MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHOS CIENTÍFICOS

Alfenas 2010

Organizador Prof. Dr. Mário Sérgio Oliveira Swerts Diretor de Pesquisa e Pós-graduação UNIFENAS Colaboradoras Defátima Aparecida Silva Pessoa Zélia Fernandes Ferreira Miranda Bibliotecárias Campus de Alfenas/MG Cláudia Regina de Jesus Janete Cristina Lucas Bibliotecárias Campus Boaventura de Belo Horizonte/MG Kely Aparecida Alves Bibliotecária Campus Pampulha de Belo Horizonte/MG Meire Cristina da Silva Bibliotecária Campus de Campo Belo/MG Nilmara Gontijo Silveira Bibliotecária Campus de Divinópolis/MG Anna Luíza Silveira K.Schwartz Bibliotecária Campus de Poços de Caldas/MG Renata Alves Grego Bibliotecária Campus de Varginha/MG Comissão de elaboração instituída pela Portaria n.º 199 de 18 de junho de 2010.

Como citar o documento: SWERTS, Mário Sérgio Oliveira et al. Manual para elaboração de trabalhos científicos. Alfenas: UNIFENAS, 2010. Disponível em: <http://www.unifenas.br/pesquisa/manualmetodologia/normasdepublicacoes.pdf> Acesso em: data de acesso

Swerts, Mário Sérgio Oliveira Manual para elaboração de trabalhos científicos/ Organização de Mário Sérgio Oliveira Swerts. -- Alfenas : Unifenas, 2010. 99 f. 1. Normalização de trabalhos científicos I. Schwartz, Anna Luíza Silveira K, colab. II. Jesus, Cláudia Regina de, colab. III. Pessoa, Defátima Aparecida Silva, colab. IV. Lucas, Janete Cristina, colab. V. Alves, Kelly Aparecida, colab. VI. Silva, Meire Cristina da, colab. VII. Silveira, Nilmara Gontijo, colab. VIII. Grego, Renata Alves, colab. IX. Miranda, Zélia Fernandes Ferreira, colab.

CDU : 001.89(035)

A reprodução e a divulgação total ou parcial deste manual podem ser realizadas, exclusivamente, com finalidade de estudos e pesquisas, desde que citada à fonte.

...............5 Monografias ............. 19 1...............3...................................... 22 1.......4...........2.............................7 Agradecimentos .5.....................................................................................................................................1.................3..3.. 19 1............................... 22 .............9 Resumo ..........................1........................................................................................5......................2......13 Anexos e/ou apêndices ..................................1....................1.............3.......................... 20 1.........................................................................3.....5.. 12 1.........................................................................................................4..............................................1................................................5 Folha de aprovação ....4 Errata (deve ser evitada) ....................5........ 22 1...............................3............5....3 Ficha catalográfica ............................. 21 1.........................................................1..............................................................................1....................................................... 13 1..1........... 21 1......................................................... 15 1...................................... 11 1..............8 Material e métodos (metodologia) .....1 Lista de ilustrações ...........................1..................................................................5.................................................................. 10 1.......................1....................................3.......................... 14 1............1 Capa .....................4...............1......................... 19 1.................. 13 1.........................................3 Listas .......2................. 20 1...............................................................................12 Sumário .......1...... 15 1....................1................................4.................5..................1 Capa .....................................1...6 Ficha de identificação ..............................................................................1.......3 Projeto de pesquisa .................5.1 Estrutura dos projetos de pesquisa ......................... 11 1.3...................5..................................................4.....7 Referencial teórico (revisão de literatura) ...2.4..............4 Sumário .............1............... 14 1.............................................................SUMÁRIO 1 TRABALHOS CIENTÍFICOS ..................................... 11 1................10 Recursos ............4 Relatórios técnico-científicos .....................5..........................2 Folha de rosto ............................ 15 1....................................................... 16 1........ tabelas e abreviaturas ........................... 10 1........11...............................................................................1................................................................... 14 1............1 Estrutura das monografias ..1 Etapas do relatório ................ 11 1............11 Listas de ilustrações.................................1..............................2.........2..........4...................................2 Folha de rosto ... 20 1......1..5 Referências ...............................1.3........................................6 Objetivos ..... 18 1...................... 12 1...................5 Introdução ...................3 Lista de abreviaturas e siglas .......... 21 1.............. 15 1......1....................................1..........1...5..........................................3................... 14 1................................11....................... 11 1............ Capa .....9 Plano de execução ..........................5.....................................................................3...........................................................................12 Referências ..1..3........2 Estrutura dos relatórios ............5............. 16 1..................................10 Resumo em língua estrangeira ...........8 Epígrafe ou pensamento .1..............2 Dissertação ........11...................................................1 Tese ....................2 Folha de rosto .........................4 Anexos e apêndices ............... 20 1.......................................................5...1.6 Dedicatória ................................. 16 1.......4................... 14 1.......................5......................2 Listas de tabelas............................................................... 12 1.... 10 1..3 Texto ...................3.......... 10 1..... 16 1..........................3. 16 1...................................................................................5........................................................................................... 12 1....................1.1........11 Plano de trabalho .......................................................................................... 18 1..1....

......................1 Título do capítulo ..................................... referências.......................................................................15 Justificativas .............18 Resultados ........................................................3 Subalíneas ...... 32 2......................................................................................1.........................5.1 Títulos..9 Espacejamento ............................ 23 1.............................................12...............................................................9.................9............................................. 28 2.......................................................... 33 2.............................................1.. 31 2................. 27 2.........................................................1.............14 Objetivo ou proposição ..........5..............1 Recomendações para tabelas e quadros ..................................1................ 41 3...........6.............................9................................................................................6 Seções do trabalho científico .....................................................................1 Anexos ........................................ 29 2.........1 Figuras .5................................... 23 1................5.....12 Anexos e apêndices ..............5................. 32 2.............6 As referências bibliográficas NÃO podem ser justificadas.................................................................................................................... 26 2 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DOS TRABALHOS .. 33 2................3.........................................................................11....................... 27 2............................................................................ 39 2............................................. 24 1. 27 2................................................ 31 2..........................................................................4 Padrão de letras ..................3 Tamanho da letra .......11............ notas........................................................12...................................................... 36 2.......................................5...............2 Gráficos ............................................................................... 29 2.....................6......................................... 24 1................................................................5 Paginação ..................................................10 Numerais em textos científicos .................................................................. 35 2..6................................................................. 39 3 CITAÇÕES ........... 25 1............................... 29 2.....1 Digitação ...............................................................................1.................3.....................3 Entre as linhas do texto ...1...... 39 2.............. legendas das ilustrações e tabelas........................................... ............................8 Parágrafos.................................................................................. resumos.....................................................................................................7 Notas de rodapé ............................................16 Revisão de literatura..................................... obras consultadas ou rodapé .4 Margens e espaços .................1................. 33 2................1 Citação direta.........17 Material e método .2 Alíneas .......................................................................................... 25 1........2 Apêndices..4 Entre parágrafos ................................... 32 2.................................6....5 Entre as linhas de citações longas.....................11...............20 Conclusão ............................................................5.............11 Ilustrações ....1......11....................................................... 28 2................................................................................................................................................................... 32 2................................9.2 Partes de uma tabela e quadro ............................................9....... 34 2........ 28 2.......................... 41 3.....................5... 42 ............................. 27 2........................... 32 2............................................................ 25 1. 34 2.13 Introdução ............................................................ 37 2..................1....9.....2 Citação indireta ..............2 Tipo de letra .................11..................................... 27 2...............2 Título das seções ............. 36 2..........19 Discussão .....3 Tabelas e quadros .................................................................................

....3 Citação de trabalhos com mais de três autores ........................................ 51 3.....................1 Objetivos .....................3....3................................ 50 3.......... 44 3............ em várias partes ou passagens (trechos).......6 Loco citato ou Loc......................3......................................................4 Citação de trabalhos de autores anônimos ..4 Sistema de chamada das citações .......... 50 3..5..3 Formulando uma citação .......................................................1 Sic: erros gráficos ...................5..............................................................1 Elementos essenciais ..3...................................... 47 3.............................................................................9 Suprimir partes de uma citação .......... 43 3.....................5...........................1.......... 49 3......................................................3.........3 Sistema alfa-numérico .............8 Citação de obras sem data...........4................. 53 ....... 52 4............4 Idem ou Id.............. 45 3.................: na obra citada ....5 Recomendações em texto (expressões latinas) ....................4...............2 Apud: citado por................................... 52 4.................................6 Citação de documentos de autoria de órgão da administração direta do governo ...............4......................3.......3............................: confira...............................................45 3..........................................................................................................3 Ibidem ou Ibid......: do mesmo autor....5............9 Confira ou Cf.............: seguinte ou que se segue ..................................3........................ 48 3...............................................11 Citação de textos em língua estrangeira ...: na mesma obra .5......... confronte ...................................... 47 3...........10 Colocação de interpolações. 45 3........................................................................................................................................ 47 3...................................................................5 Citação de documentos cujo autor é uma entidade coletiva ..... 48 3..............3.. 51 3........................... 50 3..................3.................................3 Elementos essencias e complementares ..................................... conforme ou segundo ...................... 49 3.....................7 Sequentia ou Et seq................ 51 4 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS (NORMA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS) ...............................................................12 Citação de informação oral ... 44 3............................................... 52 4........ cit....... 49 3............. acréscimos ou comentários ao texto ...2 Conceito de referência .........................2 Citação de trabalho de dois ou três autores .....7 Citação de citação ..................... 52 4........5...................3...................... 48 3...........1 Sistema numérico .......................................... 49 3.....................5........... 51 3.......2 Sistema alfabético (autor-data) ..3......5......................3..1 Norma NBR 6023 .....3......13 Citação de obras em fase de elaboração .......................................................................... 46 3.................................: no lugar citado ......... cit.............................. 52 4.....................3....................................................................................... 43 3...................................... 46 3...........................1 Citação de trabalhos de um autor .....8 Passim: aqui e ali.............. 46 3.........................5 Opus citatum ou Op.... 43 3...............5.

.....5................8 Artigo de revista científica .....6 Monografias.................................. 72 4..................... 61 4.....................................................6 Fitas e filmes de vídeo..................9.............................................................4..........1..9............ 57 4..... 66 4..2 Elementos complementares .....8 Documento tridimensional .........5 Capítulo de livro ............9.......................12 Resumo de congresso publicado em revista científica ....................................................................................... 75 ................9........................................................4.3 Súmula .............1 Livro eletrônico ............... 70 4................................................5......4.......................................................................4......................................... 73 4................ 69 4.............1 Livro.......................1 Documento jurídico impresso ................................... 65 4.. 59 4.4..................................................................2 Jurisprudência (decisões judiciais) ............................................5.......................................................5 Resolução ........................ 57 4...............1 Comentários aos elementos essenciais ................9..... 58 4..7 Artigo de revista não científica ...4......................................................................1......4...............1 Apelação cível .............. cd e fitas cassetes ............................................... 74 4........................................................................................... 65 4.............................9......................................................... 55 4.................... 55 4.....10 Artigo de jornal sem autoria ............................................. dissertações e teses ...................................................................................4........................ 63 4......................................................................... 74 4..................................9 Artigo de jornal assinado ........1 Constituição Federal........2 Emenda constitucional .............................................. 64 4....................................................... 66 4......................5.....................................................................................................................................3........3.....2.................................................2 Autor entidade ...... 63 4............. 4 Decreto ...................7 Material iconográfico ............ 72 4.............................. 62 4...........................5........................5...................................................... 73 4.......................................................................................................9................................... e-mail (mensagem pessoal) .......1 Sites .......................2................... 74 4....6 Leis ....1......................9................... 64 4.. 72 4. 74 4.............4......4 Comentários aos modelos ..........4..........................................1.........................................6 Mapas e cartas topográficas .........4...............9 Documento jurídico ........................ 67 4...................................9............................7 Discos (long play)...... 61 4.........5................................... 59 4........................................................... 71 4...........4.....................................5..................................... 60 4......................... 61 4...............................1............................... 72 4....................................2 CD-ROM....................4 Lista de discussão ........9..........2................................................................................................................................................................................... 61 4...............4 Modelos de referências bibliográficas .............................5 Referências de documentos eletrônicos.............4........4 Recurso especial ...2..........................5............................................................1................. 73 4.............. 72 4...........2 Habeas corpus ......9.................... 58 4.........1.....................................11 Resumo de trabalho apresentado em evento .......9....... 62 4........................3 Banco de dados ........3 Autoria desconhecida ................5.........3 Medida provisória ...

................................4 Resolução ............2 Lei.....................3 Lei..........9......4.........9.4...............................2......8 Resolução ................9........................................................ .....3.......... etc............ 77 4..........................9 Habeas corpus ......... 75 4.... 80 4...........................................5 Acórdão ..........9........................4................... 94 ................................... 77 4................................................................... 80 REFERÊNCIAS .... 79 4.5 Doutrina ........................................ 78 4............................. 76 4...........3.....2.......................... 77 4............. 78 4...........................................................................................................9..........4................................................................................3.............3.......3............9...................................... 78 4.....4.................... 75 4............................ 76 4.. decreto..........................................3......................9....7 Sentença .5 Acórdão especial ............2.........9.....8 Parecer ........................................4 Documento jurídico em CD-ROM ...........................................................................................................1 Constituição ...........9...........................................................................................2......................................... 77 4........................................................9..................................10 Acórdão .......................... 83 ANEXOS .....9.3....................9........... etc.......................................................... 81 APÊNDICES.................................3............1 Constituição .............. decreto................ 78 4......3 Parecer..........................................9...........9.....9................ ................................................................................................................. ........................9.......... 75 4.............................................3...............................6 Enunciados... 76 4.......................9.......................2....................................9.....................................................9.............. 5 Projeto de lei ........... resolução etc............................................ 76 4..9...............4........................................................... 4 Lei ordinária ......................................................................3 Documento jurídico on-line ..............6 Parecer ................................2 Emenda constitucional ........9..............................9 Portaria .....................9..............................................3........9. 80 4..... 79 4..........................................................7 Portaria ............................................................... 79 4........................................ 80 4...................... 76 4......... portaria..........

as quais são elaboradas por Comissões de Estudo. facilitando e orientando acadêmicos e profissionais quanto à elaboração dos textos científicos. sempre pautada em organização. desde relatórios.ABNT. Diante da falta de uniformidade destas normas e a confusão sobre sua compreensão em grande número de instituições de ensino. Mário Sérgio Oliveira Swerts . aos acadêmicos de graduação. Prof.APRESENTAÇÃO A Associação Brasileira de Normas Técnicas . consumidores e neutros (Universidades. divulgando as normas técnicas. pós-graduação e profissionais de áreas correlatas. Longe de querer comparar este manual a expoentes publicações nacionais sobre a Normalização de Trabalhos Científicos. estruturação e divulgação da pesquisa científica na UNIFENAS. constituídas por representantes dos setores envolvidos. Espera-se que este manual consiga atingir seus objetivos. É intuito fornecer.ABNT é o Fórum Nacional de Normalização. deseja-se contribuir para o planejamento. Dr. surgiu o Manual para Elaboração de Trabalhos Científicos da Universidade José do Rosário Vellano – UNIFENAS. monografias às dissertações para os cursos Stricto sensu. faculdades e outros). promovida pela Associação Brasileira de Normas Técnicas . abrangente e de fácil compreensão para os trabalhos no meio acadêmico. uma normalização atual. Este Manual traz uma normalização baseada nas últimas revisões. produtores. As normas são de responsabilidade dos Comitês Brasileiros e dos Organismos de Normalização Setorial.

p. visando a obtenção do título de MESTRE. visando a obtenção do título de DOUTOR. projetos de pesquisa.1 Tese Trabalho que apresenta o resultado de um estudo experimental ou abordagem de um estudo científico de tema único. defendida na conclusão do curso de doutoramento”. SABINO. . 2005a) De acordo com França e Vasconcellos (2004. procurando solucionar problemas. monografias. mas embasado na ciência (ESTRELA. (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. É diferente dos demais trabalhos científicos por não possuir capítulos. 2005a). 1. (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Deve possuir real contribuição para a área de estudo ou especialidade. É realizado sob orientação de um professor doutor. 2001). 1. com o intuito de reunir.2 Dissertação Trabalho que apresenta o resultado de um estudo experimental ou exposição de um estudo científico retrospectivo. analisar e interpretar informações. original e bem delimitado. avaliando a capacidade de investigação do candidato. dissertações. 1.10 1 TRABALHOS CIENTÍFICOS O trabalho científico deve ser realizado com metodologia criteriosa. Serão foco neste manual as normas para elaboração de dissertações. relatórios técnico-científicos e trabalhos escolares. 33). “a diferença entre tese e dissertação refere-se ao grau de profundidade e originalidade exigido na tese. Dentre os trabalhos científicos encontram-se as teses. de tema único e delimitado em sua extensão. os trabalhos monográficos ou monografias e relatórios. É realizado sob orientação de um professor doutor.3 Projeto de pesquisa Trabalho que apresenta o planejamento da pesquisa científica a ser realizada.

3 Listas Elaborada de acordo com a ordem do texto. Capa Não é elemento obrigatório.3. .1. c) entidade à qual destina e finalidade: traz a informação que indique a que setor se destina o projeto de pesquisa e a finalidade do mesmo. Acrescenta-se também o nome do orientador. Exemplo: Projeto de pesquisa apresentado à UNIFENAS. (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 1.3.1. 2005b) Listas de ilustrações. com poucas palavras. com cada item designado por seu nome específico e número de página.1. visando. devendo ser padronizada em conformidade com as normas da UNIFENAS.11 1. como parte das exigências da coordenação de pós-graduação para seleção à bolsa de iniciação científica.4 Sumário Facilita a consulta da estrutura do projeto de pesquisa. dispostas neste manual. 1. É elemento obrigatório.1 Estrutura dos projetos de pesquisa 1. mas se existente deverá possuir dados para identificação do projeto de pesquisa. bem como dos membros da equipe de pesquisa. tabelas e abreviaturas 1.3.1. informar o que se pretender estudar.1.3.3.2 Folha de rosto Deve incluir os seguintes elementos de identificação: a) autor: nome completo do autor e/ou do coordenador. b) título e subtítulo: deve ser simples e conciso. d) local e data: deverão constar na parte inferior central da folha de rosto.

c) definições dos termos do problema: alguns projetos mencionam termos complexos. proporcionando maior intimidade com o problema.3.8 Material e métodos (metodologia) a) métodos e técnicas de pesquisa: a pesquisa pode ser EXPLORATÓRIA quando um problema é pouco conhecido.1.12 1. fazendo-se necessária a definição clara e precisa dos conceitos a serem adotados. qual a sua importância científica e social. procurando descrevê-los. Podem-se mencionar objetivo geral e específico. que deve ser apoiada na revista de literatura. 1. quase sempre assume a forma de pesquisa bibliográfica. elas podem ser consideradas verdadeiras ou falsas ao término do experimento ou estudo. d) definições das variáveis: as variáveis referem-se aos diferentes aspectos dos tema a ser analisado e são empregadas para conferir maior precisão às definições científicas.7 Referencial teórico (revisão de literatura) Considerações teóricas que o ajudarão a melhor definir e delimitar seu problema de pesquisa.6 Objetivos Indica-se o que se pretende estudar com a execução da pesquisa. ou seja quando as hipóteses ainda não foram claramente definidas. A pesquisa pode ser DESCRITIVA. e) hipóteses: neste item deve-se oferecer uma solução aos objetivos. pode ser .1.5 Introdução a) relato histórico do problema (tema): mencionar a origem do tema e quais as principais motivações para que ele se desenvolva.1.3.1. com vistas a torná-lo mais claro. apresentar informações sobre o objeto de pesquisa. o interesse para o desenvolvimento do projeto. separando-os. 1. b) justificativas: explica-se o porquê do estudo. tratando-se da descoberta e observação de fenômenos. 1.3. Tem como objetivo principal.3. classificá-los e observá-los.

QUANTITATIVAS. como agências de fomento e amparo à pesquisa. . c) definição da amostra e área física: definir o tipo. informando suas funções e atividades a serem desenvolvidas. técnicos de laboratórios. desde gastos com o pessoal. que possuem dados contáveis e mensuráveis. bem como sua análise e interpretação. e) análise de dados: indicar o tempo previsto para a realização da apuração dos dados. b) materiais: citar os materiais de consumo e permanentes úteis à pesquisa. nas quais se delimitam os períodos de observação (MARTINS. FRANÇA. A pesquisa também pode ser EXPERIMENTAL. formulários.10 Recursos a) humanos: mencionar o pessoal envolvido no projeto.3. As pesquisas podem ser QUALITATIVAS. 2000. LINTZ. quando for pesquisa de campo. NATURALISTAS.3.1. tamanho e formas de composição da amostra e.13 pesquisa de opinião.9 Plano de execução Cronograma: devem-se descrever as etapas e os passos para a execução do experimento correspondendo aos objetivos. que descobre o modo e as causas que levam o fenômeno a ser produzido.1. deve-se delimitar a área física com precisão. estudo de caso e pesquisa documental ou bibliográfica. roteiro para as entrevistas. 1. por exemplo. 2004). como. pode ser de campo ou de laboratório. apresentando dados que geram interpretação e reflexão. 1. em que são coletados dados no ambiente natural e LONGITUDINAIS. observação e manuais de tabulação. VASCONCELLOS. c) financeiros: devem ser previstas todas despesas do experimento. origem dos recursos e entidades de financiamento. como questionários. b) descrição do objeto da pesquisa: deve-se descrever detalhadamente o tamanho da amostra para o experimento. acadêmicos de iniciação e outros professores colaboradores. d) procedimentos de coleta de dados: indicar os instrumentos necessários para a coleta dos dados.

É estabelecido em função e sob responsabilidade de uma entidade ou de uma pessoa a quem será enviado. e. 1.1. simultaneamente.14 1.3.1. .1 Etapas do relatório a) planejamento: nesta fase se estabelece a natureza do seu conteúdo que pode ser sigiloso. sistematicamente. citando-se todas as etapas da pesquisa.13 Anexos e/ou apêndices Material complementar que deve ser adicionada ao projeto para enriquecer o experimento. b) organização do material: na execução do estudo. reservado. a informação suficiente para que um leitor possa fazer recomendações e conclusões.3.1.3. 1. 1.11 Plano de trabalho É a descrição detalhada das formas de atuação para alcançar os objetivos determinados. c) redação: desenvolvimento das etapas. Ele apresenta.4 Relatórios técnico-científicos De acordo com a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (1989a) o relatório é um trabalho que relata formalmente os resultados obtidos em uma pesquisa ou a descrição de sua situação e desenvolvimento. avaliando-se: conteúdo e seqüência das informações. secreto e confidencial. se faz a ordenação do material empregado ao desenvolvimento. d) revisão: momento de análise e revisão crítica do relatório. 1.12 Referências Relacionar todas as fontes que foram consultadas para a elaboração do projeto.4. prepara-se o programa de desenvolvimento.

dispostas neste manual. comenta a conduta e os processos da investigação.2 Estrutura dos relatórios 1.4. . o mês e ano da publicação figurando sempre na parte inferior da folha. e) número do volume e da edição: indicar se houver mais de uma. c) discussão: etapa em que se descrevem e analisam. Notas: entende-se por notas: local (cidade).4. dentro do possível. os detalhes dos resultados. na borda superior direita.3 Texto O texto de um relatório deve possuir uma linguagem clara. O texto de um relatório deve possuir: a) introdução: momento em que se descrevem os objetivos do trabalho e as finalidades. 1. Podem-se empregar ilustrações para facilitar o entendimento.2. b) número do relatório: os relatórios devem ser numerados seqüencialmente. informando a situação do trabalho. c) título e subtítulo: são expressos por meio de uma palavra ou frase discriminando o assunto do relatório. 1. Esta indicação deve aparecer no alto da folha de rosto.1 Capa Possui dados para identificação do relatório. d) nome do autor: localiza-se abaixo do título. formal.4.2.15 1. devendo ser padronizada em conformidade com as normas da UNIFENAS. indicando-se sua qualificação e função. centralizado. objetiva e. com parágrafos simples e curtos.2 Folha de rosto Deve conter os seguintes elementos: a) faculdade ou departamento: figura-se no alto da página.2. b) metodologia: etapa em que se descrevem os tipos de estudos e como se desenvolveu o experimento. em que etapa se encontra. de maneira mais completa.4.

Os trabalhos monográficos constituem-se dos produtos de nos leituras. seguindo as normas disponíveis no item 4 deste manual.4. de investigações. bem como outros dados necessários à sua identificação. de modo determinado e específico.5 Referências De acordo com a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2002a). trabalho a respeito de um único assunto. VASCONCELLOS. cursos observações. e reflexões e críticas desenvolvidas graduação pós-graduação (FRANÇA.2. 1.5 Monografias Significa monós (um só) e graphein (escrever).16 d) conclusões e/ou considerações finais: devem-se mencionar as comprovações claras dos fatos observados. As monografias estão relacionadas aos cursos. 1.1 Estrutura das monografias Sua estrutura se assemelha à das dissertações e teses.6 Ficha de identificação Elemento opcional aos relatórios. contendo informações bibliográficas do documento. . tais como análises. número de páginas e outras informações ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (1989a) 1. 1. resultados complementares.5. Na ficha deve conter: Título e subtítulo do relatório.4 Anexos e apêndices Informações complementares.4. autores. sob a orientação de um professor. entidade executora.2. resumo.2. 1. possuindo alguns elementos essenciais. disciplinas.4. palavraschave. 2003).

17 De acordo com a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2005a). A estrutura da monografia adotada pela Universidade José do Rosário VellanoUNIFENAS deve possuir: a) elementos pré-textuais Capa – obrigatório Folha de rosto – obrigatório Errata (deve ser evitada) Folha de aprovação – obrigatório Dedicatória Agradecimentos Epígrafe ou pensamento Resumo na língua do texto – obrigatório Resumo em língua estrangeira – obrigatório Lista de ilustrações Lista de tabelas Lista de abreviaturas Sumário – obrigatório b) elementos textuais Introdução – obrigatório Objetivos – obrigatório Justificativas – obrigatório Desenvolvimento (deverá possuir capítulos de acordo com o tipo de estudo) Pesquisa bibliográfica Revisão de literatura Discussão ____ ____ Conclusões Pesquisa experimental Revisão de literatura Material e métodos Resultados Discussão ____ Pesquisa de campo Revisão de literatura Material e métodos Resultados Discussão ____ c) elementos pós-textuais . as monografias podem ser denominadas trabalhos de conclusão curso – TCC e/ou trabalhos de conclusão de curso de especialização e/ou aperfeiçoamento.

precisão e clareza.5. como parte das exigências do Curso de xxxxxxxx para conclusão do curso de graduação. em letras maiúsculas. somente as primeiras letras maiúsculas.2 Folha de rosto Contém os seguintes dados úteis à identificação: a) nome por extenso do(s) autor(es) em letras maiúsculas.1. alinhado à direita e justificada:  deve conter as informações como: Monografia apresentada a Universidade José do Rosário Vellano.1. tamanho de letra 12. tamanho de letra 12. em letras maiúsculas. Usar somente o ano da defesa do trabalho científico (APÊNDICE – A).18 Referências – obrigatório Anexos Apêndices Glossário 1. devendo ser redigido com objetividade. em letras maiúsculas. b) título do trabalho científico. tamanho de letra 12 respeitando a margem superior. b) nome por extenso do(s) autor(es). tamanho de letra 14 ou 16 e distante a 11 cm do topo da página.1 Capa Elemento que identifica o trabalho científico e deve conter os seguintes itens: a) nome da Universidade. preferencialmente em letras maiúsculas. centralizado. devendo ser redigido com objetividade. 1. Essa nota deve figurar em tamanho de letra 10. centralizados. c) nota: consiste na explicação de que se trata o trabalho científico. Instituição e/ou Faculdade seguida da sigla. letras minúsculas. centralizados. c) título do trabalho científico. com tamanho de letra 12 respeitando a margem inferior. d) local e data: colocar o nome da cidade e estado de publicação (quando houver ambigüidade no nome da cidade). centralizados.5. tamanho de letra 14 ou 16 e distante a 11 cm do topo da página. centralizado. centralizado a partir do meio da folha. distante a 16 cm do topo da página. centralizado. . precisão e clareza.

centralizado a partir do meio da folha. com dimensões 12. centralizados. A errata deve conter a página e a linha do erro. e) nome por extenso do Co-orientador (se houver) em letras minúsculas (somente as iniciais em maiúsculas. não propriamente ao conteúdo do trabalho científico.1. (APÊNDICE – B).1. além da indicação: onde se lê. .5. alinhado à direita. como por exemplo. Usar somente o ano da defesa do trabalho científico. 1. com tamanho de letra 12. tamanho de letra 12 e distante a 19 cm do topo da página. (ANEXO – A). Deve figurar logo após a folha de rosto. 1. somente as primeiras letras maiúsculas.19  projeto de Pesquisa apresentado à Coordenação de Pós-Graduação da Universidade José do Rosário Vellano para avaliação ao PIBIC/PROBIC – CNPq. erros de digitação e ortografia.5 cm de largura por 7. respeitando a margem inferior.5 cm de altura dentro de um retângulo.5. (APÊNDICE – C). para o quê está grafado errado. elaborada somente pelo(a) Bibliotecário(a).4 Errata (deve ser evitada) Destina-se a pequenas correções relacionadas à apresentação gráfica dos trabalhos científicos. tamanho de letra 12 e distante a 21 cm do topo da página. d) nome por extenso do orientador em letras minúsculas (somente as iniciais em maiúsculas. 1. justificada. ou simplesmente em folha avulsa a ser distribuída durante a avaliação do autor do trabalho. É um elemento opcional e não traz prejuízos ao seu trabalho. centralizado a partir do meio da folha. e leia-se para o quê está correto. devendo figurar no verso da folha de rosto. alinhado à direita.5.5 Folha de aprovação Elemento obrigatório em qualquer trabalho científico de acordo com a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2005a). contendo informações bibliográficas (catalogação na fonte). justificada.3 Ficha catalográfica Elemento obrigatório. f) local e data: colocar o nome da cidade e estado de publicação.1.

margem inferior. d) nome. bem como relações e efeitos novos verificados. conforme os achados da pesquisa: o surgimento de fatos novos. margem inferior. o que pode depreciar o trabalho científico. letra 12. 1. (APÊNDICE – D). Visa fornecer elementos capazes para permitir ao leitor decidir sobre a necessidade de consulta integral do texto. O resumo deve ser composto de uma seqüência corrente de frases concisas. Deve vir na margem inferior. a abordagem metodológica empreendida.5.. com recuo de 8 cm. bem como a origem da obra. Tamanho de letra 12.5. os objetivos. Os resultados devem evidenciar. descobertas significativas. 1. Pode ocorrer no início de cada capítulo.1.1.. assinatura e instituição dos componentes da banca de exame.1. b) título do trabalho e subtítulo se houver por extenso. contradições com teorias anteriores. Conforme sua extensão pode-se apresentar em forma de texto ou conforme dedicatória. e não de uma enumeração . 1. O resumo deve ressaltar a problemática que se pretendeu solucionar e explicar. (ANEXO – B).1.20 Na folha de aprovação deve conter: a) nome do autor (ou autores) do trabalho.9 Resumo O resumo deve ser preparado após a conclusão do trabalho científico. c) local e data da aprovação. Recuo de 8 cm. Trata-se da apresentação concisa de todos os pontos relevantes do trabalho. (ANEXO – C). os resultados e as conclusões.5.8 Epígrafe ou pensamento Menção de um pensamento que relacione-se com a obra. Lembra-se não abusar dos pensamentos. letra 12.6 Dedicatória Breve texto em que o autor dedica ou oferece o seu trabalho a alguém.5. 1.7 Agradecimentos Texto que esboça o agradecimento do autor às pessoas e instituições que colaboraram para a realização do trabalho.

1.1 Lista de ilustrações Elaborada de acordo com a ordem apresentada no texto. fórmulas. O resumo é digitado com espaços 1. gravuras.11 Listas de ilustrações.5.1.1. esquemas. símbolos. organogramas.5 entre linhas. 1. recomenda que os resumos tenham as seguintes extensões: a) para notas e comunicações breves. Deve-se evitar o uso de frases negativas. mapas.5. c) para trabalhos acadêmicos (dissertações. 1. para facilitar a localização. deve conter. na ordem em que aparecem no texto. b) para artigos de periódicos. a identificação dos elementos. Seguido pelas palavras-chave que serão finalizadas e separadas entre si por ponto final. tem que ser escolhidas em vocabulário controlado. lâminas. Dar preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa. de 100 a 250 palavras. retratos. 1. Palavras-chave: palavras representativas do conteúdo do documento.10 Resumo em língua estrangeira A descrição do resumo em língua estrangeira. de 50 a 100 palavras. teses e outros) e relatórios técnicocientíficos de 150 a 500 palavras. quadros.11. fórmulas. fotografias e outros. seu título e a página que se encontra. A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2003c). parágrafo único (APÊNDICE – D). desenhos.5. seguido pelas palavras-chave que serão finalizadas e separadas entre si por ponto final. A versão do resumo para a língua inglesa é o abstract.21 de tópicos. equações e diagramas. tabelas e abreviaturas As listas de qualquer natureza são considerados elementos opcionais. Entende-se por ilustrações: gráficos. .

1. 1. Não se usa abreviaturas nos títulos e resumos. tabela ou quadro. deve estar entre parênteses e ser precedida pelo nome escrito por extenso. por extenso. (APÊNDICE – F).11. (APÊNDICE – G). São indicadas no sumário as divisões primárias. A primeira vez que a uma abreviatura ou sigla aparecer no texto.22 A lista de ilustrações deve especificar o número. pois. seções e capítulos.1. na mesma ordem em que a matéria é apresentada no corpo do trabalho científico.5.2 Listas de tabelas Esboça a relação numérica das tabelas na ordem em que aparecem no texto. 1.3 Lista de abreviaturas e siglas As siglas e abreviaturas devem aparecer em ordem alfabética.12 Sumário Trata-se da enumeração das principais divisões. nas demais vezes pode vir apenas à abreviatura ou sigla. mas se vierem isoladamente. a legenda e página que se encontra a ilustração.5. devem ser escritas por extenso: grama. que localiza e remete para informações contidas no texto. ordenadas segundo determinado critério. mililitro. com indicação da página correspondente.5. (APÊNDICE – E). secundárias e terciárias. para evitar problemas na tradução e compreensão dos mesmos.1.11. 12 ml. etc. porcentagem. Montagem do sumário: . o índice é uma lista de palavras ou frases. sendo mencionada quando for figura. seguidas das palavras ou expressões correspondentes. 1. Unidades de medias e pesos são abreviadas quando vem depois de numerais: 75 g. Não se confunde sumário com índice. de acordo com a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2003b). constando as abreviaturas utilizadas na obra.

preferem-se os objetivos dispostos separadamente. Nas monografias. mencionando as informações sobre o que se pretende estudar.23 Incluem-se no sumário apenas as partes da publicação que lhe sucedem. 2003a) de numeração progressiva.5. Os capítulos e seções devem ser indicados no sumário da mesma forma que figuram no texto.1. demonstrando o conhecimento atual sobre o assunto selecionado. centralizada na página. assim ele não deve incluir os elementos pré-textuais. (APÊNDICE – H). 1.14 Objetivo ou proposição Os objetivos devem ser claros e diretos.5. A paginação deve ser indicada pela página inicial do capítulo e os indicativos numéricos dos capítulos. com o mesmo tipo de fonte adotado para as seções primárias do texto. seções e outras partes do texto representados no sumário devem ser alinhados à esquerda separando o título por um espaço de acordo a (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. permitindo ao leitor a visão lógica e concisa do trabalho a ser desenvolvido.13 Introdução A introdução dos trabalhos científicos deve expor claramente o problema. escrita em letras maiúsculas. Em artigos científicos a serem publicados em periódicos e projetos de pesquisa incluem-se no final da introdução os objetivos do estudo. não se usa qualquer tipo de sinal após o indicativo de seção ou de seu título. devendo ser informados de forma clara e precisa. O sumário é identificado pela palavra SUMÁRIO.1. Procura-se responder às seguintes perguntas para elaborar uma introdução: a) de que se trata o assunto? b) quais as principais motivações para que ele se desenvolva? Ou como nasceu a idéia de desenvolvê-lo? c) quais os elementos envolvidos neste estudo? 1. Procura-se responder às seguintes perguntas para elaborar os objetivos: a) que perguntas específicas este estudo procura responder? b) quais hipóteses serão testadas? c) para que? Para quem? .

interessar. comparar. distinguir. enumerar. conscientizar. desejar. resolver. melhorar. construir. ou seja. passando aos mais recentes. valorizar. instrumentalizar. desfrutar. temer.5. caracterizar. questionar e qualificar. As referências devem ser relevantes e expostas em ordem cronológica dentro do assunto. investigar. descrever. estimular. acertar e refletir. orientar. indicar. motivar. integrar. escrever. compreender. Exemplo de verbos menos precisos: aprender.24 d) quais são os objetivos gerais? Os objetivos devem ser elaborados com verbos mais precisos que indicam sentido único de interpretação (MARTINS. Deve-se obedecer a transcrição indireta e expressar as idéias do autor com as próprias palavras. Procurase responder às seguintes perguntas para elaborar a justificativa: a) porque se pretende estudar o tema ou assunto? b) é importante? c) é necessária? Para a região? Para o estado? Para o país? Para a humanidade? d) há relevância científica. aumentar. traduzir. mas com ordenação lógica de assunto. captar. resumir.5. Procura-se responder às seguintes perguntas para elaborar a revisão de literatura: a) o que já se conhece do assunto? .16 Revisão de literatura Momento do trabalho científico em que se expõem os trabalhos mais representativos e pertinentes ao assunto. 2000) Exemplo de verbos mais precisos: discutir. reconhecer.1. intervir. respeitar. familiarizar-se. relacionar. identificar. saber. fiel ao texto original. 1. aplicar. classificar. confeccionar. capacitar. localizar. participar. interpretar. assinalar. formular. explorar os trabalhos mais clássicos. tolerar. avaliar. social e o interesse para o desenvolvimento do trabalho? 1. encaminhar. entender. selecionar. ilustrar. elaborar. verificar.15 Justificativas Informações que demonstrem a necessidade ou importância do estudo.1. pensar. apreciar. propor. acreditar. conhecer.

. c) O que se utilizou. na qual se exploram as idéias centrais da pesquisa. Este capítulo deve ser elaborado de modo claro. com o que se fez? (material empregado ou equipamentos adotados no estudo).1.19 Discussão A discussão é considerada uma etapa fundamental ao trabalho científico. Procura-se responder às seguintes perguntas para elaborar o material e método: a) quando foi feito? (época de execução do trabalho). 1.25 b) o que já foi pesquisado? c) como foi pesquisado? d) quando foi pesquisado? e) com que resultados? 1. A imparcialidade na menção dos resultados e dados obtidos é essencial.1. de maneira que leitores possam entender e reproduzi-lo futuramente em outro experimento. simples e objetivo. b) onde foi feito? (local de execução do estudo científico). as descrições das amostras. Os resultados são descritos por meio de tabelas.18 Resultados Representam as interpretações do que foi realizado e obtido.5.5.1. apoiadas nos resultados ou na revisão de literatura (quando for trabalho de pesquisa bibliográfica).5. Neste momento não cabe a discussão!!! 1. d) como foi elaborado? (metodologia. Pode-se elaborar uma representação esquemática por meio de diagramas e tabelas que favoreçam o entendimento. os quais são auto-explicativos.17 Material e método Parte do trabalho que expressa o tipo de estudo. emprego de questionários. descrição de técnicas e métodos científicos). gráficos e figuras. o material empregado.

. analisando causas e efeitos. concernentes à proposição ou objetivo e à metodologia.26 Para se redigir uma discussão. chegando a considerações lógicas e objetivas. pode-se ainda mostrar concordâncias e discordâncias.1. propor novos métodos e técnicas. mas apoiados na literatura.5. 2001) 1. inicia-se explorando o porquê da pesquisa e da metodologia empregada. se for pertinente. SABINO. esclarecendo as limitações dos métodos e. Devem-se estabelecer relações e associações. Neste texto. evoluindo à interpretação dos resultados. Deve-se concluir somente sobre o que foi comprovado e não com base em suposições. bem como nos resultados colhidos (ESTRELA. faz-se comentários sobre o trabalho.20 Conclusão Síntese direta e concisa das confirmações obtidas nos resultados ou na discussão.

paginação. formato A4 (210 mm x 297 mm).27 2 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DOS TRABALHOS 2. mas é terminantemente proibido o uso de qualquer tipo de tapa-margem. d) margem esquerda: 3 cm. no entanto. legenda e fonte das ilustrações e tabelas. . usa-se a cor preta para o texto e o colorido para as ilustrações. O alinhamento da margem direita não é obrigatório.4 Margens e espaços Em conformidade com a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2005a). 2. as margens para o trabalho científico devem ser: a) margem superior: 3 cm. como travessões. exceto folha de rosto que deve conter a ficha catalográfica.3 Tamanho da letra A fonte a ser utilizada deve ser tamanho 12 para o texto e tamanho 10 para as citações longas. notas de rodapé. b) margem inferior: 2 cm. os trabalhos acadêmicos devem digitados em papel branco. apenas no anverso da folha. c) margem direita: 2 cm. para padronizar os trabalhos acadêmicos da UNIFENAS.2 Tipo de letra A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS não se refere ao qual tipo de letra utilizar.1 Digitação De acordo com a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2005a). 2. recomenda-se as letras: ARIAL ou TIMES NEW ROMAN. barras e hífens para tentar fazer esse alinhamento. 2.

suas páginas serão igualmente numeradas de maneira que dêem seqüência à numeração do trabalho. distantes do texto por dois espaços (1. Cada seção pode ser dividida em alíneas e estas por sua vez são divididas em subalíneas. A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. respectivamente. seguindo a numeração progressiva e separadas do texto que as precede e ou que as sucede por dois espaços (1.6 Seções do trabalho científico Todo trabalho científico possui divisões. etc. a 2 cm da borda superior e direita.1 Títulos Os títulos das seções primárias devem sempre figurarem em páginas novas e estarem distantes a 3 cm da borda superior da página. em negrito e alinhadas a margem esquerda.5). a partir da primeira página de elementos textuais. introdução. entretanto todas as páginas são contadas a partir da folha de rosto. são os capítulos. ficam na margem esquerda. quaternárias. Esses capítulos somente não serão numerados se possuírem estrutura física diferente das páginas textuais. mas não numeradas. Os títulos das secções secundárias. no canto superior direito.5). as páginas de elementos pré-textuais são contadas.28 2. sendo em tamanho 12. Deve-se limitar a numeração progressiva até a seção quinária. terciárias. Os títulos dos elementos textuais devem ser numerados seqüencialmente a partir do número 1. (2003a) recomenda uma seqüência lógica de apresentação e numeração progressiva das seções. . como. o sumário. entre linhas. terciárias. entre linhas. resumos. estando alinhados à margem esquerda. revisão de literatura e outros. por exemplo. chamada de primária.5 Paginação Os trabalhos científicos têm suas páginas numeradas seqüencialmente. 2. letras maiúsculas. Cada capítulo poderá ser dividido em seções secundárias. Por conclusão. em algarismo arábicos. Contendo anexo ou apêndice.6. A primeira divisão. 2.

a exemplo das alíneas. 2.6. A dedicatória como a epígrafe ou pensamento devem figurar abaixo da metade da página e a direita desta. 2. justificada. as alíneas devem ser recuadas da margem esquerda.6. As subalíneas. O texto que antecede uma alínea deve terminar em dois pontos. 2. As alíneas são iniciadas por letras minúsculas e pontuadas por ponto-e-vírgula.29 Os elementos pré-textuais são centralizados e não são numerados: (errata. a dedicatória e a epígrafe ou pensamento não possuem o título e nem o indicativo numérico. As frases das subalíneas são iniciadas por letras minúsculas e são pontuadas por vírgula. cujo texto é antecedido por hífen.2 Alíneas O texto de cada seção pode possuir vários parágrafos e o autor pode utilizar alíneas. listas de abreviaturas e siglas. sendo alinhadas pela primeira letra de seu texto. resumos e sumário) Não se usa pontuação no final dos títulos. . folha de aprovação. representadas por letras minúsculas do alfabeto latino seguidas de parênteses. epígrafe. A última subalínea recebe o ponto.6.3 Subalíneas As alíneas podem ser divididas em subalíneas. lista de ilustrações. que recebe ponto final. com exceção da última. dedicatória. são alinhadas pela primeira letra do seu texto. As alíneas devem apresentar conteúdos pouco extensos.4 Padrão de letras Entre o numeral indicativo das seções e o seu respectivo título não se deve pontuar e sim separá-los por meio de UM espaço. listas de tabelas. A folha de aprovação.

tamanho 12. REFERÊNCIAS ANEXO Os elementos pós-textuais não recebem o indicativo numérico e são centralizados .raspagem dental. 2 OBJETIVOS preventivos: a) químicos. 1. em letras MAIÚSCULAS e NEGRITO. são finalizadas em vírgula e a última termina em ponto. em letras As seções primárias.1 Métodos preventivos As seções quinárias são numeradas e alinhadas à margem esquerda.1 Prevenção As seções quaternárias são numeradas e alinhadas à margem esquerda. Os métodos mecânicos podem ser: . a última que termina em ponto. em letras minúsculas sem o negrito. tamanho 12. em letras minúsculas sem o negrito. 1.1. São exemplos de métodos As alíneas são antecedidas por dois pontos. tamanho 12.1 Saúde bucal As seções terciárias são numeradas e alinhadas à margem esquerda.1. As subalíneas são antecedidas por dois pontos.30 SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS LISTA DE TABELAS LISTA DE ABREVIATURAS RESUMO ABSTRACT 1 INTRODUÇÃO As seções primárias. em letras minúsculas sem o negrito. tamanho 12. tamanho 12. dos elementos textuais.1. tamanho 12.1 Saúde geral As seções secundárias são numeradas e alinhadas à margem esquerda. são numeradas e alinhadas à margem esquerda. e são finalizadas em ponto-evírgula. devem ser centralizadas e não numeradas. b) mecânicos. 1. . 1.1.1.escovação dentária. MAIÚSCULAS e NEGRITO.1. As subalíneas devem começar com hífen. em letras MINÚSCULAS e NEGRITO. dos elementos prétextuais.

8 Parágrafos . As notas de rodapé são colocadas na parte inferior da página. 2. universidades e outros. sem parágrafo. prefere-se relacioná-las no fim do trabalho científico e não como notas de rodapé. iniciando-se com o número sobrescrito recebida em texto. caso tenha sido utilizado o sistema numérico para citação. espaço simples e letra tamanho 10. que não devem ser incluídas no texto.31 APÊNDICE GLOSSÁRIO na página. 2. Deve conter o sobrenome do autor. pessoais do autor.7 Notas de rodapé As notas de rodapé são úteis para fornecer informações adicionais ou esclarecimentos. Traço 3 cm.112-120 A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (1989a) recomenda que as remissões para o rodapé sejam feitas através de asteriscos. b) as notas explicativas relacionam-se as explicações. para não confundir com outra numeração. com tamanho 10 de letra. como bolsas para projetos de pesquisa. p. Caso ocorra deve-se dividir as informações em duas páginas. ______________ 1 2 Trabalho apresentado no III SEMIC ARAÚJO. Não devem ocupar mais que 50% do espaço total da página. como: volume e página. As notas são alinhadas à esquerda e separadas do texto por um traço contínuo de 3 cm e digitadas em espaço simples. 1992. Existem dois tipos de notas de rodapé: as de referência e as explicativas. Incluem-se informações sobre patrocínios para pesquisa científicas. nomes de faculdades. comentários e observações. Para as referências. a) as notas de referências são necessárias para expor as informações sobre as obras citadas no texto. data da publicação e outros dados.

bem como do orientador.5 entre linhas. Exceto notas de rodapé. deve estar localizado à 3 cm da borda da página e a mesma distância deve ser dada entre o título de capítulo ao seu texto. dependentes do tipo de parágrafo a ser adotado. como podemos ver em 2.5 entre linhas. 2.9.4 Entre parágrafos Os parágrafos devem ou não ser separados uns dos outros. permitindo deixar a critério do autor o tipo de parágrafo a ser adotado. b) parágrafo moderno: todo o texto alinhado à margem esquerda e o parágrafo marcado por dois espaços entre eles.9 Espacejamento 2.32 A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2005a) menciona que a disposição gráfica é de responsabilidade do autor. isto é dois espaços de 1.9.9.9. se houverem são separadas de seu texto por dois espaços de 1. 2. 2. .2 Título das seções Entre as seções secundárias. 2. referências.8. legendas.1 Título do capítulo Como já mencionado. terciárias e outras. citações longas.5 entre as linhas do texto.3 Entre as linhas do texto Espaço de 1. Duas opções de parágrafos: a) parágrafo tradicional: distante 2 cm da margem esquerda sem deixar espaço duplo entre um parágrafo e outro. nomes de ilustrações e tabelas.

9. 27. Exemplo: 34 % f) quando se mencionam números de páginas e volumes. 100 g d) não se inicia frases com numerais. 45. para os demais dias adotam-se os números cardinais. resumos. Exemplos: v. Exemplo: primeiro de março. usa-se sempre o número ordinal. por espaço duplo. c) em unidades padronizadas é obrigatório o número cardinal.. 53 g) quando se referir ao primeiro dia do mês. obras consultadas ou rodapé Devem ser deixados espaços simples entre as linhas. 2. nas referências no final do trabalho separa-se uma da outra por dois espaços simples ou um espaço duplo. referências. legendas das ilustrações e tabelas.9. 2. notas. b) a forma por extenso é escrita para indicar quantidades. e) somente se usa o símbolo de % precedido de número cardinal. no entanto... 81. indicar sempre o número cardinal. Exemplo: 10 ml.5 Entre as linhas de citações longas.. no entanto. Exemplo: Serão avaliados oitenta voluntários. 2 p. três.6 As referências bibliográficas NÃO podem ser justificadas.10 Numerais em textos científicos a) em textos científicos recomenda-se escrever por extenso os numerais de uma palavra e usar algarismos cardinais para números de duas palavras.. digitadas com espaço simples entre as linhas e separadas entre si.. . Exemplo: Um. São alinhadas à margem esquerda do texto. dois.33 2.

Exemplo: FIGURA 3 – Aspecto microscópico do túbulo dentinário bovino. localizado abaixo da figura respeitando sua margem. neste momento. mas explicativo. com exceção de tabelas. Sempre depois número colocar espaço..1 Figuras a) são consideradas figuras em textos científicos: fotografias. gráficos. pois eles não são abreviaturas e sim sinais convencionais. Exemplo: 11 h e 53 min 22:30 h i) para indicar figuras. os estudos de. não deve ser abreviada e escreve-se em letras maiúsculas.11 Ilustrações 2. A palavra FIGURA. [.. 5. Exemplo: TABELA 2 Não se usa plural e nem ponto depois dos símbolos.. tabelas sempre mencionar por algarismos arábicos. c) prefere-se sempre abreviar a palavra figura em texto: FIG.11.. desenhos.34 em 29 de março. h) para horas sempre empregar o número cardinal. d) esta abreviatura sempre é utilizada no singular. 5 e 6). f) o título da figura deve ser breve. esquemas. Exemplo: 2 espaço h = 2 h 2. sempre como figuras. e) as figuras são numeradas no texto com algarismos arábicos por ordem seqüencial e progressiva. A indicação pode estar integrada ao texto ou entre parênteses no final do parágrafo.] aspecto interno do túbulo dentinário (FIG. . b) as figuras são mencionadas em texto. somente o título será em letras minúsculas à exceção da primeira letra da frase. gravuras e outros. Exemplo: De acordo com a FIG. g) o número da figura é separado de sua legenda por um hífen. quadros e gráficos..

i) as figuras podem ser inseridas no corpo do trabalho ou colocadas como elemento complementar. as páginas devem ser dobradas para que fiquem no tamanho A4. data e página de onde se retirou esta figura. Qualquer figura deverá se restringir às margens e as dimensões das folhas. A menção em texto será pela indicação GRAF.35 h) toda figura que já tenha sido publicada. pontos e numerados em algarismos arábicos. periódicos. Segundo ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (1989a). quando não for possível.2 Gráficos Os gráficos são desenhos. . devem ser autoexplicativas.11. geralmente confeccionados com o auxílio de programas eletrônicos (softwares). O título do gráfico deve vir na sua porção inferior e precedido da palavra GRÁFICO. a fonte. Caso forem de autoria do próprio autor do texto. 2. seguido de número a que se refere. devendo conter os dados e informações. São informações como: autor. sendo desnecessário recorrer ao texto para compreendê-las. ou seja. endereços eletrônicos. j) devem ser inseridas o mais próximo possível do texto a que se referem. k) quando as figuras forem localizadas em anexo ou apêndice. Exemplo: FIGURA 2 – Face vestibular do dente 12. extraída de livros. e como toda as demais citações devem ser referenciadas no final do trabalho. em letras maiúsculas. no entanto. abaixo da legenda. constituindo-se por traços. pode-se utilizar outros tamanhos de papéis para inserir figuras maiores (além margem). entram como apêndices e se forem de autoria de outros autores figuram como anexos. deve conter. sendo observadas as condições mínimas necessárias (5 x 7 cm) para que seja possível sua reprodução..

2002b) que estabelece:  Os dados numéricos a serem abreviados. citar os anos abreviados Exemplo: 00/01 (referindo ao início em 2000 e término em 2001). 35.11. c) o quadro e a tabela não devem ser fechados lateralmente e nem se colocam traços horizontais separando os dados numéricos. APÊNCICE – K.2005/Jul. Para as tabelas apresentadas em apêndice ou anexo apresentá-las: (TAB. Exemplo: período de 1998 a 2005 = 1998-2005. sem abreviações.11. as tabelas apresentam dados estatísticos.2005.  Série não consecutiva: indicar as datas separadas por barra Exemplo: datas 2001 e 2004 = 2001/2004 Junho de 2005 e julho de 2005 = Jun. 2.3 Tabelas e quadros De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE (1993). (m) ou (metro) (t) ou (tonelada) (R$) ou (real) (1000t) ou (1000t) Metro Tonelada Real Indica dados numéricos em toneladas que foram divididos por mil . localizado na porção superior.  Quando for relacionar período de dois anos consecutivos. com símbolos entre parênteses. não devendo abreviá-lo. 2.1 Recomendações para tabelas e quadros a) devem possuir um título conciso. para TABELAS e simplesmente QUADRO. APÊNDICE A). procede-se:  Série consecutiva: indicar data inicial e final separadas por hífen. b) quando houver necessidade de mencionar datas no título.3.36 As dimensões e disposições dos gráficos são as mesmas já relatadas para as figuras. e) medidas e grandezas devem obedecer à NBR 6029 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. d) no texto faz-se menção à TAB. enquanto que os quadros contêm informações de texto agrupadas em colunas.

11. Devem ser escritos no mesmo tamanho de letra do título e devem estar centralizado na coluna a que se referem. adota-se: . ou seja. c) coluna indicadora: a primeira coluna a que se indica o conteúdo de cada linha. as tabelas pequenas podem ser centralizadas.  não se deve deixar nenhuma célula sem informação ou valor numérico. g) as tabelas devem ser elaboradas preferencialmente em uma única página. multiplicados por mil f) as tabelas e quadros devem figurar bem próximas ao texto a que se referem. Prefere-se mencionar apenas as médias numéricas em tabelas. O título da tabela deverá ser grafada em letras minúsculas. de acordo com a convenção internacional e baseado em França e Vasconcellos (2004.3. d) corpo da tabela: as células de uma tabela devem possuir dados numéricos dos resultados verificados.2 Partes de uma tabela e quadro a) legenda: corresponde ao número de ordem da tabela e seu respectivo título. A palavra tabela deverá ser escrita em letras maiúsculas e deve ser centralizada tamanho 12. somente em maiúscula a primeira letra da palavra inicial e também centralizado. quando for uma tabela longa aconselha-se dividi-la e quando for mais larga que página pode ser impressa no sentido vertical. 2. Exemplo: TABELA 1 Percentual de raízes que acometem os primeiros molares superiores b) cabeçalho: trata-se do conjunto de títulos de cada tabela.37 (1000R$) ou (1000R$) (%) ou (percentual) (%) ou (por mil) (1/1000) Indica dados numéricos em reais que foram divididos por mil Indica dados numéricos proporcionais a cem Indica dados numéricos proporcionais a mil Indica dados numéricos que foram divididos por 1/1000. 106). evitando assim grande número de dados repetitivos. p.

0 ou –0. -0. caso queira destacar parte do cabeçalho.    traços simples horizontais para separar o cabeçalho. usar um ou mais traços verticais paralelos.38 Quando o dado não existir quando o dado for rigorosamente zero Z quando não se aplicar dado numérico . É constituído por:  fonte: refere-se aos dados de coleta das informações. contém a indicação da fonte e dados necessários para a explicação de algum de seus aspectos. separando a coluna indicadora das demais e estas entre si. e) rodapé: Localizada imediatamente após o fechamento da tabela. mencionar a referência abreviada do documento. quando não se dispuser de dado .   dois traços duplos horizontais limitando superior e inferiormente as tabelas e/ou quadros.. caso uma linha representar soma ou total. .. no corpo das tabelas e dos quadros evitar traços verticais para separar as colunas. caso seja retirado de outras fontes.. Quando os dados anteriores ao símbolo não forem / ou -0. destacá-la tipograficamente. traço simples vertical.00 comparáveis aos anteriores quando o dado numérico for igual a zero resultante de arredondamento de um dado numérico originalmente negativo quando o dado for omitido para evitar individualização da X informação  para construir tabelas e quadros pode-se adotar a seguinte convenção.

textos. Em conformidade com a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2005a). Exemplo: ANEXO A – Parecer do Comitê de Ética em Pesquisa da UNICAMP 2. Essa identificação pode ser feita numa folha anterior para não interferir na estrutura física do anexo. considerados material suplementar. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas. Exemplos: ANEXO A – Parecer do Comitê de Ética em Pesquisa da UNIFENAS ANEXO B – Termo de Consentimento Livre e Esclarecido Excepcionalmente utilizam-se letras maiúsculas dobradas. Segundo ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS . artigo ou outro material qualquer. Considera-se anexo quando o material NÃO for elaborado pelo próprio autor. podendo ser documentos. seguidas de um hífen e o respectivo título. quando esgotadas as 26 letras do alfabeto.  devem ser expressões em tamanho da letra 10. seguida de hífen e o título. na identificação dos anexos. nesse caso. Não se trata de uma parte de trabalho.12. mas apenas elementos que vem ilustrar as idéias. acrescentar alguma outra informação. Devem ser citados no texto para facilitar uma ligação entre as informações adicionais.12. 2.2 Apêndices Os apêndices.12 Anexos e apêndices São documentos complementares do texto científico.1 Anexos Os anexos constituem elementos opcionais e de suporte ao texto. 2. a identificação dos ANEXOS deve ser realizada com letras maiúsculas e não com números. centraliza-se o título do anexo.39  notas: registram observações ou comentários para esclarecer os conteúdos da tabela ou quadro. são elaborados pelo próprio autor do trabalho.

excepcionalmente utilizam-se letras maiúsculas dobradas.40 TÉCNICAS (2005a). na identificação dos apêndices. quando esgotadas as 26 letras do alfabeto. .

Segundo Davies (1996. a página da obra consultada. devem ser em letras maiúsculas. 47).1 Citação direta É a transcrição literal do texto consultado que reproduz completamente as características da redação original (ESTRELA. ou seja. seguido do ano de publicação. extraídas de uma outra fonte. 2005. mutans. As aspas simples são usadas para indicar citação no interior da citação.] de que a locomoção „é a translação do .. 2001). São utilizadas para sustentar e dar embasamento teórico ao trabalho apresentado. o qual foi retirado o texto. p. 2002. dependendo do caso. 2005) = citação para o fim do parágrafo 3. 36). a) citação direta curta: quando o trecho transcrito não for superior a 3 linhas. p. sanguis e S. deve vir entre aspas duplas. salivarius” (SWERTS.. As citações diretas podem ser expressas em citações diretas curtas e citações diretas longas. após o ano de publicação (data). As citações bibliográficas podem ser DIRETAS (textuais) ou INDIRETAS e podem aparecer no texto e. p. Exemplos: “A solução associada de própolis e clorexidina possuiu efeito sinérgico sobre a inibição e aderência S. Exemplo: Swerts (2005. p. quando se quer transcrever o que um autor escreveu. obrigatoriamente. Exemplos: Swerts (2005) = citação de início de parágrafo (SWERTS. 36) ou (SWERTS.41 3 CITAÇÕES Descrições ou menções (conteúdos ou informações) contidas em um texto. Nas citações diretas deve-se indicar. S. quando estiverem entre parênteses. 229): “[. As citações são expressas indicando-se o último sobrenome do autor principal da obra (letras maiúsculas ou minúsculas). SABINO. em notas de rodapé. seguido do sobrenome do autor da obra e página.

As citações indiretas são expressas da seguinte forma: a) quando (o)s nome(s) do(s) autor(es) integram o texto do parágrafo (início ou meio de parágrafo). menciona-se o(s) sobrenome(s) do(s) autor(es) em letras minúsculas. o possível efeito sinérgico sobre a inibição e aderência de S.]” b) citação direta longa: quando o trecho transcrito for superior a 3 linhas. com o(s) nome(s) e data.2 Citação indireta Indica a reprodução do conteúdo do texto. mutans. Exemplo: A aderência de S. as soluções de digluconato de clorexidina (Periogard Colgate) e a solução associada diferiram estatisticamente (SWERTS. devem figurar em letras maiúsculas entre parênteses. De acordo com Estrela e Sabino (2001).06% acrescida de própolis a 0. mas expressando idéias e informações. (2000) compararam o número e o diâmetro de túbulos dentinários bovinos quanto à sua similaridade com dentes decíduos humanos. a) citação indireta tipo paráfrase: no qual se expressam as idéias do autor com as palavras próprias. seguido de ano de publicação entre parênteses. salivarius.. sem transcrever literalmente as palavras do autor do texto. (APÊNDICE – I) 3.42 centro de gravidade através do espaço ao longo de uma trajetória que exige o dispêndio mínimo de energia‟ ou as definições [. Já para S. salivarius. Exemplo: Baseado nos estudos anteriores. Swerts (2002) formulou um composto associado de clorexidina a 0. sanguis e S. 2002).. as citações indiretas podem ser do tipo paráfrase e condensado. S. sanguis foi drasticamente reduzida pelas soluções de digluconato de clorexidina (Periogard Colgate) e solução associada (p>0. mutans e S. não havendo necessidade de colocar a página de onde o conteúdo foi extraído. b) quando o(s) nome(s) do(s) autor(es) estiverem no fim do parágrafo.06% para verificar. in vitro.05). com tamanho de letra 10 e com espaçamento simples ou 1 entre as linhas de seu texto. deve constituir um parágrafo independente e recuado a 4 cm da margem esquerda. Exemplo: Schilke et al. Com .

1997). são distinguidas pelo acréscimo de letras minúsculas após a data e sem espacejamento e em ordem alfabética. podendo levar a processos infecciosos periodontais (PEREZ et al.. Koo (2003c) e assim por diante. SIQUEIRA-JÚNIOR et al. a diferença entre dentina bovina e humana não foi significativa.. mas. Como conclusão.1996.3. b) citação indireta tipo condensado: no qual são sintetizadas as idéias do autor.3. referindo-se ao número. 3. devido à semelhança desse tecido ao tecido dentinário humano.43 relação ao diâmetro dos túbulos. Exemplos: Koo (2003a). publicados em um mesmo ano.. Exemplo: Dois autores: Fiorini e Swerts (2004) Exemplo: Três autores: Silverstein. início ou meio: Park (2005) Citação para o fim do parágrafo (PARK. 2005) As citações de diversos documentos de um mesmo autor. 3. Exemplos: Citação no parágrafo.2 Citação de trabalho de dois ou três autores No inicio do parágrafo e meio. propuseram a utilização in vitro de espécimes bovinos. LE GOFF et al. LOVE et al. 1992. os dentes bovinos são mais calibrosos. 2000) e endodônticos (SUNDQVIST. Koo (2003b). seguidos do ano de participação. 1993.. Exemplo: A característica tubular da dentina garante o contato com tecidos adjacentes. Bassler e Morril (1991) .3 Formulando uma citação 3.1 Citação de trabalhos de um autor Estes documentos são indicados pelo sobrenome do autor e o ano de publicação. os sobrenomes dos autores devem ser ligados pôr e.

3.3 Citação de trabalhos com mais de três autores Citar apenas o sobrenome do primeiro autor seguido da expressão latina et al. Exemplos: Título: Própolis um antibacteriano bucal Citação: PRÓPOLIS. também em maiúsculas. p. acrescenta-se as iniciais de seus prenomes. Exemplo: Oliveira... O. Exemplos: Koo et al. 16 abr. 2003 e Oliveira.. acrescentam-se os prenomes por extenso. Clóvis (2005) 3. (2002) ou (KOO et al. p...4 Citação de trabalhos de autores anônimos Quando se tratam de obras sem indicação de autoria ou responsabilidade conhecida. Exemplo: Conceitua-se política como um modo de agir com o propósito da obtenção de algo pretendido. 2003) Caso persista a coincidência. Exemplo: Silva. (2003) Caso o título inicie com artigo (indefinido ou definido). Exemplo: Título: A ROSA Prometida. a citação é feita colocando-se a primeira palavra do título em letras maiúsculas.3. p. Folha de S.. Citação: (A ROSA.. 2002) 3. 3) Quando houver coincidência de autores com o mesmo sobrenome e data de edição. ALVES. . 1999. seguido do ano separado por vírgula. a norma recomenda a entrada da referência pelo título. (OGUSHI.. 1999. Carlos (2005) e Silva.44 No final de parágrafo a citação deve vir entre parênteses e os nomes dos autores separados por ponto-e-vírgula e com letras maiúsculas. seguida de reticências e data entre parênteses. São Paulo. 1999. Paulo. 5). ou monossílabo. 5. deve incluir na indicação da fonte. C.

pode ser expressa como citação direta ou indireta. descreve que a própolis possui atividade antimutagênica e antibacteriana. seguido das expressões apud ou citado por ou segundo.45 3.7 Citação de citação Só deve ser usada em último caso. 2003) = primeira citação OMS (2003) = segunda citação em diante.3. Esta ideia. 2005). por sua vez. quando se esgotarem as possibilidades de recuperação do original. Exemplo: BRASIL (2005) 3. conforme ou segundo. e o sobrenome do autor do documento que foi realmente consultado.3. Posteriormente em nota de rodapé ou na referência. . Exemplo: Citação de citação no texto científico: Souza1. DIAS-COSTA. seguido da data do documento. Exemplo: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE (OMS. A indicação da fonte de uma citação de citação pode ser apresentada na forma textual ou após a descrição da ideia. usa-se a expressão apud . estado ou município. Consiste na reprodução de informação já citada por outro autor.5 Citação de documentos cujo autor é uma entidade coletiva Deve-se citar o nome por extenso acompanhado da sigla na primeira citação em texto.3.“citado por”.6 Citação de documentos de autoria de órgão da administração direta do governo A citação se inicia pelo nome geográfico do país. Quando não houver sigla citar o nome da entidade por extenso sempre que aparecer. (apud SWERTS. Para se promover a citação de citação adota-se: a) citar o sobrenome do autor do documento não consultado. Para explicar que o autor da ideia original é citado por um outro autor/obra que se está consultando. mencionar os dados do documento original. a partir daí citar apenas a sigla. 3.

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Informação da obra original consultada em rodapé:
1

__________________ SOUZA, Pedro. Ação da própolis sobre bactérias. Jornal Brasileiro de Apicultura, São Paulo, v. 23, n. 44, p. 45-47, 1997.

b) quando não se usar esta informação em nota de rodapé, devem-se acrescentar duas entradas na listagem de referência: do trabalho original e do trabalho consultado. Exemplos: SOUZA, Pedro. Ação da própolis sobre bactérias. Jornal Brasileiro de Apicultura, São Paulo, v. 23, n. 44, p. 45-47, 1997.

SWERTS, Mário Sérgio Oliveira; DIAS-COSTA, Ana Maria Duarte. Associação de própolis e clorexidina na inibição da aderência de Streptococcus spp. Revista Internacional de Periodontia Clínica, Curitiba, v. 2, n. 2, p. 45-54, 2005. 3.3.8 Citação de obras sem data

Deve registrar uma data provável ou aproximada, entre colchetes, de acordo com as normas de referências (ver item elaboração de referências bibliográficas). Exemplos: Aragão [1978?] = data provável Aragão [ca.1978] = data aproximada

3.3.9 Suprimir partes de uma citação Quando se quiser suprimir partes de uma citação em texto, usam-se reticências entre colchetes. Exemplo: “[...] a solução propólea pode em altas concentrações causar irritação da mucosa bucal [...]” (SWERTS et al., 2001).

3.3.10 Colocação de interpolações, acréscimos ou comentários ao texto

Quando houver a necessidade de algum comentário adicional à citação, mencione-se no momento oportuno entre colchetes [ ]. Exemplo: “a solução alcoólica de própolis [solução hidroalcoólica também] pode causar dermatite de contato” (SWERTS et al., 2001).

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3.3.11 Citação de textos em língua estrangeira

Quando houver necessidade de efetuar citação de uma língua estrangeira, têmse duas opções: a) citar na língua original, traduzindo-a em nota de rodapé; b) traduzir diretamente no texto e indicar, em nota de rodapé, a língua da obra original (FRANÇA; VASCONCELLOS, 2004). Quando a citação conter texto traduzido pelo autor, deve-se incluir depois da chamada de citação, a expressão tradução nossa, entre parênteses. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2002b) Exemplo: “Ao fazê-lo pode estar envolto em culpa, prevenção, ódio de si mesmo [...] pode julgar-se pecador e identificar-se com seu pecado.” (RAHNER, 1962, v. 4, p. 463, tradução nossa).

3.3.12 Citação de informação oral

Pode-se efetuar uma citação de informações colhidas em palestras, debates, seminários e outros. É indicada pela expressão “informação verbal” entre parênteses e deve-se mencionar os dados disponíveis em nota de rodapé. Exemplos: Em texto: A própolis deverá ser uma importante fonte de pesquisa no Brasil nos próximos anos (Informação verbal)1 Em rodapé:
_______________ 1 Informe e comunicação repassada no III Encontro Nacional de Apicultores em agosto de 1999.

3.3.13 Citação de obras em fase de elaboração

Os trabalhos em fase de publicação ou ainda não publicados podem ser citados, informando apenas os dados disponíveis, sendo eles: autores, título, nome da instituição, revista que tiver aceito e a data. Exemplo: [...] Artigo sobre a avaliação do gel de própolis na dessensibilização dentinária em lesões cervicais não cariosas (em fase de elaboração)1 Em rodapé:
_______________

48
1

Trabalho de autoria de ALVES, Deise Rodrigues; SWERTS, Mário Sérgio Oliveira, da Faculdade de Odontologia da UNIFENAS, 2005 (em fase de elaboração).

3.4 Sistema de chamada das citações As citações podem ser expressas em texto por três sistemas: a) sistema numérico; b) sistema alfabético (autor-data); c) sistema alfa-numérico. 3.4.1 Sistema numérico

Neste sistema é realizada a numeração única e em seqüência por capítulo. A indicação pode ser realizada entre parênteses, ou sem qualquer sinal ou sobrescrita. As indicações podem estar alinhadas ao texto ou sobrescrita. Exemplos: “A referência completa dos documentos eletrônicos que deram origem à citação deve constar da listagem no final do trabalho” (1). “A referência completa dos documentos eletrônicos que deram origem à citação deve constar da listagem no final do trabalho” 1. “A referência completa dos documentos eletrônicos que deram origem à citação deve constar da listagem no final do trabalho” (1).

3.4.2 Sistema alfabético (autor-data) É o sistema também chamada “autor-data”, em que figura o sobrenome do autor principal, seguido do ano da publicação. Quando o nome do autor estiver no fim do parágrafo e estiver entre parênteses deverá estar em letras maiúsculas e quando o nome do autor estiver contido na sentença, indica-se o nome do autor com a inicial maiúscula com a data de publicação e a página, entre parênteses. Exemplos: (SWERTS, 2010) = fim de parágrafo Swerts (2010) = no inicio ou meio do parágrafo

sobrescrito e a data de publicação.5. p. 2002. CARDOSO.5....1 Sic: erros gráficos Quando houver erros gráficos ou qualquer outro erro relacionado ao texto original.4.49 3.. 1985.] . seguido do número da referência. conforme ou segundo Essa expressão é usada para expressar uma citação de citação. o que dificulta o entendimento e a compreensão por tantas abreviaturas. 350).. Tal sistema é comumente adotado em revistas científicas (periódicos). 3. p. 3. o mesmo deve ser transcrito com o erro e poderão ser seguidos da expressão latina (sic). apud ROCHA. 2009.] (ALVES. o planeta Terra [. podendo ser usada no texto ou em rodapé. Esta seção do manual visa esclarecer o significado e aplicação destas abreviaturas de expressões latinas..2 Apud: citado por. (2005) 3..5 Recomendações em texto (expressões latinas) É muito comum o uso de expressões latinas abreviadas em texto científicos. Exemplo: Silva1 et al. Exemplo: [. A expressão indica que estava assim mesmo no texto consultado original. p. 31) diz ser “[.]” De acordo com Weber (1992. 48).3 Sistema alfa-numérico É uma associação do sistema numérico com o alfabético em que se menciona o sobrenome do autor.] aquelas soluções poderiam ser eficazes neste controle da cárie (sic) [.. ROSA... 1999 apud ABREU.] o valor da educação é um fator [. Exemplos: Segundo o autor (SOUZA.

5 Opus citatum ou Op.5. variando apenas a página das obras. p.5. quando se tratar de citação de diferentes obras do mesmo autor. p. 2004. Exemplos: _____________ 1 Junqueira.4 Idem ou Id. Terra (1985 apud ROMA 2003. 26. 3.5. 45-49. p. 1) coloca que “o Brasil e a América Latina tornaram-se pioneiros em educação popular no mundo em parte pelas décadas de exclusão a que a popular foi submetida. p. 60 OBS: Sempre que possível é preferível repetir os dados.: na mesma obra Só é empregado quando se efetuarem várias citações de um mesmo documento. Exemplos: _____________ 1 Simões. 45 2 Ibidem. Exemplos: _____________ 1 Junqueira. 2000. p.: do mesmo autor Substitui somente o nome do autor. 55 3 Ibidem. 1999 apud COSTA. 55 3 Junqueira. 2000. 45 2 Junqueira. 2004. p. p. cit. 2005. 60 3. 2 Idem.50 A jornalista Morais (2000 apud FREIRE. 2002. 60) 1 ______________ ALVES. 2004. 1991. p. p.: na obra citada . 3 Idem. 2004. p. p.3 Ibidem ou Ibid. 2-3 3.

p.: confira. cit. p. 1987.5. 3. loc. confronte É empregada para fazer referência a trabalhos de outros autores ou a notas do mesmo autor. 2004.: no lugar citado É empregada para mencionar a mesma página de uma obra já citada.7 Sequentia ou Et seq.5. 67.: seguinte ou que se segue É usada quando não se deseja mencionar todas as páginas da obra referenciada. 1999. 3. nota 7 .6 Loco citato ou Loc. 23. quando houver intercalação de uma ou mais notas de indicação de bibliografia. 1986. p. PRADO. 45 et seq. 2 Swerts. 56. 2003. 45-56 passim. em várias partes ou passagens (trechos) É usado quando se quer fazer referência a diversas páginas de onde foram retiradas as idéias do autor. Indica-se a primeira página. Pajares Cf nota 5 do capítulo 2 Cf. p.51 É adotada em seguida ao nome do autor. Cf. 3 Coimbra.8 Passim: aqui e ali. p.5. 38 3. Exemplo: Rocha. 2 Pereira. Exemplos: _____________ Para uma ampla revisão sobre questões metodológicas relativas à pesquisa na área de crenças. referindo-se à obra citada anteriormente. 1989. 1988. 3 Camões op. cit.9 Confira ou Cf. p.5. seguida da expressão “et seq. 45. p. 3.” Exemplos: Alves e Swerts.. Exemplos: _____________ 1 Coimbra. na mesma página. 55. p. Exemplos: _____________ 1 Camões. cit.

4.2 Conceito de referência Referência é um “conjunto de elementos que permitem a identificação. 4.1 Norma NBR 6023 Especifica os elementos a serem incluídos nas referências. . b) orientar a preparação e compilação de referências de material utilizado para a produção de documentos e para inclusão em bibliografias. As referências também podem ser apresentadas em notas de rodapé.3 Elementos essencias e complementares As referências apresentam elementos essenciais e podem estar acrescidas de elementos complementares. 2002) o termo referência deve ser adotado de forma genérica. resenhas e outros. estabelecendo convenções para transcrição e apresentação da informação originada das fontes de informações. antecedendo resumos.1. texto ou de capítulo. 4. no todo ou em parte. resumos. de documentos impressos ou registrados em diversos tipos de material” ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (2002a). já que há grande diversidade de fontes de informação. 4.52 4 ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS (NORMA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS) Segundo a NBR 6023 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. bibliográficas e não bibliográficas. resenhas e recensões.1 Objetivos a) fixar a ordem dos elementos das referências.

Aloísio Fernandes. Observação: um traço supre a autoria individual ou múltipla e outro traço substitui o título. AKISUE. ed. 3 v. (português e espanhol). vírgula. 2000. Gokithi. Quando houver até três autores. (inglês). 2000. Exemplos: INFANTE. Fernando de. em números arábicos sem ordinal e a palavra edição de forma abreviada. Curso de gramática aplicada aos textos. Quando há subtítulo. 6. Mário Sérgio Oliveira. Exemplos: 2. seguido da expressão et al. OLIVEIRA. São Paulo: Scipione. deve ser antecedido de dois pontos. nome com as iniciais em maiúsculas e ponto. ed. 2000. seguido de ponto. São Paulo: Scipione. Numeral ponto espaço e a palavra abreviada. Ulisses. e) edição: indica-se a edição a partir da segunda. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. sem grifo. Somente a primeira letra do título é maiúscula. sublinhado ou itálico. 6 exs. Exemplos: COSTA. c) nome de autor de várias obras referenciadas pode ser substituído por um traço equivalente a seis espaços. ed. ed. v. ______. 2 v. separa-se por ponto-e-vírgula. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. b) título da obra: negrito.1 Elementos essenciais a) autor: SOBRENOME em maiúsculas. Farmacognosia. 1998. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 2001. seguido de ponto. 5.3. ______. Exemplo: Metodologia científica: no ensino da saúde. 6. 1. d) o autor e o título da obra repetido na mesma página podem ser substituído por dois traços equivalente a seis espaços.53 4. Celso João et al. Maria Kubota FERRETI. ponto. 10nd ed.. ______. Mais de três. ed. Do texto ao texto: curso prático de leitura e redação. ed. Exemplos: SWERTS. indicase o primeiro. AKISUE. . salvo nomes próprios. ______. 3. ______.

Exemplo: Usar COOPMED. Zélio dos Santos. Brasília: INL. (Alemão). 1982.l.n. Não se usa: S.. Filhos & Irmãos. 1981. a informação deve ser acrescentada de forma abreviada. (francês). com seus respectivos locais separando-as por ponto e vírgula. adota-se a notação [s. (Italiano).  no caso de duas editoras.. f) local de publicação: o nome da cidade não pode ser abreviado. Caso existam cidades com o mesmo nome em Estados ou Países diferentes. ausência de local. Organização do espaço urbano e Mossoró. 9. MG: Viçosa. Exemplos: Viçosa. José Lacerda Alves.]. Quando a edição for revisada e aumentada. significa sine nomine. adota-se a notação [S. AL: Faltando indicação de local. significa sine loco.].54 5e ed. RN: Viçosa. Dicionário de lingüística. ed. rev. [S. Rio de Janeiro: Presença. Aufl. cita-se ambas. e a abreviatura do Estado ou País. Exemplo: FELIPE.  caso tenha três ou mais editoras cita-se a primeira ou a de maior destaque. seguindo-se de dois pontos. A. ausência de editor. anota-se o nome da cidade seguido de vírgula. Exemplo: . ed. ao invés de escrever: Cooperativa Editora e de Cultura Médica. Exemplo: 5. Pode-se abreviar algumas editoras: UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). FGV (Fundação Getúlio Vargas). e aum. etc.l. Exemplo: JOTA. 2.]: Esam. g) editora: após o nome da cidade aparece o nome da editora. 6a ed.  faltando indicação de editora. Ltda.

a) adaptador: . h) data: o ano da publicação deve ser grafado com algarismos arábicos. de acordo com o suporte físico. permitem melhor caracterização dos documentos.55 BELÉM. 4. indicando-se os dados assim obtidos entre colchetes.3.3. acrescentadas aos elementos essenciais.]. retirada de outras fontes. entre colchetes [1998?] = data provável [ca.1 Comentários aos elementos essenciais a) as referências são alinhadas à margem esquerda. Tais elementos são retirados do próprio documento. seguido de ponto. digitadas em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simples. b) número de volumes da obra deve ser indicado após a data e o ponto final.2 Elementos complementares São informações que.1. procede-se: [1999] = data certa. utilizam-se outras fontes de informação. Exemplo: 2000. 2000] = data aproximada [199-] = década certa [198-?] = década provável [19--] = século certo [19--?] = século provável 4. Perspectiva: métodos dos pontos de distâncias. com a palavra volume abreviada. Em determinados tipos de documentos. Indica-se primeiro o numeral seguido da abreviatura. Exemplo: 2 v. Aloizio. 1964. Quando isso não for possível. i) caso não identifique a data. alguns elementos indicados nesta Norma como complementares podem tornar-se essenciais.n. Belo Horizonte: [s. sem ponto no milhar.

(Dir. Bertholo (Coord.). não é seguido com rigor pelas editoras. 6. Lingüística como ciência: ensaios. . São Paulo: Cultrix. ed. 1973. que reúne autores diferentes para a realização de um livro. Tradução e adaptação de Clarisse Madureira Sabóia et al. Seleção. 1989. notas de J. 182 p.) Translation/history/culture: a sourcebook. 482 p. apresentar as características de organizador de uma obra. André (Ed.).) Teoria literária: problemas e perspectivas. Francis.56 Exemplo: VANOYE. 140 p. As editoras brasileiras não se atêm a esse conceito. Mattoso Camara Jr. Tradução de Ana Luísa Faria e Miguel Serras Pereira. cronologia da entrega dos trabalhos. d) editor: É utilizado para identificar o dono da empresa publicadora. ISBN 97220-1227-4. London: Routledge. no entanto. Exemplo: ANGENOT. tradução. Lisboa: Dom Quixote. b) organizador ou compilador: Termo reservado à seleção e preparação de textos. confundindo-o muitas vezes com organizador. Exemplo: BOSI. ou profissional que avalia e contrata obras para futura edição. São Paulo: Cultrix. no entanto. Rio de Janeiro: Acadêmica. e) diretor ou direção. sem. Alfredo (Org. de um ou vários autores. Exemplo: PICONEZ. Exemplo: LEFREVE. mas será em caráter excepcional. 1969. Edward. 1995. 1992. c) coordenador: Termo relativo ao responsável por uma publicação. estabelecendo temas. O conto brasileiro contemporâneo. f) tradutor: pessoa que faz a transposição de um texto. 1991. ordem dos textos e outros. publicado em uma língua qualquer. A prática de ensino e o estágio supervisionado. Stela C. Usos da linguagem: problemas e técnicas na produção oral e escrita. ed. 5. Esse conceito. Mark et al. Campinas: Papirus. Poderá fazê-lo. para outra língua. Exemplo: SAPIR.

em que expõe o objetivo da obra. Olympio: MEC. Do casamento ao divórcio. Ainda pode discorrer sobre as dificuldades encontradas. no qual é feito por outros autores elaborando comentários sobre a obra. h) notas: termo usado para indicar informações postas no rodapé de uma obra para esclarecer alguma passagem obscura. Exemplo: PEREGRINO JÚNIOR. Exemplos: SOUZA. i) atualização e notas: é a realização de emendas a um texto que se encontra ultrapassado em alguns trechos. O coronel e o lobisomem. bem como a metodologia e referências utilizadas. Ruy. 4. Exemplo: CARVALHO. Rio de Janeiro: J. 2. Organizada por Ivan Cavalcanti Proença. [1974]. Rio de Janeiro: J. ou explicitar alguma palavra utilizada no texto. São Paulo: Atlas. b) dois e três autores. São Paulo: Companhia das Letras. 13. Guia para redação e apresentação de teses. Olympio. José Cândido de. Belo Horizonte: COOPMED. Prefácio de Rachel de Queiroz. ed.4 Modelos de referências bibliográficas 4. . 1992. 2002. Antônio de Souza. O anjo pornográfico: a vida de Nelson Rodrigues.57 g) prefácio: texto escrito pelo próprio autor do livro. 2000. Atualização de Carlos Augusto de Barros Levenhagen. Notas de Paulo Rónai. Exemplo: LEVENHAGEN.4. CASTRO. ed.  Não confundir PREFÁCIO com APRESENTAÇÃO. 1971. Seleta. Maria Suzana de Lemos.1 Livro a) um autor.

NBR 14724: informações e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. OKUNO. Exemplo: MEDEIROS. São Paulo: Pancast. Física para ciências biológicas e biomédicas. Iberê Luiz. Neste caso faz-se a entrada pela primeira palavra do título da obra em caixa alta. Luiz de Jesus et al. 4.4. João Bosco. Maria Margarida de. Cecil. 4. enceramento e escultura dental. 1997. Não se usa o termo anônimo para substituir o nome do autor desconhecido. seguidos de espaço. São Paulo: Harbra. Exemplo: O OLHAR e o ficar: a busca do paraíso. Exemplos: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE – OMS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS . CALDAS. 1994. 2005.2 Autor entidade Quando o autor for entidade cita-se todo o nome da entidade em letras maiúsculas. Manual para elaboração de referências bibliográficas: a nova NBR 6023: 2000 da ABNT. c) mais de três autores.ABNT. .4. 2001. ANDRADE. Exemplo: NUNES. podendo ser seguido pela sigla separada por traço. Emico. CHOW.3 Autoria desconhecida Na impossibilidade de se identificar o autor. São Paulo: Pinacoteca do Estado. 490 p. 1986.58 Os nomes devem ser separados por ponto e vírgula. faz-se entrada pelo título da obra. colocando somente a primeira palavra do título em letras maiúsculas. Oclusão. Rio de Janeiro. São Paulo: Atlas.

Lana Ermelinda da Silva dos. B. p.5 Capítulo de livro Para referenciar capítulos de livros.59 4. João Bosco. 2004. 13. Exemplos: PAPINI. 2.4. aparecendo todo o nome do autor. ed. menciona-se ele todo. substitua o nome do autor(es) do capítulo por um traço equivalente a seis espaços. Não se repete o nome do autor. 4. Maria Margarida de. 2000. 5. cap. b) caso o autor utilize um pseudônimo. João Bosco ou MEDEIROS. J. sem grifo). No final.13. ANDRADE. cap. MEDEIROS. neste caso. SWERTS.153-158. faz-se a indicação do(s) autor(es) do capítulo do livro. a norma flexibiliza sua padronização. João Bosco Oliveira Ribeiro. 2009. Unidade de composição do texto: o parágrafo. na qual pode-se mencionar o nome abreviado antecedido pelo sobrenome em maiúsculas. São Paulo: Atlas. No entanto. In: ______. Solange.4. São Paulo: Artes Médicas. Sendo mostrado abreviado. ou seja. indicam-se o capítulo e as páginas. Exemplo: João Bosco de Medeiros poderá ser referenciado: MEDEIROS. . Saúde Bucal. In: SANTOS.4 Comentários aos modelos a) os nomes dos autores devem figurar nas referências como são descritos nas obras originais. Tristão de Athayde (pseudônimo). p. In: ______. 59-62. Mário Sérgio Oliveira. construa a referência com ele abreviado. Comunicação em língua portuguesa. 205-231. caso seja o mesmo para o capítulo. p. Creche e Pré-Escola: uma abordagem de saúde. título e subtítulo (caso houver. Exemplo: Alceu Amoroso Lima (nome). Qualidade de vida rural. São Paulo: Atheneu. Vigilância em saúde ambiental: uma nova área da ecologia. registra-se o que consta na obra. seguida da expressão “In:” e da referência completa da obra. Exemplo: SILVA. cap.

Mário Sérgio Oliveira. clorexidina e associação de ambas na desinfecção de túbulos dentinários (in vitro) e seus efeitos nos microrganismos da saliva em humanos. Título do trabalho. ou seja em um dos lados da folha. Número de folhas ou páginas. . da Universidade. ix 137 p. Local. quando se faz a impressão no anverso e verso e número de folhas. v.. 2010). Nome. (para obra paginada com algarismos arábicos). (quando há uma parte inicial em algarismos romanos e continua em arábicos). Exemplo: SWERTS. A descrição física refere-se ao número de páginas. como capítulos....4. folhas ou volumes do documento que deve ser anotado da forma que aparece na obra (FRANÇA et al. (para os trabalhos acadêmicos que comumente são escritos apenas no anverso da página). E x e m p l o s: 22 p. Rio de Janeiro. 181 f.1 (quando se referencia apenas um volume da coleção) p. 121-130 (quando se referencia parte de uma obra. 302. Tese (Doutorado em Odontologia) – Faculdade. Avaliação de soluções de própolis. indicar: não paginado. Quando o documento tiver paginação irregular. Averiguar que a norma exige colocar logo após a data. 3 v. Entende-se por páginas. xx p.60 4.. Tese (Doutorado em Odontologia) – Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro.6 Monografias. em 2 (quando o número de volumes bibliográficos difere do número de volumes físicos). o número de páginas ou folhas de uma monografia.. 3 v. (quando há uma parte no final da obra numerada com algarismos romanos). 2003. quando a impressão for somente no anverso. dissertação e tese. por exemplo). (quando se referencia uma coleção composta de mais de um volume).. 112 f. Data. dissertações e teses Segue-se o modelo: SOBRENOME. deve-se indicar: paginação irregular. não sendo paginado.

período.61 4. 2004. 23 jul.9 Artigo de jornal assinado Segue o modelo: SOBRENOME. Revista Época. numeração do volume. 34. Nome (se houver). Nome. local da publicação.8 Artigo de revista científica De acordo com o modelo: SOBRENOME. São Paulo. local de publicação. Título do jornal.4. paginação inicial e final do artigo. local de publicação. data de publicação (dia. data de publicação (dia. . Local da publicação. Eduardo H. mês e ano). fascículo ou número. 1. 40-44. Sonia Groisman. São Paulo. Título do artigo ou da matéria: subtítulo (se houver). Caderno A. Enfoque atual sobre periodontite pré-pubertal. v. Exemplo: SWERTS. Título da publicação. HARARI.1. caderno ou parte do jornal e número(s) da página(s). paginação inicial e final do artigo. p.4. numeração do volume. Exemplo: GUIMARÃES.10 Artigo de jornal sem autoria Conforme o modelo: TITULO com a primeira palavra em maiúsculas. Data de publicação. n. n./jun. Mário Sérgio Oliveira. A economia brasileira. p. 2010. Seção. 74-82. abr. 616. mês e ano). Título do artigo: subtítulo (se houver).7 Artigo de revista não científica Baseia-se no modelo: SOBRENOME. 4. caderno ou parte do jornal e página inicial e final. Revista Internacional de Periodontia Clínica. Camila.4. Curitiba. Como se forma um bom aluno. Exemplo: SIMONEL. 8 mar. Nome. 4. 1994. Título do jornal. Seção. Gazeta Mercantil. período. p. Título do artigo: subtítulo (se houver). Data de publicação. fascículo ou número.4. 4. Título da publicação.

p. p. número do evento (se houver). 1997. 23 mar..4.62 Exemplo: HISTÓRIA da corrupção no Brasil. Associação de clorexidina e própolis atuando na inibição da aderência de Streptococcus spp. São Paulo. Exemplo: SWERTS. Bastos. Caderno 4. Paulo. A parte do título que repetir o nome do evento deverá ser substituído por reticências. seguido da expressão “In:”. 15. título do documento (anais. In: REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE PESQUISA ODONTOLÓGICA. Associação de clorexidina e própolis atuando na inibição da aderência de Streptococcus spp. Anais. v. etc.4. supl. 3. atas. título do evento em maiúscula. Águas de Lindóia: SBPQO. . Nome. São José dos Campos: Johnson & Johnson. São Paulo. 4. Mário Sérgio Oliveira et al. 18.4. 80-83. 1997. 82-89 4.. local. data de publicação e página inicial e final da parte referenciada. Brazilian Oral Research.. Bula de remédio. 2001. Responsável técnico: Delosmar R. Título do artigo: subtítulo (se houver).11 Resumo de trabalho apresentado em evento Prefere-se o modelo: SOBRENOME. tópico temático. 2001. Mário Sérgio Oliveira et al.). 4. editora.13 Bula de remédio Exemplo: RESPRIN: comprimidos. Águas de Lindóia. ano e local da realização.12 Resumo de congresso publicado em revista científica Exemplo: SWERTS. Folha de S. 2001. p..

n. jan. 2010.uol. Disponível em: <http://www. 4. c) matéria de jornal assinada. MENDES. Aventuras na serra. V. 188). Disponível em: <http://www. nesses casos. Disponível em: <http://jbonline. Acesso em: 31 mar. 2. Exemplos: MOURA. Grid. 2010. Revista de Saúde Pública. o modelo de referências bibliográficas. 2003. acrescentando-se informações relativas à descrição física do meio ou suporte.. p. a) sem indicação de autoria. 16. Luiz. p. Para obras consultadas on line são essenciais as informações sobre o endereço eletrônico completo. F. 39.5 Referências de documentos eletrônicos As referências de documentos eletrônicos seguem. São Paulo. Psicologia: reflexão e crítica.5. v. . 2005. Porto Alegre.pdf>. 2002. Exposição coambinada entre ruído e vibração e seus efeitos sobre a audição de trabalhadores. apresentando entre <brackets>. Exemplo: IBGE: mais de 59 milhões de brasileiros têm doenças crônicas. L. é registrar todas as informações disponíveis e fornecer ao leitor o caminho (endereço eletrônico) que foi percorrido para se chegar ao documento (FRANÇA et al. precedida da expressão: “Acesso em:” Exemplo: SILVA.com. Acesso em: 23 maio 2008. 2000. precedido da expressão: “Disponível em:” e a data de acesso do documento. Jornal do Brasil online. 31 mar.63 4.asp>. b) artigo de revista.com.pdf> Acesso em: 12 maio 2004.br/pdf/prc/ v16n2/a20v16n2. n.br/velocidade/formula1/colunadosalviano /index/html>. Rio de Janeiro. Coluna do Salviano. R. 9-17. R. R. v.1 Sites O importante. 403-410. RAMIREZ. em geral..terra.scielo. 2010. Cognição social e teoria do apego.scielo.br/pdf/rsp/v39n1/02. 1. p. Disponível em: <http://www.br/pextra/2010 /03/31/e310321197. Acesso em: 23 mar. 10 abr.

2001. Mário Sérgio Oliveira. 2000.br/editoriais/2001/03/09/eco812. Disponível em: <http://www.br>.64 BETING. e) trabalho de congresso. 27 nov. Anais. 1 CD-ROM. b) trabalho apresentado em evento. Exemplo: CABRAL. Fortaleza. SILVA.br/PESQUISA/semic/iiisemic/anais/trab/ Enfermagem/resumos/enf3. Exemplos: SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UNIFENAS. Exemplo: ARRANJO tributário. Exemplo: MACHADO. In: SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UNIFENAS.5. 2001. Disponível em: <http://www. Diário do Nordeste Online. 2001.diariodonordeste.br>.com.br>. 2010.. 4. Alfenas. .com.. 1998. 2003.estado. Cátia Aline. 2. 2003. Acesso em: 24 nov. Alfenas. São Paulo.html>. 2004.]: Microsoft Corporation.com. Volta por cima. 3. Alfenas: Unifenas. 9 mar.l. Maria Santos. Joelmir. 4. Alfenas: UNIFENAS. 2004. O estado de S.pesquisa. [S. set... d) matéria de jornal sem autoria determinada. INSTITUTO BRASILEIRO DE BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO CIÊNCIA EM TECNOLOGIA. 1998.unifenas. Anais eletrônicos. Disponível em: <http://www. Acesso em: 9 mar. A equipe hospitalar na orientação de mães de recém-nascidos portadores de malformações crânio faciais. 2..ibict. 2003. Acesso em: 05 abr. SWERTS.3 Banco de dados Exemplos: FÓRUM de pesquisa: banco de dados de pesquisa científica. Acesso em: 24 abr. Acesso em: 28 nov.5. In: SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. Anais. 1 CD-ROM MICROSOFT office 2000 professional. Avaliação do conhecimento popular sobre saúde bucal. Disponível em: <http://www.. 2004.PDF>. Paulo. Cristiane de Oliveira. Alfenas(MG): UNIFENAS.2 CD-ROM a) evento. Disponível em: <http://www. 1 CD-ROM.

65 BIBLIOTECAS Virtuais Temáticas. 182) AUTOR DA MENSAGEM. Sonia Groisman. Exemplos: HARARI. 2001. dia mês e ano. ACUPUNTURA.ibict.br>. Lista de discussão mantida pelo IBICT para a discussão do Programa Comut.swerts@unifenas. Disponível em: <http://www.5.br. 4.5.com. Acesso em: 4 jun. [mensagem pessoal] Mensagem recebida por mariosergio.exe /iah/online/>. Acesso em: 05 abr. Disponível em: <Evangelicos-l@summer.br>.com.br/group/acupunturapestalozzi >. 4. 2010.ibict. BIBLIOTECA REGIONAL DE MEDICINA. Disponível em: <apicultura@grupos. Disponível em: <bib_virtual@ibict. Acesso em: 05 abr..br >.5. Acesso em: 20 maio 2003.br> Acesso em: 22 maio 1998. . Pelo caráter informal e efêmero dessas mensagens. Mensagem recebida por < e-mail do destinatário> data de recebimento. 2010. Acesso em: 16 jun. [mensagem pessoal]. e-mail (mensagem pessoal) Comunicações pessoais (inclusive e-mails) não fazem parte da lista de referências. Disponível em: <http://prossiga. em 8 set.br/bibliotecas>.4 Lista de discussão Exemplos: DISCUSSÃO sobre apicultura. 2001. recomenda-se colocá-las apenas em nota de rodapé (FRANÇA et al. Disponível em: <http://www. Deus não se agradou dele e de sua oferta. Acesso em: 06 abr. 2004. p. Disponível em: <listserver@ibict.COMUT-on-line.bireme.com. INSTITUTO BRASILEIRO DE BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO CIÊNCIA EM TECNOLOGIA. BIBLIOTECAS virtuais.grupos. BRAGA. 2010. Assunto da mensagem. exceto quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o tema em questão.br>. Biblioteca Virtual em Saúde. Disponível em: <http://bases. Re: Grupo de Pesquisa.br/cgi-bin/wxislind. 2010. Hudson. 2010. Bibliografia brasileira de odontologia. Acesso em: 05 abr.

créditos (diretor. José augusto.br/EA/adm/ admarqs/juquinha. Exemplo: . – versão original-. não sendo recomendadas como fonte técnica ou científica de pesquisa.br> em 06 abr.5.ambiente. – colorido -. a) a abreviatura Re (reply) indica que se trata de reposta à mensagem.pdf>. São Paulo: Tw Vídeo distribuidora.): VHS. a) fita de videocassete. Secretaria do Meio Ambiente. Legendado.gov. data especificação do suporte em unidades físicas (p&b – preto e branco – ou color. Mariana Bezerra. realizador. 28p. ed. CAMARGO.br/EA/publicacoes/material_ publica_din3.asp?cod_biblioteca=49> Acesso em: 19 abr. [mensagem pessoal]. roteiristas e outros). fita de vídeo: VHS. Entendendo o meio ambiente: tratados e organizações internacionais sobre o meio ambiente. 1 Videocassete (130 min. [mensagem pessoal]. 2.br> em 26 out.sp. São Paulo: SMA/CEAM. Mensagem recebida por: <hrcunha@uol.ambiente. 35mm. o. em notas especiais. son.1 Livro eletrônico Exemplos: SÃO PAULO (Estado). son. color.com.66 VIANNA. bitola – 16mm.gov. Exemplo: NOME da rosa. 2004. desaparecem rapidamente. 2010. 11v. elenco relevante. Disponível em: < http://homologa. 1986. – legendado e duração. SOUZA. leg. Port. s8 ou super 8. Acesso em: 19 abr. 4. Betamax. Produção de Jean-Jaques Annaud. b) mensagens trocadas por e-mail têm caráter informal. São Paulo.5. Disponível em: <http://homologa. 4. interpessoal e efêmero. Mensagem recebida por: <biblioteca. De bem com a vida.6 Fitas e filmes de vídeo Modelo: Título principal e subtítulo (se houver).. 2010.divinopolis@unifenas. Juquinha o lixo da história. Catalogação de materiais especiais. Ntsc. 2. local. Márcia Milton. ou sonoro/mudo. produtora.sp.5. 2000. produtor. 1999. ed. 2010. v.

1 DVD (87 min). color. etc. data. [1977]. Anne Kopelson. Mark Wahlberg.l. color. . son. diretor artístico. Itália. quando existir. e numeração dentro da série. título e subtítulo.. por exemplo). Produção: Flashstar Home Video. (Coleção Caras. Harry Myers. São Paulo: CERAVI. DIÁRIO de um adolescente. [S. especificação do suporte em características físicas (velocidade rpm – rotações por minuto). Stefania Sandrelli. 4. Serviço de gravação executado no Laboratório Videolar Multimídia Ltda. Bruno Kirby.. 1998. 35 mm. 1 fita (136 min). O QUARTO poder.7 Discos (long play). 1975. 1995. b) filme de longa metragem. son. Produzido no Pólo Industrial de Manaus. Viçosa: Centro de Promoções Técnicas. Intérpretes: Vittorio Gassman. c) filme de longa metragem em DVD. [1996?].5. Escrito por Charles Chaplin. Agenori Incrocci e Furio Scarpelli. Direção: Charles Chaplin. número de canais (estéreo ou estereofônico/mono ou monofônico). Direção: Ettore Scola. Virginia Cherrill. son. Lorraine Branco. Stefano Satta Flores. produtor. Trilha sonora disponível pela Varèse Saraband.67 NÓS que nos amávamos tanto. outras indicações de responsabilidade (entrevistadores. color. Exemplos: LUZES da cidade. color. p&b. VHS.. Produzido por Continental Home Video. ou polegadas) e duração. Manaus: Videolar. 1 videocassete. Roteiro: Ettore Scola.). Florence Lee. História de Tom Mathews. 1 fita de vídeo (52 min). John Travolta. Participação especial de Marcello Mastroianni. Intérpretes: Leonardo DiCaprio. 1 DVD (101 min). Produção: Arnold Kopelson.] : Warner Home Video do Brasil. VHS. Podemse acrescentar outros dados (título da série. Exemplos: TECNOLOGIA de aplicação de defensivos agrícolas: módulo 1. Eric Willians. Direção: Jershon Morais. Frederico Fellini e Vittorio De Sica. gravadora (ou equivalente). Nino Manfredi. . local. dimensões (pol. OS PERIGOS do uso de tóxicos. Intérpretes: Charles Chaplin. cd e fitas cassetes Modelo: SOBRENOME e Prenome do compositor (ou intérprete). Música: Thomas Newman. son.. 1 DVD (115 min). Intérpretes: Dustin Hoffman. Produção de Jorge Ramos de Andrade. 1983. Roteiro: Tom Matthews. 1931. Aldo Fabrizi. Grandes Filmes em DVD).

São Paulo [s. São Bernardo do Campo: EMI-Odeon. Milton Nascimento.3 in C major. colonização. Guarulhos: EMI. p 1984. Mendonça. 2 fitas cassetes (120 min). Projeto gráfico: Marciso (Pena) Carvalho. son. 3 ¾ pps. São Paulo: Fundação Campos Júnior. V. 33 1/3 rpm. 1 videocassete (30 min). A. [jan. VHS. SOUZA. 1 disco sonoro (45 min). In: _____. São Paulo: Som Livre. 12 pol. 3 3/4 pps. [Compositores]. Perfil. 1 fita cassete (25 min). estéreo. 1988]. M. Sonata n.): estéreo. (Coleção Brasil Cultural). 1986. BEETHOVEN. c) fita cassete (áudio). Exemplos: CHICO BUARQUE. Exemplos: TEIXEIRA. São Paulo: Polygran. São Paulo: Caras. Lado B. cultura: Universidade. faixa 1 (3 min 33 s). Literatura. 1978. 1 CD (67 min). liberdade de escolha. In:_____. Milton. Beethoven piano sonatas. Direção Artística: Roland Young.68 a) long play.1995]. Zeca. A. classicismo e literatura.2 n. Lado 2. M. 12 pol. ELTZ. M. 1990]. 1990. (90 min. [Compositor]. d) entrevista gravada. pesquisas. Lado 1. Projeto: André Werneck. Chico Buarque.3. Entrevistadora: Júlia Franklin. 1 cassete son. 1 disco sonoro (36 min). estéreo. Milton. O cio da terra. estéreo. romantismo. 1 cassete sonoro (60min). Rio de Janeiro: Polygram. 33 1/3 rpm. b) CD. Faculdade de Ciências e Letras. 1988. 2003. NASCIMENTO. 3 3/4 pps.M. Entrevistador: F. estéreo. 1 CD. Assis: Seção de Audiovisual. Journey to dawn. L. op.. Exemplos: BALEIRO. PANTANAL. Halpern Sounds. Belmiro: depoimento [25 jan. FERREIRA.]. 1995. Ludwig van Beethoven. C. [ca. 1 cassete sonoro (60 min). faixa 1. estéreo. Direção artística: Mazola. NASCIMENTO. Exemplos: SUDESTE: nosso país. 3 ¾ pps. duração 5:12 min. .n. estéreo. UNESP. p1979. Chico Buarque.. antropologia.

25 jun. Viviane.69 PRESTES. didático. Programa Jornalístico. Escala: 1: 5. Escala: 1:100.000. 1986.000. VHS.). . Rio de Janeiro: Rede Globo.5.6 Mapas e cartas topográficas As referências obedecem aos padrões indicados para os documentos monográficos.. Rio de Janeiro: IBGE. Programa Roda Viva. Assis: Centro de Documentação e Apoio a Pesquisa – CEDAP. 1 videocassete (30 min). Rio de Janeiro: Rede Globo. 1986]. Colônia riograndense: colonos. 69 mapas (alguns color. REPÓRTERES chegam perto do vulcão na Islândia. 1982. São Paulo: Geomapas. Exemplos: ATLAS do Brasil: geral e regional. 88x 120 cm. Nota especificando o tipo de programa (rádio ou TV). UNESP. 1958. 2010. São Paulo: TV Cultura. L. 1 atlas (705p. Nome do programa. Fantástico.000. L. 4. 1985]. Realidade social. 2009. revolução. 1960. cidade: nome da emissora de TV ou de rádio.. [out. Exemplos: MOSE. W. MARK. BRASIL físico. acrescentando-se informações técnicas sobre escalas e outras especificações. 1 mapa p&b. 1 cassete sonoro (60 min). Felix. [jan. 19 abr. duração 1:58 min. capitalismo. SER ou não Ser? Fantástico. Faculdade de Ciências e Letras. C.8 Programa de televisão e rádio Segue padrão TEMA. 120 cm. São Paulo: Michlany. son. MAPA múndi: político. 1 mapa color. Entrevistador: J. política e constituição. alemães de Maracaí e Cruzália. Programa Jornalístico. 4.). data da apresentação do programa.

b) gravuras. Mulheres 1.5 cm x 39. . Slides gerados a partir do software PowerPoint. c) pintura a óleo. Cena de casamento de Leonor de Moraes Barros e Antonio Carlos Coelho Rodrigues. color. v. color. Rio Maior: Idimark Publicidade e Marketing. 1915. Exemplos: SWERTS. Exemplo: FRIMOR: Feira Nacional da Cebola: Rio Maior de 1 a 5 de setembro de 2001.. 97 cm x 134 cm. fotos. atribuir um ou indicar sem título. J. postais.. [Variações anatômicas dentais]. desenhos. Exemplo: ELOY. ética médica e bioética. Goldim. 2001. a) slides. pinturas. 1 fotografia. óleo sobre tela. gelatina 12 cm x 17 cm. radiografias e outros. Baile na roça. 49. 1 gravura. R. 1924. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul.5 cm. entre colchetes). transparências. 1972. lâminas. Geralmente seguem o mesmo padrão: AUTOR.70 4. J. 2004. podem ser acrescentados para melhor identificação do material. Exemplo: CARPANEZZI. d) cartaz. Mário Sérgio Oliveira. Exemplo: PORTINARI. C. e) fotografia em papel. Coleção particular. gravuras. Titulo (quando não existir. 45 slides originais. Data. Coleção Carlos Eugênio Marcondes de Moura no acervo iconográfico do Museu Paulista da Universidade de São Paulo. Havendo mais dados. 2001. 1 Cartaz.7 Material iconográfico Compreende-se por material iconográfico. xilograf. 1 original de arte. Coleção particular. 13 slides. Ética. C. Especificação do suporte. 1). Mulheres 1. slides.

Édipo. g) folheto. 1 instalação com 6 telas medindo aproximadamente 1. Exemplo: BEZERRA. L. Ouro Preto. 1 Rótulo. M.90 m. Titulo (quando não existir. 1988.8 Documento tridimensional São as esculturas. S. Belo Horizonte: EMBRAPA. TODDY instantâneo: alimento achocolatado em pó. Antônio. podem ser acrescentados para melhor identificação do material. 1. Exemplo: DIAS.00 x 0. 1727-1760. Especificação do objeto.71 f) folder. Havendo mais dados. Lavras: PML. 1 Rótulo. A. Matriz de Nossa Senhora da Conceição. 4. 1 folder. Monumento Religioso. dobradiças. [199-]. Coleção Acervo do Museu de Arte Contemporânea – Universidade de São Paulo. objetos de museu. MG. Brasil. Exemplos: ÁGUA mineral natural sem gás. Juatuba. Seguem o modelo: AUTOR. folder. Guarulhos: Quaker do Brasil. entre outros. Técnica: acrílico sobre tela. P. Data. 8 f. 2010. 2010. Fonte Roda D‟ água. 1 folder. Exemplos: PEREIRA. 2010. fósseis. entre colchetes). PROGRAMA municipal de combate a dengue. 2010. Indicadores de saúde animal. maquetes. 2008. Campo Belo: PMCB. h) rótulo. TIRE a dengue de campo. Gabiroba: mudas frutíferas. TIRAPELI. . atribuir um ou indicar sem título. Jaboticabal: Faculdade de Medicina Veterinária e Agronomia de Jaboticabal.

Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988. Emenda constitucional nº. 710... Estabelece. Acresce dispositivo à Consolidação das Leis do Trabalho.... Título: subtítulo... 214 ... ed. editora.... alterando e inserindo parágrafos...3 Medida provisória Segue o padrão: BRASIL... ano). 4.469... 4. v. .. da Constituição Federal.. ANDRADE. 4.. Justiça do Trabalho: Doutrina. Notas..1. de 1º de maio de 1943...72 4. Constituição (ano de promulgação).226 de 04 de setembro de 2001. Porto Alegre . v.9 Documento jurídico 1 São considerados a legislação.452.... Manual de Elaboração de Referências Bibliográficas: a nova NBR 6023 da ABNT.. São Paulo: Saraiva.. Descrição física.. razão pela qual não haveria necessidade em ocupar-se de uma seção especial para esse tipo de referência. Exemplo: BRASIL. 4.2... n. jurisprudência (decisões judiciais) e doutrina (interpretação dos textos legais) e tais documentos são publicados em livros e periódicos.. João Bosco. (Série Legislação Brasileira). Título da publicação.. ano.. Constituição (1988)..... Dados da publicação (local.. Medida provisória n. p....9.1 Documento jurídico impresso 4. Exemplo: BRASIL..... Data. Medida Provisória n ...2 Emenda constitucional Segue o padrão: BRASIL. n. Jurisprudência.....1. Maria Margarida..... aprovada pelo Decreto-Lei no 5.. São Paulo: Atlas... 18. Sentenças e Tabelas. p. Dá nova redação ao art.. de 10 de julho de 1997. 2001.. Organização do texto por Juarez de Oliveira.. e à Lei no 9...1.. 168 p... e dá outras providências. 2001. Cidade de publicação: Editora. 1 Esta seção foi baseada na publicação de MEDEIROS. Constituição (1988).. out.9. Data.... (Série ou Coleção).. 1990.1 Constituição Federal Segue padrão: NOME DO PAÍS.9.... Legislação.. Local... data.9..

jan. ESTADO ou MUNICÍPIO. São Paulo. Revista de Direito do Trabalho. 46. 1984.. (Série ou Coleção). SÃO PAULO.6 Leis Segue padrão: NOME DO PAÍS.. Declara de utilidade pública a entidade que específica. Resolução n. Decreto n .. Cidade de publicação. Dispõe sobre documentos e procedimentos para despacho de aeronave em serviço internacional. n.. de 20 . de 26 de junho de 2003.. São Paulo.... São Paulo. . Diário Oficial do Estado de São Paulo. de 2 de março de 1984. 3-4. v.. Institui e dá outras providências.. Senado. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência. 4...... Dados da publicação. v.324... mês e ano) por extenso. 89. Aprova as instruções para escolha dos delegados-eleitores. Decreto n. 2001. 48. 48. de 4 de janeiro de 1984.. Lei ou Decreto nº. 4 Decreto Segue o padrão: BRASIL. 4. de 29 de maio de 2001 e dá outras providências.9.. 1... (Estado) ou (Cidade) se homônimos. 112. Ministério da Previdência Social... Seção 1. Decreto n.9.. Descrição da Lei ou decreto. Dados da Publicação.. 111./mar. data (dia. Autoriza . Resolução n.. p.. data.../mar.1.. ano.. 425-426. v. n. Exemplos: CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA.. Título da publicação. out. 1 dez. Notas. p...148.. 2003. 311-312. p.. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência. jan.271.1. Congresso. 227. de 30 de novembro de 2001. Dispõe sobre o impedimento no artigo 23 da Lei Complementar 108. (Estado).. Exemplos: BRASIL. v.1.. efetivo e suplente à Assembléia para eleição de membros do seu Conselho Federal. Resolução 4. 1984..73 4. BRASIL./dez. p.9. Título da publicação: subtítulo..5 Resolução Segue o padrão: BRASIL. p. Ano 29. 89. São Paulo.

........ Suplemento Tribunal Federal... São Paulo. p. 669-672. 4..... Lei n. volume. Título do periódico...70006270508.. Tribunal Regional Federal... p...2... 2003.........9..... Habeas-corpus.... data. Processual Penal.... p.... Relator: Dês..2 Jurisprudência (decisões judiciais) 4.. v...... Ano 93.. 828.137-149....... Revista Trimestral de Direito Civil. abr.. Apelação cível n .......... Local. n... Torna obrigatória a inclusão de dispositivo de segurança que impeça a reutilização das seringas descartáveis.. ano.....273. Relator: ........ Região . Apelado: Cibrasa Indústria e Comércio de Tabacos... 4. Responsabilidade civil.9. data..... Tribunal de Justiça.... local........ Impetração suscitando nulidade do processo perante o tribunal que já apreciou a matéria em âmbito de apelação inadmissibilidade – circunstância que torna a corte de justiça...... n./jun........ .. 2004......3 Súmula Segue o padrão: BRASIL.. São Paulo. .. São Paulo. de 3 de maio de 1996.. Porto Alegre. dano material e moral..9. Apelante:... p. p. Exemplo: RIO GRANDE DO SUL. DF.. 2004. 1260. Título da publicação.... 18 set... Apelação civil n.. Exemplo: SERGIPE....18. p.74 Exemplo: BRASIL.......1 Apelação cível Segue o padrão: BRASIL.... Local.9.... Rio de Janeiro. Brasília.... Súmula n ... v.. data.... Philip Morris do Brasil e Souza Cruz...2 Habeas corpus Segue o padrão: BRASIL...... Seção.. . Não é admissível por ato administrativo restringir.... Revista dos Tribunais......... Leo Lima... out. 9............2. ... Superior Tribunal de Justiça..... da ....... 4. Título do periódico. uso de cigarros.. Apelado:... Ano 5..2. Tribunal de Justiça.... Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de ... de . de . Habeas corpus n ... data. v. maio/jun.... 1996... Lex: coletânea de legislação e jurisprudência...... Apelante: Adelar Brando.... n. 60.

.. pois não é de sua índole conferir a propriedade a alguém. Tribunal Regional Federal.. Diário de Justiça da União... Nome do periódico.. p. local.... 54.....7 Sentença Exemplo: . v... data...... data.... Local.75 Exemplo: BRASIL.. 7-14. Ocorrência. Superior Tribunal de Justiça.9.. DJ.. 4.. Suplemento Tribunal Federal...6 Enunciados Segue o padrão: BRASIL.... editora. Relator: ... ano).... p. Súmula n. data.. Não é admissível por ato administrativo restringir . Região . Região . Dados da publicação (local... Relator: Ministro Barros Monteiro...9.... Brasília.9.2.. data...... Apelada: . 75 . Superior Tribunal de Justiça. Inexistência. 282.2... 1990.RJ. Nome do periódico... 20 novembro de 1989.. Coisa Julgada....... Relator:.. Ação Rescisória que ataca apenas um dos fundamentos do julgado rescindendo.... de imprecisão na identificação e localização do imóvel objeto da demanda. n. v.... 4...... Manoela da Silva Abreu e Estado do Rio de Janeiro. local.... 4...... v.. Enunciado n .. Ação de Consignação em pagamento não decidiu sobre o domínio e não poderia fazê-lo..4 Recurso especial Segue o padrão BRASIL..9.. Exemplo: BRASIL.. 201.. n.5 Acórdão especial Segue o padrão: BRASIL. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência... Cabe a citação por edital em ação moratória.2......... 4..2. Acórdão em ação rescisória n. Recurso Especial nº.. Local.. 13 de maio 2004. Apelante: ... Alegação de violação da lei e de coisa julgada repelida. 5.. Ação rescisória julgada improcedente... p... Seção 1.. ademais... Acórdão Especial n ... jan....... permanecendo subsistentes ou outros aspectos não impugnados pelo autor.. n. p... São Paulo.. Tribunal Regional Federal.

/mar. Portaria n. Ministério Público Estadual. p. 4. Título: subtítulo. 12. 1996. 4. Cidade de publicação: Editora.994. 6. p. 2003. Revista de Direito Ambiental. de 29 de dezembro de 1982. Parecer normativo. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência.2 Emenda constitucional Exemplo: . HARADA. v.teiajuridica. 4. Notas. Relator Nicanor Calírio da Silveira.htm>.. jan. Constituição da República Federativa do Brasil: versão atualizada até a Emenda n. Degradação ambiental. 305-318.9. Revista do Instituto dos Advogados de São Paulo. 60. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência.3 Documento jurídico on-line Segue padrão NOME DO PAÍS.9. (Série ou Coleção). Disponível em: <http://www. Kiyoshi. com/cf88. São Paulo. Constituição (1988). Acesso em: dia mês abreviado ano. 1984. Secretaria da Receita Federal.8 Parecer Exemplos: BRASIL. 11. Loteamento em execução: critério para lançamento do ITU.9. Acesso em: 5 jun. ano. de 23 de março de 1984. 2. cujo embarque tenha ocorrido antes da publicação do Decreto-lei n. Ano 9./jun. jan. 48. 742-743. Relator: Ernani Garcia dos Santos. 295-308. 521-522. 4. p. n. mar.3. Descrição física. de 21 de março de 1996. p. 33. n.2. São Paulo. 4.9 Portaria BRASIL. 30/2000. 2001. São Paulo.1 Constituição Exemplo: BRASIL. n./mar. v. Ano 6.9./abr. 2004. Desliga a Empresa de Correios e Telégrafos – ACT do sistema de arrecadação. Constituição (ano de promulgação). Do parecer no tocante aos financiamentos gerados por importações de mercadorias.76 SANTA CATARINA. Disponível em: <endereço eletrônico>. Trim.3.2. 1.9. jan. Secretaria da Receita Federal. São Paulo.

Constituição da República Federativa do Brasil. 438 de 2001. data (dia. Constituição (1988). Cidade de publicação. 7.582. para instituir contribuição provisória sobre movimentação ou transição de valores e de créditos e direitos de natureza financeira. mês e ano) por extenso. (Série ou Coleção). de 18 de maio de 2001. p. Descrição da Lei ou decreto. a fim de possibilitar a reeleição dos membros da Mesa Diretora para um período subseqüente.com. e a devida classificação "Ração-Carnívora" ou "Ração-Vegetariana" de forma clara e objetiva. 2001. Proposta de Emenda Constituciona n. Acesso em: 3 jun.br>. Acesso em: 3 jun. ESTADO ou MUNICÍPIO.3 Lei. a fim de estabelecer procedimentos relativos ao cadastramento e recuperação de áreas desertificadas.6 Parecer Exemplo: SÃO PAULO (Estado).9.apriori. Lei ou Decreto nº. Parecer n.br>. 111. (Estado).3. 1996. 1. 4. v. 5 Projeto de lei Exemplo: SÃO PAULO. 000012 de 16 de agosto de 1996. 4. Segue padrão NOME DO PAÍS. Acrescenta artigo a Lei 8.3.3. Brasília. 30 maio 2001. Disponível em: <http://www. Título da publicação: subtítulo.com. Disponível em: <http://www. 1. Acesso em: dia mês abreviado ano. 4. que dispõe sobre política agrícola. Dispõe sobre a obrigatoriedade de discriminar todos os componentes utilizados na produção de ração ou compostos que possam servir para alimentação ou complemento alimentar para animais. 10. Diário Oficial da União: República Federativa do Brasil: Poder Legislativo. 4 Lei ordinária Exemplo: BRASIL. Relator: Nabi Abi Chedid. Nos termos do artigo 253 da X Consolidação do Regimento Interno. n. 2001.16 ago.br>. DF.9. 277..9. de 29 de maio de 2001. 4. Disponível em: <http://www. Assembléia Legislativa. Diário Oficial do Estado de São Paulo: Poder Legislativo. 15. Disponível em: <endereço eletrônico>. Lei n. Brasília. Emenda Constitucional n. DF. São Paulo.3. 2001.com. decreto.apriori. de 2001. Projeto de lei n.9.imesp. Acesso em: 5 jun.77 BRASIL. p. Col.. Col.171 de 17 de janeiro de 1991. objetiva dar nova redação ao § 2º do artigo 11 da Constituição do Estado de São Paulo. Diário Oficial do Estado de .228. Outorga competência a União. p. etc. Notas. ano. Diário Oficial da União: República Federativa do Brasil: Poder Legislativo. 93.4. v. 18 maio 2001. (Estado) ou (Cidade) se homônimos.

3. Disponível em: <http:// www. Brasília. caso contrário.br>. 4. BRASIL. Col. faz-se necessário que o mesmo tenha tido alguma participação na conduta delitiva. Tribunal Regional Federal. Invalidade da prisão civil por dívida fora a única hipótese do devedor de alimentos. teiajuridica.3. DF.9. estaria atribuindo a responsabilidade objetiva. tão repudiada no Direito Penal. Minas Gerais. Crime contra ordem tributária.neofito. n. Disponível em: <http://www.9. Habeas Corpus n. v.imesp.com. Resolução n. Dispõe sobre medidas e cautelas a serem adotadas na elaboração de inquéritos policiais e para a garantia dos direitos da pessoa humana.3. Ordem concedida para trancar a ação penal. 2000.br>. 4.apriori. 2001. 18 maio 2001. com . de 6 de junho de 2000. Disponível em: <http://www. 93. São Paulo. Relator: Ministro Marco Aurélio. caso contrário. 27 mar.9 Habeas corpus Exemplo: BRASIL.direito. Diário Judiciário da União: República Federativa do Brasil. faz-se necessário que o mesmo tenha tido alguma participação na conduta delitiva. Disponível em: <http://www.9.200. Ordem concedida para trancar a ação penal. 2001. 2001. Dispõe sobre a participação das bancadas minoritárias na composição das comissões mistas. tão repudiada no Direito Penal.com.com.3. Inadmissibilidade da responsabilidade objetiva. Portaria DGP n. p. Acesso em: 3 jun. de 25 de novembro de 1998. Acesso em: 3 jun. Disponível em: <http://www. Acesso em: 5 jun. Habeas Corpus n. 4. 18.78 São Paulo: Poder Legislativo. não basta somente o fato do acusado ocupar cargo de direção. Delegacia Geral de Polícia. Supremo Tribunal Federal. 111. Tratando-se de crime contra o Sistema Financeiro. 74. DF. 2001. Acesso em: 3 jun. Relator: Roberto Hadad.br>. de 14 de novembro de 2000. 2001.3. Crime contra o Sistema Financeiro. Acesso em: 5 jun. 4.7 Portaria Exemplo: BRASIL. Diário Oficial da União: República Federativa do Brasil: Poder Legislativo.com>. ocupar cargo de direção.03. 2. estaria atribuindo a responsabilidade objetiva.10 Acórdão Exemplo: . 2.br>.383-8. 6 jun.9.8 Resolução Exemplo: CONGRESSO NACIONAL. 2001.

Número de CDROM.com>. na conformidade dos votos e das notas taquigráficas a seguir. ano. Exemplo: BRASIL. Descrição física./maio 2001. DF. Brasília. Cidade de publicação. decreto. Cidade de publicação: Editora. mês e ano) por extenso. Constituição (ano de promulgação). Diário Oficial da União: República Federativa do Brasil: Poder Legislativo. Cidade de publicação: Editora. 2001.9. (Série ou Coleção). DF: Senado. etc.teiajuridica.9. Segue padrão NOME DO PAÍS. Brasília.4 Documento jurídico em CD-ROM Segue padrão NOME DO PAÍS. . relatados e discutidos estes autos. Descrição da Lei ou decreto. 45. 1988. 4.4. Constituição (ano de promulgação). Notas. Notas. Institui o programa de desligamento voluntário de servidores civis do Poder Executivo federal e dá outras providências. de 10 de julho de 1997. São Paulo: Saraiva. Lei ou Decreto nº. ESTADO ou MUNICÍPIO. v. Acesso em: 3 jun. Número de CD-ROM..9. por unanimidade. 4. Acórdão da 6ª. rejeitar os embargos de declaração. Turma do STJ. 9. Título: subtítulo. ano.468.. Número de CDROM. p. Lei n. Relator: Ministro Fernando Gonçalves. 1 CD-ROM. (Série ou Coleção).2 Lei. n. (Série ou Coleção). 11 jul. (Estado) ou (Cidade) se homônimos. 1 CD-ROM. Constituição da República Federativa do Brasil. 4. ano. Exemplo: BRASIL. acordam os Ministros da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça. LIS – Legislação Informatizada Saraiva. data (dia. Vistos. abr.79 BRASIL.4.1 Constituição Segue padrão: NOME DO PAÍS. Constituição (1988). 1997. Título da publicação: subtítulo. Descrição física. Título: subtítulo. Notas. Superior Tribunal de Justiça. Disponível em: <http://www.

do Código Civil.9. 7 out. Para a referenciação de doutrina seguem os mesmo modelos para os trabalhos científicos convencionais. 77. de 14 de setembro de 1998. b) artigos de periódicos.. Notas. abr. 3. VII. Estende à Comissão que Menciona o Disposto no Inciso I do art. Título: subtítulo.80 4. de 1995-CN. Relator: (nome do Relator na ordem direta (se houver). número. Título da publicação: subtítulo. ano do Parecer. p.4 Resolução Exemplos: BRASIL. de 19 de outubro de 1995. Identidade daquela com quem teria o cônjuge cometido atos de infidelidade. LIS – Legislação Informatizada Saraiva. São Paulo: Saraiva. 1 CD-ROM. d) congressos. Brasília. Senado Federal. 1995. 1 CDROM. 45. valor da causa.4. 1998. Relator: Mário Machado. . Brasília.Jurisprudência Informatizada Saraiva.9. consubstanciada em forma convencional ou em meio eletrônico: a) monografias. Família. Resolução do Congresso Nacional n.4. 24. resolução etc. Diário Oficial da Justiça. Apelação CivelC4811698 DF. Segue padrão AUTOR (pessoa física ou Instituição/Entidade responsável pelo documento). e) reuniões.4. Separação Judicial. monografias e outros.5 Doutrina Inclui toda e qualquer discussão técnica sobre questões legais. 20 da Resolução n. Litigância de má-fé. Natureza do art. DF. Tribunal de Justiça do Distrito Federal. ano. Número de CD-ROM. já reconhecidos e confessados os atos de infidelidade. como artigo científico.2. tipo. JUIS . p. Honorários. 4.. portaria. Acórdão 108709. (Série ou Coleção). 2001. Ementa (quando houver). 183. São Paulo: Saraiva.5 Acórdão Exemplos: BRASIL. Inexistência de direito de prova da identidade da mesma. 23 out. Diário Oficial da União. n. 4.9. dia e mês por extenso. c) artigos de jornal. Inépcia da inicial.3 Parecer. v. DF. n. Local de publicação. 4.9./maio 2001.

SABINO. 7. Ana Cristina de. ed. FRANÇA. SILVA. Manual para elaboração de monografias e dissertações. Gilberto Andrade. 112 p. Moema Brandão da. MARTINS. ______. Rio de Janeiro. ______. 483 p. In: ______. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. Júnia Lessa. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. 1993. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 2. São Paulo: Artes Médicas. Geni Anastácio. ed. São Paulo: Atlas. Rio de Janeiro. VASCONCELLOS. Belo Horizonte: UFMG. 1989a. Marialice Martins. 3. Rio de Janeiro. 2000. 2005a.81 REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ______. 2006a. 2000. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Metodologia Científica: ensino e pesquisa em odontologia. ______. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. ______. 2010. Carlos. Metodologia Científica: ensino e pesquisa em odontologia. 2003b. p. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. . 101-120. NBR 10719: apresentação de relatório técnico-científicos. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA – IBGE. FRANÇA. Belo Horizonte: UFMG. ______. BARROCA. Rio de Janeiro. Alexandre. Curso de atualização em normalização bibliográfica CANB: modalidade a distância. 2003a. Rio de Janeiro. Estruturação do trabalho científico. NBR 10520: citações em documentos: apresentação. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. p. ed. Rio de Janeiro. 7. 2001. 120 p. Apostila. ______. 242 p. Normas de apresentação tabular. NBR 15287: informação e documentação: projeto de pesquisa: apresentação. 2001. Júnia Lessa. 2003c. Rio de Janeiro. Gilberto Andrade. 2002b. ______. LINTZ. NBR 6029: apresentação de livros e folhetos. 2004. Rio de Janeiro. 2005b.182. São Paulo: Artes Médicas. ______. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. ESTRELA. 60 p. MARTINS. São Paulo: Atlas. 2002a. cap.

. ANDRADE. J. 2001. Maria Margarida. B. . Manual para elaboração de referências bibliográficas: a nova NBR 6023:2000 da ABNT.82 MEDEIROS. 192 p. São Paulo: Atlas.

MODELO DE CAPA 3 cm UNIVERSIDADE JOSÉ DO ROSÁRIO VELLANO .UNIFENAS AUTOR 11 cm do topo da página TÍTULO DO TRABALHO CIENTÍFICO: SUBTÍTULO (SE HOUVER) 2 cm Alfenas-MG 2005 2 cm .83 APÊNDICES APÊNDICE A .

letras minúsculas. centralizado a partir do meio da folha. Alfenas-MG 2005 2 cm . alinhado à direita e justificada. Orientador: Prof. como parte das exigências do Curso de xxxxxxxx para conclusão do curso de graduação.84 APÊNDICE B . distante a 16 cm do topo da página. distante a 19 cm do topo da página. Monografia apresentada a Universidade José do Rosário Vellano. alinhado à direita e justificada. Dr. centralizado a partir do meio da folha. João da Silva Essa nota deve figurar em tamanho de letra 12.MODELO DE FOLHA DE ROSTO 3 cm AUTOR 11 cm do topo da página TÍTULO DO TRABALHO CIENTÍFICO: SUBTÍTULO (SE HOUVER) 2 cm Essa nota deve figurar em tamanho de letra 12. letras minúsculas.

85 APÊNDICE C .MODELO DE ERRATA 3 cm ERRATA 3 cm Folha 45 67 87 Linha 22 03 14 Onde se lê Impato Sevagem Saúde bucal Leia-se Impacto Selvagem Saúde Dental .

considerando os valores iniciais (sem a adoção das soluções). Objetivou-se avaliar a ação de soluções de própolis. 30.5% + CHX 0.2%. 1 dia e 1 semana. P 1.06% reduziram o número de Streptococcus spp.87% respectivamente (p>0.06% se mostrou como meio alternativo no controle e prevenção a infecções bucais. Tese (Doutorado em Odontologia. clorexidina (CHX) a 0. As soluções de P 3% + CHX 0.12%.05). com o uso das soluções-testes e uma e duas semanas após o tratamento.5 entre as linhas 2 cm Palavras-chave: Clorexidina. clorexidina e associação de ambas na desinfecção de túbulos dentinários (in vitro) e seus efeitos nos microrganismos da saliva em humanos. na desinfecção da dentina. mostraram-se desinfetados.2%. A solução P 1. Seguidamente. enquanto os grupos CHX 0.1% e P 5% + CHX 0. podendo sua indicação ser estendida em decorrência da redução das concentrações e potencialização de efeito. Rio de Janeiro: FO/UFRJ. A partir de incisivos bovinos. P 2.01). Desinfecção.05). e microrganismos aeróbios totais.06% e CHX 0. Própolis. por meio de diferentes soluções em modelo experimental (HAAPASALO e ORSTAVIK. em contrapartida.433). Os números de unidades formadoras de colônias de Streptococcus spp. O grau de desconforto e os possíveis efeitos colaterais foram avaliados por meio de questionário. Foram analisados os efeitos antibacterianos das soluções hidroalcoólicas de própolis (P) a 2. Os demais voluntários não mencionaram inconvenientes durante os bochechos com outras soluções (p>0. Os resultados in vitro demonstraram.2% foram capazes de desinfetar completamente após 1 dia de exposição.01). área de concentração Clínica Odontológica). em 26. Dentina. bem como o pH da saliva foram quantificados. prepararam-se cilindros dentinários infectados com Enterococcus faecalis (ATCC 19. foram aleatoriamente divididos em seis grupos de acordo com as soluçõestestes. Avaliou-se in vitro a desinfecção de túbulos dentinários. No estudo in vivo foram testadas seis soluções: CHX a 0. com o uso das soluções controle (somente o veículo das soluções).1% e P 5% + CHX 0. que apenas os grupos CHX 0.1% e 0. as soluções de P 3% + CHX 0.31%.12% reduziram. clorexidina e associação de ambas como agente antimicrobiano.06% e P 3% + CHX 0.06% e a 0. 33. os bochechos não alteraram o pH salivar (p>0.37%.74%. pela redução de Streptococcus spp.12%. Amostras de saliva foram colhidas. no entanto descalcificados. 1987).90% e 24. diluídas e inoculadas em placas de Petri contendo ágar Mitis salivarius.MODELO DE RESUMO 3 cm RESUMO 3 cm Cabeçalho SWERTS. em testes in vitro e in vivo. Mário Sérgio Oliveira. Os indivíduos relataram sensações de ardência na cavidade bucal e gosto desagradável durante o uso das soluções de CHX 0. respectivamente (p>0.5% + CHX 0. Espaço 1.12% (p<0. Orientador: Carmelo Sansone. Na redução de microrganismos aeróbios totais. os espécimes tratados P 5% decorrida 1 semana de contato. com idade entre 18-30 anos. P 2.12%. 25.86 APÊNDICE D .5% + CHX 0.5% e a 5%. 2003.5% e a 3%. Saliva. P a 1.12%. Sessenta voluntários sadios.06% e CHX 0.5% + CHX 0. 2 cm .2%. foram imersos nas soluções por 5 minutos. E microrganismos mesófilos aeróbios totais da saliva.01).5 % + CHX 0. Avaliação de soluções de própolis.2%. Posteriormente efetuou-se a incubação para quantificar Streptococcus spp. P 3% e P 1. Em análise de microscopia eletrônica de varredura. e de microrganismos mesófilos aeróbios totais.1% e P 5% + CHX 0.5% + CHX 0. com sacarose a 20% e outras contendo ágar Brain Heart Infusion.88% e 24.5% + CHX 0.2% foram eficientes após 5 minutos. P 1. P 2. P 5%.

........MODELO DE LISTA DE ILUSTRAÇÕES 3 cm LISTA DE ILUSTRAÇÕES 3 cm Figura 1 – Incisivo bovino seccionado em partes iguais ....87 APÊNDICE E ............37 Gráfico 1 – Percentual de microrganismos em tubos dentinários ...34 Figura 2 – Espécimes dentinários submersos em solução salina ......89 Quadro 1 – Dados referentes ao número de dentes extraídos ..90 ................................

... 60 Tabela 3 – Coomparação entre médias dos postos dos grupos experimentais...................88 APÊNDICE F ...................................... e Enterococcus faecalis ..........................433) nos espécimes dentinários após tratamento com as soluções antimicrobianas ........MODELO DE LISTA DE TABELAS 3 cm LISTA DE TABELAS 3 cm Tabela 1 – Média de UFC/ml de Enterococcus faecalis (ATCC 19........... 55 Tabela 2 – Concentrações inibitórias mínimas (CIM) e concentrações bactericidas mínimas (CBM) para Streptococcus spp............................................ em relação às sensações relatadas por voluntários da pesquisa.. 67 ......................................................... segundo o teste não-paramétrico de Kruskal-Wallis ............

MODELO DE LISTA DE ABREVIATURAS 3 cm LISTA DE ABREVIATURAS ADA – American Dental Association ATCC – American Type Culture Collection CDC – Center for Disease Control 3 cm A lista é ordenada alfabeticamente pela sigla .89 APÊNDICE G .

..................... 80 2....................................................................................... 56 JUSTIFICATIVAS ... 70 ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS ....1 2.....................5 entre todos os títulos............... 40 OBJETIVOS...........2....................... 28 2.................................................................................................................................2 3 4 5 6 7 8 ........... 57 MATERIAL E MÉTODOS ...................................................... 25 Redução de estreptococos e microrganismos ......... 58 RESULTADOS ................................... 78 APÊNDICES ...... 73 CONCLUSÃO ............. 80 ANEXOS ..................................................... 28 Própolis ...................2.................. SUMÁRIO 3 cm 1 2 2.......................2 INTRODUÇÃO ..............................1 Clorexidina ............................................................MODELO DE SUMÁRIO 3 cm Espaço de 1......................................................................... 23 Desinfecção .............................................................. 74 REFERÊNCIAS ... 10 REVISÃO DE LITERATURA ............................................................90 APÊNDICE H ....................

inibindo a síntese de glucano insolúvel em água e a atividade da glicosiltransferase. O experimento confirmou a possível utilização da própolis para controle de cáries. Utilizaram 60 ratos machos da raça Wistar com 22 dias de idade. 3 cm 4 cm Utilizando animais experimentais. o grupo III. Foram divididos em 6 grupos: o grupo I recebeu dieta cariogênica e solução de própolis. Tais resultados sugeriram a possibilidade do uso da própolis na possível redução da placa dental. IKENO et al. O experimento durou 90 dias. Ota et al. o grupo V.01 mg/ml.5%. dieta cariogênica e água destilada. p. o grupo II. tendo suas mandíbulas seccionadas e fixadas em formal 10% e coradas com fucsina 0.91 APÊNDICE I . sendo seguido pelos grupos III e I respectivamente. a própolis foi efetiva na inibição da aderência desses microrganismos na concentração de 0. ração triturada e solução de própolis. (1996) estudaram o efeito da própolis na prevenção de cáries dentárias em ratos. dieta cariogênica e solução de propilenoglicol (1%). O grupo com maior número de cáries foi o grupo V. . A análise foi feita em microscópio estereoscópio. 102) citam que a atividade da glicosiltransferase produzida por bactérias são importantes na evolução da placa bacteriana e também a ação da própolis sobre cáries dentais induzidas em ratos pelo Streptococcus sobrinus. (1996) sobre a ação antimicrobiana de substâncias naturais sobre o Streptococcus mutans e Streptococcus sobrinus. ração triturada e solução de propilenoglicol (1%). (1991. o grupo IV. após os quais foram sacrificados.MODELO DE PÁGINA COM CITAÇÕES 2 cm 4 Nos estudos de Gebara et al. Mencionam que a própolis demonstrou efeito antimicrobiano contra todas essas bactérias citadas. ração triturada e água destilada e o grupo VI.

. em torno de 55. 1990. A própolis é uma resina natural.5 Com sucessivos questionamentos destacam-se: . possuem similaridades ao metabolismo dos mamíferos. respondendo essas questões. (2000) traçaram um parâmetro comparativo entre essas duas fontes produtoras.000 espécies de um total mundial estimado de 350. O Brasil possui a maior biodiversidade vegetal do mundo.000.92 APÊNDICE J . ameixeiras e pessegueiros (BERNARDO et al.000 a 550. inúmeras substâncias terapêuticas. É uma resina extraída pelas abelhas de certas flores.1 PRÓPOLIS Dois espaços 1. e é dessa biodiversidade que retira-se a própolis (SIMÕES et al.qual a razão em se utilizar produtos naturais? . produto da coleta de abelhas da espécie Apis mellifera. ou seja. pinheiros. usada há mais de mil anos pela Medicina (LENHART. Os produtos naturais possuem maior diversidade molecular. 2000). Entretanto.5 entre as linhas potencializar o efeito de uma substância sintética. folhas e cascas de árvores. podendo 2 cm Espaço 1. as magnitudes do mercado são imprecisas. entre elas o tronco de ciprestes. com dificuldades de acesso aos produtos naturais. 1986).. 1994). MASSON. 2 cm . Simões et al.que principais diferenças existem entre um produto natural e um produto sintético? De maneira inteligente.MODELO DE PÁGINA COM SEÇÕES 3 cm 2 REVISÃO DE LITERATURA 3 cm 2.

08 3360.00 4100.03 4100.0426 a 3360.08 4100.00 Desvio padrão 0. 2 cm 2 cm .05 Amostra máxima 4003.0246 a 0.00 Mediana 4003. Letras diferentes indicam significância ao nível de 1% e letras iguais indicam não significância pelo teste não-paramétrico de Kruskal-Wallis.93 APÊNDICE K .0314 b Laboratório de Fitofármacos e Biologia e Fisiologia de Microrganismos da Unifenas.00 0.11 Média 4003.MODELO DE TABELA 3 cm TABELA 1 Peso dos fetos sem cordão umbilical e placenta (em gramas) Amostra mínina Fluoxetina (G1) Cloridrato de imipramina (G2) Controle (G3) 4003.01 3360. 2009.02 4100.00 3360.

94

ANEXOS ANEXO A - MODELO DE FOLHA DE APROVAÇÃO

3 cm

_______________________________________________ AUTOR Dois espaços de 1,5 entre linhas Título: subtítulo Dois espaços de 1,5 entre linhas

Monografia apresentada como parte das exigências para conclusão do curso de xxx, da Universidade José do Rosário Vellano.

Aprovada em: ____________________________________ Não esquecer de colocar a titulação do orientador, coorientador e examinadores _______________________________________
Prof.(a) Orientador(a) Universidade José do Rosário Vellano 2 cm

_______________________________________ Prof.(a) Universidade José do Rosário Vellano

_______________________________________ Prof.(a) Universidade José do Rosário Vellano 2 cm

95

ANEXO B - MODELO DE DEDICATÓRIA

3 cm

2 cm

A dedicatória como a epígrafe devem figurar abaixo da metade da página e a direita.

A todos que de algum modo me incentivaram e me acompanharam durante a realização deste trabalho.

2 cm

96

ANEXO C - MODELO DE AGRADECIMENTO

3 cm

Agradeço ao meu orientador, por dedicar sua experiência e tempo. Aos meus colegas pelo incentivo.

2 cm

2 cm

Albert Einstein 2 cm . 2 cm “A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original”.97 ANEXO D .MODELO DE EPÍGRAFE 3 cm A epígrafe como a dedicatória devem figurar abaixo da metade da página e a direita.

Silva. Fulano Análise microbiológica da água. I. enc. a ficha deverá ser confeccionada por um Bibliotecário (a) A ficha deve ser centralizada e a 4 cm acima do final da página.. 2. [manuscrito] / Fulano da Silva. color. 48 f. Divinópolis : Unifenas.VERSO DA FOLHA DE ROSTO 3 cm Modelo meramente ilustrativo.MODELO DE FICHA CATALOGRÁFICA .98 ANEXO E . Título. Fulano. CDU: 579. Coliformes. 2 cm Silva. Água. 2010.. Análise microbiológica. II. 3.: il. Orientadora: Cicrana da Silva Co-orientador: Cicrano Santos Monografia (graduação em Farmácia) Universidade José do Rosário Vellano Referências: 46 – 48 1.68 4 cm .

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