"Desculpe, mas... a sua vida está à espera. O espantoso poder dos sentimentos positivos”.

Lynn Grabhorn, ed Sinais de Fogo. Capítulo 1 Como Nos Metemos Nessa Embrulhada? Jessie, o Furacão primeira pagina deste tópico. “Condição Humana”, o Tanas. Nós criamos sentindo, e não pensando. Ensinaram-nos Ao Contrário Olha Mãe, Estou a Vibrar De Nenhum Lugar a Lugar Nenhum Diapasões e a Lei da Atração Contas, Contas, Contas, Concentre-se, Seja Ambicioso! Quatro passos para a Libertação, VÍTIMA NUNCA MAIS Capítulo 2 O Nosso Gênio Mágico, Há Apenas Dois Tipos Aprenda a distinguir um sentimento bom de um sentimento mau. Engolir Vidro, O Sorriso da Pat De Que São Feitos os Sentimentos Gritos do Estômago A Intenção Original, o Nosso "Mapa do Tesouro" do Desejo Bandeira Vermelha / Bandeira Verde Obter o Carro Os Bons Velhos Mídias. A Síndrome do Caminhão TIR O Poder Que Você É Capítulo 3 Não, Não, Isso Não (Primeiro Passo) O Que Está Mal É o Que Está Mal Receita Para a Criação. Toys 'R' Yours - Os Brinquedos São Seus Velhas Crenças Bolorentas As Cismas do Padre Fred Coisas Que Não Queremos Ainda Há Mais... Sincronizado ou Dessincronizado Mas Cuidado Viva o Negativo Primeiro Passo: Identifique o que NÃO QUER. O Sabor Não Importa Esteja Atento Transforme-o numa Leve Sensação Calorosa Eis as Nossas Opções Fim da História

Capítulo 4 Sim, Sim! Assim, Assim e Assim! (Segundo Passo) Não Obrigado, Mesmaterra A Tortura de Querer Transpor a Barreira do Querer Quereres Verdadeiros Quereres Negativos Quereres Legítimos Querer: A Necessidade da Vida Você Merece, Sim Senhor. Você Ainda os Tem Segundo Passo: Identifique o que QUER. Quem é o Primeiro! A Chave Ganhando Ânimo As Razões para Querer Porque...Porque...Porque Terceiro passo: Sinta a partir do lugar daquilo que Quer. A Válvula Mágica Intencionar Ouse Querer Capítulo 5 Que se Danem as Condições Começando Pela Segurança Os Nossos Queridos Problemas Nunca, Nunca Enfrente a Realidade Truques para Mudar a Concentração Truque nº 1. Mude a Atenção. Imediatamente! Truque nº 2. Afaste-a com meiguice. Imediatamente! Truque nº 3. Afaste-a com palavras firmes. Imediatamente! Truque nº 4. Faça algo divertido. Imediatamente! As Condições Não Significam Nada O Cavaleiro Solitário A Síndrome "Ei, Ei Silver" Abençoados Sejam Todos Eles Capítulo 6 Eia, Estou a Sentir! (TERCEIRO PASSO) ZÁS! Controlando o pulsar Carregar Baterias – o Suave Sorriso Interior A Seguir, o Sentimento de Substituição” Varinhas de Chamamento (ver tb Apêndice – seguindo daí e no final do livro) Aspectos Positivos Furiosa com a Luz do Alpendre O Tesouro das Pedras-de-toque A Magia da Estima Viva a Paixão Sempre a Doçura. Nos Dias Mais Negros

Ponha-se em Marcha, Ponha-se em Marcha, Ponha-se em Marcha! Capítulo 7 A Força Está Consigo (Quarto Passo) Inspiração versus Esforço Rampas Oleadas Os Sinais, os Sinais, os Sinais Sem Hesitações Quarto Passo: Pare e escute, E permita que o Universo lho traga. .Mas Onde Diabos Está? O Que Me Aborrece? Paixão É Criação Deixe Que Surja Capítulo 8 Dinheiro! Dinheiro! Dinheiro! Que Se Lixem as Velhas Crenças Escrever um Novo Argumento A minha cadela, Lucy, De Negocio Nenhum a Negócios a Rodo O Truque dos 100 Reais Preparar o Terreno – O Tiro Rápido O Universo é Um Gestor de Vendas Não Se Esqueça... Capítulo 9 Relacionamentos e Outros Tesouros Não são os hábitos irritantes A Culpa é da Atribuição de Culpas Nós Podemos Escolher O Pingue-pongue das Vibrações Perdoar é Fazer o Quê? “Como Posso Ajudar?” Separações Cadeia de Dor Família e Harmonia? Independentemente de Todo o Resto, Capítulo 10 Viver com o Corpo; Morrer com o Corpo A Nossa Tábua de Salvação Se Estiver Doente Mal Passado / Bem passado Enganar o Adulto Faz de Conta, Primeira Parte: “E se...” Faz de Conta, Segunda Parte: “Outrora” Faz de Conta, Terceira Parte: “Mesclando Tudo” Mude o Olhar O Que Está Mal Nunca Está Bem A Morte É uma Anedota Tudo É uma Co-Criação O Nosso Interruptor da Felicidade

Capítulo 11 O Seu Traje de Bem-Estar Tão Seguro, Tão Confiante, Tão Feliz Coisas Más Violação Discriminação As Crianças Adolescentes A Economia Conflitos Globais, Lutas de Gangs. Questões morais Genocídios O Globo, o Nosso Espelho Está Em Toda a Parte: É o Que Você É! Capítulo 12 Trinta Dias para a Libertação A Nossa necessidade de Necessitar Três Meses Frenéticos Introdução ao Início O meu programa introdutório é composto de apenas dois passos: Os Primeiros Dez Dias Dos Dez aos Trinta Em Estágio O Espetáculo É Seu Principais Coisas a Evitar Principais Coisas a Fazer O Barco É Seu

“Condição Humana”, o Tanas Nunca lhe pareceu estranho que as nossas vidas sejam tão difíceis sendo todos nós tão inteligentes? Aqui estamos, esta espécie altamente inteligente que consegue dividir átomos, voar para a Lua e criar os Flintstones, e, no entanto passamos a vida a matar-nos uns aos outros, a ter ataques cardíacos ou a morrer de fome. Não faz sentido. Como é que nos metemos nesta embrulhada? Ou será isto apenas a chamada condição humana? Tudo começou há incontáveis eons, com as primeiras proclamações falsas daqueles que desejavam o poder, afirmando que as nossas vidas se desenrolam em torno, e são o resultado, de circunstancias sobre as quais não temos controle, o que inclui ser dominado por outros. Uma vez que é nisso que toda a gente tem acreditado há eons incalculáveis, é nisso que toda a gente continua a acreditar hoje em dia. E assim, como os nossos pais antes de nós e antes deles os nossos avós, recuando sabe Deus quantos milhares de anos, temos lutado, temo-nos debatido, fatigado, preocupado, e morrido muito antes do nosso tempo devido a exigências de vida completamente desnecessárias. Acreditamos ser essa a condição humana, uma parte da calamidade infeliz a que passamos a chamar realidade. Mas a condição humana é um mito. E também o é, vendo bem, aquilo a que chamamos realidade. A verdade é que, no nosso estado natural de todos os dias, temos a capacidade sagrada de manobrar esta coisa a que chamamos "a nossa vida", de forma a que ela seja o que quer que desejemos. Qualquer coisa! Nada nos está vedado! Quer se trate de ter uma família feliz ou de ver a camada de ozônio reposta. Então por que razão e que os milhões de livros escritos sobre como ter tudo, como pensar e ficar rico, como visualizar 0 caminho para 0 sucesso, e como obter poder através do pensamento positivo não nos mostraram como encontrar a saída desta embrulhada? É simples! Todos esses livros deixaram de fora a chave mais importante de todos os tempos para viver a vida: Nós criamos sentindo, e não pensando. "É isso mesmo, nós obtemos as coisas pela forma como sentimos, e não tentando encaixar tudo no lugar ou controlando as nossas mentes. Todos os acidentes de viação, todas as promoções no emprego, os bons ou péssimos amantes, todas as contas bancárias, sejam avultadas ou escassas, vêm até nós pela mais elementar das leis da física: os semelhantes atraem-se. E uma vez que a maioria de nós não sente grande entusiasmo com a forma que viveu durante boa parte da sua vida, tornamo-nos mestres extremamente hábeis na arte de atrair uma superabundância de circunstancias que preferíamos não ter. Quer um carro novo? Aí está! Quer ser bem sucedido a trabalhar por conta própria? Aí está! Quer fechar aquele negocio? Ganhar mais dinheiro? Ter um relacionamento bem sucedido? Viver sem medo? Ter uma vida espiritual preenchida? Ter excelente saúde, liberdade, independência? Aí está se souber como sentiiiir isso a acontecer. A Lei da Atração - os semelhantes atraem-se - é absoluta (e não tem que ver com a personalidade). Ninguém está para além do alcance dessa lei, pois é a lei do Universo. O que acontece é que, até há pouco tempo, não nos tínhamos apercebido de que a lei também se aplica a nós. É esta a lei que está por trás do sucesso ou do desaire. É o que causa as almogadelas ou os desastres mortais. É, até certo ponto, aquilo que governa cada momento das nossas vidas.

Como tal, se quisermos dar uma reviravolta na nossa vida ou gozar de mais abastança, ou de saúde, ou segurança, ou felicidade de qualquer tipo, temos de aprender os passos simples para manipular o nosso” sentir “, e um mundo novo de abundancia estará ao nosso dispor”. Ensinaram-nos Ao Contrário "A generalidade de nós não faz a mínima idéia de como conseguimos obter o que temos na vida. Em primeiro lugar há aquela longa lista de coisas que queremos e nunca conseguimos, nem esperamos obter dia algum. Depois, segue-se aquela lista ainda mais longa de todas as coisas que não queremos, e, no entanto parecemos ir obtendo com uma regularidade frustrante. Ninguém é culpado por este contínuo desencantamento. É que fomos ensinados ao contrário. Provavelmente, a coisa mais destrutiva que algum dia nos ensinaram foi que a vida nasce de uma serie de circunstancias que nos são servidas numa bandeja gigante chamada Acaso, ou Destino, que começam logo pelos pais que nos geraram e o ambiente em que crescemos. Se nascêssemos ricos, tínhamos um golpe de sorte. Se nascêssemos pobres, lutar pela vida seria o nosso destino mais provável. Se encontrássemos a felicidade, era pelo dileto toque da Sorte. Se um idiota bêbado embatesse contra nós na auto-estrada, era o triste fado. Ensinaram-nos que devemos dar valor ao trabalho, que a palavra mágica é ação. Fazer, fazer, fazer; trabalhar, trabalhar, trabalhar, esforçar-se, suar, moirejar, e no fim, se tivermos sorte, talvez consigamos ser os primeiros..." “... Fomos ensinados por pessoas mais velhas, bem intencionadas, mas também elas mal orientadas, a sermos cautelosos e prudentes. "Não suba na árvore, você vai cair". Não veste esta coisa ridícula que vão rir de você". “Não te esqueças de trancar as portas, ou és assaltado". Tornamo-nos uma espécie tão defensiva, que toda a nossa vida se desenrola em torno de crenças temerosas como Ter Cuidado, Ser Cauteloso, Estar São e Salvo. Desgraçados de nós se alguma vez deixássemos cair essa guarda! Mas o maior obstáculo para que vivamos o nosso potencial vem desde o tempo em que, ainda bebês, nos ensinaram a procurar o que está errado - em tudo! No nosso emprego, no nosso carro, nos nossos relacionamentos, na nossa roupa, na nossa silhueta, na nossa saúde, nas nossas auto-estradas, no nosso planeta, na nossa fé, nos nossos divertimentos, com os nossos filhos, o nosso governo, até com nossos amigos. E, no entanto, grande parte do mundo nem sequer consegue chegar a acordo sobre o que é certo e errado, por isso fazemos guerras, e greves, e manifestações, fazemos as leis, e vamos ao psiquiatra. "É a vida", dizemos. "Temos de aceitar o que é bom e o que é mau, os momentos altos e baixos. Temos de estar alerta, trabalhar arduamente, fazer as coisas como deve ser, estar atentos e esperar uma oportunidade. Sim, assim é a vida". Não, não e NÃO. A verdadeira Vida pura e simplesmente não é assim, e está na altura de enfrentarmos o modo como realmente criamos aquilo que temos no mundo, as nossas contas bancárias avultadas ou escassas, os nossos empregos excelentes ou aborrecidos, a nossa boa ou má sorte, e todo o resto nesta arena a que tão impassivelmente chamamos realidade. E de que modo o fazemos? Não se ria; vem tudo da forma...como vibramos!"

Olha Mãe, Estou a Vibrar "Tudo neste mundo é feito de energia: você, eu, a pedra, a mesa, os prados verdejantes. E uma vez que a energia é, na realidade, vibração, isso significa que tudo o que existe vibra. Tudo! Incluindo você e eu. Os físicos modernos chegaram finalmente à conclusão de que energia e matéria são uma só coisa, o que nos leva de volta ao principio: tudo vibra porque tudo - quer o consigamos ver, quer não - é energia. Energia pura, palpitante, que não pára nunca de fluir. Mas embora exista apenas uma energia, ela vibra de formas diferentes. Tal como o som que flui de um instrumento musical, alguma energia vibra aceleradamente (como as notas altas) a partir de freqüências altas, e alguma vibra lentamente (como as notas baixas) a partir de freqüências baixas. No entanto, ao contrario dos tons de um instrumento musical, a energia que nos percorre provém das nossas emoções altamente carregadas, criando padrões de ondas de energia eletromagnética altamente carregadas, tornando-nos poderosos - mas voláteis - imãs ambulantes. Isso é muito bom, mas a quem interessa? Bem, se quer saber porque teve de lutar tanto na sua vida, interessa-lhe a si! Se quer saber como fazer da sua vida exatamente aquilo que quer que ela seja, faz bem em interessar-se, porque as vibrações eletromagnéticas que você envia a cada fração de segundo são o que trouxe - e continua a trazer - tudo à sua vida, importante ou insignificante, bom ou mau. Tudo, sem exceções!" De Nenhum Lugar a Lugar Nenhum "A Califórnia Central é uma Meca para quem adora vender propriedades. Ranchos, vinhedos, estâncias, áreas de expansão residencial, quintas, loteamentos; quem possuir o know how e a paciência para levar à mesa um negocio em que todas as partes estão desejosas para assinar, pode fazer uma fortuna com as comissões chorudas. O Tom era um conhecido meu que fazia exatamente isso, com uma regularidade estonteante. Era um mediador imobiliário a meio dos quarenta (temos mais ou menos a mesma idade), e um profissional com provas dadas na venda de terrenos. Eu tinha acabado de vender um negocio em Los Angeles e mudara-me para a costa central sem saber o que fazer a seguir, até conhecer Tom. Em poucos meses obtive minha licença de mediadora e comecei a minha verdadeira aprendizagem sob a orientação magistral de Tom, no seu conhecido escritório imobiliário. Uma vez que minhas vendas enriqueceriam tanto o seu bolso como o meu, ele demorou o tempo necessário para me ensinar como deve ser. Passávamos longas horas debruçados sobre comparações de colheitas de uvas, testes de solo, e quantidades potenciais de pasto de diversos lotes de terra, capazes de suportar "X" numero de cabeça de gado. Tendo em conta que o mais próximo que eu já estivera de uma vaca ou de gado era quando comprava leite ou carne numa loja, e que, embora em tempos tivesse sido uma bebedora inveterada, o que percebia de vinhos era o mesmo que nada, achei o estagio fascinante. O Tom trabalhou comigo durante meses antes de me deixar por minha conta. Enquanto aprendia sobre este mundo novo, estava também a desenvolver um plano para comercializar terrenos na Califórnia Central a compradores sediados off-shore. Quando terminei a primeira fase de meu estagio, já constituíra uma empresa imobiliária especializada, a Western Lands, EUA, bem como uma estratégia comercial que era tão perfeita que me perguntei porque razão mais ninguém pensara nela antes de mim.

Foi aí que cometi o meu primeiro erro. O meu plano era tão simples, tão à prova de distrações, tão pronto e maduro para produzir enormes vendas, que eu estava certa de que tinha de haver algo errado. Era bom demais. Seria tudo demasiado rápido. Alguém me roubaria. Na verdade, era tão bom que pura e simplesmente me apavorava. Finalmente chegou o dia. Eu andava a mostrar o meu primeiro lote de terra, um enorme rancho com vista sobre a magnífica costa de Big Sur, na Califórnia. Para além de o preço ser na casa dos milhões, a minha comissão seria em muito superior ao total do que ganhara em toda a minha vida de trabalho. Em poucas semanas, vendedor e comprador chegaram a acordo. Eu tinha uma venda e entrei imediatamente em pânico. O Tom ficou satisfeito; toda gente ficou satisfeita; eu fiquei aterrorizada. E quanto mais se aproximava o fecho do negocio, mais paranóica eu ficava. Era tudo bom demais para ser verdade, demasiado fácil, demasiado incrível. O meu estômago dava voltas como uma máquina de lavar cheia de roupa. O Tom fazia troça dos meus medos, dizendo-me que estava orgulhoso de mim, e que nunca tinha visto um negocio tão limpo e sem complicações. Mas eu andava com os nervos em franja. Era demasiado irreal, nunca iria acontecer. E não aconteceu! No dia - no próprio dia em que o grande negocio ia ser fechado, o comprador invocou razões legais para renunciar à compra. Os meus piores medos tinham-se tornado realidade. Isto aconteceu mais duas vezes até eu finalmente dizer ao Tom que já não conseguia suportar a pressão e o stress destes negócios com grandes comissões, que quase se fechavam mas nunca chegavam a acontecer. Tudo o que ele disse foi, "Querida, tu é que os espanta com os teus medos. Tens de sentir esses negociozinhos suculentos a chegar a bom termo, sentir-te a apertar a mão a toda a gente e, sentir -te lá, a celebrar. Tens de saber que vai correr bem, querida, ou acredita, nunca correrá. Se não os sentires acontecer, elas não acontecerão." Eu não fazia idéia do que ele estava a dizer. Depois da primeira venda ter ido pelos ares, tinha mergulhado em todos os livros mais vendidos sobre pensamento positivo e como enriquecer depressa. Mas quando mais duas vendas, há dias ou horas de se concretizarem, me rebentaram na cara, decidi que esta potencial terra da fantasia não era para mim, e optei por abrir uma corretora imobiliária, o que me trazia muito menos apreensão. Só anos mais tarde, quando já me envolvera com a Lei da Atração, entendi o que Tom queria dizer. Sem sequer o perceber, Tom aprendera a controlar a energia para seu benefício. Ele sabia instintivamente que fechar os negócios significava mais do que apenas pensar grande, pensar positivamente, ou fazer bons contratos. Diapasões e a Lei da Atração Na longínqua década de 1930, dois indivíduos no Oriente tentavam provar que os pensamentos eram coisas reais, e que diferentes tipos de pensamentos criam diferentes tipos de vibrações. Por isso, tentaram descobrir se era realmente possível fotografar as vibrações do pensamento. E não é que conseguiram mesmo! Fizeram-no através de paredes de aço, uma experiência que desde então, já foi muitas vezes repetida. Mas eles provaram outra coisa talvez mais importante. Descobriram que, quanto maior fosse a carga de emoção com que o pensador/emissor carregasse os seus pensamentos, mais nítidas seriam as fotografias! Esses fulanos foram provavelmente os primeiros a provar que existe energia magnética ligada aos nossos pensamentos, e que o pensamento é impulsionado pelas nossas emoções. Porém, o que eles não perceberam foi que, tendo as ondas de vibração (emoção) que enviamos uma carga magnética, nós somos literalmente imãs ambulantes, a atrair constantemente ao nosso mundo tudo o que estiver na mesma freqüência ou comprimento de onda.

Por exemplo, quando nos sentimos bem, cheios de alegria e gratidão, as nossas emoções enviam vibrações de freqüência alta que apenas trazem coisas boas, isto é, o que quer que possua a mesma freqüência alta de vibrações semelhante à que nós enviamos. Os semelhantes atraem-se. Por outro lado, quando estamos a sentir coisas que são tudo menos alegres, tal como o medo, inquietação, culpa, ou até uma ligeira preocupação, essas emoções enviam vibrações de freqüência baixa. Uma vez que as freqüências baixas são tão magnéticas como as freqüências altas, vão atrair apenas coisas más, isto é, tudo o que possua essa mesma freqüência baixa que nos faz sentir (e vibrar) tão mal como aquilo que enviamos. O mal vai e vem; há sempre uma correspondência de vibrações. "Como tal, quer seja uma vibração alta e alegre, ou uma vibração baixa e negativa, a cada momento, as vibrações que oferecemos são iguais às que atraímos. Somos nós quem inicia as vibrações, logo somos os imãs, as causas. Quer gostemos, quer não, somos nós quem criou - e cria - tudo. Podemos ser de carne e osso, mas antes de tudo o mais somos energia energia magnética, note-se! O que faz com que sejamos imãs que vivem e respiram. (Não adora a idéia? Você julga que é presidente de uma das 500 maiores empresas do país, ou uma esposa e mãe, ou o orador de fim de curso da turma, ou um mecânico de aviões, mas na realidade é um imã ambulante! Ah, como estava longe da verdade). Por mais disparatado que isto pareça, está na altura de acordarmos para o fato de que somos seres eletromagnéticos com uma capacidade surpreendente para atrair magneticamente para as nossas vidas o que desejamos no mudo, controlando os sentimentos que têm origem nos nossos pensamentos." “Mas”, uma vez que neste planeta a nossa existência tem lugar num campo de energia em que predominam as freqüências baixas geradas por oito bilhões de pessoas que vibram mais sentimentos de medo e stress que sentimentos de alegria, nós absorvemos involuntariamente essas vibrações e reagimos a elas. O que significa que, até que aprendamos a passar deliberadamente por cima das penetrantes freqüências baixas em que existimos, continuaremos a reciclar desenlaces desagradáveis nas nossas vidas, a cada fatigante dia. Tal como nadar em água salgada, se não nos lavarmos dos resíduos a seguir, mais cedo ou mais tarde isso vai fazê-los sentir muito desconfortáveis. Não há como contornar isto: a forma como sentimos é o que vamos atrair. E, muito freqüentemente, esses sentimentos provêm dos nossos pensamentos, desencadeando instantaneamente uma cadeia de reações eletromagnéticas que são o que faz com que as coisas aconteçam, se criem, nos sejam negadas, ou sejam destruídas (como a minha comissão polpuda). Então, mais uma vez: os nossos sentimentos saem de nós em ondas eletromagnéticas. O tipo de freqüência que sair atrairá automaticamente uma freqüência idêntica, fazendo assim com que as coisas - boas ou más - aconteçam ao encontrar vibrações correspondentes. As vibrações altas, alegres, atraem circunstancias alegres e de vibração alta. As vibrações baixas, soturnas, atraem circunstancias soturnas e de vibração baixa. Em ambos os casos, o que é atraído faz-nos sentir tão bem ou tão mal como aquilo que transmitimos (sentimos), porque se dá uma correspondência exata com as vibrações que enviamos. O principio é semelhante ao de um diapasão. Se fizer soar um diapasão num compartimento cheio de diferentes tipos de diapasões calibrados para diferentes tons, apenas soarão os que estiverem afinados na mesma freqüência daquele que fizemos soar, mesmo se estivessem no

extremo oposto do Astrodome. “As forças semelhantes atraem-se; é uma regra clássica da física.” "Mas, ao contrário de um diapasão, que nunca muda a sua freqüência de tom, nós os humanos, com as nossas emoções sempre em mudança, alternamos constantemente de freqüência e de intensidade magnética, como bolas de loto numa máquina de pressão de ar. Num instante podemos estar tão alto como um papagaio de papel e sentir-nos tão poderosos como o Sol, e no instante seguinte, com a energia de um caixote de cartão debaixo do sofá. O que nos faz mudar desta forma é o tipo e a intensidade - de sentimeeeeeentos que estamos a ter: de levemente felizes e exultantes, ou de nem por isso a muito em baixo. Assim, em vez de sermos um único, constante e bem afinado diapasão, somos mais como uma serie de diapasões juntos, cada um com o seu tom ou freqüência, a saltitar por todo o lado ao acaso, com as nossas emoções a subir e a descer, a subir e a descer. Uma vez que num minuto estamos a saltar alto e no minuto seguinte estamos a saltar baixo, levando a que uma freqüência cancele a outra, nunca nada muda muito nas nossas vidas, ou pelo menos não muito rapidamente. Só que nós não somos diapasões. O que obtemos de volta como resultado da energia confusa e não direcionada (vibrações) que gastamos a cada instante, raramente são pequenos saltos agradáveis, antes uma procissão inexorável de acontecimentos e circunstâncias não planejados, desordenados, ao sabor do acaso. Escusado é dizer que o que criamos com todo esse fluxo indiscriminado de energia é, na pior da hipóteses, puro pandemônio, e , na melhor, uma existência de segunda categoria, à medida que continuamos a magnetizar para a nossa vivencia diária todas as experiências, pessoas, acasos, situações ou episódios em função da forma como estamos a vibrar. O que quer dizer, sentir." Contas, Contas, Contas. “Peguemos num assunto pouco apreciado: pagar contas”. A não ser que se encontre em excelente situação financeira, como se sente quando chega a hora de pagar as contas? Entusiasmado? Eufórico? É pouco provável. Que tal preocupado, ansioso, ou pura e simplesmente para baixo? Junte-se ao grupo! Bem, eis o cerne da questão: é devido a esses sentimentos de desespero que temos sempre tantas dificuldades com as contas! Porquê? Porque nós vibramos o que sentimos, e o que quer que estejamos a vibrar é o que vamos atrair. É uma Lei Universal. É pura e simplesmente assim. O Tony, a sua mulher Ginger e eu encontrávamo-nos regularmente para comparar notas sobre os nossos progressos com a Lei da Atração. Graças a Deus que eu os tinha por perto, já que eram as únicas pessoas que eu conhecia nas redondezas com quem podia baixar a guarda e trocar impressões. Uma vez, quando estávamos a acabar de jantar em minha casa, começamos a relembrar como eram os tempos anteriores ao nosso envolvimento com o controle da energia. A conversa seguiu leve e humorada até que o Tom começou a recordar o difícil que fora tentar pagar as contas sem ter dinheiro suficiente. Embora eu sempre tivesse apreciado a companhia do casal, os sentimentos que começaram a emergir desta conversa estavam a fazer-me sentir desconfortável, pois só recentemente iniciara a saída de uma longa e difícil crise financeira. Eu queria que a conversa mudasse. Não mudou.

O Tony sempre vivera sem dificuldades e, com os filhos crescidos e fora de casa, os dois podiam ter passado bem só com os rendimentos dele. Mas a Ginger queria voltar a abrir as asas no mundo do trabalho, por isso regressara à carreira de agente imobiliária que abandoara há anos. Isto foi muito antes dos anos da Lei da Atração, mas mesmo assim, saiuse bastante bem. -Então porque razão - recordavam eles enquanto eu servia o café –“ nunca tínhamos dinheiro que chegasse para pagar as contas?..." - Presumo que exagerassem nas despesas quando Ginger fazia um bom negocio - disse eu, com esperança de afastar a tirada emocional que eu sabia que viria a seguir, sobre como é duro viver sem dinheiro suficiente na conta bancaria. -É claro que sim. - O Tony riu-se. - Andávamos a viver à grande até descobrirmos o sarilho em que estávamos metidos. Já tínhamos voltado a hipotecar a casa, por isso já não havia esta opção. Nunca poupávamos muito, por isso não tínhamos uma reserva a recorrer. E ali estávamos nós, com uma data de dinheiro fresco a entrar, mas mesmo assim pior do que estávamos antes, com mais contas a pagar. Se a Ginger conseguisse fechar um bom negocio, ficávamos quase bem. Mas se ela não registrasse nenhum movimento, então estávamos em maus lençóis e levaríamos meses para recuperar. -Hum, hum, eu conheço a sensação. Mas não é bom que tudo isso já faça parte do passado? Tentei fazer a conversa seguir noutra direção mas a Ginger não quis saber. Por qualquer razão ela queria reviver aqueles tempos difíceis. - Juro -, continuou ela - as coisa ficavam tão más todos os meses que, quando chegava à altura de pagar aquelas contas doidas (o que eu adiava o mais que podia), ficava com uma alergia ou tinha uma enxaqueca. Pegava no monte, punha-o em cima da secretaria, e durante um dia ou dois limitava-me a olhar p ele. Depois ficava com aquela sensação horrível de aperto no estômago porque sabia que o que tínhamos de pagar e o que tínhamos no banco não coincidiam. Então, pegava numa conta e procurava descobrir o valor mínimo que tinha mesmo de pagar. Era horrível. Tu sabes como é Lynn; já passaste por isso. -Mais vezes do quero me lembrar - refleti. "- Graças a Deus que tudo isso já mudou - suspirou o Tony, olhando com carinho para a Ginger. - Mais um ano assim e acabavas de receber o meu seguro de vida. - Quando ele procurou a mão de Ginger do outro lado da mesa, senti um ardor no coração ao ver os olhos dela umedeceram com a felicidade que ambos viviam agora. Tinham dado a volta por cima nas suas finanças há uns dois anos atrás, trazendo abundancia e felicidade às suas vidas. Tinham aprendido a controlar a energia. Que satisfação vibrava entre eles! E que longo caminho tinham percorrido. Que longo caminho tínhamos todos percorrido! O Tony, a Ginger e eu passáramos anos em diferentes graus de caos financeiro, porque não sabíamos nada sobre como controlar nossa energia. Cada um a seu modo quando chegava a altura de pagar as contas e olhávamos para a quantia de que precisávamos mas não dispúnhamos, ficávamos mais ansiosos. Quanto mais nos obcecávamos com o que não tínhamos, mais aumentavam as nossas energias negativas, magnetizando ainda mais dividas, bem como menos receitas para as liquidar. O fato de termos o nosso foco emocional centrado no que nos faltava magnetizava constantemente mais do mesmo para a nossa vivência, quase sempre maior e pior e mais desagradável que no mês anterior. O processo é como o lançamento de um bumerangue, yuma dessas coisas que se atiram para longe e que descrevem um circulo, voltando para as apanharmos (ou para nos atingirem se estivermos distraídos)Aquilo que enviamos - em termos de vibrações - é o que recebemos de

volta. Por isso, enquanto não mudarmos as nossas vibrações, vamos atrair o que estivermos a enviar. "Colocando a questão em outros termos, se não deixarmos de sentir - e de enviar vibrações negativas, então o que vamos atrair serão sempre circunstancias negativas! Nós obtemos aquilo em que estamos emotivamente concentrados! Concentre-se naquilo que quer com paixão e entusiasmo, e depressa! Aí vem. Concentre-se naquilo que não quer com a mesma paixão (tal como inquietação, preocupação etc.) e depressa! Também estará a caminho. Ao Universo não importa se nós queremos uma coisa ou não queremos uma coisa; tudo resulta estritamente do principio da física a que chamamos Lei da Atração. Nós enviamos para o exterior sentimentos em ondas magnéticas; o Universo, obediente, responde. Não reage às nossas preces; limita-se a responder às nossas vibrações que resultam apenas de como nos sentimos. Terá a causa dos sentimentos importância? Não. Eles podem vir de um pensamento, de um acontecimento exterior, ou apenas de uma certa disposição. Mas independentemente de como começam, os acontecimentos que constituem as nossas vidas tem unicamente a origem na corrente de sentimentos que enviamos, a cada instante, a cada dia, a cada ano." Concentre-se, Seja Ambicioso! "Vamos então centrar-nos na realidade por um minuto. Ninguém está a sugerir que andemos por aí armados em bom-serás o dia inteiro, tentando parecer felizes depois de sermos despedidos ou de termos perdido o comboio ou as chaves do carro. Mas fatos são fatos. Uma vez que o que enviamos é o que recebemos em troca, e uma vez que o que enviamos provem daquilo em que estamos concentrados, talvez nos conviesse dar bem mais atenção àquilo em que estamos a pensar, e a como isso nos faz sentiiiiir. Se nos concentrarmos no que queremos, isso virá, se não o sabotarmos. Se nos concentrarmos no que não queremos, isso também virá, normalmente com piores contornos do que tinha inicialmente! Voltando às contas. Imagine que tem tido uma serie de pensamentos sobre o quanto detesta ter de as pagar. Cada um desses pensamentos (que estão bem vivos) traz consigo uma vibração emocional, ou assinatura, de quando o pensamos, e parte em busca de outros pensamentos que possuam vibrações idênticas. Quando dois pensamentos com a mesma carga emocional se encontram, vibram com maior intensidade, numa freqüência mais alta e mais rápida do que quando estão sozinhos. . Por isso, agora, em vez de ter apenas aquele pequeno pensamento insignificante sobre as contas, tem um pensamento maior e mais poderoso do que o inicial, porque cada vez que pensa nele, junta-se e agrupa-se com os outros que enviou anteriormente. Ah, mas há mais..." "Você já não tem só os seus próprios grupos de pensamentos negativos sobre contas a avolumarem-se e tornarem-se mais poderosas a cada novo sentimento deprimente que envia; agora eles estão a juntar-se a outras bolas de pensamentos negativos com a mesma freqüência, enviado por outras pessoas. Sobre toda e qualquer coisa. Eu chamo-lhes bombas de lixo. Elas agrupam-se em freqüências semelhantes de medo e ansiedade, e podem facilmente vir em nossa direção se não dermos uma reviravolta emocional. O que significa que, mais cedo ou mais tarde, uma ou mais dessas bombas de lixo, com todo o tipo de coisas desagradáveis agarradas vindas das preocupações das outras pessoas, vai regressar e atingi-lo alto e forte SE você ainda estiver a vibrar da mesma forma e a emitir o seu comprimento de onda na mesma freqüência.

Agora está verdadeiramente metido em sarilhos ; mais contas do que no começo, a par de um conjunto de circunstancias muito mais desagradáveis que podem ou não estar relacionadas com o pagamento dessas contas. O seu carro avaria, e você não tem dinheiro para o mandar reparar. A sua máquina de lavar Lessa dá o berro. Os seus filhos partem um vidro da janela de um vizinho. O seu cão ataca uma boa alma que fora dar um passeio. E no domingo da Super Browl (jogo da final do campeonato de futebol americano), com a casa cheia de adeptos fanáticos, a sua televisão dá um estouro." "O seu "ímã" é fortemente ativado por essa vibração de carga emocional negativa e, como um farol, não deixará de atrair mais lixo até você mudar a vibração. Assim que o fizer, o bumerangue não volta; uma outra pessoa será atingida em sua vez. Azar para ela, mas pelo menos você livrou-se. Desta vez. Peguemos num item mais agradável, como um carro novo. Se se concentrar no carro que quer, se se mantiver concentrado e não desviar a atenção, tê-lo-à. Mas se se concentrar no fato de que isso ainda não aconteceu, ou na falta do carro, ou em como não tem dinheiro que chegue, então é exatamente isso que atrairá: muito mais "carro nenhum". Então, você diz, "Bem, que diabo, isso só prova que esta historia não faz sentido; há anos que ando concentrado no que quero, isto é, mais dinheiro, e ainda não o tenho". Certo! Porque em primeiro lugar há a questão do dinheiro, e depois a questão da falta de dinheiro! E adivinhe em que é que 99,9 por cento de nós ainda está concentrado durante a maior parte da vida? Acertou outra vez. Nós temos aquilo em que estamos concentrados. Se nos concentrarmos na falta do que queremos, podemos ter como certo que vamos receber mais disso, pois magnetizamo-lo através da correspondência de vibrações. É a Lei da Atração, pura e simples." Quatro passos para a Libertação Vamos então recapitular: quanto mais pensamos numa coisa, mesmo com a mais tênue das emoções, maior e mais poderosa essa coisa se torna na nossa vida, quer se trate da falta do que queremos, ou da coisa em si. Se dissermos “quero uma saúde perfeita”, e pensarmos emotivamente sobre uma saúde perfeita o tempo todo, ou a conseguimos imediatamente ou ela estará a caminho. Mas se dissermos “não quero doenças”, e pensarmos emotivamente sobre isso as vezes suficientes, estamos a optar por uma saúde má porque a nossa concentração está na doença. Se pensarmos muito sobre o quanto queremos uma casa nova e nos conseguirmos sentir lá dentro, ela está a caminho. Mas se estivermos sempre a dizer, “não quero viver mais nessa casa”, vamos continuar lá por uns tempos. Se pesarmos emotivamente sobre uma coisa o tempo suficiente, seja uma coisa que queremos ou uma que não queremos, ela irá entrar no nosso mundo, quer o desejemos, quer não. O que vem até nós não tem nada a ver com o que estamos a fazer fisicamente, ou com o que merecemos, ou com sermos bons, ou com o que quer que o nosso destino inexistente possa ser. Só tem que ver com a maneira como estamos a vibrar!O que significa sentir. O que significa atrair. Ponto final. Pois então aqui está o que a avozinha ou o avozinho nunca nos disseram, porque a avozinha e o avozinho não sabiam. E aqui está aquilo que todos os livros sobre pensamento positivo e

os terapeutas da motivação tem aflorado, mas sem nunca apanharem os fios à meada porque, para ser sincera, eles também não sabiam. Aqui estão os quatro passos para a criação intencional, os quatro passos que são uma garantia – isso mesmo, uma garantia – para trazer à sua vida o que quer que constitua a sua paixão , e mais, muito mais. Eles são garantidos porque são leis universais, os princípios básicos de toda a criação. Agora são seus, se os quiser. Primeiro Passo: Identifique o que NÃO quer. Segundo Passo: A partir daí, identifique o que realmente QUER. Terceiro Passo: Sinta a partir do lugar daquilo que quer. Quarto Passo: Espere, escute, e permita que aconteça. É assim. Tão simples quanto isso. À medida que se adapta ao ritmo dessa espantosa nova viagem, as coisas parecem mudar magicamente em todas as áreas da sua vida. Inquietações, preocupações, dúvidas e medos passam, em poucas semanas, de uma constante e sempre presente mazela a uma ocorrência pouco comum, e é possível observar isto a acontecer a cada dia que passa. A sua vida dá uma reviravolta. A sua conta bancaria vai engrossando. Os seus relacionamentos seguem o caminho que você entende que eles devem seguir. Os negócios chegam a bom termo. As promoções tornam-se realidade. A vida torna-se uma alegria diária. É real. Podemos ver que funciona. E então sabemos, sabemos mesmo, que a única pessoa ao leme do nosso barco somos nós. É mesmo verdade, somos....só nós! VÍTIMA NUNCA MAIS Ao embarcarem na aventura de viver segundo a Lei da Atração, depressa chegamos à conclusão perturbadora que uma vitima é coisa que não existe verdadeiramente, e que continuar o jogo de ser vitima de tudo e de toda a gente apenas nos garante um descontentamento permanente dada a emissão continua de vibrações baixas. Bem sei, toda a gente continua a fazê-lo, a culpá-los a “eles” pelo que acontece em vez de culpar os seus próprios sentimentos; a atribuir a culpa às “circunstancias” pela sua má sorte em vez de atribuir aos seus sentimentos; a culpar o bêbado na auto-estrada, ou o patrão corrupto, ou a economia, ou Deus, em vez de culpar os seus sentimentos. É possível que nos tenham ensinado, e que, portanto tenhamos acreditado, que vivemos à mercê dos outros, ou do destino, ou da sorte, ou do acaso; é acreditando nisso que vivem seguramente a maioria das pessoas neste planeta. Mas quando começamos a ver a Lei da Atração a funcionar, acabamos por chegar à conclusão que ser vitima é uma coisa que não existe; nunca existiu, nunca existirá. Não há boa sorte, má sorte, boa fortuna ou coincidência. Não existe um destino, fado ou providencia. Ao existe um Grande Juiz no Céu a tomar notas sobre as coisas boas ou as más ações. Não existe karma de vidas passadas nem penitencia. Tudo isso são coisas de vitimas. E não existe uma só vitima entre nós, apenas cocriadores em pensamento e sentimento, imãs poderosos a atrair como abelhas ao mel a freqüência semelhante às nossas vibrações permanentes. Nunca mais precisa de acreditar que circunstancias exteriores a si controlam a sua vida. Nunca mais tem que acreditar que é errado querer. Nunca mais tem que acreditar que qualquer poder gigantesco exterior a si é quem puxa os cordõesinhos, ou que ninguém ou nada tem o controle, para além de si. Nunca mais tem de ter medo “deles” ou “daquilo”, seja o que for, a não ser que assim o deseje. Então como nos metemos nesta embrulhada? Adivinhou! Oito bilhões de pessoas (mais todas as que viveram ao longo de incontáveis séculos) vivendo no seio de vibrações

vulneráveis marcadas pela falta, pelo medo, concentradas naquilo que não querem e a atrair mais do mesmo. Nunca foi suposto que assim fosse, mas, no nosso estado de ansiedade, precisando de razões que expliquem o fato de as coisas nunca correrem como queremos, concluímos que tinha de ser um fator externo a nós: o governo, a economia, o nosso chefe, o casamento, o nosso passado, o nosso azar, até Deus. Ou talvez tenha sido por não merecermos, ou por ao estarmos à altura, por estarmos carregados de pecados, por termos falta de experiência, ou porque de alguma forma não cumprimos as nossas obrigações. A realidade – a verdadeira realidade – é que nós já somos merecedores, não há nenhum exame para passar, e o pecado não passa de uma abominação inventada pelo homem para exercer controle sobre os outros. A verdadeira realidade é que nós estamos aqui para ser bem sucedidos e prosperar e, para viver esta grande experiência humana em alegria descontraída, e não em luta ou em dor. Estamos aqui para nos divertirmos enquanto aprendemos, para crescer sem sofrimento, e para colher os nossos desejos na certeza absoluta de que podemos ter tudo desde que aprendamos a controlar as nossas energias...isto é,,, as nossas emoções. Estamos aqui com uma liberdade de escolha garantida, mandatados pela própria natureza da nossa existência. Chegou a altura de exercermos esse direito de nascença. Não fomos apanhados pela teia de ninguém. Não somos prisioneiros de quaisquer circunstancias. Não somos vitimas de nenhumas condições. Pelo contrario, somos seres com a capacidade sagrada de por em pratica os desejos mais exóticos que as nossas metes ilimitadas possam engendrar, pois possuímos uma liberdade de escolha incontestável, sem regras em restrições, quaisquer que sejam essas escolhas. É tempo de acordar. É tempo de lembrarmos como fazer essas escolhas acontecer. É tempo de tirarmos a cabeça da areia e de aceitarmos que não é por acaso que temos o que temos na vida. É tempo de pararmos de criar por acidente e de recordarmos os segredos da sabedoria antiga que outrora conhecemos tão bem, antes da história escrita, sabedoria essa que nos permitiu criar as nossas paixões pela simples vontade. É tempo. Você merece tudo. Merece ver todas as suas aspirações realizadas, sejam elas quais forem. Basta que o queira e o siiiiinta, e toda uma nova vida cheia de felicidade extraordinária será sua. Não é uma possibilidade, é uma certeza! Com uma garantia cósmica. Capítulo 2 - O Nosso Gênio Mágico "O processo de criação é igual em todo o lado, seja no sistema de estrelas ou no mundo dos jeans de marca. Pense em algo que imbuiu do sentimento apropriado... o que cria a vibração apropriada... e isso aí vem. Todo o pensamento positivo do mundo não fará qualquer diferença, nem ser uma boa pessoa com um coração generoso, nem rezar, nem visualizar e meditar até de madrugada, nem mesmo bater com a cabeça contra incontáveis paredes de pedra na tentativa fervorosa de capturar os sonhos de uma vida. Nada disso criará, seja o que for, até lançarmos a vibração magnética que torne esses sonhos realidade através do nosso infalível gênio mágico chamado sentir, essa autoridade eletromagnética de que são feitos os sonhos." Há Apenas Dois Tipos

"Pode-se pegar-se em qualquer dos livros já escritos sobre os sentimentos e as emoções, em qualquer palestra jamais proferida sobre os obscuros mistérios freudianos da mente, em qualquer grupo de aconselhamento que alguma vez tentou por-nos em contato com a criança oculta que há dentro de nós, e em qualquer outra pessoa que nos tente mostrar a forma de nos emanciparmos dessa coisa assustadora a que chamamos de sentimentos, e reduzir todas essas técnicas elaboradas a um remédio simples para criar uma vida plena e realizada: Aprenda a distinguir um sentimento bom de um sentimento mau. Apenas isto. Basta aprender a fazer isto e tem o curso feito. Pode criar tudo o que seu coração deseje. É este o segredo que nos transforma em criadores intencionais em vez de criadores acidentais. É este o poder que transforma os meros desejos em realidade, a simples arte de ser capaz de distinguir um sentimento bom de um sentimento mau. Não há nada a acrescentar; fim da lição. Não se preocupe, esta espécie de sentimentos não tem nada que ver com desenterrar lixo do passado, ou com confrontar nenhum papãoque possa residir no seu sótão emocional. Tratase apenas daqueles sentimentos triviais que temos ao longo de um dia normal. Mas assim que aprenda a ter atenção aos que o fazem sentir-se bem e aos que não o fazem sentir-se nada bem, está no bom caminho. Este é o cerne da questão. Isto é que é a “boa sorte”. Isto é o que faz fechar o grande negocio, proporciona a casa em frente à praia, zela pela boa saúde, traz a realização espiritual, e injeta montantes confortáveis na conta bancaria! Basta que aprenda a distinguir um sentimento maravilhoso de um que o põe todos os dias embaixo, e veja a magia acontecer." Engolir Vidro "Os sentimentos, essas coisas que todos tanto tememos quando são negativos, não são mais que descargas de energia eletromagnética que percorrem nosso corpo, postas em marcha pelos nossos pensamentos. A única razão que nos faz ir tão longe para os evitar é que algumas dessas emoções negativas não nos fazem sentir nada bem. Nós não gostamos da sensação que nos dão. Por isso guardamos-los bem fundo dentro de nós, onde julgamos não ter de lidar com eles de novo, e onde, francamente, eles estão a infernizar nosso magnetismo. Por agora, vamos apenas debruçar-nos sobre aqueles que sabemos não estarem enterrados, a começar pelo nosso hábito diário de nos Sentirmos Mal. Isto pode querer dizer qualquer coisa, de um estado neutro (que é o nosso estado diário normal de não estar bem nem mal, apenas existir) a estar um pouco em baixo, até ao pior acesso de raiva. Sentimo-nos mal quando temos qualquer tipo de pensamento que não tem a ver com alegria, como culpa, solidão, raiva, ressentimento, inquietação, duvida, frustração, stress, até uma leve preocupação. Estes pensamentos têm todos origem no medo, e vibram dentro de nós numa freqüência extremamente baixa, razão pela qual não nos sentimos bem. São totalmente contrarias às freqüências altas em, que vibramos no nosso estado natural. Por outro lado,sentimo-nos bem quando temos pensamentos relacionados com alegria, tais como estima, encanto, prazer, hilaridade, entusiasmo, reverencia, respeito, gratidão, amor, todas essas leves sensações calorosas com que nos deleitamos quando acontecem. Estes

pensamentos fazem-nos sentir tão bem porque vibram em freqüências altas, o que com toda a certeza constitui o nosso estado natural." "Ninguém pode engolir estilhaços de vidro e ficar à espera de se sentir bem, e, no entanto é isso o que fazemos o dia inteiro com nossos pensamentos e sentimentos sombrios. Tomamos literalmente banho em energia negativa inconsciente (dos nossos próprios pensamentos bem como dos pensamentos de outras pessoas).... o que é totalmente contrario à nossa natureza alegre...razão pela qual raramente nos sentimos em boa forma. Isso não é possível. E não será possível enquanto continuarmos a nadar todo o dia em freqüência baixa que julgamos ser perfeitamente normal. Por isso, torna-se um circulo vicioso: os nossos sentimentos conscientes e inconscientes do dia-a-dia, que nós pensamos serem normais, enviam vibrações negativas, contrarias à nossa natureza, ao longo do nosso corpo....o que nos faz sentir embaixo, ou nada de especial, ou como se nos limitássemos a existir, ou como se não tivéssemos sentimentos. Uma vez que todos esses sentimentos formam um fluxo com vários graus de energia de freqüência baixa, ou nada de especial, ou como se nos limitássemos a existir, ou como se não tivéssemos sentimentos. Uma vez que todos esses sentimentos formam um fluxo com vários graus de energia de freqüência baixa, e como aquilo que enviamos são vibrações de freqüência baixa, tudo o que iremos atrair serão acontecimentos de freqüência baixa, acontecimentos de segunda. O que nos faz sentir embaixo.... o que produz mais vibrações de freqüência baixa... o que atrai mais circunstancias em freqüência baixa...o que nos faz sentir em baixo. E o circulo dá voltas e voltas e voltas." O Sorriso da Pat "Há um par de anos atrás , num dos meus seminários de fim de semana sobre a Lei da Atração, havia uma rapariga atraente, com uns trinta e cinco anos (vou chamar-lhe Pat), que não parecia ser capaz de parar de ser simpática. Uma simpatia bajuladora. Elogiou a minha roupa (nesses seminários eu costumo usar túnicas confortáveis e calças de ganga esburacadas). Cobriu de elogios a cozinheira. Não parava de gabar os participantes pela franqueza sentida com que relacionavam acontecimentos desagradáveis do passado com os seus sentimentos melancólicos do presente. Para alguém tão abertamente jovial, aquela fulana estava a interferir com os meus nervos de vibração baixa. Depois da primeira sessão da noite ter chegado ao fim e de termos feito uma refeição leve antes de nos recolhermos , a Pat saiu da sala de jantar, tropeçou no grande cinzeiro colocado do lado de fora da porta e caiu com a cara numa poça de lama. Levantou-se toda efusiva...... Não havia duvidas: algo de errado se passava com ela. No dia seguinte lá estava a Pat do costume: cumprimentos, elogios, contínuos sorrisinhos, e mais incidentes. Foi contra uma cadeira da sala de jantar e verteu o café no prato de alguém. Engasgou-se com um rebuçado a meio do relato pungente de um dos participantes e tiveram de lhe aplicar um apertão na barriga, depois do qual ela parecia incapaz de parar de acenar em agradecimento ao gorila que lhe tinha salvo a vida. A Pat não era um acidente à espera de acontecer; era um perpetuo acidente em progresso." Finalmente, com insistência por parte dos participantes, a historia de Pat começou a revelarse. Ela provinha de uma família profundamente religiosa no seio da qual “ser-se bom” era o que se fazia. O ditador desta severa forma de vida era o seu pai, que era também o ministro da igreja, pela terceira geração sucessiva! Como tal, esse “mostrar apenas bondade ao

mundo, independente do que se sinta” estava de tal forma enraizado nela por ação do pai, que Pat estava convencida que esse era o comportamento apropriado. E talvez tivesse sido, se não fossem os fortes sentimentos interiores de animosidade que acompanhavam os seus sorrisos. - Eu detestava ter de ser sempre tão conveniente e tão simpática, especialmente com os mais velhos – confessou em voz baixa, durante uma sessão. – Elogiar os adultos aterrorizava-me, mas tinha de o fazer. Tinha de o fazer constantemente. No momento, a vida de pat era uma enorme trapalhada. Embora tivesse uma licenciatura, nunca fora promovida onde quer que trabalhasse. Já passara por três casamentos, e tivera tantos agravamentos no seguro automóvel que lho tinham cancelado. A sua vida tinha chegado a mais extremos que a da maioria; no entanto, quase todos nos conseguíamos identificar-nos com alguma coisa. Com a sua permissão, começamos a dissecar-lhe a vida no que dizia respeito aos seus sentimentos. Os resultados foram espantosos. Não demorou muito tempo para que todos percebessem que os sentimentos de confusão, hostilidade e de falta de mérito há muito escondidos no seu interior, tinham criado um jorrar continuo de vibrações muito baixas a cada elogio que ela emitia. E ela entendeu! Em muito pouco tempo, ela já conseguia ver a correlação direta entre o que tinha projetado para o exterior e os resultados que magnetizara para a sua vida. - Lixo para fora, lixo p dentro – disse alguém. E ela percebeu perfeitamente. A Pat manteve-se em contato comigo e falou-me de uma nova excitação na sua vida que lhe está a trazer recompensas mais valiosas do que jamais ousara imaginar. Deixou de tentar agradar toda a gente para alem de si própria, e começou mesmo a fazer uma ou outra critica negativa, de vez em quando. Consta-me que só sorri quando o sorriso é espontâneo, e só elogia alguém quando acha que está a ser sincera. Hoje, a Pat dirige o seu próprio centro de recuperação para toxicodependentes. Já vive com o mesmo companheiro há dois anos, e nunca mais deu sequer um toque em outro carro. Aquilo que nós enviamos é igual ao que recebemos de volta. A Pat teve de se esforçar muito para mudar o seu fluxo negativo, e embora as emoções negativas não tenham desaparecido a 100 por cento ( nunca desaparecem completamente em nenhum de nós), os seus sentimentos predominantes são de estima e gratidão (em vez de sentir falta de esperança e de sorte), o que lhe transformou irrevogavelmente a vida. O padrão dos sentimentos que libertamos torna-se o padrão dos sentimentos que atraímos de volta. É tão simples quanto isso. De Que São Feitos os Sentimentos "A maioria de nós tem a idéia louca de que viemos parar a este lugar por acidente. Nem de perto. Cada um de nós trouxe companhia, um adorável pau-de-cabeleira exclusivo que, de uma forma geral, decidimos ignorar. Chame-se-lhe Ser Interior, Eu Superior (detesto este em especial), Eu Expandido, Eu Divino, ou Mickey Mouse....; o que quer que se lhe chame, trata-se dessa parte maior de nós a que estamos ligados, que vem com a embalagem do corpo. Não poderíamos ser entes físicos sem ela, pois é ela a fonte que nos permite estar vivos (talvez não Viver, mas estar vivos). É a energia positiva pura de Tudo O Que Existe, de que fazemos parte; a energia positiva pura da Vida, que é o que nós somos. Nunca sentiu que existe uma parte secreta de si que sabe tudo o que há para saber mas não se mostra? Ela existe. É aquela parte mais vasta, madura e sábia, essa extensão alargada de cada um de nós que comunica conosco da única forma que conhece.... pelos sentimentos!"

Esta expansão de nós mesmos de que fomos dotados vibra apenas num lugar que nos pareceria o nirvana (ou algo ainda mais elevado) beeeeem no topo da escala de freqüências. Na realidade, essa parte de nós não reconheceria uma vibração de carência ou de stress nem que tropeçasse nela num buraco negro. Mas se nós vibrássemos a essa velocidade deixaríamos de ser entes físicos; assim, chegamos tão perto quanto possível através das vibrações de alegria, excitação, júbilo, todas essas sensações luxuriantes que resultam em felicidade e bem estar. É por isso que é tão bom sentirmo-nos bem. Estamos a vibrar mais perto de nosso Eu verdadeiro. Você e o seu Eu não físico estão em sincronia nessa maravilhosa freqüência alta, com tudo o que ela tem a oferecer." É por isso que quando nos sentimos bem, vibramos mais depressa, tal como fomos concebidos para fazer. Já não estamos a reciclar nenhuma da vibração baixa induzida pelo medo em que vivemos mergulhados e que é tão completamente estranha ao corpo. Estamos naquele lugar onde podemos obter respostas e Orientação, porque agora a nossa vibração está sintonizada com a vibração do Eu que realmente somos. Pela mesma razão se estamos a sentir tudo menos alegres, cortamos a ligação com esse parceiro invisível, e então tudo corre ao contrario, e isso faz-sentir. É como oferecer a uma criança um urso de pelúcia novo, grande e fofo, e depois arrancar-lho das mãos. Ela não vai ficar muito contente por se ver desligada da coisa que lhe dá tanto prazer. Por isso, sentimo-nos bem quando estamos ligados, a vibrar mais perto da freqüência alta do nosso Eu Expandido. Quando nos sentimos mal, ou em baixo, ou assim-assim, estamos desligados e a enviar através do nosso corpo as vibrações negativas de freqüência baixa que nos são estranhas. Por outras palavras, o que ao tem a ver com alegria, é sempre negativo. Se não tiver que ver com alegria, é como engolir estilhaços de vidro. A boa noticia é que não precisamos de estar atentos aos nossos pensamentos a cada segundo de cada dia para por as nossas vidas nos eixos.Que diabo, daríamos em doidos! Basta que estejamos atentos a como nos sentimos, em cima ou embaixo, bem ou mal. Gritos do Estômago "Um exemplo um tanto extremo mas divertido de alguém que não perdia de vista os sentimentos surgiu-me através de uma rapariga que era cantora de estúdio. Não me lembro do seu nome,apenas que aparentava ser alguém que já tinha passado por muito. Estávamos a gravar um conjunto de canções que um amigo meu tinha escrito para um programa de educação básica que minha editora estava a produzir. Nunca tinha feito uma gravação em estúdio, por isso tudo era novo e excitante. Estava a divertir-me à grande. O responsável pelos arranjos musicais tinha sugerido que contratássemos alguns cantores de estúdio para uma das canções. Como eu não fazia idéia do que ele estava a falar, explicou que é um tipo de cantores que consegue criar uma harmonia de fundo, um estilo que se adapta a quase todas as canções, dando à peça um som mais completo, mais profissional. Espantoso! Como é que pessoas....que não conheciam a musica....que não faziam idéia do que tratava o programa....conseguiam criar em conjunto um som que se conjugaria com o tema e a musica? Bem, acho que ia descobrir. Quando o grupo de três chegou, fiquei com duvidas. Elas tinham sido demasiado rápidas. Uma a uma olharam para a musica, conversaram um instante, acenaram umas às outras e disseram: - Sam, estamos prontas.

O quê??? Como era possível? Sem ensaiarem? Sem falarem com os responsáveis pelos arranjos? Sem me perguntarem a mim, a chefe? A introdução começou, a solista estava ao microfone, e as cantoras de estúdio estavam atrás dela junto a outro microfone, mostrando o que aparentava ser uma confiança inabalável." "Depois de a nossa solista cantar o primeiro trecho, uma das cantoras de estúdio juntou-selhe imediatamente, iniciando o verso seguinte. Ficamos todos espantados, meu Deus, soava maravilhosamente. Depois as três começaram a cantarolar, faziam "aaaaah", depois "uuuuuuuh", depois "uhmmmmm", e depois, de repente, estavam a cantar os versos em perfeita sintonia por trás da voz da solista. Era assombroso. O nosso produtor sorriu. O amigo que tinha escrito a canção estava de boca aberta. A nossa solista estava nas nuvens. Os tipos na cabina sonora sorriam e abanavam as cabeças. E a cantora de estúdio que antes parecera um pedaço de cabedal gasto, tinha agora menos vinte anos. Uma gravação e já estava. Impossível! Incrível! Quando as cantoras estavam prestes a sair, fui ter com a rapariga mais velha, que era obviamente a líder, e perguntei-lhe como conseguiam fazer aquilo. Como é que elas começavam a meio, e sem conhecerem a musica criavam uma atmosfera muito melhor do que tínhamos julgado possível? E logo à primeira? - Ora, não é nada de especial, querida - disse a rapariga, na sua voz quase grave. - Já fazemos isso há muito tempo, sabemos onde meter os "uuuuhs". E a harmonia não é problema. A única coisa que as vezes é um problema é o meu estômago. - Repita lá?" "Bem, quando tudo se encaixa no sitio (lugar) certo, sinto-me como se estivesse a voar para a Lua. O meu estômago contrai-se com a excitação, como quando desço a pique numa montanha russa. Mas se não sentir isso, podemos fazer cem gravações e nenhuma sai bem, mesmo que soe bem para o produtor. Pura e simplesmente não fica bem. Só pode ser por causa dessa alegria, é o que é; da alegria pura que vem do meu estômago. Nessas alturas, sei que conseguimos. Desta vez, veio logo na primeira gravação e eu soube logo que estava pronto. Tal como toda a gente. Era alegria pura e eu sentia-a em todas as células do meu corpo. Sinto sempre. Percebe o que quero dizer? Não, eu certamente não percebia o que ela queria dizer, embora perceba agora. Esta rapariga dura e marcada não fazia idéia de que o que sentia era, na realidade, a mudança das vibrações de energia das freqüências baixas para as freqüências altas a percorrer-lhe o corpo. E ela não criava esta mudança intencionalmente, como aprenderemos a fazer. Tudo o que sabia era que conseguia sentir alguma coisa de muito especial dentro de si quando o seu grupo fazia clique, e, acertadamente, chamava a atenção à sensação de "alegria pura". É óbvio que a nossa consciência de nos Sentirmos Bem/Sentirmos Mal, de que temos falado, se pode revestir de contornos bem mais sutis que os desta rapariga, mas, ao contrario das suas sensações de alegria, que apenas aconteciam quando tudo à sua volta encaixava do modo certo, nós vamos aprender a por em marcha a alegria sempre que quisermos." A Intenção Original, o Nosso "Mapa do Tesouro" do Desejo "Por mais egoísta que isso possa parecer, nós viemos parar neste planeta abençoado com uma só intenção: encontrar formas de nos sentirmos bem quase sempre, e não apenas às vezes.

Essa intenção única - sentirmo-nos bem - está gravada em cada um de nós, e se lhe prestarmos atenção passaremos a dispor de uma mapa do tesouro pessoal para a felicidade. Eis a razão: Quando estamos a ter pensamentos bons, quaisquer que sejam, isso significa que estamos em sintonia com a nossa Intenção Original - sentirmo-nos bem, felizes e vibrarmos bem alto. Significa que estamos no caminho certo, em direção a algo que queríamos há muito tempo ou a alguma coisa que desejamos há pouco. Seja o que for, saber que isso está a caminho vai tornar-nos felizes. Estamos no caminho certo para algo que acreditamos que irá melhorar a nossa vida, logo fazer subir as freqüências, logo levar-nos mais perto do nosso estado natural, o que constitui o nosso grande desafio neste mundo. Então, eis a chave: a Intenção Original manifesta-se sempre como desejo...desejo do que quer que mantenha viva a nossa paixão, seja um novo Ferrari vermelho ou o desejo de viver em harmonia com todas as formas de vida. Pode manifestar-se como um desejo súbito de limpar a garagem, de aprender dança tradicional do Oeste, ou de gerir uma loja de ferragens à moda antiga na província. Ou poderá ser um desejo antigo de viver junto à praia, ou de aprender tocar piano. Seja o que for, é um desejo, algo que queremos." "O que torna tão complicados os nossos desejos são os percalços que temos por causa deles, pois, dependendo da natureza do desejo, a sociedade tem uma forma de nos chamar egoístas quando os perseguimos. Contudo, se estivermos mesmo a seguir esses impulsos interiores que nos farão felizes simplesmente por acreditarmos neles - , estaremos a seguir nossa Intenção Original: a de nos divertirmos enquanto aqui estamos e de aprendermos o que quer que seja que estamos aqui para aprender, vibrando alegria, e não agonia. Dificilmente se pode chamar isso de egoísmo. Mas a pressão da sociedade é impiedosa, fazendo com que todos nós sucumbamos frequentemente às nossas "obrigações" ao transportar-nos na direção oposta à dos nossos desejos criadores de felicidade. Agora estamos fora da rota, o que, tristemente, é a situação em que a vida da maioria de nós se encontra quase sempre. Desviamo-nos da nossa Intenção Original ao vibrarmos na freqüência baixa de coisas baseadas no medo e na consciência social. Ainda que essa freqüência possa não nos fazer sentir muito mal, certamente não vamos ficar a saltar de alegria. Isso não seria possível; uma freqüência põe-nos embaixo (a consciência social) e a outra põe-nos em cima (a Intenção Original). Nunca se misturarão. Por isso, se continuarmos fora de rota, erguendo barreiras à nossa alegria, obrigando-nos a ser altruístas, privando-nos da nossa Intenção Original, passaremos a fazer parte da vasta multidão que, ordeiramente, segue as detestadas freqüências baixas das "obrigações" em vez de seguir a alegria das suas freqüências altas. Escusado será dizer que os resultados do fluxo implacável deste tipo de energia no nosso planeta não são bonitos de observar". Bandeira Vermelha / Bandeira Verde Regressemos à vontade de comprar um carro novo. Imagine que o carro que tem agora está em bastante bom estado e que por isso não tem necessidade urgente de comprar carro, apenas um desejo profundo. Na verdade, desde que se lembra, sempre teve uma paixão por um vistoso descapotável vermelho com jantes (?) radiais. (Ainda que viva no Alasca e não suporte o vermelho, entre no jogo comigo). Mas que é feito do seu carro? Você tem esse desejo há uma eternidade. Pensou e repensou no assunto durante anos e anos, então porque não o tem estacionado na garagem? Eis a razão: Um belo dia, você segue tranquilamente na auto-estrada, e lá está ele, o carro dos seus

sonhos, mesmo à sua frente. Você geme de inveja porque acha que não tem dinheiro que chegue. A ânsia tem inicio. Você olha para o carro com olhos saudosos e abana a cabeça num "Epá, que bom que era" desencorajador. Em vez de ficar todo animado por ver o carro dos seus sonhos, você sentir-se afundar e, ao mesmo tempo, tem aquela reação impulsiva de pensar: "Oh, que se dane". É precisamente por isso que ele não está estacionado na sua garagem. "Você está concentrado a falta do carro em vez de se concentrar na alegria de o ter. Está a enviar uma quantidade tal de vibrações negativas por se Sentir Mal, que o seu Eu Expandido agita bandeiras Vermelhas e grita-lhe: "Ei, amigo, sentes-te mal humorado porque estás concentrado no fato de não teres o carro. Continua a pensar assim e podes ter a certeza que vais ter mais do mesmo, bastante mais Carro Nenhum. Se o desejas mesmo, começa a sentir-te bem quando pensas nele, depois vê o que acontece". Acaba de lhe ser mostrado um aviso de bandeira Vermelha, sob a forma de um sentimento sombrio chamado emoção negativa. O aviso diz-lhe que está concentrado em algo que não quer - as falta de carro - , tudo porque você acha que não tem dinheiro suficiente para o comprar. O sentimento negativo é uma bandeira Vermelha, um aviso para que perceba a forma como a energia está a fluir de si (a forma como está a pensar e a sentir o assunto) é a garantias de nunca vai ter o carro. Assim, tudo o que você tem de fazer agora é mudar a forma como pensa e sente o carro (o seu desejo) e ele será seu. Nós libertamos diariamente uma espécie de energia deprimida, razão porque conseguimos tão pouco daquilo que desejamos. Vemos algo que quisemos toda a vida (que pode ser qualquer coisa, de um dispendioso carro vermelho à compreensão de física quântica), e da nossa posição de carência - significando que não o temos e não temos bem certeza se o vamos conseguir algum dia - a nossa atenção e sentimentos estão centrados no que não temos. Por isso, não vamos magnetizar outra coisa - apenas mais "não ter". A lei da física nunca muda; nós obtemos aquilo em que estamos concentrados. "Agoniar, angustiarmo-nos, ansiar, até mesmo esperar por alguma coisa não são atividades em que estejamos concentrados no que queremos. São apenas pensamentos negativos que vibram a partir de um lugar de desencorajamento, um lugar de carência nascido da crença negativa de que provavelmente não vamos conseguir o que queremos. E, libertando esse tipo de sentimentos, não conseguimos mesmo. Nós obtemos aquilo em que estamos concentrados; se nos concentrarmos na falta de alguma coisa, é isso que obteremos, porque há uma correspondência exata entre o que o Universo nos dá, a cada momento de cada dia, e a forma como estamos a vibrar. Tudo se resume ao seguinte: se não nos sentimos bem quando pensamos em alguma coisa, libertamos em determinado grau de emoções negativas, uma bandeira Vermelha a avisarnos para prestar atenção ao que estamos a enviar. ”No nosso exemplo divertido do carro vermelho, se o que se sente quando pensa nele não dá nenhuma espécie de elevação emocional, nenhuma excitação das que fazem pele de galinha (!) , nenhuma agitação agradável, um calor difuso, um ímpeto, ou qualquer outro tipo de alegria sob qualquer forma, então é porque você está a sentir e a projetar exatamente o oposto: vibrações negativas por não ter o carro. Se nos concentrarmos na falta de uma coisa, nunca conseguiremos atrair o oposto. Para

atrair aquilo que desejamos para nossa vida, temos de mudar o foco da nossa concentração, o que mudará nossos sentimentos, o que mudará nossas vibrações." Obter o Carro "Muito bem, vamos por ordem nesta confusão para que o carro vermelho possa ser seu. Voltemos à formula original: 1. Identifique o que NÃO quer. (Deixe de pensar que não tem o carro vermelho). 2. Identifique o que realmente QUER. (É fácil). 3. Sinta a partir do lugar daquilo que quer. (É aí que estamos agora). Depois, 4. Espere, escute, e permita que aconteça. Agora, em vez de ansiar ou suspirar pelo carro quando o vê ou pensa nele - o que, de qualquer das maneiras, só o faz sentir-se pior - comece a apreciar aquela beleza. Aprecie o seu desenho, as jantes, o interior, a velocidade, o charme. Isso vai certamente fazê-lo sentirse e vibrar - um bom pedaço mais depressa e mais alto do que ao concentrar-se na sua falta. E apenas a vibração alta porá isso em marcha, nunca a baixa. Enquanto se deleita com o orgulho da aquisição que está prestes a fazer, e absorve mentalmente os opulentos cheiros a carro novo, e os acabamentos perfeitos, e a aparelhagem sonora do outro mundo, todas as vibrações magnéticas que vão crescendo dentro de si são absolutamente positivas, e isto significa que você está a enviar um poderoso novo sinal e que esse sinal está a criar uma via desobstruída para que o desejo seja atraído ao seu mundo. Na realidade, com todas as vibrações altas que está a enviar, você torna-se um verdadeiro ímã ambulante de freqüências altas, sentindo-se mesmo, mesmo bem, agitando Bandeiras Verdes e Bem-estar ao seu redor. Os seus sentimentos estão em concordância com a Intenção Original de se divertir. Parou de atrair mais daquilo que não quer e está agora a atrair consideravelmente mais daquilo que quer. (Esqueça a forma como vai pagar o carro, não é tarefa sua descobrir). Desde que pare de se concentrar no fato de ainda não o ter estacionado na sua garagem, o seu vistoso sonhozinho vermelho está seguramente a caminho." "Os sentimentos negativos, que vêm de pensamentos como "não ter", "não poder ter", ou "nunca vir a ter", não estão pura e simplesmente em concordância com a sua Intenção Original. (Tal como não estão os seus "tenho de"). É extremamente simples: projete sentimentos sombrios, e obterá circunstancias sombrias de volta. Se, por outro lado, se permitir entusiasmar-se com o carro dos seus sonhos, e insistir para consigo próprio que as coisas estão agora em vias de dar uma reviravolta - mesmo que o que tem perante si lhe indique o contrario!!! -, então esses pensamentos positivos acabarão por magnetizar os seus desejos. Tem de ser; é a física do Universo. Recorde, é a forma de sentiiiiiir que conta, não apenas os pensamentos. São os sentimeeeentos que criam o magnetismo e a vibração nas ondas que enviamos. São os sentimentos, os sentimentos.... que têm origem nos nossos pensamentos! Os Bons Velhos Media Há alguns anos atrás, enquanto fazia o jantar, liguei a televisão o noticiário local e quase vomitei ates mesmo de ter provado a comida. Primeiro veio uma reportagem sobre o mais recente surto de uma estirpe estranha de gripe, tão exótica que era duvidoso que mesmo as vacinas mais fortes a pudessem vencer.

“Na cidade tantos de tal, a 2400 quilômetros, há noticia de que três em cada cinco residentes foram severamente atingidos por este novo vírus fora de controle”. Terrível! Agora é provável que quatro em cinco pessoas a ver o programa comecem a concentrar-se nos seus medos e nas emoções de “não querer” esta minhoca viscosa, o que seguramente vai assegurar que ela cresça e fique pronta a ser atraída por quem quer que possua uma freqüência de medo correspondente. Aquilo que sem a reportagem da televisão poderia não passar de uns espirros pela cidade, vai agora certamente criar o caos. Mas isto foi apenas a primeira parte das noticias da noite locais. A seguir (juro que é verdade!) surgiu uma reportagem sobre uma intoxicação alimentar após ingestão de hambúrgueres, nos arredores da cidade, em que era expressa preocupação pelo estado das crianças agora hospitalizadas, uma vez que a ultima vez que um caso semelhante acontecera algumas crianças não sobreviveram. Oh, que bom! Agora vamos ter milhares de pais a acenar enormes bandeiras Vermelhas, a liberar cargas medrosas de vibrações negativas (como o terror) a direção desse triste pedaço de bactéria, até que ele e todos os acontecimentos sombrios que atrai – que toda a gente queria evitar – se tornarão realidade. (O que veio a acontecer. No espaço de um mês foram atribuídas a esta bactéria meia dúzia de mortes)." Nesta altura, eu já estava a ficar furiosa, e começava a perceber que os meus sentimentos estavam longe de ser de natureza alegre. Imediatamente disse em voz bem alta: “Está bem, está bem, Eu Expandido, estou a ouvir-te; isto ao está me fazer sentir bem. Vou desligar essa coisa doida”. Mas não sem antes ouvir a ultima peça , sobre uma idosa que tinha sido encontrada ......... e ......Por essa altura eu já estava furibunda , senti-me péssima, e interrogava-me sobre quantas mais idosas iriam sofrer aquilo nos próximos dias, por intermédio de acontecimentos inconscientemente magnetizados para as suas realidades, ao encontrarem os seus medos colossais no que queriam evitar. Estamos sempre a ver isso nos media: mais uma bomba, mais um fogo posto, mais um surto de um vírus terrível qualquer. Por isso, toda a gente concentra a sua atenção no horror dos acontecimentos, o que só serve para magnetizar mais do mesmo. Havia armas nas escolas, e violações em grupo, e edifícios destruídos por bombas, e incendiários em serie em 1865? Não, porque não existiam os media para criar o foco de atenção que causasse as vibrações que dessem às coisas uma escala em massa. Em vez disso, havia jornais e cartazes sobre assaltos a comboios e assaltos a bancos, e com tal, existiam, isso sim, mais assaltos a comboios e mais assaltos a bancos. Pode ter a certeza de que a Lei da Atração estava tão ativa na época de Billy the Kid como está hoje em dia, porque é a lei fundamental da criação em todo o Universo. Se concentrarmos a nossa atenção repetidamente com uma emoção intensa em algo que não queremos (ou que queremos), mais cedo ou mais tarde essa coisa vem-nos para às mãos.” Nota :Billy the Kid: 1859-1881: Famoso fora-da-lei do Oeste americano. A Síndrome do Caminhão TIR "É claro que não existem dois tipos de energia um que nos faz sentir bem, e outro que nos faz sentir em baixa. Mas, em cada pensamento que enviamos, existem vários graus de vibrações que nos fazem Sentir Bem e de vibrações que nos fazem Sentir Mal. Vamos chamar-lhes energia positiva e energia negativa, embora sejam a mesma coisa, só que vibrando de forma diferente.

Cada vez em que pensamos numa coisa estamos a liberar energia positiva ou negativa (sentimentos) na direção daquilo em que estamos a pensar, e a litania nunca muda: ao pensar, sentimos; ao sentir, vibramos; ao vibrar, atraímos. Depois, vivemos com os resultados. Mas de que forma é que esses chamados resultados vêm realmente até nós? Qual é o processo que nos leva até àquilo em que estamos a pensar? Nos seus tempos de juventude e imprudência, nunca experimentou um divertimento idiota e estúpido como conduzir demasiado perto da traseira de um caminhão TIR? Cole a frente do seu carro à traseira de um caminhão grande e garanto-lhe que ficará com uma imagem aproximada! Pode tirar o pé do acelerador, encostar-se e relaxar-se, e ser sugado ao longo do percurso. A minha intenção não é sugerir –lhe um comportamento tão irracional, mas o principio da atração funciona da mesma maneira. Quando pensamos a serio em algo acontecem duas coisas. Primeiro, dá-se a vibração que é posta em marcha pelo sentimento que o pensamento invoca (feliz, triste, etc.). Em segundo lugar, através das nossas emoções, ativam-se pequenas manchas de pensamento a que eu chamo de partículas. Assim que as partículas magnéticas são ativadas pelos nossos sentimentos, são instantaneamente programadas para magnetizar em função da forma como estamos a vibrar. Quando pensamos numa coisa, e pensamos nela mais um bocado, e falamos dela, e continuamos a matutar no assunto no dia seguinte, e no outro, e no outro ainda, em pouco tempo já existem tantos desses pensamentos com a mesma freqüência pairando em redor, que começam a juntar-se como bolas de massa." "Quanto mais pensamentos enviamos, maiores se tornam essas bolas até se transformarem em enormes cachos em expansão com um poder magnético enorme, suficientemente grande para formar turbilhões de energia magnética de poder avassalador, que pode ser de natureza positiva (feliz) ou negativa (triste). Esses núcleos de poder, vórtices monumentais de energia magnética, atraem agora ao centro dos seus turbilhões toda e qualquer coisa com vibrações semelhantes – incluindo-o a si – , o que acabará por levar a que os acontecimentos tenham lugar. Sem dar por isso, você é sugado para o centro de um acontecimento que pôs em marcha com os seus pensamentos e sentimentos recorrentes. Pode ser a coisa em que estava concentrado, ou pode ser algo completamente diferente, mas constituído pelo mesmo tipo de vibrações. Embora seja certo que podemos libertar sentimentos sem ser através de pensamentos, neste nosso exemplo foram os pensamentos repetidos que iniciáramos sentimentos repetidos e que puseram a bola magnética a rolar. O que é essencial recordar aqui é que quanto mais pensamos numa coisa, seja algo que desejamos nas nossas vidas ou algo que não queremos, mais depressa a vamos magnetizar para a nossa experiência pessoal. Isso, em poucas palavras, é a Lei da Atração universal: “Aquilo que é igual é atraído a si próprio”. O Poder Que Você É "Fomos criados numa sociedade que gera energia caótica há séculos sem conta, e somos inconscientemente sugados pela traseira de um numero infinito de caminhões TIR cujo destino está longe de ser o que pretendemos seguir.

Ninguém é vítima neste mundo, apenas emissor de energia; no nosso caso, pessoas que liberam essa energia na triste ignorância de que sempre tiveram o poder de criar as suas vidas e o seu mundo como muito bem entenderem. Em vez disso, dada a nossa incapacidade de compreender o fluir da energia, tornamo-nos mestres na arte de criar por acidente. Embora o processo que nos torna criadores intencionais seja extremamente simples, nem sempre é fácil descobri-lo, pois é um conceito que nos é demasiado estranho. A idéia de que nosso mundo é criado unicamente através dos sentimentos - sejam eles produto de pensamento ou de emoções recorrentes - parecerá certamente improvável à primeira vista. Perceber que sempre dispusemos do poder para criar desta forma as vezes que quiséssemos, da forma que quiséssemos, pode com certeza ser pouco animador, e pode até custar-nos aceita-lo...durante algum tempo. "Em todo o caso, a física é a física, o magnetismo é o magnetismo, e ambos nos dizem que "aquilo que é igual é atraído a si próprio". Quer se trate de uma nebulosa, de um buraco negro, ou de um ser humano atravessando a sua existência física, é assim que as coisas acontecem. Mas nós não temos de digerir tantas novidades sozinhos, pois não estamos sós nesta viagem. Todos possuímos um parceiro que nos ama profundamente, com um conhecimento, uma beleza, e um poder incomensuráveis, o grande Eu Expandido, um Eu Interior/Exterior a que estamos irrevogavelmente ligados nesta viagem física, um Ente com apoio dedicado que nunca nos abandona, e cuja Orientação é tão tangível como as emoções que acabamos de sentir, essas preciosidades a que chamamos sentimentos, sentimentos, sentimentos, o gênio mágico de toda a criação." Capítulo 3 - Não, Não, Isso Não Primeiro passo Uma ocasião, seguia eu na auto estrada a ouvir a minha fita cassete preferida de Neil Diamond, sem estar concentrada em nada de especial, quando dei conta que estava com um daqueles apertos esquisitos no estômago, dos que nos dão a sensação de ter um vazio enorme a barriga por onde passa uma brisa nada suave. Havia qualquer coisa que não estava bem, e o bom velho Eu Expandido estava a enviar-me um sinal claro para prestar atenção aos meus sentimentos. Mas como nada me veio à cabeça, decidi ignora-lo. Grande asneira! Deixei os meus pensamentos divagarem, sem ligar nenhuma à mais que evidente Bandeira Vermelha que estava a sentir. Nem de propósito, as voltas dos meus pensamentos levaramme até um dos empréstimos que estava para formalizar. Nessa altura eu tinha uma corretora imobiliária, uma empresa que procura as melhores taxas de juros para pessoas que queiram comprar casa ou renegociar os empréstimos, e depois negocia o empréstimo e trata da sua formalização. Estávamos quase a concluir o empréstimo de um jovem casal quando surgiram alguns problemas complicados que eu não sabia se conseguiria resolver. Isso por si só já era suficientemente mau, tão perto da conclusão, mas o pior era que o casal estava mesmo a contar com aquele empréstimo para por fim a alguns dos seus terríveis problemas financeiros. E ali estava eu, cem por cento concentrada no que não queria que acontecesse (que o empréstimo não se realizasse), com Bandeiras Vermelhas de sentimentos negativos a esvoaçar por todo o lado – um pouco de receio, um pouco de culpa, um bom pedaço de pessimismo – e sem dar conta disso! O resultado desse fluxo de energia negativa foi imediato."

"Pouco mais de um quilometro percorrido, o gravador começou a engolir a minha fita cassete do “Fernão Capelo Gaivota”. Cerca de três quilômetros mais à frente fiquei presa num engarrafamento de quatro vias devido a obras na estrada durante o dia. Vinte minutos e cerca de um quilometro e meio depois, um tipo num estado de loucura já bem mais adiantado que o meu bateu-me na traseira do carro (apenas no pára-choques). Cerca de dez minutos depois, verti o resto do café em cima de uma pasta com os originais para um empréstimo. E, quando finalmente me livrei da confusão e consegui encontrar um telefone, o banco disse-me que o negocio tinha sido cancelado. Tendo em conta a forma como eu estivera a liberar energia, não fiquei surpreendida. Eu sabia exatamente o que tinha acontecido, sabia que tinha sido estúpida, e sabia exatamente o que fazer....e depressa! O que acontecera? O que desencadeara a sucessão de acontecimentos desagradáveis? Teria sido apenas coincidência, uma serie desagradável de circunstancias azaradas? Nem por sombras! O problema é a forma como todos nós temos criado os nossos dias, desde os tempos do jardim de infância, concentrando a atenção em tudo o que nos rodeia de que não gostamos, que não queremos, e sentindo-nos impotentes ao ver as coisas piorarem. Temos vivido a vida achando em grande parte que ela está à mercê de forças exteriores sobre as quais não temos controle. Vejamos, quantos de nós aceitamos a responsabilidade por termos um chefe horrível, por sermos assaltados, despedidos, ou por apanharmos uma gripe? E quantos de nós não deitamos as culpas ao governo, ou à economia, ou à família, ou ao “sistema” por tudo o que está mal nas nossas vidas? Pois, claro está, nós aceitamos alguma da responsabilidade, pelas coisas que nos empenhamos em fazer...e fizemos. Mas será que aceitaríamos arcar com a responsabilidade por todas as coisas que já nos aconteceram? É pouco provável.” O Que Está Mal É o Que Está Mal Há um mundo de sofredores escondidos a deambular por este planeta que apostam consigo o Toyota novo em como nunca tiveram um pensamento negativo. Dir-lhe-ão que a vida lhes corre bem, e que são muito felizes. E, no entanto, são estas mesmas pessoas que lhe dirão que a vida nunca é justa, que está cheia de provações e que temos todos de aprender a suportar a nossa dose de desgraças. Mas claro, eles estão muito bem, muito obrigado. Nunca conseguiram tudo o que desejariam, mas há de aceitar a vida que nos calha. Por isso, claro, eles estão bastante satisfeitos. Ao que respondo: “Tretas!” Nós não podemos gerar energia negativa de espécie alguma, seja em que quantidade for, e ao mesmo tempo ser felizes. E isso significa tudo o que vai de uma ligeira irritação, passando pelo normal assim-assim (estado neutro), até ao terror permanente. É uma impossibilidade fisiológica ser feliz enquanto se libera esse tipo de energia, pois estamos a falar de duas vibrações diferentes que ativam resultados externos – e internos – diferentes. Os sofredores em segredo são pura e simplesmente vitimas, tal como quase todos já fomos em determinado momento, que vêem o mundo como um conjunto de inúmeras circunstancias sobre as quais julgam não ter controle. Já todos passamos por isso, ou estamos a passar por isso agora. A questão é apenas saber até que ponto acreditamos no mito da vitima e o aplicamos em nossas vidas." "Mas nós não temos de permanecer assim. Na verdade, quando se começa a observar este fenômeno magnético em ação, torna-se bastante difícil ignorar a evidencia: as nossas vidas são moldadas pelo nosso fluxo diário de

energia, e não pela sorte, pelo destino, pelo acaso, ou por um tio rico. Quando nos detemos no fato de que passamos décadas a questionar o que está mal com tudo, tendo dessa forma concentrado nossa atenção em todas as coisas do mundo de que não gostamos, que não queremos, ou que queremos mudar, não é de espantar que tenhamos atraído tal quantidade de adversidades. Nenhum ser humano pode estar permanentemente desligado da sua energia Original e chegar onde pretende. Eis então o essencial: continuar a viver como uma vítima das circunstancias, com a atenção sempre concentrada no que está mal com tudo e com toda a gente, nunca, mas mesmo nunca nos trará a vida que desejamos. Vai trazer apenas uma coisa: mais daquilo que estamos desesperados para mudar.” Receita Para a Criação "A receita para criar o que quer que seja é na verdade bastante simples. Pegue nos sentimentos bons ou maus (isto é, vibrações positivas ou negativas) leve ao forno com vários graus de emoção para aumentar o magnetismo, e aí vem o que atraímos, quer queiramos ou não. Aquilo em que estivermos concentrados, e a forma como vibramos nesse processo, é aquilo que obtemos...desde que nascemos. Por isso, se a nossa vida tem sido uma busca constante de formas de remediar tudo o que nos rodeia de que não gostamos, ou mesmo se os habituamos a essas coisas mas continuamos a não gostar delas, então é porque estamos em estado permanentemente concentrados naquilo que não queremos. Durante anos a fio! Em apenas dezesseis segundos nós ligamo-nos pelas vibrações àquilo em que estivermos concentrados. É verdade, bastam 16 segundos de pensamento puro, concentrado, bom ou mau, negativo ou positivo. Neste curto espaço de tempo nós começamos a vibrar na freqüência daquilo em que estivermos a pensar de forma emocionada, o que significa que estamos prontos para atrair essa coisa, se mantivermos a vibração. Escusado será dizer que todos nós já tivemos um oceano de coisas em que pensamos repetidas vezes, em contínuos segmentos de 16 segundos, toda uma serie de vibrações de frustração, e de tensão, e de ansiedade por tudo o que não desejávamos, de que não gostávamos, que não conseguíamos suportar, a que não sabíamos o que fazer, ou com que pensávamos que tínhamos de viver. E é por isso que, durante a maior parte de nossas vidas, temos continuado a atrair coisas iguais. Que regalo!" "Até esse momento, essa foi, basicamente, a forma como esculpimos as nossas vidas, com toda essa atenção incessante em tudo que não queremos, produzindo uma corrente incessante de tensões negativas. Não se esqueça, eu não estou a falar de uma raiva permanente, apenas do perpetuo murmúrio silencioso, do “tenho de dar um jeito, tenho de fazer melhor, tenho de acertar, tenho de arranjar maneira”, a que chamamos ou ligeira preocupação ou Aperto no Estômago. E, no reverso da moeda, chama-se-lhe “tenho de aceitar, tenho de viver com isto, não posso fazer nada, quer queira quer não”. É a mesma coisa, as mesmas vibrações. É por esta razão que para nós é tão importante ter um conhecimento alargado do que é a energia negativa, conhecer a forma dissimulada como ela opera, saber como a detectar e porque a geramos, e, por mais estranho que pareça, saber como ela é absolutamente vital no processo de assumir o controle.

Como tal, não interprete este capítulo sobre coisas “Negativas” como algo negativo. É a componente secreta para nos levar onde queremos ir.” Toys 'R' Yours - Os Brinquedos São Seus "Imagine que é uma criança à solta na loja de brinquedos maior e mais cintilante que há no mundo, a quem é dito que pode escolher tudo o que quiser. Uau! É quase demasiado irreal para imaginar e, no entanto é isso que o nosso Universo é, uma loja de brinquedos gigantesca onde tudo o que sempre desejamos para brincar se encontra à disposição de quem quiser, ou à espera de ser criado. Basta-nos sentiiiir aquilo que queremos e magnetiza-lo. Imagine por exemplo, que na sua loja mágica de brinquedos há um emprego excitante à sua espera. Ou talvez seja a sua própria casa, aquela com todos os luxos imagináveis e uma serie de dispositivos engenhosos que você nunca tinha visto antes. À sua espera está um novo e excelente relacionamento (ou um novo fôlego num antigo relacionamento) e que assombro! Eis o seu corpo renovado, com todas as devidas correções. Isto é formidável! Mas de onde virão todas estas coisas boas? Será que vão cair do céu ou dos nossos anjos da guarda? Não, elas virão de si (de você). Para que aconteçam, basta que as deseje com uma vibração das que o fazem Sentir-se Bem e lhe mexem com o estômago." Velhas Crenças Bolorentas "Custa-nos aceitar o conceito de que, na vida, o que já passou não tem nada que ver com o que se pode vir a passar. Isto é diametralmente oposto à forma como nós achamos que as coisas ocorrem. No entanto, o que já passou - ou o que quer que tenhamos perante nós neste momento - é simplesmente o resultado de como liberamos energia em dias passados. Não é "como as coisas são". Os acontecimentos passados não são obra de nada nem de ninguém "oculto", nem são o resultado da boa ou má sorte, o resultado de se ser boa pessoa, um tipo às direitas, ou um hipócrita imbecil. O que passou não tem nada que ver com a família, o governo, ou o sistema educativo. Tudo o que nos aconteceu na vida veio diretamente daquilo em que nossa atenção esteve concentrada. E uma boa parte de nossa concentração esteve centrada em crenças antiquadas, nas filosofias velhas e malcheirosas com que nos martelaram os ouvidos, ou que nós aceitamos cegamente como realidade desde os tempos da infância. Encheram-nos a cabeça com elas nessa altura, e elas continuam lá - padrões arcaicos de pensamento sobre o que pensamos ser a realidade, padrões esses que francamente, deviam estar no caixote do lixo." As Cismas do Padre Fred "Num verão de há muitos anos atrás, namorei um pastor da Igreja Episcopal. Durante muito tempo achei que aquele tipo era o supra sumo da espécie masculina. Era alto, bem constituído, atraente, uns dez anos mais velho que eu, inteligente, culto, e vinha de uma família encantadora de Nova Inglaterra. Exatamente o meu tipo de homem. O padre Fred era um orador brilhante, e os seus sermões eram educativos e bem humorados, mas normalmente a igreja estava quase vazia. Tentando por cobro a esta situação embaraçosa, ele mudava o estilo, mudava o seu tom, a forma de apresentar os seus temas, mudava até os arranjos do altar, mas nada parecia funcionar. As pessoas muito simplesmente não gostavam de o ouvir, nem de estar em sua companhia. Esses eram tempos em que eu ainda não tinha preocupações. Tinha vinte e poucos anos, ainda não tinha decidido bem o que fazer da vida, e estava a apreciar cada vez mais as

alturas em que bebia. Uma vez que o padre Fred parecia encontrar o mesmo grau de divertimento nesta bebedice, andávamos ambos a gozar à grande. Mas, gozo aparte, algo estava a me afligir. Era sutil mas não desaparecia. Onde quer que estivéssemos, a beber uns copos, a passear de carro, na companhia de outras pessoa, em todo o lado, Fred estava sempre a atacar alguma coisa ou alguém relacionado com a Igreja." Parecia uma obsessão. Numa noite era um bispo, na noite seguinte qualquer coisa sobre a sua formação inadequada, ou sobre os orçamentos escassos, ou as restrições da diocese aos serviços da “alta igreja”. Os seus ataques pareciam não ter fim. E estavam a começar a cevar-me à loucura. Eu não era uma estudiosa da mente, mas aquilo era absurdo. Quando por fim o questionei sobre o assunto, ele respondeu como se nada fosse: “Eu sou assim. Tenho a capacidade de ver o que há de errado nas coisas. A Igreja está ultrapassada e precisa de renovação, mas não me cabe a mim faze-lo. Eu tenho apenas a faculdade de ver o que precisa ser mudado.” Depressa percebi que, para Fred, tudo na vida era suscetível de criticas, não apenas a Igreja. O mundo era um caos, tudo precisava ser alterado ou resolvido, mas isso nunca lhe competia a ele. A verdade é que se sentia incapaz de fazer fosse o que fosse, razão por que era tão obcecado por conduzir os serviços religiosos sem a mais pequena falha. Nessas alturas, pelo menos, sentia que podia brilhar, houvesse ou não gente na igreja. Mas, para alguém que disparava em tantas direções, Fred tinha na verdade pavor da autoridade. “Não posso, porque...” era a sua litania. Não podia ser aumentado, ter secretaria, mais dinheiro para a paróquia, nem sequer um orador convidado quando quisesse ausentarse. Só conseguia concentrar a atenção no fato de que nada nunca ia acontecer. Por isso, claro está, nunca acontecia." "O pobre Fred vivia permanentemente no mundo dos Não Quero, acreditando que quanto mais se concentrasse neles e os fosse remoendo, mais hipóteses teria de faze-los desaparecer. Via-se como uma vitima indefesa a quem era exigido que se submetesse aos grandes poderes que estavam à espera de cortar à nascença o seu aumento ecumênico. Olhando para isto à distancia do presente, é fácil perceber porque razão as pessoas não gostavam da sua companhia.Embora os seus sermões raramente refletissem o seu negativismo, as pessoas apercebiam-se intuitivamente da sua energia, e não queriam estar por perto. Mais uma vez, este é um exemplo extremo (são os únicos que recordo) de como a maioria de nós viveu, mas, no entanto...no entanto? Este tipo de velhas crenças bolorentas, tais como as poderosas convicções que Fred tinha em relação à autoridade e ao destino, são o nosso maior obstáculo para a criação intencional, pois surgem e deitam-nos por terra sempre que achamos que gostaríamos de mudar de direção. Sabe muito bem ao que me refiro: você pensa no quanto gostaria de arrumar outro emprego, e logo surge o pensamento de alta carga emocional. “Oh, não posso porque...” Ou um carro novo: “Oh, não posso porque....” Ou uma relação nova: “Oh não, não posso MESMO, porque....” São os valores e ética dos nossos ancestrais, os que encontramos nos nossos “tenho de “, e

“se ao menos eu tivesse” e “o que está certo e o que está errado”. São doutrinas ultrapassadas com origem nas religiões, que nos dizem que não podemos ter uma vida melhor enquanto não partirmos deste mundo, ou que “Só através do sofrimento poderemos alcançar o Reino dos Céus”. "São convicções sobre a realização e o sucesso e o trabalho e o lucro. São crenças que nos forçaram a olhar sempre para o que está mal em tudo, convencidos de que temos de arranjar forma de compor as coisas antes de seguir em frente: o emprego, o ambiente, o nosso parceiro, o governo, as escolas, as crianças, e especialmente...nós próprios. “Tenho de dar um jeito, tenho de dar um jeito, tenho de dar um jeito; não gosto das coisas assim, não gosto das coisas assim, tenho de dar um jeito”. No entanto, a crença que talvez nos prejudique mais é a estimada crença que nos diz que a culpa é sempre dos outros: dos políticos irresponsáveis, da família alcoólica, do chefe atiradiço. Atribuímos culpa com a Constancia do Sol nascente, pensando que não há nada de errado nisso pois é assim que o mundo funciona. Temos a certeza de atribuir culpas nos faz sentir melhor, por isso fazemo-lo mais uma vez, e outra, e outra, sem nunca nos apercebermos de quanto essas vibrações negativas têm sido = e são – destrutivas para as nossas vidas. Mas aqui estão as boas noticias: por mais que os psicólogos e terapeutas de hoje em dia digam o contrario, nós não temos que desenterrar toda essa tralha inútil para que a vida nos corra bem. Com alguns truques simples, e a certeza de que, na verdade, isto não é mais difícil do que prestar atenção ao que estamos a sentiiiir, aprendemos a passar com facilidade por cima desta tralha velha e bolorenta que nos manteve prisioneiros por tanto tempo, vivendo uma vida árdua que sempre consideramos normal.” Coisas Que Não Queremos A energia negativa – toda a energia negativa – vem apenas de um lugar: os nossos “Não Quereres”. Às vezes chama-se-lhe culpa; outras vezes chama-se-lhe medo, ou censura ou inquietação, ou dúvida. Mas por agora, para não cairmos nas banalidades dos psiquiatras, vamos chamar-lhes “Coisas Que Não Queremos”. Por mais que nos custe acreditar, a maioria de nossos pensamentos – e, logo, sentimentos – diários são sobre coisas que não queremos: grandes e insignificantes, aqui e ali, agora, no passado, e no futuro. Esse tipo de pensamento não tem fim, e são, na sua maioria, automáticos e inconscientes, bem como terrivelmente limitadores. Ora veja: Não queremos ir a conduzir para o emprego com mau tempo. Não queremos chegar atrasados ao trabalho. Não queremos desagradar o chefe. Não queremos que a seca continue. Não queremos comprar carne de má qualidade. Não queremos parecer mal. Não queremos que façam mal a nossos filhos. Não queremos apanhar uma gripe. Não queremos ser despedidos. Não queremos esperar numa longa fila. Não queremos levantar-nos de manhã.

Não queremos mais contas. Não queremos viver num clima tão frio. Não queremos que o semáforo fique vermelho. Não queremos divorciar-nos. Não queremos chumbar no teste. Etc., etc., etc., etc., etc., etc., etc.,etc, etc. É óbvio que uma ou duas coisas aqui listadas mão passam de escolhas que fazemos num dado momento, e por isso não nos vão despertar grande emoção, nem, como tal, nos causarão grandes danos. Mas, por mais inconseqüentes que os restantes itens possam parecer, isso eles não são certamente. Se concentrar sua atenção em qualquer um deles durante algum tempo, vai tê-lo à sua frente antes de perceber o que lhe aconteceu. "Pior ainda, o poder coletivo dos Não Quereres pessoais, conscientes ou inconscientes, que nós vomitamos energeticamente ao longo do dia, torna-se a mistura de vibrações que constitui o nosso mundo individual. Quer gostemos, quer não, essa mistura é quase sempre negativa. Vejamos, por exemplo, a quantidade de velhas teias de aranha de nosso passado, os nossos “se pelo menos”. Se pelo menos tivesse tido outros pais. Se pelo menos tivesse ido para a universidade. Se pelo menos não me tivesse casado com aquela pessoa. Se pelo menos tivesse aceito aquele emprego. Se pelo menos não tivesse mudado de faixa. Se pelo menos, se pelo menos, se pelo menos.... Ao “Se Pelo Menos” não passam de formas pretéritas dos Não Quereres. “Eu não queria ter tido aqueles pais”. “Eu não querias ter de andar à procura de emprego sem habilitações”. “Eu não queria um casamento infeliz.” “Eu não queria um emprego tão mal pago.” “Eu não queria ter um acidente, mas mudei de faixa.” E depois vêm todos aqueles Quereres Negativos traiçoeiros, que não passam de coisas que Não Quer, disfarçadas. Quero ficar bem. Quero pagar as dividas. Quero perder peso. Quero deixar de fumar. Quero que meu casamento destroçado se componha. Quero que meu cônjuge arranje um emprego melhor. Pode pensar que está a ser positivo ao não proferir nenhum “Não Quero”, mas em que é que você está realmente concentrado? A verdade é que sua atenção está fixa precisamente no que Não Quer mais na vida. E uma vez que nós obtemos aquilo em que estamos concentrados...olá! Isso aí vem ao seu encontro." “Longe de mim discordar quando você protesta que não é uma pessoa negativa. Graças a Deus que a maioria de nós não é como o padre Fred. Nós gozamos a vida o melhor que podemos. Entusiasmamo-nos perante um pôr do Sol. Devolvemos à água os peixes pequenos que apanhamos. Ficamos contentes quando um amigo é promovido. Rimo-nos das piadas sem graça dos nossos filhos. Gostamos de sair à noite à sexta-feira. Orgulhamo-nos dos nossos feitos. Damos crédito a quem o merece. Fazemos o possível por trazer a alegria à vida dos outros, bem como à nossa. E, apesar disso, o foco de atenção constante na nossa vida tem estado no que Não Queremos.

Não queremos ter de trabalhar tanto, não queremos ter uma avaria no carro, não queremos isto e não queremos aquilo o tempo todo, o que só magnetiza mais daquilo que nós não queremos. Suponhamos que qualquer coisa no emprego que não lhe agrada, ou que tem um carro velho, ou um parceiro que lhe anda a fazer a cabeça em água. E suponhamos que você pensa nestes Não Quereres uma e outra vez. Bom, de cada vez que regressa a este assunto e lhe acrescenta mais dezesseis segundos carregados de emoções, não só está a fazer com que ele cresça e se torne mais poderoso, está também a fazer com que seja muito mais fácil pensar nele. Bravo! É como se estivesse a desbravar caminho na selva, você desbasta um bocado, depois desbasta mais outro, e em pouco tempo tem aberta uma estrada que pode percorrer para trás e para diante. E é isso o que você faz. Sem mudar de assunto! Você pensa, e pensa, e volta a pensar, até o ponto em que é tão fácil pensar nisso que você não o consegue tirar da cabeça. E quando der por isso, a coisa que você não queria que acontecesse....aconteceu!” Se não deseja – mesmo muito – que lhe roubem o carro novo, está seguramente a habilitar-se a atrair uma vibração correspondente chamada “assalto- no-parque-de-estacionamento”. Se não deseja – mesmo muito – que a casa ao lado seja ocupada por vizinhos desagradáveis, está a candidatar-se a atrair umas bestas com cães que não param de ladrar, e a fazer com que fiquem por lá. Se não deseja – mesmo muito – ter mais problemas com as contas, esses problemas vão de certeza piorar. Se não deseja – mesmo muito – passar as férias sozinho....pronto, acho que já percebeu. O que quer que você inclua nas suas vibrações durante dezesseis ou mais segundos vem na sua direção, quer queira ou quer não. Por isso, quando está a falar de todas as coisas que não deseja, e a enviar dezesseis segundos do sentimento de cada vez que fala de uma delas, essa coisa tornou-se agora uma parte de si, parte de suas vibrações diárias. Muito em breve estará a vive-la....a não gostar nada...a vibrar dessa forma,,,, a falar sobre ela....a queixar-se dela....a remoer nela...e a fazer com que se torne uma vibração ainda mais forte e mais próxima da sua vibração diária do que era inicialmente. Você está a vibrar com a própria coisa que não deseja. Agora essa coisa não o pode abandonar. Faz parte de si. Por mais que se queixe dela ou que se inquiete por sua causa, ela não o abandonará! Está agora incluída na sua vibração diária. E quanto mais a viver, quanto mais concentrar nela a sua atenção, quanto mais cismar nela, mais forte se torna a sua vibração para se assemelhar e atrair essa coisa de que você tanto deseja libertar-se.” Ainda Há Mais... "Há outro problema. Lembra-se de como, ao fazer soar um diapasão num compartimento, todos os outros diapasões que possuem a mesma freqüência correspondente soam também? Acontece o mesmo com os pensamentos. À medida que pensa mais e mais sobre alguma coisa, não só está a atrair mais daquilo em que estiver a pensar, está a chamar e a arrastar para si – TUDO o resto – que esteja a vibrar numa freqüência semelhante. Os resultados podem ir de uma forte gripe à sua demissão, mesmo quando aquilo em que você estava realmente a pensar era a falta de dinheiro para compor o telhado. Agora, subitamente, está a receber uma serie de lindos embrulhos-surpresa com a mesma vibração do seu Não Querer – que não são a mesma coisa, mas são de igual modo indesejáveis.

Ao pensar num deles, está a enviar um convite a tudo o resto que esteja a pulular na mesma vibração. Desde que essas coisas possuam uma vibração correspondente, poderão ser suas, quer você tenha se concentrado nelas ou não. Nunca reparou que quando uma coisa começa a correr mal, tudo o resto segue o mesmo caminho? Isso acontece porque as vibrações que você está a enviar se associam a toda uma serie de coisas que vibram no mesmo comprimento de onda. Ao pensar sobre essa coisa uma e outra vez, você cria uma espiral de pensamentos que se torna agora consideravelmente maior, com sabe-Deus-que-mais a rodopiar em torno do seu centro magnético, e que vem na sua direção. Se, por exemplo, pensar o tempo suficiente sobre o quanto detesta o emprego, acaba com uma almogadela no carro, com o lavatório entupido, perde as chaves, o seu frigorífico avaria, e dá uma topada. Tudo por pensar uma e outra vez sobre um “Não Quero”... o seu emprego....que, a propósito, lhe é agora muito mais desagradável do que era antes." "Os Não Quereres podem ser monstruosos ou triviais, mas, seja como for, quer estejamos concentrados em apenas um, quer nos concentremos em cento e um, existem correntes negativas a fluir de nós que, seguramente, não vão magnetizar nada que se pareça com alegria. Não podem. Encontram-se numa freqüência completamente diferente. E é assim, nesse circulo vicioso, que nós existimos; apenas isso, apenas existimos, mantendo-nos à distancia das energias altas do bem-estar excitante que são o nosso estado verdadeiro, e um direito absoluto e irrefutável. Duas coisas estão certas: 1)Pense algum tempo sobre algo que não quer, e irá atraí-lo ou ser atraído por ele, e 2) Pense num Não Querer com alguma espécie de sentimento, e automaticamente atrairá outros acontecimentos desagradáveis com freqüências semelhantes." Sincronizado ou Dessincronizado “Então, o que havemos de fazer em relação a isto? Como vamos mudar? Certamente não podemos estar atentos a tudo o que dizemos ou pensamos o dia inteiro. Não se preocupe, não custa tanto assim. Basta que regressemos ao nosso gênio mágico, os sentimentos, e aprendamos a identificar o que sentimos ao fluir energia “deste tipo” ou “daquele tipo”, e aprendamos a reconhecer quando nos sentimos em baixo, ou alegres, mal ou bem, incapazes de sentir seja o que for ou verdadeiramente felizes. Mas regressemos agora por um momento às vibrações. Tudo no Universo responde às vibrações; é a lei. E para nós, aqui neste planeta, isso aplica-se ao tato, ao cheiro, à cor, ao sabor, à audição e... às emoções. Quando sentimos alegria, ou paixão, ou amor, ou qualquer outro tipo de felicidade extrema, esses sentimentos são a forma como interpretamos determinado tipo de vibrações. No reverso da moeda, quando temos sentimentos de ansiedade ou culpa, ou ressentimento, também eles são interpretações de vibrações. E não esqueça a razão porque uns nos fazem sentir melhor que outros; uns estão perto da nossa Origem, os outros não." "Todos nós somos extensões físicas de mais, muito mais do que aquilo que vemos, extensões de um Ente não-físico muito mais vasto –a nossa energia Original – que simplesmente Se está a expressar, nesse momento, num corpo humano. Quando vibramos em sincronia com essa energia, sentimo-nos bem. E vice-versa: quando nos sentimos em baixo, é porque estamos a vibrar dessincronizados dessa energia pura, positiva. Os Não Quereres significam que estamos dessincronizados. Quando olhamos para algo e

dizemos e dizemos “Eu não quero isto”, acontecem duas coisas. Em primeiro lugar não há forma possível desse Não Querer se ir embora, porque o estamos a manter nas nossas vibrações pelo simples fato de lhe estarmos a prestar atenção. E em segundo lugar, sentimo-nos mal, em baixo, deprimidos, nada de especial, ou com qualquer outro sentimento que nada tem a ver com felicidade. Assim, quanto mais sincronizados estivermos com a nossa energia Original, pior nos sentimos. Coloquemos a questão de outra forma: sentirmo-nos bem é natural, mas é algo que para nós não é normal nesse momento. Tudo o que está abaixo disso é antinatural, e, tristemente, bastante normal para nós nesse momento.” Mas, Cuidado. “O nosso principal problema em relação às emoções negativas é raramente acharmos que as temos. No entanto, se estivéssemos sempre a fluir a freqüência alta da alegria, em vez de uma vibração mais baixa que não tem nada de alegre, viveríamos numa tal abundancia e profusão de prosperidade, riqueza, e sucesso. – para não falar de felicidade sublime, saúde perfeita e bem-estar – que nada disto interessaria. Por isso, eis a grande novidade sobre este estado a que chamamos normal, que durante 99 por cento do tempo não passa de vibrações negativas: As vibrações negativas de qualquer tipo, ou intensidade, motivadas seja pelo que for, significam que nos excluímos da Vida. Existimos, mas não Vivemos. Há uma enorme diferença! As vibrações negativas significam que fechamos a porta à nossa Origem. As vibrações negativas ocorrem quando nós nos impedimos de pensar sobre o que nos faz felizes. As vibrações negativas vem de vivermos com os nossos “Não Quero”. E é apenas daí que elas vêm. As vibrações negativas significam que batemos com a porta que dá acesso à nossa loja de brinquedos. Nenhum dos nossos desejos profundos se consegue manifestar através das vibrações lentas dos Não Quereres. Eles fazem parte de uma outra freqüência chamada “alegria”, por isso ficam longe de nós – bem longe – até os convocarmos através de nossas vibrações de Bem-Estar." "É tão simples como isso. As coisas que Queremos apenas estão em sincronia com o nosso Eu Interior/Eu Expandido, não com as nossas vibrações negativas. Uma vez que nos trazem prazer (seja em que grau for), a única vibração semelhante à sua é a da nossa Intenção Original, viver em alegria. Não podemos pensar no que não queremos e ficar à espera de obter o que queremos. Isso é como misturar azeite e água; misturar freqüências altas com freqüências baixas é impossível. Uma irá sempre sobrepor-se à outra, dependendo o que for dominante na altura. Mesmo sentir uma ligeira preocupação (o que é quase a historia da nossa vida) fecha a porta à abundancia e ao bem-estar que é o nosso Divino inato. Por isso, basicamente, temos vindo a derrotar o nosso objetivo desde o principio. Pensando que é importante preocuparmo-nos com as contas, os filhos, a avó, a situação mundial, o que temos feito é gerar um fluxo constante de energia de freqüência baixa que nos impede de conseguir o que desejamos para nós e, sim, também para o mundo.” Viva o Negativo "Eis outra maneira de ver a questão: qualquer emoção que não faça parte da família da alegria é simplesmente negativa, e vem da falta...de uma coisa qualquer. Ora pense no assunto. Todas as emoções negativas que jamais sentimos, por mais insignificantes ou bem escondidas, vieram da falta do que verdadeiramente queremos. Vejase por exemplo, o ato de culpar. Culpamos alguém ou alguma coisa por nos dar o que não

queremos, o que não passa da falta do que quer que seja que queremos. Estamos preocupados por poder perder alguém ou alguma coisa, por isso tememos a ausência –ou a falta – desse alguém ou dessa coisa. Temos medo do que anda “lá fora”, porque nos falta a sensação de segurança. Justificamos e racionalizamos, porque nos falta a aprovação de alguém (incluindo a nossa!). Sentimo-nos deprimidos por não termos algo que desejamos, mesmo que seja apenas sentirmo-nos bem. Sentimo-nos ansiosos, porque nos falta tempo ou os meios para produzir. Todos os sentimentos negativos do dicionário têm origem na falta. E ainda bem que assim é. Como? Sim, eu sei que isto soa estranho. Mas como pode identificar aquilo que QUER sem que primeiro saiba aquilo que NÃO QUER? Não é possível. Só partindo do que Não Quer pode reconhecer o que Quer, o que significa que cada má experiência, cada acontecimento feio, cada momento infeliz, e cada pequena preocupação constitui a oportunidade de uma vida." Um Não Querer é uma chamada para despertar, um apelo para sair da toca, embraiar uma nova mudança, e atrair a verdadeira Vida. Por isso, abençoada seja cada emoção negativa que já teve ou está a ter, por mais odiosa ou vulgar que seja. Elas sãos os seus bens mais preciosos, os seus trampolins para o bem-estar. É certo que vai ser preciso habituar-se um pouco à idéia de exultar com algo como o stress. Mas atenção, se você sofre de stress (e quem não sofre?) e o consegue admitir e sentir,acabou de dar o primeiro passo e o maior na aprendizagem de como ser um criador intencional: Primeiro Passo: Identifique o que NÃO QUER. O Sabor Não Importa Há duas espécies de Não Quero”: Universais e Pessoais, sendo que os Universais são os mais comuns e os mais fáceis de reconhecer. Os Não Quereres Universais são aversões generalizadas, coisas que ninguém no planeta deseja nem um pouco, tais como contas bancarias a descoberto, doenças, maus relacionamentos, profissões que não nos realizam, corpos disformes, baixa auto-estima, telhados que deixam entrar água, carros avariados, ser assaltado, ser molestado, ter um acidente terrível, até mesmo o aquecimento global. Chega para começar. Os Não Quereres Pessoais são simplesmente as coisas ligeiramente desagradáveis da vida que nos incomodam apenas a nós, e nem sempre aos outros; coisas que pessoalmente preferiríamos evitar, tal como intervir numa reunião, matar aranhas, coser buracos nas meias do Júnior, ou fazer parte do júri num julgamento sem fim. Estes ocorrem menos frequentemente que os Não Quereres Universais, pois nós não esperamos que eles aconteçam muitas vezes, e como tal, eles não acontecem. Imaginemos, por exemplo, que você está mesmo zangado com o seu chefe (um Não Querer Pessoal). A caminho de casa pára no supermercado e, claro está, a vibrar dessa forma, você coloca-se na fila onde uma funcionária resmungona o espera na caixa. Muitos não se importariam, mas hoje isso irrita-o particularmente. Não pára de remoer nela a caminho de casa – durante bem mais de dezesseis segundos – até o ponto em que já pôs os pensamentos em movimento, os sentimentos a fluir, e as vibrações a mexer. Queixa-se dela ao jantar durante muito mais de dezesseis segundos, fazendo o lindo serviço de transformar essa vibração de “Não Querer” numa parte de si. Fala dela no trabalho (grande historia para contar na sala do café) e durante o almoço conta a sua saga ao seu

melhor amigo. Agora é que você devia correr para o abrigo, pois a energia que lançou com uma focalização tão especifica transformou-se num bumerangue, e pode apostar que vem na sua direção. Na noite seguinte, por despeito, decide ir à loja da concorrência. Faz a suas compras, dirigese à caixa, e adivinhe? Acertou! Eis perante si outra empregada insensível, magnetizada para a sua experiência pessoal por toda a atenção que você prestou exatamente àquilo que queria evitar. Pode ficar surpreendido, mas a verdade é que você estava a pedi-las! Obtemos aquilo que vibramos; não há outra regra na vida. O meu amigo Skip, um conhecedor de boa comida e restaurantes, adora surpreender a Muriel, sua mulher,com locais novos e divertidos onde comer, Ele fez-me recentemente rir às gargalhadas (o Skip também é um estudioso da criação intencional) enquanto desfiava a historia da visita que tinham feito a um lugarzinho íntimo e pitoresco com vista para o mar. Não faltou nada: luz das velas, um violinista a deambular pelas mesas, até mesmo criados de fraque. Sentaram-se, pediram o vinho, e enquanto saboreavam a paisagem da doca, começou uma discussão nas suas costas. De início apenas sons abafados, as vozes foram crescendo de volume até que cada palavra daquela questiúncula de namorados lhes ia parar ao meio do seu lugar confortável. O Skip e a Muriel tentaram, sem sucesso, ignorar o ruído. A coisa piorou tanto, e tão depressa, que ambos se esqueceram do que estava a acontecer às suas vibrações. Embora não se tenham ido embora, com a sua energia a misturar-se tão veloz e seguramente com as vibrações do casal, seria bem melhor para eles que o tivessem feito. O Skip começou a resmungar. Pediu ao chefe de mesa que, por favor, acalmasse o casal. Isso não funcionou. Ele passou o resto do jantar irritado e queixou-se a caminho de casa. Quando se foram deitar, resmungavam ambos sobre o assunto. Mas não ficou por ali.Nas três vezes seguintes que foram jantar fora, o Skip e a Muriel tiveram – por esta ordem – um par conflituoso sentado ao lado deles, uma criança a chorar, e um bêbedo barulhento. Por fim, perceberam. Tinham andado tão profundamente concentrados no que não queriam, e a fluir tanta energia nesse sentido, que a Lei da Atração andava a fazer horas extraordinárias para atrair circunstâncias vibráteis comparáveis para as suas experiências. Sem prestar atenção ao que estavam a sentir, tinham deixado que um pequeno Não Querer (nenhum desassossego durante o jantar) se transformasse numa guerra.Os Não Quereres Pessoais normalmente não são tão graves, pelo menos ao princípio. Eles vêm do nosso desejo inato de experimentar o que é bom na vida, enquanto os Não Quereres Universais têm raízes profundas e alimentam-se dos medos e inseguranças permanentes do ser humano. Mas não importa nem um poucochinho se um Não Querer é Universal ou Pessoal, intenso ou ligeiro, constante ou passageiro. O que interessa é apanha-lo, vê-lo, senti-lo ou fazer o que for necessário para o identificar...e mudar. O que significa mudar os sentimentos de Mal-estar para Bem–estar. Depressa. Esteja Atento O truque para voar para o mundo maravilhoso do Bem-estar requer apenas que comece a pensar sobre o que Quer em vez de pensar sobre o que Não Quer. Uma vez que o que Queremos e o que Não Queremos se confundem tão facilmente, sendo que normalmente vence o que Não Queremos, eis porque precisamos ter alguma cautela. Veja, por exemplo, o pensamento “Não Quero ter de guiar mais este carro velho”. Muito bem, você quer um carro novo, mas a sua atenção está no carro velho. Não só está a vibrar em harmonia com o seu Não Querer (guiar o carro velho), o que está a manter à distancia o seu Querer um carro novo, como também a sua atenção vai muito provavelmente fazer com que uma série de coisas não muito agradáveis aconteçam ao seu pobre carro velho. E se por acaso estiver com a atenção focalizada em quanto dinheiro lhe falta para comprar um carro novo ou arranjar o velho, veja como as duas coisas se juntam como abelhas atraídas por mel:

o carro velho avaria....não há dinheiro no banco para o mandar arranjar! Um sentimento forte como “Não quero apanhar uma multa por excesso de velocidade” é um convite de vibrações em salva de prata para o polícia escondido atrás da árvore que se baba a pensar “Hei de apanhar este patife onde quer que ele esteja”. São as mesmas vibrações negativas, por isso se juntam. Um sentimento forte como “Não quero que meu filho se magoe” é um grande prelúdio vibrátil para um acidente. “Não quero ser roubado.” “Não quero ficar doente quando ficar velho.” “Não quero viver desta maneira”. “Não quero tantos impostos”. “Não quero cometer um erro”. “Eu detesto guerras”. São tudo coisas que você quer mudar, é certo, só que a sua concentração inclui-as na sua vibração. Concentre-se no que Não Quer, e veja-o tornar-se maior. Ainda mais complicado é, no entanto, quando dizemos “quero”, mas vibramos “ao quero”, como nos seguintes casos: “Quero acabar com esta relação”. “Quero um emprego onde ganhe mais”. “Quero o governo fora da minha vida.” “Quero saldar as dividas”. “Temos de parar com a destruição das florestas tropicais.” Onde está a sua atenção? Em cada um destes casos, está no que não se quer, e não naquilo que se quer. Se está apenas a ter um pensamento passageiro sobre um Não Querer, não há problema. Mas se está a dar uma atenção apaixonada a algo que verdadeiramente não quer – mesmo quando julga que é uma coisa que Quer – isso acabará por crescer e atingi-lo. Transforme-o numa Leve Sensação Calorosa Obviamente nenhum de nós se está a preparar para se deter e examinar minuciosamente cada pensamento que tenha, para ver se a maldita coisa é um Querer ou um Não Querer. Enlouqueceríamos em cinco minutos. Não, não precisamos fazer isso. Basta que prestemos atenção à maneira como um pensamento nos faz sentir. Se o que está a dizer ou pensar o faz sentir-se como se voasse nos céus em absoluto deleite, você está na onda de um Querer (Bandeira Verde). Se o faz sentir-se como se tivesse acabado de entrar numa nuvem escura e úmida, está na onda de um Não Querer (Bandeira Vermelha). Na realidade, se lhe provocar qualquer outra sensação que não seja uma sensação calorosa, é porque o que está em ação é um Não Querer. Tem de repensar, refrasear, concentrar sua atenção em outra coisa, e voltar a sentir outra vez até ter encontrado uma forma de aconchegar na leve sensação calorosa que é o seu Querer, e de aí vibrar são e salvo. Eis um bom exemplo: você diz para si mesmo: “Quero ser feliz”. É verdade que está a dizer “quero” , mas está a partir da falta daquilo que deseja. Por isso, ao dizer isso, como se sente? Maravilhosamente? (É duvidoso!) Feliz? (É pouco provável!) Muito bem, agora você diz: “Quero que a felicidade que tenho agora na minha vida se expanda numa alegria contínua e ilimitada”. Como se sente? Bastante melhor, não é? “Quero pagar as dividas.” Não é preciso perguntar como isso faz sentir-se. Em vez disso, diga: “Quero usar o meu talento de uma forma que me divirta, realize, e que seja verdadeiramente lucrativa. Sei que consigo isso”. Ou “Tenciono (intenção de) criar mais

tempo para me debruçar sobre novos projetos divertidos e rentáveis.”Ou: Sinto-me vivo quando estou a ser criativo.” A diferença de sentimentos é enorme em relação a “Quero livrar-me de...” Mas não se deixe apanhar pelas palavras ou acabará como um pastel de nata ao avesso. Mantenha-se apenas atento ao que está a sentiiiiir quando diz ou pensa alguma coisa. Depois experimente com diferentes afirmações. Quando encontrar uma que lhe dê sentimentos maravilhosos de prazer, acabou de se ligar ao seu poder Original. E tenha atenção ao que o fazem sentir as coisas que diz todos os dias, como: “Pois é, eu também estou farto disso.” “Oh, eu sei, o que está a acontecer é terrível.” “Esquece, não temos hipóteses”. “Concordo, ele é um verdadeiro problema.” Se uma coisa não o faz sorrir , se não o faz sentir um conforto caloroso dentro de si, é uma vibração negativa e um Não Querer. Se não se fizer sentir como uma leve sensação calorosa, não o diga, ou dê-lhe uma volta. Eis as Nossa Opções Os pensamentos marcados pela consciência social, aqueles que fluem das massas, são na sua grande parte sobre coisas que Não Queremos. E não vale a pena culpar os outros por esse mar sombrio em que vivemos. Quantas vezes já falou sobre quão terrível é alguma coisa? Isso vai juntar-se ao mar. E quantos dos seus amigos no trabalho se lamentam e queixam sobre isto, aquilo, ou aqueloutro? Isso vai juntar-se ao mar. “Que diabos, mais uma segunda-feira!” Isso vai juntar-se ao mar. É tudo lixo de vibração baixa. Nós exsudamo-lo; nós vivemos nele. Eis então as nossas opções: ou aprendemos a distinguir uma vibração positiva de uma vibração negativa e assumimos controle dos nossos Quereres sobre os nossos Não Quereres, ou ficamos neste mar de lixo negativo, errando, tão cegos como todos os outros, durante o resto dos nossos dias. Luta, discórdia, conflito, doença, e muito pouca felicidade como recompensa. Palavras duras, talvez, mas a acompanhá-las vem uma solução simples. Nós tornamo-nos o gerador de pensamento, em vez de sermos o seu receptor. Agora estamos perante um jogo novo, não vivendo segundo os caprichos das emoções dos outros. Deixamos de ser o passageiro infortunado e vulnerável. Estamos ao volante. As forças exteriores tornam-se irrelevantes. O passado deixa de ter importância. Abandonamos finalmente o modo acidental. A nossa vida é, cada vez mais, a que escolhermos. Fim da História E o meu empréstimo recusado? Bom, no instante em que o perito me disse que o empréstimo tinha sido recusado, eu somei dois mais dois e percebi imediatamente que estava numa onda de verdadeiros “Não Quero”, a vibrar e emanar principalmente a energia receosa que não tinha estragado o meu empréstimo, como tinha atraído uma cadeia de pequenos incidentes enquanto conduzia. Não demorei muito tempo a mudar o interruptor de Mal-estar para Bem-estar. E não parei de faze-lo, mesmo apesar de o empréstimo já ter sido recusado,. Embora parecesse um caso perdido, eu recusei-me a continuar a vê-lo dessa maneira e dediquei-me a mudar minha concentração, os meus sentimentos, as minhas vibrações, mesmo a minha roupa quando cheguei em casa (o que é levar as coisas um bocadinho longe de mais). Na manhã seguinte, telefonaram-me do banco a dizer que tinham descoberto uma maneira de contornar o problema, o empréstimo estava aprovado e estaria desbloqueado em poucos dias.

Teria sido sorte? Nem pensar! Tinha sido a mudança, deliberada e intencional, de atenção, sentimento e de fluxo de energia. Eu já obtivera o que não queria, por isso não foi muito difícil identificar o meu Quero, sentir e partir do lugar de o ter, e fluir, fluir, fluir. Nem sempre é assim tão fácil dar a volta a um “Não Quero” depois de ter saltado de um avião sem pára-quedas, mas desta vez funcionou. A criação negativa tem sido a nossa trouxa. Moldamos os ossos mundos privados a partir de pipas e mais pipas de coisas que Não Queremos, respondendo assim aos eternos porquê, porquê, porquê. “Por que razão as nossas vidas deram nisto?” “Por que não somos tão felizes como queríamos ser....gostaríamos de ser....poderíamos ser....deveríamos ser?” “Por que razão nunca conseguimos isto, ou alcançamos aquilo?” Não faz mal. Não faz mesmo. Fizemos tudo como deve ser. Sem os nossos “Não Quero”, nunca teríamos aquilo que Queremos. Agora basta aprender a dar-lhes a volta intencionalmente, em vez de o fazermos por acidente. Como tal, se sente como que cercado por uma terrível nuvem negra (ou mesmo por uma ligeira névoa), lembre-se de que está a fluir energia negativa. Trate de marchar depressa para longe dela e obrigue-se a desenterrar alguma espécie – alguma espécie – de sensação calorosa de Bem-estar. Agora você agita bandeiras Verdes, e está a caminho de atrair os seus desejos mais acalentados, o que é a razão principal da sua presença aqui.” Sim, Sim! Assim, Assim e Assim! (Segundo Passo) Agora que já analisamos a informação animadora de que é com base em coisas que Não Queremos que temos criado a maior parte de nossas vidas, passemos à tarefa de compreender o que verdadeiramente Queremos, e que diabo havemos de fazer assim que o descubramos. Parece estúpido, não é? Toda a gente sabe o que quer na vida, certo? Errado! As coisas que Queremos são provavelmente o elemento mais assustador, mais mal compreendido, mais negligenciado em toda a raça humana, e eu apostaria que, para a maioria das pessoas, só pensar sobre elas é mais assustador que enfrentar uma cadeira de dentista sem anestesia. Mas antes de nos debruçarmos sobre a esfera tortuosa do que Queremos, é importante percebermos o que dá alegria e paixão às nossas vidas e faz com que valha a pena vive-las. Por mais estranho que pareça, o que nos dá felicidade é a própria coisa que julgamos querer evitar – os contrastes: aquilo de que Gostamos e de que Não Gostamos, o que Queremos e o que Não Queremos. Por mais espantosa que essa lógica pareça, sem contrastes, provavelmente enlouqueceríamos. Para melhor ilustrar este conceito bizarro, venha voar comigo numa viagem imaginaria sobre uma cidade fictícia num planeta físico chamado Mesmaterra. Não Obrigado, Mesmaterra Aí está ele, mesmo debaixo de nós. A sua área parece exatamente igual à Terra, com o mesmo solo, as mesmas pessoas, o mesmo de tudo. Tudo parece igual à terra com exceção de uma terrível circunstancia – é tudo cinzento: a paisagem, os edifícios, os carros, os animais, os corpos. Tudo tem a mesma cor, até a mesma sombra! As pessoas não sentem atração sexual, porque tudo é igual. Não têm desafios, barreiras, obstáculos, não têm contrastes!

Está a reparar a inércia das pessoas? É o tédio, algo de avassalador. Isso não é de espantar. Na Mesmaterra ninguém tem de tomar decisões, pois todas as decisões têm o mesmo desfecho. Nenhum amigo é diferente do outro, todos os empregos possuem o mesmo grau de estimulo, e....já viu o suficiente? É um cenário tão próximo do Inferno quanto alguma vez gostaríamos de chegar. Quem quereria viver num lugar assim? Que sentido faria? Nenhum desafio, nada para desejar, nenhuma diferença para apreciar, nada que inspire o entusiasmo. Apenas um lugar de tédio incalculável, que é precisamente o que devemos evitar aqui no Planeta Terra, para onde viemos em busca de diversidade e diferenças. Nós viemos, por estranho que pareça, pelo contraste. É isso que o nosso Planeta Terra tridimensional oferece, uma imensidão de alternativas e escolhas, um campo de treino para nos ajudar a determinar o tipo de coisas de que não gostamos, para que lhes possamos virar as costas e – muito agradecidos – criar o tipo de coisas de que realmente gostamos. Como disse o outro, se só houvesse gelados de baunilha, a vida seria uma grande seca. É por isso que nós temos escolhas; mais e mais escolhas que não só nos oferecem as oportunidades de viver e gozar aquilo que desejamos neste mundo pleno de dádivas, mas que nos permitem igualmente descobrir quanta tortura e privação estamos dispostos a suportar antes de deixar esses desejos fazerem parte das nossas vidas. Encaremos a realidade, nós somos sábios sem paralelo na arte de identificar o que nos desagrada, mas não somos grande coisa quando toca a permitirmo-nos identificar o que realmente queremos, o que queremos meeeeeesmo, para assim podermos magnetizar essas coisas para as nossas vidas pela pura alegria de as ter. Era suposto que a vida fosse um “Não gosto disto, gosto daquilo”. Em vez disso ela tornouse um “Não gosto disso, mas não tenho outro remédio....”. Depois queixamo-nos, e remoemos a afligimo-nos e lamentamo-nos de todas as coisas a que estamos presos, o que, claro está, nos faz ficar ainda mais presos no meio daquilo que não queremos. Então, o que é que você deseja? Você sabe? Ousa sonhar? Ousa desejar? Ousa deixar a sua imaginação (o dom mais divino e poderoso da raça humana) ser levada pelas asas da fantasia? O que deseja? O que deseja mesmo, realmente? A Tortura de Querer Enquanto, aos poucos, nos vamos nos habituando a ter a espantosa consciência de que tudo na nossa experiência vem daquilo em que estamos concentrados, e de como nos sentimos, é provavelmente muito natural pensarmos: “Bem, querer pode ser muito bom para os outros, mas eu não me vou por a sonhar acordado dessa maneira. A vida corre-me bem, tenho sobrevivido às adversidades, porque havia agora de me expor a mais desapontamentos? Vemos todas as coisas que gostaríamos de ter mas não temos, todos os sítios onde gostaríamos de estar mas não estamos, todos os degraus que gostaríamos de ter subido mas não subimos. Quando tão poucas coisas correram da forma que nós teríamos escolhido, porquê começar agora a querer? É o velho cenário do “Quem tudo quer, tudo perde”, a par do reverso da mesma moeda, que diz: “Claro que tenho inúmeros desejos e Quereres, mas, de qualquer das maneiras, não tenho esperança de os conseguir.” É triste dizer isto, mas nós fomos objeto de uma lavagem ao cérebro que nos fez acreditar

que a maioria de nossos Quereres não só são coisas inadmissíveis, egoístas e interesseiras, como são absurdamente impossíveis. Lembra-se de quando andava na terceira ou quarta classe? Você não só já tinha idade suficiente para compreender uma desilusão q o quanto isso doía, como era também um veterano com larga experiência na arte de evitar esses sentimentos. Descobrira cedo na vida que, quanto mais queremos uma coisa, maior é a dor de coração que sentimos por não a ter. É provável que tenha pura e simplesmente parado de querer, a não ser, claro está, que tivesse a garantia absoluta de que o seu Querer se iria materializar. Mesmo antes disso, enquanto bebê que adora explorar, você caminhou em passos inseguros até a jarra de louça brilhante sobre o televisor e ouviu o berro: “Não, não, não mexas!” Isso não aconteceu uma vez, nem cem vezes, mas sim (dizem os investigadores) umas sessenta mil vezes; foi esse o número de vezes que num período de três anos, você ouviu: “Não, é feio, isso não se faz!” Quando chegou ao seu quarto aniversário, você já pensava duas vezes quanto a querer muito o que quer que fosse. Querer era igual a “feio”. E isso não termina após a infância. “Não” a isto, “não” àquilo, “nem pensar” ao que lhe parece ser tudo, à medida que vai crescendo. Quando chega à escola secundaria, é-lhe bastante difícil querer alguma coisa a serio, para além do que é socialmente aceitável, como ter o primeiro carro, ir ao baile de formatura, ou ir trabalhando para pagar o curso. Deus o livre de lhe apetecer correr o mundo até pensar numa coisa melhor para fazer. Deus o livre de lhe apetecer tornar-se milionário num ano. “É ridículo! Tire a cabeça das nuvens.” Por isso, a maioria de nós põe essas paixões de lado enquanto arrasta os pés a caminho dos “Deve Ser” e “Tem de Ser” da idade adulta. Nós contemplamos a verdade suprema que afirma: quanto mais desejarmos uma coisa à margem das regras da sociedade, mais certo é que não a consigamos. Nós sonhamos, mas não acontece nunca. Sonhamos um pouco mais, não se realiza. Em breve nos vergamos à verdade fictícia de que sonhar ou querer alguma coisa fora da norma (e muitas vezes mesmo dentro dessa norma) não é uma coisa divertida. Quanto mais a queremos, pior nos sentimos por não a obter. Por fim, à exceção dos sonhos menores, daqueles que sabemos serem prudentes e alcançáveis, deixamos completamente de sonhar. E aí ficamos, no santuário sombrio da Mesmaterra, protegidos pela crença falsa de que, se tivermos sonhos modestos e nada acontecer, não sofreremos muito. Meu Deus do céu, que maneira esta que escolhemos para viver. Transpor a Barreira do Querer – pg 89 Acabar com uma vida de privações programadas pode ser um tanto assustador, antes de mais porque implica mudança. Mas temos de acabar com ela se quisermos ser criadores intencionais em vez de criadores acidentais. E, em boa verdade, aprender a querer produtivamente (e descobrir que isso é bom) não é uma tarefa assim tão complicada, desde que aprendamos como querer, em vez de não querer. Existem três tipos básicos de Quereres, cada um com o seu objetivo no nosso arquivo de sonhos. Quereres Verdadeiros Em primeiro lugar surgem os Quereres Verdadeiros que vêm dos Não Quereres. “Não quero ir passar férias para casa dos meus cunhados; em vez disso, quero....?” “Não quero viver mais aqui; em vez disso, quero...?”

Esses são os mais fáceis. Basta virar a pagina a um Não Querer, e lá está o Querer Verdadeiro do outro lado. Quereres Negativos Depois vem os Quereres Negativos, aqueles a que é preciso dar uma volta antes de podermos sair deles. Pode identifica-lo pela forma como se sente, uma vez que nunca o fazem sentir-se bem, até que você mude a sua concentração. “Quero ficar bem” está claramente focalizado no fato de não estar bem. Esse é um Querer Negativo. “Quero ser rico” apresenta a mesma dificuldade. Ambos têm origem num lugar de falta, causando-nos desconforto pelo simples fato de que não temos o que estamos a expressar querer. Os Quereres Negativos são sempre Não Quereres e, pode ser difícil identifica-los se não estiver em sintonia com os seus sentimentos. Se você tem peso a mais e que emagrecer, e diz com a maior das inocências, “Quero ser magro”, isso é um Querer Negativo e nunca, mas mesmo nunca se manifestará como uma leve sensação calorosa. Tem origem na angustia, na ânsia, no desejo fútil, tudo energias negativas. Tem origem numa necessidade que é medo; e não um desejo que é excitação. Naturalmente, você não desejaria uma coisa se a tivesse, mas se toda a sua atenção estiver no fato de não a ter, ela nunca virá. Não pode, pois a sua atenção está na sua ausência. Se o que quer – e a forma como o está a expressar – não o está a fazer sentir-se bem, trata-se de um Querer Negativo e é necessário que você lhe dê a volta para que se torne uma intenção positiva, um desejo excitante. Quereres Legítimos Finalmente vem o terceiro tipo de Querer, a que chamo Quereres Legítimos pela simples razão de nós termos direito aos nossos desejos, diga o que disser em contrario a nossa religião, ou os nossos pais, ou amigos, ou colegas de trabalho. Temos direito, pela simples razão de existirmos, a testar as nossas capacidades criativas da maneira que entendermos. Temos direito a afastar da nossa vida, em qualquer altura, todos os Não Quereres – todos os Não Quereres – com um Querer. E se nos agrada a nós, provavelmente agradará aos outros, Caso contrario, bom, paciência. Com os Quereres Legítimos, aceitamos o fato bem verdadeiro de que não é apenas apropriado e recomendável, ´´e crucial que queiramos: seja o que for... em qualquer parte... de qualquer maneira....em qualquer quantidade.... sob qualquer forma.... em qualquer grau....em qualquer altura que desejemos. Seja o que for! Seja o que for que exista à face da terra, se essas coisas tirarem a nossa vida do marasmo, se nos tirarem da Mesmaterra, e se nos puserem a vibrar mais perto do canal de alegria do nosso verdadeiro Eu. Esta é a única razão por que temos Quereres, para que nos sintamos bem quando os temos. Sim, eu sei, tudo isto pode parecer insensível, frio e extremamente egoísta. Mas, por favor, dê-me o beneficio da duvida antes de tirar conclusões precipitadas, e verá como esta abordagem radical da vida também beneficiará profundamente os que o rodeiam e dependem de si. Querer: A Necessidade da Vida Eu digo-lhe: “Muito bem, o que é que quer?” E você diz-me: “Oh, isso é fácil. Quero dinheiro que chegue para pagar as contas, sustentar os filhos, ter uma boa casa onde viver,

uma profissão que goste, um parceiro adorável com quem partilhar tudo, e uma saúde de ferro. Também não me importava de ter um carro novo.” Bem, é um começo, e não está mal. Mas não passa disso, de um começo! Na verdade, para a maioria das pessoas neste mundo, ter todas essas coisas maravilhosas seria parecido a viver no Paraíso! Mas para que possamos libertar esse poder a que chamamos paixão de uma forma que nos permita viver finalmente mais próximos da freqüência do nosso Eu Natural em profunda alegria, temos de ir além do óbvio...muito além do óbvio! Então e que mais? O que mais quer? Sim, claro, os Quereres mudam ao longo dos anos. Provavelmente você já passou a fase de que queria um pônei no aniversário (e pensando melhor....?), ou uma vistosa cana de pesca nova para ir ao mar das Caraíbas. E, no entanto, existe dentro de si um incrível inventario de fantasias há muito esquecidas. Quais são? Quanto tempo já passou desde que você ousou provar pela ultima vez os sabores excitantes ou incluir as suas aventuras exóticas nos seus devaneios? Quais são os mais pequenos, os maiores, os mais antigos, os mais recentes, os seus desejos, ambições, aspirações mais escondidos...aqueles que estão tão distantes, que parecem tão impossíveis, tão fora de alcance, que você nunca ousou sequer dize-los em voz baixa... a ninguém...nem mesmo a Deus? Quais são? O que se impediu a si mesmo de querer? Esse planeta não é a Mesmaterra! Nós estamos aqui por causa do contraste. Nós estamos aqui para aprender a manifestar os nossos desejos. Nós estamos aqui para aprender a discernir e para cultivar esta estranha arte de querer, que equivale a manifestar. Em vez disso, ficamos presos nesta técnica sem sentido de ir colecionando diligentemente coisas que Não Queremos. Nós estamos aqui para aprender a criar os nossos desejos, realizar os nossos sonhos, prosperar e levar esta experiência exótica chamada “vida corporal” até seu zênite. Estamos aqui para experimentar as coisas boas e as coisas más, de forma que possamos aprender a escolher o que gostamos em vez do que não gostamos. Por isso, sonhe! Tire os seus preciosos sonhos desse sótão apinhado, tire-lhes o pó com amor e carinho, e dê a cada um deles um olhar prolongado e intenso. Esqueça que são demasiado improváveis. Esqueça que são um caso perdido ou demasiado inimagináveis. Esqueça que alguém vai pensar que você perdeu o juízo. Esqueça que lhe podem chamar egoísta. Esqueça essas coisas! Querer não é apenas um direito seu, é um requisito indispensável para uma vida feliz. Você Merece, Sim Senhor. Eis agora a grande novidade: você não precisa de merecer o que quer que seja para obter os seus desejos.

Não tem de provar nada, nem testemunhar nada, nem demonstrar, nem passar nenhum exame moral. Não tem de explicar as suas razões, nem de arranjar desculpas para a família, ou para si, ou para Deus. Não tem de ser nem um pouco mais digno, nem mais merecedor, nem inspirar mais confiança, nem ser mais íntegro do que já é. Tem apenas de tomar uma decisão...apenas uma...que é ser feliz. Mas você não começará a trilhar nesse caminho enquanto não permitir que os seus Quereres – os seus sonhos, os seus desejos, as suas aspirações profundas – saiam do sótão, não apenas que espreitem pela fresta da porta, mas que saiam completamente! Tal como um talento oculto que, consciente ou inconscientemente, você sabia ter mas que não se sentia confortável para trazer ao exterior, assim que aceite o fato de que querer é uma parte de si, e de que não há mal nisso, torna-se divertido. A alegria começa a fluir. Você começa a vibrar de forma diferente, pois quando está em alegria com a Vida você não vibra negativamente e não pode atrair negativamente, apenas positivamente. Quando está em alegria com a Vida, é impossível que sinta insegurança, vergonha, demérito, insegurança, culpa, ou qualquer tipo de inferioridade, pois não está a vibrar dessa forma. Não pode sentir nenhum tipo de carência. Nem a pode atrair. A única coisa que fará, à medida que vai libertando os seus Quereres, é vibrar mais alegria, mais abundancia e mais liberdade para a sua experiência. Um preço bem pequeno a pagar pelos sonhos, não lhe parece? E não faz diferença o que decida sonhar! Escolha o sonho porque ele o faz feliz, e vibra-lo-á para a sua vida. Sonhe o sonho da alegria, sonhe o sonho da realização, sonhe o sonho da frivolidade, mas SONHE! Ter desejos – querer – não é um pecado maior que respirar. Nunca mais pense que tem que justificar os seus Quereres. Não o faça! Não pode dar justificações, ficar na defensiva, ou racionalizar – tudo fluir negativo – e permanecer em contato com a sua energia essencial. Não precisa de se justificar a nada, a ninguém, a nenhum poder ou autoridade superior ou inferior por causa dos seus desejos. Não precisa seguramente de se justificar perante Deus. Fazer isso é virar as costas à sua energia mais elevada., dessa forma negando a própria existência, o seu direito divino à Vida. Ao contrario do que dizem as doutrinas comuns, conquistar a felicidade é um direito sagrado à nascença. Por isso, deixe-a levar, e sonhe. Já que é você quem cria a sua vida a cada momento de cada dia pela forma como pensa e vibra, pode bem cria-la da forma que quer que ela seja. Você Ainda os Tem Uma das melhores formas de pôr a descoberto alguns desses Quereres há muito escondidos é fazendo de conta. Lembre-se que tudo o que é necessário para o ter – o que quer que seja – é quere-lo, senti-lo, sem explicações, evasivas, desculpas ou justificações. O desafio agora é ir descascando a cebola o suficiente para passar as camadas mais duras do Tem de Ser, Não Pode Ser, e Nem Pensar, e chegar às emoções há muito esquecidas – e à

paixão – pela Vida. Faça de conta que é a época de Natal (não é o aspecto religioso que está aqui em causa, por isso, faça-me a vontade, independente da sua religião). Você é o Pai Natal do centro comercial, devidamente ataviado com barba tosca e almofada na barriga. Está a escutar as criancinhas desenrolarem as longas listas de Quereres socialmente aceitáveis, mas passado um bocado você decide espalhar em redor algum pó mágico para que as crianças de qualquer idade sintam o impulso de revelar alguns dos seus Quereres menos socialmente aceitáveis. Lá vem uma criança amorosa, com uns 6 anos, que lhe salta para o colo. Ela começa a brinda-lo com a sua lista: alguns brinquedos especiais como os que viu na televisão, e algumas das alternativas de costume, tais como uma boneca ou um cachorro. Apenas isso. Nada mais. Então você espalha o pó mágico e aí está: um baloiço grande no pátio das traseiras, um pai que passe mais tempo com a família, uma mãe que tenha tempo para brincar, alguém – seja quem for – que acredite nos lindos anjos lá do quarto, e alguém que faça com que esteja sempre tudo bem. Ah, e muitos irmãos e irmãs, se faz favor. Depois salta para o chão, feliz da vida. (Recorda-se dos seus Quereres secretos quando tinha seis anos? ) A seguir aparece um jovem de dezoito anos, alto e desajeitado, divertindo-se com a experiência e disposto a entrar na brincadeira. -Muito bem, o que queres que Papai Natal te traga? – Mais uma vez, apesar de o adolescente estar a entrar de bom grado no espírito desta palermice , a lista é assustadoramente curta. - Bem, posso ficar com esse carro novo que tem aí escondido no saco, Pai Natal. E também não me importava de encontrar uns milhares de euros na minha meia, para ir gastando. E se por acaso tiver uma aventura picante aí no trenó, olhe, isso era fixe! Você espalha a sua magia, o rapaz relaxa, e aí vem uma lista incrível de Quereres Legítimos relacionados com carreiras, e amigos, e sucesso, e fama, e roupa, e condições de vida, e iates, e felicidade genuína. -Seja lá isso o que for – resmunga ele, entre dentes. (Recorda-se dos seus Quereres secretos antigos e dos sonhos antigos, e dos sonhos que pôs de lado para que pudesse viver no “mundo real”?) Finalmente vem um adulto, pulando jovialmente para o seu joelho de Pai Natal enquanto as crianças observam e abafam o riso. - E você o que gostaria de ter, amigo? – pergunta, curioso. Você fica consternado ao descobrir que esta pessoa tem a lista mais curta de todas até o momento, como se toda a esperança e sonhos que possuíra tivessem voado para outra galáxia. Ah, há a casa nova, e o carro novo, e a frivolidade de ter um palpite para ganhar na loteria, mas mais nada. Rapidamente você espalha o pó mágico. Nada. Você espalha mais. Ainda nada. Você despeja o saco. Titubeando, como se estivesse a buscar nas mais fundas e escuras águas do oceano, surge uma frase sobre a vontade de ter uma loja de empadas. E outra sobre aprender a tocar piano. Uma pausa, e depois mais outra sobre tirar um curso de horticultura na universidade local. E outra sobre construir um novo tipo de embarcação à vela. Agora está

embalado. Surge mais outra sobre a vontade de ajudar financeiramente um amigo a abrir uma escola de dança, e outra sobre ter uma porta automática na garagem, e outra sobre viver numa bela casa com vista sobre as águas cristalina de uma ilha das Caraíbas. Agora já ninguém o pára. Vem à tona outro desejo profundo, sobre ser capaz de falar com a companheira sobre os seus devaneios. E outro sobre abrir um campo de férias para crianças da cidade, e sobre segurança em regiões sísmicas, e qualquer coisa sobre ter confiança para falar perante um grupo de pessoas. Surge ainda, outro sobre melhorar as relações com alguns familiares, e aprender a ser mais carinhoso, e outro, e outro, e outro. Foi preciso um saco inteiro, mas o dique que continha todos aqueles tesouros escondidos finalmente cedeu. Que sonhos você pôs de lado? As suas ambições, os seus objetivos esquecidos, até os seus mais pequenos desejos – quais são? QUAIS SÃO? Segundo Passo: Identifique o que QUER. Quem é o Primeiro! Nos anos quarenta, a adorada dupla cômica formada por Abott e Costello tinha um numero que deitava sempre a casa abaixo e que acabou por tornar-se um clássico. Tratava-se de “Quem é o Primeiro?”, que começava mais ou menos com: - Sim, Quem é o Primeiro. - Bem, se Quem é o primeiro, então quem é o segundo? - Não! Quem não é o segundo, e o primeiro e o Quê é o segundo. E iam dando voltas e mais voltas, até toda a gente rir até as lagrimas. Ainda hoje eu rio às gargalhadas de cada vez que vejo uma reposição na televisão. Bom, o paradoxo em que nos vamos envolver agora parece tão maluco como o “Quem é o primeiro?” Ora veja: Se eu pegar em todos os meus Não Quereres – que me fazem sentir mal – e os transformar em Quereres – que é suposto fazerem-me sentir bem - , acabo ainda assim por ficar com algo que sei que não tenho – o que certamente não me faz sentir bem – e com algo que provavelmente nunca conseguirei – o que me faz sentir ainda pior do que quando comecei esta coisa tola! Ah, é uma situação difícil, porque se o tivesse, não o desejaria. Como tal, o próprio ato de querer arrasta consigo a implicação óbvia de que certamente não o tem, e se não o tem, porque diabo se há-de sentir bem até o obter? Não pode! Pelo menos enquanto continuar a querer as coisas da maneira antiga. O dilema tem origem no fato de nós pensarmos que o fardo de obter o que queremos está somente entre nós, que somos nós que tem que arranjar maneira de o conseguir, de arranjar dinheiro para o comprar, de preparar o terreno, de o fazer acontecer. Chegados a esse ponto, os nossos pensamentos seguintes são normalmente algo como “Que diabo, isso não é possível”, o que invariavelmente nos faz parar de querer. Uma decisão fácil, vinda diretamente da nossa velha forma de pensar programada. A Chave

A chave para obter os seus desejos mais sublimes – sem restrições – é encontrar uma forma de se sentir bem em relação àquilo que Quer: não ansiar por isso, não se angustiar com isso, não se inquietar com isso, não suspirar com isso, nem se sentir desanimado com isso, apenas sentir-se bem com isso. (Lembre-se, a necessidade vem do medo, o desejo da excitação. Estão em extremos opostos na escala das vibrações). Ei-nos perante este dilema. Nós queremos, o que normalmente nos faz sentir mal, porque não só não temos o que queremos, como não fazemos a idéia de como o obter. A solução? Mude o sentimento! Quando quer alguma coisa, fixe seus pensamentos nesse Querer até que uma espécie de sentimento vir ao de cima: qualquer um, bom ou mau, Bandeira Vermelha ou Bandeira Verde, não importa. A seguir, sintonize-se com este sentimento. Se se sentir em baixo, em vez de animado, desencorajado em vez de excitado, é porque está a pensar em não ter e não em ter. Está a pensar na falta daquilo que quer. Por outro lado, se sentir o mais leve entusiasmo, ou um formigamento agradável, está no caminho certo. Todo o processo da criação intencional passa por DESLIGAR os pensamentos daquilo que não queremos, LIGAR os pensamentos àquilo que queremos, e mantê-los assim. Chegados a esse ponto, a nossa tarefa é encontrar formas de nos sentirmos bem em relação a esses Quereres em vez de nos sentirmos péssimos porque eles não estão à nossa vista e parece não haver forma de se materializarem. Por isso, a questão é: como passar de desanimados para animados de cada vez que pensamos sobre um Querer, porque, assim que estamos bem, as nossas vibrações sobrepõem-se a todos esses sentimentos negativos que temos quando estamos concentrados na evidencia de o nosso Querer não estar perante nós. Ganhando Ânimo Nós já sabemos que o truque para transformar um Não Querer num Querer é encontrar formas de nos sentirmos esplêêêêêndidos em relação ao que Queremos, em vez de nos sentirmos desencorajados. E não faz diferença se for um desejo antigo há muito fechado no sótão, ou um desejo novinho em folha; o processo é o mesmo. Eis então a maneira de nos sentirmos bem – estupendos, na verdade – em relação a uma coisa que não temos, ou pensamos ser impossível de obter, ou julgamos não merecer, ou para a qual não teremos nunca dinheiro, e que, ainda por cima, é demasiado complicado para um cérebro cansado descobrir a maneira de obter. Esta é a componente mais importante da Lei da Atração que é uma garantia para atrair os Quereres em vez dos Não Quereres: Assim que saiba o que quer, tem de encontrar forma de SENTIR A PARTIR DO LUGAR desse Querer, e, ao mesmo tempo, não sentir a partir do lugar de quem não o tem. Em outras palavras, siiiinta (anime-se com) como seria nadar (se não o sabe fazer), em vez de se sentir envergonhado quando todos menos você correm para a água. Siiiiinta-se (anime-se com) no seu novo emprego, em vez de se queixar constantemente – e de se sentir encurralado – no emprego que tem neste momento.

Siiiiinta-se (anime-se com) o orgulho pelos seus bons resultados, caminhando para o palanque para receber o canudo, mesmo se as aulas ainda nem começaram. Siiiiinta-se (anime-se) o que gostaria que o seu companheiro fosse, e o bom que será viverem juntos. Siiiiinta-se (anime-se com) o que será ter um avião só seu, e com a alegria e o orgulho de poder transportar os amigos e a família a todo o lado. Agora você está a vibrarem harmonia com o seu Eu mais elevado, Os seus desejos são exultantemente incluídos nas suas vibrações, magnetizando, tornando-se maiores de cada vez que você seeeente o quanto eles são reais em períodos de dezesseis segundos. Você libertou-se das vibrações negativas da consciência social para viver – e vibrar – nas únicas energias capazes de atrair o que Quer, as freqüências mais elevadas e sagradas do Bem-Estar. Uma vez nesse lugar, você e o seu Querer estão literalmente a saltitar em harmonia. Em vez de agitar Bandeiras Vermelhas e de saltitar em harmonia com a ausência do seu desejo (o que significa que você estaria a atrair mais ausência), você está a agitar Bandeiras Verdes de Bem-Estar e a saltitar em harmonia com a idéia de o ter, mesmo que “isso” ainda nem sequer exista. Desde que não passe muito tempo a afligir-se com a razão porque “isso” ainda não se tornou realidade, essa vibração alta de felicidade animada, incandescente, excitante, que você sente quando pensa como será possuir este desejo, acabará por fazer com que ele se materialize perante si. Basta apenas isso, ter sentimentos bons, esse elemento importantíssimo na vida que nós, enquanto espécie, parecemos ter esquecido que devemos adotar como dieta regular. As Razões para Querer Para ajudar um Querer a ser magnetizado, temos de nos entusiasmar de forma a podermos fluir o máximo possível de energia excitante e positiva. Uma das melhores formas de fazer isso é falar sobre os “porquês” de querer alguma coisa. Saber o Que Queremos é essencial, mas são os Porquês que carregam as suas baterias e que põem os fluidos em movimento. É como perguntar a alguém que seja doido por comer bifes mal passados, por que razão gosta deles assim. Ele inclinará a cabeça para trás, fechará os olhos e entrará na terra dos sonhos à medida que descreve os sabores, saboreia os sucos, explora a textura, e sucumbe ao aroma estonteante. Aí está o sentir-se bem e vibrar bem, tudo por causa de uma simples questão: “Porquê?” À medida que pensa sobre todos os Porquês de querer alguma coisa, os seus sentimentos começam a associar-se a esta coisa. Sente mais entusiasmo, mais paixão. E está a criar muito mais intervalos de dezesseis segundos em que flui energia altamente carregada e magnética em direção a esta coisa, ao contrario do que acontece quando se limita a disparar: “É isto que eu quero.” Por isso, afirmar os seus Porquês, está a dar a esse Querer um empurrão extremamente importante. Tal como quando seu carro fica sem bateria, enquanto não a carregar, pó seu carro não sairá do lugar. Sem carga não há viagem; se não tornar o seu Querer excitante, não haverá magnetismo; sem magnetismo não o obtém. Porque...Porque...Porque Num dos meus seminários de fim de semana, houve uma rapariga que fez uma intervenção, dizendo:

-Muito bem, agora compreendo que tenho estado concentrada na ausência do meu sonho, mas apenas consigo descobrir um Porquê. - Ora bem, o que é que você quer? - Quero uma casa de Verão junto ao mar. – (Zero entusiasmo.) - Porquê? - Porque detesto ficar fechada em casa no Verão. Olha, olha, um “Não Quero” dos grandes. Voltei a perguntar-lhe porquê. - Porque é que não quer ficar fechada em casa no Verão? - Porque gosto da sensação de ócio e relaxamento que uma casa de Verão me dá. E da liberdade, sim, gosto da liberdade. - Bravo! Está a começar a entrar no espírito; continuemos. Porquê é que gosta da liberdade? - Faz-me sentir bem...e feliz. É verdade! Lembro-me de me sentir muito feliz em criança em nossa casa de Verão. Era uma sensação maravilhosa. -Agora estamos no bom caminho. Conte-me mais; como é a sua casa de verão? - Bem, é uma vivenda cinzenta em Cape Cod, um pouco maltratada pelos anos, mas muito acolhedora. E tem um rebordo branco. Ah, como adoro a vivacidade daquele rebordo branco. - Mais. Fica perto do mar? - Oh sim, mesmo nas dunas. - Porque razão deseja estar tão perto da água? - Oh, por ser tão calmante, mesmo quando está mau tempo. Faz-me sentir verdadeira, viva. Lá consigo pintar, e ver o por do Sol, e perder-me na imensidão de tudo aquilo e, bom, tudo em mim parece ganhar vida junto ao mar. Sim! Finalmente aquela moça estava a pegar o boi pelos cornos A sua energia estava em marcha e as freqüências das suas vibrações estavam a tornar-se cada vez mais altas, carregando magneticamente o pensamento naquele Querer, que crescia de cada vez que voltava a pensar nele. Eu continuei a perguntar-lhe porquê, e ela continuou a dizer-me porque, porque, porque. E a cada porque, as freqüências das suas vibrações estavam a tornar-se cada vez mais altas, carregando magneticamente o pensamento naquele Querer, que crescia de cada vez que voltava a pensar nele.. Eu continuei a perguntar-lhe porque, e ela continuou a dizer-me porque, porque, porque. E a cada porque, as freqüências, as freqüências dela iam crescendo. Esta “coisa” estava agora a tornar-se uma parte dela, incorporada nas suas vibrações. Pergunte a si mesmo repetidas vezes porque quer alguma coisa, e continue a perguntar, e a perguntar, e a perguntar, mesmo quando julgar já não ter respostas. Depois, em pouco tempo, estará na terra dos sonhos, sentindo-se ma-ra-vi-lho-sa-men-te, exatamente como

precisa se sentir para magnetizar essa coisa. Agora sim! Eis a forma como você deve reunir toda a sua força de vontade para permanecer nessa vibração o máximo de tempo que conseguir, talvez durante meia hora ou mesmo o dia inteiro. Mas se forem apenas uns minutos, tudo bem, isso é o suficiente para iniciar a espiral de energia. Recorde, você precisa apenas de dezesseis segundos para conseguir que o mesmo tipo de pensamentos vibráteis se agrupem num vórtice de energia, em seguida, de outros dezesseis segundos, e mais outros, e mais outros. Se escorregar para um pensamento do gênero “Esquece, não passa de um sonho impossível” a meio da subida, basta que mude de vibração pensando em algo que o faça sentir-se bem, ponha o seu motor de novo a rugir, e rapidamente se sobreporá à Bandeira Vermelha que é essa vibração. (Não se esqueça, o Universo não nos dá aquilo de que falamos, ou o que merecemos, ou o que estamos destinados a obter. O Universo dá-nos precisamente – e apenas – aquilo que estamos a vibrar a cada momento de cada dia). Nada mais, nada menos. Antes de você se dar conta, o Universo começa a responder às suas vibrações com pequenos sinais aqui e ali, incríveis pequenas “coincidências”, todas as peças mágicas necessárias para materializar o desejo. Elas vão surgindo, surgindo e surgindo até estar tudo no lugar certo, consigo exatamente ao centro, vivendo o seu sonho “impossível”. Mas tem de o provar, de o sentir, de o cheirar, e de se babar sobre ele para que aconteça. Tem de falar dele até se sentir a vive-lo, e em seguida, mais um bocado até que esses sentimentos excitados, o elemento fundamental do Terceiro Passo, venham até si com a maior das facilidades. Terceiro passo: Sinta a partir do lugar daquilo que Quer.

A Válvula Mágica
Uma das melhores descrições que já ouvi de energia de Bem-estar é a analogia com uma válvula, das que encontramos nas mangueiras dos bombeiros. Nós somos a válvula, e a mangueira é o que transporta o fluxo de energia da nossa Origem, essa parte mais elevada de nós mesmos a que estamos para sempre ligados. Essa corrente de energia não-física é o que nós somos na realidade, uma força inesgotável de alegria, abundancia e segurança. A maior parte do tempo mantemos esse fluxo de energia fechado. De que forma? Com a nossa energia negativa de válvula fechada. Mas quando nos sintonizamos, quando nos ligamos e nos sentimos bem, nós abrimos essa válvula mágica, deixando-nos inundar por esse fluxo de vibrações altas. Nessas alturas, sentimo-nos vivos, para cima, vibrantes, energéticos, entusiasmados, excitados...numa palavra, felizes. Semelhante à pressão que a água exerce sobre a agulheta, a energia está sempre lá, mas nós temos que dar passos deliberados e intencionais para abrir essa válvula velha e ferrugenta se quisermos deixar fluir a energia de freqüência alta da nossa Origem. Ter a válvula aberta (sentirmo-nos bem) significa que a energia positiva está a fluir na nossa direção, através de nós e a partir de nós, e que estamos a criar intencionalmente. Ter a válvula fechada (tudo o que tenha a ver com bem-estar) significa que estamos a fluir energia negativa, a resistir ao nosso fluxo natural, e a criar por acidente.

Isso não quer dizer que tenhamos de andar a pairar como um papagaio de papel o dia inteiro. Temos apenas de abrir a nossa válvula, por pouco que seja, e imediatamente deixamos entrar um pouco mais desse fluxo que nos dá Vida. Se encontrarmos formas de nos sentirmos um poucochinho melhor do que antes, um pequeno sentimento de cada vez, então iniciamos a reviravolta numa vida de atração negativa. Tencionar Depois de ter começado a trazer cá para fora os seus Quereres, há mais um passo útil a dar, que é transformar os Quereres em Intenções. Uma vez que a palavra “querer” pode ainda causar-lhe alguns arranhões emocionais, vai com certeza sentir-se muito melhor “tencionando”. Tencionar é uma espécie de combinação de “querer e ter expectativas”. E uma boa maneira de começar é ir tendo pequenas intenções ao longo do dia. Isto não só proporciona alguma pratica valiosa a par de resultados rápidos, como abre novos canais de energia muito necessários, que nunca haviam sido abertos anteriormente. E a cada novo canal significa que está a receber mais daquele fluxo elevado de energia Original do que estava anteriormente e, como tal, sentir-se bem torna-se mais fácil... o que o abre a mais energia, ainda mais elevada...o que...etc., etc. Ter intenções diariamente desenvolve novos canais por onde flui a energia. Quanto mais intenções tivermos, mais estaremos a usar essa energia de freqüência alta que rapidamente se torna uma via com dois sentidos; quanto mais a usarmos, mais quantidade obtemos. Isto cria uma espécie de proteção em torno de nós, como se estivéssemos enrolados numa capa protetora onde temos muito menos hipóteses de ser atingidos por velhas crenças que só nos trazem coisas que não queremos. Eu não abdico de ir tendo pequenas intenções ao longo do dia. Tenciono chegar ao meu destino em segurança. Tenciono chegar pontualmente e sentir-me o máximo. Tenciono arranjar um bom lugar para estacionar o carro. Tenciono sentir-me bem com a roupa que trago. Tenciono fechar o negocio. Tenciono manter a minha conta bancária num certo nível ou fazer com que fique ainda maior. Tenciono estar alegre durante todo o dia (um objetivo que não é assim tão pequeno). Tenciono ajudar os meus clientes a sentirem-se-à-vontade. E, desde que a minha válvula esteja aberta enquanto vou tendo estas intenções, elas cumpremse sempre. Em questões mais importantes, se a sua intenção nesse dia for sentir alegria, nem sequer será capaz de encontrar um programa incomodo na televisão. Se a sua intenção for ver instalada a uma nova cozinha sem a menor contrariedade, assim será desde que não feche a válvula a nada. Se a sua intenção for acabar a colheita antes do jantar, veja com que facilidade o faz. Em relação aos Quereres de uma dimensão mais vasta, se transformar cada Querer numa intenção, e se permitir sentir o poder por detrás dele, dizendo por exemplo, SIIIIM!!!!! Ficará espantado com os resultados. “Tenciono mudar-me para o ano!” significa: “Não faço idéia de como isso irá acontecer mas sei que descobrirei, porque estou determinado a faze-lo!” “TENCIONO ter um novo relacionamento!” “TENCIONO aprender dança tradicional do Oeste!” “TENCIONO ter uma conta de banco recheada!” “TENCIONO encontrar felicidade em tudo que eu faça!”

“TENCIONO fazer novos amigos!” “TENCIONO ter uma ligação espiritual mais profunda!” Tem de sentir a força ao fazer estas afirmações. Sinta a autoridade, o poder, a força por trás da energia que sai de si. A efetivação. Mas tenha cautela. Tencionar é uma dinâmica de que não devemos abusar e que nunca deve ser transformada num hábito irrefletido. Ouse Querer Quer lhe chame tencionar ou querer, liberte-se das correntes e faça-o! Ouse querer. Ouse sonhar novos sonhos. Ouse tirar os velhos sonhos do sótão e sacudir-lhes o pó. Dê a si mesmo permissão para querer; melhor ainda, force-se a querer. Depois escolha um pequeno Querer extravagante e nada essencial e comece a falar sobre os porquês de querer essa coisa, até aprender a ativar esse sentimento excitado. Em breve terá perante a si manifestações físicas, e acredite em mim, quando isso acontece é uma sensação como não há igual. Verifique agora mesmo as coisas de que gosta ou não gosta na sua vida. A seguir, ultrapasse a culpa de querer e ponha esse motor do Desejo em alta rotação, pois querer traz paixão, a paixão traz mais alegria, a alegria traz mais desejo, e agora você está a criar com um objetivo. Você é simultaneamente o inventor e o beneficiário da invenção. (Não se preocupe em ser o engenheiro que tem de descobrir como tornar as coisas realidade. Essa já não é tarefa sua). Escolha bens materiais, claro está, mas exija também a sua quota de coisas universais ou intangíveis tais como: Quero que o meu coração irradie alegria. Quero que toda a minha família sinta alegria. Quero ter a certeza de que está sempre tudo bem. Quero ter uma maior sensação de liberdade. Quero saber que tenho escolhas. Tenciono alargar o meu leque de escolhas. Tenciono aprender a criar intencionalmente. Tenciono aprender a gerir energia. Tenciono estar consciente da minha resistência. Tenciono estar consciente dos meus sentimentos. Tenciono apreciar a vida ao máximo. Tenciono divertir-me mais. Tenciono descontrair-me. Tenciono ter uma relação mais próxima com minha origem. O essencial é ultrapassar o estigma de querer, e faze-lo. Ouse querer o que quer que neste mundo lhe dê prazer, pois querer é assumir o controle. Querer é criar. Querer – e manifestar esses Quereres na realidade – é cumprir sua razão de ser. E nisso reside o verdadeiro esplendor da Vida.

Que se Danem as Condições Todo esse processo de criar intencionalmente é, na verdade, bastante simples, mas nem sempre é fácil. Pelo menos, não ao principio. De fato, diria mesmo que é um caso sério. Mas assim que se acostuma a estar atento àquilo em que está concentrado e a como está a fluir energia, e vê quais são os óbvios resultados disso, torna-se canja. Bom, quase! Façamos uma breve recapitulação antes de mergulharmos mais fundo, e veja onde já chegamos nos Quatro Passos da Criação Intencional. Já examinamos razoavelmente o Primeiro Passo: Identifique o que NÃO quer. Já examinamos moderadamente o Segundo Passo: Identifique o que realmente QUER. E já fizemos uma breve passagem pelo Terceiro Passo: Sinta a partir do lugar daquilo que Quer. Estamos agora a chegar ao verdadeiro âmago do Terceiro Passo, à parte difícil: aprender a sentirmo-nos bem em relação a uma coisa que queremos e não temos. Você sabe tão bem quanto eu que a nossa maneira normal de pensar tem sido mais ou menos esta: "Só quando o que está lá à frente vier até aqui é que eu posso ser feliz" ou "Só quando tiver um corpo perfeito é que me posso sentir bem comigo". "Só quando estiver a ganhar dinheiro é que me livrarei do stress." "É a velha síndrome do "Tenho de arranjar maneira de compor as coisas para ser feliz". No entanto, tem sido precisamente essa maneira de pensar que tem tornado as nossas vidas tão difícil. Quando as circunstancias não são as melhores para nós (o que acontece muito frequentemente), a nossa primeira reação tem sido sempre procurar soluções fisicamente agressivas para remover, deslindar, compor, corrigir. Nós somos, afinal de contas, entes físicos. "Não gosta? Não há problema!" Pim, zás, trás: toca a compor! Mas quando aquilo que estamos a tentar alcançar não tem conserto, ou parece demasiado grande para mudar, ou demasiado vasto para alcançar em tempo valido, nós ficamos totalmente desanimados e frustrados. E você já conhece os resultados desse cenário; com a energia do nosso desanimo e frustração, estamos a atrair muito mais daquilo que estamos a tentar compor com tanto esforço. Começando Pela Segurança A Liz, uma antiga colega minha de faculdade, vivia com o marido durante anos numa zona chique do Arizona, criando dois filhos e trabalhando como voluntária para as suas organizações humanitárias favoritas. Quando há pouco tempo, o marido, morreu, a Liz viu-se confrontada com algumas decisões difíceis. Ela já não trabalhava há três décadas, mas era imperioso ganhar algum dinheiro. A família mudara-se para uma grande casa nova apenas três anos antes da morte de Clint, uma casa que lhes trouxe pesadas prestações mas muito pouco valor patrimonial; por isso, vender a casa para comprar uma menor, com prestações menores, não constituía uma opção. E o pior era que Clint tinha deixado um seguro de vida muito pequeno.

Sem estar preparada, a Liz deu por si entre a espada e a parede. Se vendesse a casa, não sobraria dinheiro suficiente para comprar uma menor. Se a mantivesse, tinha de fazer faze a prestações para as quais não tinha dinheiro. É claro que os filhos se ofereceram para ajudar, mas isso só lhe traria um alívio temporário. O grande talento de Liz era a sua arte. Ela era uma pintora talentosa de aquarelas e era um deleite contemplar as suas pinturas do deserto do Arizona. Nunca tinha vendido muito, exceto a amigos que a admiravam, mas agora despertava-lhe a possibilidade sedutora (se não a necessidade) de se tornar profissional a tempo inteiro. Sendo uma rapariga com garra, ela decidiu arriscar, no meio dos protestos dos filhos, que achavam que devia procurar algo mais tradicional, tal como um emprego de vendedora num dos armazéns locais. Com o que Clint lhe deixara, as escassas poupanças, e o que os filhos lhe emprestaram, Liz tinha dinheiro suficiente para se agüentar por cerca de um ano. Mas a cada vez que falávamos, lá vinha: “Que diabo, ainda não vendi nada, não sei se isto vai ou não resultar. Tenho de vender alguma coisa muito em breve ou não sei o que fazer.” A Liz não era uma estudiosa do fluir de energia, nem isso lhe interessava. Ela ouvia educadamente as minhas sugestões, por vezes nada brandas, para que parasse de se concentrar nas condições negativas do presente (a falta de vendas) e começasse a concentrar-se efetivamente naquilo que queria e em como isso a fazia sentir-se. Falamos repetidas vezes. Repetidas vezes a Liz disse: - Acho que não agüento mais. Ando tão nervosa que nem consigo me concentrar na pintura. Que hei de fazer? Estou cheia de medo. Um dia, eu não me consegui conter mais. Levada pela vontade de não ter papas na língua com uma querida, querida amiga, comecei a falar baixo, lenta e muito firmemente: Muito bem, minha amiga, se queres afundar o teu próprio barco, vai em frente. Eu lavo daí as mãos. Goza a tua miséria, e por favor, não me voltes a telefonar para me falares dos teus problemas. Podia dar-lhes a volta num instante se parasses de te queixar.; por isso, quando estiveres pronta, liga-me. Estou a falar a sério, não me telefones mais até estares pronta a assumir o controle. Sentia-me uma víbora, mas não estava pronta para me transformar noutro elo de sua Corrente de dor. Durante três semanas, esteve tudo em sossego nas ondas telefônicas do Arizona. Quando a chamada veio, eu quase fui às lágrimas. - Ganhaste, eu desisto. O que eu faço? – Ela estava a falar a sério! Em primeiro lugar pu-la a falar das coisas que não queria. Isso foi fácil: perder a casa, perder o respeito dos amigos e dos filhos, perder a oportunidade de ser uma pintora profissional. Depois começamos com os Quereres, um de cada vez. Em primeiro lugar concentramo-nos na casa, uma vez que essa era a coisa mais premente... esse, e qualquer outro tema relacionado com dinheiro. A Liz não conseguia falar de mais nada porque só pensava naquilo. Os quadros não se estavam a vender, como tal todo o dinheiro estava a ir na direção errada....para longe! - Muito bem, Liz, a primeira coisa que vamos fazer é por-te a sentires-te bem e a vibrar de outra maneira. - A sentir-me bem? Sua parva! Como é que queres que eu me sinta bem se estou à beira de

perder tudo o que o Clint e eu conseguimos? É por isso que estou a te telefonar, para descobrir uma forma de vender os meus quadros. Se eles se começassem a vender, tudo estaria bem e eu sentir-me-ia bem, tal como tu queres. Esse era precisamente o problema. Tudo o que a Liz via à sua frente era a falta do que queria. Quanto mais olhava para o que não tinha, para tudo o que não estava a correr bem, pior se sentia. Quanto pior se sentia, mais corria em círculos frenéticos tentando mudar as coisas. Quanto mais corria, pior se sentia, e quanto pior se sentia, mais parado ficava o negócio. Ela estava completa e perpetuamente concentrada nas condições do momento, acreditando que a sua realidade se resumia a isso. Fatos eram fatos. A tentativa de sobreviver através de sua arte não estava a funcionar. - Tenho de enfrentar a realidade – suspirava com resignação. Mas eu insisti, e por fim consegui que ela falasse sobre as razões por que queria manter a casa, o que na altura ela achou que era uma coisa totalmente absurda para discutir. - Está bem, está bem! Quero manter a casa para não ter de me mudar. – (Aquilo era um “Não Quero”, mas eu não queria confundi-la com pormenores.) - E porque é que não te queres mudar? Subitamente houve um baixar de guarda, quando ela disse: - Bom, porque o Clint e eu adorávamos tanto este sítio, ainda sinto que é o “nosso” lugar, como se o Clint ainda estivesse aqui comigo. – (A sua resistência à energia de Bem-estar estava a enfraquecer). – Nada nesses sentimentos mudou, e eu aprecio mesmo muito a forma como me faz sentir....exceto quando penso que tenho de pagar as prestações. Aos poucos, fomos explorando mais o seu amor pela casa, até que eu me apercebi de uma alegria muito doce a surgir. Ela estava a sentir-se bem, e de que forma. A sua válvula estava completamente aberta. - Liz, pára! Quero que sintas neste preciso momento o que estás a dizer. - O que queres dizer com isso? - Como te sentes ao dizer estas coisas? - Maravilhosamente, claro! Protegida, amparada..., meu Deus, segura! Sim! Sinto entusiasmo e segurança! - Bravo! Agora mantém esse sentimento. Já está? - Sim, estou a senti-lo. - Sabe bem, não é? - Claro que sim, sabe muito bem. - Muito bem. Partindo deste lugar de segurança, desse lugar em que te sentes tão bem, pensa em como vais te sentir quando estiveres a fazer os pagamentos da casa sem dificuldades, Não interessa como o vais conseguir. Não interessa que não o possas fazer neste momento.

O lugar para onde vais não tem nada que ver com aquele em que te encontras agora. Nada! Tens de lembrar disso. Esta situação em que te vês agora não significa nada. De uma vez por todas, deixa de concentrar a tua atenção nisso ou nunca chegarás onde queres. Percebeste? - Acho que sim, mas como é....? - Não interessa como! A tua única tarefa é encontrar formas de te sentires bem, e de esqueceres o que tem perante ti. O teu objetivo é encontrar formas de te sentires um bocadinho melhor, e mais outro bocadinho, e mais outro, até te sentires bastante bem, e quando te sentires bastante bem, nesses momentos pensa em como é fácil fazer os pagamentos da casa. Consegues fazer isso? - Oh, não sei... - Muito bem, como é que ser capaz de fazer esses pagamentos te faz sentir? - Estupenda! - Claro. Pensa na excitação de vender os teus quadros, e não a partir de um lugar de “tem de ser, tem de ser”; pensa com um júbilo do tipo “Urra, EU ESTOU a conseguir” . Quando pensas nisso, a partir dessa perspectiva, como é que te sentes? Houve uma longa pausa, em seguida: - Caramba, mais livre que um pássaro. Divinamente! - Exatamente! É esse o sentimento! É isso que quero que procures, esse sentimento. .. esse sentimento....sempre. Liz, deixa de estar concentrada nas condições negativas do presente. Pára de olhar para elas, pára de pensar nelas; isso só te faz sentir pior. Ponto final! Depois deixa o Universo encarregar-se do resto. A Liz sentiu-se tão maravilhosamente a falar sobre o amor que ela e Clint tinham pela casa que achou que não seria difícil recriar aquela sensação. Seja como for, foi assim que ela começou. Foram precisos três meses (que por acaso coincidiu com o final do ano que a Liz tinha dado a si mesma para ter sucesso com a sua arte), ela não só já vendera quadros suficientes para ter desafogo por algum tempo, como arranjara uma agente entusiástica (ou o que quer que se lhes chame no mundo da arte), tinha agendada a sua primeira exposição local, e tinha-lhe sido adiantada uma quantia de dinheiro considerável para fazer um pequeno mural num edifício privado de escritórios. A Liz percebeu a mensagem, e agora tem muito cuidado com a forma que flui energia. Para dizer a verdade, não sei qual de nós as duas ficou mais exultante com os resultados. Os Nossos Queridos Problemas A Liz estava a fazer aquilo que a maioria de nós fazemos, correndo em círculos como uma galinha sem cabeça, enquanto tentava arranjar uma solução para todas as circunstancias do momento que a assustavam. Como um afogado em luta com o salva-vidas, quanto mais assustada e desanimada se sentia, mais arduamente lutava com a energia negativa para encontrar maneiras de remediar a sua situação. Olhava para o aperto em que estava metida – as suas condições desastrosas – não as achando do seu agrado, e procurando freneticamente descobrir uma forma de mudar as coisas através dos processos físicos “normais”. E quanto mais tentava compor-compor-compor (*), mais energia negativa fluía e pior ficava a situação. Para onde quer que olhasse de dentro do buraco negro que pensava ser a sua realidade, tudo o que via eram sombras.

Já todos nós passamos por isso. Quando as coisas ficam difíceis, nós ou ficamos a cismar no assunto ou maquinamos apressadamente maneiras de controlar os danos. Compor, melhorar, corrigir; quem de entre nós nunca pensou: “Se pelo menos conseguisse contornar este obstáculo, tudo se resolveria!”. Nós somos fanáticos por dar um jeito, treinados para responder obedientemente a quaisquer condicionalismos que se nos deparem. Mas dar um jeito é resistir à nossa energia natural. Dar um jeito é ter a válvula fechada. Dar um jeito é uma tremenda energia negativa. O desafio está em desviar a nossa atenção do objeto das nossas ansiedades ou irritações, e encontrar o sentimento feliz daquilo que queremos em seu lugar. Por outras palavras, temos de parar de dar um jeito e começar a sentir-nos bem. Imagine, por exemplo, que o telhado de sua casa está velho e a precisar ser substituído, mas você não tem dinheiro para o fazer neste momento. No entanto, é a época das chuvas, por isso o problema tem alguma urgência. Para além disso, o seu carro também lhe anda a dar grandes problemas, e o Ministério das Finanças tem-no importunado por causa dos impostos em atraso. Você tem em mãos uma boa dose de condições adversas, nenhuma das quais o vai fazer sentir-se especialmente alegre quando pensar nela. Mas é isso que você faz, pensar nelas. E pensar nelas. E voltar a pensar nelas. Por isso, é claro que elas se tornam mais importantes. Todas essas condições negativas, a que mais afetuosamente chamamos “problemas”, Não passam de penosos “Não Quereres”, mas são-nos tão familiares e fazem de tal forma parte do nosso mundo, que as consideramos uma parte de nossas vidas. Na realidade, nós exibimo-las como medalhas de honra da nossa identidade, como uma espécie de superioridade no triste jogo do “quem será a maior vítima”. E, naturalmente, quanto mais nos afligimos com elas, ou nos gabamos delas, maiores elas se tornam. Algumas condições negativas são problemas sérios, outras apenas pequenos aborrecimentos, mas sejam o que forem, elas são de tal forma preponderantes, tão penetrantes, que nós transformamo-las numa forma de vida. No entanto, as condições negativas não são mais que o resultado da nossa atenção passada.... e dos sentimentos....e do fluir de energia. Elas não passam disso. O nosso fluir de energia negativa foi a causa, e as condições desagradáveis são o efeito. Só há uma maneira de impedir que as nossas trapalhadas se tornem piores: deixarmos de estar concentrados nelas. Se conseguirmos aceitar – bem fundo dentro de nós – que os nossos problemas não são causados pelo nosso chefe, pelo nosso parceiro, pelos nossos filhos barulhentos, pelo Ministério das finanças, ou pelo bêbado na auto-estrada, então teremos hipótese de varrer para longe esses problemas da mesma maneira que o atraímos: pelo fluir de energia. Só que agora, através de uma freqüência consideravelmente diferente. Não vou dourar a pílula; isto é complicado. Olhar – e responder – ao que está perante a nós é o que todos fazemos. Mudar isso implica ter de abdicar do nosso direito estimado de possuirmos – e de nos torturarmos – com os nossos queridos problemas. Bom, não tenha medo. Enquanto formos entes físicos, seremos sempre confrontados com condições de que nem gostamos nem queremos (de contrario estaríamos a viver na Mesmaterra) , por isso existirão sempre problemas suficientes à nossa volta nos quais podemos concentrar a nossa atenção se em determinada altura desejarmos deixar-nos ir e inundarmo-nos de energia negativa (coisa que para ser franca, eu gosto de fazer de quando

em vez). Mas a nossa meta agora é mudar a forma como reagimos às nossas condições indesejáveis para que elas cessem de ser o centro das atenções da nossa vida. Nunca, Nunca Enfrente a Realidade Dada a forma como fomos educados, e devido a comportamentos transmitidos ao longo de inúmeras gerações, nós acreditamos que o que vemos no momento, e o que sentimos no momento, é a forma como as coisas terão de ser até encontrarmos forma de as erradicar, ou até as aceitarmos. Se o estamos a ver, se não há dúvida de que estamos a sentir, isso para nós é a realidade. E, no entanto, a realidade – a verdadeira realidade - é apenas o resultado da forma como fluímos nossa energia. Imagine, por exemplo, que habita um corpo de que não gosta muito. Chama a isso realidade, que é o mesmo que dizer aquilo que é imutável e tem de ser aceito. Ou imagine que atravessa neste momento um declínio na economia que está a afetar os seus rendimentos. Chama a isso realidade, uma condição potencialmente desastrosa sobre a qual você não tem controle. “É a vida; tens de aceitar!” “As coisas são assim mesmo”. “Não podes enfrentar a Câmara.” “Pára de bater com a cabeça na parede.” “São as voltas que o mundo dá.” “Aprende a aceitar a vida como ela é.” “Todas as vidas são atingidas por uma desgraça.” “Tira a cabeça das nuvens”. “A vida não é justa.” Ganha juízo e enfrenta a realidade.” Eis as boas novas: nós não temos de fazer frente a nada nem de suportar seja o que for. Tudo o que temos de fazer é aprender a fluir nossa energia de outra maneira – pois nada – nada – afeta a nossa experiência a não ser o modo como fluímos energia. NADA!!! Há coisas na vida, as que nos são agradáveis, em relação às quais a nossa válvula está naturalmente aberta. Uma vez que essas condições nos satisfazem, a nossa energia positiva atrai mais coisas positivas. Mas quando olhamos para as condições negativas predominantes (os problemas) que nos rodeiam, as nossas válvulas fecham-se completamente. A ligação à nossa energia Original torna-se quase insuficiente para nos manter a respirar, e seriamos incapazes de reconhecer uma vibração de alegria mesmo que ela esbarrasse contra nós. Estamos incomodados com isso, exaltados com aquilo, preocupados com eles, interrogando-nos sobre como corrigir isto, queixando-nos daquilo, com medo de sabe-Deus –o-quê, deprimidos com tudo e, o tempo todo, a vibrar uma corrente de energia negativa de tal forma intensa que é surpreendente que tenhamos um único momento de alegria.

O simples fato de estar a viver a “realidade” de um mercado sem oferta de empregos não significa que você não possa atrair um emprego fenomenal. O simples fato de as casas não se estarem a vender não significa que você não vai atrair um comprador idôneo e entusiasmado. O simples fato de o seu corpo não ser tão forte quanto outros não significa que você não possa atrair a força suficiente para ganhar uma corrida de 400 metros. O simples fato de não ter experiência naquele mercado não significa que você não possa ser bem sucedido nele. O simples fato de nunca ter sido capaz de deixar de fumar não significa que você não consiga atrair a força de vontade para parar imediatamente. O simples fato de você se ter divorciado duas vezes não significa que esteja condenado a atrair outra catástrofe. Qualquer que seja a trapalhada – ou felicidade – que estejamos a viver neste preciso momento, seja enquanto indivíduos, família, nação ou planeta, essa trapalhada é única e diretamente o resultado de como nos sentimos – e fluímos energia – ontem, no dia anterior, e nos anos anteriores. A Lei da Atração não atua um bocadinho aqui e outro ali. Ela pura e simplesmente existe: para si, para mim, para o cosmos. Nós atraímos magneticamente o que vibramos, e fomos nós quem criou tudo, das amolgadelas às guerras globais. Por isso, a partir desse momento, nunca aceite a realidade como algo a que tem de se resignar. Leve os seus pensamentos para além do que está à frente do seu nariz e de que não gosta, e concentre-os naquilo de que gosta. Se não o fizer, a sua chamada realidade nunca mudará. É certo que pode haver coisas bem terríveis a fita-lo nos olhos neste momento, ou a ameaça-lo, ou a parecer uma situação sem remédio, mas elas não são feitas de pedra! Nunca devem ser toleradas com relutância. A realidade desagradável não passa de um efeito causado pelo fluir de energia negativa. Nós podemos viver com esses efeitos e sofrer, ou então contorna-los e divertimo-nos à grande. Truques para Mudar a Concentração Nunca mergulhou de uma prancha alta em criança? Recorda-se da primeira vez que foi subindo...e subindo mais... e mais? Cada degrau parecia leva-lo para mais longe da segurança, mas apesar de estar com medo você não se detinha. Por fim, você atingia o cimo das escadas. Caminhava com passos trêmulos até à borda da prancha. O seu coração batia tão forte que você quase não ouvia as crianças lá baixo a gritar incentivos. A água parecia estar a dez quilômetros de distancia. Não lhe apetecia verdadeiramente fazer aquilo, mas ao mesmo tempo apetecia-lhe. Alguma coisa em si sabia que aquilo era épico, o momento mais grandioso que jamais viveria, e que se fizesse isto nunca mais seria o mesmo. Você saltava. Que sensação! Tinha conseguido. E, na realidade, a sua vida tinha mudado para sempre. O mais difícil na libertação do hábito de mergulharmos nos nossos problemas permanentes (pois os problemas não passam disso... de hábitos) é forçarmo-nos a deixar partir com eles as preocupações. Desta forma: Não é preciso mudar as coisas; Basta de estar concentrado nelas!

É difícil? Sim! Pode ser feito? Pode apostar!!! Mas tem de haver um ponto de partida, e esse ponto de partida é a decisão de mudar, seja como for, o objeto da sua atenção. Depois, vem o ato em si, mudar sua atenção para outra coisa mais agradável para que possa mudar a sua energia. É impossível resolver um problema, na mesma freqüência em que ele foi criado, por isso vem de decidir que, enquanto estiver consigo, esse problema não mais serão objetivo central de atenção na sua vida. É como quando se corta ligeiramente num dedo; você sabe que o corte está lá e é claro que lhe dói quando pensa nele, mas não deixa que ele governe o seu dia-a-dia. Você acredita que ele vai sarar e desaparece logo, é isso que acontece. Não esqueça, o mais importante para mudar uma condição indesejável é simplesmente saber: você não tem de a mudar; você só tem de parar de pensar nela! Basta ter essa vontade de dar o salto. Truque nº 1. Mude a Atenção. Imediatamente! No momento em que der conta que está concentrado numa condição que põe o motor das suas preocupações (ou da censura, ou da culpa, etc) a trabalhar, arranje outra coisa, qualquer coisa, em que pensar, que o faça sentir-se melhor, por pouco que seja, do que está no momento presente. E arranje-a imediatamente! Pense em vez disso na pessoa com quem partilha a vida (se tem uma relação boa), ou na sua casa, numa canção, no seu cãozinho, na sua nova paixão, num sorvete de chocolate, em fazer amor, nas férias que estão a chegar, nas suas férias passadas, num restaurante especial, no seu filho mais novo a dormir. Em QUALQUER coisa!!! Force-se a fazer isto, mantendo-se assim até sentir que a sua disposição começa a mudar – o que significa que a sua energia já mudou -, por mais ligeira que essa mudança seja. Assim que muda o sentimento, comece a falar – em voz alta – sobre aquilo que quer, (atenção, o que “quer”, não o que “não quer”) em lugar da condição não desejada. Ao fazer isso, a sua atenção já não se encontra no condicionamento, agora é o motor das suas Intenções que está a trabalhar, e sua válvula está suficientemente aberta para começar a reviravolta. E por amor de Deus, não interessa que o seu Querer Substituto lhe pareça impossível. Limite-se a pensar nele e esqueça “como” o vai conseguir. Se não conseguir entrar no modo de sentir do seu Querer/Intenção, não se preocupe. Basta que fique no sentimento de qualquer novo foco de atenção agradável durante o máximo de tempo possível. Quanto mais tempo (e mais frequentemente) conseguir manter-se nessa freqüência alta, mais depressa a sua condição indesejável começará a dissipar-se. Inversamente, quanto mais retiver sua atenção naquilo que o está a perturbar, mais tempo isso durará. Truque nº 2. Afaste-a com meiguice. Imediatamente! Quando não for capaz de desviar a atenção da condição, comece a tranqüilizar-se a si próprio, em voz alta, como uma mãe ou um pai carinhosos fariam ao seu bebê. Diga a si próprio todas aquelas coisas reconfortantes que uma criança gostaria de ouvir: que vai correr tudo bem, que as coisas estão prestes a mudar, que você sempre esteve e estará em segurança, que não tem de ter medo a nada. Continue a dizer palavras meigas o tempo que for preciso para sentir aquela pequena mudança a acontecer, e começar a sentir a sua resistência às energias mais altas a recuar. Você está a relaxar até ao bem-estar, a sua resistência à energia Vital da sua

Origem está a diminuir, e você está a sossegar. Fique assim o tempo que conseguir, com a sua atenção longe da condição perturbadora. Truque nº 3. Afaste-a com palavras firmes. Imediatamente! Refiro-me a uma conversa sem papas na língua...em voz alta...para si próprio, cara a cara. Mas eis o truque: tem de ser duro consigo, sem se deitar abaixo. Nunca, nunca, nunca se deite abaixo quando descobrir que a sua atenção está centrada numa condição não desejada. Aquilo que você precisa aqui é de uma argumentação firme, baseada o senso comum, em que aponte a si próprio com firmeza o que sucederá se se continuar a concentrar – e a preocupar-se – com a condição. Depois diga a si mesmo, como se nada fosse, o que acontecerá quando afastar a sua atenção e mudar a sua vibração. “Presta atenção, Charlie, meteste-te nesta trapalhada, e vais encontrar uma maneira de sair dela. Mas se continuares com esta disposição e remoeres nisso o dia inteiro, sabes que a situação só pode piorar. Por isso, pára de te lamentares e arranja uma patetice qualquer que te faça sentir bem. Está bem, eu sei que não te apetece sentir bem nesse momento, mas...” Que interessa que você acredita ou não? Faça de conta até sentir a mudança de sentimentos ter lugar, aquela transformação sutil da sua energia. Esta é uma abordagem baseada na lógica inflexível. Embora eu a use regularmente e ela me faça sentir melhor, normalmente chego à conclusão de que tenho de saltar deste para um dos outros truques de forma a obter mais daquela sensação de sossego, e sentir o motor do Bemestar a trabalhar a todo o vapor. Mas isso é o que acontece comigo. Qualquer que seja a sua maneira, avance! Truque nº 4. Faça algo divertido. Imediatamente! Ponha o corpo a mexer! Vá dar um passeio, vá polir o carro, escove o gato, compre uma roupa nova, faça um bolo, jogue pôquer, pode as flores, vá ao cinema, o que quer que o entusiasme e desvie a sua atenção da condição, enfraquecendo a sua resistência ao fluxo de energia mais elevada. Assim que sentir a mudança ter lugar, comece a falar alto, suavemente ao principio, sobre aquilo que deseja para substituir a condição indesejável. Com todos esses truques, tenha presente aquela velha máxima que “para o ser, tem de o parecer”. Quer mude a concentração, quer se console com palavras meigas, quer tenha uma conversa séria, quer se procure divertir, ou faça de conta, o importante é que o faça no momento em que se aperceber que a sua atenção está concentrada na condição indesejável, e que se mantenha assim até sentir os seus sentimentos dar uma reviravolta. Isso começará com certeza! As Condições Não Significam Nada Assim que retirar sua atenção da condição e sua válvula enferrujada começar a abrir-se, você está pronto para dar largas ao seu Querer e para se entusiasmar com isso. A mudança de atenção é: Para longe do momento Presente desagradável, na direção do

Querer agradável. Para longe do momento Presente desagradável, na direção do Querer agradável. Se inicialmente não conseguir chamar a si mais do que um ligeiro Bem-estar em relação ao seu Querer, não está mal. Quando chegar ao ponto em que consiga ter sua válvula aberta 20 por cento do tempo por se concentrar no seu Querer, então pode celebrar! Você estará no caminho certo, o que é bem melhor do que vibrar 100% do tempo em resultado de quão terríveis as "coisas são". Devagar a devagar (como dizia um amigo húngaro), esse enorme pedaço de energia que criara a condição está a ser afastado e substituído por vibrações de válvula aberta de sua energia Original. Em pouco tempo você estará perto de vibrar em partes iguais: 50% da condição e 50% de algo mais agradável. Agora você está a começar verdadeiramente a assumir o controle de sua vida; pequenos sinais de mudança que deseja começarão a surgir por todo o lado. Ah, mas o mais verdadeiro divertimento começa quando chegar ao ponto em que muda de energias num abrir e fechar de olhos, no instante em que se apercebe de que está com uma concentração negativa. Agora, você já saltou para os sessenta/quarenta (60% de freqüências mais elevadas, 40% de freqüências normais), e finalmente chegará aos setenta/trinta, ou mesmo aos 80/20. Nessa altura, você verá desfilarem perante os seus olhos novos acontecimentos, novas pessoas, novas circunstancias, que entrarão em sua vida como que por magia, um após outro, criando as novas ocorrências que você desejava tão profundamente. Nada mal para algo que se consegue através do simples bem-estar. Recorde, o tempo que o seu Querer levar a tornar-se realidade está diretamente relacionado com a rapidez (e a continuidade) com que você DESLIGA a sua atenção daquilo que o mantém numa vibração negativa, e a LIGA àquilo que pretende atingir. Por mais terrível que a sua condição lhe possa parecer no momento, ela não está colada a si para sempre. Você só tem de decidir o que quer que substitua o seu problema, e depois providenciar a freqüência de Bem-estar que fará isso acontecer. E por favor! Se está perante uma montanha de problemas, não se torture e não tente fazer frente a todos eles ao mesmo tempo, procurando projetar uma série de Quereres inacreditáveis. Todos nos metemos em variadas trapalhadas, e depois de muita prática a controlar o fluir de energia, todos nós nos podemos livrar delas. É garantido! Repita consigo mesmo que fará tudo o que puder para encontrar e manter - qualquer quantidade de energia de Bem-estar. E lembre-se, o único poder que as condições presentes têm sobre nós é o poder que nós lhe dermos. É nessas alturas que nos sentimos encurralados, e para ser franca, é isso que estamos. Mas nenhuma circunstancia está fora do nosso controle. O que se passa no seu mundo neste momento não quer dizer nada. É apenas uma conseqüência, não passa disso. Por mais inflexíveis que as condições pareçam ser, você pode sempre fluir energia de Bem-estar - até mesmo energia de "Melhor-estar" - em seu redor para que elas mudem. Se souber que é assim no mais fundo de si, o resto da história será um piquenique. O Cavaleiro Solitário A Síndrome "Ei, Ei Silver" Eu precisei de tanto tempo que nem quero recordar, para chegar à conclusão de que não é o que eu faço-faço-faço, que faz diferença na minha vida, mas sim a forma como estou a fluir

energia. Eu sempre acreditei profundamente que a palavra mágica era ação, que nada viria até mim sem um grande esforço e empenho. A verdade é que, independentemente do que estejamos a tentar compor, todas as coisas desesperadas que pensamos fazer terão pouco ou nenhum efeito na nossa experiência. Nem importa a forma como fazemos o que fazemos, ou quanto fazemos, ou quantas vezes, já que a maior parte dos nossos atos tem origem energia negativa, em vez de serem atividades inspiradas que fazemos sem esforço. Perante uma situação de que não gostamos, dependendo da nossa natureza, fazemos uma de duas coisas: erguemos as mãos em resignação frustrada, vergando-nos para aceitar o destino, ou saltamos para o nosso grande cavalo branco, como o Justiceiro Solitário costumava fazer, e galopamos de olhos vendados (em vez de usarmos uma máscara) pela estrada afora, gritando “Ei Ei Silver, em Freeeente” na busca frenética de um qualquer ato heróico que vença a injustiça que tão ignobilmente se abateu sobre nós. De qualquer destas maneiras, tudo o que estamos a fazer é insuflar mais ar na coisa que queremos ver desaparecer da nossa realidade. Prestemos então atenção à questão da Ação. Eu chamo-lhe Ação Frenética, a síndrome do Ei Ei Silver, a necessidade de fazer-fazer-fazer de forma a resolver-resolver-resolver. São todas aquelas ações que empreendemos com a válvula fechada. A maioria das pessoas partilha a opinião de que só através do “fazer” é que as coisas acontecem. Dêem-nos um problema, e nós gritamos Ei Ei Silver e entramos em Ação Frenética, procurando, e nós gritamos Ei Ei Silver e entramos em Ação Frenética, procurando maneiras de vender mais, ganhar mais, encontrar mais formas de comporcompor-compor. Contudo, a criação intencional tem que ver com fluir energia para atrair, e não com tentar remar contra a corrente, que é o que fazemos ao gritar Ei Ei Silver. Gritar Ei Ei Silver nunca dá resultado. É impossível forçar a entrada no universo de outrem a não ser que se seja convidado pelas vibrações, tal como é impossível que alguém penetre no nosso mundo a não ser que sejamos nós a enviar-lhe um convite através das vibrações. Não conseguimos erguer nada pela força de um trator e obter os resultados que verdadeiramente queremos, por mais puxões e encontrões que demos. Quer isto dizer que paremos de fazer? Claro que não. Simplesmente passamos a fazer de forma inspirada em vez de desperdiçarmos ações, deixando de responder instintivamente a tudo. Depois, com a atenção presa entusiasticamente àquilo que preferimos na vida, os passos certos a dar vêm até nós de um lugar de inspiração, de válvula aberta. Agir torna-se uma alegria em vez de um “tenho de”. As idéias abundam. Ficamos abertos à Força Criativa da Vida e damos por nós a ser conduzidos passo a passo, facilmente e sem falhas, aonde quer que desejemos ir. O milagre aconteceu. Já não somos prisioneiros dos nossos instintos; tornamo-nos criadores intencionais. Abençoados Sejam Todos Eles Encaremos a realidade, nós vamos sempre ter contraste, isto é, coisas de que não gostamos. É a isso que estamos destinados e, em boa verdade, é disso que a maioria gosta. Mas quer se trate de Godzilla ao virar da esquina ou de uma mordida de pulga, por piores ou mais penosas que as condições possam parecer, elas não merecem mais atenção da nossa parte do que a suficiente para nos avisar da forma como estamos a fluir a nossa energia. Somente isso! Elas não são o fim da viagem. Quando um sentimento-alarme soa em resposta a uma condição, e você tem aquela resposta instintiva de gritar Ei Ei Silver e entrar em Ação Frenética, mantenha a cabeça fria e relaxe. Isso muda o pensamento, o que muda o sentimento, o que muda a vibração e permite ao

Universo e ao seu Eu Expandido assumir o comando. Assim, contrariamente à crença popular, você não precisa de matar os coelhos todos de uma só cajadada antes de permitir a si mesmo sentir-se bem. A única coisa que tem de fazer em relação a quaisquer condições é deixar de olhar para a idiotice da coisa, parar de reagir a ela, e encontrar uma forma de se sentir melhor. Os hábitos de uma vida - e de eons (*) de genes herdados – são difíceis de mudar. Faça o possível para recordar que o que está a viver neste momento é o resultado do fluir de energia passado. (*) Do dicionário: eon é.on sm (gr aión) 1 Período de tempo imensurável ou infinitamente longo. 2 Rel No gnosticismo, cada um do grupo de entes eternos que juntos formam a plenitude do ser supremo, do qual emanam e do qual são os intermediários para o mundo. sm pl Entes com que se preenchem, segundo os gnósticos, as distâncias entre Deus pai e Cristo filho e os homens. Depois, afaste-se um pouco da proximidade da situação para ter dela uma visão mais alargada. Recorde que “precisar” que alguma coisa mude faz sempre fluir energia negativa que se vira contra si. Encontrar uma forma de se entusiasmar com o resultado dessa mudança fará fluir energia positiva e porá em marcha as correções desejadas. Deixe de se enervar seja com o que for. Em vez disso, diga a si próprio com toda calma que, por mais desagradáveis que as condições possam lhe parecer agora, elas não o vão controlar e que, sim, você pode com certeza encontrar forma de abrir a sua válvula apesar do que está a acontecer. E conseguirá! Depois surgirão as respostas, surgirão as oportunidades, e depressa, encontrará mais maneiras de alterar a situação do que pode imaginar. Por isso, se conseguir, dê graças pelas malditas condições, já que sem elas não teria forma de saber o que não quer. Projete o olhar para o que pode ser em vez de olhar para o que é, e mergulhe em todos os sentimentos maravilhosos – e não nos anseios – de como será fantástico quando lá chegar. Depois, o que está longe vem ter consigo. Capítulo 6 Eia, Estou a Sentir! TERCEIRO PASSO Admiração, valor, estima, gratidão, excitação, reverencia, respeito. Consegue fazer despertar todos esses sentimentos sempre que lhe apeteça? Consegue pôr em marcha “admiração” num abrir e fechar de olhos, ou “excitação” (e não me refiro a sexo)? Ou sentir “reverência”? É capaz de olhar para uma coisa qualquer – até mesmo uma pedra – e forçarse a sentir instantaneamente uma sensação de respeito caloroso para com esse objeto inanimado? “Pôr em marcha” pode significar preparar-se para saltar para cima de alguém, mas não é nada disso que estamos aqui a falar. Aquilo a que me refiro é ao “apertar o botão”, consciente e intencionalmente, para mudar para uma freqüência mais alta que nos ponha a

vibrar a maior velocidade, como, por exemplo, imediatamente!... Em qualquer altura que nos lembremos de o fazer... sempre... tantas vezes quanto for possível...à hora certa... ou de cada vez que passar por um carro vermelho, um cão vadio, ou uma mãe com bebê. Em qualquer situação! Não estou a brincar. Se não aprendermos a forma de fazer subir as nossas freqüências para longe disto aqui, que diabo, não temos mais a pequena hipótese de nos tornarmos criadores intencionais. O que quer dizer, infelizmente, que permaneceremos para sempre criadores acidentais. O que é o mesmo que dizer....vítimas. Uma vez que a “Introdução à Mudança de Freqüências” nunca foi uma disciplina opcional na escola, isso faz dela uma técnica que teremos de aprender sozinhos. Mas com mais alguns truques na manga, pode acontecer facilmente. "Deixe de se enervar seja com o que for. Em vez disso, diga a si próprio com toda calma que, por mais desagradáveis que as condições possam lhe parecer agora, elas não o vão controlar e que, sim, você pode com certeza encontrar forma de abrir a sua válvula apesar do que está a acontecer. E conseguirá!" ZÁS! Eu comecei a interessar-me pelo fluir de energia cerca de um ano antes de descobrir os preceitos da Lei da Atração. Não fazia a mínima idéia do que estava a fazer, mas era divertido e ajudava a passar o tempo enquanto conduzia. O mercado de refinanciamento imobiliário estava em alta e, sendo corretora imobiliária, fui apanhada no meio de tudo aquilo com a empresa que geria sozinha a partir de minha casa. Como tal, quando surgiam pedidos de pessoas para renegociar os empréstimos das casas, era eu quem ia ter com eles em vez de, como é de costume, serem eles a vir ter comigo. Era mais divertido assim. Eu saía de casa, aproveitava para tratar de outras coisas, e via partes da minha cidade que nem sabia existirem. Para ajudar a passar o tempo enquanto ia ao volante para os encontros, comecei a fazer experiências com a minha energia. Eu já sabia mudar rapidamente para um modo de intenso Bem-estar, um pequeno truque a que chamo “fazer correr a energia”. Bastava-me induzir um sentimento vigoroso “positivo”, e quase imediatamente o meu corpo começava a pulsar em resposta à mudança de freqüência. Eu também sabia que se entrelaçasse um desejo nesses sentimentos positivos (pensasse nele enquanto estava em alta), havia boas hipóteses de que ele se realizasse. Mas era só isso que eu sabia! Freqüências, vibrações, fluir de energia negativa/positiva, Lei da Atração – dessas coisas, tinha apenas um conhecimento superficial. Quanto mais experimentava com a minha energia, mais começava a aperceber-me de um fenômeno bastante intrigante que ocorria logo que eu começava a me sentir bem, ou a pulsar, como eu lhe chamo. Mesmo na boca do estômago, naquele lugar onde perdemos o fôlego quando levamos um murro, sentia um frêmito como se estivesse a descer a pique por uma montanha-russa em velocidade vertiginosa. ZÁS! Às vezes durava apenas uma fração de segundo, mas outras vezes, se eu me concentrasse com a maior das atenções, conseguia prolonga-lo por vários minutos. Depois percebi que este frêmito – ZÁS! – era parecido com a adrenalina que sentimos quando temos dar uma guinada abrupta para evitar um choque com outro carro. Ou semelhante ao que eu senti há muitos anos atrás, no exato momento em que meu chefe me disse que estava despedida. ZÁS! , bem na boca do estômago.

Ao principio não sabia o que pensar daquilo ou como ligar as coisas todas. Ali estavam situações imensamente diferentes gerando um espectro alargado de reações igualmente poderosas, e no entanto todas pareciam parar no mesmo lugar: no meu estômago. Depois fez-se a luz. As nossas emoções registram-se em primeiro lugar nas glândulas suprarenais, e é por essa razão que, quando somos surpreendidos ou assustados, sentimos aquele aperto na boca do estômago, ou no plexo solar, onde se localizam as glândulas supra-renais. Quando somos atingidos pelo medo, as glândulas supra-renais sofrem uma explosão de energia eletromagnética causando a liberação imediata de secreções supra-renais que nós sentimos como ZÁS! Então porque razão é que as glândulas supra-renais respondem da mesma forma a uma energia intensa fabricada pela alegria? Energia é energia, afinal de contas, independentemente do que a tenha feito mexer. Quer sintamos um acesso de pânico extremo, ou um acesso de alegria sublime, a energia inunda o plexo solar, estimulando as nossas glândulas supra-renais, e é registrada como uma sensação física facilmente detectável: ZÁS! "Fiquei extremamente intrigada e comecei a experimentar ainda mais. Não havia dúvida, tinha descoberto que conseguia controlar a intensidade das vibrações de Bem-estar, em função da intensidade do frêmito que sentia no estômago, e vice-versa. Conseguia controlar a duração e a intensidade do frêmito pela quantidade de vibrações de Bem-estar que conseguia gerar. Era fantástico! Um frêmito não muito grande significava um bem-estar não muito grande, e significava pouca intensidade, logo, pouca mudança nas vibrações iniciais. Mas um grande frêmito ou afluxo no plexo solar significava que as minhas vibrações me tinham transportado a um sentimento mais elevado: excitação, prazer, estima profunda, ou outra coisa qualquer. Significava que eu estava nas nuvens sem produtos químicos e nunca falhava. O acesso nunca surgia sem que eu tivesse posto em marcha alguma forma de alegria. E nunca, nunca senti o acesso, ou pulsar, quando me sentia apenas normal, naquele estado em que não nos sentimos bem nem mal. Fiquei tão excitada com tudo isto, que pensei que tinha descoberto o segredo da vida! Talvez tivesse, mas só em parte. Ainda não sabia nada sobre como direcionar a energia, ou sobre a concentração nos Quereres ou Não Quereres. Nessa altura, tudo o que eu sabia era que quanto mais forçasse uma sensação de Bem-estar até sentir o pulsar, mas atraía os meus desejos. Era um excelente princípio, mas mãezinha, quem dera saber “o resto da história” (como diria o comentador Paul Harvey)." No início eu parecia o rato Mickey no filme Fantasia da Disney, brincando com o chapéu mágico do patrão sem conhecer os seus poderes. Estava a tornar-me tão boa a transformar sentimentos positivos num frêmito, que conseguia ativa-los num piscar de molhos, mesmo que ao mesmo tempo estivesse a ouvir uma noticia de mau gosto sobre uma avozinha qualquer que fora violada. ZÁS! Lá vinha a sensação no estômago quando eu punha a alegria em marcha, seguida em pouco tempo por uma espécie de borbulhar , ou pulsar, por todo o corpo. Quanto mais pulsava, mais negócios conseguia, por isso pulsava ainda mais. Era como magia. O dinheiro estava a entrar com tal rapidez, que eu parei mesmo de contar. Fazer correr a minha energia tornou-se um passatempo de tal forma rotineiro que eu conseguia quase prever os negócios que iriam surgir pela intensidade e pela freqüência do meu pulsar. Embora estivesse correta ao pensar que as freqüências mais elevadas que eu gerava estavam a magnetizar os meus desejos, enganei-me ao pensar que era tão simples quanto isso. “Não há problema, basta-me fazer subir as freqüências, fazer correr a minha energia, e o mundo é o meu jardim”.

Não é bem assim! O que eu não sabia na altura era que o mais ligeiro desvio na minha concentração para uma coisa desagradável não só atrairia as conseqüências indesejáveis dessa concentração negativa, como ergueria instantaneamente uma barreira entre mim e as coisas boas que vinham a caminho, incluindo o dinheiro! Essa pequena lição estava para breve. Durante vários meses, contudo, não surgiu uma única condição negativa para que eu observasse. O estado das coisas era magnífico! Para onde quer que eu me virasse, tinha sempre a sensação de que era a minha vez. O mercado estava a atravessar o melhor momento e eu sabia que podia ganhar dinheiro facilmente. Os pequenos panfletos que eu colocava no jornal eram tão eficazes que o telefone estava sempre a tocar com solicitações de empréstimos com semanas de antecedência. Para onde quer que olhasse, as coisas eram extraordinariamente positivas, e claro, o mesmo acontecia com as minhas vibrações. O meu nível de energia rebentava com a escala, a minha vida social ia de vento em popa, e o meu guarda roupa antiquado ganhou nova vida através de despreocupadas idas às compras, tudo isto enquanto o meu negocio não parava de crescer. E, antes do final do ano, cheguei mesmo a lançar um novo projeto, totalmente independente do negocio das hipotecas. Continuei a contemplar inconscientemente as coisas boas que me rodeavam, fazendo correr a minha energia e atraindo mais. Seria possível melhor!? Depois as coisas começaram a agitar-se. O mercado sofreu uma mudança e, com ele, mudou também a minha concentração. À medida que as taxas de juros começaram a subir, os negócios começaram a escassear. Agora minha atenção estava toda a dirigir-se para: “Não, não deixes a taxa subir. Não deixes o mercado secar. Não deixes morrer esta galinha de ovos de ouro”. Se alguém me tivesse dito na ocasião que o “estado das coisas” não passa de uma plataforma a partir da qual lançamos a nossa nova criação, eu ter-lhe ia esmurrado os queixos. Eu estava a ficar mesmo, preocupada mesmo, por isso, é claro, os problemas não paravam de piorar. Por andar tão preocupada com a terrível mudança dos acontecimentos, há muito tempo deixara de pulsar. Em vez disso, tinha mudado completamente a minha concentração para aquilo que não queria (que o mercado piorasse) em vez de a mudar para o que poderia facilmente ter criado (muitos negócios, apesar do estado do mercado). Mas eu não sabia isso. Quanto pior ficava o mercado, pior eu me sentia. E quanto pior eu me sentia, pior me corriam os negócios. Em vez de escrever um argumento novo e encontrar o lugar feliz que pretendia, o meu medo estava a atrair mais medo. As contrariedades erguiam-se perante mim em proporções gigantescas. Eu tinha gasto todas as minhas reservas no novo projeto, o mercado estava nas ruas da amargura, não surgiam novos empréstimos, eu ainda tinha dividas para pagar do lançamento da nova empresa, e... será preciso dizer mais? As condições em que estava a concentrar a minha atenção estavam longe, longe de me agradar,, e o medo crescente por detrás dessa atenção estava a tornar as coisas ainda piores. Pedi dinheiro emprestado para ir vivendo. Precipitei-me em todas as Ações Frenéticas de que me lembrei, contratei uma vendedora ainda mais dominada pela carência do que eu (obviamente; eu não conseguia atrair outra coisa), comecei a enviar publicidade para as cidades vizinhas, e torturava-me constantemente na ânsia por novos negócios. Que não surgiram. Eu tinha mergulhado de cabeça na criação pela concentração negativa, centrando 100 por cento da minha atenção em tudo o que não queria. Tinha absorvido de tal maneira esses Não Quereres nas minhas vibrações, e tornara-se uma

parte de tal forma dominante na minha vida, que estava a atrair carradas e carradas de mais coisas más. Não foram bons tempos. Pensando que ainda possuía o segredo, tentei começar de novo a pulsar. Isso é que era bom! Com uma concentração negativa, de tal forma inflamada em todas as coisas sombrias que me rodeavam, eu não teria conseguido pôr-me em marcha nem que a minha vida disso dependesse (o que, naquele ponto, era quase verdade). O meu pobre Eu Expandido estava provavelmente a dizer “Esquece”, enquanto partia para umas férias prolongadas em outro universo até eu ganhar juízo. As minhas vibrações dominantes eram negativas, tal como eram negativas todas as coisas que eu estava a obter. Às pazadas! Foi algures a meio dessa crise emocional que alguns dos meus amigos começaram a insistir entusiasticamente comigo para que eu desse uma vista de olhos num material a que eles tinham deitado mão sobre a Lei da Atração. Eu estava de tal forma em baixo que não me interessaria sequer se eles tivessem encontrado um carregamento de verdadeiras Lâmpadas de Aladim, mas para que eles não me aborrecessem mais com aquilo e me deixassem em paz com a minha miséria, acabei por ceder. Bastaram-me cinco minutos para perceber o que os tinha excitado tanto. Por fim, ali estava o “resto da história”, todas as peças que durante tantos anos eu nem sequer sabia que faltavam. Eu não teria ficado mais exultante se alguém me tivesse dado 50 milhões de euros. No espaço de um dia concebi – e mergulhei – no meu programa de trinta dias descrito no último capítulo. Não, as coisas não mudaram de um dia para o outro; eu estava demasiado viciada em olhar para o lado horrível de tudo. A reviravolta nas minhas finanças foi lenta mas absolutamente constante e eu era assaltada por uma torrente de idéias sobre novas formas de expandir o negocio, fáceis e divertidas. O que me excitava mais, era a vantagem que sabia ter por estar familiarizada com o fluir de energia, e por pô-la a correr. Eu já sabia como por em marcha, como fabricar os sentimentos positivos e mantê-los assim durante algum tempo. Eu sabia mesmo como fazer de conta que me estava a sentir bem até que isso acontecesse verdadeiramente. O que eu seguramente não conhecia era o aspecto mais importante da Lei da Atração que diz: “Aquilo em que concentrares a tua atenção, companheiro, é o que obténs!” Tudo o que tinha a fazer era desligar a atenção do mercado em queda, desligar a atenção da falta de dinheiro no banco, desligar a atenção do fato de ainda não terem surgido novos empréstimos, desligar a atenção das minhas dívidas, ter pontaria ao concentrar de novo minha atenção, e viajar na direção do por do Sol. Pois! Foi preciso um bom pedaço de tempo, mas acabou por dar resultado. Tornei-me uma das poucas corretoras locais que não faliu, e continuei a fazer bom dinheiro num mercado em queda. Que alegria! E por fim, através da minha atenção persistente, àquilo em que estava concentrada, consegui transformar uma empresa de uma só pessoa numa enorme e bem sucedida companhia presente em três estados. Controlando o pulsar A arte de nos sentirmos bem não é propriamente uma coisa da qual sejamos altamente capazes, por isso o objetivo é aprender a fazê-lo de um momento para o outro. Às vezes, essa mudança implica algum (ou muito) incitamento; outras, você descobrirá que consegue dar a volta num piscar de olhos. Mas, independentemente do que for necessário, o que é importante é fazê-lo, mudar de um estado negativo para qualquer outro estado superior. De que forma? Voltemos à nossa mala de truques especiais. Existem três maneiras

básicas para se começar a sentir bem, e nós já falamos de duas delas. Uma é procurar, ou pensar qualquer coisa que lhe dê prazer. A segunda é falar consigo próprio até provocar uma mudança de vibração. A terceira, que exploraremos agora, chama-se "pulsar", algo que lhe dá uma mudança de vibração IMEDIATA. Pulsar é uma das formas mais fáceis e rápidas de fazer subir as vibrações. Naturalmente, diferentes ocasiões exigem diferentes técnicas. Por vezes, uma só abordagem dará resultado, outras vezes são necessários dois ou três métodos para nos arrastar para longe de nossa dependência das vibrações negativas. O pulsar é uma das formas, mas é uma das técnicas que se me revelou de tal forma poderosa que a uso quase todos os dias da minha vida, nem que seja apenas por uns momentos. Uma das razões porque aprender a pulsar é tão fácil é que existe uma forma de dar à chave de ignição para o pôr em movimento. O que é necessário é alcançar um sentimento que emana do mais profundo do seu ser. Assim que esteja ativado –uma sensação que se pode atingir em menos de um segundo - , todo o seu corpo mudou de velocidade e vibra agora numa freqüência muito mais elevada. A sua válvula está completamente aberta, a Força Criativa da Vida a que você só estava preso por um fio – apenas o suficiente para o manter a funcionar – percorre-lhe agora o corpo. Você encontra-se num alinhamento perfeito com o seu Eu Interior / Eu Expandido...e consegue...sentir a sensação mesmo na boca do estômago! É isso que torna o pulsar tão divertido. Através da emoção você está a criar uma sensação física extraordinária que pode usar como indicador da mudança de vibração no seu corpo. Todo o processo não passa de um rápido um-dois, e BINGO! Já está em marcha. Carregar Baterias Uma vez que, até sermos carregados, nós não passamos de uma espécie de baterias gastas, eu descobri que a melhor forma de conseguir iniciar o pulsar era fazer qualquer coisa física que me ajudasse a carregar a bateria do bem-estar. Por isso, na ausência de cabos, usei um sorriso! Isso mesmo! Um pequeno sorriso sincero, daqueles que parecem manteiga a derreter num pãozinho quente; o tipo de sorriso que não conseguiríamos evitar ao ver uma ninhada de gatinhos recém-nascidos a tropeçarem uns nos outros, ou um bebê a rir-se só pelo prazer de rir. Não um esgar falso, antes um sorriso doce e tenro, como se uma criança lhe acabasse de mostrar o seu tesouro mais precioso. Trata-se de um sorriso exterior, é certo, mas com origem num sentimento interior, rico e afetuoso. Ao pegar nesse sentimento e traze-lo cá para fora, dará por si a sorrir do ponto mais profundo do seu ser. Agora você encontra-se a sentir o que eu chamo o Suave Sorriso Interior, uma sensação calorosa e doce que se faz sentir como uma espécie de leve pulsar, ou de um suave rodopiar. Talvez sinta até um leve formigueiro. Mas, por favor! Não fique à espera de sentir um míssil explodir. A sensação vai ser muito, muito sutil ao principio. Não fique à espera de ser arrebatado por um tornado; trata-se apenas de uma mudança leve – mas perceptível – da sua energia.

Essa mudança parecer-lhe a sempre vir de dentro de si, umas vezes de trás das orelhas, outras do coração, outras vezes do seu plexo solar, outras da sua cabeça, outras ainda de todo o seu corpo. Se não a sentir imediatamente, fique calmo e não se preocupe. Basta que reafirme o seu desejo perante o Universo (de sentir o pulsar) enquanto Querer ou Intenção, e eu prometo-lhe que ele virá. Assim sendo, em coisa de dois ou três segundos, você pôs em marcha o pulsar com o seu Suave Sorriso Interior (acredite em mim, quando ele chegar, você saberá que o está a sentir), e isso mudou radicalmente a sua energia. É um Bem-Estar instantâneo, uma subida instantânea de freqüência carregada por um sorriso caloroso exterior e pelo Suave Sorriso Interior dentro de si. “A Seguir, o Sentimento de Substituição” O sentimento de freqüência alta do Suave Sorriso Interior é muito bom, mas é difícil mantêlo por muito tempo ou intensifica-lo a não ser que exista outro sentimento mais familiar que o substitua. Como tal, escolha um sentimento agradável, como a estima, a gratidão, o assombro, etc e mantenha-o enquanto vibração dominante, desta forma: 1) Carrega a bateria com um sorriso facial tão caloroso e terno quanto possível. 2) Imediatamente, e mantendo o sorriso físico, busca dentro de si e anima o sentimento terno desse sorriso até ele se transformar em manteiga derretida, na sensação calorosa do seu Suave Sorriso Interior, e você sentir um leve pulsar, por mais ligeiro que seja. 3) Assim que tiver esse Suave Sorriso Interior em marcha, substitui a sensação calorosa por um sabor especial da sua escolha, tal como afeto, ou entusiasmo, ou pela simples sensação de sentir cócegas até não poder mais (uma das minhas preferidas). Escolha o sentimento positivo que lhe for mais fácil criar de livre arbítrio, e mantenha-se assim o máximo de tempo que conseguir. 4) (Opcional!) Se lhe apetecer, esta é uma boa hora para aproveitar toda essa energia positiva para forjar um Querer / Intenção específica, mas não faça isso enquanto não se acostumar à emoção asfixiante (nº3) durante algum tempo. Não é preciso mais nada; você está no bom caminho. Carregou a bateria com um Suave Sorriso Interior para por o motor em marcha. Depois deu-lhe a aceleração necessária para o manter em movimento, sobrepondo, ou substituindo, o que pôs em marcha pela emoção elevada da sua escolha. Imaginemos que escolheu a Ternura como sentimento de substituição. Muito bem, assim que o Suave Sorriso Interior estiver em movimento, basta evocar o que for necessário para despertar o sentimento de Ternura. Talvez uma sensação parecida com o toque de uma bela rosa no seu rosto, com a carícia feita a alguém que se ama, ou com a dor de cuidar de um animal ferido. Você deve procurar intensificar esse sentimento o máximo que conseguir, até começar a sentir a mudança física de energia no seu corpo, por mais sutil que seja. Aquilo que está a sentir é simplesmente energia em movimento, tornada mais conspícua dada a sua mudança de freqüências. Ao princípio, é possível que sinta a energia percorrer-lhe num frêmito o plexo solar, como aquela sensação de aperto que sentimos ao descer uma montanha russa. Pode acontecer que o sentimento irradie a partir do plexo solar subindo até à nuca, e você experimente uma ligeira sensação de formigueiro por todo o crânio. Passado Algum tempo, pode senti-lo correr simultaneamente na direção da cabeça e das virilhas. Na verdade, poderá mesmo

sentir uma ligeira excitação sexual. Não tem de se preocupar, dura apenas um instante, mas é prova absoluta de que a sua energia se libertou finalmente e está a começar a fluir e a moverse em redor. Quanto mais vezes praticar isto, mais depressa será capaz de se por em marcha sempre que o desejar e de fazer com que as energias aumentem, diminuam, ou simplesmente se mantenham estáveis durante um período de tempo. Eu já consegui isto no carro, na ducha, e até mesmo no supermercado, durante períodos de tempo tão longos que até me parecia que estava noutro planeta (faze-lo no carro não foi boa idéia). Mas o importante é que é perfeitamente possível aprendermos a manipular a nossa energias e é nessa altura que a diversão começa verdadeiramente. Notas - dicionário conspícuo adj. 1. Notável, ilustre, distinto. 2. Respeitável, sério. assombro s. m. 1. Grande pasmo ou espanto. 2. Susto, terror. 3. Maravilha, portento. Dicionário português de Portugal: http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx frémito (latim fremitus, -us, ruído) s. m. 1. Estremecimento, vibração. 2. Ruído produzido por esse estremecimento ou vibração. 3. Sussurro. 4. Agitação das moléculas de um corpo. 5. Comoção com tremor dos nervos. 6. Fig. Estremecimento, de alegria ou cólera; sensação espasmódica. 7. Bramido; estrépito. Se alguma vez quiser ter a certeza de que a sua válvula está a abrir e a começar a fluir energia de freqüência alta, pegue numa das varinhas de Chamamento descritas no Apêndice e tente um Suave Sorriso Interior. É tudo o que precisa fazer, e depois veja as suas varinhas enlouquecerem em resposta à sua mudança de energia. Apêndice Teclo agora o Apêndice p q possamos fazer as varinhas de chamamento. Depois, no final do livro, transferirei este post - já q é o final do livro, um apêndice. Muito do que é descrito neste livro constitui um teste aos limites do nosso intelecto e da nossa lógica. "Magnetizar acontecimentos? Que disparate!" "Impedir as coisas boas e criar coisas más? Deixe de brincadeiras!" Aqueles que se sentirem desafiados neste particular, tal como eu me senti, poderão encontrar ajuda neste kit simples e engraçado de demonstração da energia. Pegue em dois cabides de arame e corte um pedaço em forma de "L" com cada um deles, com cerca de 30 centímetros de comprimento na parte principal, e cerca de 12 centímetros para a pega. Corte uma palha de plástico para envolver a pega de forma a que eles rodem facilmente, e assim que a palha esteja no seu lugar dobre a extremidade da pega de arame para manter a palha no lugar. Eles também rodarão sem o plástico, mas não tão livremente.

Agora você tem um par daquilo que eu chamo de Varinhas de Chamamento. Segure as varinhas à sua frente sem as apertar, como se estivesse a apontar uma arma. Mantenha-as à altura do peito, a cerca de 25 cm do corpo. Inicialmente elas oscilam em todas as direções, em resposta à sua energia, por isso dê-lhes alguns instantes para assentarem a pararem de oscilar. Assim que elas estiverem paradas você está pronto para começar o jogo. Varinhas de Chamamento Olhando fixamente para a frente, invoque de forma sentida um acontecimento desagradável qualquer do seu passado. Dependendo da intensidade da emoção de que se rodeia esse acontecimento, as varinhas manter-se-ão a apontar para a frente (fraca intensidade), ou apontarão para dentro, uma extremidade a apontar para a outra. As varinhas estão a seguir as bandas eletromagnéticas em redor do seu corpo que se contraíram em resultado da freqüência negativa gerada pelo pensamento e emoções negativos. Agora, torne as suas freqüências positivas, pensando em qualquer coisa extremamente boa, ou adorada ou alegre. Ou então concentre-se nos seus filhos, ou num animal de estimação, e inunde-os literalmente de amor. Desta vez as varinhas virar-se ão para o exterior bastante depressa, à medida que o seu campoooooo energético se expande em resposta ao seu fluxo de energia positiva. Para comprovar como a energia segue o pensamento, concentre a sua atenção num objeto à sua esquerda ou direita e veja como as varinhas seguem o seu pensamento. Ou comece a concentrar-se no seu Eu Expandido, na sua Orientação, e veja-as afastarem-se em reação ao enorme aumento de energia que esse pensamento cria. Quanto mais for experimentando isso, mais hábil se tornará a sentir a mudança de vibrações que ocorre à medida que você muda de uma freqüência para outra. Aspectos Positivos (Hediondos) O essencial em tudo isto é sentirmo-nos bem, pois nada é mais importante. Nada! Nada é mais importante do que sentirmo-nos bem, e a forma como o conseguimos não interessa nem um pouco. Se for a fazer o pino em Times Square, ótimo. Se for a cheirar madeira recém cortada, muito bem. O importante é que faça o que quer que seja necessário para o pôr a sentir-se melhor do que antes. Você sabe quando isso acontece; é impossível não dar por isso. Quer se trate apenas da decisão de se sentir bem naquele momento (ou mesmo sentir-se apenas um pouco melhor), quer esteja a engendrar uma espécie nova de Bem-Estar em torno de um determinado Querer, é quase sempre possível encontrar dúzias de formas diferentes e originais de se por em marcha...se for isso que realmente quer fazer. Mas há uma maneira que eu reservo para quando “todo o resto falha”, pois fico quase sempre um pouco arrependida quando tenho de recorrer a ela. Para mim esse ultimo recurso é encontrar alguma coisa positiva na coisa penosa que tenha sido a causa da minha válvula se ter fechado nessa ocasião. Imagine, por exemplo, que você está preso num engarrafamento devido a um acidente, e que se deixa irritar verdadeiramente pela situação. É um dado adquirido que, perante as circunstancias, com a válvula fechada, não só o trafego não vai melhorar de um momento para o outro, como toda a energia negativa estará, nesse preciso momento, a afetar todos os aspectos da sua vida. A sua tarefa é abrir essa válvula da forma que conseguir. Mas digamos que você “tentou” (uma palavra a retirar do seu vocabulário) e nada resultou – nem musica, nem pulsar, nem

falar consigo mesmo. Bem, quando todo o resto falha, resta apenas uma alternativa. Procure alguma coisa nessa condição ou algo que lhe esteja próximo, que possa apreciar e faze-lo sentir-se bem. Talvez o fato se o seu carro continuar operacional, ou de não precisar de ir à casa de banho, ou a empatia que está a sentir para com os pobres desgraçados na estrada que estão tão afetados como você, ou o seu apreço pela intervenção da equipe médica. Descubra....qualquer coisa! Comece a falar consigo sobre isso, faça de conta, minta a si mesmo (“aldrabe-se), e depressa sentirá aquele clique sutil da mudança para energia de Bem-Estar (ou pelo menos de Estar-Melhor), e a sua válvula começara a abrir lentamente. (Com outros cem motoristas a gerar energia irada à sua volta, o engarrafamento não pode mudar durante um tempo, mas pelo menos você não arruinará outras áreas da sua vida fluindo esse tipo de lixo). Mas, francamente, quando estou com uma disposição terrível, nada me agrada mais do que manter-me assim. Eu continuo a gostar de cismar e de me exaltar porque sabe muito bem. Contudo, o lado triste da questão é que eu também sei que, de cada vez que faço isso, todo o meu mundo está a ser afetado negativamente, para além do que estou a atrair mais daquilo sobre o que estou a cismar. Já não estou disposta a deixar isso acontecer muitas vezes. Por isso, relutantemente, encontro uma coisa qualquer estúpida, idiota e insignificante naquilo que está a me pôr maluca, que possa – talvez – começar a considerar como um aspecto positivo dessa situação ou individuo; algo que eu possa ser – apenas possivelmente – capaz de apreciar. Depois, muito ao jeito de um fedelho provocador que acabou de ouvir um sermão, penso numa maneira de começar a falar comigo (quase sempre com um trejeito trocista) para dar vida ao aspecto positivo que consegui encontrar. Aquilo que mais me espanta quando estou nesse espírito é que resulta sempre,. Encontro alguma coisa para elogiar, ou apreciar, ou admirar no idiota ou na situação, e, antes de perceber o que aconteceu, sinto um assomo (indício) de energia. Consigo mesmo sentir o momento em que o processo tem inicio. Válvula aberta; missão cumprida. Agora posso descontrair, e deixar que o Universo siga o seu curso. Furiosa com a Luz do Alpendre Durante alguns anos aluguei uma pequena vivenda nas traseiras da minha propriedade. O contrato estabelecia que os arrendatários pagavam o gás do aquecimento central e eu pagava a eletricidade. Bem, houve um jovem casal que insistia em manter a luz do alpendre da frente acesa dia e noite. Falei-lhes uma e outra vez do assunto. Não fazia diferença, eles deixavam -na ligada até eu começar a ver estrelas. Por fim, percebi que estava a lidar com algo sem qualquer sentido, que só servia para me fechar a válvula. De cada vez que eu olhava para aquela maldita luz, a minha válvula fechava-se completamente, o meu jantar esturricava, os meus cães começam a lutar, eu cortava um dedo, uma reunião com clientes para um empréstimo era cancelada, fagulhas da lareira chamuscavam-me o tapete, e a lista continua. E tudo isto na altura em que eu escrevia este livro, ainda por cima! É caso para dizer, faça como eu digo, não faça como eu faço. Por isso, um dia – relutantemente -, disse: “Muito bem, vou encontrar uma maldita coisa qualquer que me agrade naqueles dois e abrir minha válvula.” Não consegui. Ou, mais propriamente, não havia maneira de o fazer. E a luz ficava ligada a noite toda enquanto eu fumegava. Por essa altura, eu já sabia que a situação era séria e que devia estar a alastrar como um vírus terrível, por isso, amuada, decidi forçar-me a pensar no que quer que fosse que me agradasse no fato de os ter ali.

“Bem...hum...oh, está bem, eles ajudam-me com o jardim, e é a primeira vez que alguém o faz. São pessoas agradáveis de ter aqui, tão sossegados.... blá, blá, blá”. Parecia igual a procurar uma agulha preta num palheiro molhado à meia noite, mas em pouco tempo consegui sentir a resistência a dar de si, e aproveitei a situação. A custo e aos poucos, expandi o sentimento, e pouco depois consegui sentir o movimento de energia de Estar Melhor (não, não se tratava de Bem- Estar) a percorrer-me o corpo. NESSA NOITE A LUZ APAGOU-SE, e daí em diante só a vi ligada para receber visitas ou mercearia! Fiquei boquiaberta. É certo que estava a escrever um livro sobre o assunto, mas continuava a espantar-me e a entusiasmar-me com as provas de que isto funcionava mesmo, até no que diz respeito a luzes do alpendre. Será que minha reação zangada se justificava? Claro, mas e depois? Certamente não valia a pena dar cabo do que restava do meu mundo, mais do que já tinha feito. Lembre-se disto: quando estiver a enviar sentimentos negativos de qualquer tipo (até mesmo sobre luzes de alpendre), eles estão a fazer muito mais do que amplificara situação. Estão a agir como a linha defensiva dos Dallas Cowboys (equipe de futebol americana), impedindo todos os Quereres de transpor a sua linha de negativismo inexpugnável. Simultaneamente, esses sentimentos negativos estão a atrair todo o tipo de acontecimentos desagradáveis ao processo. Pior de tudo, se você está a se exasperar com uma pessoa negativa, está a ser sugado pela confusão. Como é que isto pode valer a pena? Por mais que se force, qualquer que seja a razão para o pensamento negativo, o que conta é que sua válvula está fechada. Por isso, abra-a! O Tesouro das Pedras-de-toque Existirão momentos em que Querer / Intenção particular nos é tão estranho que não sabemos como nos fará sentir, em especial se for algo de natureza emocional ou relacionado com questões espirituais, tal como um contato mais próximo com o nosso conceito de Deus. Como havemos de encontrar o lugar do sentimento de algo que tão raramente – ou talvez nunca - experimentamos? Ou poderá haver momentos em que tudo o que queremos é sair, ou afastar-nos, do que quer que seja que temos agora, sem no entanto sabermos bem onde queremos chegar, a não ser sentirmo-nos melhor do que agora. Como havemos de encontrar o nebuloso lugar do sentimento desse tipo de coisas? Há um par de formas, e você já conhece a primeira. Você simula os sentimentos de como seria possuir o seu desejo, falando sobre ele, com emoções imaginadas até ficar com água na boca, e CLIQUE! Esse é o caminho mais direto. O outro é indireto, e é um caminho que eu trilho com muita reverência, pois normalmente os sentimentos que procuro invocar vêm de memórias muito privadas e profundamente estimadas. Todos nós os possuímos, esses momentos especiais na vida que nunca conseguimos esquecer nem descrever, momentos a que podemos chamar uma epifania (aparição ou manifestação divina). Elas são como pedras-de-toque, trancados para sempre na nossa arca de tesouro secreta dos momentos mais preciosos e significativos da vida. Numa noite tranqüila, talvez em que as estrelas cintilem e o ar esteja cheio de fragrâncias noturnas, instale-se num lugar confortável, relaxe na beleza do momento, e invoque suas

memórias desse tempo especial. Ou então, quando se senta absorto em pensamentos junto a uma janela, de manhã cedo, vendo o Sol iniciar o seu percurso através dos céus, visite esta pedra-de-toque através das memórias. Vá a esse momento da sua vida que nunca será esquecido, e permita a si mesmo sentir o manto de recordações adoradas envolvê-lo. Que sabor teve para si a pedra-de-toque? Foi respeito, ou amor indescritível, ou revelação espiritual? Talvez tenha sido satisfação absoluta, ou alegria louca, ou frivolidade absurda. Os sentimentos não precisam de ser etiquetados, apenas reconhecidos como tesouros da vida. Assim, quando não arranjar outra maneira de chamar a si os sentimentos do seu desejo, ou em momentos de desespero em que não encontra outra forma de se sentir diferente, vá à sua pedra-de-toque, pois aí encontrará o conforto do amor incondicional do seu Eu Interior / Eu Expandido. Quando o seu conhecimento e a sua consciência estão nesse lugar, você e o seu Eu Expandido são um só, e não mais será capaz de se concentrar no seu bloqueio emocional ou na sua dor. Leve o seu desejo profundo como uma oferta até esse sentimento, e mergulhe-o reverentemente nas energias curativas desse sentimento recordado. Ou não faça nada a não ser fruir desse momento estimado. Fique em paz com ele, e saiba que tudo está bem. A Magia da Estima Existem apenas três estados de espírito que nos percorrem ao longo do dia. Se pudéssemos estar um pouco mais conscientes e saber em qual deles nos encontramos em cada momento do dia, estaríamos em grande vantagem para mudar as nossas vibrações. Modo de vítima. Este é um estado “meu Deus, vão tramar-me outra vez e não há nada que eu possa fazer”, em que não vamos a lado nenhum, apenas descreveremos círculos negativos, constantemente a magnetizar o mesmo. Modo neutro. No Modo Neutro não estamos bem nem mal, apenas nos arrastamos com energia de segunda. Não estamos a enviar a nossa energia em nenhuma direção, e seguramente não estamos a atrair nada. No Modo Neutro, não somente estamos a viver os resultados do nosso próprio fluir errático de energia, mas também o de todos os outros. (Os semelhantes atraemse, recorda-se?) É muito desagradável! E é aquilo que a maioria de nós faz a maior parte do tempo. Modo Excitado. Agora está bem para cima! Está ligado! As suas freqüências altas já não estão a atrair as vibrações negativas dos outros. Você está cheio da energia pura positiva do bem-estar, a vibrar em harmonia com o seu Eu Expandido, a enviar energia positiva e a atrair acontecimentos positivos ao mesmo tempo que é envolvido por uma sensação de segurança sem igual. Modo de Vítima, Neutro, ou Excitado : encontramo-nos sempre num destes três modos. A nossa meta, claro está, é estar no Modo Excitado tão frequentemente e o máximo de tempo que consigamos, razão pela qual vamos olhar para a freqüência alta, bem alta, da estima. A vibração da estima é a freqüência mais profundamente importante que mantemos, pois é a coisa mais próxima do amor cósmico que existe. Quando estamos a estimar, estamos em perfeita harmonia vibrátil com a nossa energia Original, ou energia de Deus – chame-lhe o que quiser.

Podemos pô-la em marcha, ou saltar diretamente para o sentimento, é igual. O que importa é saber que um minuto a fluir a energia intensa da estima sobrepõe-se a milhares de horas passadas nos modos de Vítima ou Neutro. Mas atenção! Não basta apenas pensar na estima. Isso não chega. Pensar é exterior, sentir é interior. Não pode apenas tomar a decisão de que vai estimar alguma coisa e deixar as coisas por aí. Tem de haver uma onda de emoção significativa a percorre-lo das profundezas do seu ser para que isto funcione. Mas isso também não significa que é necessário que tenha acabado de ser salvo de um acidente por uma equipe do 112 para que sinta uma estima profunda. Na realidade, fluir estima não é nada do outro mundo. Pode fluí-la intensamente perante um sinal de transito se quiser. Não ria, eu estou sempre a fazer isso para me manter em forma. Como qualquer outra técnica, fluir energia exige um treino constante, e há algo de absolutamente gratificante em fluir baldes de amor, adoração, e estima perante “DEVAGAR: OBRAS NA ESTRADA”. Eu faço-o perante semáforos, placas, pássaros, nos céus, um cepo de árvore, e claro, pessoas. Por vezes no supermercado , escolho o vadio com pior aspecto que encontro, abro a válvula e banho aquela alma desatenta com a vibração mais alta que conseguir conjurar. Pode ser estima, pode ser puro amor. Uma vez fiz isto a uma velha andrajosa mal-encarada, que parecia mais capaz de me comer que de deixar-me passar. Eu inundei-a, e nesse preciso momento ela voltou-se, procurando furiosamente o que a tinha atingido, enquanto eu sorria na mais pura inocência. Este é o meu jogo “Abrace um Vadio”, em que me vejo a mim e a um completo estranho na rua (ou seja quem for) correndo para os braços um do outro como se fossemos velhos amigos que não se viam há décadas. Começa-se por “alvos” aceitáveis, como alguém ao lado de quem não nos importaríamos de almoçar ao balcão se tivesse de ser. Depois vai-se subindo, um bocadinho de cada vez, para alvos cada vez mais difíceis de aceitar socialmente até que finalmente não faz diferença, por pior aspecto que tenham. Uma pessoa vê – e sente profundamente – os dois a reconhecerem-se alegremente a voarem para os braços um do outro num enorme “abraço de urso”, enquanto um amor profundo os envolve. Não sei com quantas pessoas já fiz isso ao caminhar por uma rua, e as vi dar uma volta para procurar o que quer que fosse que tinham sentido. A vibração da estima é igualmente a vibração mais alta e mais rápida que podemos usar como atração. Se lançássemos estima para todas as coisas...todo o dia... teríamos garantido o Paraíso na terra em pouco tempo, viveríamos felizes para sempre com mais amigos, mais dinheiro, melhores relacionamentos, em absoluta segurança, e mais perto do Deus do nosso Ser do que é possível conceber. Viva a Paixão Ah, a “pessoa certa” acabou de entrar na sua vida. Você caminha sobre o ar com a cabeça nas nuvens, consumido por um sentimento tão eufórico, que desafia qualquer descrição. Você está apaixonado. Nada o aborrece. O mundo é doce, o dia é glorioso, é Primavera a meio do Inverno. Os estranhos são belos. Você flutua. Você está apaixonado! Sabia que pode despertar esse sentimento sempre que quiser? Não me refiro à sublimes sensações sexuais, mas sim à plenitude emocional, ao júbilo impetuoso. Você pode sair de casa e apaixonar-se, e eu estou aqui para lhe dizer que nada, mesmo nada sabe tão bem ou faz subir as suas vibrações tão depressa como isso.

A partir daí, você pode flutuar nessa vibração todo o dia, sabendo que está atrair os seus Quereres, ou pode colocar um Querer especifico no meio dessa sensação de estar com a cabeça nas nuvens, enviando a sua energia recentemente espicaçada bem na direção dos desejos vindouros. Recorda-se do primeiro amor, de como tudo lhe parecia estar no lugar certo? Os problemas pareciam triviais num mundo repleto de novidades, como se Deus tivesse acabado de polir o céu. Vá lá de novo. Apaixone-se, e sentir-se-a intensamente mais vivo. A única coisa ausente será a excitação sexual; à exceção disso, todo o resto será igual ao original, porque é o original. É o que Você é; você está somente a ligar-se a isso outra vez. Para além de tudo, é extremamente divertido fazer de conta. E quando o estiver a fazer, repare no pulsar que isso traz ao seu corpo, e naquela pequena agitação na boca do estômago. Sempre a Doçura Quando todo o resto falhar, quando você não foi bem sucedido ao convocar nem mesmo um ligeiro Bem-Estar, então há uma coisa a recordar. Seja homem ou mulher, há em si uma suavidade, uma brandura, uma doçura tão bela que poderia chorar com o sentimento, se a tocasse. Quer sejamos agressivos quer ternos, pedintes ou milionários, todos a possuímos, pois é dela que somos feitos. Esta doçura não tem nada a ver com a personalidade. Não está relacionada com ser fraco em vez de forte, um capacho ou um general poderoso. Tem a ver conosco, pois é o que somos. Para despertar esta presença (normalmente bem escondida), você precisa apenas de fazer o pedido. Transforme-o num Querer ou numa Intenção, depois espere, escute, apreenda, e permita a si mesmo sentir a experiência. Depois de ter sentido essa doçura, essa preciosidade dentro de si, será capaz de invocar a sensação de um momento para outro, sempre que o deseje. Contudo, é necessária uma força extraordinária para permitir a si próprio vive-la, pois nesse lugar doce encontra-se a mais alta vibração de que somos constituídos. Uma vez descoberta essa sua natureza, você está em Casa consigo. O seu mundo nunca mais será o mesmo, pois você nunca mais será o mesmo. Nem as suas vibrações. Nos Dias Mais Negros Enquanto vivermos nestes corpos, haverá sempre dias maus. Nesses dias em que nada corre como é suposto (e você não se devia deixar afetar tanto), recorde apenas que um dia de cão não passa de uma válvula fechada. Você está a viver uma orgia de energia negativa. Não é nada de especial, vá lá, viva-a. Dê permissão a si próprio para sentir completamente essa desgraçada, para que nenhum sentimento negativo fique bloqueado. Mas se realmente pretende sair das vibrações sombrias, então uma forma de o fazer é deixar os olhos pousar na coisa mais pequena e insignificante que conseguir encontrar, por em marcha o seu sorriso físico, buscar fundo o seu Suave Sorriso Interior e amar essa pequena coisa insignificante de todas as formas possíveis. Pode não passar de uma partícula de pó, ou de uma revista, ou de um pedaço de arame. Inunde-o de estima simplesmente porque ele existe, envolva-o em amor como se fosse o tesouro mais venerado de sua vida, há muito perdido e agora encontrado. Ficará espantado com a facilidade com que suas vibrações mudarão.

Esta abordagem relativamente fácil normalmente funciona comigo, mas quando isso não acontece, eu recorro à minha técnica infalível de começar a dançar pela casa, a cantar uma cançoneta qualquer como “Happy Days Are Here Again” (“os dias de felicidade chegaram” – quando o que mais me apetecia era gritar com os meus pobres cães), ou “Oh, What a Beautiful Morning (“oh que bela manhã” – quando o que mais me apetecia era estar caída em lágrimas no sofá), ou uma qualquer lengalenga palerma que invento enquanto me forço a andar de um lado para o outro. Uso esta estratégia quando estou completamente em baixo, nas ruas da amargura, mas já sem vontade de continuar assim. Contudo, quando estou assim em baixo, normalmente são preciso algumas horas para que aconteça alguma coisa, por isso essa dança desenfreada torna-se um verdadeiro pontapé inicial. Liberta literalmente a energia bloqueada, até ao ponto de eu acabar por conseguir voltar ao estado de me Sentir Muito Melhor. Seguidamente, em poucas horas, o telefone começa a tocar, os negócios ganham novo fôlego, recebo convites de amigos, e as idéias começam outra vez a borbulhar. Tem funcionado sempre. O importante é fazer o que quer que seja para o ajudar a sentiiiir-se melhor. De igual modo, quando está claramente em baixo, ter uma conversa carinhosa consigo próprio, tratando-se tranquilizadoramente pelo nome, pode fazer milagres. “Está tudo bem, Corky, prometo: vai correr tudo bem. Tu vais ficar bem.” Basta que fale... sobre qualquer coisa tranqüilizadora....até se sentir melhor. Dê um pequeno passo suave de cada vez quando está mesmo em baixo; um bocadinho aqui, um bocadinho ali. Pode levar um par de horas ou um par de dias, mas por fim sentirá a sua resistência a ceder, e aquele clique maravilhoso que marca o seu regresso a um estado de ligação, com a válvula aberta. Ponha-se em Marcha, Ponha-se em Marcha, Ponha-se em Marcha! Onde quer que esteja, pode sempre pôr-se em marcha com um sentimento caloroso qualquer, se o desejar verdadeiramente. Ponha-se em marcha enquanto olha pela janela da cozinha. Ponha-se em marcha quando sai porta afora pela manhã. Ponha-se em marcha enquanto desliza para a cadeira de rodas. Ponha-se em marcha quando entra no metrô. Ponha-se em marcha enquanto varre o alpendre. Ponha-se em marcha enquanto tira fotocópias. Ponha-se em marcha enquanto caminha pelo campo de golfe. Ponha-se em marcha enquanto alimenta o gado. Enquanto não encontrar aquela sensação de alegria, ou de estima, ou de paixão, ou de gratidão, mesmo quando o senso comum lhe diz que não tem nada por que estar agradecido, não estará a fluir a sua energia em nenhuma direção aonde pretenda ir. Mas se o seu desejo é abrir caminho para uma vida nova, então aprenda a pôr-se em marcha de todas as maneiras que conseguir, independentemente do que esteja a acontecer à sua volta. SEJA ISSO O QUE FOR! Se quer mudar alguma coisa, se quer melhorar a situação em que está, se quer essa sensação maravilhosa da realização, ou sentir um grau de felicidade que normalmente não lhe é familiar, se quer ter o que quer que seja que não tem agora, então aprenda a pôr o motor em marcha, e faça-o. A Força ESTÁ Consigo (Quarto Passo) Há algumas décadas atrás, quando eu era muito mais nova em idade e muito nova na

Califórnia, fazia todos os dias a viagem do Vale de S. Fernando sobre o belo desfiladeiro de Coldwater em direção a Bervely Hills, onde tinha um emprego detestável nos escritórios da sede de uma importante companhia aérea. Eu adorava a viagem, mas não o emprego. Contudo, não era a hora certa na minha vida para grandes vôos, uma vez que grande parte da minha energia estava a ser canalizada para o programa nos Alcoólicos Anônimos que iniciara há pouco tempo, e eu estava a adorar cada momento. Durante dois anos, conduzia o meu carro sobre o desfiladeiro, procurava coisas para fazer no emprego, e estava ocupada em manter-me sóbria em Los Angeles. Depois me aborreci. Uma bela tarde, enquanto apreciava a viagem de regresso ao vale passando pelas bonitas casas de Bervely Hills, disse alto para o poder que na altura eu pensava que só existia fora de mim: “Muito bem, Poder Superior, vamos ver se funcionas bem. Estou chateada com o emprego e quero fazer outra coisa. Dá-me uma idéia. Na realidade, basta que me dês as sementes, que eu trato de as plantar”. Sem me aperceber disso, eu estava num estado de sentimentos perfeito, com a minha freqüência mais alta que um papagaio de papel, adorando o passeio, apreciando a paisagem, sentindo-me em paz com o mundo, embora um pouco agastada porque ele se limitava aos meus amigos dos A.A., quando chamei o Poder Superior. Numa espécie de “Muito Bem, figurão, ou me fazes frente ou calas-te!” Mas a afirmação era sincera e disparou em direção ao éter, poderosamente magnetizada por vibrações altas de Bem-estar endiabrado. No dia seguinte, a caminho do trabalho, repeti a rotina. “Dá-me as sementes e eu planto-as” E de novo ao regressar para casa. Não sabia patavina sobre vibrações ou sobre fluir energia, e tristemente, não sabia nada sobre o meu próprio poder, ou que o poder que existia “algures” e eu era a mesma coisa. Tanto quanto eu sabia, o Manda Chuva era exterior a mim, essa força sábia do Bem que eu tinha certeza de ser quem governava a minha vida. Tudo o que eu estava a fazer era a concentrar-me poderosamente, mas sem o saber, num Querer, e a testar o meu Poder Superior para ver se ele existia mesmo e se me dava uma mão. Então, num maravilhoso dia em que seguia a caminho de casa, ao chegar ao cume de uma colina onde a paisagem explode num espetáculo excitante e que nunca cansa, a idéia atingiume, e é mesmo de atingir que eu estou a falar. Senti-me como se estivesse sido socada por uma luva de boxe cósmica. A idéia era formar uma editora educacional usando a recente e inovadora fita cassete. Estávamos em 1965. A maioria das pessoas nunca tinha ouvido falar de uma fita cassete, e eu não fazia idéia de como formar uma empresa ou fazer com que as coisas começassem a acontecer. Não importava. Todos os dias, no caminho para casa, ao transpor a colina eu recitava: “Muito bem, Poder Superior, continua a dar-me as sementes, eu arranjo formas de plantálas”. E a verdade é que todos os dias, sem falhar, ao transpor a colina em direção ao trabalho, as idéias começavam a despertar na minha cabeça como pipocas a estalar. Imaginava revistas em fita cassete, fita cassetes para visitas a parques nacionais, programas para a formação em vendas e para crianças em idade escolar. Durante o tempo em que fiz aquele percurso, as idéias pareciam envolver-me, pois ao fazer aquele percurso eu estava num lugar de Bem-estar, a minha válvula estava escancarada, e era fácil aceder à inspiração. A espiral tinha começado. Quanto mais idéias surgiam, mais eu ficava excitada; quanto mais excitada eu ficava, mais idéias surgiam. Eu estava a pulsar sem sequer o perceber. Do nada, começaram a surgir pessoas que conheciam as fita cassetes áudios e formas de constituir uma empresa: gente ligada ao mundo das finanças, gente por dentro dos aspectos legais,

pessoas ligadas aos aspectos técnicos, pessoas ligadas ao marketing, todos a materializaramse em meu redor sem que eu estivesse à espera. Era incrível. Por fim abandonei a companhia aérea para formar a Listener Corporation, e tornamo-nos uma das empresas pioneiras a fornecer informação através da inovadora fita cassete vídeo. Mas em pouco tempo, a excitação extinguiu-se, o medo de triunfar sozinha tomou conta de mim, e o meu fluxo de inspiração secou como um deserto depois de uma breve inundação. A longa e lenta espiral descendente tinha começado, mesmo por entre a bruma do nosso reconhecimento crescente. Fomos a primeira empresa a lançar fita cassetes com visitas guiadas a parques nacionais, e foram um fracasso. Fomos a primeira empresa a disponibilizar em fita cassete uma revista de negócios mensal original. Isso durou cerca de um ano até desaparecer. Fomos os primeiros a ter material direcionado ao mundo dos negócios disponível em auscultadores nos vôos transcontinentais, e isso fracassou. Fomos dos primeiros a oferecer pacotes com dinâmicos formadores de vendas a várias empresas. Isso fracassou.A fórmula era simples: o meu medo interior de que essas coisas não tivessem sucesso levava a que....elas não tivessem sucesso! Acabamos por descobrir o nosso nicho de mercado com um programa muito menos público (e bem menos arriscado): pacotes de formação para professores primários, bem como materiais de formação para educação básica. Tornamo-nos conhecidos, muito respeitados, cheios de representantes de vendas felizes e clientes encantados, e eu mal conseguia pagar as prestações da casa. Eu debatia-me, esgotava-me, arfava, malhava, e esforçava-me em direção que me viesse à cabeça. Estava a gritar Ei Ei Silver por todo o lado, contudo, quanto mais tentava atacar um problema, mais lento era nosso progresso. Os nossos programas novos estavam a receber elogios eletrizantes de costa a costa, e com razão: eram extraordinariamente bons, recorrendo às melhores mentes do momento na educação às abordagens mais inovadoras à aprendizagem. Mas, independentemente das criticas elogiosas, nenhum dos nossos programas atingiu aquela terra capitosa dos lucros realmente grandes. Tudo em que conseguia pensar era: “Que mais posso FAZER-FAZER-FAZER para que isto aconteça?” Quanto mais trabalhava, mais temerosa me tornava. E claro, quanto maior era o meu medo, mais resistente eu me tornava à energia do bem-estar, e por isso mais magnetizava os meus medos de venda nada espetaculares. A orientação intuitiva tinha voado janela fora. Não havia a menor fenda para que o meu eu Expandido pudesse tomar o controle com aquelas contínuas dicas fantásticas que em tempos recebera. Gritava constantemente para este Poder Superior, dizendo-lhe onde se podia deter, e vibrando tão fora de alinhamento com ele que era como se eu não existisse. Como no ditado, eu parecia “ir de mal a pior”. Meu Deus, era mesmo verdade. Isso durou treze anos até que, exausta e totalmente desligada de tudo o que remotamente se assemelhasse ao meu bem-estar Original, vendi a empresa e tentei fugir para um esconderijo isolado mais a norte na costa, junto ao mar. Em vez disso, mergulhei a cabeça nos anos mais negros, dolorosos e desligados da minha vida.Desse lugar escuro veio a convicção ardente do que seguramente não queria mais, e em breve despontáramos anos que se tornariam os mais belos e fantásticos da minha vida, à medida que comecei a descobrir o meu Eu Expandido. A única razão por que estou a contar esta história de “ascensão e queda” é por se tratar de uma demonstração clássica dos resultados totalmente diferentes que resultam das ações inspiradas e das ações baseadas no medo. Com as primeiras, navegamos para a terra da

felicidade aparentemente sem esforço algum, tal como eu fiz ao iniciar a empresa. Com as últimas, podemos esforçar-nos e empurrar e lutar a afadigar-nos até dizer basta, apenas para acabar em lugar nenhum.... ou em baixo. Inspiração versus Esforço A maior parte de nós sempre teve a noção – bem, é mais do que uma noção, fomos educados dessa forma – de que, para obter as coisas que desejamos ter, temos de equiparar a esses desejos esforços pessoais equivalentes. Por outras palavras, se tudo quanto desejarmos for um sorvete de casquinha, isso exigirá um esforço mínimo da nossa parte. Se, por outro lado, desejarmos tornar-nos governadores do nosso estado liderando um novo partido político, preparamo-nos para um nível de esforço pessoal completamente diferente chamado”empurra e força”. Na verdade, sempre acreditamos que, mesmo para chegar perto de obter qualquer das coisas maiores e mais significativas que desejamos, para além dos sorvetes, temos de dar cabo dos miolos para as obter ou pura e simplesmente esquece-las. Mas dar cabo dos miolos significa que estamos a gritar Ei Ei Silver e a agir sem qualquer inspiração. Significa que estamos a operar de um ponto puramente físico, a força. Significa que estamos na onda dos “tenho de”, e dos “devo”. Significa em breve, que estamos para sempre a tentar remar contra a corrente de olhos vendados sem a nossa Orientação mais elevada. Significa que estamos a operar com a válvula fechada, provocando o tipo de stress interno e o fluxo de energia negativa que não pode em absoluto produzir os resultados por nós desejados. Bem, primeiro vem a inspiração, as idéias. Elas surgem se você passar mais tempo nas freqüências altas de bem-estar (ou estar melhor), a pulsar, e a pôr-se em marcha. De seguida, após fluir quantidades generosas de energia de Bem-estar na direção de uma ou mais dessas novas boas idéias, você começa a pô-las em prática, sim, mas agora a partir de um lugar sagrado de inspiração e não através do esforço negativo. E por isso as suas ações tornam-se agora tão inspiradas quanto a sua idéia, e tudo o que vem na sua direção vem de um lugar de freqüência alta. E depois Urra! Algo de extraordinário começa a acontecer. Por mais complexas ou enredadas que as idéias pareçam ser, você vê-as encaixar no lugar certo e fluir com facilidade e firmeza de uma corrente de montanha sem barreiras. E porque não? As suas idéias eram inspiradas; agora, também o são as ações que leva a cabo para trazer essas idéias à realidade. Tudo a partir do seu fluxo de energia de freqüência mais elevada. Imagine que um dia você está na maior, a sentir-se extraordinário, e tem uma idéia. É uma idéia fantástica, exatamente o tipo de coisa que você sabe que resultaria se ao menos soubesse como... ou tivesse dinheiro suficiente....ou formação suficiente....ou apoio suficiente... ou...? Há apenas duas coisas que você pode fazer quando recebe uma encomenda maciça de Orientação: Pode dizer “Oh, é uma loucura... uma boa idéia talvez, mas...” e fecha rapidamente a sua válvula. Ou então, pode decidir calar-se e escutar, e confiar no que está a receber. Se tem vindo a afirmar regularmente os seus Quereres, e a sua válvula tem estado aberta mais do que o costume, pode apostar que em breve receberá a Orientação sob a forma de idéias que o ajudarão a dirigir-se para os seus Quereres. Se decidir ir em frente com uma dessas idéias e seguir o curso dos acontecimentos que continuarão a fluir na sua direção sob

a forma de dicas ou conceitos, irá entrar em ação, sim, mas agora estamos a falar de uma ação inspirada versus gritar Ei Ei Silver; de formas inspiradas de alcançar a sua meta, de atividades inspiradas que serão divertidas, de técnicas e métodos inspirados que dará por si a executar com a maior das facilidades em vez de tentar empurrar tudo corrente acima contra uma força inflexível. Como tal, quando a inspiração o atingir, ou uma idéia para facilitar o seu Querer surgir um belo dia, comece a pensar em termos do que “Pode fazer” e não dos “Si, Mas”. Não importa Como, isso surgirá quando você descontrair nessa freqüência alta. A inspiração é sempre acompanhada por livro de instruções. Agora o fluir tem inicio. Aquilo que a uma pessoa desligada pode levar anos, você atinge rapidamente em poucos meses, guiado apenas para as atividades mais produtivas pelo seu absolutamente jubiloso Eu Expandido. Rampas Oleadas Oleadas: Impregnadas de alguma substância oleosa. Mesmo a meio desse incrível ano em que o negocio das hipotecas e o dinheiro estavam a entrar tão depressa que dava vontade de rir, eu tive uma idéia. Na realidade, eu não precisava de idéias novas, já que os meus Quereres estavam a surgir mais depressa do que o tempo que eu tinha para os gozar. No entanto, tive uma idéia e fui arrebatada por ela. A idéia veio uma noite, enquanto estava no banho, quando por alguma razão qualquer que eu não recordo, estava a pulsar intensamente. E tenho de dizer que, quando ela veio, a minha primeira resposta foi dizer – em voz alta: “Por amor de Deus! Deves estar a brincar!” A idéia era fazer um informativo comercial (um anuncio televisivo de meia hora) para um produto de auto-ajuda inusitadamente grande e complexo que eu ainda não tinha criado, em que nem sequer tinha pensado, e que não fazia a mais pequena idéia por onde começar. O conceito era em tudo louco e ilógico. Eu estava completamente embrenhada no negocio em expansão das hipotecas, a meio do melhor ano da minha vida, e subitamente estava a ser bombardeada por carradas de idéias sobre a produção de um programa de televisão sobre o qual não sabia nada. Uma loucura! Isto para nem dizer que seria preciso um esforço enorme para o fazer, seriam necessárias quantidades desmesuradas de talento para o coordenar, e que seria um emprego a tempo inteiro para quem soubesse o que estava a fazer, coisa que eu certamente não sabia. (Fora o fato de eu ainda não ter criado o produto). Mas a minha válvula estava aberta , mesmo que eu não o percebesse, as minhas freqüências estavam altas, e para onde quer que olhasse via apenas condições positivas. Como tal, as idéias divertidas continuavam a chagar, quer eu quisesse quer não. Apenas quatro meses – quatro meses! – após ter tido a idéia....e depois de ver materializar-se uma quantia desconcertante de dinheiro para pagara produção luxuosa do produto... e a quantia necessária para a produção luxuosa do programa de televisão... e mais o punhado de dólares precisos para comprar o tempo de antena televisiva para todo o país... e o tempo para escrever, narrar, apresentar, e produzir tudo, e eu já estava no local das filmagens com uma equipe profissional de dimensões consideráveis. Apenas quatro meses, foi tudo quanto necessitei! Em março do ano seguinte eu estava no ar a promover o Life Course 101, um monumental curso audiovisual sobre crescimento interior para ser seguido a partir de casa, da minha autoria. Incrível! Eu estava a executar o trabalho de uma dúzia de pessoas, a gerir um negocio e a criar outro, ao mesmo tempo que concebia e produzia um elaborado programa novo...sozinha...já perto de uma idade respeitável. Para que não restem duvidas, a maioria dos meus amigos acharam que eu tinha enlouquecido. Ah, mas o que eles não sabiam era que tudo se estava a

materializar praticamente sem esforço. Não havia gritos de Ei Ei Silver, empurrões ou cotoveladas frenéticos. Desta vez eu estava ligada. Tudo fluía como que por uma rampa oleada. As peças encaixavam no lugar por magia. Se me interrogava sobre como fazer alguma coisa, as respostas voavam na minha direção, e eu alcançava facilmente aquilo de que precisava. Nenhum incomodo, nenhuma preocupação, e nem uma só dúvida. Na verdade, estava a divertir-me à brava. É certo que o trabalho era muito, mas era trabalho fácil, por que cada jogada estava a ser orientada diretamente da linha lateral pelo meu treinador, a minha Orientação. Qualquer problema que surgisse era resolvido assim que aparecia. Tudo – em ambas as empresas – continuava a correr em perfeita harmonia. Eu seguia no fluxo da Vida. Nunca questionava uma nova idéia ou uma nova direção, pois os “Como” estavam sempre logo atrás da idéia. E vez nenhuma dei um trambolhão. A espontaneidade tornou-se uma parte de mim. Deixei de me preocupar com a passagem de tempo. O magnetismo de freqüência alta que emanava de mim era tão poderoso que mobilizava as circunstancias e acontecimentos que eu ia percorrer a seguir mesmo antes de os anteriores terminarem. Eu estava deslumbrada com o que estava a acontecer, e no entanto tudo o que eu estava a fazer – sem o saber – era fluir energia de Bem-Estar e implementar as idéias inspiradas que chegavam num fluxo continuo. Mais excitante que isto é impossível. Os Sinais, os Sinais, os Sinais. Quantas vezes você disse para si mesmo: “Tenho um pressentimento (ou um palpite, ou um aperto no estômago) que me diz para ir ali. “ E assim fez; foi ali, e depois descobriu que fez uma coisa boa. Estava a seguir a sua Orientação. Ou teve uma idéia louca de fazer uma coisa qualquer. E fê-la. E foi um sucesso, pois foi divertido. Estava a seguir a sua Orientação. Mas não é necessário estar a iniciar um negocio novo para ter idéias, ou palpites ou pressentimentos. Quer o seu Querer seja encontrar o caminho mais rápido para driblar o trânsito, quer se trate de encontrar um novo parceiro, basta que preste atenção aos sinais que surgirão para o fazer acontecer... e que aprenda a confiar neles! Um telefonema inesperado de um velho amigo, um programa de televisão que normalmente não vê, o instinto que o invade de ler determinada coisa, ou de telefonar a alguém, ou de optar por aquela outra estrada. Isto são pequenas cotoveladas suaves do seu Eu Expandido, é a sua Orientação Interior / Exterior a ajuda-lo a seguir rumo à alegria, ainda que se trate apenas de um lugar de estacionamento melhor num dia de chuva. Você projetou energia de Bem-Estar, misturada com seus Quereres, criou corredores de energia a fluir em vórtices gigantescos, e agora, ao entrar nesses vórtices, chega a Orientação. Os seus impulsos para agir – fazer para fazer isto, ir ali, telefonar a alguém – têm origem na atividade magnética iniciada pela sua energia concentrada. Pouco depois de embarcar neste novo caminho de criação intencional, eu seguia para Portland no meu velho e adorado Mercury Monarch de 1977, um carro que renascera varias vezes desde que eu o tinha pois eu amava aquela coisa. Novos motores, novos isto, novos aquilo. Mas, dada a idade do carro, os meus mecânicos tinham recomendado que eu começasse a usar um óleo sintético para reduzir o desgaste. Tudo bem até aí, mas não só os óleos sintéticos eram uma espécie de raridade, como o óleo em questão era de uma estranha marca qualquer que tinha de se mandar vir de fora. Há tempos que eu não saía de casa, para além das idas às compras, e a viagem de duas horas de carro para Portland era mais do que bem-vinda. Pus a minha música bem alto e uma hora

depois estava no limiar do deleite de freqüência alta, a fluir energia para aqui e para além, quando me lembrei que não tinha mudado o muito necessário óleo. Normalmente trazia uma ou duas latas de litro da maldita coisa no carro, mas também tinha esquecido disso, e a possibilidade de encontrar esse tipo de óleo – que, claro está, não podia ser misturado com nenhum outro tipo – era praticamente nula nesta paisagem de quintas que rodeiam a autoestrada sul do estado de Washington. Andei mais alguns quilômetros, pensando no que fazer, quando tive o pressentimento de sair na saída seguinte. Uma vez que, nessa altura, eu andava a seguir os meus palpites sem grandes hesitações, encolhi os ombros e segui por uma estrada deserta por uma distancia de pouco mais de 500 metros a partir da auto-estrada. O que encontrei parecia uma velha cidade mineira abandonada, ou uma cidade fantasma, cheia de casas a cair, edifícios emparedados em ruínas, de tal forma destruídos que até pareciam oscilar. Não vi sinais de vida em lugar nenhum, mas por uma razão qualquer parei e saí do carro, estranhamente consciente de que não estava a questionar a minha decisão de sair da auto-estrada, ou a pensar em coisas como “que raios estou a fazer aqui?”, apenas seguindo o estranho impulso. Depois vi-a e não queria acreditar nos meus olhos. A menos de 50metros do carro encontrava-se outro edifício em ruína com um letreiro pintado à mão que dizia “Oficina Automóvel”. Não sei como não a tinha visto quando parei, contudo ali estava, bem na minha frente. Perplexa, entrei e perguntei se tinham algum óleo sintético. Tinham sim senhor, mas pediam desculpa, pois só tinham de um tipo, Bip, exatamente aquele que eu precisava. - Sim, minha senhora, as duas latas que restam estão ali! Tinha a cabeça num turbilhão quando cheguei ao carro. Certamente estava empolgada e excitada para além do que é possível descrever. Certamente que estava cheia de alegria por ver a Lei da Atração em ação de forma tão evidente. Mas verdadeiramente, eu estava paralisada. Era tão óbvio, tão irrefutável. As minhas vibrações andavam mais altas que nunca. Depois surgiu uma necessidade urgente, mas sem um grama de resistência da minha parte, tal como: “Estou tramada (*prejudicada, “ferrada”), nunca o vou encontrar, que hei de fazer?” Com as minhas vibrações a um tal nível, eu tinha magnetizado a solução instantaneamente, recebendo orientações claras e precisas do meu Eu Expandido sob a forma de um intenso palpite que decidi seguir. Mas com a breca, até onde pode ir o melodrama? Como é que aconteceu? Quem sabe. Quem quer saber! Tive o pressentimento, confiei nele, agi baseada nele, e funcionou. O importante é sair do piloto automático e prestar atenção. Escute! Fique atento a essa pequena cotovelada, procure sinais, siga os seus palpites. Se o fizer sentir-se bem é porque se trata da sua Orientação. A maior parte de nós não se permite acreditar que alguma coisa possa acontecer a não ser que consiga ver de antemão como cada peça vai encaixar no conjunto. Por isso, comece a procurar pistas. Esteja atento à união magistral, ao momento em que todas as partes ganham forma e começam a encaixar no lugar certo como que por magia. Agora você entrou no mundo misterioso da sincronicidade, você está ligado, conectado com a sua energia Original, seguindo a corrente. Mas nunca o verá, nem aprenderá a confiar nisso, se não estiver atento quando surge. Sem Hesitações Com a possível exceção da oração, que a maior parte das vezes é mais uma súplica a partir de uma válvula fechada que de uma aberta, muitos poucos de nós foram ensinados a ir ao interior, a calar-se e escutar, e muito menos a seguir a corrente. Seguir o quê? Escutar quem?

Um disparate! Toma um comprimido. Isso não passa de imaginação. Não tem substancia, não existem dados intelectuais empíricos que o suportem. Eu adoro a forma como fazemos de conta que uma coisa não existe, e depois viramo-nos e pomos-lhe um nome. Viramos os narizes para o céu em busca de “orientação divina”, mas curiosamente atribuímos-lhe um leque variado de nomes, como aperto no estômago, motivação, pressentimento, intuição, bom senso, inspiração, impulso, ímpeto, premonição, desejo, imaginação. Tudo isso é Orientação, o seu verdadeiro Eu a enviar mensagens da inteligência infinita que Você é, fazendo tudo o que está ao Seu alcance para lhe transmitir algumas idéias ou direções antes de você se fechar de novo. A Orientação é uma conversa com a Alma, uma conversa Boa, uma conversa com o Interior, com o Eu Expandido, uma conversa com uma Companhia Cósmica. A Orientação faz o que for necessário para despertar nossa atenção e ajudar-nos a obter os nossos Quereres, sejam eles óleo para o carro ou cabelo novo para uma careca bronzeada. Mas para que funcione, nós temos de aprender a confiar nas coisas que estamos a sintonizar nessa estação. Um casal de clientes meus da imobiliária – vou chamar-lhes George e Sally – estavam um pouco abalados quando eu cheguei a casa deles uma noite para lhes levar a proposta de empréstimo. Quando lhes perguntei o que se passava, o George disse que ele e a mulher tinham acabado de evitar um choque em cadeia de oito carros na auto estrada , e estavam a sentir um “valente medo”, nas palavras dele. Eles trabalhavam em locais diferentes, mas faziam a viagem juntos. Ao que parece, regressavam a cada do trabalho pela auto estrada como de costume, e o George começou a ficar com nervoso miudinho por ir atrás de um enorme caminhão vermelho vacilante, por isso decidiu mudar de faixa. Sem razão aparente, a Sally disse: - Querido, não faças isso! Temos de sair imediatamente desta auto estrada! – Seguiu-se uma natural discussão sobre a estupidez que aquilo era, e por fim, para manter a paz, o George saiu na saída seguinte e deu uma enorme volta por estradas muito secundárias. Quando chegaram em casa, o George ligou o televisor no canal de notícias local como era hábito, e viu o caminhão vermelho vacilante no meio de destroços, esmagado entre dois carros, pouco mais de um quilometro à frente do local onde eles tinham saído da autoestrada. Havia duas vítimas mortais. Ora ali estava uma senhora verdadeiramente ligada que seguiu a sua Orientação sem hesitações. Quantos de nós teriam escutado, quanto mais agido tomando outra estrada? A piada cósmica reside no fato de nós termos sido concebidos para fazer exatamente isso, para viver pelos sentidos, não pelos nossos cérebros. Mas há uma eternidade que aprendemos a pensar nossas respostas em vez de as sentirmos, totalmente ao contrário da forma como o resto da natureza vive. Os animais e as plantas fazem-no (vivem pelos sentidos), enquanto nós humanos, fechados e desligados, nos rimos à socapa (*disfarçadamente). Mas quando você começa a jogar a sério o jogo do Bem-estar, eu prometo, é melhor do que um bilhete para todo o dia na Disneylândia. Você escuta e faz, escuta e faz, escuta e faz, confiando na sua Orientação sem hesitações. Por isso, se tiver cinco dúzias de amigos e a família a dizer-lhe para fazer as coisas “assim”, mas o seu impulso mais profundo é fazê-las “assado”, siga sempre o seu impulso (desde que isso o faça sentir-se bem!). Porquê? Faça-o algumas vezes e verá porquê. O seu sistema de Orientação está a fazer tudo o que sabe para o pôr onde você quer ir, para seguir a Sua Intenção Original. Como tal dê-lhe uma hipótese. Sintonize-se e escute: esse seu Eu Expandido sabe o que está a fazer.

O Último Passo Adiante encontra-se o quarto e último passo no processo da criação intencional. O primeiro, como se recorda, é identificar o que Não Queremos. O segundo é clarificar e afirmar aquilo que realmente Queremos. O terceiro é sentir a partir do lugar desses Quereres. E agora segue o quarto: Quarto Passo: Pare e escute, E permita que o Universo lho traga. O que traduzido, significa deixar de martelar as coisas para que elas aconteçam. Significa sintonizarmo-nos e escutarmos a nossa Orientação. Significa seguirmos o que obtemos sem hesitações. Significa deixarmos de tentar descobrir formas de fazer o nosso Querer materializar-se, porque não somos nós quem tem de descobrir isso. Tudo o que temos de fazer é agir de acordo com a inspiração vinda do nosso Eu Expandido, manter a válvula aberta, ter a certeza de que nosso Querer vem a caminho, de seguida dar um passo atrás e deixar o Universo seguir o seu rumo, mantendo-nos longe da armadilha da impaciência tanto quanto possível. (Já agora, devemos até evitar ter paciência, pois isso não passa de uma válvula fechada fazendo de conta que está aberta, com toda a atenção centrada no que não aconteceu). O Universo é melhor a organizar do que você jamais poderia ser, por isso lhe dê-lhe uma oportunidade e não o atrapalhe. Você atribuiu uma tarefa ao Universo, projetou a sua energia magnética, agora descanse e deixe que as coisas se manifestem. Mas Onde Diabos Está? Muito bem, você está a manter as suas freqüências altas, mantendo-se em sintonia com a estação de sua Orientação, escutando, tendo palpites, observando a sincronicidade dos acontecimentos, mas onde diabos pára esse seu incrível Querer? “Como é que me posso manter em alta rotação e excitação com uma coisa, se não paro de falar nela, de a sentir, e de fluir energia até ficar azul, mas nada acontece?” Se o seu Querer não surge no que você considera ser um período de tempo razoável, isso significa simplesmente que você tem estado a sentir mais a partir do lugar de não o ter, e menos no lugar de o ter. Não faz mal. Você não está a fazer nada errado; não perdeu o manual de instruções. O fluir deliberado de energia positiva é tão estranho para nós que, muitas vezes, nos parece uma tarefa impossível que os sentimentos de resistência a que estamos tão acostumados – e, como tal, nunca notamos – continuam a dominar o nosso dia-a-dia. É nessa altura que tem de deixar de se preocupar – deixar de se preocupar – com o fato de seu Querer ainda não ter surgido. Você sabe que ele surgirá, mas é perfeitamente normal que isso não tenha acontecido...ainda. A derradeira meta, claro está, é parar o contínuo oscilar entre válvula aberta, válvula

fechada, válvula aberta, válvula fechada. Isso é o mesmo que incitar um cão e manda-lo ficar quieto ao mesmo tempo. A confusão provoca um bloqueio. Então de que forma é que retemos a paixão por alguma coisa que ainda não surgiu nem aconteceu? Em primeiro lugar, verifique a direção em que está a enviar a sua energia. Não faz grande sentido fluir energia na direção dos seus Não Quereres – e dessa forma fazer com que mais se materializem. De seguida, verifique a intensidade do seu fluxo de energia. Quanto maior for o seu entusiasmo, mais ardente será a paixão; e quanto mais ardente for a sua paixão, mais depressa o seu Querer se manifestará. (Peça a sua orientação que o ajude com a paixão e ele surgirá.). Depois, verifique as suas repetições. Com que freqüência se anima verdadeiramente por causa do seu Querer? Se teve um bom início, se isso lhe causou uma grande agitação durante largos minutos e depois nunca mais pensou no assunto, poderá surgir um dia (mas é pouco provável). Mas se se mantém excitado com isso, se fala disso várias vezes por dia consigo próprio, com o papagaio e com as rosas, e embeleza a historia de cada vez que a conta, não só está a manter o ímpeto, está a construí-lo. Embora dezesseis segundos sejam suficientes para aumentar o vórtice que se está a formar, se se puser em marcha e pulsar energeticamente com essa coisa durante 10 ou 15 minutos por dia, ele estará perante si antes que dê por isso, desde que você não se concentre na sua ausência. Uma outra coisa tem lugar no que respeita à realização ou não realização dos desejos, que eu hesito referir, pois pode parecer uma enorme evasiva, uma desculpa perfeita para que uma coisa ainda não tenha acontecido; trata-se do timing. Você pode ter estado a fluir energia apaixonadamente em direção a um assunto, com a válvula aberta, fazendo tudo como é suposto, fluindo energia com a força de uma nave espacial e, ainda assim, nada lhe vir parar às mãos. É o timing! Pode simplesmente não ser a melhor hora para este Querer acontecer e para que você retire dele tudo o que desejou. Uma vez que pode ser este o caso, dê um passo atrás, descontraia-se e deixe o Universo e a sua Orientação atuarem. A Lei da Atração nunca é inconseqüente. O Universo trar-lhe-á o que quer que deseja na altura apropriada. A chave é – sempre – a concentração! O Que Me Aborrece? Já sabemos que a única coisa que baralha a nossa experiência é a resistência às energias mais altas, mas por vezes estar nessas energias pode fazer com que aconteçam coisas que nem sempre são muito agradáveis. Atrair freqüências altas é mais ou menos como apontar uma mangueira a um velho passeio enlameado. O jato forte de água varre a lama revelando alguns buracos terríveis no passeio. Agora, se não tiver cuidado ao andar no passeio, pode tropeçar num desses buracos há muito escondidos. Esses buracos são a nossa resistência, a nossa critica interna ou antagonista, as nossas velhas idéias do que é socialmente bom ou mau, a nossa velha proteção das freqüências baixas agora posta a nu pelas freqüências altas. Quanto maior for o nosso querer, mais energia atraímos, da mesma forma que quanto mais forte for a corrente de água, mais buracos serão descobertos. De repente sentimo-nos vacilantes, vulneráveis, expostos aos elementos sem proteção, à medida que o que esteve escondido por tanto tempo vem à tona procurando sobreviver. No final, o que esteve escondido desaparecerá, mas não sem oferecer resistência. Isso pode dar origem a algumas viagens emocionais bastante tortuosas. Nada com que tenha de se preocupar, há uma saída fácil. No momento em que se aperceba de que se está a sentir

um pouco abalado ou vacilante, interrogue-se “O que é que está a aborrecer?” e não desista até surgir uma resposta. Ela surgirá. Enquanto conversa consigo próprio o que quer que tenha sido exposto e lhe esteja a causar o ressurgimento desses velhos sentimentos desagradáveis, revelar-se-á sob a forma de uma velha crença, um velho medo, um velho Não Querer. Assim que puser a nu o que quer que seja, passe três minutos por dia a discutir o assunto a fundo e impondo-se (como se a afastasse com meiguice), a fundo e impondo-se, a fundo e impondo-se; a maior parte desse medo dissipar-se-á em trinta dias, bem como a resistência inconsciente que tem vindo bloquear o seu Querer. Paixão É Criação Paixão. Já falamos muito sobre isso. É uma daquelas palavras que soam incrivelmente bem, mas o que quer dizer? De que forma a conseguimos? E precisaremos mesmo dela? Aqui tem uma pista: paixão é criação! A satisfação é ótima, mas é a paixão que faz as coisas acontecerem. A satisfação é uma válvula aberta, um abrigo seguro e agradável sem concentrações negativas, um lugar de descanso. Mas é a paixão que faz acontecer. Paixão é vida. Paixão é criação. A paixão tem que ver com sentir o poder que há em si. Quando, por qualquer razão, surgem condições negativas (o que acontecerá sempre, pois nós necessitamos do contraste), em vez de falar de como as coisas estão difíceis, busque fundo e sinta o seu poder. Você não só está ligado à força do bem-estar como é essa própria força. Essa força é a Vida. Essa força é a paixão. E paixão é criação. A paixão tem origem na excitação de ter algo na forja. A satisfação, por outro lado, vem de olhar para uma coisa já atingida, uma espécie de compensação. A satisfação é energia positiva. É fato, mas não é um combustível; não o levará a nenhum lugar. Não é uma energia de criação. Se pensa que lhe falta este que é o mais inebriante dos sentimentos, a paixão, verifique se ainda fala ou está concentrado num Não Querer. Não existe um único “Não Querer” no Universo que possa evocar paixão, pois tudo o que os Não Quereres lhe podem trazer é energia negativa, válvulas fechadas, maior resistência, e mais Não Quereres. Eis então outra razão para dar mais tempo ao seu Querer, pois quanto mais tempo passar com ele, mais apaixonado ficará. E paixão é criação. Paixão não significa um desmaio de adolescente, ou andar freneticamente aos pinotes. É certo que a paixão se manifesta em diferentes graus de excitação e entusiasmo, mas mais importante do que isso, a paixão é um profundo conhecimento interior. É uma certeza tranqüilizadora de que a vida já não o tem preso pelas orelhas, e de que o tigre que segura pala cauda é na verdade você!

Quer mais paixão? Então siga a sua alegria! Cheire mais rosas, veja mais vezes o pôr do Sol, procure mais relva onde possa andar descalço, vá a mais restaurantes favoritos, ria mais, procure mais lugares para explorar, assista a mais jogos ou peças de teatro, dedique-se a mais passatempos, seja mais espontâneo, jogue mais golfe, ouça mais musica, descubra mais locais onde possa dar um mergulho sem roupa, sorria mais, divirta-se mais. Agora você está a vibrar numa paixão de válvula aberta. E paixão é criação. Deixe Que Surja Ei, eu não estou aqui para discutir consigo. Toda essa coisa de energia é uma reviravolta completa em relação à maneira como estamos habituados a viver e a ser, por isso dê tempo ao tempo. Dê uma folga a si mesmo. Se leu até aqui, grandes mudanças estão já em progresso. Por vezes será fácil. A maior parte das vezes, ao inicio, não o será, razão por que é tão importante estar atento às chamadas coincidências. Elas são a prova de que alguma coisa está de fato a acontecer; elas mantém-no em movimento. Antes de mais, alegre-se! Seja natural. Deixe de se culpar por não ser perfeito. Dê a si próprio palmadas nas costas de encorajamento. Dê a si mesmo crédito por querer tomar o controle da sua vida. Isso acontecerá, mais depressa do que pensa.! Se tem passado diariamente algum tempo a falar sobre cada um dos seus Quereres, se não se tem preocupado a pensar se isto vai acontecer ou quando, se não tem tentado forçar “como” os vai trazer até si, se se tem mantido ligado à sua Orientação seguindo-a sem hesitações, esses Quereres chegarão. Pelo seu próprio poder, isso tem de acontecer. Você não está separado do poder do bem-estar infinito. Você não está separado do poder da força criativa da Vida, Você não está separado do poder universal de Tudo O Que Existe. Esse poder é o seu poder, por que este poder é Você. E o seu poder, como as leis divinas por que é governado, é absoluto. Dinheiro! Dinheiro! Dinheiro! Muito bem, passemos então à questão...DINHEIRO!!! Dinheiro, dinheiro, dinheiro. Soa bem, não soa? Ou será que não? Não, eu não sou atrasada mental. Coloquemos a questão noutros termos: Como é que a palavra – ou o tema – o faz sentir? Sinceramente! Cada palavra que se pronuncia traz consigo uma marca da vibração peculiar de quem a profere. Dependendo da forma como fomos educados e da perspectiva especifica que possamos ter da vida, nós carregamos as palavras que pronunciamos com uma vibração pessoal exclusiva. A palavra “Deus”, por exemplo, pode evocar uma vibração altamente positiva ou uma resposta poderosamente negativa, dependendo de quem está a falar – ou a ouvir – e de qual é a sua ligação passada ou associação a essa palavra. Nós temos um caminhão cheio destas palavras carregadas de sentidos na nossa língua , mas só uma pode reclamar incontestavelmente o premio de “Palavra de Maior Vibração Negativa”. Essa palavra é “dinheiro”, a palavra com maior carga em qualquer língua em que seja usada. Para a maioria de nós, as crenças associadas a esta palavra são tão incrivelmente intensas, que, no momento em que a dizemos, pensamos nela, ou a ouvimos, enviamos as nossas gigantescas vibrações negativas em todos os sentidos. É claro que tudo isso cria um mundo impenetrável à nossa volta que garante o bloqueio à entrada nas nossas vidas desse bem muito procurado. Simplesmente por proferir esse estúpido conjunto de sons, estamos a impedir a chegada da coisa que mais desejamos. Como é possível? Afinal de contas, estamos

a falar de algo muito atrativo, não é? Ouro, prata, moedas, notas, todas essas coisas? Seria melhor chamar-lhe toda essa miséria. Desde o tempo em que éramos pequeninos, pelo menos a maioria de nós, ficamos a saber que a palavra dinheiro era igual a esforço, deveres, obrigações, “ter de”, “ter mesmo de”. Ficamos a saber como esse assunto fazia sentir os nossos pais, os tios e as tias, os amigos adultos da família. Ficamos a conhecer a ansiedade que envolve a palavra, bem como a angustia. Ficamos a saber, em boa parte, que ele é a razão de tudo e o fim de tudo o que acreditamos na vida, e que por isso é bom que arranjemos forma de o ter, ou estamos tramados! Na verdade, essa curva de aprendizagem começou bem antes dos nossos dias de infância, no útero, onde absorvemos todas as vibrações variadas dos esforços e medos dos nossos pais. Por isso, entramos neste mundo oscilantes como Dom Quixote, com uma programação estrábica inata, que diz que a maior adversidade que algum dia enfrentaremos na vida será essa coisa chamada dinheiro, o dragão contra o qual teremos de guerrear até a morte. E a maioria de nós fá-lo! Porque nunca aprendemos como fluir energia e sair das vibrações negativas, passamos as nossas vidas com válvulas meticulosamente fechadas em relação a este assunto, insistindo numa batalha que não temos possibilidade de ganhar, até ficarmos tão exaustos, tão desencorajados, tão oprimidos, que o nosso corpo responde por fim ao negativismo permanente, e morremos. Bela vida! Que Se Lixem as Velhas Crenças Desde que a moeda corrente foi introduzida, ninguém tem que chegue. Por isso, ao pensarmos em dinheiro, pensamos imediatamente em que “não chega”, e agora, está a ver o retrato? Dinheiro é igual a “não chega” .... o que é igual a falta... o que é igual a vibrações de Mal Estar... o que, fielmente, nos traz precisamente mais daquilo que não queremos mais: falta! A boa noticia é que não temos de nos atolar a desenterrar todas as nossas velhas crenças bolorentas sobre dinheiro para permitir o fluir da abundancia; temos apenas de passar por cima delas. E graças a Deus que assim é; passaríamos décadas no divã tentando ultrapassar a pletora de doutrinas camufladas de dinheiro que a sociedade tão injustamente criou, tais como: “Temos de trabalhar muito para o conseguir”. “O dinheiro tem de ser suado.” “Não se consegue nada sem esforço.” “É difícil arranjar dinheiro.” “Chapa ganha, chapa gasta.” “Nunca tenho o que chegue.” “Gasta-se mais do que se ganha.”

“O dinheiro é a raiz de todo o mal.” “Temos de poupar para reforma.” “Serei feliz quando o tiver” (o que quer dizer: “Não posso ser feliz agora”). “É preciso lutar muito pelas verdadeiras recompensas.” “O dinheiro não cresce nas árvores”. Repita qualquer uma dessas frases em voz alta e veja como se sente. Nada bem! Contudo, foi assim que fomos educados, e tudo isto está de tal forma arraigado nas nossas vibrações que pensamos que o dinheiro é a única chave para a liberdade. E eu não pretendo negar isso. O que nos faz prevaricar é pensarmos que temos de o ganhar, de lutar por ele, de trabalhar duro por ele, de nos debatermos por ele. E, no entanto o dinheiro,como todas as coisas, não passa de energia. E atraí-lo, como todo o resto, não passa de um processo de fluir energia. É agora que você escreve um novo argumento. Escrever um Novo Argumento Suponhamos que você pensava em ter uns 25 mil euros extras para uma data de coisas que queria fazer. E suponhamos que você pensava no dinheiro, e voltava a pensar, sem ter a idéia de como o conseguir, sentindo-se frustrado e talvez até um pouco descabido, e por fim esquecia o assunto. Você agiu exatamente como o resto de nós, chocando com uma data de velhas crenças desconfortáveis que durante toda a vida mantiveram sua válvula fechada, e por fim disse “Que se dane”, e fechou-se. O seu desejo pelo dinheiro fê-lo sentir-se mal, por isso você parou de pensar nele e, claro, nunca o obteve. Escusado é dizer que isso foi antes de você saber fluir energia. Suponhamos então que você pensa nesses 25 mil euros agora. É certo que provavelmente ainda tem alguns dos sentimentos negativos, só que desta vez pode reconhece-los porque está a prestar atenção àquilo que os seus pensamentos o fazem sentir. Desta vez, em lugar de ficar com esses sentimentos negativos, você escreve um novo argumento, colando uma pagina completamente nova de vibrações sobre a antiga. Escrever um argumento novo não é nada mais do que inventar uma bela historieta para contar a si próprio e entrar nela pelas emoções. Essa é a parte mais importante: você tem de entrar na sua historia pelas emoções, ou esta não passará de uma fanfarronice. Este seu novo argumento é uma divertida historiazinha atribulada sobre o que você vai fazer com o dinheiro quando o tiver, uma historia tão real para si que lhe é possível sentir a excitação e praticamente saborear os resultados. Apenas por contar esta pequena história, você começa a visualizar, depois a sentir; visualiza e sente, visualiza e sente. Esse é o verdadeiro objetivo, sentiiiiiir o que está a forjar. Se não sentir.... não o obtém! Porque se não sentir... não há mudança de vibrações. A sua historia pode ser completamente inventada ou absolutamente verdadeira, não faz diferença, uma vez que são as emoções alegres por trás das suas palavras que causam as vibrações positivas necessárias para que tudo aconteça. Por isso, invenção ou não, você está a criar um novo ponto de concentração magnético – ou vórtice – com as suas imagens frescas e sentimentos calorosos. Só não deve é tornar a sua

historia tão inacreditável que não consiga entrar nos sentimentos, contrariando o seu objetivo. À medida que o vórtice começa a crescer após os primeiros dezesseis segundos de historia alegre, e os dezesseis seguintes, e os seguintes, o fluxo de vibrações altas que emana de si começa a cancelar as vibrações mais baixas, sobrepondo-se completamente ao seu estado corrente. Quando essa mudança para uma freqüência mais alta se fizer sentir, todo o universo começa a responder às suas vibrações elevadas. Neste ponto, tudo o que você precisa para trazer sua pequena historia inventada à realidade – incluindo-o a si – está a ser atraído a esse novo vórtice criado através do puro deleite de contar a sua historia. É certo que você se poderá sentir um tanto pateta ao principio, contando a si mesmo esta singular historieta de embalar em voz alta (sempre em voz alta!), mas esse é um pequeno preço a pagar por um aumento nos rendimentos. Comece a falar, invente uma qualquer historia engraçada sobre as muitas e diferentes coisas que vai fazer com esses 235 mil euros quando os receber. Vá com calma, dando a si mesmo tempo suficiente para sentiiiir as palavras e as imagens à medida que avança, e tempo suficiente para permitir que surjam mais e mais idéias sobre usos a dar ao dinheiro. Lembre-se, isto é apenas faz-de-conta, por isso não tem razões para duvidar de nada que lhe ocorra. Às vezes é mais fácil tratar-se pelo nome quando está a escrever um argumento, em vez de dizer “eu”. A palavra “eu” é outra dessas palavras dolorosamente carregadas de sentido, transportando uma bagagem de vibrações cheia de tralha inútil, por isso poderá encontrar mais liberdade tratando-se pelo seu nome. Funciona de qualquer uma das maneiras; escolha a que for mais confortável para si. A sua historia pode começar mais ou menos assim: “Jack, um individuo inteligente e atraente, vive com a mulher numa cidade maravilhosa cheia de gente simpática, numa bela casa cheia de tesouros adorados. (Demorada e lentamente; sentiiiiindo sempre tudo.) “O Jack tem um bom emprego de que gosta (lembre-se, isto é faz-de-conta), e sempre teve uma boa vida. É um homem inteligente, terno, bondoso e, sim senhor, muito, muito atraente. “Bom, um dia, o Jack e a mulher decidiram que era hora de oferecerem a si mesmos algumas coisas que queriam há muito, muito tempo, por isso concordaram em pegar no dinheiro extra que tinham no banco e gasta-lo em alguns projetos divertidos e merecidos. “Eles sempre tinham desejado construir um pátio nas traseiras de casa, por isso esse foi o seu primeiro projeto. Divertiram-se tanto a conhecê-lo e planeja-lo que estavam certos de que seria exatamente aquilo que sempre tinham querido. (Descreva o pátio pormenorizadamente). E a verdade é que assim foi. “Agora que o pátio está pronto, Jack e a mulher adoram sentar-se lá fora à noite, sob as estrelas e conversar. Parecem estar mais próximos que nunca um do outro , e ambos acreditam que isso se deve ao pátio. Os cheiros no ar são tão doces na frescura da noite...” ...e vá seguindo... seguindo... seguindo, sentindo lentamente cada nova visão do mesmo tópico, saboreando cada momento delicioso da descrição. Você tem de dar a esse dinheiro uma passagem por onde ele possa fluir, por isso, quando fizer isto amanhã, fale do próximo projeto, e no dia seguinte fale da viagem de férias, e depois do carro novo, e do ultimo pagamento do novo barco, saboreando e apreciando cada pormenor enquanto fala e sente, fala e sente, fala e sente. Você retirou os 25 mil euros do

velho argumento de Mal-estar, e criou um argumento de sonho novinho em folha para colar sobre ele, argumento esse que está verdadeiramente a transbordar de todos os tipos de energia de Bem-estar em que é fácil acreditar, ainda que para já não passe de uma historia. Atenção: se der por si a fechar-se quando está a escrever um argumento, é porque acabou de tropeçar numa das suas malas velhas. Não há problema. Basta que se interrogue “O que está a me aborrecer?” e discuta a questão com candura até que o argumento o volte a fazer sentirse bem. Esteja também atento a afirmações que na verdade são Não Quereres, tais como “... e o Jack não queria ter de trabalhar tanto”. Se lhe surgir alguma afirmação desse gênero, limite-se a dar a volta transformando-a num Querer. E, já agora, você pode jogar este jogo com o seu parceiro adorado, desde que ambos estejam no mesmo comprimento de onda, querendo o mesmo tipo de coisas. Duas pessoas a fazer isso podem na realidade ampliar Dez vezes as energias, e provocar toda uma serie de idéias novas para pôr o motor em movimento. É claro que não se escrevem argumentos apenas sobre dinheiro; pode faze-lo sobre qualquer coisa: uma viagem às Ilhas Fiji, um novo relacionamento ou livrar-se das toupeiras no seu jardim. A minha cadela, Lucy, estava a pôr-me doida, correndo para cima e para baixo ao longo da vedação da frente, latindo a tudo o que se mexesse. Era cansativo para mim, incômodo para os passantes e insuportável para os meus vizinhos. Tentei todos os truques dos livros sobre cães, mas nada parecia resultar. Por fim, cansada e na verdade um pouco preocupada (o que só causava mais latidos), embarquei na escrita de um argumento novo. “A Lynn adora ver o espírito livre do seu cão correr selvagem como o vento, de uma ponta à outra da vedação da frente. E, mais que todo o resto, a Lynn adora ver o cão sossegar, e sentar-se junto à vedação observando em sossego quem passa, muito atento, muito bem comportado. Afinal de contas, a Lucy é quem toma conta da propriedade da Lynn, e é sua tarefa inalienável guardar esta propriedade, o que ela faz na perfeição sentando-se calada e atenta.” Repeti esta rotina todos os dias, vendo-me a elogiar a Lucy por correr do nosso lado da vedação para o que quer que se mexesse na rua, detendo-se, e depois sentando-se em guarda silenciosa. Cinco semanas arrastaram-se até eu ver o primeiro sinal. A Lucy nem sequer correu! Ficou ali sentada no acesso à garagem observando alguém que passava a correr. E ela ali sentada! Ao todo, o processo durou cerca de três meses, o que só demonstra como eram fortes as minhas crenças antigas de não ser capaz de mudar um cão teimoso, etc, etc. Mas eu não desisti, e pelo menos até este momento somos dois seres muito felizes. Contudo, no que diz respeito a dinheiro, as minhas primeiras tentativas de escrever argumentos estiveram longe de ser tão bem sucedidas. Estava a esforçar-me tanto para pintar quadros surrealistas de notas a cair do céu que me estava a enterrar debaixo de um monte de histórias inverossímeis. Eu sentia o meu velho sistema de crenças a erguer a cabeça incrédula, dizendo coisas como: “De que forma vais tu conseguir isso? Onde vais arranjar tempo? E se ninguém estiver interessado? " Dúvida, após dúvida, após dúvida. Gradualmente fui me apercebendo de que não precisava de criar uma produção multimilionária ao jeito de Steven Spielberg, bastava uma pequena historia moderadamente credível. Por isso comecei de novo, com um relato bastante mais brando que para mim era muito credível. Em vez de falar sobre o dinheiro a entrar em catadupas, dei-lhe passagem

por onde fluir. Falei sobre como estava a tornar-se fácil pagar as contas, como os meus projetos estavam todos a dar certo, como os meus pacotes de hipotecas estavam a ser bem recebidos no mercado. Isso fez-me sentir bem. Fui contando a mim mesma um novo desenlace da historia durante semanas, criando novas personagens para manter a coisa viva, ou criando por vezes um desenvolvimento completamente novo que parecia confluir com a historia do modo errado. Deixava-me desencorajar, interrogava-me sobre o que me tinha iludido, apercebia-me de que estava de volta ao negativismo, dava um grande suspiro, e começava outra vez a escrever o argumento. Depois, a minha resistência cedeu. Tive uma série de espantosas – revolucionarias, para dizer a verdade – idéias novas para multiplicar por quatro o volume dos negócios com apenas metade do esforço. Surgiram pessoas novas para me ajudar, e em cerca de seis meses eu tinha voltado aos eixos, com um rendimento confortável; nada de especial, mas confortável. É verdade, foi preciso algum tempo para regressar à situação que desejava; os hábitos antigos custam a mudar, mas a realidade é que mudaram. Por isso, se tem um desejo ardente de viajar, não importa como vai conseguir o dinheiro. Comece a escrever o argumento e a fluir energia de Bem-estar para o tipo de cavalo que quer, e para o treinador, e para as instalações. Sinta a crina, os cheiros do cavalo, exiba os louros. Se você e o seu cônjuge sempre desejaram levar uma vida mais simples gerindo uma pensão na província, então escolha o lugar perfeito, passeie nas agradáveis estradas do campo, maravilhe-se com a pureza do ar, converse com os empreiteiros que o estão a ajudar a remodelar a casa, escolha um papel de parede bonito, procure as antiguidades, aprecie os seus alegres hóspedes, e cozinhe um pequeno-almoço (*café da manhã) esplendido para toda a gente. Não é preciso mais do que isto. Você substitui o velho argumento de vibrações negativas que o controla neste momento e que vibra “Não posso, é uma estupidez, estou louco”, por um novo argumento positivo. Você escreve ou di-lo e sente-o da forma que quer que ele seja, repetindo a nova história até a sentir-se pôr-se em marcha. Agora você já não reage às condições, tornou-se um criador de condições. De Negócio Nenhum a Negócios a Rodos Um dos meus melhores amigos tem uma imobiliária independente de dimensões consideráveis, no estado de Washington. Ele sempre foi um trabalhador árduo, justo com os empregados e solidário com os seus agentes, mas estava a passar por algumas dificuldades financeiras e não parecia capaz de encontrar uma solução. Um dia, ao almoço, o Chuck começou a falar. Toda a região estava a atravessar uma crise prolongada, e as vendas estavam mal para todos. Até os seus melhores agentes andavam a pensar em abandona-lo para se dedicarem a outros ramos de negocio. Toda a gente sabia que o mercado acabaria por dar uma reviravolta, mas entretanto havia bocas para alimentar. O meu amigo não andava atrás de respostas, porque lhe parecia que elas não existiam. Na sua forma de pensar, tornara-se vitima das circunstancias econômicas. Ele e sua equipe tinham esgotado todas as possibilidades comerciais de costume e batido a todas as proverbiais portas, mas as vendas continuavam a descer em flecha. Embora eu nunca tivesse conversado com o Chuck sobre a Lei da Atração, achei que aquela era uma boa hora, já que o conhecia suficientemente bem para saber que, pelo menos, ele teria a gentileza de escutar.

Parecia que o maior problema não era tanto as vendas, mas sim os vendedores. Eles estavam na maior das fossas, com as válvulas completamente fechadas, sentindo imensa pena de si próprios, culpando a economia, criando um enorme vórtice de falta e garantindo em absoluto a queda continua da empresa no esquecimento. Por isso, sugeri ao Chuck que convocasse uma derradeira reunião com a sua equipe para lhes fazer ver que, uma vez que já que tinham tentado tudo, não tinham grande coisa a perder se tentassem a sorte com um ultimo projeto. Tocando apenas superficialmente na física da Lei da Atração, olhei-o bem nos olhos e faleilhe a partir da alma, esperando que a minha seriedade pouco característica despertasse a sua atenção. -Chuck, se conseguires que a tua equipe faça isso, o negocio dá uma reviravolta. Deu resultado! Tenho de admitir que senti alguma vaidade ao vê-lo dizer com seriedade: - Continua. Sugeri-lhe que cada uma das pessoas de sua equipe escolhesse a quantia de dinheiro que gostaria de ganhar nos três meses seguintes, e que depois a triplicasse. (O Chuck resmungou “Meu Deus, lá vamos nós outra vez”, mas eu ignorei-o). De seguida, sugeri-lhe que, assim que todos tivessem essa quantia em mente, ele deveria perguntar a cada um por que razão queria o dinheiro, ficando junto a uma pessoa de cada vez e assistindo-a na resposta, pois assim que o primeiro entrasse na rotina, os outros saberiam como mergulhar de cabeça. (O seu olhar pesado transformou-se num “hummmmm, interessante!”). Sem entrar em detalhes, expliquei-lhe que as primeiras respostas seriam provavelmente Não Quereres vindos de um lugar de carência, e que afirmações como “Quero o dinheiro para poder pagar as contas” só lhe trariam mais do mesmo – nenhum dinheiro e mais contas. O Chuck não estava a perceber, por isso pu-lo a falar enquanto perguntava os Porquês. - Muito bem, meu amigo, diz-me o que queres neste momento. - Quero pagar as contas. - Porquê? - Para me sentir melhor. - Porquê? - Porque detesto estar em dificuldades. - Porquê? - Porque isso me faz sentir mal? – (Estávamos a aproximar-nos). - Então, como gostarias de te sentir? - Livre! Quero sentir-me livre! – EUREKA! Ali estava! - Muito bem, transforma isso numa afirmação. - Quero 60 mil dólares para me sentir livre. - Excelente! Como é que isso te faz sentir? - Oh, faz-me sentir bem por um instante, mas Deus meu! Como é que eu vou arranjar uma quantia dessas com o mercado neste estado? Esquece o dinheiro. Não passa de um monte de papel sujo. Fala comigo sobre o que vais fazer com o dinheiro depois de teres pago as contas. Pouco a pouco, uma coleção de sonhos há muito escondidos começou a desnovelar-se. Ele e a mulher, a Sara, iriam às Bermudas onde há muito desejavam explorar a possibilidade de se reformarem. Levariam os netos num cruzeiro a qualquer parte. Transformariam a cave numa verdadeira sala de musica estereofônica. E mais, e mais.

Mas aquilo que eu tive a certeza que realmente o entusiasmou foram as Bermudas, por isso quis que ele mergulhasse nesse sonho. Pus a minha expressão mais séria e debrucei-me sobre a mesa o mais que pude. - Conta-me os pormenores, Chuck. Cada pequeno pormenor que te ocorra sobre o sonho que tu e Sara têm de se retirarem para as Bermudas. Foi incrível. A sala foi-se iluminando à medida que a energia do Chuck se elevou para os céus. Era como se ele nunca tivesse ousado abrir o coração a este assunto, e por isso, quantas mais palavras e sentimentos brotavam, mais a sua válvula se abria. O Chuck não estava a fluir energia para o seu Querer, estava a inundá-lo....Quando o seu devaneio ia a meio, eu disse: - Pára! Esse lugar de onde sentes neste preciso momento é onde quero que leves cada um dos teus vendedores. Diz-lhes que se esqueçam das notas propriamente ditas, do valor que especificaram, e que em vez disso concentrem a atenção nas coisas que esse dinheiro lhes pode trazer. E que depois comecem a fluir energia na direção dessas coisas até alcançarem a mesma paixão que acabaste de sentir. Dessa maneira, eles entram sorrateiramente no Bemestar pela porta das traseiras. Evitando todas as conotações negativas normalmente associadas ao dinheiro - especialmente quando ele lhes faz falta -, eles farão com que o dinheiro seja magnetizado inconscientemente. “Os teus agentes querem o que toda a gente quer, Chuck; eles não querem os malditos pedaços de papel, mas sim as experiências que eles proporcionam. Obriga-os a prometeremte fazer isto durante trinta dias, pelo menos uma vez por dia, durante dez ou quinze minutos.” Para meu absoluto deleite, o Chuck telefonou-me cerca de seis semanas mais tarde com as primeiras boas noticias, Os seus agentes estavam tão em baixo que não tivera dificuldade em atraí-los para a pequena experiência. Mas isso não foi uma surpresa muito grande, uma vez que eu o ensinara a “preparar o caminho”. Tinha-lhe explicado como criar aquele encontro mental inicial tal como ele queria que acontecesse – incluindo fazer com que a sua equipe ficasse aberta e na disposição certa – e como fluir aquele tipo de energia “positiva”. Foi o que ele fez, e quando todos se reuniram de novo, estavam muito menos resistentes do que estariam se o Chuck não os tivesse ajudado com as vibrações. Todos menos um cumpriram a promessa e fluira, fielmente energia de Bem-estar todos os dias na direção dos seus Quereres, enquanto iam escrevendo novos argumentos. Eles tinham entrado genuinamente no ritmo desta coisa, e começaram a sentir-se muito mais entusiasmados com a vida sem saberem porquê. Sentiam-se melhor, não interessava a razão. Dez semanas depois de iniciarem a experiência, as vendas começaram a mexer, mas por razões fora do comum. Uma rapariga tinha uma tia no Illinois que se queria mudar para Washington. Outra tinha um filho no Exército que tinha sido transferido para a base local em Fort Lewis com alguns amigos, e queria que a mãe arranjasse casas para todos. Um outro individuo foi contatado por dois clientes recomendados por alguém que ele pensava que nunca mais lhe voltaria a falar. E um outro teve um enorme sucesso com a estratégia de marketing de contatar um grupo de compradores muito restrito. Toda a gente tinha alguma coisa em andamento, o suficiente para perceberem que não havia forma de chamar a todos estes acontecimentos uma coincidência. Perante uma das piores crises na historia do mercado imobiliário da região, essas pessoas tinham descoberto que podiam contornar as condições e ser responsáveis pelos seus próprios destinos. Este grupo de pessoas estava a ligar-se diariamente aos seus Eus Interiores / Eus Expandidos, sentindo-se inspiradas pela primeira vez em meses. Estavam a enviar para o

Universo ondas de energia positiva altamente carregadas com as suas Listas de Requisições individuais, e o Universo estava a responder com circunstancias, incidentes, idéias e motivação de acordo com os seus níveis de intensidade. E o melhor de tudo é que se tornou contagioso, e aparentemente ainda o é. (O tipo que não quis participar na experiência acabou por abandonar o ramo., A ultima vez que ouvimos falar dele, estava a viver da aposentadoria da mulher). O Truque dos 100 Reais (para nós, brasileiros, cem reais...). Uma velha crença – ou qualquer crença – não passa de um hábito vibrátil a que respondemos como focas treinadas. Pondo a questão de outra forma, nós temos ligações muito fortes (crenças) com aquilo que nos ensinaram, e ligações ainda mais fortes com a nossa vida passada. No entanto, essas velhas crenças a que nos agarramos, e a que respondemos, são apenas a forma como nós julgávamos que a vida era, tal como acharmos que temos de lutar. Por exemplo, quando surge uma coisa qualquer no nosso mundo que atinge uma velha crença, nós começamos a vibrar negativamente devido a essa coisa só por hábito. Só pelo hábito! Por isso agora a nossa meta é encontrar seja o que for para quebrar os velhos padrões de pensamentos desses velhos hábitos vibráteis. Bem, aqui está uma dica. Cabe na mesma categoria da necessidade de providenciar canais amplos por onde o dinheiro possa fluir, quer dizer, temos de dar à energia do dinheiro numerosas passagens por onde fluir antes que ela possa fluir à nossa volta. A julgar pelas minhas experiências e pelas dos meus amigos, isto não falha. Arranje uma nota de cem reais – ou a maior nota que consiga arranjar (não seja forreta!) – e meta-a na carteira. Depois vá às compras. Se dispuser de um dia inteiro, ótimo. Caso contrario, vá a um centro comercial à hora do almoço, ou a um local onde existam muitas lojas. Você anda em busca de uma coisa que gostasse de comprar com esses 100 reais. Talvez um walkman, ou um par de calças, ou uma bola de futebol, ou um vestido novo, ou ferramentas, ou uma coberta para a cama; seja o que for que lhe dê prazer e que gostasse de possuir. Você ainda tem esses 100 reais no bolso, por isso diz para si mesmo (ao mesmo tempo que seeeeente o prazer): “Uau, eu podia comprar aquilo com estes cem reais, sem problemas!” “Êpa, é incrível, podia comprar aquilo!” “Uau, aquilo é o que sempre quis, e tenho dinheiro para o comprar!” Você não está a somar os artigos para chegar aos 100 reais; anda à procura de artigos individuais de 100 reais que podia de fato comprar imediatamente com esses 100 reais se quisesse. Na altura em que chegar aí a uns mil artigos, veja o que aconteceu. Você acabou de gastar emotivamente 100 mil reais, o que o ajudará e muito a sentiiiir-se próspero, sobrepondo-se a uma data de velhos padrões se pensamento vibráteis baseados na falta.

A minha amiga Jocelyn estava perigosamente perto de ter grandes problemas financeiros, atravessando um destes períodos de frustração em que as coisas “nunca mais acontecem”. Embora ela soubesse muito bem que aquele tipo de atitude estava a contribuir para manter as coisas à distancia, ela não parecia capaz de quebrar o padrão de vibrações. Então, um dia, lembrou-se do truque dos cem dólares. Praticamente no mesmo instante, saltou para o carro, deixou as vacas e as galinhas entregues a si próprias, e foi diretamente ao maior centro comercial do estado, a uma distancia considerável de sua casa. A Joce passou quase todo o dia a entusiasmar-se cada vez mais com esse jogo pateta, forçando-se a ir na corrente, relaxando, divertindo-se, e “gastando, gastando, gastando” emotivamente.Por fim, exausta mas cheia das vibrações proporcionadas por uma válvula muito aberta dada a excitação da caçada, regressou a casa onde a esperava (juro.... esta historia é verdadeira!!!) uma mensagem do irmão oferecendo-se para a ajudar financeiramente; e uma mensagem a dizer que o empréstimo para sua casa – que tinha sido recusado duas vezes pois a casa em que vivia era muito fora do comum – fora agora aprovado e estaria pronto a ser concluído em poucos dias. Ainda por cima, ela tinha tido uma idéia para uma estratégia completamente nova de vendas para a sua empresa no regresso a casa. Nada mau para algumas horas de brincadeira. Preparar o Terreno – O Tiro Rápido Se realmente deseja um percurso menos acidentado na sua vida diária, tem de fornecer à sua energia mais canais, mais lugares para onde fluir de modo a Mantê-la em movimento. Uma forma excelente de fazer isso é “preparando o terreno”. Preparar o terreno não é para cruzeiros ou castelos ou carros de encomenda. Preparar o terreno usa-se para coisas mais intangíveis, para criar o ambiente ou a atmosfera desejados de forma a que um determinado acontecimento ou ocorrência se verifique. É mais energia do tipo “é desta forma que eu quero que as coisas aconteçam”, que você flui na direção de uma corrente de acontecimentos e decisões diárias como: “Intenciono encontrar um lugar de estacionamento próximo do espetáculo esta noite.” “Intenciono acabar o relatório sem dificuldades, e a tempo”. “Intenciono apreciar o dia.” “Intenciono que o meu almoço de negócios seja bem sucedido para ambos os lados. E que seja agradável.!” “Intenciono que a animosidade entre nós chegue ao fim, e depressa.” Isto é preparar o terreno, enviar as suas intenções vibráteis à frente – com sentimento – para planejar o seu dia e as circunstancias da forma que você deseja. Preparar o terreno é muito parecido com escrever um novo argumento, só não é tão complicado. É um tiro rápido. Quando já estiver habituado a preparar terreno diariamente com pequenas coisas, comece a experimentar com as complicações maiores dos negócios – um cliente com que esteja a ter dificuldades, por exemplo, ou uma venda que esteja parada. Passe algum tempo a ver e a sentiiiir a forma como quer que a reunião corra ou que o contrato seja assinado: a ver e a sentiiiir, a ver e a sentiiiiir, numa série de pequenos tiros ao longo do dia. Um amigo meu preparou o terreno com um processo judicial que tinha pela frente e que estava certo que iria perder. Em vez de ver a si próprio ganhar, o que ele não conseguia imaginar (por boas razões), ele viu e sentiu toda a gente a sair vencedora, apertando mãos, dando palmadas nas costas uns dos outros., etc. E a verdade é que o caso se

resolveu com um acordo satisfatório para todos, uns dias antes de ir a tribunal. Uma outra amiga – uma jovem – tinha um chefe que a andava a chatear por causa das suas roupas. Ao que parecia, o chefe não gostava de saias curtas, e a minha amiga tinha tido o azar de ser a primeira a aparecer com uma. Muito agastada pela atitude dele, ela por fim fez alguma preparação de terreno, com resultados absolutamente cômicos. O chefe, em vez de passar a ignorar completamente o vestuário dela, tal como a minha amiga visualizara e sentira, mudou radicalmente e passou ao galanteio quando três outras moças vestiram saias semelhantes. Ei, o que conta é o resultado. Têm uma secretária com pilhas de trabalho? Está sobrecarregado de pequenas coisas para fazer? Prepare terreno para o dia lhe correr calmamente antes de chegar. Veja-se a despachar o trabalho com a maior das facilidades. Afirme a sua Intenção e diga ao Universo porque a quer. De seguida, não se atreva sequer a pegar num papel antes de estar a fluir energia positiva aos baldes para abrir essa sua válvula, ou estará de volta à sobrecarga do costume. Preparar terreno é simplesmente enviar a energia à frente, programada com a freqüência do seu desejo. Por vezes, você envia-a para um lugar especifico, outras espalha-a em volta, outras ainda envia-a para uma pessoa. É certo que não pode fazer com que alguém mude de idéias, força-las a agir contra a vontade, ou fazer seja o que for que vá contra a sua natureza. Mas em situações tensas, pode preparar o terreno para criar uma atmosfera de confiança e abertura que trará harmonia. O trabalho de fundo está feito; o resto depende de si – e da sua Orientação – quando lá chegar. Diga ao Universo o que pretende, flua uma fornada de pulsar positivo nessa direção, siiiinta como será ver isso tornar-se realidade, e depois saiba que vai acontecer. Isso é preparar o terreno. O Universo é Um Gestor de Vendas O negocio corre lento, e você quer gerar mais lucros. Talvez esteja a pensar que deve contratar mais vendedores ou fundir a empresa, ou apostar num orçamento publicitário maior; as mesmas velhas alternativas para a mesma velha questão, como gerar mais receitas. Aqui está uma sugestão. Ponha alguma energia de grupo em movimento para endireitar as coisas. Ao contrario da equipe do Chuck, que se concentrou em resultados individuais, a sua equipe escreve o argumento que desejar para a empresa (que acabará por reverter também para eles). Aquilo que deve procurar é o magnetismo do grupo. A energia concentrada de um grupo vê a sua força multiplicada ao quadrado seja energia positiva ou negativa, por isso estamos a falar de uma dinâmica incrível. Se tiver apenas duas pessoas com a energia concentrada num objetivo, essa energia está elevada ao quadrado, por isso torna-se equivalente à energia de quatro. Contudo, se tem uma quantidade de gente a focar* um objetivo, tem agora perante si um verdadeiro poder magnético, e um tremendo potencial de mudança, desde que a maioria não volte a pensar que “não é possível”. Ao contrario do que é crença generalizada desde a revolução industrial, gerar maiores receitas não passa por contratar mais vendedores para aumentar as vendas; passa sim por conseguir que seus vendedores ganhem o hábito de ter expectativas, escrevendo mental e emotivamente novos argumentos corporativos. Foi exatamente isso que todas as empresas de sucesso fizeram, independentemente do que lhe chamem: um magnífico contrato, uma incrível campanha publicitária, uma boa política de preços, um produto deslumbrante, ou vendedores motivados. Se a maioria dos empregados não tiverem expectativas, as coisas não acontecem. Contudo, se conseguir que todos na sua equipe sintam excitação pela obtenção de um

contrato, sintam orgulho pela pessoa que o conseguiu, vendo / sentindo numerosos clientes prontos a surgir, vendo o sucesso acontecer ao mesmo tempo que sentem o valor da sua contribuição para esse sucesso, a força excepcional deste tipo de magnetismo é colossal. Vai mudar para sempre a sua forma de fazer negócios. Não Se Esqueça... . Não tem a ver com o dinheiro; tem que ver com a forma como está a fluir energia. O dinheiro virá quando parar de olhar para quanto lhe falta. Você não pode olhar para a “falta de dinheiro” e sentir outra coisa para lá de emoções negativas, que bloqueiam o seu fluxo. Por isso, encontre mais maneiras de abrir a sua válvula. . A inspiração vem sempre acompanhada por um livro de instruções, por isso esqueça as “maneiras como”. Elas surgirão. . Gaste emotivamente o dinheiro que quiser, vezes sem conta, para abrir passagens por onde a energia possa fluir. Não pode dizer: “Dê-me a quantia X de reais e depois eu decidirei o que fazer com eles”. Decida primeiro o que fazer com eles; é esse questionar que permite à energia avançar. A energia do dinheiro precisa de canais; sem canais não há dinheiro. . Cultive o hábito de gastar emotivamente. Observe todo o tipo de coisas quando anda a passear de carro e comece a dizer: “Eu gostava de ter aquilo!”; “Uia, também gostava daquilo!”; “Uau, olha para ali; aquilo é para mim.... e aquilo.... e aquilo.... e aquilo.... e aquilo... e aquilo....” Agora você está imbuído do ímpeto do seu Querer e dará por si a ser arrastado para circunstancias que lhe trarão o mais intenso desses desejos, ou criará aberturas para que outros apareçam. Esteja aberto para receber! Espalhe letreiros por toda a sua casa: “ABERTO PARA RECEBER!” Expresse a intenção do que vai abrandar a sua resistência em relação ao que “deve” e “não deve” fazer, e de que vai aprender a receber. Transforme isso num Querer: “Quero aprender a receber.” Em seguida, abandone o modo de vitima culpada que lhe diz que você só é boa pessoa quando está a dar; isso não passa de lixo dogmático! . Não espere resultados muito rápidos. Não pode escrever hoje um argumento, e amanhã perguntar: “Onde está?” . Esteja atento às suas desculpas. Nunca conseguirá atrair o cacau com desculpas de válvula fechada, tais como: “não tenho formação suficiente”, “eles só contratam pessoas conhecidas”, “ pessoal incompetente”, “mau timing”, etc. Mesmo se possui todas as coisas “adequadas” tais como formação, experiência e bom posicionamento, nada disso valerá um vintém se deixar que as suas desculpas se interponham. .Se neste momento você ainda tem uma quantidade de gente negativa na sua vida, profundamente envolvida na carência, isso é um sinal bastante claro de que ainda está sintonizado na estação errada. Será melhor verificar. . Quer medir a quantidade de negativismo na sua vida? Verifique a quantidade de dinheiro que tem ganho. Para aqueles de nós que tiveram de lutar com o dinheiro a maior parte da vida, uma quantidade considerável de negativismo enviado significa que não há muito dinheiro a entrar em conta! Para nós, o dinheiro entra ou sai em proporção direta com a energia negativa que estamos – ou não – a vibrar. . E por fim, lembre-se sempre de que o que já foi não tem absolutamente nada que ver com o que pode ser! Se teve dificuldades durante toda a vida, tem agora as ferramentas para dar a volta a isso. Se não tem tido as vendas de que gostaria, ou o

ordenado, o reconhecimento, o sucesso, a paz, a felicidade, e/ou a prosperidade geral de que gostaria, tudo isso é fácil de mudar. Com que rapidez? Tem apenas de começar a fluir de forma diferente, de um modo regular, e o novo mundo seguir-se-á, tão certo como a noite segue o dia. Tem de ser. É uma lei cósmica, a física do Universo. Relacionamentos e Outros Tesouros Eu teria preferido esquecer uma boa parte deste capítulo, uma vez que o assunto das relações intimas no que diz respeito à criação intencional não é um assunto de que possa falar pessoalmente. O meu currículo soberbo, abarcando uns quarenta ou cinqüenta relacionamentos, vem dos dias em que eu ainda não controlava a energia, e isso vê-se! Eu era uma vitima extraordinária, uma romântica irrealista, uma dependente de primeira classe, e uma engraxadora (*capacho, aduladora) descomunal. Daí o meu incrível recorde de relacionamentos. Seja como for, vou fornecer-lhe os princípios básicos para criar relacionamentos significativos através do fluir de energia, uma vez que o processo não é diferente de nenhuma outra forma de criação. Pois a verdade é que, de cada vez que estabelecemos uma aliança, seja em que grau for, com uma pessoa ou uma coisa, isso constitui um relacionamento. Então, vamos lá. Não São os Hábitos Irritantes Os relacionamentos, sejam eles com o consorte, um sócio, um amigo, ou um parceiro de negócios, tem que ver, como tudo no nosso mundo, com a forma como estamos vibrando. Ponto final. E a forma como vibramos tem origem na forma como nos sentimos. Ponto final. Sendo assim, não é preciso ser um gênio para descobrir que, se sentimos alguma coisa que não seja paz com nós próprios, e se não estivermos totalmente abertos e adorarmos o nosso parceiro (boa sorte), as nossas vibrações vão desgastar esse relacionamento por mais que nos convençamos de que não há nada de errado conosco, que por isso, a culpa deve ser do outro. Se a nossa atitude for acusatória, admoestadora, ou de algum modo desaprovadora, estamos a atrair negativamente. Se nos sentimos presos, ignorados ou negligenciados, inseguros, mal interpretados, ou desapontados, estamos a atrair negativamente. Se andarmos sempre a correr para agradar, socorrer ou apaziguar, estamos a atrair negativamente. E eu já estou a ouvir os “Sim, mas”: “Sim, mas você não conhece o meu parceiro!” “Sim, mas como é que você se sentiria se tivesse de viver com esta pessoa ou trabalhar com aquela?” É certo que quando estão envolvidas duas pessoas, há dois a vibrar, e é raro que essas vibrações sejam correspondentes. Apesar de tudo, nós somos os únicos e exclusivos criadores da nossa experiência, não é o nosso parceiro, não são os nossos pais, nem mesmo o chefe que acabou de nos despedir. Como tal, por mais difícil que isso seja de engolir tornase uma questão de olharmos para a nossa própria válvula, as nossas próprias reações, a nossa própria concentração, o nosso próprio fluir de energia, porque enquanto continuarmos de olhos fixos noutro lado – passado ou presente – em todas as coisas de que não gostamos, não só estamos a atrair mais do mesmo, estamos a bloquear todas as coisas boas que gostaríamos

de ver em seu lugar. O fundamental é que se o nosso parceiro, ou qualquer outra pessoa que consideremos um relacionamento, tem alguns hábitos irritantes que nos aborrecem (Não Quereres) , e nós concentramos a nossa atenção nisso – mesmo que não tenhamos a válvula completamente fechada -, tudo o que estamos a fazer é perpetuar os hábitos irritantes que gostaríamos de suprimir, porque os estamos a incluir nas nossas vibrações. E aí reside a causa das espirais descendentes de todos os relacionamentos que correram mal; a contínua – ainda que seguramente inocente – atenção às condições desagradáveis, por mais insignificantes que possam parecer. À medida que qualquer pequena discussão sem importância se começa a transformar numa coisa maior através da nossa atenção permanente e do fluir de energia negativa na sua direção, começamos a obter mais coisas desagradáveis no mesmo comprimento de onda, para além de ampliarmos a pequenina coisa com que nos tínhamos aborrecido. Isso significa que, não somente nunca mais voltaremos a ver a porcaria da tampa da pasta de dentes no lugar, mas que cada irritação tem o potencial de escalar até uma relação extra-matrimonial não desejada, uma amolgadela no carro, um despedimento, até mesmo um divorcio, tudo pela ação da nossa constante concentração negativa. As coisas tendem a ir de “mal a pior”, lembra-se? Um fluir constante de contrariedades em direção a alguma coisa irá, mais cedo ou mais tarde, ter conseqüências terríveis. Não há volta a dar. Os semelhantes atraem-se. É claro, quando nos picam, é muito difícil não responder. Mas não é nunca aquilo que nós fazemos num relacionamento que dá origem ao que obtemos. Nunca! Nem sequer é a forma como o nosso parceiro está a fluir energia. Como todo o resto no nosso mundo, o que quer que seja que temos perante nós foi causado unicamente pela forma como nós próprios nos temos sentido, fluido e vibrado. Não há outra forma de colocar a questão; se quer mudar as condições do seu relacionamento, vai ter de mudar as usas vibrações. A Culpa é da Atribuição de Culpas A maioria de nós pensa na atribuição de culpa como a extremidade dramática de um longo dedo arqueado apontado na direção de quem fez algo de escandaloso. E no entanto nós vivemos com atribuição de culpas cada momento das nossas vidas. Do tempo, aos motoristas mal educados, às tampas da pasta de dentes, nós atribuímos culpas do nascer ao pôr do sol e nunca pensamos duas vezes no assunto. Pois claro, a maioria de vezes temos provavelmente justificação para as nossas acusações, mas e depois? Nem um só grama de bem-estar se consegue esgueirar através das vibrações baixas e espessas da atribuição de culpas, sejam elas justificadas ou não. Na realidade, a energia eletromagnética da atribuição de culpas possui uma carga tão forte quando flui de nós para os outros, que até faz com que pessoas de confiança metam os pés pelas mãos. E é certo que enviar a energia de censura na direção de alguém que foi mau, estúpido, abusivo ou que estava alcoolizado só amplifica a condição que você gostaria de ver alterada. Uns amigos meus a quem colocaram as malas no avião errado ficaram a espumar e cismar durante horas no quarto do hotel por causa da ineficiência da companhia aérea. As suas malas importantíssimas, que tinham sido avistadas mas que agora haviam desaparecido, estavam tão completamente perdidas que ninguém sabia sequer por onde começar a procuralas. Por fim, os meus amigos aperceberam-se do que estavam a fazer, e decidiram em vez disso passar a demonstrar apreço pelos funcionários normalmente competentes a quem se tinham queixado. Em poucos minutos – minutos! – receberam um telefonema a dizer que a bagagem fora encontrada e seria entregue em pouco tempo. Antes da sua mudança de

atitude, a energia enfurecida e incriminatória que eles enviaram aos baldes, estava a fazer com que os funcionários da companhia aérea transformassem um pequeno incidente numa completa trapalhada. Um financiador a quem eu submetera um empréstimo telefonou-me a dizer que não conseguiam encontrar o original de um documento importante que eu estava certa de ter enviado. À medida que eu ia me queixando da incompetência do seu pessoal, os telefonemas iam piorando. Desapareciam mais coisas, surgiam mais fatos que não estavam devidamente documentados, mais problemas, problemas, problemas. Quanto mais eu me tolhia naquela atribuição de culpas irritada, mais aquilo tudo começava a desabar perante os meus olhos. Depois apercebi-me do que estava a fazer, passei a manifestar apreço pelo pessoal normalmente eficiente, e em menos de quinze minutos eles telefonaram para pedir desculpas. Estava tudo lá; o empréstimo tinha sido aprovado. Uma participante num dos meus seminários estava sempre a culpar o marido pelo que se lhe afigurava ser a causa da gaguez doas filhas gêmeas. Depois do seminário ela concordou relutantemente em seguir um programa de demonstração de apreço pelo marido por breves minutos diários. Cerca de seis meses mais tarde, telefonou-me a contar que tinha sido muito difícil ao inicio, mas que quando entrou no ritmo, aprendeu a controlar-se ao primeiro sinal de uma tirada acusatória e a abrir a válvula o suficiente para fluir algum apreço na direção das filhas, bem como do marido. O importante é que a energia da recriminação torna uma situação má ainda pior. Sempre! Suponhamos que existem uma serie de coisas num relacionamento de que não gostamos, algumas importantes, outras que não passam de pequenas questões triviais que até julgamos poder ignorar. Mas “pequeno” é algo que não existe, e os “pequenos” são normalmente os nossos maiores problemas. Se uma coisa tem importância suficiente para que lhe demos um nome, mesmo que esse nome seja “pequeno”, não há forma de podermos dizer que a estamos a ignorar ou a aceitar. Estamos com a atenção presa na maldita coisa, por isso é óbvio que estamos a fluir energia na sua direção e a torna-la maior. O fundamental é que se há alguma coisa que nos incomoda, quer esse incomodo se justifique ou não, estamos a atrair negativamente; é assim que as coisas se passam! Pode ser apenas uma ligeira discussão sobre roupa pendurada do avesso. Ou pode tratar-se de algo terrível como o medo de ser abusado. Mas independentemente da intensidade emocional, essa atenção negativa a como as “coisas são” causar-lhe-á sempre grandes problemas, pois esse é o argumento que você está a escrever. É verdade que não podemos meter a foice em seara alheia se a outra pessoa não o pretender. Se alguém não quer mudar, escrever um novo argumento ou demonstra-lhe apreço não dará grande resultado, a não ser abrir nossa própria válvula. Na realidade, assim que estejamos a fluir esse tipo de energia, existe a forte possibilidade de que a outra pessoa reaja agressivamente e não queira nada do que temos a oferecer, o que poderá muito bem significar que se avizinha uma separação. Assim funciona o magnetismo. Se você está com alguém que deseja profundamente não mudar, e você deseja o contrario, a física universal vai provavelmente separa-los e mantê-los afastados. Sim, isto pode parecer assustador, mas pergunte a si mesmo, porque razão quer ficar com alguém que cria a própria vida através de um fluxo de energia negativa? Como tal, não se preocupe com a válvula do seu parceiro. Na verdade, não se preocupe com o seu parceiro! Afaste a sua atenção do que se passa em seu redor e insista consigo próprio para abrir a válvula da maneira que puder, independentemente de todo o resto. INDEPENDENTEMENTE DO RESTO! A única forma de algum dia ter um relacionamento como gostaria é escrevendo esse

argumento e mantendo-se fiel a esse argumento até ele se realizar, seja com seu parceiro atual ou com outro com quem esteja em maior harmonia vibrátil (o que significa, se ainda não adivinhou, ser muito mais feliz). Nós Podemos Escolher Se é um sofredor silencioso, como eu era, boa sorte. Seja o que for que o faz sofrer está a crescer como erva bem regada. O mesmo lhe acontece se estiver sempre a controlar, a chatear ou preocupar-se, ou se for alguém que quer agradar a toda a gente. Você tem de DESLIGAR a atenção que está a destruir os relacionamentos daquilo que está a fazer com que sua válvula se feche e LIGÁ-LA àquilo que quer na vida. Por outras palavras, deixe de se concentrar nos Não Quereres, concentre-se nos seus Quereres e mantenha-se assim. Se tem nas mãos alguém alcoólico, abra a sua válvula e escrava um novo argumento. Se tem nas mãos um parceiro desempregado, abra a sua válvula e escreva um novo argumento. Se vocês os dois andam a discutir por causa de dinheiro, abra a sua válvula e escreva um novo argumento. Comece a falar com o seu parceiro sobre o que quer e porquê, e não sobre o que não quer e porquê. Eu sei, estou a parecer muito arrogante em relação a isto, como se esta coisa de ignorar as ações de um idiota qualquer que você considera o responsável por tornar a sua vida miserável não custasse nada. Atribuir culpas é o nosso passatempo favorito, e apontar o dedo para nós mesmos sempre nos pareceu absurdo. A meio da escrita deste capítulo fiz uma pausa para ir fazer algumas compras e talvez ir a uma sauna para aclarar as idéias. Queria por o assunto pelas costas durante algum tempo e ter certeza que tinha os pés assentes na terra. Pôr o assunto pelas costas? Pois! Quando seguia no carro para a loja, comecei um dialogo interior bastante tempestuoso com as pessoas que me tinham alugado a pequena casa na minha propriedade. Eles já não conseguiam pagar a renda há dois meses, e a minha concentração na ausência daquele pagamento estava a tomar conta de mim, para não dizer mais. Seja como for, o carro era um lugar excelente para me irritar, por isso eu fui prosseguindo, com uma serie de inflexões falsas de compaixão e compreensão. Para ser franca, estava a explodir, e no entanto completamente indiferente ao que estava a criar com as minhas vibrações. E estou eu aqui a escrever sobre o assunto, valha-me Deus! Afortunadamente, a minha disposição birrenta no super mercado fez-me despertar. No momento em que esticava o braço para a comida de cão, apercebi-me de como estava rabugenta. Perguntei a mim mesma? O”O que está a me aborrecer?” e num instante percebi que a minha concentração estava na condição de falta dos meus inquilinos. Ao inicio fiquei aborrecida comigo, e depois ainda fiquei mais aborrecida por não me apetecer sair daquela disposição. Acabei as compras e fui diretamente para a sauna, deixando-me escorregar aos poucos para uma disposição melhor enquanto dirigia, para que quando chegasse à sauna estivesse pronta para escrever um novo argumento. Em primeiro lugar, algum apreço: “São uns simpáticos, é agradável tê-los aqui.” Não fiquei

propriamente exultante, mas fiquei melhor do que estava. Sentia a minha resistência diminuir...um pouco. “Graças a Deus que eles estavam lá para tomar conta dos cães enquanto estive fora. Jamais outros inquilinos fizeram isso. E jamais outros inquilinos se ofereceram como eles para me ajudar com os retoques anuais na pintura da casa.” Isto fez-me sentir melhor. “E eles gostam mesmo da casa, e tem-na muito bem arranjada.” Por esta altura, a minha válvula já estava suficientemente aberta para que eu começasse um novo argumento, por isso dirigi-me para a piscina vazia onde podia falar alto em sossego sem que ficassem a olhar para mim. “Então os dois arranjaram emprego? Uia, isto é fantástico! Fico muito contente por vocês. Sei que tem esperado para comprar mobílias novas, por isso agora poderão faze-lo.” E assim continuei, pintando o quadro que eu queria, recuando quando ia longe demais e não me sentia confortável, avançando quando me sentia bem. Não tinham passado dez minutos depois de chegar a casa quando os miúdos apareceram irradiando alegria. Ainda não era um emprego permanente, mas tinham conseguido uma forma de me pagar, e iam faze-lo imediatamente! Aquilo é que foi rapidez, para não dizer mais! Embora eles tivessem plena consciência da incapacidade de me pagar o aluguel, em primeiro lugar tinham estado concentrados em seu amor pela casa e em todas as maneiras como a tencionavam arranjar, e não na falta de dinheiro. Por isso, deu-se uma confluência de vibrações – as deles e as minhas. Se eles tivessem estado concentrados no medo, nem todo o apreço no mundo teria feito diferença. O Pingue-pongue das Vibrações Um dos meus primeiros empregos depois de ter saído da faculdade foi em Nova Iorque, a trabalhar para a que , na altura, era a maior casa de fotografia para catálogos do mundo. Era lá que se faziam todas as fotografias de moda e a maior parte das restantes fotografias para os catálogos da Sears e da Montgomery Ward. O que eu mais gostava no meu emprego era de trabalhar com as modistas, as raparigas que asseguravam que as roupas assentassem bem, enfiando de tudo, desde rolos da massa a latas de cerveja nos lugares certos. Dia após dia, os modelos masculinos e femininos mais importantes do momento passavam pelos nossos estúdios. Eu não lhes prestava muita atenção, mas havia uma ruiva deslumbrante, alta e esbelta, que parecia ser o alvo constante das piadas de todos. De cada vez que aparecia, assim que estava pronta para sair, já uma serie de graçolas circulavam pelo escritório antes mesmo de ela sair porta fora. Ao que parecia, ela tinha um problema recorrente com os namorados, tão recorrente que, de cada vez que ela aparecia para uma sessão fotográfica, o que acontecia varias vezes por semana,ou estava chorosa por causa do namorado anterior ou em êxtase com o novo. Parecia uma bola de pingue-pongue, separando-se de cada vez que a bola cruzava a rede. Aquele filho da mãe! Não atendeu nem um dos meus telefonemas. Ele é como os outros, tão absorto no seu mundo mesquinho que não tem tempo para o meu. Mas não lhe falta tempo para as outras namoradas. A única coisa que ela fazia era atribuir culpas, culpas, culpas e atrair uma serie de clones, tão rapidamente que se transformou na anedota do escritório. Uma vez ou outra alguém sentia um assomo de compaixão e dizia qualquer coisa como: “Como é que uma mulher tão bonita como ela tem tão pouca sorte? Com tudo o que ela tem, como é possível?”

Uma sucessão de azares? Não. Esta mulher jovem e bela estava a atrair a partir do seu velho argumento vibrátil, o seu velho e costumeiro modo de ver os homens. O seu argumento nunca mudava. Ela sabia que conseguia atrair os homens como mel, e era isso que acontecia, mas eles Acabavam por se revelarem todos iguais, atraídos pelo que ela estava continuamente a vibrar. À medida que cada pobre clone surgia, para logo passar à extinção, ela fluía mais uma ladainha de Não Quereres negativos para atrair o seguinte. Uma vez que a vibração dominante no que dizia respeito à sua sucessão de ex-namorados era sempre “aquela peste”, era só isso que ela atraía: réplicas da “peste”. As recriminações que ela guardava na memória enviavam vibrações de tal forma magnetizadas que não havia qualquer hipótese de ativarem um relacionamento diferente. Perdoar é Fazer o Quê? Primeiro vem o atribuir de culpas, e depois segue-se o quê... o perdoar? Talvez. Ou talvez não. É escusado dizer que a posição elevada do perdão só surge se uma pessoa inicialmente condenou. O que significa que a forma como normalmente olhamos para o perdão não é muito diferente da atribuição de culpas. O que significa que é raro nós perdoarmos genuinamente. Acontece algo, alguém diz qualquer coisa, e nós como focas treinadas que somos, deixamos as nossas vibrações latir em resposta. Se deixássemos as coisas por aí, não ficaríamos mal de todo. Mas continuamos a permitir que as nossas emoções negativas se espalhem por todo o lado, e PUMBA! Lá estamos nós em modo recriminatório. Mas suponhamos que agora decidimos perdoar alguém. Que bonito. Aqui estão as breves: perdoar é libertarmo-nos da nossa resistência à energia positiva, e não da resistência do transgressor em direção a quem tão benevolamente lançamos o nosso sorriso de desculpa. Perdoar é esquecer que o mal chegou sequer a acontecer. Oh OH!!!! Normalmente, quando perdoamos, estamos a reconhecer que a pessoa que estamos a perdoar fez alguma coisa errada, o que provavelmente é verdade. Como tal, embora digamos que perdoamos, ficamos secretamente presos à infâmia desse erro. No entanto, perdoar verdadeiramente é já não ficar preso ou remoer (concentrando sua atenção) a coisa que nos exasperou inicialmente. E isto é verdade, quer tenha acontecido há cinco minutos, ou há cinqüenta anos. E porquê? Porque se não nos libertarmos vamos continuar a obter mais do mesmo , não é? Se nos agarrarmos a isso, passa a afazer parte das nossas vibrações. E se fizer parte das nossas vibrações , vamos atraí-lo, ou atrairemos algo com vibrações semelhantes. Uma vez, e outra vez, e outra vez. Se houver necessidade de perdoar, tem de ter havido um juízo ou atribuição de culpa a preceder esta necessidade, de outra forma não haveria razão para perdoar. E julgar ou atribuir culpa significa que estamos concentrados num Não Querer. Por isso, o primeiro passo para perdoar (e você provavelmente não vai gostar disso) é liberar a resistência que causou a atribuição de culpa inicial, isto é, ter a capacidade de dizer....estamos convicto disso: “Que importa? Que diferença faz? Talvez o idiota tenha mesmo feito uma coisa horrível, uma coisa muito desagradável. E depois!?” . Aquilo de que estamos a falar é do verdadeiro e sincero amor incondicional, algo que eu tenho a certeza nem um em 50 milhões de nós alguma vez compreendeu. Eu era incapaz. Eu sempre pensei que amor incondicional significava amar alguém apesar dessa pessoa ser um degenerado, o que obviamente significava que ainda estava concentrada na sua degenerescência, incluindo-a nas minhas vibrações. O que o amor incondicional realmente significa é:

“Vou manter minha válvula aberta ao bem-estar independentemente daquilo que tu tenhas feito.”( Recorde-se que não tem mudar essa coisa nem sequer gostar dela; basta que deixe de concentrar nisso a sua atenção.) Significa: “Eu não necessito que das condições certas para ser feliz. Não vou prestar mais atenção às tuas manias tolas, porque não preciso que tudo seja perfeito para que meu amor flua na tua direção.” “Tu podes ser desagradável, podes dizer coisas más e dolorosas, mas a tua escolha não afeta a minha escolha, que é manter a minha válvula aberta e sentir-me bem. Eu já não atribuo a culpa pela forma como me sinto às condições negativas e/ou aos teus hábitos negativos!!!” Sim, eu sei que isto soa quase impossível, mas até onde estamos dispostos a ir abrir caminho para a felicidade? O mais engraçado ao entrar neste espaço de “não quero saber o que fazes ou fizeste, a minha válvula vai manter-se aberta de qualquer maneira” é que está a permitir a chegada do tipo de condições que você deseja – o que em definitivo é o nome deste jogo. A forma como você vive a sua vida já não é comandada pela ação dos outros. Será que estou a aconselhar a perdoar um caluniador? Não, não, no velho sentido, nunca. Perdoar da maneira antiga e habitual significa que você ainda está preso ao mal nas suas vibrações e a atrair do mesmo. Estou a aconselha-lo a esquecer, abrir a sua válvula, escrever um novo argumento, e vibrar para longe desta trapalhada. Será que o estou a aconselhar a perdoar um adultero? Não, não no velho sentido. Se o acordo entra vocês dois é a monogamia, estou a aconselha-lo a abrir a sua válvula se não quer que isto se repita, neste relacionamento ou no próximo. Ou vai conseguir atrair com suas vibrações a harmonia que deseja, ou um novo parceiro. Estarei então a dizer-lhe para “não perdoar”? Por Deus, não. Pelo contrario, estou a dizer-lhe para perdoar-lhe imediatamente. “Se te perdôo? Claro, e agora mudemos de assunto!” Isto está a uma distancia muito longa de “Bem, não sei amor, aquilo que fizeste foi bastante horrível.” Até um bocadinho de perdão de cada vez funcionará, e depois mais um bocadinho, e mais outro, se essa for a única maneira de o conseguir fazer.Mas uma coisa é certa; a não ser que deseje mais do mesmo, em ultima instancia perdoar significa esquecer! O que é evidente é que concentrar-se naquilo que não quer num relacionamento nunca vai lhe trazer o que deseja. Nem em mil milhões de anos. Para que um relacionamento mude a seu gosto, tem de ser assim: Pare de se concentrar nas condições; Concentre-se em abrir a válvula.... a sua. É essa a única forma de as condições que não desejada mudarem, e a única forma de o seu relacionamento sobreviver. “Como Posso Ajudar?” “O meu companheiro é deficiente. Como posso ajuda-lo?” “O meu parceiro está desempregado. Que posso fazer para ajuda-lo?” “O meu irmão está zangado com o mundo. Haverá alguma coisa que eu posso fazer?” Todos queremos ajudar. Queremos dar, ou fazer, ou dizer alguma coisa que torne as coisas

melhores para alguém. Mas cuidado; uma mão amiga nem sempre é o que parece. Se pensar nestas questões por um instante, verá que a atenção está sempre centrada na dor da outra pessoa, você está a unir-se a essa vibração, fundindo-se com ela de modo próprio até a sua válvula ficar tão fechada quanto dessa pessoa. Você está concentrado nas condições negativas, que lhe estão a despertar mais sentimentos negativos do que os que já tinha. E pior ainda, está a oferecer mais negativismo ao seu amigo do que a que ele sentia antes de você se lhe ter unido pelas vibrações. Então de que forma é que deve ajudar? A primeira coisa a fazer é entrar num estado de boa disposição e abrir a válvula antes de fazer seja o que for em relação a essa pessoa. Só assim você pode estimular – não pode garantir , apenas estimular - essa mesma abertura de válvula na pessoa em que está a pensar. Você já não está a tentar pintar na tela dela, mas está a oferecer-lhe genuinamente tintas e pinceis. Por outro lado, se continuar a pensar no horrível que é essa pessoa ter um câncer, ou estar desempregada, ou no fato de a sua cãs a ter sido destruída pelas chamas, essa vibração de carência vai reforçar a vibração de carência em que ela já se encontra. Em vez disso, ao pensar nessas pessoas, veja-as como gostaria que elas estivessem. Se existir alguma coisa dentro delas a desejar seguir em frente, as ondas de energia positiva enviadas por si terão forte influencia na sua maneira de pensar, de sentir, e de ser. É por isso que as orações pelos doentes raramente resultam. Quando vemos a pessoa a quem a oração é oferecida como tendo alguma espécie de deficiência, estamos a partir de um lugar de falta. Estamos a ver uma qualquer deficiência nessa pessoa, quando na verdade ela é tão perfeita quanto qualquer poder no Universo. Apenas se esqueceu disso; e por algum tempo, também o esqueceram aqueles que rezam a oração. O pai de uma amiga minha estava a morrer ao fim de uma vida vazia, na outra costa, a 4800 quilômetros de distancia. Todas as noites, antes de adormecer, ela enviava ao pai pensamentos curativos, com a esperança de o ajudar a melhorar. Mas no estado de tristeza em que se encontrava, ela estava a vê-lo carente, só e melancólico, a figura patética de um homem sem amigos, sem incentivos, sem vontade de viver. Ele continuou a piorar. Então ela ouviu falar da Lei da Atração e apercebeu-se de que estava a fazer exatamente o oposta daquilo que queria. Depois disso, quando estava deitada na cama à noite, ela viu o pai como ele fora em tempos: cheio de vitalidade, de alegria, espirituoso, sociável. Reviveu ocasiões maravilhosas em que os dois jogavam tênis, e a alegria da família a patinar no gelo do lago local. Ela sentia-se derreter na alegria desses sentimentos e desses tempos. Em três dias – três dias! – o pai telefonou-lhe a dizer que há anos não se sentia tão bem, e a perguntar se a podia visitar! Será que foi elas a responsável por essa mudança? Apenas por fornecer ao pai a oportunidade de pegar nestas novas tintas e pinceis. Ela tinha-lhe dado um empurrão com as vibrações, mais ou menos como quando atiraríamos um colete salva-vidas a alguém. Podem agarra-lo ou não. Mas a escolha é apenas deles, apenas deles.

Separações “Devo – ou não devo?” Já todos passamos por isto, esses momentos perturbadores em que sabemos que é tempo de fazer alguma coisa, mas as respostas não parecem surgir. Ou nós não queremos que elas surjam. Se tem explorado os meandros da criação intencional da Lei da Atração, e o seu parceiro não tem feito, existe a possibilidade de estar a caminho de uma separação, a não ser que a fiel companhia decida segui-lo. Se lhe ofereceu tintas e pincéis até ficar roxo, sem obter resposta, é provável que essa separação chegue mesmo. Ou talvez, afinal de contas, você já esteja pronto para pôr termo à relação. Seja como for, vejamos algumas novas formas de encarar uma situação de ruptura. Para começar, temos outra daquelas palavras com uma carga emocional com que lidar. Desta vez é “relacionamento”. Não está propriamente no topo da lista do Bem-estar para a maioria das pessoas, disso não há duvidas. Só pensar nessa palavra convoca quase tanta carga negativa como a palavra “dinheiro”. Talvez tenha começado com a nossa família, ou talvez apenas com os nossos parceiros complicados, ou com ambos. Não interessa. A simples palavra “relacionamento” evoca uma mescla de saudade e arrepios ao mesmo tempo. Por isso é óbvio (antes de nos tornarmos criadores deliberados) que quando nos separamos, ou temos perante nós essa possibilidade, ou se até já o fizemos, a idéia de nos metermos numa nova teia emaranhada nem sempre é aliciante. E no entanto, é isso que fazemos, saltamos logo para outra relação a dois , com o mesmo argumento ou pior. Apenas mudam os atores. Temos de mudar o argumento! Se queremos que as coisas sejam diferentes, ou agora ou no relacionamento seguinte, temos de sentir as coisas e vê-las de maneira diferente. Se as queremos diferentes, temos de mudar o argumento. Suponhamos que neste momento está longe disto, e que vive sozinho. Você está-se a divertir com isto da criação intencional, e decide como tal que está pronto para enfrentar o risco de um novo parceiro. Mas qual é a primeira coisa em que pensa? No anterior!!! E nove vezes em cada dez, esse pensamento vem carregado das mesmas fortes vibrações negativas. Tal como a manequim atraente que não conseguia ter o tipo de homem que queria, você condena-se imediatamente a atrair um clone do anterior, ou pior. Você tem de mudar o argumento e... EXPULSAR essas vibrações a que está agarrado!! Tem de construir, seja de que modo for, um sentimento revisto do seu ex. Se não o fizer, se continuar preso aos ressentimentos, à cólera, às quezílias como se a sua vida dependesse deles, o seu próximo relacionamento não pode deixar de ser o mesmo tipo de coisa ou pior, porque são essas vibrações que você está a enviar; ressentimento, cólera, e quezílias. Aquilo que você vibra é aquilo que obtém. Não pode vibrar com pensamentos do “antigamente” e ficar à espera de algo completamente original e “inovador”. Isto podem não ser boas noticias para si, mas os relacionamentos nunca morrem. Nunca cessam. Pelo simples fato de vocês os dois (ou os três, ou vinte) terem estado juntos naquela casa, ou escritório, ou bar, possuem uma ligação vibrátil que nunca, nunca termina. Por isso, se deixar que algumas dessas ligações continuem a ser negativas.... bom, você já sabe o resto. Você irradiará essa vibração para sempre, atraindo vibrações semelhantes. Você pode ter vivido com alguém que abusava de si fisicamente, ou talvez apenas com um palerma. Se não quer mais do mesmo, tem de encontrar alguma coisa que possa amar nesse cepo (* dicionário: pessoa estúpida que não serve para nada), algo que possa apreciar e que lhe

permita quebrar os laços vibratórios negativos. De outra forma, por maiores que sejam os intervalos entre os seus relacionamentos, por mais “curado” que julgue estar, irá atrair as mesmas coisas más de que não gostava no seu ex porque ainda está concentrado nelas, a cismar nelas, a contar aos amigos o feliz que está por se ter visto livre delas, já para nem falar de se recriminar por as ter suportado durante tanto tempo. Se ainda pensa no assunto, se ainda o sente, ainda o está a vibrar., por isso irá atraí-lo. Passa-se o mesmo quando nos concentramos em recriminar os nossos pais. Nós obtemos aquilo em que estamos concentrados, é tão simples quanto isso, assim sendo, é praticamente certo que se passou tempos difíceis na infância e ainda está preso , você se habilita a atraílos nos seus relacionamento , seja no casamento, com os vizinhos, ou no trabalho. Mas regressemos à situação presente. Suponhamos que você ainda está envolvido com o relacionamento, ainda o vive ou matuta a questão de dever ou não partir. Agora é a altura certa para deixar de se concentrar nas condições, de se perguntar o que o tem aborrecido, e de começar a inverter essas vibrações negativas. Isso pode ou não provocar mudanças no seu relacionamento, mas vai certamente desviar a sua atenção do problema de forma a poder obter algumas respostas, pois você só consegue obter respostas (inspirações, idéias, etc.) quando retira a sua atenção do problema e passa a uma freqüência mais alta. Por isso ameos, que eles tenham ou não sido dignos de amor. Aprecie-os, por mais razões que tenha para espetar agulhas em bonecas vudu à sua imagem. Quebre a cadeia de atração negativa, só então encontrará a resposta sobre se deve manter ou acabar com a relação. E se acabar com ela, não irá atrair um clone no comprimento de onda negativo do costume. Cadeia de Dor Eu tinha uma amiga de longa data que me telefonava mais ou menos de dois em dois meses a vários estados de distancia, e despejava sobre mim os seus problemas bastante complicados. Grande parte disso aconteceu antes de eu saber que nós somos sugados – e arrastados para o fundo – pelas vibrações negativas de outra pessoa. Este comportamento durou anos, uma diatribe sem fim dos velhos problemas do costume, que se tornavam cada vez maiores com a passagem do tempo. A cada telefonema, eu juntava-me logo a ela nos sentimentos negativos, pensando que a estava a ajudar. Sentia empatia, comiseração, compaixão, até me sentir tão mal que tinha de sair para dar um passeio pela natureza de forma a recuperar o equilíbrio, assim que desligava o telefone. Sem o saber, eu não só estava a alimentar o seu negativismo, como me estava a envolver completamente nele! Era horrível, e eu não sabia como por fim àquilo, a não ser dizendo-lhe para não voltar a me ligar, o que não tinha coragem para fazer. Para piorar tudo, mesmo quando não estava a falar com ela ao telefone, eu imaginava-a a passar pelas suas complicações, rodeada por falta, uma bomba-relógio à espera de detonar outra complicação qualquer. Quando finalmente eu percebi o que as minhas vibrações nos estavam a fazer a ambas, comecei a enviar-lhe diferentes tipos de pensamentos, vendo-a viver em abundancia, felicidade, boa disposição, etc., embora francamente isso não tenha sido fácil. Mas ela não queria sair de sua miséria, e não estava interessada nas minhas tintas e pincéis. Um dia ela telefonou e pregou-me um sermão por eu concordar com sua forma de pensar, chamando-me insensível, cruel, egoísta, e mais algumas preciosidades que não vou me dar ao trabalho de repetir. De certa maneira ela até tinha razão, pois eu não estava disposta a

embarcar na sua Cadeia de Dor. Tinha de a deixar afundar, ou ia ao fundo com ela outra vez, algo a que já não estava disposta Nunca mais tive noticias suas, mas continuo a vê-la no melhor argumento que consigo imaginar. Talvez um dia... Por mais que tentemos, os kits mágicos que resolvem tudo não funcionam. Quando decidimos que alguém precisa de conserto (como eu estava a fazer em relação à minha amiga), aquilo que estamos a fazer é ver essa pessoa como se ela tivesse algo de “errado”, inundando-a de energia negativa. Em vez disso, se conseguirmos encontrar alguma coisa – seja o que for – que apreciemos nela, e plantarmos as sementes para o seu potencial crescimento novo com as nossas vibrações positivas, estamos a criar uma oportunidade para a mudança. Se pretende ajudar alguém a sair do seu sofrimento imediato, enviar-lhe um simples “vai correr tudo bem” irá normalmente sossega-la e dar-lhe uma oportunidade para um momento de Bem-estar. Por mais ingênuo que possa parecer, isso acalmará a outra pessoa, e a si dálhe oportunidade para respirar fundo. Agora ela está no lugar de poder aceitar sua tinta e pincéis, ou não. Se escolher não o fazer, assim seja. Mas juntar-se a ela, mesmo que seja numa compaixão sincera, apenas aumentará a sua miséria ampliando as vibrações negativas: as delas e as suas. Toda a gente neste mundo tem dentro de si a Orientação para encontrar o seu caminho, se assim o escolher. Mas por vezes temos de as deixar afundar, se essa for a sua escolha, ou também vamos ao fundo, ligados pelas vibrações da Cadeia de Dor. Família e Harmonia? Se alguém na sua família o anda a pôr doido, não só a sua atenção torna a situação pior, como está também a afetar todas as outras áreas da sua vida. Uma válvula fechada por causa de um adolescente problemático é uma válvula fechada para a Vida. Uma válvula fechada por causa de um companheiro é uma válvula fechada para a Vida. Então como conseguimos que pessoas debaixo do mesmo teto sigam mais ou menos na mesma direção, ainda que por diferentes trilhos? Eis o que uma amiga íntima fez com um sucesso notável. Sem entrar em grandes detalhes, o seu filho adolescente estava a servir de catalisador para os sentimentos negros de toda a gente. A família inteira estava a ser dolorosamente despedaçada por causa dos sarilhos relacionados com droga em que ele se metera. À medida que Peg, sua mãe e minha amiga, se começou a envolver mais e mais com a Lei da Atração, decidiu ver se todos conseguiam amalgamar os seus objetivos individuais numa direção mais focalizada, em vez de os deixarem dispersar. Tiveram bastantes dificuldades ao principio, pois todos tinham os seus Não Quereres centrados no filho, em vez de estarem concentrados nas suas próprias válvulas. Ainda assim, começaram a fazer reuniões de família para darem voz aos seus Quereres. Como seria de esperar, das primeiras tentativas resultaram longas listas de Não Quereres de toda a gente, especialmente do filho. Mas passado algum tempo – bastante tempo – já todos afirmaram os seus Quereres positivos aberta e entusiasticamente. O passo seguinte era entrar nos Porquês. Bingo! Assim que fizeram isso, as verdadeiras cores do desejo começaram a ganhar asas. Tudo o que eles queriam era sentir-se melhor do que se sentiam no momento, como tal, isso tornou-se o seu objetivo comum. A partir daí, os milagres começaram a surgir.

Pela primeira vez, todos desejavam verdadeiramente estar juntos, fazer coisas juntos, ir aos lugares juntos, queriam sentir-se numa família. Estava a funcionar! Embora as notas do filho não tenham propriamente rebentado com a escala, ele mudou o suficiente para ficar na escola, sem que nem a mãe nem o pai tivessem andado sempre em cima dele. E uma vez que tanto a mãe como o pai estavam determinados em manter as suas válvulas abertas e a ver no filho um jovem espirituoso e feliz, as suas vibrações uniram-se com a intenção subjacente deste, e por isso as drogas acabaram por desaparecer sem qualquer intervenção. A Peg e família não viveram felizes para sempre, nem de perto. Continuaram a ser apanhados nos velhos hábitos de precisar que as condições mudassem antes de poderem ser felizes. Mas eram pessoas empenhadas, e mantiveram as suas reuniões de família semanais para reafirmarem as suas intenções e seus Quereres. Sempre que as circunstancias endureciam outra vez para algum deles, os outros descobriam que se conseguiam manter suficientemente unidos, para se ajudarem tanto a eles como ao outro, até todos estarem novamente ligados à sua energia Original e outra vez com as válvulas abertas. Independentemente de Todo o Resto Como tudo o mais, quando nos deixamos de nos perder nas condições e começamos a lidar com a nossa válvula, a vida ganha novo brilho. Se procuramos formas de apreciar e elogiar em vez de criticar e culpar, podemos ser o catalisador essencial que ajudará a fazer a balança pender para o lado da atração positiva, para toda a gente, incluindo nós próprios. Esteja atento às suas afirmações fecha-válvulas, tais como, “Eu amo-te mas...” ou “por que é que tu nunca...”. Em vez disso, procure afirmações abre-válvulas, tais como, “Não sei que resultado vai ter para ti, mas tenho a certeza que vai correr tudo bem.” “Eu nunca me preocupo por tua causa, nunca me preocupo por nossa causa, porque sei que o que quer que nos esteja reservado será bom.” Se quer trabalhar os Aspectos Positivos, não há melhor tempo nem lugar para o fazer do que a família!. É tudo energia, são tudo vibrações causadas pelo que sentimos. Por isso, escreva o seu novo argumento, não se preocupe com os “quandos” e os “comos”, deixe de prestar atenção ao fato de ainda não ter acontecido, deixe de olhar para a válvula da outra pessoa, e arranje maneiras para abrir a sua. Antes que dê por isso, não fará diferença o que as outras pessoas em sua casa ou no planeta vão fazer, porque você já não age em resposta a isso; agora você é um criador consciente. Trate de abrir a sua válvula independentemente do resto, independentemente do resto, INDEPENDENTEMENTE DO RESTO! As restantes coisas resolvem-se sozinhas. É mais uma garantia que lhe dou. Viver com o Corpo; Morrer com o Corpo Espero que neste momento já tenha ficado claro que eu ainda não caminho sobre a água, que não faço aparecer moedas de ouro nas mãos, nem possuo uma dúzia de casas na praia para onde me escapo num dos meus quatro Lamborghinis quando me canso das minhas propriedades com vista para o Mar das Caraíbas e dos meus batalhões de criados. Mas será que a minha vida mudou desde que aprendi a controlar o meu fluxo de energia? Da noite para o dia! É claro que ainda tenho a minha conta de velhas crenças que fazem com que a minha balança oscilante penda para concentrações negativas, sentimentos negativos,

uma válvula fechada e más disposições.... até eu lhes deitar a mão e lhes dar a volta. Umas vezes o processo é rápido e eletrizante; outras, é tão lento que parece que passa uma vida inteira até me conseguir convencer a sair de uma crise. No entanto, há uma área da minha vida recente a fluir energia que para mim tem sido uma alegria maior que a liberdade do dinheiro ou as outras melhorias trazidas pelo bem-estar; trata-se do meu corpo. Quando estava na casa dos quarenta, a meio dos meus piores anos de vitima, tinha dores de costas terríveis. Por vezes não conseguia me levantar, tinha dores de costas terríveis. Por vezes não conseguia levantar-me da cama durante uma semana. Outras, os espasmos que tomavam conta de mim eram tão intensamente dolorosos que eu soltava gritos que se ouviam noutro estado. Embora às vezes me conseguisse encolher atrás do volante e chegar ao trabalho, acabava por passar o dia em pé ou ajoelhada junto à secretária, já que sentar era demasiado doloroso. Assim que comecei a tentar resolver esse problema com um programa de exercício rigoroso, vi-me a caminho de quatrocentos e vinte e dois médicos e meio diferentes para tentar descobrir porque é que meu coração passava o dia a dançar a rumba em vez de uma calma dança lenta. Por fim, um clinico geral diagnosticou-me uma hipoglicemia aguda (insuficiência de açúcar no sangue), “provavelmente provocada pelo stress”. Um ligeiro eufemismo. Eu não estava em boa forma, nem emocional, nem física, nem mental, nem espiritual. Já tinha no currículo bem mais de duas décadas nos Alcoólicos Anônimos, mas nada me corria bem a não ser manter-me sóbria; não seria capaz de encontrar um rumo espiritual nem que a minha vida disso dependesse, e naquele momento era esse o caso. Estava metida em grandes sarilhos. Depois foram as articulações que não se queriam mexer, peso a mais, falta de energia, problemas de visão, problemas dentários, e o cabelo a cair aos poucos; tudo sinais evidentes de... sinais de quê? Do envelhecimento natural? Não, tudo sinais evidentes de uma vida vivida mais tempo com a válvula fechada do que aberta, mais desligada do que ligada à minha energia Original; projetava muito mais vibrações negativas do que positivas. Aquilo em que, aliás consiste o envelhecimento. Mas porque razão me tinha eu fechado? De onde vinha todo o negativismo que se tornara tão destrutivo para o meu corpo? Eu não era nenhum monstro, nem uma pessoa perversa e cruel com o negativismo sempre à flor da pele. Na realidade eu tinha sido educada como uma criança normal, numa família disfuncional da classe media. Tinha feito tudo como deve ser, tinha ido para as escolas certas, usado as roupas certas, tinha ido nos empregos certos e vivido nos locais certos, tudo com uma conduta irrepreensivelmente jovial e com sorrisos na cara nos momentos certos. Contudo, essa matiz subjacente de negativismo “normal” acompanhava-me desde sempre, e quanto mais velha eu ficava mais ela crescia. Por vezes divertia-me. Por vezes era feliz. No entanto, nunca em dias da vida eu me considerava uma pessoa negativa, nem a mim nem aos meus amigos. Pelo contrario, eu era vista como a personificação da alegria e do otimismo. Porém, eu estava sempre preocupada – com tudo. Com um sorriso na cara e sempre com uma palavra bondosa nos lábios, a minha atenção estava constantemente na falta – em mim e nos outros. Exatamente como toda a gente que eu conhecia. Nem mesmo quando era adolescente eu tinha este vigor, e teria de recuar a uma outra vida e por viver.

O medo raramente visita o meu mundo, nem sequer a ansiedade ou preocupação. A maior parte das vezes o dinheiro chega facilmente. (Você julgava que eu era uma profissional nisto? Está certamente a brincar!) Não me faltam novas idéias.. Realizo o trabalho com alegria e facilidade. Faço o que me apetece fazer, quando me apetece...quase sempre. Os períodos de concentração negativa apenas duram um instante, ou o tempo que me apetecer senti-los. Uma seqüência de dias de felicidade extraordinária sucede-se quando eu o desejo. E qual é a conseqüência de tudo isto? Ah, a minha extraordinária boa saúde! A Nossa Tábua de Salvação Hoje em dia já praticamente todos sabem que o estado da saúde física de uma pessoa está ligado ao estado de sua saúde mental. Até os médicos já o perceberam, com mil diabos! Os cientistas submetem os ratos a stress, e depois vêem as células cancerígenas a desenvolverse. Privam os chipanzés bebês do leite materno, e vêem nos desenvolver diabetes. A comunidade médico-científica inteira está farta de saber que existe uma ligação entre corpo e a mente, só não sabe qual é... ainda. Que surpresa vão ter quando descobrirem que não passa da nossa própria energia. (Estou mesmo a ver os desenhos animados: dois médicos em pé frente a frente a um doente de barriga aberta sobre a mesa de operações. Diz um para o outro: “já extrai o tumor, mas onde fica a porcaria da válvula que é suposto abrirmos?”). Qualquer forma de doença não é mais que as energias negativas a estrangularem de tal forma o nosso fluxo de Vida – as freqüências mais altas que constituem o nosso estado natural – que isso resulta em danos celulares. É claro que nós estamos sempre ligados pela energia a pelo menos uma réstia dessa força de Vida, ou não estaríamos neste mundo. Mas uma ligação estrangulada, e o Bem-estar de válvula aberta que permite que a força da Vida flua através de nós livremente, são duas coisas muito diferentes. Uma não deixa que o corpo se alimente da sua força de Vida natural e da sua energia Regeneradora, enquanto a outra alimenta o corpo. É lógico que se assim é, se nos mantivermos num estado de vibração mais alta do que de costume, a doença simplesmente não pode acontecer ou manter-se. É impossível. O corpo, afinal de contas, não está separado do Universo, por isso, quando temos um pensamento, as vibrações percorrem o nosso corpo como tudo o resto. Se essas vibrações estiverem em harmonia com a programação intrínseca do nosso corpo que é o bem-estar (um Bem-Estar de válvula aberta), então as células prosperam. Mas se aquilo que projetarmos for energia negativa, as células não têm força suficiente para cumprir a sua função. Tudo aquilo de que se podem alimentar são as comidas físicas que ingerimos, e isso por si só não é suficiente para as manter em funcionamento. Sem a energia de freqüência alta da força da Vida necessária a sua sobrevivência, elas acabam por enfraquecer e morrer antes do seu tempo, incapazes de se replicar normalmente e manter uma vida saudável. A doença existe por uma só razão: alguém fluiu mais energia de freqüência baixa do que alta. Claro está que é por isso que há tanta gente doente. Pegue numa pessoa geralmente feliz, que vai constantemente ultrapassando as suas emoções negativas, e terá uma pessoa saudável. Sempre! As pessoas que estão doentes impediram-se de alguma forma de deitar mão à sua Tábua de Salvação. Isso pode não ser óbvio exteriormente, mas de uma forma ou de outra, elas fecharam a válvula à sua energia Original através da ansiedade, da censura, da recriminação, seja o que for. As pessoas doentes foram apenas mal informadas, como todos nós. Podem ser

profundamente religiosas, honestas, cidadãos proeminentes, amigos carinhosos e fiéis, mas se não estão a permitir que o fluxo suficiente da sua energia mais poderosa entre nas suas vidas, não estão a permitir a Vida. Na verdade, toda a doença, sem exceção, é a rejeição desse fluir de energia mais alta, e a manifestação extrema das infindáveis vibrações negativas. Se Estiver Doente Se você sofre de alguma doença neste momento, então desde já recomendo que não abandone o seu medico, o seu tratamento, que não abandone o seu programa de recuperação seja ele qual for, já que é aí que indubitavelmente residem as suas convicções. Não faz sentido agitar as águas até que novas convicções e novas mudanças vibráteis estejam firmemente implantadas. Durante séculos alimentamos a idéia de que apenas algo exterior a nós nos poderia fazer melhorar, por isso até aprendermos a ultrapassar essa convicção gigantesca, apenas uma atitude que esteja em harmonia com essa convicção – por exemplo, continuar a procurar assistência medica fora de nós mesmos – tem a possibilidade de nos oferecer alguma espécie de melhoria. Na melhor das hipóteses, essa melhoria será mínima ou incerta, pois se os pensamentos e o fluir de energia não mudarem, a doença inicial ou algo pior regressarão. Mas por agora não abandone o seu médico! Contudo, se está doente, peço-lhe que tenha a certeza profunda que todas as doenças são reversíveis. Ainda que provavelmente não exista tarefa mais difícil neste mundo do que tentarmos sentir-nos bem enquanto estamos fisicamente em baixo, isso não só é alcançável, como já foi conseguido muitas, muitas vezes. Norman Cousins, o editor que estava a morrer com um câncer, conseguiu-o. Ele afirmou: “Nem pensem que vou desta para melhor” e decidiu passar o tempo num estado permanente de riso. Os seus instintos disseram-lhe que se conseguisse inverter as freqüências do seu corpo, este curar-se-ia sozinho. Como tal, na cama do hospital, ele via apenas filmes cômicos, lia livros cômicos, e curou-se completamente do câncer que lhe varrera o corpo. Em seguida escreveu um livro sobre o assunto. Tenho de o reconhecer: ali está uma alma empenhada... e um mestre empenhado. A cura de Cousins é exemplo perfeito do que estamos aqui a discutir, que não são os nossos genes, os nossos hábitos sexuais, não é a nossa ingestão de carne de má qualidade, nem sequer a nossa exposição à infecções que estão na base das nossas doenças. Uma pessoa ligada, que flua através do seu corpo a energia da força da Vida não pode nunca, jamais ser afetada por essas coisas. O que causa a doença é privar o corpo de alimento barrando o seu acesso à energia da Vida Original tão crítica para a saúde e bemestar. É óbvio que a coisa mais espontânea que fazemos quando a doença nos atinge, particularmente se for uma doença que consideramos perigosa, é entrar imediatamente em ação, correr para um medico, e não desviar nunca os pensamentos dessa condição. Ficamos assustados, por isso é natural que reajamos assim. E contudo, com a nossa constante atenção negativa na doença, estamos a privar-nos do ingrediente mais importante para dar a volta à condição: os poderes curativos das nossas freqüências mais altas. Mal Passado / Bem passado

Nenhuma doença ou acidente acontece de um dia para outro. A adversidade demora algum tempo a cozinhar, normalmente vários dias. Embora o fluir de energia “mais alta que baixa” ao longo dos anos seja realmente o mais difícil de engolir naquilo que tem perante a si agora, neste nosso mundo isso não tem nada a ver com que o futuro pode ser! Se, por exemplo, a pessoa teve um acidente grave, isso não acontece bruscamente sem razão aparente. Olhando para trás nos anos, não lhe parece que o seu padrão de pensamento se inclinou ainda quer ligeiramente para as freqüências negativas: irritação com a família, perturbação com as circunstancias, ânsia por agradar, medo do fracasso, recriminação, preocupações financeiras, culpa escondida por alguma coisa? Só pode ter sido assim, caso contrario o acidente não teria acontecido. Esse pendor negativo vai-se formando com o tempo, e vai crescendo e crescendo até que por fim você e o vórtice que construiu atraem outro que tem o diapasão afinado no mesmo tom. E unem-se , muitas vezes chocando de frente. A causa é a energia de freqüência baixa; o efeito - seja um acidente ou doença – são lesões corporais, quer se tenha vindo a acumular há poucas semanas ou há várias décadas. E depois há a questão da intensidade. Um negativismo moderado, pouco intenso, que dure anos não deixa de ser uma vibração negativa, e o seu corpo responde na mesma moeda com um problema leve, de pouca intensidade. De igual modo, um fluir intenso de energia ao longo dos anos (ou meses) produzirá uma doença ou um acidente de monta. Mas qualquer que seja o problema físico, ele não passa do resultado dos danos provocados no corpo pelas vibrações, um resultado que pode ser alterado muito mais rapidamente do que levou a criar. Enganar o Adulto Para dar a volta a uma doença, recorremos mais uma vez a alguns truques, em busca de formas de levar a mente a criar vibrações altas necessárias para que as células iniciem o seu processo de regeneração. Isto não é nenhuma panacéia; tal coisa não existe, pois só uma mudança radical em toda a linha trará esse tipo de transformação. Isto é apenas um principio, mas pode fazer maravilhas. Esse truque é parecido com escrever um novo argumento, mas acrescido de algumas particularidades importantes para desalojar um verdadeiro armazém de velhas crenças enferrujadas. Vamos jogar um jogo infantil chamado “Faz de Conta”, e prometo-lhe, se se entregar a isto com sinceridade e jogar o jogo entusiasticamente, a sua válvula abrir-se-á. Muito bem, aqui está a primeira parte: Faz de Conta, Primeira Parte: “E se...” Em primeiro lugar, ponha na cara aquele sorriso que lhe carrega a bateria, depois comece a pulsar a partir desse Suave Sorriso Interior. Quando isso estiver em andamento, recue no tempo em busca da criança que há dentro de si, porque o jogo que vamos jogar é o jogo do “Faz de Conta”.

“O que eu faria se...” “Onde eu iria se...” “Como tocaria se...” Se quê?! ...se você tivesse a saúde de um cavalo! ...se você fosse jovem, e extremamente atraente! ...se você fosse o adolescente travesso e brincalhão que foi em tempos ou que sempre quis ser! ...se você dispusesse de três desejos e pudesse fazer o que quisesse, e ter tudo o que sempre quis ter. Entre no jogo e viva-o mais que puder até que os sentimeeeentos de alegria e excitação o inundem. (Se se sentir ridículo, isso é um sinal bastante claro de como está preso à rigidez das vibrações – normalmente negativas – de um adulto). Faz de Conta, Segunda Parte: “Outrora” Agora recorde ( e sinta) momentos concretos em que vibrava uma verdadeira saúde e felicidade, e os sentimentos de leveza que acompanhavam esses momentos. Talvez os momentos em que jogava hóquei depois das aulas num lago gelado, ou apoiava a equipe no liceu. Talvez quando percorria os meandros de um riacho calmo de golfe, ou se rebolava no feno com o seu primeiro amor sob uma Lua cheia. Sejam eles quais forem, procure esses momentos e regresse aos sentimentos de felicidade que os acompanhavam. Faz de Conta, Terceira Parte: “Mesclando Tudo” E agora, junte as duas coisas. Vá dando saltos entre os dois sentimentos, unindo gradualmente os seus “E Se” e os seus “Outrora” num só modo de sentir. Deixe-os fluir juntos numa sintonia de vibrações de felicidade até que os pensamentos radiantes de “Outrora” formem uma camada sobre os resultados desejados dos “E Se”. Tornam-se então um só sentimento, uma felicidade, uma recordação alegre. Mais importante ainda, eles agora constituem um desfecho! Você não pode olhar para o quanto não quer uma doença, e esperar que ao mesmo tempo a sua válvula se abra ao bem-estar, da mesma forma que não pode olhar para o fato de não ter dinheiro e sentir-se bem. Tem de ser uma coisa ou a outra, válvula aberta ou fechada. Sintase bem e permita que a força da Vida flua através de si até ficar bom; ou então fique paralisado pelo medo, corte o fluxo da Vida, e perpetue a doença. O câncer nunca foi causa de nenhuma morte do corpo, mas a cortar a força da Vida através do medo, da irritação, da culpa, ou de qualquer outra vibração negativa terá sempre esse efeito. Se se permitir entrar verdadeiramente no espírito do jogo dos “E Se” e dos “Outrora”, e deixar de ser um adulto caturra, você conseguirá alcançar os sentimentos necessários para começar as mudanças no seu corpo. No momento em que o fizer, no momento em que se sentiiiiiir tão saudável como já foi ou quer ser, e em que esse sentimento parta do mais fundo que há em si, você está a por em marcha uma criação completamente nova em si, num tempo que agora existe num vórtice de pensamento, tão certo como haver árvores numa floresta. Você pode não estar na floresta para ver as árvores, mas elas estão lá. Você sabe que estão lá; agora não ignore isso. Visite com freqüência esse lugar de pensamento para observar o aspecto deste novo corpo para experimentar a sua forma, ver se lhe cai bem, como o faz sentir, como funciona, até como cheira. Faça de conta, faça de conta,e siiiinta. Se a sua doença lhe provoca dor, espere por um momento em que a dor diminua, e entre no

mundo curativo do “Faz de Conta”. Visite-o tantas vezes quantas puder. Depois saia do seu caminho, isto é, mantenha a sua atenção longe do que ainda não aconteceu, e deixe o Universo fazer o resto. Mude o Olhar Numa palestra que dei recentemente perguntaram-me (como acontece quase sempre) como é possível sentirmo-nos “magros” quando podemos ver claramente que somos gordos. Era mais uma situação de “Faz de Conta”, já que não podemos pensar que somos magros – quanto mais chegar lá – quando nos sentimos gordos. Uma rapariga lá no fundo, agitando freneticamente o braço, falou com um tipo de excitação que eu normalmente associo a quem acabou de ganhar na loteria. Isto é, não havia duvida que ela tinha algo para dizer, e a verdade é que acertou em cheio no alvo. Ao que parece, esta moça quisera perder uma quantidade considerável de peso, experimentara todas as dietas do costume, perdera peso, voltara a engordar, perdera peso, voltara a engordar, tal como já nos aconteceu a todos. Por fim começou a visualizar o que parecia uma boa idéia, mas não obteve resultados até começar a associar alguma paixão à sua visualização. Nessa altura todo o tipo de coisas começaram a acontecer. Em primeiro lugar surgiu a idéia de fazer exercício num ginásio. Um bom começo mas ela ficou espantada ao descobrir que não conseguia sequer fingir o desejo de ir ao ginásio se se permitisse sentir a gordura! Mais importante ainda, descobriu que enquanto estivesse concentrada no seu peso, a idéia de manter uma dieta, para lá dos primeiros quilos perdidos, voava pela janela. Como tal regressou às visualizações e aos jogos de faz-de-conta em que, ao inicio, tinha quase que , de se forçar a sentiiiir o peso que queria ter. E funcionou. Enquanto continuou a fazer de conta, e a sentir-se magra, e manteve a atenção longe de sua gordura, conseguiu cumprir a dieta não muito rigorosa com relativa facilidade, e nunca mais teve de lutar consigo própria p ir à academia. Eu não sei quanto ela pesava antes, mas esta adorável jovem mulher era um tamanho 40 perfeito quando eu a vi. Não se trata de simplesmente “querer” ser magro ou ter saúde. Não basta apenas querer e esperar que aconteça. Trata-se de mudar a concentração e os sentimentos, mudar a concentração e os sentimentos. O seu corpo responderá sempre à imagem que lhe der, desde que acompanhada do sentimento apropriado: magro ou gordo, doente ou são. O segredo para inverter alguma coisa no interior no interior do nosso corpo é retirar a atenção do que não deseja, descobrir a forma de sentir a partir do lugar do que deseja, e depois ter certeza de que as leis do Universo estão em marcha e vão trazer essa visão sentida à realidade, desde que você não a reprima. O Que Está Mal Nunca Está Bem Não faz grande sentido deixar de ir ao medico se as suas crenças lhe dizem que os médicos resultam, Embora eu tenha dado uma enorme volta à saúde e à forma do meu corpo, sei o que a minha mente me permite ou não neste momento, e por isso ainda faço uma visita ocasional ao medico ou ao dentista. Mas pense no assunto por um minuto. O que é que os médicos são treinados para fazer? Cura-lo? Sim, é claro que esse é o objetivo, assim que descubram o que está mal consigo. “O que está mal” é a tarefa deles, a sua razão de ser. Sim, eles querem ajudar, mas se não

encontrarem nada de mal, como é que o vão ajudar? Uma vez que o que “está mal” é o que eles procuram – e aquilo que você espera que eles descubram – isso é precisamente o que eles – e você – vão atrair: alguma coisa que esteja mal. Não se apercebeu que, para os médicos, nós ou estamos no limiar de ter alguma coisa, ou já temos um pé na cova? Ou temos propensão para ter câncer ou temos os dias contados. Eu não estou a condenar os profissionais de medicina: eles são uma classe notável e digna de louvor que começa agora a compreender o processo do bem-estar. Mas nós não temos de nos juntar a eles e atrair mais daquilo que queremos nos livrar, e seguramente não temos de entrar nos seus consultórios cheios de medo e com a válvula fechada. Se lhe disserem que tem “tendência” para alguma doença, e isso o está a deixar aterrorizado, abrande e dê uma olhadela ao que está a criar. Você fechou sua válvula a tornar-se receoso, está a magnetizar negativamente, e segue agora exatamente na direção do veredicto do medico. Todos os médicos à face do planeta sabem que a doença piora quando é dado o diagnostico. Imagine só! Por favor, não deixe de ir ao medico, mas esteja atento às suas reações, aos seus medos, às suas crenças, às suas recusas – isto é, tenha atenção à sua válvula. Ponha de lado a chamada taxa de casos incuráveis, bem como quaisquer outras estatísticas arrepiantes da doença. Dessa forma pode usar o seu medico como um meio para o fim que deseja, em vez de A Morte É uma Anedota Temos falado bastante sobre a energia positiva pura que cria mundos, a energia à qual estamos sempre ligados mas raramente abertos. Uma vez que o nosso corpo é uma extensão dessa força primordial de Vida, porque razão morremos? Suponhamos que você é um ator. Você sobe ao palco, veste o seu traje, e sente a alegria de ser uma personagem da peça. Quando chega ao fim, põe de lado o traje e a personagem, mas continua a ser você. Acontece o mesmo com o seu Eu Expandido. Está aqui a atuar num corpo (o seu) puramente para viver essa experiência, essa aprendizagem, essa alegria. Quando se cansa de uma coisa, faz outra qualquer, mas não se extingue como uma vela. Não pode; é energia pura, e a energia não se pode apagar com um sopro. Ah, mas ainda que não se possa esmagar a energia, não há duvidas de que as nossas vibrações negativas podem esmagar células físicas, uma pratica que nós parecemos sancionar com uma vitalidade assustadora. Se nos concentrarmos receosamente numa condição do nosso corpo que não queremos, a nossa ligação à energia maior que verdadeiramente somos enfraquece tão drasticamente, torna-se tão tênue, que as células começam a murchar pela falta de energia da Vida. O corpo fica então reduzido a condições de parca sobrevivência, acabando por morrer da asfixia continuada das suas células. Mas apenas o corpo morre, não a força de Vida que você é. uma causa para mais medos. Nesse estado de asfixia, as pobres células, que necessitam de um abastecimento constante da força de Vida, são agora forçadas a responder de forma diferente às vibrações negativas que lhe percorrem o corpo. Uma vez que seu próprio bemestar foi posto em causa pela falta dessa energia crítica, elas não tem alternativa senão permitir que a doença assuma o controle. Se a rejeição da força da Vida continuar, as células já não se conseguirão reproduzir. Nesse momento, elas cessam a sua existência física e voltam simplesmente a reciclar-se de regresso à energia positiva pura de bem-estar da qual vieram.Tal como você. Nós chamamos-lhe morte, mas a única coisa que deixa de existir é a sua forma física, não Você.

Os cientistas já sabem que o corpo pode viver muito mais tempo do que vive presentemente, que pode viver séculos. Porém, estes incríveis instrumentos que nós damos por adquiridos, não funcionarão sem combustível, e por isso quando alguém já não sente excitação na vida, e a energia deixa de fluir através de si, o resultado é aquilo a que chamamos morte. Mas é apenas a morte de seu corpo, não a Sua. Não é o fumo venenoso dos cigarros que o mata; é a rejeição da Vida e da Tabua de Salvação. Não é o ataque cardíaco que o mata; é a rejeição da Vida que faz com que o ataque aconteça. Se deixasse essa força de Vida correr livremente através de si, sem constrangimentos nem restrições, poderia beber cianeto no café da manhã todos os dias sem sequer ficar com soluços. Assim sendo, não lhe parece interessante que o maior medo que nós vibramos continuamente, e que depois guardamos num lugar qualquer para vibrar ainda mais fortemente, seja o nosso medo da morte? Temer a morte é uma deplorável resposta aprendida que adquirimos há muito tempo por obra de um punhado de fanáticos, religiosos e de outros tipos, com sede de poder e vontade de jogar o jogo “Vamos Controlar as Massas”. E conseguiram-no, com enorme sucesso. Faça com que um grupo de pessoas tenha medo a uma coisa como a morte, e tem-nas exatamente onde quer – debaixo das solas opressoras. Foi assim que começaram os estúpidos rumores sobre diabos e mal e inferno e um juiz qualquer no céu, através da utilização do medo como mecanismo de controle. Mas já que a energia não pode morrer, e a nossa base é inquestionavelmente constituída por energia, temer a morte não passa de uma monumental perda de tempo que não nos traz nada a não ser mais energia negativa. O mais triste é que fomos tão sabiamente ensinados a temer a morte, que nos esquecemos completamente de como viver. Todavia, se decidir ir desta para melhor, o que acontece não passa de uma retirada do estado físico, de uma separação do corpo. O “Você” que você é nunca acaba. Essa parte de si está para todo o sempre ligada ao eterno conhecimento consciente: Você. Como tal, aquilo a que erradamente chamamos morte é apenas uma mudança de concentração, um salto de uma freqüência para outra. Você alguma vez voltará a ser o José da Silva? Não, e quer mesmo ser? Mas você não cessa de existir. Não é possível! Você é a energia continua da Vida, que neste momento cruza aqui este lugar. Você é a energia pura positiva do bem-estar, e não se pode matar a energia! A importância de pôr fim a este medo é enorme, porque mesmo se conseguirmos transformar nossos Não Quereres em Quereres, mas deixarmos ficar esse tormento assustador permanente chamado morte, continuamos a ter uma vibração de medo a afetar tudo, para além de uma escalada gigantesca até uma morte agradável. A maneira mais fácil é parar de temer este mito atroz criado pelo homem e concentrar todas as nossas forças em fazer subir as nossas freqüências até essa Parte Maior de nós que é a essência de Tudo o Que Existe. Só assim teríamos todo o paraíso que desejássemos aqui mesmo no nosso pequeno mundo, tal como era suposto ser. Tudo É uma Co-Criação Há muitos anos atrás, a mãe de uma das minhas melhores amigas morreu num acidente bizarro. Quando ela e o marido estavam a dirigir para uma passagem inferior na autoestrada, houve um miúdo amoroso ( ) que atirou um pedregulho da passagem para peões superior, fazendo com que quebrasse o vidro da janela do passageiro, matando a Sra. T. instantaneamente. Parece uma daquelas coincidências terríveis, não é? Um azar dos diabos. Má sorte nas

cartas. Não, nada disso. Foi uma co-criação. Em primeiro lugar, se a Sra. T. ou o marido estivessem mais ligados à sua Orientação, teriam ido por uma outra estrada, ou mais tarde, ou desistido completamente do passeio. Mas em segundo lugar e mais importante ainda, aquilo não foi um acontecimento instantâneo casual. Como em qualquer acidente, ou doença ou calamidade, há muito que as vibrações estavam em formação. A Sra. T. já funcionava com válvula fechada há muitos anos, sorrindo docemente e conversando em tom brando ao mesmo tempo que se sentia profundamente ressentida com as andanças da vida. Ela era uma vitima exemplar que mantinha uma forte resistência ao fluxo de bem-estar há muito, muito tempo. E o mesmo acontecia com o seu jovem carrasco. Neste ponto regressamos ao número “Quem é o primeiro”. Que vibração foi responsável pelo acidente? Terá sido a Sra. T., pelos seus anos de pessimismo escondido? Ou a do miúdo? Como é sempre o caso nos chamados acidentes, foi a vibração da Sra. T. que a matou, embora tenha sido uma co-criação. Ela estava a vibrar numa determinada freqüência e a atrair tudo o que tivesse uma vibração semelhante o que, neste caso, não foi muito agradável para ela. É pura física: fazemos soar um diapasão, e todos os outros diapasões no mesmo comprimento de onda responderão. Digamos que numa escala de um a dez – sendo dez uma válvula completamente aberta – a vida de preocupações da Sra. T. fizera com que ela vibrasse ao destrutivo nível quatro durante algum tempo. Por outro lado, o rapaz tinha apenas alguns anos de sentimento de inferioridade em relação aos seus semelhantes, e de grande irritação com a vida. Contudo, os seus sentimentos – e o seu poder de atração magnética – eram tão fortes que também ele atingira o mesmo destrutivo nível quatro. Os seus rumos estavam traçados. Mais cedo ou mais tarde ele encontrar-se-ia com outro quatro, com um paladar de vibrações desprezíveis semelhante. Para a Sra T., se não tivesse sido a pedra, teria sido outra coisa igualmente devastadora de outro quatro qualquer. Tal como um mergulhador a quem cortaram o fornecimento de oxigênio, este jovem frenético estava simplesmente a escoicear de dor e fúria por ver cortado o fornecimento da sua Origem. De maneira diferente, também o estava a Sra. T. Por fim, cada um com seu tipo de dor, foram sugados um para o outro, num exemplo perfeito de co-criação. A Sra. T. tinha atraído o destino dela; e ele atraíra o seu. Basta que alguém ou alguma coisa tenha uma freqüência semelhante à sua para que a atração tenha inicio. Qual (acontecimento, pessoa, circunstancia) vai chegar primeiro até si? O que tiver maior intensidade. E você continuará a atrair e a fundir-se, a atrair e a fundir-se, a atrair e a fundir-se até ficar tão cansado desse jogo sombrio, que acaba por ir desta para melhor, tal como a Sra T. Ou muda de freqüência. Um acidente que envolva duas ou mais pessoas é um exercício conjunto de atração negativa. Se se tratar de um acidente que envolveu crianças demasiados novas para terem desenvolvido as suas próprias emoções negativas, então essas crianças captaram a vibração no seu ambiente. Se for uma queda de avião, todos os passageiros de todas as idades se atraíram a si mesmos para o acontecimento. Desastres, cataclismos, adversidades, ou doenças: a mistura de emoções negativas que cresceu com o tempo e causou estes acontecimentos tem origem numa amálgama de vórtices negativos que unem forças para formar uma atração eletromagnética tão poderosa que até faz com que se forme gelo nas asas de um avião para o fazer cair, ou com que os travões do autocarro falhem para que ele se despiste por uma ribanceira abaixo, ou com que uma tempestade destrua o que de outra maneira pareceriam vidas plenas de satisfação.

Se vivermos com a nossa ligação a essa força de Vida cortada, mais cedo ou mais tarde isso vai atingir-nos, sob a forma de um carro desgovernado, uma inundação, um comboio, ou um tornado. (Alguma vez se interrogou por que razão um tornado atinge uma casa e poupa outra ao lado? Agora já sabe!). Se não passar de uma amolgadela no carro é porque a sua válvula está parcialmente aberta. Se tanto você como o seu carro foram esmagados, a sua válvula estava bastante bem fechada. Se partir uma perna a esquiar, a sua válvula estava parcialmente aberta. Se partiu os ossos todos, a sua válvula estava bastante fechada. Eu podia continuar, mas insistir muito nisso pode leva-lo a fechar a válvula. O importante é que nada, mas nada mesmo, nada tem a ver conosco por acidente. Nem os prêmios de loteria, nem os nossos novos amores, nem as doenças, nem os desastres naturais, nem os acidentes. Todos eles foram trazidos magneticamente até nós pelos sentimentos e vibrações. Nada neste mundo jamais veio, ou virá até nós a não ser que o convidemos pelas vibrações. Agora não entre em pânico se toda a sua vida foi um sofredor inveterado. Isso não é um bilhete automática para o câncer. Pode ser, mas não automaticamente! Basta-lhe que procure a sua alegria, e essa vibração de válvula aberta sobrepor-se-á imediatamente aos anos de fatalidades e tristeza. Podem-lhe amolgar o carro, mas não passará daí. Nada de mais. Ou talvez apanhe uma ligeira constipação. Nada de especial. Penas pequenas recordações de que você ainda oferece alguma resistência à freqüência do bem-estar. E afinal de contas, quem é que atrai mais? Somos nós, sempre! São os nossos sentimentos, a nossa válvula, a nossa resistência. Mais ninguém está a provocar isso. Se estamos a atrair negatividade é porque estamos a vibrar negativamente, chamando outra coisa ou outra pessoa ao nosso espaço, numa eterna dança de co-criação. O Nosso Interruptor da Felicidade O essencial em tudo isto, é simplesmente, que não fiquemos doentes, que não tenhamos acidentes, não envelheçamos, ou até mesmo que não morramos, mas como nós desligamos rotineiramente o nosso interruptor de bem-estar bloqueando o acesso das células à sua fonte de Vida com emoções negativas, essas coisas estão destinadas a acontecer. Por isso, deverá ficar atento à forma como se expressa. Se disser “quero ficar bem” mas a sua vibração dominante estiver a dizer “Socorro, não quero ficar doente”, de que forma está a atrair? Se estiver doente e disser “Meu Deus, vou vencer esta coisa, vou ganhar esta batalha”, partindo dessa posição defensiva, em que está concentrado? Por mais pessoas que o amem, por mais que dê aos pobres, por melhor que administre sua empresa, por mais encantador e agradável que você seja como pessoa, se põe em movimento algum tipo de vibração negativa, até na sua forma de falar, vai atrair algum tipo de desastre. É certo que nós vivemos rodeados pelas vibrações predominantes da consciência das massas, uma descarga continua de energia negativa poderosa quer nós deixamos governarnos, sacudindo-nos como um barco sem timoneiro numa tempestade, proporcionando-nos normalmente uma viagem bastante turbulenta. Isso não tem de ser assim. Você não tem de continuar a ser uma vitima da consciência das massas, ou da energia negativa de ninguém, nem do seu medico, nem da sua família, nem dos seus amigos, nem dos seus amantes parceiros, ou dos grupos que o rodeiam. Basta que afirme os seus Quereres todos os dias, escreva (e depois leia) novos argumentos sobre seu corpo, a sua saúde, o seu aspecto, a sua vida. E faça de conta. Sinta a partir do lugar daquilo que pretende, e torne-se alguém que flui a sua energia e que vibra na freqüência da alegria, tão intensamente que ultrapassará tudo o

que você – ou qualquer outra pessoa – possa ter fluido anteriormente. Não só o seu corpo responderá alegremente, como não surgirão mais acidentes. Será que isto é fácil? Não, nem por sombras é fácil desviar a atenção de uma doença que faz sentir, ou da dor, ou do peso indesejável. Mas você pode sossegar-se aos poucos. Pode abrir a sua válvula um bocadinho de cada vez e inverter o rumo do seu corpo. Você é muito maior que o seu corpo, e por isso nunca duvide de que consegue fazer isto. Ria-se mais de tudo, e anime-se. Há apenas uma coisa que tem de fazer para ter o corpo que deseja: tem de encontrar formas de ser feliz. Um bocadinho de cada vez para começar, até que mais nada no seu mundo tenha importância, nem o seu corpo, nem a sua família, nem as suas velhas duvidas. – apenas a sua atenção em ser feliz. Isso, em ultima analise, é do que é feita a saúde e o bem-estar. O Seu Traje de Bem-Estar No estado de Washington há muitas árvores, para não exagerar. Neste estado deve haver mais árvores de folha persistente do que insetos. Embora eu aprecie muito as árvores de folha caduca e a sua mudança de roupagem sazonal, começara a sentir uma ligação muito forte aos mas magníficos seres que embelezavam a minha propriedade. Quando tinha visitas que nunca haviam estado em minha casa, os seus primeiros comentários eram sempre como meu sitio era maravilhoso e como as árvores eram excepcionais. Eu tinha árvores muito altas na minha propriedade, como não havia outras num raio de quilômetros, com ramos de diferentes espécies a crescer no mesmo tronco, o que era fascinante. Até as poucas árvores de folha caduca que adornavam a propriedade eram espetaculares na sua altura e forma. Mas as minhas amigas muito, muito especiais eram um grupo de pequenas árvores do lado exterior da cerca, à beira da estrada. Nas beiras de todas as estradas de Washington existem inúmeros cachos de pequenas árvores jovens que se esforçam o máximo por vingar e crescer, e eu tinha uma fila espetacular delas. Cresciam depressa, e ao fim de três anos a viver ali, elas tinham crescido o suficiente para formar uma barreira considerável contra o ruído de transito. Eu adorava-as. Não sei bem porquê para dizer a verdade. Talvez fosse pela sua energia, a sua determinação inflexível em crescer quase de lado na terra inclinada ou de sobreviver num solo com as piores condições. Não sei porquê, mas o que é fato é que as adorava mesmo. Embora de certa forma eu levasse uma vida espiritual nesses primeiros tempos em Washington, estava muito longe de ter a minha válvula aberta. Culpava o tempo pela minha má disposição. Preocupava-me com a localização remota da minha propriedade. Sentia falta dos meus amigos na Califórnia. E, embora estivesse a gostar de escrever o meu primeiro livro, estava permanentemente concentrada na minha falta de dinheiro, fazendo a balança pender consideravelmente mais para as vibrações negativas do que para as positivas, e abrindo os braços em convite a algum tipo de desastre. E então um dia, um memorável dia de Verão que nunca esquecerei, ouvi o barulho de máquinas pesadas lá fora. Olhei pela janela e vi um enorme cortador municipal a retalhar as minhas árvores da rua. Consegui reagir e corri lá para fora, mas era tarde demais. A última das belas árvores que eu tinha visto crescer desde bebê até os dois metros de altura acabara de cair. Não me recordo de jamais ter gritado de forma tão angustiada. Tinham acabado de levar minha adorada família, e eu fiquei desolada.

Nos dois Verões seguintes, houve mais rebentos a pegar e crescer. Por mais que eu tentasse não me apegar a elas, isso era impossível. Tinha imenso orgulho na sua coragem, e ficava extremamente assombrada pela sua teimosia. Elas ainda não tinham crescido o suficiente para que as autoridades se preocupassem, por isso eu sabia que estavam a salvo por alguns anos. Quando as árvores atingiram um metro a dois metros de altura, eu soube que o momento da poda estava a chegar outra vez. Mas desta vez eu estava embrenhada na Lei da Atração, mantendo-me o mais que podia com a válvula aberta. Havia muito pouco medo em meu mundo, nenhuma apreensão com a segurança, e um novo amor e apreço pelo clima úmido e o frio pegajoso do estado de Washington. As minhas vibrações eram agora claramente positivas. Estava feliz, a minha válvula estava mais tempo aberta que fechada, e eu sabia – tinha a certeza – que as minhas amigas destemidas estariam a salvo enquanto eu ali vivesse. Tal como esperara, num dia de Verão ouvi outra vez o caminhão pesado com o equipamento e fui lá fora. Não havia em mim qualquer pânico; apenas fui lá fora. Os cortadores tinham acabado de deitar abaixo uma longa fila de árvores à beira da estrada, em frente à propriedade vizinha. De seguida deram a volta, passaram pela minha e começaram a abater as árvores junto à propriedade seguinte. Eu acenei ao condutor e perguntei-lhe por que não tinham cortado as minhas árvores. – Oh, nem sei, minha senhora, pareceram-me tão bonitas ali assim, que achei que a senhora gostaria de ficar com elas. Quer que as corte?. Tão Seguro, Tão Confiante, Tão Feliz O nosso Eu Expandido vibra numa freqüência a que chamaríamos – se a conseguíssemos sentir – êxtase puro e autentico (deve ser bom!). Assim sendo, é lógico pensar que a maior parte do nosso ser opera numa freqüência que nos é um tanto desconhecida neste momento; aquilo a que chamaríamos meeeeeesmo felizes. Uma vez que a felicidade e bem-estar são sinônimos, isso significa que existe uma parte de nós – a parte maior – que não conhece outra coisa (alegria de freqüência alta), pelas leis da física tem de se ter a outra (bem-estar). Então aqui vai: quando vibramos positivamente e nos sentimos bem, ou a pulsar, ou sentimos apreço, quando estamos ligados, concentrados apenas na alegria dos Nossos Quereres e não nas frustrações dos nossos Não Quereres; quando estamos num estado de espírito que se situe algures entre a satisfação e a euforia; quando temos a válvula aberta e deixamos a nossa energia fundamental fluir através de nós.... não há uma só coisa neste mundo abençoado que nos possa atingir. Nada! Nem nos negócios, nem em casa, nem na auto-estrada, nem no nosso corpo, nem às árvores que apreciamos nos nossos terrenos. Nem uma só coisa má pode acontecer, pois quando estamos com essa energia, estamos a viver – e a fluir – a energia do nosso Eu onipotente que conhece apenas o bem-estar puro e sem mácula, e não sabe patavina sobre vibrações negativas. A única coisa que essa parte mais grandiosa de nós conhece é uma alegria inexplicável, poder, ousadia, frivolidade, e segurança infinita, pois Isso é o bem-estar infinito!E... E... isso é o que nós, enquanto sua extensão física, realmente somos. Puro e infinito bem-estar. Basta darmos uma oportunidade a nós mesmos para que assim seja!. Se lhe parece que estou a insistir demasiado neste ponto, tem razão, porque estamos a falar da “vida boa”. Quando estamos em ligação com essa energia de freqüência alta, quando deixamos de responder ao medo e passamos a responder à alegria, quando não estamos a vomitar emoções negativas como ânsia, amargura, duvida ou culpa, ficamos automaticamente ligados à vida boa de bem-estar onde nada pode jamais causar-nos danos físicos. É mesmo assim! Nada nos pode causar dano!!! Nem o marginal do bairro, nem o nosso carro velho, nem o idiota bêbado na auto-estrada, nem mesmo a Mãe Natureza. Um tremor de terra? Sim, é claro que pode ficar com a casa danificada se apenas tiver

havido uma ligeira preponderância de vibrações positivas. Mas você estará a salvo. Se assim não for, é bom que preste atenção à sua válvula (quando recuperar). Você pode sempre avaliar o grau da sua ligação à energia Original, e a abertura da sua válvula, através do grau de destruição da sua casa, corpo, carro ou emprego.... seja do que for. Teve um grande assalto em casa? Uma grande doença? Uma destruição imensa por causa de um tornado? Tem a válvula muito fechada! E por favor, ter a “válvula fechada” não significa ser antipático ou mau. Só pelo fato de alguém ter morrido num furacão ou com a explosão de uma bomba isso não quer de forma alguma dizer que não fosse uma pessoa simpática e encantadora. Quer simplesmente dizer que se deixou envolver inconscientemente em todas as vibrações negativas da consciência das massas que tornam a vida tão dura. Mas quando a nossa válvula está aberta, e as nossas vibrações pendem mais para o positivo do que para o negativo, mesmo que apenas ligeiramente, nós cobrimo-nos literalmente por uma armadura divina. Por isso, quando estamos ligados excitados, e a corrente de freqüência alta flui livremente, não conseguimos sequer preocupar-nos com o que quer que nos preocupa habitualmente, o que é claro, só servia para atrair mais disso mesmo. Quando a sua válvula está aberta, quando toma a decisão de estar em alegria com a vida independentemente do resto, você veste automaticamente um traje de bem-estar inexpugnável com o qual nada de mau pode lhe acontecer.É uma impossibilidade vibrátil que coisas “más” lhe possa acontecer nessa freqüência alta. Mas para além de coisas horríveis de grandes proporções que mantemos à distancia ao viver nas nossas energias mais altas, existem toda uma serie de pequenas coisas boas que começam a acontecer, como a salvação de minhas queridas árvores. Por exemplo, se tiver toupeiras debaixo do quintal, elas só aparecerão onde ninguém as puder ver, ou nem sequer aparecerão, mas nunca o farão no seu jardim da frente. Os esquilos irão atrás da comida para os pássaros de outra pessoa qualquer, e não da sua. A sua casa pode ter térmitas (*dicionário está fora do ar), mas elas desaparecerão brevemente. Poderão cair árvores sobre a casa do vizinho devido às chuvas em excesso , mas as suas agüentar-se-ão firmes. Os cães vadios poderão fazer as necessidades no pátio do vizinho, mas não no seu. Os seus amigos podem ser apanhados pela tempestade de neve, mas você chegará em casa a salvo. A sua zona pode ser alvo de assalto ao correio, mas ninguém tocará na sua caixa de correio. Se ficar sem gasolina a mil km da civilização, alguém virá em teu auxílio. Se o vírus da gripe estiver a atacar toda a gente, não o atingirá a si. E você perderá sempre os aviões que despencam. Tudo isto – e tantas outras coisas – por estar protegido pela sua energia de Bem-estar, a freqüência que garante a sua tranqüilidade. Coisas Más

Sempre que falo perante um grupo de pessoas sobre o fluir de energia, surgem respostas sobre as questões internacionais e todas as coisas horríveis que se passam no mundo, ou que aconteceram no passado. “Porque é que há tanta fome no mundo?” “E Hitler?” “E os índios americanos?”, etc.,m etc., etc. Não quero perder muito tempo a debruçar-me sobre estes assuntos, pq num certo sentido já falamos delas. Mas olhemos brevemente algumas das questões mais freqüentes para ver se conseguimos compreender, de uma vez por todas, que, desde de o principio dos tempos, todas as experiências de todas as vidas foram atraídas pelo fluir de energia individual e/ou grupo em grupo. E atenção, não sou uma sádica insensível, nem estou a sugerir, nos parágrafos que se seguem, que é possível observar alguém espancar outra pessoa e sentirmo-nos bem com isso, do mesmo modo que não estou a proferir um ditame “Olha, olha, azar o deles”, às atrocidades que acontecem por todo o mundo hoje em dia. Tudo o que estou a dizer é que é assim que as coisas acontecem. Porque, independentemente do que esteja a acontecer, tudo se resume à questão essencial: quando nos sentimos bem (ou felizes, ou satisfeitos, ou entusiasmados, ou apaixonados) enquanto individuo ou enquanto grupo, estamos a atrair experiências boas. Quando nos sentimos mal (ou amargurados, ou com culpa., ou com ressentimento, ou inquietos) enquanto indivíduos ou enquanto grupo, estamos a atrair experiências más. É assim que acontece em todo o lado, com todos nós. Violação Alguém pensa receosamente no que não deseja. Noutro lugar, uma outra pessoa vibra na mesma freqüência negativa, mas com hostilidade em vez de medo. A segunda pessoa pensa no que crê que apaziguará sua fúria e preencherá o seu vazio. Uma pessoa está a vibrar medo; a outra está a vibrar fúria interior. Através das freqüências semelhantes, eles tornamse co-criadores de um acontecimento horrível. Se você não der atenção ao que deseja, elas não se podem tornar parte da sua experiência, pois não estarão incluídas em suas vibrações. Você só atrai o violador, o assassino, ou o ladrão por pensar emotivamente em ser essa vitima , ou - ou - por vibrar com outras emoções negativas que sejam semelhantes à freqüência do atacante. Cada emoção sua cria as experiências da sua vida. Discriminação É escusado dizer que existem vários tipos de discriminação: racial, religiosa, de cor, sexo, peso corporal, educação, etc. Contudo, quem se sente objeto de discriminação é quem tem mais poder na co-criação, enviando fortes vibrações negativas de perseguição, de ser malamado, enganado ou sacrificado. Note por favor: eu não estou a pôr em causa as razões de nenhuma queixa de nenhum grupo de pessoas. Quero apenas dizer que é a atenção permanente às injustiças que atrai mais do mesmo. A criação vem dos sentimentos. As Crianças Então e as crianças que são violadas, ou que vivem em condições insalubres, ou que passam fome em África, ou que morrem em conflitos regionais? É triste dize-lo, mas elas normalmente adquirem as vibrações negativas dos pais Muito antes de nascerem. Essas vibrações ficam com eles e crescem em relação direta com

as vibrações dos adultos que os educam, até que na juventude, tenham idade suficiente para decidir que já não querem mais experiências desagradáveis nas suas vidas. Essas crianças tornaram-se vitimas por acidente. Como se ajuda uma criança que morre à fome num continente distante, ou uma criança em nossa casa que ainda não compreende as palavras? Pegue nela ao colo – fisicamente ou através dos pensamentos – com vibrações tranqüilizadoras, tais como: “Está tudo bem, vai passar, gostamos muito de ti, etc.” tendo o cuidado de não por culpas em ninguém nem em um grupo de pessoas, o que só contribui com mais energia para o abusador (ou a situação), bem como para a vítima. O maior problema surge com aqueles que chegam à idade adulta e continuam a aliviar através das vibrações os acessos de cólera da juventude como, por exemplo, o abuso dos pais, o ambiente em que cresceram, etc. Só passando por cima desses velhos padrões de resposta de ódio e desconfiança é que uma pessoa pode ter alguma esperança de não repetir nos anos de adulto o que viveu em criança. Nós obtemos aquilo em que está concentrada nossa atenção. Se concentrarmos num passado horrível esse passado é magnetizado para o presente e para o futuro. Adolescentes Suicídios, acidente de automóvel, gravidezes, drogas, armas. Quando os adolescentes crescem rodeados de energia negativa (o que raramente se vê na superfície) e lhes é ensinada apenas a estar na defensiva desde nascença, eles agem predominantemente num estado de vulnerabilidade receosa. Sentindo-se fora de controle, eles vivem de quereres negativos em busca de formas de se voltarem a ligar à energia positiva da Vida. As drogas, o sexo, e outros tabus são o que escolhem para preencher o vazio que sentem, provocado por uma vida vivida com pouca ou nenhuma ligação à sua energia Original. As mortes na estrada sem culpa aparente que hoje em dia parecem tão recorrentes, podem ou não resultar dessa vulnerabilidade desligada, mas a sua causa nunca é acidental. A radiosa rainha do baile a caminho de casa, a popular estrela de futebol, as crianças que viajam no banco de trás. Uma vida de medos, pressões e ansiedades escondidos, manifestam-se por fim atraindo estas co-criações de sofrimento infinito. A Economia Nas alturas más, onde quer que vá as pessoas falam dela, e é sempre tudo mau, mau, mau. E no entanto, mesmo nas alturas boas, nós parecemos compelidos a atacar alguma coisa: os preços estão muito altos, as empresas são demasiados gananciosos, os empregos muito especializados, o presidente não joga com o baralho todo, os governantes só querem saber de si próprios e são corruptos até a medula. Apontar para alguma coisa – seja o que for – com essa vibração negativa de censura ou “que horror, blá, blá, blá” envia essa mesma energia para o assunto que está sob atenção, tornando-o maior, mais forte, e mais perigoso do que era antes de você começar a falar mal dele. Se você está à espera que a economia, o governo, ou qualquer outra coisa mude para poder ser feliz, tem uma longa espera pela frente. Mas também não se deve juntar às fileiras de sofredores, pois isso não só torna maior um problema que já possui dimensões consideráveis, como fecha a válvula completamente. Quando se vir envolvido neste tipo de conversas negativas e sombrias, pare de conversar e

de se concentrar nisso e mude de assunto, ou afaste-se. Depois, quando estiver só e quiser realmente transformar as coisas, envie alguma energia de Bem-estar para o governo, da forma que gostava que ele fosse, para o presidente, da forma que gostasse que ele governasse, para os gigantes da industrias, da forma que gostaria que eles operassem. Nós não podemos nos considerar uma parte separada do fluir da consciência. Não podemos dizer: “Bem, não foi culpa MINHA que isto acontecesse.” Ai, isso é que foi! Foi – e é – culpa de cada um de nós. Nós somos uma parte desse fluir de consciência, e a nossa energia afeta o todo tão intensamente como a ação de verter gotas de tinta vermelha num pequeno copo de água; a mudança é claramente visível. Nós não estamos separados do todo! Tudo aquilo que pensamos e sentimos tem um impacto monumental no conjunto das vibrações da consciência das massas. Por isso veja e depois sintas as coisas a serem da forma que gostaria que elas fossem. Seriam apenas necessários alguns de nós a fazer isto regularmente para dar inicio às mudanças desejadas. Um objetivo demasiado nobre, talvez, mas é melhor do que tornar as coisas ainda piores chamando “horríveis” às situações que quer mudar. Conflitos Globais, Lutas de Gangs. Sempre que vir um grupo, seja ele qual for, expressar ódio ou injurias, tem perante si um grupo de pessoas muito desligadas do seu fluxo de bem-estar, e em total desarmonia com os seus Eus Expandidos. Viver em amargura e raiva é viver com uma montanha de emoções negativas e uma válvula completamente fechada. Quando as válvulas estão abertas, nenhuma lei de gangs nenhum ultimato do governo pode jamais ser suficientemente forte para virar seja quem for contra um irmão, mesmo no contexto das tensões seculares no Oriente Médio. Questões morais O aborto, a matança de golfinhos, as florestas tropicais, a camada de ozônio, os direitos dos animais, as trapaças dos fanáticos religiosos, a eutanásia, as espécies em risco de extinção, etc etc etc. Se lhes está a dar atenção, vendo apenas o lado horrível, sentindo as transgressões, experimentando o pânico, e juntando-se a todos os outros na síndrome do “é horrível”, está a acrescentar-lhes algo, tornando esses problemas ainda maiores. Se você deseja mudar alguma coisa, tem de mudar a maneira como pensa nela. Isso é suficiente. A razão por que estas coisas estão a ficar fora de controle é a forma como as mídias concentram nelas a sua atenção com um apetite de lobo, e é por isso que nós também o fazemos. “Jesus!” “Oh, Meu Deus, não!” “Não acredito nisto!” “Que horror!” “Que podemos fazer?” “Como é que eles foram capazes?” “É assustador!” “É terrível!” E quanto mais nos irritamos, mais essas coisas aumentam. Ser contra uma coisa não a vai tornar melhor. Na realidade, vai torna-la pior, pois agora você está a incluí-la na sua vibração, fluindo mais “é horrível”, o que se vai juntar aos outros pensamentos que vibram na mesma freqüência. Se você ainda pensa que defender alguma coisa implica ser contra outra qualquer, mude essa maneira de pensar. Em vez disso, veja e sinta a sua causa, qualquer que seja, como a deseja. Fale sobre ela dessa maneira, escreva sobre ela, encene-a, retire a sua atenção destrutiva com

a sua poderosa energia destrutiva daquilo que entende ser a condição negativa, e encontre formas de abrir a sua válvula quando pensa no assunto. Em outras palavras, abandone os Não Quereres e concentre-se nos seus Quereres. No momento em que fizer isto, no momento em que se recusar a chafurdar como o resto das pessoas no descontentamento sem fim, você tornar-se-á alguém que faz uma diferença considerável, ao fluir a magnitude das suas vibrações mais altas. Genocídios. Muito bem, concentremo-nos no assunto. Genocídios, banhos de sangue, holocaustos, massacres: seja o que for que lhe chame, o ser humano tem aniquilado seres humanos desde o principio dos tempos. Algum dia parará? Não, não até que nos libertemos dos nossos sentimentos intrínsecos de perseguição a que nos agarramos como se fossem uma tradição de família nobre. Se desejamos verdadeiramente acabar com esses acontecimentos abomináveis, será sensato retirar a nossa atenção dos acontecimentos sórdidos do passado e virá-la para assuntos que nos abram ao bem-estar em vez do ódio. É exatamente essa energia, essa repugnância e raiva amargurada pelas injustiças passadas que ajuda a perpetuar os terríveis massacres em massa que ocorrem hoje por todo o planeta. Nós obtemos aquilo em que estamos concentrados. A lei da Atração não faz distinções. O que se aplica a um individuo aplica-se A um grupo, independentemente da sua cultura, religião, raça ou seita. Uma concentração negativa atrai acontecimentos negativos, para nós e para o planeta. Os semelhantes atraem-se, e nós atraímos pela forma como vibramos, não pelo que decidimos. O Globo, o Nosso Espelho O que importa não é o que está certo vs. o que está errado, nem o bem versus o mal. O que importa é uma válvula aberta versus uma válvula fechada, estar ligado versus estar desligado, estar feliz versus estar infeliz. As pessoas piores e mais gananciosas do mundo são as que querem verdadeiramente ser felizes, mas não sabem como. Essas pessoas vivem num inferno sem fazer idéia de como sair, ou sequer ter consciência de que têm essa opção. Uma coisa é certa; o nosso ódio por elas – independentemente do que possam ter feito ou estar a fazer só vai piorar as coisas. Para toda a gente. Mas como podemos decidir viver felizes para sempre sabendo que tantos atos abomináveis ocorrem no mundo? Como podemos permitir que as injustiças continuem? Como podemos ser felizes quando existe tanto sofrimento? Como podemos virar as costas como se não nos importássemos? Isto pode doer um bocadinho, mas a resposta é que estamos todos aqui para ter as experiências necessárias para aprendermos varias lições, quer se trate de desempenhar o papel de bom ou mau da fita. Qualquer tipo de injustiça é sempre – sempre – uma lição para ambas as partes. De algum modo, de alguma maneira, por maior que seja a devastação ou perda para os nossos irmãos e irmãs por todo o mundo, é imperioso que comecemos a aceitar que as horríveis co-criações acontecem em toda a parte para que as pessoas aprendam o que quer que precisem de aprender, tudo coisas relacionadas com a forma como estão a fluir energia.

Por mais terríveis que as suas condições nos possam parecer, se nos juntarmos à sua dor, estamos a reforçar essa dor, bem como as circunstancias que a causaram, para além de estarmos a criar as condições para que alguma coisa desagradável nos aconteça a nós. Você pode estar a sentir o quanto é horrível nós permitirmos que haja pessoas a morrer de fome, e esse fechar de válvula por si só poderá estar a criar as condições para que você tenha um acidente de ônibus, por exemplo, ao mesmo tempo que reforça a fome delas. Você pode estar a sentir o terrível que é ainda fazermos testes nucleares no mundo, e esse fechar de válvula por si só pode estar a criar condições para que seu corpo apanhe uma gripe. Você pode estar a sentir-se horrorizado com a força desumana como um país trata outro, e esse fechar de válvula por si só pode estar a criar as condições para que você tenha um furo. Em vez disso, você poderia estar a ver e sentiiiir essas pessoas famintas enquanto saudáveis e felizes e como você sabe que têm os meios para ser, e esse abrir de válvula por si só poderia ajudar a que um emprego lhe surja mais depressa, e ao mesmo tempo oferecer àqueles que você está a envolver em freqüências altas algumas tintas e pincéis bem necessários. (Nós não podemos nunca pintar as telas por outras pessoas; podemos apenas oferecer a nossa ajuda energética). Poderia estar a ver e a sentiiiir o planeta totalmente recomposto de testes nucleares, e esse abrir de válvula por si só poderia ajudar as suas colheitas a aumentar desenvolverem-se, e ao mesmo tempo ajudar a alimentar o planeta. Poderia estar a ver e a sentiiiir esses dois países a gozarem uma nova e excelente relação, e esse abrir de válvula por si só poderia melhorar o seu casamento, e ao mesmo tempo ajudar a criar novas relações internacionais. Mas é claro que está na moda falar de tudo o que está mal em vez do que está bem, por isso nós somos mais facilmente arrastados pelas vibrações negativas do que pelas positivas, deixando-nos levar involuntariamente pelas conversas do “é horrível” ou iniciando-as nós mesmos pelo hábito de não ter mais nada melhor para dizer. Essas vibrações, aliadas a inúmeras outras de toda a humanidade, acabam por se revelar em devastações e caos à escala mundial. Sim, é a fusão das vibrações de todos os pequenos “é horrível” que causa as guerras, e os motins, e o terrorismo, e a anarquia. Essas vibrações partiram de si e partiram de mim. Nós não podemos nos colocar acima das responsabilidades pelo o que acontece no mundo hoje em dia, pois o planeta espelha as vibrações predominantes em que está imerso. Não podemos dizer que as coisas horríveis são apenas resultados do mal, ou dos erros, nem sequer da ignorância de outras pessoas. O que acontece no nosso planeta e aos seus povos foi causado por uma só coisa: as vibrações dos nossos pensamentos e sentimentos. As de todos nós! Não apenas as de Hitler ou as de Custer* , ou as dos Husseines, ou a dos grã-cãs (tudo aberrações criadas pela energia das massas). Pelas vibrações de todos nós! *Custer: (1839-1876) – general de cavalaria do exercito norte-americano, responsável por massacres da população índia.) Por isso, em vez de dizermos que “é horrível”, quando finalmente começarmos a dizer a nós mesmos “Nada é mais importante do que sentir-me bem”, podemos começar a quebrar esses destrutivos padrões negativos de discurso. Depois, por Deus, nós começaremos verdadeiramente a ter uma influencia positiva em nosso mundo. Peguemos nas florestas tropicais, por exemplo. Em vez de concordar com toda a gente sobre como é terrível a sua destruição, e fluir mais animosidade em direção a quem abate as árvores, o que só provoca mais abates de árvores, ame a beleza das florestas que ainda

existem. Flua o seu apreço pela vida que elas continuam a sustentar, pelo oxigênio com que ainda contribuem para o planeta, e mantenha-se afastado da energia dos “é horrível”, que consumirá a reserva de oxigênio mais depressa do que milhares de cortadoras de árvores jamais conseguiram fazer. Mesmo que apenas alguns de nós façam isso, o corte de árvores em breve cessará! Em seguida surge a nossa falta crescente de recursos energéticos com que toda a gente está preocupada, e as nossas escassas reservas de água, e de madeira, e de ar puro, e sabe Deus o que mais. É óbvio que nos preocupam, pois nós abordamos estas coisas da mesma forma que abordamos a questão do dinheiro. “Diabos, está a acabar”. “Diabos, já não há que chegue”. “Diabos, como vamos arranjar mais, agora que acabou?”. Adivinhe então, quem está a criar mais escassez!? Somos nós! É exatamente essa preocupação que todos temos por não haver que chegue, que está a diminuir os nossos recursos. Todos, sem exceção, somos responsáveis pelo surgimento desta escassez, quando na realidade não há falta de nada: empregos, florestas, água, ouro ou parceiros.Essa falta não existe, pois o Universo não atua pelo principio da falta; a falta é um fenômeno estritamente criado pelo homem. Quando começamos a fluir apreço em direção ao que existe e a sentir a enorme abundancia deste planeta perfeitamente equilibrado, em vez de concentrarmos a nossa atenção na diminuição dos seus recursos, ou na ganância dos responsáveis pela destruição, a abundancia de tudo estará de volta criando este jardim celestial que estamos aqui para experimentar. Se são as pessoas que o preocupam, abra a sua válvula ao maior amor que conseguir convocar, e flutua-o para esses seres com que está preocupado. Veja-os no seu estado de perfeição, em vez de os ver na falta. Veja-os felizes e satisfeitos, não mais a sofrer por causa de guerras, ou doenças ou fome. Isto fará mais – mais depressa - por aqueles que necessitam do que todos os aviões carregados de ajuda que nunca parece chegar ao destino, pois ajudará essas pessoas a sair do modo de vitimas (se esse for o seu objetivo futuro) e a dar os primeiros passos para atraírem o bem-estar. Oferecer-lhes-á tintas e pincéis. Assim que esse convite pelas vibrações seja oferecido, se uma mudança for sinceramente desejada por toa a gente envolvida, ela acontecerá. Derrubar-se-ão então muros, países farão as pazes, os gangs extinguir-se-ão, os terroristas evaporar-se-ão, e os terrenos inférteis produzirão alimentos para todos. Se a sua preocupação são os males do planeta, veja-o na sua beleza e não na doença. Ele está imerso há tantos eons em energia negativa, que esta não é certamente a altura para agravar os seus problemas falando sobre todas as coisas terríveis que lhe estamos a fazer. Fale do que está bem na Terra, e não do que está mal. Abandone a energia do “é horrível”. Dessa forma, os golfinhos multiplicar-se-ão, as florestas crescerão, a camada de ozônio reparar-se-á, a água tornar-se-á pura, os oceanos curar-se-ão. Veja o mundo e todos os que nele habitam em abundancia e bem-estar, e ajuda-lo-á a chegar a esse estado. Veja-o em paz, e ajudará a tornar isso realidade. A única coisa que impede os nossos desejos para o mundo de florescer é a fenomenal força em massa das vibrações negativas contínuas que nos mantém a todos afastados da força de Vida primordial do Bem-estar. Essa força de energia é de tal forma perfeita, de tal forma absoluta, que se apenas alguns de nós mantivermos essa visão, apoiada pela a alegria vibrátil de ser uma realidade, essa força positiva suprema sobrepor-se-á às vibrações deprimidas de milhares de milhões de pessoas, e este planeta dará uma reviravolta... muito depressa! Está Em Toda a Parte: É o Que Você É!

Na verdade, a maioria das pessoas vive em condições relativamente boas. Basta que olhe para os seus colegas de trabalho, para os seus vizinhos, para os seus amigos da escola, para os sócios do seu clube. A maioria não foi recentemente assaltada na rua. A maioria tem casas e empregos aceitáveis.A maioria é suficientemente saudável, e se olhar com atenção, é provável que descubra mesmo que alguns que se podem considerar moderadamente felizes. É assim em todos os paises do mundo. Existe uma profusão de estatísticas que nos dizem o contrario, números temerosos catastróficos que nos são fornecidos diariamente pelas mídias para nos manter nervosamente com a atenção posta – e sintonizada – em tudo o que há de horrível no mundo. “X por cento das economias mundiais estão em colapso”. “X por cento da população mundial já foi contaminada sabe Deus pq doença, e está a aumentar X por cento ao mês. “X por cento de adolescentes fazem abortos e cometem suicídio.” “X por cento de crianças levam armas para a escola”. “X por cento de homens com olhos violeta vão perder o bronzeado antes do casamento”. “Que horror! Que medonho!” Esqueça as malditas estatísticas! Elas não passam do resultado de um punhado de gente a fluir energia receosa para o que vê e ouve. Se não quer fazer parte das estatísticas, esqueçaas!!! Enquanto estiver rodeado da sua energia de Bem-estar, nenhuma economia, nenhum vírus, nenhuma arma,, nenhum dilúvio, nenhum desastre de avião o vai atingir. Isso só acontecerá se você enviar um convite através das vibrações. Não há como contornar a questão; neste mundo, o poder está irrefutavelmente do lado do bem-estar porque é o estado natural, onipotente de Tudo o Que Existe,, incluindo você e eu! Por mais terrível que pareça, o sofrimento que vemos e de ouvimos falar é uma parte infinitesimal do todo que é o bem-estar, não passa de um resultado magnético de alguém ou de um conjunto de pessoas rejeitando pelas vibrações o bem que podia ser seu, se ao menos soubessem como sintonizar o bem-estar. A mensagem é clara: se por alguma razão fecharmos a nossa válvula, ela fica fechada a todo o resto. Se fecharmos esta nossa válvula de bem-estar por alguma razão, seja a morte de crianças ou as espécies em extinção, estamos fechando a porta para a consumação do bemestar em todos os aspectos da nossa vida. O mesmo acontece se a fechar porque está cansado de esperar numa fila. Se a fechar porque lhe trouxeram a pizza errada. Se a fechar porque seus parentes perderam a vida no Holocausto. Não faz diferença! Fechar a válvula é fechar a válvula, é fecharmos automaticamente a porta a tudo o que possui a energia mais elevada, da abundancia, à saúde, à felicidade extrema. Diga lá sinceramente, será que um aborrecimento estúpido ou um ressentimento antigo qualquer vale realmente uma privação de tamanhas proporções?. A meio de um divorcio, ou da perda de alguém amado, ou de alguma tragédia que lhe tenha ocorrido a si e aos outros, é natural que se sinta mal. Mas tome a decisão de se sentir mal apenas por um tempo breve. Depois diga a si próprio, chega. É altura de se inundar a si e a todos os outros envolvidos em amor e apreço. É altura de encontrar coisas que o façam sentir-se feliz, e de seguir em frente. No momento em que tomar a decisão de mudar a sua energia, quer se trate de tristeza por

um divorcio, ou de indignação com a poluição dos lagos, todo o Universo coalesce nesse preciso instante derramando uma cascata de bem-estar por cada fenda da sua existência física. Verte-o todo sobre si, e à sua volta, e através de si. A única coisa que tem de fazer é dizer SSSIIIMMM!!! A tudo, e à Vida, e acordar para o bom que é sentirmo-nos bem. Então você fica a saber das profundezas do seu ser que está mesmo tudo bem. Independentemente do que se lhe afigure, independentemente do que as mídias possam dizer em contrario, você neste planeta precioso, e a maioria dos que nele se encontram, terão sempre razão. Trinta Dias para a Libertação Sempre que me deparo com uma cura milagrosa em trinta dias num livro que esteja a ler, ponho-o logo de lado. Eu não sou uma defensora de programas de trinta dias. Na realidade, detesto-os, razão por que obviamente, concebi um para mim mesma poucos dias depois de me ter iniciado nas leis da criação intencional. Dito isto, tenho de admitir com embaraço que, embora esses trinta dias incríveis tenham produzido uma reviravolta na minha vida dando-me provas de que a mudança era possível, os primeiros dez dias foram um pesadelo. Na realidade, ultrapassar esses primeiros dias foi a coisa mais difícil do que deixar de beber, deixar de fumar, ou pôr fim a uma relação (o que, na verdade, eu fazia com relativa facilidade). Mas está claro que os resultados foram surpreendentes, de contrário eu não teria prosseguido. Nunca me tinha passado pela cabeça que era possível viver sem um certo grau de preocupação, para nem falar do stress profundo ou do pânico absoluto.E contudo, era precisamente isso que estava a acontecer.Eu estava a aprender a viver sem preocupações. Era incrível. Parecia-me ter encontrado uma forma de viver num estado completamente contrário ao que eu acreditava ser normal. E se agora vivo os quatro passos da criação intencional quase todos os dias, duvido que, sem esse programa inicial de trinta dias que concebi para mim própria, eu tivesse conseguido continuar. Estava demasiado viciada nas emoções negativas, demasiado habituado a essa vida para a abandonar num piscar de olhos. Não teria sabido por onde começar ou como proceder, por mais que considerasse estes ensinamentos fabulosos. Esses primeiros trinta dias deram-me um avanço tão grande na aprendizagem de como controlar o meu fluir de energia, que praticamente expulsei da minha vida todos os grandes medos – conhecidos e desconhecidos – quer jamais tivera. É claro que ainda me sinto um tanto receosa ao conduzir em estradas geladas, por isso só faço quando tenho a certeza de que me estou a sentir bem. Continuo a ter dificuldades em levantar a voz em minha vida em situações íntimas, por isso apenas o faço quando sei que a minha válvula está aberta. Nessas alturas é muito fácil. Por vezes tranco as portas se isso me fizer sentir melhor em dias maus, mas o verdadeiro medo de ser assaltada pura e simplesmente não existe. E quanto ao dinheiro? Tem entrado em cascata sem dificuldade, e isso já acontece a algum tempo, mas eu descobri bem cedo durante o meu programa que ganharia dinheiro ou que ele se manteria à distancia em proporção direta com o meu fluir de energia. Se não houvesse dinheiro a entrar eu sabia que a minha válvula estava fechada pelas preocupações e pelo medo. Quando o dinheiro era mais abundante, eu sabia que a minha válvula se tinha aberto um tanto. Quando não entrava dinheiro, eu tinha de fazer muito mais aquilo a que chamo “dar um salto”, uma mudança rápida de energia negativa para a energia positiva. E já não invisto como o Justiceiro Solitário contra condições indesejáveis para as solucionar, solucionar, solucionar. E a verdade é que os burros velhos podem muito aprender novas

línguas. ( ) Seja velho, novo, ou esteja algures a meio caminho, não há uma só razão à face da terra, não há uma única desculpa em todo o Universo para que você não possa também fazer isto, se o pretender. Uma vida livre, para além da capacidade para descrevê-lo, espera por si, liberdade essa de tal forma extraordinária que pode apenas ser conhecida pela alegria de a viver. Aquilo de que estou a falar, é de uma total liberdade pessoal: liberdade em relação ao tédio e à monotonia, à necessidade de provar ou justificar, à necessidade de necessitar, de ansiar, e de cumprir todas as Obrigações da vida que nós tão resolutamente colocamos sobre as costas. Estou a falar da liberdade para existir como desejarmos, da liberdade para conquistar, para ser extravagante, para prosperar, e até atingir a excelência se for esse o seu desejo. Estou a falar de realizar a sua própria utopia, não no próximo ano, nem na próxima década, mas sim agora. Foi até aí que esses primeiros trinta dias me levaram. Não, não aconteceu imediatamente; isto é algo que continua a decorrer, e continuará enquanto eu habitar este corpo. Alguns dias são melhores que os outros, mas todos os dias contém mais alegria duradoura do que jamais eu julguei possível, pois eu possuo as chaves. Usá-las ou não é uma escolha minha, mas uma coisa é certa, eu já não tenho desculpas em que me refugiar. Porém, tenha em atenção breve advertência. Se decidir realmente embarcar com todo o embalo nesta reviravolta de trinta dias, pode ter pela frente uma enorme batalha contra os seus medos. Os velhos hábitos custam a mudar, e os seus medos não vão gostar que você esteja a pensar libertar-se deles. Para ser franca, você também não. E no entanto tudo isto envolve apenas hábitos. Nada mais, apenas velhos e cômodos hábitos. A Nossa necessidade de Necessitar Este nosso hábito férreo de pensar negativamente faz de tal forma parte do que consideramos “normal” que sem ele a maioria de nós não saberia quem é. Perderíamos a nossa base, já que viver nessa vibração é o mesmo que estar viciado em drogas; uma vez apanhado o vicio, a vida não pode continuar sem uma dose. Recentemente, quando falava sobre a Lei da Atração e a criação intencional num encontro bastante concorrido dos Doze Passos (* programa de recuperação dos grupos Anônimos), com pessoas em recuperação, descobri uma dicotomia fascinante. Por um lado, havia uma grande vontade de aceitar os princípios, até mesmo uma ponta de excitação. Contudo, por outro lado, havia um medo evidente de abrir mão da necessidade de necessitar. Uma rapariga disse o seguinte: - Acho muito estimulante o que está a dizer, mas esqueceu-se de uma coisa: eu preciso continuar a vir a estes encontros para o meu próprio crescimento. Necessito dessas pessoas, caso contrário volto a afundar-me. Eu não tinha a válvula aberta quando aqui vim há seis anos, e foram estas pessoas que me ajudaram a abri-la. Se sair agora.... bem, teria medo de fazer isso. Teria medo de ficar tão sozinha. Ela não tinha a válvula aberta. A dependência do medo que esta moça sentia, há muito se havia transformado numa necessidade. ; o medo tornara-se a sua dose. Ela sentia o chão ceder sob os seus pés porque alguém se atrevera a sugerir que ela se podia libertar dos medos para sempre, bastando-lhe encontrar formas de se sentir bem. Bastava abordar o assunto para que ficasse verdadeiramente aterrorizada. O medo era a sua identidade, a sua capa protetora, e não estava só; a mesma reação surgiu de muitos outros. “Dê-me as chaves

para a felicidade, mas não se atreva a levar as minhas inseguranças pois sentir-me-ei nu e vulnerável”. A nossa constante necessidade de necessitar. Segue-se-lhe o infeliz conceito que tantos nós acalentamos; julgar que, antes de qualquer recuperação sólida de uma dependência ou distúrbio emocional possa ter lugar, temos de desenterrar a tralha dolorosa que cremos ter sido despejada sobre nós no passado. Um outro sujeito disse o seguinte nesse mesmo encontro: -Não compreendo como alguém se possa sentir bem sem regurgitar (estas foram as suas palavras exatas!) todas as coisas horríveis que teve de suportar enquanto crescia. – O hábito de pensar negativamente transformou-se numa necessidade. A necessidade de dor emocional para nos sentirmos viços, ou mesmo de uma leve inquietação, á a maior dependência jamais sentida pela Humanidade. É certo que provavelmente nós nunca deixaremos de ter reações negativas, pois o contraste é indissociável do nosso estado físico. Mas não há dúvida de que nós poderemos admitir o contraste, as coisas de que gostamos e não gostamos, sem ter de sentir e fluir tanto negativismo. Três Meses Frenéticos Mas eu não tinha ainda aprendido nada disto e, como tal, quando as taxas de juro subiram e a minha lucrativa imobiliária quase desapareceu, fui aos arames. Os empréstimos sumiramse de um dia para o outro, e de um dia para o outro eu passei de um estado positivo a um negativo, culpando a situação – a porcaria do mercado – pela minha disposição e estado de espírito. Passei do “Uia, que maravilha!”, ao “Deus do céu, o que é que eu faço agora?!” Completamente concentrada no mercado em queda e na minha conta bancaria em declínio acelerado, fixei ansiosamente o olhar para o anuncio publicitário que estava quase pronto a ir ao ar. Aquilo iria certamente por em ordem as minhas finanças. Certamente me iria salvar. Certamente iriam surgir encomendas suficientes do meu programa extraordinário para assegurar que o empreendimento – e eu – seria bem sucedido. Tal como acontecera durante a maior parte da minha vida, a minha dependência pelos problemas tornou-se mais uma vez a minha capa protetora. A única maneira de me sentir segura era envolvendo-me nas vibrações familiares de negativismo. Tentei por em marcha o pulsar que aprendera a controlar, mas estava demasiado agitada, e depressa desisti. Nem uma só vez escrevi um argumento novo; não sabia que podia. Limitei-me a perder horas de sono, a beber demasiado café, a gritar com os cães, e a ficar cada vez mais aterrorizada com as enormes quantias de dinheiro que gastara, bem como com as consideráveis somas que não estavam a entrar em caixa. Depois vieram os “e se”. E se o anuncio publicitário não funcionasse? E se depois de ter gasto o equivalente aos rendimentos de cinco anos não recebesse encomendas suficientes para continuar? Como haveria de voltar a ter dinheiro? Como conseguiria... que poderia fazer... e se... e se... e se...? Mais uma vez eu estava a criar um vórtice de carga poderosa, extremamente magnético e negativo, que se estava a tornar maior a cada segundo com cada pensamento receoso que eu projetava. Continuei a tentar acreditar que as coisas não me teriam corrido tão bem no ano anterior quando ganhei uma data de dinheiro enquanto produzia o programa e o anuncio, se este não “estivesse destinado” a ser um sucesso. Ah! O anúncio publicitário de meia hora foi para o ar durante um fim-de-semana prolongado, em vinte mercados diferentes. Não preciso contar o que aconteceu. Nem um só Querer em todo o Universo teria conseguido abrir caminho por entre as densas vibrações dos meus Não Quero, que suplicavam: “Não quero que isto falhe, por favor, não quero que isto falhe!” A

minha válvula estava cerrada, a porta para a loja de brinquedos estava fechada a sete chaves, e a minha resistência a tudo o que remotamente se assemelhasse ao bem-estar era maior que a Via Láctea. A dimensão do desastre fez-me mergulhar mais fundo que nunca no medo. Durante três meses frenéticos eu corri de um lado para o outro como uma galinha com a cabeça cortada, em modo, “Ei Ei Silver”, com a válvula completamente fechada, tentando desesperadamente gerar algum rendimento enquanto me mentinha permanentemente concentrada numa procissão de coisas que não desejava. Nem uma só vez eu abri mão de culpar constantemente – e de ficar ansiosa com – as condições. Com todas elas! O mercado, a minha ausência de poupanças, a falta de rendimentos, o desastre televisivo, as contas da produção ainda por pagar. Eu não estava a gostar daquilo que via. Escusado será dizer que quanto mais coisas via, mais obtinha! Por fim, a resposta aos meus gritos de socorro ansiosos, o Universo deve ter tido pena de mim e ofereceu-me alguma ajuda, numa espécie de “pegar ou largar”. Não foi nenhuma pipa de dinheiro (não foi dinheiro nenhum), não foram idéias novas, nem sequer pessoas que me ajudassem – apenas alguns conselhos. Os princípios da Lei da Atração vieram-me parar às mãos sem qualquer cerimônias. Introdução ao Início. Por mais entusiasmada que eu estivesse com estes novos ensinamentos, abraçar jovialmente os quatro passos da Lei da Atração ter-me-ia sido absolutamente impossível no inicio. Eu estava atolada demasiado fundo no medo. Com dezoito horas diárias de ansiedade crescente, eu estava de tal forma imersa em pensamentos negativos, sentimentos negativos e vibrações negativas que, sem um qualquer programa inicial, tenho a certeza que desistiria mesmo antes de começar. Como tal disse a mim mesma: “Muito bem, isto não deve ser assim difícil; basta que encontre forma de parar de pensar nestas coisas durante trinta dias, e depois posso começar com o resto dos quatro passos.” Que sonhadora! Era uma tarefa gigantesca. Mas, com a determinação resultante de me encontrar de novo no fundo e de não ter mais a que recorrer, mergulhei de cabeça e recuseime a desistir. Se, na realidade, você deseja embarcar na magnífica viagem que o levará de volta a tornar-se um criador intencional, que é a razão de estar neste mundo, aconselho-o vivamente a também mergulhar nestes trinta dias, antes de experimentar o resto. Se não desistir, esses trinta dias servirão para identificar a profundidade dos seus hábitos negativos, fornecendolhes um ponto de referencia a partir do qual pode levantar vôo. Pelo menos foi isso que aconteceu comigo. Tive de perceber em que ponto estava antes de poder traçar uma rota. E, valha-me Deus, não há duvida que descobri o estado em que estava! Foi então este o meu começo, o meu empenhado – mas completamente ingênuo – inicio da libertação dos grilhões vibráteis a que me encontrava tão inconscientemente presa há décadas. É este o programa de trinta dias que concebi no próprio dia em que pus as mãos no material sobre a Lei da Atração. Vou contar-lhes, diretamente do meu diário, a forma que funcionou comigo e aquilo de que pode ficar à espera durante o percurso. O meu programa introdutório é composto de apenas dois passos:

1) Afaste a sua concentração de todas as coisas relevantes que, no momento lhe estejam a causar medo (preocupação, inquietação, ansiedade, stress, etc.), E MANTENHA-SE AFASTADA! Repare que eu não lhe disse para afastar a atenção de tudo o que é negativo, apenas dos assuntos correntes, prementes, pois esses são mais fáceis de identificar e sentir! Tratam-se invariavelmente, daquelas coisas de maior dimensão que o sufocam e você Não Quer, que lhe causam preocupação. Se pensar na sua conta bancaria a zero o faz sentir-se tenso, pare de pensar nisso imediatamente e passe já ao Número Dois (ver pagina seguinte). Se pensar no seu divorcio iminente lhe provoca aquele aperto no estômago, então pare de pensar nisso imediatamente e passe à frente (ver pagina seguinte) tão depressa quanto puder. Se pensar no seu exame de motorista que se lhe aproxima lhe provoca náuseas, então pare de pensar nisso imediatamente e passe à frente tão depressa quanto puder. Pessoalmente, durante os trinta dias, eu não me dediquei a falar comigo mesma ou a escrever novos argumentos; isso seria demasiado complicado nessa fase inicial. Contudo, se se quiser tranqüilizar em voz alta ou escrever um novo argumento, vá em frente. Mas não se esqueça que durante estes primeiros trinta dias é de importância vital ter um assunto imediatamente disponível para o qual possa dar um salto e mudar rapidamente de vibrações. Essa foi a única forma que eu encontrei de começar a quebrar a minha dependência traiçoeira pelas coisas “negativas”. 2) Arranje um tópico para cada dia, que lhe permita mudar num salto, encontrando um aspecto seu que possa apreciar. Um tópico de mudança é o que tiver estabelecido para um determinado dia. Encontra-se à sua disposição prévia para que possa dar um salto assim que se aperceba que está ansioso, ou um pouco embaixo, ou mesmo apenas levemente indisposto. É um assunto que você escolheu para ter à mão, e dessa forma não necessitar de procurar freneticamente algo em que pensar que o faça abrir a válvula. Não julgue que encontrar alguma coisa em si próprio para apreciar é tarefa fácil. Acredite, é duro. Independentemente da posição que alcançou na vida, a maioria de nós tem uma aversão tão grande em reconhecer o talento ou os atributos próprios que a simples idéia de ter que desencantar algo de novo todos os dias, durante trinta dias, pode ser verdadeiramente penosa. Felizmente, é essa aversão que torna o exercício tão valioso, pois o processo de descobrir um novo tópico todos os dias, a par do esforço considerável que é necessário para nos concentrarmos nele, envolve de tal modo a nossa atenção enquanto pensamos nele, que acabamos por nos esquecer das preocupações exteriores. Então, o que há para apreciar? Bem, que tal o seu cabelo, ou as unhas limpas, ou a sua voz melodiosa, ou o seu jeito para contas, ou o seu amor pelos pássaros, ou o seu belo corpo, ou a sua capacidade de liderança, ou o seu talento para representar, ou as suas mãos fortes, ou a habilidade com os seus filhos, ou a sua competência como esquiador, ou a sua posição na empresa, ou o seu jeito para as vendas?. Se julga que não é capaz de encontrar trinta coisas que possa apreciar em si mesmo, procureas ainda assim. Depois, quando alguma preocupação costumeira se começar a insinuar no seu dia-a-dia, e você der por si naquele estado hipnótico de concentração aparentemente inquebrável no que quer que seja que o está a afligir, você tem algo na manga para imediatamente lhe sobrepor. Você dá INSTANTANEAMENTE um salto para o tópico do dia.

Tenha em atenção o seguinte: não abandone o tópico de apreço que escolheu para um determinado dia, por mais absurdo que isso lhe pareça. Por outras palavras não alterne constantemente de tópico de auto-apreço diário apenas porque isso o faz sentir-se ridículo ou porque preferiria outra coisa. Com a ajuda sempre presente da sua Orientação, você escolheu-o por alguma razão e, como tal, esse assunto é seu durante vinte e quatro horas. Não o abandone! Em seguida pense no seu tópico de auto-apreço quando não está a sentir medo. Pense nele sempre que o lembrar de fazer. Esse tipo de concentração de vibração alta contribuirá mais para quebrar – e depressa – a sua vibração de preocupação habitual do que você pode imaginar. Os Primeiros Dez Dias O meu programa reduzia-se a isto: 1) Manter a minha atenção longe de tudo o que me causasse preocupação (o que em grande parte dizia respeito às finanças) e 2) Em vez disso, por instantaneamente em marcha – mudar para – o que quer que fosse que estava destinada a apreciar nesse dia. Contudo, durante os primeiros três dia eu não tinha desenvolvido o processo de mudar com um “salto”, e esses dias foram extremamente duros. Eu ficava confundida pela profundidade e pela duração dos meus períodos de atenção negativa. Dava por mim a deslizar para a preocupação num piscar de olhos. Estava constantemente nervosa. Não havia dinheiro a entrar e uma data de dinheiro voava para longe. Os anúncios publicitários não estavam a dar resultado, e o novo vendedor a que eu tinha lançado mão em pânico e que estava mais dominado pela falta que eu, também não. Eu tentava perceber o que queria, mas tudo me surgia sob a forma de coisas que Não Queria, por isso desisti dessa rotina até aprender mais sobre o que estava a fazer. Parecia que aquele sempre presente sussurrar de preocupações nunca ia embora, mesmo quando eu estava a sorrir para alguém ou a falar ao telefone animadamente. Eu desligava o telefone e imediatamente me perguntava de onde viria o próximo empréstimo, depois apercebia-me do que estava a fazer e tentava desesperadamente achar outra coisa – qualquer coisa – em que pensar. Uma vez que isso não resultava, eu estava mesmo em maus lençóis. As horas custavam a passar durante esses primeiros três dias. Eu estava desolada pela quantidade de vezes em que me concentrava na falta, um habito que me custava compreender uma vez que há apenas alguns meses chovia como as Cataratas do Niagara. Mas agora eu possuía a chave e, desse por onde desse, eu ia perceber como usa-la. Ao terceiro dia comecei a dar conta que, provavelmente, em 97% de cada dia eu me entregava à inquietação, à preocupação, à ansiedade, ao medo. A consciência disso deprimiu-me profundamente, depois pôs-me furiosa, o que certamente não ajudava nada. Eu não fazia idéia de que me preocupava tão rotineiramente, tão inconscientemente. Falar comigo mesma era inútil, e escrever um novo argumento era impossível no meu estado de espírito. Foi então que soube que tinha que encontrar alguma coisa para a qual pudesse mudar prontamente, algo que fosse fácil de concentrar a atenção mas que possuísse boas vibrações altas. Graças à minha Orientação, escolhi o auto-apreço, pensando que isso seria relativamente fácil. Isso é que era bom! Não só foi muito mais difícil do que eu esperava, como descobri que o mais penoso era manter-me nesse estado assim que o atingia, o que apenas fez com que eu ficasse mais determinada em continuar.

Seja como for, o auto-apreço foi aquilo que eu escolhi, e descobri instantaneamente que mudar do negativo para o positivo era muito mais fácil de fazer. Agora eu tinha alguma coisa de concreto para a qual podia mudar, embora me estivesse a ser difícil sentiiiiir o apreço, e não apenas pensar nele... sentiiii-lo com uma intensidade suficiente para por em marcha o pulsar, ainda que o tópico do dia não passasse de minhas pernas depiladas Por vezes tinha de sair, tinha de ir para longe do ambiente do escritório, e parar sob uma árvore até conseguir pôr em marcha um sorriso exterior e chegar àquele Suave Sorriso Interior com que por fim conseguia cobrir de sentimento o assunto de apreço desse dia. Ao quinto dia percebi que as coisas estavam começando a mudar. Alguma coisa estava resultando – lentamente, é certo, mas estava a resultar. Embora eu ainda só conseguisse chegar a um lugar de bem-estar durante um quarto do dia, o resto do dia corria de forma relativamente equilibrada sem a constante concentração sombria na falta. Durante esses primeiros dez dias eu não pensava que iria ser capaz. Quanto mais vezes tinha de mudar rapidamente de pensamento, mais deprimida ficava com o fato de aquela pessoa vibrante (eu) que toda a gente sempre vira como alguém positivo, bem disposto, feliz, não passava de um vulgar poço de preocupações, exatamente o tipo de pessoa que eu costumava dizer aos outros para deixarem de ser! À medida que os dias passavam, eu começava a duvidar de que alguma vez fosse realmente capaz de chegar ao fim das dezesseis ou dezoito horas sem algum grau de ansiedade. Por vezes ficava tão desanimada que gritava com o Universo, desatava a chorar, e saía amuada, de mãos enfiadas nos bolsos, para um passeio cheia de pena de mim mesma. Na verdade, muitas vezes durante esses primeiros dias, a possibilidade de aprender a viver sem as vibrações familiares e até reconfortantes da preocupação, que tinham sido um verdadeiro aliado durante a maior parte da sua vida, parecia estar para lá do meu alcance. O que me estava a fazer sentir ainda mais angustiada era a consciência perturbadora de que tinha tanto medo dentro de mim. Bom, eu tinha conseguido superar outras dependências, e que diabo, haveria de conseguir superar esta, por mais que custasse. Ao sexto dia (não, eu não vou me deter em todos os trinta dias), sem razão aparente, mergulhei numa depressão e choro profundos e descontrolados. Sentia-me frustrada e zangada mas não fazia idéia porquê. (Descobri muito mais tarde que era devido a uma mudança química no meu corpo.) Por fim, saí de casa e sentei-me sob uma das minhas árvores preferidas durante algum tempo para me ajudar a acalmar, de forma a poder dar um salto para o tópico de apreço do dia. Levou cerca de vinte minutos até eu me conseguir ligar, mas consegui, e para minha alegria não tive mais sentimentos aborrecidos durante o resto do dia. Hoje, quando me sinto assim abalada nas minhas emoções, pergunto instantaneamente a mim mesma qual é o “Não Quero” em que estou a concentrar ou o que me está a aborrecer, e normalmente descubro depressa a resposta de forma a poder analisa-lo, silencia-lo, e deixalo partir. Mas aquela altura, quando ainda estava a dar o pontapé de saída, eu limitava-me a tentar mudar o sentimento. À medida que os primeiros dez dias foram passando, eu fui ganhando consciência de que estavam a ocorrer enormes mudanças. Aquelas sensações de maus presságios vindas de nenhum lado que me assolavam sem razão aparente ao longo do dia tinham se reduzido a uma ou duas, em vez de surgirem às dúzias. A preponderância esmagadora de vibrações negativas tinha cessado, e ao aperceber-me disso eu senti-me como se estivesse acabado de escalar o Everest sem roupa. Senti-me eufórica!

Também durante esses primeiros dez dias tomei consciência da dificuldade que tinha em permitir-me fantasiar, querer, desejar. É claro que eu suspirava pelas coisas do costume, tais como dinheiro, mais tempo para desenvolver o meu trabalho, etc., mas raramente me permitia entregar-me aos meus sonhos mais profundos. Se uma fantasia me cruzasse a mente, tal como o meu eterno desejo de possuir uma segunda casa isolada junto a um belo lago de montanha, limitava-me a suspirar e a guarda-la fundo dentro de mim, permanecendo um sonho proibido. Decidi matar essa estupidez pela raiz, e ao oitavo dia saí para cortar alguma lenha, uma paixão pessoal. Comecei por resmungar comigo própria em voz alta (sem papas na língua), que se danasse tudo aquilo, estava na altura de trazer esse velho desejo escondido – e todos mais que encontrasse – para fora do armário, de o transformar num Querer de cara à mostra, e de me permitir sentir a excitação dele, independentemente de tudo o resto. E foi o que eu fiz. E foi o que eu fiz. Durante uma hora magnífica, depois de pôr em marcha o meu pulsar e de entrar no Bem-estar, cortei a lenha e falei com os cães e comigo sobre a minha cabana no bosque junto ao lago. Descrevi os cheiros, as árvores, a doca, a decoração da cabana, o cintilar da água ao pôr do Sol. Aquela hora voou em segundos. Eu tinha derrubado uma barreira até então absolutamente inexpugnável, a barreira de dar a mim própria. Tinha permitido a mim mesma a alegria de me banhar numa fantasia e de a transformar num Querer. Tinha transposto mais uma etapa, e sabia-o. E não há dúvida de que nessa semana teve inicio a sincronicidade. Vi o “meu lago” na televisão no dia seguinte. Descobri-o num calendário. Vi-o num anuncio de revista como se o Universo estivesse a dizer: “Nós ouvimos-te, miúda, continua assim e ele será teu!” (Na altura em que escrevo, isso é praticamente verdade!) Mais uma vez fiquei eufórica. Ao nono dia era de novo a altura de pagar as contas, e eu estava pouco à vontade. Como iria me sentir? Conseguiria manter-me longe do medo e da falta? Conseguiria mudar a minha concentração? Ferreamente determinada a estar atenta aos meus sentimentos, dirigi-me à secretária. Graças a Deus que o processo daquele mês era mais fácil que de costume, embora eu tenha tido dificuldade em mudar – e em manter – uma concentração de apreço. Como tal, comecei a cantar. Porque não? Qualquer coisa era boa para quebrar o velho hábito de temer o dia dez de cada mês. E resultou razoavelmente bem, embora eu tenha acabado por ir até ao meu jardim preferido para gozar a paz do fim de tarde e pôr o pulsar em marcha. Não tive mais sentimentos negativos durante o resto da tarde e da noite. No meu diário, esta ultima frase está sublinhada!. Eu sabia que tinha entrado no ritmo. As idéias começaram a despontar a todo o momento. Eu tentava deliberadamente forçar-me a entrar num sentimento negativo e descobri que não conseguia! Mas quando algum se insinuava, eu sorria com os dentes todos, dava uma palmadinha nas minhas próprias costas por ter reconhecido o sentimento, e engrenava uma nova vibração. Por fim chegou o dia, esse dia muito esperado em que eu soube que estava completamente descontraída em relação aos meus rendimentos (embora eles fossem ainda inexistentes), ao ponto de estar verdadeiramente livre de preocupações. Meu Deus, que sentimento maravilhoso! Dado os muitos anos de hábito, descobri que ainda me escapavam todo o tipo de afirmações negativas, tais como: “Não, peço-te desculpa por não poder ir contigo mas estou mal de finanças e não vejo entrar nenhum dinheiro em caixa.” É claro que ficava de mal humor assim que uma dessas coisas me saía da boca, mas não levava muito tempo a descobrir o que

provocara o sentimento (sempre um Não Querer), e a mudar para longe dele. À medida que cada dia difícil ia passando, eu observava uma existência de pensamentos e emoções negativos inconscientes dissolver-se. Estava a libertar-me de uma dependência tão cavada, tão profunda, que nem sequer souberas que padecia dela. Não havia discussão possível; mudar a minha concentração e os meus sentimentos não só era possível, como estava de fato a acontecer. Eu estava impaciente para ver chegar os lucros, algo muito pouco aconselhável! Dos Dez aos Trinta Os vinte dias seguintes passaram facilmente. Nos dias em que me sentia em alta e a pulsar, era bombardeada por idéias fantásticas para aumentar substancialmente os meus rendimentos. Mas nos dias maus, não me sentia apenas um pouco em baixo: era como se estivesse nas profundezas de uma ravina com uma estranha e nova melancolia extrema. Ninguém me tinha falado – nem a nenhum de nós que tentávamos controlar as energias – sobre esta ocorrência desagradável mas aparentemente comum que parece ter lugar quando começamos a atrair aos nossos corpos mais energia de freqüência alta. (Sabemos agora que estas oscilações são provocadas pela aclimatação do corpo aos períodos mais prolongados de vibrações altas, que por sua vez provocam uma mudança radical na composição química do corpo. Uma vez que as emoções – que são negativas e físicas, ao contrario dos sentimentos, que são positivos e etéreos – são induzidas quimicamente, as oscilações de disposição não passam de ajustamentos químicos a ter lugar. Algumas pessoas sentiram estas alterações de disposição bastante profundamente, outros apenas de forma moderada, mas todos tem algo a dizer sobre elas. Felizmente, isso passa. Na realidade, sentimo-las a perder intensidade ao fim de seis semanas e normalmente a desaparecer em três meses.) Esta turbulência surgia inesperadamente, socando-me o estômago quando eu menos esperava. Para ser franca, havia dias em que era tão mau que eu me limitava a dizer: “Que se dane” e nem sequer tentava arrancar longe dali. Porém passados um ou dois dias, a nuvem negra já tinha partido, e eu estava de volta ao meu programa com todo o gás. Mas independentemente da disposição com que estivesse no dia anterior, havia um ritual matinal que eu tinha criado, que adorava e nunca falhava. Tratava-se de começar todas as manhãs com uma longa conversa com o meu Eu Interior / Eu expandido. Ajoelhando-me em reverencia pela Vida que sou ( e para me manter presa a um lugar enquanto fazia aquilo ( ), eu delineava os meus Quereres para esse dia, semana e década, demorando-me apenas o tempo suficiente em cada Querer para permitir que a matiz de cada sentimento me atravessasse. Eram momentos pungentes, de reverencia e humor, e eu estimava-os como parte do programa que concebera. (Eu apercebo-me de um vazio e ausência de rumo sempre que ignoro esse ritual, o que por vezes faço demasiado frequentemente). Nos dias bons, eu conseguia sentir-me em cima num segundo, saltando com facilidade para o sentimento de apreço que tivesse escolhido para esse dia. Nos dias que não começavam logo bem, demorava mais algum tempo. Mas o que me excitava mais era que, fossem bons ou maus, tornava-se claro que o medo, fosse de que tipo fosse, ocupava cada vez mais um lugar de menor destaque. Nos dias maus, eu não me concentrava especificamente em nenhum Não Querer ou no stress, eram apenas dias de marasmo. O meu andar tinha uma energia nova, havia quase sempre um sorriso nos meus lábios, e um entusiasmo pela vida e portento de criação que eu já não sentia desde... desde nem sei quando. Embora no ano anterior eu tivesse aprendido sozinha a pulsar sem saber verdadeiramente o que estava a fazer, com a crise que se instalara

no mercado eu concentrara de tal forma a minha atenção nos condicionalismos exteriores que há muito esquecera o que isso era. Mas estava a ganhar novo embalo, como um mancebo excitado na primeira recruta. Eu compreendia agora que “pôr em marcha” significava em primeiro lugar desviar a atenção das coisas que Não Queria. Quer estivesse a fluir as coisas que realmente Queria ou o meu tópico de apreço para esse dia, ou apenas faze-lo pelo gozo que me proporcionava, eu sabia que estava finalmente a começar a parar o fluxo da atração por acidente. Por isso pulsava, amava (o que era ainda um dos meus sentimentos positivos preferidos), encantava-me com a vida, e sentia a energia da alegria intensa percorrer-me o corpo. Por essa altura eu já conseguia dar o salto para um determinado Querer ou para o tópico do dia, conforme desejasse. Se desse por mim a pensar de onde viria o próximo empréstimo, sentia imediatamente aquela nuvem piegas envolver-me, apercebia-me que estava concentrada na falta, e dançava rapidamente para longe dali. Era estupendo. E o meu novo jogo excitante, que consistia em estar atenta às estranhas sincronicidades que ocorrem quando um Querer é posto em marcha, era tão divertido que se estava quase a tornar uma obsessão.Eu decidia, num pulsar intenso, descobrir um restaurante novo com uma vista especial, comida excelente, e empregados encantadores, e passado um ou dois dias, recebia o telefonema inesperado de um amigo, sugerindo uma visita a um lugar exatamente assim!. Pus na minha lista de Quereres um tipo especial de camisa branca grossa de trabalho que aparentemente já não estava disponível nas lojas, e três semanas mais tarde tive um impulso para ir a uma loja de descontos muito fora de mão à procura de papel para fotocópias. Bingo! Lá estava a minha camisa pendurada num expositor, a única disponível na loja! Embora não coma carne muitas vezes, um dia apeteceu-me um hambúrguer suculento, tive outro impulso para ir a uma nova loja de ferragens, e descobri que abrira um talho novo na loja ao lado que tinha a carne picada mais deliciosa que jamais provei! Uma e outra vez, confirmações óbvias de que viver em freqüências mais altas estava mesmo a resultar. A minha proporção mensal, que fora de 30 / 30 (trinta dias em trinta dias de preocupações ou ansiedade), estava agora mais perto de ser 17/0/13 (dezessete dias em alta, zero dias de verdadeiro medo ou ansiedade, e treze naquele estranho marasmo, indubitavelmente uma melhoria colossal. Mas a minha avidez de colher as recompensas estava a fazer-me entrar em doca seca. Olhando para trás, percebo agora que estava à procura de resultados sob a forma de dinheiro ao fim apenas de duas semanas, uma coisa verdadeiramente estúpida de fazer, já que tudo o que isso conseguia era manter a minha atenção no que não estava lá. Por fim, chegou o trigésimo dia. Onde estava a minha conta bancária a abarrotar? Por que razão o meu telefone não tocava ininterruptamente com pedidos de empréstimos? Porque estava a demorar tanto tempo a implementar as novas idéias? Lá estava eu outra vez, a desapontar-me com o que ainda não tinha acontecido. O meu permanente “Onde está? Onde está?” era o velho foco de atenção negativa do costume, apenas com uma nova roupagem. Na realidade, havia dinheiro a começar a entrar, ainda que a conta-gotas. Eu observava fascinada, aquele estranho fluxo constante, um bocadinho aqui, um bocadinho ali, obviamente em proporção direta com o meu foco de atenção vibrátil. Pelo menos, com a minha válvula um pouco mais aberta que fechada, eu não estava a andar para trás! A minha conta corrente ia-se mantendo estável (sei lá porquê) ou crescia ligeiramente. Nunca mais diminuiu!

Foram necessários alguns meses para que eu fosse capaz de deixar as comportas abrirem de novo, mas acabaram por se abrir. Não de uma só vez, é claro, mas gradualmente. Um Querer após outro ia encontrando o caminho até a soleira da minha porta, alguns deles grandes, e uma serie de pequenos e divertidos Quereres. E, sem qualquer ajuda da minha parte para além do apreço profundo pelo incrível produto que eu conseguira produzir, Life Course 101 – o programa audiovisual que eu criara numa fase de alegria acidental, antes mesmo de conhecer a lei da Atração – começou a ter um enorme impacto em diferentes partes do mundo. Eu adoraria dizer-lhe que todos os meus velhos hábitos desapareceram em trinta dias, mas é claro que isso não aconteceu. Até mesmo hoje, com o dinheiro a entrar em grande abundancia, é necessária toda a minha concentração para me lembrar que tudo aquilo que alcancei não tem nada que ver com o esforço que ponho no trabalho, ou a inteligência, mas sim com a forma como estou a fluir energia. Como tal, continuo a escrever novos argumentos, a falar constantemente comigo mesma, e a dar saltos rápidos para outro assunto. Agora, em lugar de um tópico de Apreço-para-o-Dia, tenho um Querer-para-o-Mês a que recorrer, que serve dois fins: cria mais tempo de vibrações – logo, mais paixão – para que a energia flua na direção de um Querer específico, e dá-me a segurança de possuir sempre uma coisa pronta e à mão para a qual fluir energia quando mais preciso. Em Estágio Isto vai-se tornando mais fácil? Valha-me Deus, sim. Mas se está disposto a tomar a decisão de controlar a sua vida, de ter o que quer, de fazer o que quer, de ser a pessoa que quer, e de viver da forma que quer com as pessoas que quer, há uma coisa que terá de aceitar: você vai estar em estágio para sempre! Terá dias bons, terá dias maus, dias fantásticos, dias horríveis, dias de profunda emoção, e dias em que estará pronto a atirar a toalha. Contudo, eu não hesitaria em dizer que não o fará, não agora, sabendo o que sabe. Quer queira quer não, é pouco provável que volte a ser capaz de sentir a mais leve emoção negativa sem perceber que acabou de fechar a porta a todas as coisas que sempre quis na vida, sejam elas materiais, físicas, emocionais, espirituais ou tudo isto simultaneamente. Por isso é verdade, isto é uma tarefa para toda a vida, e você não vai aprender tudo nos primeiros trinta dias. Você pode libertar-se do medo e das preocupações nesse primeiro mês, para sempre. Mas de seguida tem de arregaçar as mangas e mergulhar sem reservas com todas as nuances dos Quatro passos para a Criação Intencional, isto é desejar tudo: prosperidade, segurança, saúde, liberdade, alegria, vivacidade, engenho, independência, realização, os seus estados naturais, aquilo que é suposto ser, aquilo que pode ser a partir de agora, se estiver disposto a fazer o que é preciso. O Espetáculo É Seu O espetáculo não é de mais ninguém, apenas seu, sempre o foi e sempre o será. Nunca ninguém o segurou pelas orelhas. Nunca ninguém fez com que a sua vida seguisse um curso e não o outro. O espetáculo é seu desde o inicio, concebido pela forma como você flui a sua energia, concebido a cada momento de cada dia pela sua forma de sentir. Agora, tudo se resume àquilo que você quer fazer com o resto da sua vida, e à sua vontade pôr em marcha os sentimentos necessários para o obter. Eis aqui algumas notas breves, uma breve recapitulação dos aspectos mais importantes a ter

presentes, enquanto avança no alegre novo mundo da criação intencional. Em primeiro lugar os passos principais: Passo 1. Identifique o que não quer . Passo 2. Identifique o que quer Passo 3. Sinta a partir do lugar daquilo que quer. Passo 4. Espere, escute, e deixe que o Universo lhe traga – e –(Passo 4-A: Mantenha a sua concentração bem longe das desinteressantes condições!) Principais Coisas a Evitar . Não espere resultados demasiado cedo. Se os seus Quereres ainda não começaram a aparecer, descontraia-se. E mantenha a sua válvula aberta. .Pare de tentar resolver os problemas dos outros; isso vai fazer a sua válvula fechar-se. Você não tem de solucionar nada; apenas tem de deixar de pensar nisso. . Pare de pensar que o mundo tem de mudar para que você se sinta em segurança e feliz. Você cria sua própria segurança através do seu fluir de energia. . Não encare nada do que lhe acontece na vida como um dado adquirido, seja bom ou mau, pequeno ou grande. Se entrou na sua vida foi porque você magnetizou, como tal, preste atenção ao que está a criar. . Pare de se concentrar, de reagir, ou de se preocupar com a forma de controlar condições que ainda não mudaram. Isso só vai lhe trazer mais do mesmo. . Deixe de dar um nome ao que sente quando está em baixo. Pare de lhe chamar culpa ou frustração ou seja o que for. Saiba apenas que está dessincronizado e encontre uma forma de voltar à sintonia. . Deixe de ser fraco de espírito. Ambicione qualidade, bem como quantidade! E não deixe nunca de criar novos Quereres. A energia ultra-elevada de que Você é feito necessita de passagens por onde fluir. Crie-as! . Pare de pensar que não vai acontecer. Essa vibração garantirá o mesmo. . Não fique à espera de se sentir bem para se pôr em marcha. Ponha-se em marcha o dia inteiro. Faça disso um hábito. Pulse, quanto mais não seja para manter as suas freqüências altas, a sua válvula aberta, e uma resistência baixa à energia de freqüência alta. Não leve isto demasiado a sério; isso apenas faz com que sua válvula se feche. Descontraia-se, divirta-se com isto, dessa forma acontecerá mais depressa. . Nunca, mas mesmo nunca, aja sem inspiração, com a válvula fechada, ou a meio de um problema. Antes de tudo, abra a sua válvula, em seguida escute a sua Orientação antes de agir. . Não tente descobrir as causas torpes, desagradáveis do que julga estar errado consigo. Pare de fazer isso! Tudo o que está a fazer é dar mais atenção ao que não deseja. . Não viva em função dos resultados finais, dizendo “Não me posso sentir bem enquanto não

acontecer”. . Não se recrimine quando se sente mal ou quando a sua válvula fecha. Você apenas se sente mal quando pensa no que Não Quer, por isso congratule-se quando o reconhece. Enquanto não souber o que não quer, como poderá saber o que quer? . Deixe de pensar no que quer que seja que lhe fecha a válvula: coisas, pessoas, situações, acontecimentos, circunstancias, lugares, filmes, comidas, motoristas, chefes, cenas, tudo o que lhe fecha a válvula, TUDO! . Pare de se deixar levar em ondas de queixume, cheias de gente desligada, com a válvula fechada. Flua a sua energia em direção ao que realmente deseja, influenciando o todo. . Deixe de falar sobre as suas doenças fazendo com que o seu corpo se degenere ainda mais. Comece a falar sobre o rejuvenescimento de seu corpo, e abra a sua válvula para o permitir. . Pare de jogar ao jogo das “controvérsias” . Defender questões controversas não passa de uma desculpa para se manter imerso em energias negativas. . Não anseie. Ter anseios não é nada mais que ter consciência negativa de que lhe falta alguma coisa. . Pare de pensar que existe alguma coisa exterior a si que tem – ou pode ter – alguma importância. . Não tenha medo de olhar para uma coisa que não quer. Olhe para ela de todos os ângulos, depois ponha em marcha os seus desejos, ou as suas intenções. . Não justifique os seus sentimentos dizendo “Eu estou certo e tu estás errado”, ainda que possa ser este o caso. Isso fecha a sua válvula e desliga o fluxo de energias altas em todas as outras áreas da sua vida. Lembre-se, se desligar uma coisa está a desligar as outras todas. . Não lamente nada; essa é uma forma de fluir extraordinariamente negativa. . Nunca, jamais, inicie um projeto, um negocio, um empreendimento, um encargo, uma atividade, um relacionamento, seja o que for sem antes “escrever o seu argumento” e fluir alguma energia excitante e apaixonada na sua direção durante um longo e bom tempo. . Não pense, sinta. . Não pense as suas reações, sinta-as. . Não se massacre. Você meteu uma argolada, e depois? Basta-lhe decidir mudar. . Desista de tentar encontrar-se. Comece, isso sim, a abrir caminho para si próprio, Ter uma vida grandiosa é um direito seu. Você é a sua vida; logo, você e esse direito são a mesma coisa. . Não esqueça nunca, você não é o José ou a Paula, você não é um carpinteiro ou uma secretária, você é uma força da Vida. Aja de acordo com isso. Torne-se isso! . Não desista; não desista nunca!

Principais Coisas a Fazer . Dê a si próprio todos os dias tempo suficiente para sonhar, desejar, imaginar, planejar, querer, e tempo para fluir energia para tudo isso, fluir energia para tudo isso, fluir energia para tudo isso. . Sempre que se estiver a sentir menos que bem, pare, recupere o equilíbrio, e encontre uma forma de se sentir um bocado melhor, depois outro bocado. Cada vez que se Sentir Melhor está a subir as suas vibrações. . Use tudo o que sabe para dar o salto de uma concentração negativa para qualquer espécie de sensação calorosa. . Faça todos os dias mais afirmações sobre o que quer, e porquê: coisas importantes, coisas insignificantes, coisas sem sentido. Quanto Mais Quereres tiver, e quanto mais se excitar com eles, mais intensamente a sua energia fluirá. .Tome todos os dias mais decisões; sobre a sua disposição, a sua segurança, o seu trabalho, os seus relacionamentos, os seus lugares de estacionamento, as suas compras. Tal como os Quereres, as decisões fazem apelo à energia e fornecem passagens para ela fluir. . Interrogue-se constantemente. “De que forma estou a flui energia?”. Dê mais tempo ao seu assunto, e não se prenda ao fato de ele não ter se tornado realidade. Está em formação, está a acontecer, está a caminho. Acredite! . Fale ternamente consigo todos os dias. Em voz alta. . Esteja atento a pistas de que as coisas estão a acontecer, às sucessões de coincidências, à sincronicidade. . Continue a escrever argumentos extravagantes. . Preste atenção em como se sente.. . Substitua a sua lista de “coisas a fazer” por uma lista de “coisas a sentir”. . Encontre novas formas de se sentir um pouco melhor todos os dias. Seja criativo. Seja inventivo. Seja extravagante. . Felicite-se a si próprio de cada vez que se aperceber de um obstáculo criado por si. Sem eles, você não pode saber o que quer. . Pense apenas naquilo que quer, em vez de pensar na falta que isso lhe faz. . Aceite de uma vez por todas que você é quem cria essa experiência. . Comece o dia com a intenção de procurar aspectos positivos em tudo e toda a gente. Depois seja objetivo na sua busca. . Ignore a forma como as outras pessoas estão a fluir a sua energia, e esteja atento à sua própria, apenas à sua. . Lembre-se que nada – nada – é mais importante do que sentir-se bem, ou pelo menos

sentir-se melhor. . Use o seu Querer-do-Mês como uma tabua de salvação; é isso que ele é. . Comece por um pequeno pensamento para mudar de uma vibração negativa para uma positiva. Em breve este pequeno pensamento ganhará o ímpeto necessário para o lançar num enorme Bem-estar. . Tenha confiança nos seus Quereres! Tenha confiança neles! . Aprenda a pôr-se em marcha quando deseja, independentemente da forma que encontrar para o fazer. Quando você se põe em marcha, abre a sua válvula, baixa a sua resistência, vibra positivamente, atrai positivamente. .Fique alerta ao que está a sentiiiiiir, e o resto será fácil. . Mantenha-se afastado do passado; ele não existe. . Ganhe consciência das matizes de sentimento que o percorrem ao longo do dia, desde madrugada até o anoitecer. Fique acordado! Ganhe consciência! .Viva no lugar do sentimento do seu Querer todos os dias. . Ou viva apenas em Bem-estar e veja como o seu Querer chega depressa. . Se acordar e sentir-se bem, instigue essa sensação. Se acordar e sentir-se péssimo, mude-a. . Acalme-se, relaxe e descontraia-se, seja natural, aproxime-se de Si. . Vá em busca da doçura bela que existe no seu íntimo. Descubra-a, sinta-a, libere-a, e dê-lhe asas. Homens ou mulheres, todos os possuímos. . Escute a sua Orientação, e depois aja; nunca, nunca, nunca aja antes. . Siga os seus impulsos; eles são a sua Orientação. . Aprenda a olhar para os contrastes sem ter de atravessar a linha da resistência negativa. . Pratique fluir apreço na direção de sinais de trânsito, edifícios, semáforos vermelhos, ou outros objetos exteriores enquanto conduz. . Tenha consciência dos obstáculos reais que cria com a resistência com a resistência à sua energia Original. . Se tudo o mais falhar, force um sorriso falso. Esse simples movimento no seu rosto faz as vibrações subirem. . Se alguma coisa o anda a chatear, esqueça-a. O Barco É Seu Não há forma disso correr mal. Não há erro que você possa cometer nem nenhuma decisão equivocada. É impossível. Na realidade, você nunca cometeu nenhum erro; apenas atraiu lições para o ajudar a deixar de vibrar negativamente. Agora você sabe! Toda essa história de criar as nossas vidas através do fluxo de energia de freqüência mais

alta do que aquela em que temos vivido é incrivelmente novo para todos nós. É uma reviravolta gigantesca, uma nova orientação capital para a vida. Por isso, seja brando consigo mesmo, vá com calma, brinque com as energias, torne-se curioso, ria mais, sorria mais, experimente. Veja durante quanto tempo consegue manter um pulsar ou com que rapidez o consegue Pôr em marcha. Descubra o que lhe dá alegria, e depois faça-o. Brinque com os seus Quereres. Brinque com tudo, mas recorde, tudo isso é muito, muito novo, por isso por favor, por favor, por favor, não desanime. Nós somos tal qual bebês em andarilhos a aprender a manobrar no nosso mundo novo. Tudo nesse bebê diz “levanta-te e vai”. E é isso o que faz, uma vez, outra, e outra, independentemente dos trambolhões que possam surgir. Isto chama-se paixão... e prática. Prática é ao que se resume esta nova forma de pensar e ser.Tem de ser; é demasiado nova, demasiado estranha. Neste momento, este conceito não passa de uma série de palavras no papel que podem ser muito sedutoras, Mas que têm de ser experimentadas. E isso significa praticar! Pratique fluir energia. Pratique fluí-la na direção dos seus Quereres, ou pratique apenas fluíla. Aprenda a pô-la em marcha quando deseja... em qualquer situação... onde quer que esteja... com quem quer que esteja... o que quer que esteja a acontecer. Você controla a sua vida controlando as suas reações à vida. Por isso pratique!. Quando chegar ao fim dos primeiros trinta dias, elabore você mesmo o seu novo programa para manter vivo o interesse. Talvez uma semana destinada a sentir gratidão. Depois, talvez uma semana para se sentir maravilhado com tudo, ou reverência ou respeito, ou excitação. Depois, talvez uma semana em que se sinta divertido, uma semana em que se sinta entusiasmado, uma semana em que se sinta apaixonado, uma semana em que se sinta “meu Deus como é bom estar vivo”, independentemente do que esteja a acontecer à sua volta. Pratique naqueles momentos em que está na casa de banho, quando está a disciplinar os seus filhos, a preencher a declaração de impostos, a presidir uma reunião, ou a trabalhar numa linha de montagem. O que constitui novidade para nós é ter de lidar com o conceito aparentemente contrário ao que é natural, de que a Verdadeira Vida tem que ver com o sentir primeiro e executar depois. Para nós isso é demasiado oposto ao que julgamos ser natural. Apenas a prática trará até nós os frutos desse conceito extravagante. Não pode pensar; tem de sentir! Como tal, pratique tornar-se um amante. Se é uma coisa que deseja apaixonadamente, ame-a em todo o lado. Acaricie-a emocionado, nas mais tenras, mais ardentes vibrações. Abrace-a com devoção fervorosa. Embale-a junto ao peito. Cinja-a com um amor fundo tão ardente, tão em chamas, tão belo que faz perder o fôlego. Pratique fluir em amor apaixonado. Isso é que é uma verdadeira sensação calorosa! Sim, a vida pode ganhar sobressaltos durante algum tempo porque você aumentou o seu desejo, por isso aumentou as suas energias magnéticas. Mas com esse desejo vem a Vida genuína. Por isso aprenda a sentir, sentir, sentir... coisas boas ou más... positivas ou negativas. Se são os sentimentos o que acaba por abrir as portas aos tesouros do Universo, o que podem ter de mau? Se o que quer é suficiente, aprenderá a senti-lo. Depois aprenda a sentir-se bem, independentemente do resto. Toda essa abordagem tem de ser consciente, intencional. As reações impulsivas tem de ir janela fora. Se você quer mudar as condições de sua vida, tem de mudar as suas vibrações, por isso pratique até as conseguir mudar num piscar de olhos. Se não for capaz de sentir

sensações calorosas, é porque se está num marasmo ou porque se está a sentir mal. Em qualquer das situações, você está a enviar vibrações negativas. Se tem um problema, discuta-o consigo mesmo durante dez ou quinze minutos todos os dias. Explore-o em voz alta até descobrir o que o aflige e o conseguir apaziguar. De cada vez que você o fizer, você vai deixando para trás um pouco mais de resistência até que, por fim, já se libertou suficientemente da resistência para permitir que as suas vibrações - e a sua experiência – mudem. Não se esqueça, a forma como pensa é a forma como sente, e a forma como sente é a forma como vibra, e a forma como vibra é a forma como atrai!. Por isso, se o deseja, sinta-o, sintao, siiiiinta-o até se transformar numa sensação calorosa. Se o conseguir sentir, tê-lo-á. Você pode ter tudo o que quer se o conseguir sentir em primeiro lugar. O mundo pode ser o seu jardim. Basta que você dê atenção ao que aí vem em vez de dar atenção ao que não está aqui. Assim que você estiver habituado a fazer isso, pelos poderes vigentes e pelo poder que você é, você começará a viver a vida que veio aqui para viver. Você cumprirá a sua razão de ser. Tudo é energia. É isso que se resume este mundo e Universo. Você pode ser o seu mestre ou a sua vítima. Aprendendo a controlar o seu destino, conduzindo o seu barco aonde desejar. Quando surgirem tempestades, você sabe o que as criou e o que fazer. Você tem controle absoluto, seguindo rumo às recompensas suntuosas de uma vida que está – até ao limite máximo das possibilidades – finalmente a ser vivida!

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