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Universidade Federal do Pampa

UNIPAMPA-
UNIPAMPA- Campus Bagé
Curso de Engenharia Química

CICLOS BIOGEOQUÍMICOS, DINÂMICA


DE POPULAÇÕES E BASES DO
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Engenharia de Meio Ambiente
Professor: Felipe A. Berutti

Acad. Isaac dos Santos Nunes


Índice
2

 Capítulo 4: Ciclos Biogeoquímicos


 4.1- O Ciclo do Carbono
 4.2- O Ciclo do Nitrogênio

 4.3- O Ciclo do Fósforo

 4.4- O Ciclo do Enxofre

 4.5- O Ciclo Hidrológico

Introdução à Engenharia Ambiental- 2° Ed. Vários Autores


Índice
3

 Capítulo 5: A Dinâmica das populações


 5.1- Conceitos Básicos
 5.2- Comunidade

 5.3- Relações Interespecíficas

 5.4- Crescimento Populacional

 5.6- Biodiversidade

 Capítulo 6: Bases do desenvolvimento Sustentável

Introdução à Engenharia Ambiental- 2° Ed. Vários Autores


4 4- Ciclos Biogeoquímicos
Ciclos Biogeoquímicos
5

Bio

Químico Geo
Ciclos Biogeoquímicos
6

 Porquê BIO?
 Porque os organismos interagem no processo de
síntese orgânica e decomposição dos elementos.

Introdução à Engenharia Ambiental- 2° Ed. Vários Autores


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Ciclos Biogeoquímicos
7

 Porquê GEO?
 Porque o meio terrestre é a fonte dos elementos.

Introdução à Engenharia Ambiental- 2° Ed. Vários Autores


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Ciclos Biogeoquímicos
8

 Porquê QUÍMICO?
 Pois são ciclos de elementos químicos!

Introdução à Engenharia Ambiental- 2° Ed. Vários Autores


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Ciclos Biogeoquímicos
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 A energia solar proporciona as condições para


síntese de matéria orgânica pelos seres autótrofos
e sua decomposição e retorno ao meio como
elementos inorgânicos pela ação de
microconsumidores heterótrofos.

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Ciclos Biogeoquímicos
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Ciclos Biogeoquímicos
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 Autótrofos:

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Ciclos Biogeoquímicos
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 Heterótrofos:

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Ciclos Biogeoquímicos
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 Nutriente: Elemento essencial disponível para os


produtores em forma molecular ou iônica.

 Macronutrientes: participam em quantidades


superiores a 0,2% do peso orgânico seco (p.o.s.).
 Ex.: C,
H, O, N, P (superiores a 1%), além do S, Cl, K,
Na, Ca, Mg e Fe.
 Micronutrientes: Participam em quantidades
inferiores a 0,2% do peso orgânico seco (p.o.s.).
 Ex.: Al, B, Cr, Zn, Mo, V e Co.
Ciclos Biogeoquímicos
14

 Biogeoquímica: Ciência que estuda a troca ou a


circulação de matéria entre os componentes vivos
e físico-químicos da biosfera.

 Ciclos Gasosos: O reservatório é a Atmosfera.


 Ex.: C, N e O.
 Ciclos Sedimentares: O reservatório é a Litosfera.
 Ex.: P, S,Ca, Mg e K.
 Ciclo Hidrológico: O reservatório é a Hidrosfera.

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15 4.1- Ciclo do Carbono
Ciclo do Carbono
16

 Encontra-se na atmosfera sob da forma de dióxido


de carbono (CO2).

Molécula de CO2

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Ciclo do Carbono
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 É um ciclo PERFEITO! O C é devolvido a mesma


taxa que é sintetizado pelos produtores.
 Principal constituinte da matéria orgânica,
participa em quantidades de aproximadamente
49% do p.o.s.
 O CO2 liberado pelas plantas e animais recicla-se a
uma taxa de aproximadamente uma vez a cada 300
anos.

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Ciclo do Carbono
18

 Utilizando CO2, água e luz solar, as plantas


sintetizam compostos de C, O e H, através da reação
de fotossíntese:

6CO2 + 6H2O + Energia Solar → C6H12O6 +6O2

 A respiração é o processo inverso:

C6H12O6 + 6O2 → 6CO2 + 6H2O + 640Kcal/mol de glicose

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Ciclo do Carbono
19

 Por meio da fotossíntese e da respiração, o


carbono passa de sua forma inorgânica para sua
fase orgânica e, retorna para sua fase inorgânica,
completando seu ciclo biogeoquímico.

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Ciclo do Carbono
20
Ciclo do Carbono
21

 A concentração de CO2 na atmosfera é de 0,032% e,


é um valor muito baixo para explicar a síntese dos
~ 50 a 60 Gton/ano de C no processo de
fotossíntese.
 O mar serve como reservatório aquático de CO2 .
 A interação entre os reservatórios atmosférico e
aquático ocorre por difusão.

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Ciclo do Carbono
22

CO2

CO2 + H2O ↔ H2CO3 ↔ H + HCO3 ↔ 2H + CO3

 Com o aumento do teor de CO2 na atmosfera, a


reação indica que parte dele ficará dissolvido no
mar.

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Ciclo do Carbono
23

galileu.globo.com/edic/163/imagens/kyoto_04.jpg
Ciclo do Carbono
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25 4.2 – Ciclo do Nitrogênio
Ciclo do Nitrogênio
26

 O Nitrogênio está presente na composição de


qualquer ser vivo.

Aminoácido

Silva Júnior, César da; Biologia- Volume Único.- 2° Ed.


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Ciclo do Nitrogênio
27

 O ar atmosférico é um enorme reservatório de N.


~ 78% N2
 ~ 22% O2
 Poucos organismos são capazes de interagir com o
N2 presente no ar.

Silva Júnior, César da; Biologia- Volume Único.- 2° Ed.


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Ciclo do Nitrogênio
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Ciclo do Nitrogênio
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Ciclo do Nitrogênio
30

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31 4.3- Ciclo do Fósforo
Ciclo do Fósforo
32

 É um elemento importante na transferência de


caracteres no processo de reprodução dos seres
humanos.
 Como observado por Hutchinson (Kormondy,1976),
o P aparece nos organismos em níveis muito
superior a outros elementos, o que justifica sua
importância ecológica, sugerindo que o P é um fator
limitante à produtividade primária.

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Ciclo do Fósforo
33

 Possui ciclo basicamente sedimentar, com


reservatório na litosfera, nas rochas fosfatadas.

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Ciclo do Fósforo
34

 Por meio da erosão é liberado e carregado para os


oceanos na forma de fosfatos onde é consumido
pelo fitoplâncton ou deposto no mar, a grandes
profundidades.

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Ciclo do Fósforo
35

 O retorno principal se dá através do consumo de


peixes e pelas aves marinhas.

Ninho de um Atobá-peruano (Sula variegata).

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Ciclo do Fósforo
36

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Ciclo do Fósforo
37

 Estima-se que atualmente de 1 a 2 milhões de


toneladas de fosfato são produzidas a partir de
rochas fosfatadas. Deste total, apenas 60 mil
toneladas retornam pelos meios naturais.
Ciclo do Fósforo
38

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39 4.4- Ciclo do Enxofre
Ciclo do Enxofre
40

 Apresenta um ciclo basicamente sedimentar, com


fase gasosa de pouca importância.

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Ciclo do Enxofre
41

 A maior parte do enxofre assimilado é mineralizado


em processo de decomposição.
 Fazem parte do ciclo uma série de microorganismos
com funções específicas de oxidação e redução.
 Em presença de ferro, precipita formando sulfetos
férricos e ferrosos, tornando-se solúvel e, utilizável.

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Ciclo do Enxofre
42

 O excesso de enxofre liberado pela queima de


combustíveis fósseis tem efeitos danosos ao meio
ambiente, provocando muitas vezes chuva ácida.

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Ciclo do Enxofre
43

Introdução à Engenharia Ambiental- 2° Ed. Vários Autores


44 4.5- Ciclo Hidrológico
Ciclo Hidrológico
45

 A água é o principal componente dos seres vivos,


com variações de 70 a 90% em peso.
 Ela pode ser perdida pelo organismo de diversas
formas:
 Evapotranspiração;

 Excrementos;

 Respiração

 Dejeções, etc.
Ciclo Hidrológico
46

 Devido a importância que a água possui para o


desenvolvimento da vida, muitos seres vivos
migram e/ou se adaptam a meio diferentes,
desenvolvendo mecanismos que reduzam a perca
de umidade.

 O planeta Terra possui cerca de 75% de sua


superfície coberta por água.
Ciclo Hidrológico
47

Tabela I: Distribuição de água no planeta.


Estado Físico Tipos % do volume
Sólido Calotas de gelo, geleiras 2,15
Líquido Oceanos 97,21
Águas subterrâneas 0,626
Águas superficiais 0,009
Gasoso Vapor atmosférico 0,005
Ciclo Hidrológico
48

 Principais funções nos organismos:


 Reguladora térmica (elevado calor específico);
 Mantenedora do equilíbrio osmótico;

 Reguladora de acidez/alcalinidade;

 Ativadora de enzimas.
Ciclo Hidrológico
49

Tabela II: Classificação da água quanto a salinidade.


Tipos de Água Quantidade de sal presente
(g/L)
Doce Abaixo de 0,5
Salobra 0,6 a 3,0
Salgada Acima de 3,0
Ciclo Hidrológico
50

 Pode ser resumido...


 Detenção;

 Escoamento superficial;
 Infiltração;

 Escoamento subterrâneo;
 Evapotranspiração;

 Evaporação

 Precipitação.
Ciclo Hidrológico
51
Ciclo Hidrológico
52

 Interferências do ser humanos no ciclo:


 Desmatamento;

 Pavimentação do solo (impermeabilização);

 Observações demonstraram que, nos oceanos, há


muito mais evaporação que precipitação. Isso
ocorre porque grande parte da água evaporada
dos oceanos é carregada pelos ventos até o
continente onde ocorre o inverso.
Ciclo Hidrológico
53

 Reposição de água em uma floresta tropical úmida.


54 5- A Dinâmica de Populações
A Dinâmica de Populações
55

 Conceitos Básicos:
 População: Conjunto de indivíduos da mesma espécie
que dividem o mesmo hábitat.

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A Dinâmica de Populações
56

 Características de uma população:


 Densidade;

 Taxas de natalidade e mortalidade;


 Relações de interdependência;

 Distribuição etária;

 Potencial biótico;

 Dispersão;

 Adaptação;
Genéticas
 Habilidade reprodutiva.

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A Dinâmica de Populações
57

 Conceitos Básicos:
 Comunidade é o conjunto de populações que vivem
em uma certa área/hábitat.
 É uma unidade organizada que possui características
adicionais às características dos indivíduos e da população.

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A Dinâmica de Populações
58

 Densidade populacional:
 Número de indivíduos ou quantidade de biomassa por
unidade de área ou volume.

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A Dinâmica de Populações
59

 Natalidade:
 Tendência de crescimento da população.
 A taxa de natalidade quantifica o crescimento e,é a
relação entre novos indivíduos nascidos em um
unidade de tempo.

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A Dinâmica de Populações
60

 Mortalidade:
A antítese da natalidade, é o dado demográfico que
expressa o número de óbitos registrados por mil
habitantes em uma dada região em um período de
tempo.

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A Dinâmica de Populações
61

 Crescimento Vegetativo:
 Diferença entre as taxas brutas de mortalidade e
natalidade.

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A Dinâmica de Populações
62

 Distribuição Etária:
 Estudo das faixas etárias das populações e permite
prever a tendência ao crescimento.

 Pré-reprodutivos (0-14 anos);


 Reprodutivos (15 – 44 anos);
 Pós-reprodutivos (45 – 85 anos).

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A Dinâmica de Populações
63

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A Dinâmica de Populações
64

 Comunidade:
É a estrutura organizada de espécies que interagem
por meio de laços de interdependência.
 As relações entre as populações de indivíduos ocorre
em equilíbrio, podendo serem favoráveis (harmônicas)
ou desfavoráveis (não harmônicas).

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A Dinâmica de Populações
65

 Fatores limitantes para o crescimento:


 Terrestre: Fósforo,
luz, temperatura e água.
 Aquático: Oxigênio, fósforo, luz, temperatura e
salinidade.

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A Dinâmica de Populações
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 Relações Interespecíficas:
 Neutralismo: É uma associação neutra na qual as duas
espécies são independentes e uma não influi na outra.

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A Dinâmica de Populações
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 Relações Interespecíficas Harmônicas:


 Inquilinismo: apenas uma espécie é beneficiada sem,
entretanto, existir prejuízo para a outra espécie
associada. O inquilino obtém abrigo (proteção) ou
ainda suporte no corpo da espécie hospedeira

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A Dinâmica de Populações
68

 Relações Interespecíficas Harmônicas:


 Comensalismo: Associação entre uma espécie comensal
que se beneficiada união e uma espécie hospedeira que
não se beneficia nem se prejudica com a relação.

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A Dinâmica de Populações
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 Relações interespecíficas:
 Cooperação: Associação positiva onde ambas as
espécies levam vantagem, mas a união não é
indispensável.

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A Dinâmica de Populações
70

 Relações Interespecíficas Harmônicas:


 Sociedade: Indivíduos que vivem juntos, dividindo o
trabalho em funções entre os membros do grupo.

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A Dinâmica de Populações
71

 Relações Interespecíficas Harmônicas:


 Mutualismo: Relação onde os dois indivíduos estão
intimamente ligados, não podendo viver um sem o
outro.

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A Dinâmica de Populações
72

 Relações Interespecíficas Harmônicas:


 Colônia: Organismos da mesma espécie formam uma
entidade diferente dos organismos individuais. Alguns
destes indivíduos podem se especializar em
determinadas funções necessárias à colônia

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A Dinâmica de Populações
73

 Relações Interespecíficas Não Harmônicas:


 Amensalismo: A espécie amensal sofre inibição em seu
crescimento ou reprodução pela espécie inibidora.

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A Dinâmica de Populações
74

 Relações Interespecíficas Não Harmônicas:


 Predatismo: A espécie predadora ataca e devora a
espécie-presa. O predador leva uma vida livre, sem
dependência da presa.

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A Dinâmica de Populações
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 Relações Interespecíficas Não Harmônicas:


 Parasitismo:Uma espécie parasita a outra, inibindo o
crescimento, reprodução ou o metabolismo da
espécie hospedeira.

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A Dinâmica de Populações
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 Relações Interespecíficas Não Harmônicas:


 Competição: As espécies ocupam o mesmo habitát e
competem por alimentos, espaço, entre outros,
causando prejuízos a ambas.

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6- Bases do Desenvolvimento
77
Sustentável
Bases do Desenvolvimento Sustentável
78

 A definição mais aceita para desenvolvimento


sustentável é: Aquele capaz de suprir as
necessidades da geração atual, sem comprometer
a capacidade de atender as necessidades das
futuras gerações. É o desenvolvimento que não
esgota os recursos para o futuro.
Definição da Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e
Desenvolvimento, criada pelas Nações Unidas para
discutir e propor meios de harmonizar dois objetivos: o
desenvolvimento econômico e a conservação ambiental.

wwf.org.br/informacoes/questoes_ambientais/desenvolvimento_sustentavel/
movimentopanamby.files.wordpress.com/2008/02/coleta-seletiva.jpg
Bases do Desenvolvimento Sustentável
79

 Para que o atual modelo de desenvolvimento


humano continue sendo válido, as seguintes
premissas deveriam ser verdadeiras:

 Suprimento energético inesgotável;


 Suprimento inesgotável de matéria;

 Capacidade do meio ambiente de infinita de


reciclagem e absorção de resíduos.

Introdução à Ambiental- 2° Ed. Vários Autores


Bases do Desenvolvimento Sustentável
80

Energia

Processamento
Uso de
Modificação Transporte Consumo
Recursos
Recursos

Resíduo/Impacto Resíduo/Impacto Resíduo/Impacto Resíduo/Impacto

Introdução à Ambiental- 2° Ed. Vários Autores


Bases do Desenvolvimento Sustentável
81

 Modelo de Desenvolvimento Sustentável:


 Dependência do suprimento externo contínuo de
energia do (Sol);
 Uso racional da energia e da matéria, com ênfase à
conservação, em contraposição ao desperdício;
 Reciclagem e reuso dos materiais ;

 Controle da poluição;

 Controle do crescimento populacional em níveis


aceitáveis, com perspectivas de estabilização da
população.
Introdução à Ambiental- 2° Ed. Vários Autores
Bases do Desenvolvimento Sustentável
82

Energia

Processamento
Uso de
Modificação Transporte Consumo
Recursos
Recursos

Resíduo/Impacto

Impacto Minimizado pela Restauração Ambiental


Introdução à Ambiental- 2° Ed. Vários Autores
Bases do Desenvolvimento Sustentável
83

 A Engenharia foi responsável...


 Maior oferta de alimentos;
 Crescimento do nível de conforto e saúde;

 Geração de energia;

 Construção civil;

 Transporte;

 Saneamento;

 Produtos farmacêuticos, etc.

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Bases do Desenvolvimento Sustentável
84

 O alcance do desenvolvimento sustentável


depende de planejamento e reconhecimento da
esgotabilidade dos recursos naturais.

 As bases do Desenvolvimento Sustentável sugerem


qualidade em vez de quantidade, com a redução
do uso de matérias-primas e produtos, com
consequente aumento da reutilização e da
reciclagem.

wwf.org.br/informacoes/questoes_ambientais/desenvolvimento_sustentavel/
Para refletir...
85
Para refletir...
86

Pense Verde!

Obrigado pela Atenção!!!