. das seções ou das partes) e dos elementos pós-textuais com o mesmo padrão gráfico empregado no texto. após os resumos e as listas de ilustrações.

2. deve-se colocar também objetivos específicos. permitindo ao leitor compreender e interpretar os resultados. Também deve ser apresentado no verbo infinito e se necessário. sendo direcionado para a conclusão final da pesquisa. são as partes principais do texto. É dividido em seções e capítulos ou somente capítulos.1 Objetivos É um elemento essencial que se caracteriza como a ampliação dos objetivos apresentados no Projeto de Pesquisa.2 Materiais e Métodos Compreende a descrição concisa e completa da metodologia utilizada. 5. Pela finalidade a que se destina. Fornece os antecedentes que justificam o trabalho. são descritas de acordo com a nomenclatura oficial. pode ser estruturado de maneira diversa geralmente consistindo em introdução. materiais e métodos. desenvolvimento e conclusões. resultados. deve ser colocada somente na primeira vez em que a espécie é mencionada no texto. discussões e conclusões.2 DESENVOLVIMENTO OU CORPO São as seções ou capítulos que compõem o conteúdo do trabalho. . Contudo. 1846). 5.2. podendo haver subseções. assim como a reprodução do estudo e/ou utilização do método. a fundamentação teórica. métodos e procedimentos seguidos. bem como um resumo dos objetivos. focaliza o assunto a ser tratado e como foi elaborado. a descrição completa. descrevendo com detalhes a pesquisa e como foi desenvolvida. 5. 5.14 5 ELEMENTOS TEXTUAIS É a parte do trabalho em que o assunto é tratado e desenvolvido. geral e específicos. É composto pelos objetivos.1 INTRODUÇÃO Introdução é a seção do trabalho em que o assunto é apresentado como um todo. Cada um dividido em capítulos próprios. Exemplo: Concha (Chicoreus spectrum Reeve. A denominação das espécies.

avaliados e criticados pela sua exatidão. Geralmente é utilizada pelas áreas biomédicas e afins (UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Na conclusão. 5. exata. estabelecendo.) compreende o instrumental empregado e a descrição das técnicas adotadas. Assim. Geralmente o termo é empregado pe las áreas humanísticas e afins. em registro de casos clínicos e cirúrgicos. Ao autor caberá esclarecer todas as limitações de seu experimento. apresentando novas perspectivas para a continuidade da pesquisa. Tem por finalidade recapitular sintéticamente os resultados da pesquisa elaborada. isto é. 2000. a critério do autor. clara e lógica.3 Resultados e Discussões Os resultados devem ser apresentados de forma objetiva. As respostas que não corroborarem com fatos ocorridos em experimentos similares de outros autores. dando subsídios para conclusões e resumo. 30).. além da descrição do procedimento analítico usado.4 Conclusões ou Considerações Finais É a síntese dos resultados do trabalho.15 (. Devem ser incluídas. generalizações e princípios básicos de comprovação experimental. técnicas e equipamentos utilizados. os positivos e os negativos. população estudada. Esta denominação é geralmente utilizada pelas áreas tecnológicas e afins. Casuística e métodos é a denominação empregada quando o trabalho é baseado em pesquisa envolvendo seres humanos. p. figuras e fotografias. sugerindo novas abordagens a serem consideradas em trabalhos semelhantes. que tenham algum significado. cautelosamente. amostragem. bem como sobre o seu alcance. O autor manifestará seu ponto de vista sobre os resultados obtidos. são demonstradas as relações entre as causas e efeitos e o autor pode passar a deduções paralelas.2. sendo que. os resultados podem ser agrupados e apresentados em sub-capítulos. na apresentação dos fatos (resultados). . A interpretação analítica dos resultados deve ser fundamentada em fatos circunstanciados e à luz dos conhecimentos científicos. Devem ser incluídos tanto os resultados esperados como os não esperados. quadros. o autor deve apresentar os resultados mais importantes e sua contribuição ao tema. Os valores obtidos são comparados com os de outros autores. Os resultados obtidos na pesquisa são analisados. Metodologia é o conjunto de métodos ou caminhos utilizados para a condução da pesquisa e deve ser apresentada na seqüência cronológica em que o trabalho foi conduzido. utilizando-se tabelas.. informações sobre o local da pesquisa. que completam o texto.2. 5. quando cabíveis. aos objetivos e/ou às hipóteses apresentadas. devem ser ressaltadas.

No cabeçalho de cada coluna.. b) o corpo estrutural das tabelas.2 Ilustrações As ilustrações compreendem as tabelas e as figuras. quadros.1 Tabelas É o conjunto de dados associados a um fenômeno. 5. Recomenda-se deixar dois espaços duplos entre: a) o texto que antecede tabelas.1 Citações Citação é a menção da informação extraída de outra fonte para esclarecer. Completam o texto e devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho a que se referem.3. c) texto imediatamente subseqüente respectivo a cada um. devem ser continuados na página seguinte. indica-se tabela. . Se não couberem em uma página. sem fechamento na parte inferior. 5.2. Os tipos de citações e seus procedimentos de uso encontram-se na Seção 6. ilustrações etc.3. As tabelas são construídas utilizando-se dados obtidos pelo próprio pesquisador. ilustrar ou sustentar o assunto apresentado. devendo o título ser repetido na outra página acrescido da palavra continuação (ANEXO T). que expressam as variações qualitativas e/ou quantitativas desse fenômeno. Ao fazer referência à tabela no texto. indica-se o seu conteúdo e pode-se fazer uso de notas de rodapé quando necessário. ambos recebem a denominação de figura. quadros etc.3 ELEMENTOS DE APOIO AO TEXTO 5. recebendo um título claro e conciso. Têm a finalidade de sintetizar dados. Quando houver quadro e figura. não se usando plural para mais de uma. e o título que o identifica. Não se deve fechar lateralmente as tabelas e nem mesmo colocar traços horizontais separando os dados numéricos. dispostos em uma determinada ordem de classificação. apresentando resultados numéricos e valores comparativos.16 5.3. Cada ilustração deve ter um título e um número.. As ilustrações devem aparecer o mais perto possível do lugar em que são mencionadas e destacadas do texto por espaçamentos. São encabeçados pela palavra que os designa e numerados consecutivamente com algarismos arábicos em todo o trabalho.

data). É a relação de palavras ou expressões de uso restrito ou sentido obscuro.2 Glossário Elemento opcional. A abreviatura é usada somente no singular. 5.3 Gráficos Basicamente. . como IBGE. revistas e outros.2 Figuras Considera-se figuras os mapas. devem obrigatoriamente figurar na lista de referências. ver Seção 7. 5. precedido da palavra figura com o respectivo número. mesmo quando se fizer referência a mais de uma figura. fotografias. elaborado em ordem alfabética. acompanhada das respectivas definições.17 5. desenhos. independente da numeração progressiva ou das páginas da publicação. gráficos e outros. com a mesma pontuação de uma frase comum. 5.4.3. na margem esquerda. Informações completas sobre Referências.2. Sua indicação pode integrar o texto ou localizar-se no final da frase entre parênteses.2. em seqüência própria. sendo da mesma forma a citação no texto.3. organogramas. em todo e em parte. as orientações para inserção de gráficos seguem o que foi descrito para figuras. O título é precedido da palavra figura acompanhado do respectivo número. quadros. O título deve ser explicativo e constar abaixo da ilustração. consultados e mencionados pelo autor na elaboração do trabalho. Abaixo da legenda deve aparecer a fonte de onde foi retirada a figura (autor. A legenda aparece logo após o título.1 Referências Referência é o conjunto padronizado de elementos que permitem a identificação dos documentos. Os quadros são elaborados tendo por base dados obtidos de outras fontes. A numeração das figuras é feita com algarismos arábicos.4 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS 5. Todos os documentos citados ou não citados no trabalho. estando a referência bibliográfica completa presente na listagem final (ANEXO U).4. fluxogramas. evitando-se a continuação da legenda em página seguinte à da ilustração. livros. com o objetivo de esclarecer o leitor sobre o significado dos termos empregados no trabalho.

. Referem-se a todo material suplementar como tabelas. entrevistas. a fim de completar sua argumentação.3 Apêndices e Anexos Apêndices e anexos são materiais complementares e opcionais ao texto. São identificados através de letras maiúsculas consecutivas e respectivos títulos. Ex: APÊNDICE A. questionários..).. Anexos são informações não elaboradas pelo autor.) ANEXO B – Representação gráfica de contagem de células inflamatórias presentes nas caudas em regeneração – Grupo de controle II (Temperatura. formulários. os mesmos devem figurar em capítulos distintos e sucessivamente. sem prejuízo da unidade do trabalho. mapas. Apêndices são documentos autônomos elaborados pelo próprio autor. Caso o autor opte por colocar os dois recursos.. cronogramas e outros. ANEXO A – Representação gráfica de contagem de células inflamatórias presentes nas caudas em regeneração – Grupo de controle I (Temperatura.18 5. que só devem ser incluídos quando forem imprescindíveis à compreensão deste. serve de fundamentação.Avaliação de células musculares presentes nas caudas em regeneração.4. comprovação e ilustração.. desenhos. fluxogramas.Avaliação numérica das células inflamatórias totais aos quatro dias de evolução APÊNDICE B. organogramas. gráficos.

p.19 6 CITAÇÕES E NOTAS Citação é a menção de informação extraída de outra fonte para esclarecer. 583). v. naquele domingo de 1888. tais como apostilas e anotações de aula. p.. 1949). pela instituição responsável ou pelo título incluído na sentença devem ser em letras maiúsculas e minúsculas e.3. 293). a(s) página(s). 1994.) (ASSIS. sendo tomadas como um grupo relevante para estudos evolutivos (LACHANCE. 1967. que o regente sancionou (. 1977).. Oliveira e Leonardos (1943. Este(s) deve(m) seguir a data. rotineiros ou de domínio público. tomo(s) ou seção(ões) da fonte consulta. nas citações diretas. Califórnia. “Apesar das aparências. ilustrar ou sustentar o assunto apresentado. separado(s) por vírgula e precedido(s) pelo termo. Exemplos: As leveduras têm sido o tema central de diferentes trabalhos. Meyer parte de uma paisagem da crônica de “14 de maio”. que o(s) caracteriza. quando estiverem entre parênteses. bem como citações provenientes de publicações de natureza didática. e grande sol. Especificar no texto e de forma abreviada... a desconstrução do logocentrismo não é uma psicanálise da filosofia (. devem ser em letras maiúsculas. p. em 1928 (MUNFORD. o(s) volumes(s). Devem ser evitadas citações referentes a assuntos amplamente divulgados. . conforme a classificação proposta por Authier-Reiriz (1982).. de A Semana “Houve Sol. 146) dizem que a “ (.)” (DERRIDA. que reproduzem de forma resumida os documentos originais.. separado(s) por vírgula. Exemplos: A produção de lítio começa em Searles Lake. 6.) relação da série São Roque com os granitos porfiróides pequenos é muito clara”. A ironia seria assim uma forma implícita de heterogeneidade mostrada. em que Senado votou a lei. Este(s) deve(m) seguir data.1 REGRAS GERAIS As chamadas pelo sobrenome do autor.

ao seu lado. Parte do trecho transcrito pode ser omitido. devendo-se. que vem incorporada ao parágrafo.) e os conventos começaram a se despovoar. p. de até cinco linhas. 1979. com o corpo da letra menor que o texto. p. fazendo-se uso de reticências entre parênteses. por exemplo não é facilmente acessível. Exemplo: “A industrialização rural não deve ser considerada como um objetivo final. a data e a página de forma abreviada. Conforme se lê em Luna (1947. os pajés tinham ainda o poder de estabelecer contato com os animais: O urubu-rei. no caso de citação textual curta. indicar o nome da fonte de onde foi extraída a citação. à ortografia e à pontuação original. Deve-se colocar o nome do(s) autor(s).2 TIPOS DE CITAÇÕES 6. 21). 1983. a ponto de. o marinau sobe pela “escada do Jabuti” (nome dado à via láctea) dissociando o físico do espírito com o uso do tabaco. com mais de cinco linhas.” . No caso de citação longa. sem as aspas. o trecho é transcrito em parágrafo distinto. Então. terminando na margem direita do trabalho. Diz-se que antes de atender ao pajé. foram trancados de vez os noviciados (.” (LEITE. Há dificuldades várias a vencer antes da consulta. Esta bebida é intragável para os vivos. ao final do trecho. respeitando-se todas as características formais em relação à redação. muitos deles ficaram com um ou dois religiosos e em geral de idade avançada. p. 105). um outro urubu-espírito toma-a em seu lugar. Enganado.20 6. mas como um meio para obtenção de metas mais amplas de desenvolvimento das comunidades rurais. Habita a região celeste e para chegar a ele.. com a continuação do tempo.. Literais ou Textuais São transcrições literais e extraídas do texto consultado. A citação no texto deve ser transcrita entre aspas duplas. 56). “por simples aviso de 19 de maio de 1855 do Ministério da Justiça. O marinau não consegue ingerí-la. Além desse intercâmbio com o mundo dos mortos. o urubu-rei consente em ser consultado pelo médico-feiticeiro (MUSSOLINI.1 Citações Diretas. o urubú-rei dá-lhe a beber uma cuia de caxiri (bebida fermentada) de cadáver.2. Utiliza-se recuo de 4 cm da margem esquerda.

2. Citação de uma obra com dois ou três autores. Não necessita de aspas.. entre parênteses. 1996). há relato de uma experiência bem-sucedida com a geração de produção científica a partir do ensino de metodologia da pesquisa. 1997). Apesar de livre. representam cerca de 70% das consultas recebidas ao longo da existência do DT/USP (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. DURHAM. No caso brasileiro. Citação de uma obra com mais de três autores. enfim. apenas a data é incluída entre parênteses. 1999). mesmo registradas na íntegra. a análise que fazemos delas depende do nosso sistema de valores. Embora muitos autores se refiram à universidade e ao conjunto das universidades como sistema (SCHWARTZMAN. 1993. GARCIA. todos são citados por ordem cronológica. Sei que quando ouvimos e transcrevemos entrevistas.21 6. em caixa alta. do nosso referencial teórico (CHIANCA. separados por ponto e vírgula. Quando o nome autor citado ou título da obra citada estiver incluída na sentença. conforme descrito em Santos e Clos (1994). . optou-se aqui por um modelo que se aproxima bastante desta dissertação (O’DONNEL et al. seguida de reticências e data. 1980). Quando não houver condições de identificar a obra.” (et alli). indica-se o sobrenome do primeiro. Os problemas do cotidiano das empresas e a procura de soluções contidas em tecnologia habituais. já tem verificado um grau inaceitável de repetitividade e de concordância na forma de registro bibliográfico (SOUZA. debates que foram numerosos e ricos. poucos justificam esta terminologia em seus ensaios. 1981. a entrada deve ser feita pela primeira palavra do título. 1999). deve ser fiel ao sentido do texto original. seguido da expressão latina “et al. Ao invés de se embrenhar no emaranhado das discussões e dos debates. sem que haja transcrição literal das palavras do autor consultado.2 Citações Indiretas ou Livres É a reprodução de algumas idéias. nem de páginas. SANTOS. aquelas amplamente dominadas e que não exigem novas pesquisas. sobre a adequação da poligarquia pluralista ou das variantes do corporativismo frente à realidade brasileira. Porém.

1992.usadas para transcrição de citações diretas. com exceção da total impossibilidade de acesso ao documento original. “citado por”. Siegel (1984 apud MORGAN JUNIOR. buscando traze-las para a ordem da significação.2. Participar de licitações ritualísticas apenas confirma a regra da oligopolização.. representem os diferentes segmentos da sociedade na qual a instituição se infere..” .22 Desse modo. ao lado da mãe. 1996). seguido de data e página(s) correspondente(s). b) aspas simples ' ' – usadas quando a citação já contém expressões ou palavras entre aspas duplas: Descreve ainda Capalbo (1983) que. de Conselhos Sociais que. 6. 1994). Usa-se a expressão latina “apud” ou sua tradução em português. É um recurso que deve ser evitado. pensamento crítico está para a educação como a racionalidade está para a filosofia. logo após o parto ou algumas horas depois.4 Sinais e Convenções São recursos utilizados para indicar características na citação: a) aspas duplas " " . “O sistema consiste em colocar o recém-nascido no berço. Faz-se a referência completa dessa fonte consultada. 29 jun. procura ‘ir às coisas nelas mesmas’. como no caso de documentos muito antigos ou com barreira lingüística. em cada estado. caso não haja autor do artigo e/ou matéria. As publicações periódicas são citadas pelo título. durante a estada de ambos na maternidade” (HANURARI apud GUARAGNA. 201). pois aquelas não são necessariamente empecilhos para se tornar um fornecedor privilegiado (VEJA. literais ou textuais. seguida da indicação da fonte secundária efetivamente consultada. 6.3 Citação de Citação É a menção a um texto do qual se tomou conhecimento apenas por citação em outro trabalho. na sua composição. prevê-se a instalação.. na lista de bibliografias. 1995) define pensamento crítico como sendo apropriadamente movido por razões.2. p. tem como função essencial contribuir para a formulação de políticas acadêmicas e financeiras para as instituições de ensino superior públicas (PROPOSTA. “a atitude fenomenológica procura ‘mostrar’ a experiência vivida que temos do real. Para este autor.

ajudava-o com a sua experiência.) i) grifo _____ . (?) foi usado nos exemplos (... em discurso proferido em 25 de agosto de 1967.usado para destacar a citação. imediatamente após o trecho grifado. L. p. 1989. a expressão (grifo nosso) ou (grifo do autor): Como nos chama atenção Lucília Machado. anotações de aulas). 1971. de antigos conceitos no ato de assistir (. g) parênteses (?) – suscita dúvida ao texto citado: “Para enfatizar a importância da coexistência.. C. – Unesp-Assis. 23)... 34). comunicações.) é o fazer quem determina através da sua prática a evolução e/ou adaptação. debates. 1983. f) parênteses (!) – indica ênfase à citação: “Citar um autor do qual se utilizou uma idéia ou uma informação é pagar uma dívida”(!) (ECO. endossando uma visão de democracia e de pluralismo que não se coaduna com idéia de indivíduos e grupos segmentos definindo o que melhor lhes convém. p. j) parênteses (informação verbal) – indica informação de dados obtidos através de informação oral (palestras. d) parênteses ( ) – indica acréscimos ou explicações necessárias à compreensão do texto: Em decorrência. 2). Antônio nas suas excursões. e) parênteses (sic) – indica incorreções e incoerências: “D. Deve-se registrar. (informação verbal) .. alertava que a Universidade deveria saber que a plenitude da vida se alcança com o desejo de um futuro.indica chamadas para nota de rodapé em comunicações pessoais: A INSTITUIÇÃO DO ESTÁGIO: UMA REFLEXÃO SOBRE OS ANALISADORES William Siqueira Peres* No rodapé ______________ * Professor do Departamento de Psicologia Clínica da F. p. Não podem ser mencionadas em listas de referências. por ocasião do encerramento das comemorações do Dia do Soldado. o horizonte da polivalência (grifo do autor) dos trabalhadores está sendo colocado pela aplicação das tecnologias emergentes e tem sido interpretado como o novo em matéria de qualificação (1992)..) – indica omissão das palavras ou de parte do texto citado: (.. guiava-o aos lugares onde havia (sic) terrenos auríferos ou pedras preciosas” (ALENCAR.)” (NBR 6023.23 c) asteriscos * . h) Parênteses (. somente em nota de rodapé: Flávio Suplicy de LACERDA. como aponta Little (1998): (eles) advogam uma reforma democrática radical.

via de regra. executada por auxiliares e técnicos de enfermagem (WALDOW. usar os termo (no prelo) ou (em fase de prépublicação): Segundo CANEPARO (em fase de elaboração).. 6. Nas citações diretas.. Quando a menção ao nome do autor está incluída no texto.24 Para DEMO(1998). a dialética acredita que a contradição mora dentro da realidade (informação verbal)² . L.3. da data de publicação. o sobrenome do(s) autor(es) é mencionando em letras maiúsculas. No rodapé: ____________ ¹ CANEPARO. o mesmo é escrito normalmente com a data de publicação entre parênteses. organizada alfabeticamente. Melo (1987) e Macedo(1990) apresentam várias metodologias (. 1998) entre outras causas. O indivíduo e a organização. Deve-se garantir que a referência completa do documento figure em lista final do trabalho.1 Sistema Alfabético (autor-data) Neste sistema. k) parênteses (em fase de elaboração) – indica que o trabalho citado está em fase de elaboração. pessimismo crônico: máscara para o ócio ou patologia. após a citação. deve-se acrescentar a página de forma abreviada. entre parênteses. No rodapé: ____________ ² Comunicação pessoal do autor (24 de julho de 1998).3 SISTEMAS DE CHAMADAS As citações devem ser indicadas no texto por um sistema pré-estabelecido. Pode-se ainda. o qual deve ser mantido em todo o trabalho. Brunetti (1983). L. 6.). todo o comportamento humano decorre da concepção que nós temos da realidade¹. seguida de vírgula. . O “fazer” em enfermagem é. por serem elas pertencentes ao maior contingente de pessoal dentro da profissão.

c) remeter o leitor a outras partes do trabalho. Paulo Vaccari. pela descentralização e democratização da administração municipal. trabalhos não publicados ou documentos de divulgação restrita. a Residência se configura como um Programa que deve ter continuidade. nome da instituição e endereço.³² No rodapé: _____________ ³² VACCAVO. .25 6. com espaço simples de entrelinhas e cada nota iniciando nova linha.” 5 No rodapé: _____________ 5 Trecho tirado do folheto da campanha eleitoral do candidato Jorge Roberto Silveira à prefeitura de Niterói. Universidade Federal do Rio de Janeiro. a ser apresentada à Escola de Enfermagem Ana Néri. 6. Arte da enfermagem: efêmera. assegurando uma proposta pedagógica que permita o desenvolvimento da profissão como uma prática “viva” e social. a outras obras ou fontes. sendo assim chamadas de notas bibliográficas. 2000.4 NOTAS As notas são utilizadas quando o autor sente necessidade de fazer esclarecimentos ou considerações suplementares importantes. pela possibilidade de oferecer às(aos) recém graduados(os) a oportunidade de se habilitarem melhor para o desempenho de suas atividades profissionais. Podem ser empregadas para indicar fontes bibliográficas. . como: .4. Tese de Doutorado em Enfermagem. não incluídos na lista de referências. informações obtidas por meio de canais informais.informações obtidas através de canais informais. iniciado na margem esquerda.trabalhos apresentados em eventos. . ainda não publicados.1 Notas de Rodapé São anotações colocadas preferencialmente ao pé da página e separadas do texto por um traço horizontal de 3 cm aproximadamente. graciosa e perene. As notas de rodapé são explicativas e têm as seguintes finalidades: a) referir o autor. especialmente trabalhos não publicados ou comunicações pessoais considerados importantes pelo autor. não publicados. Devem ser grafados em letra menor que a do texto. b) fazer certas considerações suplementares ou marginais que não caberiam no texto sem quebrar a seqüência lógica. Vale considerar aqui o seguinte lema de campanha do candidato vencedor: “por um governo participativo.trabalhos em elaboração. Exemplos: Decorre daí que na visão dos depoentes.

AITKEN. 1994. Pascal . usando espaço simples entre as linhas e espaço duplo para separá-las.5 Autor desconhecido Em caso de autoria desconhecida a entrada é feita pelo título. As referências devem ser digitadas.1. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro. E. B.2 Dois Autores SÓDERSTEN.. 288 p. 7.1. Florianópolis: Insular.1. 7. ou seja. sendo a primeira palavra deste em letras maiúsculas. O prenome pode ser completo ou abreviado. MOREIRA. ed. O termo anônimo não deve ser usado em substituição ao nome do autor desconhecido: DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro.1. seguidos de espaço. M. 1993. . Imposto de renda das pessoas físicas: livro prático de consulta diária. 104 p.1. 1996.4 Mais de Três Autores Quando houver mais de três autores. R. M. International economics. 714 p. 640 p.1. Deve-se contudo. V. V. Rio de Janeiro: Campus. observar a padronização neste procedimento. Reengenharia mental: reeducação de hábitos e programação de metas. se uma referência for feita de forma completa todas as outras devem ser completas.1. Edwin. Peter Norton: a bíblia do programador. 1997. ROY.. A.1 Um Autor SCHÜTZ. London: MacMillan. São Paulo: Frase. 7. G. ed. 6.26 7 REFERÊNCIAS As referências bibliográficas vêm em lista após o texto.1 Autor Pessoal Indicar o sobrenome. LOPES.1 REGRAS GERAIS DE AUTORIA 7. 1994.1. 7. seguido do prenome. indicar todos: BRITO. organizada em ordem alfabética. WILTON. GEOFREY. Robert. em caixa alta.1..3 Três Autores NORTON. 7.1. 3.. separados entre si por ponto e vírgula.1. antecedendo os anexos. 7. Peter .

Poesias completas. Obra completa: volume único. a entrada da obra é feita pelo sobrenome. 3. ed.27 7. etc. Adaptadores. Informações pesquisas e pesquisadores em Enfermagem. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM. 1988. 7. 1995. . 279 p.1 a 5. 7. devese adotar as mesmas regras para autoria.1. São Paulo. 3. BIBLIOTECA NACIONAL (Lisboa). Rio de Janeiro: Nova Aguilar. Bibliografia Vicentina. ed. em caixa alta. ALVES. Rio de Janeiro.5) BOSI.9. Centro de Estudos em Enfermagem. Castro. Rio de Janeiro: Schmidt. 1942. este deve ser adotado na referência. por extenso.1. 1971. Rio de Janeiro: Divisão de Publicações. v.]. seguido das abreviaturas correspondentes entre parênteses. Instituições. (ítens: 5. quando houver: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. 1916.1. Tristão de [Alceu Amoroso Lima]. INSTITUTO NACIONAL DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL (Brasil). é facultativo substituir o nome do autor das referencias subseqüentes por um traço equivalente a seis espaços. usar a área geográfica. editor.) Obras de cunho administrativo ou legal de entidades independentes. Quando a responsabilidade intelectual de uma obra for atribuída a um organizador. O conto brasileiro contemporâneo. 1931. 1976.n. Anuário astronômico. entrar diretamente pelo nome da entidade.1. 3. 19.1.9 Autor Entidade Coletiva (Associações. Rio de Janeiro: Ediouro. ed.7 Autor Repetido Quando se referencia várias obras do mesmo autor. local.1. 7.). 293p.8 Organizadores. coordenador. 1978. 230p. São Paulo. Bibliografia do folclore brasileiro. Nota: Quando a entidade. Instituto Astronômico e Geográfico. ______. BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil). Classificação Nacional e patentes. 124 p..1. Quando houver mais de um organizador ou compilador.ed. São Paulo: Cultrix. considerando a subordinação hierárquica. vinculada a um órgão maior. Debates pedagógicos.1. Nomes homônimos. A (Org. 1979. tem uma denominação específica que a identifica. desde que seja a forma adotada pelo autor: ATHAYDE. Editores. Compiladores. Lisboa: [s. etc. 300p. a entrada é feita diretamente pelo seu nome.6 Pseudônimo No caso da obra publicada sob pseudônimo. Empresas.

2.1.2 ELABORAÇÃO DAS REFERÊNCIAS 7.2. Educação profissional: um projeto para o desenvolvimento sustentado. 7. Resumos: NB-88. A fábrica automática e a organização do trabalho.1 Monografias Consideradas no Todo AUTOR. Petrópolis: Vozes.ed. Rio de Janeiro. Bíblia sagrada.28 7. A. Atlas celeste. estado ou município). ed. 1987. 1980. ano de publicação.1. 1986.1.2. 7.2. Brasília: SEFOR.2 Dicionários AULETE.2. 3. Secretarias e outros) entrar pelo nome geográfico em caixa alta (país. 3 p. R.1. quando houver. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica. Chicago: Encyclopaedia Britannica. 175 p. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueiredo. de F. Edição Ecumênica.4 Enciclopédias THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia.1 Livros DINA. 1995. 5v.3 Atlas MOURÃO. 2. BRASIL. R.6 Normas Técnicas ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 7. 1980. Secretaria de Formação e Desenvolvimento Profissional.5 Bíblias BÍBLIA. 24 p. Local de Publicação: Editor . Dicionário contemporâneo da Língua Portuguesa. ed. Petrópolis: Vozes. 30 v. Ministério do Trabalho. 7. Português.2. C. 5.10 Órgãos Governamentais Quando se tratar de órgãos governamentais da administração (Ministérios. 1984.2.1. Número da edição. 7. 1987.1. 7.1. Rio de Janeiro: Delta. 7. Título da obra. .1. considerando a subordinação hierárquica.

2. 1995.]: OAB. .1. 7.1. Dispositivo numa usina de fundição de lingotes para o avanço do lingote fundido. Anais… São Paulo: ICRS. 1989. Belém. 11.2. 1980.Washington: ASIL.1.1. 39 p. Belo Horizonte. 7. Universidade Federal de Minas Gerais. realizados simultâneamente. 7.8 Dissertações e Teses RODRIGUES. Int CI3B22 D29/00.l.. 25 nov. Anais…[s. 1967. Relatório. 1972.2. deve-se seguir as mesmas regras aplicadas a autores pessoais.1.227p. Nota: Quando se tratar de mais de um evento. n. 7. V.9 Reuniões ANNUAL MEETING OF THE AMERICAN SOCIETY OF INTERNATIONAL LAW.7 Patentes ALFRED WERTLI AG. Rio de Janeiro.PI 8002090. Departamento de Pesquisa Científica e Tecnológica. 1986.Den. USP. São Paulo. Dissertação (Mestrado em Administração) . Revista da Propriedade Industrial.10 Conferências e Congressos CONFERÊNCIA NACIONAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL. 924p. 1.12 Relatórios oficiais COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR. [1986?]. 65. Mimeografado.11 Workshop WORKSHOP DE DISSERTAÇÕES EM ANDAMENTO. Relatório. Washington. 7. 2 abr. 1980.2. Bertrand Reymont. M. 180f.1.17.Faculdade de Ciências Econômicas. 1967.29 7.2. Rio de Janeiro. Proceedings.2.. p. Qualidade de vida no trabalho. 1995.527.

2000. Acesso em: 10 jan. Local de Publicação: Editor . D. Termo In: Autor da obra. C. KOOGAN. William. Navio negreiro.3.Subsídios para a avaliação do custo de mão-de-obra na construção civil. 807-813. P.1. In: FUNDACENTRO. Número da edição.2.2.3. São Paulo: EPUSP. In: OUTHWAITE. 1996.. Budismo.1 Capítulos de Livros NOGUEIRA. ALVES.13 Relatórios Técnico-científicos SOUZA.terra. MELHADO. Rio de Janeiro: Zahar. 7.2. Curso de médicos do trabalho. Dicionário do pensamento social do século XX.3. 38p. HOUAISS. Tom. BUTTOMORE. . Enciclopédia e dicionário digital 98. 1998.htm>.2 Monografias Consideradas no Todo em Meio Eletrônico As referências devem obedecer aos padrões indicados para os documentos monográficos no todo. p. p.. Antonio (Ed.). S. Número ou volume. In: POLIS Enciclopédia Verbo da Sociedade e do Estado: Antropologia. 1991. 5. Ano de publicação. 1987. 2002. l. L. André.47-49. Título da parte. Ciência Política. p.3. páginas inicial-final da parte e/ou isoladas.30 7. Economia.]: Virtual Books. v. acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico..br/virtualbooks/freebooks/port/Lport2/navionegreiro.266-278.2 Verbetes de Enciclopédias MIRANDA. v. 7. U. 5 CD. [S.3 Verbetes de Dicionários HALLISEY. de. B. Regulamento.2.com. Fadiga. 7. J. Direção geral de André Koogan Breikman. 7. Castro. São Paulo. São Paulo: Verbo. Disponível em: http://www. 7. 1974.2. Estadão.TT/PCC/01 ).2. (Série Texto Técnico. Título da obra. Direito.3 Monografias Consideradas em Parte AUTOR da parte. São Paulo: Delta. E.

Páginas inicial e final do trabalho.4 Bíblia em parte Título da parte. 13.4 Monografias Consideradas em Parte em Meio Eletrônico As referências devem obedecer aos padrões indicados para as partes de monografias. Língua. Tratados e organizações ambientais em matéria de meio ambiente. Tradução ou versão. CD-Rom 9. PRADO. p.3. 1967. Belo Horizonte. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueredo. p. 7. 1989. Data de publicação. Entendendo o meio ambiente. In: NOME DO CONGRESSO. l. p. Secretaria do Meio Ambiente. 1. A. 500p. n. Cidade onde se realizou o Congresso. USP.br/sma/entendendo/atual. ORTIZ. data de publicação. 389-412. c1998. Proceedings… Washington: Society of International Law. SÃO PAULO (Estado). ano. Belém. In: Bíblia sagrada.org. 1999. Washington. acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico. M. In: ANNUAL MEETING OF THE AMERICAN SOCIETY OF INTERNATIONAL LAW. . Título do trabalho. 1967. Disponível em:<http://www. MORFOLOGIA dos artrópodes. A. 1980. Total de páginas ou volumes. 1989. Páginas inicial e final da parte. Edição Ecumênica. In: _____. 1986. São Paulo. In: Título..1. A H. RODRIGUES.2. 6-12.2. M.bdt. 1995. In: WORKSHOP DE DISSERTAÇÕES EM ANDAMENTO. The Algerian of independence. 1995. Uma investigação na qualidade de vida no trabalho. Notas (se houver).]: OAB. Acesso em: 8 mar. Local: Editora. A. Português.]: Planeta De Agostini. In: ENCICLOPÉDIA multimídia dos seres vivos. Título (Anais ou Proceedings ou Resumos…). In: ENCONTRO ANUAL DA ANPAD. T 7. [1986?]. 1999. Anais… Belo Horizonte: ANPAD. JÓ. 61. 455-468. V. p. 924p. L.l.31 7. Interpolação de imagens médicas. htm>.3. 348p. [S. Anais…São Paulo: IMCS.2. Anais… [s. 654 p. Formas alternativas de estruturação do Poder Judiciário. . 11. Bíblia.5 Trabalhos apresentados em eventos científicos AUTOR. A. FRALEIGH. v.In: CONFERÊNCIA NACIONAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL. São Paulo.2. Rio de Janeiro: Encyclopedia Britânnica. Local de publicação: Editora. 207-208.

12. mar.32 7. (Série Legislação Brasileira). Decreto n. 1984. 9273. de 4 de janeiro de 1984. 7.. Do parecer no tocante aos financiamentos gerados por importações de mercadorias. Legislação Federal e Marginália. Dados da Publicação que publicou. mês e ano).. de 29 de dezembro de 1982. 521-522.5 Documentos Jurídicos 7.5. Tipo de documento. Parecer normativo.ed. Legislação Federal e marginália BRASIL. Notas. Ementa (quando houver).ECT do sistema de arrecadação. São Paulo. p. 1. v./mar. São Paulo. 6.. 1. maio/jun. São Paulo: Saraiva. v.Secretaria da Receita Federal. Relator: Ernani Garcia dos Santos. 4.2. trim. Dados da publicação que publicou o parecer. Lei ou Decreto .994.3 Pareceres AUTOR (Pessoa física ou Instituição responsável pelo documento). BRASIL. Desliga a Empresa de Correios e Telégrafos . trim.4 Portarias.5. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência. 7.1260. Local: Editor. Constituição (1988)./mar. 1996. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência. cujo embarque tenha ocorrido antes da publicação do Decreto-lei n. BRASIL. Portaria n.271.3-4. p. 89. de 21 de março de 1996. Resoluções e Deliberações AUTOR. . BRASIL. 1990. Título. . Ementa. Torna obrigatório a inclusâo de dispositivo de segurança que impeça a reutilização das seringas descartáveis. Ano de publicação. Trim. ESTADO ou MUNICÍPIO. Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988.2.5. 1984. Constituição (data de promulgação). BRASIL. ESTADO ou MUNICÍPIO. n. data (dia. Lei n. 7. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência. 2.1 Constituições PAÍS. p.742-743. de 23 de março de 1984. 168 p. jan. Ementa. Legislação Federal e Marginália.5. 60.1996. 3. Legislação Federal e Marginalia..2 Leis e Decretos PAÍS. Tipo.São Paulo. número e data (dia.2. jan. (entidade coletiva responsável pelo documento). Trim. n. e data (dia. Secretaria da Receita Federal. 48. de 3 de maio de 1996.1. p. Número de páginas ou volumes. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência. Dispõe sobre documentos e procedimentos para despacho de aeronave em serviço internacional.2./abr.. São Paulo. Dados da publicação que publicou a lei ou decreto. mês e ano) do parecer. n. Organização do texto: Juarez de Oliveira.2. mês e ano).

5 Acórdãos. do recurso (apelação.1 Coleções TITULO DO PERIÓDICO.in. Coisa julgada. Aprova as instruções para escolha dos delegadoseleitores . DJ. ISSN (Quando houver).1. 1989. Trim. Altera a legislação tributária federal. 75-RJ. de 7 de dezembro de 1999. 20 nov.3. Alegação de violação da lei e de coisa julgada repelida. n. Nome da Corte ou Tribunal. . jan. inscrição em concurso para cargo público. de imprecisão na identificação e localização do imóvel objeto da demanda.33 CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. Ementa (quando houver). 1998. Local de publicação (cidade) : Editora. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência. v.br/ jurisnet/ sumus STF.887. Decisões. etc. ano dohy5 primeiro e último volume.425-426. Relator: Ministro Barros Monteiro.asp?id=LEI%209887. precedida da palavra (acórdão ou decisão ou sentença) Dados da publicação que o publicou. jan. 1990. Súmula nº 14. Partes litigantes. p. DF.6 Documentos Jurídicos em Meio Eletrônico BRASIL.5. BRASIL. mandado de segurança. Acesso em: 22 dez. Disponível em: http://www. 1. Legislação Federal e Marginália. Ação rescisória julgada improcedente.2. 1999. habeas-corpus. pois não é de sua índole conferir a propriedade a alguém. Manoel da Silva Abreu e Estado do Rio de Janeiro.gov. efetivo e suplente à Assembléia para eleição de membros do seu Conselho Federal.2. Diário Oficial [da ] República Federativa do Brasil. Data. Inexistência.html.3 PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS 7. 1999. Periodicidade. 7. permanecendo subsistentes ou outros aspectos não impugnados pelo autor. Disponível em: http://www. de 1984. Resolução n. quando houver. 7. Não é admissível por ato administrativo.. ademais. Voto vencedor e vencido. Nome do relator precedido da palavra "Relator". Lei nº 9. Acórdão em ação rescisória n.com.148. Supremo Tribunal Federal. Ocorrência.). Acesso em: 29 nov. Ação Rescisória que ataca apenas um dos fundamentos do julgado rescindendo. em razão de idade./mar. 8 dez.3. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência. São Paulo.truenetm.2. 7. Brasília.7-14. São Paulo. restringir. Tipo e n. 1. de 2 de março de 1984. BRASIL. p.br/mp_leis/ leis_texto. 5. embargo. Deliberações e Sentenças das Cortes ou Tribunais AUTOR (entidade coletiva responsável pelo documento). Ação de consignação em pagamento não decidiu sobre domínio e não poderia fazê-lo. Superior Tribunal de Justiça.1 Periódicos Considerados no Todo 7.

1996. Disponível em:http://vjco.2.3. Revista Brasileira de saúde ocupacional. 1 CD Rom. EXAME. Título da Revista. São Paulo. VIRTUAL JOURNAL OF ORTHODONTICS.3. 1997.8. n. Local de publicação (cidade) : Editora. (abreviado ou não) Local de Publicação. São Paulo. p. 1989-1997.1. jul. et al. número.37-45.2 Periódicos Consideradas no Todo em Meio Eletrônico As referências devem obedecer aos padrões indicados para os periódicos no todo. 1999. n. Notas GAZETA MERCANTIL. Balanço anual 1997. Suplemento. .2 Fascículos TÍTULO DO PERIÓDICO.3. Número do Volume. 1979./dez.3 Periódicos Consideradas em Parte 7. volume. ESPOSITO.31.1 Artigo de Revista AUTOR DO ARTIGO. 1998. out. ISSN: 0103-3786 7. jan. São Paulo. mês e ano. número. Número do Fascículo. Melhores e maiores: as 500 maiores empresas do Brasil.32. 7. Título do artigo. Repercussões da fadiga psíquica no trabalho e na empresa.3. Páginas inicial-final. REVISTA DE DIREITO DA CONCORRÊNCIA. Firenze: VJCO.html. 2003. acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico. mês e ano. I.it/o24/mip.21. Acesso em: 16 jun. Suplemento. Titulo do fascículo.1. v. VEJA.3 Fascículos com Título Próprio TÍTULO DO PERIÓDICO. . Local de publicação (cidade) : Editora. v. volume. Quadrimestral. mês e ano. 7. São Paulo: Editora Abril. n. 7.34 TRANSINFORMAÇÃO. São Paulo: Editora Abril. Campinas : PUCCAMP.3. n. 1997.3.1.

de 1977.2. Título do Jornal. páginas inicial e final do artigo. dia. seção ou suplemento e. A queda do cometa. Rio de Janeiro.4. Separação de isótopos de urânio conforme o processo Nozzle: curso introdutório. Disponível em: <http://www. Florianópolis: Fundação Catarinense de Cultura. Neo Interativa. p. Título do artigo. Caderno de esporte. 9. São Paulo. 7.org/pena_morte_nasciturno. 26 f. VIEIRA. 1995.2 Artigo de Jornal AUTOR DO ARTIGO. Local de Publicação. Marcelo. W. mês e ano. palestras e reuniões. 19 set.2 Notas de Aulas Nota: deve-se evitar as citações de anotações de aula. n. p.1 Fac-símiles SOUZA. 1981.providafamília. Ives Gandra da. OLIVEIRA. de. J. 1986. O ideal é procurar fontes científicas e oficiais do professor e/ou palestrante. da C. São Paulo. htm>. O Estado de São Paulo.4.7. 7. Belo Horizonte.3. Acesso em: 19 set. Nota: Os meses devem ser abreviados de acordo com o idioma da publicação. U. 7. 17 ago. 17 mar. Evocações. SUA safra. inverno 1994. SILVA. Quando não houver seção. Cássio Leite.4 Partes de Periódicos em Meio Eletrônico As referências devem obedecer aos padrões indicados para os artigos de periódicos.35 7. Notas de Aula.Judô: Educação física e moral. KNAPP. pois os mesmos não figuram como fontes fidedignas. Edição fac-similar. Número ou Título do Caderno. O Estado de Minas. acrescidos das informações relativas à descrição física do meio eletrônico. LOPES. Folha de São Paulo. . seu dinheiro. P.3.3.4 OUTROS TIPOS DE DOCUMENTO 7. 1 CD-ROM. caderno ou parte. Pena de morte para o nasciturno. a paginação do artigo precede a data. 1998. 404 p. 5-30 de set. 1998.

4. Livro n.3 Trabalhos Não Publicados ALVES. Biblioteca Central. E.4.4. . Uberlândia.7 Convênios NOME DA PRIMERA INSTITUIÇÃO. data. A. 7.Brasília. O local é designativo da cidade onde está sendo executado o convênio.5 Bulas ( remédios) TÍTULO da medicação. Responsável técnico (se houver). CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO CNPQ. São Paulo: Mercador. . BRASIL turístico: Anoitecer sobre o Congresso Nacional . LOCAL. 7.. o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia . [ 199?]. Título. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. ano de fabricação. NOVALGINA: dipirona sódica. Número de unidades físicas: indicação de cor.UFSC. J. 7. 1996. Local: Editora. Termo de compromisso que entre si celebram o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico . 1. 1 cartão postal: color.6 Cartões Postais TÍTULO. Local: Laboratório. Título e data. da M. p.4.36 7. C.CNPQ. local. 100 p. Livro 50. Ata da reunião realizada no dia 4 de julho de 1997. Florianópolis.IBICT e a Universidade Federa de Santa Catarina . Bula de remédio. inicial-final. Nota: A entrada é feita pelo nome da instituição que figura em primeiro lugar no documento.4 Atas de Reuniões NOME DA ORGANIZAÇÃO.4. PEREIRA. São Paulo: Hoechst. p. Bula de remédio. Trabalho não publicado. por intermédio de sua unidade de pesquisa. ano. Linguagem Forth. B. 7. [198-].

São Paulo: movie Play: 1993.4. COBOS. Direção artística ( se houver). Suíte 1700: con The Royal Philharmoníc Orchestra. Van B. Nota de entrevista MELLO. Manaus: Videolar Amazônica: [ 199?]. L. entrar pelo título. Rio de Janeiro: Sony Music. . p 9-11. Em caso de coletânea. The Grea test Classical Hits . a indicação deve ser feita pela abreviatura L. Os Clássicos dos clássicos. 1 disco compact ( 60 + min. Entrevista concedida a João Gabriel de Lima. Local : Gravadora. 1 disco ( 38 min) : 33 1/3 rpm. 104. microssulcos. número de canais sonoros.4049. Prayers & Promises.) : 33 1/3 rpm. DENVER. Número do disco. v. . 4 set. de. sulco ou digital. faz-se descrição física de acordo com o suporte adotado. Quando o entrevistador tem maior destaque.) : digital.8 Discos AUTOR ( Compositor.): digital. estéreo.Compact discs Nota: A referência de discos compactos (compact discs) difere do disco comum apenas pela indicação de compacto e pela forma de gravação. logo após a data. Parte integrante da revista Caras. 1998. São Paulo: RCA Records. TRACY CHAPMAN. 1974. estéreo. proceder como em documentos considerados em parte. E. O passado no presente. DL: M-23206-94. Título. Executor. Veja. 1990.10 Entrevistas Nota: A entrada para entrevista é dada pelo nome do entrevistado. n. microssulco. entrar por este. 1988. 7. São Paulo.. Beethoven: com Pastoral Emporor Moonlight sonata.4. Poems. LUDWIG. NOME DO ENTREVISTADO.4. 1528. 7. Intérprete). 188163/1-467603. Referência da publicação. São Paulo: Elektra. JÓIAS da música. 1 disco ( 15 min. J.): 33 1/3rpm.37 7. número de rotações por minuto. Para entrevistas publicadas em periódicos. 1 disco compacto ( 47 min. estéreo. Para referenciar entrevistas gravadas. Nota: Caso seja referenciado apenas 1 lado do disco. A. 670.1. Título. microssulco. GCH 2404.9 CD . estéreo. C. 1 disco ( 45 min. L.4170-A. estéreo.

7.12 Filmes e Vídeos TÍTULO. Número e tipo de fitas (duração): tipo de gravação Título de série. 1 videocassete (40min. na dimensão. son. Produtor. São Paulo: Polygran.. Local: Gravadora. 1 mapa: 78 x 57 cm. Ano. son. Título. Roteirista e outros). Sem narrativa. Pablo. ano. Escala: 1:800:000 . Local: Editora. Produção de Jerry J. Série. Autor e indicação de responsabilidade relevantes (Diretor. de unidades. Intérprete ). Produção de Jean-Jaques Annaud. Escola Técnica Federal de Santa Catarina. 17.): color. (90 min. Descrição física com detalhes de n. Tucson: Lawuers & Judges Publishing. duração em minutos. KELLO. data.13 Fotografias AUTOR (Fotógrafo ou nome do estúdio) Título. Título. 1 Videocassete (130 min. 1 cassete son. Eubanks. O NOME da rosa. Realizador. Referenciar globos como mapas. Port. 7.): VHS.. o diâmetro do globo em centímetros.4. precedido da abreviatura fot. quando existir. Número de unidades físicas: indicação de cor. Nota: A fotografia de obras de arte tem entrada pelo nome do autor do original. 1990. color.): VHS. 1958. Escala.14 Mapas e Globos AUTOR.4. transcreve-se primeiro a altura. 7.5 x 13 cm. notas especiais. [Florianópolis]. Ntsc.11 Fitas Gravadas AUTOR (Compositor. altura x largura. Número de unidades físicas: indicação de cor. por exemplo. PANTANAL. Departamento Estadual de Geografia e Cartografia. Mapa geral do Estado de Santa Catarina. Esta informação deve preceder o número de fotos. legendas ou de gravação. Nota: Ao indicar as dimensões do mapa. dimensões. sonoro ou nudo. substituíndo o número de unidades físicas pela designação globo e indicando. color. 1997. Legendado. São Paulo: Tw Vídeo distribuidora. seguido do título e da indicação do nome do fotógrafo. Coordenação (se houver). 1994.. SANTA CATARINA. 1986. Didático. 1 álbum (28 fot. Tratando-se de um conjunto de fotografias com suporte físico próprio como.38 7.4. um álbum. PEDESTRIANT reconstruction.) : estéreo. ano.4. se houver. Local: Produtora e distribuidora. NTSC.

IBICT. data. Mauro. Notas.4. [197?]. Local: Produtor. Washington: Pan American Development Foundation. 30 slides.39 7. 8283-8431. Estudo da motricidade articulatória e da memória auditiva em distúrbios específicos de desenvolvimento da fala. Tese(Doutorado em voz) Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. jul. Brasília: IBICT. M. 7. Florianópolis. 95 min. 7. Viver ou morrer. INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA . 3 microfichas. Local: Editora. Bases de dados em Ciência e Tecnologia. 1 CD-ROM. SPINELLI.5 OUTROS DOCUMENTOS ELETRÔNICOS 7. seguida da indicação de unidades físicas e da largura em milímetros. 7. 27. AMORIM. São Paulo. 1941. [197?]. audiocassete.4. quando houver.15 Microfichas Nota: referenciar como a publicação original.4. v.1 Base de Dados em Cd-Rom Consideradas no todo AUTOR. precedida de dois pontos. color. após o número de unidades físicas. de.17 Slides (diapositivos) AUTOR. 1996. dimensões em cm. 1 bobina de microfilme. color. Rio de Janeiro: Sonoro-Vídeo. usar a abreviatura neg. . Título. O ESTADO.5. Número de slides: indicação de cor. Acompanha texto. 1973. Tipo de suporte. Sendo em negativo. mencionando-se ao final. 35 m.. A MODERNA arquitetura de Brasília. ano. H. n. 10 slides. Título. o número de microfichas e redução.16 Microfilmes Nota: Referenciar como a publicação original./dez.

PEIXOTO. Notas. Título (Assunto). Deus não se agradou dele e de sua oferta. Quando o e-mail for cópia. separados por ponto e vírgula.reposta. Mensagem recebida por < e-mail do destinatário> data de recebimento. M.org>. In: AUTOR DO TODO. H.toefl.5. Catálogos de Universidades.2 Base de Dados em Cd-Rom Consideradas em Partes AUTOR DA PARTE.com.5. TOEFL brienfieng number (mensagem pessoal).ufsc. Mensagem recebida por <educatorinfo@gets. Disponível em: Evangelicos-l@summer. Assunto da mensagem (mensagem pessoal). apresenta. Local: Editora. de F. Apresenta endereços de Universidades nacionais e estrangeiras. Quando tratar de mensagem . Acesso em : 22 maio 1998. 7. 1 CD-ROM.. Acesso em: data. do cabeçalho da mensagem recebida. a entrada dar-se-á pelo nome da mensagem original ou do autor da mensagem. Acesso em: 19 maio 1998. Evangélicos. 7. Título.40 7.. Mensagem disponível em: <endereço da lista> Acesso em: data. ETSnet. M. Serviço de Referência.. A. MARINO.br>. In: IBICT. Acesso em: 19 maio 1998. Nome da lista .4 Mensagem Recebida em Lista de Discussão AUTOR da mensagem.br. desenvolvida por. Disponível em:. 7. BRAGA. sempre que possível.). Nota: Caso trate-se de resposta de terceiros.5 Homepage AUTOR. Tipo de suporte.3 E-mail AUTOR DA MENSAGEM.5. dia mês e ano. poderá ser acrescentado o demais destinatário após o primeiro. Disponível em: <http://www.. etc. Re ( Replay) deve preceder o título. quando houver. Informações complementares (Coordenação.org> em 12 maio 1998. Base de dados em Ciência e Tecnologia.com.bu. Toefl on line: Test of english as a foreign language. V. Nota: As informações devem ser retiradas. Biblioteca Universitária. 1996. data. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Brasília: IBICT. Título do todo. Disponível em: <http://www.5.. Título da parte. <Endereço> . Função citação como fator de recuperação de uma rede de assunto.. .

2003. 2002. PR : Dental Press. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação . NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de documento escrito: apresentação. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração . Sistema de Bibliotecas. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 2003. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. CURTY. 2005. 2003. Rio de Janeiro. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Marlene Gonçalves. 2002. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 2001. dissertações.41 REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Rio de Janeiro. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. NBR 10719: informação e documentação: apresentação de relatórios técnicos-científicos: apresentação . Maringá. Guia para apresentação de trabalhos acadêmicos. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação . NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação . monografias e trabalhos acadêmicos. 1989. Anamaria da Costa. Curitiba : Ed. 2002. UFPR. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. NBR 12225: informação e documentação: lombada: apresentação . NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação . 2000. dissertações e teses. NBR 15287: informação e documentação: projeto de pesquisa: apresentação . Rio de Janeiro. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 2004. . Rio de Janeiro. CRUZ. Teses.

42 ANEXOS .

Folhas contadas mas não numeradas Elementos condicionado à necessidade . Relatórios e Projetos de Pesquisa Elementos pós-textuais CAPA  ANEXOS REFERÊNCIAS Elementos textuais TEXTO  SUMÁRIO  GLOSSÁRIO FOLHA DE ROSTO CAPA Folhas contadas e numeradas Elementos Pré-textuais.43 ANEXO A – Estrutura de Trabalhos de Conclusão de Disciplinas.

Folhas contadas mas não numeradas SUMÁRIO LISTA DE SIMBOLOS LISTA DE ABREVIATURAS LISTA DE TABELAS ABSTRACT RESUMO EPÍGRAFE AGRADECIMENTOS DEDICATÓRIA TERMO DE APROVAÇÃO Folhas contadas e numeradas ERRATA FOLHA DE ROSTO CAPA Elementos Opcionais Elementos condicionado à necessidade . Dissertações e Teses CAPA Elementos pós-textuais ANEXO(S) APÊNDICE(S) GLOSSÁRIO REFERÊNCIAS CONCLUSÃO TEXTOS INTRODUÇÃO Elementos textuais Elementos Pré-textuais.44 ANEXO B – Estrutura de Monografias.

45 ANEXO C: Formato e Margens Margem superior: 3 cm Margem esquerda: 3 cm Margem direita: 2 cm Margem inferior: 2 cm .

46 ANEXO D – Modelo de Capa UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM RECURSOS NATURAIS LANA PATRÍCIA UCHÔA NATTRODT QUEBRA DE DORMÊNCIA IN VITRO DE SEMENTES DE Passiflora Edulis f. Boa Vista 2004 . flavicarpa Deg.

47 ANEXO E – MODELO DE LOMBADA José Walter de Araújo Ferreira O Quinto Postulado de Euclides segundo a geometria projetiva .

Maria Odileiz Sousa Cruz Boa Vista 2005 .48 ANEXO F . Orientadora: Profa. MSc.Folha de Rosto TEREZINHA GONÇALVES DE CARVALHO A LEITURA EM SALA DE AULA: Escola Estadual Monteiro Lobato Monografia apresentada como prérequisito para conclusão do Curso de Especialização em Ensino e Aprendizagem em Línguas e Literatura.

Cabral. Gardênia Holanda Cabral. ITítulo. Marialva da Conceição Avaliação dos eqüinos e praticantes de equoterapia do Centro de Equoterapia do Estado de Roraima/ Marialva da Conceição Araújo. Monografia (Especialização) – Curso de Especialização em Recursos Naturais.Equoterapia. Universidade Federal de Roraima.49 ANEXO G – MODELO DE FICHA CATOLOGRÁFICA Dados Internacionais de Catalogação-na-publicação (CIP) A663a Araújo. Gardênia Holanda.1 . Orientadora: Profa.Zootecnia. II. 2. 4 – Roraima. CDU. Boa Vista. Dra.Eqüinos.636. 1. 2005. 3.

15 26 35 46 Linha 23 18 12 27 Onde se lê frustação própio revindicar caiu um tombo Leia-se: frustração próprio reivindicar levou um tombo .50 ANEXO H – MODELO DE ERRATA ERRATA Pág.

Moisés Mourão Jr.51 ANEXO I – MODELO DE FOLHA DE APROVAÇÃO DORENILDA DA SILVA CARDOSO LEVANTAMENTO DAS ESPÉCIES CULTIVADAS EM PROJETOS DE ASSENTAMENTO DO INCRA DO ESTADO DE RORAIMA Monografia apresentada como pré-requisito para conclusão do Curso de Especialização em Recursos Naturais da Universidade Federal de Roraima. José Beethoven Barbosa Curso de Agronomia .UFRR . Dr. Orientador / Embrapa Roraima ______________________________________________ Ms. MSc. defendida em 21 de novembro de 2004 e avaliada pela seguinte banca examinadora: ______________________________________________ Prof. Haron Abrahim Magalhães Xaud Embrapa Roraima _________________________________________________ Prof.

52 ANEXO J – MODELO DE DEDICATÓRIA Às raízes. . painho e mainha. Antonio Freitas de Oliveira e Maria Auta Silveira de Oliveira. pelo amparo e exemplo diário de luta e fé na vida.

seríamos quanto nada ponto. que contribuiu para a realização e divulgação deste trabalho. Ao Professor Manuel Soares Sarmento Filho. parasólido. Se o universo acabasse hoje. velho companheiro de sonhos.53 ANEXO L – MODELO DE AGRADECIMENTOS AGRADECIMENTOS Ao Instituto Nacional de Pesquisas as Amazônia-INPA. Somos paraponto. parasuperfície. paralinha. .

54 ANEXO M – MODELO DE EPÍGRAFE Citar um autor do qual se utilizou uma idéia ou uma informação é pagar uma dívida. (Umberto Eco) .

e pesado o resíduo para o uso nos bioensaios. utilando água como solvente (150 mg/ml. Na colônia de L. um dos principais focos da leishmaniose visceral no Estado de Roraima. sendo utilizadas 300 gramas de cada planta em 5 litros de água. Os insetos (180) utilizados no controle tiveram uma mortalidade de até 10%. ovata: até 56.791 insetos adultos.3%(F2). os quais foram impregnados com diferentes diluições dos extratos.6%.R. evaporado o solvente. Os extratos foram preparados com material seco em temperatura ambiente à sombra. longipalpis foram realizadas observações relativas a biologia desta espécie com ênfase para produtividade. Do total de 10. 250 mg/ml). ovata: até 70% (ii) D. Palavras-chaves: Medicina. . amazônica: até 70%. Estes foram realizados em sala climatizada (temp. 75 – 85% U. sendo 2. utilizando Antonia ovata (folhas) e Derris amazônica (raízes).2% (F3) e 90. Infectologia. 200 mg/ml. Após o início da exposição foram observadas as taxas de mortalidade por um período de até 72 horas.750 machos e 3.A. Roraima. A avaliação da ação dos extratos sobre os insetos foi feita colocando os insetos adultos com idade de 2 – 8 dias em vidros contendo papéis de filtro. As espécies de plantas Antonia ovata e Derris amazônica foram coletadas na mesma área. Em 48 horas a mortalidade de acordo com o extrato empregado foi a seguinte: (i) A. o extrato foi filtrado. amazônica: até 83. Esses indivíduos possibilitaram a realização dos testes com extratos vegetais. o processo de extração foi realizado usando uma cafeteira elétrica. Durante cinco gerações a colônia obteve um rendimento das fêmeas que fizeram repasto e efetuaram desova num percentual entre 64. O solvente utilizado foi água. Índios.55 ANEXO N – MODELO DE RESUMO RESUMO Uma colônia fechada de Lutzomyia longipalpis foi estabelecida com material Coletado na Área Indígena Raposa – Serra do Sol. (ii): D. Em seguida.041 fêmeas. emergiram 5.088 ovos postos.). No período de 72 horas a percentagem de insetos mortos foi de: (i) A. 25 – 27°C.3%. Doenças tropicais.

During five generations the colony had a yield of between 64. At 72 hours the percentage of dead insects was up to 70% and up to 83.088 eggs laid. of the dry material was processed in 5l. using an eletric coffee-maker. At 48 hours of exposure. Observations were made on the biology of the colony of Lutzomyia longipalpis. 5. ovata (leaves) and roots of D. ovata. From the total of 10. Key-words: Medicine. Some of these insects were used in tests of plant extracts. amazonica.3%. Maximum control mortality was 10%. 2. The infusion were filtered and evaporated. respectively. with emphasis on productivity. and the solid extract weighed for use in the bioassays with extracts at dilutions of 150. Diseases tropicals. At 48 hours the mortality was up to 56. one of the main foci of visceral leishmaniasis in the state of Roraima.2%(F3) and 90. Roraima.041 females.6% on extracts of A. 300 g.56 ANEXO O – MODELO DE RESUMO EM LÍNGUA ESTRANGEIRA ABSTRACT A closed colony of L. of water for each species.750 males and 3. The extracts were prepared from leaves of A. Infectology. and up to 70% for D. Indians.3%(F2) of females that fed and oviposited. Mortality was record during 72 hours of exposure.791 adult insects were obtained. longipalpis was established with material collected in the Indian area of Raposa-Serra do sol. . 200 and 250 mg dry extract per ml of water. The plant species Antonia ovata and Derris amazonica were collected in the same area. amazonica dried in the shade at ambient temperature.

...... 1999..................... Roraima.................. coberta com Palha de buriti. 30 ............ no fundo pode Ser visto a construção de uma casa de adobe.......Palmeira inajá Maximiliana maripa no Projeto de Assentamento Rorainópolis.... coberta com palha de Buriti Mauritia flexuosa (Linn)........................................................... 29 ................. Roraima.... 2001.........57 ANEXO P – MODELO DE LISTA DE ILUSTRAÇÕES LISTA DE FIGURAS FIGURA 1 FIGURA 2 FIGURA 3 FIGURA 4 .... 32 FIGURA 5 FIGURA 6 FIGURA 7 . Roraima.......................31 ............................................Família de moradores da Comunidade da Ilha............... 31 ............................. 1999........ 2001.....Vista parcial de casas do Projeto Passarão.Mapa com as localidades nas quais foram realizadas coletas De triatomínios e amostras de sangue.Família de moradores da área rural do Projeto de Assentamento Rorainópolis..... 2001............. 30 ..... 32 ...........................Vista parcial de uma rua central do Projeto de Assentamento Rorainópolis. Roraima.................Casa de adobe da Comunidade da Ilha....

.............. 71 TABELA 10 .................................. 1985 a 1990.... 1980 e 1990.............. 1980..............................................................Produtos do Brasil com baixos encadeamentos verticais e horizontais da produção...... 1980......................................................................Produtos-chave do Brasil no encadeamento na produção............. 1990................ 68 TABELA 8 . 63 TABELA 3 ..... 64 TABELA 4 ..Produtos-chave do Brasil no encadeamento da produção.........................................Produtos não-chave do Brasil com fortes encadeamentos horizontais da produção................Produtos não-chave do Brasil com fortes encadeamentos verticais da produção..Produtos-chave do Brasil no encadeamento da produção.............. 1990......... 1980............ 65 TABELA 5 ............................................... 70 TABELA 9 ........... 47 TABELA 2 .. 68 TABELA 7 .......Produtos não-chave do Brasil com fortes encadeamentos horizontais da produção...58 ANEXO Q – MODELO DE LISTA DE FIGURAS LISTA DE TABELAS TABELA 1 ............................ 1980............ 66 ............ 1980.......................... 1980....Produtos não-chave do Brasil com fortes encadeamentos verticais da produção....................... 66 TABELA 6 ............................ 1990.............................................Produtos do Brasil com baixos encadeamentos verticais e horizontais da produção...................................Exportação de produtos agrícolas e sua participação nas exportações do Brasil....................................

C2. dx3 Elemento infinitesimal na direção dos eixos 0x1. G Módulo de elasticidade transversal do material h Espessura da placa . D2. dx2.59 ANEXO R – MODELO DE LISTA DE SÍMBOLOS LISTA DE VARIÁVEIS UTILIZADAS a Comprimento da placa b Largura da placa C1. C3 Constantes de integração dx1. 0x2 e 0x3 respectivamente D1. D3 Valores constantes D Resistência a flexão de placas E Módulo de elasticidade do material ou constante de Young.

........................................17 3.............1 Digestão de fóssil arbóreo via úmida em bloco digestor ..................4.......................3 Metodologia de Análise....................................2.............................................................11 Estudos Paleobotânicos de Coníferas (Moderna e/ou Fossilizada) e seus Métodos de Análises Estudos Paleobotânicos da Amazônia........15 3 MATERIAIS E MÉTODOS.........2...................................23 3................. ......................23 3..........................................25 3.................3 Desenvolvimento de Metodologias para Caracterizações Físicas de Madeiras (Moderna e/ou Fossilizada) e suas Implicações com Outras Ciências.........................................................................1....................................................................... 16 3.........2................................76 ...........................4........................2.....................60 ANEXO S – MODELO DE SUMÁRIO SUMÁRIO 1 2 2.........................2 Reagentes..........................................13 2.....4....3 Procedimento.................2..........................30 4 RESULTADOS E DISCUSSÃO.........................................22 3....................26 3.................................................................... Geológicas e Paleográficas......................................................61 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS..................26 3..25 3............2 INTRODUÇÃO...................4 Preparo de amostra para análise isotópica por espectrometria de massas...37 5 CONCLUSÕES...............................................................................13 Desenvolvimento de Metodologias para Caracterizações Químicas de Madeira (Moderna e/ou Fossilizada) e suas Implicações com Outras Ciências...........................64 APÊNDICE.....................................1 Preparo de amostra para análise paleobotânica.2.21 3..2.........................3 Preparo de amostra para análise química por ativação neutrônica instrumental............ .................1 Área de Estudo e suas Características Geográficas.............2 Preparação de Amostras...............................................................................1..........................................4............2 Preparo de amostra para microscopia eletrônica de varredura.........22 3..........................................1 Materiais...........................................................1 2.......................1...............2........................................................................9 REVISÃO DE LITERATURA.......................................................................

0 23. Ano 1978 1979 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989 1990 1991 1992 1993 1994 Total Pacientes que foram à ventilação mecânica 24 43 61 67 94 91 108 101 127 127 121 111 177 146 169 169 78 1814 % de pacientes que foram à óbito 70.8 72.9 13.5 61.7 29.5 - Fonte: UTIP HSL PUCRS.7 23. .1 70.5 26.9 53.5 40. 1978 a 1994.9 46.61 ANEXO T – MODELO DE TABELA Tabela 4 – Distribuição dos pacientes que ficaram em respirador e foram à óbito ao longo dos anos estudados na UTI Pediátrica do HSLPUC.2 56.7 58.4 54.4 44.1 29.

62 ANEXO U – MODELO DE FIGURA P u θ 0 v Q Figura 4 – Aplicação da Lei dos co-senos ao triângulo POQ .

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