EDIÇÃO EXTRA

ISSN 1677-7042

Ano CXLVII N o 251-A

Brasília - DF, sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

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Sumário
PÁGINA

III - estudo de viabilidade técnica e ambiental; IV - assistência técnica, assessoria e consultoria; V - direção de obras e de serviço técnico; VI - vistoria, perícia, avaliação, monitoramento, laudo, parecer técnico, auditoria e arbitragem; VII - desempenho de cargo e função técnica; VIII - treinamento, ensino, pesquisa e extensão universitária; IX - desenvolvimento, análise, experimentação, ensaio, padronização, mensuração e controle de qualidade; X - elaboração de orçamento; XI - produção e divulgação técnica especializada; e XII - execução, fiscalização e condução de obra, instalação e serviço técnico. Parágrafo único. As atividades de que trata este artigo aplicam-se aos seguintes campos de atuação no setor: I - da Arquitetura e Urbanismo, concepção e execução de projetos; II - da Arquitetura de Interiores, concepção e execução de projetos de ambientes; III - da Arquitetura Paisagística, concepção e execução de projetos para espaços externos, livres e abertos, privados ou públicos, como parques e praças, considerados isoladamente ou em sistemas, dentro de várias escalas, inclusive a territorial; IV - do Patrimônio Histórico Cultural e Artístico, arquitetônico, urbanístico, paisagístico, monumentos, restauro, práticas de projeto e soluções tecnológicas para reutilização, reabilitação, reconstrução, preservação, conservação, restauro e valorização de edificações, conjuntos e cidades; V - do Planejamento Urbano e Regional, planejamento físico-territorial, planos de intervenção no espaço urbano, metropolitano e regional fundamentados nos sistemas de infraestrutura, saneamento básico e ambiental, sistema viário, sinalização, tráfego e trânsito urbano e rural, acessibilidade, gestão territorial e ambiental, parcelamento do solo, loteamento, desmembramento, remembramento, arruamento, planejamento urbano, plano diretor, traçado de cidades, desenho urbano, sistema viário, tráfego e trânsito urbano e rural, inventário urbano e regional, assentamentos humanos e requalificação em áreas urbanas e rurais; VI - da Topografia, elaboração e interpretação de levantamentos topográficos cadastrais para a realização de projetos de arquitetura, de urbanismo e de paisagismo, foto-interpretação, leitura, interpretação e análise de dados e informações topográficas e sensoriamento remoto; VII - da Tecnologia e resistência dos materiais, dos elementos e produtos de construção, patologias e recuperações; VIII - dos sistemas construtivos e estruturais, estruturas, desenvolvimento de estruturas e aplicação tecnológica de estruturas; IX - de instalações e equipamentos referentes à arquitetura e urbanismo; X - do Conforto Ambiental, técnicas referentes ao estabelecimento de condições climáticas, acústicas, lumínicas e ergonômicas, para a concepção, organização e construção dos espaços; XI - do Meio Ambiente, Estudo e Avaliação dos Impactos Ambientais, Licenciamento Ambiental, Utilização Racional dos Recursos Disponíveis e Desenvolvimento Sustentável.

Art. 3o Os campos da atuação profissional para o exercício da arquitetura e urbanismo são definidos a partir das diretrizes curriculares nacionais que dispõem sobre a formação do profissional arquiteto e urbanista nas quais os núcleos de conhecimentos de fundamentação e de conhecimentos profissionais caracterizam a unidade de atuação profissional. § 1o O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil CAU/BR especificará, atentando para o disposto no caput, as áreas de atuação privativas dos arquitetos e urbanistas e as áreas de atuação compartilhadas com outras profissões regulamentadas. § 2o Serão consideradas privativas de profissional especializado as áreas de atuação nas quais a ausência de formação superior exponha o usuário do serviço a qualquer risco ou danos materiais à segurança, à saúde ou ao meio ambiente. § 3o No exercício de atividades em áreas de atuação compartilhadas com outras áreas profissionais, o Conselho de Arquitetura e Urbanismo - CAU do Estado ou do Distrito Federal fiscalizará o exercício profissional da Arquitetura e Urbanismo. § 4o Na hipótese de as normas do CAU/BR sobre o campo de atuação de arquitetos e urbanistas contradizerem normas de outro Conselho profissional, a controvérsia será resolvida por meio de resolução conjunta de ambos os conselhos. § 5o Enquanto não editada a resolução conjunta de que trata o § 4o ou, em caso de impasse, até que seja resolvida a controvérsia, por arbitragem ou judicialmente, será aplicada a norma do Conselho que garanta ao profissional a maior margem de atuação. Art. 4o O CAU/BR organizará e manterá atualizado cadastro nacional das escolas e faculdades de arquitetura e urbanismo, incluindo o currículo de todos os cursos oferecidos e os projetos pedagógicos. Registro do arquiteto e urbanista no Conselho Art. 5o Para uso do título de arquiteto e urbanista e para o exercício das atividades profissionais privativas correspondentes, é obrigatório o registro do profissional no CAU do Estado ou do Distrito Federal. Parágrafo único. O registro habilita o profissional a atuar em todo o território nacional. Art. 6o São requisitos para o registro: I - capacidade civil; e II - diploma de graduação em arquitetura e urbanismo, obtido em instituição de ensino superior oficialmente reconhecida pelo poder público. § 1o Poderão obter registro no CAU dos Estados e do Distrito Federal os portadores de diploma de graduação em Arquitetura e Urbanismo ou de diploma de arquiteto ou arquiteto e urbanista, obtido em instituição estrangeira de ensino superior reconhecida no respectivo país e devidamente revalidado por instituição nacional credenciada. § 2o Cumpridos os requisitos previstos nos incisos I e II do caput, poderão obter registro no CAU dos Estados ou do Distrito Federal, em caráter excepcional e por tempo determinado, profissionais estrangeiros sem domicílio no País. § 3o A concessão do registro de que trata o § 2o é condicionada à efetiva participação de arquiteto e urbanista ou sociedade de arquitetos, com registro no CAU Estadual ou no Distrito Federal e com domicílio no País, no acompanhamento em todas as fases das atividades a serem desenvolvidas pelos profissionais estrangeiros. Art. 7o Exerce ilegalmente a profissão de arquiteto e urbanista a pessoa física ou jurídica que realizar atos ou prestar serviços, públicos ou privados, privativos dos profissionais de que trata esta Lei ou, ainda, que, mesmo não realizando atos privativos, se apresenta como arquiteto e urbanista ou como pessoa jurídica que atue na área de arquitetura e urbanismo sem registro no CAU.

Seção 1 Atos do Poder Legislativo .................................................................. 1 Atos do Poder Executivo ................................................................... 4 Presidência da República .................................................................. 10 Ministério da Saúde .......................................................................... 11 Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.......................... 13 Seção 2 Atos do Poder Executivo.................................................................. 13 Presidência da República .................................................................. 13 Ministério das Cidades...................................................................... 13 Seção 3 Presidência da República .................................................................. Ministério da Educação .................................................................... Ministério da Fazenda....................................................................... Ministério do Desenvolvimento Agrário.......................................... Ministério do Esporte........................................................................

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Seção 1 Atos do Poder Legislativo
LEI No 12.378, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2010 Regulamenta o exercício da Arquitetura e Urbanismo; cria o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU/BR e os Conselhos de Arquitetura e Urbanismo dos Estados e do Distrito Federal - CAUs; e dá outras providências.

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O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Âmbito de abrangência Art. 1o O exercício da profissão de arquiteto e urbanista passa a ser regulado por esta Lei. Atribuições de Arquitetos e Urbanistas Art. 2o As atividades e atribuições do arquiteto e urbanista consistem em: I - supervisão, coordenação, gestão e orientação técnica; II - coleta de dados, estudo, planejamento, projeto e especificação;

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Documento assinado digitalmente conforme MP n o 2.200-2 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil.

Constituem infrações disciplinares. ainda. os respectivos procedimentos disciplinares. 17. § 1o As sanções deste artigo são aplicáveis à pessoa natural dos arquitetos e urbanistas. a interrupção de seu registro profissional no CAU por tempo indeterminado. a critério do profissional ou da sociedade de prestação de serviços de arquitetura e urbanismo. somente poderão ser feitas mediante consentimento por escrito da pessoa natural titular dos direitos autorais. juntamente com outros profissionais. § 3o Ao arquiteto e urbanista que não participar de alteração em obra ou trabalho de sua autoria é permitido o registro de laudo no CAU de seu domicílio. o qual enviará as informações ao CAU/BR para fins de composição de cadastro unificado nacionalmente. salvo pactuação em contrário. com o objetivo de garantir a autoria e determinar os limites de sua responsabilidade. O processo disciplinar instaura-se de ofício ou mediante representação de qualquer autoridade ou pessoa interessada. zelar pela fiel observância dos princípios de ética e disciplina da classe em todo o território nacional. A prescrição interrompe-se pela intimação do acusado para apresentar defesa.multa no valor entre 1 (uma) a 10 (dez) anuidades. Sociedade de arquitetos e urbanistas Art.o número do registro no CAU local. sem a devida autorização do detentor dos direitos autorais. Para fins de comprovação de autoria ou de participação e de formação de acervo técnico. observado o disposto nesta Lei.a atividade a ser desenvolvida. 24.cancelamento do registro. da Constituição Federal). Art. 8o A carteira profissional de arquiteto e urbanista possui fé pública e constitui prova de identidade civil para todos os fins legais. de forma complementar.CAUs. É vedado o uso das expressões "arquitetura" ou "urbanismo" ou designação similar na razão social ou no nome fantasia de sociedade que não possuir arquiteto e urbanista entre os sócios com poder de gestão ou entre os empregados permanentes. conforme o caso. IX . será necessária a concordância de todos os coautores. a sociedade que preste serviços de arquitetura e urbanismo dever-se-á cadastrar no CAU da sua sede. como autarquias dotadas de personalidade jurídica de direito público. a contar da data do fato. . § 2o Após a decisão final. II .ser desidioso na execução do trabalho contratado. Art. que assumirá a responsabilidade pelo projeto modificado.não efetuar Registro de Responsabilidade Técnica quando for obrigatório. por outro profissional habilitado. § 1o O CAU/BR e os CAUs têm como função orientar. IV . pessoalmente ou por meio de preposto especialmente designado com a finalidade de averiguar a adequação da execução ao projeto ou concepção original. os dados exigidos nos termos desta Lei.CAU/BR e os Conselhos de Arquitetura e Urbanismo dos Estados e do Distrito Federal . 16.suspensão entre 30 (trinta) dias e 1 (um) ano do exercício da atividade de arquitetura e urbanismo em todo o território nacional. § 2o As sanções poderão ser aplicadas às sociedades de prestação de serviços com atuação nos campos da arquitetura e do urbanismo.o nome civil ou razão social do(s) autor(es) e executante(s) do serviço. quando devidamente notificado. O CAU/BR e os CAUs gozam de imunidade a impostos (art.gov. em documento ou peça de comunicação dirigida a cliente.integrar sociedade de prestação de serviços de arquitetura e urbanismo sem nela atuar. Art.advertência. 14. Da Interrupção e do Cancelamento do registro profissional Art. Art. Parágrafo único.deixar de observar as normas legais e técnicas pertinentes na execução de atividades de arquitetura e urbanismo. Parágrafo único. II . Art. o eventual acusador e os respectivos procuradores constituídos. será aplicada suspensão até a regularização da dívida. Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www. 9o É facultada ao profissional e à pessoa jurídica. Art. Parágrafo único. 19. que não estiver no exercício de suas atividades. 18. O Código de Ética e Disciplina deverá regular também os deveres do arquiteto e urbanista para com a comunidade. todos serão considerados indistintamente coautores e corresponsáveis. das resoluções do CAU/BR. III . Art. ao CAU/BR ou aos CAUs. com objetivo de viabilizar o registro da empresa no CAU. cujas atividades serão custeadas exclusivamente pelas próprias rendas. poder-se-ão reunir em sociedade de prestação de serviços de arquitetura e urbanismo. Ao arquiteto e urbanista é facultado acompanhar a implantação ou execução de projeto ou trabalho de sua autoria. 21.html. Art. com autonomia administrativa e financeira e estrutura federativa. Aquele que implantar ou executar projeto ou qualquer trabalho técnico de criação ou de autoria de arquiteto e urbanista deve fazê-lo de acordo com as especificações e o detalhamento constantes do trabalho. a critério do CAU/BR. Criação e organização do CAU/BR e dos CAUs Art. só tendo acesso às informações e documentos nele contidos o acusado. 15. diretamente ou por intermédio de terceiros. o processo disciplinar poderá tramitar em sigilo. a prestar contas a cliente de quantias que houver recebido dele. disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão de arquitetura e urbanismo. por escrito. 12. tanto em projeto como em obra dele resultante. A qualificação técnica de sociedade com atuação nos campos da arquitetura e do urbanismo será demonstrada por meio dos acervos técnicos dos arquitetos e urbanistas comprovadamente a ela vinculados. Dos Acervos Técnicos Art.recusar-se. conforme discriminado nos arts. Nº 251-A. peças publicitárias. ou de um dos Estados de sua área de atuação.deixar de informar. o Presidente e os Conselheiros do CAU são legitimados para interpor o recurso previsto neste artigo. VI . taxas. para fins de comprovação de direitos autorais e formação de acervo técnico. ao público em geral. 22. § 5o Caso constatado que a infração disciplinar teve participação de profissional vinculado ao conselho de outra profissão. 11. Caberá recurso ao CAU/BR de todas as decisões definitivas proferidas pelos CAUs. e III . placas ou outro elemento de comunicação dirigido a cliente. as alterações ou modificações poderão ser feitas pelo coautor ou. 23. XII . § 3o Cada CAU terá sede e foro na capital do Estado. injustificadamente. desta Lei e do Regimento Geral do CAU/BR. Ficam criados o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil . 20. No exercício da profissão. completo ou abreviado. Art. salvo autorização em contrário. O acervo técnico constitui propriedade do profissional arquiteto e urbanista e é composto por todas as atividades por ele desenvolvidas. caso em que a autoria da obra passa a ser apenas do profissional que houver efetuado as alterações. ao público em geral e ao CAU local: I . resguardando-se a legislação do Direito Autoral. X . que decidirá em última instância administrativa. taxas. por qualquer meio. do autor. § 2o Em caso de falecimento ou de incapacidade civil do autor do projeto original. Alterações em trabalho de autoria de arquiteto e urbanista. 31 de dezembro de 2010 VIII . salvo pactuação em contrário. pelo código 10002010123100002 Documento assinado digitalmente conforme MP n o 2. salvo decisão expressa em contrário do primeiro.br/autenticidade. Prescreve em 5 (cinco) anos a pretensão de punição das sanções disciplinares. ou pseudônimo ou nome fantasia. desenvolvido ou elaborado por quem requerer o registro. § 3o No caso em que o profissional ou sociedade de arquitetos e urbanistas deixar de pagar a anuidade.registrar projeto ou trabalho técnico ou de criação no CAU. 13. o arquiteto e urbanista deverá registrar seus projetos e demais trabalhos técnicos ou de criação no CAU do ente da Federação onde atue. II . a sua relação com os demais profissionais. e IV . Art. sem prejuízo da responsabilização da pessoa natural do arquiteto e urbanista. Sem prejuízo do registro e aprovação pelo órgão competente. será comunicado o conselho responsável. É dever do arquiteto e urbanista ou da sociedade de prestação de serviços de arquitetura e urbanismo indicar em documentos. em não havendo coautor. Parágrafo único. quando devidamente notificado. Além do acusado e do acusador. III . 25. Os arquitetos e urbanistas.delegar a quem não seja arquiteto e urbanista a execução de atividade privativa de arquiteto e urbanista. que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira . preços de serviços e multas devidos ao CAU/BR ou aos CAUs. de autoria de terceiros. Ética Art. nos termos das normas de direito privado. que não haja sido efetivamente concebido. desde que atenda as condições regulamentadas pelo CAU/BR. § 4o A sanção prevista no inciso IV pode incidir cumulativamente com as demais. § 2o O CAU/BR e o CAU do Distrito Federal terão sede e foro em Brasília. efetivamente.reproduzir projeto ou trabalho técnico ou de criação.in. XI . desta Lei e. sexta-feira. o dever geral de urbanidade e. inciso VI. além de outras definidas pelo Código de Ética e Disciplina: I . § 1o No caso de existência de coautoria.deixar de pagar a anuidade. de utilizar o nome "arquitetura" ou "urbanismo" na razão jurídica ou nome fantasia ou ainda de simular para os usuários dos serviços de arquitetura e urbanismo a existência de profissional do ramo atuando. São sanções disciplinares: I . Quando se tratar de atividade desenvolvida por mais de um arquiteto e urbanista ou por mais de uma sociedade de prestação de serviços de arquitetura e urbanismo e não sendo especificados diferentes níveis de responsabilidade. 2o e 3o. § 1o A pedido do acusado ou do acusador. bem como pugnar pelo aperfeiçoamento do exercício da arquitetura e urbanismo. Art. independentemente de autorização. às custas de cliente. de 29 de janeiro de 1999. Parágrafo único. 150. alínea a. § 4o Na hipótese de a alteração não ter sido concebida pelo autor do projeto original. o arquiteto e urbanista deve pautar sua conduta pelos parâmetros a serem definidos no Código de Ética e Disciplina do CAU/BR. o resultado final terá como coautores o arquiteto e urbanista autor do projeto original e o autor do projeto de alteração.fazer falsa prova de quaisquer documentos exigidos para o registro no CAU. VII .locupletar-se ilicitamente.784. Parágrafo único.2 ISSN 1677-7042 Art. 10. V . Os processos disciplinares do CAU/BR e dos CAUs seguirão as regras constantes da Lei no 9. preços de serviços e multas devidos ao CAU/BR ou aos CAUs. o processo tornar-se-á público. diretamente ou por intermédio de terceiros.200-2 de 24/08/2001. Art. Parágrafo único.ICP-Brasil.

XIII . 26.fazer e manter atualizados os registros de direitos autorais. Cabe ao CAU/BR dirimir as questões divergentes entre os CAUs baixando normas complementares que unifiquem os procedimentos. entre outras questões que lhe forem atribuídas pelo Regimento Geral do CAU/BR e pelo Regimento Interno do CAU respectivo: I .criar colegiados com finalidades e funções específicas.resultados de convênios. 32. por elas indicado.1 (um) Conselheiro representante de cada Estado e do Distrito Federal. juros e rendimentos patrimoniais. Parágrafo único. VI .CAU/BR. XII . Art. Art.até 499 (quatrocentos e noventa e nove) profissionais inscritos: 5 (cinco) conselheiros. § 1o A existência de CAU compartilhado por mais de um Estado da Federação somente será admitida na hipótese em que o número limitado de inscritos inviabilize a instalação de CAU próprio para o Estado.subvenções. conforme dispuser o Regimento Geral.intervir nos CAUs quando constatada violação desta Lei ou do Regimento Geral. 37.firmar convênios com entidades públicas e privadas.firmar convênios com entidades públicas e privadas. ouvindo previamente o Conselho quando exigido pelo Regimento Geral do CAU/BR ou pelo Regimento Interno do CAU respectivo. entre outras questões que lhe forem atribuídas pelo Regimento Geral do CAU/BR: I . IV .o número de membros do conselho será definido na forma do § 1o. 30. XI e XV do caput terá como limite para seu efetivo custeio os recursos próprios do Conselho Federal de Arquitetura e Urbanismo. 37. independência.aprovar e divulgar tabelas indicativas de honorários dos arquitetos e urbanistas.000 (três mil) profissionais inscritos: 9 (nove) conselheiros. § 1o O mandato do presidente será coincidente com o mandato do conselheiro. III . sexta-feira. legados.julgar em primeira instância os processos disciplinares.representar os arquitetos e urbanistas em colegiados de órgãos públicos federais que tratem de questões de exercício profissional referentes à arquitetura e ao urbanismo. 36. II . X e XIV do caput terá como limite para seu efetivo custeio os recursos próprios do respectivo Conselho Regional de Arquitetura e Urbanismo. IV .inscrever empresas ou profissionais estrangeiros de arquitetura e urbanismo sem domicílio no País. ou III .julgar. § 1o O exercício das competências enumeradas nos incisos III. e III . § 1o O quorum necessário para a deliberação e aprovação das diferentes matérias será definido no Regimento. Art.a divisão das vagas por Estado do Conselho compartilhado será feita segundo o número de profissionais inscritos no Estado. VI. II . § 1o Após aprovação pelo respectivo Plenário. garantido o número mínimo de 1 (um) conselheiro por Estado. VIII .representar judicialmente e extrajudicialmente o CAU/BR.gov. que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira .homologar os regimentos internos e as prestações de contas dos CAUs. devidamente homologadas. § 4o As instituições de ensino de arquitetura e urbanismo oficialmente reconhecidas serão representadas por 1 (um) conselheiro. 34. § 2o As contas do CAU/BR.manter relatórios públicos de suas atividades.cuidar das questões administrativas do CAU. IV . 31 de dezembro de 2010 Art. IV.de 1. O CAU/BR tem sua estrutura e funcionamento definidos pelo seu Regimento Geral.sofrer sanção disciplinar. suas contas ao Tribunal de Contas da União. anualmente. mantendo o cadastro atualizado.zelar pela dignidade. as multas e os Registros de Responsabilidade Técnica.autorizar a oneração ou a alienação de bens imóveis de sua propriedade. serão considerados recursos próprios os repasses recebidos do Conselho Federal de Arquitetura e Urbanismo pelo Conselho Regional de Arquitetura e Urbanismo. Art.presidir as reuniões do Conselho do CAU. § 2o Perderá o mandato o conselheiro que: I .001 (mil e um) a 3. IV . legados. considerados os seus efeitos nos exercícios subsequentes.in.CAU/BR: I . IX . ouvindo previamente o Conselho quando exigido pelo Regimento Geral. § 3o O presidente do CAU/BR e os presidentes dos CAUs serão destituídos pela perda do mandato como conselheiro. O Plenário do CAU de cada Estado da Federação e do Distrito Federal é constituído de 1 (um) presidente e de conselheiros.html. XV . VII. Parágrafo único. na forma do Regimento Geral do CAU/BR. a conta do fundo especial a que se refere o art. as questões decididas pelos CAUs. Compete ao Presidente do CAU/BR.000 (mil) inscritos ou fração.Nº 251-A. as Normas Eleitorais e os provimentos que julgar necessários. Será constituído um CAU em cada Estado da Federação e no Distrito Federal.outros rendimentos eventuais. descontados os 3.000 (mil) profissionais inscritos: 7 (sete) conselheiros.acima de 3. Art.adotar medidas para assegurar o funcionamento regular dos CAUs. V .contratar empresa de auditoria para auditar o CAU/BR e os CAUs. Compete ao presidente do CAU. de responsabilidade e os acervos técnicos. Os CAUs terão sua estrutura e funcionamento definidos pelos respectivos Regimentos Internos. Art. na forma desta Lei. observadas as normas de ordem pública quanto à alienação de bens patrimoniais e à contratação de serviços.br/autenticidade. O Plenário do Conselho do CAU/BR será constituído por: I .elaborar e alterar os respectivos Regimentos Internos e demais atos administrativos.criar representações e escritórios descentralizados no território de sua jurisdição. ISSN 1677-7042 3 X . 29. III . no Regimento Geral do CAU/BR. podendo exercer o voto de desempate. § 3o Cabe aos presidentes do CAU/BR e de cada CAU a responsabilidade pela prestação de contas.fiscalizar o exercício das atividades profissionais de arquitetura e urbanismo. Art. e XIV . 31. aprovados pela maioria absoluta dos conselheiros. elaborando programas de trabalho e orçamento. XI .deliberar sobre assuntos administrativos e financeiros.ICP-Brasil. VI . IX . II .editar. e terá direito apenas a voto de qualidade nas deliberações do CAU/BR. II .000 (três mil) iniciais. e respectivos suplentes. 35. Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.criar órgãos colegiados com finalidades e funções específicas. no período de 1 (um) ano. no máximo. serão eleitos na seguinte proporção: I . V . § 1o Os conselheiros. nos termos do § 2o do art. 27. em grau de recurso. na forma que determinar o Regimento Geral do CAU/BR.outros rendimentos eventuais. III . Art. III . II . VII . considerados ainda seus efeitos nos exercícios subsequentes. observadas as normas de ordem pública relativas à contratação de serviços e à celebração de convênios. IV .CAUs: I . aprovado pela maioria absoluta dos conselheiros federais. Art.realizar as inscrições e expedir as carteiras de identificação de profissionais e pessoas jurídicas habilitadas. Os presidentes do CAU/BR e dos CAUs prestarão. A prerrogativa de que trata o caput será exercida com estrita observância às possibilidades efetivas de seu custeio com os recursos próprios do Conselho Federal de Arquitetura e Urbanismo. juros e receitas patrimoniais.presidir as reuniões do Conselho do CAU/BR.subvenções. Compete ao CAU/BR: I . VII .resultados de convênios. II . 38. III . no âmbito de sua competência. assim como em órgãos não governamentais da área de sua competência. § 2o Os Conselheiros do CAU/BR serão eleitos pelo voto direto e obrigatório dos profissionais do Estado que representam ou do Distrito Federal. 28. 33. considerados os seus efeitos nos exercícios subsequentes.doações. 60. Art. II . na forma do Regimento Geral do CAU/BR. XIV . o Código de Ética. nos termos do § 2o ou pelo voto de 3/5 (três quintos) dos conselheiros. É de 3 (três) anos o mandato dos conselheiros do CAU/BR e dos CAUs sendo permitida apenas uma recondução. sem justificativa. II . § 2o O Presidente será eleito entre seus pares em Plenário pelo voto direto por maioria de votos dos conselheiros e terá direito apenas a voto de qualidade nas deliberações dos CAUs.20% (vinte por cento) da arrecadação prevista no inciso I do art.receitas com anuidades. XI . § 1o Cada membro do CAU/BR terá 1 (um) suplente. V .as eleições serão realizadas em âmbito estadual.deliberar sobre assuntos administrativos e financeiros.sugerir ao CAU/BR medidas destinadas a aperfeiçoar a aplicação desta Lei e a promover o cumprimento de suas finalidades e a observância aos princípios estabelecidos. a 3 (três) reuniões do Conselho. III . Art. alterar o Regimento Geral. A alienação de bens e a destinação de recursos provenientes de receitas patrimoniais serão aprovadas previamente pelo Plenário do Conselho Federal de Arquitetura e Urbanismo . taxas e tarifas de serviços. § 3o Na hipótese de compartilhamento de CAU.1 (um) Conselheiro representante das instituições de ensino de arquitetura e urbanismo.ausentar-se. XIII . elaborando programas de trabalho e orçamento. prerrogativas e valorização da arquitetura e do urbanismo. para exercerem atividades de arquitetura e urbanismo.000 (três mil) profissionais inscritos: 9 (nove) conselheiros mais 1 (um) para cada 1. pelo código 10002010123100003 Documento assinado digitalmente conforme MP n o 2. § 2o A existência de CAU compartilhado depende de autorização do CAU/BR em decisão que será reavaliada. as contas dos CAUs serão submetidas ao CAU/BR para homologação. Constituem recursos do Conselho Federal de Arquitetura e Urbanismo .200-2 de 24/08/2001. a cada 6 (seis) anos. e as dos CAUs serão submetidas à apreciação do Tribunal de Contas da União. 39.doações. Art.de 500 (quinhentos) a 1. em votação secreta. X. V . II . X .manter relatórios públicos de suas atividades. § 2o Excepcionalmente. observada a legislação aplicável.representar judicialmente e extrajudicialmente o CAU. II . § 3o O Presidente será eleito entre seus pares por maioria de votos dos conselheiros.cuidar das questões administrativas do CAU/BR. podendo exercer o voto de desempate. VIII .representar os arquitetos e urbanistas em colegiados de órgãos públicos estaduais e municipais que tratem de questões de exercício profissional referentes à arquitetura e ao urbanismo. XII .for condenado em decisão transitada em julgado por crime relacionado com o exercício do mandato ou da profissão. Constituem recursos dos Conselhos Regionais de Arquitetura e Urbanismo . Art.cobrar as anuidades. contribuições. III . § 2o O exercício das competências enumeradas nos incisos V.cumprir e fazer cumprir o disposto nesta Lei. nos demais atos normativos do CAU/BR e nos próprios atos. . Compete aos CAUs: I . multas. 31: I .

Art. § 4o A anuidade deixará de ser devida após 40 (quarenta) anos de contribuição da pessoa natural. 48. 60. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Luiz Paulo Teles Ferreira Barreto Fernando Haddad Carlos Lupi Paulo Bernardo Silva Art. Em cumprimento ao disposto no inciso X do art. no uso da atribuição que lhe confere o art.quanto aos arts. 62. O RRT define os responsáveis técnicos pelo empreendimento de arquitetura e urbanismo. com base na variação da Taxa Referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia . Arquitetura e Agronomia . 58. Não será efetuado RRT sem o prévio recolhimento da Taxa de RRT pela pessoa física do profissional ou pela pessoa jurídica responsável. vinculada ao Ministério da Educação. com registro nos atuais Conselhos Regionais de Engenharia. III . (VETADO) Art. à proibição de prestar trabalhos na área da arquitetura e do urbanismo. de acordo com a variação integral do Índice Nacional de Preços ao Consumidor . a partir da autuação. II . A integralização do capital social será realizada com recursos oriundos de dotações consignadas no orçamento da União. 3o A EBSERH terá por finalidade a prestação de serviços gratuitos de assistência médico-hospitalar e laboratorial à comunidade. após o regular processo administrativo. Mútuas de assistência dos profissionais vinculados aos CAUs Art. caberá a ele decidir os CAUs que serão instalados no próprio Estado e os Estados que compartilharão CAU por insuficiência de inscritos. Da cobrança de valores pelos CAUs Art. § 4o As entidades nacionais dos arquitetos e urbanistas participarão do processo de transição e organização do primeiro processo eleitoral. 64. bem como prestar serviços de assistência médico-hospitalar e laboratorial à comunidade. de 24 de dezembro de 1966 e 6. § 1o Ato do CAU/BR detalhará as hipóteses de obrigatoriedade da RRT. Os profissionais com título de arquitetos e urbanistas. 51. Registro de Responsabilidade Técnica . 34. no prazo de 30 (trinta) dias da instalação do CAU. serviços de apoio ao ensino e à pesquisa. Arquitetura e Agronomia . 31 de dezembro de 2010 Art. Na hipótese do caput. 45. bem como os prontuários. acrescido este montante de 1% (um por cento) no mês de efetivação do pagamento. de 1977 Art. 47. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA. . ao ensino-aprendizagem e à formação de pessoas no campo da saúde pública. às instituições federais de ensino ou instituições congêneres. pelo código 10002010123100004 Documento assinado digitalmente conforme MP n o 2. a partir da definição da autoria e da coautoria dos serviços.html. assim como a prestação. .00 (trezentos e cinquenta reais). O atraso no pagamento de anuidade sujeita o responsável à suspensão do exercício profissional ou. § 2o A eleição para os conselheiros do CAU/BR e dos CAUs dar-se-á entre 3 (três) meses e 1 (um) ano da publicação desta Lei. sem prejuízo da responsabilização pessoal pela violação ética e da obrigatoriedade da paralisação do trabalho até a regularização da situação. 90% (noventa por cento) do valor das anuidades. 56. Art. Os CREAs enviarão aos CAUs a relação dos arquitetos e urbanistas. § 1o Os valores das anuidades serão reajustados de acordo com a variação integral do Índice Nacional de Preços ao Consumidor . e II . proporcionalmente ao número de meses restantes no ano. Art. automaticamente.4 ISSN 1677-7042 Art. Art. 56 e 57. de 7 de dezembro de 1977. em especial na implementação da residência média multiprofissional nas áreas estratégicas para o SUS. Os profissionais e as pessoas jurídicas inscritas no CAU pagarão anuidade no valor de R$ 350. Os empregados do CAU/BR e dos demais CAUs Estaduais e do Distrito Federal serão contratados mediante aprovação em concurso público.br/autenticidade. Art. assim que possível. O valor referido no caput será atualizado. DE 31 DE DEZEMBRO DE 2010 Autoriza o Poder Executivo a criar a empresa pública denominada Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares S.apoiar a execução de planos de ensino e pesquisa de instituições federais de ensino superior e a outras instituições congêneres.SUS. 57. O não pagamento de anuidade no prazo. As Coordenadorias das Câmaras de Arquitetura dos atuais CREAs e a Coordenadoria Nacional das Câmaras de Arquitetura do atual CONFEA gerenciarão o processo de transição e organizarão o primeiro processo eleitoral para o CAU/BR e para os CAUs dos Estados e do Distrito Federal. Art. Parágrafo único.200-2 de 24/08/2001.496. 49.SELIC. Parágrafo único. (VETADO) Art.in. de infraestrutura administrativa e de pessoal. protesto de dívida ou comunicação aos órgãos de proteção ao crédito. Parágrafo único. Os Conselhos Regionais de Engenharia. 63. Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www. As questões relativas a arquitetos e urbanistas constantes das Leis nos 5. O Conselho Federal de Engenharia. 66.gov. Adaptação do CONFEA e dos CREAs Art. Art. A existência de dívidas pendentes não obsta o desligamento do CAU.CREAs. integralmente sob a propriedade da União. sexta-feira. por intermédio de seu profissional habilitado legalmente no CAU. acumulada mensalmente. após a posse do Presidente e dos Conselheiros do CAU/BR. anualmente. A inscrição do profissional ou da pessoa jurídica no CAU não está sujeita ao pagamento de nenhum valor além da anuidade. no caso de pessoa jurídica. 1o Fica o Poder Executivo autorizado a criar empresa pública sob a forma de sociedade anônima. calculado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . das anotações de responsabilidade técnicas e de multas recebidas das pessoas físicas e jurídicas de arquitetos e urbanistas. Art. 42. sendo repassado o restante para o CAU/BR utilizar no custeio da sua instalação e da instalação dos CAUs. Anuidade devida para os CAUs Art. Atos do Poder Executivo MEDIDA PROVISÓRIA N o 520.INPC. passam a ser reguladas por esta Lei. poder-se-ão se manter associados. de R$ 60.496.CONFEA passa a se denominar Conselho Federal de Engenharia e Agronomia . 56. regulamentará este artigo. Não se aplica o disposto no caput no caso de trabalho realizado em resposta a situação de emergência se o profissional ou a pessoa jurídica diligenciar.EBSERH. multa pela não realização de RRT ou anuidades em atraso. registros e acervo de todas as ARTs emitidas pelos profissionais e todos os processos em tramitação. para compartilhamento de imóveis.IBGE. 59. Parágrafo único. 6. arquitetos e engenheiro arquiteto inscritos. denominada Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares S. O CAU/BR e os CAUs serão fiscalizados pelo Tribunal de Contas da União e auditados.CREAs passam a se denominar Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia . 52. § 1o Na primeira eleição para o CAU/BR o representante das instituições de ensino será estabelecido pela Coordenadoria Nacional das Câmaras de Arquitetura. Os valores devidos aos CAUs referentes a multa por violação da ética. e poderá manter escritórios. 189o da Independência e 122o da República. mesmo fora das hipóteses de obrigatoriedade. 46. Parágrafo único. mediante as condições que forem fixadas em seu estatuto social. na data de sua publicação. sujeita o infrator ao pagamento de multa de 20% (vinte por cento) sobre o valor devido e à incidência de correção com base na variação da Taxa Referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia . § 2o O arquiteto e urbanista poderá realizar RRT. 62 da Constituição. Parágrafo único. 41. 61. 2o A EBSERH terá seu capital social representado por ações ordinárias nominativas. como meio de comprovação da autoria e registro de acervo. exclusivamente daqueles que não conseguirem arrecadação suficiente para a manutenção de suas estruturas administrativas. às instituições federais de ensino superior e a outras instituições congêneres. O valor da Taxa de RRT é. 65. O RRT será efetuado pelo profissional ou pela pessoa jurídica responsável. dados profissionais. 67. elaborada com a participação de todos os presidentes dos CAUs. Art. Art. com força de lei: Art.A. Art.prestar. que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira .CONFEA. A quantia a que se refere o caput deverá ser usada no custeio do processo eleitoral de que trata o art. mas não haverá cobrança judicial dos valores em atraso. Art. 4o Compete à EBSERH: I .RRT Art. de serviços de apoio ao ensino e à pesquisa. de 11 de janeiro de 1973 Código de Processo Civil. prescrevem no prazo de 5 (cinco) anos. por auditoria independente e os resultados divulgados para conhecimento público. 28 e no inciso IV do art. o CAU/BR instituirá colegiado permanente com participação das entidades nacionais dos arquitetos e urbanistas. até o último dia do mês anterior ao da devolução dos recursos. 53. adota a seguinte Medida Provisória. Art.SELIC até o efetivo pagamento. § 3o Os profissionais formados há menos de 2 (dois) anos e acima de 30 (trinta) anos de formados.A. Instalação do CAU/BR e dos CAUs Nº 251-A. anualmente. calculado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . . § 2o A data de vencimento. § 1o A EBSERH terá sede e foro em Brasília. Arquitetura e Agronomia a contar da publicação desta Lei. As atividades de prestação de serviços de assistência médico-hospitalar e laboratorial de que trata o caput inserirse-ão integralmente no âmbito do Sistema Único de Saúde . 43. de 1966. § 2o Fica a EBSERH autorizada a criar subsidiárias de âmbito regional para o desenvolvimento de atividades inerentes ao seu objeto social.RRT. Toda realização de trabalho de competência privativa ou de atuação compartilhadas com outras profissões regulamentadas será objeto de Registro de Responsabilidade Técnica . 31 de dezembro de 2010. com prazo de duração indeterminado.496. A declaração do CAU de não pagamento de multas por violação da ética ou pela não realização de RRT.IBGE. Os arquitetos e urbanistas que por ocasião da publicação desta Lei se encontravam vinculados à Mútua de que trata a Lei no 6.CREAs terão. nos termos de ato do CAU/BR. constitui título executivo extrajudicial. pagarão metade do valor da anuidade. nos termos de ato do CAU/BR. inclusive da estrutura de fiscalização profissional. passarão a depositar mensalmente em conta específica. 50. ao ensino-aprendizagem e à formação de pessoas no campo da saúde pública. em todas as hipóteses. O CAU/BR e os CAUs poderão manter convênio com o CONFEA e com os CREAs. os valores serão executados na forma da Lei no 5.EBSERH e dá outras providências.194. Art. sendo obrigatória a publicação dos dados de balanço e do planejamento de cada CAU para fins de acompanhamento e controle dos profissionais. representações.00 (sessenta reais). Art. sem prejuízo da responsabilização pessoal pela violação ética. no âmbito dos CAUs em todas as Unidades da Federação que se articulará com o CAU/BR por intermédio do conselheiro federal representante das instituições de ensino superior. bem como pela incorporação de qualquer espécie de bens suscetíveis de avaliação em dinheiro. Arquitetura e Agronomia .194. à multa de 300% (trezentos por cento) sobre o valor da Taxa de RRT não paga corrigida. Art. 54. A falta do RRT sujeitará o profissional ou a empresa responsável. Art. § 3o Realizada a eleição e instalado o CAU/BR. 55. 68. Parágrafo único. Parágrafo único.INPC. cuja vinculação com o campo da saúde pública ou com outros aspectos da sua atividade torne necessária essa cooperação. no âmbito do SUS. Os atuais Conselhos Regionais de Engenharia. Distrito Federal.869. arquitetos e engenheiros arquitetos até que ocorra a instalação do CAU/BR.ICP-Brasil. as regras de parcelamento e o desconto para pagamento à vista serão estabelecidos pelo CAU/BR. registro nos CAUs com o título único de arquiteto e urbanista. Parágrafo único. arquitetos e engenheiro arquiteto.administrar unidades hospitalares. sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho.quanto aos demais dispositivos. Art. 44. § 1o No âmbito das unidades da federação os CAUs instituirão colegiados similares com participação das entidades regionais dos arquitetos e urbanistas. (VETADO) Vigência Art. para tratar das questões do ensino e do exercício profissional. 40. com personalidade jurídica de direito privado e patrimônio próprio. Esta Lei entra em vigor: I . Adaptação das Leis nos 5. Art. O CAU/BR instituirá fundo especial destinado a equilibrar as receitas e despesas dos CAUs. Brasília. . § 2o Fica instituída a Comissão Permanente de Ensino e Formação. de 7 de dezembro de 1977. Art. dependências e filiais em outras unidades da Federação. na regularização da situação. O exercício das funções de presidente e de conselheiro do CAU/BR e dos CAUs não será remunerado. Resolução do CAU/BR.

A. segue por uma linha reta.3188 e E=710.223.1583 e E=710.5205. 5o.620"S e 66°09'26.524"S e 66°09'02. de coordenadas geográficas 7º39'58.1601.423. deste ponto.0611. deste ponto. no cruzamento com a Via Férrea.1794.7530m. segue por uma linha reta até o marco ATNM2156.883.215"S e 65º53'26.206.1734m. numa extensão de 2." Razão do veto "O art. 2o Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.3876. até o Ponto P28. deste ponto. Estado do Rio de Janeiro. nos termos do art. invocar o caráter de urgência para fins de imissão provisória na posse dos bens. de coordenadas N=7. numa extensão de 50. situados no Município de Itaboraí.194.20-Y-C-IV (MI-1231) .262.495"WGr.gov. daí. de coordenadas N=7. de coordenadas geográficas 7°28'28. até o Ponto P22. numa extensão de 564. seguindo o rumo geral noroeste. numa extensão de 43.942. de coordenadas geográficas 7°29'00. deste ponto. de coordenadas N=7. total ou parcial.Magé.656.486.486. 84. em favor da Petróleo Brasileiro S. até o Ponto P14. de coordenadas N=7. segue por uma linha reta até o marco ATNM2163. e dá outras providências.470"WGr. estende-se da interseção com a faixa de domínio da Rodovia Federal BR-493. numa extensão de 363. de coordenadas N=7.485. de 21 de junho de 1941. de 22 de janeiro de 1970. publicado no Diário Oficial da União do dia subsequente.7"S e 65º53'57.619. inciso IV.842. que "Regulamenta o exercício da Arquitetura e Urbanismo.8186 e E=710. .487.2599m. pelo prazo de dez anos. segue com rumo geral sudoeste. no uso da atribuição que lhe confere o art.527.7377. daí.7396. segue por uma linha reta até o marco ATNM2158.html. deste ponto. deste ponto. segue por uma linha reta até o marco ATNM2157.4125 e E=710. deste ponto. no cruzamento do Rio Porto das Caixas. numa extensão de 1.556. Brasília. até o Ponto P8.578"S e 65º53'23. segue por uma linha reta até o marco SAT ATNM2123.446.745. de coordenadas geográficas 7°34'39. até o Ponto P4.284. numa extensão de 457. situado na confluência do Igarapé corredor com o Rio Purus.816"WGr.706.999"WGr. segue com rumo geral noroeste. segue pela margem esquerda do Igarapé Boburé. numa extensão de 2.in.864"S e 66°09'24. deste ponto. de coordenadas N=7. daí.3465m.484. deste ponto. cento e cinquenta e seis metros.181"WGr.893. a jusante. daí.813. de coordenadas geográficas 7º38'46.A. deste ponto. de coordenadas geográficas 7º37'34.9951. quinhentos e vinte e oito metros quadrados.290"S e 66°09'04. numa extensão de 52. daí. numa extensão de 2. deste ponto. localizado no cruzamento das faixas de domínio da Estrada Municipal Nº 251-A. de coordenadas geográficas 7°30'20. próximo às margens do Rio Caceribu. de coordenadas geográficas de 7º36'30.496. serviço de radiodifusão sonora em frequencia modulada no município de Chuí. segue por uma linha reta até o marco ATNM2124.8965m.163.5600m.4299 e E=710. daí.306. de coordenadas N=7.2242 e E=710. até o Ponto P23. direta ou indiretamente. daí. que estabeleceu que 'o salário mínimo não pode ser Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www. tendo em vista o disposto no art. daí. de coordenadas geográficas aproximadas 7º40'03. de coordenadas geográficas 7°29'25.089"S e 65º52'55. daí.A.486.1"S e 66°08'58.000 .917.9882.380"WGr. até o Ponto P25. conforme Desenho DE-6000. quinhentos e vinte e oito metros quadrados. segue por uma linha reta até o marco SAT ATNM2161.7602 e E=710. de coordenadas geográficas 7°33'02. de coordenadas N=7. daí. Os direitos dos arquitetos e urbanistas previstos no art.19-Z-D-VI (MI-1230). até o Ponto P7. inciso IV. até o Ponto P2. numa extensão de 81.323. até o ponto P-03. ou empresa por ela controlada.155.4029 e E=713. sentido Itaboraí . numa extensão de 1.936"S e 65º53'19. deste ponto. de coordenadas geográficas 7°36'27. Presidência da República DESPACHOS DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA MENSAGEM Nº 791. segue com o rumo geral sudoeste. do Decreto-Lei no 3.813. deste ponto. 31 de dezembro de 2010. de coordenadas geográficas 7°35'45.856"S e 66°09'16. Datum Horizontal SAD-69. até o ponto P-04. pelo código 10002010123100010 Documento assinado digitalmente conforme MP n o 2. Encaminhamento ao Congresso Nacional do ato constante da Portaria no 424.465"WGr. compreendidos em área de terras de aproximadamente nove milhões.3388 e E=712. com recursos próprios. segue com rumo geral noroeste.9984.330. numa extensão de 34. daí.926. de coordenadas geográficas 7°33'36. até o Ponto P19. na foz do Rio Porto das Caixas.6225. . segue com rumo geral sudeste. segue por uma linha reta até o marco ATNM2151.2242 e E=710. de coordenadas geográficas 7º34'21. na travessia do Rio Tambutai. 3o Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. até o Ponto P18. deste ponto. de coordenadas N=7. fecha-se a Poligonal retornando ao Ponto de Partida P1. por uma linha reta até o marco ATNM2147. segue por uma linha reta até o marco ATNM2133.3570m. daí. de coordenadas geográficas 7º35'25.485.612"WGr. situado na confluência do Igarapé Boburé com o Rio Purus.486.485. OBS: 1 base cartográfica utilizada na elaboração deste memorial descritivo: SB. de 13 de julho de 2007. de coordenadas N=7. daí. segue por uma linha reta até o marco ATNM2129.519"S e 66°09'14. daí. segue por uma linha reta até o marco SAT ATNM2121.696.856"WGr.964. segue com rumo geral sudeste. segue com rumo geral nordeste. até o Ponto P5. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Marcio Pereira Zimmermann 65º53'50. 1o Ficam declarados de utilidade pública. até o marco SAT ATNM2143. de 31 de dezembro de 2010. ou de instituição de servidão administrativa de passagem. Nº 792. caso em que serão compensados.972. 66 "Parágrafo único. daí. alíneas "i" e "p".894. seguindo o rumo geral noroeste.409"S e 66°09'32.2911 e E=710. 15 do Decreto-Lei no 3. segue com rumo geral sudoeste.578. daí.488. daí. numa extensão de 150.9478. de coordenadas geográficas 7°30'00. por uma linha reta até o marco ATNM2152. segue por uma linha reta até o marco ATNM2131.298"WGr. de coordenadas N=7. de coordenadas geográficas 7°30'51. até a área do COMPERJ.CAU/BR e os Conselhos de Arquitetura e Urbanismo dos Estados e do Distrito Federal . decidi vetar parcialmente. sentido Magé-Manilha e distância de 80.344"WGr. segue com rumo geral noroeste.489. pontos na faixa de domínio da Estrada Municipal IB-44.1540 e E=712. numa extensão de 725. daí. segue com rumo geral sudoeste. segue com rumo geral sudoeste.345. na foz do Rio Tambutaí. amigável ou judicialmente. 2 . segue com rumo geral nordeste. pela faixa da Rodovia BR-493.1195 e E=710. segue com rumo geral nordeste.486. segue por uma linha reta até o marco ATNM2145. até o Ponto P24. segue com rumo geral nordeste.7421 e E=710.DSG 1984.486.Escala 1:100.7660m. de coordenadas N=7.319.8220. até o Ponto P26. DECRETA: Art. Comunico a Vossa Excelência que. para fins de desapropriação.9483 e E=712.5124.1162. e o que consta no Processo MME no 48000.6062 e E=712.20-Y-C-I (MI-1152). segue por uma linha reta até o marco ATNM2149.726"S e 65º53'41. de coordenadas geográficas aproximadas 7º36'29.2031 e E=712. segue por uma linha reta até o marco ATNM2126.467"WGr.2"WGr. instalações elétricas.7609m. até o Ponto P11.as coordenadas geográficas citadas neste memorial descritivo são referenciadas ao Datum horizontal SAD-69.754"S e 66°09'21.488.994"WGr. o qual revoga a Portaria no 377. Senhor Presidente do Senado Federal. segue por uma linha reta até o marco ATNM2132. novecentos e vinte e três mil. numa extensão de 223.435"S e 66°09'29.7955. deste ponto. na sua margem esquerda.486"S e 65º53'46.738.924"WGr.9630m. segue por uma linha reta até o marco ATNM2150. ainda.080.150"S e 65º53'32. de 2010 (no 4. do Ponto P12 até o Ponto P17.621. segue com rumo geral noroeste.4011 e E=712. de coordenadas N=7. segue com rumo geral noroeste.487. no Distrito de Itambi. § 2o A área de que trata o caput deste artigo é descrita a partir de pontos na margem esquerda do Rio Caceribu. deste ponto.894.486. segue com rumo geral nordeste.094"S e 66º09'11. no Distrito de Porto das Caixas.594. de coordenadas geográficas 7°27'57. 31 de dezembro de 2010.9557. 31 de dezembro de 2010 IB-44 com a Rodovia BR 493. na margem esquerda do Rio Caceribu. deste ponto. de coordenadas geográficas 7º33'16. segue por uma linha reta até o marco ATNM2153. o Ministério da Justiça manifestou-se pelo veto ao seguinte dispositivo: Parágrafo único do art. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA. segue com rumo geral sudoeste. segue com rumo geral leste. deste ponto.2862m. até o Ponto P10.317. Art. numa extensão de 275. numa extensão de 134. nos termos do § 1o do art.721. por inconstitucionalidade e contrariedade ao interesse público.293.287. daí.688. de coordenadas geográficas 7°32'28.9833.842"WGr. até o Ponto P17.3822 e E=714.125. daí.67-8100-112-PHN-001.350"S e 65º53'28.7511. daí.7884. daí. e transporte seguro de produtos químicos. deste ponto.464.6"WGr.294. de coordenadas N=7.488.376.6197m. numa extensão de 303.075. de coordenadas N=7.546. para fins de desapropriação. situados no Estado do Rio de Janeiro. de coordenadas geográficas 7°35'09.468"WGr. segue por uma linha reta até o marco ATNM2127.br/autenticidade.247. até o Ponto P29.179"S e 66°08'11. de coordenadas N=7.558"S e 65º53'10.485. de 24 de dezembro de 1966. de coordenadas N=7. de coordenadas geográficas 7°34'03.COMPERJ. segue por uma linha reta até o marco ATNM2159. daí. Estado do Rio Grande do Sul. segue por uma linha reta até o marco ATNM2146. de coordenadas geográficas 7º31'54. entre a margem esquerda do Rio Caceribu e a faixa de domínio da Estrada Municipal IB-44. segue com rumo geral nordeste.550. segue.491. segue pela margem esquerda do Rio Purus. seiscentos e trinta e nove milímetros e área total de aproximadamente nove milhões. os imóveis que menciona. de propriedade particular. da Constituição veda a vinculação ao salário mínimo para qualquer fim. de 11 de maio de 2010. até o Ponto P6. segue por uma linha reta até o marco SAT ATNM2154. deste ponto.785"S e 66°07'55. numa extensão de 33. no cruzamento com a Via Férrea. de coordenadas geográficas 7º35'57. de coordenadas geográficas 7º39'24. deste ponto.491.409"WGr. segue por uma linha reta até o marco ATNM2155.2810m. segue com rumo geral sudoeste.939"S e 65º53'37. Ouvido. segue por uma linha reta até o marco ATNM2125. tubulações de produtos químicos.3608m. adutoras.486. daí. até o Ponto P20. segue por uma linha reta até o marco ATNM2144.0047 e E=711.925"WGr.PETROBRAS. e dá outras providências". no limite da área do COMPERJ. daí.745. ou a instituição de servidões administrativas de passagem. cria o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil . de 31 de dezembro de 2010.523.715"WGr. atingese o Ponto P27.373.4424. até o Ponto P13.PETROBRAS. deste ponto.6085m.273. daí. Art. que assim se descreve e caracteriza: O Ponto P1 encontra-se localizado na faixa de domínio da Rodovia BR-493 no sentido Manilha-Magé.2956m. 189o da Independência e 122o da República. de coordenadas N=7.9502m.5627 e E=710.5369 e E=710. excluídos os bens de domínio público. .0725m.670.200-2 de 24/08/2001. deste ponto. SB. da Constituição. de coordenadas N=7.940"WGr. 82 da Lei no 5. segue com rumo geral noroeste. necessários ao prosseguimento do projeto de implantação do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro . segue por uma linha reta até o marco ATNM2130.2057m.9502m. segue por uma linha reta até o marco ATNM2128. de coordenadas geográficas 7º33'48.034"WGr. os imóveis constituídos de terras e benfeitorias. ponto inicial da descrição deste perímetro. situado na margem esquerda do Igarapé Boburé. 2o A Petróleo Brasileiro S. de 22 de janeiro de 1970.526"S e 66°09'19. segue pela margem esquerda do referido igarapé. numa extensão de 1. e do Decreto-Lei no 1. de 21 de junho de 1941. até o Ponto P3.002"S e 66º08'42. até o Ponto P9. até o Ponto P21.444.534"WGr. 189o da Independência e 122o da República. deste ponto.5673 e E=710.776"WGr. segue.334. de coordenadas geográficas 7°31'22. daí.382"S e 65º53'14. com coordenadas N=7. até o ponto P-05.771"S e 65º53'05. Brasília.365.3"WGr. inclusive. daí.413/08 na Câmara dos Deputados). todos identificados por suas coordenadas no Sistema Universal Transversa de Mercator UTM.2839 no cruzamento do Córrego Fundo. 66 da Constituição. perfeito funcionamento. 7o. são garantidos por esta Lei. de coordenadas N=7.486. segue com rumo geral nordeste. podendo. até o Ponto P15. sexta-feira.733.19-Z-D-III (MI-1151). estruturas de telecomunicações e demais facilidades necessárias à permitir sua construção.359. de coordenadas N=7.4026m.191.CAUs.1970m. no Decreto-Lei no 1. de coordenadas N=7. até o Ponto P12. de coordenadas N=7.414"S e 65º53'53.486.888"WGr. segue por uma linha reta até o marco ATNM2122. garantindo-se também a segurança das populações. quando cabível.4601. de coordenadas geográficas 7º32'44.899"WGr. ou de instituição de servidão administrativa de passagem. para explorar. PETROBRAS.305. em favor da Petróleo Brasileiro S. SB.6130m. a montante. deste ponto. situado na margem esquerda do Igarapé Corredor. numa extensão de 184.899"WGr. de coordenadas N=7. segue por uma linha reta até o marco ATNM2148. que outorga permissão à Rádio Dunas FM Ltda.688. numa extensão de 183.168"S e 66°07'26.5253 e E=714. na faixa de domínio da Rodovia BR-493 e outros pontos notáveis. de coordenadas geográficas aproximadas 7°37'13.486. de coordenadas N=7.588"S e 66°08'29.345"WGr. daí. daí. de coordenadas N=7. deste ponto. até o Ponto P16.000483/2010-59. necessários à construção de acesso pavimentado do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro . de coordenadas geográficas 7º38'06. segue por uma linha reta até o marco SAT ATNM2142. daí. total ou parcial.9310m. deste ponto.337"WGr. § 1o A área necessária à implantação de estruturas de apoio à operação e logística do COMPERJ está localizada integralmente no Município de Itaboraí. ou de empresa por ela controlada.772S e 65º53'01.4128 e E=716.ICP-Brasil.4499 e E=716.0796m.303. daí. total ou parcial.399"WGr. daí.486. SB.365. direta ou indiretamente.4734.0558m.485.993"S e 66°07'40.8957. de coordenadas N=7. de coordenadas geográficas 7º34'53.491.3954.336. sem direito de exclusividade. os valores já indenizados nas servidões perpétuas de passagem instituídas em favor da PETROBRAS sobre a área de terras de que trata este Decreto. deste ponto.2"S e 66º09'33.460. de coordenadas geográficas 7º37'02. entendimento este corroborado. passando pelo Distrito de Visconde de Itaboraí.9507m. fica autorizada a promover. daí. segue com rumo geral sudoeste. na sua margem esquerda. segue com rumo geral sul. segue com rumo geral noroeste. a montante. numa extensão de 363.10 ISSN 1677-7042 DECRETO DE 31 DE DEZEMBRO DE 2010 Declara de utilidade pública. que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira . deste ponto.790"S e 66°09'08.4609. daí. numa extensão de 34. situado em local de terra firme na margem direita do Igarapé Boruré.289"WGr. numa extensão de 34.9714.656"S e 66°09'06.486.075. totalizando um perímetro vinte mil. o Projeto de Lei no 190.9428m. novecentos e vinte e três mil.339"WGr. a desapropriação. segue com rumo geral noroeste. daí.3391 e E=710. de coordenadas geográficas 7°27'05.609"WGr.489.3146.486. a poligonal segue a faixa de domínio da Estrada Municipal IB-44. Art. segue por uma linha reta até o marco ATNM2160.3781 e E=713. de coordenadas N=7. de coordenadas geográficas 7°27'30.014"WGr. numa extensão de 1.410"WGr. daí.COMPERJ à Rodovia BR-493 e possibilitando a previsão de instalação de outras interligações logísticas no referido trecho tais como: via férrea. numa extensão de 3. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Luiz Paulo Teles Ferreira Barreto .4192 e E=710. pela Súmula Vinculante nº 4 do Supremo Tribunal Federal.0000m.

Encaminhamento ao Senado Federal. Nº 798. para os Fundos de Saúde Estaduais. que dispõe sobre a transferência fundo a fundo de recursos federais a Estados. e Considerando a Portaria nº 204/GM. 67. de que trata esta Portaria. 530-C." Razões do veto "A formação do arquiteto e urbanista abrange o estudo do urbanismo. e II . para exercer o cargo de Embaixador do Brasil junto à Romênia.1220. e Considerando a Portaria nº 204/GM. que o veto não inviabiliza a instalação e fundamento do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil CAU/BR.in. para apreciação.302.Código de Processo Penal".198/GM. 530D. assinado em Tóquio.00 FUNCIONAL PROGRAMÁTICA 10.8933 . 3º Estabelecer que os recursos orçamentários. de 31 de dezembro de 2010. onerando os seguintes Programas de Trabalho: I .302.000.8535 .1220. mas não se limita a este. no entanto. englobando um espectro mais amplo de matérias e conteúdos curriculares. ISSN 1677-7042 11 ROCHA MAGNO. as quais ora submeto à elevada apreciação dos Senhores Membros do Congresso Nacional.8535.Nº 251-A. de 23 de abril de 2009. resolve: Art.198/GM. da Assistência Ambulatorial e Hospitalar Especializada e da Segurança Transfusional e Qualidade do Sangue e Hemoderivados. os profissionais formados em curso de urbanismo desmembrado da arquitetura têm campo distinto de atuação. . Nº 796. 530-F e 530-G do Decreto-Lei no 3.gov. façam parte do Bloco de Investimentos na Rede de Serviços de Saúde. de 31 de dezembro de 2010. porém.10.198/GM. de 18 de novembro de 1994. Art.302. salvo nos casos previstos na própria Constituição. JOSÉ GOMES TEMPORÃO ANEXO MUNICÍPIOS HABILITADOS A RECEBER RECURSOS FEDERAIS DESTINADOS À AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS NO ÂMBITO DA ATENÇÃO ESPECIALIZADA ANEXO I UF CE UF PR MUNICÍPIO HORIZONTE ENTIDADE PREFEITURA MUNICIPAL DE HORIZONTE NÚMERO DA PROPOSTA 23555. as razões que me levaram a vetar os dispositivos acima mencionados do projeto em causa.306.036000/1100-01 EMENDA 34330009 EMENDA 25870004 VALOR 296.302. Art. estabelecer qualquer critério para a avaliação e a divisão dos ativos e passivos que compõem esse patrimônio. Ministério da Saúde GABINETE DO MINISTRO PORTARIA N o 4.CREAs que caberá ao Conselho de Arquitetura e § 3o Divergências quanto ao resultado da auditoria e à forma de transmissão dos bens. destinados à aquisição de equipamentos e material permanente para o Programa de Atenção Básica de Saúde. onerando os seguintes Programas de Trabalho: I .10. Encaminhamento ao Congresso Nacional do texto da Medida Provisória nº 521.ICP-Brasil. "Art. de 17 de setembro de 2009. a receberem os recursos federais destinados à aquisição de equipamentos e material permanente para estabelecimentos de saúde. e Considerando a Portaria nº 2. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. do nome do Senhor RAYMUNDO SANTOS Urbanismo do Brasil e aos Conselhos de Arquitetura e Urbanismo dos Estados e do Distrito Federal. o Ministério da Educação manifestou-se pelo veto ao dispositivo a seguir transcrito: Art. de 31 de dezembro de 2010. . requerido pela República Italiana. adotado pelo Advogado-Geral da União Substituto.8535 . de 29 de janeiro de 2007.00 FUNCIONAL PROGRAMÁTICA 10.689.00 VALOR 350. de 17 de setembro de 2009. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Arquitetura e Agronomia entre estes e os Conselhos de Arquitetura e Urbanismo sem.302.302. Nº 795. para os Fundos de Saúde Estaduais. após serem atendidas as condições previstas no art.8535.1220. determinar a parcela do patrimônio do Conselho Federal de Engenharia. Art. Arquitetura e Agronomia .Serviços de Atenção às Urgências e Emergências na Rede Hospitalar.1220. na modalidade fundo a fundo. referente ao pedido de Extradição no 1. não cabendo seu registro nos Conselhos de Arquitetura e Urbanismo. 31 de dezembro de 2010 usado como indexador de base de cálculo de vantagem de servidor público ou de empregado'. Em face dos fundamentos.1220. 236 da Constituição Federal.1220. 4º da Portaria nº 2. em 29 de julho de 2010.10. pelo código 10002010123100011 Documento assinado digitalmente conforme MP n o 2.198/GM. ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO Processo no 08000. Encaminhamento ao Congresso Nacional do texto do Acordo de Previdência Social entre a República Federativa do Brasil e o Japão.1500 PORTARIA N o 4. Destaque-se.10. cujo campo de atuação profissional será definido em função da respectiva formação acadêmica. Nº 793. DE 30 DE DEZEMBRO DE 2010 Habilita Municípios e os Estados a receberem recursos federais destinados à aquisição de equipamentos e material permanente para estabelecimentos de saúde.1220. No prazo de 90 (noventa) dias a contar da instalação do CAU/BR. 4º da Portaria nº 2.0023 FUNCIONAL PROGRAMÁTICA 10. Ministro de Primeira Classe da Carreira de Diplomata do Quadro Permanente do Ministério das Relações Exteriores.085.8933 . serão decididas por arbitragem.483000/1100-03 ANEXO IV NÚMERO DA PROPOSTA 11416. Nº 794. que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira . Por consequência. 1º Habilitar os Municípios e os Estados descritos no Anexo a esta Portaria.300." Já o Ministério do Planejamento.302. Encaminhamento ao Congresso Nacional do texto da Medida Provisória nº 520. Fica garantido o direito de registro no CAU ao profissional diplomado em urbanismo.200-2 de 24/08/2001. de 31 de dezembro de 2010. com as suas alterações e os acréscimos estabelecidos pela Portaria nº 837/GM. e II . o CONFEA providenciará a contratação de empresa de auditoria de notória especialização para.543000/1100-02 ANEXO III NÚMERO DA PROPOSTA 28549. sexta-feira.br/autenticidade. podendo resultar em insegurança jurídica para o funcionamento de ambas as entidades. JOSÉ GOMES TEMPORÃO Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www." Ouvido. uma vez que o art. e que corram por conta do orçamento do Ministério da Saúde. que dispõe sobre a transferência fundo a fundo de recursos federais a Estados.Serviços de Atenção às Urgências e Emergências na Rede Hospitalar. 58. Distrito Federal e Municípios. e Considerando a Portaria nº 2. bem como quaisquer outras questões ligadas à criação do CAU/BR e dos CAUs das Unidades da Federação. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE. a receberem os recursos federais destinados à aquisição de equipamentos e material permanente para estabelecimentos de saúde. Municipais e do Distrito Federal.935. 1º Habilitar os Municípios e os Estados descritos no Anexo a esta Portaria." Razões do veto "O dispositivo estabeleceu a divisão do patrimônio dos Conselhos de Engenharia.307. de 17 de setembro de 2009. de 3 de outubro de 1941 ." Essas. § 2o A forma de transição será acordada entre as partes. Encaminhamento ao Congresso Nacional do texto do projeto de lei que "Altera a Lei nº 8. resolve: Art.196000/1100-03 ANEXO II NÚMERO DA PROPOSTA 09571. no uso de suas atribuições. Distrito Federal e Municípios.8535.302. Encaminhamento ao Congresso Nacional do texto do projeto de lei que "Altera os arts.0041 MUNICÍPIO ENTIDADE SANTO ANTONIO DA PLATINA FUNDO MUNICIPAL DE SAÚDE SANTO ANTONIO DA PLATINA MUNICÍPIO CABO FRIO MUNICÍPIO NOVO HAMBURGO ENTIDADE PREFEITURA MUNICIPAL DE CABO FRIO ENTIDADE FUNDO MUNICIPAL DE SAÚDE DE NOVO HAMBURGO UF RJ UF RS EMENDA 25920007 EMENDA 25670012 VALOR 290. após serem atendidas as condições previstas no art. de 31 de dezembro de 2010. também. Municipais e do Distrito Federal. Em 31 de dezembro de 2010. de 17 de setembro de 2009. dispondo sobre serviços notariais e de registro". 67 "Art. da Assistência Ambulatorial e Hospitalar Especializada e da Segurança Transfusional e Qualidade do Sangue e Hemoderivados. 2º Determinar que o Fundo Nacional de Saúde adote as medidas necessárias à transferência dos recursos financeiros em parcela única.000.Estruturação de Unidades de Atenção de Média e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar.8535. § 1o As despesas referentes à contratação referida no caput serão rateadas entre os 2 (dois) Conselhos. no prazo de 180 (cento e oitenta) dias.html. Orçamento e Gestão manifestou-se pelo veto ao seguinte dispositivo: Art. Art. de que trata esta Portaria. no uso de suas atribuições. com as suas alterações e os acréscimos estabelecidos pela Portaria nº 837/GM. DE 30 DE DEZEMBRO DE 2010 Habilita Municípios e os Estados a receberem recursos federais destinados à aquisição de equipamentos e material permanente para estabelecimentos de saúde. Art. aprovo o Parecer e nego a extradição.003071/2007-51. 2º Determinar que o Fundo Nacional de Saúde adote as medidas necessárias à transferência dos recursos financeiros em parcela única. de 29 de janeiro de 2007. na modalidade fundo a fundo. destinados à aquisição de equipamentos e material permanente para o Programa de Atenção Básica de Saúde. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE. 58. Art. Senhor Presidente.2282 FUNCIONAL PROGRAMÁTICA 10. de 31 de dezembro de 2010. e que corram por conta do orçamento do Ministério da Saúde.000. de 23 de abril de 2009. Nº 797. 3º Estabelecer que os recursos orçamentários.Estruturação de Unidades de Atenção de Média e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar. de 31 de dezembro de 2010. Parecer no AGU/AG-17/2010. que regulamenta o art. façam parte do Bloco de Investimentos na Rede de Serviços de Saúde. Arquitetura e Agronomia CONFEA e dos Conselhos Regionais de Engenharia.1220.00 VALOR 200. 57 do Projeto de Lei já estabelece as receitas necessárias. de 31 de dezembro de 2010.

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